Física e Química

Preparação para o 1º teste intermédio de física e química

Física ano 1
Módulo Inicial – das fontes de energia ao utilizador
Tema A- Situação energética mundial. Degradação e conservação de energia. 1. Situação energética Mundial e degradação da energia

1.1 Fontes de energia

As fontes de energia não reno ! eis são" • • om!ust"veis fósseis" car ão# petr$leo e g!s natural% #ucleares" ur&nio

's com(ustí eis f$sseis ao emitirem gases de estufa para a atmosfera# principalmente# )'*# contri(uem de um modo efica+ para a degradação am(iental. Quanto as fontes nucleares# a sua utili+ação acarreta pro(lemas de arma+enamento dos resíduos radioati os# e em caso de acidente# gra es pro(lemas am(ientais. As energias reno ! eis e as respeti as fontes são" • $nergia solar % Sol% • $nergia maremotriz% ondas e marés% • $nergia eólica" ,ento% • $nergia &idr'ulica" !gua% • $nergia de !iomassa" len-a# resíduos industriais# gases resultantes da fermentação de resíduos animais e egetais .principalmente metano/% • $nergia geotérmica" fumarolas e géiseres 's impactos am(ientais resultantes da utili+ação de fontes reno ! eis são# de um modo geral# pouco significati os. )ontudo# os rendimentos energéticos são (ai0os# ao in és das não reno ! eis# uma e+ que a sua produção é ari! el e que o arma+enamento de e0cedentes é e0tremamente difícil.

1

Física e Química

1.* 2ransfer3ncias e transformaç4es de energia. 5endimento A fim de satisfa+er as necessidades energéticas mundiais# diariamente são consumidas# nas centrais produtoras de energia elétrica# quantidades e0traordin!rias de car ão# petr$leo# g!s natural# !gua tur(inada e com(ustí el nuclear. A energia elétrica produ+ida nas centrais 6 fontes de energia elétrica 6 é# a partir da rede elétrica# transferida para os di ersos locais de utili+ação. 7estes erificam8se quer transfer3ncias de energia# quer transformaç4es de energia. 1m suma# a energia é transferida das fontes para os recetores onde é transformada em energia 9til. Mas nestes processos uma parte da energia é degradada# isto é# não se transforma na forma pretendida# dissipando8se geralmente# como calor 5ecetor .transformação / 1nergia 9til 1. :issipada

Fonte

2ransfer3ncia 1nergia disponí el

Assim# para a aliar a efic!cia de um processo recorre8se ao conceito de rendimento# ;. 'u se<a# determina8se a relação entre a energia 9til produ+ida e a energia disponi el . energia fornecida/. ' rendimento é sempre inferior a 1==>.

η=

Eutil × 100 Edisponivel

Edisponivel = Eutil + Edissipada

*

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*. )onser ação da 1nergia

*.1 ?ei da conser ação da energia 7o estudo de um processo físico é importante começar por identificar" - Sistema% corpo ou parte do @ni erso que é o o(<eto de estudo# perfeitamente limitado por uma fronteira% - (ronteira% superfície real ou imagin!ria# (em definida# que separa o sistema das duas i+in-anças% -)izin&ança " corpos ou parte do @ni erso que en ol e o sistema e com o qual pode interagir%

's sistemas físicos classificam8se em" - A!ertos% -! troca ou permuta de matéria e energia com a i+in-ança% -(ec&ados" não -! permuta de matéria# mas -! troca de energia com as i+in-anças% -Isolados% não -! troca de matéria nem de energia com o e0terior

A energia manifesta8se atra és de transfer3ncias e de transformaç4es e# em qualquer processo# a sua quantidade não se altera# apesar de uma parte se degradar.

?ei da conser ação da energia

Num sistema isolado, qualquer que seja o processo, a energia total permanece constante.

A

!tomos# moléculas e i4es/# e da energia cinética# associada ao permanente mo imento das partículas.* 1nergia mec&nica# energia interna e temperatura A ní el macrosc$pico# a energia de um sistema designa8se por energia mec&nica# 1m # que é uma soma da sua energia cinética# 1c# associada ao seu mo imento de translação# e da sua energia potencial# 1p # associada a interação com os outros sistemas. A energia interna de um sistema depende da sua massa .Física e Química *. A energia interna é a soma da energia potencial# resultante das interaç4es entre partículas constituintes do sistema . é igual a metade do produto da sua massa pelo quadrado do modulo da sua elocidade. A energia potencial gra ítica de um corpo# sistema corpo8 2erra# aumenta com a dist&ncia que o separa do solo. Epg = mgh A ní el microsc$pico a energia de um sistema designa8se por energia interna. Ec = 81 1 2 mv 2 elocidade# m em e0pressa em Bg e v em ms # unidades SC de massa e de respeti amente.quanto maior a massa mais energia/ e est! tam(ém relacionada com a temperatura. D . A energia potencial# energia arma+enada no sistema e potencialmente disponí el a ser utili+ada# manifesta8se de diferentes modos# resultantes de diferentes interaç4es. Em = Ec + Ep A energia cinética de translação de um corpo# de massa m e elocidade de m$dulo v.

$scalas de tem*eratura A unidade SC de temperatura é o Eel in .F/ com a de celsius .Física e Química A temperatura de um sistema (de um corpo) é proporcional a energia cinética média de translação das suas partículas.F/ é" 9 (θ /º F ) = (θ /º C ) + 32 5 *.A 2ransfer3ncias de energia e de pot3ncia A energia transferida entre sistemas pode ocorrer de diferentes modos" tra(al-o# calor e radiação. G .15 1 a e0pressão que relaciona a escala de Fa-ren-eit .E/# que pertence a escala de Eel in ou escala a(soluta# não qual são impossí eis alores negati os. A e0pressão que relaciona a escala de celsius .2/ é (T / K ) = (θ /º C ) + 273.F/ com a a(soluta .

c/ e a ariação da temperatura que ocorreu .F/ ter a mesma lin-a de ação do deslocamento .Q/ 2ransfer3ncia de energia desorgani+ada# que ocorre entre sistemas a temperaturas diferentes# prolongando8se# espontaneamente# atra és de um meio material# do sistema a temperatura mais ele ada para o sistema a temperatura mais (ai0a.m/ que cede ou rece(e a energia# a sua capacidade térmica m!ssica . 8 A quantidade de energia transferida so( a forma de calor pode ser quantificada# desde que se con-eça a massa do sistema .I2/" Q = mc∆T 5adiação . c=λf )K elocidade da radiação num determinado meio L .Física e Química 2ra(al-o. 8 7o caso da força .5/ J definida como a energia que é irradiada é um fen$meno natural e# independentemente da sua forma# a radiação ocorre sempre por ondas eletromagnéticas.H/ 2ransfer3ncia de energia organi+ada# que ocorre sempre que uma força atua num sistema e este se desloca de ido ! sua ação.d/ do corpo# o tra(al-o pode calcular8se tendo em consideração que" W = Fd )alor .

R .ncia J a quantidade de energia transferida para um sistema por unidade de tempo.L.O/# no SC. P atra és destas transfer3ncias que a energia interna de um sistema pode ariar# I@ . P= ∆E ∆t A unidade SC da potencia é o <oule por segundo que se designa por Qatt . ∆U = Q + W + R +ot. se não isolado/# podendo este trocar energia so( apenas uma destas formas ou das A# r!pida ou lentamente.H/.Física e Química FK frequ3ncia da radiação M K )omprimento de onda A energia associada a radiação é diretamente proporcional a sua frequ3ncia" E = hv 1K energia de radiação N8 constante de plancB .L*L 0 1=8AD Os/ 2ra(al-o# calor e radiação são tudo formas de transfer3ncia de energia e como tal são e0pressas em <oules .

A radiação eletromagnética pode ser decomposta em componentes com uma frequ3ncia# # e um comprimento de onda M= # reportado ao a+io# (em definidos.por e0emplo# eletr4es/ transitem de um ní el de energia para outro de energia inferior. @m eletrão ao a(sor er um fotão# pode transitar do ní el 11 para o ní el 1*. . 1stas grande+as físicas estão relacionadas pela elocidade da lu+" • • • c = vλ 0 • ' espectro eletromagnético é constituído pelos diferentes tipos de radiação eletromagnética 8 ondas r!dio# micro8ondas. A a(sorção de radiação eletromagnética por cargas elétricas pode originar transiç4es para ní eis de energia mais ele ados. S . )ontudo# nos meios materiais a elocidade de propagação da radiação é inferior T elocidade da lu+.lu+/# radiação ultra ioleta# raios U e raios V 6 que diferem apenas no alor de algumas grande+as# como o comprimento de onda e a frequ3ncia.A energia do Sol *ara a Terra Tema A% A!sorção e emissão de radiação 1 A(sorção e emissão de radiação 1.Física e Química -nidade . Qualquer radiação eletromagnética se propaga no a+io a mesma elocidade c K A#= 0 1=S ms81# a elocidade da lu+. @m eletrão ao transitar do ní el de energia 1* para o ní el 11 emite um fotão# ao qual# pela lei da conser ação de energia est! associada uma energia 1*811. 5adiação infra ermel-a# radiação isí el . Cntensidade da radiação • A emissão de radiação eletromagnética d!8se quando cargas elétricas .1 1spectro eletromagnético.

Física e Química • A frequ3ncia pemite caracteri+ar uma radiação no espectro eletromagnético# pois é independente do meio de propagação. • ' comprimento de onda de uma radiação de frequ3ncia v depende do meio de propagação . de D==nm a RS= nm/ e portanto de frequ3ncias de D 01=1D N+ a S 01=1D N+ W . • A radiação isí el# radiação eletromagnética a que o ol-o -umano é sensí el# corresponde a uma gama muito estreita de comprimento de onda . K Mv/ • 's diferentes tipos de radiação# desde as ondas r!dio a raios V# correspondem a diferentes gamas de frequ3ncia ou de comprimento de onda# reportadas ao a+io.

