1

M I — 1º Teste — 10/11/2008—Duração : 2 H 30 M. Resolução



Grupo I

1) Determine aplicando a definição a função derivada da função nx l y = .
2) Considere a função R R f → : dada por

¹
´
¦
> − +
≤ −
=
+ −
. 1 , ) 4 4 (
; 1 , 1
) (
1
x se e x n l
x se e
x f
x

a) Determine o domínio da função.
b) Estude a função quanto á continuidade.
c) Estude a função quanto à diferenciabilidade.
d) Determine o contradomínio da função.


RESOLUÇÃO.

1) O domínio da função nx l y = é o intervalo ] [ ∞ + , 0 . Calculemos, aplicando a
definição, a derivada da função num ponto ] [ ∞ + ∈ , 0 x .

Com ) (x f y = tem-se
h
x f h x f
x f y
im l
h
) ( ) (
) (
0
− +
= ′ = ′

.
Portanto para nx l y = temos:

( ) =
|
¹
|

\
|
+
=
|
¹
|

\
| +
=
− +
=

= ′
→ → →
h
x
h
x
x
n l
h
x
h x
n l
h
x n l h x n l
x n l y
im l im l im l
h h h 0 0 0
) ( ) (


x x
x
h
x
h
n l
x
x
h
x
x
h
n l
h
x
h
n l
notável ite
h h h
im l im l im l
1
1
1
1
1
1 1
lim
0 0 0
= ⋅ =
|
¹
|

\
|
+
⋅ =

|
¹
|

\
|
+
=
|
¹
|

\
|
+
=
→ → →
4 4 3 4 4 2 1
.







2
2)
a) A função

¹
´
¦
> − +
≤ −
=
+ −
, 1 , ) 4 4 (
; 1 , 1
) (
1
x se e x n l
x se e
x f
x

é definida por ramos e o domínio dela é a reunião dos domínios das expressões dos
ramos.

O domínio da função ) (x f no primeiro ramo é a intersecção do domínio da
função 1
1
1
− =
+ − x
e y com o intervalo ] ] 1 , ∞ − .
A expressão analítica da função do primeiro ramo, 1
1
1
− =
+ − x
e y , representa a
diferença da função exponencial
1
2
+ −
=
x
e y , definida para qualquer R x ∈ , menos a
função constante 1
3
= y , também definida para qualquer R x ∈ . Portanto a função
1
1
1
− =
+ − x
e y é definida para qualquer R x ∈ e porque ] ] ] ] 1 , 1 , ∞ − = ∞ − I R resulta
que o domínio da função ) (x f no primeiro ramo é o intervalo ] ] 1 , ∞ − .

O domínio da função ) (x f no segundo ramo é a intersecção do domínio da
função ) 4 4 (
4
− + = e x n l y com o intervalo ] [ ∞ + , 1 .
O domínio da função ) 4 4 (
4
− + = e x n l y é dado pela condição
4
1 4 4 0 4 4
e
x e x e x − > ⇔ − > ⇔ > − + .
Porque 1
4
1 < −
e
resulta que o domínio da função ) (x f no segundo ramo é o intervalo
] [ ∞ + , 1 .
Portanto o domínio da função ) (x f é ] ] ] [ R = ∞ + ∞ − , 1 1 , U .



b) A função

¹
´
¦
> − +
≤ −
=
+ −
, 1 , ) 4 4 (
; 1 , 1
) (
1
x se e x n l
x se e
x f
x

é definida por ramos e o domínio dela é R . No ponto 1 = x temos a mudança da
expressão analítica da função ) (x f .
Portanto:
► no intervalo ] [ 1 , ∞ − a função ) (x f é continua porque é a diferença de
duas funções continuas,
1
2
+ −
=
x
e y e 1
3
= y (na base do teorema: se ) (x u e ) (x v são
funções continuas num intervalo I , então a função ) ( ) ( x v x u − também é continua em
I ).
► no intervalo ] [ ∞ + , 1 a função ) (x f é continua porque a função
logarítmica é continua no seu domínio e o domínio da função ) 4 4 (
4
− + = e x n l y é
4
1
e
x − > .
3
► no ponto 1 = x estudamos a continuidade da função aplicando a definição:
se ) ( ) (
1 1
x f x f
im l im l
x x
+



= e são finitos, então ) (x f é continua em 1 = x .

