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LUZ – 8º ANO

CORPOS LUMINOSOS E CORPOS ILUMINADOS

Corpos luminosos São fontes de luz, ou seja, são todos os corpos que emitem luz própria.

Ex: sol, lâmpada, vela, candeeiros

Corpos iluminados São recetores de luz, ou seja, são todos os corpos que emitem parte da luz que recebem, logo não t m luz própria.

Ex: lua, objectos que recebem luz de uma lâmpada, vela,!

O QUE NOS PERMITE VER OS OBJECTOS

 "ós vemos os corpos luminosos quando c#ega aos nossos ol#os a luz que eles emitem.

 "ós vemos os corpos iluminados quando: $ recebem luz de um corpo luminoso $ reenviem total ou parcialmente a luz que recebem $ c#ega aos nossos ol#os a luz reenviada

TRIÂNGULO DA VISÃO  % luz emitida pelas fontes de luz & recebida pelos corpos iluminados e reenviada por eles at& aos nossos ol#os.


TRIÂNGULO DA VISÃO

MATERIAIS TRANSPARENTES, TRANSLÚCIDOS E OPACOS

Materiais transparentes 'eixam passar totalmente a luz que neles incidem, ou seja, deixam ver com nitidez os objectos. Ex. ar, vidro polido, (gua l)mpida

Materiais translú idos 'eixam atravessar parcialmente a luz que neles incidem, ou seja, deixam ver os objectos mas sem nitidez. Ex: vidro fosco, papel vegetal,!

Materiais Opa os "ão deixam atravessar a luz que neles incidem, ou seja, não & poss)vel ver os objectos. Ex: madeira, granito, metais,!

O QUE É A LUZ Ondas luminosas  % luz produzida pelos corpos luminosos propaga$se atrav&s de ondas.

 % luz não resulta da vibra*ão de part)culas +como no som, mas resulta de !i"ra#$es ele troma%n&ti as.

 % luz propaga$se em diferentes meios: ar' (%ua e !a)io.

 % velocidade de propaga*ão das ondas electromagn&ticas & muito %rande e o seu valor depende do meio onde se propagam. Então, no ar e no vazio as ondas propagam$se - mesma velocidade.

 %s ondas electromagn&ticas são trans!ersais pois as vibra*.es ocorrem perpendicularmente - dire*ão de propaga*ão.

AMPLITUDE, COMPRIMENTO DE ONDA, FREQUÊNCIA Amplitude  % amplitude das ondas luminosas relaciona$se com a intensidade da lu) emitida pela fonte luminosa, assim:

Comprimento de onda  /odas as ondas luminosas t m um muito pe*ueno. omprimento de onda

+re*u,n ia  % frequ ncia das ondas & muito %rande, pois quanto menor & o comprimento de onda maior & a frequ ncia.

 % frequ ncia das ondas luminosas est( relacionada com a ener%ia que transportam e est( associada - or da lu). %ssim, quanto maior for a frequ ncia da onda luminosa mais energia ela transporta.

RAIOS LUMINOSOS -ro.e#/o re til0nea da lu)  "o meio transparente e #omog&neo, a lu) propa%a1se em lin2a reta, em todas as dire*.es.

Al%umas onse*u,n ias da propa%a#/o retil0nea da lu)

Raio luminoso 0orresponde - dire*ão de propaga*ão da luz.

+ei3e luminoso São conjuntos de raios luminosos.

Tipos de 4ei3es luminosos 1eixes 'ivergentes 1eixes 0onvergentes 1eixes 2aralelos

São formados por raios luminosos que partem de um ponto e afastam$se.

São formados por raios luminosos que se aproximam, juntando$se num ponto.

São formados por raios luminosos que não se afastam nem se aproximam uns dos outros.

