A FIGUEIRA MURCHA

Charles H. Spurgeon
Digitalizado e doado por: Alcimar Da Silva Rodrigues Lançamento e revisão: www.ebooksgospel.com.br

Enganam-se todos quantos pensam que basta produzir apenas a "fol agem" do cristianismo.E$ E-!N. sem contudo evidenciarem uma vida santa. mas que realmente não o são. %&'()*!+./()*!$ $E(E*)0N!1!$ *ai2a %ostal 3456 # 73789-967 $ão %aulo # $% . "! profissão de f" sem a graça divina " a pompa funerária de uma alma morta" # disse $purgeon.A FIGUEIRA MURCHA Neste sermão o famoso pregador faz uma análise incisiva e judiciosa da condição daqueles que professam ser cristãos.

Cedo de manhã. pois não era a estação certa para Ele . em que nosso $en or nos dá uma lição prática. "E. :emos livros sobre os milagres. portanto. Londres. disse-lhe: nunca mais nasça fruto de ti. deixando-os. estando com fome. / uma parábola encenada. a fim de que a lição produza uma impressão mais profunda na mente e no coração. Em qual das duas categorias devemos colocar esta ist=ria> Eu responderia? coloque-a nas duas categorias. Gepresentam a situação como se nosso $en or. teve fome. admiraram-se e exclamaram: Como secou depressa a figueira"# $ateus %&:&'-%(. Fuando Ele fala ou age. aproximou-se dela. e esperando ser reanimado por uns poucos figos verdes. Não somos daqueles que se c egam A %alavra de 1eus com a fria impertin@ncia do crBtico. Não ac ando fruto na árvore. sentindo como se estiv"ssemos em terra santa. temos igual n<mero de volumes sobre as parábolas. mas seguidores. Ele coloca a verdade diante dos ol os dos omens nessa ocasião. / um milagre singular e " uma parábola notável. n=s o consideramos com a mais profunda rever@ncia. -emos grandes mist"rios nas $uas açEes mais singelas. considerando que somos mais sábios do que o (ivro e. %essoas frBvolas t@m falado de modo muito estulto a respeito da ist=ria que estamos considerando. Este " um milagre e uma parábola. capazes de julgá-lo. :udo quanto Desus faz e diz. vendo uma figueira à beira do caminho. Nosso lugar " aos $eus p"s. " nosso desejo principal aprender dEle tanto quanto podemos. *remos que o EspBrito $anto " maior do que o espBrito do omem. E a figueira secou imediatamente.ostaria de enfatizar a observação de que esta " uma parábola. podem entend@-la erroneamente. e ensinamentos profundos nas $uas palavras mais claras. . fosse por engano at" A árvore. não tendo achado senão folhas. ficamos como Cois"s diante da sarça.A FIGUEIRA MURCHA Serm o pregado na manh do dia do Senhor! em "# de setem$ro de %&&#! no Metropolitan 'a$erna(le em Newington. e. pensasse somente na $ua pr=pria necessidade. e. não somos capciosos. pois se voc@s não a consideram assim. endo isto os disc!pulos. saiu da cidade para Betânia. onde pernoitou. e que nosso $en or e Cestre era mel or juiz daquilo que " bom e reto do que qualquer um de n=s o pode ser. ao voltar para a cidade.

abati a árvore alta. Nen uma dor foi aplicada. Cais uma vez. como tamb"m empregado sinais instrutivos. Ezequiel tin a dito? "$aberão todas as árvores do campo que eu. Nosso $en or queria ensinar aos $eus discBpulos a respeito da condenação de Derusal"m. Na lição prática. como se ela fosse um agente responsável. e imediatamente eia começou a secar-se. por uma anomalia da natureza. Nisto. portanto. e aplicavam as advert@ncias prof"ticas aos lares e aos coraçEes do povo comum. já estava na ora de ser dado o sinal # o sinal da condenação. E a figueira secou-se. sequei a árvore verde". nen uma ira foi sentida. e at" mesmo lágrimas # lágrimas do $alvador # aviam sido derramadas em vão. Nosso $en or teria feito bom uso da figueira se tivesse ordenado que fosse transformada em len a para aquecer as mãos frias. ! recepção que ( e foi dada em Derusal"m estava c eia de promessas. mas viria a ser nada. o $ENI0G. e não somente fol as. 0s altos brados de " osanaH" brevemente se transformariam em "crucifica-oH" Fuando Derusal"m estava para ser destruBda por Nabucodonosor numa ocasião anterior. Esses-sinais e2citavam a curiosidade. mas fez uso mel or quando a usou para aquecer os coraçEes frios. e nisso estava prevista a pr=pria figura empregada por nosso $en or. Ele viu uma figueira que. Nen uma injustiça foi feita contra pessoa alguma. Essa maneira de ol ar o caso resulta da estultBcia do observador? não " a verdade. ordenou a figueira a permanecer est"ril. estava coberta de fol as numa "poca quando não deveria t@-las. os juBzos divinos estavam As portas da cidade culpada. elevei a bai2a. obtin am consideração. e totalmente sem valor. ficou irritado e pronunciou uma maldição contra a figueira. Fuando não ac ou nen um figo.pensar que ouvesse fruto ali. era uma árvore em terreno baldio. o $en or simplesmente disse A figueira? "Nunca mais nasça fruto de ti". os profetas não somente tin am falado. levou $eus discBpulos para verem se avia figos. verão ali o registro de muitos sinais e sBmbolos que declaravam a desgraça vindoura. Nosso $en or viu que essa era uma e2celente lição prática para Ele dar e. nosso $en or ensinou uma grande lição a todas as geraçEes com uma . $e abrirem o livro de Ezequiel. !s palavras # as palavras de Desus # tin am sido pronunciadas em vão.

