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Biodiversidade

SUMÁRIO
A biodiversidade da Amazônia e o Arpa 3 Os ecossistemas da Amazônia 4 Inventários de biodiversidade 8 Riqueza da fauna e flora supera estimativas 12 Espécies recém descritas 14 Espécies ameaçadas de extinção 16 Representatividade das UCs 21 Novo foco será viabilidade no longo prazo 24 Referências 26 Anexo I 27

República Federativa do Brasil Presidente Dilma Rousseff Vice-presidente Michel Temer Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira Secretaria Executiva Francisco Gaetani Secretaria de Biodiversidade e Florestas Roberto Cavalcanti Diretoria de Áreas Protegidas Ana Paula Leite Prates Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Trajano Quinhões Arpa – um novo caminho para a conservação da Amazônia Realização Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa): Ministério do Meio Ambiente ICMBio Governos estaduais da Amazônia Brasileira: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Pará e Tocantins WWF-Brasil Funbio Cooperação Alemã – KfW Banco de Desenvolvimento & GTZ Banco Mundial GEF Fundo Amazônia Banco Nacional do Desenvolvimento - BNDES Organização e Produção WWF-Brasil: Secretaria-Geral Maria Cecília Wey de Brito Coordenação do Programa Amazônia Mauro Armelin Coordenação de Comunicação Andréa de Lima Revisão Técnica André Nahur - analista de conservação do WWF-Brasil Cláudio C. Maretti – superintendente de Conservação, WWF-Brasil em 2010

Carlos Rittl – coordenador do Programa de Mudanças Climáticas do WWF-Brasil Daniela Oliveira - Doutoranda em Desenvolvimento Sustentável - CDS/UnB Daniela Leite – Unidade Gestão de Programas do Funbio Fábio França de Araújo – MMA-SBF-DAP em 2010 Fabio Leite – Unidade Gestão de Programas do Funbio Francisco Barbosa Oliveira Jr. – coordenador do Programa de Áreas Protegidas e Apoio ao Arpa do WWF-Brasil em 2010 Magaly Oliveira – especialista em geoprocessamento do WWF-Brasil Márcia Soares – Assessora de Comunicação do Funbio Mariana Napolitano Ferreira – analista de conservação do WWF-Brasil Mario Barroso – especialista em geoprocessamento do WWF-Brasil Marisete Catapan – especialista em áreas protegidas do WWF-Brasil Mauro Armelin – coordenador do Programa Amazônia do WWF-Brasil Rosiane Pinto - Analista Ambiental - MMA/SBF/DAP/ARPA Trajano Quinhões – Gerente de Projeto/Coordenador do Arpa - MMA/SBF/DAP/ARPA Colaboradores Capítulo Biodiversidade – Mariana Ferreira, Mario Barroso, Paula Valdujo e Gabriel Costa Capítulo Efetividade de Gestão – Mariana Ferreira, Marisete Catapan, Maria Auxiliadora Drummond e Cristina Onaga. Capítulo Desmatamento e Mudanças Climáticas – André Nahur, Mônica Takako Shimabukuro, Regina Vasquez, Mario Barroso, Cláudio Maretti. Capítulo Gestão Financeira e Operacional do Arpa – Fábio França, Marcos Araújo, Daniela Leite, Trajano Quinhões e Rosiane Pinto Texto e edição Regina Vasquez e Marco Gonçalves Tradução Regina Vasquez & Martin Charles Nicholl Produção, edição e revisão final Ligia Paes de Barros – analista de comunicação do WWF-Brasil Projeto Gráfico e Diagramação Márcio Duarte – M10 Design Fotos Arquivo WWF-Brasil Agradecimentos ICMBio, Sedam-RO, Sema-AC, Sema-MT, SDS-AM
* Parte dos estudos apresentados nesta publicação contam com financiamento do Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da República Federal da Alemanha.

primatas.. florestas de montanha. Além da floresta tropical úmida. florestas de bambus e de palmeiras. inclusive pouco conhecida pelo muitas espécies ameaçadas homem. dominante na região. borboletas e primatas – são extremamente diversos na Amazônia. Descobrir. Peru.Biodiversidade e o Arpa As unidades de conservação apoiadas pelo Arpa garantem a proteção de parcela significativa da biodiversidade da Amazônia. com mais de 8. A riqueza biológica da Amazônia é tão grande que incorpora. Alinúmeros benefícios guns grupos de animais são para a sociedade. 2000). a biodiversidade da Amazônia ainda é muito pouco conhecida pelo homem. social e econômico. com cerca de 45 mil espécies de plantas e animais vertebrados. Guianas. é uma missão fundamental e de interesse ambiental. total ou parcialmente. Isso se deve principalmente à sua larga extensão territorial e enorme diversidade de ambientes. 2004). que pode conter sivamente na Amazônia (Hudson et al. 2008) e mais de 600 tipos diferentes de habitat terrestre e de água doce. No entanto. por meio do apoio à criação e consolidação de unidades de conservação (UCs). a região é constituída por mais de 600 diferentes tipos de habitat terrestre e de água doce. florestas abertas. Descobrir. a Amazônia compreende outros tipos de habitat: savanas. Equador. Alguns grupos de organismos – como aves. social do que em qualquer outro local do mundo. A biodiversidade da Amazônia e o Arpa Amazônia ocupa um lugar de destaque no cenário internacional e sua importância é reconhecida mundialmente. Inventários preliminares em 39 das 62 UCs apoiadas pelo Arpa revelam que esses parques e reservas contribuem para a conservação de parcela significativa da biodiversidade da Amazônia. com 53 grandes ecossistemas (Sayres et al. peixes de água doce. faz uma contribuição importante nesse sentido. o que resulta numa riquíssima biodiversidade. Suriname e Venezuela.. 3 Biodiversidade A O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). florestas de várzea. pântanos. estudar de extinção e também ese proteger esse patrimônio pécies que ocorrem exclunatural. O bioma Amazônia ocupa 49% do território nacional (IBGE . aves e peixes de água doce. 2000).1 milhões de km² – se encontra em território brasileiro. A Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do mundo e ocupa uma região de aproximadamente 6. do governo brasileiro. Além do Brasil.. Mais da metade (60%) da Floresta Amazônica – o que abrange uma área de 4. Colômbia. que pode conter inúmeros benefícios para a sociedade. estudar e proteger esse patrimônio natural. é uma mais diversos na Amazônia missão fundamental e de interesse ambiental. É o caso de e econômico.800 espécies já catalogadas nessas áreas. Essa imensa variedade de habitat se traduz numa enorme diversidade de flora e fauna encontrada na Amazônia. A magnitude da diversidade da Amazônia é imensa. Nenhum outro domínio no mundo apresenta tantas espécies desses grupos.7 milhões de km². borboletas. elementos de 49 das 200 ecorregiões mundiais (Olson et al. Cerca de 10% de toda a diA biodiversidade da versidade do planeta enconAmazônia ainda é muito tra-se na região. a bacia hidrográfica do Amazonas compreende partes da Bolívia. Com .

