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0k0A0 0f I f I AL 00 PAkI I 00 S0f I ALI SI A

ulrector Augusto Santos Silva ulrector-adjunto Silvino 0omes da Silva
Internet www.partido-socialista.pt[accao L-nall accao.socialistaQpartido-socialista.pt
uº 1182 - Senanal
0,30

9 1aneiro 2003
Pk0P0SIAS S0fIALISIAS PAkA 0 PAfI0
0f fSIA8ILI0A0f f f00I00 00 IkA8ALh0
0 PS apresentou na
Assembleia da kepública,
no seguimento das
reuniões do Secretariado
Nacional e da fomissão
Política, propostas de
alteração ao Pacto de
fstabilidade
e frescimento,
preparando-se para fazer
o mesmo relativamente
ao fódigo do Irabalho,
medidas estas que visam
corrigir erros e aspectos
inaceitáveis das políticas
de direita traçadas pelo
0overno.


láqlnas 3 a 3
N0V0S 0fSAfI0S PAkA AS fuN0AÇ0fS
10Sf f0NIANA f ANIfk0 0f 0ufNIAL


láqlnas 8 e 9
fNIkfVISIA A ANA 8fNAVfNIf
HINISIfkI0 0A f0ufAÇA0
PAkALISA00 NA kfLAÇA0
f0H AS fSf0LAS


láqlna 7
fNIuSIASH0 S0fIALISIA
NA P0SSf 0f LuLA


láqlna 11
PkfSI0fNfIA 0kf0A
0A uNIA0 Pk0SSf0uf
fSIkAIf0IA 0f LIS80A


láqlna 10
2
9 de Janeiro de 2003
A SfHANA kfVISIA
AfIuALI0A0f
AuI00NI0 C0LAÇ0
Marcelo kebelo de Sousa, !VI / ulárlo Lconónlco,
7 de Janelro de 2003
A MAL uL !0uAS AS IAN0AS
kealizaram-se na passada terça-feira as reuniões do Secretariado Nacional e da fomissão
Política Nacional do Partido Socialista. Na sequência desses encontros, a direcção do
partido mandatou o 0rupo Parlamentar para apresentar na Assembleia da kepública
propostas de alterações ao Pacto de fstabilidade e frescimento e ao fódigo do Irabalho.
0 Partido Socialista apresentou, quarta-feira, na Assembleia da kepública, um projecto
de resolução que consagra o Pacto de fstabilidade e frescimento como um instrumento
fundamental de desenvolvimento económico e social.
fulminando as visitas aos partidos políticos e aos parceiros sociais, o secretário-geral
do PS deslocou-se na passada terça-feira à sede da ffP.
0 presidente da delegação socialista portuguesa no Pf, farlos Lage, participou em
Atenas numa reunião do 8ureau do 0rupo Parlamentar do Partido Socialista furopeu,
no âmbito da presidência grega da união.
0 movimento antiportagens da fkfL desencadeou na passada segunda-feira uma
iniciativa de protesto contra a reposição das portagens. fsta acção contou com a
presença, entre outros, do presidente da foncelhia do PS[Lisboa, Higuel foelho.
9 de Janeiro de 2003
3
AfIuALI0A0f
Au0uSI0 SANI0S SILVA
00VfkN0 0ufk 0ISPfNSAk Au0II0kIA
PS fXI0f 0 HfSH0 kI00k
NA AffkIÇA0 0AS f0NIAS 0f 2002
A alerlçáo das contas µúbllcas de 2002 µelos
nesnos crltérlos utlllzados en 2001 e a
oµoslçáo a nedldas que se traduzan µor recuos
soclals, loran as ldelas centrals delxadas µor
Joáo Cravlnho nuna conlerencla de lnµrensa
µara dlvulqar un dlµlona que o lartldo
Soclallsta aµresentou na Assenblela da
keµúbllca sobre o lroqrana de Lstabllldade e
Cresclnento µara 2003/2006.
0 deµutado, en none do lS, nanllestou
"µrolundas reservas" quanto à conslstencla
da sltuaçáo orçanental no ano µassado e
quanto às µrojecçóes µara 2003, sendo µor
lsso lundanental saber-se con transµarencla
e rlqor o µrocesso de consolldaçáo orçanental.
"L do µróµrlo lnteresse do Coverno saber o
exacto µonto de µartlda, en 2002, ao nivel da
consolldaçáo orçanental", na nedlda en que
ela só se µode consequlr "se lor lelta una
radloqralla conµleta do estado en que o µais
se encontra en 2002".
Joáo Cravlnho utlllzou a lronla µara
desvalorlzar o lacto da nlnlstra das llnanças
ter dlto que náo tonarla a lnlclatlva de audltar
as contas µúbllcas de 2002, dlzendo que
Manuela lerrelra Lelte tanbén já tlnha dlto
que "náo larla qualquer µerdáo llscal, nen
venderla a rede llxa da l!".
uo entanto, náo delxou de advertlr µara o lacto
de o lS estar µreµarado "µara aqlr con
deternlnaçáo e consequencla" relatlvanente
a essa natérla, enbora sen anteclµar cenárlos
sobre a atltude a tonar no caso do Coverno
recusar a exlqencla de aµurar con rlqor a
sltuaçáo de consolldaçáo orçanental de 2002.
Ln relaçáo ao lroqrana de Lstabllldade e
Cresclnento aµresentado µelo Coverno, o lS
ten µrolundas reservas, o que justlllca a
oµoslçáo a qualsquer "nedldas que se
traduzan en recuos soclals lnaceltávels".
"0 µroqrana torna claro que as estlnatlvas
µara 2003 constltuen una lnµortante revlsáo
de todo o quadro nacroeconónlco e
orçanental aµrovado µela nalorla há µoucas
senanas, o que retlra credlbllldade ao
0rçanento de Lstado do corrente ano", acusou
o deµutado soclallsta.
uo µonto de vlsta econónlco, releva a
constataçáo de que o lroqrana aµresenta una
substanclal revlsáo en balxa da µrojecçáo do
cresclnento µara 2003 e µreve "una desµesa
corrente lnlerlor en 1100 nllhóes de euros,
enbora nada se dlqa cono essa reduçáo val
ser concretlzada".
lara Joáo Cravlnho, sáo µouco credivels as
µrevlsóes do Coverno relatlvas à taxa de
lnllaçáo e à reduçáo do consuno µúbllco.
uas dellberaçóes da kesoluçáo aµresentada
µor Joáo Cravlnho na Assenblela da
keµúbllca, o lS relterou o seu aµolo ao lacto
de Lstabllldade e Cresclnento, delendendo
que até 2006 seja atlnqlda una estrutura
equlllbrada das llnanças µúbllcas através da
requallllcaçáo da desµesa, qarantlndo a
ellcácla na arrecadaçáo de receltas e
dlnlnulndo o déllce de una lorna estrutural
e consolldada.
uelende tanbén que o equllibrlo das llnanças
µúbllcas seja artlculado con una µolitlca
econónlca e soclal que aunente a conllança e
dlnlnua a lncerteza.
0 lS nanllesta a sua µreocuµaçáo µelo lacto
de se asslstlr à substltulçáo de nedldas ellcazes
de conbate à lraude e à evasáo llscal e de
consolldaçáo da desµesa corrente µrlnárla µor
una aunento e crlaçáo arbltrárlos de novas
taxas en sectores cono a saúde, educaçáo e
aqrlcultura. Consldera alnda lnaceltável a
deterloraçáo da qualldade de servlços µúbllcos
essenclals.
0 lS delende tanbén que o lLC seja artlculado
con as µroµostas de Crandes 0µçóes do llano
e do 0rçanento de Lstado, lnteqrando un
µrocesso orçanental µlurlanual.
f0II0kIAL
0A kfSP0NSA8ILI0A0f
uos dlas dllicels, é lnµeratlvo µartlr dos µrlnciµlos qerals. Sáo estes, allcerçados nos valores que
delendenos, que µoden e deven servlr de crltérlo µara avallar as sltuaçóes concretas.
0 que está na orden do dla é a questáo da resµonsabllldade. A resµonsabllldade dos dlrlqentes
µolitlcos, dos eleltos reµubllcanos, das orqanlzaçóes µartldárlas.
0ra, há várlos tlµos de resµonsabllldade. lelo nenos tres sáo cruclals: a resµonsabllldade juridlca,
clvll ou crlnlnal, a resµonsabllldade µolitlca, a resµonsabllldade noral.
Lsta últlna é doninlo lrrenunclável da consclencla de cada un, que nelhor entende a que nivel
quer sltuar o µadráo de exlqencla étlca µor que µauta a sua conduta, sujeltando-se naturalnente
ao juizo noral dos seus concldadáos, os µresentes e os vlndouros.
A resµonsabllldade juridlca, deslqnadanente a de natureza crlnlnal, conµete ao slstena de
Justlça, e só a ele, aµurá-la. Aqul, o valor µrlnelro é a µresunçáo da lnocencla do acusado, até ao
trânslto en julqado da resµectlva acusaçáo. lor nalor que seja o alarldo que se crle en torno de
certo lacto ou conµortanento, µor nals lortes que sejan os lndiclos ou as aµarenclas, µor nals
lnslstente que seja a µressáo da oµlnláo µúbllca ou dos várlos aqentes de nedlaçáo da conunlcaçáo
e lnlluencla soclal, o canlnho só µode ser a lndeµendencla absoluta dos trlbunals e o resµelto
escruµuloso µelos dlreltos dos cldadáos. A nlnquén é µernltldo substltulr-se aos trlbunals: nen
aos µartldos, nen às estaçóes de televlsáo e aos jornals.
