Resumo—Este artigo tem como principal função descrever de

forma sucinta a composição do núcleo dos sistemas móvel
celulares de 3ª e 4ª geração, WCDMA e LTE, respectivamente,
suas diferenças e a forma como interagem.
Palavras chave—WCDMA/HSPA+, LTE, UMTS, EPC.
Abstract—This document has the main objective to describe
succinctly the composition of the 3
rd
and 4
th
generation of cellular
mobile phone core, WCDMA and LTE, respectively, it´s
difference and how the way it interacts.
I ndex Terms—WCDMA/HSPA+, LTE, UMTS, EPC.
I. INTRODUÇÃO
Como resultado dos grandes avanços tecnológicos obtidos
nas áreas de eletrônica e comunicação, impulsionado pelo
desejo de desenvolver a maneira como pessoas se comunicam,
a ITU (International Telecommunications Union), promove a
unificação de tecnologias.
Ao invés de se estabelecer um sistema único, considerando
a vasta gama de tecnologias comerciais já existentes, foram
julgadas então as tecnologias promissoras – é o padrão global
para a terceira geração de comunicação via rádio, abrangendo
cinco tecnologias a nível de interface de rádio.
II. TECNOLOGIAS DE SISTEMAS MÓVEIS CELULARES
Com o objetivo comum de massificar e padronizar soluções,
foi adotado em conselho o IMT-2000 (International Mobile
Telecommunications 2000), e em conjunto está o 3GPP (3rd
Generation Partnership Project) que apartir do ano 2000
passou a ser o responsável pelo desenvolvimento e
padronização de sistemas de comunicação móvel celular.
São grupos formados por representantes de academias e
indústrias, pertencentes a diversas nações, e responsáveis por
discussões e projetos que definem a trajetória de todo o
avanço neste segmento.
Definiram um sistema celular global de 3ª Geração, o
UMTS (Universal Mobile Telecommunications System).
As diferentes gerações de tecnologias (1G a 4G), descrevem
então as diferentes interfaces aéreas, como a primeira geração
1G (divisão de frequência – FDM), segunda geração 2G
(divisão do tempo – TDM), terceira geração 3G (divisão por


código – CDM) e quarta geração 4G (divisão por frequências
ortogonais – OFDM).

A. Objetivos a serem alcançados na visão do UMTS
Conceitualmente, o objetivo é promover facilidades, como
portadoras realocáveis e banda atribuível sob demanda,
variedade de tipos de tráfego compartilhando o mesmo meio,
método de tarifação adequada para aplicações multimídia,
também temos serviços personalizados ao cliente além de
implementação de novos e inovadores serviços.
Em resumo podemos destacar além destes citados, três
pontos chaves de primordial importância para seu sucesso,
rádio acesso de banda-larga, roaming inteligente e alta
capacidade.
A arquitetura de rede UMTS é de fundamental necessidade
para prover altos níveis de performance e desempenho no que
diz respeito a transmissão de dados à rede GSM original, já
transmitir dados é um dos seus objetivos, pois sua arquitetura
também reflete em maior flexibilidade para prover uma nova
gama de serviços a clientes.
III. O SISTEMA MÓVEL DE 3ª GERAÇÃO
Uma rede UMTS é composta por três domínios, UE (User
Equipment) que corresponde ao aparelho celular do cliente, a
UTRAN-RNS (Radio Network Subsystem) que é o sistema de
transmissão e recepção por ondas de rádio e o CN (Core
Network) que corresponde ao núcleo da rede que trata voz e
dados, interligando com demais redes espalhadas ao redor do
planeta.

A. Estrutura da rede 3GPP WCDMA
A figura 1 ilustra a composição da rede de 3ª Geração,
padrão 3GPP WCDMA.

Comparação entre as redes de pacotes dos
padrões WCDMA/HSPA+ e LTE.
Arthur Delfino Duarte
Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel
aduarte@gee.inatel.br
Daniel Andrade Nunes
Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel
danielnunes@inatel.br
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Fig. 1. Estrutura da rede WCDMA.


B. O Core Network
O Core Network da rede tem como principal função realizar
o roteamento, comutação e transito do tráfego do usuário,
possui arquitetura básica baseada na rede GSM/GPRS e é
dividido em dois domínios, comutação por circuitos (voz) e
comutação por pacotes (dados):
Destaca-se algumas características, como o fato de a
comutação por circuitos implicar na alocação de recursos
dedicados para a transferência de informações, oque não
ocorre com o domínio por comutação de pacotes.