* Cnteração da radiação com a matéria 1. Csto é " P = IA 1.Física e Química • A energia total de uma radiação é igual a soma das energias associadas a cada frequ3ncia ou a cada comprimento de onda# reportado ao a+io.1 5adiação térmica. Apesar do espectro da radiação térmica ariar ligeiramente com a composição do corpo# -! uma classe de corpos# designados por corpos negros que# a mesma temperatura# emitem radiação térmica que apresenta o mesmo espectro. • A intensidade da radiação incidente numa superfície é a pot3ncia incidente por unidade de !rea.*. Qualquer corpo troca constantemente com o e0terior este tipo de radiação. ' espectro apresenta um m!0imo em MKMm!0 que depende apenas da temperatura ' comprimento de onda a que corresponde a intensidade m!0ima da radiação# Mm!0# é in ersamente proporcional T temperatura 6 lei de Hien = T λ máx 1m que (K *#W 01=8A mE • A potencia total irradiada pela superfície A de um corpo# isto é# somada so(re todas as gamas de comprimento de onda# é diretamente proporcional a quarta pot3ncia da temperatura a(soluta em Bel ins 8 lei de Stefan 6 Xolt+amann P!ad = eσ AT 4 1= . ?ei de Stefan 8 Xolt+mann e deslocamento de Hien A radiação térmica é a radiação emitida por um corpo e depende da sua temperatura. As propriedades da radiação térmica emitida por um corpo são" • • • ' espectro da intensidade da radiação emitida é continuo dependendo da temperatura# 2# e do comprimento de onda# M# da radiação emitida. Quanto maior for a !rea de e0posição# A# maior ser! a energia incidente# logo# a pot3ncia total de e ser proporcional a esta !rea# desde que a intensidade da radiação# C# não arie de ponto para ponto.

Mas# se emitir mais do que a(sor e# a sua energia e a sua temperatura diminuem.*.* 1quilí(rio térmico Se a intensidade da radiação a(sor ida por um corpo é superior T emitida# a sua energia (em como a sua temperatura aumentam. Csto é# a energia emitida é igual a a(sor ida e# consequentemente # a potencia da radicação a(sor ida tem a mesma e0pressão da emitida " Pa so!vida = eσ AT 4 1m suma" Se dois sistemas esti erem em equilí(rio térmico com um terceiro sistema eles estão em equilí(rio térmico entre si 8 lei +ero da termodin&mica 11 .Física e Química Y 6 )onstante de Stefan 6 Xolt+amann e ale G#LR 0 1=8S Hm8*ED e8 emissi idade do corpo# aria entre = e 1# para +ero o corpo so reflete e para 1 o corpo s$ emite e s$ a(sor e 1. 1m equilí(rio térmico# a temperatura do corpo é constante# logo# as ta0as de a(sorção e de emissão de radiação são iguais.

81Sº)/.A. Por outro lado# como a 2erra interceta a radiação solar que atra essa um disco de !rea π R 2 T # onde 5t é o raio da 2erra# a potencia rece(ida por unidade de !rea# Catm# é# no topo da atmosfera" I atm × 4π R T = "0 × π R T 2 2 I atm = "0 4 Supondo que a atmosfera é completamente transparente# a intensidade da radiação que atinge a superfície terrestre# Cs# é" I s = I atm (1 − a ) I s = "0 (1 − a ) 4 Se agora supuser que a 2erra emite como um corpo negro e que se encontra em equilí(rio térmico recorrendo T lei de Stefan 6 Xolt+amann# o(tém 6 se " "0 4 (1 − a) = σ T s 4 " 4 Ts =  0 (1 − a )   4σ  1 1sta e0pressão permite estimar a temperatura média glo(al T superfície terrestre# cu<o alor é de *GGE . :a radiação incidente no topo da atmosfera# cerca de A=> é refletida pelo sistema 2erra8 Atmosfera# isto é# a refleti idade média glo(al planet!ria# ou al(edo# a# é igual a =. Mas esta temperatura é significamente 1* .1 Xalanço energético da 2erra A pot3ncia da radiação solar que# T dist&ncia média entre o sol e a 2erra# incide numa superfície de !rea unit!ria orientada perpendicularmente ao fei0e solar designa8se constante solar# So# cu<o alor# esta(elecido por medição direta fora da atmosfera a partir de satélites# é igual a 1ALR Hm8*.Física e Química *. A radiação solar e o sistema 2erra 8 atmosfera *.

1A .Física e Química inferior T temperatura media glo(al da superfície da 2erra# que é de *SSE .1Gº)/.

A radiação solar na produção de energia elétrica @m painel foto oltaico é constituído por uma associação de células de silício# um semicondutor# que ser designam por células foto oltaicas.no topo da atmosfera/ *D= Hm 8* # equi alente a um corpo negro a temperatura de *GGE# e ! superfície terrestre emite AW= Hm8* # a que corresponde um corpo negro T temperatura de *SSE. 7a erdade# o sistema 2erra8atmosfera emite . 1sta a(sorção da radiação térmica infra ermel-a pelos gases atmosféricos# que se designa efeito atmosférico ou efeito de estufa# é a respons! el pelo alor médio da temperatura da superfície terrestre ser de *SSB e não de *GGE.Física e Química *. :e facto# uma célula foto oltaica é sensí el T radiação de comprimento de onda entre os A==nm e os L==nm. Mas a energia emitida pela superfície da 2erra é amplamente a(sor ida# na atmosfera# pelo di$0ido de car(ono# pelo apor de !gua e pelo o+ono. A. 1sta diferença de AAE entre as temperaturas da superfície da 2erra e do sistema 2erra8atmosfera# que tradu+ o efeito estufa# é imputada aos gases atmosféricos que# ao a(sor erem radiação infra ermel-a# são s$ respons! eis por este efeito e que# por esta ra+ão# se designam por gases de estufa. ' rendimento do processo de con ersão da radiação solar em energia elétrica é (ai0o# cerca de 1*> Para dimensionar um painel foto oltaico# é necess!rio" • • • :eterminar a pot3ncia elétrica que se necessita% )on-ecer a pot3ncia solar média por unidade de !rea% )on-ecer o rendimento do processo foto oltaico 1D . @ma célula foto oltaica não é mais do que um gerador que con erte uma parte da energia solar que rece(e em energia elétrica.* 1feito de estufa 7uma atmosfera limpa uma ele ada quantidade de energia solar é transmitida e a(sor ida pela superfície terrestre.

1 )ondução do calor 7o processo de condução a energia é transferida por interaç4es# a ní el microsc$pico# das partículas constituintes da matéria . Xons e maus condutores 1. 2ransfer3ncia de energia como calor.Física e Química Tema / – A energia no a0uecimento1 arrefecimento de sistemas 1. Por e0emplo" atra és do idro de uma <anela# atra és de uma (arra met!lica com e0tremidades diferentes temperaturas.H m81 B81/. N! condução de calor quando -! transfer3ncia de energia atra és de um meio material onde e0istem +onas a diferentes temperaturas.1. 1G . 1stas grande+as estão relacionadas com a e0pressão" Pc = $A T# − T f % que tradu+ a lei de condução do calor ou ?ei de Fourier e onde B é a conduti idade térmica# propriedade que caracteri+a a condução de calor em materiais# cu<a unidade SC é o <oule por segundo por metro por Eel in .O s 81 m81 E81/ ou o Qatt por metro por Eel in . A quantidade de energia transferida como calor por unidade de tempo P c = Q # num ∆t processo de condução# é diretamente proporcional T !rea da superfície# A# e a diferença de temperaturas 2q 6 2f # in ersamente proporcional a espessura# ?# e depende dos materiais.gasosa# liquida ou s$lida/# sem que -a<a qualquer transporte material.1 Mecanismos de transfer3ncia de energia como calor 1.

Física e Química )onduti idade térmica de alguns materiais 1L .

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1.1.*

)on ecção do calor

7o processo de con ecção a energia é transferida entre regi4es de um fluido .g!s ou líquido/# su<eito T ação da gra idade# por mo imentos que misturam partes do fluido a diferentes temperaturas# correntes de con ecção. ,erifica8se que# para a mesma pressão# a massa ol9mica de um fluido diminui com o aumento da temperatura# logo# a matéria menos densa . a temperatura superior/ so(e# enquanto a mais densa . a temperatura inferior/# que se encontra na parte superior# desce. A con ecção é um processo físico de e0trema import&ncia na transfer3ncia de energia em fluidos# desempen-ando um papel fundamental no sistema clim!tico da 2erra.

1.* A conduti idade térmica e os (ons e maus condutores de calor N! materiais em que o processo de transmissão de energia como calor ocorre lentamente# enquanto noutros é muito r!pido. 1sta diferença comportamental da condução do calor de e8se ao facto de os diferentes materiais apresentarem diferentes conduti idades térmicas que podem diferir de !rias ordens de grande+a. Assim# com (ase nos alores de conduti idade térmica# os materiais di idem8se em" • • Xons condutores de calor# que se caracteri+am por alores de conduti idade térmica ele ados% Maus condutores de calor# que se caracteri+am por alores de conduti idade térmica (ai0os.

1R

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*. Primeira ?ei da 2ermodin&mica 7uma transformação entre os dois estados de equilí(rio# a ariação de energia interna de um sistema# I@# é igual T quantidade de energia transferida como tra(al-o# calor e radiação"

∆U = W + Q + R
Por con ecçao considera8se que" • A energia rece(ida pelo sistema# quer como tra(al-o# calor ou radiação# é positi a# pois aumenta a energia interna # ∆U > 0 % A energia cedida pelo sistema# como tra(al-o# calor ou radiação# é negati a# pois a energia interna diminui# ∆U < 0 %

*.1 2ra(al-o# calor e radiação" processos equi alentes :a primeira lei da termodin&mica erifica8se que os processos de transfer3ncia de energia# H#Q e 5# são equi alentes# pois a soma HZQZ5 é igual a ariação da energia interna# I@# e esta depende apenas dos estados inicial e final.