216 anfíbios. o Brasil estabeleceu em 2003 o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). e estepes tropicais (Tabela 1. Os países amazônicos. Atualmente. consolidação e manutenção de 60 milhões de hectares (600 mil km2) em unidades de conservação na Amazônia brasileira. O Arpa surgiu num contexto amplo de políticas de planejamento para a conservação da Amazônia (MMA . O principal objetivo do Programa é assegurar e apoiar o investimento de recursos para a criação. 2007). Os ecossistemas da Amazônia A região Amazônica é formada por 53 ecossistemas com diferentes características e extensões (Sayres et al. o Programa Arpa apoiou o estabelecimento e a consolidação de 63 unidades de conservação. As outras 31 unidades são de uso sustentável e cobrem 10. com espécies novas sendo descobertas a cada ano. 31 são unidades de proteção integral e abarcam 21. Tabela 1 · Agrupamento dos ecossistemas na região Amazônica de acordo com suas características Grupos de ecossistemas Florestas Savanas tropicais Várzeas e áreas inundadas Estepes tropicais Andinos Nº de ecossistemas 34 5 6 2 6 % da area 78. 2010). muita atenção é dada à importância da floresta Amazônica no fornecimento de serviços ambientais fundamentais para a qualidade de vida da população humana – como água limpa. várzeas. a Amazônia ainda é uma fronteira d0 conhecimento. ar puro e estabilidade climática. Para cumprir esse compromisso. têm uma responsabilidade imensa em conservar esse patrimônio mundial e garantir a proteção da biodiversidade e o fornecimento de serviços essenciais para a qualidade de vida e manutenção do clima do planeta em longo prazo. áreas de savanas. totalizando mais de 32 milhões de ha (320 mil km2) de área protegida. estão 639 plantas.02 12.200 espécies foram descobertas por cientistas na região.9 milhões de hectares (109 mil km2) (MMA . por exemplo.937 km de extensão. Durante a 1ª Fase.4 Biodiversidade toda essa diversidade de ambientes e extensão.50 . Entre elas. 2010). ambientes tipicamente andinos. 1999). Este trabalho procura descrever um panorama geral da contribuição do Programa Arpa para o conhecimento e a conservação dos ecossistemas e espécies da Amazônia. Esses ecossistemas podem ser agrupados em áreas florestais. Devido a intensas trocas de gases e vapor d’água. 55 répteis.75 5.1 milhões de ha (210 mil km2). 257 peixes. que tem 6. 39 mamíferos e 16 aves (WWF .. com apoio de todo o mundo.83 1. a Amazônia tem um papel chave para a estabilidade climática do planeta (Laurance. Desse total. 2010). Figura 1). É na região Amazônica que se encontra a maior bacia hidrográfica e o maior rio do mundo em volume de água: o rio Amazonas. próximo das nascentes mais altas da bacia. mais de 1.89 1. Entre 1999 e 2009.

Figura 1 · Agrupamento de ecossistemas e unidades de conservação na Amazônica legal .

Considerando toda a Amazônia.1 8.086 1. em sua maioria. sendo que os ecossistemas florestais se apresentam em maior número e área. várzeas 1 e estepes (Tabela 2).4 100% Área protegida 1. Alguns desses ecossistemas são naturalmente de pequena extensão – como o complexo de mangues do Amazonas-Orinoco e do Sul do Caribe.de área sob proteção na Amazônia brasileira.080 84. tas úmidas das Guianas.714 95.6 Número de ecossistemas Biodiversidade Os 34 ecossistemas florestais que compõem a região repreNo gráfico 1 temos uma análise da distribuição do grau sentam mais de 78% da área total da Amazônia. Dentre eles.493 % da Amazônia brasileira 77.393. 29 ecossistemas têm pe11 quena extensão. Porcentagem de área sob proteção Tabela 2 · Área total e área protegida dos agrupamentos dos ecossistemas amazônicos com ocorrência no Brasil Grupos de ecossistemas Florestas Savanas tropicais Várzeas Estepes tropicais Total geral Nº 19 4 6 1 30 Área total em km2 5. de proteção dos ecossistemas amazônicos no Brasil. as florestas úmidas do Madeira-Tapajós e as flores.958. ou são poucos representados dentro 7 6 da região – como alguns ecossistemas da região andina.136. indicanos de maior extensão são as florestas úmidas do Sudoeste da do que mais da metade deles (18 ecossistemas num total de Amazônia. Na Amazônia brasileira. das estepes <1% 5% 10% 15% 20% >20% apenas 11% estão protegidas e das savanas tropicais são 8%.685 94.4 20. Os outros 19 ecossistemas não-florestais que ocorrem na região representam pouco mais de 20% da Gráfico 1 · Quantidade de ecossistemas por classe área e são.5 .994 6.329 465.5 14. mais de 20% da área de florestas e várzeas estão sob proteção. Na Amazônia brasileira estão representados 30 dos 53 4 4 ecossistemas da região amazônica.7 1.326. mas áreas de savana tropical (Cerrado) e as várzeas do Purus.30) apresentam pelo menos 20% da sua área protegida. de pequena extensão.514 % da área do grupo de ecossistemas sob proteção 21.3 11.456 1. seguidos em extensão pelos ecossistemas de savanas.003. exceto algu. representando pouco mais de 10% da área.4 6.664 11.

incluindo a contribuição do Arpa. É elevado também o número de ecossistemas de várzea protegidos – cinco em seis ecossistemas – por essas unidades. mas com grande participação do Arpa (quase 70% das áreas protegidas). por unidades de conservação apoiadas pelo Programa Arpa. ecossistema pouco protegido (menos de 4%).000 700. A proteção de cada ecossistema. Outro ecossistema de destaque são as Florestas Sazonais do Mato Grosso.000 400.000 500.000 200.000 Várzea Savana Área protegida ARPA Total Florestal Área em Km . e 85% dessa área que está sob proteção encontram-se em unidades de conservação apoiadas pelo Arpa.000 600. com uma proteção total de mais de 45% de sua área. 7 Biodiversidade Estepe Rio Negro campinarana Purus varzeá Pantanal Monte Alegre varzeá Marajó varzeá Iquitos varzeá Gurupa varzeá Pantepui Guianan savanna Cerrado Beni savanna Xingu-Tocantins-Araguaia moist forests Uatuma-Trombetas moist forests Tocantins/Pindare moist forests Tapajós-Xingu moist forests Southwest Amazon moist forests Solimoes-Japurá moist forests Purus-Madeira moist forests Negro-Branco moist forests Mato Grosso seasonal forests Madeira-Tapajós moist forests Juruá-Purus moist forests Japurá-Solimoes-Negro moist forests Guianan piedmont and lowland moist forests Guianan moist forests Guianan Highlands moist forests Chiquitano dry forests Caqueta moist forests Amazon-Orinoco-Southern Caribbean mangroves Alto Paraná Atlantic forests 0 100. ao menos parcialmente. O Arpa contribui de forma mais significativa para a conservação das Várzeas do Gurupá.000 800.000 300.Dezesseis dos 19 ecossistemas florestais amazônicos no Brasil são protegidos. aparece no gráfico 2. Gráfico 2 · Extensão de área total protegida e em unidades de conservação do Arpa para cada ecossistema da Amazônia brasileira.