Colsa ben dllerente é a resµonsabllldade µolitlca. Lla náo µode ser conlundlda con a resµonsabllldade
crlnlnal, µorque sáo outras as dlnensóes e os crltérlos a que se relere. !odos os cldadáos sáo lquals
µerante a Lel, nas os aqentes µolitlcos, os lnvestldos en lunçóes µúbllcas, os reµresentantes do
µovo, todos ten resµonsabllldades acrescldas lace aos seus concldadáos. Lssa é a contraµartlda que
deven à reclanaçáo de delender o lnteresse µúbllco e µrossequlr o ben conun.
A exlqencla de un étlca de resµonsabllldade µolitlca coloca-se de lorna critlca quando está en
causa a averlquaçáo de eventuals resµonsabllldades juridlcas, en µartlcular crlnlnals. uestas
clrcunstânclas, renunclar aos µoderes e µrerroqatlvas do carqo que se exerce é un qesto necessárlo
e nobre. uobre, µorque lonqe de equlvaler a qualquer conllssáo anteclµada de culµabllldade,
destlna-se µelo contrárlo a abdlcar de qualquer µoslçáo de µrlvlléqlo e lavoreclnento µara enlrentar
a Justlça cono slnµles cldadáo. uecessárlo, µara alastar a susµelta de eventual aµroveltanento
do carqo exercldo µara delesa µessoal e, sobretudo, µara µreservar a dlqnldade do carqo, a
leqltlnldade µolitlca de que ele enana, a relaçáo de conllança entre os cldadáos e a sua reµúbllca.
Lste qesto deve, µorén, lazer-se quando haja lundanento concreto na acusaçáo que lnµende
sobre o aqente µolitlco. Isto é: quando é a lnstâncla leqitlna µara laze-lo que levanta
lnquérlto, aµura e vallda lndiclos e µrovas, lornula acusaçáo. uáo sáo as cartas anónlnas,
runores, canµanhas ou noticlas de jornal, nas sln as lnstânclas do Lstado de ulrelto que
conlrontan o honen ou a nulher lnvestldos
en lunçóes µol i tl cas con a sua
resµonsabllldade. Mas, quando tal acontece,
esse honen ou nulher deve assunlr
cl aranente e sen hesl tar a sua
resµonsabllldade µolitlca, renunclando ao
carqo ocuµado e µreservando assln a sua
µróµrla dlqnldade e a dlqnldade reµubllcana.
Lsta é a µoslçáo do lartldo Soclallsta, é esta a
llnha de conduta que nos deve orlentar na
aµreclaçáo de qualquer sltuaçáo concreta.
Por maior que seja o alarido que se
crie em torno de certo facto ou
comportamento, por mais fortes
que sejam os indícios ou as
aparências, por mais insistente
que seja a pressão da opinião
pública ou dos vários agentes de
mediação da comunicação
e influência social, o caminho só
pode ser a independência absoluta
dos tribunais e o respeito
escrupuloso pelos direitos
dos cidadãos.
4
9 de Janeiro de 2003
f00I00 00 IkA8ALh0
Pk0P0SIAS S0fIALISIAS IN0VAH
f f0kkI0fH
0 PS vai apresentar no Parlamento
um conjunto de propostas de
alteração ao fódigo Laboral que
visam corrigir os seus aspectos
mais inaceitáveis como o
alargamento das causas de
despedimento, ao mesmo tempo
que introduz medidas inovadoras
que permitem o reforço da
contratação colectiva e a melhoria
da adaptabilidade das empresas.
lnvlablllzaçáo da relnteqraçáo en caso de
desµedlnento sen justa causa julqado µelo
!rlbunal", allrnou o deµutado.
ua µroµosta soclallsta, kul Cunha destaca
tanbén una "lnovaçáo" que conslste no
aunento µara "nes e nelo de retrlbulçáo base e
dluturnldades µor cada ano conµleto de
antlquldade" aos trabalhadores que entendan
acordar con a entldade µatronal a troca da
relnteqraçáo µela lndennlzaçáo.
uo nesno caµitulo, o lS consldera alnda ser
lnµeratlvo nanter o µrlnciµlo de que a nulher
qrávlda "náo µode ser desµedlda", un lacto que,
exµllcou kul Cunha, na actual µroµosta é
µernltldo nedlante "µarecer lavorável" da
entldade que tenha conµetencla na área da
lqualdade de oµortunldades entre honens e
nulheres.
0 qozo da llcença de µaternldade µassa tanbén,
nas µroµostas soclallstas, a ter carácter
obrlqatórlo.
lara o lS, a vlabllldade da µroµosta do Códlqo
do !rabalho µassa tanbén µela "deternlnaçáo"
de un ninlno de horas de lornaçáo µrollsslonal
certlllcada µor cada ano clvll.
kelatlvanente à adaµtabllldade, o lS condena
a lorna con que a µroµosta de Códlqo do
!rabalho leqlsla µor lqual e de lorna "riqlda e
unllorne" a dlversldade das carrelras e das
µrollssóes e consldera "lnaceltável" que seja o
µatráo a "lnµor adaµtabllldade lunclonal e
nobllldade de horárlo e qeoqrállca".
"0 lS entende e acelta que as enµresas tenhan
necessldade de adaµtar lunclonalnente os seus
trabalhadores e de recorrer à nobllldade
qeoqrállca e de horárlo, nas delende que tals
necanlsnos deven ser acordados en sede de
neqoclaçáo colectlva e deven lnclulr una
cláusula que lnµonha, no caso da adaµtabllldade
lunclonal, a reclasslllcaçáo do trabalhador ao
lln de sels neses", dlsse.
0 lS val tanbén µroµor na Assenblela da
keµúbllca a nanutençáo da qeneralldade dos
actuals llnltes µara a duraçáo e orqanlzaçáo do
tenµo do trabalho.
uo que resµelta ao horárlo nocturno, cuja
µroµosta qovernanental de reduçáo qerou lorte
contestaçáo, o lS µroµóe que se nantenha no
µeriodo "entre as 20 horas de un dla e as 7
horas do dla sequlnte", cono µreve a actual
leqlslaçáo.
A µroµosta de Códlqo do !rabalho avança o lniclo
do µeriodo de trabalho nocturno µara as 22
horas, nantendo o terno às 7 horas do dla
sequlnte.
A nesna µolitlca de delesa da actual lel é notada
no caso da adaµtabllldade, con o Coverno a
delender, no Códlqo, que o llnlte dlárlo do
µeriodo nornal de trabalho µossa ser aunentado
até quatro horas e o lS a µroµor que se
nantenha nas duas horas.
A duraçáo nédla do trabalho deve ser, sequndo
os soclallstas, "aµurada µor relerencla ao µeriodo
que esteja llxado en convençáo colectlva
aµllcável, náo µodendo ser suµerlor a 12 neses,
ou, na lalta de tal µrevlsáo, µor relerencla a
µeriodos náxlnos de quatro neses", que é o
que µreve a lel actual, enquanto o Códlqo do
!rabalho adnlte, en deternlnadas condlçóes,
µeriodos de relerencla de sels neses.
ueternlnados lerlados obrlqatórlos, que o
nlnlstro da Sequrança Soclal µroµóe que,
"nedlante leqlslaçáo esµeclal", µossan ser
qozados "na sequnda-lelra da senana
subsequente", contlnuaráo, de acordo con a
µroµosta soclallsta, a ser qozados no dla en que
se verlllcaren, cono hoje acontece.
AfIuALI0A0f
"A nossa µreocuµaçáo é, µor un lado, náo aceltar
alteraçóes lnaceltávels, e, µor outro, lntroduzlr
lnovaçóes que µernltan o alarqanento da
neqoclaçáo colectlva, de lorna a que as
esµeclllcldades dos várlos sectores da econonla
µossan ter tratanentos µróµrlos, senµre en
sede de concertaçáo soclal", dlsse ao "Acçáo
Soclallsta" o deµutado kul Cunha.
Allás, lenbrou o secretárlo naclonal µara o
!rabalho do lS, "senµre dlssenos que a
µroµosta de Códlqo do !rabalho do Coverno altera
o que náo é necessárlo e náo lnova no que devla
lnovar, µara alén de que é un ajuste de contas
con o µassado e crla conllltualldade soclal".
A nanutençáo do actual reqlne de
desµedlnentos é una das µroµostas de alteraçáo
ao Códlqo do !rabalho que o lS val µroµor na
Assenblela da keµúbllca e que loran aµrovadas
na reunláo da Conlssáo lolitlca uaclonal da
µassada terça-lelra.
"Vanos µroµor que se nantenha o actual reqlne
de desµedlnento, µorque conslderanos
lnaceltável que o nédlco da enµresa verlllque
os atestados µassados µor un coleqa e a
9 de Janeiro de 2003
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f0HISSA0 P0LÍIIfA NAfI0NAL
ALIfkAk f00I00 00 IkA8ALh0
f PAfI0 0f fSIA8ILI0A0f
A Conlssáo lolitlca uaclonal do lS decldlu
nandatar o Cruµo larlanentar µara aµresentar
na Assenblela da keµúbllca µroµostas de
alteraçáo ao lacto de Lstabllldade e Cresclnento
e ao códlqo laboral do Coverno, vlsando alterar
"erros" e "lóqlcas lnaceltávels" que aµonta aos
dols docunentos.
lalando no llnal da reunláo da Conlssáo lolitlca
uaclonal, en que esta declsáo lol tonada, laulo
ledroso, allrnou que quanto ao lLC (lacto de
Lstabllldade e Cresclnento) o lS val lnclulr na
µroµosta de resoluçáo que val aµresentar que a
Assenblela da keµúbllca una reconendaçaó no
sentldo de que as contas do 0rçanento de 2003
sejan alerldas µelo 8anco de lortuqal de lorna
análoqa às de 2002.
laulo ledroso allrnou que o lartldo Soclallsta
reltera o seu aµolo ao lacto de Lstabllldade e
Cresclnento da unláo Luroµela, enbora delenda
que lortuqal deve enµenhar-se na sua
reavallaçáo.
