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CADERNO DE NORMAS TÉCNICAS PARA A INSTALAÇÃO DE LOJAS

Revisão 05

Revisão 05

25 de Fevereiro de 2.013

SUMÁRIO
I – INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................... 5 1. OBJETIVO ................................................................................................................................................................. 5 2. INSTRUÇÕES PRELIMINARES ......................................................................................................................................... 5 3. CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS UNIDADES ..................................................................................................................... 8 3.1 ACABAMENTOS ...................................................................................................................................................... 8 3.2 INSTALAÇÕES ....................................................................................................................................................... 10 II – NORMAS E ORIENTAÇÕES PARA PROJETOS DOS LOJISTAS ........................................................................................ 12 1. COORDENAÇÃO DE PROJETOS .................................................................................................................................... 12 1.1 OBJETIVO.............................................................................................................................................................. 12 1.2 ATRIBUIÇÕES ........................................................................................................................................................ 12 2. DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS ........................................................................................................................... 12 3. PROJETOS SOLICITADOS ............................................................................................................................................. 13 4. FORMA DE APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E LIBERAÇÃO ................................................................................................... 14 5. PRAZO FINAL .............................................................................................................................................................. 15 6. DETALHAMENTO DOS PROJETOS - ARQUITETURA ...................................................................................................... 16 6.1 ESCOLHA DOS MATERIAIS ..................................................................................................................................... 16 6.2 MODIFICAÇÕES DOS PROJETOS ............................................................................................................................ 16 6.3 RECEBIMENTO DOS PROJETOS .............................................................................................................................. 17 6.4 ANÁLISE E LIBERAÇÃO........................................................................................................................................... 17 6.5 TAPUME PADRONIZADO....................................................................................................................................... 18 7. PROJETO ESTRUTURAL DO JIRAU ................................................................................................................................ 20 7.1 PROJETO ............................................................................................................................................................... 20 7.2 JIRAU .................................................................................................................................................................... 20 7.3 ESCADA DE ACESSO .............................................................................................................................................. 20 7.4 REDE DE SPRINKLERS - JIRAU................................................................................................................................. 21 7.5 PROJETO ESTRUTURAL.......................................................................................................................................... 21 8. PROJETO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA, VOZ E DADOS, DETECÇÃO DE FUMAÇA E SONORIZAÇÃO ................................. 22 8.1 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA ...................................................................................................................................... 23 8.2 CONSUMO DE ENERGIA ........................................................................................................................................ 24 8.3 ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA ............................................................................................................................. 25 8.4 CIRCUITOS ELÉTRICOS ........................................................................................................................................... 25 8.5 ELETRODUTOS ...................................................................................................................................................... 25 8.6 FIAÇÃO E SOQUETES DA INSTALAÇÃO ................................................................................................................... 25 8.7 REATORES............................................................................................................................................................. 26 8.8 CONDUTORES ....................................................................................................................................................... 26 8.9 PAINÉIS DE FORÇA E LUZ ....................................................................................................................................... 27
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8.10 CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS ............................................................................................................ 28 8.11 CHAVE SECCIONADORA ...................................................................................................................................... 29 8.12 INTERRUPTOR DE FUGA ...................................................................................................................................... 29 8.13 ILUMINAÇÃO ...................................................................................................................................................... 29 8.14 ATERRAMENTO .................................................................................................................................................. 30 8.15 LOJAS ÂNCORA ................................................................................................................................................... 30 8.16 VOZ E DADOS, DETECÇÃO DE FUMAÇA E SONORIZAÇÃO ..................................................................................... 31 9. INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS .............................................................................................................................. 32 9.1 PROJETOS ............................................................................................................................................................. 32 9.2 CONDIÇÕES GERAIS .............................................................................................................................................. 34 10. GÁS NATURAL ........................................................................................................................................................... 36 10.1 PROJETOS ........................................................................................................................................................... 36 10.2 CONDIÇÕES GERAIS ............................................................................................................................................ 37 11. IMPERMEABILIZAÇÃO ............................................................................................................................................... 39 12. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS ..................................................................................................................... 40 12.1 OBJETIVO ............................................................................................................................................................ 40 12.2 NORMA PARA EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES ...................................................................................................... 40 12.3 CONSIDERAÇÕES GERAIS .................................................................................................................................... 40 13. PROJETOS DE AR CONDICIONADO – NORMAS PARA EXECUÇÃO ............................................................................... 46 13.1 DESCRIÇÃO BÁSICA DO SISTEMA......................................................................................................................... 46 13.2 ELABOARAÇÃO DE PROJETOS ............................................................................................................................. 47 13.3 CONDIÇÕES A SEREM ADOTADAS NO PROJETO................................................................................................... 48 13.4 EQUIPAMENTOS ................................................................................................................................................. 50 13.5 ACESSÓRIOS ....................................................................................................................................................... 52 13.6 DADOS CONSTRUTIVOS ...................................................................................................................................... 52 13.7 REDES DE DUTOS DE AR ...................................................................................................................................... 52 13.8 TUBULAÇÃO DE ÁGUA GELADA ........................................................................................................................... 53 13.9 CONTROLE DE TEMPERATURA ............................................................................................................................ 57 13.10 COMANDO DOS EQUIPAMENTOS ..................................................................................................................... 57 13.11 TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ............................................................................................................................... 57 13.12 FIAÇÃO ELÉTRICA .............................................................................................................................................. 57 14. SISTEMA DE EXAUSTÃO/VENTILAÇÃO MECÂNICA PARA COIFAS E COZINHAS........................................................... 58 14.1 FINALIDADE DO SISTEMA .................................................................................................................................... 58 14.2 OBJETIVO ............................................................................................................................................................ 58 14.3 CONSIDERAÇÕES GERAIS .................................................................................................................................... 58 14.4 ELABORAÇÃO DO PROJETO ................................................................................................................................. 59 14.5 CARACTERISTICAS DO SISTEMA .......................................................................................................................... 60 14.6. LAVADOR DE GASES ........................................................................................................................................... 61 15. SISTEMA DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO NAS COIFAS .................................................................................................... 62 15.1 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO R-102 OU SIMILAR .......................................................................... 62 III – EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE LOJAS .................................................................................................................. 65 1. NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DAS LOJAS ........................................................................................................... 65 1.1 INÍCIO DAS OBRAS ................................................................................................................................................ 65 1.2 RESPONSABILIDADES ............................................................................................................................................ 67 1.3 APOIO AOS LOJISTAS ............................................................................................................................................ 67
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.................. 96 ANEXO 21 .................................... 100 3 ............. 99 ANEXO 24 ...................................................................................................................................................................................... 90 ANEXO 15B ..SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS ......................8 POLICIAMENTO ......................ESQUEMA BASICO DE TAPUME ...............1..............................................................................................................................7 SEGURANÇA DO TRABALHO .............................................................................................. 72 1.............. 76 ANEXO 1 .................... 72 1........................................................................................... 86 ANEXO 12 ............................................DUTOS DE EXAUSTÃO ..........LIGAÇÕES HIDRAULICAS DE FANCOIL .......................................................................................................................................................................................................DERIVAÇÃO DE FIAÇÃO DO PERFILADO PARA LUMINÁRIA ............... 88 ANEXO 14 ..................................................DERIVAÇÃO DE FIAÇÃO CAIXA 4”X 4” PARA LUMINÁRIA .MODELO DE CARTA “TERMO DE RECBIMENTO DA LOJA” .................................DIAGRAMA UNIFILAR TIPICO .............................................................................................DETALHES TIPICOS DE INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO/EXAUSTÃO ...... 71 1..............................DIAGRAMA TRIFILAR TIPICO ................................FIXAÇÃO DE PERFILADO POR VERGALHÃO ................................................................................... 73 1.............................................ENCAMINHAMENTO DO COORDENADOR DE PROJETO ...........PROTEÇÃO DOS APARELHOS GERADORES DE RUÍDO..... 74 V .... 82 ANEXO 8 ....................................................... 95 ANEXO 20 ..............................TERMO DE LIBERAÇÃO DAS OBRAS . 93 ANEXO 18 .................................................................... 81 ANEXO 7 ......................................................... 87 ANEXO 13 ...................CAIXA DE RETENÇÃO DE SÓLIDOS ......................................................................................ENTREGA DE PROJETOS PARA ANÁLISE ........................................... 85 ANEXO 11 ..............................................................DUTOS DE EXAUSTÃO – DETALHE DO FLANGE .......................... 83 ANEXO 9 ................... 92 ANEXO 17 ...... 77 ANEXO 3 .................................. 69 1................................ 78 ANEXO 4 ............ENCAMINHAMENTO DO COORDENADOR DE OBRAS ................MODELO DE CARTA “COMUNICAÇÃO DE INÍCIO DE OBRAS E PEDIDO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA" .......................................................................................................... SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E DE LIGAÇÃO DEFINITIVA DE UTILIDADES" ...............................................ANEXOS ... 94 ANEXO 19 ............................................................................................................. 76 ANEXO 2 .................SISTEMA SPRINKLERS – TESTE HIDROSTÁTICO ..................................................................6 HORARIO DE TRABALHO ................................MODELO DE CARTA “COMUNICAÇÃO DE TÉRMINO DE OBRA...........................................................................................................5 PESSOAL (DEVERES E OBRIGAÇÕES) ................................................. 89 ANEXO 15A ..........................................................................SISTEMA SPRINKLERS – DRENO DE SPRINKLERS............................. 91 ANEXO 16 .....................................................4 EXECUÇÃO DE SERVIÇOS .............................................. OBSERVAÇOES FINAIS .......................................................................................................................................................................................................................................................................................................DETALHES TIPICOS DE INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO/EXAUSTÃO ..................................................................................MODELO DE CRONOGRAMA FÍSICO DE OBRAS ................................................................................................................................................................MODELO DE CARIMBO PADRÃO ..... 79 ANEXO 5 ........... 73 2....... 97 ANEXO 22 ..................................................................... 98 ANEXO 23 ................................................................ 80 ANEXO 6 .................9 FISCALIZAÇÃO........... 84 ANEXO 10 ...........................................................

Procurando dinamizar a utilização deste Caderno de Normas Técnicas. A primeira providência do Lojista será dar conhecimento. Este documento tem por objetivo oferecer o máximo de subsídios aos Lojistas e aos profissionais que irão projetar e executar as instalações das Lojas do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 4 .PREZADO LOJISTA. seu conteúdo foi classificado numa seqüência lógica de assuntos. do conteúdo deste Caderno de Normas Técnicas. Temos a grata satisfação de encaminhar a V. aos profissionais responsáveis pelos projetos e obra de sua loja.Sas o Caderno de Normas Técnicas contendo os elementos indispensáveis para a execução dos projetos e obras de instalação de sua loja no ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.

Os projetos civil. ser complementada ou modificada. OBJETIVO O presente documento tem por objetivo:  Definir as condições das LUC’s (lojas de uso comercial) relativas a obras civis entregues pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. As disposições técnicas adotadas na elaboração dos projetos bem como os materiais utilizados não poderão ser aquelas consideradas pelo IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) como agravantes do risco de Incêndio. observando-se rigorosamente os detalhes em anexo e outros oportunamente enviados. INSTRUÇÕES PRELIMINARES Estas normas têm por base os dispostos nos diversos anexos constantes deste Caderno Técnico e nos documentos firmados entre os Empreendedores e Locatários do Shopping e destinam-se a orientar o relacionamento entre lojistas. elétrico. Os projetos das lojas deverão ser elaborados por profissionais habilitados pelo CREA e de acordo com as normas da ABNT e demais legislações aplicáveis. 5 . Todos os projetos deverão ser apresentados para análise acompanhados das respectivas Anotações de Responsabilidades Técnicas (ART’s) de cada profissional. OBS: Essas informações poderão ser complementadas até o início das obras nas lojas.  Definir normas para execução das obras do LOJISTA. aqui representando os Empreendedores do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ durante o período de execução dos projetos e obras. hidro-sanitário. exaustão/ventilação e combate e prevenção contra incêndio. no entanto esgotar a matéria. o mesmo acontecendo com os diversos anexos. Elementos estruturais não poderão ser executados com materiais combustíveis. visando melhores esclarecimentos ou informações adicionais. seus profissionais contratados e o COMITÊ TÉCNICO. ar condicionado.I – INTRODUÇÃO 1.  Definir normas e fornecer orientação para elaboração dos projetos de responsabilidade do LOJISTA. a qualquer tempo. 2. sem. deverão ser submetidos à aprovação prévia do COMITÊ TÉCNICO antes da execução das obras correspondentes. podendo.

Modulo de comando do sistema de detecção e alarme de incêndio. (37/25). Estrutura . Prevenção e Combate a Incêndio .A2299. Devem ser adquiridos de acordo com os modelos e marcas indicados pelo COMITÊ TÉCNICO por razões de compatibilidade e padronização com os sistemas do Shopping. Sua espessura mínima deve ser de 10 mm. que não estejam nas divisas das lojas. Medidor de Gás. Sensor de vazamento de Gás. Ar Condicionado . códigos de natureza (A) e atividade técnica para projeto (37)/execução(25)/laudo(29). conforme seguem:        Arquitetura . Válvula de bloqueio de Gás. Nas ART’s (CREA) devem constar a descrição dos serviços.A3106. será obrigatório o uso de lona vinílica.A1325.20 m de forma a eliminar ao máximo as barreiras inibidoras de acesso aos consumidores. liso e com espessura adequadamente dimensionada para o vão a ser ocupado. incolor.A3128. (37/25). As vitrines deverão ser iluminadas com lâmpadas de alto fator de rendimento e cujas especificações 6 . O acesso ao interior da loja deverá ser por meio de portas amplas com largura mínima de 1. Os equipamentos que fazem interface com o Shopping.A1099. esses poderão receber revestimento para compor toda a fachada da loja. sensor de abertura de porta). Os vidros das portas e vitrines que compõem a fachada da LUC serão obrigatoriamente do tipo temperado. É proibido instalar grades fixas permanentes.A1202.20 m e altura mínima de 2. Itens de segurança (botão de pânico. GLP .A1806. (37/25). somente sob aprovação do COMITÊ TÉCNICO. Medidor de água. especificamente:           Caixa de medição com Medidor de energia. Quando houver pilares na fachada da loja. Hidráulica / Esgoto . (37/25). Detectores de Incêndio (fumaça e calor). (37/25/29). Módulo de zona do sistema de detecção e alarme de incêndio. porém. Modulo monitor do sistema de detecção e alarme de incêndio. NOTAS SOBRE FACHADA Na loja destinada à alimentação. Elétrica / Telefonia . (37/25). (37/25/29).

20 m de espessura. e deverão observar os seguintes critérios: a) Não serão permitidos letreiros lampejantes. Deverá conter apenas o nome fantasia e/ou logotipo da LOJA. deixando o interior da loja visível para os clientes que transitam no mall. Letreiros: O projeto de fachada deverá mostrar o letreiro. A altura mínima do letreiro. etiquetas de identificação e nome do fabricante no letreiro. vista. 7 . resistente a impactos. Não será permitida a utilização de iluminação intermitente tanto na iluminação das vitrines como no letreiro. com animação. com “neon” exposto. e) O projeto do letreiro deverá ser apresentado em separado. Exposição de qualquer produto ou marca fica terminantemente proibida. faixas ou bandeiras. não sendo admitidas propagandas. no máximo. c) Não serão permitidos avisos de cartões de crédito ou qualquer outro tipo de cartão. não podendo ser recuados. b) Todos os dispositivos de fixação e suportes de montagem deverão estar totalmente escondidos. de plástico/acrílico moldado. com planta. Com exceção do letreiro. sonoros. rótulos gomados. o nome fantasia determinado no seu respectivo Contrato de Locação. é de 3 m tomando como referencia a base do letreiro. Os Lojistas só poderão usar no letreiro e fachada de sua loja. As fachadas das lojas deverão ter um rodapé mínimo de 10 cm. e imune à água e/ou produtos empregados na limpeza dos pisos das áreas comuns. tipo caixa com predominância de lona Night & Day iluminada ou não e pintado na fachada ou vitrine (com exceção de letras individuais aplicadas sobre a vitrine). As fachadas deverão possuir transparência mínima de 75% (setenta e cinco por cento). de plástico/acrílico injetado moldado. de modo a realçar o conceito e ambiente global do Shopping. Só será permitido um letreiro por fachada de LOJA. O nível do piso da área de atendimento aos clientes das lojas Fast Food deverá ser o mesmo do piso do shopping. que deverá ser de material incombustível. anúncios de papel.80 m de altura e de 0. nenhum elemento de fachada poderá avançar além do limite de alinhamento determinado pelos perfis metálicos.estejam de acordo com o tipo de atividade da LUC. corte. Os letreiros deverão estar obrigatoriamente no limite da loja. o projeto deverá ser aprovado pelo Órgão Municipal competente. cintilantes. d) Só serão permitidos decalques sobre segurança pública e/ou exigências do PROCON. detalhes construtivos e especificação de materiais. devendo o mesmo ser original e de bom gosto. em relação ao piso do Shopping. f) Se necessário. Sua ocupação no sentido do comprimento horizontal está limitada a 50% (cinqüenta por cento) do comprimento horizontal da fachada da loja por 0.

A fixação destes equipamentos deverá ser feita através de isoladores em elastômero ou molas. Qualquer dano será reparado pela Construtora. acrescidas da taxa de administração.) e transformadores de energia próprios. deverão se responsabilizar pela adequação de suas instalações e dispositivos de isolamento aos mesmos padrões adotados para o Shopping. sobre contra base (sóculo ou elevação do piso sobre a qual será apoiada a máquina) conforme a necessidade de isolamento específica daquele equipamento. impermeabilização.1 PISO DAS LUC´s Laje de concreto armado em “osso”. NOTA SOBRE ACÚSTICA As Lojas que possuírem atividade que produzam ruídos aéreos e/ou estruturais (vibrações). CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS UNIDADES 3. cabendo ao Lojista proceder de forma a não atingir o tratamento da junta durante a execução das obras de sua LUC. etc. outros Lojistas ou vizinhança. em função dos equipamentos e/ou tipo de atividades. concreto celular. cabendo ao Lojista o ressarcimento das despesas decorrentes. jiraus. Todas as Lojas deverão atender a norma de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência (NBR_9050) e as leis municipais que dissertam sobre o assunto. Tubulações devem ser isoladas em suas ligações com equipamentos e em seus suportes. superiores ao desejável com incômodo para o público. Os Lojistas com sistemas de geração de frio (chillers. Fancoils. protegida com argamassa. Quando ocorrer junta de dilatação. sinasita.1 ACABAMENTOS 3.É proibido o uso de capachos. Caso sejam necessários. isopor. deverão possuir um projeto específico de isolamento acústico e vibratório. bombas. rebaixada em relação ao nível do piso acabado do Shopping.1. A execução do projeto e das obras de isolamento acústico é de responsabilidade do Lojista. 3.) não sendo permitida a utilização de entulho em hipótese nenhuma. etc. compreendendo todas as sobrecargas. para evitar transmissão de vibração na estrutura do Shopping. Ver esquema de construção da contra base para equipamentos no (ANEXO 22). Sobrecarga máxima de 400 kgf/m². esta será entregue devidamente tratada. revestimentos. equipamentos. etc. ainda que embutidos no piso. 8 . os enchimentos de piso (para atender às imposições de projetos ou em Lojas que possuam rebaixos) deverão ser executados com materiais leves (bloco tipo Sical. móveis. entre elas.

514. é fundamental que o lojista atente a tais interferências no recebimento da LUC e faça seu projeto contemplando as mesmas. as quais podem apenas receber revestimentos. Estas interferências são indispensáveis para o funcionamento do Shopping e não poderão ser desviadas ou removidas.As lojas 500. 511. Não serão aceitas reclamações posteriores sobre este tema.4 TETO DAS LUC´s Os tetos das LUC´s (Lajes) serão entregues sem acabamento. 3. 520. 516. 502.1. aparente em concreto. tubulações. 505. 607.3 FACHADA DA LUC´s A fachada das LUC´s para o corredor será limitada pelo rodateto constituído de um perfil metálico instalado próximo ao forro do corredor e pelos perfis metálicos instalados nas paredes limítrofes. a partir do alinhamento interno da fachada. 518. Todos os elementos estruturais da fachada deverão apoiar-se na laje de piso da LUC.1. executado pela Construtora. também. 506. A fachada acima do perfil metálico terá fechamento em gesso acartonado. 3. 508. 513. As paredes divisórias serão do tipo “drywall”. 9 . 503. sob qualquer pretexto. ser previsto no forro de acabamento da LUC aberturas para acessar possíveis interferências existentes que façam parte da infra-estrutura do Shopping. 519.1. 501.2 PAREDE DIVISÓRIA DAS LUC´s É proibido alterar de qualquer forma as paredes divisórias ou limítrofes das LUC’s. nas paredes limítrofes. 504. O rodateto é constituído por um perfil metálico e é projetado para destacar a vitrine da Loja e o forro do Shopping. 521 e 522 tem um desnível parcial no piso de aproximadamente 30cm. etc. Deverá. shafts. As paredes divisórias das LUC´s têm a função apenas de vedação. Nenhuma instalação poderá ser embutida e nenhuma estrutura poderá ser apoiada nas paredes. com espessura de 14cm e/ou bloco de concreto quando limítrofes da edificação. 3. 510. 515. É proibido fixar quaisquer destes elementos nos perfis metálicos de arremate instalados pela Construtora e. 512. Será de responsabilidade do Lojista a execução de retoques de pintura no rodateto e nos perfis divisores entre Lojas com material e cor a serem informados oportunamente pelo COMITÊ TÉCNICO. dutos. Por isso. Poderá eventualmente existir no interior das LUC´s interferências como: colunas. as instalações hidro sanitárias devem ser direcionadas a esses locais. se necessário.

3. O cabo será deixado no limite da LUC ligado ao DG-EXTERNO. a partir do ponto de derivação sendo responsabilidade do lojista qualquer extensão além desse limite. o medidor de consumo deverá ser adquirido pelo LOJISTA. O cabo alimentador será deixado no limite da LUC. Para alimentação dos quiosques deverá ser prevista a interligação com o ponto de entrega no piso com os mesmos critérios de instalação das lojas.2. inclusive até seu quadro de distribuição. na tensão 220 Volts/380 Volts.O peso do forro mais as instalações (luminárias e acessórios) não poderão ultrapassar 45 kg/m².2 INSTALAÇÕES 3. 3. corrente alternada 60 hertz fornecido pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 01 (um) neutro e 01 (um) terra.3 ÁGUA FRIA Para as LUC´s que utilizam água será previsto um ponto de alimentação. A medição do consumo será independente por LUC. 10 .2.2. 3.2.4 DRENO DO CONDICIONADOR DE AR Cada LUC terá um ponto de coleta para ligação exclusiva dos drenos dos condicionadores de ar. 3. sendo necessária a apresentação de detalhamento do processo de fixação nos elementos estruturais que compõem a cobertura da loja. Não será permitido seu uso para qualquer outra finalidade. provido de uma válvula de bloqueio no limite da mesma.2 TELECOMUNICAÇÕES Cada LUC terá ponto para ligação de linha telefônica e internet ou banda larga. Os medidores de consumo serão instalados no interior das LUC´s com a anuência e supervisão do COMITÊ TÉCNICO.1 ELÉTRICA Cada LUC terá ponto de energia elétrica.2. constituído de 03 (três) fases.5 ESGOTO Para as LUC´s com previsão de consumo de água potável será previsto um ponto de esgoto no interior da loja. de acordo com as especificações do COMITÊ TÉCNICO. 3. Após a instalação o mesmo deverá ser lacrado.

2. instalado no perímetro da LUC. no corredor técnico ou área comum. caixas de hidrantes e os componentes internos a LUC.2. 3. 3. Serão previstas as medições particulares individuais por meio de medidor de consumo que deverá ser adquirido junto a COMGÁS para as lojas que utilizem o sistema.10 AUTOMAÇÃO Será disponibilizado para cada loja infra-estrutura de tubulações e cabeamento no limite da LUC.2. Serão executadas aberturas em laje ou cobertura metálica para fixação destas utilidades. para interligação do sistema de automação. A distribuição da rede.2. 3.3.6 AR CONDICIONADO Cada LUC terá uma infra-estrutura com alimentação e retorno de água gelada para a instalação do sistema de ar condicionado deixada no limite da mesma. que deverão ser interligados no quadro de medição de utilidades da unidade.8 GÁS NATURAL A LUC destinada a alimentação. e um ponto para hidrante (quando necessário). Os equipamentos deverão ser instalados pelo Lojista e devem ser colocados dentro da área de cada LUC em local discriminado como “Casa de Máquina ou Patamar Técnico”. O lojista deverá adquirir um “Kit Lojista” junto ao COMITÊ TÉCNICO em momento oportuno. fast food e restaurantes.2. deverão ser executados pelo lojista atendendo ao projeto já aprovado pelo Corpo de Bombeiros. 11 . compatíveis com o Sistema de Automação. 3. Os equipamentos do sistema deverão ser instalados pelo Lojista e devem ser colocados dentro da área de cada LUC em local discriminado como “Casa de Máquina ou Patamar Técnico”.7 EXAUSTÃO DE COIFAS As LUC’s destinadas à alimentação. O Lojista deverá ter sistema de DETECÇÃO DE VAZAMENTO e COMANDO DA VÁLVULA DE BLOQUEIO em caso de vazamento. terão um ponto de tomada e outro ponto de descarga de ar para o sistema de exaustão e ventilação.9 PREVENÇÃO E COMBATE A ÍNCÊNDIO Cada LUC terá ponto para ligação à rede de sprinklers do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. fast food e restaurantes terá. A tubulação e o cabeamento interno da loja até os pontos e quadros deixados pelo Shopping são de responsabilidade do lojista. um ponto de gás abastecido pela rede de distribuição do Shopping.

sejam compatíveis entre si. bem como todos os periféricos necessários ao sistema. Posteriormente deverá apresentar ART (Anotação de Responsabilidade Técnica – CREA/SP). no limite da LUC para ser ligado ao sistema interno da mesma. devem atender integralmente à Norma da ABNT NBR 9441. COORDENAÇÃO DE PROJETOS 1. II – NORMAS E ORIENTAÇÕES PARA PROJETOS DOS LOJISTAS 1. Será responsabilidade deste profissional a coordenação de todos os projetos a serem elaborados para a LUC. Classe A. A tubulação deve ser metálica.11 ALARME DE INCÊNDIO Será disponibilizado para cada loja infra-estrutura de tubulações e cabeamento específico. Estes itens.1 OBJETIVO Antes de iniciar os trabalhos de concepção de qualquer projeto referente à implantação da LUC junto ao COMITÊ TÉCNICO. bem como toda a instalação de detecção.2.3. de capacidade técnica reconhecida. sendo que é de exclusiva responsabilidade do lojista a aprovação dos projetos junto aos Órgãos Municipais. DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS Os projetos deverão ser elaborados por profissionais legalmente habilitados. para que no mesmo tome conhecimento das instruções que deverá seguir. preferencialmente especializados em instalações comerciais.5 mm. pelo Lojista. A liberação/aprovação dos projetos pelo COMITÊ TÉCNICO será realizada em função da qualidade técnica dos projetos e da estrita observância às recomendações deste Caderno de Normas Técnicas. aterrada. quando for o caso. deverá o Lojista (locatário) nomear um profissional (arquiteto ou engenheiro) como seu representante junto ao COMITÊ TÉCNICO. e a fiação em par trançado rígido de 1. na 12 . Portanto. ao COMITÊ TÉCNICO. 2. sendo acompanhados das respectivas ART ’s (Anotação de Responsabilidade Técnica – CREA/SP). que serão os exclusivos responsáveis pelos projetos a serem executados. 1. O relacionamento entre a equipe profissional do COMITÊ TÉCNICO e os projetistas da LUC deverá contar com o acompanhamento permanente do coordenador de projetos.2 ATRIBUIÇÕES Deverá este profissional ser encaminhado. sendo o projeto elemento básico para a implantação da LUC deverão ser observados. devidamente preenchida e recolhida. É obrigatório que os acionadores manuais.

Equilíbrio na conjunção instalação/mercadoria/público. Deverão ser apresentados primeiramente os projetos de arquitetura e jirau (se houver). instalações elétricas e hidráulicas. Segurança. propriedade do material e equilíbrio do destaque nos letreiros e luminosos. podendo o COMITÊ TÉCNICO não aceitar o uso de materiais que venham a depreciar ou denegrir sua imagem e segurança ou ainda colocar em risco a coletividade. Todos os materiais e equipamentos deverão ser novos. Criatividade e propriedade na escolha dos materiais e na técnica de iluminação. especificando materiais compatíveis com o projeto arquitetônico. deverão ser obedecidas as Normas Técnicas da ABNT. a apresentação simultânea de outros projetos ou soluções construtivas. no prazo máximo de 7 (sete) dias úteis. deverão ser imediatamente encaminhados os demais projetos de instalações. pelo COMITÊ TÉCNICO. Transparência da loja em relação ao “Mall” de no mínimo 75% na área de fachada. de primeira linha e satisfazer todas as exigências contidas nas Normas Técnicas específicas e compatíveis com o grau de segurança e durabilidade ao qual serão submetidos. os seguintes quesitos abaixo relacionados:          Objetividade Técnico-Comercial. Criatividade na arte de apresentar a mercadoria. Para a liberação dos respectivos projetos o COMITÊ TÉCNICO. Normas Municipais e as demais normas citadas neste Caderno de Normas Técnicas. Os projetos deverão prever o uso de materiais de padrão compatível com o padrão de acabamento do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 3. Na elaboração dos projetos de instalações técnicas. O COMITÊ TÉCNICO protocolará a entrega dos projetos. tais como estrutura.sua elaboração. ar condicionado e outros. levará em consideração a qualidade dos materiais utilizados nos diversos revestimentos. além das normas especificadas neste Caderno de Normas Técnicas. Funcionalidade e versatilidade. se o mesmo está liberado ou indicará as alterações necessárias. Legibilidade. Em alguns casos específicos poderá ser solicitada. que deverão primar pela excelência e beleza visando qualificar o ambiente do shopping. PROJETOS SOLICITADOS O Lojista deverá apresentar os projetos abaixo relacionados acompanhados das respectivas ART’s (Anotação de Responsabilidade Técnica) dos Responsáveis Técnicos pela elaboração dos projetos: 13 . Harmonia no “layout”. Após a liberação destes projetos pelo COMITÊ TÉCNICO. comprometendo-se a declarar por escrito.

      

Arquitetura (decoração de interiores) Estrutural Metálica (Jirau) Instalações Elétricas/Telemática/Automação/Sonorização Ar Condicionado e Exaustão/Ventilação Mecânica Instalações Hidro-sanitárias Gás Natural Prevenção e combate a incêndio – sprinkler, extintores e alarme, sinalização e iluminação de emergência, Sistema Fixo para coifas e hidrantes, quando houver.

4. FORMA DE APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E LIBERAÇÃO A escala para apresentação dos projetos será 1:25 para lojas de até 250m². Acima desta metragem poderão ser apresentados em escala 1/50, devendo os detalhes parciais serem apresentados na escala 1:10. Todos os desenhos e projetos deverão ser apresentados com clareza e informações suficientes para ilustrar e elucidar a obra como um todo. Os projetos serão apresentados em 03 (três) vias, em cópias plotadas no formato padronizado pela ABNT, após a aprovação os projetos deverão ser enviados em formato AutoCad, versão 2010 ou superior. Todos os projetos serão acompanhados de memorial descritivo, especificação de materiais e memórias de cálculo, também em 03 (três) vias. Os desenhos dos projetos deverão ser apresentados em pranchas, com dimensões máximas do tamanho A1 e carimbo-padrão, na escala e grafismo técnico apropriados a cada projeto. Todos os desenhos deverão ser apresentados dobrados no formato A4, identificados pelo número do Local de Uso Comercial e respectivo pavimento, e pelo nome fantasia do ocupante. (carimbo padrão – Anexo 04). Devem estar indicados os eixos do shopping nos projetos de arquitetura e complementares conforme representados na planta específica de cada unidade comercial fornecida na pasta técnica. Na lateral direita, canto inferior do desenho, para todos os projetos, será destinado um espaço para o carimbo do autor do projeto e a logomarca da projetista. É indispensável que no carimbo apareça em destaque o nome fantasia constante em contrato, número e piso da LUC, e que as plantas tenham numeração seqüencial e quantitativa. Deverá constar também o nome e telefone do arquiteto/engenheiro responsável pelo projeto/obra. Todas as pranchas modificadas terão obrigatoriamente a indicação da respectiva revisão, datada. Somente serão aceitos e considerados entregues os projetos definitivos recebidos em sua totalidade, devidamente aprovados e com as respectivas ART’s dos projetistas e acompanhados do cronograma físico das obras.
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O COMITÊ TÉCNICO devolverá duas destas cópias ao Lojista com a chancela de “LIBERADO PARA EXECUÇÃO”, devendo obrigatoriamente uma delas, permanecer na obra. É responsabilidade do Lojista, manter as cópias com chancela de “LIBERADA” durante todo o prazo de validade do contrato de locação. O Shopping não tem a obrigatoriedade de manter cópia de tais documentos. NOTA IMPORTANTE Numa escala de entrega de projetos, listamos uma seqüência lógica, que deverá ser observada, para o bom andamento dos trabalhos: A - Projeto de Arquitetura; B - Projeto Estrutural do Jirau; C - Projeto da Rede de Sprinklers e Detecção de Fumaça (Combate a Incêndio); D - Projeto Elétrico, Telefonia e Som; E - Projeto de Ar Condicionado; F - Projeto Hidro-Sanitário e Impermeabilização (quando for o caso); G - Projeto de Ventilação e Exaustão Mecânica de Coifas de Cozinhas (quando for o caso); H - Projeto de Gás (quando for o caso). O lojista deverá primeiramente entregar os projetos de arquitetura e jirau para análise e aprovação e, posteriormente, já com esses projetos “LIBERADOS”, desenvolver os projetos de instalações. É de inteira responsabilidade do lojista o desenvolvimento em paralelo de todos os projetos. Torna-se obrigatório, por parte do Lojista e de seus profissionais contratados, a conferência das medidas das dimensões da LUC, bem como as medidas e localizações dos pontos de entrega: energia, telecomunicações, água, esgoto, ar condicionado, e outras interferências que porventura atravessem o espaço aéreo da loja. 5. PRAZO FINAL O COMITÊ TÉCNICO deverá devolver os projetos aprovados ou não, e com as ressalvas a serem providenciadas num prazo de 7 (sete) dias úteis. Depois de devolvidos os projetos em desacordo, o LOJISTA terá mais 7 (sete) dias para providenciar as modificações e novamente encaminhá-los para apreciação. Efetuada a aprovação dos projetos, o LOJISTA obrigar-se-á a concluir os serviços até 05 (cinco) dias antes da inauguração do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ, observados os prazos intermediários caracterizados.
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6. DETALHAMENTO DOS PROJETOS - ARQUITETURA            Planta da loja em escala 1:25; Planta do jirau; Planta do teto refletido, ou seja, layout dos componentes aplicados no mesmo; Cortes longitudinal e transversal e nos locais de maior interesse (escadas, corrimãos, rebaixos, etc.); Elevações das paredes internas e de todos os fechamentos, inclusive de vitrines; Fachada(s) voltada(s) para o mall, com indicação das vitrines, acessos, letreiros, iluminação prevista, materiais e cores a serem utilizadas; Detalhe e corte do letreiro ou luminoso, mostrando, caso exista, seu avanço em relação ao mall, e que não deverá exceder 0,20 m do limite da loja; Perspectiva interna e de fachada; Caderno de especificação dos materiais de acabamento, memórias de cálculo e cronograma físico das obras; Detalhes construtivos de tetos e forros, soleiras e vitrines, fixação de esquadrias e vitrines, escada, corrimão, guarda-corpo, impermeabilização, etc.; Indicação, nos desenhos, das especificações dos materiais de acabamento e suas cores definitivas.

6.1 ESCOLHA DOS MATERIAIS Os materiais a serem escolhidos, bem como a teoria das cores a serem aplicadas à loja, deverão estar em sintonia com o padrão de acabamento do shopping, cabendo ao COMITÊ TÉCNICO a não aceitação de especificações que porventura venham a denegrir ou depreciar sua imagem. Não é permitida a utilização de nenhum piso do tipo paviflex na área de atendimento da loja. Todos os materiais decorativos combustíveis deverão sofrer processo de ignifugação (tornar ignífugo, ou seja, retardante ao fogo). Todos os materiais e equipamentos utilizados nas lojas deverão ser novos, de primeira linha e satisfazer todas as exigências contidas nas Normas Técnicas específicas e compatíveis com o grau de segurança e durabilidade ao qual serão submetidos, além de atender a Instrução Técnica n°10/2011 do Corpo de Bombeiro do Estado de São Paulo. Todas as lojas enquadradas na IT 10 do Corpo de Bombeiros de São Paulo, que trata do controle de materiais de acabamentos e revestimentos, deverão segui-la, apresentando ao COMITÊ TÉCNICO Laudo dos fabricantes conforme a instrução. 6.2 MODIFICAÇÕES DOS PROJETOS Toda e qualquer modificação que venha a ser introduzida implicará, obrigatoriamente, na reapresentação dos projetos de arquitetura, inclusive técnicos.
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acarretará em notificação e paralisação imediata dos serviços na loja. Consequentemente. Toda e qualquer alteração no projeto de arquitetura liberado implicará em reapresentação do projeto modificado à equipe do COMITÊ TÉCNICO para nova análise. deverá ser entregue o projeto de arquitetura. tendo por princípio as regras e instruções estabelecidas neste Caderno de Normas Técnicas. devendo. mesmo havendo demolição. 17 . em fiscalização da obra. Os projetos que recebem o carimbo “REPROVADO” serão devolvidos. A não informação de modificações no projeto já aprovado. A equipe do COMITÊ TÉCNICO analisará os projetos complementares com base no projeto de arquitetura liberado. os quais deverão ser revisados e reapresentados. devidamente aprovados pelo proprietário e com as respectivas ART’s dos projetistas e acompanhados do cronograma físico das obras. Primeiramente. funcionalidade e harmonia com os padrões dos projetos do Shopping.Os projetos modificados deverão ter suas revisões discriminadas e numerados nos campos apropriados nas pranchas. bem como indicado no carimbo. Após a liberação do projeto de arquitetura pela equipe do COMITÊ TÉCNICO. Sem as anotações das modificações os projetos não serão recebidos. permanecer na obra em local visível durante sua execução e ser apresentados quando solicitado pela equipe do COMITÊ TÉCNICO.3 RECEBIMENTO DOS PROJETOS Só serão aceitos e considerados entregues os projetos recebidos em sua totalidade. A equipe técnica do COMITÊ TÉCNICO receberá. entretanto. analisará e liberará os projetos. para agilizar o processo. 6. Os projetos que recebem o carimbo “LIBERADO” não necessitarão de reapresentação. bem como fará as exigências pertinentes. Serão avaliados segundo os aspectos técnicos de segurança. se constatada pelo COMITÊ TÉCNICO durante a obra. Se não forem atendidas as normas estabelecidas neste documento. Os projetos que recebem o carimbo “LIBERADO COM RESTRIÇÕES” deverão apresentar os detalhes e/ou informações elucidativos solicitados no ato da retirada do projeto. sempre à custa do lojista. pois trata-se do projeto básico para o desenvolvimento dos demais. 6. essas modificações deverão ser adequadas.4 ANÁLISE E LIBERAÇÃO Os projetos serão analisados por profissionais especializados em cada disciplina. os projetos complementares já entregues deverão ser compatibilizados com o projeto de arquitetura alterado e também reapresentados para nova análise. até a reapresentação e nova aprovação conforme situação atual. deverão ser entregues os demais projetos técnicos complementares.

memoriais descritivos... sendo de obrigação do lojista a montagem e desmontagem do mesmo. As análises dos projetos efetuadas pelo COMITÊ TÉCNICO e obras e administradoras terão expedição de aceitação interna. de 15 de setembro de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). seguindo as orientações do COMITÊ TÉCNICO. não implicando em nenhuma responsabilidade técnica ou jurídica do Shopping perante as instalações previstas em projeto. EDIFICAÇÃO.5 TAPUME PADRONIZADO É obrigatória a instalação de tapume-padrão (ANEXO 06) em todas as lojas durante a execução da obra. Qualquer movimentação necessária no tapume depois da montagem. ou quando solicitado pelo COMITÊ TÉCNICO. serão devolvidos em uma via com o carimbo de liberação. 6. no modelo conforme (ANEXO 06). prepostos e responsáveis técnicos. cuja responsabilidade será integralmente do lojista. que irá notificar possíveis irregularidades encontradas no mesmo ou liberar para andamento das obras. nome e contato direto do responsável pela obra. Após a liberação dos projetos. ou seu preposto deverá visitar e conferir o local da loja. As lojas só poderão entrar em obra após a fixação das placas de identificação no tapume. (ANEXO 05) e apresentar cópia da apólice de seguros. assinar o termo de recebimento de loja. BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO 4. que por ventura seja danificado durante a execução do tapume ou da obra da Loja. Após a montagem do tapume. fornecido pelo COMITÊ TÉCNICO.Os projetos de arquitetura. (. dar início às obras de sua loja. É de responsabilidade da obra da Loja todo reparo que for necessário no piso ou forro do mall. cada lojista. EQUIPAMENTOS. e após vistoria e liberação da obra pela equipe de fiscalização. o responsável pela obra deverá solicitar a vistoria e aprovação ao COMITÊ TÉCNICO. NOTA SOBRE LOJAS DE ALIMENTAÇÃO Para Lojas de Alimentação deverão ser respeitadas as normas constantes da Resolução RDC n° 216.1. memórias de cálculo e cronograma físico das obras. MÓVEIS E UTENSÍLIOS 18 . depois de analisados e liberados pela equipe do COMITÊ TÉCNICO. que avaliará a situação juntamente ao responsável pela obra e coordenará o serviço. contendo nome e número da loja. ficando a segunda via arquivada na pasta da respectiva unidade comercial e a terceira via na obra. INSTALAÇÃO.) 4. deverá ser solicitada ao COMITÊ TÉCNICO. para. objetivando a entrada de materiais ou acabamentos de fachada. A retirada do tapume somente poderá ser efetuada na véspera da inauguração. em tempo hábil. munido do termo de liberação dos projetos (ANEXO 23).

(. As aberturas externas das áreas de preparação e armazenamento de alimentos. inclusive de exaustão. descascamentos. Os equipamentos. (. As luminárias localizadas sobre a área de preparação dos alimentos devem ser apropriadas e estar protegidas contra explosões e quedas acidentais.1. As portas de área de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotadas de fechamento automático. 4.1. sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e produto anti-séptico e toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro para secagem das mãos.As caixas de gordura e de esgoto devem possuir dimensão compatível ao volume de resíduos. Devem existir lavatórios exclusivos para higiene das mãos na área de manipulação.8. Os coletores dos resíduos devem ser dotados de tampa e acionados sem contato manual.1.1..17. impermeável e lavável.. laváveis e estar isentas de rugosidades. A iluminação da área de preparação deve proporcionar a visualização de forma que as atividades sejam realizadas sem comprometer a higiene e as características sensoriais dos alimentos.1. odores. Quando presentes. Os coletores dos resíduos devem ser dotados de tampa e acionados sem contato manual. bolores. As superfícies dos equipamentos. móveis e utensílios que entram em contato com os alimentos devem ser de material que não transmitam substâncias tóxicas. 4.. As instalações devem ser abastecidas de água corrente e dispor de conexões com rede de esgoto (ou fossa séptica). infiltrações.15. 4.14. As instalações físicas como pisos.5. Os lavatórios devem possuir sabonete líquido inodoro antiséptico ou sabonete líquido inodoro e produto anti-séptico e toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro para secagem das mãos. transporte.) É obrigação do Lojista de Alimentação manter-se atualizado de normas legais vinculadas a sua 19 .) 4. paredes e teto devem possuir revestimento liso. embalagem.) 4. As telas devem ser removíveis para facilitar a limpeza periódica. armazenamento.. distribuição e exposição à venda dos alimentos devem ser lisas. Devem ser mantidos em adequado estado de conservação e ser resistentes à corrosão e a repetidas operações de limpeza e desinfecção.13. (. os ralos devem sifonados e as grelhas devem possuir dispositivo que permitam seu fechamento. vazamentos.4. devem ser providas de telas milimetradas para impedir o acesso de vetores e pragas urbanas. As portas e as janelas devem ser mantidas ajustadas aos batentes.1. 4.6.1. devendo estar localizadas fora da área de preparação e armazenamento de alimentos e apresentar adequado estado de conservação e funcionamento.) 4.. impermeáveis.. conservados. Devem ser mantidos íntegros.(.. trincas. dentre outros e não devem transmitir contaminantes aos alimentos. conforme estabelecido em legislação específica. frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização dos mesmos e serem fontes de contaminação dos alimentos. em posições estratégicas em relação ao fluxo de preparo dos alimentos e em número suficiente de modo a atender toda a área de preparação. (.. goteiras. móveis e utensílios utilizados na preparação.3.. nem sabores aos mesmos.1. livres de rachaduras.. As instalações sanitárias devem possuir lavatórios e estar supridas de produtos destinados à higiene pessoal tais como papel higiênico. 4.1.) 4.

As alvenarias do Shopping não poderão ser usadas para apoio dos jiraus. como lajotas cerâmicas. Memória de cálculo com indicação das cargas adotadas para o peso próprio da estrutura. isolação. em concreto armado ou lajes pré-moldadas tipo Sical ou similar. pilares de apoio.90 m. bem como suas dimensões. Layout do jirau contendo as alturas das prateleiras que deverá ser indicado no projeto de arquitetura. revestimentos e sobrecargas de equipamentos. conforto e higiene do compartimento em que se situar sendo de inteira responsabilidade do proprietário o atendimento as restrições e índices estabelecidos pela legislação pertinente.2 JIRAU Será permitida a execução de jirau em estrutura metálica. ART do profissional responsável pelo cálculo estrutural.1 PROJETO  Deverá ser apresentado projeto estrutural do jirau contendo no mínimo os seguintes dados:          Plantas e cortes. A escada de acesso ao mezanino deverá ter largura mínima útil de 0.80 m e corrimão com altura mínima de 0. com indicação de todos os elementos montantes da estrutura como vigas. dimensionamento. Detalhes de solda e detalhes da chapa de base dos pilares. Detalhes dos perfis e das chapas dobradas. Seções das vigas.3 ESCADA DE ACESSO A escada de acesso ao jirau deverá ser de material incombustível. em hipótese alguma. 7. etc. escada. O Mobiliário não poderá agravar as condições de circulação. pilares.operação. 7. metálica.. o qual deverá ser indicado no projeto de arquitetura. com pisos em chapas metálicas ou painéis wall (ou material similar). PROJETO ESTRUTURAL DO JIRAU 7. etc. 20 . iluminação. Deverá ser aplicado material incombustível de acabamento na superfície de piso. não se admitindo. Mapa de carga nos pilares. Detalhe da escada. a construção com lajes prémoldadas. sapatas e escadas. com corrimão também metálico. segurança. 7. O Shopping não tem a responsabilidade de orientar ou mesmo atualizar o Lojista quanto a esta questão. mercadorias.

não deverá ser inferior a 2. de no mínimo 0.50 x 0. NB 14. para apoio dos pilares sobre a estrutura de piso da loja. ainda. O pé direito sob o jirau.  O projeto estrutural deve ser elaborado de acordo com as normas vigentes e pertinentes da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas):     NBR 8800/86: PROJETO E EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE AÇO.50 m. As cargas pontuais máximas dos pilares metálicos de apoio dos jiraus não poderão ultrapassar 0.50 m.7.0 toneladas se houver alvenaria ao longo da mesma e de 6. Nas lojas em que não houver jirau será obrigatória a instalação de uma plataforma metálica assistida 21 . A carga de projeto para o jirau não deve ultrapassar a 200 kgf/m² de sobrecarga útil e 50 kgf/m² de peso próprio. O jirau não pode ser apoiado nas paredes divisórias das lojas.4 REDE DE SPRINKLERS . A distância mínima permitida entre o jirau e a fachada da loja é de 2 m. NB 117.0 toneladas em caso contrário. Também não será permitido atirantar nenhum elemento construtivo do jirau à laje de teto da loja. ser apresentado em três vias.5 PROJETO ESTRUTURAL O projeto estrutural do jirau deverá obedecer às normas da ABNT e ser executado por profissional legalmente habilitado. 7. Prever sapata metálica. Deverá. não deverá ser inferior a 2. NBR 6120/80. Sobre as vigas será admitida uma carga de 3.30 m. dobradas no formato A4 (210 x 297 mm).JIRAU Torna-se obrigatória a execução da rede secundária de Sprinklers sob e sobre o jirau. pode-se aceitar uma carga de até 8.75 toneladas. Se as colunas metálicas do jirau ficar encostadas às colunas. quando da execução do mesmo. contado do piso acabado da loja ao forro acabado. com chapa # 1/2”. em cópias plotadas ou xerográficas. sendo que a base deverá ser colada com material apropriado na laje. O pé direito sobre o jirau.0 toneladas. nem atirantado na laje superior. contado do piso acabado do jirau até o fundo de viga (não considerando a existência de forro).

com baterias. para a manutenção do mesmo. equilíbrio de fases e seção dos barramentos. circuitos. quando houver. Sistema de iluminação de emergência. em bloco autônomo. e demais pontos a critério do projetista em unidade compacta. No caso de esta plataforma ficar sobre o forro de gesso. legenda e especificação de materiais em memorial descritivo ou planta.  Além dos elementos mínimos supracitados. fiação. VOZ E DADOS. tomadas. PROJETO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA. notas e observações relevantes.Relação de cargas detalhadas por circuito e cálculo de demanda geral (quadro de cargas completo). no mínimo. ART do responsável técnico pela elaboração do projeto. Exaustão/Ventilação (verificar nos projetos específicos). atendendo a Instrução Técnica n°18/2011 do Decreto do Corpo de Bombeiro do Estado de São Paulo (Iluminação de Emergência). Todos os projetos deverão seguir as normas atualizadas e específicas da ABNT e outras especificações e normalizações de órgãos e concessionárias. proteção geral da loja. Memórias de Cálculo de queda de tensão não superior a 2%. C . elétrico e de sistemas eletrônicos. B . posicionamento de quadros. tubulações. telefone e lógica. Deverão ser consideradas as perdas (W) nos reatores das lâmpadas de descarga (fluorescentes e vapor metálico). um ponto de força bipolar (220 V) e um disjuntor tripolar (380 V) próximo ao condicionador de ar (Fancoil). O projeto deverá atender às especificações técnicas deste Caderno Técnico.70 m x 0. prever alçapão com abertura de no mínimo 0. com indicação da capacidade dos disjuntores.70 m. cujo projeto de estrutura também deve ser apresentado acompanhado de ART.       Convenções adotadas. para acesso e manutenção do fancoil.Diagrama trifilar do quadro de luz. DETECÇÃO DE FUMAÇA E SONORIZAÇÃO  Os projetos. ao quadro elétrico. junto ao caixa. o projeto deverá prever:  Ponto de força para os sistemas de Ar Condicionado. 8. Iluminação. O quadro de distribuição deverá estar de acordo com as exigências internas do shopping. inversor e demais acessórios que permitam sua conexão à rede normal. deverão ser apresentados.por uma escada.Planta de Piso e do Forro com a distribuição de pontos. pontos de iluminação. no jirau. 22   . com os seguintes elementos: A . Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração.

Iluminação geral. Balanceamento das cargas nas fases.         8. Será admitido apenas o uso de buchas de nylon. Suportação por vergalhão roscado. Tomadas. em um bloco autônomo. bem como de todos os demais elementos metálicos da instalação. O gás só será liberado quando a coifa estiver ligada. para as lojas-âncoras. Letreiro da fachada. Nas paredes do Shopping não poderá haver nenhuma instalação embutida. S-8 no máximo. Utilização de materiais. cinemas e salas de convenções. com tijolo cerâmico ou material similar (atendendo as características de peso). A alimentação de luminoso(s) de fachada e vitrine deverá ser feita por circuito independente. abraçadeiras e demais materiais. alimentando exclusivamente essa carga. Prever para as coifas interligação com o sistema de solenóide no ramal de gás (medidor). a fim de assegurar a continuidade elétrica do sistema. Iluminação de fuga em salões e escadas até a área externa. na execução das instalações elétricas. Iluminação de vitrine e Iluminação de emergência. contendo o número dos circuitos ou nome dos locais atendidos. Execução de uma segunda parede. Respeito aos limites de iluminação de 50 W/m² visando não ultrapassar a carga térmica prevista por loja e garantir assim a eficiência do sistema de ar condicionado. 23 . Aterramento das luminárias metálicas. Este circuito deverá ter um timer.         Circuito independente para cada item abaixo: Fancoil. para o lojista que quiser embutir suas instalações. Identificação de todos os circuitos de distribuição através de plaquetas. para fixação de braçadeiras (Buchas específicas de acordo com o tipo de parede). visando a melhor fixação das instalações. fazendo com que desligue em horário a ser definido com o COMITÊ TÉCNICO ou a ADMINISTRAÇÃO DO ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.1 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA As lojas serão alimentadas eletricamente por um sistema de 5 fios: 3 FASES + NEUTRO + TERRA. através de conexão ao condutor de proteção (terra). que obedeçam rigorosamente às especificações da ABNT.

tensão secundária de 380 V (entre fases) e 220 V (entre fase e neutro). 24 . em cada loja. exceto aquelas com condições diferentes em contrato. O condicionador de ar da loja (Fancoil) será alimentado por circuito trifásico exclusivo (de responsabilidade do lojista).Dispositivo DR ou Interruptor de fuga para terra (de responsabilidade do lojista). para posterior transformação em Baixa Tensão de 380V/220V. para posterior rateio da fatura emitida pela concessionária. o ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ receberá alimentação de energia elétrica da concessionária em Média Tensão de 13. com medição única. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas junto ao COMITÊ TÉCNICO. equipado com dispositivo de proteção geral (disjuntor) e dispositivo de proteção diferencial residual . medidor este instalado a expensas do lojista. instalados no nível do teto junto ao cofre de derivação do busway. A carga total instalada não poderá ultrapassar o limite estabelecido EM CONTRATO. em caixa de chapa com tampa ventilada. Alertamos para ausência de tensão 110 V no sistema. bem como a secção dos condutores. para terminação de dutos e abrigo dos condutores (responsabilidade do Shopping). com display digital. cuja responsabilidade de ligação será unicamente do próprio lojista junto à concessionária. Os circuitos de vitrines e letreiros serão comandados pelo timer.2 CONSUMO DE ENERGIA Visando a otimização na utilização e a redução de custos de energia elétrica. O quadro geral da loja deverá ser obrigatoriamente.8 kV. a ser instalado no quadro elétrico interno da loja (responsabilidade do lojista). Medidores para Energia de Lojas: Os medidores de energia serão eletrônicos. a partir do Quadro Elétrico interno à loja. caixa de passagem em chapa de aço #16. memória e porte de comunicação (saída serial 485). A potência disponível para cada loja. O consumo de energia elétrica (kWh) das lojas satélites será medido através de leitura em medidor de consumo instalado em quadros específicos. para distribuição e atendimento às lojas. 8. e que sua rede seja alimentada em outra tensão. está indicada no Contrato de Locação. A tecnologia deverá ser compatibilizada com o sistema de automação predial. será instalado. pintada e com tampa de aparafusar. Como ponto de entrega de energia. micro processados.

lisos com dimensões 38 mm x 38 mm. Nas extremidades dos eletrodutos. Nas deflexões e terminações dos eletrodutos de secção circular. deverão ser aplicadas buchas e arruelas de metal galvanizado. devendo a quantidade e distanciamento dos blocos autônomos atendendo a Instrução Técnica n°18/2011 do Corpo de Bombeiro do Estado de São Paulo.3 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Deverá ser prevista a instalação de. painéis e luminárias) deverão ser conectadas ao condutor de proteção (TERRA).4 CIRCUITOS ELÉTRICOS Os circuitos de iluminação deverão ser independentes dos circuitos de tomadas. 25 . Não serão aceitos eletrodutos flexíveis ou mangueiras. próximo à escada). interruptores. no mínimo. nunca deverão ser fixados diretamente em peças de madeira ou material combustível. dois aparelhos de iluminação de emergência autônomos (a bateria.6 FIAÇÃO E SOQUETES DA INSTALAÇÃO Soquetes para lâmpadas fluorescentes. no interior da loja (um junto ao caixa da loja e outro no mezanino. galvanização eletrolítica. 8. tomadas e interruptores aparentes. Os eletrodutos de seção circular para instalação embutida no contrapiso poderão ser de PVC rígido. As instalações (eletrodutos.5 ELETRODUTOS Os eletrodutos de seção circular para instalação aparente deverão ser de ferro galvanizado eletrolítico. deverão ser previstos disjuntores individuais. atendendo à norma NBR-5624/1993 da ABNT. atendendo à norma NBR-6150/1980 da ABNT. caso utilizados. dimensionados de acordo com as cargas neles conectados. tomadas. com tampa de pressão. de diâmetro mínimo de 25 mm (3/4”). Os eletrodutos de seção quadrada (perfilados). deverão ser de chapa #16 USG. no interior de painéis e caixas terminais. deverão ser utilizadas caixas de ligação em alumínio fundido tipo condulete. de diâmetro mínimo de 25 mm (3/4”). fixados nas estruturas ou soltos acima dos forros. 8.5 mm² para ambos. caixas metálicas de passagem. com autonomia mínima de 90 minutos). Não será permitido o lançamento de condutores fora dos eletrodutos. 8. 8. Adotar condutores (cabos) de bitolas mínimas de # 2.Para todos os circuitos internos às lojas.

com supressão de rádio interferência. NBR6148 da ABNT e NBR NM 280/2002 da ABNT  A identificação dos condutores deverá obedecer às seguintes convenções: A . anti-chama. poderão ser com circuitos eletrônicos. de acordo com os diagramas trifilares. Reatores simples ou duplos para lâmpadas fluorescentes tubulares de alto fator de potência. com espaços internos preenchidos com composto à base de poliéster.Preto Retorno . devendo atender às especificações da NBR-6880. partida rápida.Amarelo Neutro .Azul claro Terra (PE Proteção) .CIRCUITOS MONOFÁSICOS Fase . taxa de distorção harmônica menor que 5%. isolados para tensão efetiva de 750 V.Verde-Amarelo B . para tensão de 220 V. 60 Hz. A chapa metálica deverá ser aterrada. tensão de alimentação de 198 V a 264 V.95. Os reatores simples deverão ter o fator de potência mínimo 0. da fase e do contator (caso exista).Nos casos em que isto se tornar necessário. 26 . 8. deverá ser instalada chapa metálica sobre a peça de madeira ou material combustível e sobre ela instalado o equipamento elétrico. 60 Hz. Reatores com caixa metálica deverão ser aterrados. 70°C.8 CONDUTORES Todos os condutores de baixa tensão deverão ser de cobre eletrolítico de alta pureza.7 REATORES Reatores simples ou duplos para lâmpadas fluorescentes tubulares poderão ser eletromagnéticos de alto fator de potência. com anéis de identificação de plástico do tipo HELAGRIP de fabricação HELLERMANN. 8.Verde-Amarelo Condutores deverão ser identificados com o número do circuito.CIRCUITOS TRIFÁSICOS Fase R Preto Fase T Vermelho Fase S Branco Neutro Azul claro Terra (PE Proteção) . baixo nível de ruído.

Alumínio fundido. com seu número. devendo atender as especificações NBR NM 247-3/2002 (antiga NBR 7286) da ABNT. sendo escariados com lima. Os eletrodutos poderão ser cortados a serra. poderão ser executadas com solda a estanho 50/50. quando aparentes. tipo condulete. quando instalados sem eletroduto e entre forros. e com propriedades de baixa emissão de fumaça e de gases tóxicos corrosivos). dutos de ar condicionado.65mm. com a utilização de fita isolante de auto fusão 3M para isolamento das conexões.  As caixas para abrigar interruptores e tomadas serão de:   Chapa estampada galvanizada # 18 USG. no mínimo com os seguintes dados: 27 . Todos os eletrodutos secos (sem condutores) deverão ser sondados por meio de arame galvanizado diâmetro 1. Opcionalmente.Condutores para conexão entre caixa de ligação e aparelho de iluminação. opcionalmente. serão do tipo MULTIPOLAR. gravação em branco. em áreas internas. e seção mínima # 2. o isolamento nas conexões de condutores.5 mm². (AFUMEX . com distância máxima de 1. Emendas para condutores maiores que # 10 mm² deverão ser feitas por meio de conectores da linha YS-L. Os quadros deverão ser identificados externamente. 8.9 PAINÉIS DE FORÇA E LUZ A fabricação dos painéis deverá obedecer obrigatoriamente à norma NBR-IEC-60439-1 e NBR-IEC60439-3 da ABNT. poderá ser feito por meio de conectores rápidos do tipo CRI. fabricação BURNDY. caixas de passagem / ligação de interruptores / tomadas. com cobertura tipo de baixa emissão de fumaça (livre de halogênio). painéis e aparelhos de iluminação deverão ser conectados ao condutor de proteção (TERRA).  Devem-se tomar os seguintes cuidados com os eletrodutos:     Eletrodutos de secção circular deverão possuir luvas próprias para suas junções. Todo isolamento de emendas e conexões de condutores será executado por meio de fita isolante plástica. Todas as estruturas metálicas. de formação unipolar.condutores com características de não propagação e auto extinção de fogo. dimensões compatíveis com o quadro. quando embutidas. As emendas entre condutores serão feitas por meio de conectores rápidos do tipo CRI e. fixadas às portas por parafusos de cabeça redonda. por meio de plaquetas em policarbonato preto com espessura mínima de 3mm.80m. isolamento 600/1000V.

Marrom ou Violeta Neutro . Os painéis deverão ser equipados com disjuntor geral e barramentos de cobre eletrolítico para as três fases. para equipamentos e pontos de força.Branco Fase C . Tensão nominal do circuito principal. bitola mínima # 16 MSG (1. pelo lado interno.90% de pureza. As LOJAS de alimentação deverão prever 02 quadros. Os painéis deverão ser construídos em chapa de aço. para iluminação e tomadas de uso geral.Azul Escuro Fase B . neutro e terra. Tipo e número de identificação do quadro.       Nome do fabricante.519mm). sendo um QDL. para proteção das partes vivas. Grau de proteção.Verde-Amarelo 8. de secção compatível com a carga instalada. com tratamento por processo de fosfatização ou equivalente. bolsa plástica. As conexões internas deverão ser arranjadas de modo a atender a uma distribuição equilibrada de cargas nas três fases. Todo quadro deverá ter afixado à sua porta. contendo no seu interior o diagrama trifilar e funcional do mesmo.10 CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS A . identificados (pintados) com as seguintes cores:      Fase A . As portas deverão ser munidas de fechadura de tambor com chaves individuais ou mestrada nos casos em que houver mais de um quadro.  Os barramentos dos quadros deverão ser em cobre eletrolítico com 99. conectados à mesma.DISJUNTOR TRIPOLAR DE CAIXA MOLDADA 28 . A identificação dos circuitos será conforme os diagramas trifilares dos quadros em projeto. Grau de proteção IP-34 (mínimo). Corrente nominal do circuito principal. Os barramentos de fases e neutro deverão ser isolados da carcaça e o de terra. Freqüência.Azul claro Terra (PE Proteção) . Os painéis deverão ser munidos de espelho interno frontal. Capacidade de corrente de curto circuito (em kA). e um QDF.

para tensão nominal de 380V/220V.12 INTERRUPTOR DE FUGA Interruptor de fuga ou dispositivo diferencial residual (DR) apropriado para circuitos trifásicos + neutro. corrente nominal conforme projeto. de fabricação GE. sem compensação térmica de carcaça. 8.11 CHAVE SECCIONADORA Chave seccionadora tripolar de ação simultânea. corrente nominal residual de 30mA. não existe obrigatoriedade de dispositivos ajustáveis e intercambiáveis. Dispositivo de disparo de ação direta. NOTA: Os disjuntores especificados acima deverão atender às normas NBR IEC-60947-2 da ABNT. modelo adequado ao painel elétrico. 8.DISJUNTOR UNIPOLAR DE CAIXA MOLDADA Disjuntor unipolar termomagnético. térmico. SIEMENS. HOLEC. 8. SCHNEIDER ou ABB. ser de um único fabricante. eletromecânico. de ação direta por sobre corrente.13 ILUMINAÇÃO A iluminação deverá ser calculada obedecendo a Norma NBR 5413 (NB-57) e os níveis de iluminância mínimos recomendados para LOJAS convencionais devem estar situados em torno dos seguintes valores: 29 . características gerais e demais requisitos e acessórios idênticos aos exigidos para o disjuntor tripolar acima descrito. de fabricação SIEMENS. devendo. SCHNEIDER ou ABB.Disjuntor tripolar de caixa moldada. no entanto todos os disjuntores. Para disjuntores com corrente nominal até 70 A e tamanho de carcaça de 100 A. mecanismo de operação manual com abertura mecanicamente livre. de fabricação SIEMENS. para proteção contra sobrecargas prolongadas B . abertura sob carga de 600 V. modelo adequado ao quadro elétrico. para operações de abertura e fechamento. com elementos instantâneos temporizados e dispositivos de disparo de ação direta e elemento térmico para proteção contra sobrecargas prolongadas. SCHNEIDER ou ABB. dispositivo de disparo intercambiável.

vela. reatores. com filamento de tungstênio. quer direto da fonte de luz. dos tipos: Lâmpada incandescente clássica transparente. 8.1500 Iluminação Localizada 500 a 1500 O projeto luminotécnico deverá priorizar o desempenho e conforto visual proporcionado pelos aparelhos de iluminação. o aproveitamento de soquetes de lâmpadas incandescentes para uso de lâmpadas PL. ligadas a terra. As tubulações não poderão ser embutidas nas paredes limítrofes da LUC. de modo a impedir ofuscamento que resulte em desconforto visual.1500 Vitrines: Iluminação 800 . de uniformidade da iluminação e de reprodução de cores. quer refletido. as lojas âncora deverão apresentar o projeto elétrico da 30 . e sua distribuição adequada. Na área da LOJA acessível ao público. não sendo admitidas luminárias de material combustível.15 LOJAS ÂNCORA Além das recomendações anteriores. 8. A escolha do tipo de lâmpada deve avaliar características de desempenho que atendam os critérios de quantidade e a qualidade de luz. Não serão permitidas em nenhum caso. mesmo que com luminárias embutidas. a utilização de lâmpadas PL que não estejam embutidas. Não será permitida a instalação de nenhum tipo de eletrodo de aterramento individual para o LUC. anti-inseto e espelhada. que produzem iluminação mais eficiente. Preferencialmente devem ser instaladas lâmpadas de última geração. Todas as luminárias deverão ser metálicas.Local Iluminância (LUX) Interior da Loja: Iluminação 500 . sistemas automáticos de Iluminação de Emergência no jirau (se houver).750 Iluminação Localizada 300 . painéis elétricos e eletrovias metálicas deverão ser solidamente aterrados ao condutor de proteção (PE) fornecido pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. de fogão/geladeira.14 ATERRAMENTO Todos os equipamentos elétricos. nem tampouco. opaca. não serão permitidas lâmpadas incandescentes. com melhores resultados. Todas as lojas deverão instalar também. luminárias.

16 VOZ E DADOS. Cada lojista poderá locar pontos de telemática (voz e dados) diretamente da empresa que operará o Sistema de Rede de Dados e Telefonia do Shopping. Os eletrodutos secos deverão ser guiados com arame galvanizado diâmetro 1. executar os seus pontos de Telemática (voz e dados). Detecção de Fumaça obedecendo ao layout da loja. Aterramento de todos os equipamentos de média tensão. As tubulações de telemática (voz e dados) no interior da loja. QGBT e loja. Os projetos de telemática (voz e dados) deverão respeitar às normas de cabeamento estruturado. Detecção de Fumaça e Sonorização. leitos e eletrocalhas). após o lojista executar toda tubulação no interior da loja definindo as posições dos pontos a serem atendidos. serão executadas sob a responsabilidade do lojista. com indicação em planta baixa. interligação com QGBT e chave de transferência automática (caso exista). constituído no mínimo de:     Diagrama unifilar de média tensão e do QGBT. de acordo com a disponibilidade de pontos previstos para cada sistema. com especificações de equipamentos e cabos. Detalhes de montagem e das placas de identificação e de advertência. quadros elétricos e partes metálicas (suportes.subestação. As fiações serão executadas pela empresa que operará o Sistema de Rede de Dados e Telefonia do Shopping. da EIA / ANSI e ABNT. Trajetos dos cabos de baixa tensão entre transformador.     8. interligando a barra de terra secundária (BES) e esta conectada aos cabos TERRA oriundos da cabine de medição do Shopping. No caso de uma linha telefônica 31 . Planta baixa e cortes da subestação. a partir do ponto de entrega. Cada loja receberá caixas de passagem. Resumo geral de cargas e cálculo de demandas. esquadrias. Deverá o lojista. Grupo gerador. sem necessidade de comprar linhas telefônicas e internet ou banda larga. DETECÇÃO DE FUMAÇA E SONORIZAÇÃO Projeto de Telemática (voz e dados).65mm (sonda). extintor de incêndio. Planta baixa com iluminação. a partir daí.

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS As lojas com atividades afins (alimentação. tubulações. farmácias. no mínimo. deverão ser apresentados. a fiação será a cargo do lojista. nas seguintes cores:     Eletricidade Detecção de Fumaça Comunicações Sonorização Cinza claro Vermelho Cinza escuro Preto 9. O projeto de telemática (voz e dados) poderá ser desenhado junto ao projeto elétrico. desde que não haja recomendações contrárias da concessionária e que não dificulte o entendimento do conteúdo dos projetos. Detalhes ampliados das instalações sanitárias em escala 1:20. Não será permitido embutir instalações nas paredes limítrofes. Todas as instalações deverão obedecer as normas da ABNT NBR 5626/98 (NB-92-água fria). sanitário.) terão pontos de alimentação de água potável e ligação de esgoto.exclusiva direta da concessionária. Diagramas verticais. Deverá ser apresentado projeto específico de detecção de Fumaça conforme Instrução Técnica n° 19/2004 do Corpo de Bombeiro do Estado de São Paulo. etc. Também obedecer as normas da ABNT NBR 8160/83 (NB-19). 32 . O sistema de sonorização deverá ser independente e ter projeto específico de cada lojista. etc. desde que não dificulte o entendimento do conteúdo dos projetos. óticas. não havendo interligação com o sistema de sonorização do shopping. NBR 7198/93 (NB-128-água quente) e as posturas municipais vigentes (CONCESSIONARIA). pertencentes ao shopping..1 PROJETOS  Os projetos hidráulico. salão de beleza. com os seguintes elementos:     Planta baixa com a distribuição de pontos. conforme descrito acima. 9. NOTA GERAL  Todos os eletrodutos aparentes deverão ser pintados com tinta à base de esmalte sintético. O projeto de sonorização poderá ser desenhado junto ao projeto elétrico. Detalhes ampliados das instalações hidráulicas (elevações ou isométricas na escala 1:20).

Tubulações aparentes deverão ser fixadas às paredes com braçadeiras de ferro galvanizado e pintadas com tinta à base de epóxi. 33 . com totalizador selado. ter válvulas de segurança de pressão e dupla proteção através de dois termostatos de controle. Atendimento às especificações deste Caderno Técnico. Os aquecedores deverão ser elétricos. Quando for necessária água quente a tubulação será de cobre. classe E. na cor verde. ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos. notas e observações relevantes. de fabricação Actaris. em local de fácil acesso. Esgoto Os efluentes provenientes das instalações internas serão coletados pelos tubos de queda ou caixas de inspeção indicados pelo COMITÊ TÉCNICO. As tubulações deverão ser aparentes. Os registros de gaveta. fornecido pelo Shopping as expensas do lojista. ABB. isolada termicamente com lã de vidro e revestida com alumínio corrugado. em PVC soldável. com registro acoplado e dispositivo contra golpe de ariete. marca TIGRE. Memória de cálculo e especificações de materiais. Para facilidade de desmontagem das canalizações deverão ser colocados uniões ou flanges junto aos registros e conexões de equipamentos.     Convenções adotadas. Medidores de Água Fria: Hidrômetros para medição de vazão das lojas serão de turbina horizontal. Todas as tubulações deverão ser testadas antes de ligadas a rede geral a uma pressão de 6 Kgf/cm² durante 12 horas. Válvulas de descarga (fluxível) serão construídas para pressão mínima de 150 psi (10Kgf/cm²) em bronze forjado ou fundido. Água Potável O consumo interno de água de cada LOJA será medido individualmente através de medidor de consumo. Quando a LOJA não for atendida por galeria técnica. Nenhuma tubulação poderá ser embutida nas paredes da LOJA. com mostrador digital e protetor. Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração. Liceu de Artes e Ofícios. classe 15. o medidor de consumo deverá ser instalado no interior da loja. classe metrológica (funcionamento na posição horizontal). de globo e metais serão adequados para pressão mínima de serviço de 150 psi (10Kgf/cm²).

quando houver. Recomenda-se o uso de curvas e/ou joelhos com ângulo máximo de 45°. diâmetros. antes da conexão à rede do Shopping. Não serão permitidos ralos ou caixas em pisos de cozinha. saídas. o despejo para o esgoto deverá passar obrigatoriamente por caixa de gordura geral. não se admitindo ralos de piso de cozinha que não estejam conectados a mesma. As tubulações serão submetidas a testes de estanqueidade por um período mínimo de 12 horas. Nas LOJAS de alimentação. que não seja de condensação do condicionador de ar. etc. cor negra.2 CONDIÇÕES GERAIS Não será permitido embutir instalações nas paredes limítrofes do Shopping. Todas as caixas de inspeção e de gordura deverão ter fechamento hermético. 34 . Não serão permitidas curvas forçadas na tubulação de esgoto com emprego de calor. no piso da LUC um ponto de esgoto de gordura e/ou um ponto de esgoto primário de águas servidas. No LUC com esgoto de gordura deverá ser instalada. DURATOP. de fabricação Tigre ou Amanco. As tubulações de esgoto deverão ser de PVC da série R (Tigre ou Fortilit). para passagem de tubulações internas da loja. poderá ser lançado na tubulação de drenagem destes. retentora de gordura. Os tubos e conexões que se destinam à drenagem de água de condensação dos condicionadores deverão ser em PVC marrom. quantidade e temperatura a ser lançado na rede. As caixas para lavagem de piso. nem aberturas em lajes de piso e teto.Será fornecido. deverão ser em inox. em seu interior. de diâmetro igual ou maior que 50mm. Todos os ralos deverão ser sifonados. classe 15. 9. tipo ponta e bolsa. também um ponto de dreno para ligação exclusiva dos condicionadores de ar.. Toda a rede de gordura deverá ser conectada diretamente aos ramais secundários e posteriormente ao TQG (Tubo de Queda de Gordura). de fabricação GRUPO DEMA (sugestão). conforme norma 8160 e quando houver água quente. O LOJISTA deverá especificar o tipo de dejetos. Será instalado. Os tubos de esgoto de gordura. serão de Polipropileno Copolímero de Alta Resistência. ambas deverão ter cesto interno removível. para evitar passagem de detritos conforme (ANEXO 20). Nenhuma espécie de despejo. em Ferro Fundido. uma caixa especial.

.. Deverão ser utilizadas como veda-juntas..... As conexões para os tubos de cobre deverão ser do tipo e modelo compatíveis com a classe do tudo empregado..2... calha de poliuretano ou isolamento tipo ELUMAFLEX...0%. pastas dos tipos: DOX.. e de ventilação sanitária.. As tubulações de água quente deverão receber isolamento térmico à base de argamassa de vermiculita..  Os tubos de esgoto deverão possuir declividade mínima de:   Diâmetros iguais ou menores que 75 mm a 100 mm..Todas as instalações serão vistoriadas periodicamente no decurso das obras. de fabricação TIGRE... respectivamente. volume útil de 18 litros. com diâmetro de 50 cm.. de fabricação TIGRE.... AMANCO ou CARDINALLI. conforme norma NBR-5688/1999 da ABNT. série R. As tubulações hidráulicas e sanitárias.. antes da emissão da ordem de compra.....0 % Diâmetros maiores que 75 mm. JOHN CRANE ou com fita TEFLON e adesivo.... bem como haverá uma vistoria final para verificação da correta execução do projeto.... para água. Lojas com atividade de salão de beleza e pet shop deverão obrigatoriamente ter filtros para retenção de pelos e cabelos no sistema de esgoto. As caixas de gordura para quiosques deverão ser fabricadas em aço inox com tampa e flanges para entradas e saída de tubulações.0 % Os tubos de dreno de ar condicionado deverão possuir declividade mínima de 1. independente do diâmetro... 35 . Os tubos e conexões que se destinam à coleta de drenos de equipamentos de ar condicionado (fancoil) serão de PVC soldável. e profundidade de 35 cm.. 3.. aplicadas em conjunto com solda branda de composição Estanho-Chumbo 50/50. O protótipo da caixa deverá ser submetido à análise e aprovação do COMITÊ TÉCNICO.. deverão ser pintadas com esmalte sintético nas cores verde-claro e marrom. para conexões roscáveis. de acordo com a norma NBR-5883 da ABNT.. tipo ponta e bolsa.. Os tubos de esgoto primário..... de diâmetro igual ou maior que 50 mm.. serão de PVC.... quando aparentes.. Todas as tubulações aparentes deverão ser fixadas por suportes metálicos com espaçamentos tais que permitam boa rigidez das mesmas..... classe 15. AMANCO ou CARDINALLI.........

Deverão ser executadas por empresas especializadas previamente selecionadas.1 PROJETOS  O projeto deverá conter os seguintes elementos:      Planta de sistema de gás combustível indicando equipamentos. a instalação de abastecimento de gás deverá obedecer aos padrões de segurança e as normas do órgão competente. O ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ é abastecido através de uma rede de gás natural (GN) da COMGÁS. vazões nominais do consumo de gás de todos os equipamentos. especificação detalhada dos materiais a serem emprega dos na sua construção e consumo dos equipamentos. Ainda. sendo que o mesmo deverá 36 . correndo por sua conta toda a instalação. bitolas das tubulações. Deverá ser prevista drenagem das coifas e dutos de gordura. ART do engenheiro responsável pelo projeto e instalação. Detalhes genéricos. CNP e Concessionária local (COMGÁS) como aos padrões de segurança e às recomendações dos fabricantes. Os ralos sifonados deverão ter fecho hídrico mínimo 50mm. 10. todas as disposições apresentadas no presente regulamento. GÁS NATURAL Todas as lojas de alimentação que necessitar gás combustível para a sua plena ou parcial operação terão disponível um ponto para conexão no limite da loja.NOTAS IMPORTANTES     As lojas que possuírem instalações hidráulicas deverão ser impermeabilizadas. Memorial descritivo contendo a descrição do sistema. níveis. cortes ou esquemas que sejam necessários para garantir a perfeita compreensão dos projetos de sistemas hidráulicos. enquanto as caixas de gordura 75mm. as instalações internas serão de responsabilidades dos lojistas e todos os materiais e equipamentos aplicados na sua construção deverão obedecer integralmente à norma NBR 15. vistas. quando existir. vide item específico sobre o tema. 10. NBR 14570 e da COMGÁS. aparelhos relacionados a este sistema. e ainda outras determinações em caráter especial que sejam estabelecidas pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. e será executada pelos LOJISTAS a partir do ponto de entrada no limite da loja. Esquemas isométricos representando os ambientes atendidos por tubulações de gás. As instalações de Gás deverão ser executadas em estrita obediência às normas da ABNT. para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução NBR 13 103/2006 – Adequação de Ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível e demais normas brasileiras aplicáveis a cada caso.526/07. ambos providos de grelha metálica. Redes de Distribuição Interna. a qual alimenta o sistema de distribuição interno do empreendimento. Deverão ser previstos pontos de visita à rede para eventuais desobstruções. indicando as bitolas de todas as tubulações.

Atendendo as exigências das atuais normas. mas sim ao lado do fogão). instalado no corredor de serviço ou área condominial. sem costura.2 CONDIÇÕES GERAIS As tubulações antes de ligadas à rede geral deverão ser submetidas a ensaios de estanqueidade a uma pressão de teste hidrostático igual a 3. em ferro maleável preto. As válvulas solenóides instaladas à jusante dos medidores individuais.0 Kgf/cm². A tubulação de gás deverá ser executada em aço carbono preto. instalado no interior das lojas pelos lojistas. um medidor de gás individual para cada LOJA.   ser cadastrado pela COMGÁS. em comodato. nunca atrás do fogão. por 12 horas sem apresentar queda de pressão. até o ponto de consumo. classe A (NBR 13. Opcionalmente os tubos e conexões poderão ser de cobre. serão do tipo “normalmente fechada" (aberta quando energizada e fechada quando desenergizada) e acionadas pelo sistema de detecção de incêndio e de gás. nas centrais de medição. A partir do registro de bloqueio. o custo da instalação é por conta do lojista. usando-se uma pressão de pelo menos 7 kgf/cm². tipo SCHEDULE 40. (Os procedimentos serão informados pelo COMITÊ TÉCNICO em momento oportuno).  As conexões serão como segue:  Para redes de diâmetros menores ou iguais a 2”. Deverá ser fornecido e instalado pela COMGÁS. segundo a norma ASTM A-53 (NBR5590/1995). Atestado de Qualificação do Engenheiro. com rosca NPT.206/94). Todos os ambientes onde houver queima de gases devem ser obrigatoriamente ventilados permanentemente conforme normas NBR 13103 e normas da COMGÁS. O teste final deverá ser realizado de maneira idêntica ao teste primário. alta pressão. sem costura. Termo de Responsabilidade e Garantia fornecida por empresas cadastradas pela COMGÁS. 37 . incluindo a válvula solenóide de bloqueio automático. devem ser executados os pontos de registro para os pontos de gás sempre deslocados dos elementos de utilização (ou seja. 10. Contemplar as exigências de instalação de acordo com as normas da concessionária local e NBR 13932 e complementares da ABNT. classe 300. fabricação TUPY ou equivalente. na galeria técnica. A ventilação superior destes ambientes deverá comunicar-se obrigatoriamente á ventilação prevista nos corredores técnicos.

Memorial descritivo contendo a descrição do sistema. Termo de Responsabilidade e Garantia fornecida por empresas cadastradas pela COMGÁS. Esquemas isométricos representando os ambientes atendidos por tubulações de gás. Toda tubulação de gás deverá se manter com afastamento mínimo de 30 cm de qualquer instalação elétrica. com tinta à base de esmalte sintético. Detalhes genéricos. Atestado de Qualificação do Engenheiro. Caso o lojista necessite utilizar vazões de gás combustível superiores ao limite imposto pelo diâmetro da tubulação. forjada. (lojas e restaurantes). vistas. vazões nominais do consumo de gás de todos os equipamentos. No caso de cruzamento das instalações com distância menor que 50 cm. Toda tubulação aparente deverá ser fixada com braçadeira a cada 2 metros. aparelhos relacionados a este sistema. ART do engenheiro responsável pelo projeto e instalação. aplicar a mesma proteção descrita com pelo menos 50 cm de cada lado do cruzamento. apresentados na escala mínima de 1:25. especificado. Deverá estar devidamente dimensionado.  O projeto deverá conter os seguintes elementos:        Planta de sistema de gás combustível indicando equipamentos. Para redes de diâmetros maiores que 2”. sem costura. classe 300. caso o atendimento da solicitação do lojista implique em alterações nas instalações de gás existentes. 38 . especificação detalhada dos materiais a serem emprega dos na sua construção e consumo dos equipamentos. conter indicação do consumo em cada um dos pontos e cálculo de demanda. indicando as bitolas de todas as tubulações. As tubulações aparentes de gás deverão ser pintadas de amarelo. Quando houver cruzamento da tubulação de gás com alguma instalação elétrica. que verificará a viabilidade do atendimento. o caso será analisado pelo COMITÊ TÉCNICO. com alta resistência química e dielétrica.526/2009 e NBR-13. O projeto de distribuição interna da LUC deverá ser apresentado indicando o encaminhamento e os pontos a serem abastecidos. níveis. a tubulação de gás deverá ser protegida através de fita laminada com camadas de polietileno ou PVC e elastômero anticorrosivo a base de borracha sintética. caso não seja possível de se obter esse afastamento. A pressão máxima de operação dos equipamentos deverá ser 200mmH2O. detalhado. para. bitolas das tubulações. cortes ou esquemas que sejam necessários para garantir a perfeita compreensão dos projetos de sistemas hidráulicos. Nos pontos de entrega para as lojas de alimentação.523/2008. sendo que o mesmo deverá ser cadastrado pela COMGÁS. o custo dessas alterações será integralmente suportado pelo lojista. conforme norma ABNT NBR-15. a tubulação de gás deverá ser protegida e revestida conforme descrito acima. em aço carbono preto. solda de topo. a vazão de gás prevista para cada loja de alimentação (lanchonete) será de 6 m³/hora e para os restaurantes será prevista uma vazão de 12 m³/hora.

Para tanto. lanchonete. aplicada em toda a extensão do piso da loja ou jirau ou onde correr a tubulação de esgoto. Não será permitida a instalação de recipientes com líquido ou gás inflamável no interior da LOJA. que também deverá receber impermeabilização com manta asfáltica. IMPERMEABILIZAÇÃO Normas a serem utilizadas NBR 9574:22:2008 e NBR 9575:2003.. deverá ser acompanhada e vistoriada pela FISCALIZAÇÃO. Todas as lojas com disponibilização de água e esgoto e aquelas que tiverem atividades “molhadas” terão obrigatoriamente manta de impermeabilização (butílica ou asfáltica. é necessário que o trecho ou os trechos a desabilitar sejam isolados e purgados com nitrogênio. com deformação máxima de 2%. carvão ou similar em churrasqueira. Caso sejam constatados. que as instalações de gás combustível interna da loja encontram-se em desacordo com esses regulamentos. Será obrigatória a impermeabilização do piso das lojas com manta asfáltica classe 3 APP. etc. 39 . a qualquer tempo. Caso sejam necessários trabalhos de corte e solda na rede interna existente. Alternativamente as tubulações de gás quando instaladas em prumadas verticais. o projeto deverá considerar a execução de um enchimento para passagem da tubulação de captação de água do piso. O enchimento de piso deverá ser feito com material leve. Para as lojas de Alimentação. inclusive até a altura de 30 cm nas paredes. o lojista deverá adequar às mesmas dentro do prazo de 48 horas. Contemplar as exigências de instalação de acordo com as normas da concessionária local e NBR 13932 e complementares da ABNT. de 4 mm de espessura. é preciso que o trabalho seja executado de acordo com procedimento seguro definido pela COMGÁS. exemplo: EPS. tipo torodim ou similar). Neste local não será permitida a passagem de qualquer outra tubulação que não seja de esgoto. antes da execução de qualquer trabalho. de 3 mm de espessura. pisos e entre forros. Não será permitida a utilização de tubos de gás embutidos em alvenarias. e em qualquer caso quando seja necessário desativar a rede. NOTAS IMPORTANTES Em hipótese alguma será permitido o uso da lenha. 11. restaurante. classe 2 APP. em áreas internas deverão ser protegidos por tubo de PVC (tubo-camisa) com a extremidade superior e inferior. e também recipientes com gás ou quaisquer outros líquidos inflamáveis no interior da Loja. que adequadamente testada. classe F3 e resistência mínima de 0. voltadas (abertas) para área externa e/ou ventilada. a fim de minimizar riscos de explosão devido ao gás contido dentro das tubulações.70Kgf/cm².

Aqueles que não observarem para o acima descrito.Sprinkler Systems 20 .897/1999 da ABNT classificam-se as instalações do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. de acordo com o risco comum (ordinário) .. 12. 12. em versão atualizada. Normas da National Fire Protection Association como seguem: 13 .O serviço de impermeabilização deverá ser testado por 72 horas. Proteção contra incêndio por chuveiro automático.2 NORMA PARA EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas pertinentes a Segurança Contra Incêndio. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS 12. cocção. até o fiel cumprimento dessas premissas. As deflexões e as derivações na rede de sprinklers deverão ser efetuadas por meio de conexões 40 .3 CONSIDERAÇÕES GERAIS O diâmetro mínimo para a tubulação de sprinklers será de 25 mm. ou pisos com junta seca. Para as LOJAS de Alimentação não serão permitidos os pisos assentados com cola. manutenção nas lojas do mesmo padrão dado ao Shopping. atendendo também às normas da ABNT. 072/90. do Corpo de Bombeiro do Estado de São Paulo e da Seguradora do Shopping.1 OBJETIVO Preservação da segurança do empreendimento. 12. Recomendações das Circulares n° 080/89.grupo II. Os pisos recomendados são os monolíticos fundidos tipo granilite. Norma NBR-10. desde que assentados com argamassa de cimento. estocagem ou venda de alimentos.897/2007 da ABNT.Centrifugal Fire Pumps Exigências da Corporação local do Corpo de Bombeiros do Decreto Estadual e suas Instruções do Estado de São Paulo. terão suas obras paralisadas. 094/89 e Boletim Informativo n° 392 da FENASEG. sem qualquer atividade de manipulação. A decoração deverá atender a Instrução Técnica n° 10/2011 do Decreto do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo sobre controle de Materiais e Revestimentos. como granito ou piso marmorizado em placas. rejuntado com massa plástica. etc. na área de LOJAS. como os pisos melamínicos. vinílicos. emborrachados. a não ser em áreas destinadas a escritório. Conforme NFPA 13 e Norma NBR 10.

30 m Quando da existência de “jirau” ou forro rebaixado. os selos de “VISTORIADO” e/ou de “CONFORMIDADE” fornecidos pela ABNT e pelo CBSP. a rede de Sprinkler e instalação de detectores deverá obrigatoriamente ser estendida sob os mesmos. são exigidos bicos de sprinkler. Os extintores deverão estar dispostos de tal maneira. A adoção de buchas de redução deverá ser evitada. NBR 13485. recomenda-se a utilização de peças ou luvas de redução. Para cada fração de 150.  Deverão ser observadas as seguintes distâncias para a atuação dos pontos de sprinkler:      Máxima entre dois pontos: 4.60 m Mínima entre dois pontos: 1.adequadas para utilização em sistemas de sprinklers. NBR 9444 e NBR 12992. As conexões para tubulações com diâmetros acima de 50 mm serão em aço carbono. NBR 12962 e NBR 12693. forjada. 2 (duas) unidades extintoras de incêndio portáteis (extintor).00 m². fabricação METARLÚRGICA SCAI. depósitos e nas vitrines fechadas. Toda LUC destinada à alimentação deverá possuir.  Nos provadores. no mínimo. mais um extintor. e as Normas Brasileiras 9443. Os locais dos extintores deverão ser bem sinalizados. As conexões para tubulações com diâmetros de 25 mm a 50 mm (inclusive) serão em ferro maleável preto com rosca BSP (25 kgf/cm²). fabricação TUPY ou CIWAL. Nos pontos de redução de diâmetros nas tubulações. CONFORJA ou CIWAL. sem costura. que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida.00 m² deverá ser acrescido. sem que haja a necessidade do operador percorrer uma distância superior a 15 metros. O sistema de extintores deverá satisfazer aos seguintes requisitos:          As cargas dos extintores deverão ser verificadas e/ou renovadas conforme especificação do fabricante e CBSP.60 m do piso.80 m Máxima da parede: 2. A máxima área de atuação de um bico de sprinkler será de 12. Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e visibilidade e a uma altura tal. extintores de CO2 e pó químico. Em cada Loja deverá existir. (ferro preto) para solda de topo classe 150 LBS. Devem atender a Instrução do Corpo de Bombeiros de São Paulo.60 m Máxima do ponto à laje do teto: 0. 41 . Os extintores deverão possuir.30 m Mínima da parede: 0. no mínimo. na cozinha. obrigatoriamente. que a sua parte superior não esteja a mais de 1.

 Os tubos da rede de Sprinklers deverão ser de aço carbono com costura DIN 2440. As tubulações aparentes de sprinklers deverão ser pintadas com esmalte sintético. braçadeiras. Devem ser observadas as exigências especiais contidas na NBR 10. Diâmetro de 50 mm (exclusive): com pontas bisotadas para solda de topo. de acordo com a norma NBR-5580/2002 da ABNT. na cor 42  .  Estão dispensados de instalação de bicos de sprinklers:   Objetos móveis. As tubulações de sprinklers. etc. Serão aceitos bicos de sprinklers de fabricação KIDDE DO BRASIL. Todas as tubulações de sprinklers deverão ser rigidamente fixadas à estrutura do shopping. conforme a norma NBR-10. jirau. SKOP (Os bicos de sprinklers em áreas com forro serão cromados e com canopla metálica cromada para arremate). bancadas. máquinas e dutos de ar condicionado e em tudo mais que constitua obstrução à distribuição de água pelos sprinklers de teto. prateleiras. mãos francesas. SITUAÇÃO DIÂMETRO Até 2 bicos 25mm 3 bicos 32mm 4 a 5 bicos 40mm 6 a 10 bicos 50mm 11 a 15 bicos 56mm 16 a 30 bicos 80mm Acima de 31 bicos Por cálculo hidráulico O número de bicos deverá variar de acordo com a compartimentação dentro das unidades e. portanto deverá ser verificado o diâmetro que está sendo fornecido para não haver incompatibilidade.897/07. por meio de suportes.00 metros. poderão ser dimensionadas conforme a tabela abaixo..Deverá ser prevista a instalação de sprinklers em áreas sob escadas. Os bicos de sprinklers são de ½” (15 mm). internas às lojas. Instalações sanitárias. espaçadas de no máximo 2.897/2007. relativas às exigências em forros falsos e espaços confinados. conforme segue:    Diâmetro de 25 mm a 50 mm (inclusive): rosqueados.

aprovados pela ABNT.vermelha. 79°C. onde houver fogões.        Todas as lojas deverão ter. upright. para operar à temperatura de 68º C. Ø15 mm (1/2’’). Todas as instalações serão vistoriadas periodicamente. os sprinklers deverão atender aos dois pavimentos. Ø15 mm (1/2’’). no decurso das obras. antes da liberação para o fechamento dos forros e da ligação definitiva à rede do shopping. no máximo 6 meses da data de apresentação à fiscalização. K=81. Nas lojas de alimentação. a temperatura de ação dos bicos será de 79°C. 43 . para conexões roscáveis. Nas conexões dos bicos à tubulação de sprinklers poderá ser adotada fita Teflon. O uso de fio de sisal com zarcão é proibido. rede de dreno dos sprinklers visando possível manutenção. desde que acompanhados de certificado. O projeto de SPRINKLERS deverá ser específico para cada loja e no caso de existir jirau. De conformidade emitida pela ABNT ou INMETRO.   Os bicos de sprinklers deverão ser de qualidade comprovada com as seguintes especificações:  Do tipo automático. Os projetos deverão obedecer às normas editadas pelo Corpo de Bombeiros local normas técnicas da ABNT e exigências Municipais. pasta tipo DOX ou equivalente. Não descarregar rede de dreno de válvulas de governo e teste das redes de sprinklers na rede de esgoto. A montante dos pontos de entrega de sprinklers para as lojas (em áreas comuns) serão instaladas válvulas de esfera (válvula de paragem). coifas ou equipamentos geradores de calor. KIDDE ou SPIG. do tipo vertical pendente. bem como haverá uma vistoria final para verificação da correta execução do projeto. como veda-junta. em seu interior. fornos ou fritadeiras = 144°C. As instalações hidráulicas deverão ser testadas com pressão adequada. Áreas de Cozinha próximas à cocção. K=81.  Deverá ser utilizado como veda-juntas. Os bicos de sprinklers no entre forro (quando necessário) serão tipo upright. de fabricação SKOP.

com tinta a base de esmalte sintético. As tubulações para o sistema de hidrantes deverão ser em aço carbono galvanizado. antes da entrada da tubulação na loja. com rosca para diâmetros até 2” e ASTM A53 SCH 40 preto. extremidades biseladas para solda a topo. sem costura. O Projeto deve conter Plantas Baixas. aparecendo sua localização no projeto de Sprinklers. As tubulações aparentes deverão ser pintadas na cor vermelha. a mesma poderá se utilizar da Rede de Drenagem do Ar Condicionado. Deverá ser previsto a drenagem da rede de Sprinklers. com uma pressão mínima de 15 kgf/cm² durante um período de 12 horas. Cada loja deve possuir sua Válvula de Fluxo para sinalização. Schedule 40. buchas de expansão metálicas de 3/8" e braçadeiras especiais. Para as tubulações de Ø 25 a Ø 125 mm deve se utilizar suportes metálicos fixados por tirantes. forjada. Registros e Válvulas aparentes deverão ser pintados na cor amarela. DIN 2440. 44 . sem costura. para solda para diâmetro maiores de 2”. Rede de Hidrantes No caso de existir hidrante no interior da Loja. As conexões para diâmetro maiores ou iguais a 65 mm serão em aço carbono. Seguir procedimentos conforme norma NBR-10897/2007. dimensões conforme ANSI B 16.Deverá ser executado um teste hidrostático na rede de Sprinklers.13714/2000. fornecido pelo lojista (quando necessário). Seguir procedimento conforme NBR . com tinta a base de esmalte sintético. média pressão (25Kgf/cm²). norma ASTM A-234. As válvulas e registros serão de classe de pressão 150 lbs: A rede de hidrantes deverá ser submetida a uma pressão de teste hidrostático de 15 kgf/cm².9. este deverá ser apresentado em projeto para análise. sem que acusem qualquer vazamento. As conexões para diâmetros menores ou iguais a 50 mm serão em ferro maleável preto com rosca BSP. O COMITÊ TÉCNICO deverá ser avisado para acompanhar o teste. Os extintores deverão atender em número e características as indicações das Normas Técnicas específicas. Detalhes Isométricos e Cortes. por um período mínimo de 12 horas.

sob responsabilidade dos Lojistas (em alguns casos). totalmente construído em aço carbono #18 MSG. As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético.714.0m. na cor vermelha. para posterior distribuição de hidrantes no interior das mesmas em função dos respectivos layouts internos. Para as lojas âncoras e semi-âncoras foram previstas tomadas de hidrantes. As tubulações de atendimento dos hidrantes internos as Lojas deverão ser 80 a 100 mm de diâmetros. Ao lado de cada hidrante. apresentado acabamento em esmalte sintético vermelho sobre fundo em primer dotados de suporte basculante e visor de (20x20)cm com vidro protetor como a descrição ”Incêndio”. providos de guarnição em toda a volta. alcance máximo das mangueiras. braçadeiras. de fibra sintética e com 45  .00m. mãos francesas. buchas de expansão metálicas de 3/8” e braçadeiras especiais. conforme norma NBR-5580/2002 da ABNT.“Para todas as tubulações devem se utilizar suportes metálicos fixados por tirantes. tratado por decapagem e fosfatização prévia. com comprimento total de 30. dispostos de modo a serem alcançados pelo operador percorrendo no máximo 30m. Os tubos da rede de hidrantes deverão ser de aço carbono com costura DIN 2440. Para atendimento à Norma NBR 13. espaçadas de no máximo 2. Mangueiras: Em lances de 15m. Os hidrantes devem ser locados em posições tais que se situem preferencialmente em áreas de fácil acesso à brigada. HIDRANTES Em função da área de determinadas Lojas e como conseqüência do layout interno. deverá ser instalado acionador manual tipo QUEBRA-VIDRO. todos os hidrantes da edificação deverão ser totalmente independente da rede de distribuição de água para consumo e dimensionada para atender o funcionamento simultâneo de duas tomadas dos hidrantes mais desfavoráveis.  Componentes dos hidrantes internos:  Abrigo: Deverão ser do tipo de embutir ou sobrepor. Todas as tubulações de hidrantes deverão ser rigidamente fixadas à estrutura por meio de suportes. poderá ser necessária a instalação de hidrantes complementares no interior das Lojas para atender aos requisitos já mencionados. observando-se o diâmetro mínimo de 63 mm. com pontas bisotadas para solda de topo.. etc. inclusive a eventual criação de jiraus. Essa instalação ocorrerá a partir do ponto de tomada da Loja e sob responsabilidade do Lojista. conectado à central de Detecção e Alarme de Incêndios do Shopping.

com tampão em bronze. dampers para balanceamento de ar.  Sensor de temperatura proporcional ou On-Off. difusores.1 DESCRIÇÃO BÁSICA DO SISTEMA Os Fancoils.  Rede de dutos de distribuição de ar condicionado no interior da Loja. a ser detalhado em projeto de arquitetura. sustentação. em chapa de aço galvanizado #8.  Bandeja coletora de condensado.Instrução Técnica n° 38/04 (Proteção Contra Incêndios em Cozinhas Profissionais) do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo . dotados de isolamento térmico. localizada no retorno da tubulação de água gelada.  O fornecimento e instalação do sistema de ar condicionado.076/01 de 31/08/2001. NOTA O abrigo em áreas nobres poderá ser de construção especial. localizado abaixo do condicionador e que deverá ser conectada ao ponto de dreno instalado na Loja. em princípio. que comandará a operação de uma válvula de duas vias.  O sistema que atenderá à Loja deverá ter a composição básica de:  Unidade condicionadora de ar tipo Fancoil. às seguintes normas:  ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – além das normas NBR-16401 (Instalações Centrais de Ar Condicionado para Conforto) e NBR-14518 (Sistemas de Ventilação para Cozinhas Profissionais) deverão ser utilizadas todas as normas técnicas pertinentes às especialidades envolvidas no sistema (elétrica. 46  . etc. com serpentina e quadro de comando. para as Lojas onde não houver jirau. atendendo o prescrito no Decreto Estadual n° 46. Esguicho: Com engate STORTZ CB. angular. que deverá ser conectado ao ponto de fornecimento de ar externo do Shopping. bem como de todos os equipamentos e materiais pertinentes. equipado na extremidade livre com engate rápido do tipo STORTZ padrão CB.  Duto de suprimento de ar exterior para os Fancoils.  revestimento interno de borracha.  Plataforma metálica assistida por uma escada para manutenção do condicionador de ar (Fancoil). incorporadas em suas extremidades engates rápidos do tipo STORTZ padrão Corpo de Bombeiros de Ø 40 mm. deverão obedecer. 13.. serão alimentados pelo sistema de geração de água gelada do Shopping. hidráulica. Registro de globo angular: em bronze fosforoso.). a serem adquiridos e instalados pelos Lojistas. Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo .esta instrução técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio e sistemas de ventilação nas cozinhas profissionais para garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas. PROJETOS DE AR CONDICIONADO – NORMAS PARA EXECUÇÃO 13. etc. Ø 40 mm de jato regulável.

exaustores.2 APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS  Todos os Projetos deverão ser apresentados em 03 (três) vias contendo. SMACNA / Manual for the Balancing and Adjustment of Air Distribution Systems . compatível com o padrão do empreendimento. os desenhos poderão ser elaborados em escala 1:50. deverão ser respeitadas as recomendações constantes das publicações desta entidade.1 PROJETISTAS Todos os Projetos deverão ser elaborados obrigatoriamente por Empresas de Engenharia ou Engenheiros autônomos. ASHRAE (American Society of Heating. balanceamento e regulagem das instalações.Manuais HVAC Duct System Design e HVAC Duct Construction Standards a serem utilizados na fabricação e projeto das redes de dutos. 13. 47 .2.    13.   Portaria 3. Os profissionais envolvidos deverão ser especializados em projetos de instalações comerciais de modo a garantir-se um nível mínimo de qualidade na apresentação dos documentos.no caso da não existência ou de omissão das normas ABNT.). Os Projetos deverão ser desenvolvidos de forma a obedecerem integralmente os padrões construtivos e conceituais determinados pelas descrições e detalhes em anexo. sendo um no sentido longitudinal e outro no transversal. devidamente atualizada nos termos da RE-09 de 16/01/2003. A numeração da Loja deverá estar claramente indicada no carimbo de todos os documentos do Projeto.523 de 28/08/98 do Ministério da Saúde. no mínimo. as seguintes informações:     Plantas baixas (Loja e jirau) elaborados em escala 1:25. Refrigeration and Air Conditioning Engineers) . Resolução RE 176 de 24/10/2000 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. bem como às exigências e recomendações expressas na Portaria 3. SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association) . AMCA (American Moving and Conditioning Association) . Caso a área de piso da Loja seja igual ou superior a 100 m².2. No mínimo 2 (dois) cortes. legalmente habilitados e tecnicamente capazes e idôneos.2 ELABOARAÇÃO DE PROJETOS 13. etc.As recomendações contidas neste manual deverão ser seguidas por ocasião do "start-up".As normas desta associação deverão ser respeitadas em todos os assuntos referentes aos dispositivos de movimentação de ar (ventiladores.523 de 28/08/1998 do Ministério da Saúde.

válvulas de balanceamento.2. espessura 1” (25 mm). 52030t (0. interligação e instalação de todos os materiais e equipamentos (condicionadores. de admissão (ou do local na fachada ou na cobertura) para ar externo junto à periferia de cada espaço comercial. válvulas de 3 vias ou válvulas solenóide. uma para Projeto e outra para Instalação. não sendo permitidas válvulas “on-off”.3 ESCOPO A responsabilidade do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ limita-se ao fornecimento de pontos de envio e de retorno de água gelada.S. 13.03 mm de espessura – alumínio).1 ISOLAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO Os dutos de ar condicionado deverão ser isolados nos trechos embutidos com mantas de lã-de-vidro. Ressalte-se que as vazões máximas de água gelada para os condicionadores serão garantidas através de válvulas de balanceamento. a cada mudança de direção ou após cada singularidade. Memorial Descritivo contendo uma sinopse do(s) sistema(s) e especificações detalhadas de todos os materiais e equipamentos a serem utilizados. redes hidráulicas. quadros elétricos de força e comando e conjuntos de controle eletrônicos com ação PID. deverão ser providas de sistema de ar condicionado operando durante todo o período de funcionamento do Shopping.) a partir destes pontos. etc. (ANEXO 9). ART do responsável técnico pela elaboração do Projeto. Todas as Lojas. De acordo com as determinações da portaria 3. independentemente da capacidade do condicionador. sem exceção. 13. ou similar. a fim de permitir a introdução de “robôs” de limpeza nos mesmos.3 CONDIÇÕES A SEREM ADOTADAS NO PROJETO 13. cabendo a cada Lojista o fornecimento. 13.2 TOMADAS DE AR EXTERNO A admissão de ar para as LOJAS será efetuada diretamente ao meio ambiente externo através das 48 . ressaltando que deverão existir obrigatoriamente duas ART’s. densidade de 32 kg/m³ e revestimento externo em papel kraft aluminizado aplicadas diretamente nos mesmos e fixadas por fita Jac mod. redes de dutos.. exaustores.3. ventiladores.3. montagem.   Memória de Cálculo dos Sistemas de Ar Condicionado. O controle de temperatura será obtido através da variação da vazão de água gelada no condicionador de ar de cada Loja por meio de uma válvula de 2 vias. todos os dutos de ar condicionado (insuflamento e retorno) deverão ser providos de portas de inspeção estanques (25 x 25 cm) a cada 10m de trechos retos.523 de 28/08/98 do M. é de extrema importância que todos os condicionadores possuam serpentinas com 08 (oito) filas e 14 aletas / polegada com circuitação compatível. Complementam ainda a instalação: tubulações isoladas de água gelada. As emendas do isolamento deverão ser protegidas com fita adesiva tipo “tec tape”.

3. exceção feita às Lojas localizadas no centro dos malls que receberão pontos de ar fornecidos pelo empreendimento. 13. Caberá a cada LOJISTA providenciar a interligação entre os pontos ou locais previstos pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ até os respectivos condicionadores de ar.3 BASE DE CÁLCULO  Memorial de Cálculo deve possuir as seguintes informações: Dados para Cálculo de Carga Térmica de Verão:          Área da Loja (m²) Área Condicionada (m²) Volume da Loja (m³) Taxa Iluminação (W/m²) Número de Pessoas Equipamentos Elétricos (W) Taxa de Ar Externo (m³/h/pessoa) Condições Externas Condições Internas Carga Térmica:       Calor Sensível Interno (kcal/h) Calor Latente Interno (kcal/h) Calor Sensível Externo (kcal/h) Calor Latente Externo (kcal/h) Carga Térmica Total (kcal/h ou TR) Vazão de Água Gelada (l/h)  Condições a serem adotadas de acordo com o projeto original de ar condicionado: Condições Externas:   Temperatura de bulbo seco: 32°C Umidade Relativa: 50% Taxa de ar externo:   17m³/h/pessoa para praça de alimentação. restaurantes.venezianas existentes. 49 . pizzarias e lanchonetes: 27m³/h/pessoa para demais áreas.

conforme as especificações técnicas deste Caderno de Normas como: capacidade em TR.4 EQUIPAMENTOS 13.2 GABINETE METÁLICO De construção robusta. providos de isolamento térmico em material incombustível (poliuretano expandido ou poliestireno expandido) e de painéis frontais e laterais facilmente removíveis através 50 . 13. Pizzarias e Lanchonetes: 2m2/pessoa. todas as cozinhas deverão ser mantidas em pressão negativa com relação às áreas comuns.Condições Internas: Lojas de uso comum:   Temperatura de bulbo seco: 24°C Umidade Relativa: 50% (sem controle direto) Restaurantes. vazão de água gelada.4. observando-se criteriosamente as taxas de ar externo do sistema de ar condicionado e os diferenciais entre os valores indicados para ventilação e exaustão dos sistemas autônomos das cozinhas.1 CONDICIONADORES TIPO "FANCOIL" O Fancoil de cada Loja deverá ser adquirido e instalado pelo Lojista. em perfis de chapa de aço. diâmetro da tubulação etc. 13. Pizzarias e Lanchonetes: 60W/m² OBS .4.Para Lojas com área menor que 50 m²: de 60W/m² Ocupação:   Lojas de uso comum: 4m2/pessoa Restaurantes. Outras considerações: De modo a garantir-se a não migração de odores para a área comum. com tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento. vazão de ar externo. ou alumínio. Pizzarias e Lanchonetes:   Temperatura de bulbo seco: 24°C Umidade Relativa: 50% (sem controle direto) Iluminação:    Lojas de uso comum: 50W/m2 Joalherias: 80W/m2 Restaurantes.