*.* )apacidade térmica m!ssica e calor latente *.*.1 2ransfer3ncia de energia como calor sem mudança de estado

A quantidade de energia transferida como calor necess!ria para que a temperatura de uma dada su(st&ncia sofra uma ariação de temperatura# é diretamente proporcional a sua massa# m# e é dada pela e0pressão"

Q = mc∆T
'nde c é a característica térmica da su(st&ncia que se designa capacidade térmica m!ssica e que é igual a quantidade de energia que é necess!rio fornecer a 1Eg dessa su(stancia para que a sua temperatura aumente 1E. A unidade Si da capacidade térmica m!ssica é O Eg81 E81 *.*.* 2ransfer3ncia de energia como calor com mudança de estado

A quantidade de energia que é necess!rio fornecer a uma dada massa# m # de uma su(stancia para que e0perimente uma mudança de estado# a uma dada pressão e temperatura# é"

Q = m%
1S

Física e Química ? é uma característica de cada su(stancia que se designa pr$ calor de transformação m!ssico# é a energia que é necess!rio fornecer T massa de 1 Eg da su(stancia para que mude de estado. A unidade Si do calor de transformação m!ssico é O B81.

A. :egradação de energia. Segunda lei da termodin&mica A.1 5endimento em processos termodin&micos @ma m!quina térmica con erte uma certa quantidade de calor em tra(al-o. P um sistema que reali+a processos termodin&micos cíclicos durante os quais rece(e energia# como calor# da fonte quente# Q q# reali+a so(re o e0terior o tra(al-o# H# e cede calor a fonte fria# Qf. ' rendimento de uma m!quina térmica é "

η=

W Q#

)omoη = Q# − Q f # então"

η=

Q# − Q f Q# Qf Q#

η = 1−

5epare8se que a energia dissipada é igual ao calor cedido pela m!quina T fonte fria. @ma m!quina frigorífica tem como função manter fria a fonte fria. 7esta m!quina o sistema termodin&mico é um fluido so(re o qual é reali+ado tra(al-o. 7estas m!quinas fornece8se energia como tra(al-o# H# retira8se energia T fonte fria como calor# Q f# e cede8se calor# Qq# T fonte quente. A efici3ncia# [ # de uma m!quina frigorifica é a ra+ão entre a energia retirada como calor da fonte fria e o tra(al-o reali+ado .energia fornecida/"

ε=
)omo W = Q# − Q f # então"

Qf W

1W

* Segunda lei da 2ermodin&mica Qualquer transfer3ncia de energia condu+ T diminuição de energia 9til# apesar da energia total se manter constante# pois uma parte dei0a de estar disponí el para a reali+ação de tra(al-o. 1m termos energéticos significa que a entropia aumenta com a diminuição da qualidade de energia# atingindo um m!0imo em condiç4es de equilí(rio. A entropia é a medida da desordem do sistema e é tanto maior quanto maior for esta desordem. irreversíveis.Física e Química ε= Qf Q# − Q f A. A segunda lei da termodin&mica pode ser e0pressa em termos de entropia" Os processos espont"neos. evoluem no sentido em que #$ um aumento de entropia. A segunda lei da 2ermodin&mica pre 3 esta degradação. *= . Os processos que ocorrem espontaneamente na Natureza dão se no sentido da diminuição da energia !til. N! uma grande+a física associada T qualidade de energia# que é uma ari! el de estado termodin&mico 8 a entropia.

Assim# um sistema em mo imento de translação pode ser representado por um s$ ponto# o centro de massa. Apro0imação ao modelo da partícula material 1. )entro de massa @m sistema mec&nico# em que não se consideram quaisquer efeitos térmicos# pode# em certas situaç4es# ser representado por um s$ ponto# o centro de massa. Mas o tra(al-o# de uma força# e consequentemente# a ariação de energia de um corpo# dependem da força# e do deslocamento e do teu ponto de aplicação.a/ a força e o deslocamento t3m o mesmo sentido# a elocidade do corpo aumenta# logo# aumenta a sua energia cinética. @m corpo rígido# um s$lido indeform! el# em que as posiç4es relati as das partículas que o constituem são constantes# quando em mo imento de" • • 2ranslação# pode ser representado pelo seu centro de massa# pois todos os seus pontos t3m a mesma elocidade% 5otação em torno do ei0o# não pode ser representado pelo seu centro de massa# isto que os pontos pertencentes ao ei0o estão parados e T medida que se afastam deste a elocidade aumenta.1 Modelo da partícula material.$nergia em movimentos 2ema A 6 2ransfer3ncias e transformaç4es de energia em sistemas comple0os. Modelo da partícula material. 2ransfer3ncia de energia como tra(al-o. 7a situação .* 2ransfer3ncia de energia como tra(al-o A quantidade de energia transferida para um sistema mec&nico que en ol a força se mo imento é medida pelo tra(al-o de uma força. 1. 1.Física e Química -nidade 2 . 7a situação . Pode ser representado como uma partícula material# com a massa igual T do corpo e com posição e elocidade do centro de massa.(/ a força e o deslocamento t3m sentidos opostos# portanto# a elocidade diminui# (em como a *1 .

** .O/ @m <oule é o tra(al-o reali+ado por uma força constante de intensidade um neQton# que atua na direção e sentido do deslocamento# quando o seu ponto de aplicação se desloca um metro. @ma e+ que W = ∆Ec # pode concluir8se" • ' tra(al-o reali+ado por uma força de m$dulo constante# F# que atua so(re um corpo na direção e sentido do deslocamento# d# é positi o e é dado por" W = F×d • ' tra(al-o reali+ado por uma força de m$dulo constante# F# que atua so(re um corpo na direção e sentido oposto ao do deslocamento# d# é negati o e é dado por" W = −F × d • ' tra(al-o reali+ado por uma força de m$dulo constante# F# que atua so(re um corpo na com direção perpendicular T do deslocamento# d# é nulo" W =0 A unidade SC de tra(al-o é o <oule .Física e Química energia cinética.c/a força é perpendicular ao deslocamento# a elocidade é constante# logo# a energia cinética do corpo não se altera. 7a situação .

Assim# tem8se " → → W = Fef × d Mas Fef = F cos θ # logo W = Fd cos θ 1sta e0pressão permite calcular o tra(al-o reali+ado por uma força constante qualquer que se<a a sua direção em relação ao deslocamento.1 2ra(al-o reali+ado por uma força constante não colinear com o deslocamento *. 2ra(al-o reali+ado pela resultante das forças que atuam so(re um sistema *. A força contri(ui para o mo imento e apresenta a m!0ima efic!cia quando θ = 0º # pois o cos 0º = 1 .1 10pressão geral do alor do tra(al-o de uma força constante Para determinar o tra(al-o reali+ado pr$ uma força não colinear com o deslocamento tem que se decompor a força em duas componentes" uma com a direção do deslocamento# F0# respons! el pelo tra(al-o reali+ado# e a outra que l-e é normal# F\. Se # θ = 90º como cos 90º = 0 # então o tra(al-o é nulo Se 90º < θ ≤ 180º # cos < 0 # então o tra(al-o reali+ado pela força é negati o e designa8se por tra(al-o resistente.1. • • *A . A força op4e8se ao mo imento do corpo e apresenta a m!0ima efic!cia na reali+ação do tra(al-o resistente para θ = 180º # pois cos180º = −1 .Física e Química *. 5epare8se que o tra(al-o reali+ado pela componente ertical é nulo# pois é perpendicular ao deslocamento# logo# o tra(al-o reali+ado pela força é igual ao tra(al-o reali+ado pela componente F0# que se designa por força efica+# ou se<a# F = F ef . 5epare8se que" • Se 0º ≤ θ < 90º # então cos θ > 0 # logo# o tra(al-o reali+ado pela força é positi o e designa8se por tra(al-o potente ou motor.

a/ e uma força resistente .* :eterminação gr!fica do tra(al-o reali+ado por uma força 7a figura mostram8se as representaç4es gr!ficas da força efica+ s deslocamento# para uma força potente . :esde que o corpo se comporte como uma partícula material# isto é# que possa ser representado pelo seu centro de massa# o tra(al-o total pode ser determinado por * processos" • ' tra(al-o total é a soma dos tra(al-os reali+ados indi idualmente por cada força *D . )ontudo# é de salientar" • • Se o tra(al-o é potente# o seu alor é igual ! !rea contida no gr!fico de F ef e o ei0o 00# que est! acima deste ei0o# é positi o% Se o tra(al-o é resistente# o seu alor é simétrico da !rea contida no gr!fico de Fef e o ei0o dos 00# que est! a(ai0o deste ei0o# é negati o.Física e Química *. *.1. Para cada uma da situaç4es pode definir8se um ret&ngulo de largura F ef e comprimento d# cu<a !rea é A = Fef × d .* 2ra(al-o reali+ado por !rias forças que atuam so(re um sistema Se# so(re um corpo# atuar mais do que uma força# a alteração da sua energia é igual ao tra(al-o total reali+ado por todas as forças. 7ote8se que o alor numérico desta !rea é igual ao do tra(al-o reali+ado pela força durante o deslocamento respeti o.(/.

