A VISÃO DO BRASIL

NA OBRA DE CAIO PRADO JÚNIOR

\.~----

--------

CARLOS NELSON COUTINHO Prof. da UFRJ

...

Trabalho em Águas

apresentado

no Encontro

Anual

da ANPOCS,

outubro

de 1988,

de são Pedra,

SP, GT - Movimentos

e Partidos

de Esquerda.

, .'

1.

Embora tenha consagrado a maior parte de sua obra historiográfica à análise de nosso passado, é inegável que o obj~ tivo central da refle~ão de Caio Prado Júnior - o ponto focal a partir do qua~ se articula o conjunto de sua ampla investigação histórica é a compreensão do Brasil moderno. Não é casual qm

o titulo de sua história geral de nosso País - prevista para q~ tro tomos, mas dos quais foi escrito apenas o primeiro, dedicado

à época colonial - seja Formação do Brasil contemporâneo. Po

de-se traçar uma linha contínua que liga entre si a identificação do "sentido da colonização", efetuada no brilhante capítulo com que se inicia sua obra-prima (de 1942), e as propostas para a "revolução brasileira", significativa (de 1966). explicitadas em sua última produção Mesmo quando trata do passado, Caio

Prado tem sempre em vista a investigação do presente como história, o que implica para ele, enquanto marxista, uma análise dialética da gênese e das perspectivas desse presente. Ora, se esse movimento dialético é o núcleo de sua ref~ xão historiográfica, isso indica que nela estão contidos, ainda conceitos de Utransição" ou de ltmoderni-

que só implicitamente, zação".

Se ele quer pensar o presente como história, tem de re.,ê.

ponder necessariamente

à seguinte questão: de que modo e por que

vias o Brasil evoluiu da situação colonial originária, através do Império e das várias Repúblicas, para a constelação histórico-social que apresenta hoje? Embora exista em sua obra uma

certa ambigüidade a respeito da caracterização do ponto de par01. tida - ou seja, do modo de produção e da formação econômico-so-

numa linguagem menos precisa. formulamos ganha maior concreticidade: quais foram as vias para o capitalismo e que conseqüências tiveram na constituição de nffi so presente 1 Na literatura marxista. ral: o estoque de ·categorias marxistas de que se vale Caio Pra- .. Caio . agrária. nenhuma referência explícita a tais conceitos. na obra de Caio Prado. nem e de supor que ele os conhecesse. elaborada por Gramsci nos Cadernos do cárcere e tornada pública somente no final dos anos 40. outro lado. eJlborado por Lenin com o objg. Em oposição ao modelo iB e do Partido terpretativo dominante na Terceira Internacional Comunista Brasileiro (pelo menos a partir de 1930). a questão que antes f . Caio Prado reconhece . utilizado por Gramsci para determinar processos sociais e politicos de transformaçio . ele insiste em que nosso País não é e jamais foi feudal ou semifeudal e.traços que poder1amos chamar de "nao cl~ sicos" -. existem dois conceitos extremamente fecundos para analisar vias "nãó clássicas" de passagem para o capitalismo ou. p~ Mas. para a "mo": dcrnidade": o de "via prussianall. é indubitável que o historiador paulista não hesita em identificàr como plenameB te capitalista o Brasil rephbJicano. dedicando boa parte de sua pesquisa a identific~-los e descobrir-lhes a gênese. e o de IIre tivo principal de conceituar a modernização volução passiva". freqüente (se excetuarmos as Prado jamais cita Gramsci e nao e - referências a O Imperialismo) que cite Lenin. O registro dessa ausência sugere uma observação mais ge 02.cial vigentes no Brasil antes da Aboli·ção -.traços extremamente peculiares em nosso capitalismo . Não h~. carece de·uma "revolução agrária e antii~ perialista" para se ~ornar moderno e capitalista 1. não careceu nem. "pelo alto". Nesse sentido. sobretudo a noção de "revolução passiva". por isso.

identific~ 03.de submeter Caio Prado a um e~ me de marxismo. não decorre da pretensão que seria mesquinha e ridicula . o qm deriva da prioridade m~todológica que ele conscientemente atribui à esfera d~ circulação em detrimento da esfera da produção 2.e muitas das que ele inventou . Q... . que certamente existem. a análises lúcidas. Por exemplo: a pripridade atribuida à esfera da circulação não o impediu de definir de modo substancialmente adequado a formação econômico-social da era colonial. fecundas e quase sempre justas.permitiram-lhe gar. Resulta i- gualmente do desconhecimento do conceito marxista de capitalismo de Estado (ou de capitalismo monopolista de Estado) o emprego tardio da imprecisa noção de "capitalismo burocrático" . Nesse ter~eno. na maioria dos casos.em seu esforço para idertificar do presente brasileiro 4. ção de burguesia: seriam "grandes burgueses nacionais".ncia de um sistema capitalista (ainda que "incompleto"). na análise da Colônia e do 1m pério.um termo inventado por ex-trotskistas para definir o regime social v

\. as peculiaridades Esse registro. por eX6!l pIo. por exemplo.Y\ \~ Y\S ~União Soviética stalinista . o predomínio inequívoco de relações mercantis com a exis t. mas sob~ tudo para sublinhar a sua criatividade e os seus extraordinários méritos pioneiros ~nquanto intérprete marxista da hist6ria brasi leira. . naturalmente.) Nos trabalhos de história. as categorias marxistas de que Caio Prado che- dispunha . tem pouco peso o conceito de "modo de produçio". os latifundi~rios escravocratas do Império 3.2. Isso faz também com que ele utilize de modo pouco rigoroso a nE. (Essa relativa ~~obreza é sobretudo evi- dente em suas obras de filosofia. o que o leva por vezes a confundir. Ele é feito aqui não tanto para indicar os ev~ tuais limites de sua produção. da por ele como um escrevismo mercantil fundado na grande expl. ~ do não é muito rico.

que se for~m transformando 04. produtora de valores de troca para o mercado int~ nacional.que a f'o rrna de propriedE de agrária que o modo de produção capitalista encontra na histó ria. às propri~ lentamente em fazen- dades feudais. desenvolver-se. Rffi Est~dE' UidoP. par~indo das velhas formas de posse da terra (••. Latina.).ração rural. Suas indicações nesse domínio. graças ao aporte da experiência específica do Brasil e de algumas regiões da América. adaptando-se à rotina. a transformação das formas medievais de propriedade agrária se processou. Na Alemanha. seguindo a via reformista. constrói sua tipologia ~ parti~ do modo pelo qual o capitalismo resolve a questão agrária. ainda que sumariamente. 2. Quando Lenin tenta conceituar a diversidade de vias para o capitalismo. t o que tentarei mostrar. foram decisivas na elaboração importantes trabalhos marxistas posteriores.'Caio Prado contribuiu para o enriquecimento do pr6prio conceito marxista de vias "não clássi -=-~ cas" para o capitalismo. por assim dizer. processos e das modalidades de modernização conservadora ocorridos no Brasil. eiro Flammarion Cardoso e Jacob Gorender. Do mesmo modo. "Nar-x já dizia . como os de FernaE do Novaes.recorda Lenin . à tradição. ao começara mo. recebendo um tratam~ de to categorial mais adequado. das de junkers (•••). não corresDonde ao capitalis- O próprio capitalismo cria para si as formas corresponden- tes de relações agrárias. Pode-se mesmo dizer que. o desconhecimento de noções como a de tlviaprussiana" ta. a transformação foi vio:r: . inovando em relação ao marxismo evolucionista e Q~ilinear da Segunda Internacional.!!! pouco foi obstáculo à formulação de contribuições definitivas para a compreensão dos. nos próximos dois itens.

mas no quadro da :manutanç. e .2 5. conservando sua grande empresa agrária capi- . a modernização de nossa estrutura agrárie não se deu não se pode falar. a grande propriedade priedade burguesa" agrária feudal se converteu .. mas também é erradicada a velha classe rural dominante. propriedade pré-capitalista na exploração camponesa. As terras Idos latifundiár~091 foram fracionadas. ~i~lica s~ca (uma radical transformação da estrutura agraria: a antiga r . que continua a ocupar postos privilegia- dos no aparelho de Estado da nova ordem capitalista.lenta ( •••). A via "clá.ão}· de formas de trabalho fundadas na coerção extra-econômica. subordinação cado. da suprespré-capitalista camponesa. a velha propriedade sua Diverso e o caso da I1via prusrural. lações de trabalho pré-capitalista. Nesse caso. tituição pela pequena propriedade Observa ele: si . convertendo-se em peq~ . são aqui indicadas duas vias principai9• que Lenin chamaria de "americana" (ou "clássica") e de "prussiana". paulista. dimensão. nao so desaparecem as re- . aqui. fundadas na coerção extra- econômica sobre o trabalhador. vai se tornando progressivamente talista. são radical da grande propriedade 05. e de sua subsliA segundo uma "via clássicau.em pequena pr.. É evidente que isso permite a conservado poder político do velho tipo ção (ou mesmo o fortalecimento) de proprietário rural.qrn em vínculos de dependência ou que se situam fora das relações "impessoais" do mer vão desde a violência aberta até a intromissão na vida privada do trabalhador. já que são eliminadas as formas econômi cas em que ela se apoiava e de cuja reprodução dependia a própria reprOdução como classe. O leitor atento de Caio Prado não tardar~ a proximidade em reconhecer de suas análises da questão agrária brasileira com Para o historiador a descrição leniniana da "via prussiana". é destruída. sianall: aqui.

voltada desde as origens para a produção valores de troca para o mercado externo) e fundada em relações escravistas de trabalho. 06. o que no Brasil se adaptou "conservadoramente" ao capitalismo não foi um domínio rural de tipo feudal. Caio Prado aponta também seus traços especificos e mesmo singulares. trário desse pais.re" 6.que os elementos do velho que se conservànno novo sejam "restos feudais". ' .. Penso que Lenin não hesitaria em definir como "não clás sica" essa peculiar adaptação da "grande exploração rural" escra vista. e se adaptou ao sistema capitalista de produção através de um processo ainda em pleno desenvolvimento e não inteiramente cornple. é precisamente essa complexa articul&ção de "progresso" (a adaptação ao capitalismo) e conservação (a permanência de impoE tantes elementos da antiga ordem).) no Brasil. ao qual se refere Lerrí. Característica da via "não clássica". mas sim uma forma de latifúndio peculiar: uma exploração rural de ti po colonial (ou seja. tuação no Brasil se apresenta de forma distinta. ou "prussia- na". e sim a grande exploração rural que se perpetuou desde os inicios da colonização brasilei ra até nossos dias. tal c2 mo na Europa. re É errado supor . o que permite distingui-Io de outros casos igualmente 'hão clássicos". Diz ele: do "O que existe e tem servido de comprovação e exemplificação . pois na base e na origem de nossa estrutura agrária não encontramos.tad.. uma economia camponesa.afirma Caio Prado . ao capitalismo . além da grande propriedade.uma adaptação que conserva.~ (••• ) de substituição do trabalho es cravo pelo trabalho liv. herdada da Col~nia. além de registrar a pr~ sença· desse processo de "modernização conservadora" (na feliz expressão de Barrington Moore Jr.n .. como o Ao <D1 "da própria Alemanha dos Junkers. Nas. traços servis nas relaçõro de trabalho.

além de conservar o poder político do grande proprietário rural. e mais ainda. o que cria para esse "uma situaçã6 toda especial de depend~ncia e constrangimento que ~ão existe para o trabalhador urbano" 8: o propriet~rio exerce sobre a pessoa. etc.. o que é bem diferente. 'feudalismo' brasileiro s.~ tais conseqüências. do seu morador. Essa não era uma posição consensual entre os marxistas. por exemplo. o autor de A questão agrária_o no BFasil considerava a super~ção dessa situaç~o como a tarefa primordial da "revolução brasileira" no campo.na completa ausência de direitos social-trabalhistas no campo. Um dos principais méritos dessa caracterização caiopra- diana da natureza de nossa formação social moderna. como. no que se refere às conseqüências de ordem econômica. foi precisamente a de permitir ao historiador ppresentá-la 07.pensa Caio Prado . situação que vigorou até recenteEm seus mente (e de certo modo continua a vigorar até hoje). social e política daí decor:rmtes" 7. tanto no que respeità à natureza i~ titucional dessas relaç~es. Ja do consumo (obri gação de comprar no "barrac~o") e no seu direito óivil de'organizar a prbprie vida privada (impedimento de morar com a famíl~ ou de receber visitas. permitiu ao capitalismo brasileida força de trabalho. Cabe registrar que essa mo- dalidade de "via prussiana". Tudo isso encontra sua máxima ex pressão . como capitalista.). .' que interfere na esf~ra ~ qúirida no mercado.o remanescentes de relaç~es escravis~. tanto ru- ro exercer uma superexploração ral quanto urbana. definida objetivamente como um capitalismo Pnão Clássico". Rl~. t r-aba Lhos dos anos 60. com o que se manteve um traço marcante da era colonial: o baixíssimo padrão de vida do produtor direto. pelo me . Caio Prado enumera inúme ras formas de coerção extra-econômica sobre o trabalhador rural.. uma dominação que vai além do uso de sua força de trabalho ad.

