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O texto a seguir é de autoria de Charles G. Finney (1792-1875) e será apresentado em nove capítulos osé !

delson de "oron#a - 1$%&9%2&&' (oseadelson)aleluia%com%*r +odi,icado e adaptado por -a,ael .erreira /ilva - 15%12%2&&0 ra,ael,dasilva)gmail%com

Índice
CAPÍTULO 1 - PODER DO ALTO CAPÍTULO 2 - O QUE VEM A SER? CAPÍTULO 3 - O REVESTIMENTO DO ESPÍRITO CAPÍTULO 4 - REVESTIMENTO DO PODER DO ALTO CAPÍTULO 5 - SERÁ "DURO ESTE DISCURSO?" CAPÍTULO 6 - ORAÇÃO VITORIOSA CAPÍTULO 7 - COMO AN!AR ALMAS

CAPÍTULO " - COMO VENCER O PECADO CAPÍTULO # - PRE ADOR$ SALVA A TI MESMO

oi dada por 7risto a toda a .i9 na man#5 do sá*ado e4 depois4 no domingo% "a primeira dessas ocasi:es4 c#amei a aten25o dos presentes para a miss5o da .gre(a4 da 8ual cada mem*ro está na o*riga25o de .irmei 8ue essa incum*3ncia .Capítulo 1 .Poder do Alto 1e2o v3nia para4 através desta coluna4 corrigir a impress5o err6nea rece*ida por alguns dos participantes do recente 7oncílio em O*erlin4 do *reve comentário 8ue l#es .gre(a4 de .a9er discípulos de todas as na2:es4 de acordo com o registro de +ateus e de <ucas% !.a9er da convers5o do mundo o tra*al#o a 8ue dedi8ue a sua vida% <evantei ent5o duas 8uest:es= 1) de 8ue necessitamos4 para conseguir sucesso nessa o*ra imensa> 2) 7omo podemos o*t3-lo> .

porém. na cidade (Jerusalém).Resposta -1% 1recisamos ser revestidos de poder do alto% 7risto anteriormente in.ormou-nos expressamente ser a condi25o indispensável para a reali9a25o da o*ra de 8ue ele nos incum*iu% 2% 7omo #avemos de o*t3-lo> 7risto prometeu-o expressamente4 a toda a .gre(a e a cada pessoa cu(o dever é tra*al#ar para convers5o do mundo% @le admoestou os primeiros discípulos a 8ue n5o pusessem m5os A o*ra en8uanto n5o rece*essem esse revestimento de poder do alto% Banto a promessa . Eis que sobre v!s envio a promessa de meu Pai" (!t 1='45)% @sse *atismo do @spírito /anto4 a promessa do 1ai4 esse revestimento do poder do alto4 7risto in.ormara aos discípulos 8ue4 sem ele4 nada podiam . até que do alto sejais revestidos de poder. Sereis batizados com o Espírito Santo n o muito depois destes dias.a9er% ?uando os encarregou da convers5o do mundo4 acrescentou= "Permanecei.

orma-nos 8ue é sumamente .como a admoesta25o t3m igual aplica25o a todos os crist5os de todos os tempos e povos% "inguém4 em tempo algum4 tem o direito de esperar *om 3xito4 se n5o o*tiver primeiro o poder do alto% O exemplo dos primeiros discípulos ensina-nos como o*ter esse revestimento% 1rimeiramente consagraram-se a esse tra*al#o4 continuando em ora25o e sCplicas até 8ue4 no dia de 1entecoste4 o @spírito /anto veio so*re eles e rece*eram o prometido revestimento do poder do alto% @is4 portanto4 a maneira de o*t3-lo% O 7oncílio pediu-me 8ue dissesse mais so*re o assunto4 ra95o pela 8ual4 no domingo4 tomei por texto a declara25o de 7risto4 de 8ue o 1ai está mais pronto a dar o @spírito /anto A8ueles 8ue l#o pedirem4 do 8ue nDs a darmos *oas dádivas a nossos .il#os% Eisse a eles= 1% @ste texto in.ácil o*ter-se o @spírito /anto4 ou se(a4 esse revestimento de poder da parte do 1ai% .

orma expressamente 8ue4 se contemplarmos a ini8Jidade no cora25o4 ele n5o nos ouvirá% +uitas ve9es4 porém4 8uem pede é complacente consigo mesmoF isso é ini8Jidade4 e Eeus n5o o ouveF 3) é descaridosoF 4) é severo em seus (ulgamentosF 5) é autodependenteF ) .2% .etivamente4 s5o revestidos desse @spírito do poder do altoG ! lacuna n5o é preenc#ida= a .sso se torna assunto constante de ora25o= todos o pedem4 em todas as ocasi:esF entretanto4 A vista de tanta intercess5o4 é relativamente pe8ueno o nCmero da8ueles 8ue4 e.alta de poder é assunto de constante reclama25o% 7risto di9= H"odo o que pede recebeH (+t 7=8)4 porém n5o #á negar 8ue existe um Hgrande a*ismoH entre o pedir e o rece*er4 o 8ue representa pedra de trope2o para muitos% 7omo4 ent5o4 se explica essa discrepIncia> Bratei de mostrar por 8ue muitas ve9es n5o se rece*e o revestimento% @u disse a eles= 1) Ee modo geral4 n5o estamos dispostos a ter a8uilo 8ue dese(amos e pedimosF 2) Eeus nos in.

ende indevidamente os interesses da sua prDpria congrega25oF 1 ) resiste aos ensinos do @spírito /antoF 1!) entristece o @spírito /anto com dissen25oF 1") extingue o @spírito pela persist3ncia em (usti.altando-l#e por isso tempo para ora25oF 2 ) n5o se consagra .alta de vigilInciaF 2$) resiste-l#e dando largas ao mau g3nioF 21) é incorreto nos negDciosF 22) é impaciente para esperar no /en#orF 23) é egoísta de muitas .a9er con.icar o malF 1#) entristece-o pela .iss5o a todas partes envolvidasF ") recusa-se a .ende indevidamente os interesses de sua denomina25oF 15) de.a9er restitui25o As partes pre(udicadasF #) é c#eio de preconceitos insincerosF 1$) é ressentidoF 11) tem espírito de vingan2aF 12) tem am*i25o mundanaF 13) comprometeu-se em algum ponto e n5o 8uer dar o *ra2o a torcer4 ignora e re(eita maiores esclarecimentosF 14) de.repele a convic25o de pecadoF !) recusa-se a .ormasF 24) é negligente na vida material4 no estudo4 na ora25oF 25) envolve-se demasiadamente com a vida material4 e os estudos4 .

3mia4 acusar a Eeus de mentirG .integralmente4 e 2!) o Cltimo e maior motivo4 é a incredulidade= pede o revestimento4 sem real esperan2a de rece*3-lo% "#quele que n o d$ crédito a %eus o &az mentiroso" (1 o 5=1&)% @sse4 ent5o4 é o maior pecado de todos% ?ue insulto4 8ue *las.ui o*rigado a concluir 8ue4 nesses e noutros pecados é 8ue se encontra a ra95o de se rece*er t5o pouco 8uando tanto se pede% .alei 8ue n5o #avia tempo para apresentar o outro lado da 8uest5o% !lguns dos irm5os perguntaram depois= H?ual é o outro lado>H O outro lado apresenta a certe9a de 8ue rece*eremos o prometido revestimento de poder do alto e seremos *emsucedidos em gan#ar almas4 desde 8ue pe2amos e cumpramos as condi2:es4 claramente reveladas% da ora25o vitoriosa% O*serve-se 8ue o 8ue eu disse no domingo versava so*re o mesmo assunto do dia anterior e era um aditamento a ele% O mal-entendido a 8ue .i9 alus5o .oi o seguinte= .

se primeiro nos des.eren2a entre a pa9 e o poder do @spírito /anto na alma% Os Eiscípulos eram crist5os antes do dia de 1entecoste e4 como tais4 possuíam certa medida do @spírito /anto% .or2osamente4 tin#am a pa9 resultante do perd5o dos pecados e do estado de (usti.gre(a e do ministério= descansam na convers5o e n5o *uscam até o*ter esse revestimento de poder do alto% -esulta 8ue tantos 8ue pro.é n5o t3m poder nem com Eeus nem com o #omem% "5o s5o vitoriosos4 nem com um nem com o .ica25o4 porém ainda n5o tin#am o revestimento de poder necessário para desempen#arem a o*ra 8ue l#es .i9ermos de todos esses pecados 8ue nos impedem de rece*er o revestimento4 n5o estaremos (á de posse da *3n25o> Ee 8ue mais precisamos> -esposta= #á grande di.essam a .sso pode se dar com todos os crist5os4 e4 a meu ver4 está exatamente aí o grande erro da .ora atri*uída% Bin#am a pa9 8ue 7risto l#es dera4 mas n5o o poder 8ue l#es prometera% .

esta2:es .icará 8ue Eeus "abrir$ as janelas do céu e derramar$ uma b'n( o tal que dela l)e adven)a a maior abastan(aH (+l $=1&)% Capítulo 2 .% &ue 'e( a )er* Os apDstolos e irm5os4 no dia de pentecoste4 rece*eram-no% +as o 8ue rece*eram> ?ue poder exerceram depois da8uele acontecimento> -ece*eram poderoso *atismo do @spírito /anto4 vasto incremento da ilumina25o divina% @sse *atismo proporcionou grande diversidade de dons 8ue .outro% !garram-se a uma esperan2a em 7risto4 c#egando mesmo a ingressar no ministério4 mas deixam de parte a admoesta25o a 8ue esperem até 8ue se(am revestidos do poder do alto% +as4 traga alguém todos os dí9imos e todas as o.oram usados para a reali9a25o da o*ra% !*rangia evidentemente os seguintes aspectos= o poder de uma vida santaF o poder de uma vida de a*nega25o (essas mani.ertas ao tesouro de EeusF depon#a tudo so*re o altar4 nisso prove a Eeus4 e veri.

é viva e c#eia de amorF o dom de línguasF maior poder para operar milagresF o dom da inspira25o4 ou se(a4 a revela25o de muitas verdades 8ue antes n5o recon#eciamF o poder da coragem moral para proclamar o evangel#o e cumprir as recomenda2:es de 7risto4 custasse o 8ue custasse% "as circunstIncias em 8ue os discípulos se ac#avam4 todos esses poderes eram indispensáveis para seu sucesso% 7ontudo4 nem separadamente nem todos em con(unto constituíam a8uele poder do alto 8ue 7risto prometera4 e 8ue eles evidentemente rece*eram% O 8ue mani.lu3ncia so*re a8ueles a 8uem proclamavam o evangel#o)F o poder da vida de 8uem leva a cru9F o poder de grande mansid5o4 8ue esse *atismo os capacitou a evidenciar por toda parteF o poder do amor na proclama25o do evangel#oF o poder de ensinar= o poder de uma .estamente l#es so*reveio4 como meio supremo e de suprema importIncia para o sucesso4 .#5o de ter tido grande in.oi o poder para vencer e convencer4 .

tr3s mil converteram-se na mesma #ora% "ote-se4 porém4 8ue n5o .ossem vivi.(unto de Eeus e dos #omens= o poder de .im em vista4 a n5o ser 8ue .oi sem dCvida o 8ue eles entenderam 8ue 7risto .oram apenas os meios 8ue (amais poderiam colimar o .ixar impress:es salvadoras na mente dos #omens% @sse Cltimo é 8ue .icados e se tornassem e.ato4 os dons acima citadosF mas4 principalmente4 esse poder de impressionar os #omens para a salva25o% @le mani.eita nen#um milagre4 e .#es prometera% @le encarregara a .icientes pelo poder de Eeus% Os apDstolos4 sem dCvida4 entendiam isso4 e4 depondo a si mesmos e a tudo 8ue possuíam so*re o altar% puseram cerco ao trono da gra2a no espírito de inteira consagra25o A o*ra% -ece*eram4 de .oi mani.gre(a da miss5o de converter o mundo A sua 1essoa% Budo 8ue acima citei .estou-se logo em seguida= come2aram a dirigir-se A multid5o e --maravil#a das maravil#asG -.estado por eles nen#um novo poder nessa ocasi5o4 exceto o dom de línguas% "5o operaram dessa .

mesmo as línguas4 usaram-nas simplesmente como meio de se .orme o registro *í*lico4 n5o podia ter causado a impress5o 8ue causou4 se n5o .oi Eeus .oi o poder vindo do alto4 sim4 Eeus neles4 causando uma impress5o salvadora na8ueles a 8uem se dirigiam% @sse poder de impressionar os #omens .alando neles e por meio deles% .oi dito na ocasi5o4 con.a9erem entender% "ote-se 8ue ainda n5o tin#am tido tempo para revelar dons do @spírito4 além dos 8ue mencionamos acima% "5o tiveram na8uela #ora a oportunidade de mostrar uma vida santa4 nem algumas das poderosas gra2as e dons do @spírito% O 8ue .oi o poder da elo8J3ncia #umana4 pois disso tam*3m n5o parece ter #avido muito% .osse dito por eles com novo poder4 a .oi o poder da erudi25o e cultura #umana4 pois disso tin#am muito pouco% "5o .atos 8ue eram de seu con#ecimento% "5o .im de produ9ir no povo uma impress5o salvadora% "5o se tratava do poder da inspira25o4 pois estavam apenas declarando certos .

eita por 7risto e rece*ida pelos apDstolos e crist5os primitivos% @m maior ou menor medida4 permanece na .en6nemo misterioso 8ue muitas ve9es se mani.mediatamente me ac#ei revestido de tal poder do alto4 8ue umas poucas palavras ditas a8ui e ali a indivíduos provocavam a sua convers5o imediata% .para a salva25o permanecia com eles e so*re eles% .ui poderosamente convertido na man#5 do dia 1& de outu*ro% K noitin#a do mesmo dia4 e na man#5 do dia seguinte4 rece*i *atismos irresistíveis do @spírito /anto4 8ue me traspassaram4 segundo me pareceu4 corpo e alma% .esta de modo surpreendente% Ks ve9es uma simples .rase4 uma palavra4 um gesto4 ou mesmo um ol#ar4 transmite esse poder de maneira vitoriosa% 1ara #onra exclusiva de Eeus4 contarei um pouco da min#a prDpria experi3ncia no assunto% .gre(a desde ent5o% Brata-se de um .oi essa4 sem dCvida4 a promessa principal .

erida4 sem 8ue disso eu me lem*rasse4 tra9ia convic25o4 resultando4 em muitos casos4 na convers5o 8uase imediata% !lgumas ve9es me ac#ava va9io desse poder= saía a .1arecia 8ue min#as palavras se .icava 8ue n5o causava nen#uma impress5o salvadora% @xortava e orava4 com o mesmo resultado% /eparava ent5o um dia para (e(um e ora25o4 temendo 8ue o poder me #ouvesse deixado e indagando ansiosamente pela ra95o desse estado de va9io% !pDs ter-me #umil#ado e clamado por auxílio4 o poder voltava so*re mim em todo o seu vigor% Bem sido essa a experi3ncia da min#a vida% 1oderia enc#er um volume com a #istDria da min#a prDpria experi3ncia e o*serva25o com respeito a esse poder do alto% L um .a9er visitas e veri.lec#as .ato 8ue se pode perce*er e o*servar4 mas é um grande .irmar isso% +uitas ve9es uma palavra pro.arpadas na alma dos #omens% 7ortavam como espadaF partiam como martelo os cora2:es% +ultid:es podem con.ixavam como .

uncionar% !o entrar no departamento de tecelagem4 vi um grande nCmero de mo2as e notei 8ue algumas me ol#avam4 depois umas As outras4 de um modo 8ue indicava espírito .á*ricas para v3-la .atureira% "a man#5 seguinte entrei em uma das .rívolo e 8ue me con#eciam% @u4 porém4 n5o con#ecia nen#uma delas% !o aproximar-me mais das 8ue me tin#am recon#ecido4 parecia 8ue aumentavam suas mani.mistério% Ben#o dito 8ue4 As ve9es4 um ol#ar encerra em si o poder de Eeus% +uitas ve9es o ten#o presenciado% O seguinte .io partiuseF ela tentou emendá-lo4 porém suas m5os .irmar o ol#ar nas (ovens4 o*servei 8ue uma delas se tornou muita agitada% Mm .ato serve de ilustra25o% 1regava pela primeira ve9 em uma vila manu.esta2:es de mente leviana% /ua leviandade impressionou-meF senti-a no íntimo% 1arei e ol#eias4 n5o sei de 8ue maneira4 pois min#a mente estava a*sorta com o senso da sua culpa e do perigo 8ue representavam% !o .