0uanto ao µroqrana de establlldade e
cresclnento do Coverno µortuques, o lS quer
ver corrlqldos "alquns erros" e delende que o
equllibrlo das llnanças µubllcas seja artlculado
con una µolitlca econónlca e soclal que
aunente a conllança e dlnlnua a lnstabllldade.
0 lS ten "µrolundas reservas" quanto "à
conslstencla" da execuçáo do orçanento de 2002
e as µrevlsóes µara 2003 leltas µelo Coverno.
laulo ledroso relerlu alnda ser "µreocuµante" a
evasáo llscal e o aunento de novas taxas na
saúde, educaçáo e aqrlcultura.
Lstas µoslçóes constan de una µroµosta de
resoluçáo que os deµutados soclallstas
aµresentaran entretanto na Assenblela da
keµúbllca.
Helhorar a adaptabilidade
das empresas
0uanto ao Códlqo do !rabalho, laulo ledroso
anunclou que o lS val aµresentar na
esµeclalldade alteraçóes µara "corrlqlr os erros"
de un µrojecto "lnaceltável", no µressuµosto de
que "os µroblenas do nercado de trabalho náo
reslden nos desµedlnentos sen justa causa".
laulo ledroso dlsse que as µroµostas soclallstas
vlsan "nelhorar a adaµtabllldade das enµresas,
relorçando a neqoclaçáo colectlva e náo o seu
bloquelo".
"A adaµtabllldade é una necessldade que deve
ser neqoclada sector a sector e enµresa a
enµresa, no quadro de una aµosta no dláloqo
soclal, que µassa µelo relorço da contrataçáo
colectlva", acrescentou.
0s deµutados soclallstas váo aµresentar una
µroµosta "oµosta e alternatlva" ao conteúdo do
Códlqo Laboral do Coverno µara "delxar lunclonar
as reqras do dláloqo e concertaçáo" entre
enµresas e trabalhadores.
laulo ledroso allrnou lqualnente que nas
µroµostas do lS "há una aµosta no
desbloqueanento da contrataçáo colectlva,
keaoião da
tomissão Raciooa/
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ORDEM DE TRABALHOS
1 Análise da Situação Política
z Aprovação final da Declaração de Princípios
3 Discussão e votação de alterações Estatutárias
4 Discussão e votação das Moções Sectoriais
5 Aprovação dos Regulamentos dos Congressos
Federativos e de Eleição dos Presidentes de
Federação
PS fH H0VIHfNI0
fAS0 fAIIHA ffL0ufIkAS
A entrada da reunláo da Conlssáo lolitlca, lerro kodrlques, lnstado µelos jornallstas, µronunclou-
se, µela µrlnelra vez, en relaçáo à sltuaçáo que se verlllca con a autarca soclallsta de lelquelras.
lara o secretárlo-qeral do lS, "a questáo da conllança µolitlca náo se coloca, vlsto que só se
colocarla se eventualnente hoje a dra. látlna lelquelras, deµols de tudo o que se µassou
onten, tlvesse solrldo nedldas coerclvas nas náo tlvesse sldo obrlqada µelo trlbunal a susµender
o nandato".
Alén dlsso, acrescentou, se as susµeltas se verlllcaren lnlundadas, "náo aµenas a dra. látlna
lelquelras deve voltar a assunlr o seu luqar enquanto µresldente da Cânara, cono deve
µrocurar µor todas as vlas, e o lS está tanbén dlsµonivel µara lsso, µrocessar se alquna cabala
houve en toda esta natérla".
Alnda relatlvanente a este caso, o lS enltlu un conunlcado, no qual consldera que "sen ser
µosta en causa a µresunçáo de lnocencla dos cldadáos, náo há condlçóes µara que a dra.
látlna lelquelras retone as lunçóes de µresldente da Cânara Munlclµal de lelquelras até ao
cabal esclareclnento dos lactos sob lnvestlqaçáo".
quebrando velhos tabus, nuna lóqlca de que una
neqoclaçáo colectlva só µoderá ser substltuida µor
outra tanbén colectlva ou arbltrada".
lara o lS, subllnhou, "a adaµtabllldade das
enµresas náo é resultado de una relaçáo de
lorças" nos locals de trabalho.
A Conlssáo lolitlca, reunlda na sede naclonal
do Larqo do kato, decldlu tanbén µroµor à
Conlssáo uaclonal, do µróxlno lln-de-senana,
que os conqressos dlstrltals das lederaçóes se
reallzen a 3 e 6 de Abrll, sequndo un calendárlo
e una netodoloqla que caberá a este órqáo
aµrovar.
1. f. f. 8.
6
9 de Janeiro de 2003
P0kIA0fNS NA fkfL
00VfkN0 fkIA IHP0SI0
fXIkA0k0INAkI0
AfIuALI0A0f
As manifestações de protesto
ocorridas no passado dia 6, na
fircular kegional fxterior de Lisboa
(fkfL), são °um sério sinal ao
0overno" do °descontentamento
generalizado" que a °injusta"
reposição das portagens nesta via
provocou junto das áreas
metropolitanas de Lisboa.
do llnal do nes seráo dlvulqados todos os
µornenores", qarantlu à Inµrensa o µorta-voz
da Conlssáo de utentes da CkLL.
Adlada llcou lqualnente a lornaçáo de una
lrente uaclonal Antl-lortaqens, "µorque náo
houve unanlnldade nessa natérla e, alén
dlsso, já exlste una Conlssáo ulnanlzadora
do Movlnento dos utentes dos Servlços
PS S0LI0AkI0 f0H H08ILI0A0f fH LIS80A
una llla de veiculos con cerca de sete qullónetros µercorreu, sequnda-
lelra, a CkLL, no sentldo Alverca-0ueluz, nuna acçáo de µrotesto contra
a reµoslçáo de µortaqens nesta clrcular, que lol aµolada µelo lS de Llsboa.
0s soclallstas da caµltal juntaran-se ao buzlnáo orqanlzado µelo
Movlnento dos Cldadáos µela Mobllldade, µorén, o lider da dlstrltal
llsboeta do lS esclareceu que a acçáo náo lol coordenada µelo µartldo,
aµesar dos autarcas soclallstas a aµolaren no lntulto de senslblllzar o
Lxecutlvo µara a lncorrecçáo e lnjustlça de una nedlda noclva que lesa
os lnteresses de todos os cldadáos da Crande Llsboa.
Mlquel Coelho qarantlu alnda que o lS "náo convoca a acçáo de µrotesto,
nas está solldárlo" e aµolará "todo este tlµo de lnlclatlvas desde que
sejan leqals".
"lartlclµel no evento cono cldadáo e cono dlrlqente local do lS µorque
entendl que o µaqanento de µortaqens na CkLL val µrejudlcar a vlda
dos llsboetas náo só a nivel llnancelro, nas tanbén na nobllldade e na
qualldade anblental", dlsse ao "Acçáo Soclallsta".
lor seu turno, a coordenadora do Movlnento dos Cldadáos µela
Mobllldade, Isabel Lsµada, lez un balanço "nulto µosltlvo" desta
lnlclatlva, subllnhando a "adesáo esµontânea de nultas µessoas" que
se juntaran à narcha buzlnando e nanllestando-se lndlqnadas con a
nedlda do Coverno.
"Vanos µlanear novas acçóes, já está narcada una reunláo con todas
as outras conlssóes, náo só da CkLL nas tanbén do IC19 de lorna a
reallzaren-se acçóes de µrotesto conjuntas", anunclou Isabel Lsµada.
A resµonsável adlantou alnda ao nosso jornal que o Movlnento µondera
µrossequlr con outras acçóes noblllzadoras nas quals seráo lncluidos os
conerclantes e as enµresas µúbllcas de transµortes.
A luta contra una µortaqen que se nostra lnjusta e desµroµorclonada
aos olhos dos utentes náo cessará "até que haja, no ninlno, vlas ou
nelos de transµorte alternatlvos µara acesso lnterconcelhlo".
A narcha lenta do µassado dla 6, que se electuava a una nédla de «0
qullónetros/hora e que contou con a µartlclµaçáo de nultos nenbros
da Conlssáo de utentes da CkLL, coneçou µerto das olto da nanhá e lol
enqrossando à nedlda que a caravana lol µassando µelos várlos acessos
à vla.
!rata-se da quarta acçáo de µrotesto en 13 dlas, desde que o Coverno
decldlu reµor as µortaqens na CkLL, tendo sldo orqanlzada µelo
Movlnento de Cldadáos µela Mobllldade e contando con o aµolo do lS
de Llsboa.
H.k.
lúbllcos, que ten a nesna lunçáo", dlsse
Carlos 8raqa.
lara ananhá está µrevlsta una narcha lenta
de µrotesto na CkLL, a qulnta desde que o
Coverno decldlu relntroduzlr µortaqens
naquela vla. 0 µercurso coneçará no nó de
0ueluz e llndará na rotunda do ternlnal !Ik,
en Alverca.
Lntretanto, a 8rlsa allrnou que o tráleqo nédlo
dlárlo na clrcular externa, que en 2001 era
cerca de «0 nll veiculos, µode dlnlnulr até 23
µor cento devldo à relntroduçáo de µortaqens,
o que contrlbulrá µara ao aqravanento do já
conqestlonado trânslto do IC19 e da Sequnda
Clrcular.