criadas em 2008. 41% são áreas do Arpa.8 Biodiversidade Em 2007 a iniciativa de revisão das Áreas Prioritárias para Conservação. sendo que algumas IBA s são inteiramente coincidentes com unidades de conservação. peixes. a Birdlife/Save estabeleceu 62 áreas prioritárias para a conservação de aves na Amazônia brasileira. esse exercício indicou ainda novas áreas prioritárias para a criação de UC s. Mais de 42% da área das IBA s sobrepõem-se às unidades de conservação na Amazônia. Os dados aqui apresentados representam a síntese de todas as informações coletadas e analisadas nas fontes disponíveis: planos de manejo. estudos de criação e relatórios de expedições científicas (Anexo 1). As IBA s são áreas críticas para a conservação das aves. inclusive todas as áreas protegidas existentes até aquela data. Para a região amazônica foram identificadas mais de 840 áreas. Uso Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade Brasileira. . o que ressalta ainda mais a importância dessas áreas para a conservação. a saber: flora. anfíbios. o Parque Nacional do Cabo Orange. liderada pelo MMA . Quatro unidades de conservação atualmente apoiadas pelo Arpa foram criadas seguindo as indicações do estudo das Áreas Prioritárias: a Reserva Extrativista (Resex) Rio Gregório. resultou na identificação das áreas mais importantes e prioritárias para a conservação no país. É o caso do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. além do número registrado de espécies ameaçadas. Ituxi e Rio Xingu. e as Resex do Médio Purus. Além das áreas já protegidas. sendo que a sua perda resultaria em danos irreparáveis para a biodiversidade. criada em 2007. invertebrados. 9 de importância muito alta e 12 de importância alta. o Parque Nacional do Jaú e o Parque Nacional da Serra do Divisor. Dessa sobreposição. recém descritas e/ou de distribuição restrita. répteis. sendo que 41 delas foram consideradas de importância biológica extremamente alta. Rath/WWF-Canon Das 63 unidades de conservação apoiadas pelo Arpa foram obtidos dados de inventário para 39 áreas (Figura 2. Inventários de biodiversidade Anthony B. aves e mamíferos. Tabela 3). Em 2009. as chamadas IBA s (Important Bird Areas). O enfoque adotado para as análises apresentadas a seguir foi o número de espécies registradas nos seguintes grupos taxonômicos. Dessa forma todas as unidades de conservação do Arpa foram identificadas como prioritárias.

com destaque para as 39 áreas onde foram obtidos dados de inventário .Figura 2 · Localização das 62 áreas apoiadas pelo Arpa.

Resex · Reserva Extrativista. PN Serra do Divisor . PN do Jaú 20. EE Juami-Japurá 4. P N · Parque Nacional. PE do Guariba 13. EE Terra do Meio 7. Unidade de Conservação 1. PE de Guajará-Mirim 9.Tabela 3 · Lista das unidades de conservação apoiadas pelo Arpa. EE Maracá 10 Estado (UF) RO MT AM RR RO PA MT RO TO AC RO AM AM AM MT MT AM AP AM MT/AM RR MT/AM/RO AP RO AC Categoria Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Esfera administrativa Estadual Estadual Federal Federal Estadual Federal Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Estadual Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Inventário Não Sim Sim Sim Não Sim Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Biodiversidade 5. PN do Viruá 22. R D S · Reserva de Desenvolvimento Sustentável. PN Montanhas do Tumucumaque 24. PE Igarapés do Juruena 17. categoria e disponibilidade de dados de inventário para esse estudo. EE do Rio Ronuro 3. PE do Chandless 11. PE do Cantão 10. PE do Rio Negro . PE Cristalino 8. PN Serra da Cutia 25. sua localização. PE do Corumbiara 12. PN dos Campos Amazônicos 23. P E · Parque Estadual. esfera administrativa. PN Cabo Orange 19. PN do Juruena 21.Setor Norte 14. EE Serra dos Três irmãos 6. PN Anavilhanas 18. PE do Xingu 16. EE Antônio Mujica Nava 2. E E · Estação Ecológica. PE do Sucunduri 15.

Resex Ipaú-Anilzinho 48. Resex do Guariba 42. Resex do Rio Cautário 44.Unidade de Conservação 26. Resex Riozinho da Liberdade . Resex Barreiro das Antas 37. RDS Uacari 33. Resex do Rio Jutaí 46. RDS Itatupã-Baquiá 31. Resex Rio Unini 54. Resex Arapaxi 11 Estado (UF) PA AM AM AM PA AM AM AM PA AM RO AM AC AM AC AM AM RO AM AM PA PA AM PA PA AM PA AM AC Categoria Proteção Integral Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Esfera administrativa Federal Estadual Estadual Estadual Federal Estadual Estadual Federal Federal Federal Federal Estadual Federal Federal Federal Estadual Federal Federal Estadual Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Inventário Sim Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Não Sim Não Sim Não Sim Sim Sim Sim Não Sim Sim Não Não Não Não Não Não Não Não Não Biodiversidade 34. Resex Rio Iriri 53. Resex Arióca Pruanã 35. Resex do Cazumbá-Iracema 41. RDS Piagaçu-Purus 32. Resex Catuá Ipixuna 38. Resex do Lago do Capanã Grande 43. Resex Ituxi 49. Resex do Alto Tarauacá 39. PN Serra do Pardo 27. RDS Bararati 29. Resex do Baixo Juruá 40. Resex Mapuá 50. Resex do Rio Xingu 47. Resex Auati-Paraná 36. RDS do Rio Amapá 30. Resex do Rio Gregório 45. Resex Médio Purus 52. Resex Maracanã 51. RDS Aripuanã 28.