orma 8ue n5o p6de .é% ?uando o dono viu o estado de cousas4 disse ao superintendente= H+ande parar a .á*ricaH% HL mais importanteH4 acrescentou rapidamente4 Ha salva25o dessas almas do 8ue o .tremiam de tal .á*rica4 8ue era incrédulo4 acompan#ado4 creio4 pelo superintendente4 8ue pro.erido uma palavra se8uer e4 mesmo 8ue o tivesse4 o ruído dos teares n5o teria deixado 8ue a ouvíssemos% Eentro de poucos minutos o tra*al#o .uncionamento da .essava a .á*ricaH% !ssim 8ue cessou o troar das má8uinas4 o dono perguntouF H7omo .a93-lo% Ni imediatamente 8ue a8uela sensa25o se espal#ava4 tornando-se geral entre a8uele grupo% Ol#ei-as .irmemente4 até 8ue uma apDs outras4 entregavam-se e n5o davam mais aten25o aos teares% 7aíram de (oel#os4 e a in.lu3ncia se espal#ou por todo o departamento% @u n5o tin#a pro.icou a*andonado% <ágrimas e lamenta2:es por todos os lados% "esse instante entrou o dono da .aremos> 1recisamos de um lugar de reuni5o4 .

onde possamos rece*er instru25oH% O superintendente respondeu= H& sal5o de .estaram esperan2a na8uele mesmo dia4 e dentro de poucos dias% segundo .oram levantados para desocupar o lugar e toda a .á*rica avisada para se reunir na8uele sal5o% Bivemos uma reuni5o maravil#osa% Orei com eles e dei as instru2:es 8ue na ocasi5o eram ca*íveis% ! palavra .i8uei impossi*ilitado de levantar a vo94 ou de .usos .ui in.oi corn poder% +uitos mani.ísica e tornando-os desamparados como mortos% Nárias ve9es (á .alar em ora25o ou exortar a n5o ser de modo *em suave4 sem dominar inteiramente os presentes% "5o 8ue eu pregasse de modo a .or2a .ia25o serveH% Os .ormado4 8uase todos os tra*al#adores da8uele grande esta*elecimento4 inclusive o dono4 criam em 7risto% @sse poder é uma grande maravil#aG +uitas ve9es (á vi pessoas incapa9es de suportar a palavra% !s declara2:es mais simples e comuns cortavam os #omens como espada4 onde se ac#avam sentados4 tirando-l#es a .

icar impregnada com a vida de Eeus% Os estran#os 8ue ali c#egam de .aterrori9ar o povo= os mais doces sons do evangel#o os su*mergiam% 1arece 8ue As ve9es esse poder permeia o am*iente das pessoas 8ue o possuem% +uitas ve9es em uma comunidade grande nCmero de pessoas é revestido desse poder4 e ent5o toda a atmos.era do lugar parece .ora4 de passagem pelo lugar4 s5o4 de repente4 tomados de convic25o de pecado e4 em muitos casos4 se convertem a 7risto% ?uando os crist5os se #umil#am e consagram novamente a 7risto tudo o 8ue possuem4 pedindo ent5o esse poder4 rece*em muitas ve9es esse *atismo e se tornam instrumentos da convers5o de mais almas em um dia do 8ue em toda a sua vida até ent5o% @n8uanto os crentes permanecem #umildes *astante para continuar de posse desse poder4 a o*ra da convers5o prossegue até 8ue comunidades e mesmo regi:es inteiras se convertem a 7risto% O mesmo acontece com .

% Re+esti(ento do .ocali9am de modo geral tr3s 8uest:es em particular= 1) 1edem novas ilustra2:es da mani.ongo% /e me permitirem% terei mais 8ue di9er so*re o assunto% Capítulo 3 .i8uei detido por prolongada en.pastores% +as este artigo (á está *astante .ndagam= H?uem tem o direito de esperar semel#ante revestimento>H $) Ee 8ue modo ou em 8ue condi2:es pode ser alcan2ado> "5o me sendo possível responder pessoalmente As cartas4 pretendo4 com o vosso consentimento4 e se a min#a saCde continuar a mel#orar4 atend3-las através de *reves artigos .spírito Eepois da pu*lica25o pelo .ndependent do meu artigo HO 1oder do !ltoH4 .esta25o desse poder% 2) .ermidade% "esse interim rece*i inCmeras cartas indagando so*re o assunto% .

nesta coluna% Eesta .or2os pessoais4 consegui reunir uma poucas pessoas na sala da resid3ncia de uma sen#ora crente e preguei-l#es a palavra na noite apDs a min#a c#egada% !o andar pela vila4 .orme eu mesmo presenciei% 1ouco tempo depois de ter sido licenciado para pregar4 ..or8ue% .ui a uma reuni5o do país onde eu era completamente estran#o% .esta25o do poder do alto4 con.oi4 se n5o me engano4 em princípios de maio 8ue visitei a vila de !ntuérpia4 na parte norte do condado de e.erson% .i8uei #orrori9ado com a linguagem *las.eminina4 locali9ada no condado de Oneida4 @stado de "ova .i8uei no #otel da vila4 e ali sou*e 8ue4 na ocasi5o4 n5o se reali9avam reuni:es religiosas no lugar% Oavia um sal5o de cultos4 mas estava .ema 8ue ouvia entre os #omens por toda parte% 7onsegui licen2a para pregar no prédio da escola no domingo seguinte4 porém antes 8ue c#egasse o domingo sentia-me desanimado4 e 8uase aterrori9ado4 em virtude do estado em 8ue se .eita relatarei outra mani.ec#ado% +ediante es.ui a pedido de uma sociedade missionária .

encontrava a8uela comunidade% "o sá*ado4 o /en#or trouxe ao meu cora25o as seguintes palavras4 dirigidas a 1aulo pelo /en#or esus (!t 18%9-1&)= H"5o temas4 mas ,ala e n5o te cales= por8ue eu sou contigo4 e ninguém lan2ará m5o de ti para te ,a9er mal4 pois ten#o muito povo nesta cidadeH% ;sso acalmou por completo os meus temoresF mas o meu cora25o e stava c#eio de ansiedade pelo povo% "a man#5 de domingo levantei-me cedo e me re,ugiei num *os8ue ,ora da vila4 a ,im de derramar o cora25o diante de Eeus suplicandol#e uma *3n25o so*re os tra*al#os do dia% "5o pude exprimir em palavras a angCstia da min#a alma4 mas lutei com gemidos e4 creio4 muitas lágrimas4 durante uma ou duas #oras4 sem encontrar alívio% Noltei para o meu 8uarto no #otel4 mas 8uase em seguida ,ui de novo para o *os8ue% .i9 isso por tr3s ve9es% Ea Cltima ve9 o*tive completo alívio4 (á na #ora da reuni5o% .ui para a escola e encontrei-a completamente lotada% Birei min#a pe8uena

Pí*lia do *olso e li este texto= HEeus amou o mundo de tal maneira 8ue deu o seu .il#o unig3nito4 para 8ue todo a8uele 8ue nele cr3 n5o pere2a4 mas ten#a a vida eternaH% @xpu9 a *ondade de Eeus em contraste com a maneira pela 8ual ele é tratado por a8ueles 8ue amou e aos 8uais deu o seu .il#o% !rgJí os meus ouvintes pelas suas *las,3mias4 e4 recon#ecendo entre eles vários cu(as pragas eu ouvira pessoalmente4 vom o cora25o c#eio de ardor e com lágrimas nos ol#os apontei-os4 di9endo= HOuvi esses #omens rogarem de Eeus pragas so*re seus compan#eiros%H ! 1alavra teve e,eito poderoso% "inguém pareceu o,ender-se4 porém 8uase todos ,icaram grandemente esternecidos% Berminado o culto4 o *ondoso dono4 o /r% 7opeland4 levantou-se e disse 8ue A tarde a*riria a casa de ora2 5o% !ssim ,e94 e a casa esteve repleta4 e4 como pela man#54 a 1alavra operou com muito poder% !ssim come2ou poderoso avivamento na vila4 o 8ual4 pouco depois4 espal#ou-se em todas as dire2:es% 7reio 8ue ,oi no segundo domingo

depois desse4 8ue4 ao descer do pClpito A tarde4 um sen#or de idade me procurou e disse= H& sen#or n5o poderia pregar em nossa localidade> "unca tivemos ali reuni:es religiosasH% ;n,ormeime da dire25o e da distIncia4 e com*inei de pregar lá na tarde seguinte4 segunda-,eira4 ás cinco #oras4 na escola% "o domingo eu pregara tr3s ve9es na vila e assistira duas reuni:es de ora25oF na segunda,eira ,ui a pé cumprir esse compromisso% .a9ia *astante calor4 e antes de c#egar4 comecei a sentir-me ,raco para andar e com grande desalento de espírito% /entei-me de*aixo de uma som*ra4 A *eira do camin#o4 sentindo-me ,raco para c#egar ao destino e4 mesmo 8ue c#egasse4 desanimado para a*rir a *oca diante do povo% ?uando en,im c#eguei4 encontrei a casa repleta% 7omecei em seguida o culto4 anunciando um #ino% Bentaram cantar4 porém a terrível desarmonia causou-me verdadeira angCstia% ;nclinei-me para ,rente4 com os cotovelos apoiados nos (oel#os e as máos so*re os

ouvidos4 e ainda sacudia a ca*e2a4 procurando excluir a dissonIncia 8ue4 mesmo assim4 a custo suportei% ?uando pararam de cantar4 lancei-me de (oel#os4 em estado de 8uase desespero% !té esse momento n5o tin#a nen#uma idéia de 8ue texto usaria na prega25o% !o levantar-me da ora25o4 o /en#or me deu este= H<evantai-vos4 e saí deste lugar% por8ue o /en#or #á de destruir a cidadeH% .alei ao povo4 o mais aproximadamente 8ue pude recordar4 onde se encontrava o texto na Pi*lia4 e prossegui contando-l#es da destrui25o de /odoma% @s*ocei a #istDria de !*ra5o e <DF de seus tratos um com o outroF de como !*ra5o orou por /odomaF de <D4 o Cnico #omem piedoso ac#ado na cidade% @n8uanto isso4 notei 8ue a .isionomia dos presentes demonstrava 8ue estavam muito 9angados comigoF assumiam mesmo aspecto amea2ador4 e alguns dos #omens perto de mim pareciam 8ue iam me *ater% @u n5o entendia isso4 pois estava apenas dando4 e isso com grande li*erdade de espírito4 alguns es*o2os interessantes da #istDria *í*lica% .

estava na congrega25o4 mas parecia 8ue palavra4 literalmente4 cortava como espada% O poder do alto veio so*re eles numa torrente tal4 8ue caíam dos *ancos em todas as dire2:es% Eentro de um minuto em 8uase toda a congrega25o estavam4 ou de (oel#os4 prostrados no c#5o4 ou em alguma posi25o de #umildade diante de Eeus% 7ada 8ual clamava ou gemia rogando a misericDrdia divina para sua alma% "5o davam mais aten25o a mim ou A min#a prega25o% 1rocurei gan#ar a sua aten25o4 mas n5o consegui% O*servei o sen#or de idade 8ue me tin#a convidado4 sentado ainda4 perto do .or2a com a espada do @spírito% ! partir desse momento a seriedade do am*iente .ato4 golpeei-os com toda a .oi aumentando rapidamente% Eaí a pouco pareceu cair so*re a congrega25o um c#o8ue instantIneo% "5o posso descrever a sensa25o 8ue tive4 nem a 8ue se mani.!ssim 8ue terminei o es*o2o #istDrico4 volteime ao povo e disse-l#es 8ue eu entendia 8ue nunca tin#am tido reuni:es religiosas na8uela vi9in#an2a% !plicando esse .

alando-l#e ao ouvido4 preguei-l#e esus% Eentro de poucos momentos ele se entregou a esus pela .or2a= HO sen#or n5o pode orar>H @le a(oel#ou-se e *errou uma *reve ora25o4 o mais alto 8ue p6de= mas ninguém .#e deu atene25o% Eepois de ter ol#ado em volta de mim alguns momentos4 a(oel#ei-me4 colo8uei a m5o so*re a ca*e2a de um (ovem 8ue estava a(oel#ado aos meus pés e comecei a orar pela sua alma% O*tive sua aten25o e4 .ervorosamente pelos demais% Eepois de ter continuado assim até o cair da tarde4 .ui o*rigado a entregar a reuni5o ao sen#or de idade 8ue me convidara4 para atender aum compromisso 8ue tin#a assumido em outro local% .é4 e ent5o irrompeu em ora25o a .meio do auditDrio% Ol#ava em redor4 at6nito4 com os ol#os 8uase saltando das Dr*itas% !pontando para ele4 gritei com toda a .avor dos 8ue estavam ao seu redor% Noltei-me ent5o a outro4 do mesmo modo4 e com o mesmo resultadoF depois outro4 e outro4 até 8ue n5o sei 8uantos se tin#am entregado a 7risto e oravam .

a9ia um tra*al#o .ato de ser a Cnica pessoa do lugar 8ue pro.ui c#amado para voltar4 pois n5o tin#am conseguido dispersar a reuni5o% Biveram 8ue deixar a casa da escola para dar lugar As aulas4 mas trans.a9 muitos anos 8ue n5o volto láF mas em 18504 me parece4 8uando .orme relatei% +as agora4 na segunda visita4 .essava religi5o% Eessa maneira o avivamento irrompeu nessa regi5o% .K tarde do dia seguinte .alar4 con.eriram-se para uma resid3ncia prDxima4 onde encontrei uma por25o de pessoas 8ue ainda estavam demasiadamente ansiosas e oprimidas pela convic25o de pecados% 1or isso n5o podiam voltar para casa% .i8uei sa*endo 8ue o lugar era c#amado de /odoma4 por causa da sua impiedade4 e 8ue o sen#or de idade 8ue me convidara era c#amado de <D pelo .oram logo acalmadas pela 1alavra de Eeus4 e creio 8ue todas o*tiveram a esperan2a em 7risto antes de ir para casa% "ota= eu era totalmente estran#o na8uele lugar% "unca o tin#a visto nem dele ouvira .

esta25o do poder do alto 8ue acompan#ou a prega25o da 1alavra% Capítulo 4 .em /iracusa4 "ova .or8ue4 .icam dos resultados permanentes da8uele a*en2oado avivamento% O 8ue pude descrever em palavras dá apenas uma pálida idéia da8uela extraordinária mani.ui apresentado a um ministro de 7risto do condado de /5o <ouren2o4 de nome 7ross% @le me disse= H/r% .orma2:es nas @scrituras% "5o pretendo enc#er este (ornal de cita2:es da .Re+esti(ento do Poder do Alto "este artigo pretendo estudar as condi2:es so* as 8uais podemos o*ter o revestimento de poder% Bomemos in.inneQ4 o sen#or n5o me con#eceF mas lem*ra-se de ter pregado num Gugar c#amado /odoma>H H amais me es8uecereiH4 respondi% H1ois eu era (ovem nessa ocasi5oH4 disse ele4 He me converti na8uela reuni5o%H @le ainda viveF é pastor de uma das igre(as da8uele condado4 e é pai do superintendente do nosso departamento preparatDrio% Os 8ue moram na regi5o testi.