5 TR (Tonelada de Refrigeração).4. 13. a qual deverá ser feita em dois pontos.de parafusos.4.6 BANDEJA DE RECOLHIMENTO DE ÁGUA A bandeja de recolhimento de água condensada deverá ter caimento para o lado da drenagem. trifásico. As cabeceiras deverão ser construídas em chapas de aço galvanizadas ou de alumínio duro. classe de isolamento B. A bandeja será em chapa tratada convenientemente contra corrosão e isolada termicamente.4 MOTORES DE ACIONAMENTO Será um motor para cada condicionador. 13. Os painéis removíveis deverão possuir guarnições de borracha. Os coletores serão em tubos de cobre providos de luvas soldadas nas extremidades para a conexão à rede hidráulica de água gelada.5 m/s.3 VENTILADORES Serão do tipo centrífugo. de dupla aspiração e de pás curvadas para frente. 51 . um em cada extremidade. e rotores balanceados estática e dinamicamente. Deverão ser utilizados no mínimo 2 (dois) ventiladores por condicionador sempre que a capacidade nominal for superior a 7. perfeitamente fixadas aos tubos por meio de expansão mecânica ou hidráulica dos tubos. 13. instalados na entrada de ar dos condicionadores. 13. montados em armações metálicas que permitam fácil remoção e colocação dos mesmos. 13. Será completado por polias reguláveis. em chapa de aço com tratamento anticorrosivo. sendo montados sobre mancais de lubrificação permanente e auto-alinhantes.7 FILTROS DE AR O sistema de filtragem de ar a ser utilizado será composto por baterias de filtros dos tipos G1 + G4 (ABNT/NBR 16401). correias e trilhos esticadores. Os ventiladores e respectivos motores deverão ser montados em uma base única rígida.4. quando necessário. Os eixos serão bipartidos e unidos por acoplamentos elásticos. 60 Hz. IP-54. Os ventiladores deverão ter capacidade suficiente para circular as vazões de ar previstas. A velocidade do ar nos filtros não deverá ser superior a 2. com velocidades de descarga não superiores a 8 m/s. do tipo indução. devidamente coladas.4. As armações deverão ser vedadas na junção com os filtros. A velocidade do ar na face da serpentina não deverá ser superior a 3 m/s.4. Serão de construção robusta. Os painéis deverão ser do tipo “sanduíche” com revestimento interno que possibilite a adequada manutenção e limpeza. ou similar. Todas as serpentinas deverão obrigatoriamente possuir 8 rows e selecionadas para um diferencial de temperatura de 10°C (5°C x 15°C).5 SERPENTINAS DE RESFRIAMENTO Construídas em tubos paralelos de cobre com aletas de cobre ou alumínio.

1 CONSTRUÇÃO Os dutos deverão ser dimensionados de forma a que mantenha as velocidades nas seguintes faixas: • Troncos: 5.5. com relação de redução nunca superior a 3:1 :       Velocidade de Descarga: 10. Acessórios: Protetor de Correias. purgadores de ar. Base única com calços de borracha.7 REDES DE DUTOS DE AR 13.6 DADOS CONSTRUTIVOS Acionamento Motor elétrico do tipo indução.5 m/s A velocidade mais baixa nos ramais visa evitar o desconforto sonoro causado pelo ruído do contato do ar com as lâminas das grelhas e difusores. Fabricação: Para rotores com diâmetro igual ou superior a 80 cm a caixa espiral deverá ser dividida em 2 partes flangeadas e aparafusadas. simples aspiração e com rotores de pás curvadas para trás (Limit Load) ou para frente (Sirocco).4. Todas as curvas serão montadas com veias defletoras. limitada para dutos de baixa pressão. Acoplamento Polias reguláveis e correias em “V”. 13.13. Trilhos Esticadores. conexões para termômetros e manômetros. by-pass. classe de isolamento B. registros gaveta e globo para isolar e controlar a vazão de água pela serpentina.. 60 Hz e de alto rendimento. etc.7. de acordo com os detalhes construtivos em anexo. dreno. Balanceamento: Estático e dinâmico. Eficiência Mínima: 70%. Conexões Flexíveis. 52 . trifásico.0 a 4. IP-54. Acabamento: Pintura a base de epóxi específica para instalação “ao tempo”.0 m/s (máxima).8 VENTILADORES CENTRÍFUGOS Serão unidades do tipo centrífugo. ladrão. válvulas de controle e de balanceamento.5 m/s • Ramais: 3. Os dutos deverão ter suas bitolas definidas pela tabela 14 da ABNT.0 a 6. 13.5 ACESSÓRIOS Suportes.1 FABRICANTES HOMOLOGADOS: CARRIER / TROX / TRANE / HITACHI / YORK 13. 13.

13. todos os dutos de ar condicionado (insuflamento e retorno) deverão ser providos de portas de inspeção estanques (25 x 25 cm) a cada 10 m de trechos retos. a fim de permitir a introdução de “robôs” de limpeza nos mesmos.7. em aço carbono galvanizado. Até 2”.4 DETALHES A interligação dos dutos com os equipamentos deverá ser feita com conexões flexíveis e incombustíveis de lona ou equivalente.7.5” cada). norma ANSI-B-36-10. SCH 40.7. porém com placas rígidas com densidade mínima de 64 kg/m³ e espessura de 2” (50 mm). em aço carbono preto ASTM-A-53 ou A-103 extremos biselados para solda. extremos com rosca BSP.2 FIXAÇÃO Por cantoneiras ou barras de ferro chato fixadas às lajes ou vigas por meio de pinos e porcas WALSYWA ou similar.8.1 TUBOS Com 2 ½ “ e acima. espessura 1” (25mm). será adotado o mesmo critério. a cada mudança de direção ou após cada singularidade. Todas as curvas deverão possuir veias direcionais fixas. ASTM-A-53 ou A-103. SCH 40. norma ANSI-B36-10. 53 . com costura.523 de 28/08/98 do Ministério da Saúde. revestidas externamente com papel kraft aluminizado fornecido previamente aderido. No pavimento superior. com densidade de 128 Kg/m ³ ou equivalente.3 ISOLAMENTO Os dutos instalados (insuflamento e retorno) deverão ser isolados com placas rígidas de lã mineral (lã de vidro ou lã de rocha). As mantas deverão ser revestidas externamente com filme de alumínio fornecido previamente aderido.8 TUBULAÇÃO DE ÁGUA GELADA 13. sem costura. 13.De acordo com as determinações da Portaria 3. 13. Todas as saídas de ar deverão possuir reguladores de vazão. 13. densidade mínima de 32 kg/m³. Os dutos de exaustão de gordura deverão ser isolados com duas mantas de lã-de-rocha (2” cada) ou de fibra cerâmica sobrepostas (1. Todas as derivações de ramais deverão ser providas de defletores móveis para regulagem das vazões com eixos ligados a quadrantes externos providos de porca borboleta. Kaowool da Morganite. ref.

Até 2”.5 VÁLVULAS DE RETENÇÃO De 2 ½” e acima. 13.10. rosca BSP. anel de vedação e sede em Teflon.5. serão do tipo portinhola. 13. 13. classe 30. castelo aparafusado. internos de bronze. internos de bronze. tampa parafusada. rosca BSP. internos de bronze. volante fixo e flanges com face plana ANSI-B-16. acionamento por alavanca com memória. 13. corpo em bronze ASTM -B-62.2 REGISTROS DE BLOQUEIO De 2 ½ “ a 5”. castelo roscado. internos de bronze ANSI-B-16. rosca BSP e pressão máxima de 10 kg/cm². esfera em aço inox AISI-304.8. serão do tipo globo com corpo de bronze ASTM-B-52. haste fixa.1 de face plana. flanges ANSI-B-16. classe 125 lbs.13.7 VÁLVULA DE ESFERA Com anel e bucha em latão ASTM-B-124. tampa roscada. disco em aço dúctil com revestimento de níquel.1.1. eixo em aço inox 416. classe 150 lbs.8. castelo aparafusado. serão do tipo globo com corpo e castelo em ferro fundido ASTM -A-126a. corpo Wafer em ferro fundido. classe 125 lbs. rosca BSP. volante e corrente.8. acionamento por alavanca. ANSI-B-2. 54 . sede de Buna N. haste ascendente com flanges plana padrão ANSI-B-16. haste ascendente. serão do tipo portinhola. Até 2”. serão do tipo gaveta com corpo. castelo roscado. De 10” e acima.8.8.4 REGISTROS DE BLOQUEIO E REGULAGEM De 6” e acima. pescoço longo. castelo e sobre castelo em ferro fundido ASTM-126a. flanges com face plana. idem. classe 150 lbs.8. classe 125 lbs.6 PURGADORES DE AR AUTOMÁTICO Deverão possuir corpo em aço ASTM-A-278. 13. haste fixa.3 VÁLVULAS DE REGULAGEM De 2 ½ “ a 5”. porém com acionamento por meio de caixa de engrenagens. serão do tipo gaveta com corpo em bronze ASTM-B-52 ou B-584. vedação para 175 lbs. classe 125 lbs. internos em aço inox. Até 2”. classe 125 lbs. corpo de ferro fundido ASTM-A-126. classe 125 lbs. internos em bronze. serão do tipo borboleta. rosca BSP. internos em bronze.

Cotovelos. deverão ser utilizadas juntas amortecedoras de borracha.5. ABNT-PB-110. Tees. flange ANSI-B-16. rosca BSP.8 FILTRO TIPO Y 2 ½” e acima. face plana para solda. 13. com fixação por braçadeiras de aço carbono. roscadas.8. Até 2”. 13. furação conforme ANSI-B-16.5. de aço carbono forjado. ABNT-PB-130. classe 150lbs. com flanges conforme ANSI. classe 125 lbs.8. Até 2”. corpo de bronze.8 mm. rosca BSP. deverão ser utilizados mangotes flexíveis com alma de aço. bico chanfrado. face plana. norma ANSI-B-16.9. de aço forjado ASTM-A-181-Gr1. 13. biselados para solda. ou sobreposto.8 mm. face plana.B-16. tipo macho passante. ASTM-A-181-G1.8. reduções e caps serão em aço carbono sem costura.12 ROBINETES Será em latão forjado.10 CONEXÕES Curvas.8.8. classe 125 lbs.8. serão em ferro maleável galvanizado. classe 150 lbs. rosca BSP. ASTM-A-234. classe 150 lbs. do tipo “slip-on”. furação conforme ANSI-B-16. classe 3000 lbs. 13. classe 1 25 lbs. uniões com assento cônico em bronze. rosca BSP. Tais suportes serão constituídos basicamente por perfilados metálicos apoiados sobre pendurais. com extremos solda x rosca BSP.11 LIGAÇÕES FLEXÍVEIS 2 ½” e acima. sem gaveta. Até 2”. 13. SAE 1020. tela removível de aço inox ou latão perfurado de 0. luvas de redução. etc. serão em ferro maleável galvanizado.9 FLANGES 2 ½” e acima. Meias-luvas serão em aço carbono preto. luvas. tela removível de aço inox ou latão perfurado de 0.5. corpo em ferro fundido. classe STD. classe 10. classe 10. classe 150 lbs.13 FIXAÇÃO E SUPORTES Os suportes deverão ser executados de modo a impedir a transmissão de vibrações para as lajes e/ou paredes e permitindo ainda pequenos deslocamentos das tubulações sem esforços consideráveis. rosca BSP. Os 55 .5. com bujão de dreno.13.

8. Calokote da Calorisol) da seguinte maneira:   Primeira camada: sobre a superfície dos tubos.8.8. A barreira de vapor deverá ser efetuada através da utilização de emulsão asfáltica aglomerada (ref. 13. Segunda camada: sobre as calhas e no interior das emendas formando uma barreira de vapor. Cacel 4011 da Calorisol ou PUR da Tupy). serem revestidas externamente com alumínio corrugado de 0.17 JUNTAS PARA VEDAÇÃO Deverão ser previstas juntas de amianto grafitado e comprimido.suportes para tubulações de água gelada deverão obrigatoriamente ser executados em madeira cozida em óleo.19 TESTES As tubulações e conexões deverão ser testadas contra vazamentos. entremeadas por uma camada de emulsão asfáltica de 30 g/m².14 PINTURA As tubulações deverão ser pintadas com tinta a base de cromato de zinco em duas demãos. O acabamento será executado com duas demãos de esmalte sintético na cor verde segurança Munsell 10GY 6/6. revestido com duas folhas de papel Kraft “puro” (40 g/m ²). 13. para utilização entre flanges. atendendo à Norma ASTM-D-1692 quanto à combustibilidade.15 SOLAMENTO As tubulações de água gelada deverão ser isoladas termicamente com calhas de poliuretano expandido de espessura 1 ½” e densidade de 40 Kg/m³ (ref.8. 13. espessura 1/16” e furação conforme ANSI-B-16. servindo como cola para as calhas. 13. O alumínio corrugado será fixado ao isolamento mediante cintas de alumínio montadas a cada metro da tubulação. Cal-jack da Calorisol).16 PROTEÇÃO MECÂNICA As tubulações de água gelada deverão.8.8.5. suportando uma vez e meia a soma correspondente às parcelas devidas à pressão de “shut off” da bomba e da coluna hidrostática. 56 . 13. as quais deverão ser do tipo HYDRO CONTROL OVENTROP. após isoladas.18 VÁLVULAS DE BALANCEAMENTO Deverão ser fornecidas e instaladas todas as válvulas de balanceamento indicadas em Projeto e nos Detalhes Padrão. coladas ao alumínio corrugado por meio de adesivo sintético (ref.15 mm de espessura. 13.

Quando os eletrodutos forem montados junto ao piso. Deverão ser instaladas portas de inspeção conforme detalhe em anexo a cada 3. 13. 57 .20 ESCOPO DE FORNECIMENTO O Instalador deverá observar rigorosamente os limites do escopo de fornecimento determinados no Projeto.11 TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO A tensão elétrica de alimentação de todos os equipamentos será de 380V/60Hz/(3 fases+Terra+Neutro).10 COMANDO DOS EQUIPAMENTOS O comando de todos os equipamentos será efetuado através de diversos QUADROS DE FORÇA E COMANDO.13. As caixas de passagem deverão ser blindadas e as ligações finais entre eletrodutos rígidos e equipamentos deverão ser executadas com eletrodutos flexíveis fixados por meio de buchas e boxes apropriados. 13. montar e instalar todas as válvulas de balanceamento. devendo ser utilizados fios de cobre colorido nos circuitos de comando e controle para maior facilidade de identificação. No caso das válvulas de controle de duas vias. montados ao lado de cada equipamento indicado em Projeto.9 CONTROLE DE TEMPERATURA O controle de temperatura será realizado por termostatos eletrônicos do tipo PID atuando sobre as válvulas de 2 vias de cada condicionador de ar. os mesmos deverão estar suspensos a uma altura mínima de 5 cm. azul (neutro) e verde (terra). válvulas de bloqueio e filtros “Y”. Para o sistema de comando será utilizada a tensão de 220V/(1 fase). com encapamento termoplástico antichama para 750V. 13. vermelho (fase T). de fornecimento do Instalador dos Sistemas.12 FIAÇÃO ELÉTRICA Toda a fiação elétrica deverá ser feita em condutores de cobre. ou seja: deverá fornecer. deverá ser obedecida a seguinte seqüência para a identificação dos condutores elétricos: preto (fase R). conforme (ANEXO 10). 13.0 m de duto de exaustão. a instalação das mesmas será de responsabilidade de cada Lojista. instalados internamente em eletrodutos rígidos galvanizados ou calhas de distribuição em chapa de aço zincada. O INSTALADOR DOS SISTEMAS DEVERÁ VERIFICAR NO LOCAL DA OBRA AS EFETIVAS TENSÕES DE ALIMENTAÇÃO DISPONÍVEIS (TRIFÁSICAS E MONOFÁSICAS) ANTES DA AQUISIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS.8. Na falta de especificações em contrário. branco (fase S).

filtros eletrostáticos e/ou precipitadores hidrodinâmicos com eliminador de gotas instalado antes do exaustor.14. Em hipótese alguma será permitida a utilização de equipamentos de ar condicionado com 100% de ar externo.  O Lojista deverá prever a SUPERVISÃO do funcionamento das COIFAS. 14. e retirar o ar quente proveniente de equipamentos como motores elétricos.2 OBJETIVO Remoção dos vapores e gases decorrentes do processo de preparação de alimentos. enquanto que as admissões de ar para os sistemas de ar condicionado e de “make up” de exaustão serão efetuadas no corredor técnico ou cobertura. Nestes casos deverão ser adotados equipamentos específicos e dedicados. Supervisão do detector de chama. será obrigatória a utilização de coifas lavadoras de ar (“Wash Pull”). como. exigências e recomendações constantes da Norma NBR-14518. condensadores. Supervisão do disparo de R-102 ou similar. por exemplo. fornos. Deverão ser respeitadas todas as disposições. Supervisão do damper de fechamento da coifa. SISTEMA DE EXAUSTÃO/VENTILAÇÃO MECÂNICA PARA COIFAS E COZINHAS 14. entre outros. mantendo o nível de segurança e proteção contra incêndios.3 CONSIDERAÇÕES GERAIS Para as Lojas de Alimentação deverão ser instalados sistemas autônomos para exaustão e ventilação (“make up”) do ar destinado às coifas e áreas operacionais não beneficiadas por ar condicionado. e a fim de evitar-se a migração de vapores e odores para as áreas comuns. A descarga destes sistemas será efetuada através das aberturas de cada unidade na cobertura. O ventilador destinado à exaustão de coifas com presença de gordura deverá ser do tipo “limit load” com construção anti-faísca e voluta provida de porta e dreno para limpeza. não podendo ser utilizado ou interligado a outros sistemas. 14.1 FINALIDADE DO SISTEMA Proteger o meio ambiente contra descarga de poluentes. contribuir para a higiene do local de preparo de alimentos. tendo como parâmetros:     Supervisão do funcionamento dos exaustores. equipamentos de cocção. Da mesma forma. 58 . exaustões de sanitários ou de vapores. retenção de gordura antes da descarga do fluxo de ar no exterior e remoção de parte do calor gerado internamente. as cozinhas deverão ser mantidas despressurizadas relação às mesmas mediante a rigorosa observação dos diferenciais de vazão insuflada e exaurida indicadas nas tabelas de Projeto. Para os sistemas de exaustão com presença de gorduras.

no mínimo. NFPA  Os projetos deverão ser acompanhados da memória de cálculo. É necessário. O dimensionamento definitivo. É obrigatório tratar o ar exaurido com sistemas despoluidores (lavadores de ar) no caso de exaustão de cozinhas. que deverá ser de 10 m/s. em chapas de aço. bem como o exaustor.518) ASHRAE. Instalação de dispositivo visual que indique o funcionamento dos exaustores na frente da loja. que abrangerá o dimensionamento e a descrição do sistema a ser instalado. SMACNA. serão de exclusiva responsabilidade do Lojista. fast food e pet shop deverão executar sistema de ventilação com a combinação de ar novo e exaustão mecânica do ar com poluentes. Dimensão dos dutos para condução dos vapores e gases. ligado/desligado. restaurantes. para o cálculo do sistema de exaustão. Energia elétrica necessária ao acionamento dos equipamentos eletro-eletrônicos. coifas. protetores de coifa e dispositivos de retenção de gordura. O shopping fornecerá os pontos de exaustão e ventilação. etc. o seguinte:      Locais adequados para instalação dos componentes necessários (layout). Os demais componentes dos sistemas de ventilação mecânica. Cada uma das Lojas da área de alimentação. fornos. O Shopping executará e porá à disposição de cada uma das Lojas um duto de exaustão de ar quente. ficarão a cargo de cada um dos Lojistas. Esses dutos foram dimensionados baseados em cálculo estimativo de vazão de ar. desde o limite da Loja até o ponto de descarga do ar exaurido para o exterior. conjuntos moto-propulsores e os dutos complementares de ar. caixas de ventiladores. de modo a permitir o arraste de 59 . seleção de tipo. para que o ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ possa identificar o funcionamento. A velocidade mínima do ar. 14. fornecimento e montagem dos lavadores de ar. em estabelecimentos similares. Tanto a instalação destes componentes bem como a interligação do mesmo a rede de controle do Shopping é de inteira responsabilidade do Lojista. Todos os equipamentos de exaustão instalados na Loja deverão ter componentes para interligação à rede de controle do Shopping sobre o status do equipamento. INDUSTRIAL VENTILATION. levar em conta a perda de carga existente na rede de dutos instalada pelo Shopping.4 ELABORAÇÃO DO PROJETO  Deverão ser observadas as seguintes normas:   ABNT (NBR 14. tipo e localização das coifas. ANCA. levando em conta as dimensões prováveis dos fogões. localizados em função da posição das LUC´s. indicando. Comprovação da vazão de ar a ser exaurido em função das dimensões. compreendendo os dutos de exaustão no interior das Lojas. chaparias.

