M_I_EXAME_1-A_EPOCA_RESOLUCAO_ - Matemática 1 - ISEL

1

M I — Exame 1-a época — 29/01/2009 — Duração : 2 H 30 M.
Resolução



Grupo I

Considere a função ( ) x n l rctg a y = .

a) Determine o domínio da função. (1 v)
b) Determine o contradomínio da função. (1,5 v)
c) Recorra ao teorema da derivada da função inversa para mostrar que (2,5 v)

( ) x n l x x d
y d
2
1
1
+ ⋅
= .


RESOLUÇÃO.


a)

Levando em conta que o domínio da função x rctg a y = é R , o contradomínio
da função logarítmica é R e o domínio é ] [ ∞ + =
+
, 0 R temos:

( ) { } { } ] [ ∞ + = > ∧ ∞ + < < ∞ − ∈ = ∃ ∈ = , 0 0 : : x x n l R x x n l arctg R x D
y
.



b)

Levando em conta que o domínio da função ( ) x n l rctg a y = é o conjunto
] [ ∞ + = , 0
y
D temos:

⇔ ∞ + < < ∞ − ⇔ ∞ + < < x n l x 0

( ) ( )
2 2
) ( ) (
π π
< < − ⇔ ∞ + < < ∞ − ⇔ x n l arctg arctg x n l arctg arctg .

Portanto

¸

(
¸
(
− =
2
,
2
π π
y
CD



2

c)

Na base do teorema
|
|
¹
|

\
|
=
y d
x d x d
y d 1
.
Determinemos a função inversa da função ( ) x n l rctg a y = .


( ) ( ) ( )
y tg
e x x n l y tg x n l rctg a tg y tg x n l rctg a y = ⇔ = ⇔ = ⇔ = .


Calculemos
y d
x d
x = ′ .

( ) ( )
y os c
e
y tg e e
y d
x d
x
y tg
y
y tg
y
y tg
2
=

⋅ =

= = ′ .


Portanto

= = =
|
|
¹
|

\
|
=
y tg y tg
e
y os c
y os c
e
y d
x d x d
y d
2
2
1 1



Na determinação da função inversa temos x n l y tg = e
y tg
e x = .

Determinamos y os c
2
:
⇔ =

⇔ = ⇔ = ⇔ = x n l
y os c
y os c
x n l
y os c
y sen
x n l
y os c
y sen
x n l y tg
2
2
2
2
2
2
1


x n l
y os c x n l
y os c
x n l
y os c
2
2 2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
+
= ⇔ + = ⇔ = − ⇔ .


Portanto

( ) x n l x x
x n l
e
y os c
y os c
e
y d
x d x d
y d
y tg y tg 2
2 2
2
1
1 1
1
1 1
+ ⋅
=
+
= = =
|
|
¹
|

\
|
= .


3
Grupo II

1) Considere a equação

|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ = ⋅ y x sen y x
2
π

que define implicitamente uma função ) (x f y = numa vizinhança do ponto (1, 1).

a) Escreva a equação da recta tangente ao gráfico da função no ponto (1,1). (1 v)

b) Mostre que 1
1
2
2
1
= +
=
=
x
x
dx
y d
dx
dy
. (2 v)


RESOLUÇÃO.

1)

a)

A equação da recta tangente ao gráfico da função ) (x f y = no ponto ( ) ) ( ,
0 0
x f x é
) ( ) ( ) (
0 0 0
x x x f x f y
an t
− ⋅ ′ + = .

Calculemos a primeira derivada da função ) (x f y = definida implicitamente
pela expressão
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ = ⋅ y x sen y x
2
π
.

( ) ⇒

|
|
¹
|

\
|
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ =

⋅ ⇒ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ = ⋅ y x sen y x y x sen y x
2 2
π π


( ) ⇒ ′ ⋅ + ⋅
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ = ′ ⋅ + ⇒

|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ = ′ ⋅ + y x y y x os c y x y y x y x os c y x y
2 2 2 2
π π π π


( ) 1 0 1 1 1 1 1
2 2
1 1 − = ′ ⇒ = ′ + ⇒ ′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ = ′ ⋅ + y y y os c y
π π
.


Portanto a equação da recta tangente ao gráfico da função ) (x f y = no ponto ( ) 1 , 1 é

2 ) 1 ( ) 1 ( 1 + − = − ⋅ − + = x x y
an t
.

4

b)

Calculemos a segunda derivada da função ) (x f y = definida implicitamente
pela expressão
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ = ⋅ y x sen y x
2
π
.

