PLANIFICAÇÃO SEMANAL

4º Ano do 1º Ciclo do Ensino Básico

Organização e Gestão Curricular
Docente: Ramiro Marques

3º ANO DE EDUCAÇÃO BÁSICA PÓS-LABORAL
DISCENTES: Inês Botas, nº 110235003 e Lúcia Branco, nº110235009

“Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada um.” Platão

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Índice
Introdução ......................................................................................................................... 3 Planificações de Atividades .............................................................................................. 4 Planificação 1º Dia ........................................................................................................ 5 Planificação 2º Dia ........................................................................................................ 7 Planificação 3º Dia ........................................................................................................ 9 Planificação 4º Dia ...................................................................................................... 11 Planificação 5º Dia ...................................................................................................... 14 Conclusão ....................................................................................................................... 16 Bibliografia ..................................................................................................................... 17 Anexos ............................................................................................................................ 18 Anexo I - A história de S. Martinho ........................................................................... 19 Anexo II – Imagem Numeração Romana ................................................................... 20 Anexo III – Imagem das castanhas ............................................................................. 21 Anexo IV – Ficha de Trabalho “Circunferência” ....................................................... 22 Anexo V – Postal ........................................................................................................ 24 Anexo VI – Ficha de Trabalho “Formação do Reino de Portugal” ............................ 25 Anexo VII – Ficha de Trabalho “Simetrias”............................................................... 28 Anexo VIII – Ficha de Trabalho “Cada palavra no seu lugar” ................................... 31 Anexo IX – Ficha de Trabalho “Diagrama de Venn” ................................................. 33 Anexo X – Tiras para as rimas.................................................................................... 34 Anexo XI – Imagens para colar .................................................................................. 35 Anexo XII – Ficha de Trabalho “Diagrama de Carroll” ............................................. 36 Anexo XIII – Histórias ............................................................................................... 37 Anexo XIV - Grelha de Avaliação.............................................................................. 45

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Introdução
No âmbito da unidade curricular de Organização e Gestão Curricular, foi proposto realizar planificações de atividades que preenche-se a carga horária de uma semana. Assim, o trabalho é constituído pelas atividades e respetivas fichas de trabalho. Ao realizarmos as planificações das atividades, teremos de ter em consideração a utilização de todas as áreas curriculares. A opção será benéfica uma vez que teremos de aprofundar os nossos conhecimentos em todas as áreas do ensino, relativamente, ao 1º ciclo do Ensino Básico. A frequência às aulas desta unidade curricular é uma mais-valia, que nos prepara a nível prático e teórico para as áreas curriculares, nomeadamente, no 1º ciclo. Ajudandonos a ter conhecimento de diversos recursos e materiais a utilizar na prática profissional. Este recurso, do qual tiraremos partido, é algo que contribuiu para melhorar as nossas aprendizagens a nível do domínio dos conceitos, conteúdos, objetivos e as próprias atividades. Como futuras professoras, consideramos que a elaboração deste trabalho será um valioso parâmetro de avaliação, uma vez que colocaremos à prova o processo de aprendizagem nesta disciplina.

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Planificação Semanal

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Planificação 1º Dia
Conteúdos  Leitura “A lenda de S. Martinho”   Objetivos Escutar para aprender e construir conhecimentos; Relacionar a estória com conhecimentos anteriores e compreendê-los; Ouvir ler textos literários; Conhecer a origem da tradição; Ser um leitor fluente e crítico; Dialogar e discursar sobre o tema. Conhecer as unidades de tempo; Conhecer e utilizar corretamente os numerais romanos; Identificar e representar o século da lenda.   Estratégias Exibir a história do S. Martinho1 no quadro interativo; Leitura da história.   Atividades Ouvir a história do S. Martinho; Debater sobre a história do S. Martinho.   Recursos Computador; Quadro interativo. Avaliação  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.

Português

     O século de S. Martinho  

 


1 2

Dialogar com os alunos acerca do tema; Distribuir uma imagem relativa à numeração romana2 para colarem no caderno; Solicitar a alunos para ir ao quadro de ardósia representar em numeração romana os números solicitados; Corrigir os exercícios.

  Colar a imagem relativa à numeração romana no caderno;  

Matemática

Imagens da numeração romana; Cola; Computador.

 

Representar o século da lenda; Representar em numeração romana números solicitados pela professora.

Anexo I: História de S. Martinho Anexo II: Imagem numeração romana

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Ilustração do S. Martinho

 

Expressão Plástica

Explorar novas técnicas e materiais, Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas; Valorizar a expressão espontânea.

  

Distribuir as fotocópias das castanhas3; Explicar o que se pretende com a atividade; Pedir a decoração a gosto utilizando a colagem da casca da castanha.

     Decorar as castanhas.

Casca de castanha; Ficha; Cola; Tesoura.

3

Anexo III: Imagem das castanhas

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Planificação 2º Dia
 Conteúdos Circunferência   Objetivos Identificar uma «circunferência»; Representar circunferências utilizando um compasso.       Postal    Organizar os conhecimentos do texto; Elaborar e aprofundar ideias e conhecimentos; Desenvolver o conhecimento da ortografia; Mobilizar o conhecimento da representação gráfica e da pontuação; Redigir corretamente; Rever textos escritos; Ler e ouvir ler textos.     Estratégias Dialogar com os alunos acerca do tema; Debater sobre o tema e os subtemas; Distribuir as fichas de trabalho4; Solicitar a alunos para resolver os exercícios no quadro interativo; Corrigir os exercícios. Exibir apresentação no quadro interativo; Dialogar com os alunos acerca do tema; Distribuir postais A55; Solicitar o preenchimento do postal, consoante o que é explicado. (gradualmente); Pedir a leitura em voz alta dos textos escritos. Atividades    Realizar as fichas de trabalho; Resolução dos exercícios no quadro para correção. Recursos Ficha de trabalho; Compasso; Quadro interativo. Avaliação  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas.  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.