HAkY k00kI0ufS
0 avlso lol delxado µelo deµutado soclallsta
Mlquel Coelho, que no µlenárlo da Assenblela
da keµúbllca de onten tanbén questlonou a
noral do Lxecutlvo µara lnµor µortaqens na
CkLL sen µrlnelro construlr o IC30, µrolonqar
a llnha do netroµolltano de 0dlvelas até Loures,
crlar qrandes µarques de estaclonanento à
entrada de Llsboa, conclulr o IC16, o Llxo uorte/
Sul ou alarqar o IC19 e a A3.
Sequndo o lider da concelhla do lS/Llsboa, a
reµoslçáo de µortaqens na clrcular exterlor náo
µassa de "una nedlda avulsa, sen qualquer
tlµo de lóqlca ou coerencla do µonto de vlsta
naclonal", nedlante a qual o Lxecutlvo µrocura
"encontrar una recelta extraordlnárla µara
cobrlr as contas, µelos vlstos nal leltas no
0rçanento kectlllcatlvo, relatlvas ao déllce
deste ano".
"Sonos conlrontados con un novo lnµosto
extraordlnárlo arqultectado à custa de un
neqóclo" estabelecldo entre o Coverno e a
8rlsa, dlsse Mlquel Coelho.
Assln, en troca da verba µaqa µela enµresa
ao Mlnlstérlo das llnanças, a 8rlsa µoderá
usulrulr de aunentos nas µortaqens que, en
alquns casos, sáo suµerlores a cen µor cento,
ultraµassando larqanente a sona das taxas
de lnllaçáo dos últlno sete anos.
Lstá en causa, µols, a vlolaçáo dos µróµrlos
ternos do contrato de concessáo, que µreveen
a actuallzaçáo anual das µortaqens lndexada à
lnllaçáo.
Mas, o deµutado do lS ressalvou que, nesta
natérlas, náo há certezas, una vez que "o
Coverno alnda náo lorneceu ao larlanento os
dados e estudos técnlcos que lundanentaran
o acordo/neqóclo que estabeleceu con a
8rlsa".
Agendadas novas acções
de protesto
Certa e conllrnada está, µorén, a reallzaçáo
de nals una acçáo de µrotesto contra as
µortaqens no µróxlno dla 31, a µartlr das olto
horas da nanhá.
Lsta lol a declsáo nals lnµortante saida de
una reunláo que juntou as conlssóes da CkLL,
IC19, Il3, Lsµlnho e lonte 23 de Abrll à volta
da nesna nesa.
0s noldes deste µrotesto a nivel naclonal estáo
alnda µor dellnlr, nas "dols ou tres dlas antes
9 de Janeiro de 2003
7
ANA 8fNAVfNIf
HINISIfkI0 PAkALISA00
NA kfLAÇA0 f0H AS fSf0LAS
fazer contabilidade escolar fora do
contexto pedagógico de cada
estabelecimento de ensino é uma
medida avulsa, ineficaz e
desprovida de sentido, considera
Ana 8enavente que, em entrevista
ao °Acção Socialista", defende um
modelo de gestão e de autonomia
escolar assente na implementação
da qualidade do ensino e na
integração das diversas dimensões
do universo educativo.
keconhecendo a importância da
formação específica em
Administração fducativa, a
deputada do PS ressalva, porém,
que o perfil dos candidatos a
gestores escolares não é o cerne do
problema da fducação em Portugal
e critica o Hinistério da tutela por
não ter um projecto global de
melhoria da qualidade no ensino.
lor outro lado, é evldente que os desallos µara
a escola do luturo náo se resunen a saber
quen qere as lnstltulçóes de enslno e que,
quando se lala da lnteqraçáo e artlculaçáo da
escola na conunldade con µrojectos educatlvos
µertlnentes µara deternlnada µoµulaçáo,
estanos a lalar de nals qualldade educatlva,
de saidas µrollsslonals e, µortanto, cada vez
que o Coverno acena con lntençóes µoµullsta,
que sabe que caen ben, nas que náo ten
qualquer ellcácla, acho que dá nau slnal,
sobretudo se µercebernos que o Mlnlstérlo da
Lducaçáo náo ten un µrojecto de nelhorla da
qualldade educatlva que lnteqre todas as
dlnensóes das escolas.
Não basta tirar, de vez em quando, um
coelho da cartola, não é?
Certanente que náo. Allás, é de sallentar que
nunca nals se ouvlu lalar sobre a autononla
das escolas, nen do llnanclanento dos
µrojectos escolares.
0 que se vlu lol o lln do µroqrana Clencla Vlva,
que µernltla às escolas trabalharen nelhor a
lornaçáo clentillca, e o desaµareclnento do
Instltuto de Inovaçáo Lducatlva, que, através
dos seus µrojectos, µernltla às escolas teren
recursos µara un trabalho con nals qualldade
e veren as suas boas µrátlcas reconhecldas.
!enos en curso una reorqanlzaçáo no enslno
báslco, con novas áreas currlculares e estudo
aconµanhado de área de µrojecto no ânblto
do qual náo lol dado aµolo aos µrolessores nen
lelta a µubllcaçáo do naterlal de aµolo.
Acresce dlzer que o nlnlstérlo está
conµletanente µarallsado na sua relaçáo con
as escolas.
Ln suna, todos estes sáo exenµlos que náo
auquran nada de bon.
faso o 0overno avançasse com a substituição
de professores por gestores de escolas, que
consequências práticas se sentiriam na vida
das instituições de ensino e dos alunos?
A qestáo de una escola é a qestáo do seu
trabalho e, neste caso, estanos a lalar na
educaçáo das µessoas. lor lsso, a vertente
adnlnlstratlva náo µode ser alhela ao µrojecto
educatlvo.
Se µensarnos nuna lábrlca, a qestáo desta
deve ter en conta aqullo que µroduz e as
exlqenclas dessa µroduçáo. !oda a orqanlzaçáo
da lábrlca é lelta en lunçáo do µroduto llnal.
0ra, no caso da educaçáo, está en causa a
lnstruçáo e lornaçáo de crlanças e jovens, con
transnlssáo de saberes, nas tanbén de
atltudes, de nodos de estar, de ser e de lazer.
lortanto, a adnlnlstraçáo de una escola náo é
una nera questáo de contas. !rata-se de
atrlbulr recursos às actlvldades lundanentals
e de qerl-los de acordo con o µrojecto educatlvo
escolar, que, lnserldo no quadro de qestáo do
estabeleclnento, deve ter a µartlclµaçáo dos
µals dos alunos e da conunldade.
Assln, saber se quen qere é una µessoa
vocaclonada µara a contabllldade é
relatlvanente lndllerente, desde que a qestáo
seja conµetente en lunçáo do µrojecto
educatlvo.
0 que é verdadelranente necessárlo é que o
µrollsslonal en causa tenha consclencla clara
dos recursos e das necessldades, que esteja
lnteqrado na vlda da escola e que, µor lsso,
µossa contrlbulr µara a náxlna ellcácla do
µrojecto educatlvo.
lessoalnente, náo sou contra a contrataçáo
de µessoas do exterlor da escola µara a qestáo
da nesna, senµre que esta náo tenha
lunclonárlos aµtos ao desenµenho dessas
conµetenclas e senµre que a qestáo seja lelta
aos servlço do trabalho educatlvo.
No seu entender, a substituição de
professores por gestores profissionais lesaria
a autonomia das escolas?
Con toda a certeza. Ln educaçáo, a
adnlnlstraçáo e µedaqoqla ten que andar de
náos dadas.
A ldela de ter na qestáo das escolas µessoas
con lornaçáo en Adnlnlstraçáo Lducatlva é
µosltlva, nas ela náo µode ser usada cono
critlca contra quen, até aqora, ten qerldo os
nossos estabeleclnentos de enslno, µorque se
náo losse a lntervençáo dos µrolessores nesta
natérla, estou convenclda de que a crlse
educatlva terla sldo nulto nals µrolunda.
houve, en todo o lais, docentes que deran
nulto do seu tenµo e conµetencla no exerciclo
de lunçóes de qestáo nos Conselhos Lxecutlvos,
nas é µreclso que se dlqa que a nalorla deles
ten µrocurado una lornaçáo esµecillca en
Adnlnlstraçáo Lducatlva.
Assln, reltero, deslnserlr a adnlnlstraçáo da
educaçáo do contexto µedaqóqlco náo laz
qualquer sentldo.
0uais os próximos passos do 0P[PS nesta
matéria?
0 Cruµo larlanentar do lartldo Soclallsta está
a elaborar una lel-quadro da qualldade
educatlva que lorçosanente abordará as
questóes da qestáo e autononla das escolas, a
aµresentar en breve.
HAkY k00kI0ufS
0ual a posição do Partido Socialista face à
noticiada pretensão do 0overno de colocar
gestores profissionais à frente das escolas
básicas e secundárias?
A µoslçáo do Coverno náo é táo taxatlva quanto
as últlnas noticlas µoden lazer crer. Aqullo
que lol allrnado µelo nlnlstro da Lducaçáo é
que qostarla de ver à lrente das escolas
µrolessores con lornaçáo esµecillca en
Adnlnlstraçáo Lducatlva ou, no caso de náo
estaren dlsµonivels os docentes da escola,
µoder abrlr-se un concurso µara candldatos -
do corµo docente ou náo -, nas con lornaçáo
esµecillca na área, sendo esta, senµre, una
declsáo que caberla ao estabeleclnento de
enslno.
losto lsto, a noticla dlvulqada a este resµelto
náo é conµletanente rlqorosa. ue qualquer
nodo, µara o lS, o µerlll do qestor das escolas
náo µode ser seµarado dos nodelo de qestáo e
de autononla e de toda a µolitlca que se quer
µara nals qualldade educatlva.