ficarão em p" por algum tempo. a nação judaica estava coberta da fol agem da profissão religiosa abundante. Enquanto todas as outras naçEes eram como árvores sem fol as. )srael não teve nen uma influ@ncia sobre a vida contemporLnea. 0 secamente de uma árvore serviu para a vivificação de muitas almas. at" A vinda dos romanos que com os mac ados das suas legiEes desfizeram 7 tronco infrutBfero. sem fazer nen uma profissão de lealdade ao 1eus verdadeiro.despesa mBnima. e nen um fruto para a retidão. ! raça judaica tornou-se. mas eles se secaram desde a raiz. ":emos !braão por nosso pai" era e2pressão freqKente em seus lábios. não possuBa nada senão a falsa profissão de f" quando *risto veio. Fue grande lição para as naçEesH !s naçEes podem fazer uma profissão de religião. das artes do progresso. nem justo. teria recebido o louvor mais profuso da parte desses mesmos crBticos. e depois se secarão. mas seu ensino tornou-se uma formalidade morta. $eu brado constante era? ":emplo do $en or. 0s escribas. dei2ou-os como estavam. e se jactavam de ser adoradores do <nico 1eus e observadores escrupulosos de todas as $uas leis.frutos. não era perda para ningu"m quando a árvore secou-se depois de se revelar infrutBfera. . Ele condenou a igreja judaica a permanecer coisa sem vida. mas podem dei2ar de e2ibir aquela justiça que e2alta uma nação. sem frutos. sem estar apoiada pela vida espiritual. &m grande mestre pode fazer muito mais do que destruir uma árvore. pois o povo não era nem santo. ! sinagoga permaneceu aberta. nem fiel a 1eus. !s naçEes podem estar adornadas com as fol agens da civilização. uma árvore seca. e descobrira que a casa de oração era um covil de ladrEes. ! nação prometera a 1eus grandes coisas. profissão essa com altos brados. Cas neles não avia. templo do $en or. Nosso $en or tin a ol ado para dentro do templo. nem leal. durante s"culos. e assim aconteceu. templo do $en or " este". Eram uma figueira c eia de fol agens. e mesmo se não fosse assim. mas se não ouver nen uma vida interior de piedade. os fariseus. / a má2ima ociosidade da crBtica pJr defeito em nosso $en or Desus por um item da mel or instrução po"tica que. e da religião. *risto não destruiu a organização religiosa dos judeus. se tivesse sido dado por qualquer outro mestre. os sacerdotes e os anciãos do povo eram defensores rigorosos da letra da lei. nem tin a arnor ao pr=2imo. ! figueira crestada foi um sBmile singularmente apropriado do estado judaico. se assim conseguir dar demonstraçEes da verdade e espal ar as sementes da virtude. e aquela profissão evidenciou-se incapaz de salvar a cidade santa. ! igreja judaica era uma s= massa de profissão cintilante de f".

pelo contrário. Fue o pr=prio $en or fale pessoalmente a cada um de n=s ojeH !o preparar o sermão.)ue grande lição para as igre*as" +em havido igrejas nas quais se destacaram os n<meros e a influ@ncia. ostentando uma profissão superlativa. o amor e a santidade não foram mantidos. termos a frutificação que " a <nica justificativa de tal profissão. mas o que valem sem o espBrito da oração. e que cada um a aplique ao seu pr=prio coração. . 0 nome de santo. do que dei2á-la em p" sob o c"u como uma mentira aberta. Cas não quero que voc@s a considerem apenas a grosso modo. / essa a lição do te2to. &ma profissão nBtida e precoce do cristianismo sem uma vida cristã por trás dela " uma mentira. mas o que ele seria sem o EspBrito de 1eus> %odemos ter grandes ofertas. e oro para que ao ouvi-lo ele produza os mesmos resultados. senti meu coração profundamente perscrutado. o que são as congregaçEes e as igrejas> %odemos ter um minist"rio de valor. " uma ofensa aos omens onestos. o desejo do meu coração " que aprendamos a lição detal adamente. por"m. e muito mais a um 1eus santo. mas a não ser que a piedade vital esteja em seu meio. mas estão mortas. o espBrito da graça e da consagração> Eu ficaria apavorado se um dia n=s c egássemos a ser como uma árvore precoce. e ano ap=s ano tornam-se cada vez mais decadentes. se não for justificado pela santidade. $eria mel or o mac ado derrubar todo vestBgio da árvore. uma zombaria. por estar ausente a vida secreta da piedade e da união vital com *risto. e um grupo considerável de omens e mul eres que professam estar convertidos. Fue nunca seja assim com esta igrejaH %odemos ter um bom n<mero de pessoas que vem para ouvir a %alavra. o espBrito da f". uma ilusão. e o EspBrito $anto as dei2ou A e2ibição vã de uma profissão infrutBfera. contudo a f". :remamos de medo de aver feito uma profissão de piedade. temos nesta ora igrejas desse tipo entre os protestantes evang"licos. e de a ter ostentado abertamente. no seu relacionamento com as naçEes e com as igrejas. e ali ficam aquelas igrejas com o tronco da organização e com os gal os amplamente estendidos. sem. )rmãos. e muitos esforços e2teriores. mas sem valor aos ol os do $en or.