MATEMÁTICA

 

PORTUGUÊS

Observar a imagem do postal no quadro interativo, bem como a explicação do preenchimento; Preencher, gradualmente o postal; Pintar a outra face do postal (imagem alusiva ao natal); Ler em voz alta os textos produzidos.

   

Computador; Quadro interativo; Postais A5; Lápis de cor.

  

  

4 5

Anexo IV: Ficha de trabalho “Circunferência” Anexo V: Postal

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Formação do Reino

 

ESTUDO DO MEIO

 

Identificar o século; Identificar povos e reconhecer as suas características e influências; Enumerar os reis de Portugal; Localizar o espaço e o tempo.

 

Dialogar com os alunos acerca do tema; Realizar a ficha de trabalho6.

   Realizar uma ficha de trabalho. Corrigir a ficha de trabalho; Debater os temas e subtemas no decorrer da correção.

Fichas de trabalho.

 

Resolver a ficha em voz alta; Debater sobre o tema e os subtemas;

 Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.

6

Anexo VI: Ficha de Trabalho “Formação do Reino de Portugal”

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Planificação 3º Dia
Conteúdos  Simetria   Objetivos Identificar eixos de simetria em figuras planas; Identificar simetrias de rotação, de reflexão e de translação em figuras dadas; Resolver problemas envolvendo figuras com simetrias de rotação, de reflexão e de translação. Elaborar e aprofundar ideias e conhecimentos; Desenvolver o conhecimento da ortografia; Redigir corretamente; Ler e ouvir ler respostas.          Estratégias Dialogar com os alunos acerca do tema; Debater sobre o tema e os subtemas; Distribuir as fichas de trabalho sobre simetrias7; Solicitar a alunos para resolver os exercícios no quadro interativo; Corrigir os exercícios. Dialogar com os alunos acerca do tema; Distribuir ficha de trabalho sobre a ortografia8; Solicitar o preenchimento da ficha; Pedir a leitura em voz alta dos exercícios. Atividades      Preencher as fichas de trabalho; Resolução dos exercícios no quadro para correção.    Fichas de trabalho. Recursos Fichas de trabalho; Quadro interativo; Computador. Avaliação  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas.  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.

MATEMÁTICA

Ortografia – Cada palavra no seu lugar

   

PORTUGUÊS

Preencher a ficha de trabalho; Ler em voz alta a resolução da ficha.

7 8

Anexo VII: Ficha de Trabalho “Simetrias” Anexo VIII: Ficha de Trabalho “Cada palavra no seu lugar”

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De mãos dadas

EXPRESSÃO PLÁSTICA

Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas; Valorizar a expressão espontânea.

     

Organizar os alunos por pares; Distribuir folhas brancas; Solicitar o desenho das mãos com auxílio do colega; Pedir a decoração das mãos a gosto; Solicitar o recorte das mãos; Pedir para trocar com o desenho com o colega do lado.

   Desenhar o contorno das mãos do colega; Decorar as mãos fotocopiadas; Recorte das mãos fotocopiadas; Trocar o desenho com o colega do lado.

   

Folhas brancas; Tesoura; Lápis de Cor, canetas, etc.

 Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas.

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Planificação 4º Dia
Conteúdos  Diagramas de Venn  Objetivos Resolver problemas, raciocinar e comunicar em contextos numéricos; Explorar e interpretar dados organizados de diversas formas; Classificar dados utilizando o diagrama de Venn.      Estratégias Dialogar com os alunos acerca do tema; Debater sobre o tema e os subtemas; Distribuir as fichas de trabalho sobre o diagrama de Venn9; Solicitar a alunos para resolver os exercícios no quadro de ardósia; Corrigir os exercícios. Atividades  Recursos Fichas de trabalho. Avaliação  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas.

MATEMÁTICA

 

 

Preencher as fichas de trabalho; Resolução dos exercícios no quadro para correção.

9

Anexo IX: Ficha de Trabalho “Diagrama de Venn”

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Rimas: Rima o teu nome

 

    Povoamento do Reino  

Organizar os conhecimentos do texto; Desenvolver o conhecimento da ortografia; Mobilizar o conhecimento da representação gráfica e da pontuação; Redigir corretamente; Rever textos escritos; Ler e ouvir ler textos. Identificar o século; Identificar povos e reconhecer as suas características e influências; Enumerar os reis de Portugal; Localizar o espaço e o tempo; Reconhecer a importância da carta de foral; Reconhecer lendas da época.

  

Dialogar com os alunos acerca do tema; Distribuir tiras de papel para escrever a rima (19 x 5cm)10; Solicitar o preenchimento da tira com a rima sobre o seu nome; Pedir para colar no caderno a tira e colorila.

    Escrever na tira a rima feita pelo aluno;

PORTUGUÊS

Tiras de papel; Cola; Lápis de cor.

   

ESTUDO DO MEIO

   

   

Pedir ao aluno para recolher informações através de imagens/ vídeos; Dialogar com os alunos acerca do tema; Debater sobre o tema e os subtemas; Distribuir imagens para registo11; Solicitar o registo no caderno diário das datas e os factos importantes; Distribuir a lenda “O milagre das rosas”.