901 espécies.Unidade de Conservação 55. RB do Lago Piratuba 60. 20% do total). Para outras áreas.800 espécies nas 39 UCs do Arpa abordadas nesse estudo. representadas principalmente por invertebrados (1. Riqueza da fauna e flora supera estimativas da fauna. 4.712 espécies. Resex Terra Grande-Pracuúba 57. Resex Riozinho do Anfrísio 56. Resex Verde para Sempre 58.181 plantas diferentes. RB Tapirapé 12 Estado (UF) PA PA PA RO AP PA AM PA Categoria Uso Sustentável Uso Sustentável Uso Sustentável Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Proteção Integral Esfera administrativa Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Federal Inventário Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Biodiversidade É importante ressaltar que esse trabalho deve ser visto como uma análise preliminar da biodiversidade presente nas UC s apoiadas pelo Arpa. Nessas unidades. No caso Invertebrados Mamíferos Flora Peixes Aves . é preciso considerar que é alta a probabilidade de que as coletas nas diferentes áreas não tenham sido homogêneas. havia dados só para alguns grupos.144 espécies).181 1. além de 294 mamíferos.144 975 294 209 Répteis 189 Anfíbios Foram registradas mais de 8. foram registradas 4. RB do Uatumã 62. sendo que 107 delas estão ameaçadas de extinção e outras 35 espécies são recém descritas (leia mais abaixo). Para algumas das áreas apoiadas pelo Arpa não foram acessados inventários referentes a nenhum grupo taxonômico. de forma que uma comparação detalhada entre UC s se torna inviável. Gráfico 3 · Número de espécies registradas por grupo taxonômico em 39 unidades de conservação apoiadas pelo Arpa. 209 répteis e 189 anfíbios (Gráfico 3). Além disso. é também provável que as listas de espécies estejam incompletas para algumas localidades. os registros de flora representam 47% das espécies identificadas até o momento e totalizam 4. Assim. Esse trabalho deverá ser continuado e complementado com base em novas fontes de dados. peixes (975 espécies) e aves (1.901 1. RB do Rio Trombetas 61. RB do Jaru 59.

Deve ser Mamíferos 294 427 68.000 10. UCs do Arpa e apoiadas to sobre a biodiversidade da Amazônia.294 88. pode-se supor que estima.526 espécies.50% biodiversidade que é bastante representativa da região Amazônica.294 aves e3. um total de 45. assim. Anfíbios 189 427 44.a flora Amazônica e qual sua representatividade nas unidamente subestimadas. que muitos dos inventários realiRépteis 209 378 55.85% levado em conta. apresentando.Esses números são bem expressivos. é seguro dizer que o conjunto de unidades Aves 1.427 anfíbios. estimativa de riqueza por grupo taxonômico baseado em Zig Koch / WWF . Tabela 4 · Número de espécies por grupo taxonômico 13 Biodiversidade encontradas nos inventários das 39 UCs apoiadas pelo Arpa. Rylands et al (2002) fizeram uma compilação de dados de diversas fontes e estimaram que há.26% Dessa forma. o conjunto de 39 2002) riqueza estimada pelo Arpa áreas aqui analisadas abrigam um subconjunto de espécies Flora 4.rios para se determinar exatamente quão diversa é a fauna e tivas anteriores de diversidade da Amazônia são extrema. para mamíferos e aves. Outro fator que pode ter contribuído para esses (Rylands. 1. 378 répteis. Por exemplo. 2002).000 peixes (Tabela 2). das quais 40. espécies estimada riqueza das Mesmo com a provável subestimativa do conhecimenGrupo em 39 UCs (Rylands.29% zados nessas áreas não foram exaustivos e não existem dados disponíveis para todas as 62 áreas apoiadas pelo Arpa.45% bastante representativo da diversidade da região. e a proporção entre a riqueza encontrada nas 39 resultados é o fato de algumas UC s do Arpa abrangerem UCs apoiadas pelo Arpa e a riqueza estimada por Rylands (2002). Primeiro.526 são animais – 427 mamíferos. Por exemplo. principalmente se comparados com estimativas da diversidade total de espécies encontradas para a Amazônia. Esses estudos incluem tanto somente as 39 UC s utilizadas nesse estudo já abrigam uma a realização de inventários em áreas ainda pouco conhecidiversidade próxima do total estimado por Rylands et al das como o trabalho de descrição formal de novas espécies.181 40. algumas espécies que não são consiRiqueza de Riqueza Proporção entre deradas típicas da Amazônia.144 1.000 são plantas e 5. des de conservação existentes. na região Amazônica. ainda. muitos outros estudos ainda são necessáalgumas conclusões. (2002). áreas de transição entre a Amazônia e demais biomas.48% de conservação apoiadas pelo Arpa abriga uma enorme Peixes 975 3. A comparação desses números nos permite chegar a No entanto.000 32.

Espécies recém descritas 14 Biodiversidade WWF-Brazil / Adriano Gambarini Algumas das espécies encontradas nos inventários são espécies pouco conhecidas da ciência. • O lagarto geconídeo Thecadactylus solimoensis foi descrito no ano de 2007 e sua distribuição está associada à porção oeste da Amazônia (Bergmann e Russel. abaixo. a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Amapá. a partir de exemplares da Reserva Ducke nos arredores de Manaus (Fiaschi et al. 2008). Uma lista completa das espécies descritas na última década e com presença nas áreas apoiadas pelo Arpa pode ser vista na Tabela 5. 2006). Na mesma reserva foi registrada a presença de Pouteria freitasii. 2007). 2010). 2010). mamíferos e répteis (WWF . somente na última década. que con- sistia em apenas três localidades no estado do Amazonas (Frost.. e foi descrita apenas em 2001 (Lima e Caldwell. 2001). espécie descrita em 2002. pertencentes ao gênero Hyphessobrycon – todas elas descritas entre os anos de 2002 e 2006. Elas foram descritas apenas nos últimos dez anos e ocorrem em poucas localidades conhecidas na Amazônia. espécie de planta da família Sapotaceae. Schefflera umbrosa. descrita no ano de 2006 (Pennington. possui distribuição entre os Rios Tapajós e Madeira nos estados de Rondônia e Amazonas (Van Roosmalen et al. 2001). aves. • O anfíbio Allobates caeruleodactylus se destaca pela presença de proeminentes dedos azuis nos machos (Lima et al. Veja alguns exemplos: • A espécie de planta da família Araliaceae. a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu Purus.. 2005). 2002) e sua presença foi registrada na Reserva Biológica do Rio Jaru... Dentro das UC s apoiadas pelo Arpa essa espécie foi registrada em apenas uma localidade. . Esses exemplos enfatizam como a biodiversidade da Amazônia ainda é pouco conhecida. É muito provável que várias outras espécies sejam descritas à medida que novas áreas sejam inventariadas e mais pesquisadores examinem material biológico da Amazônia. O registro da espécie no Parque Estadual Igarapés do Juruena sugere que populações da espécie possam estar protegidas na unidade de conservação. plantas. • O roedor Neusticomys ferrerai foi descrito em 2005 a partir de exemplares coletados no município de Juruena. com muitas espécies ainda sendo descritas nos dias de hoje. no estado de Mato Grosso (Percequillo et al. • Ainda no PE Igarapés do Jurena foram registradas quatro espécies de peixes da família Characidae. • O primata Sauá-do-Príncipe-Bernhard (Callicebus bernhardi). foi descrita apenas em 2008. Os resultados dessa compilação de dados apontam também para a grande importância das unidades de conservação apoiadas pelo Arpa na proteção dessas espécies pouco conhecidas pela ciência. Um trabalho recente de revisão sobre a região Amazônica como um todo estimou que. O registro da espécie nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável do Rio Amapá e Piagaçu Purus amplia consideravelmente a sua distribuição.200 espécies de anfíbios. A espécie foi registrada apenas em uma das UC s apoiadas pelo Arpa. foram descritas mais de 1.