...Física e Química Wtotal = W → + W → + . F • ' tra(al-o total é igual ao tra(al-o reali+ado pela resultante das forças# que é igual T soma etorial de todas as forças e que tradu+ o efeito das !rias forças que so(re ele atuam.1 2ra(al-o reali+ado so(re um corpo que se desloca ao longo de um plano inclinado )onsidere8se um (loco de massa m# que parte do repouso do topo de um plano inclinado# de comprimento d e altura -# e que se desloca ao longo deste com atrito despre+! el. + Fn → → → → e Wtotal = W → F! Wtotal = F! ∆! cos θ )oncluindo" ' tra(al-o reali+ado pela resultante das forças que atuam so(re um corpo em mo imento de translação é igual a soma dos tra(al-os reali+ados por cada uma das forças. 'u se<a" F ! = F1 + F2 + .. *G . *. + W → F1 F2 Fn Wtotal = Σ W→ i =1 F n 'nde W→ representa o tra(al-o reali+ado por cada uma das forças.*.

1 que o peso ao definir um &ngulo F com a direção do mo imento de e ser decomposto segundo a direção tangente T tra<et$ria# px # e a direção perpendicular# P' . → → → → → → → → → WA( = Px d )omo Px = P cos θ e P = mg # então" WA( = mgd cos θ mas # cos θ = h h # su(stituindo na equação anterior# tem8se WA( = mgd # d d WA( = mgh *.Física e Química A ariação da energia cinética do (loco é igual ao tra(al-o reali+ado por todas as forças que so(re ele atuam" o peso do (loco# P # e a reação normal # & # e0ercida pela superfície de apoio.* 2ra(al-o reali+ado pelas forças dissipati as Quando um corpo desli+a so(re uma superfície# esta e0erce so(re ele uma força de contacto com duas componentes" uma componente perpendicular T superfície# a *L . 1m suma# o tra(al-o total reali+ado pelas forças que atuam so(re o (loco# & e P # no deslocamento de A a X# é igual ao tra(al-o reali+ado pela força efica+# Px . 5epare8se que a reação normal é perpendicular ao deslocamento# logo# não se reali+a tra(al-o.*. A componente normal do peso# P' # não reali+a tra(al-o# mas a sua componente tangencial# Px # a força efica+# é a respons! el pela ariação da elocidade do (loco.

5epare8se que o tra(al-o reali+ado pela força de atrito é um tra(al-o resistente # → W → = − Fa d Fa 5espons! el pela diminuição da energia mec&nica do sistema.Física e Química → reação normal# & % e uma componente paralela T superfície e de sentido oposto ao deslocamento # a força de atrito# Fa . A força de atrito# é pois# uma força dissipati a que tradu+ a ní el macrosc$pico as comple0as interaç4es que# a ní el microsc$pico# se manifestam entre as min9sculas rugosidades em contacto. *R .

?ei da conser ação da energia mec&nica *. Csto é# a energia associada a posição do corpo designa8se por energia potencial gra ítica.1 1nergia potencial gra ítica @m corpo# de massa m# é ele ado lentamente de uma altura I. ?ei do tra(al-o8energia ou teorema da 1nergia )inética ' tra(al-o reali+ado pela resultante de todas as forças que atuam so(re um sistema é igual a ariação da sua energia cinética 6 ?ei do tra(al-o energia W → = ∆Ec F! :ado que a ariação da energia cinética do sistema# I1 c # é igual a energia cinética final # 1c # menos a energia cinética inicial# 1 co # e em cada instante a energia cinética é Ec = 1 2 mv # onde m é a massa do sistema e a elocidade# então# a ?ei do 2ra(al-o 8 2 1 2 1 mv − mv0 2 2 2 1nergia 'u 2eorema da energia cinética pode ser tradu+ida pela seguinte e0pressão" W→ = F! *. :espre+ando a resist3ncia do ar# a resultante das forças que atuam so(re o corpo é nula e portanto# a ariação da energia cinética é nula. 1ntão pode escre er8se" → ∆E p = W→ = F × ∆h F Mas como F = mg # então" ∆E p = mg ∆h *S . Mas o ponto de aplicação da força F e0perimenta um deslocamento igual a ariação da altura do corpo% logo# reali+a tra(al-o e# consequentemente# transfere energia para este.Física e Química Tema /.A energia de sistemas em movimentos de translação 1.por → ação de uma força F # de intensidade igual ao peso do corpo# P = mg .

*. Para se o(ter a e0pressão da energia potencial gra ítica é necess!rio definir um alor de refer3ncia. )ontudo# é normal definir a ní el do solo .* 2ra(al-o reali+ado pelo peso de um corpo 5etomando a situação apresentada no ponto anterior# pode afirmar8se que o tra(al-o reali+ado pelas forças que atuam so(re o corpo é nulo# isto que a ariação da sua energia cinética é nula. Csto é# para uma dada posição define8se um determinado alor de energia potencial. 5epare8se que tanto a escol-a da posição de refer3ncia como o alor de refer3ncia de energia potencial a atri(uir nesta posição são ar(itr!rios. Csto é" W→ + W→ = 0 F P 'u se<a# W→ = −W→ F P 1 como W→ = mg (h − h0 ) F 1ntão" W→ = −mg (h − h0 ) P P W→ = −∆E p *W .e -=.altura nula/ como a posição a que corresponde energia potencial gra ítica nula# pelo que para qualquer outra posição de altura .se tem" ∆E p = E p − E p 0 E p − 0 = mg (h − 0 = E p = mgh :esta e0pressão conclui8se que a energia potencial gra ítica para um corpo de massa m é tanto maior quanto maior for a altura a que se encontra.Física e Química )omo a ariação de altura é ∆h = h − h0 # tem8se" ∆E p = mg (h − h0 ) 1sta e0pressão não permite sa(er a energia potencial# permite apenas calcular a ariação de energia potencial gra ítica de um corpo# de massa m# quando a sua altura aria entre .

' tra(al-o reali+ado pelo peso do corpo durante a su(ida# de A a X# é" → W W → A( A( P P = −( E P − E Pa ) ⇔ W → = − mg (h − ha ) P = − mgh A( → 1 durante a descida# de X a A# é" W W → (A P P (A = −( E Pa − E P ) ⇔ W → = − mg (ha − h ) P = mgh (A → 5epare8se que o tra(al-o reali+ado pelo peso de A a X é simétrico do reali+ado de X a A# donde se conclui que o tra(al-o total reali+ado é nulo# pois" W W W → A(A A(A A(A P P P =W → +W → P P =0 A( (A → = − mgh + mgh → Csto é# o tra(al-o reali+ado pelo peso de um corpo ao descre er uma tra<et$ria fec-ada é nulo. A= .Física e Química 7a erdade# durante uma su(ida a energia potencial gra ítica aumenta e o tra(al-o reali+ado pelo peso do corpo é resistente ou negati o# pois atua em sentido contr!rio ao do deslocamento# enquanto numa descida a energia potencial gra ítica diminui e o tra(al-o reali+ado pelo peso é potente ou positi o# pois tem o sentido do deslocamento.A 2ra(al-o reali+ado pelas forças conser ati as e conser ação de energia mec&nica )onsiderando despre+! el a resist3ncia do ar# um corpo# de massa m# lançado erticalmente para cima com elocidade inicial v0 fica# quer durante a su(ida quer durante a descida# su(metido apenas T ação do peso. )oncluindo" ' tra(al-o reali+ado pelo peso de um corpo# durante uma qualquer mudança de posição# é simétrico da ariação da energia potencial gra ítica W→ = −∆E p P *.

Fcons . 1m suma# uma força é conser ati a quando" • • ' tra(al-o reali+ado é independente da tra<et$ria# dependendo apenas das posiç4es inicial e final% ' tra(al-o reali+ado é simétrico a ariação da energia potencial W • Fcons . Mas# e de acordo com a ?ei do 2ra(al-o 8 1nergia# o tra(al-o reali+ado pela resultante de todas as forças que atuam so(re um sistema# conser ati as e não conser ati as# é igual a ariação da energia cinética# W → = ∆Ec FR . W Fcons . A1 . → +W Fn . cons → = ∆Ec )aso não atuem forças não conser ati as ou caso o seu tra(al-o se<a nulo# então" W = ∆E p # tem8se" → )omo WFcons . → = ∆Ec ∆Ec = −∆E p ⇔ Ec − Ec0 = −( E p − E p0 ) Ec + E p = Ec0 + E p0 @ma e+ que a soma das energias cinética e potencial se designa por energia mec&nica# erifica8se que" Em = Em0 1 como ∆Em = Em − Em0 # então" ∆Em = 0 1sta e0pressão tradu+ a ?ei da )onser ação da 1nergia Mec&nica" 7um sistema conser ati o# um sistema em que o tra(al-o da resultante das forças é igual apenas ao das forças conser ati as# a ariação de energia mec&nica é nula# ou se<a# -! conser ação de energia mec&nica .Física e Química As forças que# como o peso# reali+am tra(al-o nulo quando o seu ponto de aplicação descre e uma tra<et$ria qualquer fec-ada# designam8se por forças conser ati as. → = −∆E p ' tra(al-o reali+ado ao longo de uma tra<et$ria fec-ada é nulo.