REFLE ÃO DA LUZ Re4le3/o da lu) 0onsiste no reenvio da luz que incide numa superf)cie para o meio de onde prov&m. Tipos de re4le3/o Re4le3/o Re%ular ou Re4le3/o Re4le3/o Irre%ular ou Di4us/o
$ 3corre em superf)cies lisas e $ 3corre em superf)cies não$polidas polidas ou rugosas. $ 4eflectem praticamente toda a luz $ 4eflectem parte da luz que nela que nela incidem, de forma regular. incidem, de forma irregular. $ 3 feixe paralelo de luz incidente $ 3 feixe paralelo de luz incidente origina um feixe paralelo de luz origina um feixe paralelo de luz refletida com a mesma intensidade. refletida em dire*.es diferentes.

$ % luz & reenviada para o meio de $ % luz & reenviada para o meio de onde prov&m, numa só dire*ão. onde prov&m em v(rias dire*.es.

 Re4le3/o da lu) 5 origina as imagens que observamos quando ol#amos para um espel#o.  Di4us/o da lu) 5 permite ver os objectos.

Leis da Re4le3/o 5espel2o6

6uando um raio luminoso incide num espel#o, as dire*.es do raio incidente e do raio reflectido obedecem a duas leis:  78 Lei 5 o raio incidente, o raio refletido e a normal do espel#o estão no mesmo plano7  98 Lei 5 os ângulos de incid ncia & igual ao ângulo de reflexão.

REFRA!ÃO DA LUZ Re4ra#/o da lu) 8 a passagem da luz de um meio transparente para outro.

 Esta passagem & acompan#ada de mudan*a de dire*ão dos raios luminosos.

-or *ue moti!o o orre mudan#a de dire#/o:  % mudan*a de dire*ão dos raios luminosos resulta do facto de a luz se propagar com velocidades diferentes nos dois meios transparentes.  "o vazio e no ar, a velocidade da luz & de 9:::::::::m;s. "o vidro, na (gua ou em outro meio a velocidade & menor.

-assa%em da lu) do ar para a (%ua ou para o !idro  6uando a luz passa do ar para a (gua ou para o vidro: $ a sua velocidade de propaga*ão diminui7 $ logo, os raios luminosos mudam de dire*ão aproximando$se da normal 5 "7

-assa%em da lu) da (%ua ou do !idro para o ar  6uando a luz passa do ar para a (gua ou para o vidro: $ a sua velocidade de propaga*ão aumenta7 $ logo, os raios luminosos mudam de dire*ão afastando$se da normal 5 "7

Outra situa#/o de passa%em da lu)  6uando a luz incide perpendicularmente - superficie de separa*ão dos dois meios, não ocorre mudan*a de dire*ão.

;3emplos de o"ser!a#$es da re4ra#/o no dia1a1dia

Re4le3/o *ue a ompan2a a re4ra#/o< Re4le3/o total

 6uando a luz encontra a superf)cie de outro meio transparente, nem toda passa para esse outro meio.

 <( sempre uma parte da luz que volta para tr(s, ocorrendo sempre al%uma re4le3/o. 8 por isso que o feixe de luz refratado & menos intenso do que o incidente.

A re4ra#/o da lu) & sempre a ompan2ada de re4le3/o<

Con lus$es  6uando a luz se propaga num meio como o vidro e encontra uma superf)cie que o separa do ar que & menos refrangente, pode ocorrer re4ra#/o e re4le3/o ou apenas re4le3/o. %ssim: $ -ara =n%ulos de in id,n ia in4eriores a >9? a maior parte da luz que incide na superf)cie de separa*ão refracta$se. %penas uma pequena parte da luz & reflectida.


O orre re4ra#/o e al%uma re4le3/o da lu)

$ -ara =n%ulos de in id,n ia superiores a >9? toda a luz que incide na superficie de separa*ão & refletida.


N/o 2( re4ra#/o da lu)' o orre apenas re4le3/o total<

 <( um ângulo de incid ncia ao qual corresponde o ângulo de refra*ão m(ximo 5 =:>.

"o vidro, o =n%ulo limite & de >9?.

;3emplo de re4le3$es totais1 +i"ras @pti as

0omo ela só se propaga no interior, só se v luz na extremidade da fibra.

Estas fibras opticas utilizam$se nas telecomunica*.es e na medicina.