Colar no caderno a tira; Colorir a desenho da tira. Observar imagens/ vídeos representativas de monumentos; Observar imagens/ vídeos de acontecimentos;

 

Vídeos; Imagens.

 

Colar imagens no caderno; Registar no caderno datas e factos mais importantes; Leitura da lenda “O milagre das rosas”.

 Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura; - Ortografia.

10 11

Anexo X: Tiras para as rimas Anexo XI: Imagens para colar

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O Rei e os sons do corpo

EXPRESSÃO MUSICAL

    

Entoar rimas; Cantar canções; Experimentar sons vocais; Experimentar expressão corporal; Acompanhar a canção com expressão corporal.

  

Explicar/executar a expressão corporal através dos sons do corpo; Dar a conhecer a música “Era uma vez um rei”; Exemplificar o exercício de expressão vocal e corporal; Executar o exercício.

Executar a expressão corporal; Ouvir a música “Era uma vez um rei”; Executar os movimentos e cantar; Executar o exercício.

Computador.

  

 Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Empenho; - Cumprimento de regras; - Aperfeiçoamento progressivo.

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Planificação 5º Dia
Conteúdos  Diagrama de Carroll  Objetivos Resolver problemas, raciocinar e comunicar em contextos numéricos; Explorar e interpretar dados organizados de diversas formas; Classificar dados utilizando o diagrama de Carroll.       Histórias: - Preciosa, a girafa curiosa; - Frutas e Legumes; - Artur e Manel.   Escutar para aprender e construir conhecimentos; Relacionar as histórias com conhecimentos anteriores e compreendê-las; Ouvir ler textos literários.    Estratégias Dialogar com os alunos acerca do tema; Debater sobre o tema e os subtemas; Distribuir as fichas de trabalho sobre o diagrama de Carroll12; Solicitar a alunos para resolver os exercícios no quadro de ardósia; Corrigir os exercícios; Exibir histórias no quadro interativo13; Leitura das estórias; Organizar a turma em três grupos para dramatizar histórias. Atividades  Recursos Fichas de trabalho. Avaliação  Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas.  Grelha de avaliação14 do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Atenção; - Respostas rápidas.

MATEMÁTICA

 

 

Preencher as fichas de trabalho; Resolução dos exercícios no quadro para correção.

  

Ouvir as histórias;

 

PORTUGUÊS

Quadro interativo; Computador.

Dramatizar as histórias; Debater sobre cada história.

12 13

Anexo XII: Ficha de Trabalho “Diagrama de Carroll” Anexo XIII: Histórias 14 Anexo XIV: Grelha de Avaliação

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EXPRESSÃO DRAMÁTICA

Histórias: - Preciosa, a girafa curiosa; - Frutas e Legumes; - Artur e Manel.

Explorar sons orgânicos ligados a ações quotidianas;  Aliar a emissão sonora a gestos/movimentos;  Explorar a emissão sonora fazendo variar:  a forma de respirar;  a altura do som;  o volume da voz;  a velocidade;  a entoação; • Explorar diferentes maneiras de dizer vocábulos (dicção).

  

 

Organizar a turma em três grupos, uma para cada história; Distribuir as histórias pelos grupos; Explicar aos alunos o que é pretendido, a dramatização das histórias; Dar tempo para cada grupo ensaiar; Acompanhar o trabalho dos grupos.

  

Histórias.

Ler as histórias (cada grupo lê a sua); Ensaiar a dramatização das histórias com acompanhamento da professora; Dramatizar as histórias.;

 Grelha de avaliação do comportamento dos alunos tendo em conta: - Participação; - Organização do trabalho; - Autonomia; - Empenho; - Criatividade; - Cumprimento de regras; - Espírito de entreajuda; - Aperfeiçoamento progressivo; - Respostas rápidas; - Leitura.

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Conclusão
Os conhecimentos que consideramos mais relevantes e que adquirimos nesta unidade curricular são os que interligam a profissão docente com o papel que o professor deve desempenhar em formato de sala de aula. Com a realização deste trabalho pudemos enriquecer as nossas capacidades, no que diz respeito à construção e realização de planificações, nas várias áreas do primeiro ciclo, nomeadamente, do 4º ano. A construção destas planificações, bem como, todo o processo evolvente fez-nos progredir, no que diz respeito, a determinados componentes da planificação que, até dada altura, não estavam bem consolidados. Consideramos que, com a execução deste trabalho, ficámos mais preparadas para a nossa futura prática profissional uma vez que se trata de uma ferramenta de trabalho essencial. Assim, de certa forma, conseguimos sentir a responsabilidade e o trabalho que um docente tem para poder executar o seu papel em sala de aula.

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Bibliografia
 Metas na Aprendizagem no Estudo do Meio – 1º Ciclo, (s/d), Porto Editora. Retirado de        http://escolas.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=-

Qn4dlQLgUY%3D&tabid=7745&mid=14890. Ministério da Educação (2006). Ensino da Música – 1.º Ciclo do Ensino Básico, Orientações Programáticas. Editorial do Ministério da Educação. Ministério da Educação (2007). Actividade Física Desportiva - 1.º Ciclo do Ensino Básico, Orientações Programáticas. Editorial do Ministério da Educação. Ministério da Educação (2009). Programa do Português do Ensino Básico. Lisboa, DGIDC. Ministério da Educação e Ciência, Governo de Portugal (2012). Metas Curriculares de Português – Ensino Básico, 1.º, 2.º e 3.º Ciclos. Ministério da Educação e Ciência, Governo de Portugal (2013). Programa e Metas Curriculares – Matemática, Ensino Básico. Ministério da Educação. Programa de Estudo do Meio – 1.º Ciclo. Organização Curricular e Programas – 1.º Ciclo do Ensino Básico (2004), 4ª Edição, Lisboa: Autor. Ministério da Educação. Programa de Expressão e Educação: Físico-Motora, Musical, Dramática e Plástica – 1.º Ciclo. Organização Curricular e Programas – 1.º Ciclo do Ensino Básico (2004), 4ª Edição, Lisboa: Autor.

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Anexos

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Anexo I - A história de S. Martinho
Nome:_____________________________________________ Data:___/____/_______

A história de S. Martinho

Diz a lenda que Martinho, nascido na Hungria em 316, era um soldado. Era filho de um soldado romano. O seu nome foi-lhe dado em homenagem a Marte, o Deus da Guerra e protetor dos soldados. Aos 15 anos vai para Pavia (Itália). Em França abraçou a vida sacerdotal, sendo famoso como pregador. Foi bispo de Tous. Certo dia de Novembro, muito frio e chuvoso, estando em França ao serviço do Imperador, ia Martinho no seu cavalo a caminho da cidade de Amiens quando, de repente, começou uma terrível tempestade. A certa altura surgiu à beira da estrada um pobre homem a pedir esmola. Como nada tivesse, Martinho, sem hesitar, pegou na espada e cortou a sua capa de soldado ao meio, dando uma das metades ao pobre para que este se protegesse do frio. Nessa altura a chuva parou e o Sol começou a brilhar, ficando, inexplicavelmente, um tempo quase de Verão. Daí que esperemos, todos os anos, o Verão de S. Martinho. E a verdade é que S. Martinho raramente nos dececiona. Em sua homenagem, comemoramos o dia 11 Novembro com as primeiras castanhas do ano, acompanhadas de vinho novo. É o Magusto, que faz parte das tradições do nosso país. Mais tarde terá tido uma visão de Jesus e decidiu dedicar-se à religião cristã. Faleceu a 8 de Novembro de 397 em Tours.

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Anexo II – Imagem Numeração Romana

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Anexo III – Imagem das castanhas
Nome:_____________________________________________ Data:___/____/_______

1. Utilizando as cascas de castanhas que trouxeste do magusto, ilustra a seguinte

figura.

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Anexo IV – Ficha de Trabalho “Circunferência”
Nome:_____________________________________________ Data:___/____/_______

CIRCUNFERÊNCIA

1.

Completa as frases com as palavras.

Figura 1

Centro A figura 1 é uma _______________________, é constituída por uma linha __________________ com todos os pontos à mesma distância do ____________. Curva Circunferência

2. Traça os diâmetros (a azul) e os raios (a verde) das circunferências. Mede-os com uma régua e regista na tabela os resultados.

B C A

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Diâmetro Circunferência A Circunferência B Circunferência C

Raio

3. Observa e responde. (utilizar régua) O ponto O é o centro da circunferência.

̅̅̅̅ é um __________________ 3.1 A linha 𝐴𝐵 e mede ________ cm.

A

O

B
̅̅̅̅ é um 3.2 A linha 𝑂𝐶 __________________e mede ________ cm.

C
4. Com a ajuda do compasso desenha uma circunferência com 2cm de raio.

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Anexo V – Postal

______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________

Para ______________________________________
______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______-_______ ______________________

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Anexo VI – Ficha de Trabalho “Formação do Reino de Portugal”
Nome:_____________________________________________ Data:___/____/_______

Ficha - Formação do Reino de Portugal

1. Escreve o nome de alguns povos que habitaram a Península Ibérica. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

2. Que costumes deixaram os povos que estiveram no nosso país? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

3. A que reino pertencia o Condado Portucalense? _____________________________________________________________________________

4. Pinta no mapa o condado portucalense.

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a. Quem governou o condado portucalense? ______________________________________________________________________

5. Quem foi o primeiro rei de Portugal? _____________________________________________________________________________

6. Qual foi o tratado que reconheceu Portugal como reino independente? _____________________________________________________________________________

7. Observa e faz a correspondência:

 Portugal em 1249 durante o reinado de D. Afonso III.

 Portugal em 1168 no reinado de D. Afonso Henriques.

 Portugal quando D. Afonso Henriques morreu
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8. Faz a correspondência entre os mapas com os acontecimentos: A B C D E F G

Reino de Portugal

Território Mouro

Reconquista Portuguesa

Reconquista Moura

_____ Tratado de Alcanises: define as fronteiras entre Portugal e Castela. _____ Fronteiras Conquistadas por D. Afonso Henriques até à sua morte. _____ D. Sancho I derrotado pelos mouros. _____ Batalha de S. Mamede. D. Afonso Henriques vence os aliados da mãe, D. Teresa. _____ Com invasões sucessivas dos exércitos, perdemos as conquistas a sul do Tejo. _____ Limites do reino quando D. Afonso III.

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Anexo VII – Ficha de Trabalho “Simetrias”
Nome:_____________________________________________ Data:___/____/_______

SIMETRIAS Existem três tipos de simetrias: de reflexão, de translação (horizontal e vertical), de rotação.

 Simetria de reflexão

 Simetria de translação horizontal Translação horizontal, da esquerda para a direita.