Pi*lia4 mas simplesmente registrar alguns .atos 8ue ser5o logo recon#ecidos por todos os leitores das @scrituras% /e os leitores do presente artigo 8uiserem con#ecer4 no Cltimo capítulo de +ateus e de <ucas4 a incum*3ncia 8ue 7risto deu aos discípulos4 e4 ainda4 os dois primeiros capítulos de !tos dos !pDstolos4 estar5o prontos para apreciar o 8ue vou di9er neste artigo% 1) Os discípulos (á estavam convertidos a 7risto4 e tiveram con.undida com a consagra25o A grande o*ra da convers5o do mundo% "a convers5o4 a pessoa trata direta e pessoalmente com 7risto% !*re m5o dos seus preconceitos4 antagonismos4 (usti2a prDpria4 incredulidade e egoísmo% !ceita 7risto4 con.ia nele e a ele ama acima de tudo% Budo isso os discípulos tin#am .irmada a sua .é pela ressurrei25o de esus% "esta altura4 porém4 devo esclarecer 8ue a convers5o a 7risto n5o deve ser con.eito4 uns mais claramente4 outros4 menos% !inda n5o tin#am rece*ido4 porém4 nen#uma incum*3ncia precisa4 nem tampouco 8ual8uer revestimento especial de poder para desempen#arem uma incum*3ncia% .

er3ncia4 c#egaram4 sem dCvida4 a apreciar cada ve9 mais as di.iculdades 8ue os #aviam de cercar4 e a sentir cada ve9 mais a sua prDpria insu.ica25o de esus e con.é por meio de repetidos encontros com eles% deu-l#es a grande incum*3ncia de gan#ar para ele todas as na2:es% !dmoestou-os4 porém4 a 8ue aguardassem em erusalém até 8ue .ici3ncia para a tare.irmou sua .a% /e examinarmos as circunst5ncias e os seus resultados% c#egaremos A conclus5o de 8ue eles4 sem exce25o4 se consagraram e tudo 8uanto tin#am para a convers5o do mundo4 como sendo .i9eram% -euniram-se4 #omens e mul#eres4 para orar% !ceitaram a incum*3ncia4 c#egando4 sem dCvida4 A compreens5o da nature9a do encargo e da necessidade do revestimento espiritual 8ue 7risto l#es prometera% !o continuarem4 dia apDs dia4 em ora25o e con.ossem revestidos de poder do alto4 o 8ue4 disse ele4 #aviam de rece*er dentro de poucos dias% O*servemos agora o 8ue .2) Eepois4 porém4 8ue 7risto dissipou o desnorteamento 8ue l#es resultara da cruci.

or2osamente precedeu a *usca inteligente do prometido revestimento de poder do alto% 7ontinuaram ent5o4 de comum acordo4 em ora25o pelo prometido *atismo do @spírito4 8ue a*rangia tudo 8uanto era essencial ao *om 3xito% "ota% @les tin#am diante de si uma o*ra a reali9ar% Bin#am uma promessa de poder para 8ue a pudessem desempen#ar% .esta a tare.erecer4 .or2as A o*ra 8ue l#es .a da vida% !*andonaram totalmente a id3ia de viverem para si mesmos4 e se dedicaram com todas as .a9endo de ve9 em 8uando uma ora25o pedindo 8ue cumprisse a promessaF ao contrário4 permaneceram em ora25o e persistiram no pedido até 8ue veio a resposta% .ora con.a9eres normais e .eren2a e inatividadeF n5o em preparativos4 por meio de estudos e outros recursos4 visando dispensar o poder prometidoF n5o entregando-se aos a.oram admoestados a esperar até 8ue a promessa se cumprisse% 7omo esperaram> "5o na indi.iada% @ssa consagra25o de si mesmos A o*ra4 essa auto-renCncia4 esse morrer para tudo 8uanto o mundo l#es pudesse o.

é 8ue é essencial para a vitDria na .7ompreendiam 8ue seria um *atismo do @spírito /anto% /a*iam 8ue viria da parte de 7risto% Oraram com .irme expectativa4 até o revestimento% Eeixemos4 pois4 8ue esses .iciente do /anto @spírito para nos levar A verdadeira consagra25o e nos inspirar com a .é% !guardaram na mais .atos nos instruam 8uanto As condi2:es para se rece*er o revestimento de poder% "Ds4 como crist5os4 temos a mesma incum*3ncia% Banto 8uanto a8ueles discípulos4 necessitamos do revestimento de poder do alto% @videntemente a mesma ordem nos é dada4 de esperarmos em Eeus até 8ue o rece*amos% Bemos a mesma promessa 8ue eles tin#am= tomemos4 pois4 essencialmente e em espírito4 o mesmo camin#o 8ue tomaram% @les eram crentes e tin#am certa medida do @spírito para guiá-los na ora25o e na consagra25o% "Ds tam*ém o temos% Bodo crente possui uma certa medida do @spírito de 7risto4 o su.

o ou resistir-l#e= aceitemos a incum*3ncia4 consagrando-nos integralmente4 com tudo 8uanto possuímos4 A salva25o de almas4 como o nosso grande e Cnico tra*al#o na vida% 7olo8uemo-nos so*re o altar4 como tudo 8ue temos e somos4 ali permanecendo e persistindo na ora25o até 8ue rece*amos o revestimento% ?uero rea.ec25o de ti(olos sem nos .undida com a aceita25o dessa incum*3ncia de salvar o mundo% !8uela é uma transa25o pessoal entre a alma e 7risto4 tratando da prDpria salva25oF esta é a aceita25o do servi2o em 8ue 7risto se prop:e a ocupar-nos% @ 7risto n5o nos exige a con.irmar 8ue a convers5o a 7risto n5o deve ser con.or2a se(a renovada4 #avemos de rece*er o revestimento% .ornecer a pal#a necessária% K8uele a 8uem ele dá a incum*3ncia4 dá tam*ém a admoesta25o e a promessa% /e de cora25o aceitarmos o servi2o4 crermos na promessa e atendermos A admoesta25o a 8ue esperemos no /en#or até 8ue a nossa .ora25o% Eeixemos4 pois4 de entristec3-.

lu3ncia crist54 tendo em si o .unda de 8ue essa .L da mais a*soluta importIncia 8ue compreendamos 8ue cada crente individualmente rece*e de 7risto o encargo de con8uistar o mundo% Bodos nDs temos so*re os om*ros a grande responsa*ilidade de gan#ar para 7risto o maior nCmero possível de almas% L esse o grande privilégio e dever de todos os discípulos de 7risto% Oá vários setores nesse tra*al#o4 mas para todos eles podemos e devemos possuir poder4 para 8ue4 8uer preguemos ou oremos4 escrevamos ou pu*li8uemos4 negociemos4 via(emos4 cuidemos de crian2as ou administremos o governo do @stado4 se(a 8ual .lu3ncia se(am repletas desse poder% 7risto declara= H?uem crer em mim4 como di9 a @scritura4 do seu interior .or a nossa ocupa25o4 toda a nossa vida e in.luir5o rios de água vivaHF 8uer di9er4 8ue dele procederá uma in.gre(a atualmente é4 primeiro4 a convic25o pro.ator do poder para levar a impress5o da verdade de 7risto ao cora25o dos #omens% ! grande car3ncia da .

gre(a% /e n5o pertence a todos4 eles .essos4 e até mesmos pastores4 parece duvidar 8ue a promessa se(a realmente para toda a .é sincera na promessa desse revestimento% Nasto nCmero de crentes pro.essos4 segundo parece4 nunca se impressionou com essa verdade% O tra*al#o de salvar almas deixam-no por conta dos ministros% ! segunda grande car3ncia é a convic25o pro.essam a .incum*3ncia de gan#ar o mundo é dada a cada um dos discípulos de 7risto como a tare.alta4 em terceiro lugar% uma .a a reali9ar na vida% L lamentável termos de di9er 8ue a grande massa dos crist5os pro.unda da necessidade desse revestimento de poder so*re cada um individualmente% +uitos 8ue pro.é imaginam 8ue isso é apenas para a8ueles 8ue s5o c#amados para a carreira ministerial% Eeixam de compreender 8ue todos s5o c#amados a pregar o evangel#oF 8ue a vida inteira de cada crist5o deve ser uma proclama25o das *oas-novas% .

n5o sa*em a 8uem pertence% @videntemente n5o podem reclamar a promessa pela .raca 8ue n5o a*andonam con.alta a8uela perseveran2a em esperar em Eeus4 8ue as @scrituras recomendam% Ees.alecem antes de o*ter a vitDria4 e4 por conseguinte% deixam de rece*er o revestimento% +ultid:es4 ao 8ue parece4 satis.é% @m 8uarto lugar4 .a9em-se com a esperan2a da vida eterna% "unca deixam para trás a 8uest5o da prDpria salva25o4 entregue a 7risto como assunto li8uidado% "5o aceitam a grande incum*3ncia de tra*al#ar para a salva25o de outros4 por8ue a sua .iantemente nas m5os de 7risto a 8uest5o da prDpria salva25o% !té mesmo ministros do evangel#o4 segundo ten#o o*servado4 est5o no mesmo caso e coxeando do mesmo modo4 incapa9es de se entregarem completamente ao tra*al#o de salvar outros4 por8ue4 até certo ponto4 est5o inseguros 8uanto A prDpria salva25o% .é é t5o .

ileiras do ministério4 ao 8ue parece4 est5o-se enc#endo de #omens 8ue o n5o possuem% ?ue o /en#or ten#a misericDrdia de nDsG /erá (ulgada descaridosa essa Cltima a.oram4 8ual a ra95o> /e o .L simplesmente espantoso a 8ue ponto a lgre(a tem praticamente perdido de vista a necessidade desse revestimento de poder% ?uase todos a.ra8ue9a alarmante no ministério% /erá 8ue todos4 ou mesmo a maioria4 desses ministros .or4 ou2amos4 por exemplo4 o relatDrio da /ociedade de +iss:es .nternas4 so*re o assunto% "5o se #á de negar 8ue alguma cousa está mal% ! média de cinco almas gan#as para 7risto por missionário da8uela sociedade em um ano de tra*a.#o4 indica inegavelmente uma .oram4 .irmativa> /e .oram revestidos do poder 8ue 7risto prometeu> /e n5o o .oi sD isso 8ue 7risto pretendeu pela sua promessa> .irmam 8ue somos dependentes do @spírito /anto4 porém essa depend3ncia é muito pouco apreciada% 7rentes e até mesmo pastores p:em-se a tra*al#ar sem ele% <astimo ser o*rigado a di9er 8ue as .

irmei 8ue o rece*imento desse poder é um .nternas4 n5o 8ue eu imagine 8ue os irm5os 8ue tra*al#am na8uela sociedade se(am excepcionalmente .é e poder como o*reiros de Eeus% 1elo contrário4 *aseado no meu con#ecimento pessoal de alguns deles4 considero-os entre os mais consagrados e a*negados o*reiros da causa de Eeus% @sse .enderei o ministério e a .racos em .icou ciente da #ora exata em 8ue o poder come2ou a operar poderosamente em seu ser% 1ode ter come2ado como o orval#o e aumentado até tornar-se uma c#uva% .ato t5o palpável .gre(a% "5o posso crer 8ue o registro de .ra8ue9a 8ue existe em todos os ramos da .@m artigo anterior a.ato instantIneo% "5o 8uero com isso di9er 8ue4 em todos os casos4 a pessoa 8ue o rece*eu .er3ncia ao relatDrio da /ociedade de +iss:es .racos> Balve9 alguém pense 8ue4 escrevendo desta maneira4 o.gre(a4 tanto o clero como os leigos% @nt5o n5o somos .racos> -criminosamente .i9 re.ato ilustra a assustadora .

alta do revestimento de poder do alto devia ser considerada prova de inaptid5o para o pastor4 o diácono ou o pres*íteroF o superintendente de @scola Eominical4 o pro.se(a considerado o.ra8ue9a do ministério% Bomara #ouvesse a convic25o da necessidade desse revestimento de poder e da .gre(a conserva-se .irmei 8ue a .. @m artigo anterior a.gre(a% O ministério está .raco4 por8ue a .essor de colégio crist5o4 e principalmente para o pro.)er.é na promessa de 7ristoG Capítulo 5 .gre(a está .iciente na educa25o do ministério e da .ste /iscurso*.raca% @ a .raca pela ./uro .ensa% ! verdade é 8ue alguma cousa está lamentavelmente de.essor de seminário teolDgico% /erá Hduro esse discursoH> /erá uma palavra descaridosa> /erá in(usta> /erá imoderada> @stará em desacordo com as @scrituras> /upon#amos 8ue4 no dia de 1entecoste4 um dos apDstolos ou dos demais discípulos presentes tivesse deixado4 por apatia4 .

atalmente teria .egoísmo% incredulidade4 indol3ncia ou ignorIncia4 de o*ter esse revestimento de poder% /eria ent5o descaridoso4 in(usto4 imoderado ou antí*l*lico4 8ue ele .icado inapto para o tra*al#o= e se assim .orme a sua recomenda25o4 #aviam de rece*3-lo Hdentro de poucos diasH% @videntemente entenderam a recomenda25o no sentido de esperarem continuamente no /en#or em ora25o e sCplica pela *én25o% Ora4 supon#amos 8ue algum deles se ausentasse4 para cuidar de seus negDcios4 contando com a so*erania de Eeus para outorgar-l#e esse poder% .#es dissera expressamente 8ue4 sem esse revestimento4 nada podiam .osse considerado pelos irm5os e compan#eiros 8ue .osse tido por inapto para a o*ra da 8ual 7risto os encarregara> 7risto .or2as4 mas 8ue esperassem em erusalém até rece*er o necessário poder do alto% 1rometera4 com igual clare9a4 8ue4 se permanecessem con.a9er% Bin#al#es recomendado taxativamente 8ue n5o o tentassem com as prDprias .

al#a4 deixarem de rece*er o dom4 est5o de .alta poder4 se(a 8ual .#es .alta ou .ici3ncia4 é igualmente verdade 8ue n5o est5o aptos para ensinar o povo de Eeus= e se é recon#ecido 8ue s5o inaptos por8ue .icados para a o*ra4 e principalmente para 8ual8ucr cargo o.undamental4 8uando essa .or2osamente culpa deles> .alta é .ato desclassi.o*tiveram o poder4 teria isso sido descaridoso4 in(usto ou em desacordo com as @scrituras> @ n5o é verdade4 para todos 8ue rece*em a ordem de .alar deles e assim tratá-los% ?uem tem direito de se 8ueixar> 1or certo 8ue eles n5o t3m% Eeve a .alta poder4 #á de ser ra9oável4 certo e *í*lico assim considerá-los4 .alta esse re8uisito .or a explica25o da de.gre(a de Eeus tolerar ensinadores e líderes a 8uem .a9er o tra*al#o> /e é verdade 8ue l#es .a9er discípulos4 e a promessa do poder4 8ue4 se por alguma .ato4 desa*onados para ministrar as ordenan2as da lgre(a> Ou est5o credenciados para ensinar a8ueles 8ue dever5o .icial> "5o est5o4 de .

gre(a4 so*re cada crenteG 1oderíamos perguntar= como é possível4 em tais circunstIncias4 a apatia4 a indol3ncia e a comum e .esta apatia4 indol3ncia% ignorIncia e incredulidade 8ue existem nesse assunto% /5o indesculpáveis e altamente criminosas% 7om a ordem de alcan2ar o mundo ressoando em nossos ouvidosF com a recomenda25o de esperar em ora25o constante e .atos nos cercando% lu9 8ue eles n5o possuíam% !lguns pastores e muitos crentes tratam este assunto como se devesse .erecendo toda a a(uda de 8ue precisamos4 8ue desculpa podemos dar por estarmos incapacitados para essa grande o*ra> ?ue tremenda responsa*ilidade pesa so*re nDs4 so*re toda a .atal neglig3ncia> /e algum dos primitivos crist5os a 8uem .eita pelo /alvador% e a nDs estendida4 o.oi dada essa ordem deixasse de rece*er o poder4 n5o o teríamos por grandemente culpado> 1ois se neles a .ervorosa at3 rece*er o poder= com a promessa4 .al#a seria pecado4 8uanto mais em nDs4 com toda a lu9 da #istDria e dos .L verdadeiramente de estarrecer a mani.