C. Composição do Core Network
Os dispositivos que constituem o Sistema de Comutação por
circuitos são o Mobile services Switching Centre (MSC),
Visitor Location Register (VLR) e Gateway MSC.
O MSC é responsável pela gerência das chamadas
comutadas a circuito, assim como roteamento de chamadas e
serviços de mensagens por texto (SMS) e diversos outros,
como FAX. Configura e provê a conexão fim-a-fim entre
clientes. Além de também ser responsável pela interface com a
rede de telefonia fixa comutada (STFC).
O HLR é um banco de dados que contém informações de
assinantes e encontram-se em um local de rede atendido por
um MSC. Os dados de assinantes armazenados no HLR
incluem, IMSI – Número de identificação do assinante, dados
de autenticação, número do telefone do assinante além do
serviço que o assinante está permitido a realizar .
Os elementos da rede que pertencem ao domínio de
comutação por pacotes são, o Serving GPRS Support Node
(SGSN) e o Gateway GPRS Support Node (GGSN).
O SGSN foi introduzido na arquitetura de rede UMTS, com
o sistema GPRS/EDGE foi introduzido, sendo responsável
pela entrega de dados “de e para” estações móveis dentro de
suas áreas geográficas de serviços. Desempenha tarefas como
rotear e transferir pacotes, gerenciar mobilidade, gerenciar link
de dados, autenticação e tarifação. Dentro da rede WCDMA,
tem como tarefa específica a de transportar o tráfego de
downlink e uplink do HSPA+, tunelamento de pacotes à RNC
e prover o gerenciamento de mobilidade.
O GGSN, assim como o SGSN, foi introduzida na rede
GPRS e é o elemento central dentro da rede de comutação por
pacotes UMTS. Lida com a interconexão entre redes
comutadas a pacotes UMTS e redes comutadas a pacotes
externas, ou seja, comporta-se como um roteador, de tal forma
que antes de estabelecer uma chamada telefônica, ele recebe os
dados endereçados à um usuário específico e checa se o
usuário está ativo, para então encaminhar ao SGSN que atende
ao processo.

D. Elementos comuns entre Domínio de Comutação de
Circuito e Comutado de Pacote
Dentro do Core GPRS, há estruturas compartilhadas entre
os núcleos de comutação por pacote e circuito, o Home
Location Register (HLR), o equipment Identity Register (EIR)
e Authentication Centre (AuC).
O HLR é um banco de dados que contém as informações
administrativas sobre cada assinante, desta forma é possível
rotear chamadas às RNCs/NodeBs pertinentes. O EIR é
responsável por decidir se um dado UE está apto e permitido a
operar na rede.

IV. O SISTEMA MÓVEL DE 4ª GERAÇÃO
A atual geração de telefonia móvel, 4ª Geração, é chamada
de LTE ( Long Term Evolution), apresenta inúmeras melhorias
que a torna mais complexa e sofisticada, como operar
integralmente no domínio de pacotes (Packet Switching), onde
a comutação por circuito foi abandonada, ou seja, sua
transmissão é sobre o protocolo IP (Internet Protocol), um dos
protocolos que compõem a internet.
A. Avanços trazidos pelo LTE
O LTE traz consigo inúmeras mudanças em sua estrutura de
rede que possibilitam avanços, priorizando a convergência
entre as redes cabeadas e sem fio, assim como a qualquer
dispositivo eletrônico e adicionando grande gama de
possibilidade em oferta de serviços.
Também, o RTT – Round Trip Time (tempo de envio e
recebimento de um pacote) abaixo de 10ms, garantindo uma
excelente qualidade para aplicações multimídia e Access
Delay (tempo que uma interface de rede espera antes de poder
acessar uma determinada rede) abaixo de 300ms.
Sua interface aérea é denominada EUTRAN (Evolved
UMTS Terrestrial Radio Access Network), que traz melhorias
em termos de taxas de transmissão de dados e no aumento da
qualidade do provimento de serviços.

B. Arquitetura da rede LTE
A figura 2 ilustra a arquitetura de rede do padrão LTE:

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Fig. 2. Estrutura da rede LTE.