( ) 0 1 1 1 1 1 ) (
0 1 1 1
1 1
= − = − = − = − =
+ − + −




e e e x f
x
x x
im l im l
;

1 ) ( ) 4 1 4 ( ) 4 4 ( ) (
1 1
= = − + ⋅ = − + =
+

+

e n l e n l e x n l x f
im l im l
x x
.

De 1 ) ( 0 ) (
1 1
= ≠ =
+



x f x f
im l im l
x x
resulta que a função
¹
´
¦
> − +
≤ −
=
+ −
, 1 , ) 4 4 (
; 1 , 1
) (
1
x se e x n l
x se e
x f
x

não é continua em 1 = x .



c) A função

¹
´
¦
> − +
≤ −
=
+ −
, 1 , ) 4 4 (
; 1 , 1
) (
1
x se e x n l
x se e
x f
x

é definida por ramos e o domínio dela é R . No ponto 1 = x temos a mudança da
expressão analítica da função ) (x f .
Portanto:
► no intervalo ] [ 1 , ∞ − a função ) (x f é diferenciável porque é a diferença
de duas funções diferenciáveis ,
1
2
+ −
=
x
e y e 1
3
= y (na base do teorema: se ) (x u e
) (x v são funções diferenciáveis num intervalo I , então a função ) ( ) ( x v x u − também é
diferenciável em I ).
► no intervalo ] [ ∞ + , 1 a função ) (x f é diferenciável porque a função
logarítmica é diferenciável no seu domínio e o domínio da função ) 4 4 (
4
− + = e x n l y é
4
1
e
x − > .
► no ponto 1 = x a função ) (x f não é continua e portanto não é diferenciável.



d)

Levando em conta que
( ) 1
1
1 1 1
1 1

|
¹
|

\
|
⋅ = − ⋅ = − ⋅ = −
− − + −
x
x
x x
e
e e e e e e
concluímos que a função ) (x f no intervalo ] ] 1 , ∞ − é decrescente e decresce de
∞ + até à 0 1 1 1 ) 1 (
1 1
= − = − =
+ −
e f .
4
Como a função ) 4 4 ( − + e x n l é continua e crescente de ∞ − até à ∞ + no seu
domínio, levando em conta que 1 ) 4 4 (
1
= − +
+

e x n l
im l
x
concluímos que no intervalo
] [ ∞ + , 1 a função ) (x f vai crescer de 1 até à ∞ + .

Portanto o contradomínio da função é o intervalo [ [ ∞ + , 0 .





Grupo II

Considere a função definida por ( ) π ⋅ + − =
+
3 1
2 x
e os rcc a y

a) Determine o domínio da função.
b) Determine o contradomínio da função.
c) Recorra ao teorema da derivada da função inversa para mostrar que

4 2 2
2
2
+ ⋅ +
+
− ⋅
− =
x x
x
e e
e
x d
y d
.

RESOLUÇÃO.


a)

Levando em conta que o domínio da função x os rcc a y = é o conjunto [ ] 1 , 1 −
e que o contradomínio da função exponencial é ] [ ∞ + =
+
, 0 R temos:

⇔ ≤ ⇔ ≤ ⇔ ≤ ≤ ⇔ ≤ − ≤ −
+ + + +
2 ) ( 2 2 0 1 1 1
2 2 2 2
n l e n l e e e
x x x x


2 2 2 2 n l x n l x + − ≤ ⇔ ≤ + .