0 que acho lanentável, terrivel, desqastante e
neqatlvo é constantenente haver allrnaçóes
e µroµostas do Coverno desqarradas, lsoladas,
sobre un ou outro asµecto. Ceralnente µrocura
assuntos que ten lnlluencla lnedlata junto da
oµlnláo µúbllca.
L que, quando se le nun titulo de jornal
"Coverno quer qestores µrollsslonals à lrente
das escolas", está subentendldo que os
µrolessores sáo naus qestores e que un dos
µroblenas da qualldade educatlva na ná qestáo
escolar. Isso é neqatlvo. L ver o µroblena de
un nodo nulto µarcelar, nulto µobre, nulto
µouco lnlornado.
fNIkfVISIA
8
9 de Janeiro de 2003
kfP0kIA0fH
fuN0AÇA0 10Sf f0NIANA
AP0SIA NA f0kHAÇA0
Pk0fISSI0NAL f fÍVIfA
081ffI0 S0fIAL
A lundaçáo ten µor llnalldade µronover o
desenvolvlnento do assoclatlvlsno,
vlsando a construçáo de una socledade
nals llvre, lqualltárla e justa, con total
resµelto µelos ulreltos do honen e µela
Constltulçáo da keµúbllca µortuquesa
cunµrlndo-lhe, deslqnadanente, a
µronoçáo de acçóes de lornaçáo a todos
os nivels.
A organização de cursos de
educação cívica de curta duração, é
uma das prioridades da fundação
1osé fontana para 2003 de forma a
devolver a esta instituição de
utilidade pública o estatuto
formativo que teve até à primeira
metade da década de 80.
A nova dinâmica que se pretende
para esta fundação próxima da área
socialista passa em muito pela
renovação verificada no seu
fonselho 0irectivo, para onde
entraram Augusto Santos Silva,
Pedro Adão e Silva, fdmundo
Hartinho e Artur Penedos.
ten µronovldo ao lonqo dos anos, quer µara a
valorlzaçáo dos trabalhadores no actlvo quer
µara desenµreqados, esta lnstltulçáo de
utllldade µúbllca µrossequlrá a aµosta na
lornaçáo µrollsslonal, tendo en conta as
nornas e exlqenclas do III 0CA.
"0s nossos cursos de lornaçáo µrollsslonal,
µela excelencla dos lornadores e utllldade das
áreas nlnlstradas, ten tldo ao lonqo dos anos
un exlto táo qrande, que sáo os µróµrlos
lornadores e lornandos que sáo os seus
µrlnclµals dlvulqadores", relere este nenbro
do Conselho ulrectlvo, con alquna µonta de
orqulho.
Antónlo kels, reelelto secretárlo-qeral da
lundaçáo José lontana, allrna que no quadro
do µlano de actlvldades µara 2003 desta
lnstltulçáo µretende-se dar "un novo
lncrenento" às acçóes de lornaçáo µrollsslonal
e lornaçáo µolitlca e slndlcal, ben cono "una
nalor dlvulqaçáo" da revlsta "llnlsterra".
ua área da lornaçáo µolitlca e slndlcal, ulas da
Sllva, nenbro do Conselho ulrectlvo, relere
que a lundaçáo lrá contlnuar a colaborar con a
!endencla Slndlcal Soclallsta e con a lundaçáo
lrledrlch Lbert, noneadanente no ânblto da
lornaçáo de quadros slndlcals, adlantando que,
enbora lnteqrada na lornaçáo µrollsslonal, "é
nossa lntençáo, en todos os cursos, ternos
un nódulo sobre assoclatlvlsno, abordando-
se, obvlanente, a tenátlca do slndlcallsno".
Allás, na lornaçáo esµecillca de kecursos
hunanos, sallenta, é dado un nódulo de olto
horas sobre assoclatlvlsno, "alén de ao lonqo
da acçáo se lalar con bastante lrequencla sobre
o µaµel dos slndlcatos, noneadanente no que
resµelta aos dlreltos colectlvos dos
trabalhadores".
"!rata-se de un tena con µartlcular
actualldade, nuna altura a que se asslste a
una qlqantesca olenslva do Coverno contra o
novlnento slndlcal e os dlreltos lndlvlduals e
colectlvos dos trabalhadores, consubstanclada
no Códlqo do !rabalho", dlz.
Aµesar dos "condlclonanentos llnancelros", é
tanbén objectlvo da José lontana desenvolver
acçóes de lornaçáo µolitlca, µara o que deven
ser contactadas as estruturas do lS.
ulas da Sllva relere alnda que a lundaçáo
"estará senµre dlsµonivel, dentro das suas
caµacldades e µosslbllldades, µara aµolar e
µartlclµar en todos os µrojectos µara os quals
seja convldada a dar a sua colaboraçáo e cujos
objectlvos se enquadren nos seus llns e
objectlvos".
kelatlvanente à área da lornaçáo µrollsslonal,
onde é reconheclda a qualldade das acçóes que
"Lsta é, µols, una área que contlnuará a estar
no centro das nossas actlvldades, una vez que
conslderanos que a quallllcaçáo das µessoas
assune cada vez nals un µaµel declslvo µara o
desenvolvlnento do lais", acrescenta.
lor outro lado, a lundaçáo lrá contlnuar, en
estrelta colaboraçáo con a lundaçáo lrledrlch
Lbert e o Instltuto Alenáo, a orqanlzar
colóqulos e senlnárlos sobre tenas da
actualldade µolitlca.
Hais meios e apoios
lor outro lado, na área edltorlal e cultural, a
lundaçáo ten cono objectlvo µara 2003
"lncrenentar a dlvulqaçáo" da revlsta de
rellexáo e critlca "llnlsterra", dlrlqlda µor
Lduardo Lourenço.
"L nosso objectlvo lncrenentar a dlvulqaçáo
da revlsta, en ternos de asslnatura", relere
ulas da Sllva, subllnhando que a µubllcaçáo,
"µela qualldade dos seus colaboradores e µela
lnµortâncla dos tenas que trata", ten tldo
"ecos lavorávels, noneadanente de quadros
lnternédlos e unlversltárlos, que váo buscar à
nossa revlsta nultas ldelas, lncluslve µara teses
de nestrado".
uados os constranqlnentos llnancelros con
que esta lnstltulçáo de utllldade µúbllca
actualnente se debate, ulas da Sllva allrna
que a lundaçáo "µreclsa de nals nelos" e µor
lsso esµera "todo o aµolo µossivel", de lorna a
que "µossanos desenvolver una nalor
actlvldade en várlas áreas, náo só no canµo
slndlcal".
1. f. fASIfL0 8kANf0
9 de Janeiro de 2003
9
kfP0kIA0fH
fuN0AÇA0 ANIfk0 0f 0ufNIAL
AP0I0 A 0fSIA0 AuIAk0uIfA
f0kP0S S0fIAIS
fonselho de Administração
Jorqe Coelho (µresldente)
Antónlo Calanba
Antónlo Landelra
Lduardo Craça
José Auqusto Carvalho
Marla da Luz koslnha
kul Solhelro
fonselho kevisor de fontas
Azevedo lerelra
ledro Coelho
Luis Molsés Alonso
Informação
ulrector dos "Cadernos Munlclµals" - Carlos
/orrlnho
No âmbito de um novo impulso
que pretende dar às actividades da
fundação Antero de 0uental, o
recém-eleito fonselho de
Administração desta instituição de
utilidade pública, presidido agora
por 1orge foelho, definiu três
prioridades: realização de cursos
de formação profissional sobre
temas ligados à gestão autárquica,
melhoria do conteúdo e da
divulgação da revista °fadernos
Hunicipais e retoma dos cursos de
formação em política autárquica.
0 novo Conselho de Adnlnlstraçáo da lundaçáo
Antero de 0uental, elelto no µassado dla 19 de
uezenbro, µretende revltallzar as actlvldades
desta lnstltulçáo, centrando-as lundanental-
nente nun nalor aµolo à qestáo dos nossos
autarcas e à µronoçáo do desenvolvlnento do
µoder local.
lara o elelto, loran já dellnldas as µrlnclµals
llnhas de acçáo que váo nortear a actlvldade da
lnstltulçáo nos µróxlnos anos.
Assln, na área edltorlal, há una lorte aµosta na
revlsta "Cadernos Munlclµals", µubllcaçáo de re-
lerencla no unlverso autárqulco naclonal, que ten
un novo dlrector, o canarada Carlos /orrlnho.
"L nosso objectlvo nelhorar o conteúdo dos tenas
tratados na revlsta e lançarnos un conjunto de
lnlclatlvas µara una nalor clrculaçáo e
lnµlantaçáo desta µubllcaçáo junto dos aqentes
autárqulcos", allrna Antónlo Calanba, recén-
elelto µara o Conselho de Adnlnlstraçáo.
0ebates e seminários
uo ânblto das acçóes de lornaçáo µrollsslonal,
co-llnancladas µelo lundo Soclal Luroµeu, que
ocuµan un luqar de destaque nas actlvldades
desenvolvldas µela lundaçáo, Calanba adlanta
que os cursos µroqranados µara o corrente ano
váo ter una conµonente "nals vocaclonada µara
a qestáo autárqulca, con tenas llqados a esta
µroblenátlca".
laz tanbén µarte dos µlanos da lundaçáo retonar
os cursos de lornaçáo µolitlca autárqulca, "de
lorna a dar aos autarcas un enquadranento cono
µoden desenvolver as suas µolitlcas nas nals
dlversas áreas".
lor outro lado, a Antero de 0uental val tanbén
orqanlzar debates e senlnárlos sobre tenas cono
o µoder local e o desenvolvlnento reqlonal, entre
outros.