*"'" ziu. mas também a estrutura agrária do Brasil é de natureza capitalista: "Os paIos principais da estrutura social do campo não sáo o •Le t í.falsa . mas e '. tanto na teor1a como na prat~ca. \-.sobretudo os ligados ao PCB . Ignorando a proble~ática das formas "não clássicas" de transiçio para o capitalismo (e as peculiaridades da formação capitalista que dela resulta).de que para ###BOT_TEXT###gt;cv_::. assalari&doou assimilável econômica e so9 quey cialmente ao assalariado" • t poss{vel( no ardor da pol~mica. é sua clara afirmação de que não só a formação social ~ geral.. sao apontados por Caio Pm do em A revolução brasileira. de um lado. De particular importância. Caio Prado tenha em alguns casos superestimado a possibilidade de assimilar determinadas formas de remuneração do trabalho ru.J~. noção .""c.diz ele rio senhor feudal ou semifeudal'.. o empresário capitalista e o tra balhador empregado. de outro. Caio Prado comb~ 08.·yn •.c . brasileiro . a .-- ou de "liberta- 4.~.. de resto.\(Estava impiici ta. V\ .. ) ao assa I'ar1amento 10.lS~ • \ ) '-"IA ção nacional t1 . os marxistas brasileiros . • • ' f Os 1numeros equ1vocoS a que isso condu'.\.:.J ser plenamente capitalist~~~f:HYseguir uma via "clássi- ca" de transição e apresentar todos os traços de um capitalismo igualmente "clássico". e o campon~s.' 1negavel que ra I ( como a parcer1a ele definiu com muito mais rigor do que os defensores da tese dos "restos feudais" a real natureza da moderna estrutura agrária brasileira.". . com a tarefa de efetuar uma "revolução democrático-burguesa" t'J ~. .-..J • . nos até os anos 60.'''a um pa~s "semifeudal" e "semicolo- I nial". teu corretamente a idéia de que esses "restos servis" constituh . e sim. .afirmaram durante muitos anos que o Brasil era . respectivamente.. que se defrontava ainda. por conseguinte.f'undi àr-Lo ' ou 'proprietá. graças à sua utilização tácita do conceito de vias "não clássicas" para o capitalismo. Por outro lado.

como sempre supôs o dualismo cepaliano e aquele implícito nas ~qS1t:m do PCB. em momentos determinados. Ainda que a questão agrária tenha lugar de destaque na determinação da via de transição à modernidade. têm pelo contrário contribuído para ele. de vida dos trabalhadores. . por uma outra "questão nacional". e não na questão agrária" 13. longe de gerarem obstáculos e contradições opostas ao desenvolvimento capitalista. J sem óbices ao desenvolvimento do modo de produção capitalista entre nós. . . nesse processo pode tambem ser ocupado. com a Alemanha: t essa a posição de Lenin. Antecipando posições que pouco de tempo depois seriam retomadas e aprofundadas por Francisco Oliveira. e não algo funcional. um posto centrm .).para a qual o lado "atrasado" seria um empecilho. e pois ao reduzido custo da mão-de-o bra que emprega" 11 • De passagem... nessa recusa de uma visão dualista. as investigações de Caio Prado convergem objeti- vamente com as análises de Gramsci acerca da "questão meridional" italiana 12 .e O é nessa base que' se estrutura a aos baixos padrõro maior e principal parte da economia rural brasileira . ao desenvolvimento do Ia do "modernoll -..não se mantém muitas vezes senão graças precisamente . ao comparar a Rússia "t a questão agrária que encarna agora na Rússia burguês (••. 'negócio' da agricultura . Em outras palavras: é o modo de resolver a "questão nacional" . poderia recordar que. inclusive de natureza superestrutural. . Na Alema- a questão nacional do desenvolvimento nha. . . entre 1~48 e 1~71. ela consistia na unificação /na criação de um Estado nacional unificado/. Caio Prado afirma que "as sobr~vivêhcias pré-capitalistas nas relações de trabalho da agropecuária brasileira. 09.

com a conseqüente exclusão da participação popular.. uma das quais conduzia à uni ficação através da república da Grande Alemanha.de tipo Lenin pros- "prussiano" ou. defronta.o RisorEirnento -. segue: "Os anos 1948-1971 foram/na Alemanha! a época de uma luta revolucionária unificação. •••••••••• ' •• ·.'. Decer . de tipo "clássico". liderou um processo de "arranjos pol{ticos" entre as várias classes dominantes das diferentes regiões italianas. as massas populares da penlnsula foram excluídas de qualquer papel determinante no novo Estado nacional unificado. algumas das quais baseavam ainda sua dominação em formas econômico-sociais de tipo feudal. nização oposto à revolução popular "ativa" de tipo jacobino: enquanto esse. que Gramsci elaboÇ>o ~.E . bem como suas conseqüências para o presente da Itália..~ le. ao contrário. sob a direção de liberais moderados. classe ou bloco de classes conqui~ ta a hegemonia. 14 • Também a Itália. ' e .'. mobilizando efetivamente as massas populares e conduzindo-as a uma eliminação radical da velha ordem. para a solução do problema nacional do de- senvolvimento burguês na 4aemanha. a solução que predominou foi a de uma transformação "pelo alto": a casa reinante do Piemonte. de conciliações entre diferentes segmentos das elites dominan10."'-.. e a outra atra ves da monarquia prussiana" . . que er-a entro va-se com o desafio da construção de um Estado unific~ <i_ ~uestão básica de sua transição definitiva para o capitalismo.. .r_.ocorre quando uma. Foi buscando comprecnd er as vi- cissitudes da unificação italiana . e..contra-revolucionária entre duas v'ias para a ou seja. <-<> ""''' U JA rou o conceito de "revolução passiva") '\is~process~ ~&~S. ~ central que irá indicar se a implantaçã? ou consolidação da !o~ mação econômico-social capitalista será . tes. a "revo- luç~o passiva" consiste numa seqü~ncia de manobras "pelo alto". de mode. em meados do século passado. com isso.'-.. Como se sabe.

do príncipe-regente (•••).nfra-estrutura econOIDlca do pals.§! mas o faz no quadro da conservação de importantes elemen~ As massas. fazem sentir sua presença. se rompe. tanto para ele cornopara Gramsci. mas so- bretudo através de movimentos sem incid~~cia efetiva. Essas mudanças. sual que Caio Prado J~nior. "é a superestrutura pol:1. a "revoluçao passiva" opezs mudanças. além naturalmente da repressão aberta.embore conduzidos "pelo alto" . não é ca- Estado imperial no Brasil são significativas.levaram a mudanças efetivas: com a Independência. diz Caio Prado. para dar lugar a outras formas mais adequadas". não anulam o fato de que. italiano e os eventos e da consolidção do Assim. os processos em questão . Antes de mais nada. Resulta daí que a Independência . E um dos modos pelos quais ?s classes" dominantes quebram a resistên cia à sua dominação. j~ não correspondendo no estado das forças produtivas e a l.tico' (•••). portanto) em que Gramsci elaborava seu conceito de "revolução passiva" -. . na nova ordem. escrevendo sobre esses eventos em 1933 .'. desorganizadas e reprimidas. - . algo que Gramsci chamou de "subversivismo espor~dico e elementar". é a cooptação das lideranças dos grupos opositores: um processo que o pensador italiano chama de "transformismo" As analogias entre o Riéorgimento que constituem o processo da Independ~ncia 15.tica do Brasil-Co15nia que.as ao "progre. políticos e econômicos da velha ordem. em que a luta se desenrola exclusivamente 11.no mesmo momento. 50". to. tivesse chegado a resultados muito semelhantes aos do pensador italiano.' nec essar-a. de manobras de em torno se bastidores. " • Ao • f contudo. E por que isso ocorre? A resposta de Caio Prado é tnxativa: "A forma pela qual se operou a emancipação do Brasil Itemlo caráter de 'arranjo pOl1. "permanece mais ou menos intacta a organização social vigente" na época co lonial. tos sociais.

A principal classe subalterna." faz por um simples transferência p01!tiea de poderes da metrópole para o novo governo brasileiro.çeo que poderia valer. Assim. não formam uma massa coesa (•••) e. logo aproveitado para a realização de umpolítica • conseqüente. cia de auto-organização nos~ e de coesão dos grupos sociais subalter que os impede de tornarem-se atores políticos efetivos~ as raízes da derrota de uma via Itjacobina" para a resolução de nossa questão nacional..não e~ gota os pontos de aproximação entre a análise de Caio Prado e a de Gramsci. Essa explicação da Independência como transformação JIpe 10 alto" . mutatis mu!§:. na fa1t'·a de movimentm populares.que implica mudança. estava impossibilitada por condições objetivas e subjetivas de alcançar um grau efetivo de organização: !tIOs escravo~ 12.· do carcere tambem no que se refere à presença "Wàe:srde um "subversivismo esporádico e elementar".. Fez-se a Independ~ncia praticamente ~ revelia do povo. na falta de participação direta das massas nesse pr~ cesso. para todos os levantes da época regencial. o que vemos (••. referindo-se à ba- laiada. diz Caio Prado: "Em vez de um levante de massa. E. os es- cravos.) /são/ apenas ban- dos armados que percorrem o sertão em saques e deprrdações" 17 • Embora não use a gramsciana expressão "sociedade civil" (mas SE J50litica .ndis. Estudando os movimentos popul8res que marcaram o . o historiador paulista chega a conclusões semelhantes as do autor dos Cadernos " I. Caio Prado indica na. e isso (•••) afastou por completo sua participação na nova ordem política.•. o poder é todo absorvido pelas classes superiores da exCol&nia (•••). mas também conservação . por isso. em tais movimentõS·. "estrutura~ocratica e popular"). ausên . A Independência brasileira é fruto mais de uma classe do que de nação tomada em seu conjunto" 16. mas em observê. representam um pa . periodo de consolidação do Estado imperial.

e o doml. as contradiç5es no seio das classes dominantes podiam ser resolvidas. uma especificidade brasileira: enquD. todos evolul. Por isso mesmo e comum. assente como estava numa larga base escravista.!1.apesar do seu considerável número.ram em igual sentido.ele ~-~ ~ . e enquanto na It&lia as duas quest5es são resolvidas "passivamente" ao mesmo tempo.desorganização interna. numa anal~se ( tre vias "não clássicas"'. e mal se estranha. e efetivamente o foram.tico dos proprietários de terra e de escravos. não comportava naturalmente uma estrutura polltica democr~tica e popular" 18.nio poll. E.tica". o diagno~tico dessa situação de amorfismo. comparativa en~ Poder~amos destacar aqu~..fatores capazes de lhe dar coesão social e possibilidades de uma efici~nte atuação poll. O mesmo pode ser dito da "populBç~o livre das ca "n~o atuavam sobre ela . significação.logo após. em função da repressão estatal e da. to na Alemanha a solução "prussiana" da questão agrária precede a solução igualmente "prussiana" da questão da unificaç.• .' . sem que essa variedade de nomenclatura tivesse maior . . . em fatores de vulto no equillbrio polltico nacional". nota-se no Brasil urna seqüência cronológica diversa. A solução "pelo alto" da questão do . a pa~ ( segem de um pol~tico de um para outro grupo" 19 . Se bem que diferenciados no rótulo com as desiE naç5es de 'liberal' e 'conservador'. pela via da cooptação e do transformismo: "Os governos que se seguem ~ Maioridade t~m todos o mesmo caráter.o nacio nal. L pel pol{tico insignificante (•••~ Faltayam aos escravos brasi- leiros todos os e Lemerrtio s para se constitulrem. se a rebeldia das camadas subalternas revelou-se impotente.J!.prossegue mades m~dias e inferiores": Caio Prado . de falta de coesão: "A economia naciona~ e com ela nossa 'organização social.stado nacional unificado precede e cóndiciona a solução "prussiana" da modernização agrária: conservando a grande exploração rural 13. E.

te: liA Caio Prado observa corretamen evolução política progressista do Império corresponde a~ "'. autoritárias e ex-· Não creio que nenhum pensador marxista brasileiro da época tenha determinado com tanta propriedade as raízes do 14. ". • f a "revolução passiva" que se inicia com a Independência e se consolida com o golpe da Maioridade prepara o desfecho "pru8s~ no" para a questão da adaptação da estrutura agr~ria ao capitalismo no plano interno. Brasil moderno. Nesse senti- do. Caio Prado lançou os fundamentos para uma adequada compreensão marxista da via "não clássica" de transição do Brasil para o capitalismo. as bases materiais e os processos políticos que geraram uma formação sociEil certamente capitalista.. Alias. • f sim. . Caio Pr~do não deixa de registrar o fato. no momento em que se esgotam as potencielidades das relações escravistas de trabalho. deixando p~ fundas marcas ~m nosso presente.•. mas assinalada por características profundamente cludentes. penso que somente Jo . a 1ntegraçao suceSS1va do pa1S numa forma produtiva superior: a forma capitalista" 20~ E. no terreno econom1co. a que leva ~ criação da Rep~blica olig~rquica. com a Abolição ~ a Rep~blica. com sagaci- dade e criatividade. na América Latina.. ambos os movimentos foram importantes degraus na lenta e "nio cl~ssica" marcha do Brasil para o capitalismo. as condições estavam preparadas para mais uma "revoluç~o passiva". Com suas análises da formação do Estado nacional e da evolução agrária brasileira. quando isso ocorre de modo definitivo. Registrou. quando observa que a queda do Império mobilizou tão pouco as camadas populares que "uma simples passeata militar foi suficiente para lhe arrancar o ~ltimo suspiro" 21 4. ainda que só de passagem.

por conseguinte. de transformação Gramsci.expressa sobretudo em obras mais recentes . tendeu a minimizar e subestimar os elementos de "modernizaç~o" que eles tamb~m trouxeram consigo. As razões dessa problematicidade me parecem residir no fato de que. era igualmente reduzido e problemático) reDlizou uma obra semelhante para um pa{s concreto. diga-se de passagem. se o historiador paulista captou com acuidade o momento "conservador" de nossos processos de transição. sé Carlos Mnriátegui (cujo estoque categorial marxista. ao analisar a Independ~ncia peruana como uma "revolução abortada" e ao apontar as da nosas conseqüências desse "aborto" Das várias esferas sociais do Peru moderno 22.· ' .l. E n~o me parece casual que esses dois penc. bretudo de nossos partidos cOQunistas.sa Brasil de hoje: aqui. quando trata dos processos "pelo alto". em relaçao. sua interpretação .apresenta pontos problemi ticos. mento "restaurador" ou "conservador" desse tipo de transformação não impede que atrav~s dela ocorram também modificações efetivas na ordem social. tende a pôr uma ênfase maior no momento . Mas. c~racterizHçao_-A?_. nossa estrutura social. emprega em alguns casos o termo pretendendo com isso indicar que o mo- "revoluç~o-restauração". Diz Gramsci: liAsmodificações moleculares /p~ movidas pelas 'revoluções passivas'/ modificam progressivamente a composição anterior de forças e. tornam-se matriz de novas modificações" 2~. Embora Caio Prado certamente reconheça que o caminho "não clássico" para o capitalismo brasileiro gerou mudanças em 15. se Caio Prado determinou adequadamente as raizes de nos~o capitalismo~ n80 creio que tenha sempre feito o mesmo ~ •.o ~ sadores tenham realizado suas investigações à margem ~ ou mesmo em aberta oposiç~o~~ modelos teóricos que a ~erceira Interatrav~s so- nacional tentava impor ao marxismolatino-ame~icano.