.or2o persistente para se o*ter o revestimento% @ra assim 8ue os primeiros crist5os entendiam e tratavam do assunto> @m a*soluto% "5o descansaram en8uanto o *atismo de poder n5o veio so*re eles% 7erta ve9 ouvi um pastor pregando so*re o *atismo do @spírito /anto% @le tratou-o como realidade4 e4 8uando c#egou A 8uest5o de como o*t3-lo4 disse com acerto 8ue era da mesma .icar ao cuidado da so*erania de Eeus4 sem nen#um es.i8uei deceptionado4 pois4 antes de encerrar o serm5o4 ele procurou tirar do auditDrio o senso de o*riga25o de o*ter o *atismo4 deixando a impress5o de 8ue o caso .ereceu a certe9a de o*terem a *én25o4 se .icava ao critério de Eeus4 e ainda dando a entender 8ue n5o estavam certos a8ueles 8ue insistiam veemente e persistentemente com Eeus no cumprimento da promessa% Bam*ém n5o .i8uei satis.eito e todo ouvidos para escutá-lo esclarecer aos ouvintes a o*riga25o de n5o descansarem en8uanto o n5o o*tivessem% "isso4 porém4 .#es o.orma 8ue os apDstolos o rece*eram no 1entecoste% .

al#a nos serm:es 8ue ou2o= s5o muito instrutivos4 mas n5o deixam na congrega25o o senso de o*riga25o ou o sentimento de grande estímulo 8uanto ao uso dos meios% /5o de.i9eram os apDstolos e demais crist5os% "5o era uma 8uest5o 8ue procuravam alcan2ar pelo intelecto antes de a*ra2á-la com o cora25o% @ra para eles4 como devia ser para nDs4 uma 8uest5o de .é em uma promessa% @ncontro muitas pessoas procurando aprender pelo intelecto e resolver teoricamente 8uest:es de pura experi3ncia% !po8uentam-se com es.oi *om= mas ac#ei 8ue a congrega25o saiu sem nen#um estímulo ou senso de o*riga25o para *uscar ardentemente o *atismo% !liás4 é comum essa .cumprissem as condi2:es% Ee modo geral o serm5o .icientes na conclus5o= n5o deixam a consci3ncia so* press5o4 mem a mente so* o estímulo da esperan2a% ! doutrina muitas ve9es é *oa4 porém .icam tecendo teorias4 criticando e procurando (usti.essos .alta o He daí>H 1arece 8ue muitos pastores e crentes pro.or2os para compreender .icar sua prDpria neglig3ncia% !ssim n5o .

é% Oá necessidade de uma grande re.rutí.rutos espirituais dos tra*al#os do pastor4 antes de o considerarem capacitado e c#amado por Eeus A o*ra do ministério% Ee alguma maneira a igre(a deve veri.orma na .icar se o pastor 8ue c#ama apresenta um ministério .eitas% Ben#a o 8ue mais tiver a recomendá-lo4 mas se os seus antecedentes n5o comprovam 8ue ele possui esse revestimento de poder para gan#ar almas para 7risto4 devem considerá-lo inapto para o cargo% @ra costume das igre(as4 e creio 8ue em alguns lugares ainda o é4 certi.gre(a 8uanto a este ponto em particular% !s igre(as devem acordar para os .atos4 assumir uma nova posi25o4 uma atitude .intelectualmente a8uilo 8ue deve ser rece*ido como experi3ncia consciente pela .irme no tocante As 8ualidades dos pastores e o.iciais% Eevem recusar-se a aceitar como pastor um #omem cu(as 8ualidades para o cargo n5o est5o inteiramente satis.ero e n5o uma #aste seca4 ou se(a4 um mero intelecto4 uma ca*e2a 8uase sem cora25oF escritor elegante4 mas sem un25oF .icarem-se dos .

oi uma repress5o necessária4 (usta e oportuna4 e creio 8ue teve e.eito salutar% Mm seminário teolDgico devia indiscutivelmente ser uma escola n5o apenas para ensinar doutrina4 mas tam*ém e4 principalmente4 para desenvolvimento da experiéncia crist5% "5o #á dCvida de 8ue4 nessas escolas4 o intelecto deve ser *em providoF porém4 é de muito maior importIncia 8ue os alunos .orem receio 8ue os seminários (amais acordem para a sua responsa*ilidade% Oá alguns anos4 um dos ramos da igre(a escocesa .ornecidos pelo seminário teolDgico4 8ue tomou a resolu25o de n5o ocupar mais pastores .icou t5o incomodado com a .ormasse nessa parte% .ormados ali4 en8uanto o seminário n5o se re.alta de un25o e poder dos ministros 8ue l#e eram .éF de grande imagina25o4 talve94 porém sem o poder do @spírito de Eeus% !s igre(as precisariam ser exigentes com seminários teolDgicos neste assuntoF en8uanto n5o o .grande arra9oador4 mas de pouca .

ornecem n5o apenas os mais instruídos4 mas os pastores mais ungidos e c#eios de poder% L incrível 8ue4 em*ora geralmente se admita 8ue o revestimento de poder do alto é real e indispensável para o sucesso no ministério4 na .orme a sua morte% Mm seminário teolDgico 8ue vise principalmente a cultura intelectual e .orma2:es e ent5o considerar a8ueles seminários 8ue .alta esse revestimento de poder do alto4 é um la2o e uma pedra de trope2o para a igre(a% Os seminários n5o devem recomendar ninguém As igre(as4 por maior 8ue se(a o grau da sua cultura intelectual4 se n5o tiver o*tido o grau mais elevado= o revestimento de poder do alto% Eeve ser considerado incompetente para preparar #omens para o ministério4 o seminário 8ue expedir como pastores #omens 8ue n5o possuam essa 8ualidade mais indispensável% !s igre(as devem tratar de tomar in.eitos con.li2:es% sendo .orme eruditos a 8uem .se(am condu9idos ao con#ecimento íntimo e pessoal de 7risto4 do poder da sua ressurrei25o4 da comunica25o de suas a.

icando 8ue #omens de mínima cultura #umana4 mas revestidos desse poder4 t3m tido o maior sucesso em gan#ar almas para 7risto= en8uanto 8ue outros da mais apurada cultura4 de posse de tudo 8uanto as escolas l#es .ica do ministério% !ssim mesmo continuamos dando de9 ve9es mais 3n.osse nada% Eesde os apDstolos até o tempo presente vem-se veri.alta de poder no 8ue concerne A o*ra especí.prática o assunto se(a considerado pelas igre(as e escolas como sendo relativamente de pouca importIncia% Beoricamente se recon#ece 8ue é tudoF na prática é tratado como se n5o .altam #omens de poder espiritualF por isso mesmo n5o insistem nesse revestimento de poder como sendo indispensável para a o*ra do ministério% Os estudantes s5o *om*ardeados .ase A cultura #umana do 8ue ao *atismo do @spírito /anto% "a prática #umana ela é tratada como sendo de importIncia incomparavelmente maior do 8ue o revestimento de poder do alto% Os seminários possuem #omens eruditos4 porém muitas ve9es l#es .orneceram4 t3m revelado a mais a*soluta .

ia4 a teologia4 a #istDria eclesiástica4 a #omilética4 é tudo= a verdadeira uni5o íntima com Eeus n5o é nada% O poder espiritual para vencer (unto de Eeus e com os #omens tem pouco lugar no seu ensino% Ks ve9es ten#o .essores .orma25o da experi3ncia crist5% Ee .utura utilidade de (ovens 8ue se preparam para o ministério% "oto 8ue mesmo os pro.8uase além das suas possi*ilidades com o estudo e a cultura do intelecto4 en8uanto talve9 nem uma #ora por dia é dedicada A .iloso.ato4 n5o ten#o con#ecimento de 8ue ao menos um curso de prele2Des so*re a experi3ncia crist5 se(a ministrado nos seminários teolDgicos% @ntretanto4 religi5o é experi3ncia% L uma percep25o interna% O convívio íntimo com Eeus é todo o seu segredo% Oá um mundo de con#ecimento indispensável4 nesse setor4 o 8ual é inteiramente negligenciado pelos seminários teolDgicos% "eles4 a doutrina4 a .icado surpreendido com o (uí9o 8ue os #omens .a9em 8uanto A .

a2a sucesso no ministério e se(a muito Ctil% Ee min#a parte n5o deposito tal esperan2a nessa classe de #omens% Ben#o incomparavelmente maior esperan2a na utilidade do #omem 8ue4 a 8ual8uer custo4 mantém sua comun#5o diária com Eeus4 8ue alme(a e luta por maiores alturas espirituais possíveis= 8ue .re8Jentemente muito .a9 8uest5o de n5o viver sem a vitDria diária na ora25o ou sem o revestimento do poder do alto% !s igre(as4 os pres*iteros4 as associa2:es e 8uem 8uer 8ue autori9e (ovens para o ministério4 s5o .altosos nesse sentido% Rastam #oras in.tendem muito a se enganar nessa matéria% /e um mo2o se revela *om estudante4 escreve *em4 progride na exegese4 está adiantado na cultura intelectual4 neste eles t3m grandes esperan2as4 muito em*ora sai*am4 em muitos casos4 8ue o (ovem n5o sa*e orar4 e n5o tem un25o4 n5o tem poder na ora25o4 n5o tem espírito de lutar% agoni9ar na intercess5o e vencer com Eeus% 7ontudo esperam 8ue ele4 por causa da sua cultura4 .ormando-se da cultura .

intelectual dos candidatos4 porém mal se ocupam alguns minutos em veri.er3ncia so*re a un25o espiritual% Oxalá a situa25o .icar a cultura do seu cora25o4 o 8ue sa*em do poder de 7risto para salvar do pecado4 o 8ue con#ecem do poder da ora25o e até 8ue ponto est5o revestidos de poder do alto para gan#ar almas para 7risto% "essas ocasi:es4 todo o processo n5o pode deixar sen5o a impress5o de 8ue a cultura #umana tem pre.gre(a4 dos ministros e dos .osse outra4 e estivéssemos todos concordes4 na prática4 agora e para sempre4 em nos apegar A promessa de 7risto e (amais (ulgar a nDs mesmos ou a 8ual8uer outro4 aptos para a grande o*ra da .ici3ncias da .gre(a en8uanto n5o tivermos rece*ido plenamente o revestimento de poder do alto% -ogo aos meus irm5os4 e principalmente aos mais (ovens4 8ue n5o (ulguem 8ue estes artigos .oram escritos no espírito de censura% -ogo As igre(as4 rogo aos seminários4 8ue rece*am a palavra de exorta25o de um anci5o experimentado nessas cousas e cu(o cora25o lastima e está carregado so* o peso das de.

or colocado no seu devido lugar e n5o tomar4 A vista de toda a .gre(a4 a8uela posi25o destacada e prática 8ue 7risto l#e destinou% Capítulo .rm5os4 rogo-vos 8ue considereis mais seriamente o caso4 8ue acordeis e o levels a sério4 n5o descansando en8uanto esse assunto n5o .%ra01o 'itoriosa Ora25o vitoriosa é a8uela 8ue consegue resultados% .a9er ora2:es é uma cousa4 vencer pela ora25o é outra% ! vitDria pela ora25o depende n5o tanto da 8uantidade4 como da 8ualidade% ! mel#or introdu25o 8ue ten#o para este assunto é um .seminários neste assunto% .ato da min#a experi3ncia anterior A min#a convers5o% -elato-o por8ue temo 8ue tais experi3ncias se(am muito comuns entre incrédulos% !o 8ue me lem*ro4 eu nunca assistira a uma reuni5o de ora25o antes de come2ar o curso de direito% @nt5o4 pela primeira ve94 passei a morar nas proximidades de um local onde #avia reuni5o .

de ora25o todas as semanas% @u n5o tin#a muita oportunidade para con#ecer4 ver ou ouvir religi5oF por isso n5o tin#a opini5o .a9iam4 con.icil de de.re8Jentar a tal reuni5o de ora25o% "esse mesmo tempo comprei min#a primeira Pí*lia e comecei a .ormais% 7ada um pedia o dom e o derramamento do @spírito /anto% Banto nas ora2:es como nos comentários 8ue de ve9 em 8uando .3-la% @scutava as ora2:es 8ue eram .inir4 comecei a .re8J3ncia na reuni5o4 o dirigente4 certo dia4 perguntou-me se eu n5o dese(ava 8ue orassem por mim% -espondi 8ue n5o4 acrescentando= H7om certe9a eu preciso de ora25o4 mas as suas ora2:es n5o s5o atendidas% Os sen#ores mesmos o con.rias e .essavam 8ue n5o conseguiam ser atendidos por Eeus% .essam%H +ani.estei .ormada a respeito% @m parte por curiosidade e em parte por certo desassossego de espírito4 di.sso aliás4 era patente4 e por pouco 8ue n5o .eitas na8uelas reuni:es4 com a máxima aten25o 8ue eu poderia prestar a ora2:es t5o .e9 de mim um cético% Nendo-me com tanta .

ato> O 8ue eu ali ouvia4 seria realmente ora25o4 no sentido *í*lico> /eria a ora25o 8ue 7risto tin#a prometido atender> !í encontrei a solu25o% 7onvenci-me de 8ue eles estavam iludidosF 8ue n5o o*tin#am vitDrias por8ue n5o tin#am nen#um direito a isso4 pois n5o atendiam As condi2:es 8ue Eeus determinou para 8ue ele ouvisse a ora25o% !o contrário4 as ora25es deles .ato4 durante algum tempo .ato ensinado o 8ue os @vangel#os .ronto com a8uiSo 8ue eu presenciava4 semana apDs semana4 na reuni5o de ora25o% /eria 7risto realmente um ensinador divino> Beria ele de .i8uei grandemente perplexo e em dCvida diante dos ensinos de 7risto so*re a ora25o4 em con.#e atri*uíam> Eevia ser tomado ao pé da letra> /eria verdade 8ue a ora25o tin#a valor para conseguir *én25os da parte de Eeus> /e era verdade4 como explicar isto 8ue eu presenciava semana apDs semana e m3s apDs m3s nessa reuni5o de ora25o> @sses #omens seriam crentes de .ent5o o meu espanto com esse estado de cousas4 em vista do 8ue a Pí*lia di9 das vitDrias da ora25o% Ee .

eram (ustamente as do tipo 8ue Eeus prometera n5o atender% @videntemente n5o perce*iam 8ue estavam correndo perigo de ir orando da8uele modo até caírem no ceticismo 8uanto ao valor da ora25o% <endo a Pí*lia4 o*servei as seguintes condi2:es esta*elecidas= 1% .sso claramente implica em pedir-l#e sD as cousas 8ue Eeus está pronto a conceder4 mas tam*ém pedir-l#e num espírito 8ue ele possa aceitar% Bemo 8ue se(a comum crentes deixarem de levar em conta o estado de espírito 8ue Eeus exige deles como condi25o para atender As suas ora2:es% 1or exemplo4 no 1ai "osso4 o pedido= "*en)a o "eu reino" re8uer4 evidentemente4 sinceridade para 8ue ten#a valor para Eeus% +as a sinceridade na apresenta25o desse pedido .sso4 evidentemente4 importa na esperan2a de rece*ermos a8uilo 8ue pedimos% 2% 1edir de acordo com a vontade de Eeus% .é 8ue Eeus atende A ora25o% .

mplica em dedicar4 a esse .erir essa peti25o em 8ual8uer outro estado de espírito é #ipocrisia e a*omina25o diante de Eeus% !ssim na peti25o seguinte= H/e(a .eita sinceramente% +as sinceramente importa num estado de espírito 8ue aceite toda a vontade de Eeus4 até onde a entendemos4 da mesma .orma 8ue é aceita no céu% .im4 tudo 8uanto temos e tudo 8uanto somos% 1ro.mporta na o*edi3ncia total4 inspirada no amor e na con.icamos a8uém disso4 retendo para nDs o 8ue 8uer 8ue se(a4 estamos Hcontemplando a ini8Jidade no cora25oH4 e Eeus n5o nos ouvirá% .implica na consagra25o integral do cora25o e da vida de 8uem pede4 para a consolida25o desse reino% .ian2a4 a toda a vontade de Eeus4 8uer se(a essa vontade revelada na sua 1alavra4 pelo seu @spírito ou na sua provid3ncia% /igni.orma t5o a*soluta e voluntária4 8uanto o .a9em os #a*itantes do céu% /e .eita a tua vontade na terra como no céuH4 Eeus n5o promete atender o pedido a n5o ser 8ue se(a .ica 8ue nos mantemos4 a nDs mesmos e a tudo 8ue somos e possuímos4 A disposi25o de Eeus de .