não devendo ser empregado plug-fusível.94 mm) no mínimo. Os sistemas de exaustão deverão ser dotados de todos os equipamentos necessários à sua operação eficiente. Lavador de ar silencioso. Sistema de extinção de incêndio. de forma a permitir total segurança durante a operação. como também de proteção contra incêndio (no caso de exaustão de coifas). localizado entre as coifas e o ventilador de exaustão. NOTAS Os dampers deverão ser instalados com molas solenóides elétricas. Dutos de exaustão e descarga de ar executados em chapa de aço preto.5 CARACTERISTICAS DO SISTEMA  Os sistemas de exaustão para as coifas de cozinha deverão ser totalmente independentes para cada Loja. As coifas deverão ser providas de filtros metálicos ou filtros inerciais tipo “Fleming Gard”. esses dampers deverão ser fechados. 14. Quando ficarem próximos às instalações elétricas ou materiais combustíveis. devendo este damper ser de acionamento automático (elétrico) e manual. depósitos. soldadas. ou sistema similar que atenda as mesmas funções. Ao ser acionado o sistema de extinção de incêndio. para efeito de controle de odores. Apresentação da ART do responsável pelo projeto e pela execução dos serviços. com portas de inspeção estanques para limpeza e dreno a cada 3. Coifas fabricadas em chapa de aço inoxidável. entre a coifa e o lavador de ar. etc.00m nos trechos horizontais. com portas de inspeção na voluta e drenos. coifas. sendo sua execução totalmente soldada com material apropriado à altas temperaturas. deverão ser isolados com manta de fibra cerâmica de 2” no mínimo.      gordura no fluxo do ar. devendo empregar bitolas #20 (espessura igual a 0. Recomenda-se a velocidade máxima de 14 m/s. Ponto de drenagem na parte inferior dos dutos verticais (no caso de exaustão de gases gordurosos). possuindo basicamente:        Ventiladores centrífugos de pás planas ou curvadas para trás (airfoil). Velocidades máximas que deverão ser compatíveis com o nível de ruído e perda de pressão razoáveis. Os cálculos de vazão para coifa deverão estar de acordo com as prescrições do “INDUSTRIAL 60 . Os lavadores de ar deverão ter eficiência mínima de 90%.) deverão ser fornecidos e instalados pelo Lojista. bitola #16. Admite-se. que o sistema de exaustão tome ar advindo parte do ambiente condicionado e parte do mall (entrada natural). Todos os sistemas de exaustão de Lojas (cozinhas. Sensor de fogo tipo “Fire-stat” (Honeywell ou equivalente) para ativar automaticamente o sistema de extinção de incêndio. AISI 304. com damper corta-fogo no duto de saída de cada coifa e na saída de cada Loja. Esse elemento deverá ser instalado no duto de exaustão.

de modo a reduzir o acúmulo de gordura nas paredes internas do mesmo e possuir espaço adequado para a manutenção do sistema. como por exemplo. banho-maria. Os demais equipamentos. fazendo com que os efluentes sólidos e flutuantes sejam concentrados. O tanque de circulação de água deverá possuir um dreno para sua limpeza e um sistema de sifão para retirada da s partículas poluidoras que serão conduzidas para uma caixa de gordura acoplada. O Lavador de Gases deverá contar ainda com um ponto para instalação de dispositivo de adição automática de detergente biodegradável não espumante para gordura. captando todas as partículas que serão recolhidas em um tanque onde a água é recirculada após passar por um filtro.VENTILATION” e NBR 14518.6. permitindo que a limpeza manual seja efetuada sem a necessidade de parada do Lavador de Gases e. (em toda a sua extensão. Deverá ainda possuir um sistema automático para a programação dos ciclos para o aquecimento da água do tanque a fim de dissolver os elementos sólidos e proporcionar a desobstrução dos bicos pulverizadores e da tubulação interna. Na entrada do Lavador existirá um retificador de fluxo que o distribuirá pelo interior do corpo onde uma série de bicos pulverizadores especiais e direcionados contra o fluxo de ar injetam água sob alta pressão. de modo a se diminuir o risco de incêndio nos sistemas de exaustão (impregnação dos dutos e equipamentos dos sistemas com partículas de carvão). Após passar pelos eliminadores de gotas de alta eficiência. desde a coifa até o ponto de descarga). não sendo permitido o uso de carvão ou lenha. 61 . Os equipamentos de cocção deverão ser elétricos ou a gás. A vazão exaurida deverá ser no mínimo. o ar já livre de elementos poluidores e impulsionados pelo exaustor. antes de ser descarregado ao meio ambiente externo. consequentemente. ou seja. ou sistema que atenda as mesmas funções. Somente no caso de sistema de exaustão que atenda equipamentos sem geração de gordura ou fuligem. será dispensado a instalação de filtros de gordura e do sistema de extinção de incêndio. Os dutos de exaustão deverão ser calculados para uma velocidade interna mínima do ar igual a 10 m/s. LAVADOR DE GASES O ar exaurido da(s) coifa(s) de gordura deverá passar por um Lavador de Gases. intertravamentos elétricos e detalhes construtivos indicados neste item deverão ser observados para a montagem dos sistemas. 14. Este sistema deverá contar com um temporizador ou timer programável e um termostato para o controle dos ciclos e temperatura de aquecimento visando a economia de energia elétrica. do sistema de exaustão mecânica. igual à prescrita pela referida norma. garantindo assim uma elevada atomização e cobertura de todo o perímetro interno do corpo do Lavador de Gases. materiais. poderá ser lançado diretamente ao meio atmosférico externo.

termostato tipo sonda blindada ou lâmina bi-metálica. A velocidade do ar no interior do corpo do Lavador de Gases não deverá ser superior a 3. 5.5.518 para a prevenção de incêndios e evitar a sua propagação. 15. SISTEMA DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO NAS COIFAS 15. O temporizador e o termostato deverão possuir escalas visíveis e ajustáveis para atenderem às necessidades específicas de cada sistema de exaustão.1.Todos os componentes deste sistema deverão ser blindados e apropriados para a segurança dos operadores contra choques. 5. porém com limite superior de atuação de 144°C.1 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO R-102 OU SIMILAR O projeto deverá obedecer rigorosamente às normas NBR 14518 e no item 7.NBR 12232.6 .1 Na proteção ativa é objetivo fundamental a detecção precisa e segura do principio de incêndio.4. para limpeza interna e uma perfeita adaptação aos dutos e ao local de montagem. pois esta norma indica que não somente os dutos devem ser protegidos.5 m/s garantindo uma perda máxima de 5% de água por arraste ou evaporação.5.4 Requisitos de proteção ativa e passiva contra incêndio. mas também as coifas. O corpo e todos os componentes internos do Lavador de Gases deverão ser construídos com chapas de aço galvanizadas totalmente soldadas com bitola mínima # 18 recobertas por duas demãos de tinta para acabamento externo e de duas demãos de tinta de alto teor de galvanização para proteção interna em todas as superfícies. A bomba de circulação de água deverá possuir vazão e pressão compatíveis com os bicos pulverizadores com rotor e selo mecânico em bronze que deverá ser conectada à tubulação através de uniões possuindo filtro de tela de latão na sucção facilmente removível para a limpeza. Todos os componentes internos do Lavador de Gases deverão ser metálicos conforme a Norma Técnica da ABNT 14. uma em cada uma das laterais. Os itens abaixo são considerações da norma (aqui transcritos): “5. Deverá ainda ser previsto em uma das laterais um visor de vidro para a inspeção dos bicos pulverizadores.5. descarregado sobre os equipamentos de cocção e filtros. Segundo a mesma norma. o que implica na total ausência de quaisquer materiais plásticos no fluxo do ar de exaustão interior do Lavador de Gases. não será permitida proteção com gás CO2 devendo ser utilizado sistema R102 ou similar (utilização de agente extintor que. acionamento dos agentes de extinção e desligamento de fontes de energia que possam incrementar e/ou manter a progressão do incêndio. no trecho junto à 62 . resfria a superfície e reage com a gordura quente formando uma camada de espuma). O Lavador de Gases deverá possuir pelo menos duas tampas de visitas. entre outros.1 Como elemento de detecção pode ser instalado.4.

2 O elemento de detecção primário deve acionar o alarme sonoro e dampers cortafogo com acionamento eletromecânico. quando utilizados.3 Dampers corta-fogo com acionamento eletromecânico devem ser instalados no duto de exaustão. manual através de botão “soco”) dos ventiladores.4. exaustores e demais componentes do sistema. Sua atuação deverá ser tanto manual como automática. Este sistema deve observar também as recomendações da NFPA 12.5. quando não houver acesso pelo captor.4. aceito nos demais elementos do sistema de exaustão.4.1.1. dispondo.5. devem ser aplicados na proteção de captores de fluxos com gordura e no interior da rede de dutos de exaustão. entre a coifa e o lavador de ar. 5.4. É obrigatória a instalação de damper corta-fogo na conexão da coifa ao duto de exaustão. 5. 5.5.4 Dispositivos ativos de extinção de incêndios. No cálculo da vazão e pressão da água do sistema deve ser considerada a situação critica de ação simultânea de todos os bicos do sistema. O uso de sistema de extinção com dióxido de carbono (CO2) deve adotar o conceito de inundação total conforme a NBR 12232. inclusive extratores de gordura e despoluidores atmosféricos.5. acionados por sensores de temperatura convenientemente localizados.1. em ponto de fácil acesso para manutenção e limpeza. Tratando-se de um Shopping.4. quando requeridos.1. 5. com acionamento automático e manual. injeção de água nebulizada e injeção de agente químico saponificante úmido. sendo vedado nos captores e. Na ausência destes. alimentados por urna mesma bomba de pressurização. estes devem preferencialmente ser derivados da linha que atende o ambiente da cozinha.1. ou elétricos.1. obriga-se a instalação de sistema de extinção de incêndio com espuma (tipo R102 ou similar).” Deverão ser instalados dispositivos para desligamento automático (e em caso de falha. 5. sendo que o acionamento manual deve ser instalado na rota de fuga.7 Na opção de uso de sistema de chuveiros automáticos. Também pode acionar os agentes de extinção de incêndio. 5. Este elemento deverá ser instalado no duto de exaustão. 63 .conexão do captor com a rede de dutos.5. Desligar o exaustor e a alimentação elétrica e de gás combustível dos equipamentos de cocção através de relés e válvulas de bloqueio. desde que seja garantido que o dióxido de carbono (CO2) permaneça em trecho confinado. Junto ao bocal de instalação do termostato deve-se dispor de porta de inspeção e limpeza.5 Os dispositivos ativos de extinção fixos devem ter acionamento automático e manual. sendo acionados por dispositivos mecânicos. injeção de vapor d'água saturado. aplicar em todo sistema.5. Deverá ser instalado sensor de fogo tipo “fire-stat” para ativar automaticamente o sistema de extinção de incêndio. porém de ampolas para 144°C.6 São indicados como agentes de extinção aspersão de água por chuveiros automáticos.4.

1. Instalação de botoeira para acionamento manual do sistema.  O sistema de combate a incêndio em coifas deverá ser composto de:      Central de R102 ou similar.O projeto de tal sistema deverá ser independente do projeto de exaustão e ventilação e deverá acompanhá-lo. e a IT 38/2004 do Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo. localizada junto à coifa. Intertravamento elétrico dos diversos equipamentos. Não sendo assim permitido o uso de agente de extinção a base de CO2 para esta finalidade nas novas instalações. Redes de tubos de aço galvanizados para distribuição do R102 ou similar. O projeto de exaustão e ventilação deverá mencionar a existência do projeto de proteção contra incêndio. Desenho esquemático ilustrativo do sistema: O sistema proposto está em conformidade com a norma NBR 14518 . além do disparo automático pelo sensor de fogo. coifas e lavador de ar ou similar. 64 .6.5.4.item 5. Bicos de injeção de R102 ou similar nos dutos.

7 Deverão ser recolhidas as taxas das ART de projetos e execução mantidas na obra para fiscalização do CREA-SP. 1.1. e com cobertura à “Lucros Cessantes de Terceiros” (perdas emergentes.1.1. estabilidade e estanqueidade contra poeiras. com cobertura para “Responsabilidade Civil Geral/Cruzada” (danos materiais/físicos. conforme (ANEXO 6) a ser oferecido oportunamente. e de uma via aprovada do projeto completo da loja.III – EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE LOJAS 1.1. 1. cuja cópia deverá ficar na obra. e nos limites determinados.1 Haver vistoriado e recebido sua loja através do "Termo de Recebimento do Salão Comercial" (ANEXO 5).1.4 Haver retirado no ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ a carta de autorização de obras. incluindo o próprio shopping e outros lojistas e usuários). antes de iniciar qualquer demolição solicitar a aprovação da perfeita execução do tapume quanto ao acabamento. incluindo o próprio shopping e outros lojistas e usuários).3 Haver informado ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ por escrito a relação das firmas contratadas para execução das instalações comerciais e o nome e endereço do responsável Técnico pela execução da obra. devidos aos trabalhos de obras civis executados nas lojas não estão cobertos pelo 65 .5 Todas as lojas deverão ser fechadas com tapume. 1. 1. alinhamento. causados a terceiros e empreiteiros em decorrência da obra. prejuízos financeiros que a obra segurada causar a terceiros. ou seja. dentro de 07 (sete) dias.6 Na conclusão do tapume.1. "ART's" (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA).8 Ter recolhido e entregue cópia em duas vias ao COMITÊ TÉCNICO da apólice de seguros contra “Riscos de Engenharia” com cobertura básica (danos de qualquer origem causados à obra segurada). 1.7 Deverá ser afixado internamente ao tapume "CARTA DE AUTORIZAÇÃO DE OBRAS".1.2 Haver obtido a aprovação de seus projetos de instalação e decoração junto ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DAS LOJAS 1.1. a partir da data de entrega dos salões comerciais. prumo. tendo em vista que os danos causados ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ ou aos demais lojistas. 1.1 INÍCIO DAS OBRAS  Para que o LOJISTA possa iniciar os trabalhos de instalação e decoração de sua loja deverá: 1. 1.1. 1.

1.000.000.seguro de Responsabilidade Civil do Condomínio.00 R$ 200. para a conclusão da obras atrasadas em decorrência de sinistro coberto.10 Ter apresentado a relação de documentos necessários.1. 66 Importâncias Seguradas 100% do valor da obra R$ 200. Erro de Projeto Garantia pelo danos materiais acidentais sofridos pela obra em execução.9 Ter efetuado a integração da equipe junto ao COMITÊ TÉCNICO.000. 1. Propriedade Circunvizinhas Sem Fundação Garantia dos danos materiais causados as propriedades do segurado existentes no local de obra. entretanto. (tomar informações como o COMITÊ TÉCNICO). São considerados terceiros: lojas vizinhas.00 .000. Despesas de Salvamento e contenção de sinistros Garante as despesas relacionadas diretamente com as medidas emergências de proteção à obra e contenção de sinistros ocorridos.00 R$ 40. que não façam parte do projeto em execução.  Os valores mínimos de seguro a serem contratados deverão ser de: TABELA 1 Coberturas Básica – Obras Civis Instalação e Montagem (sem testes) Garantia aos danos materiais sofridos acidentalmente pela obra em execução.000. Esta garantia não substitui as responsabilidades trabalhistas. Lucros Cessantes decorrentes de RC Geral e Cruzada Garantia da perda de faturamento das lojas vizinhas pela paralisação de suas atividades comerciais. Despesas Extraordinárias Garantia pelas despesas diretamente relacionadas a contratação de mãode-obra adicional . RC Empregador decorrente do RC Geral e Cruzada Garante ao segurado o reembolso de eventuais indenizações que vier ser responsabilizado judicialmente pela morte acidental ou Invalidez Total e Permanente acidental dos Empregados no exercício das obras. 1. Danos Morais decorrentes de RC Geral. Cruzada e Empregador Garante a indenização pelos danos Morais decorrentes dos Danos Materiais e/ou Corporais sofridos por terceiros.00 100% do valor da obra R$ 20.00 R$ 40. shopping e subempreiteiros contratados.000. diretamente resultantes do erro de projeto. Responsabilidade Civil Geral e Cruzada Sem Fundações Garantia pelos danos materiais e/ou corporais causados acidentalmente à terceiros em decorrência da execução das obras. em decorrência de acidentes na obra em execução.00 R$ 100.000.00 50% da básica limitado a R$ 50.

obrigando-se a apresentar certificado de quitação e outros. operários encarregados. etc.4 Os LOJISTAS serão responsáveis por todos os danos e prejuízos causados por si ou por seus prepostos. 1. para obter autorização de entrada. obrigações trabalhistas e outros que porventura recaiam sobre suas obras. 1. correndo por sua conta integral o custeio das despesas necessárias aos consertos ou reparos. anti-incêndio. elementos de vedação. ar condicionado e quaisquer outras úteis ou necessárias ao seu funcionamento. através de cálculo pró-rata/m² a ser encaminhado mensalmente. instalações elétricas.1 A não observância das regras estabelecidas nestas normas. quando solicitado pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 1. pelo LOJISTA. será feita por portaria própria onde deverão se identificar.2.1 PORTARIAS: Existem na obra acessos e portarias com controle de pessoal.5 O LOJISTA indenizará ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ as despesas de consumo de energia elétrica. contra as lojas de terceiros e a qualquer parte do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.1. por questão de segurança e disciplina.1 ENTRADA DE PESSOAL A entrada de pessoal (operários. a) Cada LOJISTA deverá tomar junto ao COMITÊ TÉCNICO as informações e especificações para confecção dos crachás de identificação para seus prepostos instaladores.6 É de total responsabilidade do LOJISTA.3.1.2. 1. ou seus prepostos. implica em sua total responsabilidade. hidro-sanitárias. tais como: decoração de fachada. que serão obedecidas pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ e pelos LOJISTAS.2 RESPONSABILIDADES 1.2. água e retirada de entulho.2. projetistas.2. 67 .). proprietários. cumprir com os encargos referentes a impostos. 1. 1. taxas.3.3 As benfeitorias e as instalações somente poderão ser executadas por empresas ou profissionais legalmente habilitados e registrados. serão executadas a expensas do LOJISTA e sob sua inteira responsabilidade em conformidade com os projetos aprovados pelo COMITÊ TÉCNICO. 1. 1. foram estabelecidas as condições abaixo.2. engenheiros.3 APOIO AOS LOJISTAS Objetivando propiciar aos LOJISTAS o fornecimento de condições adequadas de trabalho ao mesmo tempo em que outras atividades no canteiro de obra se desenvolvam com disciplina e eficiência sem prejuízo da obra como um todo.2 Todas as obras concernentes à implantação das lojas.

todos os operários poderão ser revistados e verificadas suas pastas. máquinas e ferramentas no interior das dependências do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.1. sendo de inteira responsabilidade dos LOJISTAS. por acessos previamente determinados. a) Os operários dos LOJISTAS deverão se servir dos sanitários provisórios instalados na obra. b) Não será permitida a entrada de qualquer pessoa sem crachá de identificação. areia. malas.. transporte horizontal e/ou vertical de material. c) Não será permitido o uso de sanitários definitivos do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.1. argamassa. i) O transporte no interior das dependências do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ que não for feito manualmente. b) Nome fantasia da loja. c) Não será permitida a entrada de operários portando armas de fogo. facas. mesmo quando devidamente registrados em repartição policial. etc. d) local de entrega: ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.3 ALOJAMENTO E SANITÁRIO Não haverá alojamento no canteiro de obras para operários e instaladores dos LOJISTAS.3. punhais ou qualquer outro tipo de arma. enviado as obras dos LOJISTAS. deverão ser efetuadas dentro do horário da obra. somente serão transportados ensacados. O COMITÊ TÉCNICO não permitirá a entrada de qualquer material. devidamente numerado. 1.fornecedores e demais envolvidos. As notas fiscais que acompanharão os materiais destinados às obras dos LOJISTAS deverão conter: a) Identificação da firma compradora. com as notas fiscais em nome dos empreendedores ou do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. f) A carga. b) Não será permitido aos operários dos lojistas dormirem no interior das lojas. somente poderá ser feito por veículos com rodas de borracha (pneus). 1.. mochilas. revestimentos. 68 . O LOJISTA deverá manter permanentemente na obra uma pessoa responsável pelo recebimento de materiais para suas instalações. Após a verificação da nota fiscal. devendo seus condutores ser instruídos quanto aos riscos e danos que porventura possam causar.2 ENTRADA DE MATERIAIS Os materiais para instalação das diversas lojas terão acesso pela portaria própria. g) A descarga de materiais avulsos deverá ser feita em local determinado pelo COMITÊ TÉCNICO. e) O ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ não se responsabilizará pelo recebimento de materiais de obras de lojistas e mercadorias.3. descarga. c) Número da loja. será indicado o local onde deverão ser depositados os materiais. h) Os materiais abrasivos para concreto. etc. d) Na saída.

sendo terminantemente proibido o uso da área de uso comum do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ (mall.1 Todas as lojas deverão ser fechadas com tapume. 1. 1. massa. áreas externas etc. 1. 1.4. no que deverá ser atendida com presteza pelo LOJISTA. conforme (ANEXO 6) nos limites determinados. que deverão ser executados no início dos trabalhos de instalação das lojas.4. A interligação até a loja será executada por conta de cada lojista através de cabos de 3X6 mm².4. quando for julgado indispensável.3 Todas as obras deverão ser executadas dentro de cada loja.4.4.2 A desmontagem e remontagem dos tapumes poderão ser solicitadas pelo COMITÊ TÉCNICO sempre que for necessário para execução de obras nas partes de uso comum do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ.4 Em cada caso.1. estacionamentos. localizado no interior da loja. 1.4. pontos de água. não possa ser executado dentro de cada loja.4 REFEITÓRIO As instalações não são providas de refeitório comum.9 Fornecimento de água (provisório): existirão no mall. não sendo permitida a utilização de entulhos. 1.4.10 Energia provisória: quadros distribuidores.4 EXECUÇÃO DE SERVIÇOS 1. Obrigatório à instalação do quadro provisório do lojista para o uso de energia do mall.7 Os enchimentos. localizados no mall. 1. para atender a imposição de projetos terão que ser executados com materiais próprios. tijolos.5 Todo o transporte interno de materiais e mobiliário para as lojas serão executados através e unicamente pelos acessos indicados. até o quadro provisório de energia do lojista. onde os lojistas e seus prepostos poderão abastecer-se.8 O entulho de lixo produzidos no interior de cada loja deverá ser ensacado pelos LOJISTAS e seus prepostos retirando e/ou depositando nos locais indicados pelo COMITÊ TÉCNICO.4.1.4. 69 . (modelo do quadro de energia provisória do lojista será oferecido oportunamente).4.3.) para este fim. 1. 1. com tomada trifásica.6 A diferença de nível entre o piso em osso das lojas e o mall é de aproximadamente 7 a 8 cm. 1. o COMITÊ TÉCNICO designará local e horário para manipulação de material destinado a obra dos LOJISTAS que eventualmente. podendo variar em alguns locais específicos.