RDS Piagaçu Purus RB do Tapirapé EE Terra do Meio.Tabela 5 · Espécies descritas na última década e que estão presentes nas unidades de conservação apoiadas pelo Arpa. RB do Jaru 2001 2005 2000 EE Maracá 2000 RB do Tapirapé 2003 PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena PE do Rio Negro. PE Igarapés do Juruena. PN do Viruá RB do Jaru PN Montanhas do Tumucumaque PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena PN do Juruena PE Igarapés do Juruena 2005 2007 2000 2005 2001 2007 2007 2007 2002 2005 . Espécie Unidades de conservação FA U N A Ano da descrição Mamíferos Callicebus bernhardi Calomys tocantinsi Neacomys paracou Neusticomys ferrerai Répteis 15 RB do Jaru PE Igarapés do Juruena PN Montanhas do Tumucumaque PE Igarapés do Juruena 2002 2003 2001 2005 Biodiversidade Thecadactylus solimoensis Anfíbios Allobates caeruleodactylus Leptodactylus paraensis Proceratophrys concavitympanum Invertebrados Iracema cabocla Aves Micrastur mintoni Peixes Ancistrus parecis Astyanax utiariti Centromochlus macracanthus Gymnotus obscurus Harttia guianensis Hasemania nambiquara Hisonotus chromodontus Hisonotus luteofrenatus Hyphessobrycon heliacus Hyphessobrycon hexastichos RDS Piagaçu Purus 2007 RDS do Rio Amapá.

já que sua distribuição atinge a porção nordeste da Mata Atlântica e o registro dessa espécie no Norte da Amazônia Brasileira corrobora hipóteses sobre a conexão remota entre esses dois biomas (Costa. pois foram registradas em apenas uma das unidades avaliadas. Resex do Guariba PN do Viruá PN do Viruá. Perda de habitat. A presença dessas espécies nas UCs apoiadas pelo Arpa é de extrema importância e ressalta o papel estratégico dessas reservas para a conservação do patrimônio biológico brasileiro. exploração. comércio ilegal etc. 2003). conforme a lista oficial do Ministério do Meio Ambiente e a lista global da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN ). são algumas das ameaças enfrentadas por essas espécies (Machado et al. 2008). • O Chororó-de-Goiás (Cercomacra ferdinandi) e o Chororó-didi (Cercomacra laeta) foram duas espécies de aves ameaçadas registradas em apenas uma unidade de conservação apoiada pelo Arpa. 2008).. Essa espécie é bastante interessante. Algumas das espécies ameaçadas merecem destaque do ponto de vista da conservação.Hyphessobrycon melanostichos Hyphessobrycon moniliger Hyphessobrycon notidanos Moenkhausia cosmops Otocinclus cocama Peckoltia sabaji Propimelodus caesius Serrasalmus altispinis Tometes lebaili 16 PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena PE Igarapés do Juruena Resex Catuá-Ipixuna PE do Guariba. • O anfíbio Agalychnis granulosa foi registrado apenas no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (Bernard. respectivamente no Parque Estadual do Cantão e no Parque Nacional do Viruá. RDS Piagaçu Purus PN Montanhas do Tumucumaque FLORA 2006 2002 2006 2007 2004 2003 2006 2000 2002 2006 2006 2007 2003 2004 2008 Biodiversidade Pouteria erythrochrysa Pouteria freitasii Protium gallosum Pseudoxandra obscurinervis Rhodostemonodaphne negrensis Schefflera umbrosa Resex Lago do Capanã Grande RDS do Rio Amapá RB do Rio Trombetas PE do Rio Negro PN do Jaú RDS do Rio Amapá Espécies ameaçadas de extinção Nas 39 UCs do Arpa com dados de inventários disponíveis foram encontradas 107 espécies ameaçadas de extinção. o que torna sua conservação ainda mais delicada. .

17 Biodiversidade • O Parque Estadual do Cantão também abriga outra espécie de ave ameaçada e registrada apenas nessa reserva. número de UCs onde a espécie foi registrada e nome da UC. presente em 30 unidades de conservação. presente em 20 UCs e o mutum-de -penacho (Crax fasciolata). é uma espécie pouco conhecida e de distribuição restrita (Reis e Lacher. o tatu-canastra (Priodontes maximus) e a ariranha (Pteronura brasiliensis). A lista completa de espécies ameaçadas. presente em 11 UCs (Tabela 4). • O cacique-da-floresta (Cacicus koepckeae). Sua presença foi registrada apenas no Parque Estadual Igarapés do Juruena. 2003) e com ocorrência registrada nas áreas apoiadas pelo Arpa. • Algumas espécies de plantas encontradas nas UCs do Arpa fazem parte da lista de espécies ameaçadas do MMA. presente em 24 UCs. é importante salientar que muitas espécies foram registradas em diversas unidades de conservação (Tabela 4). pode ser vista abaixo na Tabela 6. durante os inventários realizados para elaboração do plano de manejo da UC . o Jacaranda carajasensis. era conhecido apenas de uma região no Peru e foi encontrado pela primeira vez no Brasil no PE Chandless. espécie classificada como vulnerável pela IUCN . bem como o número de unidades de conservação onde elas são encontradas. o arapaçu-barrado (Dendrocolaptes certhia). presentes em 25 UCs. 2008). Ainda com relação às espécies ameaçadas. Táxon Anodorhynchus hyacinthinus Aratinga solstitialis Cacicus koepckeae Cercomacra ferdinandi Clytoctantes atrogularis Crax fasciolata UCs AVES MMA IUCN 7 1 (EE de Maracá) 1 (PE Chandless) 1 (PE do Cantão) 3 (PE Igarapés do Juruena. Dentre os mamíferos se destacam a onça-pintada (Phantera onca). pertencente à família Echimyidae. presente em 26 UCs. o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla). • O primata Ateles marginatus. o João-do-Araguaia (Synallaxis simoni). uma espécie de macaco-aranha. uma espécie da família Bignoniaceae. RB do Jaru) 11 × × × × × × × × . Esse fato é de extrema importância para a conservação dessas espécies e aponta a grande importância do Programa Arpa para os esforços de manutenção e restabelecimento de populações viáveis dessas espécies. e a jaguatirica (Leopardus pardalis). como por exemplo. no caso de até três registros. encontrada na Reserva Biológica do Tapirapé. Tabela 6 · Espécies ameaçadas de extinção (segundo MMA. • O roedor Carterodon sulcidens. Entre as espécies de aves podemos citar como exemplo: o arapaçu-pardo (Dendrocincla fuliginosa). presente em 26 UCs. PN do Juruena. foi encontrado apenas na Estação Ecológica Terra do Meio.