eitamente até onde a con#ecemos4 entao nossa ora25o é a*ominável% ?ue pro.re8Jentemente se .é> O 8ue é verdade com re.! sinceridade nessa peti25o signi.or .i8ue a8uém dessa4 importa em reter de Eeus a8uilo 8ue l#e é devido% L Hdesviar os ouvidos de ouvir a leiH% +as 8ue di9em as @scrituras> HO 8ue desvia os seus ouvidos de ouvir a lei4 até a sua ora25o será a*ominável%H /erá 8ue entendem isso os 8ue pro.ica um estado de a*soluta e total consagra25o a Eeus% ?ual8uer atitude 8ue .er3ncia a essas duas peti2Des4 tam*ém o é no 8ue se re.ere a toda ora25o% /erá 8ue os crentes levam isso na devida considera25o> <em*ram-se de 8ue tudo 8ue se apresenta como ora25o é a*ominável se n5o .a9 do 1ai "osso4 tanto em .ana25o terrível é o uso 8ue .essam a .eito no estado de consagra25o inteira de 8uanto somos e temos a Eeus> /e na ora25o e com ela4 n5o nos o.erecemos4 com tudo 8uanto temos= se o nosso estado de espírito n5o é de 8uem aceita de cora25o toda a vontade de Eeus4 executando-a per.

eita a tua vontade4 na terra como no céuH4 en8uanto a vida está .onge de se con.pC*lico como em particular% -epetir como um papagaio HNen#a o teu reino4 se(a .ian2a diante de Eeus4 e a8uilo 8ue pedimos4 dele rece*emos4 por8ue .a9endo pouco ou nen#um sacri.inada #ipocrisia% !í n5o #á nada de ora25o vitoriosa% 3% ! aus3ncia do interesse egoista é uma condi25o da ora25o vitoriosa= H1edis% e n5o rece*eis4 por8ue pedis mal4 para es*an(ardes em vossos pra9eresH (Bg '%$)% 4% Outra condi25o da ora25o vitoriosa é a consci3ncia pura diante de Eeus e dos #omens% .ício ou es.ormar com a vontade de Eeus4 é simplesmente revoltante% Ouvir os #omens orarem= HNen#a teu reinoH4 en8uanto está mais do 8ue evidente 8ue estao . o5o $%2&-22= H/e o nosso cora25o (nossa consci3ncia) nos acusar4 certamente Eeus é maior do 8ue o nosso cora25o4 e con#ece todas as cousas% !mados4 se o cora25o n5o nos acusar4 temos con.or8o para promoverem esse reino4 é uma re.

essa e deixa4 alcan2ará misericDrdiaH% !% Outra condi25o= m5os limpas% /.a9emos diante dele o 8ue l#e é agradável%H !8ui se tornam claras duas condi2:es= primeira4 8ue para sermos aceitos por Eeus temos de conservar pura a consci3ncia= e4 segunda4 8ue devemos guardar seus mandamentos e . 20%0= H<avo as m5os na inoc3ncia4 e4 assim4 andarei4 /en#or4 ao redor do teu altarH% .a9er diante dele o 8ue . Bm 2%8= H?uero 8ue os #omens orem em todo lugar4 levantando m5os santas4 sem ira e sem contendaH% "% ! solu25o das contendas e animosidades entre irm5os é uma condi25o% +t 5%2$42'= H/e4 ao .guardamos os seus mandamentos e .iss5o e restitui25o devidas a Eeus e aos #omens é outra condi25o da ora25o vitoriosa% 1v 28%1$= H& 8ue enco*re as suas transgress:es4 (amais prosperará= mas o 8ue as con.#e é agradável% 5% 7ora25o puro é condi25o da ora25o vitoriosa% /l 00%18= H/e eu atender A ini8Jidade no meu cora25o4 o /en#or n5o me ouviráH% % Boda a con.

ensasH% 12% @xercitar o espírito da verdade é outra condi25o% /.erta4 vai primeiro reconciliar-te com teu irm5oF e4 ent5o4 voltando4 .erta4 ali te lem*rares de 8ue teu irm5o tem alguma cousa contra ti4 deixa perante o altar a tua o.ertaH% #% ! #umildade é outra condi25o da ora25o vitoriosa% Bg '%0= HEeus resiste aos so*er*os4 mas dá gra25 aos #umildesH% 1$% ! remo25o dos trope2os é ainda outra condi25o% @9 1'%$= H.il#o do #omem4 estes #omens levantaram os seus idolos nos seus cora2:es4 e o trope2o da sua ini8Jidade puseram diante da sua .ensas4 t5o pouco vosso 1ai vos perdoará as vossas o.aceF devo eu de alguma maneira ser interrogado por eles>H 11% O espírito de perdoar tam*ém é condi25o% +t 0%12= H1erdoa-nos as nossas dívidas4 assim como temos perdoado aos nossos devedoresHF +t 0%15= H/e4 porém4 n5o perdoardes aos #omens as suas o.a9e a tua o. 51%0= H@is 8ue te compra9es na .tra9eres ao altar a tua o.

or imediatamente sincero e isento de egoísmo4 estaremos Hatendendo A ini8Jidade no cora25oH e4 portanto4 o /en#or n5o nos ouvirá% 13% Orar em nome de 7risto é condi25o da ora25o vitoriosa% 14% ! inspira25o do @spírito /anto é outra condi25o% Boda ora25o verdadeiramente vitoriosa é inspirada pelo @spírito /anto% -m 8%20427F H1or8ue n5o sa*emos orar como convém4 mas o mesmo @spírito intercede por nDs com gemidos inexprimíveis% @ a8ueSe 8ue sonda os cora2:es sa*e 8ual é a mente do @spírito4 por8ue segundo a vontade de Eeus é 8ue ele intercede pelos santosH% @sse é o verdadeiro espírito da ora25o= ser guiado pelo @spírito% L a Cnica ora25o realmente vitoriosa% /erá 8ue realmente entendem isso os 8ue se di9em crentes> /erá 8ue acreditam 8ue4 se n5o viverem e andarem no @spírito4 se n5o aprenderem a orar pela .verdade no íntimoH% /e o nosso cora25o n5o estiver no espírito de acato A verdadeF se n5o .

essai os vossos pecados uns aos outros4 e orai uns pelos outros4 para serdes curados% +uito pode4 por sua e.icácia4 a ora25o .ato4 a angCstia da alma na ora25o é a Cnica verdadeira ora25o vivi.ormado em vDsH% .intercess5o do @spírito 8ue está neles4 n5o poder5o ser vitoriosos com Eeus> 15% O .rido angCstia de espírito% Ee .sso dá a entender 8ue4 antes 8ue se convertessem4 1aulo (á tin#a so.il#osH% H+eus .enícia4 do (uí9 iní8uo4 e o ensino da Pí*lia de modo geral% 1!% +uitas ve9es a angCstia de espírito é condi25o da ora25o vitoriosa% HEesde as primeiras dores /i5o deu A lu9 seus .ervorosa% Bg 5%10= H7on.ro as dores de parto4 até ser 7risto .ervor é condi25o% Mma ora25o4 para ser vitoriosa4 tem de ser .icadora% /e .il#osH4 di9 1aulo4 Hpor 8uem de novo so.ervorosa de um (usto%H 1 % ! perseveran2a ou persist3ncia na ora25o muitas ve9es é uma condi25o de vitDria% Ne(am-se os casos de acD4 de Eaniel4 de @lias4 da siro .

icador% 1"% Outra condi25o da ora25o vitoriosa é o (usto emprego dos meios para c#egar ao o*(etivo4 se os meios estiverem ao nosso alcance e se os recon#ecermos necessários% Orar pelo reavivamento religioso e deixar de empregar 8ual8uer outro meio4 é tentar a Eeus% @sse4 con.eri% 7ontinuaram .undamente% <evantou-se e% com a maior .orme pude ver claramente4 era o caso da8ueles 8ue .ora da reuni5o eram silenciosos como a morte no tocante ao assunto e nem a*riam a *oca para as pessoas ao redor% 7ontinuaram nessa incoer3ncia até o dia em 8ue um descrente de desta8ue na comunidade lan2ou-l#es na min#a presen2a uma tremenda repreens5o% @le expressou a8uilo 8ue eu sentia pro.a9iam ora2:es na reuni5o a 8ue (á me re.alguém n5o a con#ecer4 n5o compeende o espírito da ora25o% "5o se ac#a em estado de avivamento% "5o entende a passagem (á citada --m 8%20427% @n8uanto ele n5o compreender essa ora25o angustiosa4 n5o con#ecerá o verdadeiro segredo do poder vivi.a9endo ora25o pelo avivamento4 porém .

nsistem tam*ém em di9er 8ue4 se voc3s mesmos despertassem4 usando os meios apropriados4 #averia um avivamento4 e nos converteríamos% .irmam uns aos outros4 e tam*ém a nDs 8ue somos descrentes4 8ue estamos camin#ando para o in.undamente na8uela reuni5o de ora25o% .ernoF e acredito 8ue se(a verdade% .e9-l#es *em4 pois n5o demorou 8ue as pessoas ali presentes se prostrassem4 e tivemos um .alam-nos do nosso grande amigo4 e de 8ue nossas almas valem mais do 8ue todos os mundosF entretanto% prosseguem nas suas ocupa2:es relativamente triviais e n5o lan2am m5o desses meios% "5o temos avivamento e nossas almas n5o s5o salvas%H "essa altura n5o teve mais palavras= sentou-se4 solu2ando% "unca me es8uecerei como a reprimenda calou pro.solenidade e com lágrimas4 disse= H1ovo crente4 8ue é 8ue voc3s 8uerem di9er> Oram sempre4 nestas reuni:es4 pedindo um reavivamento% +uitas ve9es exortam uns aos outros a 8ue despertem e usem meios para promover um avivamento% !.

oi atendida4 é notável 8ue o suplicante pedia uma *3n25o de.sso deve ser o início de um reavivamento%H -ealmente4 #á uma trans.icou no tom das suas orac:s4 con.icado= signi.orma e restitui25oF signi.iss:es ad8uirem signi.inido% "5o podemos o*ter vitDria para tudo de uma sD ve9% "os casos registrados na Pí*lia4 em 8ue a ora25o .iss:es e sCplicasG Noltando para casa com um amigo4 comentei= H?ue mudan2a nesses crentesG .icam re.reavivamento% @stive presente na primeira reuni5o em 8ue se mani.orma25o se veri.inida% 2$% Outra condi25o da ora25o vitoriosa é 8ue nossa inten25o se(a id3ntica A8uilo 8ue di9emos na ora25o= 8ue n5o #a(a nen#uma simula25oF em .estou o espírito de avivamento% @ 8ue trans.icam tra*al#o4 o uso dos meios4 m5os4 *olsos4 e cora25o a*ertos4 e a consagra25o de todos os seus recursos A promo25o da o*ra% 1#% ! ora25o vitoriosa é especi.ica% Nisa um o*(etivo de.orma25o em todas as reuni:es sempre 8ue os crentes s5o reavivados% /uas con.

eito restitui25o -.alando do cora25o4 nem mais nem menos do 8ue a8uilo 8ue 8ueremos di9er4 8ue sentimos e cremos% 21% Outra condi25o da ora25o vitoriosa é um estado de espírito 8ue presume a .iro A vigilIncia contra tudo 8uanto possa apagar ou entristecer o @spírito de Eeus em nosso cora25o% Bam*ém me re.idelidade de Eeus a todas as suas prornessas% 22% +ais uma condi25o é 8ue4 além de Horar no @spírito /antoH4 Hse(amos sD*rios e vigiemos em ora25oH% 7om isso me re.resumo4 8ue se(amos sinceros como crian2as4 .desde 8ue o tra*al#o se(a completo e #onesto -.iro A vigilIncia pela resposta4 em estado de espírito 8ue usará diligentemente todos os meios necessários4 a 8ual8uer custo4 com instIncia so*re instIncia% ?uando estiver *em lavrado o terreno pousio no cora25o dos crentes e 8uando tiverem con.cumprir5o natural e inevitavelmente as condi2:es4 e o*ter5o a vitDria na ora25o% O 8ue precisa ser muito *em .essado e .

iloso.Co(o Ganhar Al(as ""em cuidado de ti mesmo e da doutrina. +ontinua nestes deveres. salvar$s tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes".cornpreendido4 é 8ue os demais n5o a o*ter5o% !8uilo 8ue comumente ouvimos em reuni:es de ora25o e de con. "o presente artigo dese(o4 com a devida v3nia4 deixar com meus irm5os mais (ovens no ministério alguns pensamentos so*re a . &azendo assim. porque.ia de se pregar o evangel#o de modo a conseguir a .er3ncia n5o é ora25o vitoriosa% L muitas ve9es de estarrecer e de se lastimar4 ver as ilus:es 8ue existem so*re o assunto% ?uern (á assistiu a reavivamentos legítimos e n5o se impressionou com a trans.orma25o de todo o espírito e caráter das ora2:es dos crentes realmente avivados> 7reio 8ue nunca me poderia ter convertido4 se n5o tivesse desco*erto a solu25o do pro*lema= H1or 8ue tantas ora2:es n5o o*t3m resposta>H Capítulo ! .

er3ncia ao assunto4 A ordem e A maneira de se pregar% O pro*lema é este= como #avemos de gan#ar integralmente as almas para 7risto> /em dCvida teremos de conseguir 8ue se desprendam de si mesmos% 1% Os #omens s5o livres agentes morais= racionais e responsáveis% 2% @st5o em re*eli5o contra Eeus4 totalmente indispostos4 inteiramente tomados de preconceitos4 e comprometidos contra Eeus% 3% @st5o entregues A auto-satis.a9endo re.a25o como o*(etivo de sua vida% 4% @sse estado é (o 8ue se c#ama em linguagem teolDgica) a deprava25o moral4 ou .salva25o de almas% @sses pensamentos s5o o resultado de muito estudo4 muita ora25o pela orienta25o divina e da experi3ncia prática de muitos anos% ! admoesta25o contida no texto *í*lico 8ue encima o presente artigo4 interpreto-a como .

a9e(o4 e os pecadores incrédulos s5o egoístas e radicalmente opostos a Eeus% /eu compromisso consigo mesmos4 de satis.ica9 através do ensino do @spírito /anto% !% O evangel#o serve a esse .ica9 do /anto @spírito% .iadamente a coopera25o e.a9ei discípulos de todas as .orma25o moral radical% 5% Eeus é in.a9erem os seus prDprios apetites e pendores4 c#ama-se em linguagem *í*lica Ha inclina25o da carneH ou Hpendor da carneH4 8ue Hé inimi9ade contra EeusH% % @ssa inimi9ade é voluntária4 e sD pode ser vencida pela 1alavra de Eeus4 8ue é e.de4 portanto4 .se(a4 a .luem4 por uma lei natural4 todas as suas práticas pecaminosas% @sse estado voluntário de entrega é o Hcora25o ímpioH% L esse 8ue precisa de uma trans.sso está implícito na ordem de esus= H.initamente *en.onte do pecado dentro de si mesmos4 da 8ual .im4 e 8uando é sa*iamente apresentado4 podemos esperar con.