( ) ( ) ( ) ⇒

|
|
¹
|

\
|
′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ =

′ ⋅ + ⇒ ′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ = ′ ⋅ + y x y y x os c y x y y x y y x os c y x y
2 2 2 2
π π π π

( ) ( ) ⇒

|
|
¹
|

\
|
′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ =

′ ⋅ + ′ y x y y x os c y x y
2 2
π π


( ) ( ) ⇒
(
(
¸
(

¸


′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ + ′ ⋅ + ⋅

|
|
¹
|

\
|
|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ = ′ ′ ⋅ + ′ + ′ y x y y x os c y x y y x os c y x y y
2 2 2
π π π


( ) ( ) ⇒
(
(
¸
(

¸

′ ′ ⋅ + ′ + ′ ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ + ′ ⋅ + ⋅

|
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ − ⋅ = ′ ′ ⋅ + ′ y x y y y x os c y x y y x y x sen y x y
2 2 2 2
2
π π π π

( ) ( )
(
¸
(

¸

′ ′ ⋅ + ′ ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ + ′ ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ − ⋅ = ′ ′ ⋅ + ′ y x y y x os c y x y y x sen y x y 2
2 2 2 2
2
2
π π π π
.

Substituindo na última expressão 1 = x , 1 = y e 1 − = ′ y obtemos:

( ) ( ) ⇒
(
(
(
¸
(

¸

′ ′ ⋅ + − ⋅ ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ + − ⋅ + ⋅ |
¹
|

\
|
⋅ ⋅ ⋅ − ⋅ = ′ ′ ⋅ + − ⋅
=
=
y os c sen y 1 ) 1 ( 2 1 1
2
) 1 ( 1 1 1 1
2 2 2
1 ) 1 ( 2
0
0
2
4 43 4 42 1
43 42 1
π π π π


2 0 2 = ′ ′ ⇒ = ′ ′ + − y y .

Então

1 2 1
1
2
2
1
= + − = +
=
=
x
x
dx
y d
dx
dy
.







5
2) Aplique a regra de Cauchy para calcular os limites:

a)
(
¸
(

¸





1
3
1
1
3
1
x x
im l
x
; (1 v) b)
) 2 ( 1
1
0
x os c
x os c
im l
x



. (1 v)


RESOLUÇÃO.


a)

=
(
¸
(

¸

+ + −


= ∞ − ∞ =
(
¸
(

¸




→ →
) 1 )( 1 (
3
1
1
) (
1
3
1
1
2
1
3
1
x x x x x x
im l im l
x x


( )
( )
=



− +
= |
¹
|

\
|
=

− +
=
(
¸
(

¸

+ + −
− + +
=
→ → →
1
2
0
0
1
2
) 1 )( 1 (
3 1
3
2
1
3
2
1
2
2
1
x
x x
x
x x
x x x
x x
im l im l im l
x x x


1
1 3
1 1 2
3
1 2
2 2
1
=

+ ⋅
=
+
=

x
x
im l
x
.


b)

( )
( )
= |
¹
|

\
|
=


=




= |
¹
|

\
|
=


→ → →
0
0
) 2 ( 2
) 2 ( 1
1
0
0
) 2 ( 1
1
0 0 0
x sen
x sen
x os c
x os c
x os c
x os c
im l im l im l
x x x


( )
( )
4
1
1 4
1
) 2 ( 4
) 2 ( 2 0 0
− =


=


=




=
→ →
x os c
x os c
x sen
x sen
im l im l
x x
.

















6
Grupo III

1) Escreva a fórmula de Maclaurin com o resto de terceira ordem que aproxima a
função
( ) x sen n l x f
2
1 ) ( + = . (2 v)



Resolução.

A fórmula de Maclaurin para a função ) (x f com o resto de terceira ordem é:
) (
2
) 0 (
1
) 0 (
) 0 ( ) (
3
2
! !
x R x
f
x
f
f x f + ⋅
′ ′
+ ⋅

+ = .
Portanto temos:
( ) x sen n l x f
2
1 ) ( + = , ( ) 0 1 0 1 ) 0 (
2
= = + = n l sen n l f ;

( )
x sen
x sen
x sen
osx c senx
x sen
x sen
x f
2 2
2
2
1
) 2 (
1
2
1
1
1
) (
+
=
+
⋅ ⋅
=

+ ⋅
+
= ′ , 0 ) 0 ( = ′ f ;

( ) ( ) ( )
( )
=
+

+ ⋅ − + ⋅

=

|
¹
|

\
|
+
= ′ ′
2
2
2 2
2
1
1 ) 2 ( 1 ) 2 (
1
) 2 (
) (
x sen
x sen x sen x sen x sen
x sen
x sen
x f