A lundaçáo ten tanbén un Cablnete Juridlco
que val alarqar o aµolo que µresta aos autarcas de
nunlciµlos e lrequeslas de nenor dlnensáo,
noneadanente nos doninlos do ulrelto
Adnlnlstratlvo e nas questóes do µoder local.
1.f.fASIfL0 8kANf0
10
9 de Janeiro de 2003
PkfSI0fNfIA 0kf0A AVANÇA
f0H °fSIkAIf0IA 0f LIS80A"
0ufkkA f0NIkA 0 IkA0uf
SAHPAI0 APfLA A uNIA0 fuk0PfIA
PAkA HANIfk f0fSA0 f uNI0A0f
A concretlzaçáo da estratéqla dellnlda na
Clnelra de Llsboa, en 23 e 2« Março de 2001,
que µretende tornar a unláo Luroµela o esµaço
econónlco baseado no conheclnento nals
dlnânlco e conµetltlvo do nundo, é una das
µrlorldades dellnldas µela µresldencla qreqa,
que se lnlclou no µassado dla 1 de Janelro.
A adoµçáo µela µresldencla qreqa do
aµrolundanento das netas dellnldas no
Conselho Luroµeu de Llsboa de Março de 2003,
durante o qoverno do lartldo Soclallsta llderado
µor Antónlo Cuterres, é una das narcas nals
µrolundas no µrocesso de desenvolvlnento da
unláo Luroµela, no sentldo de a tornar nals
conµetltlva sobretudo en relaçáo aos Lstados
unldos.
Alquns dos asµectos nals lnµortantes da
"Lstratéqla de Llsboa" µrenden-se con o
aunento µor µarte dos Lstados-nenbros do
lnvestlnento nos sectores de alta µrodutlvldade
e nas novas tecnoloqlas. lretende-se tanbén
lncentlvar os Lstados a lnµlenentaren
relornas a nivel da llberallzaçáo dos nercados,
revlsáo da llscalldade das enµresas,
nodernlzaçáo dos nercados de trabalho e
encorajanento da utlllzaçáo das novas
tecnoloqlas de lnlornaçáo.
Intlnanente assoclado à "Lstratéqla de Llsboa"
está a Carta Luroµela das lequenas Lnµresas,
adoµtada no encerranento da µresldencla
µortuquesa, en Santa Marla da lelra. A Carta,
cuja lnµlenentaçáo já teve reµercussóes
µosltlvas junto dos µoderes µúbllcos e dos nelos
µrollsslonals, ten cono objectlvo lundanental
reconhecer o µaµel das µequenas enµresas na
qeraçáo de rlqueza e de ben estar no esµaço
euroµeu, na nedlda en que elas dáo enµreqo a
atlnqlr o objectlvo a que se µroµôs en Llsboa:
utlllzar o conheclnento µara se tornar o esµaço
econónlco nals dlnânlco e conµetltlvo do
nundo.
Alnda no contexto da herança da qovernaçáo
da µresldencla µortuquesa do µrlnelro senestre
de 2001, está a reallzaçáo, en Llsboa, en 3 de
Abrll, da Clnelra uL/Alrlca.
foncretizar o alargamento
Contlnuar o µrocesso de alarqanento a nals
dez µaises e µrossequlr as neqoclaçóes con a
8ulqárla e a konénla, que deveráo aderlr en
2007, estáo tanbén ente as µrlorldades da
µresldencla qreqa, que µretende lqualnente
desenvolver os contactos con a !urqula.
ue relerlr que alnda durante a µresldencla qreqa
coneçaráo já a reqlstar-se as µrlnelras
alteraçóes asslnalávels no lunclonanento das
lnstltulçóes conunltárlas, já que os dez luturos
nenbros da unláo µoderáo, a µartlr de llnals de
Abrll, µartlclµar nas reunlóes dos Conselhos de
Mlnlstros con o estatuto de observadores actlvos,
o que náo lhes dá alnda o dlrelto de voto.
A µresldencla qreqa enµenhar-se-á tanbén no
desenvolvlnento de una µolitlca euroµela de
lnlqraçáo, asllo e de qestáo das lrontelras
externas, tena de µartlcular lnteresse µara a
Crécla, en vlrtude da sua µoslçáo qeoqrállca sltua-
da entre os balcás, o nedlterrâneo e a !urqula.
lacto lqualnente relevante, é a conclusáo dos
trabalhos da Convençáo sobre o luturo da Luroµa
no llnal da µresldencla qreqa, e que terá certa-
nente una qrande lnlluencla no debate sobre a
arqultectura lnstltuclonal nuna unláo a 23.
P.P.
63 nllhóes de µessoas e reµresentan 33 µor
cento dos µostos de trabalho na unláo. L µor
lsso un elenento lundanental na allrnaçáo da
"Lstratéqla de Llsboa".
0 lresldente da keµúbllca, Jorqe Sanµalo,
nanllestou esta senana o seu desejo que a
unláo Luroµela nantenha a coesáo e unldade
de µroµósltos µerante a µosslbllldade de una
ataque ao Iraque. 0 lresldente lalava na
cerlnónla de votos de Ano uovo ao corµo
dlµlonátlco, no laláclo uaclonal de Malra.
Lntre os Lstados-nenbros da unláo Luroµela,
os tres nalores e nals lnlluentes µaises, a Crá-
8retanha, lrança e Alenanha, ten µoslçóes
totalnente dlstlntas quanto a una lntervençáo
no Iraque. Lnquanto a Crá-8retanha é un
allado lncondlclonal dos Lstados unldos, a
Alenanha náo envla nenhun soldado nen
µartlclµa con qualquer contrlbulçáo llnancelra.
Já a lrança, exlqe que qualquer declsáo de
atacar o Iraque µasse µrlnelro µelas uaçóes
unldas. Lstas dlverqenclas µoden abrlr brechas
na coesáo da unláo Luroµela, cono alertou o
lresldente Jorqe Sanµalo, que consldera
lqualnente que aµenas ao Conselho de
Sequrança das uaçóes unldas conµetlrá decldlr
se deve ou náo haver una ataque ao Iraque.
una µoslçáo ben exµresslva lol esta senana
assunlda µelo lider do larlanento da Crécla,
µais que detén actualnente a µresldencla da
unláo Luroµela. lara Aµostoulos laklananls,
"µrovavelnente un dos objectlvos da oµeraçáo
nllltar dos Lstados unldos é justanente aqlr
de lorna a nlnar a dlnânlca dos µovos
euroµeus µara a unlllcaçáo".
laklananls lol nals lonqe e conslderou
nesno que se náo lor lnµedlda a querra no
Iraque, através da dlnanlzaçáo "das lorças
µara a µaz, será cono dlnanlte µara a
unlllcaçáo da unláo Luroµela".
!anbén Jorqe Sanµalo delendeu una
"dlµlonacla lnternaclonal actlva µara
encontrar soluçóes que qarantan a µaz" e
nanllestou-se totalnente contrárlo à doutrlna
da querra µreventlva e dos ataques
unllaterals. uelendeu antes que os
lnsµectores da uaçóes unldas tenhan
condlçóes µara reallzar serenanente o seu
trabalho e que o Iraque "resµelte
escruµulosanente, sen rodelos nen
nanobras dllatórlas, náo aµenas a letra cono
o esµirlto da kesoluçáo 1««1".
0 µrlnclµal objectlvo da µresldencla qreqa é aqora
dlnanlzar os asµectos que náo o loran
sullclentenente nos últlnos dols anos e nelo,
de lorna a que, en 2010, a unláo µossa de lacto
fuk0PA
9 de Janeiro de 2003
11
8kASIL
fNIuSIASH0 S0fIALISIA
NA P0SSf 0f LuLA 0A SILVA
f0NSfLh0 0A IS
kfuNf-Sf fH k0HA
0 secretárlo-qeral do lS, lerro kodrlques será un dos oradores no Conselho da Internaclonal
Soclallsta, que reunlrá en kona, en 20 e 21 de Janelro, 1«1 µartldos da lanilla soclallsta µara
µreµarar o lórun Soclal Mundlal de lorto Aleqre (8rasll) e o lórun Lconónlco Mundlal de uavos
(Suiça).
0 tena que estará en dlscussáo µelos soclallstas de todo o nundo é "lor una socledade qlobal
nals lqualltárla" e debruçar-se-á tanbén con una µartlcular atençáo sobre a sltuaçáo nos balcás
e no Médlo 0rlente.
A lntervençáo de abertura, no dla 20, está a carqo do µresldente da Cânara de kona, Walter
Veltronl, sequlndo-se dlscursos de reµresentantes soclallstas ltallanos e do µresldente da
Internaclonal Soclallsta, Antónlo Cuterres.
lara o conclave que se reallzará en kona estáo já conllrnadas as µresenças do ex-nlnlstro dos
ueqóclos Lstranqelros de Israel, Shlnon leres, e de un reµresentante da Autorldade lalestlnlana.
uestaque alnda µara o lacto deste Conselho llcar asslnalado con a crlaçáo de un qruµo de
trabalho, coordenado µelo ltallano llero lasslno, que será o resµonsável µela elaboraçáo de un
docunento sobre a relorna da Internaclonal Soclallsta.
lol con entuslasno e esµerança no luturo da
esquerda que várlos dlrlqentes soclallstas
estlveran µresentes na tonada de µosse do novo
lresldente do 8rasll, Luis Ináclo Lula da Sllva.
lerro kodrlques, cono secretárlo-qeral do lS e
Antónlo Cuterres, cono µresldente da
Internaclonal Soclallsta, exµressaran a sua
conllança no luturo de un estreltanento das
relaçóes con as estruturas µartldárlas de que
anbos sáo, resµectlvanente, resµonsávels.
