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AULA 6

Instalações Prediais de Gás Canalizado (GLP)

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO
O sistema de gás canalizado não é exatamente um sistema de combate ou de proteção contra incêndio

GÁS CANALIZADO

Mas ...

Tem dado origem a vários incêndios e explosões em edificações.

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO
Por isto tem sido exigido pelos Corpo de Bombeiros como um projeto complementar em vários estados brasileiros para a aprovação dos projetos de prevenção e combate à incêndio – NECESSIDADE DE INSTALAÇÕES ADEQUADAS

GÁS CANALIZADO

Então veremos o básico de um projeto de gás canalizado (para aprovação em Corpo de Bombeiros e para execução).
ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

central de gás) visam dar segurança ao sistema  o GLP tem um grande poder calorífico e um grande poder de explosão. ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .INTRODUÇÃO GÁS CANALIZADO Instalações adequadas (canalizações.

INTRODUÇÃO Instalações adequadas GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

INTRODUÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

INTRODUÇÃO

GÁS CANALIZADO

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO

GÁS CANALIZADO

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO

GÁS CANALIZADO

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

INTRODUÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

12 . fica acumulado rente ao chão  o etil-m é ± denso como o ar. e por isto podemos sentir o cheiro.INTRODUÇÃO Inicialmente: O GLP (gás de cozinha) em seu estado natural é inodoro  adiciona-se etil-mercaptana para dar o cheiro característico e nos avisar de eventuais vazamento O GLP é mais “pesado” que o ar  então em caso de vazamento.

3 (traços) iso-Pentano (traços) 13 .INTRODUÇÃO COMPOSIÇÃO DO GLP Etano. Eteno (traços) Propano n-Butano hidrocarbonetos parafínicos iso-Butano Propeno n-Buteno hidrocarbonetos olefínicos iso-Buteno Butadieno-1.

INTRODUÇÃO 14 .

15 . deve possuir ventilação adequada.INTRODUÇÃO Inicialmente: Então todo o local onde há instalação de GLP. o gás não tem para onde escoar  e neste caso. vai se concentrar junto ao solo. colocada junto ao piso. Se este vazamento ficar em local confinado (caso de subsolos). para que o eventual vazamento possa escoar à área exterior  assim sua concentração é baixa.

Porém em função de estar confinado. etc) irá iniciar a queima deste gás. estiver em pequenas concentrações. a concentração do gás aumenta  se atingir o limite de explosividade  explosão 16 . um meio de ignição (fagulha. com a continuação do vazamento.INTRODUÇÃO Inicialmente: Quando o GLP vazar e. centelha elétrica.

17 . Em função de um vazamento de gás a explosão de gás matou 42 pessoas e deixou mais de 300 feridos.INTRODUÇÃO Um caso famoso foi a explosão do Shopping de Osasco em 11 de junho de 1996.

INTRODUÇÃO As condenações aos responsáveis já ultrapassaram 20 milhões de reais na época. 18 .

em que a canalização de gás passava em uma galeria de serviço (utilizada para diversas instalações). Houve um vazamento em uma canalização.INTRODUÇÃO Após constatou-se um erro de projeto. e como não havia para onde o gás escoar  se “concentrou” na galeria 19 .

INTRODUÇÃO O vazamento chegou ao limite de explosividade e uma provável centelha das instalações elétricas deu origem a explosão O mais interessante foi a quantidade de gás que vazou para causar esta grande explosão ... O correspondente a um botijão de 13 kg de gás!!! 20 ..

Mas no botijão  é líquido 21 .INTRODUÇÃO Inicialmente (os princípios): O uso de gás compreende os princípios de química / física que se aprende no segundo grau  Lei de Boyle – Mariotte P.V = k (à temperatura constante) Sabemos que nos aparelhos o GLP que usamos vem em forma gasosa.

22 .INTRODUÇÃO Inicialmente (os princípios): Então se torna necessário a transformação do estado líquido para o estado gasoso  na pressão ± constante do botijão há um grande aumento de volume Para que isto aconteça há a necessidade de se colocar energia (temperatura) na equação.

23 . Então quanto maior a área de casco. maior a possibilidade de “capturar” calor externo e maior será a capacidade de vaporizar o GLP líquido. junto ao botijão  a troca acontece através do casco de botijão.INTRODUÇÃO Inicialmente (os princípios): Então o gás rouba energia (temperatura) do meio externo.

mais superfície de casco de botijão precisamos Ou. 24 . então no final das contas Mais botijões de gás necessitamos quanto mais aparelhos de consumo temos.INTRODUÇÃO Inicialmente (os princípios): Então quanto mais gás precisamos usar (em estado gasoso) na edificação.

