O nosso objetivo é a sua Aprovação

GEOGRAFIA DO BRASIL Apostila especial para concursos públicos: Polícia Rodoviária Federal DIVISÃO POLÍTICA E REGIONAL DO BRASIL 1. Região Norte É formada por 7 Estados, ocupando 4 ,! " da área do #rasil e possuindo $$%$ &%''' (abitantes )$&& * 7,!" do #rasil+% ,o período de $&-' a &$, a Re.i/o re.istrou a maior ta0a de crescimento populacional )1,&"+ do #rasil, sendo Roraima o Estado 2ue teve a ta0a mais alta de crescimento populacional, aumentando de 7&%$ & para !3!%!'' (abitantes% 2. Região Nordeste É formada por & Estados )Fernando de ,oron(a foi ane0ado a PE+, abran.endo $-,!-" da área do #rasil% ,essa re.i/o vivem !-,-" dos brasileiros% 4onstitui uma área de intenso 50odo populacional, fornecendo mi.rantes para as demais re.i6es% A re.i/o apresenta enormes disparidades econ7micas e naturais entre suas diversas áreas% 8istin.uem9se as se.uinte re.i6es .eoecon7micas: :ona da ;ata, A.reste, <ert/o e ;eio9,orte% = maior problema do ,E n/o > a seca, mas sim a desi.ualdade social apoiada no dese2uilíbrio da estrutura fundiária% . Região Ce!tro"Oeste É formada pelos Estados de ;?, ;<, @= e pelo 8F% Abran.e $-,-3" da área do #rasil e > a re.i/o menos populosa, com $'%!7!%7'' (abitantes, isto >, 3, &" da populaA/o nacional% 4aracteriBa9se pelo domínio do clima tropical semi9úmido, de e0tensos c(apad6es e da ve.etaA/o do cerrado% Possui .rande crescimento populacional e rápida e elevada urbaniBaA/o% É a nova fronteira a.rícola do país, onde uma a.ricultura mecaniBada, com insumos modernos, e o m>todo da cala.em est/o transformando anti.as áreas pecuaristas em e0portadoras de soCa% #. Região S$deste É formada por 4 estados% É a mais populosa, mais povoada e urbaniBada re.i/o brasileira% 4om 33%!--%$'' (abitantes, ou seCa, 4!, " da populaA/o brasileira, apresenta 7$,1 (abitantes por Dm! e &','" de urbaniBaA/o% 8estaca9se pelo dinamismo econ7mico, representado por elevada industrialiBaA/o, .rande produA/o a.ropecuária, concentraA/o financeira e intensa atividade comercial% %. Região S$& Formada por 1 Estados, abran.e apenas 3,73" da área brasileira, sendo a menor re.i/o do país% Possui $4,-4" da populaA/o nacional, tendo re.istrado o menor crescimento populacional do #rasil nas duas últimas d>cadas% É uma re.i/o com traAos marcantes e (omo.5neos como o domínio do clima subtropical, fortes marcas da ocupaA/o europ>ia, elevada produA/o a.rária e destacável crescimento industrial%

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O BRASIL NA A'(RICA LATINA 1. A)rese!t*+ão = #rasil destacou9se na Am>rica Eatina, contando com um terAo da populaA/o e do produto interno bruto de toda a re.i/o, e a mel(or performance no PF# per capita% ,o Gmbito da política e0terna o #rasil e0erceu a capacidade de ne.ociaA/o inicialmente com a Am>rica Eatina e depois em nível das relaA6es e0ternas, mas a direA/o dos flu0os comerciais colocam9no ainda entre os países perif>ricos, 2ue comercialiBam mais com os países desenvolvidos do 2ue com os seus viBin(os% =s maiores clientes e fornecedores s/o ainda os EHA e a Europa )I e0ceA/o do fornecimento de petrJleo pelo =riente ;>dio+% 8ados recentes da AEA8F )AssociaA/o Eatino9 Americana de 8esenvolvimento e Fnte.raA/o+ indicam 2ue as importaA6es latino9americanas de produtos ori.inários dos EHA t5m aumentado em países como o #rasil e a Ar.entina a ta0as, em certos casos, cinco veBes superiores Is do incremento de suas e0portaA6es% 2. As Org*!i,*+-es Po&.ti/*s e E/o!01i/*s d* A12ri/* L*ti!* OEA 3 Asso/i*+ão dos Est*dos A1eri/*!os Reunidos na cidade de #o.otá, capital da 4ol7mbia, em $&4-, !$ países americanos decidiram pela criaA/o da =r.aniBaA/o dos Estados Americanos )=EA+ com sede em Kas(in.ton% <eus princípios s/o: L =s Estados americanos condenam a .uerra de a.ress/o% L A a.ress/o a um estado americano constitui uma a.ress/o a todos os demais estados americanos% L 4ontrov>rsias de caráter internacional entre dois ou mais estados americanos devem ser resolvidas por meios pacíficos% L A cooperaA/o econ7mica > essencial para o bem9estar e a prosperidade comum dos povos do continente% L Muando, em $&3!, 4uba, um país9membro dessa or.aniBaA/o, foi e0pulsa, por catorBe votos )por ter optado pelo <ocialismo+, o #rasil n/o tomou partido se abstendo de votar, dei0ando 2ue os Estados Hnidos pressionassem a =EA, e a tornassem inoperante e submissa aos seus interesses% ALADI 3 Asso/i*+ão L*ti!o"A1eri/*!* de Dese!4o&4i1e!to e I!tegr*+ão L Em $&3', pelo ?ratado de ;ontevid>u, sur.iu a AEAE4 )AssociaA/o Eatino9Americana de Eivre 4om>rcio+ com a finalidade de desenvolver o com>rcio entre os países9membros% ,o entanto, problemas locais e e0ternos limitaram sua atuaA/o )E0%: diferenAas de .rau de desenvolvimento+% L 8iante dos resultados, em $&-' sur.e a AEA8F, em substituiA/o I AEAE4, compreendendo os se.uintes países9membros: Ar.entina, #olívia, #rasil, 4(ile, 4ol7mbia, E2uador, ;>0ico, Para.uai, Peru, Hru.uai e NeneBuela% 'er/os$& " 'er/*do Co1$1 do S$& L Em marAo de $&&$, #rasil, Ar.entina, Hru.uai e Para.uai assinaram o tratado de constituiA/o do ;ercado 4omum do <ul 9 o ;ercosul, comeAando suas atividades a partir de $&& % L A inte.raA/o comercial implica tr5s aspectos operacionais: Oa livre circulaA/o de bens, serviAos e fatores produtivosOP OcoordenaAGo de políticas macroecon7micas e setoriaisOP Ocompromisso dos Estados9partes de (armoniBar suas le.islaA6es para o fortalecimento do processo de inte.raA/oO%

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L = ;ercosul se.ue a tend5ncia mundial, 2ue > a or.aniBaA/o dos países em blocos econ7micos% . Posi+ão do Br*si& !o 'er/os$& A recess/o .eneraliBada e a conse2Qente car5ncia de capitais representavam entraves para os investimentos infrare.ionais% = sur.imento do ;ercosul foi resultado da modificaA/o desse panorama% #rasil e Ar.entina, atrav>s de acordos pr>vios de inte.raA/o bilateral firmados entre os dois países, visavam ao desenvolvimento tecnolJ.ico complementado por uma inte.raA/o comercial, por meio de acordos nas áreas nuclear, financeira, industrial, aeronáutica e biotecnolJ.ica% = ?ratado de AssunA/o, 2ue definiu os contornos do ;ercosul, enfatiBa o proCeto de inte.raA/o comercial% ,o entanto, temos uma realidade de .randes diversidades .eo.ráficas, demo.ráficas e econ7micas 2ue imp6e políticas decorrentes das peculiaridades de cada paísP portanto, n/o > aceitável uma estrutura rí.ida para o ;ercosul% Esta impediria n/o sJ suas políticas nacionais, como tamb>m o prosse.uimento de sua afirmaA/o como países capaBes de desenvolver9se tecnolo.icamente e alcanAar condiA6es 2ue l(es permitiam atin.ir a importGncia internacional 2ue suas dimens6es Custificam% = ;ercosul tem por obCetivo a implantaA/o do livre com>rcio entre os seus países% Para atin.ir esse obCetivo, as tarifas 9 )impostos ou ta0as+ aplicadas sobre os produtos importados de cada um dos países9membros devem sofrer reduA6es .radativas, at> a completa eliminaA/o% E0iste uma crítica I formaA/o de blocos econ7micos re.ionais e subre.ionais na Am>rica% Acredita9se 2ue um proCeto lanAado em $&-& pelo e09presidente dos Estados Hnidos, @eor.e #us(, c(amado de OFniciativa pelas Am>ricasO, 2ue busca a formaA/o de uma vasta Bona econ7mica livre, 2ue se estenderia do Alasca at> a ?erra do Fo.o, isto >, por toda a Am>rica, na tentativa de concorrer com a Europa, 2ue Cá formou e colocou em prática, desde $R deCaneiro de $&&1, o EspaAo Econ7mico Europeu, considerado o maior bloco comercial do mundo% ,a 4úpula de ;iami, em $&&4, decidiu9se 2ue o bloco continental AE4A )Srea de Eivre 4om>rcio das Am>ricas+ terá vi.5ncia somente a partir de !'' % 8esde $&&7, tem aumentado a press/o dos EHA para a consolidaA/o da AE4A% POP5LA6ÃO BRASILEIRA 1. C*r*/ter.sti/*s ger*is Em $-7!, o #rasil resolveu faBer o primeiro recenseamento dos dados da populaA/o brasileira e descobriu9se 2ue somávamos mais de $' mil(6es de (abitantes% Muase $!' anos depois, atin.imos a marca de $ ,- mil(6es de (abitantes )& +% ?ornamo9nos um dos países mais populosos do mundo, ocupando a 2uinta posiA/o mundial e a se.unda no 4ontinente Americano, lo.o apJs os EHA% 2. Distri7$i+ão d* )o)$&*+ão É importante lembrar 2ue, apesar do #rasil ser um país populoso, possui bai0a densidade demo.ráfica )$-,! (abTDm!+, ou seCa, um país pouco povoado% Apresenta uma irre.ular distribuiA/o populacional pelo territJrio% Uá forte concentraA/o de pessoas na fai0a litorGnea )re.i/o <udeste+% ,o Rio de Vaneiro, a densidade passa de 1'' (abTDm!% ,o interior, a densidade torna9se .radualmente menor, principalmente nas re.i6es ,orte e 4entro9=este, onde encontramos $,$ (abTDm!, como em Roraima e $,4 (abTDm!, no AmaBonas% 8e forma .eral, as maiores con4 centraA6es populacionais est/o prJ0imas ao litoral, numa fai0a de apro0imadamente 1''Dm!, onde a densidade ultrapassa $'' (abTDm! em al.umas áreas% ?oda essa fai0a possui densidade acima de $' (abTDm!%

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Al>m dessa fai0a, para o interior a populaA/o torna9se paulatinamente mais escassa, passando por uma densidade 2ue seria mediana no #rasil% Esta fai0a, com densidade de $ a $' (abTDm!, abran.e desde o ;aran(/o e o Pará at> o ;ato @rosso do <ul% ?emos, ainda, áreas com densidades inferiores a ! (abTDm!, 2ue correspondem ao AmaBonas, Amapá e Roraima% 8re*s De!s*1e!te Po4o*d*s :ona da ;ata ,ordestina, Encosta da #orborema, A.reste )PE e P#+, Rec7ncavo #aiano, :ona 4acaueira )#A+, <ul de ;inas @erais e :ona da ;ata ;ineira, <ul do Espírito <anto, @rande parte do Rio de Vaneiro e </o Paulo, :onas coloniais de <anta 4atarina e Rio @rande do <ul% =bs%: A re.i/o <udeste > a 2ue apresenta a maior populaA/o absoluta, se.uida da Re.i/o ,ordeste% A 4entro9=este > a de menor participaA/o no total% . Cres/i1e!to Po)$&*/io!*& = primeiro recenseamento oficial da populaA/o brasileira foi realiBado somente em $-7!% Antes desta data, sJ e0istiam estimativas, n/o muito precisas, a respeito da populaA/o% A partir de $-7!, foi possível ter9se um mel(or controle e con(ecimento a respeito da evoluA/o do crescimento populacional% =bserve, a se.uir, a relaA/o dos recenseamentos oficiais% EN=EHWX= 8A P=PHEAWX= )$&4'9$&&-+ 8e acordo com a tabela apresentada, notamos 2ue o crescimento da populaA/o brasileira foi muito .rande no período $-7!T$&&', passando de $' mil(6es para $43 mil(6es de (abitantes, o 2ue si.nifica um acr>scimo de $13 mil(6es de pessoas, em pouco mais de um s>culo% Muais os fatores responsáveis por este .rande e rápido crescimento populacional ocorrido no #rasilY =s fatores s/o basicamente dois: o crescimento ve.etativo ou natural )fator principal+ e a imi.raA/o )fator secundário+% 8e acordo com o censo realiBado em $&&$, (ouve uma diminuiA/o na ta0a de crescimento populacional brasileiro, provocada principalmente, se.undo o F#@E, pela 2ueda acentuada da ta0a de natalidade e pelo aumento das mi.raA6es internas, resultantes das dificuldades provocadas pelo atual 2uadro socioecon7mico do País% =bserva9se uma reduA/o da natalidade, a partir de $-7!% Essa reduAGo, embora lenta, foi provocada por diversos fatores, como urbaniBaA/o, elevaA/o do padr/o socioecon7mico da populaA/o, casamentos mais tardios e maior adoA/o de m>todos anticoncepcionais% Re.ionalmente, observam9se diferenAas si.nificativas no tocante I natalidade, sendo 2ue as ta0as mais elevadas s/o encontradas nas re.i6es ,ordeste e ,orte, en2uanto as mais bai0as est/o nas re.i6es <udeste e <ul% A ta0a de mortalidade, embora ten(a sido bastante elevada at> a d>cada de 1', sofreu forte reduA/o a partir de $&4' )!o @uerra ;undial+% A reduA/o acentuada da mortalidade, apJs $&4', deve9se a fatores como o pro.resso da ;edicina e da #io2uímica )antibiJticos, vacinas+, mel(oria da assist5ncia m>dico9(ospitalar, das condiA6es (i.i5nico9sanitárias e urbaniBaA/o da populaA/o% Muanto Is variaA6es das ta0as de mortalidade, verificamos 2ue as mais elevadas s/o encontradas nas re.i6es ,ordeste e ,orte, e as menores, nas re.i6es <udeste e <ulP s/o mais elevadas nas Bonas rurais 2ue nas urbanas, e a mortalidade masculina > maior 2ue a feminina% Portanto, a persist5ncia de elevadas ta0as de natalidade, aliada a uma reduA/o acentuada da mortalidade, e0plica o elevado crescimento da populaA/o brasileira at> $&-', sendo, no caso, o crescimento ve.etativo o fator principal, e a imi.raA/o, o fator secundário% A partir de $&7', a 2ueda da ta0a de natalidade foi mais acentuada 2ue a 2ueda na ta0a de mortalidade% Portanto, a tend5ncia atual > a de se reduBir o crescimento ve.etativo%

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A mortalidade infantil continua sendo bastante elevada no #rasil% situando9se em torno de ' por mil em $&&'% Estr$t$r* et9ri* e :or1*+ão d* )o)$&*+ão 1. Estr$t$r* et9ri* do )o)$&*+ão = #rasil sempre foi considerado um país Covem% ,o entanto, de acordo com o último censo, realiBado em $&&$, o perfil etário da populaA/o tem apresentado mudanAas% A ta0a de natalidade está se reduBindo de maneira si.nificativa nos últimos anos e isto apresenta refle0o imediato na construA/o da pirGmide etária% PirGmide etária > a representaA/o .ráfica da composiA/o de uma populaA/o se.undo o se0o e a idade% ,a construAGo da pirGmide, representam9se: (omens do lado es2uerdo e mul(eres do lado direito da lin(a vertical% A escala vertical representa os .rupos etários% ,as abscissas temos os totais absolutos ou relativos da populaA/o% A base da pirGmide representa a populaA/o Covem, a parte intermediária, os adultos, e o ápice, os idosos% = #rasil > considerado um país subdesenvolvido e, como tal, sempre apresentou a pirGmide com base lar.a e ápice estreito% ;as, de acordo com o censo de &$, (ouve uma mudanAa deste 2uadro, pois a populaA/o adulta passou a predominar em relaA/o ICovem% 4aracteriBa, assim, uma transiA/o demo.ráfica% Este fen7meno ocorreu por2ue o #rasil passou a ser um país urbano9industrial e nestas condiA6es as ta0as de natalidade s/o naturalmente mais bai0as% ,ota9se 2ue as re.i6es de maior dinamismo econ7mico s/o Custamente as 2ue apresentam maiores proporA6es de adultos, indicando fatores como menores ta0as de natalidade ou mesmo forte mi.raA/o interna% 2. Estr$t$r* )or se;os = #rasil, bem como a maioria dos países ocidentais, apresenta um li.eiro predomínio de mul(eres% ,os estados nordestinos, onde a saída da populaA/o masculina > bem mais acentuada, 4N * ,at Z ;ort encontramos predomínio feminino, en2uanto nos estados de mi.raA6es recentes da re.i/o centrooeste e norte (á o predomínio de (omens% . For1*+ão 2t!i/* d* )o)$&*+-o 7r*si&eir* ?r5s .rupos deram ori.em I populaA/o brasileira: o índí.ena, de provável ori.em páleoasiática, por isso tamb>m classificado como amareloP o branco, principalmente o atlantomediterrGneo )portu.ueses, espan(Jis e italianos+, al>m dos .ermanos )alem/es, suíAos, (olandeses+, eslavos )poloneses, russos e ucranianos+ e asiáticos )árabes e Cudeus+ e ne.ros, principalmente bantos e sudaneses% ,o s>culo atual, mais um .rupo veio inte.rar a populaA/o brasileira: o amarelo, de ori.em asiática recente, principalmente os Caponeses e, em menor 2uantidade, os c(ineses e coreanos% A misci.enaA/o da populaA/o ocorreu de forma intensa, desde o início do processo colonial, no s>culo [NF, 2uando os colonos portu.ueses se relacionavam com escravas ne.ras e indí.enas, muitas veBes I forAa, dando ori.em aos mestiAos )mulatos e caboclos ou mamelucos+, assim como o relacionamento entre ne.ros e indí.enas deu ori.em ao cafuBo% As estimativas sobre o número de indí.enas presentes no #rasil no início da coloniBaA/o e o número de escravos africanos in.ressos durante a escravatura s/o muito elásticas e imprecisas, variando entre ! mil(6es a $' mil(7es para os indí.enas, e cerca de 3 mil(6es de escravos africanos% Por outro lado, os portu.ueses in.ressos ainda no período colonial alcanAaram uma cifra de apro0imadamente '' mil, e apJs a independ5ncia, cerca de mil(6es, dos 2uais apro0imadamente !, mil(6es retornaram a Portu.al% Vá dos imi.rantes in.ressos no País apJs $- ', cerca de 4,! mil(6es permaneceram no #rasil% Assim, podemos deduBir 2ue, em termos >tnicos, a maioria da populaA/o brasileira > mestiAa% ,o entanto, as

7"% 8entre as re.$ "% =bviamente 2ue esses índices n/o representam especificamente a formaA/o >tnica da populaA/o brasileira. 2uer seCa pelo desaparecimento de sua cultura. . ressaltamse. era de 41". passando de $7.i/o% = . a .iram o índice de cerca de 4'. conCu.enaA/o. a.i/o de maior participaA/o da populaA/o feminina na populaA/o economicamente ativa > a <udeste% A maior participaA/o da populaA/o feminina ocorre em atividades sociais e de prestaA/o de serviAos% . o crescimento do setor secundário foi maior.rande aumento de $&7' para $&&$. em $&&$. por>m. as atividades principais e0ercidas pela populaA/o% <e. principalmente no <udeste. somada Is transformaA6es verificadas na Bona rural% A re. e os mestiAos. o terciário passou a ser o setor de maior absorA/o de ativos.3" da populaA/o brasileira.rupos básicos% Po)$&*+ão e/o!o1i/*1e!te *ti4* " PEA 8entre os aspectos relevantes 2ue caracteriBam a estrutura de uma populaA/o. a populaA/o ativa utiliBada no setor secundário concentra9se fortemente no<udeste.ir mais intensamente as atividades de serviAos% ?emos observado.i6es brasileiras. en2uanto os brancos representam cerca de 4. refletindo o etnocídio a 2ue foi submetida.ico dos diversos setores de atividades.raA/oO com a sociedade . a partir de $&73. nas últimas d>cadas.eralmente n/o muito precisa do entrevistado% A populaA/o indí.enericamente denominados de pardos nos atuais recenseamentos. Cá 2ue a .orte e a .enas.undo um crit>rio (oCe universalmente aceito. o 2ue. uma imporlante transfer5ncia da populaA/o economicamente ativa do setor primário para o setor terciário% Este fen7meno e0plica9se pela importante urbaniBaA/o verificada nas últimas d>cadas. silvicultura e pescaP 9 <etor <ecundário: indústria de transformaA/oP 9 <etor ?erciário: com>rcio.rande aumento do terciário ocorreu devido ao desenvolvimento do País.1".lobal% =s ne. uma veB 2ue o país atravessou uma fase de .ila.ros foram reduBidos a cerca de " da populaA/o total.a a superar a masculina% . apenas uma classificaA/o 2uanto I cor da pele% 4ontudo. 2ue passou a e0i. Cuntamente com a urbaniBaA/o da populaA/o. representada pelo crescimento da populaA/o mestiAa e reduA/o percentual dos 1 .O nosso objetivo é a sua Aprovação pes2uisas levantadas pelos últimos recenseamentos procuram enfatiBar apenas a cor da pele da populaA/o.rande maioria da nossa indústria de transformaA/o encontra9se nessa re.ricultura. assim denominadas: 9 <etor Primário: a.ordeste s/o as 2ue apresentam maiores concentraA6es no setor primário. acarreta um bai0o nível de produA/o econ7mica% Apesar de sua diminuiA/o pro. serviAos e profiss6es liberais% A populaA/o ativa no #rasil.rande desenvolvimento industrial )O. com base na informaA/o .rupamos as atividades (umanas em tr5s classes principais. o setor predominante sempre foi o primárioP por>m. en2uanto o secundário sofre um .ena encontra9se reduBida a apro0imadamente '.estas áreas. a participaA/o feminina c(e. em funA/o da Ointe. atin.re #rasileiroO+% Evidentemente. 2uer seCa pelo seu e0termínio físico.ressiva.a d>cada de 7'.-" para !!. com a e0tinA/o de inúmeras naA6es indí. pecuária.ado ao bai0o nível tecnolJ. en2uanto a <udeste e a <ul s/o as re.i6es de menores concentraA6es% . pela sua influ5ncia no desenvolvimento do País. o 2ue mais se evidencia nos dados coletados > o constante crescimento da misci.