( )
( )
( )
( )
2
2
2 2
2
2
2
1
) 2 ( 1 ) 2 ( 2
1
2 ) 2 ( 1 ) 2 ( 2
x sen
x sen x sen x os c
x sen
x os c senx x sen x sen x os c
+
− + ⋅ ⋅
=
+
⋅ ⋅ ⋅ − + ⋅ ⋅
= ;


( )
( )
2
0 1
) 0 ( 0 1 ) 0 ( 2
) 0 (
2
2
2 2
=
+
− + ⋅ ⋅
= ′ ′
sen
sen sen os c
f .
Então a fórmula de Maclaurin para a função ( ) x sen n l x f
2
1 ) ( + = com o resto de
terceira ordem é:
) ( ) (
2
2
1
0
0 ) (
3
2
3
2
! !
x R x x R x x x f + = + ⋅ + ⋅ + = .











7
2) Calcule os integrais:

1)

( ) = + ⋅ = + ⋅
+
⋅ = ⋅
+
⋅ = ⋅
+
∫ ∫ ∫
1
0
4 4
1
0
4
1
0
4
3 1
0
4
3
1
4
1
) 1 (
1
1
4
1
1
4
4
1
1
x n l x d
x
dx
x
x
dx
x
x


( ) ( ) 2
4
1
1 2
4
1
1 0 1 1
4
1
4 4
n l n l n l n l n l ⋅ = − ⋅ = + − + ⋅ = .


2)

= ⋅
+

⋅ = ⋅
+
= ⋅
+
= ⋅
+
∫ ∫ ∫ ∫ −
2
0
3
3
2
0
3
3
2
0
2
2
2
0
2
2
2
3
3
1
2
2
2
n l
x
x
n l
x
x
n l
x
x
x
n l
x x
x
dx
e
e
dx
e
e
dx
e
e
e
dx
e e
e


( ) = + ⋅ = + ⋅
+
⋅ = ⋅
+
⋅ =
∫ ∫
2
0
3
2
0
3
3
2
0
3
3
2
3
1
) 2 (
2
1
3
1
) 3 (
2 3
1
n l
x
n l
x
x
n l
x
x
e n l e d
e
x d
e
e


( ) ( ) = |
¹
|

\
|
− + ⋅ = + − + ⋅ =
⋅ ⋅
3 2
3
1
2 2
3
1 3
2 0 3 2 3
n l e n l e n l e n l
n l n l


( )
3
3 10
3 10
3
1 n l n l
n l n l

= − ⋅ = .



3)

= ⋅ ⋅ − = ⋅
⋅ −
= ⋅
⋅ −
∫ ∫ ∫ ∫
e e e e
x n l d x n l x n l d x n l d
x n l
dx
x
x n l
1
3
1 1
3
1
3
) (
2
3
) ( ) (
2
3 2
2
3 2


( ) ( )
8
5
8
3
1
4
1
4 2
3
1
4 2
3
4 4
1
4
1
= − =
|
|
¹
|

\
|
− ⋅ − − =
|
|
¹
|

\
|
⋅ − =
n l e n l
n l e n l
x n l
x n l
e
e
.









8
Grupo IV


1) Considere em
2
R o subconjunto
( )
)
`
¹
¹
´
¦
+ + − ≤ ∧ ≥ ∧ ≤ ≤ ∈ =
6
7
6
4 0 : ,
2
2 2
x
x
y x sen y x R y x A .
a) Esboce a região que caracteriza o subconjunto A. (1 v)
b) Calcule a área da região A. (2 v)



Resolução.

a)


Porque x sen y x
2
4 0 ≥ ∧ ≤ ≤ concluímos que a região está no primeiro quadrante
acima do gráfico da função x sen y
2
= .

7 1
2
) 7 ( 1 4 36 6
0 7 6 0
6
7
6
2
2
= ∨ − = ⇔
− ⋅ ⋅ − ±
= ⇔ = − − ⇔ = + + − x x x x x x
x
.

Portanto 7 1 = ∧ − = x x são as abcissas dos pontos de intersecção da parábola com o
eixo x O .