.INTRODUÇÃO Inicialmente (os princípios): Se errarmos no dimensionamento da central e termos botijões insuficientes . Exatamente no inverno.. com o maior uso de aquecedores. com menor temperatura (energia). menor superfície de casco  menos vaporização  o gás virá mais fraco e pode faltar  mesmo tendo gás nos botijões!!! 25 .

INTRODUÇÃO Em Santa Catarina as exigências de instalações de gás canalizado estão a cargo da Norma de Segurança Contra Incêndios – NSCI de 1992 GÁS CANALIZADO além de resoluções complementares. SILVIO EDMUNDO PILZ . 008/DAT/CBMSC) ENG. que regulamentou a questão dos tanques estacionários e mais atualmente da Instrução Normativa 08 (IN no. em especial a Resolução 024/CAT/CCB/98.

INTRODUÇÃO Já com relação às normas brasileiras da ABNT. GÁS CANALIZADO ENG. podemos destacar: NBR 13932 – Instalações Internas de gás liquefeito de petróleo (GLP) – Projeto e execução NBR 13933 – Instalações Internas de gás natural – Projeto e execução NBR 13103 – Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo. SILVIO EDMUNDO PILZ .

banho maria.DIMENSIONAMENTO Inicialmente para dimensionarmos um sistema de gás canalizado temos que definir quais são os aparelhos de consumo de gás na edificação: GÁS CANALIZADO • Fogão residencial com ou sem forno • Aquecedor de água à gás (de passagem ou de acumulação) • Fogão industrial • Lareira à gás • Chapa. SILVIO EDMUNDO PILZ . etc ENG.

DIMENSIONAMENTO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ . Podemos encontrar estes valores em catálogos de fabricantes ou em tabelas de normas.DIMENSIONAMENTO Depois temos que saber o consumo de gás de cada um destes aparelhos: Este consumo de gás pode ser dado em kg/h. mas normalmente os fabricantes determinam na maioria das vezes o consumo em kcal/min ou kcal/h. GÁS CANALIZADO ENG.

800 kcal/min (20 L/min) Fogão industrial : 720 kcal/min (6 bocas) etc. 250 kcal/min (10 L/min).DIMENSIONAMENTO Valores usualmente usados: Fogão 4 bocas com forno: 125 kcal/min GÁS CANALIZADO Aquecedor de água passagem: 200 kcal/min (8 L/min). etc. ENG. potência. SILVIO EDMUNDO PILZ . dependendo do modelo.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

esta deve ser recuada da edificação. GÁS CANALIZADO ENG. • Também função da quantidade de gás colocado na central de gás. • Em função de quantidade de tanques dimensionar uma edificação para abrigar os tanques.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS Princípio básico  • Achar uma quantidade de botijões ou tanques que vaporizem a quantidade de gás necessário para manter os aparelhos em funcionamento. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ GÁS CANALIZADO . • Para cada trecho verificar a quantidade de gás (kcal/min ou kcal/h) que está fluindo na canalização. ENG. • A verificação (não o dimensionamento) é feito a partir de um diâmetro escolhido e verificar se a perda de carga calculada não ultrapassa o máximo admitido por norma.DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO Princípio básico  • Separar os trechos de rede primária (gás em média pressão) e trechos de rede secundária (gás em baixa pressão).

sendo em especial a ventilação.ADEQUAÇÃO DE AMBIENTES Princípio básico  • Nos locais onde há aparelhos de consumo de gás os ambientes deve ter adequação. GÁS CANALIZADO ENG. devemos fazer a adequação da mesma. SILVIO EDMUNDO PILZ . • Da mesma forma para a central de gás.

com quatro apartamentos por andar: • 2 apartamentos tem fogão 4 bocas com forno + aquecedor • 2 apartamentos tem somente fogão 4 bocas com forno • Desconsideramos outros aparelhos que porventura existam GÁS CANALIZADO Cálculo da potência computada (C) 36 fogões x 125 kcal/min = 4.500 kcal/min 18 aquecedores x 200 kcal/min = 3. SILVIO EDMUNDO PILZ .EXEMPLO GERAL Seja um prédio residencial com 9 pavimentos de apartamentos.100 kcal/min ENG.600 kcal/min Total = 8.

SILVIO EDMUNDO PILZ .EXEMPLO GERAL GÁS CANALIZADO ENG.