icos e se n5o seguirmos uma ordem natural na apresenta25o do evangel#o4 n5o temos direito de esperar pela coopera25o divina% #% "o mister de gan#ar almas4 como em tudo mais4 Eeus opera através de leis naturais e de acordo com elas% 1ortanto4 se 8uisermos gan#ar almas4 #avemos de adaptar sa*iamente os meios a esse .ormos incoerentes e anti.im% !s verdades 8ue apresentarmos4 e a ordem da sua apresenta25o #5o de ser adaptadas As leis naturais da mente4 do pensamento e do .ia mental poderá desviar-nos grandemente4 levando-nos muitas ve9es a tra*al#ar ignorantemente contra a opera25o do @spírito /anto% 1$% Os pecadores devem ser convencidos da sua inimi9ade% "5o con#ecem a Eeus4 e por conseguinte ignoram muitas ve9es a oposi25o do .na25esF %%%e eis 8ue estou convosco todos os dias até A consuma25o do século%H "% /e n5o tivermos sa*edoria4 se .alsa .uncionamento mental% Mma .ilosD.iloso.

ardo do pecado nem os #orrores e terrores do remorso= n5o t3m senso de condena25o nem de estarem perdidos% 13% /em convic25o4 porém4 n5o podem entender nem apreciar a salva25o do evangel#o% "inguém pode inteligentemente e de cora25o4 .seu prDprio cora25o contra ele% H1ela lei vem o pleno con#ecimento do pecadoH4 por8ue é pela lei 8ue o pecador ad8uire sua primeira idéia verdadeira de Eeus% 1ela lei4 ele primeiro aprende 8ue Eeus é per.eitamente *orn e oposto a todo o egoísmo% @ssa lei4 pois4 deve ser exposta em toda sua ma(estade contra o egoísmo e a inimi9ade do pecador% 11% @ssa lei leva consigo a convic25o irresistível da sua (usti2a4 da 8ual nen#um agente moral pode duvidar% 12% Bodos os #omens sa*em 8ue cometeram pecado4 porém nem todos est5o convictos4 nem da culpa*ilidade4 nem das más conse8J3ncias 8ue o pecado merece% "a sua maioria s5o descuidados4 n5o sentem o .

orma25o inteligente% 1or isso a convic25o do merecimento da condena25o tem 8ue preceder a aceita25o da misericDrdia4 pois sem a convic25o o pecador n5o compreende sua necessidade de misericDrdia% L natural 8ue o o.erecimento se(a rec#a2ado% O evangel#o n5o é nen#uma *oanova para o pecador indi.pedir ou aceitar perd5o en8uanto n5o perce*e como é real e (usta a sua condena25o% 14% L a*surdo4 portanto4 supor 8ue um pecador indi.erente e sem convic25o de pecado% 15% ! espiritualidade da lei deve ser aplicada inexoravelmente A consci3ncia até 8ue se ani8uile a presun25o do pecador de ser (usto4 e ele se colo8ue4 mudo e contrito4 diante de um Eeus santo% .erente4 sem convic25o de seu pecado4 possa aceitar inteligente e recon#ecidamente e perd5o 8ue o evangel#o o.erece4 en8uanto n5o aceitar a (usti2a de Eeus em condená-lo% ! convers5o a 7risto é uma tran.

icar-se-á .orem as apar3ncias e pro.iss:es do momento% O pecador poderá na verdade alcan2ar esperan2a através de tais ensinos= mas4 a n5o ser 8ue o @spírito /anto supra algo 8ue o pregador deixou de .1 % @m alguns #omens essa convic25o (á está madura4 e o pregador pode logo apresentar a 7risto4 na esperan2a de 8ue se(a aceitoF em tempos normais4 porém% tais casos s5o excepcionais% ! grande massa dos pecadores é indi.erente e n5o tem convic25o do seu pecado% /e presumirmos 8ue est5o convictos e preparados para rece*er a 7risto4 insistindo com os pecadores a 8ue o aceitem imediatamente4 estamos iniciando a o*ra pelo .eito sua o*ra4 ani8uilando a presun25o do pecador 8uanto A sua (usti2a e deixando-o sem outro recurso sen5o a aceita25o da misericDrdia4 deve-se levar .ornecer4 veri.im e tornando ininteligível o nosso ensino% @ semel#ante processo aca*ará demonstrando-se errado4 se(am 8uais .alsa a esperan2a% L mister 8ue se(am apresentados todos os elos essenciais da verdade% 1!% Eepois 8ue a lei tiver .

sso4 Eeus (amais .ato revelado4 limitando suas esperan2as a 7risto como seu prDprio #olocausto% 1on#amos em desta8ue a verdade revelada de 8ue Eeus aceitou a morte de 7risto em lugar da morte do pecador4 e 8ue isso deve .oi transgredido o preceito da lei% 1"% 1recisamente nesta altura deve-se levar o pecador a compreender 8ue ele n5o deve concluir4 com *ase na *enevol3ncia de Eeus4 8ue este pode com (usti2a perdoá-lo% !o contrário4 a n5o ser 8ue a (usti2a pC*lica se(a satis.icado em *ene.o pecador a compreender a situa25o delicada e o perigo de se dispensar a execu25o da penalidade 8uando .orma de satis.ício do indivíduo% .eita4 a lei de *enevol3ncia universal proí*e o perd5o dos pecados% /e n5o .ará% 1#% @sse ensino o*rigará o pecador a procurar alguma .a9er a (usti2a pC*lica% 2$% !presentamos-l#e agora a o*ra expiatDria de 7risto como .or levada em considera25o a (usti2a pC*lica no exercício da misericDrdia4 o *em pC*lico será sacri.

ser rece*ido com *ase no testemun#o do prDprio Eeus% 21% @smagado até contri25o pelo poder convincente da lei4 a revela25o do amor de Eeus mani.estado na morte de 7risto #á de gerar no pecador o sentimento de desgosto de si prDprio e a8uela triste9a segundo Eeus4 8ue a ninguém tra9 pesar% Eiante dessa revela25o4 o pecador (amais se perdoa% Eeus é santo e grandiosoF ele4 um pecador4 salvo pela gra2a so*erana% .also padr5o de .alsas esperan2as4 A introdu25o de um .oi por acidente 8ue a dispensa25o da lei antecedeu A dispensa25o da gra2aF mas está na ordem natural das coisas4 de acordo com leis mentais preesta*elecidas4 e sempre a lei #á de preparar o camin#o do evangel#o% ! neglig3ncia nesses pontos poderá levar a .sso poderá ser apresentado com maior ou menor precis5o de acordo com as pessoas visadas4 seu grau de intelig3ncia4 de capacidade para pensar e de cuidado para entender% 22% "5o .

experi3ncia crist5 e a uma igre(a c#eia de ,alsos convertidos% ;sso o tempo demostrará% 23% O pregador deverá dirigir a verdade As pessoas presentes4 aplicando-a de modo t5o pessoal 8ue cada uma sinta 8ue a mensagem é para ela% L como se tem dito muitas ve9es de certo pregador= H@le n5o prega4 ele explica o 8ue outros pregam4 e parece 8ue ,ala diretamente a mimH% 24% @sse método prenderá a aten25o e levará os ouvintes a perderem de vista a extens5o do serm5o% .icar5o cansados de ouvir se n5o sentirem interesse pessoal no 8ue di9emos% 7onseguir o interesse pessoal do ouvinte no 8ue se di94 é condi25o indispensável A sua convers5o% Mma ve9 despertado o interesse pessoal4 e mantida a aten25o do ouvinte4 di,icilmente se 8ueixará do tempo da prega25o% @m 8uase todos os casos em 8ue se reclama da demora do serm5o4 é por8ue n5o interessamos pessoalmente o ouvinte na8uilo 8ue di9emos%

25% /e deixamos de interessá-los pessoalmente4 ou é por8ue n5o nos dirigimos pessoalmente ao ouvinte4 ou por8ue nos ,alta un25o e sinceridade4 clare9a e ,or2a4 ou alguma outra cousa 8ue devíamos possuir% O 8ue é indispensável4 é ,a9ermos com 8ue sintam 8ue tanto nDs 8uanto Eeus visamos a eles% 2 % "5o devemos pensar 8ue *asta a piedade sincera para nos dar 3xito em gan#ar almas% @ssa é apenas uma das condi2:es do sucesso% Oá de #aver tam*ém *om senso4 #á de #aver sa*edoria espiritual para adaptar os meios ao ,im% !ssunto4 maneira4 ordem4 tempo e lugar4 todos precisam ser sa*iamente a(ustados ao ,im 8ue temos em vista% 2!% Eeus poderá4 As ve9es4 converter almas por intermédio de #omens 8ue n5o s5o espirituais4 8uando possuem a8uela sagacidade natural 8ue os #a*ilita a adaptar os meios a esse ,imF mas a Pí*lia nos apDia ao a,irmarmos 8ue esses s5o casos excepcionais% /em essa sagacidade e adapta25o dos meios ao ,im4 o

#omem espiritual deixará de gan#ar almas para 7risto% 2"% Os incrédulos necessitam de instru25o de acordo com a medida da sua intelig3ncia% Mmas poucas verdades simples4 8uando sa*iamente aplicadas e iluminadas pelo @spírito /anto4 converter5o crian2as a 7risto% @u disse sa*iamente aplicadas4 pois os meninos tam*ém s5o pecadores e necessitam da aplica25o da lei4 8ual pedagogo4 para condu9i-los até 7risto a ,im de serem (usti,icados pela ,é% Neri,icar-se-á4 mais cedo ou mais tarde4 8ue algumas supostas convers:es a 7risto s5o espCrias4 pois #ouve omiss5o do tra*ai#o preparatDrio da lei4 e 7risto n5o ,oi a*ra2ado como /alvador do pecado e da condena25o% 2#% 1ecadores instruídos e cultos4 8ue est5o sem convic25o e céticos de cora25o4 precisam de muito mais extensa e completa aplica25o da verdade% Os pro,issionais necessitam 8ue a rede do evangel#o se(a lan2ada toda em volta deles4 sem #aver nen#um *uraco pelo 8ual possam

ísica da nature9a4 produ9ida pelo poder direto do @spírito /anto4 ao invés de uma .é era apresentada como ato ou estado intelectual e n5o como ato voluntário de con.é4 novo nascimento4 conversáo% !rrependimeto era descrito como sendo um sentimento% .er3ncias dirigidas a advogados e adaptadas a seus modos de pensar e raciocinar4 8uase sempre pode convert3-.ian2a% -egenera25o era uma mudan2a .escapar% ?uando assim tratados4 t3m tanto maior pro*a*ilidade de se converterem4 8uanto maior .atos da experi3ncia4 da o*serva25o e da revela25o As consci3ncias de todas as classes% 31% L muito importante 8ue se(am explicados os termos empregados% !ntes da min#a convers5o4 n5o ouvia inteligivelmente explicados os termos= arrependimento4 .or o grau da sua verdadeira intelig3ncia% Ben#o veri.icado 8ue uma série de con.os% 3$% 1ara sermos *em sucedidos em gan#ar almas4 precisamos ser o*ervadores4 estudar o caráter das pessoas4 aplicar os .

ica o cora25o e vence o mundo= n5o é .iloso.undamental da alma4 produ9ida pela ilumina25o espiritual do @spírito /anto% !té mesmo a convers5o era representada como o*ra do @spírito /anto de tal modo a ocultar a verdade de 8ue é ato do prDprio pecador4 so* a in.mudan2a voluntária do propDsito .é salvadora a8uela 8ue n5o tiver esses atri*utos% 34% O pecador terá 8ue exercer determinados atos mentais e precisa compreender 8uais s5o% O erro da .atal para a alma% +uitas ve9es os pecadores s5o encamin#ados em pista errada% lnsiste-se com eles para 8ue sintam4 ao invés de exercerem os atos re8ueridos da vontade% !ntes da min#a convers5o4 (amais .etiva de todo o pecado= 8ue é mudan2a radical de atitude para com Eeus% 33% ! .é 8ue salva é a con.lu3ncia do @spírito /anto% 32% Eevemos insistir em 8ue o arrependimento importa na renCncia voluntária e e.ian2a do cora25o em 7risto= ela opera pelo amor4 puri.ia mental apenas em*ara2a4 e poderá ser um engano .

alsa% 3 % "5o ten#amos receio de insistir% "5o apli8uemos4 por .alsa piedade4 o esparadrapo onde #ouver necessidade da sonda% "5o temamos desanimar o pecador convicto4 .a9endo-o voltar atrás4 pelo .rece*i de alguém uma idéia inteligível dos atos mentais 8ue Eeus exigia de mim% 35% ! capacidade do pecado em enganar as almas4 torna-as excessivamente su(eitas A ilus5o= por isso compete4 a 8uem ensina4 o dever de re*uscar as moitas e de procurar em todos os cantos e .undo% /e o @spírito /anto estiver tra*al#ando nele4 8uanto mais es8uadrin#armos e pes8uisarmos4 mais impossível se tornará para a alma voltar ou descansar no pecado% 3!% /e 8uisermos salvar a alma4 n5o poupemos a m5o direita4 o ol#o direito4 ou .Cgio% /e(amos t5o perseverantes e discriminadores 8ue se torne impossível 8ue o interessado ven#a a nutrir uma esperan2a .ato de sondá-lo até ao .also re.endas onde #a(a possi*ilidade de uma alma ter ac#ado .

or o pecador4 .a9 parte da verdadeira .iss5o% .iss5o do mal a todos 8ue tiverem direito A con.é4 do verdadeiro arrependimento% e 8ue a real consagra25o a*range todos esses .a2amos o pecador compreender4 8ue tudo isso .a2amo-lo compreender claramente 8ue4 se n5o a*andonar tudo 8ue tem4 n5o pode ser discípulo de 7risto% L necessária inteira e universal consagra25o a Eeus de todos os poderes do corpo e da mente4 de toda a propriedade4 possess:es4 caráter e in.nsistamos na plena con.i8uemos a8uém dos ensinos expressos de 7risto nessa matéria% /e(a 8uem .or possível4 a todas as partes pre(udicadas% "5o .8ual8uer ídolo 8uerido= cuidemos do a*andono de toda .atores% .lu3ncia% Eeve #aver total a*andono a Eeus de todo o direito a si prDprio ou a 8ual8uer outra cousa4 como condi25o de sua aceita25o% 3"% 7ompreendamos4 e se possível .orma de pecado% .nsistamos na plena restitui25o4 até onde .

ica25o e reden25o= e 8ue4 do princípio ao .il#oHF 8ue H7risto nos .im4 ele ac#ará toda a sua salva25o em 7risto% 41% Eepois 8ue o pecador rece*e inteligentemente toda essa doutrina e o 7risto nela revelado% ele deve perseverar até o .im4 e esta é a Cltima condi25o da sua salva25o% @is a8ui uma importante tare.8ue n5o Hdeixe para trás nem um cascoH% 4$% L importante assegurar-l#e 8ue HEeus nos deu a vida eterna4 e essa vida está no seu .eito sa*edoria4 (usti2a4 santi.a= impedir 8ue o pecador ven#a a recair e assegurar sua permaente santi.oi .irma25o para a glDria eterna% 42% /erá o caso 8ue o declínio espiritual dos conversos t5o comum n5o indica um grave .3#% Eevemos lem*rar constantemente ao pecador 8ue é com um 7risto pessoal 8ue ele está tratanto= 8ue Eeus em 7risto está *uscando a sua reconcilia25o com ele4 e 8ue a condi25o dessa reconcilia25o é 8ue o pecador su*meta sua vontade e todo o seu ser a Eeus -.ica25o e con.

ica25o permanente nesta vida4 com a promessa explícita de 8ue a8uele 8ue nos c#amou o .i8ue em tudo= e o vosso espírito4 alma e corpo se(am conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso /en#or esus 7risto% .ará% .ica25o permanente% 1 Bs 5%2$%2'= HO mesmo Eeus da pa9 vos santi.eito nas mensagens do pClpito> 1or 8ue será 8ue tantos conversos esperan2osos4 em poucos meses de aparente convers5o4 perdem o primeiro amor4 perdem todo o .iel é o 8ue vos c#ama4 o 8ual tam*ém o .ará%H @ssa é indu*itavelmente a ora25o dos apDstolos pela santi.de.ervor na religi5o4 negligenciam o dever e continuam crist5os de nome4 porém mundanos no espírito e na vida> 43% Mm pregador realmente *em sucedido deve n5o apenas gan#ar almas para 7risto4 mas tam*ém conservá-las% Eeve conseguir n5o somente sua convers5o4 mas tam*ém sua permanente santi.ica25o% 44% "a Pí*lia n5o #á nada mais expressamente prometido nesta vida do 8ue a santi.