Resex do Rio Gregório) 1 (PE Cristalino) 12 9 1 (PN do Viruá) 1 (PE de Corumbiara) 1 (PE de Corumbiara) 1 (PE de Corumbiara) 1 (PN do Viruá) 1 (PN do Cantão) MAMÍFEROS × × × × × × × × × × × × Biodiversidade Phlegopsis nigromaculata Primolius couloni Progne modesta Psophia viridis Pteroglossus bitorquatus Sporophila cinnamomea Sporophila maximiliani Sporophila nigrorufa Sporophila nigrorufa Synallaxis kollari Synallaxis simoni Alouatta belzebul Ateles belzebuth Ateles chamek Ateles marginatus Ateles paniscus Blastoceros dichotomus Cacajao calvus Callimico goeldii × × × × × × × × × × × × × × × × × 3 (PE Cristalino. PE Cristalino e PE Corumbiara) 12 1 (EE Terra do Meio) 6 2 (PE Corumbiara. PE Cantão) 1 (PN da Serra do Divisor) 4 × × × . PN do Juruena.Táxon Crax globulosa Dendrexetastes rufigula Dendrocincla fuliginosa Dendrocincla merula Dendrocolaptes certhia Dryocopus galeatus Penelope ochrogaster 18 UCs AVES MMA IUCN 2 (RDS Piagaçu-Purus e RESEX do Baixo Juruá) 16 26 23 20 1 (RDS Itatupã-Baquiá) 2 (EE Rio Ronuro e PE do Cantão) 14 2 (PE Chandless. RDS Itatupã-Baquiá) 3 (EE de Maracá.

Resex CatuáIpixuna. PN Serra do Divisor. RB do Jaru) 16 26 30 3 (RDS Piagaçu-Purus. Resex do Cazumbá-Iracema) 9 4 24 2 (PE Igarapés do Juruena. Resex do Baixo Juruá) 25 25 1 (RB do Tapirapé) 17 29 1 (PE Igarapés do Juruena) 9 RÉPTEIS × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × Biodiversidade Leopardus pardalis Leopardus tigrinus Leopardus wiedii Myrmecophaga tridactyla Panthera onca Pithecia albicans Priodontes maximus Pteronura brasiliensis Saguinus niger Speothos venaticus Tapirus terrestris Thylamys karimii Trichechus inunguis Chelonoidis denticulata Peltocephalus dumerilianus Podocnemis erythrocephala Podocnemis sextuberculata Podocnemis unifilis × 18 3 (PN do Viruá.Táxon Carterodon sulcidens Chiropotes albinasus Chiropotes satanas Chiropotes utahicki Dinomys branickii Lagothrix cana Lagothrix lagotricha 19 UCs MAMÍFEROS MMA IUCN 1 (PE Igarapés do Juruena) 8 2 (PN Montanhas do Tumucumaque e RB Rio Trombetas) 1 (RB do Tapirapé) 3 (PE Igarapés do Juruena. Resex Catuá-Ipixuna) 1 (PN do Viruá) 4 16 . RDS Itatupã-Baquiá.

PN Serra do Divisor) 4 5 5 1 (EE de Maracá) 3 (RDS do Rio Amapá. PE do Guariba. RDS do Rio Amapá) 2 (PE Cristalino. Resex do Guariba. RDS Uacari.Táxon Agalychnis granulosa Mylesinus paucisquamatus Arapaima gigas Brachyplatystoma rousseauxii Brachyplatystoma vaillantii Colossoma macropomum Semaprochilodus insignis 20 UCs ANFÍBIOS MMA IUCN 1 (PN Montanhas do Tumucumaque) PEIXES × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × 1 (EE da Terra do Meio) 10 1 (Resex Rio Jutaí) 5 9 7 6 3 (PE Rio Negro. Resex Lago do Capanã Grande) 1 (PN de Anavilhanas) 1 (RB do Tapirapé) 1 (PN do Jaú) 1 (RB do Tapirapé) × × × × . RB do Jaru. Resex Rio Jutaí) FLORA Biodiversidade Semaprochilodus taeniurus Zungaro zungaro Amburana acreana Amburana cearensis Aniba ferrea Aniba rosaeodora Aniba rosaeodora Bombacopsis quinata Cariniana integrifolia Cedrela fissilis Cedrela odorata Couratari guianensis Couratari tauari Dalbergia nigra Eschweilera carinata Guarea convergens Guarea trunciflora Guarea velutina Gustavia erythrocArpa Inga bicoloriflora Jacaranda carajasensis 1 (RB do Jaru) 3 (PE Chandless. Resex do Rio Gregório) 1 (PE do Guariba) 9 4 1 (PE Rio Negro) 1 (Resex Lago do Capanã Grande) 1 (RDS do Rio Amapá) 3 (PN do Viruá.

apresendistribuída em um número pequeno de áreas. pode contribuir para as diferenças na composição de espécies entre unidade de conservação. a grande maioria das espécies registramodo que é bastante provável que o número de registros das nas unidades de conservação apoiadas pelo Arpa é únicos esteja superestimado. Resex do Rio Gregório) 1 (PE Cristalino) 8 1 (RESEX do Rio Gregório) 1 (PE Cristalino) 2 (PN Montanhas do Tumucumaque.o eixo X apresenta intervalos de número de UCs e o eixo tintas em épocas diferentes. PN Montanhas do Tumucumaque) 1 (PE do Cantão) 1 (PN Montanhas do Tumucumaque) 1 (PN Montanhas do Tumucumaque) 1 (PN da Serra do Divisor) 1 (PN Montanhas do Tumucumaque) 1 (RB Rio Trombetas) 2 1 (RESEX do Rio Gregório) 1 (PE Chandless) 2 (RDS do Rio Amapá. RDS do Rio Amapá) 14 2 (EE de Maracá. Representatividade das UCs . RDS do Rio Amapá) 16 2 (PN Montanhas do Tumucumaque. de De maneira geral. o ta um histograma de distribuição de freqüência no qual fato dos inventários terem sido realizados por equipes dis.Táxon Lecythis prancei Manilkara cavalcantei Mezilaurus itauba Mourera fluviatilis Myracrodruon urundeuva Pouteria amapaensis Pouteria crassiflora Pouteria juruana 21 UCs FLORA MMA IUCN 4 2 (PN de Anavilhanas. O Gráfico 4. sem um objetivo de integração Y o número de espécies que existem para cada intervalo. abaixo. Contudo. RB Rio Trombetas) × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × Biodiversidade Pouteria krukovii Pouteria minima Pouteria peruviensis Pouteria petiolata Pouteria polysepala Sorocea guilleminiana Swartzia oraria Swietenia macrophylla Tabernaemontana muricata Trichilia fasciculata Trichilia micropetala Virola surinamensis Vouacapoua americana × das informações.