EXEMPLO GERAL GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS C = 8.100 kcal/min Porém é pequena probabilidade de que todos os fogões e aquecedores estejam funcionando ao mesmo tempo  usar um fator de simultaneidade (F). estabelecido na NBR 13932 GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ . F / 100 A = 2350 kcal/min Necessitamos agora ver a quantidade de gás necessária para produzir esta quantidade de energia  isto depende da capacidade calorífica (CC) do gás GLP  CC = 11.200 kcal/kg (valor comumente adotado) ENG.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS F = 29.02 % GÁS CANALIZADO POTÊNCIA ADOTADA (A)  A = C .

350 x 60 / 11. Este é o ponto chave do dimensionamento da central de gás ! ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .59 kg / h Com este valor então precisamos ter tantos botijões que gerem um quantidade de gás vaporizado para atender este consumo.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS CONSUMO GÁS (CG) CG = A (kcal/h) / CC (kcal/kg)  CG em kg/h CG = 2.200 GÁS CANALIZADO CG = 12.

na caixa de controle e manobra que diminui de alta pressão para média pressão nas canalizações primárias.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES O gás nos botijões vem em estado líquido e estão sob grande pressão nos botijões. Estágio  junto a central de gás. A diminuição de pressão é feita através de válvulas redutoras de pressão colocadas em pontos estratégicos: 1º. ENG. cilindros e tanques. SILVIO EDMUNDO PILZ . GÁS CANALIZADO Este gás nos aparelhos de consumo deve estar em baixa pressão e no estado vaporizado.

DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS GÁS CANALIZADO VÁLVULA DE 1º. ESTÁGIO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .ENG.

DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES A diminuição de pressão é feita através de válvulas redutoras de pressão colocadas em pontos estratégicos: GÁS CANALIZADO 2º. Procurar sempre instalar fora do ponto de consumo para que possa ser fechado em caso de incêndio ENG. quando em prédio normalmente colocados no hall de circulação. SILVIO EDMUNDO PILZ . Estágio  junto ao abrigo de medidores e/ou registros e válvulas.

UNIDADE 6 ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .UNIDADE 6 ENG.

UNIDADE 6 ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

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GÁS CANALIZADO ENG. cilindros e tanques precisa obter calor do meio externo.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES Para transformar o gás do estado líquido para estado gasoso. O calor do meio ambiente depende. cilindros e tanques. Isto leva a uma capacidade máxima de vaporização dos botijões. através de uma superfície de troca  casco dos botijões. o sistema necessita de calor  então no caso de botijões. SILVIO EDMUNDO PILZ . Esta superfície de troca está limitada à área do casco. da temperatura  prever no Sul para temperaturas baixas. basicamente.

5 a 4.2 kg/ h  1.1 kg/h  3.8 a 2.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES Capacidade de vaporização GÁS CANALIZADO Cilindros P45 Cilindros P90 Tanques P180  1.59 kg / h Se usarmos P45 Se usarmos P180  ± 12 cilindros  ± 04 tanques ENG.0 a 1. SILVIO EDMUNDO PILZ .0 kg/h CG = 12.

temos que: GÁS CANALIZADO • Quando as temperaturas forem baixas. onde se forma uma camada de gelo em torno do botijão. havendo portanto menor calor para a troca e a quantidade de gás necessária for grande (época que os aquecedores estiverem funcionando). não haverá vaporização suficiente do gás por falta de calor • Há o congelamento dos botijões. ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES Caso aconteça um erro de dimensionamento na quantidade de botijões ou se adote por opção um número menor de botijões que o necessário.

SILVIO EDMUNDO PILZ . ou seja.080 kg de GLP ENG. quando acabar o gás dever ser feita a troca dos cilindros Para que a edificação não fique sem gás há a necessidade de haver duas baterias de cilindros (uma em uso e uma de reserva). No caso da edificação  12 + 12 P45  1.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES Uso de P45 GÁS CANALIZADO Este tipo de cilindro são do tipo esvazia/troca.

Não há a necessidade de tanque reserva. mas somente de um cronograma de reabastecimento e de verificação periódica do gás através do nível do tanque No caso da edificação  04 P180  720 kg de GLP ENG. ou seja não há troca do cilindro.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES Uso de P180 GÁS CANALIZADO Este tipo de tanque são do tipo reabastecíveis. completa o cilindro. mas a recarga do mesmo (como tanque de gasolina de um carro) reabastecido por um caminhão tanque que através de uma mangueira. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES P45 x P180 P45  1080 kg P180  720 kg GÁS CANALIZADO No caso do P45 dará uma central de gás de maior tamanho e em função da quantidade de gás há a exigência do recuo da central de gás em relação à edificação  P45 dará maior recuo P45  Ø 38 cm P180  Ø 78 cm ENG.