Portanto ] ] 2 2 , n l D
y
+ − ∞ − = .


b)

Levando em conta que o domínio da função ( ) π ⋅ + − =
+
3 1
2 x
e os rcc a y é o
conjunto ] ] 2 2 , n l D
y
+ − ∞ − = temos:

1 1 1 2 0 2 2 2 2 2
2 2 2
≤ − < − ⇔ ≤ < ⇔ ≤ ⇔ ≤ + ⇔ + − ≤
+ + + x x x
e e e n l x n l x

5
Levando em conta que a função x os rcc a y = é decrescente no seu domínio na
continuação temos:


⇔ < − ≤ ⇔ ≥ − > −
+ +
π ) 1 ( 0 ) 1 ( ) 1 ( ) 1 (
2 2 x x
e os rcc a os rcc a e os rcc a os rcc a

π π π π π π π 4 3 ) 1 ( 3 3 3 ) 1 ( 3 0
2 2
< + − ≤ ⇔ + < + − ≤ +
+ +
4 4 4 3 4 4 4 2 1
y
x x
e os rcc a e os rcc a
Portanto [ [ π π 4 , 3 =
y
CD



c)

Na base do teorema
|
|
¹
|

\
|
=
y d
x d x d
y d 1
.
Determinemos a função inversa da função ( ) π ⋅ + − =
+
3 1
2 x
e os rcc a y .


( ) ( ) ⇔ − = ⋅ − ⇔ ⋅ + − =
+ +
1 3 3 1
2 2 x x
e os rcc a y e os rcc a y π π

( ) ( ) ⇔ ⋅ − = − ⇔ − = ⋅ −
+ +
) 3 ( 1 1 ) 3 (
2 2
π π y os c e e os rcc a os c y os c
x x


( ) ⇔ + ⋅ − = + ⇔ + ⋅ − =
+
1 ) 3 cos( 2 1 ) 3 (
2
π π y n l x y os c e
x


( ) 2 1 ) 3 cos( − + ⋅ − = π y n l x .

Calculemos
y d
x d
x = ′ .

( ) ( ) ( ) =

+ ⋅ − ⋅
+ ⋅ −
=

− + ⋅ − = = ′
y y
y os c
y os c
y os c n l
y d
x d
x 1 ) 3 (
1 ) 3 (
1
2 1 ) 3 ( π
π
π

1 ) 3 (
) 3 (
1 ) 3 (
) 3 (
+ ⋅ −
⋅ −
− =
+ ⋅ −
⋅ − −
=
π
π
π
π
y os c
y sen
y os c
y sen
.

Na determinação da função inversa temos
) 3 ( 1
2
π ⋅ − = −
+
y os c e
x
.
Levando em conta que na restrição principal da função x os c y = , isto é, no segmento
[ ] π , 0 , a função x sen y = toma valores não negativos de
1
2 2
= + α α os c sen
resulta
( ) = − − = ⋅ − − = ⋅ −
+
2
2 2
1 1 ) 3 ( 1 ) 3 (
x
e y os c y sen π π
6

( )
4 2 2 2
2
2
2 1 2 1
+ + + +
− ⋅ = − ⋅ + − =
x x x x
e e e e .


Portanto

=
⋅ −
+ ⋅ −
− =
+ ⋅ −
⋅ −

=
|
|
¹
|

\
|
=
) 3 (
1 ) 3 (
1 ) 3 (
) 3 (
1 1
π
π
π
π
y sen
y os c
y os c
y sen
y d
x d x d
y d


4 2 2
2
4 2 2
2
2 2
1 1
+ +
+
+ +
+
− ⋅
− =
− ⋅
+ −
− =
x x
x
x x
x
e e
e
e e
e
.





Grupo III

1) Calcule as primeiras derivadas das funções:

a)
x tg
e y = ; b) ) (
3
x os c sen y = ;

c)
1
) 2 (
+
=
x
e
y
x sen
; d) ) 3 (
2 2
x ctg x n l x y + ⋅ = .