O eixo X representa intervalos de número de UCs e o eixo Y o número de espécies registradas para cada intervalo. Em todos os casos. Isso indica que a seleção atual das UC s que compõem o Arpa proporciona o cumprimento da missão do programa de conservar uma parcela representativa da biodiversidade da Amazônia brasileira. todas as UC s são importantes e complementares para que o número total de espécies seja conservado. Gráfico 4 · Distribuição de freqüência das espécies nas unidades de conservação. Esse resultado pode sugerir que cada unidade de conservação comporta um segmento específico da diversidade total e que poucas espécies ocorrem de forma ampla em várias UC s.Há histogramas para cada grupo estudado e também para todas as espécies agrupadas. Assim. a maior parte das espécies é encontrada em uma até quatro unidades de conservação. 22 Biodiversidade 150 Número de espécies Anfíbios 100 50 0 11-15 16-20 21-25 26-30 31-33 1-5 6-10 700 600 500 400 300 200 100 0 1-5 6-10 300 Aves 250 200 150 100 50 0 11-15 16-20 21-25 26-30 31-33 11-15 16-20 21-25 26-30 31-33 1-5 6-10 Mamíferos 1000 800 600 400 200 0 11-15 16-20 21-25 26-30 26-30 31-33 31-33 1-5 6-10 Peixes 5000 Número de espécies 4000 3000 2000 1000 0 11-15 16-20 21-25 26-30 31-33 1-5 6-10 Flora 2000 1500 Invertebrados 1000 500 0 11-15 16-20 21-25 26-30 31-33 1-5 6-10 150 100 50 0 11-15 16-20 21-25 26-30 10000 8000 Répteis 6000 4000 2000 0 31-33 11-15 16-20 21-25 1-5 6-10 1-5 6-10 Todos Número de áreas protegidas .

RDS · Reserva de Desenvolvimento Sustentável. a Reserva Biológica do Jaru apresentou 32 espécies. Algumas das unidades de conservação foram especialmente importantes.Um número muito grande de espécies foi encontrado em apenas uma localidade. e a RDS Piagaçu-Purus apresentou 30 espécies. invertebrados e peixes. UC PE Igarapés do Juruena RB do Jaru RDS Piagaçu-Purus PN Montanhas do Tumucumaque PE Cristalino PN do Viruá Resex Lago do Capanã Grande RB do Tapirapé RDS do Rio Amapá PN da Serra do Divisor PE Chandless PE do Guariba PN do Juruena Resex Catuá-Ipixuna PE de Corumbiara Resex do Guariba Total (ameaçadas e novas) 36 32 30 28 27 27 26 25 24 22 22 22 22 22 21 21 Espécies Ameaçadas 23 28 27 25 27 24 25 23 21 22 21 21 21 21 21 20 Espécies Recém Descritas 13 4 3 3 0 3 1 2 3 0 1 1 1 1 0 1 . P E · Parque Estadual. E E · Estação Ecológica. é necessário salientar que esse resultado pode estar sendo influenciado pelo diferente esforço amostral empregado nas várias unidades de conservação. Biodiversidade Tabela 7 · Unidades de conservação com maior número de espécies recém descritas e/ou ameaçadas de extinção. Resex · Reserva Extrativista. pois concentram um alto número de 23 espécies ameaçadas ou recém-descritas (Tabela 7). No entanto. A maioria dessas são espécies ameaçadas. Cabe um destaque especial ao PE Igarapés do Juruena. o que pode ser resultado de poucas coletas. da possível distribuição restrita ou raridade dessas espécies. P N · Parque Nacional. com 13 espécies nessa categoria. Em geral o número de espécies descritas nos últimos dez anos por UC foi baixo. O Parque Estadual Igarapés do Juruena apresentou 36 espécies nessa categoria. mais da metade de todas as espécies encontradas foi registrada em apenas uma localidade. Em alguns grupos como flora.

muitas espécies ainda estão sendo descritas e pouco se sabe sobre a distribuição geográfica e relações ecológicas das espé- . podemos perceber que o conjunto dessas áreas abriga uma enorme biodiversidade e apresenta também muitas espécies de interesse especial para a conservação. Por meio do trabalho de compilação de dados de inventários em 39 UCs apoiadas pelo Programa.UC Resex do Cazumbá-Iracema PE Rio Negro Resex do Baixo Juruá EE da Terra do Meio EE de Maracá RB Rio Trombetas PE do Cantão RDS Itatupã-Baquiá 24 Total (ameaçadas e novas) 20 20 17 17 17 17 16 14 14 14 14 14 11 11 9 9 7 4 3 2 2 0 0 Espécies Ameaçadas 20 18 17 16 16 16 16 14 14 14 14 13 11 11 9 9 7 4 3 2 2 0 0 Espécies Recém Descritas 2 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Biodiversidade RDS Uacari Resex Arapixi Resex do Rio Gregório PN do Jaú PN da Serra do Pardo PN Serra da Cutia EE do Rio Ronuro Resex Rio Jutaí PN de Anavilhanas RESEX Auati-Paraná PN do Cabo Orange EE Juami-Japurá PN dos Campos Amazônicos RB Uatumã Resex Auati-Paraná Novo foco será viabilidade no longo prazo A 1ª Fase do Programa Arpa foi extremamente bem sucedida no cumprimento das metas estabelecidas. O conhecimento sobre a diversidade da Amazônia ainda se encontra em fase inicial.

Para resolver o problema é preciso investir na formação de profissionais especializados em taxonomia e aspectos ecológicos relacionados à conservação das espécies. nos quais é feito o exame e a comparação de um grande número de espécimes. a manutenção e a viabilidade das áreas em longo prazo. Os trabalhos de inventário e taxonomia. Com a continuidade dos levantamentos biológicos. outro desafio importante é identificar corretamente muitas das espécies coletadas nas UC s. formol. É necessário coletar e organizar amostras de espécies. Muitas das espécies que . muitas outras espécies devem ser registradas. aguardando para serem descritas pelos poucos especialistas existentes. que ainda não foram formalmente descritas pela ciência. É imprescindível ampliar e melhorar a coleta de dados nas UC s apoiadas pelo Arpa para se ter um panorama mais realista da distribuição e ocorrência de espécies com interesse especial para conservação. Essa é uma tendência para a Amazônia.com os equipamentos e materiais necessários para realizar esses estudos detalhados. microscópio etc. O Programa Arpa encontra-se agora em sua 2ª Fase. Durante esses próximos anos e com a implementação das novas fases. estudar e proteger a biodiversidade da Amazônia brasileira. O principal fator limitante é. 2010). isto é. o que aumentará a estimativa de ri- queza dessas áreas e da região amazônica como um todo. embora fundamentais. que deve se estender até 2015. Isso inclui descobrir. ficou claro que as áreas apoiadas pelo Arpa apresentam uma enorme diversidade de espécies e que os levantamentos realizados nessas UCs contribuíram significativamente para a expansão do conhecimento sobre a biodiversidade da Amazônia. onde muitas espécies novas foram descobertas nos últimos anos (WWF . o Programa irá enfatizar. capaz de analisar o grande volume de material. bem como apoiar a estruturação das universidades e instituições de pesquisa – principalmente na Amazônia -.). etc.Staffan Widstrand / WWF 25 Biodiversidade cies conhecidas. que é um patrimônio nacional e de toda a humanidade. mediante a análise de dados preliminares. Além disso. no material coletado durante os levantamentos. Além disso. cada vez mais. são apenas o começo de boas estratégias para a conservação da biodiversidade. a não existência de mão-de-obra qualificada. O resultado prático dessas limitações é que essas novas espécies podem ficar guardadas durante anos nas gavetas e estantes dos museus. os estudos detalhados de taxonomia demandam uma série de gastos com material permanente (lupa. É possível que. No entanto. O reconhecimento formal dessas novas espécies vem a partir de estudos detalhados de taxonomia. haja algumas espécies que. são novas. na verdade.) e material de consumo (álcool. muitas vezes.