 Simetria de translação vertical Translação vertical, de cima para baixo.

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 Simetria de rotação Rotação de meia volta da figura original.

1. A Rita foi passear pelo jardim e resolveu colher flores. Ao observá-las reparou nas várias isometrias que podia ser com as flores: a reflexão, a translação e a rotação. 1.1 Completa as frases com as palavras reflexão, translação e rotação, indicando a isometria que Rita utilizou em cada caso:

Neste caso, a Rita utilizou a ________________ para dispor as flores.

Neste caso, a Rita utilizou a ________________ para dispor as flores.

Neste caso, a Rita utilizou a __________________ para dispor as flores. PLANIFICAÇÃO SEMANAL 29

1. Completa a figura para que fique completa.

Eixo de simetria

2. Escreve quantos eixos tem cada figura.

A figura tem _______ eixos.

A figura tem _______ eixos.

A figura tem _______ eixos.

A figura tem _______ eixos.

A figura tem _______ eixos.

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Anexo VIII – Ficha de Trabalho “Cada palavra no seu lugar”
Nome:______________________________________________ Data:___/____/______

CADA PALAVRA NO SEU LUGAR
1. Preenche os espaços em branco com a palavra adequada. PARÓNIMAS Escrevem-se e pronunciam-se de maneira semelhante. a) descrição/discrição senhora é notável. b) despensa/ dispensa A ____________ da minha casa é pequena. Pedi _____________ a Educação Física porque estou doente. c) elegível/ ilegível d) moça/ mossa O teu texto está _________________. Todo o cidadão é _______________. O meu pai bateu com o carro e fez-lhe uma __________. Aquela __________ é bastante inteligente! e) comprimento/cumprimento escola. HOMÓFONAS Pronunciam-se de forma idêntica, mas escrevem-se de forma diferente. f) houve/ ouve Por causa do barulho, não se ___________ a professora. Esta tarde __________ um acidente. g) conselho/concelho h) noz/nós i) vês/vez A tarte de _______da minha mãe é deliciosa! Esta noite ______ vamos ao cinema. Dá um _______________ à tua prima. Repara no _________________ da tua Os alunos fazem a ______________ da sala de aula. A _____________ daquela

A avó deu-te um bom _____________. Eu moro no ____________ de Santarém.

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Quando chegar a tua______, eu chamo-te. _______bem as legendas do filme? j) aço/asso O _________ é muito resistente. ___________sempre o peixe no quintal. HOMÓNIMAS

Escrevem-se e pronunciam-se do mesmo modo, mas têm significados distintos. k) cachorro/cachorro l) rio/rio m) chama/chama n) canto/canto Eu ________com vontade. O ________ Tejo desagua em Lisboa. A mãe __________ o filho para jantar. A ___________ da lareira está enorme. Eu __________ no duche. A árvore de natal está no ___________ da sala. o) banco/banco Gosto de ler no __________ do jardim. O meu pai trabalha no ________. HOMÓGRAFAS

O Francisco comprou um _____________quente. Tenho um lindo __________.

Escrevem-se do mesmo modo, mas pronunciam-se de forma diferente. p) cor/cor

Aprendeste o poema de__________. A __________ do céu é azul. A ___________ do meu escritório é grande. Fui à __________ tratar da minha inscrição.

q) secretária/secretaria

r) hábito/habito

Eu _________ nesta casa há 4 anos. Não tenho o ___________ de lavar os dentes. A __________ da Compal fica em Almeirim. Já não se __________ pão como antigamente.

s) fábrica/fabrica

t) colher/colher Comi uma __________ de sopa. O Pedro foi ___________ maçãs com o avô.

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Anexo IX – Ficha de Trabalho “Diagrama de Venn”
Nome:___________________________________________________ Data:___/____/_______ Diagrama de Venn   O Diagrama de Venn foi criado por John Venn, um matemático e filósofo do séc. XIX. Utiliza círculos para classificar dados (objetos ou números) que possam, ou não, ter características em comum. Exercício: 1. Escreve todos os nomes dos teus colegas de turma, incluindo o teu (não repitas os nomes). À frente de cada nome coloca o número de letras que este contém. Ex: Anabela - 7

1.1 Preenche o diagrama de Venn, tendo em conta os dados que recolheste. Nomes com 5 ou menos letras Nomes com 5 ou mais letras

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Anexo X – Tiras para as rimas

________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ Nome:______________________

________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ Nome:______________________

________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ Nome:______________________

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Anexo XI – Imagens para colar

Figura 1- Cqrta de Foral

Figura 2- Universidade de Coimbra

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Anexo XII – Ficha de Trabalho “Diagrama de Carroll”
Nome:___________________________________________________ Data:___/____/_______ Diagrama de Carroll   O nome atribuído a este diagrama é uma homenagem a Lewis Carroll, matemático e escritor inglês, que gostava muito de problemas de lógica e de jogos matemáticos. O diagrama de Carroll é outra forma de representar a informação recolhida e de a analisar. Este tipo de diagrama divide o plano em quatro (ou mais) regiões associando a cada uma delas dois atributos: - Um na direção vertical; - Outro na direção horizontal.