2) Considere a equação

) ( 4 y x arctg x y ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ π
que define implicitamente uma função ) (x f y = numa vizinhança do ponto (1, 1).

a) Mostra que o ponto (1, 1) verifica a equação.
b) Escreva a equação da recta tangente ao gráfico da função no ponto (1,1).
c) Escreva a equação da recta normal ao gráfico da função no ponto (1,1).


RESOLUÇÃO.

1)

a)
x tg
e y = .

( ) ( ) ( ) =

⋅ ⋅ =

⋅ =

= ′ x
x os c
e x tg e e y
x tg x tg x tg
) (
1
2

7
) ( 2 2
1
) (
1
2 2
x os c x
e
x x os c
e
x tg
x tg

= ⋅ ⋅ = .


b) ) (
3
x os c sen y = .

( ) ( ) ( ) ( ) =

⋅ ⋅ =

⋅ =

= ′ x os c x os c os c x os c sen x os c sen x os c sen x os c sen y ( ) ( 3 ( ) ( 3 ) (
2 2 3


( ) ( ) ( ) x sen x os c os c x os c sen x sen x os c os c x os c sen ⋅ ⋅ − = − ⋅ ⋅ = ( ) ( 3 ( ) ( 3
2 2
.


c)
1
) 2 (
+
=
x
e
y
x sen
.


( ) ( )
( )
=
+
− + ⋅


=
+
⋅ ′ + − + ⋅

=

|
|
¹
|

\
|
+
= ′
2
) 2 ( ) 2 (
2
) 2 ( ) 2 ( ) 2 (
1
) 1 ( ) 2 (
) 1 (
) 1 ( ) 1 (
1
x
e x x sen e
x
e x x e
x
e
y
x sen x sen x sen x sen x sen

( )
( )
[ ]
2
) 2 (
2
) 2 ( ) 2 (
) 1 (
1 ) 2 cos( ) 1 ( 2
1
) 1 ( 2 ) 2 (
+
− ⋅ + ⋅ ⋅
=
+
− + ⋅

⋅ ⋅
=
x
x x e
x
e x x x os c e
x sen x sen x sen
.


d) ) 3 (
2 2
x ctg x n l x y + ⋅ = .


( ) ( ) ( ) =

+

⋅ =

+ ⋅ = ′ ) 3 ( ) 3 (
2 2 2 2
x ctg x n l x x ctg x n l x y

( ) ( ) ( ) =

⋅ ⋅ +

⋅ + ⋅

= ) 3 ( ) 3 ( 2
2 2
x ctg x ctg x n l x x n l x

) 3 (
) 3 ( 6
2 ) 3 (
) 3 (
1
) 3 ( 2
1
2
2 2
2
x sen
x ctg
x x n l x x
x sen
x ctg
x
x x n l x

− + ⋅ ⋅ = ′ ⋅
|
|
¹
|

\
|
− ⋅ ⋅ + ⋅ + ⋅ ⋅ = .



2)

a) No ponto (1,1) tem-se:

⇒ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⇒ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ) 1 1 ( 1 4 1 ) ( 4 arctg y x arctg x y π π

π π
π
π π = ⇒ ⋅ = ⇒ ⋅ =
4
4 ) 1 ( 4 arctg .

8
b)

A equação da recta tangente ao gráfico da função ) (x f y = no ponto ( ) ) ( ,
0 0
x f x é
) ( ) ( ) (
0 0 0
x x x f x f y
an t
− ⋅ ′ + = .

Calculemos a derivada da função ) (x f y = definida implicitamente pela
expressão
) ( 4 y x arctg x y ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ π .