e açoitamos a n=s mesmos. está alegre na esperança. nossa segunda observação será esta? esses casos serão inspeccionados pelo Gei Desus. Essa <ltima atitude talvez não nos faça mal. Nunca foi ensinado por 1eus. em muito. IM N0 C&N10 *!$0$ 1E %G0N)$$O0 %G0C)$$0G!. at" o ponto de total indiferença quanto A verdadeH *omo " loquaz na conversaH *omo está profundo na especulação teol=gicaH *omo " fervoroso em conclamar a movimentos de avançoH Nunca. uma desonra A religião. )nvejamos a elas. por"m. no entanto. e seu e2terior " muito impressionante.uma abominação a 1eus e aos omens. como tamb"m os que fingem ser religiosos. então. !juda-nos. e nossa terceira observação será? o resultado daquela inspecção será muito terrBvel. tenderemos a desprezar a religião. %0G/C )NNG&:PNEG!. at" o ponto da leviandade. esperamos delas muitas cestadas dos mel ores figos. um ultraje contra a verdade. at" o ponto da presunção. " amoroso de espBrito. As pessoas envolvidas neles superam. e a precursora de uma maldição crestante. eterodo2as na sua pr=pria conduta> Não con ecemos omens e . ! obra do EspBrito $anto l e " descon ecida. isto porque quando for descoberta a ipocrisia delas. 0s casos aos quais nos referimos não são tão raros assim. por"m infrutBfera. nos dei2am assoberbados com os seus modos. mas invejar ip=critas não pode dei2ar de ser danoso a longo prazo. $ua promessa " bem audBvel. 0 evangel o c egou a ele somente em palavras. Fue o EspBrito $anto me ajude a pregar com muita solenidade e poder nesta ocasiãoH Nossa primeira observação " a seguinte? á no mundo casos de profissão promissora. Elas nos impressionam com a sua conversa. tantas outras. entrou no reino mediante o novo nascimento. Em primeiro lugar. %arecem árvores frutBferas. %orventura não e2istem tais pessoas> Não á pessoas que são defensoras da ortodo2ia. !caso voc@s não con ecem pessoas que na apar@ncia são tudo e na realidade não são nada> Q pensamento tenebrosoH N=s mesmos poderBamos ser assim> -ejam o omem? ele está forte na f". = EspBrito $antoH ).

)sso parece ser o modo s=brio e normal de agir. pelo contrário. e nisso ela e2cedeu todas as demais figueiras. evidenciam ser figos verdes. não me importa quão rapidamente a obra " feita. !s fol as aparecem depois. Não t@m nada mel or do que uma boa intenção. e depois confessa seu arrependimento e sua f" da maneira bBblica. ao se avolumarem. e. mas era uma anomalia da natureza. essa figueira ficou coberta daquelas fol as que usualmente eram o sinal da e2ist@ncia de figos maduros. *ertos omens e mul eres parecem muito adiantados por comparação com as pessoas ao seu redor.osto de ver nossos amigos jovens. mais e2celentes do que os mais e2celentes # na apar@ncia. doutra forma. Fuando uma figueira está totalmente enfol ada. no entanto. :ais anomalias da natureza ocorrem nas florestas e nas vin as. embora não ten am sido renovados no seu coração. ! árvore nessa ist=ria produziu fol as abundantemente antes da sua estação. mas precisamos ver a mudança. $em prova nem teste das suas virtudes rec"m-adquiridas. mas não posso julgar at" ver os frutos e as evid@ncias na vida. Não era a estação de figo. não dará mais figos durante aquela estação. quando cr@em em *risto. e se declaram salvos. assim como essa figueira estava coberta de fol as. para então virem publicamente confessar sua f" no $en or Desus *risto. e casos semel antes são encontradiços no mundo moral e espiritual. cobertas de virtudes. :odas as vin as já tiveram nelas figueiras cobertas de fol as. 0bserve que ultrapassam a regra comum do crescimento. são por demais vigorosos para serem afetados pelo seu meio-ambiente. se for genuBna. . e depois professa ser aquilo. não ten o nada contra a rapidez da conversão. Cas essas pessoas ac am desnecessário atender A nin aria da obra no Bntimo do coração # ousam omitir a parte mais vital da questão. não são empecil os para eles. e uma fermentação que gera azedume e corrupção. e depois as fol as da figueira. e nos dei2am atJnitos por causa das suas virtudes especiais. $upon o que todos voc@s con ecem aquilo que já vi pessoalmente # a figueira produz os frutos antes das fol as. mediante o batismo em *risto. esperamos ac ar figos nela. nem possuam arrependimento nem f". $ão tão zelosos que o mundo ao seu redor não os esfria? suas almas grandiosas criam um verão para eles mesmos. *onforme já l es contei. e at" a árvore ficar totalmente coberta de fol as. $im. arrepende-se e cr@. $ão mel ores do que os mel ores. pela espiritualidade fora de casa. e não um resultado sadio do crescimento certo. pelo menos. os figos estão prontos para serem comidos. ele se apresenta como e2emplo ao seu pr=2imo. que se destacaram pela fol agem da sua profissão de f". NreqKentam uma reunião de avivamento. todavia não produziram frutos para o $en or. eu a admiro. Iá um calor que leva A fermentação. ele " iluminado. $ão pessoas muito superiores. mas já vimos pessoas que fazem uma profissão de f" antes de terem produzido o mBnimo fruto para justificá-la. 0ra. :ais pessoas parecem desafiar as estações do ano. comprovar sua f" pela santidade em casa. -ão para a frente para confessar uma mera emoção. ! vida retr=grada dos santos. e a iniqKidade dos pecadores. o convertido se porta como um mestre. No princBpio do ano podemos ver protuberLncias arredondadas que surgem nas e2tremidades e nas pontas dos gal os. Q caros amigosH . e depois bril a. *om a velocidade de um raio. 0 omem " algo. $e a mudança do comportamento for nBtida e veraz.mul eres cujas vidas negam o que os seus lábios professam> :emos certeza de que assim ". a regra "? primeiramente o figo. mas a ostentam como se fosse a pr=pria realidade.