Confeccionado em aço. .Deve seguir as especificações do fabricante do gás. BLOQUEADOR DE RETROCESSO P/ REGULADORES .Deve seguir as especificações do fabricante do gás. .ATIVIDADES COM MAÇARICO .IMPERMEABILIZAÇÃO BLOQUEADOR DE RETROCESSO P/ MAÇARICO .Devem seguir as especificações do fabricante do gás. com sistema de rosca para sua fixação.Devem ser instaladas no maçarico. 70 . .Confeccionado em aço. com sistema de rosca para sua fixação. .

71 . circulares.4 Não retirar do seu lugar próprio.5.5. ordem e segurança.5 Não se apresentar em estado de embriaguez ou ingerir bebidas alcoólicas no canteiro de obras. qualquer objeto ou material da Construtora do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 1.CENTELHADOR É proibido utilizar isqueiros comuns.5. 1. . sendo obrigatório o uso de calçados fechados. moralidade. 1.2 Contribuir para que no local de trabalho. pois poderão ocorrer sérias explosões devido à quantidade de gás comprimido no mesmo. e em toda a obra. seja mantido o respeito. instruções.5. 1. e demais disposições normativas aplicáveis ao LOJISTA. higiene. bem como as regulamentações decorrentes dos registros.5 PESSOAL (DEVERES E OBRIGAÇÕES)  Cabe ao LOJISTA cumprir e impor aos seus empregados à observância dos seguintes deveres e obrigações: 1. capacetes e crachás de identificação. sem a competente autorização.5. expedidas pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. 1.1 Cumprir prontamente as ordens de serviço recebidas do COMITÊ TÉCNICO.A centelha deve ser produzida próxima à saída do maçarico e logo após a abertura da válvula. 1.5.6 Não entrar nas dependências da obra fora do horário de trabalho sem a autorização do COMITÊ TÉCNICA.3 Apresentar-se ao local de trabalho em trajes adequados e em boas condições de higiene.

6. sem autorização será imediatamente retirado da obra. deverá receber equipamento Individual de proteção (EPI) fornecido pelo respectivo LOJISTA.7.6.1 Todo o empregado do LOJISTA. obrigatoriamente. sobre questões de segurança.3 O LOJISTA deverá solicitar. adotar as medidas de proteção legais vigentes na época.3 Todos os avisos de perigo deverão ser rigorosamente respeitados. sendo rigorosamente exigida a existência do extintor carregado no ato da aplicação sob pena de paralisação dos serviços pelo COMITÊ TÉCNICO. descalços ou usando chinelos ou sandálias. sem que isto implique em partilhar da sua responsabilidade.7. 72 .dás 7:00h às 18:00h. e 01 (um) extintor de mesmo tipo para as lojas de até 200 m². 1. carpetes e outros. 1.3. 1. 1. 1. e o tempo necessário.6. cujo serviço exigir proteção especial. por escrito.2 Se houver necessidade.2 Não serão permitidas a entrada. normas e portarias que regulam a segurança de trabalho. relacionando os funcionários que permanecerão nas dependências da loja.7.7. deverão ser obrigatoriamente acatadas pelo LOJISTA.9 O LOJISTA deverá cumprir as leis. 1.7. 1.6 HORARIO DE TRABALHO 1. para cada 200 m² de loja.7.4. 1.1 Alerta-se a todo o LOJISTA e instaladores. arrumação e limpeza.1. o acidente será acompanhado por um representante do mesmo que se incumbirá de tomar as medidas cabíveis.6 O LOJISTA deverá. para os riscos de incêndio em geral e em especial por ocasião da aplicação de colas para fórmica.6. conforme Ministério do Trabalho.7.4 Durante todo o período de execução das obras de instalações das lojas. será obrigatória a existência de 01(um) extintor de incêndio de CO2 de 06 litros.1 Todo aquele que se encontrar trabalhando fora do horário normal. 1. locomoção e execução de qualquer trabalho na área interna da loja de empregados seminus. este horário poderá ser modificado pelo COMITÊ TÉCNICO.7. que é única e exclusivamente do LOJISTA. para serviços de construção civil. e com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência a autorização para executar serviços em horas extras. 1.7 SEGURANÇA DO TRABALHO 1.8 Quando ocorrer acidente com funcionário do LOJISTA. 1.7.1 O horário normal de trabalho da obra é de segunda a sábado .7.5 As recomendações feitas pela fiscalização do COMITÊ TÉCNICO. 1. 1.7 Todos os acidentes deverão ser informados imediatamente ao COMITÊ TÉCNICO.

9.além das contidas na presente norma.1 O ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ manterá guardas fixos para policiamento dos locais de entrada e saída. 1. Qualquer exigência não cumprida pelo LOJISTA relativa ao projeto aprovado e as normas e aprovação poderá ser realizada pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. podendo ser exigida sua retificação a qualquer tempo.8 POLICIAMENTO 1.7.8.9. ao interior de qualquer das lojas em execução para verificar o andamento dos serviços a qualidade dos mesmos e a observância dos projetos aprovados. bem como qualquer operário a seu serviço.1 Qualquer membro credenciado da equipe de fiscalização do COMITÊ TÉCNICO terá livre acesso. a qualquer tempo. 1. 1.9. 1. 1.11 Obrigatório o uso de capacete por todas as pessoas que ingressarem no empreendimento. e guardas de ronda pelo mall. 1. uma vez que esta será destinada apenas a fiscalizar os trabalhos e fazer cumprir estas normas.8.8. Obrigatório o uso de cinto de segurança por funcionários trabalhando em andaimes e luvas para manuseio de materiais cortantes. 73 .5 O COMITÊ TÉCNICO poderá solicitar a substituição das empreiteiras e subempreiteiras contratadas pelo LOJISTA. que considerem tecnicamente inidôneos ou inconvenientes.2 Será retirado do recinto todo aquele que a serviço ou não de qualquer dos LOJISTAS esteja alcoolizado.9 FISCALIZAÇÃO 1. 1.3 A falta de objeção por parte da fiscalização a qualquer alteração não significa aprovação desta. 1.9.10 É terminantemente proibido o uso de fogareiros e estufas dentro do prédio.4 O COMITÊ TÉCNICO deverá ter livre acesso a qualquer tempo as obras e suas exigências devem ser cumpridas nos prazos por ela estabelecidos.2 Os mesmos serão identificáveis pelo crachá próprio do COMITÊ TÉCNICO. promova desordens ou ocasione danos ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ e ou construtoras e seja inconveniente. rubricado.9.3 Nas portarias indicadas pelo COMITÊ TÉCNICO serão instalados postos de orientação e controle de pessoal nas dependências do edifício.6 A fiscalização do COMITÊ TÉCNICO não exclui a responsabilidade do LOJISTA pelo emprego de materiais e técnicas inadequadas. No caso de reincidências ficará proibido o seu ingresso nas dependências da edificação. 1. com os dizeres "fiscalização" e pelo capacete de cor branca. mesmo após a inauguração. 1. exclusivo desta. 1. a custo do LOJISTA.9.7.

por escrito. 1.9.8 As suspensões dos trabalhos não eximem o LOJISTA das obrigações contratuais referentes a prazos. 1. 1. durante a construção visando obter melhoria do padrão e modernização das instalações. Durante o período de obras. Os casos omissos serão resolvidos pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ ou seu preposto.9. não cumprimento do projeto aprovado e não atendimento às portarias municipais. para fiscalizar e acompanhar a evolução dos serviços. seguro das suas instalações. c) Inscrição da firma no Estado.9. 2.7 O COMITÊ TÉCNICO poderá suspender qualquer trabalho no qual se evidencie risco de acidente.11 Os casos omissos serão resolvidos pelo ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ no que concerne a sua autoridade. CONSTRUTORA e seus empreiteiros. Normas e Portarias que regulam a Segurança no Trabalho. A CONSTRUTORA e o Shopping manterão guardas fixos para policiamento dos locais de entrada e 74 . O lojista ou seus prepostos deverão cumprir as Leis. d) Liberação de funcionamento dos órgãos fiscalizadores (prefeitura e Corpo de Bombeiros).9. a prioridade na execução de seus serviços.10 Caberão exclusivamente ao LOJISTA as providências necessárias para: a) Obtenção do Alvará de localização de sua loja. 1. O lojista e seus prepostos serão os únicos responsáveis pela guarda dos materiais. aos Lojistas. o COMITÊ TÉCNICO e a CONSTRUTORA terão livre acesso ao interior dos canteiros de obras das lojas. além das contidas nas presentes instruções.9 Os LOJISTAS deverão contratar por sua conta. ferramentas e mercadorias utilizados e ou mantidos no interior da loja. em relação aos serviços a serem executados pelo lojista. Fica expressamente assegurado ao COMITÊ TÉCNICO. a fim de ser preservada a data da inauguração do Shopping.1 Os seguros recomendados são os da TABELA 1. quando houver simultaneidade na execução dos mesmos. b) Abertura de filial ou firma nova (registro na junta comercial). 1.9.9. O COMITÊ TÉCNICO poderá introduzir modificações nos projetos do mesmo.9. durante todo o período de obras. OBSERVAÇOES FINAIS Eventuais modificações que venham a ser implementadas nas presentes instruções serão imediatamente comunicadas. Município.1.

A vistoria de inauguração deverá ser solicitada. habite-se. Todas as providências e custos relativos à obra. no mínimo.saída. correrão por conta do lojista. 03 dias antes da inauguração da loja. 75 . Não serão realizadas vistorias após a retirada do tapume. Caberá exclusivamente ao lojista a providência necessária para a obtenção do ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO de sua loja. taxas ou impostos de qualquer natureza. e guardas-ronda pelas galerias técnicas do shopping. tais como licenças.

Endereço:______________________________________________________________________ Entre outras.º: Nome Fantasia: Nome do Representante Legal: Data: ______/_______/____________. AO199 ou ART Nacional Coordenação Técnica W 0932 . pelos projetistas. a saber: • • • • Formação (Arq. aos projetistas contratados. j) Comparecer ao COMITÊ TÉCNICO.V – ANEXOS ANEXO 1 . junto aos projetistas.ENCAMINHAMENTO DO COORDENADOR DE PROJETO LUC N. liberados pelo COMITÊ TÉCNICO.: Telefone(s) para contato: ( ART CREA N. f) Elaborar e fazer cumprir cronogramas de entregas./Eng. a ART CREA/SP acima referida.Serviços afins e correlatos). g) Verificar e resolver as interferências construtivas entre os diversos projetos.) + Nome: CREA N. b) Colaborar na seleção dos profissionais projetistas. Solicitamos ao Comitê Técnico do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ o agendamento da reunião para que nos sejam repassados o Caderno Técnico e os documentos necessários à elaboração dos projetos e execução de nossas obras.: )_____________________________________________________ (campo 08: Cód. ao Coordenador de Obras da LUC. d) Coordenar a qualidade técnica dos projetos elaborados para a LUC. ___________________________________________ Assinatura Representante Legal do LUC (Carimbo do LUC) 76 . Através desta carta encaminhamos o(a) profissional abaixo identificado(a) como COORDENADOR(A) DE PROJETOS de nossas instalações junto ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. k) Repassar os projetos. e) Adequar o custo das futuras obras à previsão orçamentária da LUC. obedecendo tanto às normas e legislação específicas a cada área. Campo 09: Cód.09. quando assim solicitado. Atenciosamente. i) Verificar toda a documentação a ser encaminhada ao COMITÊ TÉCNICO. quanto às instruções do Caderno Técnico do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. c) Repassar as instruções para elaboração dos diversos projetos. • Em anexo. serão tarefas do(a) COORDENADOR(A) DE PROJETOS: a) Representar nossa LUC perante o COMITÊ TÉCNICO. h) Representar–nos no aceite dos projetos.

ao canteiro de obras. q) Manter na obra.Serviços afins e correlatos) Entre outras. junto ao COMITÊ TÉCNICO. h) Fornecer o cronograma das obras ao COMITÊ TÉCNICO.AO199 ou ART Nacional Coordenação Técnica W 0932 . g) Elaborar e fazer cumprir cronogramas de entregas./Eng. os crachás para os operários e fornecedores. permanentemente.ANEXO 2 . l) Comparecer. n) Responsabilizar-se pela fiscalização e obediência ao PCMAT e normas regulamentadoras de segurança. e) Coordenar a qualidade técnica das diversas empreiteiras contratadas para a LUC.) + Nome: CREA N. p) Anexar ao tapume. cópia atualizada da listagem (fornecida pelo COMITÊ TÉCNICO) das pessoas portadoras de crachás e autorizadas a trabalhar nas obras do LUC. Solicitamos ao Comitê Técnico do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ o agendamento da reunião para que nos sejam repassados o Manual Técnico e os documentos necessários à elaboração dos projetos e execução de nossas obras. uma cópia de cada projeto liberado pelo COMITÊ TÉCNICO. junto aos fornecedores. j) Representar o Lojista no “aceite” dos serviços.º Telefone(s) para contato: ( ) ____________________ Endereço: ____________________________________ (campo 08: Cód. k) Verificar toda a documentação a ser encaminhada ao COMITÊ TÉCNICO.: Nome Fantasia: Nome do Representante Legal: Data: ______/_______/____________. Através desta carta encaminhamos o(a) profissional abaixo identificado(a) como COORDENADOR(A) DE OBRAS de nossas instalações junto ao ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. quando solicitado. o) Providenciar e acompanhar as Vistorias Finais.09 . ao lado da porta de acesso. c) Selecionar os fornecedores das empreitadas para as obras do LUC. os projetos liberados pelo COMITÊ TÉCNICO. d) Repassar as instruções do Caderno Técnico. Campo 09: Cód. inclusive as ART´s de execução de obras. serão tarefas do(a) COORDENADOR(a) DE OBRAS: a) Representar-nos perante o COMITÊ TÉCNICO. aos fornecedores contratados. a ART CREA/SP acima referida. f) Adequar o custo das obras à previsão orçamentária para as obras do LUC. obedecendo tanto às normas e legislação específicas a cada área. m) Providenciar.ENCAMINHAMENTO DO COORDENADOR DE OBRAS LUC N. pelos fornecedores contratados. higiene e medicina do trabalho. a saber:     Formação (Arq. i) Verificar e resolver as interferências construtivas entre os diversos serviços. • Em anexo. pelo COMITÊ TÉCNICO. b) Receber do Coordenador de Projetos da LUC. Atenciosamente. quanto às instruções do Caderno Técnico do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ. dentro de cada modalidade. pelos fornecedores. ___________________________________________ Assinatura Representante Legal do LUC (Carimbo do LUC) 77 . das instalações executadas no LUC.º: ART CREA N. permanentemente.

MODELO DE CRONOGRAMA FÍSICO DE OBRAS 78 .ANEXO 3 .

ANEXO 4 .MODELO DE CARIMBO PADRÃO 79 .

: Nome Fantasia: Nome do Representante Legal: Data: ______/_______/____________..:______________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ _________________________________________ NOTA: ESTÁ CARTA DEVERÁ SER EMITIDA EM PAPEL TIMBRADO DA LOJA OU DO ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA/ARQUITETURA CONTRATADO. Declaro ter recebido a loja supracitada. de acordo com o estabelecido no “Instrumento Particular de Contrato de Locação e Outras Avenças do Local de Uso Comercial (LUC) do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ” e nos termos das “Instruções Gerais Para Execução de Projetos e Instalações Comerciais do ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ”. Portanto.Sas.ANEXO 5 . Informamos que verificamos o local nesta data. daremos inicio às obras pertinentes. assim que os projetos e documentos da instalação comercial forem liberados por V. 80 . Recebido por:______________________________________________________________ Assinatura:________________________________________________________________ ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ:_________________________________________ Obs.MODELO DE CARTA “TERMO DE RECBIMENTO DA LOJA” LUC N. sendo que o mesmo confere com a área contratual.

ESQUEMA BASICO DE TAPUME 81 .ANEXO 6 .

ENTREGA DE PROJETOS PARA ANÁLISE Santo André. O responsável técnico pelo acompanhamento da aprovação do projeto junto a V. RG ou CPF do proprietário)______________________________.Sa.ANEXO 7 . ______________________________________.(Nome Fantasia) Prezados Senhores. ______________(nome. ________________________________________ Carimbo da Loja e assinatura(s) do(s) representante(s) Legal(ais) 82 . Ao Comitê Técnico Ref. é o Sr(a). Lojista da Loja supracitada.sas. para análise. _______ de __________________________ de 2013. Atenciosamente.. 03 (três) vias de plantas e seus memoriais referentes ao projeto de____________________________ e acompanhada da respectiva ART. venho pela presente apresentar a V.: Entrega de Projetos para análise Loja nº________ .CREA_____________________________________ endereço_________________________________________________________________________ telefone____________________________________.

_____________________________________ Carimbo da Loja e assinatura(s) do(s) representante(s) Legal(ais) Aceite do Comitê Técnico Ass. Data:______/______/_________.ANEXO 8 . Tendo recebido de V. Assumimos toda e qualquer responsabilidade por eventuais danos causados e estamos cientes de todas as normas regulamentares que serão obedecidas durante referida obra. entregue todas as ART’s pertinentes e assinado o “Termo de Recebimento de Loja”.: Comunicação de início das obras de instalações comerciais Loja Nº: Nome Fantasia: Prezados Senhores. Iniciaremos a montagem do tapume básico. 83 . comunicamos pela presente o início das obras necessárias à montagem da Loja. a partir do dia ______/______/__________e informamos ainda que o responsável pela execução da obra será o Arquiteto / Engenheiro_______________________________________________________________________. Atenciosamente. _______ de __________________________ de 2013.MODELO DE CARTA “COMUNICAÇÃO DE INÍCIO DE OBRAS E PEDIDO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA" Santo André. a liberação dos projetos de instalações comerciais. do Responsável: ______________________________________. CREA n°__________________________________________cujo endereço e telefone de contato são ( )_________________________ . Ao Comitê Técnico Ref. ESTA CARTA DEVERÁ SER EMITIDA EM PAPEL TIMBRADO DA LOJA OU DO ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA/ENGENHARIA CONTRATADO. Sas.

ANEXO 9 - MODELO DE CARTA “COMUNICAÇÃO DE TÉRMINO DE OBRA, SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E DE LIGAÇÃO DEFINITIVA DE UTILIDADES"

Santo André, _______ de __________________________ de 2013.

Ao Comitê Técnico Ref.: Término de obra e pedido de vistoria final e ligação definitiva de utilidades Identificação da(s) utilidade(s):___________________________________________. Loja nº________ - (Nome Fantasia)_______________________________________.

Prezados Senhores.

Comunicamos a V.Sas. que as obras da Loja em referência, se encerrarão no dia _____/_____/_______. . Em decorrência disso, solicitamos a presença de V.Sas., a fim de procederem à vistoria final das obras, para que possamos iniciar nossas atividades na data estabelecida. Solicitamos também que seja efetuada a ligação definitiva das utilidades identificadas.

Atenciosamente,

________________________________________ Carimbo da Loja e assinatura(s) do(s) representante(s) Legal(ais)

ESTA CARTA DEVERÁ SER EMITIDA EM PAPEL TIMBRADO DA LOJA OU DO ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA/ENGENHARIA CONTRATADO.

84

ANEXO 10 - DETALHES TIPICOS DE INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO/EXAUSTÃO

85

ANEXO 11 - DETALHES TIPICOS DE INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO/EXAUSTÃO

86

ANEXO 12 .DERIVAÇÃO DE FIAÇÃO CAIXA 4”X 4” PARA LUMINÁRIA 87 .

DERIVAÇÃO DE FIAÇÃO DO PERFILADO PARA LUMINÁRIA 88 .ANEXO 13 .

FIXAÇÃO DE PERFILADO POR VERGALHÃO 89 .ANEXO 14 .

ANEXO 15A .DIAGRAMA UNIFILAR TIPICO 90 .

DIAGRAMA TRIFILAR TIPICO 91 .ANEXO 15B .

SISTEMA SPRINKLERS – TESTE HIDROSTÁTICO 92 .ANEXO 16 .

ANEXO 17 .SISTEMA SPRINKLERS – DRENO DE SPRINKLERS 93 .

ANEXO 18 .LIGAÇÕES HIDRAULICAS DE FANCOIL 94 .

DUTOS DE EXAUSTÃO – DETALHE DO FLANGE 95 .ANEXO 19 .

ANEXO 20 .DUTOS DE EXAUSTÃO 96 .

CAIXA DE RETENÇÃO DE SÓLIDOS 97 .ANEXO 21 .

PROTEÇÃO DOS APARELHOS GERADORES DE RUÍDO 98 .ANEXO 22 .

99 . Nome Fantasia: ____________________________________. Atenciosamente. ______ de __________________ de ________. Tendo sido concluída as etapas constantes da COMUNICAÇÃO DE INÍCIO DE OBRAS e executado/aceito o Tapume Padrão. o Quadro de Energia Provisório e Instalados os Extintores. fica liberado o início das Obras de Montagem e Decoração de vossa Loja.ANEXO 23 . Prezados. À Loja Nº.: _______. _________________________________________ Comitê Técnico – Atrium Shopping Santo André Recebido: _________________________________________ Loja: Carimbo: _________________________________________ BROOKFIELD ENGENHARIA Carimbo: Esta carta deverá estar acompanhada da relação de pessoas autorizadas a iniciar a obra.TERMO DE LIBERAÇÃO DAS OBRAS Santo André.

___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ . Santo André.___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ . Atividade a ser autorizada (descrever detalhadamente a atividade):__________________________________________________________________________ Data de execução/início: ___ / ___ / ______ Horário do início: ___ : ___ Data do término: ___ / ___ / ______ Horário do início: ___ : ___ Nome da Empresa Autorizada: ________________________________________________________ Nome e RG das Pessoas Autorizadas: Nome: ___________________________________ RG: ____________________ . 100 .___ (responsável presente para execução da atividade) Nome: ___________________________________ RG: ____________________ . ______ de __________________ de ________.___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .ANEXO 24 . Assinatura: ______________________________________________ Contato direto (telefone) ___________________________________ Esta carta deverá ser emitida em papel timbrado da Loja ou do escritório de Arquitetura/Engenharia contratado.___ TERMO DE RESPONSABILIDADE: Responsabilizo-me pela conduta e eventuais danos causados pelas pessoas acima autorizadas.___ Nome: ___________________________________ RG: ____________________ .SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS LOJA: ______________________________ Nº: __________. Nome legível do solicitante: __________________________.