Ele recistra corretamente a ocorrencia entre nos ~a!!ifestaçoes de t de"(corrupção na maquina estatal. M~srno quando reconhece a ocorrência de fatos novos. base. . Ora. 'a. o sistema colonial braIsto é." ' . que tem suas raízes em nos- - so passado e são expressões de nosso Itatraso". por exemplo. . com as adaptBç~es necessárias determinadas pelas contingências do nosso tempo.0 _ • .s quai s. teria surgido uma burcuesia gerada e alimentada pelo Estado. de sua teoria tardia do "capitalismo burocr~tico": no Brasil. mas a a- gricultura teria ainda. que se desenvolve com base nó livre mercado. É justa sua in16. na estrutura global do País.de com ocorreram e ainda ocorrem no Brasil. Não é difícil perceber que Caio Prado mistura aqui duas ordens . ao lado de 'um setor burguês "ortodoxo". n~o h~ "nada (~ ••) qu~ se assemelhe a um processo de industrialização digno desse nome" 25. (•••). da reprodução do velho. o historiador paulista tende a tratá-los como "apar~ncias" que n~o alteram a "essência" . tindo uma idéia freqUentemente Ainda em 1977. Caio Prado e obrigado a contrariar as evidencias 8 a mti61uir que. repe- expressa em aua o~ra mais receg te. como manifestações que. ". para que isso possa ser . no Brasil contempor~neo. contribuem para acentuar seus traços mais perversos Esse me parece ser o caso.. serão quantitatívamente. uma economia fundada na produção de matérias-primas neros alimentícios demandados nos mercados internacionais" & o Brasil não só continuaria essencialmente "colonial". da conservação.. um papel de "primordial import~ncia" 25. dignaçio contra tais fatos e. ~ afirmado. so mos o mesmo do passado. na e gê- sileiro se perpetuou e continua muito semelhante.ou quantidades que n~o mudam a quali dade -.. a critica que faz ~ 0. sao em parte resultado de uma visão patrimbnialista do Estado. na qualidade Embora em mais complexa forma. de fenornenos. longe de implicarem a_superaç~o do passado.. ele afirma o seguinte: "Essencialmente. em particular. na intenside.

Mas essa indignação o impede. E tampouco é casual que." uma certa subestimação dos mesmos pela ~squerda. corno a Alemanha e o Japão .acâo no Brasil.e um traço substancial . Todo es se periodo parece poder ser subsumido na expressão com que ~le caracterizou o Governo João Goulart: lUID "perlodomaÍfadadd. ele se refira•• . consolidou definitivamente o modo de pro- dução capitalista no Brasil . em sua tendência a subestimar as novi~os primeiros doze anos 17. Mas cabe pelo menos sublinhar que. _ ( hua ditadura mili t or . constituindo assim um Não traço . demandou . tinguir entre esse fenomeno perverso .de q te o processo de Lndus tz-La lí.que elej . dades.til [ elemento decisivo na acumulação de capital e.seja subestimada (ou mesmo ignorada) na representação caiopradiana do Brasil moderno. de dis•. de nosso capitalismo "não clássico": lU- . é -pod. ao inv~s de representar um obstáculo para o desenvolvimeE to capitalista "saudável" e de ser uma manifestação de nosso 28 "atraso". mas tamb~m da criação de empresas diretamente produtivas. Não é aqui o lugar para tratar em detalhe das especifici- dades do capitalismo de Estado no Brasil (que a época ditato~ rial posterior a 1964 contribuiu para transformar em capitRlismo monopolista de Estado) 27. em parti cular...de nossa "modernidade". no processo de industrialização. industrializando o Pais com o apoio da intervenção estatal. não só através de processos de regulação.uma "revoluç~o" que. por outro.s casual que a "r-evo Luçáo passiva" que se inicia em 1930.mas relativamente marginal .e um traço básico. se fortalece com o Estado Novo e prossegue na época populista ..z.uma ampla e precoce participação do Estado na acumulação de capital. estrutural.29. como sup~e Caio Prado. a intervenção do Estado Z2f6_ constit~ ).tal como ocorreu em outros palses que seguiram tamb~m vias "não cl~ssicas".lado. yer~fLcrando-se tardiamente.

\ ) refa histórica que se colociiYiô nosso povo .Caio Prado se aproxima em muitos pontos do "estagnacionismo" to brasileiro. ter- :ninou por alimentar a ideologia da ul tra-esquerda no Brasil.sileira":'-éRI uhí-lnverter essa tendência "prussiana". um mal-entendido no publicada em 1966..~·~~ o~ 18.L processos de transiç~o que configuraram autoritária .a im- do mercado interno e da depend~ncia E. .aue se baseava na. 11 • Essa alternativa n~o est& absolu~ lI mente presente no livro de Caio Prado. ~ falsa alternativa entre "socialismo já" ou "d í./ cabe observar que essa visão lIatrasada" po.t adur-a fascist a com es t agnaçao economlCB A.r~ formulação da questão da deSe o Brasil ce~ responsável pela insuficiente mocracia política nas análises de Cnio Prado 31• plenamente capitalista.como nos ensina Caio Prado -.. seja no setor industrial.. Finalmente. co~tido em t~l paradigma: o desenvolvimen- sua pa saagem defini tiva para a "modez-nâdad e" t es- taria bloqueado pelo "atraso". . mas a sua visão atrasa- da 11 do Brasil podia contribuir o bj (. Embora tenha sido um dos mais duros crfticos do paradi~ ma terceiro-interna. limitaçio estrutural perialismo.. . como de fato ocorreu. lução bra.:. como André Guri~ a cos do "desenvolvimento der Frank e Ruy Mauro Marini. pode-se constatar que . < ••• vou nosso capitalismo ao estágio de capitalismo monopolista de ( •••) Estado . o que levou plano político: A revolução brasileira. sej? nas relaç~es agr~rias.fo conteúdo da "revoLo\t\si. então a principal ta ho j e ç. ~ .como um perlodo que "n~o assinala efetivamente nenhum sinal significativo de mudança essencial do passado" 30.cionalista. d~ ao ...j-c. ocorreu também uma curio sa convergência objetiva entre o Caio Prado tardio e os teórido subdesenvolvimento··. '" • um ti atraso proven1ente. pensa ele.~I!.::ti vamente para alimentá-la.na análi se do nosso presente . é mas chegou a essa situação através de uma ordem excludente e Ol. além dessa aproximaçio.I\..

vó Luç ào à das relações trabalhistas no campo Caio Prado e à "libertaçio nacional" em face do imperialismo.v. .. no final do apêndice que escreveu em 1977 pa- ra A revolução ~~asileira.. cIl. w\Vi} o I.'. ele teria definido corresomente tamente as tarefas atuais da "revolução brasileira": através da plena realizaçã0 da democracia ... parece esboçar-se . " Ele ta~z possa também ser vis- como um estimulador dos que se Icc. I c. pagou um tributo às concepções terceiro-internacionalistas da .\~.' .~ a interpretação marxista do Brasil seria hoje substancial19. '_ ~ l c:~.. I..vínculo estrutural -. . Contudo.'. ír.J democracia. . \ ú. ###BOT_TEXT###gt;0' .que não burgu~st mas sim lide todos" - é um valor é que chegaremos ao socialismo. uç: \ ~. agora tornada possivel pela emerG~ncia de novas condiç5es ób5~tiva~: VY###BOT_TEXT###lt;? \«.: entre socialismo e democracia.uma formulação que situa Caio Prado para além Definindo corretamente do horizonte da Terceira Internacional.e:2ttm-C\CBe~ sem a obra de Caio Pr~ do. to. brasileira" Ao limitar ~~ modificação atuais da "r-e. ainda que cum g~~~..salis.s ###BOT_TEXT###quot; . ve: empenham atualmente em pensar de modo novo o.. ~~ chamava de "estrutura polltica democ~ática " 0. Caio Prado.l.:. ~áçns~~consolida~aowquilO que.IN###BOT_TEXT###lt;!...ainda que só e~ brionariamente . qu~ minimiz~os aspectosrPOl~ticos dessa última em favor de seus pressupo~tos econ~micos e sociais.. especific~niente. em s~a obra de 1933...S / e subjetivas.c o" da transição para o capitalismo no Brasil."- e pop. ~~~~~~~~~~~~ ~~~~. foi um not~vel precursor dos marxistas que hoje buscam entender o caráter "não cLas ei. mente mais pobre.ulart'. a democracia corno "participação e no comportamento do governol'. como vimos. efetiva dos governados na ação ele conclui que "uma democraci~ B só para a burguesia e os aspirantes burguÂs (••• ) não é rea- lizável: /a democracia/ ou será de todos ou de ninguémll tivesse desenvolvido 32• Se essa forlOulação. V\e.

1957. 9. 11. s í. Ciências Humanas. . fus ensaios de Grarnsci contidos em A questão meridio::~'al. p •.. Ibid. 1987. 4. lo. ruido Mantega. Esse critica ao paradigma terceiro-internacionalista est~ em Caio Prado Jr. Id.. sua natureza e organizaç:ão". O probram~_.J-. 11.o do Brasil contemporâneo (são Paulo. Lenin.Le i. Cf. ed. Lenin. são Paulo. IP. 122. Caio Prado Jr. são Paulo.. pp.. 3. vol. A revoluçjio_~!. 1957. Cf. 97-98. ed. Skovorstsov-Stépanov". em particular. cit.I. melhor que a de qualqu~ um dos setores particulares da produção. . . Cf. 63... brasileira. 96 e passirn. - (. 2ª . 12.r e t cit.. por exemplo.~. p. e 253 e ss. 8.. ed. 5ª ed. 29-75. . 10.agrário. p.. brasileira. Caio Pr-ado Jr. 5. Sociales. ele diz: liA análise da estrutura comercial de um pais revela sempre. sj-lein:" cit.. A economia politica brasileira. V. Brasiliense. 16. Id. 158. 6. Ed. 2.. são Paulo/Petrópolis.. pp. Bresiliese. francesa. 104. sobretudo pp. revolução br::. p. p. Poli s/Vozes . Em :E'ormaçã. 14.266). passi~. 232 e ss. p . pp.. Brasilieoe.'asl1e outros estudos.0l~ tl~8 do ~!. A revolução br-a . p. Cf. 20. A questão agraria. o car~ter de uma economia..'~:': 105. V. Brasiliense._e Eistória ecor-ômica do Brasil. cit. Brasiliense.sileir.81. 122 e ss.I. Id. A questão agrária no Brasil.. 1973. são Paulo.ed. Paris. in OEuvres. 1979. A revolução brasileira. 5ª ed . 1959.e " li O TAS: 1. p •. 7. 13. Rio de Janeiro. 250 e ss. 7' ed. 124. A revolução brasileira. 1981.:. são Pau1980. "Lettre à I. S~o Paulo. Cf.. para uma crítica dessas posições de Caio Prado. Evoluçao E.. 1987. Paz e Terra.

. sobre a industrialização e suas potencialidades: cf. 123. Coutinho. 50. Caio Prado Jr. Evolução poli tica _<!o. 22. p. Sete ensaios de interpretação d~ re~ lidade peruãna~. Também o Governo Kubi tschek recebeu d. p. Ibid. p.. Turim. A revolução.. 163-195.r a .n[:fid do campo é . . setembro de 1986. 27. in Presep~. . pp.. 20.B centralidade . cit. 243.. Gramsci. cf. 24. nº 8. . 5ª ed. 4916. Cf.. Ibid. mais equilibradas)embora sempre c~ticas.ur:1ssimas crltlcas de Calo Prado. .. brasileira. p. 1075. 17. Ibid.. Rio de Janeiro. QUBderni deI carcere. Caio Prado Jr.o que Cal. .15. reafirmada em 1978. 141-162. Hjstória eco~ôm~ca do Bre. p.~. no prefacl. ESf'. 25. essa taxativa afirmação . pp. 94. 30. A revolução brasileira. pas sí. mas já nos ensaios dos anos 50. . cit. por exemplo.N. Creio que ele não só subestimou o inegável 21. p. A democracia como valor universal e outros ensaios. publicados na Revista Brasiliense. 1975.A revolução brasileira. 81. "As categorias de ~ramsci e are. Alfa-êmega. 263-274. - . 63. p. Para uma síntese do conceito gramsc~ano de "revolução passiva". 91. 19. 1959. Id~~. por exemplo. cit. p. p. Remeto. são Paulo. 23. nao so em A revoluçao brasilei~. 12-13..m . Ibid. 29. 240. C. 23. Ibid. 74. J.C.. pp. ed. ? 26. 28.sil. p. 18. Salamandra. Brasiliense. Einaudj. pp... Mariátegui. ao meu ensaio 110 capitalismo monopolista de Estado no Brasil". Coutinho. Brasil. p . Ibid.! lidade brasileira". Cf..N. pp. 1984. são Paulo. br-a sã Le í. De certo modo. .. 1767.cit.. para uma discussão do problema.modifica suas posiç~es anteriores.OPrado escreveu pa ra sua colet~nea s~bre A questão agr~ria. in C. -. cit. . ( . "- 21.feita em 1977 . Ibid.

nº 11-12.l.: na ém p. 244. a meu ver. pseud~nimo sob o qual era então obrigado a se ocultar um importante dirigente c. p. in Revista C:iyilização Brasileira. 77). A. cit. decorre da centralidade que ele atribui ao campo) em conseqüência de sua vis~o "atra~ada" do Brasil.. Também é justa a observação seêundo a qual Caio Prado "nem sequer cogitou de examinar as camadas médias urbenas"_ (. 79). !'1arco Antônio Coelho (cf. .. o paradigma analítico da Terceira Internacional. p . 32.p. .reproduz.que mereceu uma longa resposta de Caio Prado. Caio Prado Jr. j.. 22.2 pulista. A revoluç~o brasileira. dezembro de 1966/ma'rço de 1967.2 munista. sobretudo no "peri~do malfadado" do Governo Goulart.. 31.cluida nas ed. p. por Assis TFvares..desenvol vimento da industrialização. Apesar de observBç~es pertinentes. mas ignorou completamente o cresci~ento dn sociedade civil nela ocorrido. em 1966.i.çó es mais recentes de A revolução brasileira .o artigo de Tavares . "Caio Prado e a teoria 'da revolução brasileira".. A revoluxão brasileira. Tavares.re proaE S011. 267. Es sa ausência.bid. 30~ Caio Prado Jr. Esse é um dos pontos corretos da critica dirigida a Caio Prado. cit. p.'qm . no essencial.

Related Interests

\. as peculiaridades Esse registro. por eX6!l pIo. por exemplo.Y\ \~ Y\S ~União Soviética stalinista . o predomínio inequívoco de relações mercantis com a exis t. mas sob~ tudo para sublinhar a sua criatividade e os seus extraordinários méritos pioneiros ~nquanto intérprete marxista da hist6ria brasi leira. . naturalmente.) Nos trabalhos de história. as categorias marxistas de que Caio Prado che- dispunha . tem pouco peso o conceito de "modo de produçio". os latifundi~rios escravocratas do Império 3.2. Isso faz também com que ele utilize de modo pouco rigoroso a nE. (Essa relativa ~~obreza é sobretudo evi- dente em suas obras de filosofia. o que o leva por vezes a confundir. Ele é feito aqui não tanto para indicar os ev~ tuais limites de sua produção. da por ele como um escrevismo mercantil fundado na grande expl. ~ do não é muito rico.

que se for~m transformando 04. produtora de valores de troca para o mercado int~ nacional.que a f'o rrna de propriedE de agrária que o modo de produção capitalista encontra na histó ria. às propri~ lentamente em fazen- dades feudais. desenvolver-se. Rffi Est~dE' UidoP. par~indo das velhas formas de posse da terra (••. Latina.).ração rural. Suas indicações nesse domínio. graças ao aporte da experiência específica do Brasil e de algumas regiões da América. adaptando-se à rotina. a transformação das formas medievais de propriedade agrária se processou. Na Alemanha. seguindo a via reformista. constrói sua tipologia ~ parti~ do modo pelo qual o capitalismo resolve a questão agrária. ainda que sumariamente. 2. Quando Lenin tenta conceituar a diversidade de vias para o capitalismo. t o que tentarei mostrar. foram decisivas na elaboração importantes trabalhos marxistas posteriores.'Caio Prado contribuiu para o enriquecimento do pr6prio conceito marxista de vias "não clássi -=-~ cas" para o capitalismo. por assim dizer. processos e das modalidades de modernização conservadora ocorridos no Brasil. eiro Flammarion Cardoso e Jacob Gorender. Do mesmo modo. "Nar-x já dizia . como os de FernaE do Novaes.recorda Lenin . à tradição. ao começara mo. recebendo um tratam~ de to categorial mais adequado. das de junkers (•••). não corresDonde ao capitalis- O próprio capitalismo cria para si as formas corresponden- tes de relações agrárias. Pode-se mesmo dizer que. o desconhecimento de noções como a de tlviaprussiana" ta. a transformação foi vio:r: . inovando em relação ao marxismo evolucionista e Q~ilinear da Segunda Internacional.!!! pouco foi obstáculo à formulação de contribuições definitivas para a compreensão dos. nos próximos dois itens.

mas no quadro da :manutanç. e .2 5. conservando sua grande empresa agrária capi- . a modernização de nossa estrutura agrárie não se deu não se pode falar. a grande propriedade priedade burguesa" agrária feudal se converteu .. mas também é erradicada a velha classe rural dominante. propriedade pré-capitalista na exploração camponesa. As terras Idos latifundiár~091 foram fracionadas. ~i~lica s~ca (uma radical transformação da estrutura agraria: a antiga r . que continua a ocupar postos privilegia- dos no aparelho de Estado da nova ordem capitalista.lenta ( •••). A via "clá.ão}· de formas de trabalho fundadas na coerção extra-econômica. subordinação cado. da suprespré-capitalista camponesa. a velha propriedade sua Diverso e o caso da I1via prusrural. lações de trabalho pré-capitalista. Nesse caso. tituição pela pequena propriedade Observa ele: si . convertendo-se em peq~ . são aqui indicadas duas vias principai9• que Lenin chamaria de "americana" (ou "clássica") e de "prussiana". paulista. dimensão. nao so desaparecem as re- . aqui. fundadas na coerção extra- econômica sobre o trabalhador. vai se tornando progressivamente talista. são radical da grande propriedade 05. e de sua subsliA segundo uma "via clássicau.em pequena pr.. É evidente que isso permite a conservado poder político do velho tipo ção (ou mesmo o fortalecimento) de proprietário rural.qrn em vínculos de dependência ou que se situam fora das relações "impessoais" do mer vão desde a violência aberta até a intromissão na vida privada do trabalhador. já que são eliminadas as formas econômi cas em que ela se apoiava e de cuja reprodução dependia a própria reprOdução como classe. O leitor atento de Caio Prado não tardar~ a proximidade em reconhecer de suas análises da questão agrária brasileira com Para o historiador a descrição leniniana da "via prussiana". é destruída. sianall: aqui.

voltada desde as origens para a produção valores de troca para o mercado externo) e fundada em relações escravistas de trabalho. 06. o que no Brasil se adaptou "conservadoramente" ao capitalismo não foi um domínio rural de tipo feudal. Caio Prado aponta também seus traços especificos e mesmo singulares. trário desse pais.re" 6.que os elementos do velho que se conservànno novo sejam "restos feudais". ' .. Penso que Lenin não hesitaria em definir como "não clás sica" essa peculiar adaptação da "grande exploração rural" escra vista. e se adaptou ao sistema capitalista de produção através de um processo ainda em pleno desenvolvimento e não inteiramente cornple. é precisamente essa complexa articul&ção de "progresso" (a adaptação ao capitalismo) e conservação (a permanência de impoE tantes elementos da antiga ordem).) no Brasil. ao qual se refere Lerrí. Característica da via "não clássica". mas sim uma forma de latifúndio peculiar: uma exploração rural de ti po colonial (ou seja. tuação no Brasil se apresenta de forma distinta. ou "prussia- na". e sim a grande exploração rural que se perpetuou desde os inicios da colonização brasilei ra até nossos dias. tal c2 mo na Europa. re É errado supor . o que permite distingui-Io de outros casos igualmente 'hão clássicos". Diz ele: do "O que existe e tem servido de comprovação e exemplificação . pois na base e na origem de nossa estrutura agrária não encontramos.tad.. uma economia camponesa.afirma Caio Prado . ao capitalismo . além da grande propriedade.uma adaptação que conserva.~ (••• ) de substituição do trabalho es cravo pelo trabalho liv. herdada da Col~nia. além de registrar a pr~ sença· desse processo de "modernização conservadora" (na feliz expressão de Barrington Moore Jr.n .. como o Ao <D1 "da própria Alemanha dos Junkers. Nas. traços servis nas relaçõro de trabalho.

além de conservar o poder político do grande proprietário rural. e mais ainda. o que cria para esse "uma situaçã6 toda especial de depend~ncia e constrangimento que ~ão existe para o trabalhador urbano" 8: o propriet~rio exerce sobre a pessoa. etc.. o que é bem diferente. 'feudalismo' brasileiro s.~ tais conseqüências. do seu morador. Essa não era uma posição consensual entre os marxistas. por exemplo. o autor de A questão agrária_o no BFasil considerava a super~ção dessa situaç~o como a tarefa primordial da "revolução brasileira" no campo.na completa ausência de direitos social-trabalhistas no campo. Um dos principais méritos dessa caracterização caiopra- diana da natureza de nossa formação social moderna. como. no que se refere às conseqüências de ordem econômica. foi precisamente a de permitir ao historiador ppresentá-la 07.pensa Caio Prado . situação que vigorou até recenteEm seus mente (e de certo modo continua a vigorar até hoje). social e política daí decor:rmtes" 7. tanto no que respeità à natureza i~ titucional dessas relaç~es. Ja do consumo (obri gação de comprar no "barrac~o") e no seu direito óivil de'organizar a prbprie vida privada (impedimento de morar com a famíl~ ou de receber visitas. permitiu ao capitalismo brasileida força de trabalho. Cabe registrar que essa mo- dalidade de "via prussiana". Tudo isso encontra sua máxima ex pressão . como capitalista.). .' que interfere na esf~ra ~ qúirida no mercado.o remanescentes de relaç~es escravis~. tanto ru- ro exercer uma superexploração ral quanto urbana. definida objetivamente como um capitalismo Pnão Clássico". Rl~. t r-aba Lhos dos anos 60. com o que se manteve um traço marcante da era colonial: o baixíssimo padrão de vida do produtor direto. pelo me . Caio Prado enumera inúme ras formas de coerção extra-econômica sobre o trabalhador rural.. uma dominação que vai além do uso de sua força de trabalho ad.

*"'" ziu. mas também a estrutura agrária do Brasil é de natureza capitalista: "Os paIos principais da estrutura social do campo não sáo o •Le t í.falsa . mas e '. tanto na teor1a como na prat~ca. \-.sobretudo os ligados ao PCB . Ignorando a proble~ática das formas "não clássicas" de transiçio para o capitalismo (e as peculiaridades da formação capitalista que dela resulta).de que para ###BOT_TEXT###gt;cv_::. assalari&doou assimilável econômica e so9 quey cialmente ao assalariado" • t poss{vel( no ardor da pol~mica. é sua clara afirmação de que não só a formação social ~ geral.. sao apontados por Caio Pm do em A revolução brasileira. de um lado. De particular importância. Caio Prado tenha em alguns casos superestimado a possibilidade de assimilar determinadas formas de remuneração do trabalho ru.J~. noção .""c.diz ele rio senhor feudal ou semifeudal'.. o empresário capitalista e o tra balhador empregado. de outro. Caio Prado comb~ 08.·yn •.c . brasileiro . a .-- ou de "liberta- 4.~.. de resto.\(Estava impiici ta. V\ .. ) ao assa I'ar1amento 10.lS~ • \ ) '-"IA ção nacional t1 . os marxistas brasileiros . • • ' f Os 1numeros equ1vocoS a que isso condu'.\.:.J ser plenamente capitalist~~~f:HYseguir uma via "clássi- ca" de transição e apresentar todos os traços de um capitalismo igualmente "clássico". e o campon~s.' 1negavel que ra I ( como a parcer1a ele definiu com muito mais rigor do que os defensores da tese dos "restos feudais" a real natureza da moderna estrutura agrária brasileira.". . com a tarefa de efetuar uma "revolução democrático-burguesa" t'J ~. .-..J • . nos até os anos 60.'''a um pa~s "semifeudal" e "semicolo- I nial". teu corretamente a idéia de que esses "restos servis" constituh . e sim. .afirmaram durante muitos anos que o Brasil era . respectivamente.. que se defrontava ainda. por conseguinte.f'undi àr-Lo ' ou 'proprietá. graças à sua utilização tácita do conceito de vias "não clássicas" para o capitalismo. Por outro lado.

como sempre supôs o dualismo cepaliano e aquele implícito nas ~qS1t:m do PCB. em momentos determinados. Ainda que a questão agrária tenha lugar de destaque na determinação da via de transição à modernidade. têm pelo contrário contribuído para ele. de vida dos trabalhadores. . por uma outra "questão nacional". e não na questão agrária" 13. longe de gerarem obstáculos e contradições opostas ao desenvolvimento capitalista. J sem óbices ao desenvolvimento do modo de produção capitalista entre nós. . . nesse processo pode tambem ser ocupado. com a Alemanha: t essa a posição de Lenin. Antecipando posições que pouco de tempo depois seriam retomadas e aprofundadas por Francisco Oliveira. e não algo funcional. um posto centrm .).para a qual o lado "atrasado" seria um empecilho. e pois ao reduzido custo da mão-de-o bra que emprega" 11 • De passagem... nessa recusa de uma visão dualista. as investigações de Caio Prado convergem objeti- vamente com as análises de Gramsci acerca da "questão meridional" italiana 12 .e O é nessa base que' se estrutura a aos baixos padrõro maior e principal parte da economia rural brasileira . ao desenvolvimento do Ia do "modernoll -..não se mantém muitas vezes senão graças precisamente . ao comparar a Rússia "t a questão agrária que encarna agora na Rússia burguês (••. 'negócio' da agricultura . Em outras palavras: é o modo de resolver a "questão nacional" . poderia recordar que. inclusive de natureza superestrutural. . Na Alema- a questão nacional do desenvolvimento nha. . . entre 1~48 e 1~71. ela consistia na unificação /na criação de um Estado nacional unificado/. Caio Prado afirma que "as sobr~vivêhcias pré-capitalistas nas relações de trabalho da agropecuária brasileira. 09.

com a conseqüente exclusão da participação popular.. uma das quais conduzia à uni ficação através da república da Grande Alemanha.de tipo Lenin pros- "prussiano" ou. defronta.o RisorEirnento -. segue: "Os anos 1948-1971 foram/na Alemanha! a época de uma luta revolucionária unificação. •••••••••• ' •• ·.'. Decer . de tipo "clássico". liderou um processo de "arranjos pol{ticos" entre as várias classes dominantes das diferentes regiões italianas. as massas populares da penlnsula foram excluídas de qualquer papel determinante no novo Estado nacional unificado. algumas das quais baseavam ainda sua dominação em formas econômico-sociais de tipo feudal. nização oposto à revolução popular "ativa" de tipo jacobino: enquanto esse. que Gramsci elaboÇ>o ~.E . bem como suas conseqüências para o presente da Itália..~ le. ao contrário. sob a direção de liberais moderados. classe ou bloco de classes conqui~ ta a hegemonia. 14 • Também a Itália. ' e .'. mobilizando efetivamente as massas populares e conduzindo-as a uma eliminação radical da velha ordem. para a solução do problema nacional do de- senvolvimento burguês na 4aemanha. a solução que predominou foi a de uma transformação "pelo alto": a casa reinante do Piemonte. de conciliações entre diferentes segmentos das elites dominan10."'-.. e a outra atra ves da monarquia prussiana" . . que er-a entro va-se com o desafio da construção de um Estado unific~ <i_ ~uestão básica de sua transição definitiva para o capitalismo.. .r_.ocorre quando uma. Foi buscando comprecnd er as vi- cissitudes da unificação italiana . e..contra-revolucionária entre duas v'ias para a ou seja. <-<> ""''' U JA rou o conceito de "revolução passiva") '\is~process~ ~&~S. ~ central que irá indicar se a implantaçã? ou consolidação da !o~ mação econômico-social capitalista será . tes. a "revo- luç~o passiva" consiste numa seqü~ncia de manobras "pelo alto". de mode. em meados do século passado. com isso.'-.. Como se sabe.

do príncipe-regente (•••).nfra-estrutura econOIDlca do pals.§! mas o faz no quadro da conservação de importantes elemen~ As massas. fazem sentir sua presença. se rompe. tanto para ele cornopara Gramsci. mas so- bretudo através de movimentos sem incid~~cia efetiva. Essas mudanças. sual que Caio Prado J~nior. "é a superestrutura pol:1. a "revoluçao passiva" opezs mudanças. além naturalmente da repressão aberta.embore conduzidos "pelo alto" . não é ca- Estado imperial no Brasil são significativas.levaram a mudanças efetivas: com a Independência. diz Caio Prado. para dar lugar a outras formas mais adequadas". não anulam o fato de que. italiano e os eventos e da consolidção do Assim. os processos em questão . Antes de mais nada. Resulta daí que a Independência . E um dos modos pelos quais ?s classes" dominantes quebram a resistên cia à sua dominação. j~ não correspondendo no estado das forças produtivas e a l.tico' (•••). portanto) em que Gramsci elaborava seu conceito de "revolução passiva" -. . na nova ordem. escrevendo sobre esses eventos em 1933 .'. desorganizadas e reprimidas. - . algo que Gramsci chamou de "subversivismo espor~dico e elementar". é a cooptação das lideranças dos grupos opositores: um processo que o pensador italiano chama de "transformismo" As analogias entre o Riéorgimento que constituem o processo da Independ~ncia 15.tica do Brasil-Co15nia que.as ao "progre. políticos e econômicos da velha ordem. em que a luta se desenrola exclusivamente 11.no mesmo momento. 50". to. tivesse chegado a resultados muito semelhantes aos do pensador italiano.' nec essar-a. de manobras de em torno se bastidores. " • Ao • f contudo. E por que isso ocorre? A resposta de Caio Prado é tnxativa: "A forma pela qual se operou a emancipação do Brasil Itemlo caráter de 'arranjo pOl1. "permanece mais ou menos intacta a organização social vigente" na época co lonial. tos sociais.

A principal classe subalterna." faz por um simples transferência p01!tiea de poderes da metrópole para o novo governo brasileiro.çeo que poderia valer. Assim. não formam uma massa coesa (•••) e. logo aproveitado para a realização de umpolítica • conseqüente. cia de auto-organização nos~ e de coesão dos grupos sociais subalter que os impede de tornarem-se atores políticos efetivos~ as raízes da derrota de uma via Itjacobina" para a resolução de nossa questão nacional..não e~ gota os pontos de aproximação entre a análise de Caio Prado e a de Gramsci. Essa explicação da Independência como transformação JIpe 10 alto" . mutatis mu!§:. na fa1t'·a de movimentm populares.que implica mudança. estava impossibilitada por condições objetivas e subjetivas de alcançar um grau efetivo de organização: !tIOs escravo~ 12.· do carcere tambem no que se refere à presença "Wàe:srde um "subversivismo esporádico e elementar".. Fez-se a Independ~ncia praticamente ~ revelia do povo. na falta de participação direta das massas nesse pr~ cesso. para todos os levantes da época regencial. o que vemos (••. referindo-se à ba- laiada. diz Caio Prado: "Em vez de um levante de massa. E. os es- cravos.) /são/ apenas ban- dos armados que percorrem o sertão em saques e deprrdações" 17 • Embora não use a gramsciana expressão "sociedade civil" (mas SE J50litica .ndis. Estudando os movimentos popul8res que marcaram o . o historiador paulista chega a conclusões semelhantes as do autor dos Cadernos " I. Caio Prado indica na. e isso (•••) afastou por completo sua participação na nova ordem política.•. o poder é todo absorvido pelas classes superiores da exCol&nia (•••). mas também conservação . por isso. em tais movimentõS·. "estrutura~ocratica e popular"). ausên . A Independência brasileira é fruto mais de uma classe do que de nação tomada em seu conjunto" 16. mas em observê. representam um pa . periodo de consolidação do Estado imperial.

e o doml. as contradiç5es no seio das classes dominantes podiam ser resolvidas. uma especificidade brasileira: enquD. todos evolul. Por isso mesmo e comum. assente como estava numa larga base escravista.!1.apesar do seu considerável número.ram em igual sentido.ele ~-~ ~ . e enquanto na It&lia as duas quest5es são resolvidas "passivamente" ao mesmo tempo.desorganização interna. numa anal~se ( tre vias "não clássicas"'. e mal se estranha. e efetivamente o foram.tico dos proprietários de terra e de escravos. não comportava naturalmente uma estrutura polltica democr~tica e popular" 18.nio poll. E.tica". o diagno~tico dessa situação de amorfismo. comparativa en~ Poder~amos destacar aqu~..fatores capazes de lhe dar coesão social e possibilidades de uma efici~nte atuação poll. O mesmo pode ser dito da "populBç~o livre das ca "n~o atuavam sobre ela . significação.logo após. em função da repressão estatal e da. to na Alemanha a solução "prussiana" da questão agrária precede a solução igualmente "prussiana" da questão da unificaç.• .' . sem que essa variedade de nomenclatura tivesse maior . . . em fatores de vulto no equillbrio polltico nacional". nota-se no Brasil urna seqüência cronológica diversa. A solução "pelo alto" da questão do . a pa~ ( segem de um pol~tico de um para outro grupo" 19 . Se bem que diferenciados no rótulo com as desiE naç5es de 'liberal' e 'conservador'. pela via da cooptação e do transformismo: "Os governos que se seguem ~ Maioridade t~m todos o mesmo caráter.o nacio nal. L pel pol{tico insignificante (•••~ Faltayam aos escravos brasi- leiros todos os e Lemerrtio s para se constitulrem. se a rebeldia das camadas subalternas revelou-se impotente.J!.prossegue mades m~dias e inferiores": Caio Prado . de falta de coesão: "A economia naciona~ e com ela nossa 'organização social.stado nacional unificado precede e cóndiciona a solução "prussiana" da modernização agrária: conservando a grande exploração rural 13. E.

te: liA Caio Prado observa corretamen evolução política progressista do Império corresponde a~ "'. autoritárias e ex-· Não creio que nenhum pensador marxista brasileiro da época tenha determinado com tanta propriedade as raízes do 14. ". • f a "revolução passiva" que se inicia com a Independência e se consolida com o golpe da Maioridade prepara o desfecho "pru8s~ no" para a questão da adaptação da estrutura agr~ria ao capitalismo no plano interno. Brasil moderno. Nesse senti- do. Caio Prado lançou os fundamentos para uma adequada compreensão marxista da via "não clássica" de transição do Brasil para o capitalismo. as bases materiais e os processos políticos que geraram uma formação sociEil certamente capitalista.. Alias. • f sim. . Caio Pr~do não deixa de registrar o fato. no momento em que se esgotam as potencielidades das relações escravistas de trabalho. deixando p~ fundas marcas ~m nosso presente.•. mas assinalada por características profundamente cludentes. penso que somente Jo . a 1ntegraçao suceSS1va do pa1S numa forma produtiva superior: a forma capitalista" 20~ E. no terreno econom1co. a que leva ~ criação da Rep~blica olig~rquica. com a Abolição ~ a Rep~blica. com sagaci- dade e criatividade. na América Latina.. ambos os movimentos foram importantes degraus na lenta e "nio cl~ssica" marcha do Brasil para o capitalismo. as condições estavam preparadas para mais uma "revoluç~o passiva". Com suas análises da formação do Estado nacional e da evolução agrária brasileira. quando isso ocorre de modo definitivo. Registrou. quando observa que a queda do Império mobilizou tão pouco as camadas populares que "uma simples passeata militar foi suficiente para lhe arrancar o ~ltimo suspiro" 21 4. ainda que só de passagem.

por conseguinte. de transformação Gramsci.expressa sobretudo em obras mais recentes . tendeu a minimizar e subestimar os elementos de "modernizaç~o" que eles tamb~m trouxeram consigo. As razões dessa problematicidade me parecem residir no fato de que. era igualmente reduzido e problemático) reDlizou uma obra semelhante para um pa{s concreto. diga-se de passagem. se o historiador paulista captou com acuidade o momento "conservador" de nossos processos de transição. sé Carlos Mnriátegui (cujo estoque categorial marxista. ao analisar a Independ~ncia peruana como uma "revolução abortada" e ao apontar as da nosas conseqüências desse "aborto" Das várias esferas sociais do Peru moderno 22.· ' .l. E n~o me parece casual que esses dois penc. bretudo de nossos partidos cOQunistas.sa Brasil de hoje: aqui. quando trata dos processos "pelo alto". em relaçao. sua interpretação .apresenta pontos problemi ticos. mento "restaurador" ou "conservador" desse tipo de transformação não impede que atrav~s dela ocorram também modificações efetivas na ordem social. tende a pôr uma ênfase maior no momento . Mas. c~racterizHçao_-A?_. nossa estrutura social. emprega em alguns casos o termo pretendendo com isso indicar que o mo- "revoluç~o-restauração". Diz Gramsci: liAsmodificações moleculares /p~ movidas pelas 'revoluções passivas'/ modificam progressivamente a composição anterior de forças e. tornam-se matriz de novas modificações" 2~. Embora Caio Prado certamente reconheça que o caminho "não clássico" para o capitalismo brasileiro gerou mudanças em 15. se Caio Prado determinou adequadamente as raizes de nos~o capitalismo~ n80 creio que tenha sempre feito o mesmo ~ •.o ~ sadores tenham realizado suas investigações à margem ~ ou mesmo em aberta oposiç~o~~ modelos teóricos que a ~erceira Interatrav~s so- nacional tentava impor ao marxismolatino-ame~icano.

Ele recistra corretamente a ocorrencia entre nos ~a!!ifestaçoes de t de"(corrupção na maquina estatal. M~srno quando reconhece a ocorrência de fatos novos. base. . Ora. 'a. o sistema colonial braIsto é." ' . que tem suas raízes em nos- - so passado e são expressões de nosso Itatraso". por exemplo. . com as adaptBç~es necessárias determinadas pelas contingências do nosso tempo.0 _ • .s quai s. teria surgido uma burcuesia gerada e alimentada pelo Estado. de sua teoria tardia do "capitalismo burocr~tico": no Brasil. mas a a- gricultura teria ainda. que se desenvolve com base nó livre mercado. É justa sua in16. na estrutura global do País.de com ocorreram e ainda ocorrem no Brasil. Não é difícil perceber que Caio Prado mistura aqui duas ordens . ao lado de 'um setor burguês "ortodoxo". n~o h~ "nada (~ ••) qu~ se assemelhe a um processo de industrialização digno desse nome" 25. (•••). da reprodução do velho. o historiador paulista tende a tratá-los como "apar~ncias" que n~o alteram a "essência" . tindo uma idéia freqUentemente Ainda em 1977. Caio Prado e obrigado a contrariar as evidencias 8 a mti61uir que. repe- expressa em aua o~ra mais receg te. como manifestações que. ". para que isso possa ser . no Brasil contempor~neo. contribuem para acentuar seus traços mais perversos Esse me parece ser o caso.. serão quantitatívamente. uma economia fundada na produção de matérias-primas neros alimentícios demandados nos mercados internacionais" & o Brasil não só continuaria essencialmente "colonial". da conservação.. um papel de "primordial import~ncia" 25. dignaçio contra tais fatos e. ~ afirmado. so mos o mesmo do passado. na e gê- sileiro se perpetuou e continua muito semelhante.ou quantidades que n~o mudam a quali dade -.. a critica que faz ~ 0. sao em parte resultado de uma visão patrimbnialista do Estado. na qualidade Embora em mais complexa forma. de fenornenos. longe de implicarem a_superaç~o do passado.. ele afirma o seguinte: "Essencialmente. em particular. na intenside.

Mas essa indignação o impede. E tampouco é casual que." uma certa subestimação dos mesmos pela ~squerda. corno a Alemanha e o Japão .acâo no Brasil.e um traço substancial . Todo es se periodo parece poder ser subsumido na expressão com que ~le caracterizou o Governo João Goulart: lUID "perlodomaÍfadadd. ele se refira•• . consolidou definitivamente o modo de pro- dução capitalista no Brasil . em sua tendência a subestimar as novi~os primeiros doze anos 17. Mas cabe pelo menos sublinhar que. _ ( hua ditadura mili t or . constituindo assim um Não traço . demandou . tinguir entre esse fenomeno perverso .de q te o processo de Lndus tz-La lí.que elej . dades.til [ elemento decisivo na acumulação de capital e.seja subestimada (ou mesmo ignorada) na representação caiopradiana do Brasil moderno. de dis•. de nosso capitalismo "não clássico": lU- . é -pod. ao inv~s de representar um obstáculo para o desenvolvimeE to capitalista "saudável" e de ser uma manifestação de nosso 28 "atraso". mas tamb~m da criação de empresas diretamente produtivas. Não é aqui o lugar para tratar em detalhe das especifici- dades do capitalismo de Estado no Brasil (que a época ditato~ rial posterior a 1964 contribuiu para transformar em capitRlismo monopolista de Estado) 27. em parti cular...de nossa "modernidade". no processo de industrialização. industrializando o Pais com o apoio da intervenção estatal. não só através de processos de regulação.uma "revoluç~o" que. por outro.s casual que a "r-evo Luçáo passiva" que se inicia em 1930.mas relativamente marginal .e um traço básico. se fortalece com o Estado Novo e prossegue na época populista ..z.uma ampla e precoce participação do Estado na acumulação de capital. estrutural.29. como sup~e Caio Prado. a intervenção do Estado Z2f6_ constit~ ).tal como ocorreu em outros palses que seguiram tamb~m vias "não cl~ssicas".lado. yer~fLcrando-se tardiamente.

\ ) refa histórica que se colociiYiô nosso povo .Caio Prado se aproxima em muitos pontos do "estagnacionismo" to brasileiro. ter- :ninou por alimentar a ideologia da ul tra-esquerda no Brasil.sileira":'-éRI uhí-lnverter essa tendência "prussiana". um mal-entendido no publicada em 1966..~·~~ o~ 18.L processos de transiç~o que configuraram autoritária .a im- do mercado interno e da depend~ncia E. .aue se baseava na. 11 • Essa alternativa n~o est& absolu~ lI mente presente no livro de Caio Prado. ~ falsa alternativa entre "socialismo já" ou "d í./ cabe observar que essa visão lIatrasada" po.t adur-a fascist a com es t agnaçao economlCB A.r~ formulação da questão da deSe o Brasil ce~ responsável pela insuficiente mocracia política nas análises de Cnio Prado 31• plenamente capitalista.como nos ensina Caio Prado -.. seja no setor industrial.. Finalmente. co~tido em t~l paradigma: o desenvolvimen- sua pa saagem defini tiva para a "modez-nâdad e" t es- taria bloqueado pelo "atraso". . mas a sua visão atrasa- da 11 do Brasil podia contribuir o bj (. Embora tenha sido um dos mais duros crfticos do paradi~ ma terceiro-interna. limitaçio estrutural perialismo.. . como de fato ocorreu. lução bra.:. como André Guri~ a cos do "desenvolvimento der Frank e Ruy Mauro Marini. pode-se constatar que . < ••• vou nosso capitalismo ao estágio de capitalismo monopolista de ( •••) Estado . o que levou plano político: A revolução brasileira. sej? nas relaç~es agr~rias.fo conteúdo da "revoLo\t\si. então a principal ta ho j e ç. ~ .como um perlodo que "n~o assinala efetivamente nenhum sinal significativo de mudança essencial do passado" 30.cionalista. d~ ao ...j-c. ocorreu também uma curio sa convergência objetiva entre o Caio Prado tardio e os teórido subdesenvolvimento··. '" • um ti atraso proven1ente. pensa ele.~I!.::ti vamente para alimentá-la.na análi se do nosso presente . é mas chegou a essa situação através de uma ordem excludente e Ol. além dessa aproximaçio.I\..

vó Luç ào à das relações trabalhistas no campo Caio Prado e à "libertaçio nacional" em face do imperialismo.v. .. no final do apêndice que escreveu em 1977 pa- ra A revolução ~~asileira.. cIl. w\Vi} o I.'. ele teria definido corresomente tamente as tarefas atuais da "revolução brasileira": através da plena realizaçã0 da democracia ... parece esboçar-se . " Ele ta~z possa também ser vis- como um estimulador dos que se Icc. I c. pagou um tributo às concepções terceiro-internacionalistas da .\~.' .~ a interpretação marxista do Brasil seria hoje substancial19. '_ ~ l c:~.. I..vínculo estrutural -. . Contudo.'. ír.J democracia. . \ ú. ###BOT_TEXT###gt;0' .que não burgu~st mas sim lide todos" - é um valor é que chegaremos ao socialismo. uç: \ ~. agora tornada possivel pela emerG~ncia de novas condiç5es ób5~tiva~: VY###BOT_TEXT###lt;? \«.: entre socialismo e democracia.uma formulação que situa Caio Prado para além Definindo corretamente do horizonte da Terceira Internacional.e:2ttm-C\CBe~ sem a obra de Caio Pr~ do. to. brasileira" Ao limitar ~~ modificação atuais da "r-e. ainda que cum g~~~..salis.s ###BOT_TEXT###quot; . ve: empenham atualmente em pensar de modo novo o.. ~~ chamava de "estrutura polltica democ~ática " 0. Caio Prado.l.:. ~áçns~~consolida~aowquilO que.IN###BOT_TEXT###lt;!...ainda que só e~ brionariamente . qu~ minimiz~os aspectosrPOl~ticos dessa última em favor de seus pressupo~tos econ~micos e sociais.. especific~niente. em s~a obra de 1933...S / e subjetivas.c o" da transição para o capitalismo no Brasil."- e pop. ~~~~~~~~~~~~ ~~~~. foi um not~vel precursor dos marxistas que hoje buscam entender o caráter "não cLas ei. mente mais pobre.ulart'. a democracia corno "participação e no comportamento do governol'. como vimos. efetiva dos governados na ação ele conclui que "uma democraci~ B só para a burguesia e os aspirantes burguÂs (••• ) não é rea- lizável: /a democracia/ ou será de todos ou de ninguémll tivesse desenvolvido 32• Se essa forlOulação. V\e.

1957. 9. 11. s í. Ciências Humanas. . fus ensaios de Grarnsci contidos em A questão meridio::~'al. p •.. Ibid. 1987. 4. lo. ruido Mantega. Esse critica ao paradigma terceiro-internacionalista est~ em Caio Prado Jr. Id.. sua natureza e organizaç:ão". O probram~_.J-. 11.o do Brasil contemporâneo (são Paulo. Lenin.Le i. Cf. ed. Lenin. são Paulo. IP. 122. Caio Prado Jr. são Paulo.. pp.. 3. vol. A revoluçjio_~!. 1957. Cf. 97-98. ed. Skovorstsov-Stépanov". em particular. cit.I. melhor que a de qualqu~ um dos setores particulares da produção. . . Cf. 63... brasileira. 96 e passirn. - (. 2ª . 12.r e t cit.. por exemplo.~. p. e 253 e ss. 8.. ed. 5ª ed. 29-75. . 10.agrário. p.. brasileira. Caio Pr-ado Jr. 5. Sociales. ele diz: liA análise da estrutura comercial de um pais revela sempre. sj-lein:" cit.. A economia politica brasileira. V. Brasiliense. 16. Id. 158. 6. Ed. 2.. são Paulo/Petrópolis.. pp. Bresiliese. francesa. 104. sobretudo pp. revolução br::. p. p. Poli s/Vozes . Em :E'ormaçã. 14.266). passi~. 232 e ss. p . pp.. Brasilieoe.'asl1e outros estudos.0l~ tl~8 do ~!. A revolução br-a . p. Cf. 20. A questão agraria. o car~ter de uma economia..'~:': 105. V. Brasiliense._e Eistória ecor-ômica do Brasil. cit. Brasiliense.sileir.81. 122 e ss.I. Id. A questão agrária no Brasil.. 1973. são Paulo.ed. Paris. in OEuvres. 1979. A revolução brasileira. 5ª ed . 1959.e " li O TAS: 1. p •. 7. 13. Rio de Janeiro. 250 e ss. 7' ed. 124. A revolução brasileira. 1981.:. são Pau1980. "Lettre à I. S~o Paulo. Cf.. para uma crítica dessas posições de Caio Prado. Evoluçao E.. 1987. Paz e Terra.

. sobre a industrialização e suas potencialidades: cf. 123. Coutinho. 50. Caio Prado Jr. Evolução poli tica _<!o. 22. p. Sete ensaios de interpretação d~ re~ lidade peruãna~. Também o Governo Kubi tschek recebeu d. p. Ibid. p.. Turim. A revolução.. 163-195.r a .n[:fid do campo é . . setembro de 1986. 27. in Presep~. . pp.. 20.B centralidade . cit. 243.. Gramsci. cf. 24. nº 8. . 5ª ed. 4916. Cf.. Ibid. mais equilibradas)embora sempre c~ticas.ur:1ssimas crltlcas de Calo Prado. .. brasileira. p. 1075. 17. Ibid.. Rio de Janeiro. QUBderni deI carcere. Caio Prado Jr.o que Cal. .15. reafirmada em 1978. 141-162. Hjstória eco~ôm~ca do Bre. p.~. no prefacl. ESf'. 25. essa taxativa afirmação . pp. 94. 30. A revolução brasileira. pas sí. mas já nos ensaios dos anos 50. . cit. por exemplo.N. Creio que ele não só subestimou o inegável 21. p. A democracia como valor universal e outros ensaios. publicados na Revista Brasiliense. 1975.A revolução brasileira. 81. "As categorias de ~ramsci e are. Alfa-êmega. 263-274. - . 63. p. Para uma síntese do conceito gramsc~ano de "revolução passiva". 91. 19. 1959. Id~~. por exemplo. cit. p. p. Remeto. são Paulo. 23. nao so em A revoluçao brasilei~. 12-13..m . Ibid. 29. 240. C. 23. Ibid. 74. J.C.. pp. ed. ? 26. 28.sil. p. 18. Salamandra. Brasiliense. Einaudj. pp... Mariátegui. ao meu ensaio 110 capitalismo monopolista de Estado no Brasil". Coutinho. Brasil. p . Ibid.! lidade brasileira". Cf..N. pp. 1984. são Paulo. br-a sã Le í. De certo modo. .. 1767.cit.. para uma discussão do problema.modifica suas posiç~es anteriores.OPrado escreveu pa ra sua colet~nea s~bre A questão agr~ria. in C. -. cit. . ( . "- 21.feita em 1977 . Ibid.

nº 11-12.l.: na ém p. 244. a meu ver. pseud~nimo sob o qual era então obrigado a se ocultar um importante dirigente c. p. in Revista C:iyilização Brasileira. 77). A. cit. decorre da centralidade que ele atribui ao campo) em conseqüência de sua vis~o "atra~ada" do Brasil.. Também é justa a observação seêundo a qual Caio Prado "nem sequer cogitou de examinar as camadas médias urbenas"_ (. 79). !'1arco Antônio Coelho (cf. .. o paradigma analítico da Terceira Internacional. p . 32.p. .reproduz.que mereceu uma longa resposta de Caio Prado. Caio Prado Jr. j.. 22.2 pulista. A revoluç~o brasileira. dezembro de 1966/ma'rço de 1967.2 munista. sobretudo no "peri~do malfadado" do Governo Goulart.. 31.cluida nas ed. p. por Assis TFvares..desenvol vimento da industrialização. Apesar de observBç~es pertinentes. mas ignorou completamente o cresci~ento dn sociedade civil nela ocorrido. em 1966.i.çó es mais recentes de A revolução brasileira .o artigo de Tavares . "Caio Prado e a teoria 'da revolução brasileira".. A revoluxão brasileira. Tavares.re proaE S011. 267. Es sa ausência.bid. 30~ Caio Prado Jr. Esse é um dos pontos corretos da critica dirigida a Caio Prado. cit. p.'qm . no essencial.

","static_promo_banner_cta_url":"https://www.scribd.com/"},"eligible_for_exclusive_trial_roadblock":false,"eligible_for_seo_roadblock":false,"exclusive_free_trial_roadblock_props_path":"/doc-page/exclusive-free-trial-props/202340460","flashes":[],"footer_props":{"urls":{"about":"/about","press":"/press","blog":"http://literally.scribd.com/","careers":"/careers","contact":"/contact","plans_landing":"/subscribe","referrals":"/referrals?source=footer","giftcards":"/giftcards","faq":"/faq","accessibility":"/accessibility-policy","faq_paths":{"accounts":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246346","announcements":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246066","copyright":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246086","downloading":"https://support.scribd.com/hc/articles/210135046","publishing":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246366","reading":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246406","selling":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246326","store":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246306","status":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/360001202872","terms":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246126","writing":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246366","adchoices":"https://support.scribd.com/hc/articles/210129366","paid_features":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246306","failed_uploads":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210134586-Troubleshooting-uploads-and-conversions","copyright_infringement":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210128946-DMCA-copyright-infringement-takedown-notification-policy","end_user_license":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210129486","terms_of_use":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210129326-General-Terms-of-Use"},"publishers":"/publishers","static_terms":"/terms","static_privacy":"/privacy","copyright":"/copyright","ios_app":"https://itunes.apple.com/us/app/scribd-worlds-largest-online/id542557212?mt=8&uo=4&at=11lGEE","android_app":"https://play.google.com/store/apps/details?id=com.scribd.app.reader0&hl=en","books":"/books","sitemap":"/directory"}},"global_nav_props":{"header_props":{"logo_src":"/images/landing/home2_landing/scribd_logo_horiz_small.svg","root_url":"https://www.scribd.com/","search_term":"","small_logo_src":"/images/logos/scribd_s_logo.png","uploads_url":"/upload-document","search_props":{"redirect_to_app":true,"search_url":"/search","query":"","search_page":false}},"user_menu_props":null,"sidebar_props":{"urls":{"bestsellers":"https://www.scribd.com/bestsellers","home":"https://www.scribd.com/","saved":"/saved","subscribe":"/archive/pmp_checkout?doc=202340460&metadata=%7B%22context%22%3A%22pmp%22%2C%22action%22%3A%22start_trial%22%2C%22logged_in%22%3Afalse%2C%22platform%22%3A%22web%22%7D","top_charts":"/bestsellers","upload":"https://www.scribd.com/upload-document"},"categories":{"book":{"icon":"icon-ic_book","icon_filled":"icon-ic_book_fill","url":"https://www.scribd.com/books","name":"Books","type":"book"},"news":{"icon":"icon-ic_articles","icon_filled":"icon-ic_articles_fill","url":"https://www.scribd.com/news","name":"News","type":"news"},"audiobook":{"icon":"icon-ic_audiobook","icon_filled":"icon-ic_audiobook_fill","url":"https://www.scribd.com/audiobooks","name":"Audiobooks","type":"audiobook"},"magazine":{"icon":"icon-ic_magazine","icon_filled":"icon-ic_magazine_fill","url":"https://www.scribd.com/magazines","name":"Magazines","type":"magazine"},"document":{"icon":"icon-ic_document","icon_filled":"icon-ic_document_fill","url":"https://www.scribd.com/docs","name":"Documents","type":"document"},"sheet_music":{"icon":"icon-ic_songbook","icon_filled":"icon-ic_songbook_fill","url":"https://www.scribd.com/sheetmusic","name":"Sheet Music","type":"sheet_music"}},"nav_categories":["mixed","book","audiobook","magazine","document","sheet_music"],"selected_content_type":"mixed","username":"","search_overlay_props":{"search_input_props":{"focused":false,"keep_suggestions_on_blur":false}}}},"recommenders":{"related_titles_recommender":{"ids":[100346935,207303868,149225178,294375288,131317047,261318251,336398956,299141737,267666687,271831820,71211121,229697489,53307409,265644387,58109386,329377665,345114117,386342293,192873279,355937075,340921399,273531157,263087139,347677462,387823116,259161357,33698135,209207756,225725437,290988182,273167270,273166426,273166929,271473649,273166793,273167132,51834918,202339532,184179672,180845650,180277343,180269587],"title_link":null,"title":null,"track_opts":{"compilation_id":"dJ7d1yfizlw/jpko/zaTYzkebiw=","module_id":"w6uQ0Ec/n8evwBjiyVTzThPsIrk=","widget_name":"right sidebar","track_id":"flattened_recommender"}},"footer_recommenders":{"recommenders":[{"ids":[100346935,207303868,149225178,294375288,131317047,261318251,336398956,299141737,267666687,271831820,71211121,229697489,53307409,265644387,58109386,329377665,345114117,386342293,192873279,355937075,340921399,273531157,263087139,347677462,387823116,259161357,33698135,209207756,225725437],"title_link":null,"title":"Documents Similar To Carlos Nelson Coutinho_ Caio Prado Junior","track_opts":{"compilation_id":"dJ7d1yfizlw/jpko/zaTYzkebiw=","module_id":"UrHke110KaBly3kDPKuaRiInBRE=","widget_name":"document_carousel"}},{"ids":[290988182,273167270,273166426,273166929,271473649,273166793,273167132,51834918,202339532,184179672,180845650,180277343,180269587],"title_link":null,"title":"More From rafacpp","track_opts":{"compilation_id":"dJ7d1yfizlw/jpko/zaTYzkebiw=","module_id":"zFGdp72KtIsL3JWN3h2y4pMM5c4=","widget_name":"document_carousel"}}]},"seo_new_docs_recommenders":{"recommenders":[]},"documents":{"33698135":{"type":"document","id":33698135,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/33698135/149x198/3438a4c2fc/1359456725?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/33698135/298x396/d01e206be2/1359456725?v=1","title":"Trabalho Rural e Educação no Assentamento Bela Vista/SP","short_title":"Trabalho Rural e Educação no Assentamento Bela Vista/SP","author":"iclindolphosilva","tracking":{"object_type":"document","object_id":33698135,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"23kbxkEFQEMbn77eMF6ZR25LszM="},"url":"https://www.scribd.com/document/33698135/Trabalho-Rural-e-Educacao-no-Assentamento-Bela-Vista-SP","top_badge":null},"51834918":{"type":"document","id":51834918,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/51834918/149x198/2aefc9b0b9/1312197533?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/51834918/298x396/379022d8e4/1312197533?v=1","title":"Ordem ambiental e limites ao Poder Público - Participação Popular na Construção de Cidades Sustentáveis","short_title":"Ordem ambiental e limites ao Poder Público - Participação Popular na Construção de Cidades Sustentáveis","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":51834918,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"DUby+f/gBQQl6b3paKCGb8gxGh8="},"url":"https://www.scribd.com/document/51834918/Ordem-ambiental-e-limites-ao-Poder-Publico-Participacao-Popular-na-Construcao-de-Cidades-Sustentaveis","top_badge":null},"53307409":{"type":"document","id":53307409,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/53307409/149x198/463d30e91f/1538834478?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/53307409/298x396/920a9110a1/1538834478?v=1","title":"História Econômica do Brasil","short_title":"História Econômica do Brasil","author":"lilian_carvalho20","tracking":{"object_type":"document","object_id":53307409,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"NOrq6JafzsbbGPFNfef3q9nt3pQ="},"url":"https://www.scribd.com/document/53307409/Historia-Economica-do-Brasil","top_badge":null},"58109386":{"type":"document","id":58109386,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/58109386/149x198/2b9ae447eb/1335568648?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/58109386/298x396/454ad1599d/1335568648?v=1","title":"Corpo Do Trabalho","short_title":"Corpo Do Trabalho","author":"Priscilla Meirelles","tracking":{"object_type":"document","object_id":58109386,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"yEtCcK81smWXpcBNV53LTlqDv/4="},"url":"https://www.scribd.com/document/58109386/Corpo-Do-Trabalho","top_badge":null},"71211121":{"type":"document","id":71211121,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/71211121/149x198/d04a95b7b7/1376743304?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/71211121/298x396/d5e664f976/1376743304?v=1","title":"Teorias_Financas_Publicas","short_title":"Teorias_Financas_Publicas","author":"Fernanda Morais de Menezes","tracking":{"object_type":"document","object_id":71211121,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"kwpbztjnEPMKNxTLQnafs6WDtJw="},"url":"https://www.scribd.com/document/71211121/Teorias-Financas-Publicas","top_badge":null},"100346935":{"type":"document","id":100346935,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/100346935/149x198/feb8a7a41b/1518580668?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/100346935/298x396/83cfb3db8d/1518580668?v=1","title":"Marxismo&Ciências Humanas-2011","short_title":"Marxismo&Ciências Humanas-2011","author":"Sérgio Braga","tracking":{"object_type":"document","object_id":100346935,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"pilFtknR8IkIMjZZNUnzj/lgTdM="},"url":"https://www.scribd.com/doc/100346935/Marxismo-Ciencias-Humanas-2011","top_badge":null},"131317047":{"type":"document","id":131317047,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/131317047/149x198/cf02b7e143/1435118215?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/131317047/298x396/156820b572/1435118215?v=1","title":"Gel Coutinho - Cadernos Da Liberdade [Web]","short_title":"Gel Coutinho - Cadernos Da Liberdade [Web]","author":"Vagner Souza","tracking":{"object_type":"document","object_id":131317047,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"RzYKksRBNrcwAg3dcUuNfBXVerA="},"url":"https://www.scribd.com/document/131317047/Gel-Coutinho-Cadernos-Da-Liberdade-Web","top_badge":null},"149225178":{"type":"document","id":149225178,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/149225178/149x198/ccfa771f7c/1371839469?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/149225178/298x396/5e378a79c8/1371839469?v=1","title":"Reseña R. Schwarz","short_title":"Reseña R. Schwarz","author":"Capnemo","tracking":{"object_type":"document","object_id":149225178,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"vdnos2fVm6Fs/Yp/M3GR7lvYPnw="},"url":"https://www.scribd.com/document/149225178/Resena-R-Schwarz","top_badge":null},"180269587":{"type":"document","id":180269587,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/180269587/149x198/be0c7307a3/1383155289?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/180269587/298x396/3ad7c33e53/1383155289?v=1","title":"LIVRO_Educacao_13_escolas","short_title":"LIVRO_Educacao_13_escolas","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":180269587,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"LwN0brGETAGK5O1YxtOF4bvzAcc="},"url":"https://www.scribd.com/doc/180269587/LIVRO-Educacao-13-escolas","top_badge":null},"180277343":{"type":"document","id":180277343,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/180277343/149x198/cff0777fd0/1383156726?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/180277343/298x396/923b759925/1383156726?v=1","title":"GROSS CUNHA, Luciana. Rule of Law","short_title":"GROSS CUNHA, Luciana. Rule of Law","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":180277343,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"FKJFVHtlVLAlJ5n8+aredrpT0MU="},"url":"https://www.scribd.com/doc/180277343/GROSS-CUNHA-Luciana-Rule-of-Law","top_badge":null},"180845650":{"type":"document","id":180845650,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/180845650/149x198/6a8ccc5c54/1424220110?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/180845650/298x396/5ab64249f4/1424220110?v=1","title":"KOMESAR, Neil. Imperfect Alternatives Choosing Institutions in Law, Economics and Public Policy","short_title":"KOMESAR, Neil. Imperfect Alternatives Choosing Institutions in Law, Economics and Public Policy","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":180845650,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"nTKrjSUnVtEk8uyqpFYqagAijqI="},"url":"https://www.scribd.com/doc/180845650/KOMESAR-Neil-Imperfect-Alternatives-Choosing-Institutions-in-Law-Economics-and-Public-Policy","top_badge":null},"184179672":{"type":"document","id":184179672,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/184179672/149x198/15720dae02/1384446310?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/184179672/298x396/c1fdd260c8/1384446310?v=1","title":"Katz y Mair El Partido Cartel WWW (1)","short_title":"Katz y Mair El Partido Cartel WWW (1)","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":184179672,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"1wP/cGNRbr2eKNZWuGj+yYtZbEY="},"url":"https://www.scribd.com/doc/184179672/Katz-y-Mair-El-Partido-Cartel-WWW-1","top_badge":null},"192873279":{"type":"document","id":192873279,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/192873279/149x198/872172dbb6/1387625543?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/192873279/298x396/11b842cf2e/1387625543?v=1","title":"o que é financeirização artigo","short_title":"o que é financeirização artigo","author":"Eziel de Oliveira","tracking":{"object_type":"document","object_id":192873279,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"P915zKGlylb2mW4t6icGBNArKxE="},"url":"https://www.scribd.com/document/192873279/o-que-e-financeirizacao-artigo","top_badge":null},"202339532":{"type":"document","id":202339532,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/202339532/149x198/c31c74f9dd/1440382432?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/202339532/298x396/41023d4600/1440382432?v=1","title":"resenha de Formação do Brasil Contemporâneo caio prado","short_title":"resenha de Formação do Brasil Contemporâneo caio prado","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":202339532,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"5MHeWowg07SKU351BVym+G22vr8="},"url":"https://www.scribd.com/document/202339532/resenha-de-Formacao-do-Brasil-Contemporaneo-caio-prado","top_badge":null},"207303868":{"type":"document","id":207303868,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/207303868/149x198/f7a7aebc46/1428280376?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/207303868/298x396/15d457e798/1428280376?v=1","title":"ATUALIDADE DO PENSAMENTO GRAMSCIANO _ A ESCOLA E AS POSSIBILIDADES PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA ORDEM SOCIAL.pdf","short_title":"ATUALIDADE DO PENSAMENTO GRAMSCIANO _ A ESCOLA E AS POSSIBILIDADES PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA ORDEM SOCIAL.pdf","author":"Thiago Augusto Divardim de Oliveira","tracking":{"object_type":"document","object_id":207303868,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"Kcw72BCxvqAiVD+SmUDpp8Z0CXU="},"url":"https://www.scribd.com/document/207303868/ATUALIDADE-DO-PENSAMENTO-GRAMSCIANO-A-ESCOLA-E-AS-POSSIBILIDADES-PARA-A-CONSTRUCAO-DE-UMA-NOVA-ORDEM-SOCIAL-pdf","top_badge":null},"209207756":{"type":"document","id":209207756,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/209207756/149x198/091a2863bf/1393357747?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/209207756/298x396/646843f4a4/1393357747?v=1","title":"Margareth","short_title":"Margareth","author":"Rui Eusébio","tracking":{"object_type":"document","object_id":209207756,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"6DShy7mLSk174OVH7FSkTu878l0="},"url":"https://www.scribd.com/document/209207756/Margareth","top_badge":null},"225725437":{"type":"document","id":225725437,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/225725437/149x198/fd1232677c/1437280790?