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Revisão da aula anterior Revisão da aula anterior
• • Distribui Distribuiç ção eletrônica ão eletrônica
• • Teoria do orbital atômico Teoria do orbital atômico
• • Teoria do orbital molecular Teoria do orbital molecular
• • Hibridiza Hibridizaç ção sp ão sp
3 3
, sp , sp
2 2
, sp , sp
• • Liga Ligaç ções ões σ σσ σ σ σσ σ e e π ππ π π ππ π
• • Liga Ligaç ções qu ões quí ímicas micas
• • Liga Ligaç ções covalentes polares e apolares ões covalentes polares e apolares
• • Polaridade das mol Polaridade das molé éculas culas
GRUPOS FUNCIONAIS GRUPOS FUNCIONAIS
• • Carbono pode se ligar ao Carbono pode se ligar ao á átomo de: tomo de: C C
H H
O O
S S
N N
Halogênios Halogênios
• • Existência de in Existência de inú úmeras mol meras molé éculas diferentes culas diferentes
• • Organiza Organizaç ção dos compostos orgânicos em fam ão dos compostos orgânicos em famí ílias: lias:
Grupos funcionais Grupos funcionais
• • São esses grupos que determinam a maioria das São esses grupos que determinam a maioria das
propriedades qu propriedades quí ímicas e f micas e fí ísicas de cada fam sicas de cada famí ília lia
GRUPOS FUNCIONAIS GRUPOS FUNCIONAIS
Hidrocarbonetos Hidrocarbonetos
Alcanos Alcanos
Alcenos Alcenos
Alcinos Alcinos
Compostos arom Compostos aromá áticos ticos
Haloalcanos Haloalcanos
Á Álcool lcool
É Éter ter
Amina Amina
Alde Aldeí ído do
Cetona Cetona
Á Ácido Carbox cido Carboxí ílico lico
É Éster ster
Amida Amida
Nitrila Nitrila
C C
C C
C H C C
Hidrocarbonetos Hidrocarbonetos
Compostos arom Compostos aromá áticos ticos
Haloalcanos Haloalcanos
C X
Á Álcool lcool C OH
É Éter ter C O C
Amina Amina C N
Alde Aldeí ído do C
H
O
Cetona Cetona
C
C C
O
Á Ácido Carbox cido Carboxí ílico lico
C
OH
O
É Éster ster
C
O
O
C
Amida Amida
C
N
O
Nitrila Nitrila C N
Hidrocarbonetos Hidrocarbonetos – – Grupo do s Grupo do sí ímbolo R mbolo R
Grupo Alquila Grupo Alquila: São provenientes dos alcanos. Existem : São provenientes dos alcanos. Existem
para facilitar a nomenclatura dos compostos. São grupos para facilitar a nomenclatura dos compostos. São grupos
que seriam obtidos pela remo que seriam obtidos pela remoç ção de um ão de um á átomo de tomo de
hidrogênio de um alcano. hidrogênio de um alcano.
Alcano Grupo alquila Abreviação
CH4 (metano) CH3- (Grupo metila) Me-
CH3CH3 (etano) CH3CH2- (Grupo etila) Et-
CH3CH2CH3 (propano) CH3CH2CH2-
(Grupo propila)
Pr-
CH3CH2CH3 (propano) CH3CHCH3
(Grupo isopropila)
i-Pr-
CH3CH2CH2CH3 (Butano) CH3
CH3-C-CH3
(Grupo terc-butila)


Grupo Fenila e Grupo Fenila e benzila benzila: Quando o anel do benzeno : Quando o anel do benzeno
est está á ligado a algum outro grupo de ligado a algum outro grupo de á átomos em uma tomos em uma
mol molé écula ele cula ele é é chamado de chamado de grupo fenila grupo fenila
A combina A combinaç ção de um grupo fenila e um grupo ão de um grupo fenila e um grupo – –CH CH
2 2
- -
são chamados de são chamados de grupo grupo benzila benzila
C
6
H
5
ou ou
CH
2
CH
2 C
6
H
5
CH
2
ou ou
Compostos Arom Compostos Aromá áticos ticos - - Grupo do s Grupo do sí ímbolo R mbolo R
Haletos de alquila ou haloalcanos Haletos de alquila ou haloalcanos: São : São
compostos nos quais um compostos nos quais um á átomo halogênio (F, tomo halogênio (F, Cl Cl, ,
Br ou I) substitui um Br ou I) substitui um á átomo de hidrogênio de um tomo de hidrogênio de um
alcano alcano
• • Os haloalcanos são classificados como prim Os haloalcanos são classificados como primá ários, secund rios, secundá ários rios
ou terci ou terciá ários. rios.
C X
C
H
H
H
C
H
Cl
C
H
H
H C Cl
CH
3
H
3
C
CH
3
Cl
H
H
C
H
H
H
C
Carbono primário
Carbono secundário
Carbono terciário
Haletos de Alquila ou Haloalcanos Haletos de Alquila ou Haloalcanos
2
Á Álcoois lcoois: O grupo funcional caracter : O grupo funcional caracterí ístico para esta stico para esta
fam famí ília lia é é a hidroxila ( a hidroxila (- -OH) ligada a um OH) ligada a um á átomo de tomo de
carbono com hibridiza carbono com hibridizaç ção sp ão sp
3 3
. .
• • Assim como os haloalcanos, os Assim como os haloalcanos, os á álcoois são classificados em três lcoois são classificados em três
grupos: prim grupos: primá ários, secund rios, secundá ários ou terci rios ou terciá ários. Esta classifica rios. Esta classificaç ção ão
baseia baseia- -se no grau de substitui se no grau de substituiç ção do carbono ao qual o grupo ão do carbono ao qual o grupo
hidroxila est hidroxila está á diretamente ligado, de modo an diretamente ligado, de modo aná álogo ao haleto de logo ao haleto de
alquila. alquila.
Á Álcoois lcoois
CH
3
CH
3
CH
3
CH
2
O
H
O
H
H
CH
3
CH
2
O
H
É Éteres teres: possui a f : possui a fó órmula geral R rmula geral R- -O O- -R ou R R ou R- -O O- -R R’ ’, onde , onde
R R’ ’ pode ser um grupo alquila (ou fenila) diferente de R. pode ser um grupo alquila (ou fenila) diferente de R.
É Éteres teres
O
H
H
R
O
R
H
2
C CH
2
O O
Óxido de etileno Tetraidrofurano (THF)
Aminas Aminas: Assim como os : Assim como os á álcoois e lcoois e é éteres podem ser teres podem ser
considerados como derivados orgânicos da considerados como derivados orgânicos da á água, as gua, as
aminas podem ser consideradas como derivados aminas podem ser consideradas como derivados
orgânicos da amônia. orgânicos da amônia.
• • As aminas podem ser classificados em prim As aminas podem ser classificados em primá ários, secund rios, secundá ários e rios e
terci terciá ários. Esta classifica rios. Esta classificaç ção baseia ão baseia- -se no n se no nú úmero de grupos mero de grupos
orgânicos que estão ligados ao orgânicos que estão ligados ao á átomo de nitrogênio. tomo de nitrogênio.
Aminas Aminas
N H H
H
N H R
H
N H R
R
N R R
R
Amônia Amina primária Amina secundária Amina terciária
Alde Aldeí ídos e Cetonas dos e Cetonas: Alde : Aldeí ídos e cetonas contêm o dos e cetonas contêm o
grupo carbonila, um grupo no qual um grupo carbonila, um grupo no qual um á átomo de tomo de
carbono se liga ao oxigênio por uma liga carbono se liga ao oxigênio por uma ligaç ção dupla, ou ão dupla, ou
seja um carbono sp seja um carbono sp
2 2
. .
• • O grupo carbonila nos alde O grupo carbonila nos aldeí ídos est dos está á ligado a pelo menos um ligado a pelo menos um
á átomo de hidrogênio, e nas cetonas est tomo de hidrogênio, e nas cetonas está á ligado a dois ligado a dois á átomos de tomos de
carbono. carbono.
Alde Aldeí ídos e cetonas dos e cetonas
C O
Grupo carbonila
Fórmula geral de
um aldeído
Fórmula geral de
cetonas
R C H
O
R C R
O
R C R'
O
ou
R pode ser H também
Á Ácidos carbox cidos carboxí ílicos: licos: São grupos que como o alde São grupos que como o aldeí ído do
tamb també ém possui uma carbonila, por m possui uma carbonila, poré ém o hidrogênio m o hidrogênio é é
substitu substituí ído por outro grupamento. Possuem formula do por outro grupamento. Possuem formula
geral RCO geral RCO- -OH. OH.
Á Ácidos Carbox cidos Carboxí ílicos licos
R C OH
O
Grupo funcional
H C OH
O
CH
3
C OH
O
C
6
H
5
C OH
O
Ácido fórmico Ácido acético Ácido benzóico
Amidas: Amidas: Possuem as formulas gerais RCO Possuem as formulas gerais RCO- -NH NH
2 2
, ,
RCO RCO- -NHR NHR’ ’, RCO , RCO- -NR NR’ ’R R” ”
Amidas Amidas
R C N
O
H
R'
R C NH
2
O
R C N
O
R'
R''
Amidas primárias Amidas Secundárias Amidas Terciárias
CH
3
C
NH
2
O
CH
3
C
NH
O
CH
3
CH
3
C
N
O
CH
3
CH
3
Acetamida N-Metilacetamida N,N-Dimetilacetamida
3
É Éster: ster: como o alde como o aldeí ído, do, á ácido carbox cido carboxí ílico, aminas e lico, aminas e
outros, os outros, os é ésteres diferem apenas no grupo ligado a steres diferem apenas no grupo ligado a
carbonila. Possuem f carbonila. Possuem fó órmula geral rmula geral
É Éster ster
R C O
O
R' R C O
O
R CH
3
C
O
O
CH
2
CH
3
Fórmulas gerais Ex: Acetato de etila
CH3 C N CH3CH2CH2 C N CH2 CH C N CH2 CHCH2CH2 C N
Etanonitrila butanonitrila propenonitrila 4-Pentenonitrila
Nitrilas Nitrilas
Nitrilas: Nitrilas: Possui f Possui fó órmula geral rmula geral R R- -C C N N. O carbono e o . O carbono e o
nitrogênio de uma nitrila possuem hibridiza nitrogênio de uma nitrila possuem hibridizaç ção do tipo ão do tipo sp sp
C N C N
Benzenocarbonitrila Ciclohexanocarbonitrila
PROPRIEDADES F PROPRIEDADES FÍ ÍSICAS E QU SICAS E QUÍ ÍMICAS MICAS
• • S Só ólido, l lido, lí íquido ou gasoso quido ou gasoso
• • Temperaturas (Ponto fusão e ebuli Temperaturas (Ponto fusão e ebuliç ção) ão)
• • Solubilidade Solubilidade
• •Todos são parâmetros tabelados Todos são parâmetros tabelados
77 -84 CH
3
CO
2
CH
2
CH
3
Acetato de
etila
34,6 -116 (CH
3
CH
2
)
2
O Éter dietílico
17 -80 CH
3
CH
2
NH
2
Etilamina
Decom. 324 CH
3
CO
2
Na Acetado de
sódio
118 16,6 CH
3
CHO
2
H Ác. Acético
20 -121 CH
3
CHO Acetaldeído
78,5 -115 CH
3
CH
2
OH Etanol
13,1 -138,7 CH
3
CH
2
Cl Cloroetano
-84 sub -82 CHCH Etino
-102 -169 CH
2
CH
2
Eteno
-88,2 -183 CH
3
CH
3
Etano
pe (ºC) pf
(ºC)
Estrutura Composto
Ligações Ouimicas
Na
+
CH
3
CO
2
-
+
For Forç ça a í íon on- -í íon on
Acetato de sódio
4
C
H
3
C
H
3
C
O δ
-
δ
+
C
H
3
C
H
3
C

-
δ
+
C
H
3
C
H
3
C
O δ
-
δ
+
For Forç ça Dipolo a Dipolo- -Dipolo Dipolo
δ
-
δ
+
Z H
δ
-
δ
+
Z H Z = O, F, N
Ligação hidrogênio
Liga Ligaç ções de hidrogênio ões de hidrogênio
metano Dipolo
momentâneo
Variável Van der Waals
Água e álcool Atração de
cargas
Moderada a
fraca
Dipolo-dipolo
(pontes H)
Na
+
em água Atração de
cargas
Moderada Íon-dipolo
H-H
CH
3
-CH
3
Covalente Forte Ligações
covalentes
LiF Iônica Muito forte Cátion-ânion
Exemplo Tipo Força relativa Força elétrica
PONTOS DE FUSÃO E EBULI PONTOS DE FUSÃO E EBULIÇ ÇÃO ÃO
5
SOLUBILIDADE SOLUBILIDADE
“ “Semelhante se dissolve no semelhante Semelhante se dissolve no semelhante” ”
• Na natureza todos os compostos (íons, moléculas) tendem a sempre
buscar um estado de menor energia possível (entalpia, H) e um
estado molecular mais caótico (maior entropia, S)
G
solução
= H
solução
– T.S
solução
Energia livre de gibbs Entalpia Temperatura Entropia
H
solução
= -U
0
+ H
solvatação
Energia reticular Entalpia de solvatação
SOLUBILIDADE SOLUBILIDADE
• • For Forç ças de atra as de atraç ção ão

+ - + - +
- + - + -
+ - + - +
- + - + -
sólido
H
2
O + - + -
+
- + - + -
+ - + - +
- + - + -
O
H
H
O
H
H
O
H
H
O
H
H
O
H H
O
H H
O
H H
O
H H
O
H H
O
H H
O
H H
O
H H
CH
3
CH
2
OH
CH
3
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
CH
2
OH
(Solúvel em água em qualquer proporção)
(Pouco solúvel)
Parte hidrofóbica
Hexano x Agua
Apolar x Polar
KBr x Agua
¡ônica x Polar
REA REAÇ ÇÕES QU ÕES QUÍ ÍMICAS ORGÂNICAS MICAS ORGÂNICAS
Virtualmente todas as rea Virtualmente todas as reaç ções orgânicas se enquadram ões orgânicas se enquadram
em uma das quatro categorias: elas são em uma das quatro categorias: elas são substitui substituiç ções, ões,
adi adiç ções, elimina ões, eliminaç ções ou rearranjos ões ou rearranjos
6
REA REAÇ ÇÕES DE SUBSTITUI ÕES DE SUBSTITUIÇ ÇÃO ÃO
São rea São reaç ções caracter ões caracterí ísticas de compostos saturados, tais sticas de compostos saturados, tais
como os alcanos e haletos de alquila, e de compostos como os alcanos e haletos de alquila, e de compostos
arom aromá áticos (ainda que sejam insaturados). Em uma ticos (ainda que sejam insaturados). Em uma
substitui substituiç ção, ão, um grupo substitui o outro um grupo substitui o outro. .
H
3
C Cl +
H
2
O
H
3
C OH Na
+
OH
-
Na
+
Cl
-
+
REA REAÇ ÇÃO DE ADI ÃO DE ADIÇ ÇÃO ÃO
São caracter São caracterí ísticas de compostos com liga sticas de compostos com ligaç ções m ões mú últiplas. ltiplas.
Eteno , por exemplo, reage com bromo atrav Eteno , por exemplo, reage com bromo atravé és de uma s de uma
adi adiç ção. Em uma adi ão. Em uma adiç ção ão todas as partes do reagente todas as partes do reagente
que est que está á sendo adicionado aparecem no produto; sendo adicionado aparecem no produto;
duas mol duas molé éculas se tornam umas. culas se tornam umas.
C
H
H
C
H
H
+ Br
2
CCl
4
C
H
H C
H
H
Br Br
Eteno Bromo 1,2-Dibromoetano
REA REAÇ ÇÕES DE ELIMINA ÕES DE ELIMINAÇ ÇÃO ÃO
São o oposto de adi São o oposto de adiç ções. ões. Em uma rea Em uma reaç ção de ão de
elimina eliminaç ção uma mol ão uma molé écula perde os elementos de cula perde os elementos de
outra mol outra molé écula pequena. cula pequena. Rea Reaç ções de elimina ões de eliminaç ção nos ão nos
fornecem um m fornecem um mé étodo para prepara todo para preparaç ção de compostos ão de compostos
com liga com ligaç ções duplas e triplas. ões duplas e triplas.
C
H
H C
H
H
Br H
KOH
C
H
C
H
H H
HBr +
REA REAÇ ÇÕES DE REARRANJO ÕES DE REARRANJO
Em um rearranjo Em um rearranjo uma mol uma molé écula sofre uma cula sofre uma
reorganiza reorganizaç ção de suas partes constituintes. ão de suas partes constituintes. Por Por
exemplo, aquecer o seguinte alceno com um exemplo, aquecer o seguinte alceno com um á ácido forte cido forte
leva leva à à forma formaç ção de outro alceno isom ão de outro alceno isomé érico. rico.

H
3
C C
CH
3
CH
3
C
H
CH
2
H
+
C
H
3
C
H
3
C
C
CH
3
CH
3
MECANISMOS DE REA MECANISMOS DE REAÇ ÇÃO ÃO
Mecanismo de rea Mecanismo de reaç ção: ão: é é uma descri uma descriç ção dos eventos que ão dos eventos que
ocorrem em um n ocorrem em um ní ível molecular quando reagentes tornam vel molecular quando reagentes tornam- -
se produtos. Demonstrando cada etapa inclusive os se produtos. Demonstrando cada etapa inclusive os
compostos compostos intermedi intermediá ários rios
Rea Reaç ções de compostos orgânicos sempre envolvem a ões de compostos orgânicos sempre envolvem a
forma formaç ção e a quebra de liga ão e a quebra de ligaç ções covalentes. Uma liga ões covalentes. Uma ligaç ção ão
covalente pode quebrar e se ligar de duas maneiras: covalente pode quebrar e se ligar de duas maneiras:
Modo sim Modo simé étrico: trico: ruptura ruptura homol homolí ítica tica, em que cada , em que cada á átomo tomo
fica com um el fica com um elé étron. Os processos que envolvem quebras e tron. Os processos que envolvem quebras e
liga ligaç ções sim ões simé étricas produzem fragmentos com el tricas produzem fragmentos com elé étrons trons
desemparelhados chamados de desemparelhados chamados de radicais. radicais.
Ruptura da Liga Ruptura da Ligaç ção Covalente ão Covalente
A B A + B Homolítica
B
-
+ A
+
B A Heterolítica
Modo assim Modo assimé étrico: trico: ruptura ruptura heterol heterolí ítica tica, em que um dos , em que um dos
á átomo fica com o par de el tomo fica com o par de elé étron. A ruptura tron. A ruptura heterol heterolí ítica tica
normalmente requer que a liga normalmente requer que a ligaç ção esteja polarizada. ão esteja polarizada.
7
Recombina Recombinaç ção Heterogênea ão Heterogênea
Heterogênea A B A
+
+ B
-
Homogênea B + A B A
Recombina Recombinaç ção da Liga ão da Ligaç ção Covalente ão Covalente
Recombina Recombinaç ção Homogênea ão Homogênea
Uso de setas curvas em mecanismos de rea Uso de setas curvas em mecanismos de reaç ção ão
Regra 1) Os el Regra 1) Os elé étrons se deslocam de um nucle trons se deslocam de um nucleó ófilo (Nu filo (Nu:) para um :) para um
eletr eletró ófilo (E): filo (E): O nucle O nucleó ófilo deve possuir um par de el filo deve possuir um par de elé étrons dispon trons disponí íveis, veis,
geralmente um par de el geralmente um par de elé étrons isolado ou uma liga trons isolado ou uma ligaç ção m ão mú últipla. Por ltipla. Por
exemplo: exemplo:
O N C
-
C C
E E E E
Os elétrons geralmente
fluem de um destes
nucleófilos:
O eletr O eletró ófilo pode ser capaz de aceitar o par de el filo pode ser capaz de aceitar o par de elé étrons, geralmente ele trons, geralmente ele
possui um possui um á átomo com carga positiva ou um tomo com carga positiva ou um á átomo polarizado tomo polarizado
positivamente no grupo funcional. Por exemplo: positivamente no grupo funcional. Por exemplo:
Nu
C
+
C Halogênio C O
δ