50 m 3.50 m / 3.50 m / 0.00 m 1.00 m / 1.50 m 3.00 m 2.50 m / 0.00 m ENG.00 m / 1. SILVIO EDMUNDO PILZ de 720 kg a 899 kg de 900 kg a 1079 kg de 1080 kg a 1259 kg .DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES  Recuo de central de gás Quantidade de GLP Afastamento mínimo NSCI / NBR 13523 0.50 m 2.50 m / 1.00 m / 0.00 m GÁS CANALIZADO de 091 kg a 179 kg de 180 kg a 359 kg de 360 kg a 539 kg de 540 kg a 719 kg 1.

SILVIO EDMUNDO PILZ .50 m P180 ENG.50 m  2.DIMENSIONAMENTO CENTRAL DE GÁS QUANTIDADE DE BOTIJÕES  Recuo de central de gás P45 x P180 GÁS CANALIZADO P45  1080 kg  720 kg  3.

GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .UNIDADE 6 ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO Conforme já comentado. até os abrigos de medidores que ficam nos andares  0.05 kgf/cm2 (NBR) ENG.0 kgf/cm2 (NSCI) e entre 0. separamos a canalização em rede primária (média pressão) e rede secundária (baixa pressão) GÁS CANALIZADO Rede primária  desde a caixa de controle e manobra junto a central de gás.03 kgf/cm2 e abaixo de 0.05 kgf/cm2 – 5 kPa a 4.02 a 0.35 a 1.0 kgf/cm2 – 400 kPa (NBR). SILVIO EDMUNDO PILZ . Rede secundária  desde os abrigos de medidores até os pontos de consumos  0.

EXEMPLO GERAL GÁS CANALIZADO REDE PRIMÁRIA ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .EXEMPLO GERAL GÁS CANALIZADO REDE PRIMÁRIA REDE SECUNDÁRIA ENG.

EXEMPLO GERAL GÁS CANALIZADO REDE SECUNDÁRIA ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

15 kgf/cm2) Rede secundária  pressão máxima na canalização é de 5 kPa ou 0. GÁS CANALIZADO Rede primária  pressão máxima na canalização é de 150 kPa ou 1.5 kgf/cm2 e perda de carga máxima na canalização de 15 kPa (0.026 kgf/cm2) ENG.6 kPa (0.DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO O dimensionamento é baseado nas premissas da NBR 13932.05 kgf/cm2 e pressão mínima no ponto de utilização de 2. já que as NSCI são falhas neste aspecto. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ . que facilitam bastante o cálculo ENG.DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO Ou usar planilhas eletrônicas de cálculo. tipo Excel.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO

GÁS CANALIZADO

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DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO

GÁS CANALIZADO

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO
No nosso exemplo, temos, então a canalização primária trecho a trecho: A-B, B-C, etc.

GÁS CANALIZADO

ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

temos. GÁS CANALIZADO ENG. etc. então a canalização secundária trecho a trecho: B-B1. B-B2.DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO No nosso exemplo. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO Planilha média pressão Planilha baixa pressão GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

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DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO CUIDADO COM TUBULAÇÕES DE GÁS ENTERRADAS GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO CUIDADO COM TUBULAÇÕES DE GÁS ENTERRADAS GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO CUIDADO COM TUBULAÇÕES DE GÁS ENTERRADAS GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .DIMENSIONAMENTO CANALIZAÇÃO CUIDADO COM TUBULAÇÕES DE GÁS ENTERRADAS GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .PONTOS DE UTILIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .PONTOS DE UTILIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .PONTOS DE UTILIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG.

PONTOS DE UTILIZAÇÃO GÁS CANALIZADO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

GÁS CANALIZADO NBR 13103 .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES Nos ambientes onde existem aparelhos de consumo de gás deverá sofrer adequação (em especial ventilações) para melhorar a segurança.Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG.

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

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SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES EXAUSTÃO ENG.

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ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES

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ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES

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SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG.

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ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

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ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

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SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES Ventilação permanente Superior ENG.

SILVIO EDMUNDO PILZ .ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES A ventilação deve ser permanente ENG.

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES Ventilação permanente Inferior ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

ADEQUAÇÃO DOS AMBIENTES Em ventilações permanente aplicar o item O da norma BOM SENSO ENG. SILVIO EDMUNDO PILZ .

SILVIO EDMUNDO PILZ .GÁS CANALIZADO Fim desta unidade ENG.