e provavelmente falaria com admiração a respeito da sua fol agem singular para a estação. dos omens serem c"ticos ou fanáticos no cultivo de uma espiritualidade de tipo cogumelo. Não sejam como um construtor que dissesse? "/ bobagem gastar mão de obra e mat"rias abai2o do nBvel da terra. o novo nascimento falsificado.nunca pensem que podem pular por cima do fruto e c egar imediatamente As fol as. $eria muito mel or ser infrutBfero num cantin o do bosque do que no camin o p<blico que leva ao templo. %rocuram o lugar de maior destaque. -oc@s não podem pular por cima dos processos da natureza. !s pessoas cuja religião " falsa freqKentemente se destacam. quatro paredes e um tel ado serão levantados sem demora". &ma figueira revestida da sua fol agem de um belo tom de verde seria um objeto notável. al"m disso. mas quanto tempo durará tal casa> -ale a pena construir uma casa sem alicerces> $e podemos omitir os alicerces. posso levantar uma casa em pouquBssimo tempo. pouco se preocupam com a espiritualidade particular. assim não vaiH %recisamos ter figos antes de fol as. Esse fato " tanto sua fraqueza quanto seu perigo. e forçam o camin o para a liderança. e poderá ser observada de longe. e a espiritualidade fingida> !mados. aspiram a altos cargos. anseiam cada vez mais serem vistas pelos omens. $im. Embora elas sejam as menos capacitadas para agKentar os grandes desgastes da publicidade. :ais pessoas não somente atraem o ol ar. a f" imitada. por que não omitirmos a casa inteira> !caso não á uma tend@ncia. !li. Fuem . cobiçam-na e acabam sendo tanto mais vigiadas. quando Desus começou a subir a colina em direção a Derusal"m. todo transeunte a notaria. nem poderão omitir os processos da graça. f" antes do batismo. a fim de que não aconteça que sua fol agem sem fruto se torne uma maldição sem cura. conseqKentemente. especialmente nestes dias. !s demais árvores ainda não tin am fol as e. viu essa <nica árvore a uma boa distLncia antes de c egar a ela. portanto. perto do tril o de 'etLnia para o portão da cidade. e. e seu pecado traz tanto maior desonra ao nome do $en or. porque torna con ecido seu fracasso espiritual a tantas pessoas. / este o mal do assunto inteiro. $egundo Carcos R33?3ST nosso $en or viu de longe essa árvore. o arrependimento omitido. Nicava. o qual brota numa noite e perece numa noite> Não será motivo de ruBna se a convicção do pecado for menosprezada. atos antes de declaraçEes. pois não possuem a graça suficiente para serem modestas e reservadas. Tais pessoas usualmente atraem a atenção dos outros. a quem professam estar servindo. como tamb"m freqüentemente atraem o convívio de homens bons. 0s alicerces nunca são vistos por ningu"m. união com *risto antes de união com a igreja. Não andam com 1eus em comun ão Bntima.

1eus tem $eus santos que estão c eios de boas obras quando o amor doutras pessoas tem se esfriado. 0 $en or pode tornar os jovens maduros. por isso. que o respeitávamos. dizendo? "!quela árvore não vale nada". não caiam na desconfiança abitual. como e2pressão proverbial. ele tem dito? "-em e v@ meu zelo pelo $en or". e os novos convertidos. tão generoso. que não á marcas de graça. %arecia tão piedoso. nem . e fazendo uma ousada profissão de f". esperemos e oremos que assim seja. Fue o $en or e o $eu amor sejam engrandecidos nelasH 1eus tem $uas figueiras que dão figos no inverno. Ele faz assim tão freqKentemente que não temos o direito de duvidar que o irmão de destaque que está diante de n=s " um desses crescimentos da graça. e mais devoto do que " comum. M não ser que sejamos forçados a ver. e temos ficado bastante satisfeitos em subir no carro com ele. como os atraiu para si. <teis. tão <til. por"m s=lido. $empre que vemos algu"m se destacando notavelmente. tão umilde. evidente que confiaram na pessoa errada.poderia nos criticar por nos apro2imarmos de uma árvore que tem fol as muito tempo antes das outras> %orventura não " correto cultivar a amizade daqueles que são eminentemente bons> Nosso $alvador e $eus discBpulos foram at" A figueira c eia de fol as? ela não somente conquistou os ol ares deles. Não. mais temente a 1eus do que a maioria> *omo De<. com amarga lástima. pontos de reagrupamento na batal a. :em sido dito. Não temos ficado fascinados pela conduta encantadora de quem parecia ser um irmão no $en or. e a inspecionou cuidadosamente. 0 $en or pode dar grande graça. que "alguns omens nascem com barba". Nosso $en or não ficou A distLncia. quais devem ser nossos pensamentos a respeito> Gespondo? não os julguem. 0 $en or levanta alguns para serem estandartes da verdade. Ele foi at" ela. Essas pessoas de destaque podem ser maravil as da graça divina. " uma calamidade lastimável quando se torna. juntamente com $eus discBpulos. 0s novos convertidos e os interessados t@m uma disposição natural para fazerem assim. e querBamos ser considerados dignos de nos associarmos com ele. de tal maneira que faça o crescimento espiritual rápido.