A* .* 5endimento. 1stas forças que dificultam o mo imento ao atuarem em sentido contr!rio ao do deslocamento reali+am tra(al-o resistente que se tradu+ por uma diminuição da energia mec&nica do sistema. :issipação de energia 7um sistema real é pouco pro ! el não atuarem forças dissipati as# pelo que a energia mec&nica não se conser a. :e facto# de ido ao tra(al-o reali+ado pelas forças dissipati as# ao longo de uma dada tra<et$ria# a energia mec&nica final pode ser apro eitada# energia 9til# é inferior T que inicialmente esta a disponí el. Por outras pala ras# as forças não conser ati as que reali+am sempre tra(al-o negati o# forças dissipati as# como o atrito e a resist3ncia do ar# são respons! eis pela diminuição da energia mec&nica.Física e Química A.ariação da energia mec&nica e conser ação da energia A. :esta an!lise conclui8se que o rendimento de sistemas mec&nicos é inferior a 1==># uma e+ que# por definição# rendimento é" η= E)til Edisp .1 2ra(al-o reali+ado pelas forças não conser ati as 1m qualquer sistema mec&nico a ariação de energia cinética é igual ao tra(al-o reali+ado por todas as forças que so(re ele atuam# WFcons + WF . A.n .cons = ∆Ec )omo WFcons = −∆E p # então " WFcons = ∆Ec + ∆E p 1 como ∆Ec + ∆E p = Em # tem8se WFcons = ∆Em Csto é# o tra(al-o das forças não conser ati as é igual T ariação da energia mec&nica. . A força de atrito que se manifesta entre duas superfícies em contacto (em como a resist3ncia do ar são e0emplos de forças não conser ati as. Apesar de não se erificar a conser ação de energia mec&nica# -! conser ação de energia dos sistemas em interação# pois a energia dissipada resulta num aquecimento das superfícies em contacto e consequentemente num aumento da energia interna.

Funcionamento e aplicaç4es do ]PS ' sistema ]PS . ' recetor rece(e o sinal no instante tZIt# que coincide com a -ora marcada no seu rel$gio de quart+o. 1. )ada um destes satélites da uma olta T 2erra em 1*N e emite sinais identificadores# na (anda do micro8ondas. 1m qualquer instante# pelo menos D satélites estão acessí eis T comunicação de qualquer ponto da 2erra. ' recetor ]PS ao rece(er o sinal emitido por um satélite identifica8o e# por comparação com o que tem registado# locali+a8o com e0atidão. 'lculo da dist5ncia a um satélite% • • • ' sinal emitido por um satélite informa qual a sua posição na or(ita q qual a -ora# t# marcada nos eu rel$gio at$mico.Física e Química Física ano * Tema A. )omo o sinal se desloca a elocidade da lu+# o recetor calcula a distancia # d# que o separa do satélite# pois d = c∆t AA .1 Funcionamento do ]PS Para locali+ar um lugar na 2erra o recetor recorre ao método geométrico da 2riangulação# ap$s calcular a sua dist&ncia a A satélites. Sistema de Posicionamento ]lo(al/ foi desen ol ido por ra+4es militares# pelos 1@A # mas -o<e é amplamente utili+ado para fins ci is# em di ersas aplicaç4es# tais como" • • • • 4ocalizar % locali+ar qualquer ponto da 2erra% #avegar% na egação quer de (arco quer de a i4es% onduzir% fornece informação precisa so(re um dado percurso% Ma*ear% criação de mapas mais rigorosos% ' ]PS é constituído por uma rede de *D satélites.)iagens com 3+S 1.

)om a distancia d) traça8se a circunfer3ncia centrada em )# que interceta dois pontos da centrada em A# um dos quais é comum T circunfer3ncia centrada em X e que representa o ponto P. AD . )ontudo# utili+a8se um quarto satélite de refer3ncia# cu<o sinal tem como o(<eti o sincroni+ar os rel$gios at$micos e0tremamente precisos que equipam os satélites e os de quart+o# menos precisos# que equipam os recetores# uma e+ que a determinação do tempo# It# que o sinal le a a c-egar ao recetor é crucial. • • )om a distancia dA# traça8se uma circunfer3ncia centrada em A que contem a posição do recetor# mas que poder! ser qualquer ponto da circunfer3ncia. )om a distancia dX traça8se uma segunda circunfer3ncia centrada em X# que interceta em dois pontos a circunfer3ncia centrada em A# um dos quais ser! o ponto P.Física e Química Método da triangulação% )alculadas as dist&ncias aos satélites A# X e )# é então# possí el determinar a posição do ponto P# onde se encontra o recetor. Sincronização dos relógios 5epare8se que# para um recetor calcular a sua posição# são suficientes os sinais emitidos por tr3s emissores. • #ota% o sistema ]PS utili+a a interseção de esferas e não de circunfer3ncias.

origem do referencial/ se encontra o o(ser ador. Altitude Altitude# é a altura na ertical# medida em unidade de comprimento# relati amente ao ní el médio das !guas do mar . 1ste sistema é constituído por A ei0os perpendiculares entre si e em cu<a interseção . AG . 4atitude A latitude é definida em relação ao equador medida ao longo do meridiano de ]reenQic-# podendo ariar entre =º e W=º# para 7orte ou parra Sul 4ongitude A longitude é a dist&ncia ao meridiano de ]reenQic-# medida ao longo do 1quador.1 )oordenadas geogr!ficas Para indicar a posição de um lugar T superfície da 2erra costumamos utili+ar as c-amadas coordenadas geogr!ficas" latitude# longitude e altitude.duas coordenadas/. Para estudar mo imentos num local T superfície da 2erra# quase sempre podemos ignorar a cur atura dessa superfície#considerando8a plana.positi a acima do ní el médio# negati a a(ai0o desse ní el/. 1sta dist&ncia mede8se em graus# podendo ariar entre =º e 1S=º# para 1ste ou para 'este. )onceitos introdut$rios para a descrição de mo imentos *. @m e0emplo do dia a dia" um passageiro de um com(oio em mo imento ol-a para outro sentado T sua frente e di+ que ele est! parado# ou em repouso relati amente a si.1. *.* )oordenadas )artesianas ' sistema de coordenadas cartesianas é um outro sistema de referenciar posiç4es. 1stas coordenadas são as mais apropriadas T locali+ação de um lugar num mapa# ou no sistema ]PS. 7em sempre duas pessoas estão de acordo quando descre em o mesmo mo imento. Ao o(<eto de refer3ncia liga8se um sistema de ei0os ou referencial.1. Mas uma pessoa que este<a a er passar o com(oio di+ que aquele passageiro est! em mo imento. 7um plano# a posição é determinada com dois ei0os de refer3ncia .1. Posição " coordenadas geogr!ficas e cartesianas *.Física e Química *. 'u se<a# quando se descre e o mo imento de um corpo# é essencial que se diga ^em relação a qu3_ é que o corpo se mo e.

' deslocamento é uma grande+a etorial que caracteri+a a ariação de uma partícula# num dado inter alo de tempo# com origem na posição inicial e e0tremidade na posição final.D 5apide+ e elocidade • A rapide+ média é uma grande+a escalar positi a e que indica qual a distancia percorrida# em média# pela partícula na unidade de tempo. A distancia percorrida# s# por uma partícula é a medida de todo o percurso efetuado ao longo da tra<et$ria e # por conseguinte# é uma grande+a escalar positi a.A 2ra<et$ria# distancia percorrida e deslocamento A tra6etória descrita por uma partícula em mo imento é definida pelas sucessi as posiç4es ocupadas ao longo do tempo. As tra<et$rias podem ser" • urvil"neas% quando os pontos ocupados pela partícula ao longo do tempo definem uma cur a 6 circular# para($lica# etc. Rm = • s ∆t A elocidade média# é uma grande+a etorial e que indica qual o deslocamento e0perimentado# em média# pela partícula# na unidade de tempo. *. 1m conclusão " o deslocamento de uma partícula# durante um certo inter alo de tempo# depende apenas das posiç4es final e inicial. ∆! *m = ∆t → → AL . • 7etil"neas% quando os pontos ocupados pela partícula ao longo do tempo definem uma reta.Física e Química *. Atente8se que o alor do deslocamento# I0# num dado inter alo tempo# pode ser" • Positi o " a partícula desloca8se no sentido positi o% • 7egati o " a partículas desloca8se no sentido negati o% • 7ulo" a partícula desloca8se # mas regressa T posição inicial. A elocidade média tem a direção e o sentido do etor deslocamento# pode apresentar alores positi os ou negati os.

Física e Química A elocidade instant&nea é o limite para que tende a elocidade média quando o inter alo de tempo tende para +ero → ∆! v= ∆t → P# pois# uma grande+a etorial que# em cada ponto # é tangente T tra<et$ria e que apresenta o sentido do mo imento.G ]r!ficos posição 6 tempo e elocidade 8 tempo ' etor elocidade altera8se sempre que se altera a direção# o sentido e`ou o m$dulo. Se a elocidade é nula# pode8se concluir que o corpo est! em repouso em relação ao referencial. AR . Atra és de um gr!fico posição tempo pode8se determinar a elocidade do corpo# em cada instante# atra és do decli e da reta tangente T cur a do gr!fico# no ponto considerado. *. v= x −x t −t 2 1 2 1 Sendo 01 e 0* ordenadas da reta tangente a cur a no instante considerado. Quando o corpo in erte o sentido do mo imento o alor da elocidade é nulo.

AS . A !rea do gr!fico indica o alor do deslocamento do corpo.Física e Química A ariação do alor da elocidade# em função do tempo# pode tam(ém ser representada atra és de um gr!fico elocidade 6 tempo. 7o instante t 1# erifica8se a in ersão do sentido do mo imento.

Da Terra 8 4ua 1.1 Cnteraç4es T dist&ncia e de contacto. Cnteração eletromagnética" manifesta8se entre partículas com carga elétrica e pode ser atrati a ou repulsi a. Cnteração nuclear fraca" manifesta8se entre os quarBs# é respons! el pelo decaimento radioati o de certos n9cleos# em que o neutrão passa a um protão ou ice8 ersa com emissão de radiação (eta e neutrinos. 2erceira lei de 7eQton e ?ei da ]ra itação @ni ersal. Forças fundamentais da 7ature+a As interaç4es entre corpos# e consequentemente# as forças podem ser" • de contacto" quando o corpo que e0erce a força est! em contacto com o corpo que sofre a ação desta 6 por e0emplo# a força e0ercida pelo pé de um <ogador so(re a (ola de fute(ol 6 e que dei0a de se manifestar quando o contacto dei0a de e0istir. Cnteração nuclear forte" manifesta8se entre os quarBs# é respons! el pela coesão do n9cleo at$mico# ou se<a# mantém unidos os prot4es e os neutr4es nucleares. Cnteraç4es T distancia e de contacto.Física e Química Tema / . • AW . • As quatro interaç4es fundamentais na 7ature+a Ts quais se de e a estrutura do uni erso são" • • • interação gra itacional" manifesta8se entre todas as partículas com massa e é sempre atrati a. T distancia" quando a interação se manifesta# quer os corpos este<am em contacto quer a uma certa dist&ncia entre eles 8 por e0emplo# a força gra ítica# a força elétrica e a força magnética. 1.