Determinamos as coordenadas do vértice da parábola:

( )
3
8
) 3 (
6
1
7 9 9 3 2
6
1
7 6
6
1
6
7
6
2
2
) 3 (
2 2
2
+ − − =
|
|
¹
|

\
|
− − + ⋅ ⋅ − ⋅ − = − − ⋅ − = + + − =
− =
x x x x x x
x
y
x
4 4 3 4 4 2 1
.
As coordenadas do vértice da parábola são
|
¹
|

\
|
3
8
, 3 .
A parábola é orientada em baixo e portanto no intervalo [ ] 3 , 0 a função é crescente e
no intervalo [ ] 4 , 3 a função é decrescente.
9
Substituindo 4 0 = ∧ = x x na expressão analítica da parábola concluímos que a
parábola intersecta, respectivamente, o eixo y O no ponto
|
¹
|

\
|
6
7
, 0 e a recta 4 = x no
ponto
|
¹
|

\
|
6
15
, 4 . Portanto a região é limitada na parte de cima pelo gráfico da parábola
6
7
6
2
+ + − = x
x
y .

b)

Calculemos a área A da região:
= ⋅ − ⋅
|
|
¹
|

\
|
+ + − = ⋅
|
|
¹
|

\
|
− + + − =
∫ ∫ ∫
dx x sen dx x
x
dx x sen x
x
A
4
0
2
4
0
2 4
0
2
2
6
7
6 6
7
6


2
) 2 ( 1
2 1 ) 2 cos(
2 2 2
x os c
senx x sen x sen x os c x

= ⇔ ⋅ − = − = .

= ⋅


|
|
¹
|

\
|
+ + − =

4
0
4
0
2 3
2
) 2 ( 1
6
7
2 18
dx
x os c
x
x x


= ⋅ ⋅ + ⋅ −
|
|
¹
|

\
|
⋅ + + − −
|
|
¹
|

\
|
⋅ + + − =
∫ ∫
4
0
4
0
2 3 2 3
) 2 (
2
1
2
1
0
6
7
2
0
18
0
4
6
7
2
4
18
4
dx x os c dx

( ) ( ) = ⋅ + − = ⋅ ⋅ + ⋅ − =

4
0
4
0
4
0
) 2 (
4
1
2
9
82
) 2 ( ) 2 (
4
1
2
1
9
82
x sen x d x os c x

( )
4
) 8 (
9
64
0 8
4
1
9
64 sen
sen sen + = − ⋅ + = .




2) Calcule o comprimento da linha dada pela função
) ( ) ( x os c n l x f = , com
(
¸
(

¸


3
, 0
π
x . (2 v)
Resolução.
Aplicamos a fórmula: [ ]

⋅ ′ + =
b
a
dx x f l
2
) ( 1 .

( )
x os c
senx
x os c n l x f − =

= ′ ) ( ) ( .
Portanto
10
[ ] = ⋅ + = ⋅
|
|
¹
|

\
|
− + = ⋅ ′ + =
∫ ∫ ∫
3
0
2
2 3
0
2
3
0
2
1 1 ) ( 1
π π π
dx
x os c
x sen
dx
x os c
senx
dx x f l

= ⋅ = ⋅
+
=
∫ ∫
3
0
3
0
2
2 2
1
π π
dx
x os c
dx
x os c
x os c x sen


Aplicamos a substituição

2
2
2
1
1
;
1
2
; ) ( 2 ;
2 t
t
x os c dt
t
dx t arctg x t
x
tg
+

= ⋅
+
= = =
|
¹
|

\
|
.

Determinamos os limites de integração para a variável t :

0 ) 0 ( 0 = = ⇒ = tg t x
nf i nf i
,
3
3
3
1
6 3
= =
|
¹
|

\
|
= ⇒ =
π π
tg t x
up s up s
.

Portanto na continuação temos:

= ⋅

= ⋅
+

+

=
∫ ∫
3
3
0
2
3
3
0
2
2
2
1
2
1
2
1
1
1
dt
t
dt
t
t
t


|
|
¹
|

\
|
+
+

=
+
+

=
+ −
=
− t t t
B
t
A
t t t 1
1
1
1
1 1 ) 1 )( 1 (
2
1
2
2


= ⋅
+
+ ⋅

= ⋅ |
¹
|

\
|
+
+

=
∫ ∫ ∫
3
3
0
3
3
0
3
3
0
1
1
1
1
1
1
1
1
dt
t
dt
t
dt
t t


=
|
|
¹
|

\
|
+ +
|
|
¹
|

\
|
− − = + ⋅
+
+ − ⋅

− =
∫ ∫
3
3
0
3
3
0
3
3
0
3
3
0
1 1 ) 1 (
1
1
) 1 (
1
1
t n l t n l t d
t
t d
t



= − − + = − + + + − − =
3
3
1
3
3
1 1
3
3
1 1
3
3
1 n l n l n l n l n l n l

( ) 3 2
6
3 3 6 9
) 3 3 )( 3 3 (
) 3 3 (
3 3
3 3
2
+ =
+ +
=
+ −
+
=

+
= n l n l n l n l .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful