Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais

Disciplinas - Oferta no Ano Base
FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA
ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO - UNICAP Sigla-Número Nível

PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA

Carga Horária M D F

Créditos

A COMPOSIÇÃO DOS TEXTOS SAGRADOS DO A.T. Ementa:

MCR-6209

Mestrado Acadêmico

45

3

Diferentemente do que se considerava em outros tempos, os estudos modernos têm mostrado que a Bíblia não é uma coleção de livros isolados e absolutamente originais: ela sofreu a influência do ambiente em que viveram seus protagonistas, escritores e redatores, os quais reaproveitaram textos, símbolos, idéias e diversos outros elementos para a elaboração e construção de sua própria crença e sua expressão oral e escrita. Assim, o escopo principal de nosso curso é fazer algumas considerações, a partir da perspectiva das ciências da religião, em torno da influência que a cultura, os mitos, os ritos e os textos sagrados dos povos vizinhos de Israel tiveram na formação dos três grupos de livros que compõem a Bíblia Hebraica. Conhecer um pouco esse pano de fundo poderá ajudar-nos a compreender melhor os textos sagrados do judaísmo. Bibliografia: (Anônimo). A Epopéia de Gilgamesh. Tradução de Carlos Daudt de Oliveira. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Título original: The Epic of Gilgamesh. BARUCQ, A. Escritos do Oriente Antigo e fontes bíblicas. São Paulo: Paulinas, 1992. COOK, J.M. The Persians. London: The Folio Society, 1999. GURNEY, O.R. The Hittites. London: The Folio Society, 1999. LETE, G. del O. Mitos y Leyendas de Canaan. Según la tradición de Ugarit. Madrid: Ediciones Cristiandad,1981. De PURY, A. (Org.), O Pentateuco em Questão. Petrópolis: Vozes, 1996. Título original: Le pentateuque en question: Les origines et la composition des cinq premiers livres de la Bible à la lumière des recherches récentes. FINKELSTEIN, I., SILBERMAN, N.A., A Bíblia não tinha razão. São Paulo: A Girafa, 2003. GARDINER, A.S. The Egypcians. An Introduction. London: The Folio Society,1999. SAGGS, H.W.F. The Babylonians. A Survey of the Ancient Civilisation of the Tigris-Euphrates Valley. London: The Folio Society, 1999. SICRE, J.L., Introdução ao Antigo Testamento. Petrópolis: Vozes, 1995. SKA, J.L., Introdução à leitura do Pentateuco. São Paulo: Loyola, 2004. Título original: Introduzione alla Lettura del Pentateuco. DISCIPLINA Sigla-Número Nível Carga Horária M ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO MCR-6213 Mestrado Acadêmico 45 D F 3 Créditos

Período: 1º Semestre Sub-Título: Docentes ZULEICA DANTAS PEREIRA CAMPOS Nº de Docentes: 1 Ementa: Categoria Docente

Carga-Horária: 45

Créditos: 3 Carga Horária %

Permanente

45 45

100,00 100,00

Analisa as contribuições teóricas dos autores clássicos da Antropologia Social para o estudo dos conceitos de religião, destacando as correntes teóricas que elaboraram suas concepções. Busca também a compreensão de temas e aspectos escolhidos do fenômeno religioso, a cosmovisão, a experiência religiosa e a sua expressão na cultura. A disciplina busca ainda compreender o fenômeno religioso dentro dos principais conceitos da antropologia tais como: o mito, os ritos de passagem e outros ritos, a magia. o xamanismo, o totemismo, o êxtase e a possessão. Pretende também estabelecer a inter-relação religião/cultura/sociedade no passado e no presente. Bibliografia: BAZÁN, Francisco Garcia. Aspectos incomuns do Sagrado. São Paulo: Paulus, 2002. CALLOIS, Roger. O Homem e o Sagrado.Lisboa:Edições 70, 1977. DURKHEIM, Émile. As formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo:Edições Paulinas, 1989. ELIADE, Mircea. Tratado da História das Religiões. Lisboa:Cosmos,1970. EVANS-PRITCHARD, E. E. Antropologia Social da Religião. Rio de Janeiro:Campos,1978. ___________________Bruxaria,Oráculos e Magia entre os Azande. Rio de Janeiro:Zahar, 1978. LEVI-STRAUSS, Claude. Antropologia estrutural. São Paulo : Tempo Brasileiro, 1991, p. 193-213. ____________________As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: USP, 1976. MAFFESOLI, Michel. Le rythme de vie - Variation sur l'imaginaire post-moderne, Paris, Ed. Table Ronde, Collection Contretemps, 2004. __________________Le réenchantement du monde - Morales, éthiques, déontologies, Paris, Ed. Table Ronde, 2007. MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. Vol 1.São Paulo:EPU, 1974. MAUSS, Marcel; HUBERT, Henri. Ensaio sobre a natureza e a função do sacrifício. In: Ensaios de Sociologia. Perspectiva:São Paulo,1981. TERRIN, Aldo Natale. Antropologia e horizontes do sagrado: culturas e religiões. São Paulo:Paulus, 2004.

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Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais

Disciplinas - Oferta no Ano Base
FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA
ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO - UNICAP Sigla-Número Nível

PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA

Carga Horária M D F

Créditos

CIÊNCIAS DA RELIGIÃO: INTERFACES METODOLÓGICAS Obrigatória nas Áreas de Concentração RELIGIÃO, CULTURA E SOCIEDADE

MCR-6101

Mestrado Acadêmico

45

3

Período: 1º Semestre Sub-Título: Docentes GILBRAZ DE SOUZA ARAGÃO Nº de Docentes: 1 Ementa: Categoria Docente

Carga-Horária: 45

Créditos: 3 Carga Horária %

Permanente

45 45

100,00 100,00

Há um grande interesse pela religião e pelo seu estudo mais sistemático e a constituição e ampliação desse campo científico estão exigindo que se defina melhor a sua configuração. A disciplina problematiza o estatuto epistemológico das ciências da religião, de modo a permitir que o religioso possa ser tomado não apenas como tema, mas também através de uma metodologia própria e apropriada. Trata-se de um aprofundamento do significado da área de estudo e pesquisa sobre a religião, buscando uma metodologia transdisciplinar, crítica e interpretativa, para o tratamento científico do fenômeno religioso. Busca-se o favorecimento de uma compreensão civil e pública do fato religioso, que colabore na construção de culturas pluralistas e de sociedades democráticas, pelo estudo das seguintes temáticas: convite para uma sapiência da religiosidade; conceitos operativos do campo de ciências da religião; epistemologia e ciência, conhecimento e fenômeno religioso; desafios do fato religioso e aproximações científicas da religião; interfaces metodológicas das ciências humanas e das teologias; área de ciências da religião, configuração e método; perspectivas científicas para uma teologia do diálogo; revisão dos temas religiosos pelo enfoque científico transdisciplinar. Bibliografia: ARAGÃO, G. O cristianismo diante do pluralismo religioso. In: ABESC. Teologia e cultura religiosa nas IES católicas. Bauru: EDUSC, 2002, p. 57-100. ARAGÃO, G. e BINGEMER, Maria C. Teologia, transdisciplinaridade e física. Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis: I parte, vol. 66, fasc. 263 (jul. 2006): 631-649; II parte, vol. 66, fasc. 264 (out. 2006): 880-920. BARBOUR, I. Quando a ciência encontra a religião. São Paulo: Cultrix, 2004. BASSET, J. Le dialogue interreligieux. Paris : du Cerf, 1996. BINGEMER, M. (Org.) O impacto da modernidade sobre a religião. São Paulo: Loyola, 1992. BOFF, C. Teoria do método teológico. Petrópolis: Vozes, 1998. CANTONE, C. Le scienze della religione oggi. Roma: Libreria Ateneo Salesiano, 1981. CROATTO, J. As linguagens da experiência religiosa. São Paulo: Paulinas, 2001. CRUZ, E. A persistência dos deuses. São Paulo: UNESP, 2004. FILORAMO, G. e PRANDI, C. As ciências das religiões. São Paulo: Paulus, 1999. GEFFRÉ, C. Crer e interpretar. Petrópolis: Vozes, 2004. GISEL, P. La théologie face aux sciences religieuses. Genève: Labor et Fides, 1999. HINNELLS, J. The routledge companion to the study of religion. New York: Routledge, 2005. GRESCHAT, H. O que é ciência da religião? São Paulo: Paulinas, 2005. MESLIN, M. A experiência humana do divino. Petrópolis: Vozes, 1992. NEVILLE, R (Org.). A condição humana: um tema para religiões comparadas. São Paulo: Paulus, 2005. PADEN, W. Interpretando o sagrado. São Paulo: Paulinas, 2001. PETERS, T. e BENNETT, G. (Orgs.). Construindo pontes entre a ciência e a religião. São Paulo: Loyola/UNESP, 2003. TEIXEIRA, F. (Org.) As ciências da religião no Brasil. São Paulo: Paulinas, 2001. TERRIN, A. Introdução ao estudo comparado das religiões. São Paulo: Paulinas, 2003. TERRIN, A. Antropologia e horizontes do sagrado. São Paulo: Paulus, 2004. USARSKI, F. Constituintes da ciência da religião. São Paulo: Paulinas, 2006.

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e de maneira bem mais lenta e em tempo bem posterior do que antes se pressupunha. I. Tendo como pano de fundo este contexto cultural. 1973. Am Fuß des Sinai. Herr. Gottesbilder des Ersten Testaments.). Teologia do Antigo Testamento. E.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos DESENVOLVIMENTO DA IMAGEM DE DEUS NO A. Chronos 3 de 27 13/07/09 às 12:02 . História da Religião de Israel. T.00 100. I. Düsseldorf. “Wer ist wie du. o qual transparece nos textos legais. Sheffield: Sheffield Academy Press 1997. Von RAD. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht. G. As instituições do Antigo Testamento. 1994.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . Os profetas e a história deuteronomista estariam descrevendo costumes religiosos ofensivos dentro da religião javista mesma e não intromissões religiosas canaanitas introduzidas mediante algum processo de sincretismo. KOTTSIEPER. São Paulo: A Girafa. Freiburg 1994. Bibliografia: AA. o curso procura indagar da forma pela qual Deus é experimentado e representado em Israel. ZENGER.. R. Tradução Antônio Maia da Rocha. 2004. FINKELSTEIN.00 Obras arqueológicas recentes e reflexão profunda sobre os textos bíblicos levam a visualizar a emergência da identidade de Israel e da crença monoteísta de maneira bem diferente do que se concebia antes: estes dois fatos não aconteceram de forma dramática. em oposição e luta com a religião cananéia mas. R. SILBERMAN. Geburtstag. 2003.VV. et alli (ed. São Paulo: Loyola. São Paulo: Paulus. A Bíblia não tinha razão.. N. Ein Gott der Rache? Feindpsalmen verstehen. 1993. No Other Gods. tendo muito em comum com esta última. G.A. 1983. Emergent Monotheism in Israel. Guia para ler a Bíblia. ________. ao contrário. GNUSE.. Petrópolis: Vozes.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . MCR-6221 Mestrado Acadêmico 45 3 Período: 2º Semestre Sub-Título: Docentes PAULO FERREIRA VALÉRIO Nº de Docentes: 1 Ementa: Categoria Docente Carga-Horária: 45 Créditos: 3 Carga Horária % Permanente 45 45 100. narrativos e poéticos. FOHRER. São Paulo: Paulinas. De VAUX. unter den Göttern?”. Studien zur Theologie und Religionsgeschichte Israels (FS für Otto Kaiser zum 70. K. 2 vol. levando-se em conta o registro literário dessa experiência em sua trajetória histórica. 2 vol.

UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos EXISTÊNCIA HUMANA E A DIMENSÃO PSICO-RELIGIOSA Período: 2º Semestre Sub-Título: Docentes LUIZ ALENCAR LIBÓRIO Nº de Docentes: 1 MCR-6204 Mestrado Acadêmico 45 3 Carga-Horária: 45 Categoria Docente Permanente Créditos: 3 Carga Horária % 45 45 100.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO .Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas .00 Chronos 4 de 27 13/07/09 às 12:02 .00 100.

1992. São Paulo: Paulinas. Petrópolis: Vozes. 1978. Espiritualidade e Finitude. 622p. Lisboa: Ed. ______. 2001. Aceita ou não. psicanalítico e psicossocial – com seus componentes motivacionais. São Paulo: Quadrante. Nesse confronto de idéias e sentimentos. Torino: Elle Di Ci. New York: Meridian Books. VERGER. 2004. Petrópolis: Vozes. problemi. foram surgindo psicólogos que. ALVES. Psicologia da religião. 2000. Retratos da juventude brasileira. Psicologia e Religione. Tradução de Cristiano Monteiro Oiticica.sob os aspectos cognitivo. Vocês . Massino. representacionais e comportamentais.). O mito do eterno retorno. São Paulo: Paulus. na caminhada entre o nascer e o morrer. FIZZOTTI. PAIVA. franca e sistematicamente se opunham à Religião. SUDBRACK. Eduardo. ELIADE. 68p. 2003. ao vivenciarem determinada fé ou ligação com o Transcendente. sem sentido transcendental para a sua existência.______Dar sentido à vida: a Logoterapia de Frankl. Bíblia e Psique: simbolismo da individuação. 1986. 2003. BENKÖ. 1998. Paul. no candomblé da Bahia (Brasil) e na Costa dos Escravos. A coragem de ser. Dicionário das religiões. MONTEIRO. Antoine. Carlo. a alemã. ROSA. PADEN. 150 p. PAIVA. Henri. Psicologia da religião. Léxico das religiões. na África.______O eu e o Inconsciente. ______. Hans. 1984. 2005. Rio de Janeiro: Imago.William. O homem e suas religiões. Josef.______Psicoterapia e sentido da vida. PIRON. Deixar-se tocar pelo sagrado. Bologna: EDB. 2001. Modelli. 2001. São Paulo: Loyola. São Paulo: Loyola. TERRIN. Pierre. Tradução de José Octávio de Aguiar Abreu. 2004. Petrópolis: Vozes. Moisés e o monoteísmo. 1985. 1975. Claude. 123p.Giovanni – PRANDI. 447p. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista. Franz . 241p. 1990. Helena Wandel. João Batista. 239p. 324p. Campinas: Verus Editora. 2001. SALUSTRI. 101p. com suas pesquisas.______ A religião no início do milênio São Paulo: Loyola. a francesa e a italiana. 3. Petrópolis: Vozes. Victor E. Formação do Catolicismo brasileiro: 1550-1800. PEÑA-ALFARO. 283p. Olinda (PE): Livro Rápido. 2005. JUNG. São Paulo: EDUSP. 70. As lógicas da cidade: o impacto sobre a fé e sob o impacto da fé. G. Psicologia della Religione con antologia dei testi fondamentali. 2002. 2006. V. LIBÃNIO. A representação na religião: perspectivas. 146p. São Paulo: Loyola 2001 183p Chronos 5 de 27 13/07/09 às 12:02 . Tradução de Ivo Storniolo. DIANA. Petrópolis: Vozes. A(s) ciência(s) da religião no Brasil: afirmação de uma área acadêmica. ______. 349p.______Um psicólogo no campo de concentração.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 143p. Fundamentos da Logoterapia e análise existencial. 1985. Rio de Janeiro: Imago. Ioan P. CIOTTI. Claude. J. São Paulo: Paulinas. 296 p. KÜNG. Michael. prospettive. 2001. experienciais. Wellington (Org. Pedro Paulo Martoni (Orgs. DROGUETT. outros que estavam a favor da Religião e outros que a abordaram cientificamente (psicólogos da Religião) componentes das principais escolas da Religião: a anglo-americana. O enigma da religião. São Paulo: Loyola. Com essa disciplina. perdendo com isso a pessoa humana tanto em nível consciente quanto inconsciente na busca de uma realização mais plena da existência. São Paulo: Loyola. a Religião permeia a história humana desde a caverna até os grandes místicos de todas as religiões em todos os tempos e é um fator importante para integrar ou desintegrar a personalidade. ______. 1992. Introdução ao estudo comparado das religiões. 2000. TILLICH. 2001. ed. Petrópolis: Vozes. 2000. As ciências das religiões. Roma: Città Nuova. 363p. São Paulo: Martins Fontes. ELIADE. Freud e Jung: Sobre a religião. FRANKL. 1974 (também: Obras completas). Maria Silva. Eugenio. 181p. ______. Entre necessidade e desejo: diálogos da psicologia com a religião. Carl G. São Paulo: Paulinas. FIZZOTTI. Wunibald. unificar ou não o biopsiquismo humano. Geraldo José de. 1981. num mundo cada vez mais globalizado. seus filhos e Deus: quando a religião é um problema familiar. 2ª ed. ______. São Paulo: Loyola. Desejo de Deus: diálogo entre Psicanálise e fé. 419p. São Paulo:Paulinas. 2004. MÜLLER. 2006. MOURÃO. 2004. 346 p. secularizado e secularista. 2004. Massimo. A presença ignorada de Deus.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Ementa: Dede que Freud declarou Religião como fruto de uma neurose coletiva que a grande maioria das Igrejas apologeticamente lutou e ainda luta contra a psicologia (psicanálise). Deus e satanás. 2003. São Paulo: Paulinas. Rubem. Por isso. TEIXEIRA. São Paulo: Paz e Terra. Sigmund (1937). FREUD. Bibliografia: ABRAMO. 331p. HOONAERT.). 1954. 347p. 1999. Tradução de Manuela Torres. Geraldo José de. Religiões do mundo: em busca de pontos comuns. Ou dá o dízimo ou desce ao inferno: uma análise das estratégias de persuasão na teologia da prosperidade da Igreja Universal. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. Experiência religiosa e psique humana: onde a religião e a psicologia se encontram: santidade e doença. surgiram tantas pesquisas sobre a Psicologia da Religião que tentam lançar mais luzes a esse homem angustiado. EDINGER. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Paulus. Gênero. Edward F. A energia psíquica. Notas sobre o culto dos orixás e voduns. Psicologia e Espiritualidade. Paolo. 136p. São Paulo: Loyola. Merval. no Antigo Testamento. 260p. Petrópolis: Vozes.352p. Hans. Mauro Martins (Org. nas últimas décadas. fator determinante para o amadurecimento sadio e integrador da personalidade em busca de uma plenificação maior de sua existência no “ser-e-existir-radicalmente-com-os-outros”.269 p. 229p. São Paulo: Loyla. Alex.). aos poucos. 1993. Dulcinéia da Mata Ribeiro (Org. Mircea. Identidade e Vida religiosa. 166p KÖNIG. ______. DESROCHE. 1979.Petrópolis: Vozes. AMATUZZI. 1993. Petrópolis: Vozes.ZANGARI.______Interpretação psicológica do dogma da Trindade. DUCARROZ. 100p. Interpretando o sagrado. Verso uma psicologia della Religione. 1956. 283 p. Eugenio.WALDENFELS. São Paulo: Paulinas.). ______. Pesquisa Nacional. VERGOTE. Faustino (Org. ______. Mircea-COULIANO. PALMER. São Paulo: Paulus. 200p. Petrópolis: Vozes.______Metapsicologia. 1 e 2. visa-se conhecer e analisar criticamente as raízes internas e/ ou externas do fenômeno da religiosidade da pessoa e grupos humanos . 1983.______Teologia das religiões: uma visão panorâmica.______Two essays on analytical psychology. Aldo N. 1969 (também: Obras completas). 1995. Antal.). 342 p. BRANCO. FILORAMO.

97-116. São Paulo: ASTE. jan. OLIVEIRA. História documental do protestantismo no Brasil.). n. instituições organizadas para veicular tais crenças.). Petrópolis: Vozes. José Oscar. HOORNAERT. João Fagundes et al. n. Fundamentalismo religioso: um olhar psicanalítico. Neurose e pecado: choque ou encontro de mundos? Revista: Estudos da Religião. 67. 2007. dinâmicas e abordagens. Newton Darwin de Andrade. O protestantismo brasileiro. LÉONARD. v. ROCHA. Benedito M. Beatriz Muniz de. BERKENBROCK. Os cultos afro-brasileiros. tomo II/2. 12. relações de poder cujo objetivo é o controle dessas instituições e dos movimentos sociais a elas relacionados etc. Zeferino. n. 2002. Sylvana (Org. Recife: Editora da UFPE. REFERÊNCIAS (Revistas) DUQUE. Tânia Neumann. CABRAL. 15. imperial e republicano. Recife: Editora da UFPE. desde a sua forma de organização estatal aos grupos e movimentos sociais mais significativos vinculados a tais fenômenos. 2003. História da Igreja no Brasil: ensaio de interpretação a partir do povo. História da Igreja no Brasil: ensaio de interpretação a partir do povo. ed. 2002. ed. p. 2005. Recife: Editora da UFPE. História das religiões no Brasil. 2004. 2002. Cláudio Ivan de.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Loyola. a evolução da sociedade brasileira. 78-112.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 1996. HAUCK.). jul. Petrópolis: Vozes. Luiz Mauro Sá (Orgs. Sylvana (Org. Recife. sem a pretensão de abarcar toda a História do Brasil. p. 1998. 2004. dez. Interlocuções. BRANDÃO. Duncan Alexander. p. v. 183p. 3. REB: Revista Eclesiástica Brasileira. GIL. 1999. 2. 1. ed.00 100. Entende-se por historicização rigorosa. WONDRACEK.1/2. REILY. n. 143-155. FARRIS. MARQUES. no tempo.29. 1996. movimentos sociais cuja razão de ser é justificada. ed. O judaísmo no Brasil. James. na história das sociedades humanas. no discurso de seus integrantes. 2. Chronos 6 de 27 13/07/09 às 12:02 . 2003.). tomo 2. BEOZZO.00 A grande contribuição que a História pode dar às Ciências da Religião é a da historicização rigorosa dos múltiplos fenômenos do campo religioso que marcam a constituição e a evolução das sociedades humanas. Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do pentecostalismo. Recife: Bagaço. portanto. São Paulo: Paulus. 2001. Petrópolis: Vozes. 1979. 2006. isto é. ritos. discurso sobre saúde e doença na sociedade pós-moderna de consumo. KAUFMAN. ed. Religião no Brasil: enfoques. Petrópolis: Vozes. 19. BRANDÃO. 3. ed. e até mesmo condicionaram. Sociologia da religião e mudança social: católicos. A partir dessas perspectivas a disciplina aborda os seguintes aspectos: Populações indígenas brasileiras e religião. 1985. Karin Hellen Kepler (Org. ed. BRANDÃO. História das religiões no Brasil. Revista de Psicologia da UNICAP. Revista: Estudos de Religião. Eduardo. 2003. 2. 3. v. Émile G. a gênese e o desenrolar-se de alguns dos momentos-chave em que fenômenos do campo religioso interferiram. SP. A Igreja Católica no Brasil: períodos colonial. história recuperada: a presença judaica em Pernambuco. São Paulo: Paulinas. de Medellín a Santo Domingo. A Igreja do Brasil: de João XXIII a João Paulo II. Sylvana (Org. O futuro e a ilusão: um embate com Freud sobre Psicanálise e Religião. SIEPIERSKI. v. História das religiões no Brasil. Inserção do pentecostalismo no Brasil.). Passos perdidos. 4. v. Sylvana.). DISCIPLINA Sigla-Número Nível Carga Horária M HISTÓRIA DAS RELIGIÕES NO BRASIL MCR-6212 Mestrado Acadêmico 45 D F 3 Créditos Período: 2º Semestre Sub-Título: Docentes NEWTON DARWIN DE ANDRADE CABRAL Nº de Docentes: 1 Ementa: Categoria Docente Carga-Horária: 45 Créditos: 3 Carga Horária % Permanente 45 45 100. 572-592. 262p. A cura integral (psicofísica) no neopentecostalismo brasileiro. O espiritismo no Brasil. v. p. catolicismo popular. 2001. Bibliografia: ANTONIAZZI. A disciplina pretende. por estas crenças. Grupos protestantes históricos no Brasil.. O islamismo no Brasil. 2. A experiência dos orixás: um estudo sobre a experiência religiosa no Candomblé. oferecer tal contribuição reconstruindo. Recife: Editora da UFPE. 2. São Paulo: ASTE. 3. quadro de valores. 2005. 4. História das religiões no Brasil. MARTINO. Volney J. o situar cada fenômeno ligado ao campo religioso – sistemas de crença. v. (Orgs. BRANDÃO. O ato de fé como dinamismo de conversão. Petrópolis: Vozes. – nos processos sociais de produção e reprodução da vida. e não fora dela. dez. v. Petrópolis: Vozes. Alberto et al. Luiz Carlos Luz. protestantes e novos movimentos religiosos no Brasil.). poder e cultura ao longo do tempo.-dez. São Bernardo do Campo. Paulo D. 2657. SOUZA. João Manuel. (Orgs.

GUTIERREZ. Trad. São Paulo: Loyola.VV. Onde Estás? Petrópolis: Vozes. Petrópolis: Vozes. AA. (?Tua palavra é vida? 4). Falar de Deus. Personagens do Antigo Testamento. De VAUX. São Paulo: Paulus 1997. Simbologia das imagens e dos nomes. 1973.VV. Teologia do Antigo Testamento. Os nomes de Deus no AT. AA. 7. Guia para ler a Bíblia. O ser humano como imagem e semelhança de Deus. 2002. 6. G. Bibliografia: AA. 2 vol. O ser humano como aquele que denomina e domina. 8. W. O registro literário dessa experiência na trajetória histórica de Israel transparente nos textos legais. de Antônio Maia da Rocha. São Paulo: [s. As instituições do Antigo Testamento. Imagem e idolatria. R. 3.VV. narrativos e poéticos. 1985. 4.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos IMAGENS E NOMES DE DEUS NO A. 2. Petrópolis: Vozes. CONTEÚDO: 1. A imagem pessoal de Deus. Sabedoria e poesia do povo de Deus. 1987. São Paulo: Loyola. Deus. Von RAD.T. 5. 1993. MCR-6210 Mestrado Acadêmico 45 3 Ementa: Considerações em torno da forma pela qual o ser humano experimenta o Deus e o expressa no AT. São Paulo: Paulinas. Deus impõe nomes. Chronos 7 de 27 13/07/09 às 12:02 . G. 1970.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . C. 2 vol. GRUEN. O Tempo que se chama Hoje.n]. As imagens naturais de Deus. MESTERS.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . 2004.

Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO .UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos INTERPRETAÇÕES DA RELIGIÃO NA MODERNIDADE Período: 2º Semestre Sub-Título: Docentes DRANCE ELIAS DA SILVA Nº de Docentes: 1 MCR-6215 Mestrado Acadêmico 45 3 Carga-Horária: 45 Categoria Docente Permanente Créditos: 3 Carga Horária % 45 45 100.00 Chronos 8 de 27 13/07/09 às 12:02 .Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas .00 100.

As formas elementares da vida religiosa. GIDDENS. 94-124. Gabriel.11-34. A sociedade moderna e a redescoberta do sobrenatural. Pesquisa qualitativa e cultura. in Current sociology. México: Fondo de Cultura Económica. Junior. Partindo desse pressuposto. 13. cap. BASTIAN. 301-308. Assiste-se. Thomas. A religião na pós-modernidade. 1991. secularização e misticismo na cena religiosa contemporânea. Petrópolis\RJ: Vozes. p. 77-115. Historia de las minorias religiosas activas en America Latina. STEIL. Onde o silêncio fala. 97-129. Teologia e teoria social. p. LÖWY. Converts and carisma: Religious. PARKER. Bibliografia: BATAILLE. MARTELLI. 218-248. Belo Horizonte: Editora UFMG. BOURDIEU. LUCKMANN. 121-127. Todos os passos do conceito em Max Weber. Petrópolis\RJ: Vozes.23-81. FRIGERIO. SANCHIS. São Paulo: Martins Fontes. 41-60. pp.). n º 10/11. and Globalization in the Americas. pp. São Paulo: Editora Ática. cap.). cap. 115-129. ELETA. Pierre. Rumor de Anjos. a religião. São Paulo: Paulinas. Curso de Pós-Graduação em Sociologia: Editora 34. III “Os tipos de dominação legítima” e segunda parte. Simmel e a modernidade. 2000. Tendencias y Currientes de la Sociología de las Religiones. 1996. 33-116.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Ementa: Até bem pouco tempo atrás. 27-43. 1992. 2003. São Paulo: Loyola. Petrópolis-RJ: Vozes. Georges. SOUZA. Berthold. 1995. n. GIDDENS. Desencanto e formas contemporâneas do religioso. São Paulo: UNESP. Teoria da Religião. Outra lógica na América Latina. 6-7) . DURKHEIM. Católico. PAIVA. 1996. 2000. Pierre. 2000. John. vol. 36. Serge. V): “Sociologia da religião”. A guerra dos deuses. Max. Petrópolis-RJ: Vozes. BERGER. Feminismo. 2001. pp. 24-31. São Paulo: Paulinas. "Protestantismo y Modernidad Latino-americana". 115-163. Jean-Pierre.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . pp. tanto na universidade e centros de pesquisas europeus e norte-americanos como nos latino-americanos. Salamanca: Ediciones Sígueme. (Várias edições da referida obra). 1999. Enfoques teóricos. Em defesa da sociologia. Petrópolis\RJ: Vozes. São Paulo: Atar Editorial. era tratada por muitos pesquisadores apenas como um traço cultural sobrevivente das sociedades pré-modernas. Öelze. p. 2003. pp. 2003. PETERSON. Una Perspectiva Materialista. MOSCOVICI. México: Fondo de Cultura Económica. 1993. 1997. 1994 . como mero anacronismo que não tardaria a findar. Cidadão. Brasília: UNB. Ensaios.). Identidade e mudança na religiosidade Latino-Americana. em particular nos países que formam o mercosul. TURNER. Emerson.13-35. Carlos Alberto. Stefano. O fim da religião. In: Ciências sociais e religião. In Sociedad y Religión. para então. PIERUCCI. (Org.Rutges University Press. L. MILBANK. Anthony. São Paulo: Editora Perspectiva. Teoria social hoje. 1990. teoria social e religião. Introdução aos debates contemporâneos em sociologia da religião. Faustino. (Várias edições da referida obra). 25-66. 22-45. A máquina de fazer deuses. 1993. livro III. Arnaldo. Rio de Janeiro: Imago Editora. nº 03. tanto intra-sistêmico como críticas legitimadoras da sua rejeição. Victoria. 188-214. p.(Orgs. 27-78. nos libertar de vez de um dito “obscurantismo religioso” e para nos fazer viver num mundo totalmente desencantado e dominado pelas diversas facetas da razão forjada na modernidade Ocidental. 2005. 2005. modernidade e tradição. Antônio Flávio. Cristián. 186-214. cap. A economia das trocas simbólicas. O dossel sagrado. Christinity. Jessé. ELIAD. Social Change. esse tipo de tratamento parece se tornar cada vez mais insustentável. p. São Paulo: Ed. Enzo. Dilemas da liberdade religiosa no Brasil e na França. 1992. Roberto. TEIXEIRA. Paulinas. (Orgs. SAGE. Ângela Randolpho. (Orgs. Manual de Sociologia da Religião. Bryan S. 247-253. a disciplina tem como perspectiva. 97-113. religião e modernidade. pelo contrário. p. “Introdução”. La religión invisible. E. Paula. Peter L. MELUCCI. 231-267. I: “Definição do fenômeno religioso e da religião”. Mito do eterno retorno. p. Sociologia da Religião. Nos dias atuais. Uma comparação entre Brasil e Estados Unidos. PACE. TURNER. El problema de la religión em la sociedad moderna. "La Invasion de las Sectas": El debate sobre Nuevos Movimentos Religiosos en los medios de comunicacion en Argentina. p. 1996. p. São Paulo: Editora UNESP. 1995 . livro I. p. Michael. 239-259. Economia e sociedade. Religião Popular e Modernização Capitalista. ______________. WEBER. (caps. NESTI. 2007. Mircea. 09-34. interpretações e tréplicas. n º 1. 1997 . São Paulo: Mercuryo. ERICKSON. A. Transformações do campo religioso. São Paulo: USP. Primeira parte. La Religión y la Teoría Social . Alberto. Alejandro. COHN. London: 1988. p. 1985. GIUMBELLI. um espetacular revigoramento do fenômeno religioso no mundo contemporâneo que coloca a religião na ordem do dia das preocupações acadêmicas. 337-354 1995. São Paulo: Editora Ática. Pluralismo. p. Chronos 9 de 27 13/07/09 às 12:02 . Jonathan. Thomas. p. Sociologia. Anna et al. CIPRIANI. ROBBINS. In Sociedad y Religion. II “Os elementos do sacrifício”. 1973. O desencantamento do mundo. p. Elementos para uma teoria sociológica da religião. Petrópolis:RJ. ________________.) Weber.142-159. Religião e política na América Latina. o aprofundamento das principais teorias interpretativas da religião desenvolvidas na modernidade. São Paulo: Paulus. VI (em algumas edições cap. 2002. Por uma sociologia reflexiva. Protestante. 2001.

VASCONCELOS. na medida em que os elementos da matriz européia e cristã fossem penetrando e produzindo o processo de miscigenação. VASCONCELOS. 2006. 1988. São Paulo: Brasiliense. Athrur. Inicialmente os estudos se desenvolveram a partir do pressuposto evolucionista que buscava ver no sincretismo afro-brasileiro uma demonstração da inferioridade genética e. Os africanos no Brasil.1977. Bantos. Tópicos sobre o papel da igreja em relação à escravidão e religião negra no Brasil. a partir da teoria dos arquétipos de C.). Ser escravo no Brasil. Eduardo. In: Revista de Teologia e Ciências da Religião da UNICAP. etnobotânica e comida. A percepção ideológica dos fenômenos religiosos: Sistema nagô no Brasil. mas como um rico e complexo processo de construção de sentido para a existência das pessoas envolvidas e. VALENTE.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos INTERPRETAÇÕES DO SINCRETISMO AFRO-CATÓLICO NO BRASIL Período: 1º Semestre Sub-Título: Docentes SÉRGIO SEZINO DOUETS VASCONCELOS Nº de Docentes: 1 Ementa: MCR-6207 Mestrado Acadêmico 45 3 Carga-Horária: 45 Categoria Docente Permanente Créditos: 3 Carga Horária % 45 45 100. Religiosodade. In: Revista de Teologia e Ciências da Religião da UNICAP. 1988. malês e identidade negra. São Paulo: Companhia Editora Nacional. a partir dos estudos desenvolvidos por Roger Bastide é que a agenda dos estudos sobre o negro no Brasil sofreu uma profunda transformação. 43-50. práticas terapêuticas. 328-339. Rio de Janeiro: Forense Universitárias. São paulo: Brasiliense. 1978. 3.. A morte branca do feitiçeiro negro: umbanda e sociedade brasileira. p. São Paulo: Editora nacional. 2006. dez.00 100. pois é a partir dele que o sincretismo afro-católico começa a ser visto a partir da perspectiva do próprio negro. São Paulo: Paulinas. Renato. Orixás: Deuses iorubas na África e no Novo Mundo. São Paulo: Corrupio. RODRIGUES. In: Symposium. Roger. n. 1971. Rio de Janeiro: Fuandação Biblioteca nacional/ Editora UFRJ. anti-sincretismo. 3. Petrópolis: Vozes. o sincretismo e a sua relação com a discussão sobre a negritude e o sincretismo e o seu papel na construção da identidade afro-brasileira. RODRIGUES. A Importância de Placide Tempels para os estudos das religiões afro-brasileiras. conseqüentemente. São Paulo: Ed. Só. dez. RAMOS. ano 4. MATTOSO. Raimundo. Chronos 10 de 27 13/07/09 às 12:02 . VASCONCELOS. especial. negritude versus sincretismo. Os nagô e a morte. 1985. v. 2004. p. Não como uma etapa a ser superado por algo novo. BASTIDE. Recife.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . As religiões africanas no Brasil. Carlos. Joana Elbain dos. principalmente na Antropologia e na Sociologia no Brasil pode ser dividida entre dois momentos significativos: antes e depois das pesquisas desenvolvidas por Roger Bastide sobre as religiões africanas no Brasil. IWASHITA. CINTRA. n. posteriormente. Rio de janeiro: Palas. Jeferson (Orgs. Recife. psicológica dos negros. Sincretismo religioso afro-brasileiro. Petrópolis: Vozes. Faces da tradição afro-brasileira. Finalmente. 1998. HOORNAERT. Kátia de Queirós.1976. O candomblé da Bahia: rito nagô. Jung. Sergio Sezino Douets. A sua discussão. de suas identidades. 2005. eu danço": a experiência de Deus no candomblé. In: Revista de Cultura Vozes (7). O negro brasileiro. Roger. sincretismo. ORTRIZ. A partir desta mudança na perspectiva de análise do sincretismo outras constituições também surgiram e serão analisadas na disciplina: o sincretismo e o seu significado psicológico. O animismo fetichista dos negros baianos. set. "Quando me guias. SANTOS. 1991. os estudos buscaram compreender o sincretismo como parte de um processo cultural em evolução. Sergio Sezino Douets.00 O sincretismo afro-católico é uma das principais características do campo religioso brasileiro. no qual o elemento negro iria cada vez mais se diluindo em algo genuinamente novo. Nei. VERGER.. São Paulo: Paulinas. CAROSO. Pioneira/ USP. Nina. Bibliografia: BASTIDE. 4. 1977. BACELAR. 1978. SANTOS. v. LOPES. 1988. BASTIDE. 1981. Joana Elbain dos. Waldemar. Recife . Maria e Iemanjá: análise de um sincretismo. Pierre Faratumbi. n. a disciplina quer problematizar a necessidade de uma abordagem interdisciplinar para a compreensão das várias dimensões deste fenômeno para os sujeitos nele envolvidos. Posteriormente. p. Salvador: CEAO. Formação do catolicismo brasileiro 1500-1800.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . Candomble e umbanda: O desafio brasileiro. 35-51. 1973. 23-34. p. São Paulo: Perspectiva. Nina. São Paulo: Companhia Editoa Nacional. Sergio Sezino Douets. 1988. reafricanização. Pedro. 2000. Recife: Massagana. G. Roger. Estudos afro-brasileiros. 4. influenciados pelas teorias da mestiçagem.

1998. 1990. Monaco: Rocher. teologia e física. Stéphane Lupasco. 2002. ELLACURÍA. O cristianismo diante do pluralismo religioso. 1990. metas. 1986. 1999. (Org). Mysterium creationis: um olhar interdisciplinar sobre o universo. 57-100. (Org). São Paulo: Loyola. São Paulo: Attar. vol. vol. Ignacio/SOBRINO. Trata-se de um pensamento calcado nas descobertas da nova física. ----.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . ----. Quel Dieu pour un monde scientifique? Paris: Nouvelle Cité. ----. Chronos 11 de 27 13/07/09 às 12:02 . T. sentido e evolução: a cosmologia de Jacob Boehme. Paris: Nouvelle Cité. Jon (Org). Lisboa: Instituto Piaget. ---. Revista Eclesiástica Brasileira. NICOLESCU. Mysterium liberationis. E. caminhos. 2002. 1991. quête de sens dans le monde présent.e BINGEMER. do diálogo inter-religioso. As idéias. P. Vol 2. São Paulo/Quito: Paulus/Abya Yala. pois. Apresentaremos a lógica do Terceiro Incluído e buscaremos o modo de usar a transdisciplinaridade na teologia e no seu aporte ao diálogo entre as tradições religiosas. S. Bibliografia: DISCIPLINA Sigla-Número Nível Carga Horária M METODOLOGIA DO DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO MCR-6201 Mestrado Acadêmico 45 D F 3 Créditos Ementa: Vivemos em um mundo extremamente dividido. São Paulo: Triom. II parte. Monaco: Rocher. 157-210. Nous. ----. atendendo às necessidades dos projetos de pesquisa em andamento. Aparecida : Santuário. hauridos da epistemologia transdisciplinar da complexidade. 2006): 880-920. REB 49/193 (março 1989): 81-126. além dos nacionalismos que dividem os países. e BADESCU. o racismo que ainda é forte em todo o mundo. MAGNIN. 66. Hoje. Teologia em mosaico. transdisciplinaridade e metodologia teológica. ----. 1989. Entre science et religion. MORIN. mas com abrangência e validade ampla e humanística. Evangelizar a partir dos projetos históricos dos outros. visando à busca transdisciplinar de fundamentos para o diálogo entre culturas e religiões. Madrid: Trotta. Rio de Janeiro: Contraponto. Bauru: EDUSC. ----. A dança dos orixás e o canto dos santos. Paraboles scientifiques. Maria C. São Paulo: Paulinas. Monaco : Rocher. ----. RANDOM. Natal: UFRN. 2001. São Paulo: Triom. o homem e a obra. está nos seus pressupostos filosóficos: na lógica da identidade. B. 1991. fasc. Teologia. 1999. Petrópolis: I parte. 2000. LUPASCO. 1998. 1994.Tb. São estas as temáticas da disciplina: uma viagem entre fé e ciência. O pensamento transdisciplinar e o real. 66. Inculturação. 377-422. Desafios. ----. BOHR. teoria da complexidade. M. modo de usar a transdisciplinaridade na teologia: lógica formal e diálogo na tradição católica. Ensaios de missiologia. Teologia e cultura religiosa nas IES católicas. que inviabiliza toda compreensão alterativa e plural no entendimento da salvação e/ou transcendência. 1998. SUESS. 2006): 631-649. 1999. 264 (out. desafios e compromissos. Genève: Labor et Fides. 263 (jul. X. 2000. (Org. p. Este curso busca uma espiritualidade trans-religiosa que fomente a convivência amplamente ecumênica em nossa cultura globalizada e cada vez mais pluralista. ----. p. N. 1993. G. 1995. metodologia transdisciplinar e atitude trans-religiosa. la particule e le monde. L’homme et ses trois éthiques. L'expérience microphysique et la pensée humaine. Porto Alegre: Sulina. . Introdução ao pensamento complexo. SALLATIN. ----. São Paulo: Triom. Paris: Seuil. resgate do método científico transdisciplinar: física e níveis da realidade.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . Demarcaremos no curso os pressupostos lógicos para uma teologia do diálogo inter-religioso. A unidade da razão evangélica na multiplicidade de suas vozes: pressupostos. O Manifesto da Transdisciplinaridade. Science and theology about randomness and freedom.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos LEITURA DIRIGIDA MCR-6217 Mestrado Acadêmico 15 1 Ementa: Disciplina com ementa aberta para possibilitar estudos sobre temas relevantes e atuais. SUSIN. In : ANJOS. M. Percebemos que o maior problema das teologias das religiões e. O método. Monaco: Rocher. sobre santos e orixás e outras pontes das ciências da religião. p. Faremos uma análise das questões e oportunidades epistemológicas que a ciência atual levanta para a teologia. Culturas e evangelização. lógica do terceiro incluído. Ciência.). fasc. transdisciplinaridade e física. L. Complexidade e transdisciplinaridade. ----. ----. 1995. Física atômica e conhecimento humano. Bibliografia: ARAGÃO. além dos interesses econômicos que provocam a fome e a miséria de dois terços da humanidade. mais de sessenta guerras ferem nosso planeta – e muitas delas “em nome de Deus”. In: ABESC. Conceptos fundamentales de la Teología de la Liberación. Science avec conscience. H. 1999.

ed. Eva Maria. Pierre. 2003. Martin W. A monografia na universidade. Marcos Roberto Nunes. A(s) Ciência(s) da Religião no Brasil: afirmação de uma área acadêmica.. François. Petrópolis: Vozes. ed. podemos identificar outra forma de abordagem que se tem afirmado Nº de forte Docentes: 2 45 100. Hoje.\abr. Portanto.89 Permanente Ementa: MARCOS ROBERTO NUNES COSTA Docente 23 51. Alexandre. Yvonna S. São Paulo: Cortez. Essa forma metodológica vem ganhando gradativamente confiança. SEVERINO. RUBIO. Construção da realidade social. MINAYO. MARCONI. Rio de Janeiro: Editora Guanabara. São Paulo: Paulinas. 2001. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução. Antônio Joaquim.57-63. __________. INÁCIO FILHO. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. LINCOLN. DOMINGUES. Porto Alegre: Sulina. et al. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Otávio. Metodologia do trabalho científico. a Educação. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusões de cursos. 2007. 2001. 3. Philippe. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. MARTINS. 2000. apresentando. 1996. MORIN. Um manual prático.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . O império do sentido. In Revista de Administração de Empresas. Silvio Luiz de. ed. CULTURA Período: 1º Semestre E SOCIEDADE Sub-Título: Docentes DRANCE ELIAS DA SILVA Categoria Carga-Horária: 45 Créditos: 3 Carga Horária % Docente 22 48. 35. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. TCC. 5. pp. LINTZ. Chronos 12 de 27 13/07/09 às 12:02 . O poder simbólico. São Paulo: Pioneira. levando. as normas técnicas da ABNT para normatização de Trabalhos Acadêmicos. testando constructos e hipóteses a partir do uso de mediações numéricas. 22. teses. Lisboa: Gradiva. por sua vez. 1989. Norman K. Anthony. 2000. Arilda S. Além da reflexão em torno da pesquisa qualitativa. amostragens e técnicas de pesquisas. Novas regras do método sociológico. São Paulo: Atlas. Gilberto de Andrade . 2006. Edgar. Maria Cecília de Souza. O que a religião pode fazer pelas Ciências Sociais? In: TEIXEIRA. ed. imagem e som.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . onde o sujeito desempenharia um papel ativo. A humanização das Ciências Humanas. Antônio Carlos. Pesquisa qualitativa com texto. São Paulo: Hucitec / Rio de Janeiro: Abrasco. Marina de Andrade . VELHO. dissertações e monografias. na prática. COSTA. v. 1995a p. e ampl. Rio de Janeiro: LTC Editora. mas incluiria a subjetividade do sujeito. passando a ser entendida como eficiente. nossa abordará os elementos constitutivos de um Projeto de Pesquisa de Monografias Acadêmicas. Faustino (org. OLIVEIRA. GIDDENS. Franz Victor. 2. 2005. 29. Petrópolis\RJ: Vozes. 2001. ver. 2001. BOURDIEU. Manual para elaboração e apresentação de monografias acadêmicas. GODOY. Bibliografia: ? Parte I (Pesquisa Social Qualitativa) BAUER. rev. ed. A pesquisa quantitativa pressupõe que a realidade é objetiva e mensurável e procura entendê-la através de abstrações e interpretações das relações causais. monografias. Bauru\SP: EDUSC. Introdução ao projeto de pesquisa científica.. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 1999. 1993. São Paulo: Atlas. Geraldo. ed. dissertações e teses. Clifford. 2003.00 como procedimento de investigação: trata-se da pesquisa “qualitativa”. Os usos sociais da ciência. de formar sistemático-interpretativa. elaboração. Por uma sociologia clínica do campo científico. a realidade não seria composta apenas por dados objetivos. 2000. DOSSE. Introdução ao pensamento complexo. nomeadamente no que se refere à Dissertação. Bauru\SP: EDUSC. 8. Como elaborar projetos de pesquisa. Lia da Rocha. A pesquisa qualitativa. São Paulo: UNESP.11 Permanente A pesquisa social tem sido marcada de forma significativa por estudos que valorizam o emprego de métodos quantitativos para descrever e explicar fenômenos. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas. ed. 184 p. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. a Filosofia. mar. CORCUFF. 1998. A interpretação das culturas. LAKATOS. porém. São Paulo: Atlas. DENZIN.). 2001. 4. 2002. Recife: INSAF. Teorias sociológicas no século XX. 2004. cada aluno a construir seu projeto de monográfico. As novas sociologias. GASKELL. George.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos METODOLOGIA DO TRABALHO ACADÊMICO MCR-6102 Mestrado Acadêmico 45 3 Obrigatória nas Áreas de Concentração RELIGIÃO. análise e interpretação de dados. tendo em vista a elaboração da Dissertação de fim de Curso de Mestrado. 233-250. Campinas: Papirus. concebe a realidade como um processo de construção permanente. nº 2. Porto Alegre: Artmed. 1999. GEERTZ. ? Parte II(Metodologia do Trabalho Acadêmico) BASTOS. esse tipo de pesquisa vem se fortalecendo também em outras áreas que tradicionalmente se interessam pela religião como a Psicologia. José Maurício. Inicialmente veio à tona no seio da Antropologia e da Sociologia. TGI. GIL.

que permita compreender e atualizar as Sagradas Escrituras judaico-cristãs de forma criteriosa.Crítica literária. PONTIFÍCIA COMISSÃO BÍBLICA. Chronos 13 de 27 13/07/09 às 12:02 . 2000.Abordagens através das Ciências Humanas 1. São Paulo: Paulinas. 4. Abordagens contextuais 1.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . Metodologia de exegese bíblica.Abordagens baseadas na Tradição 1. Cássio Murilo Dias da. A interpretação da Bíblia na Igreja. 2.Análise semiótica III. A palavra se fez livro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I. MAINVILLE. SILVA. II. 1994.Crítica dos gêneros.A crítica textual.Abordagem feminista Bibliografia: ASSOCIAÇÃO DE CULTURA BÍBLICA. 1999. KONINGS. Vademecum para o estudo da Bíblia.Análise lingüística e semântica. São Paulo: Paulinas.Abordagem através da Antropologia Cultural 3.Análise narrativa 3.Abordagem da libertação 2.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . 6. São Paulo: Paulinas.Crítica da redação. 1999.Abordagem com recurso às tradições de interpretação 3. São Paulo: Loyola. 5.Novos Métodos de Análise Literária 1. A bíblia à luz da história: guia de exegese histórico-crítica. na perspectiva do enfoque epistemológico das Ciências da Religião.Crítica das tradições.Abordagem canônica 2. 3. 2000. Johan.Abordagens psicológicas e psicanalíticas V. Odette.Análise retórica 2.Abordagem através da história dos efeitos do texto IV.Método Histórico Crítico 1.Abordagem sociológica 2. São Paulo: Paulinas.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos MÉTODOS DE LEITURA DA BÍBLIA MCR-6202 Mestrado Acadêmico 45 3 Ementa: Abordagem sobre os diversos métodos de leitura da Bíblia.

O matrimônio: realidade terrestre e mistério de redenção. Teologia do matrimônio cristão. PASTOR RAMOS.-P.. 1. ELIADE. 1999. _______ ______ Tratado de história das religiões. LIBÂNIO. 1975. . 1987. DESROCHE. 1965. 1993. São Paulo: Paulinas. São Paulo: Loyola. Hans. 193 p. 283 p. DREWERMANN.119 p. . 2000. Léxico das religiões. 267p. KÖNIG. São Paulo: Loyola. São Paulo: Editora Ática. O homem e suas religiões: ciências humanas e experiências religiosas. Bologna: EDB. Alcorão. 1994. Samir El. I-V. 98p. FRIES. São Paulo: Tangará. Mircea.O matrimônio e as famílias no Hinduísmo e Budismo. Dialética da família. Petrópolis: Vozes. na busca da realização mais plena da pessoa humana e desse primeiro grupo social (família).O matrimônio e as famílias no mundo greco-romano. O matrimônio e a família nas religiões da antiguidade . J. 1990. v. 2004. 200p. 155 p. 1998. CANEVACCI. 1982. Elementos para uma teologia prática do amor. 2. Petrópolis: Vozes. 1969. . v. BRUN. As estruturas elementares de parentesco. Massimo. 1-5. COMBY. Discursos para casamentos. KASPER. F. 183p. João B. 282p. A sabedoria das grandes religiões. 622p. 1991. Eugen. Petrópolis: Vozes. Petrópolis: Vozes. 319p. 1993. São Paulo: Paulinas.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos O MATRIMÔNIO E A FAMÍLIA NAS RELIGIÕES MCR-6205 Mestrado Acadêmico 45 3 Ementa: Estudo sistemático sobre a origem do matrimônio nas eras da humanidade e a complexa dinâmica e estruturação das famílias nas principais religiões da humanidade. 537 p.O matrimônio e as famílias entre os aborígines brasileiros. segundo as cosmovisões das religiões abordadas. LÉVI-STRAUSS.O matrimônio e as famílias no Islamismo. J. De la naissance des dieux à la naissance du Christ. 85p. Franz-WALDENFELS. ao longo do tempo-espaço. Para entender as religiões. Enchiridion della famiglia. Nadir José. A família na Bíblia. GAER. São Paulo: Paulinas. 479p. Hans. . São Paulo: Martins Fontes. 1985. Heinrich.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . 2002.O matrimônio e as famílias no Xintoísmo e Japão moderno. Joseph. Claude. mostrando a influência que exercem as religiões na manutenção e dissolução das famílias. .Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 1979. Henri. Campinas: Editora Verus. E. John. 2000. Bibliografia: BOWKER. Paris: Seuil. Walter. SCHILLEBEECKX.O matrimônio e a família no Confucionismo e Taoísmo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Dicionário de Teologia. 283p. Chronos 14 de 27 13/07/09 às 12:02 . São Paulo: Brasiliense. . Vida e religiões no império romano. São Paulo: Loyola. 1988. O matrimônio e as famílias nas religiões orientais . 301 p.O matrimônio e as famílias no mundo babilônico e egípcio . JOÃO PAULO II.O matrimônio e as famílias no Cristianismo. História das crenças e das Idéias religiosas.LÉMONON.O matrimônio e as famílias no Judaísmo. KÜNG. São Paulo: Cultrix. Religiões do mundo: em busca de pontos comuns. HAYEK. A religião no início do milênio.O MATRIMÔNIO E AS FAMÍLIAS NOS MONOTEÍSMOS . Rio de Janeiro: Zahar.

Roger. Petrópolis: Vozes. 1985. O negro na civilização brasileira. A escravidão africana: América Latina e Caribe. Petrópolis: Vozes. RAMOS.O sincretismo e identidade afro-brasileira Bibliografia: BASTIDE. São Paulo: Brasiliense. As religiões africanas no Brasil. Formação do catolicismo brasileiro 1500-1800.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas .) Escravidão negra e hisória da igreja na América Latina e no Caribe. CEHILA (Org. 1978.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . 1987. HOORNAERT. Herbert. 1976. Pioneira/ USP. Pedro Ribeiro de. Rio de Janeiro: Livraria da Casa do Estudante do Brasil. OLIVEIRA. Petrópolis: Vozes. Eduardo.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos PRESSUPOSTOS DO SINCRETISMO AFRO-CATÓLICO NO BRASIL Ementa: MCR-6208 Mestrado Acadêmico 45 3 Analisar os pressupostos históricos e antropológicos que contribuíram para a formação do sincretismo afro-católico no Brasil. 1956. CINTRA. Raimundo. MATTOSO. Petrópolis: Vozes.1988.As confrarias religiosas . VALENTE. Chronos 15 de 27 13/07/09 às 12:02 . 1985. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO . Waldemar. Ser escravo no Brasil. Candomblé e umbanda: o desafio brasileiro.O processo de romanização no Brasil .A colonização do Brasil . estrutura e função do catolicismo romanizado no Brasil.O catolicismo medieval .A cosmovisão africana tradicional . 1971.O transporte de escravos africanos . São Paulo: Brasiliense. Kátia de Queirós.O surgimento dos terreiros de candomblé no Brasil . São Paulo: Ed.O catolicismo popular colonial . Sincretismo religioso afro-brasileiro. A religião e dominação de classe: gênese. 1987. KLEIN. Arthur.A evangelização dos escravos no Brasil colonial . buscando salientar a importância desse sistema religioso no processo de construção da identidade dos afro-descendentes no Brasil. São Paulo: Companhia Editoa Nacional.

Religiões do mundo: em busca dos pontos comuns. Petrópolis: Vozes. O Jesus histórico: um manual. John Dominic. história e sociedade na Galiléia: o contexto social de Jesus e dos Rabis. 357 p. Brasília: Ser. Huston. KUNG. 2000. Henry. Wolfgang. São Paulo: Paulus: 2004. As grandes religiões: temas centrais comparados. New York/Toronto: Alfred A. Victor. CROSSAN. 374 p. 153 p. 1997. 2000. HORSLEY. REED. Rio de Janeiro: Imago. STEGEMANN. História da Religião de Israel. 323 p. São Paulo: Loyola. Pelo contrário. 2000. 2004. Jonathan L. Hans. Sociologia da religião: enfoques teóricos. com olhar específico sobre a prática social de Jesus e do seu grupo. com ênfase no grupo liderado por Jesus de Nazaré.00 100. São Paulo: Paulus. The great transformation: the beginning of our religious traditions. Richard A. KEE. Annette. algo que chamaríamos hoje de inclusão social.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos RELIGIÃO E INCLUSÃO SOCIAL: A PARTIR DO MOVIMENTO DE JESUS Período: 2º Semestre Sub-Título: Docentes JOÃO LUIZ CORREIA JÚNIOR Nº de Docentes: 1 Ementa: MCR-6223 Mestrado Acadêmico 45 3 Carga-Horária: 45 Categoria Docente Permanente Créditos: 3 Carga Horária % 45 45 100. Richard A. O dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. Petrópolis: Vozes. HOORNAERT. Arqueologia. São Paulo: Cultrix. na prática sócio-político-religiosa de grupos intrajudaicos na Palestina do século I. 2002. C. 1998. 2001.00 A vivência religiosa pode se tornar pura alienação quando não leva a pessoa a se confrontar com o contexto vital em que está inserida. 226 p. Petrópolis: Vozes. Peter L. São Paulo: Paulus. O nascimento do Cristianismo: o que aconteceu nos anos que se seguiram à execução de Jesus. 521 p. HELLERN. BERGER. Jesus de Nazaré: mensagem e história. Richard A. 2006. SCARDELAI. em suas origens. Emma. Esse protocristianismo e. Neil Asher. Bandidos. História social do protocristianismo: os primórdios no judaísmo e as comunidades de Cristo no mundo mediterrâneo. FOHRER. Em busca de Jesus: debaixo das pedras. uma linha de pesquisa atual tem se dedicado ao estudo crítico dos primórdios (dentro da cultura judaica) do movimento que deu origem ao Cristianismo. 1999. atrás dos textos. BRUNNER-TRAUT. São Paulo: Paulinas. SILBERMAN. Helmut. 334 p. 124 p. John P. Georg. O evangelho social de Jesus: o reino de Deus em perspectiva mediterrânea. longe do contato ou da participação da sociedade palestinense do século I. Donizete. 410 p. H. São Paulo: Paulinas. Ekkehard. Campinas: Verus. O livro das religiões. 2000. Gerd. tudo indica que esse movimento estava voltado para testemunhar e vivenciar a justiça misericordiosa de Deus em meio aos conflitos e desafios daquele tempo. As religiões do mundo: nossas grandes tradições de sabedoria. As origens cristãs: em perspectiva sociológica. 2003. Karen. Um judeu marginal: repensando o Jesus histórico (volume três. 2006. 287 p. 283 p. 194 p. Burkhard. São Paulo: Paulinas. São Paulo: Companhia das Letras. SCHERER. São Paulo: Loyola. 432 p. São Paulo: Paulus. na perspectiva da inclusão social. A mensagem e o Reino: como Jesus e Paulo deram início a uma revolução e transformaram o Mundo Antigo. 1985. MALINA. 2005. São Paulo: Paulinas. história e literatura do cristianismo primitivo.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 2007. SMITH. 2004. a disciplina tem como objetivo fazer uma abordagem crítica da ação social da Religião Cristã. __________. estudar textos seletos dos Evangelhos. THEISSEN. de modo especial o movimento de Jesus. Bruce J. HORSLEY. não se organizou como uma seita reclusa puritana. 194 p. 184 p. MERZ. TEIXEIRA. Chronos 16 de 27 13/07/09 às 12:02 . conforme apontam as pesquisas. analisar tais ações na perspectiva da inclusão social. STEGEMANN. HORSLEY. livro um: Companheiros). 312 p. NOTAKER. para se compreender o alcance social desses grupos. Dentro desse cenário. Origens do Cristianismo: uma leitura crítica. 367 p. São Paulo: Academia Cristã / Paulus. As linguagens da experiência religiosa: uma introdução à fenomenologia da religião. 651p. GNILKA. CROATTO. 270 p. Faustino (Org. Jostein. José Severino. Eduardo. 2004. Petrópolis: Vozes.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . GAADER. Profetas e Messias: movimentos populares no tempo de Jesus. MEIER. São Paulo: Paulus: 2005. 2003.). São Paulo: Paulinas. Partindo desse problema desafiador para toda expressão religiosa. Knopf. 542 p. Joachim. Os fundadores das grandes religiões. 1995. Movimentos messiânicos no tempo de Jesus: Jesus e outros messias. 2006. Introdução ao Novo Testemento: 2. 315 p. São Paulo: Paulus. KOESTER. 1983. Bibliografia: ARMSTRONG.

Candomblé e Umbanda: o desafio brasileiro. Recife. 1999. v. CAMPOS. Sao luis: Uema ed. VASCONCELOS. (Org. In. A Experiência dos orixás: um estudo sobre a experiência religiosa no Candomblé. n. 2 . 2. Pe .) Caminhos da Alma: memória afro-brasileira. 28-36. Revista Symposium. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS: Definição Importância do Estudo As pesquisas DEFINIÇÕES Xangô. p.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . Maranhao encantado: Encantaria maranhense e outras historias. Recife: CFCH/UFPE. Religião afro-brasileira. Zuleica Dantas Pereira. Tambor de Mina: características Umbanda: conceituações ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA O caso dos Xangôs do Recife Rituais realizados Os Xangôs e a sociedade: discriminações Bibliografia: BERKENBROCK. 2001. FONSECA. Mundicarmo Maria Rocha. v. 2000. Zuleica Dantas Pereira. ed. 8. CAMPOS. 1999.ed.1.O sincretismo afro-católico solução ou problema?. 1985. CINTRA. Candomblé.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . Dissertação de mestrado em Antropologia. Recife. 1999.Symposium. Wagner Gonçalves da. O Terreiro Obá Ogunté: Parentesco.-dez.Organização hierárquica e o funcionamento das religiões afro-brasileiras: o caso dos Xangôs recifenses. SILVA. São Paulo:Summus. rituais realizados. Sucessão e Poder. FONSECA. O candomblé e a dança da vida: um estudo antropológico sobre afiliação às religiões afro-brasileiras. Nº especial 1999.. FERRETTI. Sergio Sezino Douets. dentro da perspectiva do desenvolvimento da pesquisa antropológica no Brasil. Maria Nazareth Soares (Org). Recife. Brasil afro-brasileiro. Petrópolis:Vozes. 1994. 2002. Perseguida por Agamenon Magalhães: marcas de memória de uma mãe de santo pernambucana. Axé Mercosul: as religiões afro-brasileiras nos países do Prata. Volney J. Ari Pedro. a importância do estudo das religiões afro-brasileiras. jul. pp. São Paulo:Paulinas. Eduardo.65-70.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS MCR-6211 Mestrado Acadêmico 45 3 Ementa: Religiões afro-brasileiras: definição. Petrópolis:Vozes. ORO. 1. Umbanda e de outras formas de religiosidade: diferenciação. Belo Horizonte: Autêntica. 2004 Chronos 17 de 27 13/07/09 às 12:02 . o processo de discriminação e repressão aos Xangôs recifenses nas décadas de 30 e 40. Raimundo.

UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos SEMINÁRIO: CAMPO RELIGIOSO BRASILEIRO.00 Chronos 18 de 27 13/07/09 às 12:02 .Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas .33 46.00 Créditos: 1 Carga Horária % 8 7 15 53.33 100.00 100.00 Carga-Horária: 15 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100. CULTURA E SOCIEDADE Período: 2º Semestre Sub-Título: psicanálise e religião: reconciliação? Docentes LUIZ ALENCAR LIBÓRIO Nº de Docentes: 1 Período: 1º Semestre MCR-6218 Mestrado Acadêmico 15 1 Carga-Horária: 15 Categoria Docente Permanente Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100. com regularidade.00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . artigos Categoria Docentes FERDINAND AZEVEDO LUIZ CARLOS LUZ MARQUES Nº de Docentes: 2 Período: 2º Semestre Carga-Horária: 15 Sub-Título: Intelectuais católicos. entre o pensamento autoritário e a construção da dem Categoria Docentes FERDINAND AZEVEDO LUIZ CARLOS LUZ MARQUES Nº de Docentes: 2 Período: 2º Semestre Sub-Título: Religião e pós-modernidade Docentes ZULEICA DANTAS PEREIRA CAMPOS Nº de Docentes: 1 Período: 2º Semestre Sub-Título: A experiência religiosa juvenil numa cultura da subjetividade Categoria Docentes ANTÔNIO RAIMUNDO SOUSA MOTA Nº de Docentes: 1 Docente Colaborador Carga-Horária: 15 Categoria Docente Permanente Carga-Horária: 15 Docente Docente Permanente Permanente Docente Docente Permanente Permanente Docente Permanente Créditos: 1 Carga Horária % 7 8 15 46.00 100.00 100.00 Sub-Título: TRABALHANDO COM DEPOIMENTOS ORAIS: questões teórico-metodoló Categoria Docentes NEWTON DARWIN DE ANDRADE CABRAL Nº de Docentes: 1 Período: 1º Semestre Carga-Horária: 15 Sub-Título: “Com a mão na massa”: como produzir e publicar.00 100.67 53.67 100.00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100.

das mais variadas áreas. visando um maior equilíbrio e realização do homem e da mulher. com qualidade suficiente para ser publicado em revistas on line do tipo da revista Sacrilegens. o seminário abordará questões como: a produção de fontes orais. CASALI. 1. As tendências globalização versus individualização são simultâneas onde o processo de libertação individual depende da incorporação de valores de uma sociedade global e os jovens são o termômetro dessa realidade global. Cristianismo e Democracia. na área das Ciências da Religião. BRUNEAU. às vezes priorizando-a acima de qualquer ordenamento ou organização sócio-legal-cultural. maio/jun. PANDOLFI Dulce Chaves Pernambuco de Agamenon Magalhães. Rio de Janeiro: Agir. os jovens vivem sobre a égide de experiências fragmentárias. da construção de uma cidadania democrática e secular? 2. seu pensamento nem sempre teve uma recepção favorável. as possibilidades de uso das narrativas nas Ciências Humanas e Sociais. tanto positivas como negativas. 1974. 4. tal recurso possibilita que os pesquisadores registrem as experiências pessoais dos sujeitos a partir das suas vivências e elaborações em relação aos fenômenos do campo religioso. 186-190. Humanismo integral: uma visão nova da ordem cristã. Rio de Janeiro: Agir. e anatematizaram a Psicanálise que via a Religião como fruto de uma neurose compulsiva universal. dos intelectuais brasileiros. Petrópolis: Vozes. O crepúsculo da civilização. ______. marcado pela tradição autoritária. 1995. consolidação e crise de uma elite política Recife: Chronos 19 de 27 13/07/09 às 12:02 . MARITAIN. A questão de fundo permanece atual: é possível ser plenamente fiel à tradição católica e participar. ofereceu à Igreja e aos intelectuais católicos instrumentos capazes de articular uma cidadania cristã num regime democrático. ao mesmo tempo existindo a busca de segurança na coletividade. John. p. artigos científicos EMENTA: O seminário pretende oferecer um percurso pedagógico.estruturalismo francês: o novo paradigma estético de Felix Guattarri. São Paulo: Loyola. considerando que o jovem vive num mundo complexo e em rápida mudança na esfera sócio-cultural-religiosa-econômico e político. REFERÊNCIAS: AZEVEDO. Recife. 2006. os depoimentos orais vêm sendo usados por diversos cientistas. Maritain. SUBTÍTULO: Intelectuais católicos. 1966. Em todo mundo globalizado. EMENTA: A partir de 1936. Brasília.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . é neste contexto que se realiza a experiência religiosa juvenil numa cultura da subjetividade Os jovens valorizam a máxima liberdade pessoal.). PSICANÁLISE E RELIGIÃO: RECONCILIAÇÃO? EMENTA: O clima mecanicista materialista da última metade do século XIX e inícios do século XX. A religião na sociedade pós-moderna. Partindo de tal perspectiva. o pós. Thomas. após estudos e pesquisas mais aprofundados e menos preconceituosos sobre Freud e suas circunstâncias pessoais e culturais. O seminário apresenta os aspectos centrais do pensamento cívico-social de Maritain e examina as reações a ele. em um momento histórico em que triunfavam na Europa ocidental os ideais nazi-facistas. especialmente através de uma vivência de fé não dicotômica. que possibilite ao mestrando percorrer. Tradução Afrânio Coutinho. 6. Jacques. p. questões metodológicas: a gravação. especialmente os do Nordeste. 1221-137. sobre alguns temas até bem fundamentadas. 541-546./ago. Recife: FASA. No Brasil. 1941. Alípio. 1984. ______. DF: UNB. ______. São Paulo: UNESP. incrementado por Feuerbach e Marx. DELGADO. À margem da filosofia social de Jacques Maritain. Brasília: INL. com regularidade. Milão: Massimo. Memórias em linha reta. 1946. Ferdinand. TRABALHANDO COM DEPOIMENTOS ORAIS: questões teórico-metodológicas EMENTA: Tendo iniciado entre os historiadores. a transcrição e a edição. mas integradora da personalidade humana. 5. O poço do passado. Rio de Janeiro. BUSETTO. Elite intelectual e restauração da Igreja.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Ementa: Disciplina com ementa aberta para possibilitar estudos sobre temas relevantes e atuais. Tradução e introdução Alceu Amoroso Lima. passo a passo. há um acelerado processo de individualização e subjetivação. MANIFESTO da resistência democrática aos brasileiros. 1998. A EXPERIÊNCIA RELIGIOSA JUVENIL NUMA CULTURA DA SUBJETIVIDADE EMENTA: Este seminário tem como objetivo analisar a tipologia da experiência religiosa dos jovens na cultura pós-moderna. numa época de grandes paradoxos e contradições. especialmente o Judaísmo e o Cristianismo. 1945. com seu instrumento a Psicanálise. 2000. ago. as etapas fundamentais na formulação e produção de textos acadêmicos. No limiar do século XXI. Um forte embate se arrasta ao longo de todo o século XX. Luis. As Igrejas reagiram a essas críticas. (org. a difícil trajetória da Vice-Província do Brasil Setentrional da Companhia de Jesus nos anos 1937 a 1952. ed. Jacques Maritain and the moral foundation of democracy. ______. A Ordem. sozinho ou em parceria com o próprio orientador. 1903-1943. André Franco. com a sua obra Humanismo Integral. Áureo. 1996. publicada pelos mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora. Rio de Janeiro. i Papi e il concilio Vaticano II. Rio de Janeiro. 2002. Este Seminário visa mostrar e refletir sobre esse novo diálogo aproximativo com as temáticas: Deus. influenciou e muito a Freud que. 1939. CHACON. FASA. História dos partidos brasileiros: discursos e práxis do seus programas. faz acerba crítica à Religião especialmente com Totem e Tabu (1912) e Moisés e o Monoteísmo (1939) e de modo muito forte com o livro O futuro de uma Ilusão (1927) – criando um hiato entre Psicanálise e Religião. Nacional. O homem e o estado. No caso das Ciências da Religião. num contexto de crise da modernidade pós-moderna. G. atendendo às necessidades dos projetos de pesquisa em andamento. SUBTÍTULO: RELIGIÃO E PÓS-MODERNIDADE EMENTA: O projeto da modernidade e seu esgotamento. tanto teórico quanto prático. O catolicismo brasileiro em época de transição. entre o pensamento autoritário e a construção da democracia leiga: a contribuição de Jacques Maritain para o pensamento político católico no Brasil. Bibliografia: 1. entre o pensamento autoritário e a construção da democracia leiga: a contribuição de Jacques Maritain para o pensamento político católico no Brasil. questões éticas subjacentes. Procurando sua identidade. Religião e pós-modernidade. SUBTÍTULO: Intelectuais católicos.ed. Rowman & Littlefield. GALEAZZI. As teorias pós-modernas (primeiras discussões). de relatividades subjetivas com o risco do colapso dos paradigmas que estruturam suas vidas e se reflete também na estruturação da tipologia religiosa que expressam. surgem pistas para uma maior aproximação ou talvez uma reconciliação futura entre Psicanálise e Religião. uma ilusão infantil? e Religião. ______. “Com a mão na massa”: como produzir e publicar. um retrato de Michel Foucault . o filósofo católico francês Jacques Maritan. 2006. Terá como meta a produção de um artigo por participante. O Pós-Moderno de Jean-François Lyotard. São Paulo: Ed. 3. São Paulo. as máquinas desejantes de Deleuze e Guattari. 4. A democracia cristã no Brasil: princípios e práticas. MONTORO. 1945. também plenamente. A Ordem. Vamireh. p. p. o último tabu? Tenta-se assim buscar uma maior integração entre essas duas áreas. a pós-modernidade e o Capitalismo tardio de Fredric Jameson. 2000. 3. A Ordem. DIJOSEPH. jul. Resgatando a vida e as obras de Manoel da Costa Lubambo. as significações estabelecidas entre a memória e o desejo. Tradução Alceu Amoroso Lima. Tradução Margarida Oliva.