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/225725437/298x396/52eb7497fc/1437280790?v=1","title":"Althusser","short_title":"Althusser","author":"iraldo matias","tracking":{"object_type":"document","object_id":225725437,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"3ub3Gynb0RiGBaMei1CFx6820cE="},"url":"https://www.scribd.com/doc/225725437/Althusser","top_badge":null},"229697489":{"type":"document","id":229697489,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/229697489/149x198/1d366c6da1/1402790996?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/229697489/298x396/88b7b9db14/1402790996?v=1","title":"Ciencia Politica - Michels","short_title":"Ciencia Politica - Michels","author":"luiza786","tracking":{"object_type":"document","object_id":229697489,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"vkPqENN/wVRtFEEQ7/j2fLuaPI0="},"url":"https://www.scribd.com/presentation/229697489/Ciencia-Politica-Michels","top_badge":null},"259161357":{"type":"document","id":259161357,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/259161357/149x198/fc93c374ee/1426690082?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/259161357/298x396/e7b96146d8/1426690082?v=1","title":"Concepções Orientações Curriculares de Mato grosso","short_title":"Concepções Orientações Curriculares de Mato grosso","author":"gleibi","tracking":{"object_type":"document","object_id":259161357,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"4CFXftAOHJ72GIr18OCYT3gm2HA="},"url":"https://www.scribd.com/document/259161357/Concepcoes-Orientacoes-Curriculares-de-Mato-grosso","top_badge":null},"261318251":{"type":"document","id":261318251,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/261318251/149x198/5c591b4eee/1538084413?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/261318251/298x396/bb76fbe422/1538084413?v=1","title":"A Revolução Brasileira - Caio Prado Junior","short_title":"A Revolução Brasileira - Caio Prado Junior","author":"Agnus Lauriano","tracking":{"object_type":"document","object_id":261318251,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"xv8e11iPww6Ys4Y5khAhk3pGubM="},"url":"https://www.scribd.com/document/261318251/A-Revolucao-Brasileira-Caio-Prado-Junior","top_badge":null},"263087139":{"type":"document","id":263087139,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/263087139/149x198/a5fc0c179c/1430000672?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/263087139/298x396/e0ed4ac549/1430000672?v=1","title":"Moishe Postone Tempo Trabalho e Dominacao Social","short_title":"Moishe Postone Tempo Trabalho e Dominacao Social","author":"Alan Wood","tracking":{"object_type":"document","object_id":263087139,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"7kBtNGrd3Jo2iAZCkNR+5ypYk5E="},"url":"https://www.scribd.com/doc/263087139/Moishe-Postone-Tempo-Trabalho-e-Dominacao-Social","top_badge":null},"265644387":{"type":"document","id":265644387,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/265644387/149x198/7d43befd8c/1537777791?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/265644387/298x396/311e9a3c97/1537777791?v=1","title":" A Formaçãoo Do Estado Burguês No Brasil","short_title":" A Formaçãoo Do Estado Burguês No Brasil","author":"Fábio Wilke","tracking":{"object_type":"document","object_id":265644387,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"0Q0AXAaBrVbQGG/c1RAPNbQ0Fs8="},"url":"https://www.scribd.com/document/265644387/A-Formacaoo-Do-Estado-Burgues-No-Brasil","top_badge":null},"267666687":{"type":"document","id":267666687,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/267666687/149x198/c3523879aa/1507852767?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/267666687/298x396/3d220f0f8c/1507852767?v=1","title":"Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento - Florestan Fernandes (1968)","short_title":"Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento - Florestan Fernandes (1968)","author":"LucasBPelissari","tracking":{"object_type":"document","object_id":267666687,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"mnkqCHnBy5v1cMTzeMD1p28utVQ="},"url":"https://www.scribd.com/document/267666687/Sociedade-de-Classes-e-Subdesenvolvimento-Florestan-Fernandes-1968","top_badge":null},"271473649":{"type":"document","id":271473649,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/271473649/149x198/ce4f7367e0/1436811574?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/271473649/298x396/59fc83f5a4/1436811574?v=1","title":"Portugues Regencia","short_title":"Portugues Regencia","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":271473649,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"PEkNTsUMXBTIPJJaLK37/ys0SFk="},"url":"https://www.scribd.com/doc/271473649/Portugues-Regencia","top_badge":null},"271831820":{"type":"document","id":271831820,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/271831820/149x198/613272f386/1437138265?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/271831820/298x396/90b7c7360b/1437138265?v=1","title":"Margem 11 O Marxismo de Caio Prado Júnior","short_title":"Margem 11 O Marxismo de Caio Prado Júnior","author":"Priscila de Mattos","tracking":{"object_type":"document","object_id":271831820,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"mrPpUbJrxwnn6hyutGCluibqSHE="},"url":"https://www.scribd.com/document/271831820/Margem-11-O-Marxismo-de-Caio-Prado-Junior","top_badge":null},"273166426":{"type":"document","id":273166426,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/273166426/149x198/c78e7caa22/1438366701?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/273166426/298x396/045ed651e9/1438366701?v=1","title":"Democracia SeDEMOCRACIA SEMI DIRETA","short_title":"Democracia SeDEMOCRACIA SEMI DIRETA","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":273166426,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"Er2NIA5P6vXt/stofzNAzZ9xy8w="},"url":"https://www.scribd.com/doc/273166426/Democracia-SeDEMOCRACIA-SEMI-DIRETA","top_badge":null},"273166793":{"type":"document","id":273166793,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273166793/149x198/9ae2215e48/1438367016?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273166793/298x396/3674057bab/1438367016?v=1","title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","short_title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":273166793,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"HZE420j4me+N+lLrf8q5IFi9Xiw="},"url":"https://www.scribd.com/doc/273166793/Courts-and-Social-Transformation-in-New-Democracies","top_badge":null},"273166929":{"type":"document","id":273166929,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/273166929/149x198/b42c9a48e8/1438367159?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/273166929/298x396/1fa6073af7/1438367159?v=1","title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","short_title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":273166929,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"ltp0XDQ1m3DIy0d24yAppAGH+Ls="},"url":"https://www.scribd.com/doc/273166929/Courts-and-Social-Transformation-in-New-Democracies","top_badge":null},"273167132":{"type":"document","id":273167132,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273167132/149x198/7542163960/1438367325?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273167132/298x396/955541ad70/1438367325?v=1","title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","short_title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":273167132,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"anzW9AWOewuAGtdmq1C1Dzu0pfI="},"url":"https://www.scribd.com/doc/273167132/Courts-and-Social-Transformation-in-New-Democracies","top_badge":null},"273167270":{"type":"document","id":273167270,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273167270/149x198/b9126b8b9b/1438367466?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273167270/298x396/91a927eeee/1438367466?v=1","title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","short_title":"Courts and Social Transformation in New Democracies","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":273167270,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"+0lD2RTTreJkPPZqlYI/sw+IlRE="},"url":"https://www.scribd.com/doc/273167270/Courts-and-Social-Transformation-in-New-Democracies","top_badge":null},"273531157":{"type":"document","id":273531157,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/273531157/149x198/0eb34eab99/1438713017?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/273531157/298x396/c2372618aa/1438713017?v=1","title":"Os Coveiros Do Capitalismo","short_title":"Os Coveiros Do Capitalismo","author":"JoséCarlosMassan","tracking":{"object_type":"document","object_id":273531157,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"OVR4pD6OF179/pIeLgbG3Ap0oSA="},"url":"https://www.scribd.com/document/273531157/Os-Coveiros-Do-Capitalismo","top_badge":null},"290988182":{"type":"document","id":290988182,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/290988182/149x198/e2774e9657/1448379052?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/290988182/298x396/38b43d4e22/1448379052?v=1","title":"Que Democracia Para El Siglo XXI","short_title":"Que Democracia Para El Siglo XXI","author":"rafacpp","tracking":{"object_type":"document","object_id":290988182,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"UD3OunGSBjqKLky2DHQgCsFwZFY="},"url":"https://www.scribd.com/doc/290988182/Que-Democracia-Para-El-Siglo-XXI","top_badge":null},"294375288":{"type":"document","id":294375288,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/294375288/149x198/ef7b338cb4/1451601966?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/294375288/298x396/4c9307a374/1451601966?v=1","title":"GRAMSCI, A. Cadernos Do Cárcere (Caderno 22) - Americanismo e fordismo","short_title":"GRAMSCI, A. Cadernos Do Cárcere (Caderno 22) - Americanismo e fordismo","author":"pbobblehead","tracking":{"object_type":"document","object_id":294375288,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"0NGp5rTNAIaRm6ItpkY1gGwttcU="},"url":"https://www.scribd.com/doc/294375288/GRAMSCI-A-Cadernos-Do-Carcere-Caderno-22-Americanismo-e-fordismo","top_badge":null},"299141737":{"type":"document","id":299141737,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/299141737/149x198/9b1b5b7dc4/1455337224?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/299141737/298x396/724c3a3aa4/1455337224?v=1","title":"1279-3361-1-PConsciência de Classe e Partido Revolucionário em Gramsci.pdf","short_title":"1279-3361-1-PConsciência de Classe e Partido Revolucionário em Gramsci.pdf","author":"Josedecampos Ferreira","tracking":{"object_type":"document","object_id":299141737,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"NGUZVvnSMZL5FTOcOHG36wSXwYU="},"url":"https://www.scribd.com/document/299141737/1279-3361-1-PConsciencia-de-Classe-e-Partido-Revolucionario-em-Gramsci-pdf","top_badge":null},"329377665":{"type":"document","id":329377665,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/329377665/149x198/25806dffff/1477804945?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/329377665/298x396/b6bdd6075b/1477804945?v=1","title":"Pe. José Eduardo - Palestra Ideologia de Gênero na Legislação Brasileira em Osasco - São","short_title":"Pe. José Eduardo - Palestra Ideologia de Gênero na Legislação Brasileira em Osasco - São","author":"eugostodecebola","tracking":{"object_type":"document","object_id":329377665,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"LlP6m0iVn9LdbSqfW/xXQ+VABpk="},"url":"https://www.scribd.com/document/329377665/Pe-Jose-Eduardo-Palestra-Ideologia-de-Genero-na-Legislacao-Brasileira-em-Osasco-Sao","top_badge":null},"336398956":{"type":"document","id":336398956,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/336398956/149x198/08a6406e05/1484252598?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/336398956/298x396/41ec23f4a7/1484252598?v=1","title":"A Questão Agrária- Caio Prado Júnior.","short_title":"A Questão Agrária- Caio Prado Júnior.","author":"Sandro Costa Cardoso","tracking":{"object_type":"document","object_id":336398956,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"m92799cBEfYSoUKSRNjOeK9MgsU="},"url":"https://www.scribd.com/document/336398956/A-Questao-Agraria-Caio-Prado-Junior","top_badge":null},"340921399":{"type":"document","id":340921399,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/340921399/149x198/fce461621a/1488644189?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/340921399/298x396/67531f7d62/1488644189?v=1","title":"3452-6737-1-PB","short_title":"3452-6737-1-PB","author":"Raphael De Almeida Silva","tracking":{"object_type":"document","object_id":340921399,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"0IYuKo3KWeIP2hzQWU69JdNoz1E="},"url":"https://www.scribd.com/document/340921399/3452-6737-1-PB","top_badge":null},"345114117":{"type":"document","id":345114117,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/345114117/149x198/132b599c5d/1492133527?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/345114117/298x396/960b537edc/1492133527?v=1","title":"Luiz B. Pericás_Mariátegui e o Brasil","short_title":"Luiz B. Pericás_Mariátegui e o Brasil","author":"Danilla Aguiar","tracking":{"object_type":"document","object_id":345114117,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"cYN4xO9kiX2ngPEv3Mtc6alMQfU="},"url":"https://www.scribd.com/document/345114117/Luiz-B-Perica-s-Mariategui-e-o-Brasil","top_badge":null},"347677462":{"type":"document","id":347677462,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/347677462/149x198/3cb7328494/1502212221?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/347677462/298x396/5a7d4b8b67/1502212221?v=1","title":"POSTONE, Moishe. Tempo, Trabalho e Dominação Social EPUB","short_title":"POSTONE, Moishe. Tempo, Trabalho e Dominação Social EPUB","author":"tomil.ho","tracking":{"object_type":"document","object_id":347677462,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"GAaNIzYQ9DjyWxdGzuezihDyZxw="},"url":"https://www.scribd.com/document/347677462/POSTONE-Moishe-Tempo-Trabalho-e-Dominacao-Social-EPUB","top_badge":null},"355937075":{"type":"document","id":355937075,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/355937075/149x198/07c29f1d07/1503046830?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/355937075/298x396/746e71e8ff/1503046830?v=1","title":"Análise de Classe Marxista e Austríaca","short_title":"Análise de Classe Marxista e Austríaca","author":"Júnio Paschoal","tracking":{"object_type":"document","object_id":355937075,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"kIBxSxuLoSp6flcFlh46yhbY9Fs="},"url":"https://www.scribd.com/document/355937075/Analise-de-Classe-Marxista-e-Austriaca","top_badge":null},"386342293":{"type":"document","id":386342293,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/386342293/149x198/0840fff9d8/1534420973?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/386342293/298x396/8e2bca6e5f/1534420973?v=1","title":"Antonio Gramsci- Os Indiferentes","short_title":"Antonio Gramsci- Os Indiferentes","author":"Daniel Magalhães Porto Saraiva","tracking":{"object_type":"document","object_id":386342293,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"LqsKbng4Q/MzUby0H+zKJLuH6A8="},"url":"https://www.scribd.com/document/386342293/Antonio-Gramsci-Os-Indiferentes","top_badge":null},"387823116":{"type":"document","id":387823116,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/387823116/149x198/86ce4aa048/1536109287?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/387823116/298x396/223af68873/1536109287?v=1","title":"[Gary DeMar] Quem Controla as Escolas Governa o Mu(B-ok.org)","short_title":"[Gary DeMar] Quem Controla as Escolas Governa o Mu(B-ok.org)","author":"Aninha Dafara","tracking":{"object_type":"document","object_id":387823116,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"TWQ1Cy4ib+NrN1s0Aj8rByqQNdA="},"url":"https://www.scribd.com/document/387823116/Gary-DeMar-Quem-Controla-as-Escolas-Governa-o-Mu-B-ok-org","top_badge":null}}},"seo_roadblock_props_path":"/doc-page/seo-roadblock-props/202340460","signup_context":null,"toolbar":{"search_path":"/search-4gen?allowed_pages=1%2C2&auth_token=EBTJIn4BC4s5tMmjFkVpc8%2Fpb5E%3D&authenticity_token=a0b6g5zgJzuYbAolSj3jvsaOEg49fHhcGcIFMg2dltsU9RsfDuXlaj0n5%2F4%2FKLagUySdWCWq1DGv0gPl2nmfYg%3D%3D&expires=1540893538&wordDocumentId=202340460&wordUploadId=206597443"},"renewal_nag_props":null}-->