O padrão LTE é dividido nos 4 domínios a seguir, UE, E-
UTRAN, EPC (Evolved Packet Core) e Services. Com
grandes e evidentes mudanças a nível de E-UTRAN e EPC,
onde a antiga NodeB agora se chama eNodeB, capaz de se
comunicar diretamente com outras eNodeBs sem o auxilio de
um elementro concentrador e/ou controlador, pois ele assume
agora a função de controladora da interface. Isso representa
um grande avanço já que um nó a menos na rede traz redução
do tempo de latência e possibilita agora a formação de uma
rede mesh de eNodeBs.
Mudanças foram geradas com a adoção do Evolved Packet
Core, que agora opera somente com transmissão IP,
removendo da comutação por circuito, a voz é tratada como
pacote e transportada para a rede, assim temos serviços
orientados de tal forma que a transmissão não necessite de
circuitos dedicados, gerando economia de recursos.
A camada de serviços se integra ao sistema LTE,
complementando a oferta de serviços em IP que estão
disponíveis externamente a rede.
O Evolved Packet Core é agrupa o MME (Mobility
Management Entity), S-GW (Serving Gateway), P-GW
(Packet Data Network Gateway), PCRF (Police and Charging
Resource Function) e HSS (Home Subscriber Server).
O MME é o elemento de controle principal dentro do EPC,
responsável pela autenticação, segurança, gerenciamento de
mobilidade, gerenciamento de perfil do usuário, conexão e
autorização dos serviços.
O S-GW é responsável pela gerência e comutação dos
túneis do User Plane, roteamento e encaminhamento de
pacotes, gerencia e armazena contextos UE, parâmetros da
portadora de serviço IP além de informação de roteamento
interno e replicação do tráfego de usuário em caso de
interceptação legal de chamadas.
O P-GW, ou PDN-GW (Packet Data Network Gateway), é o
roteador de borda entre o EPS (Evolved Packet System/Core)
e as redes de pacotes externas, redes padronizadas pelo 3GPP
e oriundas, além de também filtrar e controlar o envio de
pacotes requeridos para serviços, suporte a tarifação e aloca
endereços IP para o UE.
O PCRF estabelece as políticas de qualidade e acesso da
rede, gerencia os serviços em termos de QoS e dá informações
necessárias para estabelecimento dos serviços com qualidade.
O HSS é o banco de dados de registro do usuário, executa
funções equivalentes ao HLR, AuC e EIR, pertencentes a
antiga rede 3G UMTS.

V. INTERAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS LTE E WCDMA
Uma das grandes preocupações envolvidas no
desenvolvimento de novas tecnologias e formas de acesso está
ligada diretamente com a interoperabilidade entre os sistemas
já existentes.
Tecnologias de comunicação podem gerar desafios quanto à
interação e integração com demais redes, independente de qual
seja o limitante, o LTE não interage diretamente com o
WCDMA, GSM, Wimax e etc., como por exemplo a
tecnologia de acesso utilizada na interface aérea e a faixa de
frequência de operação esp mas há formas com que uma
tecnologia interaja com outra, através de algum nó na rede que
sirva como um gateway, ou conversor, adaptando os sinais de
informação de forma que ambos possam se comunicar.
Dentro da arquitetura do EPC, existe um elemento de rede
chamado de SAE GW (Service Architecture Evolution
Gateway), composto pelo S-GW e P-GW, responsável por
realizar a interconexão de diferentes tipos de redes,
independente de serem redes comutadas a circuito ou pacotes.
A figura 3 ilustra a arquitetura de rede LTE e interconexão
com demais redes de comunicação.



Fig. 3. Interoperabilidade entre as diferentes redes de comunicação.