( ) ( ) ⇒

⋅ ⋅ ⋅ =

⋅ ⇒ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ) ( 4 ) ( 4 y x arctg x y y x arctg x y π π

( ) ⇒

⋅ ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ′ ⋅ = ′ ⋅ ) ( 4 ) ( 4 y x arctg x y x arctg x y π

⇒ ′ ⋅ ⋅
⋅ +

+ ⋅ ⋅ = ′ ⋅ ) (
) ( 1
4
) ( 4
2
y x
y x
x
y x arctg y π


⋅ +
′ ⋅ + ⋅ ′ ⋅ ⋅
+ ⋅ ⋅ = ′ ⋅
2
) ( 1
) ( 4
) ( 4
y x
y x y x x
y x arctg y π

2
) ( 1
) ( 4
) ( 4
y x
y x y x
y x arctg y
⋅ +
′ ⋅ + ⋅ ⋅
+ ⋅ ⋅ = ′ ⋅ π .

Substituindo ) 1 , 1 ( ) , ( = y x obtemos:


′ + ⋅
+ ⋅ = ′ ⋅ ⇒
⋅ +
′ ⋅ + ⋅ ⋅
+ ⋅ ⋅ = ′ ⋅
2
) ) 1 ( 1 ( 4
4
4 ) 1 (
) 1 1 ( 1
) 1 1 ( 1 4
) 1 1 ( 4 ) 1 (
2
y
y
y
arctg y
π
π π

2
2
) 1 ( 2 ) 2 ( ) 1 ( ) 1 ( 2 2 ) 1 (

+
= ′ ⇒ + = − ⋅ ′ ⇒ ′ ⋅ + + = ′ ⋅
π
π
π π π π y y y y .

Portanto a equação da recta tangente ao gráfico da função ) (x f y = no ponto ( ) 1 , 1 é

π π
π
π
π
π
π
π
π

+ ⋅

+
= +

+
− ⋅

+
= − ⋅

+
+ =
2
4
2
2
1
2
2
2
2
) 1 (
2
2
1 x x x y
an t
.

c)

A equação da recta normal ao gráfico da função ) (x f y = no ponto ( ) ) ( ,
0 0
x f x é
) (
) (
1
) (
0
0
0
x x
x f
x f y
n
− ⋅

− = .

2
2
2
2
1
2
2
2
2
) 1 (
2
2
1
1
+

+ ⋅
+

− = +
+

+ ⋅
+

− = − ⋅

+
− =
π
π
π
π
π
π
π
π
π
π
x x x y
n
.
9
Grupo IV

Aplique a regra de Cauchy para calcular os limites:

a)
) 2 cos(
) 4 cos(
0
x n l
x n l
im l
x→
; b) ( )
x
x
e x
im l
⋅ −
∞ + →

01 , 0 2
;

c) |
¹
|

\
|


senx x
im l
x
1 1
0
; d) ( )
) 18 (
4
) 9 (
x tg
x
x tg
im l
π

.
RESOLUÇÃO.


a)

( )
( )
( )
( )
=




=


= |
¹
|

\
|
=
→ → →
) 2 cos(
) 2 (
1
) 4 cos(
) 4 (
1
) 2 cos(
) 4 cos(
0
0
) 2 cos(
) 4 cos(
0 0 0
x
x os c
x
x os c
x n l
x n l
x n l
x n l
im l im l im l
x x x


( )
( )
=

⋅ ⋅
=
⋅ − ⋅
⋅ − ⋅
=
→ →
) 2 ( ) 4 (
) 4 ( ) 2 ( 2
2 ) 2 (
) 2 (
1
4 ) 4 (
) 4 (
1
0 0
x sen x os c
x sen x os c
x sen
x os c
x sen
x os c
im l im l
x x


= |
¹
|

\
|
⋅ = ⋅

⋅ ⋅
= ⋅

=
→ → →
0
0
2
) 2 (
) 4 (
) 0 4 (
) 0 2 ( 2
) 2 (
) 4 (
) 4 (
) 2 ( 2
0 0 0
x sen
x sen
os c
os c
x sen
x sen
x os c
x os c
im l im l im l
x x x