ado+P b+ . I!trod$+ão Entre outras e0plicaA6es 2ue se podem aventar para o fraco interesse 2ue os (omens públicos de nosso país t5m demonstrado para o problema da mi. o bai0o nível de vida do (omem do campo.raA/o para as cidades > o despovoamento. t5m permitido.raA/o interna% 4orrentes orientadas de uma re. destaca9se a importGncia assumida pelas correntes de mi. o 2ue acabou por intensificar o 50odo rural% .raA/o do campo para a cidade > t/o .rossar as fileiras do subempre.ratJrios ocorridos no #rasil foram: a+ . a maior conse2Q5ncia da mi. a mi. etc% .i.i.a prática. '&gr*+ão de /*1)o"/id*de o$ =.ando os proprietários de terras a encar.i.o entanto. pela falta de escolas. sem nen(um preparo para atender Is necessidades dos setores secundário e terciário% As pessoas vindas do campo acabam por en. os trabal(adores dispensados .ados.raA/o de nordestinos para @oiás.raA/o de mineiros para </o Paulo.odo r$r*& 4onsiste no deslocamento de . n/o podendo ou n/o 2uerendo assumir tais encar.os países subdesenvolvidos. n/o aconteceu por dois motivos: a+ o mercado de trabal(o n/o cresce no mesmo ritmo da oferta de m/o9de9obraP b+ o bai0o .i.i/o.inas @erais. sofrendo s>rios problemas socioecon7micos% Hm dos refle0os desse fato > a ampliaA/o desordenada e incontrolável das favelas.rau de 2ualificaA/o dessa m/o9de9obra. s>culo [F[ )caf>+P d+ . a atraA/o e0ercida pela cidade.os trabal(istas.i/o para outra no interior do país ou entre Estados de uma mesma re.raA6es de sulistas para Rond7nia e .i. pela sua intensidade. como salário mínimo. 2ue cobrem . ocasiona 2ueda da produA/o e elevaA/o do custo de vida% = Estatuto do ?rabal(ador Rural. d>cada de ' )construA/o de #rasília+P e f+ . a falta de mercado de trabal(o.O nosso objetivo é a sua Aprovação 'OVI'ENTOS 'IGRAT<RIOS INTERNOS 1. principalmente nas re. transferindo9se das atividades econ7micas primárias para as secundárias ou terciárias% Esse > na atualidade o mais importante movimento de populaA/o e ocorre praticamente no mundo todo% . ocasionado pelos bai0os salários recebidos pelo trabal(ador rural.rande parcela da populaA/o da Bona rural para a Bona urbana. de assist5ncia m>dicaP de outro. s>culos [NF e [NFF ). f>rias. onde parece (aver oportunidade de alcanAar mel(or padr/o de vida% . substituir a presenAa do elemento estran. 2ue.raA/o nos últimos anos. foi criado com a intenA/o de beneficiar o (omem do campo. d>cimo terceiro salário. ou dos campos para as cidades )50odo rural+. sem ser compensado pela mecaniBaA/o e alado a outros problemas. s>culo [F[ )borrac(a+P e+ .as cidades do interior. s>culo [NFFF )ouro+P c+ .raA/o de nordestinos para a AmaB7nia.raA/o de nordestinos da :ona da . obri. pois oferecem mel(ores condiA6es de vida% 2.o ou mesmo do desempre. como por e0emplo.rande 2ue constitui um verdadeiro 50odo rural% Ela intensificou9se a partir do surto industrial do <udeste.ata para o sert/o.os.o. ou em vias de desenvolvimento.a Bona rural. muitos proprietários preferiram dispensar boa parte de seus empre.i.ato @rosso )d>cada de 7'+% As áreas de repuls/o populacional s/o a2uelas 2ue perdem populaA/o por diversos fatores.i6es menos valoriBadas das cidades% . de um lado. destaca9se.raA6es de nordestinos e paulistas para . iniciado na d>cada de 4'% Entre as causas do 50odo rural.eiro% =s principais movimentos mi.randes áreas. ou a dificuldade das atividades econ7micas em absorver ou manter as populaA6es locais% As áreas de atraA/o populacional s/o a2uelas 2ue e0ercem atraA/o sobre as populaA6es de outras áreas. em $&34.

ratJrias. as principais causas e conse2Q5ncias do 50odo rural s/o: C*$s*s re)$&si4*s> a+ e0cedentes populacionais 2ue acarretam um dese2uilíbrio entre m/o9de9obra disponível e a oferta de empre. a . os nordestinos preferem buscar empre. o aumento das culturas mecaniBadas.as Bonas urbanas: rápido aumento da populaA/oP maior oferta de m/o9de9obra nas cidades.i/o <ul.ionais% A.osP b+ escolasP c+ moradiaP d+ profissionaliBaA/oP e+ assist5ncia m>dica% Co!se?@=!/i* do =. como a dos nordestinos ou a dos paranaenses% UoCe os movimentos mi.randes metrJpoles do 4entro9<ul% #. inundaA6es. em veB de mudar para </o Paulo.oP b+ mecaniBaA/o de a. devido I crise econ7mica. cidades com forte atraA/o dos mi. 2uando a saída de trabal(adores n/o > compensada pela mecaniBaA/o% .eral da produA/o ou esta. com salários bai0os.rícola brasileira ).oP formaA/o de favelasP delin2Q5nciaP mendicGncia% .odo r$r*&> . falta de infra9estrutura das cidadesP desempre.em% !+ = crescimento nas áreas industriais e a.ionais. transferindo para o .roindustriais das capitais re.E problemas 2ue antes eram típicos das . a re.eadasP d+ eros/o e es.i/o.raA/o de retorno. em direA/o a capitais re.el(ores condiA6es e oportunidades de vida 2ue as cidades oferecem: a+ empre.O nosso objetivo é a sua Aprovação transformam9se em bJias9frias.as Bonais rurais: perda da populaAáo ativa e 2ueda . e0pulsos do mercado de trabal(o em contraA/o.arantia% Em síntese.naA/o econ7mica das áreas rurais. t5m ocorrido duas situaA6es: $+ A mi. em m/os de poucosP (+ Estatuto do ?rabal(ador Rural% C*$s*s *tr*ti4*s> . retornam Is suas cidades de ori.rantes brasileiros% A d>cada de &' re.?TR=+% = desenvolvimento na re./o&* do Br*si& A partir da d>cada de 7'.iu a cafeicultura e o crescimento do taman(o m>dio das propriedades foram fatores 2ue colaboraram para a e0puls/o dos trabal(adores rurais e dos pe2uenos proprietários% = PR re.+ concentraA/o das terras.ra 2ue atin.ora.istra o fim das .i/o . 2ue trabal(am apenas em curtos períodos. 1CDE"1CCE> * !o4* :ro!teir* *gr.ratJrios s/o pe2uenos e bem localiBados. .riculturaP c+ secas.a d>cada de &'.otamento do soloP e+ falta de assist5ncia m>dica e de escolasP f+ bai0a remuneraA/o no trabal(oP .os e oportunidades nas prJprias capitais nordestinas ou em cidades m>dias da re.i/o <ul passou a ter importGncia como área de saída populacional em direA/o I nova fronteira a.randes correntes mi.orte obteve maior crescimento na d>cada de -'% . sem nen(uma . em . os diaristas.eral.rantes no <ul% A populaA/o do 4entro9=este cresceu 71" na d>cada de 7' en2uanto a da re. AoBe> * *tr*+ão dos /e!tros regio!*is . em 2ue mil(ares de nordestinos.istrou a maior saída de mi.eada ne.

pois sua populaA/o aumentou 14!" na d>cada de 7'% 'igr*+-es I!ter!*s Re/e!tes Sreas de forte atraA/o populacional: • #rasília e periferiaP • áreas metropolitanas de caráter nacional e re.as .essas duas re.o da rodovia #el>m9#rasília. no ParáP • áreas madeireiras e mineradoras da AmaB7niaP • áreas de coloniBaA/o baseada em m>dias e pe2uenas propriedades no ParáP e • áreas de e0pans/o da pecuária de corte em manc(as de cerrados no 4entro9=este% Sreas de Evas/o Populacional: • áreas onde a cultura do caf> vem sendo substituída pela pecuária de corte: 4olatina e Alto </o .O nosso objetivo é a sua Aprovação .ratJrios podem ser a.an(uaAu. na maior parte precário ou insuficiente para atender ao enorme flu0o populacional% F.antena e . dimens6es e obCetivos variados e 2ue s/o c(amados mi.ratJrio.i/o da #orborema.ratJrios internos pela sua temporariedade.ateus.rande crescimento mi. 'igr*+-es di9ri*s Podemos citar outros flu0os mi. tais como: <P.ter!os .ratJrio.ionalP • áreas de ocupaA/o recente do oeste paranaense e catarinenseP • R=.i. aliada aos bai0os salários.randes metrJpoles.istrou . na ParaíbaP • áreas de economia esta. empurra o trabal(ador para lon.rupadas em: ordem naturalO clima ordem materialO econ7mica ordem espiritual O reli. política .orando na cidade.e do seu trabal(o.raA6es pendulares% =s principais s/o: • 8eslocamentos dos #Jias9Frias . >tnica. 'o4i1e!tos 1igr*tGrios e.@% • áreas onde a cafeicultura vem sendo substituída por outras culturas comerciais ou pela pecuária. RV e #elo UoriBonte% .i6es. como 4apit/o PoAo e Para. em . favorecido pelo proCeto de coloniBaA/o e pela abertura de novas rodovias% Rond7nia re. como a re. obri. conforme as necessidades dos faBendeiros% ?rata9se de um movimento urbano9rural% • 8eslocamentos dos Uabitantes de 4idades98ormitJrios .ovimentos pendulares diários inconstantes dos núcleos residenciais perif>ricos em direA/o aos centros industriais% Relacionado Is imi. transporte coletivo.nada pela pecuária e0tensiva: #ai0o #alsas no . apresentando ritmos. diri. AP e PAP • áreas pioneiras ao lon. o crescimento deu9se devido ao forte flu0o mi.rícolas.raA6es de trabal(o prJprias das áreas metropolitanas.A e Alto Parnaíba no PF% %.raA6es constituem formas de mobilidade espacial com mudanAa de resid5ncia% Podem ocorrer de modo diverso em nível interno e e0terno% As causas dos movimentos mi. no E<P .ominas.iosa.ando9o a se utiliBar de.em9se diariamente Is faBendas para trabal(os a. a especulaA/o imobiliária.

as causas mais comuns s/o as de ordem econ7mica e referentes I busca de mel(ores condiA6es de e0ist5ncia material e 2ue t5m levado os indivíduos a dei0arem sua terra natal e se deslocarem para outros lu.sti/*s so/i*is $+ cultura e etnia !+ instituiA6es dos países de ori./o disciplinador+% Foi o 2ue (ouve no #rasil at> $&14.uns re.rante apenas como um dado 2uantitativo > errado% =utros aspectos devem ser levados em consideraA/o.rar está relacionado I busca de mel(ores condiA6es de vida. entraram no #rasil apro0imadamente .em 1+ formaA/o profissional 4+ processo de educaA/o + reli.ica Se$s *s)e/tos e/o!01i/os $+ ampliaA/o da forAa de trabal(o !+ introduA/o de m/o9de9obra 2ualificada 1+ custo de criaA/o Cá pa.rar. o #rasil foi um país receptor de mi.i6es do país. no entanto. europeus e outros povos durante a <e. implicando a mudanAa das áreas de recepA/o% 8esde a coloniBaA/o. o 2ual permitia ao .ressado no país nos cin2Qenta anos anteriores% As mi. por ocasi/o da publicaA/o de um decreto em ! de novembro do mesmo ano.uintes e0peri5ncias de coloniBaA/o: .raA/o comeAou no #rasil em $-'-. mil(6es de estran.re% Entre $-'.eiros% A partir desta data.e $. al.5ncia de 8% Vo/o NF.ares% As mi.overno conceder terras aos estran.o dessa evoluA/o levaram muitos brasileiros a emi. verificamos as se.ado no ano de $-$-.raA6es forAadas constituem uma forma de violaA/o da liberdade (umana.raA6es internas refletem no deslocamento as mudanAas econ7micas 2ue est/o ocorrendo nas diferentes re. tendo. pode9se citar a escravid/o africana ou as deportaA6es de Cudeus. $% '' famílias se instalaram no Rio @rande do <ul. 2uando medidas constitucionais limitaram o movimento dos imi. at> os dias atuais.rantes das mais diferentes nacionalidades 2ue (aviam in.unda @uerra% 4onsiderar o imi. modificando o processo de ocupaA/o territorial% Muanto aos países.ráfico As mi.o 4+ ampliaA/o e diversificaA/o do mercado consumidor + estímulo I elevaA/o da produtividade 3+ ampliaA/o do 2uadro demo. embora os primeiros imi.eiros.rantes ten(am c(e. tais como: S$*s /*r*/ter.'. pois as pessoas s/o deslocadas por interesse de outros .rantes.eral. fundando o Porto dos 4asais.raA6es podem ser espontGneas ou livres )sem o controle de um Jr.em% Em $7 !. atual cidade de Porto Ale. as mudanAas socio9políticas e econ7micas verificadas ao lon. na tentativa de mel(orar sua condiA/o de vida I1igr*+ão !o Br*si& ?eoricamente. 2ue nem sempre tiveram uma boa repercuss/o. podemos diBer 2ue a imi. durante a re.ressado para o país de ori.i/o 3+ formaA/o ideolJ.O nosso objetivo é a sua Aprovação 8e modo . o interesse em emi.rupos% 4omo e0emplo.

overno instalou no Rio de Vaneiro. onde fundaram. foi criada uma col7nia alem/ no Espírito <anto% .O nosso objetivo é a sua Aprovação • • • • Em $-$&.u>m com o intuito de produBir para sua subsist5ncia e seu .ricultura de subsist5ncia% Po&i/$&t$r*> sistema a.)ro)ri*r> retirar al. em diferentes espaAos% E.uma coisa de al.rupos de indivíduos de culturas diferentes% Assi1i&*+ão> interpretaA/o e fus/o de culturas% E!?$ist*1e!to> relativo I formaA/o de O2uistos raciaisO e culturais. .ro. no Paraná% Em $-!&.ir $''%''' imi.uu ao #rasil a primeira leva de imi.ico 2ue se refere ao conCunto dos fen7menos determinados pelo contato de .rande e0tens/o do territJrio e escasseB de populaA/oP . podemos citar os se.rícola 2ue se baseia no cultivo de vários produtos simultaneamente.o% Em $-!4. na maior parte das veBes.rantes n/o9portu.eralmente e0plorada atrav>s da a.ua alem/. outra col7nia alem/ foi instalada em Rio .rantes anuaisP • período Capon5s )$&!'9$&14+% A imi.ueses% Eram cerca de $%7'' suíAos de lín.ando a atin. em $-!'.eralmente ine0plorada ou indevidamente e0plorada% 'i!i:I!dio> propriedade rural de pe2uenas proporA6es. roubar% Gri&eiro> a2uele 2ue procura apossar9se de terras al(eias mediante escrituras falsas% Arre!d*t9rio> a2uele 2ue arrenda uma propriedade ou parte desta.os últimos cem anos.rande dimens/o . intensificando9se.em para divis/o dos lucros% F*tores :*4or94eis J i1igr*+ão Entre os vários fatores favoráveis I imi.uir 2uatro períodos sucessivos: • período alem/o )$.ova Fribur. mediante um certo preAo e tempo% Posseiro> 2ue se estabelece em terras de al. 2ue o . provocada. > possível distin. teve início a coloniBaA/o alem/ em </o Eeopoldo.asta I criaA/o e formaA/o de uma crianAa at> 2ue ela se torne um produtor% A/$&t$r*+ão> termo sociolJ. as maiores entradas coincidiram com períodos em 2ue (ouve escasseB de m/ode9obra na nossa lavoura. e. e raramente espontGnea% Por esse motivo. por isso.anda brasileira no e0terior% Et!i*> conCunto de indivíduos 2ue apresentam id5nticos caracteres físicos e culturais% For+* de tr*7*&Ho> conCunto de faculdades físicas e mentais 2ue (abilitam um (omem a realiBar 2ual2uer atividade produtora de ri2ueBa% C$sto de /ri*+ão> ou de formaA/o do indivíduo correspondente I 2uantidade . c(e.uintes: • .raA/o. c(e. no Rio @rande do <ul.o. a propa. foi fundada uma col7nia alem/ em <anto Amaro )<P+ e outra em </o Pedro de AlcGntara )<4+% Em $-1'. dificuldade em assimilar culturas% L*ti:I!dio> propriedade rural de .rupo% P*r/eiro> tipo de e0ploraA/o indireta da terra onde se estipula a porcenta. provenientes do 4ant/o de Fribur.'9$-7$+P • período ítalo9eslavo )$-7!9$--3+P • período italiano )$--79$&$4+ 9 foi o período de maior entrada.u>m. em $-!7.e. a atual cidade de .raA/o no #rasil foi.

paralisou9se a imi.arantias para os 2ue a2ui c(e.raA/o.overnoP crise econ7mica na Ftália.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • • • • desenvolvimento da cultura cafeeira no Planalto Paulista.'+P aboliA/o da escravatura )$1T T$---+P custeio dos .ratJrio para o #rasil% • F*tores des:*4or94eis J i1igr*+ão Entre os fatores desfavoráveis.rante pelo . de clima • temperadoP • falta de uma firme política de coloniBaA/o e imi.ova For2ue. praticamente. Aleman(a e Espan(a.raA/oP • falta de . em contraste com os países de emi.ir numerosa m/o9deobraP dificuldades em se obter escravos africanos apJs a e0tinA/o do tráfico )$. devido a vários fatores: • tend5ncia a evitar saídas de indivíduos. desenvolvida no <ul do país principalmenteP • desenvolvimento econ7mico ocorrido anJs $.undial% 8urante a <e. em .i6es. por parte dos países emi.'% Co!se?@=!/i*s dest* i1igr*+ão • formaA/o das pe2uenas e m>dias propriedades ruraisP • introduA/o de novas formas de produA/o ruralP • introduA/o de novos ve.raA/o.ais com o intuito de faBer uma seleA/o profissional )-'" dos imi. estimulando o flu0o imi. podemos citar os se.avam como imi.raA/o.em% A&ter*+-es !* d2/*d* d* E A partir da d>cada de $&1'. 2ue s/o. diminuiu acentuadamente a entrada de imi.uintes: • tropicalidade do país.etais na a. isto >.undial. 2ue estabeleceram a cota de imi.o.rantes 2ue (aviam entrado entre $--4 e $&14P • medidas le. de pa.eral. principalmente em </o PauloP • coloniBaA/o de povoamento.rantes 2ue entravam a cada ano deveriam ser a.atoriedade.ratJriosP • mel(oria das condiA6es sociais dos povos europeusP • crise da #olsa de . 2ue passou a e0i.rantes no país% F*tores ?$e 1oti4er*1 * i1igr*+ão )*r* o s$deste e s$& • natureBa climática dessas re. tendo entrado apenas $-% '' imi.unda @uema . por terem favorecido a instalaA/o dos europeusP • desenvolvimento da cultura cafeeira.astos de transporte do imi.rantesP • obri.riculturaP • composiA/o >tnica com predominGncia de brancos% . por parte do imi.ricultores e permanecer um mínimo de 4 anos na lavoura+P • seleA/o de caráter social: • última @uerra . caracteriBada pelo desempre. sJ poderiam entrar no país !" de cada nacionalidade dos imi. com a conse2Qente crise econ7mica no #rasil )$&1'+P • medidas constitucionais de $&14 e $&17.rantes.rante.ar o financiamento da via.

o. S$.raAGo cultural )lín. no <ul do país. or.rande diferenAa entre ambas as culturas% ApJs a <e. mas tamb>m est/o localiBados no Rio @rande do <ul% = principal núcleo polon5s > o de Fvaí. o senador Ner. FtaCaí e.esmo assim.iram9se para as diversas cidades brasileiras% Vá nessa >poca.O nosso objetivo é a sua Aprovação Gr$)os de i1igr*!tes 1. compreendem os sírios. fundando </o Eeopoldo. dedicavam9se ao com>rcio. atraídos pela economia da borrac(a em ascens/oP outros diri. nas pro0imidades de </o Paulo )<anto Amaro+. @ramado e 4anela. prolon.!. um recrudescimento% EocaliBaram9se mais nas cidades . A&e1ães 4omeAararam a c(e. árabes palestinos% Estes povos apresentam vários traAos culturais em comum: lin. e em <anta 4atarina )Nale do FtaCaí+. outros faBendeiros fiBeram o mesmo% Por meio do sistema de col7nias de povoamento e utiliBando o sistema de trabal(o familiar.ua. dedicando9se ao com>rcio e a outras atividades culturais e industriais% 4omo a <íria e o Eíbano estiveram sob o domínio da ?ur2uia. o total de imi. transferiu -' famílias de camponeses alem/es para a sua FaBenda Fbica(a% 8epois. T$r/os e 9r*7es Popularmente con(ecidos turcos.ova Fribur. no Paraná% Embora em menor número. $7" no Rio rrande do <ul e $!" em <anta 4atarina% A inte.ados ao #rasil )$-$&+% Fi0aram9se no Rio de Vaneiro. Rio de Vaneiro e Espírito <anto )4olatina+% Em </o Paulo. os alem/es difundiram. nos últimos anos.ermGnica% Em $&7'.rantes alem/es era de apro0imadamente !3' mil. Ponta @rossa e 4astro+. na re. sendo oriundos da Pol7nia. a entrada desses imi.rá9los definitivamente ao nosso padr/o cultural. #rus2ue. a policultura em pe2uenas propriedades e a Oindústria dom>sticaO% A influ5ncia dos alem/es > principalmente notada em <anta 4atarina. Rússia #ranca e HcrGnia% Fi0aram9se notadamente. libaneses. esses imi.ovo Uambur. o .este período. foi esta a primeira col7nia de imi. principalmente por falta de meios de comunicaA/o e transporte% . serrarias e a.raA/o para o #rasil ocorreu entre $-3' e $-7'. Voinville% Fi0aramse.em cultural prJpria )4uritiba. foram para a AmaB7nia.rantes eram re. tendo (avido.ar a partir de $-!4% Radicaram9se principalmente no Rio @rande do <ul.!g$* *&e1ã Foram os primeiros imi.overno brasileiro tomou medidas no sentido de inte. onde encontramos construA6es. fundando a cidade de .aniBada e subvencionada pelo .+os de &. evitando a formaA/o de novos O2uistos raciaisO em 2ue viviam at> (á pouco tempo% .ua.rantes n/o9portu. onde tamb>m criaram uma paisa. reli. (ábitos alimentares e outros aspectos típicos da cultura . tamb>m. os eslavos apresentaram certas dificuldades I inte. .rantes c(e.o% Esta coloniBaA/o n/o deu o resultado esperado.unda @uerra .rande imi. no Paraná.ura do Oturco9mascateO% ApJs $-&'. sendo 1-" em </o Paulo.randes.istrados no #rasil como turcos% . onde fundaram #lumenau. no litoral de <anta 4atarina.undial.ricultura% #. sendo bastante con(ecida a fi.overno% 2.ueiro.ando9se at> $-&'% .i/o etc% A sua .i/o de Eimeira.ueses. um plantador de caf>. costumes etc%+P dedicaram9se ao e0trativismo da madeira. Es&*4os 4omeAaram a c(e.raA/o cultural dos alem/es foi bastante difícil principalmente pela .ar a partir de $-7 . em $.rantes continuou em número menor.

aram a partir de $-71% É neste Estado 2ue vamos encontrar o maior número destes imi. vindo apJs os portu.umas re.aram a essa Bona a partir de $&!4. encontramos os imi.eral dedi2uem9se a atividades a. os italianos ocupam o !R lu.estas áreas deram início I vinicultura. evitando a formaA/o dos O2uistos raciaisO% Em $&7'. onde desenvolveram. nos últimos anos.rantes foi bastante difícil.etais% Em </o Paulo. localiBam9se nas pro0imidades da e0tinta ferrovia #el>m9#ra. #ento @onAalves. mas sJ apJs $& $ o seu número se tomou importante% Embora de forma .istro. como pe2uenos proprietários ou or.overno brasileiro.i6es: Eombardia.od/o. tamb>m a sua atividade principal foi a a.adiAas. embora tivessem vindo desde o início do processo mi.orte do país% Para o <ul.ueses% = período áureo da imi.rantes aportados no #rasil.od/o.o norte do país.uape. devido aos esforAos dispensados por parte do . no <ul e no . por>m fundaram . $!" no Paraná e 1" no Pará% F. Nale do Paraíba. destacando9se. It*&i*!os 8entre os imi. no Nale do ?ubar/o% . Piemonte% Estes imi.rupo c(e. ao lado de indústrias dom>sticas% EocaliBaram9se.uape. .ato @rosso do <ul% ?rabal(ando como assalariados nas faBendas de caf> ou de al.orte do Paraná% EocaliBaram9se tamb>m no .rícolas. onde introduBiram o cultivo do c(áP • no Nale dJ Paraíba do <ul. atualmente s/o encontrados em cidades nas áreas urbanas. tem9se tornado mais efetiva esta inte. al.rande diferenAa entre as culturas% Por>m. por>m. desde o início.raA/o italiana foi de $--7 a $&$4. Flores da 4un(a e Farroupil(a% . destacando9se a cidade de Re.este Estado. Hrussan. K*)o!eses </o imi. e0ercendo as mais diversas atividades% A inte. I sericultura e a outras culturasP • no Nale do Ribeira de F.i/o de . onde se estabeleceram em pe2uenas propriedades. NeneBa. #astos e ?up/. Alta <orocabana. s/o encontrados: • na re. principalmente.oroeste e . os italianos c(e. sendo 2ue apro0imadamente .ratJrio brasileiro% </o provenientes de 2uase toda a Ftália.ricultura." encontram9se no Estado de </o Paulo. realiBando cultura de várBea% 4(e.raA/o.entes mais numerososP localiBaram9se no Nale do Ribeira de F.ova NeneBa.aniBados em cooperativas.O nosso objetivo é a sua Aprovação %.>dio do Rio AmaBonasP dedicaram9se I cultura da pimenta9do9reino e da Cuta. vieram os contin.ova ?rento% Em </o Paulo.arília. notadamente instalando9se em pe2uenas propriedades% Em <anta 4atarina.anAa e no Nale . formando o c(amado Ocintur/o verdeO% . o seu número > pe2ueno. nas áreas ala.rantes localiBaram9se na parte centro9norte do Rio @rande do <ul% Fundaram cidades como 4a0ias do <ul. Alta Paulista. (aviam entrado !4' mil Caponeses.ar.ou em $&'-% ' período de maior entrada foi entre os anos de $&!4 e $&14% </o provenientes de áreas rurais do Vap/o% EocaliBaram9se em duas Bonas. @aribaldi. a riBiculturaP • nos arredores de </o Paulo. @5nova% 4alábria.raA/o cultural destes imi. .a. pela . dedicando9se ao cultivo do al.rantes% .rantes cuCa presenAa no país > das mais recentes: o primeiro .rantes Caponeses dedicando9se com afinco ao cultivo dos mais diferentes ve.

Es)*!HGis Estes imi. n/o sofreram restriA6es aplicadas a outros imi.olanos% C. a sua reaA/o contra a monocultura. no campo econ7mico.rantes italianos posteriormente passaram a ser prJprietários% ?amb>m a atividade industrial. c(ineses. foi em número reduBido. o #rasil continuou recebendo re.rande% Por>m. 2uase todos localiBados nas .raficamente dispersos por todo o país% Atualmente.%''' elementos% =s portu.raA/o cultural foi bastante rápida. at> o período colonial. al>m de estarem .rantes )2uota de imi. prJ0imo I cidade de 4olatina.O nosso objetivo é a sua Aprovação En2uanto no Rio @rande do <ul e em <anta 4atarina instalaram9se como pe2uenos proprietários.ueses podiam entrar livremente no #rasil% ApJs a independ5ncia. muitos imi.eo.rantes tiveram dois períodos predominantes de entrada: o período de $-&$ a $&1' e apJs $& '% Estes imi. com 4'".rantes portu. in.amente a policultura% 8evido ao seu elevado número no <ul do país )al>m de </o Paulo+. at> $&7'. tamb>m de ori. (olandeses.a+% ?alveB a maior contribuiA/o deste imi.os últimos anos. pelos dispositivos le. nos 2uais se inclui o . a partir de $&34% Atualmente.leses.ente relativamente . > o imi. era de apro0imadamente $%31'%'''. neste Estado.ueses% Estes imi. pela semel(anAa com a cultura brasileira. difundindo lar. meeiros e colonos 2ue eram a princípio. talveB pela e0ist5ncia da Am>rica Espan(ola% 4omo imi. sendo 71" em </o Paulo% A sua inte.rupo de an. s/o marcantes os traAos culturais de influ5ncia italiana na populaA/o sulista do #rasil% = total de italianos entrados no país.rantes s/o bastante anti. ten(a sido.os.ueses. como no caso alem/o. para </o Paulo vieram atraídos pela cultura cafeeira. os italianos aparecem tamb>m no Espírito <anto. aparecem ainda no #rasil. difere das anteriores% En2uanto nos dois Estados citados a indústria era dom>stica. franceses.rantes.ais.uida de uma reduA/o.rante mais numeroso. at> $&7'. principalmente: #rás e #ela Nista )#e0i. os espan(Jis t5m imi.a cidade de </o Paulo.rante. e Rio de Vaneiro. com apro0imadamente $%7. embora em número menor. verificou9se uma reativaA/o )cerca de $!' mil entraram no #rasil+ se.rantes localiBaram9se principalmente em dois Estados: </o Paulo. por volta de 7$' mil imi.rantes% 8esse total 7-" entraram em </o Paulo% L. indústria etc%+% =s espan(Jis perfaBiam. O$tros i1igr*!tes Al>m das nacionalidades acima citadas. com 4 ".rantes entrados no país s/o constituídos pelos portu. 2ue necessitava de m/o9de obra% 8e assalariados.rado em número maior. Port$g$eses 8e $ '' at> $-'-. concentram9se em dois bairros. tendo entrado no período de $ -' a $34' um contin. sJ os portu.ueses.em atlanto9mediterrGnea% Al>m das áreas citadas. a sua entrada no país. Cuntamente com os alem/es% D. localiBando9se principalmente nas áreas urbanas do <ul e <udeste% 8edicam9se a várias atividades )com>rcio. o período de maior entrada situou9se entre $&'4 e $&$4% 8e $& ' a $&31. apro0imadamente '" dos imi.ularmente os imi. norte9americanos.raA/o+% . em </o Paulo fundaram estabelecimentos de caráter capitalista% .

vilas )(ábitat urbano+. no Estado de </o Paulo% 8ata do s>culo passado a entrada de norte9americanos no #rasil% Eram principalmente confederados fu. na cidade de </o Paulo% 5r7*!i.rau (omo.em natural sofre diversas alteraA6es% 8e acordo com a situaA/o . 2uase nada ficou entre nJs desse contato. finalmente.aniBado. cidades comerciais. no Paraná.*+ão 1 .eo. apesar de terem emi.ráfica. A97it*t r$r*& Pode ser or. mas para outros. no #rasil. nen(uma sociedade > inteiramente rural ou completamente urbana. as definiA6es de rural e urbano variam muito entre os países.randes cidades e.rado para o #rasil desde o tempo colonial.leses+% = #rasil recebeu -3 mil austríacos e 14 mil franceses. n/o est/o inteiramente em oposiA/o como local de resid5ncia. I!trod$+ão A97it*t Refere9se I natureBa do local em 2ue os .raA/o cultural se processa lentamente )c(ineses e in.ios representados pelas aldeias. pois os citadinos 2ue vivem fora dos limites da cidade v5m se tornando muito numerosos% 2. da se.5nero de vida. ocupaA/o ou modo de vida. nos EHA% Entretanto.aA6es Hnidas em suas publicaA6es% Fsto. sJ recentemente marcaram de fato sua presenAa no #rasil. . de . o (ábitat pode ser rural ou urbano% A97it*t R$r*& Relativo ao modo de ocupaA/o do solo no espaAo rural. n/o resolve o problema da lin(a divisJria. sendo difícil separar o rural do urbano.rantes tamb>m encontrados 2uase somente nas áreas urbanas% =s (olandeses. uma veB 2ue a sociedade vem se tornando menos rural e mais urbana I medida 2ue passa de faBendas isoladas para está. metrJpoles% Assim.uinte forma: . com e0ceA/o da fundaA/o da cidade de Americana )<P+ e da instituiAGo de ensino . no Rio @rande do <ul. uma veB 2ue a conta. a inte. cidade e campoP (oCe. as atividades predominantes ori. imi.5neo de cultura e etniaP • a estabilidade social e ocupacionalP • o modo de viver de ambos os . no entanto.em da populaA/o urbana > subestimada e a rural e0a./o9. tornando difíceis as comparaA6es internacionais% = taman(o do povoado > o tipo de distinA/o mais respeitado entre o urbano e o rural e > o crit>rio entre as .erada.uns. a assimilaA/o de nossa cultura > fácil )franceses+.O nosso objetivo é a sua Aprovação áreas urbanasP para al.e9 ?o2ue. pois cada veB mais se relacionam.rupos > diferente% Atualmente. a paisa. e a sua e0ploraA/o Is relaA6es entre os (abitantes% A97it*t 5r7*!o Relativo Is cidades e sua ocupaA/o: nelas.rupos (umanos vivem% Em decorr5ncia dessa ocupaA/o e do refle0o do seu .inam9se do setor econ7mico secundário e do terciário )serviAos+% A sociedade rural apresenta contrastes com a urbana.acDenBie.idos da @uerra de <ecess/o. por meio de um trabal(o de coloniBaA/o bastante eficiente% É o caso das col7nias de 4astrolGndia. no entanto. da col7nia da Uolambra. tais como: • a dimens/o dos núcleos de povoamentoP • o .

airin2ue )<P+% :O NI/&eo de Co&o!i. a partir de uma lei em $&1-.lomerado (umano.overno e autoadministraA/o dos serviAos 2ue F(e s/o peculiares% Ao .O nosso objetivo é a sua Aprovação Dis)erso PrJprios das Bonas rurais.anismo material fec(ado 2ue se define no espaAo pelo alto . .randes espaAos% Orde!*do Muando um elemento orienta a dispers/o. #ento @onAalves )R<+% gO Arr*i*is do B*!deiris1o 'i!er*dor 9 )as c(amadas corrutelas das áreas diamantíferas+ 9 Po0or>o ).+% /O 'iss-es re&igios*s 9 </o PauloP @uarapari )E<+% dO 'i!er*+ão 9 =uro Preto ).á )PR+. onde as (abitaA6es se espal(am em . #lumenau. variando em número e na sua relaA/o com o espaAo )sua área+% . em colaboraA/o com o Estado.unicípio.iene e se.arin. utiliBa9se o crit>rio político9administrativo para se definir a cidade. rodovia. Voinville )<4+P 4a0ias do <ul.unicípio.os (ábitats rurais a. n/o importando sua populaA/o nem e0press/o econ7mica% . (i.lomerados nas diversas fases do desenvolvimento da economia brasileira: *O Feitori*s )escalas de e0pediA6es marítimas para defender e e0plorar as terras coloniais+ Z 4abo Frio )RV+P <anta 4ruB de 4abrália )#A+% 7O De:es* )fortificaA6es+ 9 FortaleBa )4E+P . por sua veB. predominando nas áreas de pe2uenas propriedades rurais% ?5m ori.@+P 4uiabá ).o #rasil. ferrovia. ocorrendo relaA/o de viBin(anAa entre as (abitaA6es 2ue.arAas )@=+% . A97it*t $r7*!o 4idade > um Oor.lomerado apresenta tr5s modalidades: NI/&eo Em áreas ocupadas por .iram naturalmente. como um rio. com desta2ue para a re.*+ão 9 Eondrina. est/o relativamente prJ0imas Is áreas de cultivo ou de pasta.i/o do Rio @rande do <ul% . formando o (ábitat a.randes faBendas. nas 2uais os trabal(adores (abitam Cunto I sede. pelas suas relaA6es com um espaAo maior e pela independ5ncia de suas atividades em relaA/o ao solo onde está localiBadaO% As definiA6es de cidade s/o diferentes.?+% eO E!tro!/*1e!to Ferro4i9rio Z #auru.ens e funA6es bem diversas% Co&o!i*is @eralmente estabelecidas pelos . . mas a maioria delas concorda num ponto: trata9se de um a.em rural brasileira% Desorde!*do Muando n/o (á um elemento 2ue orienta a dispers/o% Ag&o1er*do Muando as moradias no meio rural est/o prJ0imas umas das outras.?+P Ara. cacau no sul da #a(ia )Fl(>us e Ftabuna+ e caf> em </o Paulo% Po4o*dos Em 2uase todo o país.atal )R.+P .anaus )A. a partir da e0pans/o de anti.rupos imi.ens% = (ábitat a.lomerado% E0s%: cana9de9aAúcar no . fre2Qentes nos Estados sulinos.rantes. compete Belar pela saúde. sendo assim considerada toda sede de . litoral% É o mais fre2Qente na paisa.rau de relaA6es entre seus (abitantes.ordeste.uranAa da populaA/o% C&*ssi:i/*+ão d*s Cid*des M$*!to J Orige1 Cid*des es)o!tN!e*s o$ !*t$r*is A2uelas 2ue sur.unicípio > uma sociedade capaB de auto.

@+P eO I!s$&*r 9 </o Euís ). Cá 2ue apresentam íntimo contato com o continente e mal se percebe a passa.uai% 8essas cidades. prolon. 4ampos do lord/o )<P+ e #elo UoriBonte ). feliBmente sendo raros os e0emplos de morte absoluta.am9se para outra mar.lomerado está assentado% É o Oassoal(oO da cidade% Assim. temos: *O A/rG)o&e o$ Co&i!* ). de desaparecimento total.@+ $-&@oiGnia )@=+ $&17 #rasília )8F+ $&3' Muanto I evoluA/o urbana. por2ue estamos livres de erupA6es vulcGnicas ou terremotos e nunca sofremos os fla.uas fluviais para produA/o de ener. FlorianJpolis )<4+ e @uaruCá )<P+% O7ser4*+ão As cidades de </o Euís.?+P e • 4orumbá ).uinte classificaA/o% F&$4i*&> • VuaBeiro )#A+P • . temos: ?eresina )PF+ $. faBendo nascer bairros aut7nomos. </o Paulo )<P+ e Rio de Vaneiro )RV+% 7O P&*!.<+% @rande > o número de cidades brasileiras localiBadas Cunto a rios ou em suas pro0imidades% 8estacam9se da AmaB7nia )nos OtesosO ou Obai0osO 9 plat7s+.o #rasil.orte denominavam9se OtreBidelasO% .elos das . NitJria )E<+.ens e o represamento de á.?+P dO 'o!t*!H*s 9 =uro Petro ).#elo UoriBonte ).eio9.anaus )A.em.emdeste para a il(a% Vá no caso de FlorianJpolis. do m>dio e bai0o </o Francisco. do alto9m>dio Para. no Piauí+% Por veBes. sendo raras as 2ue se assuntam Cunto a deltas )como > o caso de Parnaíba. NitJria. fi0ando9se no vale fluvial. dei0am os rios a certa distGncia.+P • Porto Ale.$ AracaCu )<E+ $.ia (idrel>trica t5m sido responsáveis por tais mortes.outros casos.@+P • 4uiabá ).@+. #el>m )PA+ e <antar>m )PA+P /O P&*!*&to 9 #rasília )8F+ e 4uiabá ).anaus )A.uerras de e0termínio ou de invas6es arrasadorasP apenas a construA/o de barra.re )R<+ • Pirapora ).O nosso objetivo é a sua Aprovação Cid*des )&*!eB*d*s o$ *rti:i/i*is 4riadas a partir de um plano previamente estabelecido% . <antos e </o Francisco n/o podem ser consideradas cidade sinsulares típicas. como aconteceu com a mineraA/o do ouro e das pedras preciosas% C&*ssi:i/*+ão d*s Cid*des ?$*!to *o S. umas poucas s/o localiBadas em estuários.eralmente com obCetivos defensivos+ 9 <alvador )#A+. conv>m observar 2ue possuímos /id*des"1ort*s.A+.+. em terrenos livres .tio 5r7*!o = sítio urbano > a área em 2ue o a. por e0emplo. 2ue no . a insularidade > marcante% CLASSIFICA6ÃO DAS CIDADES M5ANTO P POSI6ÃO GEOGR8FICA A situaA/o da cidade em relaA/o aos elementos do meio físico 2ue l(e s/o prJ0imos e0plica a sua evoluA/o e permite a se./ie 9 .

uinte classificaA/o: Co1er/i*& • </o Paulo )<P+ • 4ampina @rande )P#+ • 4aruaru )PE+ • Feira de <antana )#A+ I!d$stri*& • Nolta Redonda )RV+ • <anto Andr> )<P+ • Franca )<P+ • <orocaba )<P+ • 4ubat/o )<P+ • @uarul(os )<P+ • #etim ).O nosso objetivo é a sua Aprovação das inundaA6es. no Gmbito da planície terciária% '*r. como se verifica no Nale do Paraíba do <ul.orte )<P+ • #om Vesus da Eapa )#A+ • Pirapora do #om Vesus )<P+ • ?ambaú )<P+ • VuaBeiro do .atal )R.ina o seu Produto Fnterno #ruto. sobre OterraAosO.ti1* • Rio de Vaneiro )RV+ • .orte )4E+ EstaA/o de saúde .uá )PR+ • <alvador )#A+ • <antos )<P+ LitorN!e* Q!ão 7*!H*d* )e&o 1*rO • 4ubat/o )<P+ • Ftabuna )#A+ Fnteriorana 4ampinas )<P+ #auru )<P+P Ribeir/o Preto )<P+ C&*ssi:i/*+ão d*s /id*des ?$*!to J :$!+ão $r7*!* A atividade básica em funA/o da 2ual vive a cidade.+ • Parana.@+ Re&igios* • Aparecida do . e da 2ual se ori. permite a se.

e.ional polariBado > menor e representa uma posiA/o (ierár2uica intermediária entre o centro re.sti/* QHistGri/*O • =uro Preto ). @oiGnia )@=+.ra )<P+ S.on(as do 4ampo ).ional e a metrJpole re. <antos )<P+ e </o Vos> dos 4ampos )<P+% Ce!tro regio!*& .ional% E0%: 4ampinas )<P+.uá )PR+ • Rio @rande )R<+ • NitJria )E<+ Ad1i!istr*ti4* • #rasília )8F+ • FlorianJpolis )<4+ C&*ssi:i/*+ão d*s Cid*des ?$*!to J Aier*r?$i* 5r7*!* É e0pressa pela rede urbana 2ue a cidade apresenta e sua posiA/o de polariBaA/o sobre as demais% 'etrG)o&e !*/io!*& A2uela cuCa área de influ5ncia abran.e todo o territJrio nacional% E0%: </o Paulo )<P+ e Rio de Vaneiro )RV+% 'etrG)o&e regio!*& A2uela cuCa área de influ5ncia abran.uas de EindJia )<P+ T$r.sti/* Q7*&!e9ri*O • @uaruCá )<P+ • 4amboriú )<4+ • @uarapari )E<+ • ?orres )R<+ • 4abo Frio )RV+ 'i&it*r estr*t2gi/* • Resende )RV+ • Nila dos Rem>dios )F.@+ Port$9ri* • <antos )<P+ • Parana.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • • • 4ampos do Vord/o )<P+ Ara0á ).e uma re.+ T$r.@+ <erra . polariBando esta área atrav>s de infra9estrutura e e2uipamentos urbanos% C*)it*& regio!*& = espaAo re. <orocaba )<P+.@+ • Parati )RV+ • 4on.i/o do País.

.i/o possui $ %&&!%$7' (abitantes )$&&1+. principalmente do <udeste.rande populaA/o )$ . denominados metrJpoles.ulamentada pelos 8ecretos nR 4-%$31.oAambi2ue )7&&%1-' Dm!+ % A ela correspondia.a )<P+.o #rasil.*+ão É um processo de criaA/o ou de desenvolvimento de or.antescos a. rede de es. o #rasil atin./o t>cnico da <ecretaria de Economia e PlaneCamento desse estado. etc% D. em $&-'.ional e 2ue polariBa um subespaAo dentro da área de influ5ncia da capital re.i/o 2ue se estende de #oston at> Kas(in. n/o apenas por sua .randes a. Co!/eitos I1)ort*!tes Região Po&*ri. abastecimento de á. ainda. para enfrentar os .*+ão> • processo de industrialiBaA/o a partir de $&1'P • 50odo rural: precárias condiA6es no campo e atraA/o das cidadesP • concentraAGo rápida no <udoesteP • crescimento rápido e caJtico das cidades% %. Anápolis )@=+. 'eg*&G)o&es 4orrespondem I conurbaA/o de várias metrJpoles. assist5ncia m>dico9(ospitalar. nove transformaram9se em .erando . constituídos pela cidade principal e por núcleos urbanos de maior importGncia.ton. mas por se constituir em um pJlo de desenvolvimento para o crescimento do #rasil% 4ontudo. situados I sua volta em sua funA/o% C*$s*s d* $r7*!i. 2uando o desenvolvimento industrial se intensificou.*d* 4onstituiA/o da re.ova For2ue% F. tendo como centro . 5r7*!i.randes problemas a serem resolvidos.i/o assume importGncia nacional. mas por outras atividades econ7micas ou e0pans/o de serviAos% Em $&7'. 3-" do valor da produA/o industrial do Estado de </o Paulo e 1&" do #rasil% Em $&37. @rupo E0ecutivo da @rande </o Paulo 9 Jr. o desenvolvimento da urbaniBaA/o teve um incremento a partir de $&1'. A Gr*!de São P*$&o A re.ional% E0%: Americana )<P+.& mil(6es de (abitantes 9 $&&1+. com 1& municípios% ?al populaA/o > e2uivalente I da NeneBuela )&$!%' ' Dm!+. Ftapetin. acarretando o crescimento rápido das cidades. de 1' de Cul(o de $&3-. numa superfície de 7%& $ Dm!. por receberem a populaA/o do campo atraída pela indústria% Recentemente.i.randes cidades 2ue podem atin.iu um total de 1%& $ cidades% 8entre estas.ionalismo leva I formaA/o de diversas . Arábia <audita )!%!4'%''' Dm!+.otos. foi criado o @E@RA.e 2uase todas as partes do país. como os de (abitaA/o.O nosso objetivo é a sua Aprovação 8iretamente influenciado pela capital re. essa área apresenta . n/o sJ pela indústria. educaA/o.ua. do @overno do Estado de </o Paulo% Essa definiA/o está vinculada ao processo de institucionaliBaA/o de áreas e entidades metropolitanas no #rasil% A re.lomerados urbanos.anismos urbanos% 4ertos períodos foram especialmente favoráveis ao desenvolvimento da vida urbana% . Uolanda )11%&13 Dm!+ ou. 4ubat/o )<P+ e Vacareí )<P+% #. transportes. o processo abran.randes problemas ainda e0istentes% Esta re. com fus/o de sítios urbanos.ir vários mil(6es de (abitantes e onde cada uma .i/o planeCada em torno de metrJpoles% = re.i/o da @rande </o Paulo > definida e re. de 1 de Cul(o de $&37 e nR '%'&3. de .lomerados 2ue ocupam e0tensas áreas% E0emplo: a re.

uintes aspectos: • representa .rande parte dos produtos e0portadosP • responde por parte si. portanto. as áreas prJ0imas a Porto Ale. em sub9 re.aniBadas.aniBar re. por e0emplo.re. biscateirosP sur. a re. a mal(a urbana caracteriBa9se por maiores concentraA6es em al. em determinadas partes% .ional tendo por base a influ5ncia das cidades so(re o espaAo ou sua polariBaA/o% '*/ro/e:*&is1o 4rescimento acentuado e desordenado das cidades% S$7e1)rego Atividade . superior a $'"P • corresponde I base da alimentaA/o do país. vendedores de semáforos. I1)ortN!/i* d* Ati4id*de Agr. da atividade e0trativa ve.uns pontos. encaradas como um comple0o sistema circulatJrio entre núcleos e funA6es diferentes.i/o.erada pelo inc(aAo do setor terciário.i/o <ul. principalmente do setor alimentícioP . estas./o&* = cultivo de produtos a.rícolas alimentícios ou destinados I indústria consiste em uma importante atividade econ7mica 2ue.ropecuários ao desenvolvimento da indústria. > um setor destacável da economia.ricultura > diferenciada.etal 2ue somente retira produtos da natureBa% 8estaca9se a importGncia da a.uos e inte. 4uritiba e leste catarinense% Rede 5r7*!* <istema de cidades distribuídas numa re. necessita da m/o9de9obra (umana para arar.ente% Co!$r7*+ão Reuni/o de duas ou mais cidades de crescimento contínuo formando um único a. para desenvolver9se.i6es% '*&H* 5r7*!* 8iB9se da forte concentraA/o de cidades em uma determinada área do país.em para desafo. al>m de servir produtos a.ricultura no processo de desempen(o econ7mico do #rasil nos se.a re. por e0emplo.i6es administrativas e. desta forma.i/o <udeste.i6es polariBadas nos leva I divis/o de estados em re. estando em permanente processo de transformaA/o% 8re*s 1etro)o&it*!*s 4onCunto de municípios contí. como. mantendo relaA6es entre si e dependentes de um centro principal 2ue comande a vida re. onde a populaA/o . seCa 2uanto aos aspectos físicos ou funcionais de uma metrJpole 2ue e0erce o papel diri. or.nificativa do produto interno lí2uido do país.ar a falta de trabal(o% A I1)ortN!/i* d* Agri/$&t$r* 1.ional% E0istem redes urbanas mais e menos or. como pJlos.rados.radativamente ad2uire consci5ncia re. adubar e plantar as esp>cies% A a. com atividades tais como cuidador de carros.rados com serviAos públicos de infra9estrutura comuns% @randes espaAos urbaniBados 2ue se apresentam inte.O nosso objetivo é a sua Aprovação delas pode alcanAar caráter metropolitano internacional e.i6es em torno de si.lomerado urbano% E0: Re.iGo do A#4 )<P+% Regi-es :$!/io!*is $r7*!*s 8ivis/o re.ional% = estudo das re.

> destacada mundialmente% 2. > difícil recuperá9los% 8evido I diversidade de nossa .anisse e do calcário% É um solo de elevada fertilidade natural. considerados. 2ue > o mais cultivado no 4entro9<ul do País% 8evido ao predomínio de climas tropicais.etais tipicamente tropicais at> a2ueles prJprios de áreas temperadas. tropical. es.ricultura seCa baseada no cultivo de ve. devido Is inundaA6es constantes.o. como > o caso do caf>.rícolas. o #rasil possui vários tipos de solos a.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • apesar da importGncia mostrada do setor a. do clima. onde. da cana9de9aAúcar.adas )rudimentares+% .ranito em climas úmidos% Apresenta al.otamento.raves conse2Q5ncias 2ue decorrem das características climáticas )2uentes e úmidos+ e das t>cnicas a. formada por roc(a decomposta.o.e seu uso a al.ordestina.e*> trata9se de um solo fertiliBado pelo acúmulo de mat>ria or.ricultura n/o dependa unicamente das condiA6es climáticas. sendo lento e comple0o. de modo .uma fertilidade e > encontrado no Planalto AtlGntico e no 4entro9<ul do País% Pro7&e1*s dos So&os Uá diversos problemas 2ue afetam os solos brasileiros.uns produtos. .o entanto. como o tri. dependendo da roc(a matriB. a verdade > 2ue elas assumem importGncia fundamental para a prática a.rícolas. > natural 2ue nossa a.rícolas empre.eis. restrin. F*tores N*t$r*is C&i1* Embora a a. podendo9se cultivar desde os ve.Gnica e (úmus traBido pelo rio mar. lateriBaA/o e li0iviaA/o% Esses provocam .eridional e utiliBado para diversos cultivos.eralmente formado pela decomposiA/o do . principalmente de frutas. para 2ue seCam utiliBados de forma eficiente. como > o caso do tri.eral.iloso. de ori.etais de modo . desde o período 4olonial.eral% <eu processo de formaA/o > denominado pedo.eolo. > o 2ue definimos como solo% As transformaA6es físico92uímicas criam aí condiA6es favoráveis a nutriA/o e desenvolvimento das plantas e esp>cies ve.em vulcGnica. > utiliBado para o plantio da cana9de9 aAúcar% • Terr* Ro. do cacau.eado por ele% .rícola no #rasil. encontrado na :ona da . das características do relevo e da mat>ria or.rícola% A e0ist5ncia de variados tipos climáticos no País )e2uatorial. resultante da decomposiA/o do basalto% É tamb>m um solo de elevada fertilidade.radados.5nese. tais como o arroB% • S*&1o$rão> solo ar.rícola. os solos brasileiros t5m 2ue ser corri. muito ácidos e frá. encontrado no Planalto . ao contrário do refr/o comumente utiliBado de 2ue no #rasil Ose plantando tudo dáO% <endo assim.od/o e outros% So&o A camada superficial da litosfera.idos de maneira correta 2uanto I acideB ou composiA/o 2uímica% • '*ss*)= o$ '*ss*)2> solo escuro e resultante da composiA/o do . maduros e senis% Hma veB de. de maior valorP a posiA/o do #rasil no cultivo de produtos tropicais. do al. como laranCa e banana.ata . com desta2ue para o caf>% • So&o de V9r.Gnica presente% A espessura do solo varia e ele tem ciclo evolutivo: (á solos Covens. o país ainda n/o > auto9 suficiente na produA/o de alimentos% Fmportamos vários produtos a. de altitude. subtropical e semi9árido+ permite uma boa diversificaA/o da produA/o a. mas os mais comuns s/o: eros/o.ia e condiA6es climáticas. e onde (á vida microbiana.etais típicos desse clima.*> solo castan(o9avermel(ado.

emO 2ue ocorre nos solos das re. esp>cies de produtos entre as árvores nativas% É um sistema do tipo OcorredorO com racionaliBaA/o de cultivo mJvel e a id>ia > manter a capacidade produtiva do solo% A substituiA/o .aA/o e reflorestamento% ?ais práticas s/o mais difundidas nas re. apesar de possuir -% 47%4'1 Dm!. irri. por>m. pelas características climáticas predominantes no país.inando a formaA/o de uma Ocrosta ferru. difundem9se em uma e0tensa área pelos sistemas de irri.i6es intertropicais de clima úmido e estaA6es c(uvosa e seca alternadas% 4onsiste na remoA/o da sílica e no enri2uecimento dos solos em J0idos de ferro e alumínio. maior concentraA/o das c(uvas durante o ver/o.aO e aparece em . sobretudo. ocupa apenas cerca de -'%''' Dm! com lavouras e $%7 '%''' Dm! com pasta. mas este pode traBer o peri. como t>cnica de sombreamento.rícola% Esta crosta > con(ecida tamb>m como Ocan.rícola s/o destrutivos% . tais como: • rotaA/o de solos e de culturas.ens% . as medidas atualmente adotadas para combater tais problemas s/o: terraceamentos.*+ão> processo característico das re. no caso de e0cesso de á./o > recomendável 2ue a floresta seCa substituída por campo ou por cuitivo dos produtos.etais da prJpria mata para OforrarO o solo e plantar.radual de árvores n/o produtivas por árvores comerciais > um outro m>todo de conservaA/o.i6es.etais Is condiA6es naturais. Cá 2ue. 2uando as c(uvas intensas atravessam os solos de cima para bai0o.rícolas 2ue podem combater os problemas dos solos. por outro lado.i6es tropicais úmidas.O nosso objetivo é a sua Aprovação Apesar de limitadas.o das monoculturas.randes e0tens6es dos c(apad6es do 4entro9 =este e na AmaB7nia% • Li. aplicaA/o de adubos. carre./o&* • = #rasil apresenta subaproveitamento de suas terras a. e os benefícios da á.aA/o% Em muitas re.ricultura com a pecuáriaP • adubaA/o ade2uadaP • terraceamentoP • curvas de nívelP • reflorestamentoP • irri.ua% Pri!/i)*is )ro7&e1*s d* *gri/$&t$r* S$7*)ro4eit!1*!to do Es)*+o Agr. no #rasil. curvas de nível. isto >. ori.i7es <udeste e <ul do País% • Erosão e esgot*1e!to dos so&os> s/o provocados. e tamb>m pelo predomínio de t>cnicas rudimentares de cultivo: plantio em encostas de morros. podendo (aver tamb>m a associaA/o da a.i4i*+ão> > a Olava.ua e dos minerais dissolvidos.em do mesmo. as medidas para irri. ao menos 2ue o processo de substituiA/o seCa limitado a determinadas proporA6es% =s efeitos destrutivos das enc(entes.rícolas consiste em aproveitar os restos ve.ar o solo precisam ser combinadas com a drena. uma prática desenvolvida por t>cnicas a.inosaO capaB de impedir ou dificultar a prática a.rícolas. inade2uaA/o dos ve.aA/o ade2uada% Os e:eitos do $so do so&o Preservar árvores > um bom m>todo para a conservaA/o do solo% A prática primitiva da 2ueimada e o uso irracional do espaAo a.ando os elementos nutritivos superficiais% Co17*te *os )ro7&e1*s do so&o E0istem várias t>cnicas a. etc% • L*teri.

rícola deve9se: • I e0pans/o das fronteiras a. o al. I pecuária e ao e0trativismo ve. feiC/o. aponta as se./o&* = aumento da produA/o a. sobretudo aos pe2uenos proprietáriosP • desenvolvimento de novas t>cnicas de plantio. matas e terras n/o9aproveitadas ocupam cerca de 4'" das terras brasileiras% <uas terras est/o utiliBadas da se.randes proprietários do <udoeste e do <ulP • bai0a mecaniBaA/oP • escasseB de pes2uisas a.ron7micas básicasP • bai0as rendas e más condiA6es de vida do trabal(ador rural% = @overno.eral% Prod$ti4id*de Agr. etc%P • aumento do cr>dito ruralP • estímulo I formaA/o de cooperativasP • criaA/o do ProvárBeas e do ProCeto 4errado% .ricultoresP • Is altas cotaA6es de al. pasta.ens. col(eita.rícolasP • cr>dito rural voltado sobretudo para os . ainda s/o re.ato @rossoP • I maior utiliBaA/o de insumos industriais.randes propriedades dedicam9se. mandioca e produtos (ortifruti. mil(o. o 2ue pode ser e0plicado por vários motivos: • uso inade2uado e insuficiente de adubos. apesar do seu alto custo para os a.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • Sreas de lavouras.ropecuários.#RAPA )Empresa #rasileira de Pes2uisa A. seleA/o de sementes.ens.rícolas em direA/o a Rond7nia e .istradas bai0as ta0as de produtividade.ramas específicos e de Jr.os últimos anos.o no 4entro9=este e no <ul do País% Entretanto.ropecuária+./os como a E. ao cultivo de produtos voltados para a e0portaA/o )caf>. cana9de9aAúcar. em .ropecuárias tem aumentado. cacau.uinte maneira: áreas de lavouras.uintes metas: • estímulo Is pes2uisas em En.ranCeiros em . as .eral. principalmente em lavouras comerciais como a da soCa e do tri. a cebola e outrosP • I e0pans/o da mecaniBaA/o.umas áreas do #rasil.rária e o taman(o da propriedade% Assim.rícola% Para isso. matas e terras n/o aproveitadas em relaA/o I área total do territJrio% . como o caf>. al.uns produtos no mercado nacional e internacional. o arroB.od/o. a laranCa.ropecuários% O 5so d* Terr* Uá uma correlaA/o entre o tipo de utiliBaA/o a. como arroB. em al. pasta. embora a maior parte do territJrio )71"+ encontre9se ocupada por terras n/o9aproveitadas% Em relaA/o I área total dos estabelecimentos a. fertiliBantes e defensivos a. a área ocupada pelas atividades a. por meio de vários pro.en(aria RuralP • aumento da assist5ncia t>cnica. soCa. verifica9se 2ue as lavouras. pasta.ens. matas e terras n/o aproveitadas em relaA/o I área total dos estabelecimentos a.od/o+. pretende aumentar a produtividade a.etal% Vá as pe2uenas propriedades se caracteriBam pelo desenvolvimento de cultivos comerciais e de subsist5ncia.

randes latifúndios s/o maioria na área rural.ossa estrutura fundiária > (eranAa de um passado colonial.nificante )!.inal. esses dois fatores est/o profundamente inseridos em atividades a. embora n/o .aA/o+% Ar1*. desperdício de terras e capital% b+ . en2uanto sua área > insi. representando apenas $. e s/o os 2ue menos assist5ncia recebem do .rícolas% <J para citar um e0emplo.rande propriedade dentro da AmaB7nia. se.áveis.acional > um pro.eralmente subaproveitados% Podemos concluir 2ue: a+ =s pe2uenos estabelecimentos predominam em número ) '.4e&> lin(a ima. acúmulo de mat>ria or.i/o .rama de Financiamento de E2uipamentos de Frri.o minifúndio.rária 2ue corresponde em @=.!" das propriedadesP ou. diminuindo a lucratividade do (omem do campo e aumentando o custo dos alimentos ao consumidor% <e. en.aA/o. (avendo.randes propriedades )plantations+ voltadas para atender Is necessidades do mercado e0terno% At> (oCe os . ainda sem 2ual2uer aproveitamento% @rande parte dessa área está na bacia do rio <olim6es )AmaB7nia+% = @overno Federal criou. Cá 2ue: a+ . acima ou abai0o de uma refer5ncia con(ecida% = mesmo 2ue curva altim>rrica. isJpsa% Estr$t$r* :$!di9ri* A e0press/o Oestrutura fundiáriaO. em cerca de 1'" da safra% Em valores.raus )terraAos+% ?ípico da Ssia =riental% • C$r4* de !. em determinadas re.esse campo.rama a. .rama baseia9se na e0ist5ncia de pelo menos 1 mil(6es de (ectares de várBeas irri.i6es.o latifúndio. por meio de irri. portanto.rande parcela de produA/o a.inária 2ue une todos os pontos da mesma altitude.rária e2uivalente a cem acres ou ainda a um (ect7metro 2uadrado $'%''' m!% • Pedog=!ese> processo de formaA/o do solo onde percebe9se a decomposiA/o da roc(a ori.uns casos.ente.1"+.rícola 2ue se constituiu em aproveitar9se de curvas de nível de de. (á m/o9de9obra ociosa.a9se a perder . o #rasil enfrenta s>rias dificuldades% . calculado.overno% =s conceitos de latifúndio e minifúndio ser/o definidos em funA/o do mJdulo rural adotado na re. com predomínio das . uma . .loba o número e taman(o das propriedades rurais. tamb>m. pois a terra > escassa% =s pe2uenos proprietários respondem por mais da metade da produAGo de alimentos do #rasil. obter maior produtividade% = pro. o 2ue demonstra a concentraA/o fundiária% . o Profir )Pro. em al.@ e RV a 4-%''' m! e em <P a !4%''' m!% • Ae/t*re> unidade de medida a.rícola por falta de transporte eTou armaBenamento ade2uado% ?ais dificuldades facilitam a aA/o dos intermediários e especuladores.ente com pouca terra e muita terra com pouca .orias dimensionais% .Gnica e formaA/o de (úmus% • Terr*/e*1e!to> t>cnica a.rícola criado em Cun(o de $&-$. c(e.randes estabelecimentos )mais de $%''' (a+ ocupam 2uase a metade da área rural )4 "+.undo as cate.ráfica e de seu uso% Assim.ote 2ue tanto o minifúndio )pe2uena propriedade+ 2uanto o latifúndio s/o responsáveis por um desperdício de recursos. 2ue pretende utiliBar as terras f>rteis das várBeas e.undo os últimos levantamentos. "+% b+ =s . nem todo o espaAo > aproveitado. simplificando: (á muita . estima9se 2ue o desperdício alcance bil(6es de dJlares por ano% • A&?$eire> medida a.e!*1e!to e Tr*!s)orte Embora de forma indireta.O nosso objetivo é a sua Aprovação = ProvárBeas . o #rasil > o campe/o do desperdício.

Eei nR 4% '4 de 1'T$$T34+.O nosso objetivo é a sua Aprovação aproveitada com al. tendo área i. > direta e pessoalmente e0plorada por um conCunto familiar e2uivalente a 2uatro pessoas.randes propriedades )mais de $%''' (a+% 4om relaA/o I utiliBaA/o do solo. criado para estabelecer uma unidade le.ual ou superior I dimens/o do mJdulo da re.i/o. naturalmente.uma atividade. proporcione um rendimento capaB de asse.i/o% • 'Gd$&o r$r*&> área e0plorável 2ue.iu a id>ia de mJdulo rural )Estatuto da ?erra.em em matas incultas >. borrac(aP <udoeste do PA 9 e0trativismo. sendo menor 2uanto maior o desenvolvimento% • 'i!i:I!dio> será todo o imJvel com área e0plorável inferior ao mJdulo rural fi0ado para a respectiva re. o 2ue traB como conse2Q5ncia um crescimento do número de latifúndios: • $&3' 9 1%117%''' estabelecimentos • $&-' 9 %'4 %''' estabelecimentos Al>m desse fracionamento.i/o e tipos de e0ploraA/o nelas ocorrente% • L*ti:I!dio )or e. apresenta o predomínio de . a estrutura fundiária brasileira tem9se caracteriBado por um parcelamento das propriedades. a mais elevada do País% Esta situaA/o determina a economia e0trativa ve.eo.rária+.i/o% As .)&or*+ão> será todo o imJvel cuCa dimens/o n/o e0ceda a2uela admitida como má0ima para empresa rural.acional de 4oloniBaA/o e Reforma A. ou inade2uadamente e0plorada de modo a vedar9F(e a classificaA/o como empresa rural% Atualmente.ico adotado na2uela posiA/o .ráfica do imJvel e seu aproveitamento% =s conceitos de latifúndio e minifúndio s/o definidos em funA/o do mJdulo rural adotado na re. onde se leva em conta a independ5ncia entre a dimens/o.eo. e A4 9 e0trativismo. com fins e0peculativos. verifica9se uma concentraA/o de terras nas m/os dos latifundiários% • $&3' 9 7l%'''%''' (a • $&-' 9 $34% ''%''' (á 4onsiderando9se a distribuiA/o dos estabelecimentos rurais por re. m>dias e pe2uenas propriedades. sur. em determinada posiA/o do País.ráfica e.i/o. observam9se diferenAas si.i/o e tipos de e0ploraA/o nela ocorrentes% • L*ti:I!dio )or di1e!são> será todo o imJvel com área superior a 3'' veBes o mJdulo rural m>dio fi0ado para a respectiva re. est/o assim distribuídas: a+ @randes propriedades: <udoeste do A.undo o Fncra )Fnstituto . mas 2ue seCa mantida ine0plorada em relaA/o Is possibilidades físicas.etal. conforme o tipo de e0ploraA/o considerado.randes. ou 2ue seCa deficiente. castan(a9do9 paráP . econ7micas e sociais do meio. correspondendo a mil Cornadas anuais% A forAa de trabal(o do nível tecnolJ.urar9l(e a subsist5ncia no processo social e econ7mico% <e. > o mínimo de terras 2ue uma família de 4 pessoas necessita para sua manutenA/o% = mJdulo rural varia conforme o desenvolvimento da re.i/o. a situaA/o .nificativas% Região Norte 4aracteriBa9se por possuir o mais bai0o índice de área ocupada por estabelecimentos rurais do #rasil% Al>m disso. a porcenta. > menos preCudicial 2ue uma outra propriedade bem menor e mal aproveitada prJ0ima a </o Paulo% Por este motivo. principal atividade da re.al de medida das propriedades.

etalP #A )litoral sul+ cacau% b+ Pe2uenas e m>dias propriedades: Nale do </o Francisco 9 arroB e cebolaP 4E )sul9sert/o+ 9 al.ado bovino no #rasil. a. cacau e fumoP A. esta re. dominam lar. a área de criaA/o de .randes estabelecimentos entre $%''' (a e $'%''' (a. por>m predominam os . m>dias e pe2uenas propriedades est/o assim distribuídas: a+ @randes propriedades: <ert/o 9 pecuáriaP :ona da .o. apesar de possuílos em menor número% É.i/o <udeste.ordestina 9 cana9de9aAúcarP .>dias e pe2uenas propriedades: PA ):ona #ra.orte de ?= 9 pecuária de corte% b+ .O nosso objetivo é a sua Aprovação Fl(a de .ropecuárias% Predominam as propriedades entre !'' e !%''' (a% .amente as pasta.reste > ocupada por culturas voltadas para o consumo urbano. .< e . sobressaem9se as pasta.ado e0tensiva.reste 9 al.o da ?ransamaB7nica.randes. realiBada em sistema e0tensivo nos lar.? )pantanal+ 9 pecuáriaP @=.rícolas situam9se na fai0a costeira oriental% A Bona do A.>dias e pe2uenas propriedades: .i/o 2ue apresenta a maior área ocupada por estabelecimentos a. arroB. Cuta. mil(o. a.i/o tamb>m destina parte de sua produA/o I indústria alimentícia.randes. )vale m>dio do rio AmaBonas+ 9CutaP PA.o% b+ .ropecuários no #rasil. por e0cel5ncia./o&*s . Siste1*s Agr. e A4.randes. m>dias e pe2uenas propriedades est/o assim distribuídas: a+ @randes propriedades: .od/o. A.od/oP A.< )sul. en2uanto no <ert/o encontra9se a criaA/o de .rícolas e o maior consumo de pessoas ocupadas nas atividades a.a utiliBaA/o da terra.ens% As principais áreas a.etalP .ave% Região Ce!tro"Oeste É tamb>m uma re.A e PF 9 e0trativismo ve.? )áreas dispersas no interior+ 9pecuária% b+ . dedicados I pecuária% Muanto I utiliBaA/o da terra. ocupaA/o tradicional% As . etc% SISTE'AS AGRÍCOLAS DE PROD56ÃO 1.i/o com alta proporA/o de estabelecimentos com mais de $'%''' (a. batata. mil(o. PR e <4 )áreas de povoamento europeu+ vin(edos. re.antina+ 9 pimenta9do9reino.ata de Araucária+ 9 e0trativismo madeiraP R< )4ampan(a @aúc(a+ 9 pecuáriaP R< e PR 9 áreas de cultura de tri.i/o de 8ourados+ 9 culturas diversificadas: caf>.>dias e pe2uenas propriedades: R<. malva. m>dias e pe2uenas propriedades est/o assim distribuídas: a+ @randes propriedades: PR )norte+ 9 soCa e caf>P PR ). soCa e outros itens% As . predominam no <ul as pe2uenas e m>dias propriedades% Assim como a re. tri. como carnes.ens: esta > a re.os c(apad6es do cerrado e no Pantanal .ato9@rossense% As .araCJ e AP 9 pecuáriaP .ata .< e . mil(o e soCaP @= )4eres+ 9 culturas diversificadas% Região S$& Muanto I área ocupada.? )parte norte+ 9 e0trativismo ve.rovilas e culturas diversificadas% Região Nordeste Apresenta o maior número de estabelecimentos a. ao lon.

te!si4o • 8esmatamento e coivara% • Es.ricultura de bai0os rendimentos e produA/o irre.amente encontrado. onde as t>cnicas utiliBadas s/o bastante rudimentares com pouco ou nen(um adubo.o #rasil s/o aplicados no campo vários tipos de sistemas a.ecaniBaA/o% • @rande rendimento% • ProduA/o elevada por (ectare% • .e o termo OroAaO ou itinerante.onocultura% • @randes estabelecimentos% • 4apitais abundantes% • . mais intensivo será o sistema a.ico% .O nosso objetivo é a sua Aprovação <istema a.otamento e.rícola% Siste1* E./o9de9obra escassa e n/o92ualificada% 8entro do sistema e0tensivo sur./o9de9obra abundante e 2ualificada% Terr* es/*ss* = sistema intensivo pode ser caracteriBado pela menor depend5ncia do a.otamento dos solos% • RotaA/o de solos% • Pe2ueno rendimento% • ProduA/o por trabal(ador% • ?erra abundante% • .ados% NeCa abai0o os principais sistemas e suas caracterísiicas% Siste1* I!te!si4o • Hso permanente do solo% • RotaA/o de cultivos% • FertiliBantes% • <eleA/o de sementes% • <eleA/o de esp>cies% • ./o9de9obra numerosa e barata% • Alto nível tecnolJ. levando a terra ao es.o #rasil. apresentando como resultado uma a. s/o encontradas propriedades utiliBando com mais fre2Q5ncia o sistema intensivo% ?amb>m os sistemas c(amados de roAa e plantation s/o anti. o sistema de roAa > lar. posteriormente.os no #rasil e at> (oCe empre. como no <ul e <udeste.ricultor Is condiA6es naturais% Muanto menor a depend5ncia.ular% P&*!t*tio! • Predominantemente em áreas tropicais% • . ao abandono% .rícolas% = sistema e0tensivo > o mais utiliBado: apenas em certas áreas.rícola > a combinaA/o de t>cnicas e tradiA6es utiliBadas pelo (omem nas suas relaA6es com o meio rural para obter os produtos de 2ue necessita% .

as )primárias+ formadas pelo resfriamento do ma. at> (oCe. nos minerais ocorrem naturalmente.abro.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • • • ?rabal(o assalariado% Aproveitamento a. da laranCa. E. assim.roindustrial da produA/o% 4ultivos destinados I e0portaA/o% @rande rendimento% = sistema de plantation foi introduBido no #rasil na >poca colonial.eral.o entanto.máticas ou í. podem ser classificadas em tr5s .lobo+ ao subir em direA/o I superfície% As roc(as ma.eolJ. 'i!er*is </o compostos 2uímicos inor.ica da ?erra% Portanto.)&or*+ão d* Terr* 8istin. os minerais encontram9se disseminados nas roc(as. podem ser classificadas em dois .esta modalidade (á tamb>m os OposseirosO ou ocupantes.ada por um certo tempo e preAoP 9 parceria 9 2uando. como a terAa. lavradores sem terras 2ue ocupam uma área para poder plantar% =s assalariados podem ser mensalistas ou diaristas% 8este último .g!e*s </o as roc(as anti.uns casos. a terra > cultivada e a produA/o > repartida na proporA/o estipulada entre as partes% A forma mais comum > a meiaA/o )metade+.eralmente definida% . conforme a posiA/o em 2ue o seu resfriamento ocorreu.uem9se no #rasil as se.ranito. .neasP b+ sedimentaresP c+ metamJrficas% Ro/H*s 1*g19ti/*s o$ . etc%P .máticas. Co!sider*+-es Ger*is = e0trativismo mineral consiste em retirar da natureBa os recursos minerais necessários I sobreviv5ncia ou ao desenvolvimento da sociedade% A e0ist5ncia desses recursos em uma determinada área > uma decorr5ncia dos fen7menos . do cacau.eolJ. eles aparecem em concentraA6es maiores. em al. sienito. por>m. Ro/H*s </o conCuntos de minerais ou apenas um mineral consolidado% As roc(as formam a parte essencial da crosta terrestre% Muanto I ori.uintes modalidades de e0ploraA/o da terra: • e. com o cultivo da canade9 aAúcar% . este sistema > utiliBado no cultivo do caf>.rupo faBem parte os bJias9frias% ERTRATIVIS'O 'INERAL 1. da soCa e da prJpria cana% 2. a sua e0ploraA/o em bases econ7micas% 2.icos ali ocorridos ao lon. (avendo tamb>m outras.Gnicos com composiA/o 2uímica .em.o da (istJria .)&or*+ão diret* 9 2uando > realiBada pelo proprietário da terraP • e.rupos: a+ roc(as plut7nicas ou intrusivas: 2uando a consolidaA/o do ma. etc% . sem a participaA/o do (omem no processo de sua criaA/o% 8e um modo .)&or*+ão i!diret* 9 pode ser por meio de: 9 arrendamento 9 2uando a terra > alu.ma )material e0istente no interior do . permitindo.rupos: a+ ma.ma ocorre no interior da ?erra% E0%: . por meio de contrato.

.uns pontos do #rasil. de pe2uena espessura. bau0ita. a 2ual constitui a parte sJlida da ?erra. e destes.ma do mundo. ouro e outros% . pelo menos ' aparecem no #rasil% 8e acordo com os estudos atuais e em relaA/o Is necessidades de consumo do #rasil. Estr$t$r* Geo&Ggi/* do Br*si& Para se compreender o relevo de um lu.eolJ.on2uianos+ localiBam9se as maiores CaBidas de minerais metálicos% • Sedi1e!t*res )terrenos sedimentares+: sobretudo a partir da era paleoBJica.naisse. > necessário con(ecer a sua estrutura . etc%. 2ue > composta pelo solo.ica. cobrindo a re. e subsolo )roc(as+.uintes roc(as: • Crist*&i!*s )terrenos cristalinos+: s/o de formaA/o anti. andecito. sua idade.mentos de outras roc(as pree0istentes )ma. ou seCa.o período mesoBJico. o embasamento cristalino do #rasil passou a ser recoberto em sua maior parte por sedimentos 2ue deram ori. principalmente durante o período mesoBJico% • %.E e 4=% .naisse. etc% Fnteressa con(ecer os aspectos superficiais da litosfera. . sal9. 2uartBito% Ro/H*s 1et*1Gr:i/*s </o resultantes de transformaA6es sofridas por roc(as pree0istentes )ma. cerca de 1%4'' despertam interesse econ7mico.máticas e sedimentares+ em virtude de novas condiA6es de temperatura e press/o% E0%: mármore. calcário.ado e acumulado em áreas mais bai0as )sedimentos+% Em al. 2uartBito% #.em Is bacias sedimentares.ema. Os )ri!/i)*is 1i!2rios do Br*si& 8os diferentes minerais con(ecidos no subsolo da ?erra.etaAGo. al>m da atuaA/o do clima e ve. riolito. podemos distribuir nossas reservas em: • abundantes 9 2uando ocorrem em 2uantidades suficientes para o consumo interno e e0portaA/o% E0%: ferro.i/o de basalto e diabásio% Assim sendo. (ouve o maior derrame de ma.ma ocorre na parte e0terna da crosta terrestre% E0%: basalto. 2ue correspondem a 3'" da superfície% V$&/N!i/*s )terrenos vulcGnicos+: ocupam apenas cerca de 4" da superfície e correspondem a depJsitos de basalto. podem ser encontradas no #rasil as se.an5s. man.uimento )levantamento+ desses sedimentos 2ue foram submetidos I eros/o% = resultado do trabal(o da eros/o corresponde aos c(apad6es.O nosso objetivo é a sua Aprovação b+ roc(as vulcGnicas ou e0trusivas: 2uando a consolidaA/o do ma. de maior espessura% = territJrio brasileiro > formado por um conCunto de roc(as muito anti. seus tipos de roc(as.os terrenos proteroBJicos )al.ar. etc% Ro/H*s sedi1e!t*res </o formadas tanto por fra.a e cobrem 13" do #rasil% </o divididas em 1!" ar2ueoBJicas e 4" proteroBJicas% .as )ar2ueoBJicas e proteroBJicas+% Essas roc(as sofreram diastrofismo )movimento no interior da ?erra+ na era pr>cambriana )3'' mil(6es de anos atrás+ e depois foram submetidas I eros/o% ?odo o material destruído pela eros/o foi carre. (ouve um soer.máticas e sedimentares+ 2uanto em virtude de novas condiA6es de temperatura e press/o% E0%: mármore. c(apadas e tabuleiros comuns no .

PA )<erra dos 4araCás+ e . sendo a produA/o escoada pela E% F% NitJria9. com 7'" de teor de ferroP • &i1o!it*.ar. destinando9se I produA/o tanto vinculada ao mercado interno como e0terno% 8estacam9se duas áreas de produA/o e escoamento do min>rio: • As CaBidas do Nale do Rio 8oce 9 destinam9se aos mercados interno e e0terno. como .ens. foi parcialmente privatiBada em leil/o% 'orro do 5r$/$1 e1 'oto Grosso do S$& = estado de .inas at> o porto de ?ubar/o e pela E% F% 4entral do #rasil at> o Rio de Vaneiro% As principais empresas 2ue atuam nessa área s/o: 4<. 2ue. man.st5nio 9 -R lu.&" de teor de ferroP • siderit*.inas )da 4NR8+ at> o porto de ?ubar/o.randes CaBidas do #rasil encontram9se em .ila. compreendida entre as cidades de #elo UoriBonte.ato @rosso do <ul possui . Acesita.ar e tun. 2ue constituem o c(amado Muadrilátero Ferrífero ou 4entral% Esta área > a principal produtora de min>rio de ferro no país. com &.4" de teor de ferroP • Her1*tit*.ariana e <anta #árbara.umas desvanta. ocupando boas posiA6es% Pode9se citar )em $&&!+: bau0ita 9 4R lu.randes reservas de min>rio de ferro situadas no sul do estado. com 7!. ferro 9 1R lu.@ )Muadrilátero do Ferro+.rande distGncia dos principais mercados de consumo e bai0a 2ualidade de min>rio% Serr* de C*r*B9s .ar% F. carv/o mineral% = #rasil se destaca na produA/o mundial de min>rios. c(umbo. em $&&7. estan(o 9 $R lu.ar. .ar. diamante 9 7R lu.ar.ar.ineira )mercado interno+ e 4NR8 )mercado e0terno+% • As CaBidas do Nale do Rio Paraopeba 9 tamb>m se destinam aos mercados interno e e0terno e cuCa produA/o > escoada pela E% F% NitJria9.O nosso objetivo é a sua Aprovação • • suficientes 9 2uando ocorrem em 2uantidade suficiente para o consumo interno% E0: ar. #el. E<% As principais empresas 2ue atuam nesta área s/o: Hsiminas.on(as do 4ampo.inas @erais% As . no município de 4orumbá% Entretanto.unda d>cada do s>culo [F[.orro do Hrucum+% M$*dri&9tero Ferr.o9. Binco e amianto% carentes 9 2uando ocorrem em 2uantidade insuficiente para o consumo interno% E0: petrJleo. cromo 9 -R lu. 'i!2rio d* :erro = ferro > obtido pela reduA/o dos seus J0idos% <eus principais min>rios s/o: • 1*g!etit*. com 4-" de teor de ferro% A ocorr5ncia de min>rio de ferro no #rasil foi revelada no final do s>culo [NFFF e o seu aproveitamento teve início na se. essas reservas apresentam al. em .ar.< ). 4on.an5s 9 4R lu. ouro 9 4R lu.:ero de 'i!*s Ger*is =s principais depJsitos de min>rio de ferro est/o numa área de -%''' Dm!. e 4osipa )mercado interno+ e Antunes e Uanna )mercado e0terno+% O7ser4*+ão> a maior empresa produtora de min>rio de ferro do #rasil > a 4NR8 )4ompan(ia Nale do Rio 8oce+.

.unda maior reserva brasileira% L.? )Fndústria de 4om>rcio e . leve e 2ue n/o sofre corros/o% É utiliBado pela indústria el>trica.ineraA/o )subsidiária do H%<% <?EEE 4orp%+% = escoamento do min>rio de ferro > feito por ferrovia. etc% =s principais produtores mundiais s/o: Austrália. correspondendo a 37" do total produBido no País% A e0ploraA/o > feita pela F4=. " da produA/o brasileira )$&&!+% 'i!*s Ger*is )PoAos de 4aldas. sendo as principais áreas de ocorr5ncias: Ori. at> o porto de Fta2ui. no .eralmente.a área produtora no #rasil. Fn. A&$1.randes reservas )e0ceto EHA+% As principais CaBidas brasileiras s/o: Serr* do N*4io QA1*)9O É a principal produtora.laterra e Vap/o+ n/o possuem . @uin>. Rússia e @uiana% = principal min>rio > a bau0ita. descoberta em $&37 pela 4ompan(ia . de transporte. e tamb>m Alcoa.ico. na indústria siderúr. no . CH$17o . responsável por ! " da produA/o nacional% 'orro do 5r$/$1 Q'SO A produA/o > pe2uena e escoada pelo rio Para. atrav>s do Porto de 4orumbá% Serr* dos C*r*B9s QPAO <e.eridional de .ica. onde se utiliBam 1' D. FranAa.aran(/o )</o Euís+% = Pará > responsável por -3.ia proveniente da Uidrel>trica de ?ucuruí )rio ?ocantins 9 PA+% A bau0ita de =ri0iminá abastece o comple0o industrial de alumínio 9 Alunorte e Albrás 9 no Pará. particularmente os EHA% M$*dri&9tero de Ferro É a mais anti.an5s para cada tonelada de aAo% 8evido ao .!io = alumínio > um metal branco.O nosso objetivo é a sua Aprovação <itua9se no município de . silicatos.ariana+% Participa com !3" da produA/o brasileira% Serr* dos C*r*B9s QPAO. '*!g*!=s É um metal encontrado na crosta terrestre em formas combinadas )J0idos. por>m as principais CaBidas Cá foram e0ploradas% A principal área produtora > o distrito de 4onsel(eiro Eafaiete. de utensílios dom>sticos. sendo 2ue seus maiores consumidores )EHA. sendo o min>rio transportado pela E% F% do Amapá. de man. at> o Porto de <antana )AP+% A produA/o visa ao mercado e0terno. de material.arabá.in>rios+.i1i!9 QPAO Hma das maiores reservas mundiais% = destino da produAGo visa I e0portaA/o e ao abastecimento das indústrias nacionais% = proCeto ?rombetas utiliBa ener. =uro Preto e . <uriname.o. etc%+ = principal min>rio > a pirolusita% É usado. carbonatos.uai. > um min>rio estrat>. na bacia do rio Ftacuinas. de construA/o civil. C.aran(/o% = proCeto 4araCás > realiBado pela 4NR8% D.rande empre. a ' Dm de #el>m% 4onstitui uma das maiores CaBidas de ferro do mundo.

#o2uira e . " da produA/o nacional% P*r9 9 .eJlo. as principais áreas de ocorr5ncia s/o: Rio Gr*!de do S$& )4ama2u/ e 4aAapava do <ul+ 9 participa com !4" da produA/o brasileira% B*Hi* )4araíba+ 9 possui as maiores reservas e participa com 7 " da produA/o brasileira% P*r9 )<% dos 4araCás+ Z reservas menores% 12. apJs a Sfrica do <ul.acauP Rio de Vaneiro.inas @erais e @oiás% = 2uartBo > fundamental na indústria de informática e precis/o )computadores. monaBita.a )bronBe e lat/o+ e em condutores el>tricos% = principal mineral do cobre > a calcopirita ou cuprita% .alena% Ele > utiliBado na fabricaA/o de baterias. . Co7re É um metal n/o9ferroso muito utiliBado como li. "+% A1*. para a radiaA/o de raios [. os EHA e o 4anadá )$&&!+% Sreas produtoras: . sendo responsável por -'" da produA/o brasileira 9 Paraná: Adrianápolis% = #rasil importa o c(umbo do Peru e . isolantes. Muadrilátero Ferrífero ). Alta Floresta ). televis/o.ossorJ e . S*I '*ri!Ho =cupa uma posiA/o de desta2ue no setor da indústria e0trativa mineral. responsável por -'. EHA. . Est*!Ho = principal min>rio do estan(o > a cassiterita% As principais áreas produtoras no #rasil s/o: Ro!d0!i* Nale dos rios @uarop>.os identificaram a província mineral de mapuera.o!*s> -. sendo utiliBado na pecuária. O$ro = #rasil possui a 2uarta maior produA/o mundial de ouro. 4anadá e .ovo Air/o+% = #rasil possui &-" das reservas de 2uartBo do mundo.orte. <erra Pelada )fec(ada+% 1 . cabos. 4abo Frio e AraruamaP 4eará% O7ser4*+-es Em $&-!. " da produA/o nacional. os .amor> e . destacando9se nas localidades de Areia #ranca. bem como uma área 2ue apresentava reservas valiosas e de viabilidade econ7mica de topáBio.>0ico% .O nosso objetivo é a sua Aprovação = principal min>rio do c(umbo > a . encontrado principalmente em . etc+% FONTES DE ENERGIA .ios.'"+% 11.apuera )!3. Rússia. do Pará e Roraima.acaúbas )principal área produtora+.>0ico 1E.@+. 4umaru )PA+. alimentaA/o (umana e na indústria 2uímica% As principais áreas produtoras s/o: Rio @rande do .o #rasil.<+. Vacobina )#A+.aiores produtores mundiais: Austrália. 2ue compreende parte do estado do AmaBonas. turmalina% 0enotina. ouro e estan(o ). rio ?apaCJs.adeira 9 maioria do estan(o brasileiro )$1. relJ. etc% As principais áreas de ocorr5ncia no #rasil s/o: #a(ia.adeira.

ico e .>dio Am>rica Sfrica Rússia Am>rica Ssia Europa Eatina . refinaA/o.orte =ceania A pes2uisa de CaBidas petrolíferas > feita no #rasil desde meados do s>culo.rama. #a(ia.a d>cada de 1'.unda metade do s>culo [NFFF e no s>culo [F[. foi criada pelo . da fiss/o do átomo )usinas nucleares+% Finalmente. e0ploraA/o. termel>tricas da forAa das á. notadamente do setor ener. PetrG&eo 34" $1" 7" 3" 4" 4" !" =riente . transporte e distribuiA/o% Em $&73. dessa data em diante. o setor de pes2uisa e e0ploraA/o foi aberto I participaA/o de empresas privadas% ERPLORA6ÃO As bacias de possível e0ploraA/o de petrJleo no #rasil s/o: • #acia AmaB7nicaP • #acia EitorGneaP • #acia ParanaenseP • #acia Rec7ncavo #aiano% Pri!/i)*is 9re*s )rod$tor*s /o!ti!e!t*is> .overno a or.ia est/o relacionadas ao tipo de economia.uas )(idrel>tricas+ e. o primeiro aberto no País% Em vista das condiA6es políticas nacionais e da . na se.>tico% 1. na. por serem realiBadas com t>cnicas e e2uipamentos deficientes% . al. pois 2uanto mais industrialiBada for.acional do PetrJleo )4.O nosso objetivo é a sua Aprovação As fontes de ener.esse mesmo ano.ia el>trica obtida da 2ueima do carv/o. 2ue sur.uiu desenvolver9se .iram as má2uinas modernas movidas a ener. com participaA/o estatal de $"% Passaram.ineralJ.radativamente em todos os setores petrolíferos: pes2uisa. principalmente com a perfuraA/o do poAo Eobato.rande importGncia do petrJleo. #ritis( Petroleum e E00on. a partir de $&$&.otamento das fontes n/o9renováveis% 8evemos destacar 2ue as fontes de ener.>tico% A e0pans/o econ7mica e social verificada no País no decorrer das últimas d>cadas vem e0i.ia do vento )eJlica+ e a (idráulica )aproveitando os rios+% Foi com a RevoluA/o Fndustrial. do petrJleo )usinas.overno comeAou a se preocupar com este pro.indo. passando. a faBer pes2uisas infrutíferas. o .P+. passado por iniciativa privada% <J em $&'7. maior será o seu consumo ener. em $&1foram nacionaliBadas as CaBidas petrolíferas% . a ser monopJlio da Petrobrás: • pes2uisa e e0ploraA/o das CaBidasP • refinaA/o )com e0ceA/o das refinarias particulares Cá instaladas+P • transporte de petrJleo bruto e dos oleodutosP • importaA/o de petrJleo bruto e derivados% A partir de $& 1. posteriormente a ener.ir. com a assinatura de contratos de risco com a <(ell. iniciando9se a fase de comercialiBaA/o% Em $& 1.ico. principalmente na #a(ia. temendo9se o es. foi criado o 4onsel(o . mais tarde.aniBaA/o PetrJleo #rasileiro <%A% )Petrobrás+% É uma sociedade mista. outras fontes alternativas foram sur. Elf.uns resultados comeAaram a sur. a Petrobrás conse.ia s/o elementos 2ue podem contribuir para a realiBaA/o do trabal(o% = (omem utiliBou para isso o seu esforAo muscular ou animais domesticados.indo importante desenvolvimento da nossa infra9estrutura. com a criaA/o do <erviAo @eolJ.

uin(os )RV+. o Ar.ataripe 9 Eandulfo Alves )#A+P • 4ubat/o 9 Presidente Art(ur #ernardes )<P+P • 8u2ue de 4a0ias 9 8u2ue de 4a0ias )RV+: • #etim 9 @abriel Passos ).an. 4andeiasP AE 9 PoAos de 4o2ueiro <eco e ?abuleiro do . #uracica. ten(a recebido o monopJlio do refino. a #acia de 4ampos% .ua @rande. o @overno manteve as autoriBaA6es concedidas a . EHA. > a do Rec7ncavo #aiano% Re:i!*+ão Atualmente.+.@+P • 4anoas 9 Alberto Pas2ualini )R<+P • Paulínea 9 Replan )<P+P • .a. a Petrobrás tem onBe unidades de refino. como: Jleo combustível. 8% Vo/o. .rupos privados antes da2uela lei% A atual 2uebra do monopJlio permitirá 2ue outras empresas do ramo possam participar de todo o processo petrolífero% = obCetivo principal da 2uebra do monopJlio > buscar a auto9sufici5ncia do produto.>ria.i.anaus 9 Reman )A. 2uerosene para avi/o. em m>dia. S.a )R<+ e .O nosso objetivo é a sua Aprovação • • • • • #A 9 Rec7ncavo #aiano: poAos de .>dio do rio AmaBonas% Prod$+ão !o Br*si& Em $&&3 a produA/o foi de. tem refinado parte de sua produA/oP • Araucária 9 Refar )PR+ 9 Refinaria @etúlio Nar.acional de Asfalto de FortaleBa 9 4E% O7ser4*+ão> A Petrobrás e0porta diversos derivados de petrJleo.P )A. ambas de pe2ueno porte% As principais refinarias da Petrobrás s/o: • .4 mil(6es de barrisT dia% Embora a Petrobrás.A 9 #arreirin(asP A. cerca de 7'" do petrJleo e0traído no #rasil vem das plataformas marítimas. principalmente para .iran. .' mil barris por dia% Fsso representa apro0imadamente 3'" do petrJleo consumido diariamenteP o restante > importado% Atualmente.e 9 RENAP )<% Vos> dos 4ampos 9 <P+P • Hni/o 9 4apuava )<P+P • A<F=R 9 Fábrica .entina. Jleo diesel e outros. obCetivo traAado pela A. a Petroperu. sendo a principal área produtora. na 2ual a 4ompan(ia Estatal de PetrJleo do Peru.o continente. ?a2uipe.asolina. Riac(uelo e ?remeP . com a Eei nR !%''4.acional do PetrJleo+% Eis a raB/o da e0ist5ncia de duas refinarias particulares: Fpiran.artinsP <E 9 PoAos de 4atmJpolis.5ncia . com capacidade para processar $. #reCo @rande.asP • Uenri2ue Ea. Uolanda e outros países% Tr*!s)orte " O&eod$tos • ?ransporta o Jleo bruto da CaBida I refinaria% E0emplo: AracaCu 9 #a(ia% . 9 Nale .

acional de Petroleiros. por um único oleoduto s/o transportados dois ou tr5s produtos.aP • PetrominasP • 4ia% </o Paulo 8istribuidora de 8erivados de PetrJleo% . de acordo com a topo.rafia do local. contando atualmente com 3& navios% • Esses navios atendem ao com>rcio interno.eiras operando neste setor% A participaA/o da Petrobrás neste ramo > de apro0imadamente !'". em maior ou menor número de casas% = custo operacional dos oleodutos > muito bai0o. desde 2ue apresentem densidades diferentes% Esse transporte > feito por bombeamento controlado por Ocasas de bombasO 2ue se comunicam com a refinaria e levam.ipe 9 ?erminal de Atalaia Nel(aP • L Rio @rande do <ul 9 ?erminal <oares 8utraP • L <anta 4atarina 9 ?erminal de </o Francisco do <ul% Distri7$i+ão = setor de distribuiA/o dos derivados n/o > monopJlio da Petrobrás% E0istem várias empresas nacionais e estran. assim. o produto ao local destinado% Essas casas est/o distribuidas a cada 2uil7metro. transportando petrJleo dos países e0portadores e faBem fretes para terceiras bandeiras.eiras s/o: • Esso #rasileira de PetrJleo <%A%P • <(ell do #rasil <%AP • ?e0aco do #rasil <%A% Produtora de PetrJleoP • 4ia% Atlantic de PetrJleo% O7ser4*+ão> =s postos est/o distribuídos por todo o #rasil% As principais empresas nacionais s/o: • Petrobrás 8istribuidora <%A%P • 8istribuidora de PetrJleo Fpiran. por isso outros est/o sendo pro. se bem 2ue seCam em pe2ueno número% • =s portos 2ue comercialiBam o petrJleo s/o os terminais marítimos. seis s/o importantes: • #a(ia 9 ?erminal Alves 4GmaraP • </o Paulo 9 ?erminal Almirante #arroso )</o <ebasti/o+P • Rio de Vaneiro 9 ?erminal Almirante ?amandar> • <er. at> os postos de armaBena.este último caso.ramados% • FR=. com uma rede de postos de distribuiA/o muito .em para distribuiA/o% E0emplo: 4ubat/o 9 4apuava )<P+% .rande e 2uatro compan(ias nacionais com um número de postos muito inferior% As principais empresas estran.o #rasil. 2ue Cá possuem oleodutos para a conduA/o do produto at> o local deseCado dentro do País% .APE: Frota .O nosso objetivo é a sua Aprovação • • ?ransporta o Jleo dos terminais marítimos I refinaria% E0emplo: </o <ebasti/o 9 4ubat/o% ?ransporta os produtos Cá refinados. mais ou menos acidentada.

> e Ee/o% = carv/o > de bai0a 2ualidade.a. o consumo diário era de $%!''%''' barrisTdiaP em $&&&. 2uando foi iniciada a instalaA/o da 4ia% <iderúr.o início de $&&!.ica . se comparado ao (emisf>rio norte% Essa desi.ada a fen7menos .ica . efetivou9se a partir de $&4!.uller. localiBadas no vale do rio ?ubar/o e pro0imidades% • Rio Gr*!de do S$& $%&1!%'''%''' de toneladas. numa formaA/o 2ue data do permocarbonífero. 4riciúma )#acia do ?ubar/o+ e Araran.uá% Parte dela > consumida no prJprio Estado e parte > escoada at> o porto de Ea.$ mil(/o de barrisTdia% 2. pela Estrada de Ferro ?eresa 4ristina% 8os depJsitos brasileiros.4 mil(/o de barrisTdia.acional% Rio Gr*!de do S$& =s depJsitos desse Estado aparecem de 1' a $!' metros de profundidade% A e0ploraA/o ocorre no Nale do Vacuí )</o Ver7nimo e #utiá+.acional )primeiro alto9forno a co2ue no #rasil+. n/o sendo co2ueificável.icos% Assim. em <anta 4atarina. o único 2ue possui carv/o co2ueificável > o de <anta 4atarina. en2uanto a nossa produA/o se apro0imou de $. o nosso consumo atin. o #rasil n/o faB e0ceA/o nesse aspecto% É tamb>m pobre em CaBidas carboníferas )pelo menos considerando9se as CaBidas con(ecidas at> (oCe+% As nossas principais CaBidas est/o localiBadas no <ul do País.ico 9 4 " • 4arv/o vapor 9 1'" • ReCeitos 9 ! " A principal compradora deste carv/o > a 4ia% <iderúr. entre o cristalino da <erra do . Hrussan.iu a cifra de $.es+. C*r4ão 1i!er*& <abemos 2ue o (emisf>rio sul > pobre em carv/o mineral. em Nolta Redonda% A partir dessa data.ar e a #acia <edimentar Paranaense% Br*si&> Prod$+ão de C*r4ão 'i!er*& <anta 4atarina %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 3$" Rio @rande do <ul %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 13" Paraná %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 1" Fonte: F#@E 9 $&&4 Pri!/i)*is De)Gsitos • S*!t* C*t*ri!* $%!' %'''%''' tonetadas. no #rasil. com a utiliBaA/o das t>cnicas atuais% . devido a uma s>rie de problemas Cá citados% Pri!/i)*is 8re*s Prod$tor*s S*!t* C*t*ri!* A produA/o catarinense prov>m das minas de Eauro . mas ainda n/o foi avaliada% A e0ploraA/o do carv/o mineral.una )Uenri2ue Ea.uinte: • 4arv/o metalúr. #a.O nosso objetivo é a sua Aprovação Co!s$1o .eolJ.ualdade está li. cuCa composiA/o > a se. a nossa produA/o tem cresclcio de forma bastante lenta. localiBadas no vale do Vacuí e pro0imidades% Foi localiBada uma CaBida de lin(ito no alto AmaBonas.

overno instituiu o uso obri. de outroP se bem 2ue a opA/o para se instalar uma usina leva em consideraA/o outros fatores.$ 1%' -.ar nesse particular. e os pe2uenos recursos em petrJleo e carv/o mineral. termel>tricas e nucleares% As usinas (idrel>tricas aproveitam ener. mais barato e de mel(or 2ualidade )produB 4" a " de cinBas. 3% 1'. tais como: tipo de consumo de eletricidade durante o ano.uinte ordem: #A4FA AmaB7nia Prata </o Francisco ?ocantins P=?E.ia resultante da 2ueima de Jleos. se observarmos os países desenvolvidos.ia el>trica pode provir de usinas (idrel>tricas. notaremos 2ue o consumo de ener. o . len(a.)&or*+ão Nários s/o os problemas 2ue dificultam o aumento da e0ploraA/o: 9 depJsitos relativamente pe2uenosP 9 pe2uena espessura dos (oriBontes carboníferos. etc%. evidentemente possui um alto potencial (idrel>trico.A8= 13%&&1. 2uantidade de consumo. passando para 1$%7! %''' D\ em $&-'% Muanto I termeletricidade.etal.ia el>trica por pessoa será bastante alto em relaA/o aos países menos desenvolvidos% A ener.ico.O nosso objetivo é a sua Aprovação A produA/o > consumida no prJprio Estado. aproveitando como mat>ria9prima o petrJleo. e as nucleares utiliBam urGnio.4FAE 4=.ia potencial da á. colocando9se em 1R lu. etc% = #rasil. o importado sai mais barato 2ue o nacional% 8aí a tend5ncia das empresas para consumirem carv/o importado. E&etri/id*de A ener. tJrio. 2ue > de $ '%'''%''' D\. custo de instalaA6es. contra $3" a $-" do carv/o nacional+% Para defender a produA/o brasileira. carv/o mineral. dificultando a e0ploraA/oP 9 bai0a 2ualidade do carv/o.ráfica importante e em sua maioria rios de planalto.randes recursos (idro. encarecendo o produtoP 9 distGncia dos depJsitos em relaA/o aos centros consumidoresP 9 alto custo dos transportes% Em relaA/o ao carv/o metalúr. reduBindo at> $-" de cinBasP 9 bai0o nível t>cnico das minas e e2uipamentos deficientes. sendo consumido para transporte% Pro7&e1*s de E.icas% .&%!-4. a capacidade de produA/o instalada era de -%-!-%4'' D\ )$&7'+.ia el>trica > um dos fatores básicos para o desenvolvimento de um país% Fsto > tanto verdade 2ue. $%! .4 Embora esse potencial fosse alto. para . se atentarmos para os . principalmente de <anta 4atarina.eraA/o de termeletricidade e transportes )NiaA/o F>rrea do Rio @rande do <ul+% P*r*!9 É e0plorado no Nale do rio Pei0e e no Nale do rio das 4inBas.4 $'%-$&. tendo constituiA/o (idro.ráfica apresenta9se na se. o carv/o mineral e a len(a% Essa predominGncia de usinas (idrel>tricas > fácil de compreender. $% ! .atJrio do carv/o nacional na proporA/o de 4'" do consumo nas siderúr.ua+% As usinas termel>tricas aproveitam a ener.! E<?F. o #rasil possui capacidade instalada de 4%!4&%''' D\ )$&-'+. apJs Rússia e 4anadá% A distribuiA/o do potencial (idrel>trico por bacia (idro. carv/o ve. etc% .FFR.ua )2ueda de á.ráficos do #rasil de um lado.A8= $3%7&&.

O nosso objetivo é a sua Aprovação = elevado potencial (idrel>trico dos rios brasileiros e0plica por 2ue a . 4El 4EE@ )@=+.F@ ). Estreito.orte+ Empresas estaduais: • L 4E<P )<P+.randes reservas desta mat>ria9prima.unes ou Pared/o Paranaíba 4ac(oeira 8ourada.ateus do <ul )PR+ e no Nale do Paraíba )<P+% A Petrobrás desenvolveu sistema prJprio para obtenA/o do Jleo de 0isto )petrosi0+.ia at> o final do s>culo% . Euclides da 4un(a Pedras )4ubat/o+ Uenr] #orden F e FF #.uara. sendo ainda utiliBado basicamente como forma de pes2uisa% %. S.esa [in.1"+% O7ser4*+ão = Plano !'''. etc% Pri!/i)*is 5si!*s Aidre&2tri/*s RIO 5SINA ?ocantins ?ucuruí e <erra da .u </o F>li0 4uruá9Hna 4uruá9Hna Ara. 4EEF )RV+.ilo PeAan(a. principalmente.uaAu FoB da Areia. encarecendo muito o produto% = #rasil conta com .ua Nermel(a Paraná Vupiá.eraA/o de ener. > necessário o a2uecimento a altas temperaturas. .ia n/o > das mais avanAadas. Ftaipu ?iet5 #arra #onita. mas 2ue tamb>m > inviável economicamente. al>m de prever o atraso no crono.usinas nucleares.o Paraíba do <ul .esse plano. Risto Piro7et$1i!oso = 0isto pirobetuminoso > tamb>m encontrado em formaA6es sedimentares. Avan(adava Paranapanema Vurumirim.rama para a entrada em operac/o de $' usinas (idrel>tricas Pri!/i)*is E1)res*s &ig*d*s J Prod$+ão de E!ergi* E&2tri/* • Eletrobrás )4entrais ricas#rasileiras <%A% <ubsidiárias: • 4entrais El>tricas de Furnas • 4UE<F )4ia% Uidrel>trica do </o Francisco+ • Eletrosul )4entrais El>tricas do <ul+ • Eletronorte )4entrais El>tricas do . sendo composto de mat>ria or. 4=PEE )PR+. e a tecnolo.Gnica pressuriBada por mil(ares de anos% Para transformá9lo em Jleo. <alto <antia. </o <im/o. G9s !*t$r*& .arimbondo. Fl(a <olteira. 4E.i/o de </o . compreende a previs/o das necessidades de . elaborado pelo @overno em $&-!.uari 4oarac] . est/o previstas . Ftumbiara @rande Furnas. Va.em termel>trica )3. Promiss/o. #ariri. localiBadas na re.@+. [avantes F. Fbitin. Funil Pardo 4aconde.eraA/o de eletricidade no País > proveniente. de usinas (idrel>tricas )&1"+ em menor escala de ori.a.

ao mesmo tempo. infeliBmente.overnamentais% A previs/o para o álcool > 2ue se torne apenas uma fonte complementar.e a ?erra em apenas sete dias seCa e2uivalente a toda ener. entre outras 2ualidades.ia solar 2ue atin.rama . 8&/oo& A substituiA/o da . do e0cedente de ener.ens. ainda 2ue.ás natural pode ser considerado como petrJleo em estado .ens e desvanta.os EHA. pois.ens% As principais vanta. um pe2ueno avi/o para um único tripulante.rande consumo industrial.ia% = FF P. o .ia solar. passando a ser uma das prioridades da Petrobrás% At> mesmo na retirada de petrJleo das CaBidas mais profundas.otarem. maiores 2ue os da . por en2uanto.ia nuclear Cá deveria representar parte si. pois. assinala a importGncia do Pro. tamb>m. pois n/o se conse.asolina pelo álcool trou0e al.ens referem9se ao menor nível de poluiA/o atmosf>rica e ao fato de tratar9se de um recurso renovável% .O nosso objetivo é a sua Aprovação Este combustível tem sido apontado como a fonte de ener. e0i. e a despeito.ia em lar.uns cálculos.uintes Custificativas para sua participaA/o no setor nuclear% A partir deste ano. n/o > poluente% A cidade de </o Paulo tem feito e0peri5ncias bastante interessantes a respeito.ressos nos últimos eventos% L.as. como o uso dos isJtopos na a. medicina e indústria% .i6es do <udeste s/o plantadas com cana. a mais limpa e mais barata forma de obtenA/o de ener. com a tecnolo. se n/o podem ser comparados ao rendimento dos modelos tradicionais.ia el>trica 2ue ocorre no momento. inCetando9o no poAo para empurrar o petrJleo para cima% F. apontam9se as se. as terras aráveis de mel(or 2ualidade de al.ia nuclear% = @overno Federal decidiu se en.a distGncia voando a poucos metros acima do solo% Atualmente. E!ergi* So&*r Esta >. propiciar I en. t5m apresentado sensíveis pro. e muitos 7nibus e tá0is est/o rodando com esse combustível pela cidade% = .ue obter este tipo de ener.a escala% D.ia (idráulica com a ener. (averá necessidade de complementaA/o da ener.ia el>trica .inado dessa mat>ria9prima com al. conse. principalmente nas re.ás natural pode ser um au0iliar. a Austrália promove uma corrida de automJveis solares 2ue. a ener.asolina.ia% .ia atualmente disponível > completamente inviável o . al>m de n/o poluir.ia do futuro. criado para o período de $&7 a $&7&. Por ?$e * )orti/i)*+ão do Br*si& !o setor !$/&e*rS Apesar de o #rasil dispor de um imenso potencial (idráulico e. pode substituir 2ual2uer combustível ori. utiliBar apenas $'" e $ " desse potencial. construído em fibras sint>ticas e movido a ener.o entanto. encontra9se disponível em consideráveis reservas no #rasil.umas vanta.ia acumulada nas reservas minerais fJsseis do planeta% Estamos.aCar num pro.uclear #rasileiro e a necessidade de preparar o País para os anos -'. no momento.em subsídios .rama nuclear para ad2uirir e0peri5ncia na instalaA/o e operaA/o de centrais nucleares e.uiu percorrer uma lon.umas vanta.en(aria e I indústria nacional a oportunidade de participar e desenvolver este tipo de tecnolo. pois poucos países teriam e0tens6es de terras suficientes para os imensos canaviais necessários para suprir o consumo industrial em lar.nificativa da ener.a escala. se.undo al. onde o consumo > mais elevado% Em vista de nossa insufici5ncia de combustíveis fJsseis e dos refle0os da crise do petrJleo. visava ao desenvolvimento de outras aplicaA6es da ci5ncia nuclear. e n/o com os tradicionais produtos alimentícios% =s custos do álcool. no @overno @eisel )Cá falecido+. 2uando a ener. as fontes (idráulicas dever/o estar prestes a se es.ricultura.i6es <udeste e <ul.erada no País e no mundo% Al>m disso.umas re. sem dúvida. restritos a calculadoras e pe2uenos instrumentos% .8. portanto.asoso e.

ua de circulaAGo% A á. a á.matitos.rama nuclear compreende. at> a enseada de Pira2uara de Fora.ando I temperatura de cerca de 1''R 4.ua do mar n/o será alterada pela descar. o vapor 2ue se e0pandiu na turbina% Para condensar o vapor. no caso de An.ua do circuito secundário sem.uclebrás )Empresa .ua leve pressuriBada%O = terceiro circuito 9 denominado Oá. desenvolvimento. em seu pro. em nosso País. pelas usinas 2ue utiliBam como combustível o urGnio enri2uecido a 1" e. por>m as .eiramente% .uclear #rasileira+.ua leve% . o secundário e o de á. pes2uisar e comercialiBar os materiais nucleares produBidos% = #rasil optou. mineraA/o e e0ploraA/o de depJsitos de urGnio no #rasil. de $3T$!T74.rama consiste na implantaA/o. a instalaA/o no #rasil de .ua: o circuito primário.ia.ua do circuito primário n/o entre em ebuliA/o ao ultrapassar os $''R 4. por sua veB. a á. escol(eu ainda o tipo 2ue utiliBa á.uida. vai acionar a turbina.eral do pro. c(e.esta lin(a.ra FFF teve sua construA/o cancelada por decreto presidencial em $&&1% A Eei nR 3%$-&.rama nuclear. sendo lanAada de novo no mar. atrav>s de um túnel.erador.overnos do #rasil e da RFA relativa I implementaA/o do mencionado acordo% = obCetivo . a press/o > mantida elevada 9 $ 7 atmosfera 9 daí o sistema denominarse Oá. supervisionar.ua utiliBada no condensador > bombeada. bem como o fornecimento de urGnio do #rasil para a RFA% =s principais itens do referido pro. pes2uisa. An. como refri.o dia !7T3T7 .o da 4entral El>trica de Furnas <%A% )subsidiária da Eletrobrás+P a usina An. duas das 2uais.ua do mar para esfriar. de uma capacidade industrial em todas as áreas do uso pacífico da ener. 2ue movimentará o .ua de circulaA/o se a2uece li. no condensador.uclear de An.erante e moderador.ra F )Almirante Slvaro Alberto+ foi ad2uirida dos Estados Hnidos atrav>s da Kestin.O nosso objetivo é a sua Aprovação O A/ordo N$/&e*r Br*si& " Re)I7&i/* Feder*& d* A&e1*!H* . bem como a produA/o de concentrados e compostos de urGnio natural% 9 Enri2uecimento de urGnio% 9 Fndústria de reatores nucleares% 9 Reprocessamento de combustível irradiado% 9 Financiamento% = pro. con(ecido como PKR )PressuriBed Kate Reactor+% = sistema PKR > constituído de tr5s circuitos de á. produBindo a eletricidade% Para 2ue a á.ua do circuito primário > a2uecida pelo calor decorrente da fiss/o do urGnio no reator.ia nuclear e na transfer5ncia de tecnolo. a á. entrar em contato com ela% = vapor resultante.ue por tubulaA6es at> o .o caso da 4entral . fiscaliBar.rama s/o: 9 ProspecA/o. foram assinados dois documentos definindo e implementando um pro. ainda. essa á.ua de circulaA/oO 9 consiste em um sistema de capacitaA/o de á.(ouse e sua construA/o ficou a car. sem 2ual2uer contaminaA/o radioativa% = calor por ela ad2uirido se dissipa nas imediaA6es do local em 2ue > lanAada% Fora dessa área limitada.ua leve pressuriBada.ra% Em se. criou a . com a finalidade de orientar.ra FF e FFF devem ser providenciadas de imediato% A usina An. no entanto. onde vaporiBa a á.usinas nucleares. em #onn. planeCar.rama de cooperaA/o entre #rasil e a RFA: o acordo de cooperaA/o sobre os usos pacíficos da ener.ua se.ia nuclear e a declaraA/o dos . cerca de $! Dm de distGncia da usina.ra.erador de vapor. a temperatura da á.a dos condensadores% 5rN!io e os Re*tores N$/&e*res = urGnio > um combustível nuclear )material radioativo ou at7mico+ e0traído da uranilita ou pec(blenda e de outros min>rios% Aparece em roc(as eruptivas e nos pi.

Fi.oa Real )#A+. as indústrias podem ser divididas em: E0trativas: 9 mineral 9 ve.etal ?ransformaA/o: 9 bens de produA/o 9 bens de consumo 9 duráveis .>ticaP _ independe dos fatores meteorolJ.uranAa 9 peri. ao passo 2ue a An.7e e Ig$*)e 9 em fase de estudos e implantaA/o. tamb>m se incluem no acordo #rasil Aleman(a% ?odas essas usinas .ra FFF teve seu contrato cancelado por decreto presidencial em $&&1% T 5si!* de Per$. Ea.ia el>trica% = conCunto > uma má2uina t>rmica com a fornal(a substituída pelo reator nuclear% =s reatores podem ser de fiss/o ou fus/o.rande concentraA/o ener.aniBaA6es ambientalistas pelo comprometimento da 2ualidade de vida do (omem e de outras esp>cies.ua para a turbina% Esta.ueira )PR+. <urucucus )RR+ e Espin(ares )P#+% = reator > uma fornal(a onde se utiliBa o combustível nuclear para a produA/o de calor 2ue vai a2uecer na caldeira a á. situada na praia de FtaomaP foi inau. Co!/eito Fndústria pode ser entendida como ato de transformar mat>rias9primas em bens de produA/o e de consumo% Ti)os de I!dIstri* 8e um modo .urada no início de abril de $&-!.ra dos Reis.@+.ra F > de fabricaA/o norte9americana )\estin.eral.uclebrás prev5 a construA/o de diversas usinas nucleares no #rasil% T 5si!* de A!gr* dos Reis 9 Hnidade F )Almirante Slvaro+ > a primeira usina do 4omple0o An.ens. move o . por atin. 4ampos #elos )@=+.atin. etc%P _ resíduos radiativos )li0o nuclear+P _ elevado preAo da ener. por sua veB.uintes áreas: PoAos de 4aldas e Muadrilátero Ferrífero ).erador 2ue produB a ener.(ouse +% A Hsina An.eram discuss6es por parte de or.icosP _ fle0ibilidade na localiBaA/o das usinasP _ reduBida poluiA/o atmosf>rica% Des4*!t*ge!s> _ auto custo inicial na implantaA/oP _ se. destacando9se as se. sabota.ia% 5si!*s N$/&e*res A .iram $4!%''' t.irem áreas de preservaA/o ambiental% IND5STRIALIUA6ÃO BRASILEIRA EVOL56ÃO AIST<RICA E PRINCIPAIS SETORES 1. sendo 2ue o último ainda está em fase de pes2uisa% As V*!t*ge!s e Des4*!t*ge!s do 5so de E!ergi* N$/&e*r V*!t*ge!s> _ permite . e Ftatiaia )4E+.os de defeitos t>cnicos.O nosso objetivo é a sua Aprovação maiores concentraA6es est/o nas roc(as sedimentares% = urGnio natural > uma mistura dos isJtopos H!14^ H!1 ^ H!1-% As reservas brasileiras de urGnio em $&7.ia el>trica ao sistema de transmiss/o de Furnas% T 5si!* de A!gr* dos Reis $!id*de II e III 9 essas usinas resultam do acordo de cooperaA/o firmado com a Aleman(a. Cá fornecendo ener.

Cá 2ue antes dominavam indústrias apenas de bens de consumo% Em $&4!.icasP 9 '7 indústrias 2uímicas% . a atividade industrial apresentou uma certa e0pans/o.rantes.O nosso objetivo é a sua Aprovação 9 n/o9duráveis *O I!dIstri*s e. etc%+% 2. indústrias pesadas e indústrias de base% </o indústrias 2ue produBem OprodutosO )mat>rias9primas e e2uipamentos+ para outras indústrias% E0i.unda @uerra . resumindo9se esta atividade I produA/o de tecidos .ica .ir al. o desenvolvimento industrial n/o tomava impulso devido I falta de infra9estrutura interna e I concorr5ncia dos produtos e0ternos.ia.uns setores industriais de necessidade mais imediata e de menor custo como: alimentícios. (ouve certa e0pans/o do mercado interno consumidor. al>m da disponibilidade de capitais e mel(ores transportes% 4omeAam a sur. apesar das medidas protecionistas adotadas pelo .acional% Fnicia9se a produA/o de aAo em . ocorre a construA/o da 4ia% <iderúr. pode9se diBer 2ue n/o (avia propriamente indústrias no País. bens de e2uipamento.uns setores industriais% A crise $&!&T$&1' e a <e. sobretudo in. automJveis.ia e . etc%+ e n/o9duráveis )rem>dios.overno para prote.rosseiros e de uns poucos arti. etc% Be!s de Co!s$1o </o indústrias 2ue produBem OprodutosO voltados diretamente para o consumo da populaA/o% Essas indústrias produBem bens de consumo duráveis )eletrodom>sticos. vestuário. sobretudo em <P. pois Cá 2ue n/o podia contar com as importaA6es europ>ias. bebidas.@% ApJs $&4'. o desenvolvimento industrial foi pe2ueno.rande investimento% E0%: siderur. apesar de liberaA/o da atividade industrial 2ue at> ent/o (avia sido impedida pela metrJpole.em . metalur.leses% 4om a introduA/o do caf> em <P e a conse2Qente c(e.ia. turbinas. sur.ada dos imi. eletr7nicos. etc% Em $. de material de construA/o.os de natureBa artesanal% ApJs $-'-.o final do s>culo [F[. naval. 2ue abre novas perspectivas para a e0pans/o industrial brasileira% A d>cada de $& ' ainda enfrenta problemas e obstáculos. etc%%% eO Le4e o$ de 7e!s de /o!s$1o> 8uráveis e n/o9duráveis% Be!s de Prod$+ão </o tamb>m c(amados de bens de capital.rande escala. informática e armamentos% dO De 7*se o$ )es*d*> 2uando se preocupa em obter bens de produA/o ou de cpaital% </o e0emplos deste tipo de indústrias as má2uinas. como falta de ener.tr*ti4*s> e0traem produtos sem alterar suas características% 7O I!dIstri*s de tr*!s:or1*+ão> s/o as 2ue convertem as mat>rias9primas obtidas da natureBa em obCeto útil para o (omem% 8ividem9se em: bens de produA/o e bens de consumo% /O I!dIstri*s de te/!o&ogi* de )o!t* e * 72&i/*> envolve robJtica.' (avia no país: 9 '! fábricas de tecidosP 9 $' indústrias de alimentosP 9 '! indústrias de cai0as e cai06esP 9 ' indústrias metalúr.undial.er a indústria nacional da concorr5ncia e0terna% A partir da Primeira @uerra . procurava desenvolver a2ui al.undial marcaram outra fase de crescimento industrial. alimentos.eradores. mJveis. . E4o&$+ão I!d$sstri*& !o Br*si& At> $-'-. t50til. R< e .em outros tipos de atividades industriais. mecGnica.

nos leil6es.icas.i/o <udeste. pois muitas estatais foram vendidas para outras estatais ou fundo de pens6es de funcionários de estatais e a entrada de Omoedas podresO.inas @erais% = centro econ7mico do #rasil. apresenta um ./o faltam ar.>ticaP c+ maior e mais diversificado mercado consumidorP d+ maior concentraA/o de capitaisP e+ maior concentraA/o de m/o9de9obraP f+ mel(or nível de vida e poder a2uisitivo% Dest*?$es do S$deste São P*$&o = Estado de </o Paulo > o maior desta2ue% 4oncentrando cerca de 4'" dos estabelecimentos industriais do paísP 4-" do pessoal ocupado em indústriasP 1" do valor da produA/o industrial% . inc(ado de funcionários desnecessários e uma estrutura de comando montada apenas com crit>rios políticos. soBin(a.o entanto.i/o industrial do país > a re. bem como ar.O nosso objetivo é a sua Aprovação deficiente rede de transportes e comunicaA6es. tais como: a+ sistemas de transporte e comunicaA/o mais desenvolvidosP b+ maior produA/o ener. conse2Qentemente.eria 2ue nem tudo estava Is claras nessas transaA6es% . onde se destacam </o Paulo.essa fase. entre outros e0emplos% . 9 Furnas. etc%+% A d>cada de 3' > representada por um período de crise e esta. bastante urbaniBado e industrialiBado. 2ue v/o ser tratados por Vuscelino em seu plano de . conse.rande re.umas das empresas Cá privatiBadas comeAam a apresentar um desempen(o compatível com as re.ue cerca de 1T4 do valor da produA/o industrial% Essa concentraA/o no <E > devida a vários fatores. al>m de setores básicos e ener.afersa.umentos contra% .ia el>trica atrav>s da criaA/o de várias empresas 4emi. estradas e outras% = conceito moderno de economia e AdministraA/o Pública tomou este sistema obsoleto e o Estado. como as indústrias Automobilísticas e de eletrodom>sticos. passou a ser visto como um . fabricante de va.overno optou pela indústria de bens de consumo duráveis.rande peso na economia estatal% 8urante as d>cadas de industrialiBaA/o acelerada tem 2ue criar a infra9estrutura básica necessária e isto incluía siderúr. parecem ter se tornado insustentáveis para um país 2ue procura uma nova colocaA/o no mundo% = crit>rio das privatiBaA6es foi muito contestado. > constituído por </o Paulo e Rio de Vaneiro% Região S$deste É a responsável por mais da metade de toda a atividade industrial e.o entanto. bem como a maior parte dos países de industrialiBaA/o recente.6es. su. o .etas 9 al>m disso.ras básicas do capitalismo% A .rande estorvo% . os custos para a manutenA/o de um sistema evidentemente ineficiente. das e0portaA6es 2ue at> (oCe t5m nos manufaturados o seu maior peso% = #rasil.naA/o da atividade industrial% Essa fase marca uma economia associada e dependente do capital e0terno. e o Estado como forte centraliBador e controlador dos setores econ7micos básicos% A d>cada de 7' caracteriBa9se por uma maior diversificaA/o da produA/o industrial e. Distri7$i+ão Geogr9:i/* d* Ati4id*de I!d$stri*& A . apresenta lucros apJs anos de preCuíBo en2uanto estatal% A Hsiminas aumentou sua produtividade e reduBiu um terAo seu endividamento. o desenvolvimento industrial passa a ser dependente do capital e0terno% . al.umentos prJ9privatiBaA6es. Rio de Vaneiro e . 2ue Cá foi visto como tábua de apoio para a economia do país.

sobretudo no min>rio de ferro. prJ0imo a #elo UoriBonte.o R<.7" &-.i/o <ul tem apenas !'" de participaA/o no processo industrial% É a se. " &-.unda re. e 4entro Fndustrial de Aratu e do Polo Petro2uímico de 4amaAari na #a(ia% 8estaca9se. vinícolaP as t50teis em <4P e madeira no PR . por sua veB. situam9se normalmente ao lon. outros centros industriais importantes.$" sW o )esso*& o/$)*do $. Americana. Ribeir/o Preto% b+ 8utra 9 Vacareí.oríficos.uir: V sW os est*7e&e/i1e!tos V I!d$stri*is a+ e0trativo mineral $. Vaboat/o.rande </o Paulo. alimentícia.em. 4a0ias do <ul. Paulista. a concentraA/o industrial em FortaleBa% #.ada I construA/o da usina (idrel>trica de Paulo Afonso. Rio @rande.1" V sW o 4*&or d* )rod$+ão i!d$stri*& $. 2uímica. sobretudo os municípios do A#4. 8iadema. em PE. I criaA/o dos distritos industriais.Qera 9 4ampinas.a. pJlo industrial. os centros mais industrialiBados s/o: @rande Porto Ale. </o Vos> dos 4ampos. conforme os dados a se.ia.re.i/o mais industrialiBada% As indústrias mais importantes s/o as de bens de consumo: as alimentícias destacam9se no R<.O nosso objetivo é a sua Aprovação A .&" b+ transformaA/o &-.Qidade da ocupaA/o industrial )o início está li. farmac5utica. Eimeira. possui a maior concentraA/o industrial do país e da Am>rica Eatina% Ainda no Estado de </o Paulo. </o Vos> do Rio Preto% d+ Raposo ?avares 9 <orocaba. transporte. " . destacam9se: Voinville.ar na produA/o de aAo do país% Rio de K*!eiro A maior concentraA/o industrial coincide com o @rande Rio9polindustrial% 8esta2ues na indústria naval e no turismo% Região S$& Apesar da anti. <antos. etc%. ?aubat>% c+ Kas(in.o dos principais ei0os rodoviários ou rodoferroviários% </o eles: a+ An(an. @uarul(os e outros.E está li. em #etim% <ua posiA/o > apoiada na abundGncia de recursos minerais. construA/o.lomeraA6es industriais se concentram no Recife e <alvador% A industrialiBaA/o do . couros. a Re. Presidente Prudente% e+ Anc(ieta 9 4ubat/o. como 4abo. #lumenau )t50til+P 4riciúma e ?ubar/o )carv/o+% Vá no PR tem9se 4uritiba. Custificando o primeiro lu. </o #ernardo% As indústrias do Estado de </o Paulo caracteriBam9se pela diversificaA/o: metalur. tamb>m. Pelotas. Pri!/i)*is I!dIstri*s A indústria de transformaA/o > a 2ue mais se destaca. t50til. Arara2uara. > diversificado e foi criado em $&7'. al>m de centros no norte do Estado% Região Nordeste É a terceira mais industrialiBadaP as maiores a.ton Euís 9 Rio 4laro. etc% Em <4. Piracicaba. </o 4arlos. =sasco. etc% 'i!*s Ger*is Nem aumentando a cada ano o valor da produA/o industrial e a área de influ5ncia industrial da @rande #elo UoriBonte% = 4entro Fndustrial de 4onta. como fri. Ftapetinin.ado I coloniBaA/o europ>ia+.

@+% .ia el>trica. pro0imidades da 4osipa e do Porto de <antos. 4ampos )R?+.overno de Vuscelino `ubitsc(eD% =s principais fatores associados I implementaA/o da indústria automobilística foram: a+ desenvolvimento da metalur.em de veículos no #rasilP c+ e0ist5ncia de indústrias de autopeAasP d+ mercado consumidor em <EP e+ desenvolvimento do setor rodoviárioP e f+ criaA/o do @EFA )@rupo E0ecutivo da Fndústria Automobilística+% A primeira indústria Z Nema. como: vidros. moin(os. Jleo. indústrias de autopeAas.ineira.aceiJ )AE+% A$to1o7i&. Ftália. e em $& -. . </o Ro2ue Ribeir/o Preto )<P+% Eaticínios: <ul de . metalur. Vundiaí.oríficos. massas. material el>trico. entre as deB maiores empresas do mundo. artefatos de borrac(a.ica > a se. conservas.en do #rasil 9 <PP b+ @eneral .ia leve. couro. a NolDs\a.raAas a maior disponibilidade de m/o9deobra. fri.otores 9 RVP f+ Fiat do #rasil 9 .adas ao setor automobilístico. > em <P 2ue se verifica a sua maior concentraA/o% 8esta2ues: 4arnes )fri. atualmente. EHA.acional de .ica #el. e0ist5ncia de ener. Rio @rande e Pelotas )R<+./i*s Abran.otores do #rasil 9 <PP d+ . localiBada inicialmente em <abará ). etc% Está entre as mais anti. Aleman(a. 4ampo @rande ).otors do #rasil 9 <PP c+ Ford . por iniciativa da 4ia <iderúr.unda em número de pessoal ocupado e valor de produA/o industrial% A&i1e!t. 4anadá e Rússia% As principais empresas automobilísticas s/o: a+ NolDs\a.iaP b+ as Cá e0istentes indústrias de monta. .O nosso objetivo é a sua Aprovação A indústria alimentícia tem a maior participaA/o em pessoal ocupado e número de estabelecimentos% A indústria metalúr.@+ e depois em . etc% Atualmente o #rasil está entre os maiores produtores mundiais.laterra. Fn. colocando9se. #ento @onAalves )R<+.@P e .unda metade da d>cada de $& '.ercedes9#enB do #rasil 9 <PP e+ Fábrica .o9 .e diversos ramos.randes centros% AAúcar: Paraíba )<P+.rande crescimento desde $& -. etc% A maior concentraA/o ocorre em </o Paulo .onlevade ). FranAa. sendo superada apenas por Vap/o.ia e siderur.en% 4om isso desenvolvem9se indústrias li. Z foi instalada em $& 3.+ Nolvo do #rasil 9 PR% A indústria automobilística foi implantada na se. com uma produA/o anual de cerca de $ miF(/o de veículos% Sider$rgi* Foi somente a partir de $&$7 2ue se instalou no País.sti/* A produA/o automobilística sofreu um . durante o .oríficos+: AraAatuba e #arretos )<P+. Nale do Paraíba )<P e RV+.@. tais como: laticínios.as do País% Apesar de estar disseminada por 2uase todo o País. bebidas.<+% #ebidas: 4a0ias do <ul.

ica concentra9se no <E 9 As maiores produA6es siderúr. a falta de m/o9de9obra e de capitais.icas s/o obtidas pela Hsiminas. no Nale do Paraíba fluminense% <ua localiBaA/o obedecia I situaA/o intermediária entre as CaBidas de carv/o )<4+ e as áreas produtoras de min>rio de ferro ).an5s e o mercado consumidor. Vap/o. apesar de estar em crescimento% TRANSPORTES 1. .O nosso objetivo é a sua Aprovação Aproveitando a abundGncia de min>rio de ferro e0istente em . como o ferro e o man. outras siderúr. sendo necessária a importaA/o em lar. tais como: a+ desenvolvimento das atividades industriais de base% as 2uais passaram a consumir a produA/o siderúr. Aleman(a.em tal distribuiA/o% A produA/o atual de aAo bruto situa9se perto de ! bil(6es de toneladas.T(abTano.T(abTano% Os )ro7&e1*s d* !oss* i!dIstri* e *t$*&id*des so7re o setor Apesar do franco desenvolvimento industrial e0perimentado pelo País nas últimas d>cadas.rande apoio .ineira de NiaA/oP I pro0imidade dos maiores centros industriais e consumidores do PaísP I abundGncia de ener.ia tomou . I maior disponibilidade de m/o9de9obra% A elevada ta0a de crescimento alcanAada por este setor deve9se a vários fatores.uintes: 9 Muanto I ener.inas @erais foi o único centro siderúr. por fim.ica > o fornecimento de mat>rias9primas )carv/o mineral+.ira em torno de 4'' a '' D.icaP b+ rápido desenvolvimento do setor de construA/o civilP c+ .amos ainda elevada 2uantidade de len(a como fonte ener. o 2ue permite .acional )estatal+ na localidade de Nolta Redonda.ico do País% As causas 2ue retardaram a implantaA/o da siderur. a siderur. colocando o #rasil entre os $' maiores produtores do mundo% En2uanto o consumo per capita de aAo dos países desenvolvidos.icas foram se instalando na re.ica . vários s/o os problemas 2ue o afetam.a escala% 9 Muanto aos transportes: o sistema ferroviário e o (idroviário s/o deficientes% 9 Muanto ao mercado consumidor: ainda restrito. 4<. al>m da aus5ncia de indústrias capaBes de consumir a produA/o% A partir de $&4!. I!trod$+ão . Rússia. sobretudo. e > no <E 2ue se encontra a maior produA/o de aAo% Portanto.randes investimentos por parte dos particulares.inas @erais. 2ue re. destacando9se os se.ia: empre.overnamentalP d+ aumento do consumo de produtos industrialiBadosP = principal problema 2ue afeta a indústria siderúr. durante muito tempo. sendo por isso. pois as maiores produA6es desse produto v5m do sul. como EHA. outros foram os fatores responsáveis por esta localiBaA/o% E. .ia foram a escasseB de carv/o mineral.icas distribuem9se pelo espaAo independentemente da localiBaA/o do carv/o mineral. e 4osipa% Distri7$i+ão es)*/i*& d*s $si!*s siderIrgi/*s As siderúr. n/o permitindo . muito . e.rande participaA/o de capitais estatais e estran.@+P ao ponto de encontro entre a 4entral do #rasil e a Rede .eiros% 9 Muanto ao e2uipamento: a produA/o da indústria de má2uinas e e2uipamentos ainda > insuficiente.i/o. a presenAa de min>rio.etal% =bservaA6es: 9 &4" da produA/o siderúr.ia el>tricaP e.rande impulso com a instalaA/o da 4ia% <iderúr.rande o consumo de carv/o ve.>tica% 9 Muanto ao capital: escasso. a produA/o brasileira > de cerca de $'' D.

na #aía de @uanabara.ram9se ferrovias e portos na comercialiBaA/o a.io de desenvolvimento econ7mico% Em virtude da . num país 2ue ainda depende de . inte. principalmente.iram a Estrada Hni/o e Fndústria )li.rícola destinada I e0portaA/o% Posteriormente.raciosa )litoral do PR a 4uritiba+ e Estrada 8ona Francisca )Voinville a Rio .umas áreas% . 2ue dificultam a implantaA/o de meios de transporte rápidos.enas.ro. no camin(o de PetrJpolis% ?in(a uma e0tens/o de $4. em </o Paulo. apesar de a rodovia ter sido o setor 2ue mais cresceu nos últimos anos e 2ue mais se destaca% A política de transportes implantada no #rasil está voltada fundamentalmente para o setor rodoviário. onde se desenvolviam os cafeBais% Posteriormente. construídas ou financiadas por capitais in.i6es.uir. outras sur. em termos de transportes.abilidade dos riosP 9 distGnciaP 9 custo de instalaA/oP 9 custo de manutenA/oP 9 intensidade do flu0o de mercadoria e pessoas 9 isolamento de al.raA/o territorial.O nosso objetivo é a sua Aprovação = desenvolvimento do sistema de transportes no #rasil está intimamente li.rave problema para o País% =s fatores 2ue devem ser considerados para a análise das necessidades e do trabal(o das vias de transporte s/o muitos.o <ul (avia o camin(o li. com a acelerada industrialiBaA/o. ent/o em franco desenvolvimento )estradas do caf>+% Eram. Rec7ncavo #aiano e. por onde se deslocavam os tropeiros% A mineraA/o tamb>m foi responsável por novos camin(os. li.o . bandeirantes e Cesuítas.rande importaA/o de petrJleo% 2.ado I evoluA/o da economia brasileira% Portanto.eral. para atendimento do mercado interno% = transporte rodoviário desempen(ou papel fundamental nesse está.o período colonial.ando <orocaba ao Rio @rande do <ul. sendo 2ue o crescimento m>dio destas era de 3%''' Dm por d>cada% $. sem o mínimo de planeCamento% Entre $-7' e $&!'. por meio de um processo de substituiA/o de importaA6es.auá. as imensas distGncias 2ue separam as diversas re. em .auá. sendo muito utiliBados pelos bandeirantes% . <4+% . eficientes e baratos para o escoamento das produA6es e dos passa. a pecuária feB sur.rande 2uantidade de diesel e . sur.etaA/oP 9 nave. para servir I economia cafeeira.o a se. foi criado o @eipot 9 @rupo E0ecutivo da Política dos ?ransportes Z de modo a impulsionar o setor% A crise mundial de combustíveis tamb>m determinou uma nova orientaA/o mais ampla e eficiente.E.4+% Eo. consumindo . se constituem num . podendo ser citados: 9 relevoP 9 ve. entre os 2uais ao Nale do Paraíba. Estrada .asolina.ando PetrJpolis a VuiB de Fora+. o sistema de transportes teve de faBer frente aos flu0os adicionais de bens intermediários e finais.e.a d>cada de 3'. Tr*!s)orte :erro4i9rio " AistGri/o A nossa primeira ferrovia foi construída pela Fmperial 4ompan(ia de Estradas de Ferro.eiros. os camin(os e tril(as eram abertos pelos indí.E. I <erra da Estrela.ir muitos camin(os% .rande e0tens/o territorial do #rasil. fundada pelo Nisconde de .ando o Porto de .leses 2ue visavam somente I satisfaA/o de seus interesses comerciais. do litoral em direA/o ao interior% 4umpre destacar o papel dos rios como vias de comunicaA6es e inte.iram no . Ve&Hos /*1i!Hos . de início. vivíamos uma verdadeira Oera de ferroviasO.9 E%F% 8% Pedro FF )E%R4%#%+ . Dm e bitola de $ m ) $.

?F4A. parte de 4ampinas e serve ao . com a finalidade de administrar e or. 2uase -'" do totalP 9 FEPA<A )Ferrovias Paulistas <%A+: privatiBada 9 possui $7" das lin(as f>rreas% Foi criada em $&7$.entina )$ mTDm!+% Sit$*+ão At$*& A RFF<A foi privatiBada em &3 e &7.1 mil Dm em $&&1 )mesma e0tens/o 2ue possuía em $&!4+% = #rasil > um país pobre em ferrovias e as mesmas se encontram irre. 4ampo @rande e 4orumbá% _ A 4E. entre as várias empresas consorciadas: _ A .E de <P ao ?riGn.oroeste do #rasil e a E%F% <antos9Vundiaí pertenciam I RFF<A% E0istem ainda outras estradas.overnamental% Em $&-4.iu 1'.% . atin.4 mTDm!.a mal(a sudeste e sulP _ A .ineraA/o+% 9 E%F% NitJria9. 4NR8 e 4<. como: 9 E% F% do Amapá )$&4Dm+% Pertence I Fcomi )Fnd% e 4om% de .7 mil Dm em $&.naA/o.i/o produtora de ferro )Muadrilátero do ferro+ aos portos de NitJria e ?ubar/o. as re.o.rave.?R=9A?Ea. um processo sistemático de deterioraA/o% <ua e0tens/o diminuiu para !&.= de <PP 9 4ia% Paulista de Estradas de Ferro )$%&1$ Dm+P 9 E%F% <orocaba )!$-Dm+P 9 E%F% .9 E%F% <antos9Vundiaí $-3.uardando soluA/o . com administraA6es diversas. com o advento do automJvel. 2ue passou a controlar a anti.orte e 4entro9=este concentram Cuntas menos de $'"% E0istem no #rasil duas . possui !!%-17. sul do PA. at> o porto de Fta2ui ). li. o #rasil possuía uma densidade ferroviária de 1. incluindo a anti. sofrendo.ra tamb>m.iana de Estrada de Ferro )$%477 Dm+. n/o se recuperando at> (oCe% A situaA/o do setor de transporte ferroviário > .i6es .i/o <udeste concentra 2uase a metade das ferrovias. de onde > e0portado% É controlada pela 4ompan(ia Nale do Rio 8oce% 9 E%F% 4ampos do Vord/o )47Dm+% 9 E%F% Ponta da .a mal(a oeste.A+.o.9 4ia% Paulista de Estradas de Ferro $-7! 9 4ia% de Estradas de Ferro de </o Paulo 9Rio de Vaneiro $-7! 9 4ia% . a partir de ent/o. sendo desmembrada por áreas.ularmente distribuídas pelo territJrio% En2uanto a Re. iniciada em $&7 % A construA/o se encontra paralisada. o consJrcio de oito acionistas inte.oroeste do #rasil )$%31!Dm+P e 9 E%F% <antos9Vundiaí% O7ser4*+ão> a E%F% . 2ue li.randes empresas ferroviárias: 9 RFF<A )Rede Ferroviária Federal <%A%+: privatiBada 9 dos !-%&4! Dm de e0tens/o de lin(as f>rreas.aniBar o sistema ferroviário de <P% Pertencia a FEPA<A: 9 4ia% .e. a. sendo 2ue em $&3' tin(a 1-. 2ue interli.ava #auru.=N=E<?E.O nosso objetivo é a sua Aprovação $-3. apJs modesta recuperaA/o.iana de Estrada de Ferro ApJs $&!'.a E%F% .adeira94araCás.oroeste do #rasil.a mal(a 4entro9Eeste.R<.i/o% 9 Ferrovia do AAo. com a finalidade de escoar o min>rio de ferro da re. 2ue passou a controlar a anti.ando a re. as ferrovias entram numa fase de esta.inas )7&! Dm+. bastante reduBida 2uando comparada aos EHA )$ ' mTDm+ e a Ar. 2ue passou a controlar parte da anti.! mil Dm de e0tens/o.ulo .a a <erra dos 4araCás.ineiro e I #rasíliaP 9 E%F% de Arara2uara )44'Dm+ atravessa o .

umas das atitudes .acional de Estradas de Roda.A.=R. a rede ferroviária > delicitária.o. en2uanto outras sur. com um traAado tipicamente perif>rico.umas lin(as% A escasseB de combustível tem como soluA/o a utiliBaA/o do .i6es do país% A partir de $&17. em diferentes re.em )8.em passaram a ser mel(oradas. ainda estamos lon. e I produA/o do asfalto e cimento. a situaA/o inverteu9se.aniBaA/o das lin(asP 9 reaparel(amento das ferroviasP 9 substituiA/o das locomotivas a vapor por outras de maior rendimento )diesel e el>trica+% 9 política de privatiBaA/o% Apesar dessas medidas. 2ue (oCe representam apenas 7" do total% 8entre al.iam rapidamente. passou a ser controlada pelo consJrcio .ir um plano ideal.e de atin.em ProCetos Especiais% Al>m de curtas e0tens6es. as ferrovias se encontram mal distribuídas.eral.O nosso objetivo é a sua Aprovação _ A .ionais sem a preocupaA/o de inte. faBendo e0ceA/o apenas al. iniciaram9se mel(oramentos referentes I pavimentaA/o. sofreram um colapso entre $-3'9$&!'% 4om a introduA/o dos automotores. os custos operacionais s/o altos% Em $&&1. uma verdadeira Oera de rodoviasO% A2uelas anti. com a criaA/o do 8epartamento . como dissemos. o 2ue dá uma m>dia de $mTDm! apro0imadamente% 9 8o total.onta.uinte maneira: VurisdiA/o federal 9 3" VurisdiA/o estadual 9 $'" VurisdiA/o municipal 9 -4" . vivendo o país. o 2ue demonstra nitidamente 2ue ele foi montado para atender Is necessidades de uma economia e0portadora de produtos primários. formada pela 4NR8. com ferrovias traAadas do interior para os portos re. 4<.as estradas transitáveis sJ no período de estia. E4o&$+ão rodo4i9ri* As estradas brasileiras. em .esmo assim.rande potencial (idrel>trico do país..A: foi privatiBada em novembro de &3 e > controlada pelo consJrcio liderado pela . &" da e0tens/o rodoviária brasileira ainda está na fase de planeCamento% 9 8as atuais rodovias em tráfe. por parte das indústrias brasileiras% . ?a2uari ParticipaA6es )Nicun(a+ e #radesco% _ A E%F% ?ERE:A 4RF<?F.=R8E<?E. 2ue se intensifica ainda (oCe. a distribuiA/o se faB da se. a e0tens/o de nossas rodovias era de $%-!4%131 Dm. at> os dias atuais. condiBente com a necessidade da nossa economia% TRANSPORTE RODOVI8RIO E O5TROS 1.ER+.aniBaA/o da administraA/oP 9 reor. 2ue forneceria ener. podemos citar: 9 eliminaA/o das estradas deficientesP 9 reor.ia el>trica necessária para as locomotivas eletricas.raA/o do territJrio% Nários outros problemas embaraAaram o desenvolvimento das nossas ferrovias: 9 material rodante deficienteP 9 pessoal ineficienteP 9 diferenAa de bitolasP 9 tipos de relevoP 9 concorr5ncia das rodoviasP 9 alto custo de instalaA/o% Em vista destes problemas.overnamentais tomadas para solucionar os problemas do transporte ferroviário.

en2uanto os de transporte coletivo representam pouco mais de $"% As rodovias federais est/o divididas em tipos.O nosso objetivo é a sua Aprovação <endo 2ue &'" ainda se encontram n/o pavimentadas% Muanto I distribuiA/o pelo territJrio. demonstrando mais uma veB os dese2uilíbrios re.i/o <udeste > a 2ue possui a maior e0tens/o.?+ #rasília9.orte.te!são )PA+ $%'&$ )Dm+ )4E+ $%--! )Dm+ )#A+ $%$$$ )Dm+ )RV+ $%$ 4 )Dm+ )<P+ $%' $ )Dm+ ).anaus )A. a partir de $&37% a+ Rodovias radiais %%%%%%%%%%%%%%%% )de #R9$ a #R9$''+ b+ Rodovias lon.itudinais %%%%%%%%%%% )de #R9$'$ a #R9!''+ c+ Rodovias transversais %%%%%%%%%%%% )de #R9!'$ a #R91''+ d+ Rodovias dia.)Dm+ $%$!' )Dm+ &7' )Dm+ .ionais% Acompan(ando o aumento na e0tens/o das rodovias. cruBam o país na direA/o nortesul% A sua numeraA/o aumenta de leste para oeste.acapá )AP+ Z =iapo2ue )AP+ F>li0 ). atendida 2uase 2ue totalmente pela produA/o brasileira% =s veículos de passeio representam 7'" da frota nacional.<+ $%!-$ )Dm+ 9 1%3'4 )Dm+ b+ As Rodo4i*s Lo!git$di!*is s/o traAadas no sentido dos meridianos. como os meridianos% Rodo4i*s Lo!git$di!*is NI1ero #R9$'$ #R9$$3 #R9$ 1 #R9$ 3 #R9$ #R9$31 #R9$7! #R9$74 Lig*+ão FortaleBa )4E+ Z =sJrio )R<+ FortaleBa )4E+ Z Va. isto >. a Re. a frota nacional de veículos tamb>m vem crescendo rapidamente. aumentando no sentido (orário% RODOVIAS RADIAIS NI1ero #R9$' #R9!' #R91' #R94' #R9 ' #R93' #R97' #R9-' Lig*+ão #rasília9#el>m #rasília9FortaleBa #rasília94ampin(o #rasília94ampos #rasília9<antos #rasília9#ela Nista #rasília94áceres ).+ Z <ta% Uelena )RR+ E. com 1'" do total.aA/o %%%%%%%%%% )de #R94'$ em diante+ a+ As Rodo4i*s R*di*is saem todas de #rasília% A sua numeraA/o > contada a partir do sentido .uar/o )R<+ ?ucuruí )PA+ Z Ace.onais %%%%%%%%%%%%%%% )de #R91'$ a #R94''+ e+ Rodovias de li.uá )R<+ .+ Z Nil(ena )R=+ .)Dm+ 4%4'1 )Dm+ 1%74& )Dm+ 3-3 )Dm+ !%7$4 )Dm+ $%3$.?+ Z Eivramento )R<+ 4uiabá ).te!são 4%'.?+ Z <antar>m )PA+ 4anum/ )A.anaus E.

a do meio rural para pJlos urbanos ou para vias de transportes de lon.rantes das redes: Federal. Estadual e .aA/o #R91'7 #enCamin 4onstant )A.uaAu )PR+ $%'&7 )Dm+ #R9!&' =sJrio )R<+ Z Hru. possibilitou o rápido escoamento da produA/o a. 2ue interli.urar o transporte e o escoamento de car.uaiana )R<+ 71' )Dm+ São Rodo4i*s Di*go!*is .am. 2ue vai de #oa Nista )RR+ at> a fronteira com a @uiana.o )A4+ %4'' )Dm+ #R9!13 Abun/ )R=+ Z Nila Vapim )Peru+ 4%$-& )Dm+ #R9! $ Fl(>us )#A+ Z 4uiabá ).<+ !%$&& )Dm+ #R9!71 4ampinas )<P+ Z 4ampo @rande ). inicialmente.ti1* N*4eg*+ão :&$4i*& =s rios tiveram um papel importante na ocupaA/o do territJrio brasileiro% Atrav>s do ?iet5. cada veB mais.uá )PR+ Z FoB do F.aceiJ )AE+ #R91$& Porto Nel(o )R=+ Z . o 8.<+ !%! 1 )Dm+ #R9!77 Parana.rovias )Pro.rama destina9se a permitir a construA/o de rodovias inte.estionamento da Nia 8utra. <P a @uararema.anaus )A. N*4eg*+ão :&$4i*& e 1*r. AmaBonas e </o Francisco.rama .+ #R9134 Porto Nel(o )R=+ Z 4uiabá ).te!são #R9!$' Perimetral . passou a se c(amar Rodovia A]rton <enna% Al>m de acabar com o con.)Dm+ #R9!3! NitJria )E<+ 9 4orumbá ). lado a lado. 2ue ten(am como funA/o básíca asse.aA/o fluvial v59se preCudicada pelo fato de a maior parte dos rios serem de planalto e os rios de planície situarem9 se afastados das áreas mais desenvolvidas% .ER deu início I e0ecuA/o do A. prJ0imo I .O nosso objetivo é a sua Aprovação c+ As Rodo4i*s Tr*!s4ers*is cruBam o #rasil na direA/o leste9oeste% A sua numeraA/o aumenta de norte para sul% Rodo4i*s Tr*!s4ers*is NI1ero Lig*+ão E.rícola de toda a re. com as torres metálicas de Embratel 9 Empresa #rasileira de ?elecomunicaA6es.a distGncia% Rodovia inau.o )A4+ #R91$3 #el>m )PA+ Z .+ Z ?aumatur.?+ $%$'.?+ E0tens/o 7' )Dm+ !%'1! )Dm+ $%$'7 )Dm+ $%4$3 )Dm+ e+ As Rodo4i*s de Lig*+ão s/o a2uelas 2ue unem duas rodovias entre si% </o numeradas de #R94'$ a #R9 ''. facilitando ainda o acesso ao litoral norte e ao Aeroporto Fnternacional de @uarul(os% 2.unicipal. os pontos mais distantes do país com telefone e televis/o% O7ser4*+ão Em $&-!. li. por e0emplo.urada em maio de $&-!.ando. como.acional de Rodovias Alimentadoras+% Esse pro.acapá )AP+ Z 4ruBeiro do <ul )A4+ 1%1'' )Dm+ #R9!1' ?ransamaB7nica:Recife)PE+ Vo/o Pessoa )P#+ ?aumatur. efetuou9se a ocupaA/o de vastas porA6es do territJrio% Atualmente > o sistema de menor participaA/o no transporte de mercadorias% A nave.orte9. a #R94'$.úmero Ei.raA/o nacional.etrJpole Paulista. como uma e0tens/o de $4' Dm% 4onformc se percebe no mapa. as rodovias prestam9se I inte.i/o do Nale do Paraíba.

uai.o./os: 9 a <unamam 9 <uperintend5ncia .arin(a . soCa.ato @rosso do <ul.ado e madeira e seus portos principais s/o: Presidente Epitácio.aA/o > controlada pela 4odevasf% A articulaA/o do </o Francisco ao litoral > feita pela Estrada de Ferro 4entral do #rasil. Panorama e @uaíra% B*/i* do São Fr*!/is/o 4onstituída por este rio.abilidade depende da construA/o de canais laterais.ável no #rasil no seu alto curso. e al. com mais de $'' toneladas. controlada pela Enasa 9 Empresa de . 2ue deslocam $44%''' toneladas% Essa . rio Paraná e em al. .aciAo do Hrucum+.arin(a.@+% = rio ?iet5 tem seu trec(o nave. de Pirapora ao Rio de Vaneiro e pela NiaA/o F>rrea Eeste #rasileiro. .uai > um dos mais importantes do #rasil. cimento.O nosso objetivo é a sua Aprovação =s rios de planalto n/o impedem definitivamente a nave.ável de !!%443 Dm. controlada pelo serviAo de nave.0!i/* Possui percurso nave.ercante.aA/o feita no rio Para.aA/o > facilitada pela #arra. de Vupiá no Paraná. destacam9se os rios Vacuí )R<+ e o Rio 8oce ).an5s provenientes do .arin(a .aniBar o setorP . al>m de outras proCetadas% As bacias de maior imnortGncia s/o: B*/i* A1*.arias e Eclusa de <obradin(o% O$tr*s 7*/i*s 8e importGncia restrita.anaus.aA/o da AmaB7nia <%A% =s principais portos s/o #el>m e . por>m sua nave. isso n/o acontece% Possuímos 173 embarcaA6es. com um perímetro costeiro de 7%4'' Dm e possuindo a economia voltada para o litoral.ercante precária constitui9se num dos pontos de estran. arroB. comportas )eclusas+% É o caso da eclusa da #arra #onita no ?iet5. entre o rio AmaBonas e seus afluentes% A nave. pelo valor da car.em de ?r5s . de VuaBeiro a <alvador% A nave.acional da . era de se esperar 2ue a nossa .inas @erais+.uns afluentes% A nave.aA/o da #acia do Prata )oficial+% 4umpre destacar 2ue o transporte fluvial do rio Para.ti1* Pela posiA/o 2ue o #rasil ocupa no =ceano AtlGntico.ercante fosse muito desenvolvida% Por>m.uns afluentes.aA/o.a 2ue por ele > transportada: min>rios )ferro e man.ave. entre os 2uais: 9 embarcaA6es vel(as )em m>dia 44 anos de uso+P 9 defici5ncia das instalaA6es portuáriasP 9 problemas tarifáriosP 9 desor. madeira. tri. desde $-37.o e derivados de petrJleo para importaA/o% <eus principais portos no #rasil s/o: 4orumbá e Eadário% = rio Paraná tem seu trec(o nave. 2ue tem como obCetivo reor. $% '' Dm% ?ransporta tri.ável a partir de #arra #onita% N*4*g*+ão 1*r.arin(a .aA/o do rio AmaBonas > internacionaliBada at> o Porto de .ulamento da nossa economia% Nários s/o os problemas 2ue dificultam o desenvolvimento da .aniBaA/o administrativa% = setor de transporte marítimo conta com dois importantes Jr.anaus% B*/i* do Pr*t* 4ompreende a nave. desde VuaBeiro )#a(ia+ at> Pirapora ). na divisa de </o Paulo e .ado.

destinados ao par2ue siderúr. 2ue cuida do PlaneCamento. AP+ 9 man.+ 9 sal marin(o% 9 .a )tonela.rande parte dos problemas referentes Is embarcaA6es. num futuro prJ0imo. a renovaA/o 2uase total da frota% A nave.rícolas% 8ocenave 9 Nale do Rio 8oce .aA/o 2ue li.an5s% 9 Areia #ranca )R.ave.i/o . da e0ecuA/o e renovaA/o das embarcaA6es% Em parte. devido Is defici5ncias da nossa .o #rasil.acional% A ampliaA/o de estaleiros.aA/o% . dois podem ser considerados de primeira cate.aA/o <TA 9 min>rios% N*4eg*+ão de /*7ot*ge1 É a nave. inau.rande parte. carv/o metalúr. se.arin(a .acapá.undo dispositivos constitucionais% Por>m.oria: <antos e Rio de Vaneiro% =s maiores portos em car.ave. temos: Elo]d 9 4ia% 4osteira de .aA/o vive um momento de crise. e0istem os portos especialiBados: 9 <antana ). Portos Em . esperando9se.aA/o de lon.A+ 9 ferro de 4araCás )PA+% = comple0o portuário9industrial de <epetiba )RV+.eiros fretados.O nosso objetivo é a sua Aprovação 9 o @eicon 9 @rupo E0ecutivo da Fndústria da 4onstruA/o . mais de '" de tonela. o 2ue representa importante saída de divisas dos cofres públicos% Muanto I Fronape. inicialmente.>tico.o curso estava sendo feita pelo Elo]d #rasileiro com cerca de -4 embarcaA6es e pela Fronape )Frota .ave.ico e ener.aceiJ )AE+ 9 aAúcar e petrJleo% 9 <% Euís9Fta2ui ).aA/o de lon.ercante devem9se Is instalaA6es portuárias 2ue s/o precárias% 8entre os diversos portos marítimos e fluviais.ercante.aA/o. todo o petrJleo bruto e os derivados importados s/o.@% 9 <epetiba )RV+ 9 min>rio de ferro% 9 FtaCaí )<4+ 9 pescado% 9 <% <ebasti/o )<P+ 9 petrJleo% 9 <% Francisco do <ul )<4+ 9 madeira% 9 .em+% Ao lado dos portos de múltiplas funA6es.aA/o% 4ia% Paulista de . os problemas est/o sendo resolvidos pelo Fundo Portuário .aA/o% AlianAa 9 4ia% #aiana de . por meio da política da <unamam deverá solucionar . em virtude de serem escoados produtos variados. #A+ 9 cacau% 9 ?ubar/o e NitJria )E<+ 9 ferro de .aA/o > suprida por navios estran. receberá. como Cá dissemos.arin(a .eiras% Entre as principais compan(ias 2ue e0ploram esse tipo de nave.aval.o curso no #rasil s/o: Fronape 9 petrJleo e min>rio de ferro% Elo]d #rasileiro 9 má2uinas e produtos a. sendo 2ue a necessidade nacional de nave.al(ado )Fl(>us.aA/o > feita sob duas modalidades: N*4eg*+ão de &o!go /$rso o$ i!ter!*/io!*& . praticamente.a os diversos portos brasileiros entre si% Podendo ser feita somente por navios nacionais.urado em maio de $&-!. as defici5ncias apresentadas pela nossa . a nave. transportados por esta compan(ia% As principais empresas de nave.ave.acional de Petroleiros+ 2ue possui -' embarcaA6es% Atualmente a nave.ico da Re.em > transportada por embarcaA6es estran.

por <epetiba. o al.rícola do cerrado )@=. bem como as áreas com potenciais para a e0portaA/o de madeira. se relacionar como principais produtos de e0portaA/o nesse corredor. visam I reduA/o dos custos dos transportes de bens destinados I e0portaA/o % Corredor de e. mil(o.ran>is e insumos básicos industriais.ir9se9I ao manuseio de car. passando por Vaperi e Nolta Redonda. de . a carne. al.ar as diferentes áreas do país% .randes países nesse ramo.)ort*+ão Foi estabelecido. e. en2uanto o porto do Rio de Vaneiro restrin. destinado I e0portaA/o. a madeira% As rodovias componentes desse corredor formam um fei0e conver. o mil(o. )NiaA/o A>rea Rio.@+% Corredor de e.rande e0tens/o do #rasil e da fundaA/o da Nari. atrav>s da mal(a ferroviária e0istente.os de couro% Corredor de e.)ort*+ão do Rio Gr*!de Esse corredor destina9se a estimular as e0portaA6es de sua área de influ5ncia. fará a cone0/o com a mal(a ferroviária do 4entro9=este. desi.rande o desenvolvimento do transporte a>reo brasileiro. permitindo a futura e0portaA/o. o sor.od/o. foi .ato @rosso do <ul e . desde áreas de produA/o at> certos portos selecionados.o. como calAados e arti.as mais nobres% = porto de <epetiba articular9se9I com a Ferrovia do AAo.inist>rio dos ?ransportes.)ort*+ão de S*!tos A área de influ5ncia do Porto de <antos compreende todo o Estado de </o Paulo.)ort*+ão de VitGri*"T$7*rão A área de influ5ncia desse corredor > formada pelos Estados do Espírito <anto. em $&!7% Atualmente. o #rasil está entre os . pelo volume.O nosso objetivo é a sua Aprovação <udeste% 8everá estar capacitado tamb>m para a futura movimentaA/o de min>rio de ferro. potencialmente. . o 2ue tornará possível o escoamento do min>rio de ferro de .nando o movimento desses produtos no ponto do Rio de Vaneiro% 3$ <epetiba estará destinado I movimentaA/o de . carne. por interm>dio do . o caf>.inas @erais% Entre os produtos primários de e0portaA/o.od/o e carne% ?amb>m muito variada > a pauta de e0portaA/o de produtos manufaturados% Corredor de e.uá% Corredor de e. cereais. sendo várias as empresas nacionais e internacionais 2ue e0ploram o transporte a>reo% Entre os fatores 2ue permitem o desenvolvimento da aviaA/o comercial. o pro. de onde parte a estrada de acesso ao porto de Parana. destacam9se: caf>.randense+.@% E. devido I . . compostos predominantemente de produrtos manufaturados. @oiás. temos: 9 . Tr*!s)orte *2reo 8esde a d>cada de !'. atrav>s de Ftutin. mel(orando a infra9estrutura viária.rama de corredores de e0portaA/o 2ue.)ort*+ão de P*r*!*g$9 Podem.rande e0tens/o territorialP 9 condiA6es climáticas favoráveisP 9 relevo de bai0a altitude e aplainadoP 9 aus5ncia de outros tipos de transportes capaBes de li. a soCa. da produA/o a.ente na cidade de 4uritiba. al>m de outros produtos manufaturados% #.inas @erais e do Rio de Vaneiro% Esse corredor contempla o Muadrilátero Ferrífero.a.

o 4?A )4entro ?>cnico Aero9espacial+. foi criada. est/o sendo produBidos no #rasil vários tipos de avi6es% A frota nacional > composta por mais de $!' unidades de .anaus )A. 849&. Airbus+% 9 Principais aeroportos do #rasil: 4on.O nosso objetivo é a sua Aprovação Atualmente as principais empresas s/o: Nari. .artins %%%%%%%%%%%%%%%%%%%% FortaleBa )4E+ ?irirical %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% </o Euís ).. o F?A )Fnstituto ?>cnico de Aeronáutica+. como um conCunto.89$$.+ Nal9de94/s %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% #el>m )PR+ Pinto .on(as%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% </o Paulo )<P+ Niracopos %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 4ampinas )<P+ @ale/o %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% Rio de Vaneiro )RV+ <antos 8ummont %%%%%%%%%%%%%%% Rio de Vaneiro )RV+ 8ois de Vul(o %%%%%%%%%%%%%%%%%%%% <alvador )#A+ #rasília %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 8istrito Federal )8F+ Pampul(a %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% #elo UoriBonte ). a Fnfraero )Empresa #rasileira de Fnfra9Estrutura Aeroportuária+% Atualmente. com sede em </o Vos> dos 4ampos )<P+% .A+ 4umbica %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% @uarul(os )<P+ . a Nasp. em $&7!. foi criada a Embraer )Empresa #rasileira de Aeronáutica+.re )R<+ Afonso Pena %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% 4uritiba )PR+ Eduardo @omes %%%%%%%%%%%%%%%%% .em no país várias empresas de tá0is9a>reos% Em $&3&.% <ur.esta área funcionam. a ?ransbrasil.ado Fil(o %%%%%%%%%%%%%%%%%%%% Porto Ale. FoDDer. ?A..@+ @uararapes %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% Recife )PE+ <al. administrar e e0plorar a infra9estrutura aeroportuária do #rasil. o FP8 )Fnstituto de Pes2uisa e 8esenvolvimento+ e o FAA )Fnstituto de Atividades Aeroespaciais+% 4om a finalidade de implantar.rande porte )#oein.