VI. OBSERVAÇÕES
O aumento da taxa de transferência de dados é um
fenômeno resultado de pesquisas e inovação tecnológica, mas
que também vem acompanhado da necessidade cada vez maior
de se trafegar maiores volumes de dados de forma mais rápida.
Porém, como toda tecnologia de transmissão, há limites de
quanto se consegue trafegar em um determinado período de
unidade de tempo. Nota-se um grande aumento desta taxa de
acordo com o tempo, mas há inúmeros limitantes que recaem
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sobre os sistemas transmissores e geram outros impactos,
tornando ainda maior a barreira entre oque se estima e oque
realmente é atingido.
Trata-se do atual cenário no mercado de telecomunicações,
que mesmo diante de investimentos pesados em equipamentos
e infraestrutura, não acompanham o resultado esperado pela
demanda de tráfego, seja de voz ou de dados.
Novas tecnologias dividindo espaço com redes legadas que
ainda representam barreiras e impõem restrições quanto à
qualidade de acesso e trazendo lentidão para migração de
novas redes, investimentos que não geraram retorno suficiente
capaz de atrair novos investimentos, além de diversos outros
motivos ligados a por exemplo ao sistema de transmissão, que
por fim, apresentam limites em termos de taxa de transmissão
real, resultando em incapacidade de oferecer o serviço
estimado.
A tabela a seguir faz um comparativo entre as taxas de
transmissão para diferentes tecnologias de acesso.
Fig. 4. Tabela comparativa de taxas de transmissão entre diferentes
tecnologias.



VII. CONCLUSÃO
Este estudo teve como principal objetivo, apresentar as mais
evidentes diferenças entre as redes de 3ª e 4ª geração de
telefonia móvel. Apresentando de forma sucinta a composição
do núcleo da rede de ambas tecnologias, assim como
descrevendo elementos e funções que cada dispositivo tem no
sistema. De acordo com oque foi apresentado, a sofisticação e
qualidade atingida por sistemas de 3ª e 4ª geração estão hoje
sendo adotadas comercialmente por diversas operadoras, como
solução para a necessidade de acesso banda larga comercial.
Onde através do emprego correto de tecnologias de
transmissão, é possível conquistar resultados satisfatórios.
Assim como apresentam inúmeras vantagens, tendo como
principal, a vantagem envolvendo a alta taxa de transmissão
também há algumas desvantagens. Uma rede de quarta geração
hoje está mais adaptada para compor uma rede de tráfego de
dados capaz de suprir as necessidades impostas pelo mercado.
Mas em contrapartida, mesmo diante de investimentos
pesados em infraestrutura e desenvolvimento de soluções, há
condições que impedem o sucesso pleno de tecnologias de
banda larga móvel.
REFERÊNCIAS
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Evolution: HSPA and LTE for Mobile Broadband, 2
nd
ed., Elsevier
Ltd., 2008.
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Sons Ltd.,2011.
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<http://www.nokia.com/NOKIA_COM_1/About_Nokia/Research/Dem
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[10] Technical White Paper, Long Term Evolution (LTE): Overview of LTE
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<http://business.motorola.com/experiencelte/pdf/LTEAirInterfaceWhite
Paper.pdf >.
[11] LTE EPC, Cisco, disponível em
<http://www.cisco.com/web/BR/solucoes/sp/mobile_internet/lte_epc.ht
ml>.




Arthur Delfino Duarte, nasceu em Goiânia, GO, em março de 1986.
Recebeu o título de Engenheiro Eletricista pelo Instituto Nacional de
Telecomunicações – INATEL em 2011.
Atualmente ocupa o cargo de Analista Wireless na empresa Huawei Serviços
do Brasil, e tem interesse em temas ligados a redes wireless, redes IP,
roteamento & comutação de dados, sistema operacional Linux, legislação de
serviços em telecomunicações e business.
Daniel Andrade Nunes nasceu em Santa Rita do Sapucaí em 1973, formado
como Técnico em Eletrônica na Escola Técnica de Eletrônica Francisco
Moreira da Costa em 1992 e graduado em Engenharia elétrica em 1998 pelo
INATEL – Instituto Nacional de Telecomunicações. Obteve o grau de Mestre
em Telecomunicações, também pelo INATEL em agosto de 2007.
Trabalhou 5 anos na multinacional Ericsson como instrutor técnico e gerente
de projetos principalmente na área de sistemas celular no planejamento,
otimização e desenvolvimento de cursos para sistemas AMPS, DAMPS,
CDMA e GSM em 10 países da America latina, Estados Unidos e Europa.
Atualmente é professor de matérias relativas a comunicações móveis e
transmissão digital no programa de Graduação do INATEL, ministra matérias
referentes às tecnologias GSM, WCDMA, LTE, WiMAX, WiFI, XDSL e
DocSYS no programa de Pós Graduação do Inatel além de ministrar cursos
nas áreas de planejamento e otimização para sistemas GSM, WCDMA, WiFI
e WiMAX pelo ICC – Inatel Competence Center.



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