+
δ
-
δ
-
δ
- δ
+
δ
+
Nu Nu Nu
O H
Os elétrons geralmente
fluem de um destes
nucleófilos:
Regra 2) O nucle Regra 2) O nucleó ófilo pode ser tanto carregado negativamente filo pode ser tanto carregado negativamente
quanto neutro. quanto neutro. Se o nucle Se o nucleó ófilo for carregado negativamente, o filo for carregado negativamente, o á átomo tomo
que fornece o par de el que fornece o par de elé étrons torna trons torna- -se neutro. Por exemplo: se neutro. Por exemplo:
CH
3
O
-
H Br CH
3
O
H
Br
-
+ +
Átomo carregado
negativamente
neutro
Se o nucle Se o nucleó ófilo for neutro, o filo for neutro, o á átomo que doa o par de el tomo que doa o par de elé étrons adquire trons adquire
uma carga positiva. Por exemplo: uma carga positiva. Por exemplo:
C C
H
H
H
H
C
+
C
H
H
H
H
H
+ Br
-
+ H Br
Átomo carregado
positivamente
neutro
Regra 3) O eletr Regra 3) O eletró ófilo pode ser tanto carregado positivamente quanto filo pode ser tanto carregado positivamente quanto
neutro. neutro. Se o eletr Se o eletró ófilo for carregado positivamente, o filo for carregado positivamente, o á átomo que exibe tomo que exibe
essa carga torna essa carga torna- -se neutro ap se neutro apó ós aceitar um par de el s aceitar um par de elé étrons. Por trons. Por
exemplo: exemplo: Átomo carregado
positivamente
neutro
+
O
C
H H
H
-
C N
O
C
C
N
H
H
H
Se um eletr Se um eletró ófilo for neutro, o filo for neutro, o á átomo que aceita o par de el tomo que aceita o par de elé étrons adquire trons adquire
uma carga negativa. No entanto, para que isso ocorra, a carga ne uma carga negativa. No entanto, para que isso ocorra, a carga negativa gativa
deve ser estabilizada, permanecendo no deve ser estabilizada, permanecendo no á átomo eletronegativo tal como tomo eletronegativo tal como
o oxigênio, o nitrogênio ou o halogênio. Por exemplo o oxigênio, o nitrogênio ou o halogênio. Por exemplo
+ + H Br
Átomo carregado
negativamente neutro
C C
H
H
H
H
C
+
C
H
H
H
H
H
Br
-
Regra 4) A regra do Regra 4) A regra do octeto octeto deve ser obedecida. deve ser obedecida. Quando dois el Quando dois elé étrons trons
são deslocados da liga são deslocados da ligaç ção ão C=C C=C do etileno para o do etileno para o á átomo de hidrogênio tomo de hidrogênio
do do HBr HBr, por exemplo, dois el , por exemplo, dois elé étrons devem deixar o trons devem deixar o á átomo de hidrogênio. tomo de hidrogênio.
Isso significa que a liga Isso significa que a ligaç ção ão H H- -Br Br deve ser quebrada e os el deve ser quebrada e os elé étrons devem trons devem
permanecer no bromo, formando um brometo est permanecer no bromo, formando um brometo está ável. vel.
+
+ H Br C C
H
H
H
H
C
+
C
H
H
H
H
H
Br
-
Este hidrogênio já possui dois elétrons. Quando outro par
de elétrons se desloca da ligação dupla para o hidrogênio,
o par de elétrons da ligação H-Br deve sair.
-
C N
Este carbono já possui oito elétrons. Quando outro par
de elétrons se desloca do íon CN- para o carbono,
um par de elétrons da ligação C=O deve sair.
+
O
C
H H
H
O
C
C
N
H
H
H
REA REAÇ ÇÕES ÕES Á ÁCIDO CIDO- -BASE BASE
• • Defini Definiç ção de Lewis: ão de Lewis:
Um Um á ácido cido é é uma substância que aceita um uma substância que aceita um
par de el par de elé étrons e uma base trons e uma base é é uma uma
substância que doa um par de el substância que doa um par de elé étrons. trons.