( )
( )
4
1 2
1 4
2
) 2 ( 2
) 4 ( 4
2
) 2 (
) 4 (
2
0 0
=


⋅ =


⋅ =


⋅ =
→ →
x os c
x os c
x sen
x sen
im l im l
x x
.


b)

( )
( )
( )
=
|
|
¹
|

\
|


=


= |
¹
|

\
|


=
|
|
¹
|

\
|
= ⋅

∞ + →

∞ + →

∞ + →
⋅ −
∞ + →
x
x
x
x
x
x
x
x
e
x
e
x
e
x
e x
im l im l im l im l
01 , 0
01 , 0
2
01 , 0
2
01 , 0 2
01 , 0
2


( )
( )
=

⋅ =


⋅ = |
¹
|

\
|


⋅ = |
¹
|

\
|
⋅ =

∞ + →

∞ + →

∞ + →
01 , 0
1
200 200 200
01 , 0
2
01 , 0
01 , 0
01 , 0 x
x
x
x
x
x
e
e
x
e
x
im l im l im l


0 0 20000
1
20000
1
20000
01 , 0
= ⋅ =

⋅ = |
¹
|

\
|
⋅ =

∞ + →
x
x
e
im l
.

10
c)

( )
( )
( )
=




= |
¹
|

\
|
= |
¹
|

\
|


= ∞ − ∞ = |
¹
|

\
|

→ → → senx x
x senx
senx x
x senx
senx x
im l im l im l
x x x 0 0 0
0
0 1 1


=
′ ⋅ +
′ −
= |
¹
|

\
|
=
⋅ +

=
→ →
) (
) 1 (
0
0 1
0 0
x os c x senx
x os c
x os c x senx
x os c
im l im l
x x


0
0 0 1 1
0
0
=
⋅ − +
=
⋅ − +

=

senx x x os c osx c
x sen
im l
x
.


d)

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) = = =



) 18 (
4
) 18 (
4
) 9 ( 1 ) 9 (
x tg
x
x tg
x
x tg n l xp e x tg
im l im l
π π


( ) ( ) =
(
(
(
¸
(

¸

|
|
¹
|

\
|
⋅ = ∞ ⋅ =
(
(
(
¸
(

¸

⋅ =
→ →
)) 9 ( (
) 18 (
1
0 )) 9 ( ( ) 18 (
4 4
x tg n l
x ctg
xp e x tg n l x tg xp e
im l im l
x x
π π


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(
(
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¹
|

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|
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(
(
¸
(

¸

|
|
¹
|

\
|
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→ →
) ) 18 ( (
) )) 9 ( ( (
0
0
) 18 (
)) 9 ( (
4 4
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x tg n l
xp e
x ctg
x tg n l
xp e
im l im l
x x
π π


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(
(
(
(
¸
(

¸

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⋅ ⋅
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(
(
(
(
¸
(

¸

′ ⋅ −
′ ⋅
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→ → 18
) 18 (
1
9
) 9 (
1
) 9 (
) 9 (
) 18 (
) 18 (
1
) ) 9 ( (
) 9 (
1
2
2
4
2
4
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x os c x sen
x os c
xp e
x
x sen
x tg
x tg
xp e
im l im l
x x
π π


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(
(
(
(
¸
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¸

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(
(
(
(
¸
(

¸

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→ →
) 18 (
1
) 18 (
1
) 18 (
1
) 9 cos( ) 9 ( 2
1
2
4
2
4
x sen
x sen
xp e
x sen
x x sen
xp e
im l im l
x x
π π

1
4
2
4
4
18 ) 18 (
) 18 (
) 18 (

→ →
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(
¸
(

¸

|
¹
|

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|
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(
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x sen
x sen
xp e
im l im l
x x
π
π π
.

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