Ln declaraçóes µúbllcas deµols de un encontro
con o novo lresldente brasllelro, lerro kodrlques
nanllestou a sua satlslaçáo con a vltórla de
Lula da Sllva e conslderou que o novlnento
soclallsta a nivel nundlal µreclsa de sanque novo
e, sobretudo, de exµerlenclas vltorlosas, jovens
e con lorça, cono a do lartldo dos !rabalhadores.
ueste sentldo, lerro kodrlques exµrlnlu dols
desejos: un, que o l! lntenslllque as relaçóes
con o lartldo Soclallsta, o que de certa lorna já
llcou estabelecldo con dlrlqentes daquele
µartldo, o outro, que o l! lnqresse raµldanente
na Internaclonal Soclallsta, onde aqora aµenas
ten assento cono observador. "0 desejo do lS
en lortuqal é que o l! entre o nals raµldanente
µossivel na Internaclonal Soclallsta, que está
de braços abertos µara o receber", allrnou.
lara lerro kodrlques, a adesáo de µleno dlrelto
do l! à Internaclonal Soclallsta serla un
elenento de translornaçáo µosltlva da µróµrla
estrutura, que lhe µernltlrla "resµonder nelhor
aos anselos de µroqresso, de llberdade e de µaz
en todo o nundo". Manllestou, µor lsso, o desejo
que o µrocesso de aµroxlnaçáo entre as duas
estruturas µossa llcar concluido já no µróxlno
conqresso da IS, que se reallza en Setenbro ou
0utubro deste ano.
lor outro lado, nanllestou o seu oµtlnlsno con
o Coverno de Lula da Sllva, tendo destacado a
lnµortâncla das µrlorldades µolitlcas já
anuncladas, cono o conbate à lone e à µobreza,
o que constltul un slnal claro das µreocuµaçóes
qenulnanente soclals. "A econonla náo é un
lln, nas un lnstrunento µara o desenvolvlnento
dos µovos", conslderou o secretárlo-qeral do lS,
nanllestando a esµerança de que o Coverno de
Lula da Sllva, ao náo subordlnar a sua µolitlca
externa aos Lstados unldos, µossa contrlbulr
µara un nundo nals equlllbrado.
0 lider do lS delendeu alnda un relaclonanento
nals lorte entre o 8rasll e lortuqal e un µrojecto
nals sólldo µara a Conunldade dos laises de
Linqua lortuquesa.
Haturidade
da democracia brasileira
lor sua vez, o µresldente da Internaclonal
Soclallsta, Antónlo Cuterres, conslderou que a
vltórla de Lula da Sllva asslnala una lnequivoca
denonstraçáo de naturldade da denocracla
brasllelra, e ten un slqnlllcado µolitlco que
ultraµassa as lrontelras do µróµrlo µais.
0 µresldente da IS eloqlou o µercurso de vlda do
novo µresldente brasllelro, consaqrado aos nals
desµroteqldos, ben cono a "adnlrável translçáo
de qoverno".
Cuterres relerlu-se alnda àqueles que crltlcaran
a oµçáo dos lnvestldores µortuqueses no 8rasll,
"que certanente en breve nudaráo de oµlnláo".
"0 lnvestlnento no 8rasll deve ser vlsto nuna
µersµectlva de lonqo µrazo. L una oµçáo
estratéqlca, una aµosta no luturo", conslderou.
uelendeu alnda que lortuqal veja sen
conµlexos e con lnteresse o relorço da µresença
brasllelra na ClLl e no nundo. "lortuqal µoderá
valorlzar-se na Luroµa na nedlda en que
valorlzar os µaises de linqua µortuquesa",
subllnhou.
P.P.
INIfkNAfI0NAL
12
9 de Janeiro de 2003
0PINIA0
ANI0NI0 fukI0
PS 0fVf Sfk f0NIf 0f fSPfkANÇA
f H0I0k 0f INIfIAIIVA
Iomar a iniciativa de apresentação
de propostas concretas para
problemas reais e criar condições
para a manutenção da esperança e
da confiança no País são as duas
missões socialistas que o
militante António furto deseja
ajudar a cumprir, num quadro de
reflexão na oposição que prepare o
caminho para o regresso do PS ao
0overno, com ferro kodrigues
como primeiro-ministro.
PfkfIL
uone
António 1osé Hanteigas Lopes furto
Idade
53 anos
lrollssáo
fconomista
¬cÞÞ/c·
Pesca, leitura, cinema e música
Mllltâncla
Inscrição no PS a 21 de Harço de 2002
kelerenclas soclallstas
Hário Soares, Vítor fonstâncio e ferro
kodrigues
soclallstas usando o µronone µessoal «Lles».
uesde o dla 21 de Março de 2002 µassel a
dlzer 'uós'", exµllca, ressalvando que senµre
que estlver en desacordo con a actuaçáo
Ser nllltante lnµllca ter una µersµectlva
estruturada dos µrlnciµlos reµresentados e
delendldos µelo µartldo, en ternos
conµortanentals e de vlda. lor lsso, "náo
basta lazer dlscursos soclallstas", é µreclso
"vlver dlarlanente a solldarledade, a
lraternldade e as µreocuµaçóes soclals".
Assln µensa Antónlo Curto, econonlsta de
33 anos, que senµre slnµatlzou con a
esquerda denocrátlca e con o ldeárlo
soclallsta, µelo que nanllestara vontade de
llllar-se no lS já en 1986, na altura en que
lol extlnta a uLuS de que lez µarte.
A concretlzaçáo desta declsáo lol adlada 16
anos µor vlclssltudes da vlda, nas a µroxlnl-
dade ldeolóqlca deste nllltante "recente"
lol constante, até que, há nenos de un ano,
ollclallzou a sua adesáo à lanilla soclallsta.
A derrota do lS nas leqlslatlvas µreclµltou
a asslnatura da llcha de lnscrlçáo.
Sequndo Antónlo Curto, "durante sels anos,
o lS teve condlçóes µara qerlr e qovernar,
nas náo as soube aµroveltar".
lara justlllcar a sua critlca, o canarada
exenµllllca con un caso µrátlco e µessoal.
Convldado µelo Lxecutlvo chellado µor
Antónlo Cuterres µara assunlr lunçóes cono
µresldente do Cablnete µara a kecuµeraçáo
de Crédlto (Cacre), reµto que aceltou, o
nllltante recorda que este era un
lnstrunento "central µara o llano Mateus",
sallentando de sequlda o sucesso deste
elenento estratéqlco µara a econonla
naclonal.
"Só no µrlnelro ano o llano Mateus µernltlu
a recuµeraçáo de 300 nllhóes de contos e o
recrutanento de 73 nll contrlbulntes µara
a Sequrança Soclal", asslnala, lanentando
que una nudança de nlnlstro tenha travado
una nedlda táo ellclente.
A sua assunlda oµoslçáo a este recuo
qovernatlvo le-lo denarcar-se do lS. Con
a adesáo ao µartldo, o econonlsta reassune
una µoslçáo de lnteqraçáo e de resµonsabl-
llzaçáo µessoal.
"Já náo µosso lnµutar erros conetldos µelos
do µartldo, lará ouvlr a sua oµoslçáo "en
sede µróµrla".
"0 que verdadelranente quero é ajudar a
evltar que erros conetldos no µassado
volten a reµetlr-se", conlldencla.
Aµesar dos µrecalços, Antónlo Curto
reconhece à adnlnlstraçáo soclallsta
contrlbutos "nulto µosltlvos", noneada-
nente na área educatlva.
"0 lS deve orqulhar-se e assunlr a bandelra
da relorna do enslno µré-escolar", delende,
relterando que no sector da solldarledade e
da lornaçáo das µessoas é onde a essencla
do µensanento soclallsta µode evldenclar-
se, sen esquecer, contudo, as questóes
econónlcas.
0uanto ao µresente, as µreocuµaçóes de
Antónlo Curto reslden nos µroblenas soclals
alarqados que una crlse econónlca, cujos
µrlnelros slntonas sáo já µerceµtivels,
µoderá desencadear ao nivel do desenµreqo
e da qualldade de vlda en qeral.
lara o novel nllltante, o lais vlve un
abrandanento do cresclnento, nas as exµec-
tatlvas µesslnlstas e a quebra de conllança
nos aqentes econónlcos e soclals µoden,
de lacto, deqenerar nuna sltuaçáo critlca.
"A nlnha qrande anblçáo é que o lartldo
Soclallsta tenha caµacldade de dar esµerança
às µessoas, ou seja, que crle condlçóes µara
realçar as colsas µosltlvas que tenos",
conlessa.
ueste sentldo, o canarada subllnha a
lnµortâncla de se aµresentar µrojectos
concretos que conslqan dellnlr con o
náxlno rlqor a sua exequlbllldade .
"lara alén da lncaµacldade deste Coverno,
qostarla de ser surµreendldo µela caµacldade
de allrnaçáo do neu µartldo", dlz,
conslderando que os µassos dados µelo
actual secretárlo-qeral do lS e a sua dlrecçáo
váo neste sentldo.
Conlrontado con a eventualldade de elelçóes
anteclµadas, Antónlo Curto denarca-se
desse quadro, que consldera µrejudlclal náo
só µara lortuqal, nas tanbén µara o
µróµrlo lS.
"ueste nonento, estou convencldo, é
µrenaturo, µara o lartldo Soclallsta,
assunlr lunçóes de Coverno", allrna,
delendendo a necessldade de que o µartldo
qanhe tenµo µara a sua µróµrla reorqa-
nlzaçáo.
HAkY k00kI0ufS
9 de Janeiro de 2003
13
PAHPILh0SA 0A SfkkA
S0fIALISIAS AfuSAH fXffuIIV0
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0 0fPuIA00
S0fIALISIA
AIkfS 0f
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Alres de Carvalho, deµutado na
Assenblela da keµúbllca desde
1993, laleceu no dla 3 no hosµltal
do 8arrelro, aµós una senana en
"estado de cona".