1993. R. 12.R. São Paulo:Paulus. 1984. 2003.). Resumos dos discursos do College de France. Giovanni e tempo – Tra crisi. S. In: Dossier. Recife: Massangana. Casale Monferrato: Edizioni Piemme. 2003. Pela Mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 11 p. org. GUATTARI.(organizadores). 2/1. Petrópolis: Vozes. 1997.P. 2/3. Milano: Garzanti. pluralismo e crise de sentido. Torino: Monteferrato. Freud e Jung: Sobre a religião. Recife: 2005. Ideais e creencias Del hombre actual(5aed. ____________. Recife: 2006. revelação de Deus (2aed. ____________. São Paulo: Loyola. Petrópolis: Vozes. Ricardo (a cura di). Falar de Deus e com Deus. ____________.A perspectiva dos Estudos Culturais (6ª. n. Idati adolescente. 13. Le besoin de croire. As Palavras e as Coisas: uma arqueologia das ciências humanas. 2000. Freud e a questão da Religião. São Paulo: Loyola. E.ed. ______________ La ricerca del volto giovanile di Dio. Retratos da juventude brasileira-Análise de uma pesquisa nacional. 2006. A Arqueologia do Saber. 2005. História da Sexualidade I: a vontade de saber. Pós-Modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. p. Petrópolis:Vozes. Recife: 2005. 155p. Recife: 2006.2. ___________. São Paulo: Martins Fontes.. CARVAJAL. Evangelização da juventude. Rio de Janeiro: José Olimpio. 5. 104p. Jean-François. A. Milano: San Paolo.1997. São Paulo: Ed. Mimeo. Karen. Recife (FAFIRE): Revista Lumen Vol. Contextos sócio-culural religioso.. WONDRACEK. ABRAMO. Rio de Janeiro:Editora 34. POLLO. Leumann (Torino): Editrice Elledici. 1988. São Paulo: Paulinas.). PSICANÁLISE E RELIGIÃO: RECONCILIAÇÃO? REFERÊNCIAS: DROGUETT. Michel. ____________ As tipologias de acesso à compreensão da juventude de hoje. São Paulo: Paz e Terra / Fundação Getúlio Vargas.Caminhos e descaminhos das religiões hoje. Experiência religiosa numa cultura da subjetividade. ____________. 5. 2000. 1 (janeirojulho – 2007). mimeo. Giles. Zelindo. O Anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia. ed. JAMESON.. 2005. 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00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100. CIÊNCIA E NEO-ATEÍSMO PÓS-MODERNO Categoria Docentes DRANCE ELIAS DA SILVA GILBRAZ DE SOUZA ARAGÃO Nº de Docentes: 2 Período: 1º Semestre Carga-Horária: 15 Sub-Título: O PROBLEMA DAS GNOSES NOS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRIS Categoria Docentes MARCOS ROBERTO NUNES COSTA Nº de Docentes: 1 Período: 1º Semestre Sub-Título: As bem-aventuranças de Jesus no Evangelho de Mateus Categoria Docentes Cláudio Vianney Malzoni Nº de Docentes: 1 Período: 1º Semestre Sub-Título: Religião e cura .00 Chronos 22 de 27 13/07/09 às 12:02 .Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas .00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100. CULTURA E SOCIEDADE Período: 2º Semestre MCR-6219 Mestrado Acadêmico 15 1 Carga-Horária: 15 Créditos: 1 Carga Horária % Sub-Título: RELIGIÃO.00 Créditos: 1 Carga Horária % 7 8 15 46.um olhar crítico Docentes JOÃO LUIZ CORREIA JÚNIOR Nº de Docentes: 1 Período: 1º Semestre Carga-Horária: 15 Sub-Título: Elementos fundamentais para uma teoria do cristianismo primitivo Categoria Docentes PAULO FERREIRA VALÉRIO Nº de Docentes: 1 Período: 2º Semestre Carga-Horária: 15 Sub-Título: A arte de contar histórias: parábolas próprias do Evangelho segundo Lucas Categoria Docentes Cláudio Vianney Malzoni Nº de Docentes: 1 Período: 2º Semestre Sub-Título: Identidade(s) religiosa(s) na cultura pós-moderna Categoria Docentes DEGISLANDO NÓBREGA DE LIMA SÉRGIO SEZINO DOUETS VASCONCELOS Nº de Docentes: 2 Docente Docente Permanente Permanente Carga-Horária: 15 Docente Permanente Docente Permanente Categoria Docente Permanente Carga-Horária: 15 Docente Permanente Carga-Horária: 15 Docente Permanente Docente Docente Permanente Permanente 8 7 15 53.00 100.00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100.00 100.00 100.33 46.67 100.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos SEMINÁRIO: TRADIÇÃO JUDAICO-CRISTÃO.00 100.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO .00 100.67 53.00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100.33 100.00 Créditos: 1 Carga Horária % 15 15 100.

alteridade e transcendência Docentes Nilo Ribeiro Júnior PEDRO RUBENS FERREIRA OLIVEIRA Nº de Docentes: 2 Categoria Participante Externo Docente Carga-Horária: 15 Chronos 23 de 27 13/07/09 às 12:02 .Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Período: 2º Semestre Sub-Título: Ética.67 100.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Créditos: 1 Carga Horária % 8 Permanente 7 15 53.00 Disciplinas .33 46.