1%1$%1'= H@m 8uem tam*ém vDs4 depois 8ue ouvistes a palavra da verdade4 o evangel#o da nossa salva25o4 tendo nele tam*ém crido4 .irmados em 7risto e ungidos pelo @spírito4 como tam*ém selados pelo pen#or do @spírito em nossos cora2:es% @ isso4 é *om lem*rar4 é uma *én25o 8ue rece*emos depois de crer4 con.ostes selados para o dia da reden25o%H @ em 2 7o 1%21%22 o apDstolo di9= H+as a8uele 8ue nos con.ostes selados com o /anto @spírito da promessa4 o 8ual é o pen#or da nossa #eran2a até o resgate da sua propriedade4 em louvor da sua glDria%H @sse selo4 esse pen#or da nossa #eran2a4 é 8ue assegura a nossa salva25o% !ssim4 em @.45% !prendemos pelas @scrituras 8ue4 Htendo nele cridoH somos4 ou podemos ser4 selados com o /anto @spírito da promessa4 e 8ue esse selo é Ho pen#or da nossa #eran2aH% @. '%$&4 o apDstolo di9= H"5o entriste2ais o @spírito de Eeus% no 8ual .orme 1aulo nos in.ormou em sua epístola .irma convosco em 7risto4 e nos ungiu4 é Eeus4 8ue tam*ém nos selou e nos deu o pen#or do @spírito em nossos cora2:es%H !ssim somos con.

irma25o em 7risto pela un25o especial do @spírito /anto% 4 % Ora4 irm5os4 se n5o con#ecermos o 8ue signi.ésios4 acima citada% Ora4 é da máxima importIncia 8ue os conversos aprendam a n5o .aos e.ica25o permanente4 desse selo4 dessa con.ica isso em nossa prDpria experi3ncia4 e n5o condu9irmos os conversos A mesma experi3ncia4 .icar a8uém dessa santi.oi rara entre os pastores4 ela será desacreditada pelas igre(as e será 8uase impossível4 a um pregador isolado dessa doutrina4 vencer a incredulidade da sua igre(a% Ber5o dCvidas a respeito4 por8ue t5o poucos pregam ou acreditam nessa doutrinaF explicar5o a insist3ncia do pastor di9endo 8ue a sua experi3ncia se deve a seu temperamento peculiarF assim4 deixar5o de rece*er essa un25o por causa da incredulidade% @m tais .al#amos lamentável e essencialmente em nosso ensino e omitimos a verdadeira nata e plenitude do evangel#o% 4!% L importante compreender 8ue4 en8uanto essa experi3ncia .

erta a Eeus% 4#% /e nos mantivermos em sil3ncio so*re esse assunto4 a in.atalmente será uma pedra de trope2o para a igre(a% 5$% Mma ve9 8ue esta é uma doutrina de inegável importIncia e claramente ensinada no evangel#o4 sendo4 com e.ortalece e con.ica25o permanente% 4"% O pecado consiste no pendor da carne4 em H.eito4 a H*an#a e .circunstIncias será muito mais necessário insistir na importIncia e no privilégio da santi.a9er a vontade da carne e dos pensamentosH% ! santi.sso .er3ncia natural é 8ue n5o cremos nele e4 evidentemente4 8ue o descon#ecemos na experi3ncia% .ica25o permanente consiste na consagra25o integral e permanente a Eeus% .a9er de todo o ser uma o.irma a vontade na resist3ncia ao impulso do dese(o e no propDsito permanente de .mporta na recusa de se o*edecer A vontade da carne ou dos pensamentos% O *atismo ou selo do @spírito /anto su*(uga o poder dos dese(os4 .

gorduraH do evangel#o4 deixar de ensiná-la é despo(á-lo da sua mais rica #eran2a% 51% O testemun#o da igre(a4 e4 em grande parte4 do ministério4 so*re esse assunto4 tem sido lamentave.alta da experi3ncia pessoal a ra95o desse grave de.eito na prega25o do evangel#o% "5o digo isso para magoarF longe de mim tal dese(o% "5o é de admirar 8ue muitos n5o ten#am essa experi3ncia% +uitas ve9es a educa25o religiosa é de.iciente% Os crentes s5o .al#o% @ssa #eran2a tem sido retirada da igre(aF assim sendo4 é de se estran#ar 8ue ela se desvie t5o vergon#osamente> O testemun#o de relativamente poucos4 a8ui e ali4 8ue insistem nessa doutrina4 é 8uase neutrali9ado pelo contra-testemun#o ou sil3ncio culposo da grande massa das testemun#as de 7risto% 52% +eus 8ueridos irm5os4 s5o de tal modo amadurecidas as min#as convic2:es e pro.mente .undos os meus sentimentos so*re esse assunto 8ue n5o devo ocultar-l#es os meus receios4 de 8ue4 em muitos casos4 é a .

or% "ossa constante exig3ncia e persuas5o devem ser= H/ede santos4 por8ue Eeus é santo%H H/ede per.ará in.ica25o e reden25o% Ne(amos se ele n5o .eito vosso 1ai 8ue está no céu%H <em*remo-nos da maneira pela 8ual 7risto concluiu seu memorável .levados a desposar outro ponto de vista so*re o assunto% 7ausas várias t3m contri*uido para criar uma predisposi25o contrária a essa doutrina *endita do evangel#o% .eitos4 como é per.initamente mais do 8ue tudo 8uanto pedimos ou pensamos% 53% "inguém4 se(a crente ou incrédulo4 deve ser deixado em pa9 en8uanto tolerar em si 8ual8uer pecado% /e pudermos impedir4 n5o devemos permitir 8ue ninguém nutra esperan2as do céu4 en8uanto estiver consentindo no pecado4 se(a ele 8ual .ntelectualmente os crentes n5o t3m crido nelaF e4 naturalmente4 n5o t3m rece*ido a 7risto em sua plenitude% Balve9 essa doutrina ten#a sido uma pedra de trope2o e roc#a de escIndaloF porém4 n5o permitamos 8ue o preconceito ven2aF lancemo-nos so*re 7risto mediante a aceita25o presente4 atual4 dele como nossa sa*edoria4 (usti2a4 santi.

/erm5o da +ontan#a% Eepois de ter exposto diante de seus ouvintes a8uelas verdades terrivelmente perscrutadoras4 e de ter exigido 8ue .eito o 1ai no céu4 termina assegurando-l#es 8ue ninguém pode ser salvo sem rece*er e o*edecer aos seus ensinos% !o invés de tentarmos agradar o povo nos seus pecados4 devemos continuamente procurar indu9i-los a a*andonar esses pecados% .ossem per.a2amo-lo para 8ue n5o se(am as nossas vestes contaminadas pelo seu sangue% /e seguirmos esse camin#o e pregarmos constantemente com un25o e poder4 permanecendo na plenitude da doutrina de 7risto4 poderemos esperar4 com alegria4 salvar tanto a nDs mesmos como aos nossos ouvintes% Capítulo " .essos em lamentável estado de escravid5o ao mundo4 A carne ou ao dia*o4 pois o apDstolo di9 .Co(o 'encer o Pecado @m todos os períodos do meu ministério ten#o encontrado muitos crist5os pro.rm5os4 .eitos como é pert.

or preciso4 até venc3-los% Eisp:e .ormar-se e de cair novamente% @ o 8ue é particularmente entristecedor4 e mesmo motivo de angCstia4 é 8ue muitos pastores e crist5os proeminentes d5o instru25o inteiramente err6nea so*re o assunto de como vencer o pecado% ! orienta25o 8ue4 lamentavelmente4 costuma ser dada so*re esse assunto4 resume-se nisto= HBrata dos teus pecados um por um4 resolve a*ster-te deles4 luta contra eles4 com ora25o e (e(um se .or2as4 mas pedir o auxílio de EeusH% .claramente= HO pecado n5o terá domínio so*re vDsF pois n5o estais de*aixo da lei4 e4 sim4 da gra2a%H @m toda a min#a vida crist5 ten#o .icado penali9ado ao encontrar tantos crentes vivendo na escravid5o legalista descrita no capítulo sete de -omanos= uma vida de pecar4 de resolver re.ormes o #á*ito da o*edi3ncia e 8ue*res todos os teus #á*itos pecaminososH% L verdade 8ue geralmente acrescentam= H"essa luta4 n5o deverás depender das tuas prDprias .ra8ue(ar e persiste nisso até 8ue .irmemente a tua vontade contra uma recaída no pecado4 ora e luta4 resolve n5o .

onte ou ocasi:es% Bomar a decis5o e lutar contra o ato4 .or2os dessa nature9a s5o inCteis .or2as contra esse pecado até su*(ugá-lo% .ica25o é pela .ica25o é pelas o*ras% Oá uns vinte e cinco anos4 parece-me 8ue um eminente pro.a9-nos concentrar a aten25o no pecado e sua .essor de teologia da "ova .sso4 como se v34 é dirigir a aten25o ao ato patente do pecado4 sua .é% "oto 8ue o Er% 7#almers4 nas suas prele2:es so*re -omanos4 sustenta expressamente 8ue a (usti.@m uma palavra4 grande parte do ensino4 tanto do pClpito como da literatura evangélica4 aca*a dando nisto= a santi.nglaterra sustentou praticamente a mesma doutrina% "o início da min#a vida crist5 eu 8uase ia sendo enganado por uma das decis:es do 1residente @dTards4 8ue consistia mais ou menos nisto= 8uando ele caía em algum pecado4 reconstruía a sua evolu25o até desco*rir a origem4 ent5o lutava e orava com todas as .onte4 desviando-a inteiramente de 7risto % L essencial esclarecermos o 8uanto antes 8ue todos os es.é4 mas a santi.ica25o é pelas o*ras4 n5o pela .

o% Eesse modo poderá ser dominado e evitado o ato ou #á*ito exterior4 en8uanto 8ue a8uilo 8ue realmente constitui o pecado permanece intato% O pecado n5o é externo e sim interno% "5o é movimento muscular4 nem mesmo a voli25o causadora da a25o muscular= n5o é um sentimento ou dese(o involuntário% L um ato ou estado voluntário da mente% O pecado é nada menos do 8ue a8uela escol#a voluntária e .undamental4 a8uele estado de su*miss5o ao agrado prDprio4 donde procedem as voli2:es4 as a2:es externas4 os propDsitos4 as inten2:es4 en.e n5o raro resultam em desilus5o% @m primeiro lugar4 é perder de vista o 8ue realmente constitui o pecado4 e4 em segundo4 a*andonar a Cnica maneira viável de evitá-.a9emos es.im todas as causas 8ue s5o comumente c#amadas de pecado% @ contra 8ue estamos agindo4 8uando tomamos resolu2:es e .or2os para suprimir #á*itos pecaminosos e .ormar outros4 santos> HO amor é o cumprimento da lei%H +as podemos indu9ir o amor por meio de decis:es> !s .

a9er isto ou a8uilo4 orando e lutando contra o mal% 1odemos resolver prestar o*edi3ncia aos mandamentos de Eeus% +as arrancar do peito o egoísmo por meio de resolu2:es é um contrasenso% !ssim tam*ém é contra-senso o es.a9er o dese(o em sua mani.sso4 porém4 n5o é assegurar o amor de Eeus4 8ue é o 8ue constitui a o*edi3ncia% /e nos tornássemos anacoretas4 emparedando-nos em uma cela e cruci.orme a lei de Eeus% Oá muitos 8ue sustentam 8ue o pecado consiste nos dese(os% ?ue se(aG Eominamos por .esta25o ou express5o do egoísmo4 resolvendo n5o .esta25o exterior% .or2a de resolu2:es os nossos dese(os> 1oderemos4 pela resolu25o4 deixar de satis.a9er ainda mais4 a*stendo-nos de satis.decis:es eliminam o egoísmo> 7laro 8ue n5o% 1odemos suprimir esta ou a8uela mani.ere A sua satis.or2o para conseguir4 por meio de decis:es4 o*edecer em espírito os mandamentos de Eeus4 amar con.a9er determinado dese(o% 1oderemos .icando todos os nossos dese(os e apetites no 8ue se re.a25o4 apenas teríamos evitado .

ormas de pecado4 porém a rai9 8ue realmente constitui o pecado n5o seria tocada% "ossa resolu25o n5o assegura o amor4 a unica verdadeira o*edi3ncia a Eeus% Bodo o nosso *atal#ar contra a mani.or2o para reprimir o pecado4 8uer na vida exterior 8uer no dese(o interior4 aca*ará em desilus5o4 pois a poder de resolu25o n5o podemos amar% Bodos os es.certas .or2os dessa nature9a para vencer o pecado s5o inCteis4 e ainda em desacordo com a Pí*lia% @sta ensina expressamente 8ue o pecado é vencido pela .irma-se 8ue s5o santi.esta25o exterior do pecado A .icados pela .or2a das resolu2:es4 apenas aca*am tornando-nos em sepulcros caiados% L inCtil lutar contra o dese(o4 a poder de resolu2:esF pois tudo isso4 por mais *em sucedido 8ue se(a o es.é e4 sim4 pelas o*ras% .éH (!t 15%9)% @ em !tos 20%18 a.é em 7risto% @le é Ho camin#o4 a verdade e a vidaH% Ei9-se a respeito dos crentes 8ue seus cora2:es s5o Hpuri.icados pela .é em 7risto% @m -omanos 9%$1-$2 lemos 8ue os (udeus n5o atingiram a (usti2a por8ue n5o a *uscaram pela .