1.1. Preenche o diagrama de Carroll, tendo em conta os dados que recolheste.

Nomes com menos de 5 letras Rapazes Raparigas Totais

Nomes com 5 letras

Nomes com mais de 5 letras

Totais

1.2. Responde às seguintes questões: 1.2.1. Quantos alunos participaram nesta atividade? _________________________________ 1.2.2. Quantos alunos raparigas têm o nome com menos de 5 letras?____________________ 1.2.3. Quantos alunos têm o nome com 5 ou mais letras?______________________________ 1.2.4. Quantos alunos rapazes têm o nome com 5 ou menos letras?______________________ 1.2.5. Quantos alunos raparigas têm o nome com 5 ou mais letras?______________________ 1.2.6. Quantos alunos têm o nome com 5 ou menos letras?____________________________ Quantos alunos rapazes têm o nome com 5 ou mais letras?_____________________________

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Anexo XIII – Histórias
Preciosa – A Girafa Curiosa

Era uma vez uma girafa, alta, elegante e charmosa, que se chamava Preciosa e que apesar de amorosa era muito preguiçosa. Para não andar a pé, sempre que saía de casa sentava-se no seu carro e ia a todo o lado. A Preciosa era muito calma, mas nem sempre a sua vida era harmoniosa, porque a sua irmã Perpétua era muito invejosa e caprichosa. Numa bela manhã quando se preparava para ir passear, vestiu o seu casaco aveludado que estava pendurado num cabide enferrujado, mas quando saiu à porta da sua casa avistou uma coisa estranha no seu carro encarnado. O Mini encarnado da girafa Preciosa era tão veloz, que mesmo quando estava parado parecia que a ia, a trezentos, muito acelerado. Era tão admirado pelos animais daquele lugar que todos os dias tinha um amigo que lhe fazia companhia quando no seu carro saía. Toda esta admiração revoltava Perpétua, que não tinha coração, e como resposta fazia travessuras que à sua irmã só traziam amarguras. Então, nesse dia quando a Preciosa se dirigiu ao seu carro encontrou um presente amarrado à roda do Mini encarnado. Alguém lhe tinha deixado um ramo de flores com um cartão que fez bater o seu coração. Afinal a Preciosa tinha um admirador e não sabia quem seria. Por isso interrogou-se: – Mas quem terá deixado esta linda oferta no meu carro sem me ter falado? Que amigo tão envergonhado! Intrigada, curiosa e agitada, saltou-lhe à vista uma boa pista. Junto do cartão tinha ficado um pelo que poderia ser a solução. Então, a girafa decidiu começar a sua investigação e saiu para procurar o dono do pelo que ficara junto do cartão. Por isso, dirigiu-se a casa dos seus amigos na esperança de encontrar o admirador desconhecido. Entrou no seu mini encarnado e quando ia pelo caminho encontrou a sua amiga Esmeralda, uma pomba que nunca pousava no seu ninho e a quem a Preciosa perguntou se conhecia aquele pelinho.