ten o meditado sobre ela. ten o estado como aquela figueira quanto ao destaque e A profissão de f". confiando ansiosamente que cada diácono e presbBtero desta igreja. por enquanto. " urna b@nção para a igreja. se ouvesse figos naquela figueira. :udo teria sido bem naquela man ã. o pregador. permita 1eus que eu não seja destituBdo de frutos. que a ponta daquela espada seja dirigida contra nosso pr=prio peito. sustente pela $ua graça aqueles omens de $ua destra que Ele fortaleceu para si mesmo. Cuitos de n=s temos estado como essa figueira durante muitos anos. farBamos mel or em nos limitar ao nosso pr=prio foro. Cas " obviamente a n=s mesmos que a parábola fala. *om tal espBrito. noutras palavras. e. Fuando as pessoas de destaque revelam ser tudo quanto professam ser. 1aB a pergunta? somos sinceros nela> 0 que seria se tiv"ssemos lutado em prol de uma f" da qual não temos participação> 0 que seria se não ouvesse nada da vida de amor dentro de n=s. ! autosuspeita será saudável. em sentar-nos em nosso pr=prio tribunal. esperemos o mei or. em dispensar a lei dentro do pequeno reino do nosso pr=prio eu. e alegremo-nos ao vermos a graça de 1eus. quanto ao destaque e A profissão. e para a vizin ança. são uma grande b@nção. orar ao $en or para que Ele regue com $ua pr=pria mão aquelas árvores que plantou. como elaH" II. 1evemos. pegamos o te2to e o aplicamos aos nossos pr=prios coraçEes. Eu. e não temos vergon a de repetir aquela profissão diante dos omens e dos anjos.evid@ncias da f". e cada membro e obreiro entre voc@s. ou como o cBmbalo que retine"> 0 que seria se ouvesse fala. Fuando o $en or faz com que a pessoa que tem a primazia de posição tamb"m a ten a na santidade. !lguns de n=s temos feito uma profissão muito ousada. para a famBlia. a suspeita do nosso pr=2imo poderá ser cruel. e temos sido vistos "de longe". nunca verBamos o $en or. Não somos juBzes. conseqKentemente. porque temos ficado ao lado da via p<blica. e mesmo se fJssemos. aplica-se a muitos de n=s. $e nos inclinarmos a suspeitas. portanto. Fuando. Fue todo ministro de *risto que porventura ten a entrado aqui nesta man ã. não precisamos aplicá-lo tão suavemente como o fazemos no caso doutras pessoas. sinta o coração sendo profundamente perscrutado. e nen uma obra. . E quanto a isso. ! " #ora de nos lem$rarmos da %erdade solene da nossa segunda di%isão& E$$!$ %E$$0!$ $EGO0 )N$%E*)0N!1!$ %E(0 GE) DE$&$. ou. sinto quanto se aplica a mim. realmente. por"m. :eria sido um grande revigoramento para o $alvador se Ele tivesse sido alimentado peios frutos verdes. não á nada de que se envergon ar. em aberta confissão de f" e em serviço destacado. pode at" tornar-se uma b@nção para o mundo inteiro. doutrina. $eja qual for o aspecto terrBvel que essa parábola-milagre possa ter. e nen uma prática> 0 que seria se não tiv"ssemos santidade> Então. diga a si mesmo? "$im. nossa profissão fosse "como o bronze que soa.

aos sermEes. e que fomos libertos desta geração perversa. Espera fruto de todos aqueles 'ue se submetem A $ua regra evang"lica. da irmã que dirige uma aula bBblica. algum amor verdadeiro. mas então. As reuniEes de oração. 0 . tamb"m. do professor da Escola 1ominical. e Ele anseia por receber frutos de n=s. algum fervor na oração. porque o fruto. Ele quer ver em n=s o amor a Ele mesmo. alguma abnegação. Ele espera fruto do pregador. e quando c egar a elas. algum andar com 1eus. alguma esperança viva. Fuando Ele $e apro2imou daquela figueira. o amor ao nosso pr=2imo. quando c egou at" A figueira. Esta árvore. os rogos importunos na oração. certamente não era a estação das fol as. Ele sente fome de termos santidade? Ele anseia para que o $eu gozo esteja em n=s. alguma abitação do EspBrito $anto. para ver se á alguma f" genuBna. confessamos que somos redimidos dentre os omens. As leituras bBblicas. %ortanto.Ele $e apro2imará delas. Notem que o que Desus está procurando não são suas palavras. já apareceram as fol as. por mais ruins que sejam os tempos. daquele irmão que tem ao seu redor um grupo de jovens que ele orienta no evangel o. / verdade que não era tempo de figo. ao produzir fol as. !ssim como *risto tin a o direito de esperar fruto de uma figueira que trazia fol as. não ficará satisfeito com a freqK@ncia A igreja. sua f" interior. a luta sincera a favor da f" que uma vez foi entregue aos santos. mas o <ltimo !dão procura figos. aparece antes das fol as. suas pessoas sendo realmente trabal adas pelo EspBrito de 1eus para produzirem frutos dignos do $eu reino. do oficial da igreja. não ficará satisfeito conosco. osso !enhor tem o direito de esperar fruto quando "le vem procurá#lo. para que o nosso gozo seja completo. suas alegaçEes. $e nosso $en or não vir em n=s o fruto do EspBrito. de conformidade com a natureza. alguns de n=s professam que não seguirão os costumes desses tempos. . e procura ver em voc@s as coisas em que a $ua alma se deleita. e $ua inspeção levará a medidas severas.enhor dese*a ardentemente. que são os sinais e indicaçEes dos figos maduros. pois os figos aparecem primeiro. mas que seguirão a <nica verdade imutável. 0 primeiro !dão foi para a figueira procurando fol as. e especialmente deUcada um de voc@s que são lBderes do $eu povo. As santas ceias. mas certamente pode esperar fruto daquele que cr@ na $ua pr=pria %alavra. 0 $alvador. suas resoluçEes. *omo cristãos. o -ue o . mas sua sinceridade. e se Ele não vir tais coisas. *risto talvez não espere fruto provindo dos omens que recon ecem o mundo e suas "pocas mutáveis como sua orientação suprema. virtualmente fez propaganda dos figos que alegadamente lin a. a f" forte na revelação. procurará fruto. algum gozo que seja fruto do EspBrito $anto. porque lemos que Ele teve fome. tin a o direito de esperar fruto. assim tamb"m Ele tem o direito de esperar grandes coisas daqueles que se declaram $eus seguidores que nEle confiam. alguma paci@ncia. como esse fato deve levar o pregador a tremerH Não deveria afetar um bom n<mero de voc@s da mesma maneira> $ruto . e a fome umana não pode ser removida pelas fol as de uma figueira. se não era o tempo de figo. deveria aver fruto. $e. não estava desejando fol as. pois. porquanto todas essas coisas podem não passar de fol agem. Ele perscruta totalmente o nosso caráter. Ele $e apro2ima de cada um de voc@s que são membros da $ua )greja. 1esejava comer alguns figos.