Journal of Biogeography. Arlington. Brasília.amnh. Frodin. Apenas dessa forma será possível determinar o real impacto do programa Arpa para o conhecimento e a conservação da biodiversidade da Amazônia e. podem influenciar no crescimento e estabilidade das populações. P.000).3. P .. principalmente inventários biológicos. 2004. em qual época do ano elas se reproduzem. v. RAP Bulletin of Biological Assessment 48. New York. quais espécies são potenciais competidores por recursos etc. Conservation International. p. Zoological Journal of the Linnean Society. 2010. quantos filhotes são produzidos. G . também. Bergmann. 2010. . Four new species of the Didymopanax group of Schefflera (Araliaceae) from the Brazilian Amazon Brittonia. R .149. L. Brasília. R . v. Goulding. DF . J .26 Biodiversidade ocorrem nas UC s carecem de informações básicas sobre aspectos ecológicos relevantes à sua conservação. por sua vez. Brasil.71-86. que tipo de predadores está presente na área. P. Version . with the description of a new cryptic species.274–286. É importante também que as informações geradas sejam sistematicamente organizadas em banco de dados que possam fornecer informações para análises de diferentes grupos e em escalas diversas. trabalhos de taxonomia. E. D.1. v. 2008. Por exemplo: informações sobre qual alimento é utilizado pelas espécies. 2003. P .000.org/vz/herpetology/amphibia/. monitorar seu papel na conservação desse importante patrimônio biológico. n. DC : Smithsonian Books 2003 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ). Amapá. 2008. The historical bridge between the Amazon and the Atlantic Forest of Brazil: a study of molecular phylogeography with small mammals. Essas informações podem ser utilizadas para uma melhor compreensão dos efeitos de perturbações antrópicas e flutuações ambientais que. Barthem. Electronic Database accessible at http://research. p. Referências Ministério do Meio Ambiente.). além de permitir uma análise mais aprofundada dos reais resultados de conservação associados à implantação do Programa Arpa. USA . n. Nas próximas fases do Arpa.. Bernard. 2007.339–370. estudos sobre a ecologia das espécies e monitoramento de suas populações. D. 2010). monitoramento e manutenção da integridade das áreas protegidas no longo prazo terão maior importância. DF .30. Assim. M. o manejo. Por isso. et al. Russel. Fiaschi. Jan.3.60. et al. Systematics and biogeography of the widespread Neotropical gekkonid genus Thecadactylus (Squamata). p. Mapa de Biomas do Brasil (1: 5. e A. American Museum of Natural History. Washington. The Smithsonian Atlas of the Amazon. um programa de monitoramento das populações de espécies ou grupos taxonômicos chaves é essencial para delinear estratégias eficazes de conservação direcionadas principalmente àquelas espécies mais ameaçadas. Costa. é importante investir e estimular pesquisas e trabalho de campo. Inventários Biológicos Rápidos no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. Frost. Programa Áreas protegidas da Amazônia Arpa – Fase II (Documento de Programa do Governo Brasileiro). Nesse sentido. n. VA . será necessário que os investimentos também sejam direcionados para estratégias capazes de maximizar o sucesso das UC s existentes para o conhecimento e conservação da biodiversidade da Amazônia. Amphibian Species of the World: an Online Reference. (ed. (8 April. Ministério do Meio Ambiente e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMB io). Coordenadoria de Unidades de Conservação (Cuco/Sema). Coordenador geral: Joésio Deoclécio Pierin Siqueira. Ministério do Meio Ambiente (MMA ). Coordenador responsável: Roberto Antonelli Filho. Aves da Reserva Biológica do Lago Piratuba e Entorno. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Centro Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas – Ceuc. Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema-MT ). Plano de Gestão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Amapá. Centro Nacional de Pesquisas para a Conservação de Aves Silvestres (Cemave). Estado de Rondônia. Amapá. 2010. Autor: Antonio Augusto Ferreira Rodrigues. 2008. Brasília. Diretoria de Unidade de Conservação. 2008. Coordenador: Luiz Augusto Mesquita de Azevedo. MMA . Relatório Preliminar da Avaliação Ecológica Rápida – Primeiro Campo. Ministério do Meio Ambiente (MMA ). 2008. Governo do Estado de Mato Grosso. Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). UNBIO Ministério do Meio Ambiente (MMA ). Coordenadores: Cláudia Pereira de Deus. . Funbio. Ministério do Meio Ambiente (MMA ). Superintendência de Biodiversidade. 2008. Ministério do Meio Ambiente. 2010. MMA . Plano de Manejo da Reserva Biológica do Tapirapé. Centro Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas (Ceuc). Levantamento e avaliação dos recursos pesqueiros do reservatório de Balbina e Rebio Uatumã. 2009. Plano de Gestão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus. Autor: Ambiental Consulting. 2004. Funbio. 2004. Eduardo Martins Venticinque. Rosélis Remor de Souza Mazurek. Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). GTZ (Agência de Cooperação Técnica Alemã). Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Ministério do Meio Ambiente (MMA ). Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMB io. Secretária de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (SDS ). Beruri. Instituto Piagaçu. 2009. Helder Farias Pereira de Araújo. Fundação Moore. Coordenadora: Sandra Steinmetz. Coordenadores: Marcelo Cortez.MMA . Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Coordenadores: Jesus Manoel Delgado Mendez. Estado do Pará. Andrei Langeloh Roos. ICMB io/MMA . Sandra Regina da Costa. Avaliação Ecológica Rápida (AER ) e elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual Igarapés do Juruena. Avaliação Ecológica Rápida para revisão do Plano de Manejo da Reserva Biológica do Jaru. Pro- grama de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Autor: Paulo Henrique Borges de Oliveira Junior. Sandra Steinmetz. 2010. Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMB io). Instituto Chico Mendes de 31 Biodiversidade nômicos da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS ) Itatupã – Baquiá/PA e Análise das Lacunas com indicação de Estudos Complementares para a execução de apoio na elaboração do Plano De Manejo Participativo – Fase 1. Anori. Plano de Gestão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Uacari. Maria Flávia Conti Nunes. ICMB io. Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). ICMB io. Caracterização de Aspectos Socioambientais e Eco- Secretária de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas – SDS .Tapauá e Coari. Guia de Campo: Aves do Parque Nacional do Cabo Orange. Coordenador: Rodrigo Neves dos Santos. Autores: Elivan Arantes de Souza. PA . Avaliação Ecológica Rápida para a revisão do Plano de Manejo da Reserva Biológica do Rio Trombetas.

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33 Biodiversidade .