é 8ue opera pelo amor% O amor é operado e sustentado pela .é para #a*itar no cora25o% L a .icamos em péH e pelas resolu2:es é 8ue caímos% @sta é a vitDria 8ue vence o mundo4 a nossa .eitosH% L pela .é 8ue a carne é su*(ugada e con8uistados os dese(os carnais% "a realidade é simplesmente pela .é4 7risto salva o seu povo do pecadoF 8ue o @spírito de 7risto é rece*ido pela .é 8ue rece*emos o @spírito de 7risto para operar em nDs o 8uerer e o e.é 8ue se Hapagam todos os dardos in.etuar segundo seu *eneplácito% @le derrama em nosso cora25o o seu prDprio amor4 acendendo assim o nosso% Boda vitDria so*re o pecado vem pela .! doutrina da Pí*lia é 8ue4 pela .lamados do malignoH% L pela .é 8ue os crentes se Hrevestem do /en#or esus 7ristoH e Hse despem do vel#o #omem com os seu .é 8ue H.é% L pela .é os crentes Hvencem o mundo4 a carne e o dia*oH% L pela .é em 7ristoF e 8uando o pensamento se desvia de .é% 1ela .é 8ue com*atemos Ho *om com*ateH4 e n5o pelas resolu2:es% L pela .

iar inteiramente em 7risto% ?uando a*rirmos a porta para a con.ian2a a*soluta4 ele entrará e .undidade vai a rai9 da presun25o da (usti2a prDpria e da autodepend3ncia no cora25o do #omem> L t5o pro.orme e universal da opera25o dessa energia salvadora dentro de nDs% !té 8uando esse .unda 8ue esta é uma das li2:es 8ue o cora25o do #omem mais custa a aprender= renunciar A independ3ncia e con.or2as4 re(eitando o socorro de 7risto= estamos so* uma perigosa ilus5o% "ada4 sen5o a vida e energia do @spírito de 7risto dentro de nDs4 pode salvar-nos do pecado= e a con.a9 toda a nossa alma reviver para senti-lo e% assim e somente assim4 puri.ará conosco e em nDs a sua morada% .nundamo-nos do seu amor% @le .ica o nosso cora25o pela .7risto para as resol2:es e as lutas contra o pecado4 8uer ten#amos consci3ncia disso ou n5o4 estamos agindo com nossas prDprias .ian2a é a condi25o uni.ato continuará sendo ignorado4 pelo menos na prática4 pelos ensinadores da religi5o> !té 8ue pro.é% @le sustenta nossa .

ica25o% +uito do 8ue ouvimos em reuni:es de ora25o e de con.orme é apresentado no evangel#o% !i da cegueira 8ue Hcondu9 A con.sso sD pode gerar ilus5o4 desInimo e a re(ei25o prática de 7risto con.ian2a em 7risto4 rece*emos uma in.vontade na atitude de devo25o% @le aviva e regula nossos a.lu3ncia interior 8ue estimula e dirige a nossa atividadeF 8ue pela .er3ncia4 do pClpito e da literatura4 dá orienta25o t5o err6nea4 8ue ouvir ou ler tais orienta2:es se torna doloroso ao ponto de ser 8uase insuportáv el% .a9em o*(e25o ao ensino 8ue ten#o apresentado a8ui4 alegando 8ue nos deixa em estado passivo4 para sermos salvos sem atividade nossa% ?ue ignorIncia essa o*(e25o revelaG ! Pí*lia ensina 8ue4 pela con.us5oH a alma 8ue anseia a li*erta25o do poder do pecadoG Ben#o escutado4 As ve9es4 doutrinas legalistas so*re este assunto até sentir vontade de gritar% L simplesmente incrível ouvirmos de #omens crist5os 8ue .é rece*emos sua in.etos4 dese(os4 apetites e paix:es4 tornando-se a nossa santi.lu3ncia puriticadora .

ica todo o nosso ser interior para ter a atitude de amor e o*edi3nciaF e é esse o camin#o4 n5o #avendo outro camin#o prático4 para vencermos o pecado% +as alguém poderá perguntar= H"5o nos exorta o apDstolo assim= HEesenvolvei a vossa salva25o com temor e tremorF por8ue Eeus é 8uem e.or2a de resolu25o4 mas sim por meio da opera25o interior de Eeus% 1aulo os .ilipenses 2% 1aulo di9= H!ssim4 pois4 amados meus4 como sempre o*edecestes4 n5o sD na min#a presen2a4 porém muito mais agora na min#a aus3ncia4 desenvolvei a vossa salva25o com temor e tremorF por8ue Eeus é 8uem e.etua em vDs tanto o 8uerer como o reali9ar4 segundo a sua *oa vontadeH% "5o #á a8ui nen#uma exorta25o a tra*al#ar por .a9ermos a8uilo 8ue nesse artigo estais condenandoH> Ee maneira alguma% "o verso 12 de .no rec6ndito do nosso serF 8ue através da sua verdade revelada diretamente A alma4 ele vivi.etua em vDs tanto o 8uerer como o reali9ar4 segundo a sua *oa vontadeH> @nt5o isso n5o é uma exorta25o para .

gre(a4 8ue 7risto no cora25o é a nossa santi.ormar #á*itos santos% Ee modo muito .é a sua opera25o 8ueremos e e.ol#eto% 1aulo ensinara muitas ve9es A .lu3ncia se rece*e pela .é é um estado ativo e n5o passivo% ! idéia de uma santidade passiva é um contrasenso% ?ue ninguém alegue 8ue4 ao exortarmos as pessoas a con.tin#a ensinado4 8uando estava presente com eles= agora4 na sua aus3ncia4 exorta-os a desenvolverem a salva25o4 n5o pela resolu25o4 mas pela opera25o de Eeus% L precisamente essa a doutrina do presente .etuamos de acordo com a sua *oa vontade% ! prDpria .iarem inteiramente em 7risto4 estamos ensinando 8ue alguém deva ou possa .or2os para reprimir #á*itos pecaminosos e .ica25o4 e 8ue essa in.é% 1ortanto4 n5o iria agora ensinar 8ue a nossa santi.eli9 esse passo da @scritura recon#ece as duas ag3ncias4 divina e #umana4 na o*ra da santi.ica25o deve ser desenvolvida mediante resolu2:es e es.ica25o% Eeus opera em nDs o 8uerer e o reali9ar= nDs aceitamos pela .

é4 como o ramo rece*e da videira a sua vida% !*aixo com o evangel#o das resolu2:esG L uma cilada de morte% !*aixo com o es.lu3ncia divina e com ela cooperar% @ssa in.or2a% ln.icassem envolvidos na simpatia universal do seu modo de pensarG lsso4 e somente isso4 é santi.Pre2ador3 )al+a a 4i 5es(o ""em cuidado de ti mesmo e da doutrina. .luencia a livre vontade e4 por conseguinte4 o .a9 pela verdade e n5o pela .iante amor4 8ue .or2a% Oxalá4 .or2o para tornar a vida santa4 8uando o cora25o n5o tem em si o amor de EeusG Oxalá os #omens aprendessem a ol#ar diretamente para 7risto pelo evangel#o4 e de tal modo a c#egarem-se a ele mediante um ato de con.ser passivo ao rece*er em seu íntimo a in.lu3ncia é moral e n5o .ica25o% Capítulo # .isica% L persuas5o e n5o .osse compreendido 8ue toda a vida espiritual4 8ue #ouver em 8ual8uer pessoa4 é rece*ida de 7risto pela .

&azendo assim.+ontinua nestes deveres." . Bm '%10 "5o vou pregar a pregadores4 mas apenas sugerir a. porque.gumas condi2:es so* as 8uais poder5o apossar-se da salva25o prometida nesse texto% 1% 7uida em ser constrangido pelo amor a pregar o evangel#o4 como o .oi 7risto a providenciar um evangel#o% 2% 7uida em ter o revestimento especial de poder do alto4 pelo *atismo do @spírito /anto% 3% 7uida em ler a voca25o4 n5o apenas da ca*e2a4 mas do cora25o4 para empreenderes a prega25o do evangel#o% 7om isso 8uero di9er= sU cordial e intensamente inclinado a *uscar a salva25o de almas como a grande miss5o da tua vidaF e n5o empreendas a8uilo a 8ue teu cora25o n5o te impelir% 4% +antém constantemente a comun#5o íntima com Eeus% . salvar$s tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.

5% .or2os da tua mente ao estudo de meios e modos de salvá-los% .a9e disso o grande e intensivo estudo da tua vida% .undamente e demora-te diante do in.i8ue teu 9elo pela sua salva25o% #% Bam*ém pondera pro.inito amor e compaix5o de 7risto por eles% 1$% !ma-os de tal modo a estares pronto a morrer por eles% 11% Eedica os es.a9e da Pí*lia o teu <ivro dos livros% @studa-a nuito4 de (oel#os4 esperando ilumina25o divina% % !cautela-te de depender dos comentários% 7onsulta-os 8uando convier= porém (ulga pot ti mesmo4 A lu9 do @spírito /anto% !% Ruarda-te puro -.em propDsito4 em pensamento4 em sentimento4 em palavras e em a2:es% "% 7ontempla a culpa dos pecadores e o perigo 8ue correm4 para 8ue se intensi.

irma25o de 7risto4 de 8ue ele está contigo nessa o*ra sempre e em todo lugar4 para dar-te todo o auxílio necessário% 14% HO 8ue gan#a almas é sá*ioH= e Hse algum de vDs necessita de sa*edoria4 pe2a-a a Eeus4 8ue a todos dá li*eralmente4 e nada l#es impropera= e ser-l#e-á concedida% 1e2a-a4 porém4 com .12% -ecusa-te a ser desviado dessa o*ra% Ruarda-te contra toda tenta25o 8ue arre.a9e dessa tua voca25o o argumento constante (unto a Eeus4 para dele o*teres tudo 8ue precisares para a execu25o da o*ra% 1 % /3 diligente e la*orioso4 Ha tempo e .im de compreenderes suas opini:es4 erros e .ora de tempoH% 1!% 7onversa muito com todas as classes dos teus ouvintes so*re a 8uest5o da salva25o4 a .e2a teu interesse nela% 13% 7r3 na a.éH% <em*ra-te4 portanto4 8ue tens a o*riga25o de possuir a sa*edoria 8ue gan#ará almas para 7risto% 15% /endo c#amado por Eeus para a o*ra4 .

rívolas e sem proveito% 21% Eeixa sempre 8ue o povo o*serve 8ue o tratas com a mais a*soluta seriedade tanto no pClpito como .ica seus preconceitos4 sua ignorIncia4 seu #umor4 seus #á*itos e tudo mais 8ue precisares sa*er a .im de adaptares tua instru25o As suas necessidades% 1"% 7uida em 8ue teus prDprios #á*itos se(am corretos em todo sentidoF 8ue se(as temperado em todas as cousas= livre da manc#a ou odor do .umo4 do álcool4 das drogas4 de tudo 8ue terias motivo para envergon#ar-te e 8ue sirva de trope2o a outros% 1#% "5o se(as Hde mente leviana4H antes Hp:e o /en#or continuamente diante de tiH% 2$% 7ontrola *em tua lingua e n5o te d3s a conversas .ora dele= e n5o permitas 8ue o convívio diário com as pessoas neutrali9e tua mensagem no domingo% 22% -esolve Hnada sa*erH entre teu povo Hsen5o a esus e este cruci.necessidades% Neri.icadoH= e deixa claro 8ue4 na 8ualidade de em*aixador de 7risto4 teus .

negDcios com eles di9em respeito inteiramente A salva25o da alma% 23% Bem cuidado de ensiná-los n5o sD por preceito mas tam*ém pelo exemplo% 1ratica tu mesmo o 8ue pregas% 24% Bem cuidado especial no relacionamento com o sexo .racos% /e .eminino4 a .essas ser4 e n5o serás tentado a H.a9er de contaH% 2"% ?ue a simplicidade4 a sinceridade e a corre25o crist54 assinalem toda a tua vida% .eta25o e .ingimento% /3 a8uilo 8ue pro.ian2a da menor impure9a em ti mesmo% 25% Nigia os teus pontos .ores por nature9a dado a (ovialidade e *rincadeiras4 vigia ocasi:es de .im de (amais levantares pensamento ou descon.ores por nature9a carrancudo e insocáivel4 vigia contra o mau #umor e a insocia*ilidade% 2!% @vita toda a a.al#a nesse setor% 2 % /e .

inal4 ou se(a4 a regenera25o da alma% 31% 7ompreende 8ue a regenera25o é uma trans.iciente do @spírito /anto% 33% "a escol#a e no tratamento dos textos para teus serm:es4 procura sempre a orienta25o direta do @spírito /anto% .sso te trará poder para a salva25o% "5o #á erudi25o nem estudo 8ue compense a perda dessa comun#5o% /e deixares de manter comun#5o com Eeus4 Hte en.irma n5o #aver participa25o do #omem na regenera25o nem4 por conseguinte4 liga25o entre esta participa25o e o resultado .orma25o tam*ém moral e4 portanto4 voluntária% 32% 7ompreende 8ue o evangel#o se destina a trans.ormar o cora25o dos #omens4 e4 apresentando-o sa*iamente4 podes contar com a coopera25o e.2#% 1assa muito tempo4 diariamente pela man#5 e A noite4 em ora25o e comun#5o direta com Eeus% .ra8uecerás e serás como 8ual8uer outro #omemH% 3$% !cautela-te do erro 8ue a.

34% ?ue todos os teus serm:es se(am do cora25o e n5o apenas da ca*e2a% 35% 1rega A *ase da experi3ncia4 e n5o por ouvires di9er4 nem apenas pela leitura e estudo% 3 % !presenta sempre o assunto 8ue o @spírito /anto p:e no teu cora25o para a ocasi5o% <an2a m5o dos pontos 8ue o @spírito apresentar A tua mente4 e apresenta-os t5o diretamente 8uanto possível A congrega25o% 3!% @ntrega-te A ora25o sempre 8ue .ores pregar4 e vai do aposento para o pClpito com os gemidos íntimos do @spírito procurando express5o nos teus lá*ios% 3"% ! tua mente deve estar plenamente im*uída do assunto4 de maneira 8ue este este(a procurando express5o= a*re a *oca e deixa as palavras saírem como torrente% 3#% N3 8ue n5o este(a so*re ti o Htemor do #omem 8ue arma um la2oH% Eeixa o povo compreender 8ue temes muito a Eeus para tem3-los% .

al#ares em salvá-los% @les n5o poder5o respeitar-te integralmente como em*aixador de 7risto4 se perce*erem 8ue te .4$% "5o deixes nunca 8ue a tua popularidade com o povo ten#a in.luenciado na prega25o por 8uest:es de salário maior4 menor ou nen#um% .lu3ncia so*re a tua prega25o% 41% "5o deixes nunca 8ue a 8uest5o de salário te deten#a de Hdeclarar todo o consel#o de EeusH4 H8uer ou2am 8uer deixem de ouvirH% 42% "5o contempori9es4 para n5o acontecer perderes a con.alta coragem para cumprires o teu dever% 43% 7uida em te Hrecomendar A consci3ncia de todo #omem4 na presen2a de EeusH% 44% "5o se(as Hco*i2oso de torpe ganInciaH% 45% @vita toda apar3ncia de vaidade% 4 % .nspira o respeito do povo pela tua sinceridade e sa*edoria espiritual% 4!% "5o deixes nem de longe 8ue imaginem 8ue possas ser in.ian2a do povo e assim .

estas *ene.icado% 5$% Nela pelas almas4 como 8uem deve prestar contas a Eeus% 51% /3 diligente no estudo4 e instrui ca*almente o povo em tudo 8ue é essencial A salva25o% 52% amais *a(ules os ricos% 53% /3 particularmente atencioso As necessidades e A instru25o dos po*res% 54% "5o te deixes levar A transig3ncia com o pecado pelo su*orno de .4"% "5o d3s a impress5o de 8ue aprecias uma *oa mesa e gostas de ser convidado para (antarF pois isso será um la2o para ti e uma pedra de trope2o para eles% 4#% /u*(uga o teu corpo4 para 8ue4 tendo pregado o outros4 n5o ven#as tu mesmo a ser des8uali.icientes% 55% "5o te deixes tratar pu*licamente como mendigo4 pois do contrário virás a merecer o despre9o de larga classe dos teus ouvintes% .

ian2a do povo e o .5 % -epele toda tentativa de .ase do 8ue os teus serm:es% 5#% /e pregas 8ue os #omens devem servir a Eeus e ao prDximo por amor4 cuida em .undos para ti ou para o tra*al#o da igre(a (unto a #omens mundanos4 em*ora se(am solícitos% .rigério tanto a ti como a eles% 1% -epele toda proposta para angariar .or extravagante4 errado ou pre(udicial entre o teu povo% 5!% +antém a tua integridade e independ3ncia pastorais4 para n5o cauteri9ar a consci3ncia4 apagar o @spírito /anto e perder a con.a9er o mesmo e evita tudo 8ue possa dar a impress5o de 8ue tra*al#as por salário% $% /erve ao povo com amor e anima-os a retri*uir4 n5o com o e8uivalente em din#eiro4 mas com a retri*ui25o do amor4 8ue proporcionará re.ec#ares a *oca a tudo 8uanto .avor de Eeus% 5"% /3 o exemplo do re*an#o= permite 8ue a tua vida ilustre o teu ensino% <em*ra-te de 8ue as tuas a2:es e espírito ensinar5o com ainda maior 3n.

or2os unidos para a convers5o de almas a 7risto% 1odes estar certo de 8ue o dia*o procurará desviar-te nessa dire25o% ?uando estiveres orando e plane(ando um avivamento da o*ra de Eeus4 alguns mundanos da igre(a te convidar5o a uma .avoráveis a es.olgado4 tam*ém é *oa para reuni:es religiosas4 e tua in.estas4 por8ue o povo está .ores4 terás uma série de .esta% "5o vás4 pois se .estas4 8ue vir5o anular as tuas ora2:es% 3% "5o te deixes enganar= o teu poder espiritual perante o povo nunca crescerá pela aceita25o de tais convites em tais épocas% /e a ocasi5o é *oa para .lu3ncia deve ser aplicada para atrair o povo A casa de Eeus% 4% 7uida em con#ecer pessoalmente e viver diariamente a pessoa de 7risto% .2% -epele as .estas e reuni:es sociais dispersivas4 principalmente nas épocas mais .