não se trata de uma mentira> $e eu me re<no com o povo do de uma mentira> $e eu ven o A mesa da comun ão. ! religião sem a santidade " a luz que vem da madeira podre # o bru2uleio da decad@ncia. se nunca con eci min a eleição por 1eus. e por isso o EspBrito de 1eus fica entristecido diante da nossa conduta se não proclamarmos os $eus louvores por meio de nossas vidas piedosas e zelosas. e alegremente me regozijarei em :i como o 1eus da min a III. pela a)uda do Esp*rito de +eus. ou parciais. Ele con ece o fruto do EspBrito. nem dei2ará desapercebidos os figos pequenos. Dá pensei ser figo aquilo que acabou se revelando mera fol a # mas nosso $en or não comete nen um engano assim. a fim de que meus erros sejam corrigidos. convença-me da min a falsa condição. senão para santificar para $i um povo zeloso de boas obras> Fual foi a recompensa do suor sanguino lento das cinco feridas e da agonia da morte. não se trata de uma mentira> $e nunca senti min a pr=pria depravação. conceda-me uma palavra bondosa de segurança para cessar os meus temores. nem a graça real com a mera emoção. 'uero (onsiderar a %erdade de 'ue 0 GE$&(:!10 1! -)N1! 1E *G)$:0 $E. Nalo . $e eu sou :eu. por"m nunca discirno o corpo do $en or. senão para tornar santo o $eu povo> %ara que Ele $e entregou. vem lançar :eu ol ar perscrutador sobre mim. que acabam de brotar. %ara Ele. Ele nunca confunde a e2pressão fluente com a possessão real no coração. sem ter-me arrependido. e o $alvador percebe que a situação " assim. 1Ele não se zomba. e participo do pão e do vin o. não segundo a apar@ncia.GV C&):0 :EGGP-E( %!G! F&EC NEW &C! %G0N)$$O0 %GE*0*E . estará sendo privado daquilo que ( e " devido. se nunca descansei no sangue remidor. e comece uma obra genuBna na min a alma. não se trata de uma mentira> $e eu professo o arrependimento. seja em que estágio este se ac ar. $en or faça com que eu seja realmente aquilo que professo ser. Nada senão fol as significa nada senão mentiras. e o que somos. ! profissão de f" sem a graça divina " a pompa funerária de uma alma morta. senão que por tudo isso fomos comprados por um preço> N=s 0 despojaremos da $ua recompensa se não 0 glorificarmos. e julga se estou vivendo para :i. sem a possuir. Cestre. aquele que procurou não achou nada senão folhas. min a defesa das doutrinas da graça não seria uma mentira> $e não á nada senão fol as. mas o Gei pronuncia uma sentença justa. Ele sabe e2atamente onde estamos. e se estou certo aos :eus ol os. e min as graças nutridas. e se nunca fui renovado pelo EspBrito.%0GEC )NNG&:PNEG! 0nde poderia ter esperado ac ar fruto. $eus compan eiros são apressados em seus julgamentos. ou nãoH *onceda-me que eu veja a mim mesmo conforme :u me v@s. e se ainda não o sou. se nunca fui c amado de 1eus vivo. Espera de n=s açEes que são de acordo com a lei de 1eus e com a mente do EspBrito de 1eus. toda a verdura das fol as verdes sem fruto não passa de dolo. Não " possBvel enganá-lo. e podem ser censuradores. e se Ele não as receber. Agora. !mados. $eria essa uma e2pressão severa> $e eu professo a f". mas segundo a verdade. E notem bem quando *risto $e apro2ima de uma alma "le a e%amina com discernimento agudo. voc@s estão em boas mãos quanto A prova da sua condição quando o $en or Desus vem lidar com voc@s. não á nada senão mentiras. sem ter o temor a 1eus no meu coração. mas não ten o a certeza da veracidade delas. %ara que Ele morreu. não se trata de uma mentira> $e eu professo que defendo as doutrinas da graça.e o viver cuidadoso em todas as áreas da nossa e2ist@ncia. não se trata modo eficaz. julga. Fuem dera que nossa oração subisse ao c"u nesta man ã? "Desus. em ter(eiro lugar.