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A Pomba muito despachada respondeu à amiga que não sabia de quem era aquele pelo, mas logo se aprontou para ajudá-la na investigação. Dirigiram-se, então, a casa do dorminhoco, Leão e bateram à porta. - Truz, truz, truz… - Grrr! - Quem é o bicharoco que me vem a acordar!? – Reclamou o leão Simão. - É a girafa Preciosa meu amigo! Simão, queria saber se foste tu que largaste um pelo junto do meu carro com um ramo de flores e um cartão? - Claro que não! Eu lá perco tempo com essas patetices! Deixa-me dormir e vai a outro lugar procurar quem faça dessas tolices. Seguindo o seu caminho e deixando a pomba para trás, a Preciosa, passou em casa do seu vizinho Ernesto, o cavalo. Este estava a tomar um banho num pequeno alguidar, e para as suas crinas não molhar usava ainda uma touca porque tinha receio de as salpicar. Dentro de água o Ernesto sentia-se como um tubarão que reina no mar, mas naquele lugar ele era, apenas, o rei do alguidar. A girafa cada vez mais intrigada perguntou: - Amigo Ernesto, por acaso presenteaste-me com algum gesto? - Querida Preciosa, gosto muito de ti, mas nos últimos tempos tenho andado tão atarefado que nem te tenho visitado. – Respondeu o cavalo. - Oh! Que pena! Nunca mais encontro o meu admirador! Conheces o pelo que trago aqui com amor? - Desculpa minha amiga, mas não sei o que te diga! A Preciosa continuou a sua investigação, mas quanto mais procurava mais curiosa ficava. Lembrou-se, então, que podia ter sido o seu amigo elefante Mirante a deixar aquelas flores com o cartão e foi até sua casa para lhe fazer a questão. - Toc, Toc, Toc – bateu à porta do elefante. - Quem é que está aí? Eu estou sozinho, é algum vizinho ou é um ratinho? – Perguntou o elefante com uma voz inquietante. - Tem calma! É a Preciosa. – Respondeu a girafa. – Só te quero perguntar se me procuraste e um presente me deixaste? - Eu sou simpático, sensível e solidário mas só gosto de dar prendas de aniversário! – Respondeu o elefante. - Como sei que és envergonhado, lembrei-me que podias lá ter deixado o ramo abandonado! – Exclamou a Girafa Preciosa.
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- Tenho pena mas não te posso ajudar. Tens de ir a outro lado procurar! Entretanto a Preciosa decidiu seguir para casa do urso Avelar, que ficava perto do aqueduto que levava as águas a todos os animais daquele lugar. Depois de tanto conduzir a sede já lhe estava a chegar, por isso parou e foi beber água para se refrescar. Mais à frente… - Pá, Pá, Pá… – era o urso Avelar que deitava sal no grelhado que estava a preparar. - E que bem que cheira a grelhada! – Exclamou a girafa que já estava esfomeada. Ao vê-la, o urso deu um sorriso e cumprimentou-a: - Olá Preciosa! Estás boa? Queres provar o meu petisco? Também assei um saboroso chouriço. - Gostava muito Avelar. Mas ficaria ainda mais contente se fosses o dono do meu presente. Mais uma vez, também o urso Avelar respondeu que o pelo não lhe pertencia. A Preciosa foi-se embora e sentia-se cada vez mais infeliz por não encontrar o admirador que a faria feliz. Mas não desistiu e resolveu a ponte atravessar, que unia duas margens de um rio daquele lugar. Depois de tantas visitas, a Preciosa já começava a ficar com a cabeça tonta, fez tantas perguntas que lhes perdeu a conta. Sem se aperceber e despassarada com o que andava a fazer, pisou um prego enferrujado e espetou o pé que ficou inchado. - Buáá! Buáá! Buáá! Chorou tanto, tanto que até a toupeira, que dormia na sua toca, acordou sarapantada, deu um pulo e saiu do seu buraco disparada. Assustada, aborrecida e atordoada, a Preciosa que era preguiçosa foi persistente e continuou a sua busca curiosa. Arrancou tão rápido no seu carro, que bateu na barreira que a cabra Cabaça tinha junto à sua casa de madeira. A cabra Cabaça era a lavadeira daquele lugar e quando ouviu o estrondo assustou-se de tal forma que abriu a máquina que estava a lavar, ficou toda encharcada e a sua casa inundada. Nada corria bem à girafa Preciosa que estava cada vez mais ansiosa. Depois de sair do carro e ao ver a cabra Cabaça irritada, pediu desculpa e explicou-lhe o que se passava. Esta ao perceber que a vida da Preciosa estava num reboliço sugeriu-lhe que procurasse o rato Rabiço que podia ajudá-la com um feitiço.
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Entusiasmada com a ideia da cabra Cabaça, a Preciosa já estava convencida que era desta vez que ia acabar com o mistério que a estava a inquietar. A caminho da casa do rato Rabiço, algo estranho aconteceu, a Preciosa sentiu-se perseguida e até estremeceu! Saiu do seu mini encarnado e pensou que andava por ali, aquilo que tanto procurava. Olhou em redor e nada encontrou. Entretanto os azares da Preciosa ainda não tinham acabado, pois quando se preparava para seguir o seu caminho, viu que o seu Mini encarnado já tinha pouco combustível. - Mas com é que é possível?! – Exclamou a Preciosa muito lamuriosa. Ficou triste e seguiu a chorar, o seu destino estava longe de terminar e não havia forma de um posto de combustível encontrar. Na esperança do seu carro não parar, foi mais devagar, mas continuou a sua viagem para a investigação acabar. Devagar, devagarinho chegou ao fim do caminho. À porta da casa do rato Rabiço estava o cão Bernardo, um felizardo que pelo rato era bem tratado. Muito fiel ao seu amigo, o cão Bernardo, muito intrigado questionou a Preciosa: — Girafa catita, a que se deve a sua visita? - Não é costume visitar a nossa casita! — Venho falar com o rato Rabiço, pois preciso de um feitiço. – Respondeu a girafa. De repente, apareceu o pequeno feiticeiro que tinha fama de matreiro e que com seu jeito manhoso falou à Preciosa: — Então o que faz aqui uma girafa tão jeitosa? — Rato Rabiço, preciso da tua ajuda. Presentearam-me com um ramo e com um cartão mas não sei de quem são! A única pista que tenho é o pelo que trago na minha mão! — Ih! Ih! Ih! Eu sou o rato Rabiço e vou-te fazer um feitiço para descobrir quem é esse metediço, mas espera um momento que eu já desvendo isso. A girafa Preciosa estava muito contente mas a espera estava a deixá-la impaciente, até porque o rato Rabiço havia questionado se o seu pretendente seria o dono daquele presente. Passaram segundos, minutos e algumas horas, o rato Rabiço estava a desesperar com aquele feitiço. Algo não batia certo o dono do presente e do pelo eram diferentes, a
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girafa andava enganada, o pelo era da amiga zebra que com ela passeava e o ramo foi realmente dado por um amigo envergonhado. Mas o mistério não tinha terminado, o rato descobriu que aquele pelo fora deixado, pela irmã malvada que pelo seu pretendente estava apaixonada. O rato Rabiço, depois de fazer o feitiço, foi então falar à Preciosa: — É verdade que tens um admirador, mas desde já te digo que não é o dono do pelo que trazes contigo. – O teu pretendente tem penas e à noite observa-te atentamente, pois sente-se muito carente. — Quem é, então, o pretendente que me deixou tão belo presente? — O pretendente que tanto querias é o mocho Tobias, mas tem atenção porque toda esta confusão foi um trabalho da tua irmã que não tem compaixão. Empolgada e confusa com a revelação, a Preciosa seguiu em busca do dono do seu coração. Depois de cinco horas de procura, a Preciosa iria finalmente por fim à sua grande aventura. Entrou no seu Mini encarnado e depressa chegou onde o inesperado encontrou. A árvore pelo Tobias habitada estava agora derrubada e ao longe avistou a sua irmã malvada que muito chorava. Arrependida com o sucedido e com tudo o que tinha acontecido, pede desculpa à Preciosa e pergunta o que pode fazer para não ficar tão desgostosa. A irmã respondeu-lhe que para a ajudar todos os amigos fosse buscar. Enquanto Preciosa esperava, sinais do seu amado procurava. De tanto o seu nome gritar acabou por ouvir um sussurrar, viu que a casa do mocho estava trancada e o tronco tentou empurrar. Vieram, a pomba Esmeralda, o leão Simão, o cavalo Ernesto, o elefante Mirante, o urso Avelar, a cabra Cabaça, o cão Bernardo e o rato Rabiço, todos prontos para ajudar. Depois da árvore levantada, com ajuda de feitiçarias e toda a força combinada, saiu o mocho Tobias da casa arruinada indo ao encontro da sua amada. Uma girafa e um mocho, um casamento imaginário que com amor se realizou e uma família se formou.