D= .m d2 M e m8 massa dos corpos que interatuam d8 distancia e0istente entre os centros de massa dos corpos A direção da força é a lin-a que une os seus centros de massa e o sentido é dirigido para o centro de massa do corpo que e0erce a força.* 2erceira lei de 7eQton ou lei da Acção8 5eação Sempre que um corpo e0erce uma força so(re o outro# este reage# e0ercendo so(re o primeiro uma força com a mesma intensidade e direção mas com sentido oposto. F • • • • → A( =− F → (A 1stas forças# que constituem um par ação reação# apresentam as seguintes características" 23m a mesma lin-a de ação# a mesma direção 23m a mesma intensidade# o mesmo m$dulo 23m sentidos opostos 23m pontos de aplicação em corpos diferentes 1. Fg = Fg 6 intensidade da força gra ítica ] 6 constante de gra itação uni ersal +.A ?ei da gra itação uni ersal As forças atrati as que se erificam entre dois corpos t3m intensidade diretamente proporcional ao produto das suas massas e in ersamente proporcional ao quadrado da dist&ncia e0istente entre os seus centros de massa.Física e Química 1.

A alteração do estado de repouso ocorre sempre que um corpo esta em repouso e por ação de uma força adquire elocidade. A aceleração média é a ta0a de ariação temporal da elocidade ∆v am = ∆t → → A aceleração média# é definida como o limite para que tende a ariação de elocidade quando o inter alo de tempo tende para +ero. A aceleração Quando dois corpos interatuam# a s forças que atuam durante a interação pro ocam efeitos que podem ser" • • :eformação Alteração do seu estado de mo imento ou de repouso.A Primeira lei de 7eQton ou lei da inércia D1 .1 1feitos das forças so(re a elocidade. F! = m a :a an!lise desta e0pressão conclui8se" • • → → A aceleração e a resultante das forças t3m a mesma direção e o mesmo sentido% Para a mesma resultante das forças# quanto maior for a massa do corpo menos ser! a aceleração que adquire 6 maior ser! a resist3ncia T alteração da sua elocidade# maior ser! a sua inércia% )omo a massa é a medida da inércia do corpo# designa8se por massa inercial.* Segunda ?ei de 7eQton ou ?ei fundamental da :in&mica A força resultante de um sistema de forças que atua so(re um corpo# considerando8o como uma partícula material# é diretamente proporcional T aceleração imprimida# tendo a mesma direção e sentido.Física e Química *. A alteração do estado de mo imento erifica8se quando a elocidade com que o corpo se mo imenta aria. Segunda lei de 7eQton e ?ei da Cnércia *. • *. As interaç4es e os mo imentos. AS alteraç4es na elocidade podem ser relati amente ao m$dulo# sentido e`ou direção# podendo o corpo ficar em repouso. → ∆v a = lim ∆t → 0 ∆t → A unidade SC de aceleração é ms8* *. ' modo como a elocidade aria# com o decorrer do tempo# quer em sentido# quer em direção# quer em m$dulo# é tradu+ida pela aceleração.

D* . *. F! = 0 → → → → → uuuuu r v = 0 ou v = const.D :escrição de mo imentos retilíneos ' mo imento de um corpo# num dado inter alo de tempo# It# é determinado quer pelas condiç4es quer pela resultante das forças que so(re ele atuam. u r A resultante das forças que so(re ele atuam# F! # é" uu r uu r u r uu r u r F! = P + Rn + F )omo Rn = − P # então" uu r u r uu r u r F! = F :onde se conclui que F! é constante e# consequentemente# a aceleração a # é tam(ém constante # pois F! = ma . A elocidade aria apenas em alor e o corpo fica animado de mo imento retilíneo uniformemente ariado.Física e Química @m corpo# considerado como partícula material# permanece em repouso ou com mo imento retilíneo e uniforme se so(re ele não atuar qualquer força ou se atuar um sistema de forças cu<a resultante é nula. )onsidere8se um corpo de massa m# que se desloca so(re uma superfície u u r -ori+ontal com elocidade constante v0 no instante# t0 # em que so(re ele passa a atuar uma força constante# F # paralela a superfície de apoio. Mas como" uu r r uu r r r r ∆v # a= ∆t A aceleração e a elocidade inicial do corpo t3m a mesma direção.

A partir do gr!fico representado na figura e fa+endo coincidir o ei0o dos 00 com a direção da tra<et$ria# pode concluir8se que o alor do deslocamento# I0# é dado por" ∆x = A1 + A2 ⇔ ∆x = v0t + 1 ( v − v0 ) t 2 :ado que K =Zat # su(stituindo na e0pressão anterior# tem8se " 1 1 ∆x = v0t + (v0 + at − v0 )t ⇔ ∆x = v0t + at 2 2 2 1 como ∆x = x − x0 # onde 0= é a coordenada da posição inicial da partícula# em" 1 x = x0 + v0t + at 2 2 1sta e0pressão tradu+ a lei das posiç4es do mo imento uniformemente ariado# onde 0= e = são as condiç4es iniciais do mo imento. 5ecorrendo ao gr!fico K . elocidades do mo imento retilíneo uniformemente ' gr!fico elocidade8tempo para este mo imento é um segmento de reta cu<o decli e é o alor da aceleração. t + t0 )onsiderando o instante inicial t=K=# a e0pressão anterior em so( a forma v = v0 + at 1sta equação tradu+ a lei das ariado. DA .t/# determina8se o deslocamento da partícula durante o inter alo de tempo It# atra és da !rea contida so( o segmento de reta. Mas# caso a resultante das forças que atuam so(re um corpo # que se desloca u u r com elocidade v0 # se<a nula# a aceleração do mo imento é nula# e o corpo deslocar8 se8! com elocidade constante# animado de mo imento retilíneo uniforme.Física e Química A e0pressão que relaciona o alor da aceleração e o alor da ariação da elocidade# no inter alo de tempo é" a v − v0 ⇔ v = v0 + a ( t − t0 ) .

Quando o corpo se encontra pr$0ima da superfície da 2erra# a força gra ítica é o seu peso e é dado por" u r u r P = mg 1m que g é a aceleração gra ítica u r g= Sendo o seu alor médio W#Sms8* . Se considerarmos a resist3ncia do ar despre+! el# o corpo s$ fica su<eito T força gra ítica que é uma força constante. ?ei da aceleração" a = − g ?ei das elocidades" v = v0 − gt ?ei das posiç4es" ' = '0 + v0t − 1 2 gt 2 DD . 1 a lei das posiç4es por" x = x0 + vt 1m conclusão" ' mo imento retilíneo di+8se" • Movimento retil"neo uniformemente variado se o m$dulo da elocidade aumenta# isto é# se a elocidade inicial e a aceleração ti erem o mesmo sentido% Movimento retil"neo uniformemente retardado se o m$dula da elocidade diminui# isto é# se a elocidade inicial e a aceleração ti erem sentidos opostos% Movimento retil"neo uniforme se o m$dulo da elocidade é constante • • A. Mo imentos pr$0imos da superfície da 2erra A.T 2 Quando a resultante das forças é constante# a aceleração tam(ém# o que pro oca uma ariação uniforme da elocidade e o mo imento é retilíneo uniformemente ariado.1 ?ançamento na ertical e queda considerando a resist3ncia do ar despre+! el :urante o mo imento no ar# segundo a ertical# o corpo fica su<eito a duas forças" a força gra ítica e a resist3ncia do ar ao mo imento.Física e Química Assim# paro um dado inter alo de tempo a lei da elocidade do mo imento retilíneo uniforme é dada pela e0pressão" v = const. ( !T + h ) .

Quando a resist3ncia do ar anula o peso do corpo# a aceleração anula8se e o corpo passa a mo imentar8se com elocidade constante 8 o mo imento é retilíneo uniforme.Física e Química altu!a máxima − hmax = tempo de su ida − t s = 2 v0 -ma0 K \= ariação m!0ima da altura 2g v0 g A.* ?ançamento ertical e queda com resist3ncia do ar não despre+! el 7as situaç4es em que não é possí el despre+ar a resist3ncia do ar# a força de atrito e0istente entre o corpo e o ar ai aumentando T medida que a elocidade aumenta. a medida que o corpo desce# a intensidade da força resultante ai diminuindo e quando a força de atrito adquire uma intensidade igual T do peso do corpo# a força resultante anula8se. ' m$dulo da aceleração a que o corpo est! su<eito ai diminuindo. DG . ' m$dulo da elocidade aumenta com o decorrer do tempo# contudo a sua ariação é cada e+ menor. As e0press4es que caracteri+am o mo imento são" ' = '0 + vt r uuuuu u r v = const. :urante a queda# ate que a resist3ncia do ar anule o peso do corpo# o mo imento é retilíneo acelerado.