na realidade. já não ficarão culpadas de tal coisa. Era nada mais do que uma confirmação do seu estado.palavras graves. na prática. ! árvore servia apenas para espicaçar os famintos. que e2ibiu uma profissão florescente. Fuando o grande Duiz finalmente falar Aqueles que se apartam de 1eus. 1a mesma forma. uma maldição. pois. e isso foi uma coisa terrBvel. seu caráter será estampado perpetuamente com a mesma sentença. Ele simplesmente l es dirá? "!partai-vosH" 1urante toda a vida deles. um farol de advert@ncia para todos os demais que oferecem vãs pretensEes. 1eus não quer que os pobres e necessitados sejam transformados em assunto de troça. mas. / um !cã no arraial. !caso não era certo que Ele a condenasse> Ele a amaldiçoou> Ela já era uma maldição. algum efeito moral " produzido noutras pessoas? são forçadas a ver o perigo de uma profissão malsã. o Bmpio. Cesmo assim. nosso $en or acabou usando a figueira com bom proveito quando a fez secar. a partir de então. "le pronunciou a sentença contra ela( e qual foi a sentença> Noi simplesmente? )$ica como estava). uma mudança na árvore. entristecendo o $en or. " dei2ado para murc ar nos seus camin os. o qual continua sendo monturo. Neste caso. Não sei se os discBpulos viram um estremecer passar por ela imediatamente. " perfeitamente justo que o grande Duiz diga? "*ontinue sem a graça". e opere em n=s a vida eterna para $eu louvor e gl=riaH !obreveio. 1ar a um espBrito um nome de anjo. " quase pecar contra o EspBrito $anto. uma influ@ncia maligna flui dele. e se forem sábias. Fueira 1eus que assim seja toda vez que um "religioso" notável murc ar-seH 1epois que o $alvador a condenou. &ma profissão vazia de f" ". Não somente as fol as pendiam diretamente para bai2o como flLmulas quando não á vento. e atraB-los para fora do seu camin o. o que nos aproveitaria termos nossos nomes escritos entre os que são de &eus' Nosso $en or descobriu que não avia fruto. -oc@s já viram uma figueira com seus gal os estran os e curiosos> / uma vista muito e2traordinária quando está despojada das fol as. Fuando. $e voc@s optarem por ficar sem a graça. então. Essa árvore não deu fruto. mas que Ele nos converta. mas como poderia falar menos gravemente> $e voc@s e eu somente temos o nome de que vivemos. fizer uma profissão de possuB-la. mas a árvore inteira estava fatalmente crestada. no entanto. "*ontinue o imundo ainda sendo imundo". mas estamos mortos. posso ver seus braços . não somente a casca parecia ter perdido todo sinal de vitalidade. e nunca mais dará fruto. e. pois ela se tornou. mas na man ã seguinte. o estado sem a graça será sua condenação final. para que sejamos convertidos. e levando-0 a recusar sucesso ao $eu povo. quando passaram por aquele camin o. " totalmente in<til. em que estado deplorável estamosH :emos algo pior do que a corrupção? " a corrupção da corrupção. o professor infrutBfero ocupa uma posição em que deve ser uma b@nção. mas. "le condenou a árvore. não prestava para o revigoramento de ningu"m. em seguida. quando tem o caráter do diabo. Fue o $en or Desus nunca precise pronunciar sentença assim contra algum de voc@s. a fim de lográ-los. *omeçou a secar imediatamente. $e ele não tiver em si a graça de 1eus. $e permanecermos sem conversão. sempre se apartavam. %rofessar a religião e viver no pecado " aspergir água de rosa num monturo. $e um omem optar por ficar sem a graça de 1eus. depois da morte. e com toda a probabilidade " uma maldição. Carcos diz que a árvore estava seca desde as raBzes. e não deveria ser censurado pelo $en or da verdade> ! árvore para nada servia onde estava.

!ssim. nem o fará. 0 omem já não " ele mesmo? sua gl=ria e sua beleza já se foram. / um destino terrBvelH / muito mel or quando o vin ateiro c ega at" voc@ com o mac ado na mão. 0 mBnimo que Ele pode esperar " que voc@ seja leal Aquilo que professa. e silenciosamente secar-se at" ser destruBda. )rmão. ficarei diante da multidão que já me viu no meu verdor. Noi somente uma árvore infrutBfera que Ele fez secar. voc@ deve dar fruto. se voc@ for simplesmente leal. e. entreguei min a mensagem pesada. bastou uma palavra. !l"m disso. %ois bem. sem esperança. 1eu a apar@ncia de algo que sentiu o sopro de uma fornal a. nen um fogo foi aceso. Ele não destruiu nen um omem. ! <nica coisa que Ele já destruiu foi essa figueira. Ele " o pr=prio amor e ternura. :al advert@ncia seria terrBvel. pois estou em posição de maior destaque do que qualquer um de voc@s. morta desde as pr=prias raBzes. ao professarmos ser algo. bate em voc@ com a parte embotada. e de Eliseu quando as ursas saBram do bosque. diferentemente de Elias quando invocou fogo do c"u contra uns omens. Nen um mac ado foi levantado. Fue ningu"m diga? "isto " muito duro". -oc@ se rebela porque Ele pede que não seja ip=crita> $e voc@ começar a rebelar-se contra a $ua . Ele " a pr=pria mansidão e ternura. e cuja umidade foi totalmente secada. e diz? "!rvore. aquele que dantes fazia uma valorosa profissão de f" " ferido como pelo julgamento de *aim. por certo não " duro se. se eu não tiver em mim a $ua graça. e secarei at" As pr=prias raBzes. e não quer secar voc@.esquel"ticosH Está duplamente morta. for e2igido de n=s que sejamos leais a esse algo. aplicando-a mais a mim mesmo do que a qualquer um de voc@s. Cas agora desejo terminar com palavras mais suaves. peço-l es que não pensem que qualquer coisa que meu $en or possa fazer " dura. sem relLmpagos e sem pestil@ncia. !ssim já vi quem professava lindamente a f" passar pelo crestamento. e a árvore secou desde a raiz. será abatida". mas seria infinitamente mel or do que ser dei2ado no lugar sem ser tocada. :en o feito uma profissão de f" mais sonora do que a maioria de voc@s. um e2emplo terrBvel daquilo que 1eus faz daqueles que não dão frutos para a $ua gl=ria. senão.