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Frutas e legumes

Quando o Tomás tinha frutas e legumes para comer, saía da mesa a correr. Numa manhã de primavera, durante o recreio da escola, o Tomás e os colegas estavam de beiçola. A professora deles reparou, e logo os chamou. Já na sala de aula, perguntou: - O que se está a passar para não estarem a brincar? - Dói-nos a barriga! – disse o Tomás. - O quê? – perguntou a professora assustada – A comida estava estragada? - Não! – responderam todos. - E dói a todos? – questionou novamente a professora. - Não! – responderam todos! - …. Menos à Margarida! – respondeu o Tomás. - E comem fruta e legumes regularmente ou cai no esquecimento? - Cai no esquecimento! – respondeu a maioria. - Eu como todos os dias! – disse a Margarida. - Porque comes, Margarida? – perguntou a professora. - As frutas e os legumes fazem trabalhar a barriguinha. Só que começo a dar pums... Fico com cheiro a doninha! - E o que é que são os pums? Alguém os quer explicar? - Eu! – disse a Margarida – A comida ao passar pelo estômago e pelo intestino transforma-se em proteínas, gorduras, açúcares e... ar. Os pums acontecem quando o intestino solta esse ar. Significam que a digestão está a funcionar. - Durante o fim de semana - sugeriu a professora - tentem uma experiência: comam legumes e frutas com muita paciência. Segunda-feira, na escola, já ninguém tinha beiçola. - Bom dia meninos e meninas! Essas barrigas estão finas? - SIM! – disseram todos. - Então quem quer começar a relatar? - Eu! Eu! – disse o Tomás, audaz. – No sábado o pai fez sopa com abóbora, espinafres e repolho e eu franzi o sobrolho. Mas depois de a provar, até comecei a gostar. A mãe fez sumo de morango com muita alegria… e no fim comi melancia. Comecei a dar pums no domingo de manhã e à tarde ainda comi uma maçã.

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- Muito bem! O que aprenderam então com esta agitação? – questionou a professora. - Que devemos comer frutas e legumes! E de repente … PUM! Alguém deu um pum mal cheiroso. - Esta agora! – riu a professora - Quem foi o habilidoso? - Desculpem! – disse o Tomás envergonhado. - A tua barriga está contente por receber bom alimento! – disse a professora Mas nada de exageros. Os puns são na casa de banho! - Claro professora! – disse o Tomás – Vamos para lá de seguida! Então todos escreveram o que no fim de semana comeram. Houve uma grande risota. E tudo acabou sem pums, mas com muita galhofa.

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Artur e Manel Era uma vez um peixinho, que vivia num aquário pequeno e redondinho. Artur era muito pacífico. Só uma coisa o tirava do sério, o gato Manel que pensava que tinha um império. Numa linda manhã de verão, os donos saíram de casa para trabalhar para o patrão. - Artur!! Estamos sozinhos em casa! – disse o Manel com ar de gozo. - Manel, não me chateies. Deixa-me estar sossegado, estou muito atarefado! – Pediu Artur - Hum… Espera que já vais ver, o que te vai acontecer! – pensou Manel. Como todos as manhãs, Artur começou o seu aquário a limpar, que estava junto a uma janela da sala de estar. Muito atarefado e distraído com as limpezas, viu que na água alguma coisa tinha caído. O Manel, uma das suas bolas, tinha lançado para dentro do aquário arrumado. - Manel já viste o que conseguiste? Com a tua bola cheia de areia, deixaste a água de tal maneira que nem fazes ideia!- disse Artur muito chateado. - ah ah ah … - riu-se o Manel Artur estava muito preocupado com o que o Manel tinha arranjado. Será que do aquário a bola conseguiria retirar para limpo novamente ficar? Manel estava a divertir-se a ver toda aquela patetice, sem se aperceber acabou por adormecer. Artur fez tanta força para a bola tirar que sem querer um pum acabou por dar. - Ainda bem que o Manel está a dormi! Se não tinha de o ouvir! – pensou Artur. Já com a sua casa arrumada, Artur tinha uma armadilha preparada. Após a sua boca com água encher, prepara-se para o que vai fazer. O Manel que estava a dormir, a água começou a sentir. Depressa se levantou com o susto que apanhou. Depois de muito correr, com o Artur se foi entender: - Porque fizeste isto acontecer? Não tinhas mais nada que fazer? – perguntou chateado o Manel. - Se não gostas de mal receber, tens de o deixar de fazer! – disse Artur Depois da lição que tinha recebido, Manel ficou muito agradecido. E depois de tudo resolvido, a sua amizade era o que mais fazia sentido.

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Anexo XIV - Grelha de Avaliação Grelha de avaliação
Nome Participação Organização do trabalho Autonomia Empenho Criatividade Cumprimento de regras Espírito de entreajuda Aperfeiçoamento progressivo Leitura Ortografia

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