Mo imento circular e uniforme DL .Física e Química :a an!lise do esquema representado podemos concluir" • • 7a su(ida# a intensidade da resultante é superior T da força gra ítica# o m$dulo da aceleração é superior ao da força gra ítica% 7a descida# a intensidade da resultante é inferior T da força gra ítica# o m$dulo da aceleração é inferior ao da aceleração gra ítica. A. D. 7'2A" o tempo de queda de um corpo que é lançado -ori+ontalmente é igual ao tempo de queda na ertical de outro corpo# quando am(os partem da mesma altura# considerando a resist3ncia do ar despre+! el.A ?ançamento -ori+ontal com resist3ncia do ar despre+! el Se um corpo for lançado -ori+ontalmente com elocidade# fica su(metido apenas a penas T ação da força gra ítica# caso se despre+e o efeito da resist3ncia do ar# descre endo uam tra<et$ria para($lica no plano# resultante de dois mo imentos independentes# um segundo o ei0o dos 00 e outro do ei0o dos \.

ncia9f:% numero de rotaç4es e0ecutadas na unidade de tempo 8 unidade SC é o -ert+ ' período e a frequ3ncia relacionam8se por" T= 1 f • )elocidade angular 9.Física e Química @ma partícula esta animada de mo imento circular e uniforme quando a resultante das forças que so(re ela atuam é uma força centripta# pois# em cada instante# é perpendicular a elocidade# de m$dulo constante# radial e dirigida para o centro da tra<et$ria.:% é o &ngulo descrito pela partícula na unidade de tempo 8 unidade SC é o rads81" ω= ∆θ ∆t Se a partícula descre er uam olta completa# IFK*b e ItK2# então" ω= 2π ou ω = 2π f T • )elocidade9v:" como o m$dulo da elocidade coincide com o da celeridade média# é igual ao arco descrito na unidade de tempo" v= 2π R ou v = ω R T 'nde 5 representa o raio da tra<et$ria. A aceleração do mo imento circular e uniforme# aceleração centripta# é pois# radial# dirigida para o centro da tra<et$ria e de m$dulo constante. )aracterísticas e aplicaç4es de um satélite geoestacion!rio DR . • Aceleração centr"*eta9ac: " o m$dulo da aceleração centrípeta# respons! el pela ariação da direção da elocidade # é" ac = v2 ou ac = ω 2 R R G. Para estudar o mo imento é preciso definir algumas grande+as que o caracteri+am" • • +er"odo9T:" tempo que a partícula demora a completar uma rotação 8 a unidade SC é o segundo% (re0u.

Para se lançar um satélite artificial é necess!rio imprimir8l-e uma elocidade inicial ele ada# de modo a conseguir escapar T ação da força gra ítica e atingir a altitude dese<ada. ! A elocidade de escape e a elocidade de $r(ita são8l-e comunicadas atra és de foguet4es apropriados. 's satélites geoestacion!rios utili+am8se para" • • • '(ser ação do Planeta para in estigação e meteorologia% )omunicaç4es% :eterminação de posição 6 ]PS. 7a altitude de $r(ita é8l-e imprimida uma elocidade -ori+ontal 8 elocidade de $r(ita 6 cu<o alor é dado por v = + . DS .Física e Química @m satélite geoestacion!rio é um satélite artificial que" • • • • • • 'r(ita em torno da 2erra% :escre e uma tra<et$ria circular constante% Acompan-a o mo imento da 2erra com elocidade de m$dulo constante# direção tangente a tra<et$ria e sentido de oeste para este% :emora 1 dia a completar uma olta em torno da 2erra% P atuado pela força gra ítica% 2em um mo imento circular e uniforme. .

's sinais podem ser de curta duração 6 a que se c-ama pulso 6 ou de longa duração.1 Propagação de um sinal @m sinal é uma alteração de uma propriedade física do meio.Física e Química Tema Aomunicação de informação a curtas dist5ncias% o som 1. As ondas não transportam matéria mas fa+em o transporte da energia. @ma onda é uma porpagação de uma pertur(ação no espaço. DW . As ondas# quanto ao meio de propagação# classificam8se em" • 'ndas mec&nicas" necessitam de um meio material para se propagarem. ' sinal de curta duração é uma onda solit!ria e resulta da propagação de um s$ pulso. 1m qualquer tipo de ondas decorre sempre um inter alo de tempo entre a produção do sinal e a sua receção pelo que o modulo da elocidade da onda é dado por" v= s ∆t 1m que s e a distancia percorrida pelo pulso no inter alo de tempo It. 10emplo" radiação isí el. • 'ndas longitudinais" se a direção em que se deu a pertur(ação coincide com a direção de propagação da onda# como o som. ' sinal de longa duração é uma onda persistente e resulta da propagação de pulsos contínuos. @m pulso é uma pertur(ação produ+ida num dado instante. As ondas em relação ao modo como se propagam classificam8se em" • 'ndas trans ersais" a direção em que se deu a pertur(ação é perpendicular ! direção de propagação da onda# como as ondas eletromagnéticas. 's sinais podem ser peri$dicos se repetem as suas características em inter alos de tempo iguais e di+em8se não peri$dicos quando tal não acontece. 2ransmissão de sinais 1. 10emplo" som. • 'ndas eletromagnéticas" não necessitam de um meio material para se propagarem# propagam8se na presença ou aus3ncia de meio.

J a menos distancia que separa duas partículas do meio de propagação que estão na mesma fase de oscilação. A frequ3ncia# é o n9mero de oscilaç4es por unidade de tempo.* 'nda peri$dica @ma onda peri$dica resulta da propagação de pulsos iguais# emitidos em inter alos de tempo iguais. • ' período# é o inter alo de tempo decorrido entre dois pulsos consecuti os. • ' comprimento de onda# é a dist&ncia a que se propaga a onda num período. • • @ma onda propaga8se a uam distancia igual ao seu comprimento de onda# durante um inter alo de tempo igual ao do período. :epende da frequ3ncia da fonte emissora. A periodicidade no tempo de uma onda é caracteri+ada pelo período. A unidade SC é o segundo A periodicidade no espaço de uma onda é caracteri+ada pelo seu comprimento de onda. A amplitude# é o m!0imo afastamento relati amente a posição de equilí(rio.Física e Química 1. A unidade SC é o metro. @ma onda peri$dica é# pois# uma onda persistente# cu<as características se repetem no tempo e no espaço. A unidade SC é o -ert+. A unidade SC é o metro. A elocidade de propagação da onda é v= s # então pode ser escrita" ∆t v= 1 como f = λ T v=λf 1 # então" T G= .

A frequ3ncia angular esta relacionada com a frequ3ncia da oscilação por ω = 2π f 1 com o período por ω= 2π T A unidade SC da frequ3ncia angular é o radiano por segundo. @ma onda -arm$nica# como qualquer onda peri$dica apresenta" • • Periodicidade no tempo% Periodicidade no espaço. @m sinusoidal ou -arm$nico é e0presso pela função" ' = A sin ( ωt ) 'nde" A8 P a amplitude de oscilação% é a elongação# o afastamento# em cada instante da fonte emissora em relação a posição de equilí(rio% c8 é a frequ3ncia angular de oscilação da fonte emissora. G1 . ' período# a frequ3ncia e a amplitude de uma onda -arm$nica são determinados pelo sinal da fonte emissora.Física e Química 1.A Sinal -arm$nico e onda -arm$nica @m sinal -arm$nico resulta de pertur(aç4es peri$dicas produ+idas quando a fonte emite pulsos sinusoidais ou -arm$nicos. @ma onda -arm$nica é a propagação no espaço e no tempo de um sinal -arm$nico ou sinusoidal. @m sinal -arm$nico ou sinusoidal é descrito matematicamente pelas funç4es seno ou cosseno.

7os meios gasosos é normal caracteri+ar a onda sonora pelas ariaç4es de pressão# uma e+ que são estas que permitem aos recetores . A diferença de pressão designa8se por pressão sonora e est! relacionada com a amplitude da onda sonora. As ondas sonoras são ondas longitudinais pois as sucessi as compress4es e rarefaç4es ocorrem na direção de propagação. 7a erdade# uma onda sonora resulta do mo imento i(rat$rio das partículas do meio circundante da fonte sonoro# pr$ e0emplos moléculas de ar. 's mo imentos i(rat$rios das partículas geram sucessi as +onas de maior densidade# as +onas de compressão 8 +onas de alta pressão 8# e de menor densidade# as +onas de rarefação 8 +onas de (ai0a pressão. 1ste mo imento é comunicado Ts partículas i+in-as# que passam tam(ém a i(rar. ' som *. ' som é uma onda mec&nica# pois s$ se propaga em meios materiais e # consequentemente# a Sua elocidade depende do meio de propagação.1 Produção e propagação de um sinal sonoro" onda mec&nica longitudinal ' som tem origem na i(ração de uma partícula do meio material el!stico. @m sinal sonoro propaga8se no meio em que se encontra a fonte emissora# gerando uma onda sonora.ou idos# microfones/ detetarem e identificarem um sinal sonoro. As partículas do meio oscilam na direção de propagação da onda. As características de uma onda sonora# a frequ3ncia e amplitude# são determinadas pelas da fonte sonora# isto é# pela frequ3ncia e pela amplitude do sinal sonoro.Física e Química *. ' som é uma onda de pressão# pois -! +onas de compressão e de rarefação do ar que ariam periodicamente no tempo e no espaço. G* .

a onda de maior frequ3ncia corresponde um som mais agudo.Física e Química 's sons distinguem8se atra és das seguintes características" • A intensidade é a energia que# na unidade de tempo# atra essa uma !rea unit!ria perpendicular T direção de propagação. @m -arm$nico é um som puro cu<a frequ3ncia é um m9ltiplo inteiro de uma dada frequ3ncia# isto é# da frequ3ncia do som fundamental. :uas ondas sonoras com diferentes amplitudes# mas com a mesma frequ3ncia# correspondem a sons com diferentes intensidades. • *. A intensidade permite distinguir um som fraco de um som forte. GA . :uas ondas com diferentes frequ3ncias e igual amplitude correspondem a sons com diferentes alturas. a onda de maior amplitude corresponde um som mais forte. 7ão é uma onda sinusoidal com frequ3ncia (em definida. A altura depende# essencialmente# da frequ3ncia da onda sonora. A altura permite distinguir um som alto ou agudo de um som (ai0o ou gra e. P proporcional ao quadrado da amplitude da onda sonora. @m som comple0o# como o som emitido pela corda de uma iola# resulta da com(inação de sons puros.* Sons simples e comple0os" espectro sonoro @m som puro ou simples# como o emitido por um diapasão# tem uma frequ3ncia (em definida e um s$ comprimento de onda. A forma é a função seno ou cosseno# isto é# é uma onda -arm$nica.