marcados sempre mais. STORNIOLO. Paulinas. porém. BARBAGLIO. a arte e a moral. Não tão tarde. as identidades religiosas vão se configurando como identificações cada vez mais provisórias. Rinaldo FABRIS e Bruno MAGGIONI Os Evangelhos (I). Diante de tal problema surgem duas posições contrárias: de um lado. Tal batalha se deu pelo confronto inicial entre dois “corpus” teóricos até então desconhecidos um do outro: o Pensamento Grego-Romano. Desse embate. Ou dizendo de uma outra forma. OLIVEIRA. 175-186. 2002. Para muitos. 2008. Evangelio segun san Mateo. aqueles que. 1. por exemplo. por meio das mais diversas expressões religiosas. Bibliografia: 1. simplesmente. 19753. SUBTÍTULO: RELIGIÃO E CURA – UM OLHAR CRÍTICO Ementa: O tema deste Seminário começa a ser estudado com mais atenção nos meios acadêmicos de conceituadas Universidades. de gnose ou heresia. Franz. passando pela ação taumatúrgica de Jesus e dos seus discípulos. com suas diversas visões e ideologias. então. 6. Paulinas. Ivo. atendendo às necessidades dos projetos de pesquisa em andamento. cabendo. 104-115.1-12) Ementa: Neste seminário pretende-se trabalhar o texto de Mt 5. Angelo. subtítulo: Ética. O processo crescente de interdependência do mundo e suas coisas traria a lenta e inexorável perda da relevância social. abordaremos o tema de modo mais amplo. Allen WIKGREN. Entre o céu e a terra: comentário ao Sermão da Montanha (Mt 5—7). Sintetizando. a tarefa de esclarecer qual seja a verdadeira e útil utilização da Razão para Fé. intensificada pela vulnerabilidade dos serviços no âmbito da saúde pública. frente a essa posição. alicerçado na Fé revelada. Carlo M. Daí receber o nome de Período Apologético. 2. O que seria dizer. 1990. Comentário ao evangelho de são Mateus. Warren. é metodológico. por exemplo. 167-188. No contexto das Ciências da Religião algumas publicações começam a veicular pesquisas que estão sendo efetuadas em alguns Programas. as coisas mundanas. Cabe.os gnósticos ou heréticos. pela relativização dos sistemas tradicionais de sentido dos reservatórios institucionais. na Fé revelada. na Razão. in Giuseppe BARBAGLIO. São Paulo. Vozes. Petrópolis: Vozes. Carlos. CIÊNCIA E NEO-ATEÍSMO PÓS-MODERNO. nas quais os sujeitos envolvidos assumem a lógica da bricolage como condição religiosa. O Sermão da Montanha: conselho. ciência e ateísmo continuam sendo pontos de pauta na agenda de muitos estudiosos. a ciência. Mas.1-12) Referências: ALAND. mas também o respeito pela crença em Deus. Sinopse dos evangelhos de Mateus. temporais. ao que chamam. o sagrado. considerando impossível uma conciliação entre Fé e Razão. um olhar na perspectiva do campo epistemológico das Ciências da Religião. Ivone Brandão de. São Paulo. O pensador tanto questiona as fórmulas feitas do pensamento corriqueiro na tradição judaica e cristã como a segurança do ateísmo moderno e pós-moderno. portanto. Pierre. dentre as quais aquelas provocadas pelo sofrimento proveniente das diversas doenças físicas e mentais. Os novos ateus insistem em condenar não apenas a crença em Deus. SUBTÍTULO: O PROBLEMA DAS GNOSES NOS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ Ementa: A primeira fase da Patrística é dedicada a defesa do Cristianismo contra os adversários pagãos e os inimigos internos da Igreja . São Paulo. nada mais é do que oportunismo e/ou puro charlatanismo? Diante de tais questionamentos. Para tanto.. Sociedades Bíblicas Unidas. procurar mostrar como se trabalhar com um texto bíblico. O novo ateísmo se apresenta como uma espécie de “religião dos não-crentes”. visto terem fundamentos diversos: aquela. VV AA Leitura do evangelho de Mateus Cadernos Bíblicos 12 São Paulo Paulinas 1982. que significa batalha intelectual em defesa de uma doutrina. 1980. não há valor e sentido algum na religião. onde estás?. advogavam a supremacia da Fé e a exclusão ou desnecessária utilidade da Razão. No novo cenário pós-moderno. a religião encontraria na razão pluralista e dividida. até chegar ao fenômeno nos dias atuais 3. seguiria empurrada até às margens da sociedade. nasce um discurso historicista da morte de Deus e do fim da religião. religião. Marcos e Lucas e da Fonte Q.1-12 conhecido como “As Bem-Aventuranças”. do século demonstram ter razão por si mesmas. O Evangelho de são Mateus. 19832. O Evangelho de Mateus. em Deus. outras tantas ofertas de sentido que disputariam com ela. SUBTÍTULO: RELIGIÃO. 39 44 Chronos 24 de 27 13/07/09 às 12:02 . BONNARD. Petrópolis. Esta foi se constituindo como afirmação do secular: sua consistência e autonomia. São Paulo: Paulus. se emancipariam da tutela da religião. Johan. Portanto.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 2005. Atualmente. Ementa: A Modernidade se expressou como a época da secularização. inclusive nas origens da religião cristã. Que observações críticas podemos formular sobre esse mercado religioso em franca expansão? O que está sendo oferecido é realmente eficaz? A oferta de curas imediatas. Como ler o evangelho de Mateus: o caminho da justiça. KONINGS. esta. publica da religião. caleidoscópicas. Madrid: Cristiandad. peregrinas. 87-95. abrangendo inclusive a área de pesquisas avançadas no âmbito das Ciências Médicas. Kurt. METZGER. SUBTÍTULO: As Bem-aventuranças de Jesus no evangelho segundo Mateus (Mt 5. Deus. as massas populares voltam-se para a dimensão da fé. então. O objetivo principal do seminário. Com isso. Caminhar para o reino com as bem-aventuranças. Nesse cenário de busca inadiável por terapias. São Paulo: Loyola. um dos aspectos importantes da Religião foi responder aos anseios mais elementares do ser humano em situações limites. na defesa da tese de que a humanidade não tem nenhuma programação biológica que a conduza à crença e que. aqui. que a política. Eis o que será trabalhado em nosso seminário. e o Pensamento Judáico-Cristão. Paulus. comprados por diversas instituições religiosas. MARTINI. 5. a perda da centralidade e relevância social da religião. fundamentado na Razão. 1997. ZEILINGER. como é mostrada na mídia em horários nobres. conseqüentemente. SUBTÍTULO: As Bem-aventuranças de Jesus no evangelho segundo Mateus (Mt 5. Münster Westphalia. ou seja. 1987. a religião aparecem cada vez mais como não necessário para sustentar o mundo. nascia o maior de todos os problemas da Filosofia/Teologia Medieval: a suposta impossibilidade de conciliação entre Filosofia e Teologia. antes mesmo do que pretender esgotar todas as possibilidades de interpretação deste texto escolhido. São Paulo: Loyola. In cooperation with the Institute for New Testament Textual Research. The Greek New Testament. MESTERS. e prega o fim da influência de Deus na vida moderna. Sem dúvida. ao que chamam de gnose cristã e em que consiste a má utilização da Razão. 2005. temos aqueles que pregavam uma conciliação entre Fé e Razão. com o intuito de observar o papel exercido pela religião no âmbito das curas. 31-32. este Seminário tem como objetivo fazer uma abordagem crítica sobre essa busca e oferta de curas por meio da fé religiosa. Matthew BLACK. Bruce M.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA Ementa: Disciplina com ementa aberta para possibilitar estudos sobre temas relevantes e atuais. lei ou ideal. o Período Apologético é marcado pela explosão de seitas heréticas. alteridade e transcendência Ementa: o seminário vai esboçar uma síntese do pensamento ético do filósofo francês Emanuel Levinas. O neo-ateísmo pós-moderno se expressa. LANCELLOTTI. nômades. Livros lançados recentemente por cientistas influentes demarcam essa referida postura. IDENTIDADE (S) RELIGIOSA (S) NA CULTURA PÓS-MODERNA EMENTA: O seminário tem como objetivo a problematização e caracterização da construção de identidade(s) religiosa(s) no clima cultural da modernidade e pós-modernidade. cada qual interpretando a relação entre Fé (Cristianismo) e Razão (Filosofia Grego-Romana) a sua maneira. Giuseppe. 4. CARTER.146-149. aos primeiros Padres da Igreja.

STEGEMANN. Paris: Vrin. Paris: Vrin. 1998. 1993. 2. Tomo I. Hans. 678 p. L’au-delà du verset. São Paulo: Cia. 39-44. 582 p. A espiritualidade no trabalho em saúde. 2007. MORESCHINI. [1949. Rio de Janeiro: Editora Globo. Campinas: Papirus. Petrópolis: Vozes. [1930. 2000.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . 1998. São Paulo: Quadrante. Michel. Théorie de l’Intuition dans la Phénoménologie de Husserl. Enzo. The Hague: Martinus Nijhoff. 1974. b) BIBLIOGRAFIA (Complementar) HITCHENS. [1982. Marcos Roberto Nunes. LIÉBAERT. História da filosofia. 2007. 2002. de Raimundo Vier. História social do protocristianismo: os primórdios no judaísmo e as comunidades de Cristo no mundo mediterrâneo. Paris: Livre de Poche. 204 p. Trad. E. [1972. SUBTÍTULO: O PROBLEMA DAS GNOSES NOS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ Referências: ABBAGNANO. O poder de Deus em Jesus: um estudo de duas narrativas de milagres em Mc 5. II. 2002. 864 p. CORREIA JR. Vol. Paris: Livre de Poche. Maniqueísmo: história. de Maria Stela Gonçalves. 521p. 1994.] Éthique et Infini. 2001. (org. Eymard Mourão (Org.). 224 p. [1991. la mort et le temps. SPANNEUT. De Dieu qui vient à l’idée. 4. 644 p. 2001. 2001. 2007. PACE. São Paulo: Loyola. Genève: Fides et Labor. São Paulo: WMF Martins Fontes. Os padres da Igreja (2): séculos IV – VIII. de João Paixão Netto. Paixão. 2001. GUILLEBAUD. 2. [1961. A.] Le temps et l’autre. 283 p. En découvrant l’existence avec Husserl et Heidegger. 1998. Deus um delírio.] Autrement qu’être ou au-delà de l’essence. BAZAN. Jean-Claude.] Totalité et Infini. CROSSAN. verdade cósmica e racionalidade no século XXI. Michel. 3. Rudolf. 1999. 190 p. Trad. 367 p. ed. São Paulo. Trad. 2006. In: MOSCATO. José Severino. __________. Jean. [1974. 175 p. DENNETT. São Leopoldo: Sinodal/EST. São Paulo: Paulinas. 2007. REED. [1988. 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São Paulo: Olho d’água. São Paulo: Loyola. 1997. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I. SILVA. LÖWY. Experiência humana de Deus. São Paulo: Companhia das Letras. 2000. Demétrio. aborto. Metodologia de exegese bíblica. O livro das religiões. Textos Sagrados das Religiões do Livro III. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Loyola. São Paulo: Loyola. Johan. São Paulo: Perspectiva. Thomas. Cultos afro-brasileiros: perseguição e estruturação do poder. 2001. KONINGS. Religiões e Estado brasileiro Temáticas contemporâneas recorrentes: questões de gênero. 1974. d) situação atual. Cássio Murilo Dias da. NERI.Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Memória da Pós-Graduação Sistema de Avaliação Relações Nominais Disciplinas . com o intuito de compreender o registro literário da experiência de fé dessas culturas. _____________. Chronos 27 de 27 13/07/09 às 12:02 . Ivone. no seu contexto histórico. Petrópolis: Vozes. HOORNAERT. Michael. São Paulo: Livros do Brasil. 2. ed. 1979. Mito e realidade. Irineu. A bioética em laboratório: células-tronco. Pierre. A guerra dos deuses: religião e política na América Latina. Bibliografia: BRUNEAU. 2004. Luiz Gonzaga de Souza. Petrópolis: Vozes. Henry.UNICAP Sigla-Número Nível PROGRAMA: 25002015004P-2 DISCIPLINA Carga Horária M D F Créditos TEXTOS SAGRADOS MCR-6203 Mestrado Acadêmico 45 3 Ementa: Estudo das Sagradas Escrituras de tradições religiosas. São Paulo: Paulinas. GEBARA. Victor. Insurgência de outras religiões. São Paulo: Brasiliense. religião. 1980. Características Gerais da Literatura Sagrada II. WILGES. divórcio. São Paulo: Loyola. Denis. Evolução política dos católicos e da Igreja no Brasil: hipóteses para uma interpretação. Mircea. São Paulo: Loyola. Jamil Almansur. 1995. Protestantismo: reconhecimento e atuação político-parlamentar. poder. BRUNEAU. Lisboa: Edições 70. 2001. Thomas. pesquisas com células-tronco. O que é Islamismo. clonagem e saúde humana. GARDER. CONTEÚDO: Estado brasileiro e religiões: Catolicismo. 2000. c) o rompimento de 1891 e seus limites. parceria entre pessoas do mesmo sexo. O sagrado e o profano. DISCIPLINA Sigla-Número Nível Carga Horária M TÓPICOS AVANÇADOS SOBRE RELIGIÃO E PODER NO BRASIL MCR-6216 Mestrado Acadêmico 45 D F 3 Créditos Ementa: Discussão das relações entre o Estado brasileiro e as instituições religiosas. Jostein. O catolicismo brasileiro em época de transição. Guerra. 1986. NOTAKER.Oferta no Ano Base FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão TEOLOGIA ANO BASE: 2008 CIÊNCIAS DA RELIGIÃO . Religião e politização no Brasil: a Igreja e o regime autoritário. Petrópolis: Vozes. a) o Padroado. Formação do catolicismo brasileiro (1550-1800): ensaio de interpretação a partir dos oprimidos. Teologia ecofeminista: ensaio para repensar o conhecimento e a religião. b) influência na formação do Estado.Análise de textos seletos Bibliografia: EDWARDS. 1999. 1989. A palavra se fez livro. 1982. Eduardo. LIMA. 1978. Análise de textos seletos por meio da exegese e da hermenêutica. Cultura religiosa: as religiões no mundo. HADDAD. ELIADE. KELLERN. 1979. Investigação acerca das mudanças efetuadas nas diversas etapas históricas e suas implicações para as questões estruturais do Estado e para as formas de organização e vivência das instituições religiosas e suas manifestações. CLASTRES.