B : + A B-A
Base
de Lewis
ácido
de Lewis
Nucleófilos Eletrófilos
8
Heter Heteró ólise lise de liga de ligaç ções do carbono: ões do carbono:
Carboc Carbocá átions tions e e Carbânions Carbânions
C Z
C Z
C
+
C
-
+

Z
-
+ Z
+
Carbocátion
Carbânion
δ δ+ +
δ δ- -
Deficiente de el Deficiente de elé étrons trons
Á Ácido de Lewis cido de Lewis
Eletr Eletró ófilo filo
Rico em el Rico em elé étrons trons
Base de Lewis Base de Lewis
Nucle Nucleó ófilo filo
FOR FORÇ ÇA DOS A DOS Á ÁCIDOS E BASES: Ka e CIDOS E BASES: Ka e pKa pKa
CH
3
C
O
OH + H
2
O CH
3
C
O
O
-
+ H
3
O
+
Keq =
[H
3
O
+
][CH
3
CHO
2
-
]
[CH
3
CO
2
H][H
2
O]
pKa pKa = = - -log log Ka Ka
pKa pKa = 4,75 = 4,75 pKa pKa = 0 = 0 pKa pKa = = - -7 7
Á Ácido fraco cido fraco Á Ácido forte cido forte
CH CH
3 3
CO CO
2 2
H H
HCl HCl
Base forte Base forte Base fraca Base fraca
A RELA A RELAÇ ÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ ÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ
H H- -F F H H- -Cl Cl H H- -Br Br H H- -I I
Pka Pka = 3,2 = 3,2 Pka Pka = = - -7 7 Pka Pka = = - -9 9 Pka Pka = = - -10 10
Aumento da acidez Aumento da acidez
Quanto mais forte a liga Quanto mais forte a ligaç ção qu ão quí ímica, mais fraco mica, mais fraco é é o o á ácido cido
Efeito da liga Efeito da ligaç ção qu ão quí ímica mica
A RELA A RELAÇ ÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ ÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ
H H
3 3
C C- -H H H H
2 2
N N- -H H HO HO- -H H
Aumento da acidez Aumento da acidez
Quanto maior a eletronegatividade, maior Quanto maior a eletronegatividade, maior é é a acidez a acidez
F F- -H H
C N O F (Eletronegatividade) C N O F (Eletronegatividade)
Pka Pka = 48 = 48 38 38 15,7 15,7 3,2 3,2
Efeito da eletronegatividade Efeito da eletronegatividade
A RELA A RELAÇ ÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ ÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ
Efeito da hibridiza Efeito da hibridizaç ção ão
C H C H
C C
H
H
H
H
C C
H
H
H
H
H
H
Etino Etino
pKa pKa = 25 = 25
Eteno Eteno
pKa pKa = 44 = 44
Etano Etano
pKa pKa = 50 = 50
Aumento da acidez Aumento da acidez
Quanto mais est Quanto mais está ável for o vel for o í íon proveniente da dissocia on proveniente da dissociaç ção (base ão (base
conjugada), mais forte conjugada), mais forte é é o o á ácido cido
A RELA A RELAÇ ÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ ÃO ENTRE ESTRUTURA E ACIDEZ
Efeito da estrutura qu Efeito da estrutura quí ímica mica – – efeitos indutivos efeitos indutivos
CH
3
C
O
O H Cl CH
2
C
O
O H
< < < <
< <
< < < < < < < <
< <
Á Ácido ac cido acé ético tico
pKa pKa = 4,75 = 4,75
Á Ácido cido cloroac cloroacé ético tico
pKa pKa =2,86 =2,86
Qualquer fator que ajude a estabilizar a base conjugada aumenta Qualquer fator que ajude a estabilizar a base conjugada aumenta a a
for forç ça de um a de um á ácido. cido.
C
+
R
R
R
C
+
R
R
H
C
+
R
H
H
C
+
H
H
H
> > >
9
COMPOSTOS ORGÂNICOS COMO BASES COMPOSTOS ORGÂNICOS COMO BASES
Se um composto orgânico cont Se um composto orgânico conté ém um m um á átomo com um par de el tomo com um par de elé étrons trons
não não- -compartilhados, ele compartilhados, ele é é uma base em potencial. Ex: O, N. uma base em potencial. Ex: O, N.
R O
H
+ H A R O
+
H
H +
A
-
Álcool
A
-
+ R O
+
R
H H A +
R O
R
Éter
A
-
+ H A +
C O
R
R
Cetona
A
-
+ H A +
C C
H
H
H
H
Alceno
C O
+
R
R
H
C
+
H
H
C
H
H
H