voc@ deve dizer? "$en or. certamente voc@ seria de um tipo maligno. mas tome o cuidado de ter os cartuc os prontos. faça-me digno de ser observado. para não erguer um fuzil vazio". 0s frutos não terão probabilidade de amadurecer bem sem as fol as. mas nos atraiam para dizermos? "$en or. eu não gostaria de perder nen uma fol a. 1e manter a onra da $ua palavra. Fue essas verdades solenes não nos afugentem. e glorificar o meu %ai que está no c"u. as fol as são essenciais para a sa<de da árvore. voc@ prefere fugir totalmenteH Nesse caso. e não deve ser recusada. não terei nen uma fol a". ! gl=ria da $ua cruz". Cuitas pessoas são convertidas dessa maneira # essas coisas duras. mas $en or. $en or. oro a :i para me ajudar a confirmar a min a vocação e eleição. ven a curvar-se umildemente aos $eus p"s. não peço que me tires as fol as. por"m onestas. mas dei2a-me dar frutos". nunca farei nen uma profissão de f". se algo desta verdade solene se aplica a mim. e a sa<de da árvore " essencial para o amadurecimento dos frutos. Nem de defender a $ua causa. e fugir para :i. forçam-nas a abandonar os ref<gios falsos. "sei o que farei. $en or. ! confissão aberta da f" " boa. $e um comandante dissesse a um soldado? "Nique firme. diz algu"m. %refiro fugir para trás". -oc@ não pertence realmente ao $en or se não pode suportar a $ua repreensão. buscando a salvação". isto tamb"m prov"m de um espBrito carrancudo e rebelde. "Não ten o vergon a de confessar meu $en or. mas não ten o vergon a de ser observado. "Cas". estou satisfeito em ficar onde os omens possam ver as min as boas obras. $eria uma resposta condigna> *ovardeH %orque seu capitão l e adverte que não deve ser um soldado falso. Gogo- . e levam-nas a serem leais a *risto e As suas pr=prias almas. !o inv"s de falar assim. %elo contrário. imagine se o soldado respondesse? "Não posso ser tão e2igente. Ceu amigo. rogo-:e que o apliques A min a consci@ncia de modo que possa sentir seu impacto. não quero ser afastado num cantin o. Não peço para ser observado.admoestação. parecerá que voc@ mesmo tem coração desleal. dizendo? "$en or.

)maginemos que nesta man ã voc@s se sintam tão secos. EspBrito $anto. !spiro A santidade.:e que me ajudes a produzir os frutos esperados. mediante a f" em Desus *risto. $en or. produza frutos em n=s oje. nele esperarei" # " uma cestada de figos temporãos. e frutificarH -em com poder divino. $e andarem sobre pernas de pau. temo que vão bat@-la contra a verga da porta. florescer. e aqui está uma am@ndoa cuja casca voc@s podem quebrar para ac ar a noz. devo ficar deitado no pr=prio p= diante de :i quando penso que. e at" mesmo produziu am@ndoas. conforme desejam. Estão muito mortas e secas. que as usaram como cetros do seu cargo oficial. tome essas pobres varas oje. onde esconderei a min a cabeça culpada>". !mados irmãos. temo que cairão. Nrutificar " a prova da vida e do favor. e brotou. nem sequer orar pedindo mais graça. pecadorH" Iá doçura nessa oração. e faça-as brotar. num fei2e. Fuem dera que nosso bendito $en or obtivesse um figo dalguma vara seca nesta man ãH # pelo menos um figo tal como este? "1eus tem miseric=rdia de mim. $en or. e não sou enganador. porque ficaram sempre nas mãos de doze c efes. :u tens operado em mim as obras do EspBrito. / uma maravil aH Cas ol em de novo? produziu am@ndoasH !qui estãoH -ejam estes frutos verdes. $into que sou menos do que nada. depois de terem feito essa confissão. Essa doze varas devem ser colocadas diante do $en or. Nosso $en or Desus gosta do sabor de um figo tal como este? "$en or. $ão cor-de-rosa e brancas. mas vejam essa var-a de !rãoH 0 que aconteceu> Era seca como a morte. á um sBmbolo nas Escrituras que eu gostaria que voc@s copiassem. aqui estamos. e o bom $en or ter ouvido. que parecem p@ssegos. :irem a parte carnuda. Esta aqui " a de !rão. que não podem servir a 1eus como gostariam de fazer. brotouH )sto " maravil osoH Cas ol em. que o $en or nos leve a lamentar nossa esterilidade. mortos e infrutBferos. Então. e at" mesmo perfeitos. floresceuH Iá nela flores de amendoeira. estão como doze varas. e o $en or $e regozija na sua doçura. $en or. Naça-nos brotar. realmente sirvo a :i. $entirem-se bem satisfeitos consigo mesmos " perigoso? julgarem-se santos. Cas vejam. Ninalmente. :odas as doze são colocadas onde o $en or abita. $e eu tivesse feito tudo. e floresceu. Cas ai de mimH Não sou o que quero ser. 0 poder celestial veio sobre a vara seca. ! :ua graça pode fazer isso". $e voc@s erguerem a cabeça tão alta. Ceu clamor "? "1eus tem miseric=rdia de mim". não sou o que devo ser. creioH !juda a min a falta de f"H" !qui está outro? "!inda que ele me mate. depois de ter recebido o trabal o da escavação e da adubação. $en or. -emo-las no dia seguinte. mesmo quando trazemos alguns frutos. produzo tão poucos frutos. !mo-te realmente. -em. mas tendo feito tão pouco. e transforma esta congregação de gavela em pomar. / muito mais seguro sentir? "$en or. ajuda-me a alcançála. realize aquele milagre antigo em mil de n=s. ainda seria um servo de pouco proveito. nosso $en orH !m"m e !m"mH . mas está tão morta e seca como qualquer das demais. " ficar A beira da fossa do orgul o. $ugiro que todas as pessoas aqui presentes clamem ao $en or para nos tornar conscientes da nossa esterilidade natural. 0nze delas continuam a ser varas secas.