' espectro sonoro est! relacionado com as frequ3ncias sonoras e contempla não s$ os sons aos quais o ou ido -umano é sensí el# os sons audí eis# mas tam(ém os infrassons e os ultrassons.Física e Química ' tim(re resulta da com(inação do som fundamental e dos seus -arm$nicos.som muito agudo/% Cnfrassons# que correspondem a uma (anda de frequ3ncias compreendida entre = e *=N+% @ltrassons# que correspondem a uma (anda de frequ3ncias superiores a *====N+. Permite# pois# distinguir dois sons com a mesma intensidade e com a mesma frequ3ncia# mas emitidos por diferentes instrumentos. som muito gra e/ e os *====N+ . 7o espectro sonoro -!# pois# que destacar A (andas de frequ3ncia" • • • Sons audí eis# que correspondem a uma (anda de frequ3ncias compreendida entre os *= N+. )onfere características específicas ao som de um dado instrumento musical. GD .

2/.Física e Química Tema /. Csto é# um campo magnético pode ser criado quer por ímanes quer por correntes elétricas. ' campo magnético criado entre os ramos paralelos de um íman em @ ou no interior de um solenoide# uma (o(ina# percorrido por uma corrente estacion!rio# é um campo magnético uniforme. )omo consequ3ncia apresentam as seguintes propriedades" • • • • Fec-am8se so(re si mesmas% 7unca se cru+am% São mais densas nas regi4es onde o campo magnético é mais intenso% Saem do p$lo norte e entram no p$lo sul. )ampos magnético e elétrico e lin-as de campo 1. GG .1 )ampo magnético e lin-as de campo magnético ' campo magnético é uma região do espaço onde se manifestam as aç4es de um íman ou de uma corrente elétrica.comunicação de informação a curtas dist5ncias% o microfone e o altifalante 1. u r +ro*riedades das lin&as de cam*o magnético As lin-as de campo magnético são em cada ponto tangentes ao etor campo magnético e t3m o sentido deste. ' etor campo magnético# ( # é uma grande+a que caracteri+a# em cada ponto# o campo magnético. 7o campo magnético uniforme# o etor campo magnético# é constante e as lin-as de campo são paralelas entre si. A unidade Si do campo magnético é o tesla. @m campo magnético pode ser isuali+ado atra és das lin-as de campo que# por con ecção# começam no p$lo norte e terminam no p$lo sul.

* )ampo elétrico e lin-as de campo elétrico A carga de pro a q colo no ponto P# T dist&ncia r da carga criadora# Q# do campo elétrico fica su(metida T força uu r elétrica Fe . GL .Física e Química 1. P centrípto se a carga criadora é negati a e centrifugo se a carga criadora é positi a ' campo elétrico criado por !rias cargas é igual a soma etorial dos campos criados por cada uma das cargas. • • • • P uma grande+a posicional# pois s$ depende da posição do ponto T carga criadora% ' campo criado por uma s$ carga é um campo de forças atrati a sou repulsi as% P radial# pois tem direção do raio que passa pelo ponto. +ro*riedades das lin&as de cam*o elétrico As lin-as de campo elétrico são# por definição# em cada ponto# tangentes ao etor campo elétrico e t3m o sentido deste. A grande+a que caracteri+a o campo elétrico num dado ponto e que é igual a força elétrica por unidade de carga designa8se pr$ etor campo elétrico ou campo elétrico em P# u r E. @m campo elétrico pode ser isuali+ado atra és das lin-as de campo. uu r u r Fe = #E A unidade SC de campo elétrico é o olt por metro. aracter"sticas do vetor cam*o elétrico A intensidade do campo elétrico# no ponto P# é tanto maior quanto maior for o m$dulo da carga criadora e quanto menor for a distancia do ponto a esta carga.

' etor campo elétrico é constante e as lin-as de campo são paralelas entre si# estão dirigidas da placa positi a para a negati a. GR .Física e Química )omo consequ3ncia apresentam as seguintes propriedades" • • Por cada ponto do campo passa somente uma lin-a de campo% 5epresentando um campo por um determinado n9mero de lin-as de campo# na região onde a mesma !rea é atra essada por um n9mero maior destas# o campo é mais intenso% 7um campo criado por !rias cargas# as lin-as de campo começam numa carga positi a e terminam numa carga negati a. • @m campo elétrico criado entre duas placas paralelas e condutoras com cargas de sinais opostos é um campo elétrico uniforme.

1 Flu0o magnético atra és de uma ou de arias espiras condutoras ' flu0o magnético é uma grande+a física que esta relacionada com o n9mero de lin-as de campo que atra essa uma determinada !rea e que# por definição# é o produto da intensidade do campo magnético# pelo alor da !rea e pelo cosseno do &ngulo" u r φ = ( A cos ( θ ) A unidade Si de flu0o magnético é o Qe(er. ' flu0o magnético que atra essa uma espira de !rea A# que se encontra num campo magnético de intensidade ( # pode ser positi o ou negati o # dependendo do sentido ar(itrado para a direção da normal T superfície . Força eletromotri+ indu+ida *.H(/. )ontudo# é" • • M!0imo quando a espira esta perpendicularmente ao etor campo magnético# pois FK=º e cos=ºK1% 7ulo quando a espira esta colocada com a mesma direção do etor magnético# isto é# FKW=º e cosW=ºK= u r ' flu0o magnético total # que atra essa uma (o(ina constituída por 7 espiras# todas iguais# é igual ao produto do n9mero de espiras pelo flu0o magnético que atra essa cada uma delas" φt = &φ GS .cosF aria entre Z1 e 81/.Física e Química *. ' flu0o magnético que atra essa uma espira pode ariar se se alterar" • • • A intensidade do campo magnético% A !rea atra essada pelo campo magnético% ' &ngulo que o campo magnético fa+ com a espira.

* Cndução eletromagnética Quando o flu0o do campo magnético que atra essa a superfície delimitada por uma espira condutora aria no tempo# surge uma corrente elétrica na espira# que se designa por corrente indu+ida. *. A ariação do flu0o magnético <unto de um circuito pode surgir quando" • • • Se mo e um íman <unto a um circuito% Se mo e o circuito nas pro0imidades de um íman% ' circuito é deformado.Física e Química *.A ?ei de Farada\.(o(ina/. A intensidade depende da rapide+ com que este mo imento se d!# ou se<a# a intensidade da corrente elétrica indu+ida é tanto maior quanto mais r!pida for a ariação do flu0o magnético. ' sentido da corrente depende do sentido do mo imento do íman# que in erte quando in erte o sentido do mo imento do íman. 5epare8se que a ariação do flu0o magnético gera uma corrente elétrica T qual esta associado um campo elétrico# donde se conclui que as fontes de campo elétrico são não s$ cargas elétricas# mas tam(ém campos elétricos ari! eis. 1ste fen$meno c-ama8se indução eletromagnética. 2anto o sentido como a intensidade da corrente elétrica indu+ida estão relacionados com a ariação do flu0o magnético que atra essa a !rea da superfície delimitada pela espira . 1m suma" um circuito percorrido por uma corrente elétrica ari! el cria uma corrente indu+ida ari! el noutro circuito que se encontre nas i+in-anças. Produção de eletricidade GW .

Assim# o altifalante# inserido num circuito# transforma a corrente elétrica alternada em ondas mec&nicas sonoras# sendo a frequ3ncia da corrente alternada igual T frequ3ncia das ondas sonoras. A. Quanto maiores forem os deslocamentos da espira# maior ai ser o m$dulo da força eletromotri+ indu+ida. L= .# le a a que a espira ten-a um mo imento de ^ ai ém_ relati o ao imane# o que fa+ com que ocorra uma ariação de flu0o magnético na espira. @m altifalante é constituído por um imane fi0o# uma (o(ina e uma mem(rana oscilante. A força eletromotri+ indu+ida e definida pela lei de Farada\. ?ei de Farada\ A %orça eletromotriz induzida é a ta&a de variação do %lu&o magnético que atravessa uma espira ou espiras. ε = A unidade Si da f.Física e Química 7os terminais de uma (o(ine# onde se produ+ corrente elétrica atra és de indução eletromagnética# é possí el medir uma ddp ou tensão# a qual é denominada força eletromotri+ indu+ida e é representada por [.e. Funcionamento de um microfone e de um altifalante de indução @m microfone é constituído por um imane fi0o# uma espira m$ el e uma mem(rana oscilante.m é o olt. ∆φ ∆t A força eletromotri+ é a quantidade de energia que se transforma num gerador e que est! disponí el so(re a forma de energia elétrica. A corrente elétrica alternada que é produ+ida no microfone# fruto da força eletromotri+ indu+ida# atra essa a (o(ina e esta# um solenoide# passa a ter um mo imento de ^ ai ém_ relati amente ao imane fi0o# pro ocando a oscilação da mem(rana. 1sta ariação de flu0o magnético cria uma força eletromotri+ indu+ida com alores proporcionais aos alores dos deslocamentos da espira.e. Assim# um microfone# inserido num circuito# transforma ondas mec&nicas sonoras em corrente elétrica alternada. @ma onda sonora (ate na mem(rana oscilante e p4e8a a i(rar# o que fa+ com que a espira m$ el se<a apro0imada e afastada do imane fi0o# i.