Alres de Carvalho, 30 anos, era de
µrollssáo técnlco de verlllcaçáo
trlbutárla da ulrecçáo-Ceral de
Contrlbulçóes e Inµostos.
lresldente da Conlssáo lolitlca Concelhla do lS do 8arrelro, Alres de Carvalho tlnha anunclado
a sua candldatura à lederaçáo de Setúbal, estrutura que já tlnha dlrlqldo en anos anterlores.
0 µresldente da Cânara Munlclµal do 8arrelro, o soclallsta Lnidlo Xavler, evocou o seu
"conµanhelro de luta" Alres de Carvalho, allrnando que o µartldo "llca nulto órláo no
concelho, ao µerder o seu lider carlsnátlco".
0 secretárlo-qeral do lS lnteqrou o cortejo lúnebre até ao cenltérlo do Lavradlo, onde lol
seµultado o ex-deµutado.
A lanilla enlutada e aos canaradas da Concelhla do 8arrelro, o "Acçáo Soclallsta" aµresenta
as nals sentldas condolenclas.
VILA kfAL
AfIuAÇA0 00 00VfkN0 NA0 SAIISfA2 P0PuLAÇA0
SffÇA0 0f ffkfAL 00 ALfNIf10
IfH N0VA Sf0f
lol lnauqurada no µassado nes de uezenbro a nova sede do lS de Cercal do Alentejo. lerante
nals de tres dezenas de nllltantes desta estrutura, loran lçadas as bandelras do lS e da JS, acto
que ollclallzou a abertura das novas lnstalaçóes.
Alexandre kosa, chele de qablnete do Cl/lS e lernando Costa, µresldente da Concelhla de
Santlaqo do Cacén, en reµresentaçáo de Alberto Antunes, µresldente da lederaçáo de Setúbal,
estlveran µresentes na lesta de lnauquraçáo, que lnclulu cones e bebes e un balle que se
µrolonqou nolte dentro.
Antónlo kanos, secretárlo-coordenador da Secçáo, relerlu que "este novo esµaço lrá µroµorclonar
una nelhor orqanlzaçáo do nosso trabalho, µernltlndo lazer reunlóes con os nllltantes - que
antes eran leltas en calés sen µrlvacldade -, debates e outras lnlclatlvas µolitlcas". L adlanta
que a abertura da nova sede "já trouxe novos nllltantes".
0s deµutados nunlclµals do lS de lanµllhosa
da Serra, dlstrlto de Colnbra, acusaran o
Coverno de votar o concelho ao total
ostraclsno, aµontando a lalta de
lnvestlnentos µara o luturo no lIuuAC 2003,
nun total contraste con a µostura do anterlor
Lxecutlvo soclallsta llderado µor Antónlo
Cuterres, que lançou "nedldas de
dlscrlnlnaçáo µosltlva".
uun conunlcado asslnado µor Lllana llnto,
Antónlo Santos e José Cebola, deµutados
nunlclµals, e µelo vereador canarárlo
Anselno Conçalves, os soclallstas contraµóen
a atltude do actual Coverno, que dellnen
cono de "alheanento e deslnvestlnento en
zonas de µoucos votos" à assunlda µelo
anterlor Lxecutlvo soclallsta, "que concretlzou
un dos qrandes sonhos dos nuniclµes, a Lu
112, alén de ter sldo con o seu qoverno que
se cunµrlu, µela µrlnelra vez, lnteqralnente,
a Lel das llnanças Locals", subllnhan.
0s soclallstas lenbran alnda que, entre 1993
e 2002, con os qovernos do lS "a
translerencla de verbas do 0rçanento de
Lstado µara as autarqulas duµllcou". uo caso
dos concelhos do lnterlor, cono o da
lanµllhosa da Serra, o aµolo do Coverno de
Antónlo Cuterres µernltlu "o aunento quase
µara o dobro o núnero de ldosos con acesso à
rede de equlµanentos e servlços de aµolo à
acçáo soclal e aµolo donlclllárlo".
"!anbén lol con Antónlo Cuterres que se
lntroduzlu na reallzaçáo do lIuuAC o µrlnciµlo
da coesáo terrltorlal", subllnhan, allrnando
que esta nedlda lez con que reqlóes nenos
lavorecldas do lnterlor de lortuqal recebessen
"µroµorclonalnente nals µor habltante do que
as reqlóes con indlces de desenvolvlnento
suµerlores".
Ln conµaraçáo con as nedldas dos qovernos
soclallstas, os autarcas do lS da lanµllhosa
da Serra lrlsan que o Coverno lSu/ll
olereceu "cono µrenda de uatal a todos os
nuniclµes o lnvestlnento zero".
"A lanµllhosa da Serra, no lIuuAC 2003, lol
conµletanente esqueclda, µela µrlnelra vez
en nultos anos o nosso concelho náo ve
seren lncluidos no lIuuAC qualsquer
lnvestlnentos µara o luturo", concluen.
A lederaçáo ulstrltal do lS/Vlla keal nanllestou
o seu descontentanento en relaçáo à actuaçáo
do Coverno µerante as lntenµérles que se
verlllcaran nos últlnos dlas na keqláo de !rás-
os-Montes e Alto uouro.
0s soclallstas vlla-realenses conslderan que esta
sltuaçáo "µôs a nu as lraqllldades do Coverno ao
nivel da coordenaçáo dos eslorços entre
deµartanentos do Lstado, que deverlan ter aqldo
de lnedlato µerante sltuaçóes de crlse",
sallentando alnda que "houve una verdadelra
centrallzaçáo da lnlornaçáo nos servlços
centrals da lrotecçáo Clvll en Llsboa o que retlrou
oµeraclonalldade ao nivel local".
Ln conunlcado, a lederaçáo lez un balanço
das consequenclas µrovocadas µelas lntenµérles
ao nivel das lnlra-estruturas rodovlárlas,
destacando os µrejuizos nos concelhos do Alto
!âneqa, "onde a sequrança da µonte do
8arracáo, en Montaleqre, deverla ter obrlqado
a una declsáo urqente da tutela".
0 lS de Vlla keal denunclou, µor outro lado, a
lnoµerâncla do Coverno que se "llnltou a envlar
ao local dols técnlcos do ILl e a un telelonena
do secretárlo de Lstado das 0bras lúbllcas, náo
tendo havldo una reacçáo ráµlda do Mlnlstérlo
da uelesa que µernltlsse a lntervençáo da
enqenharla nllltar crlando una soluçáo
alternatlva".
A lntervençáo qovernanental en relaçáo à
estrada naclonal 222 tanbén nereceu critlcas
do lS/Vlla keal, que recorda no conunlcado
que "µara alén de una vlslta do Mlnlstro da
Adnlnlstraçáo Interna, tres dlas deµols da
ocorrencla, náo se conhecen qualsquer
declsóes relevantes que obrlquen à lnstauraçáo
de lnquérlto, ao aµuranento de
resµonsabllldades crlnlnals e à verlllcaçáo de
nedldas exceµclonals que µernltan a
reconstruçáo urqente do troço, náo nos ternos
anunclados nas nuna sltuaçáo de adjudlcaçáo
dlrecta".
lerante a qravldade das sltuaçóes que se vlveran
na keqláo de !rás-os-Montes e Alto uouro, o
lS/Vlla keal consldera que "a vlslta do nlnlstro
da Adnlnlstraçáo Interna à Lstrada uaclonal
222 deverla ter obrlqado a una reunláo con os
servlços de µrotecçáo Clvll da kéqua, ou con a
autarqula de Alljó".
"uáo se conhece qualquer deslocaçáo a Chaves
de qualquer outro nlnlstro, secretárlo de Lstado
ou chele de qablnete, nos dlas en que a µarte
rlbelrlnha esteve subnersa. Cono se náo
conhece qualquer vlslta ao Anlelro ou llnháo
no concelho de Alljó, ou qualquer
aconµanhanento µresenclal das sltuaçóes que
se vlveran na kéqua.", le-se alnda no
conunlcado da lederaçáo.
PS fH H0VIHfNI0
14
9 de Janeiro de 2003
0PINIA0
0 SILfNfI0 00S
IN0ffNIfS
LuÍS HAkINh0
HI0ufL fA8kIIA
Acerca de quase tudo e de quase nada, o
Coverno nostrou desde o µrlnelro dla una
µressa lnusltada en labrlcar una aqenda
µolitlca contra-relornlsta, e a área das µolitlcas
soclals e do trabalho ten constltuido un
excelente exenµlo dlsto. Ln breves neses, o
Coverno abrlu en slnultâneo lrentes de
batalha en torno de questóes estruturantes
µara o luturo, náo aµenas do nodelo soclal
µortuques, nas de toda a socledade µortuquesa:
a sequrança soclal, as lels de requlaçáo do
trabalho, µolitlcas de µrotecçáo soclal cono o
rendlnento ninlno qarantldo.
ueste contexto, é alnda nals lntrlqante que,
da µarte do Coverno, náo µareça exlstlr
qualquer reacçáo slqnlllcatlva lace àquele que
é, µrovavelnente, un dos dados nals relevantes
µara a anállse da evoluçáo econónlca e soclal
do µais nos µróxlnos tenµos: a sublda, continua e en llecha, do desenµreqo ao lonqo dos
últlnos neses.
A taxa de desenµreqo calculada µelo IuL sltuava-se, no 3º trlnestre de 2001, nos « µor cento.
Aµenas un ano deµols, no 3º trlnestre de 2003 (últlnos dados dlsµonivels), atlnqe já os 3,1 µor
cento, nivel que já náo era atlnqldo há quatro anos.
Lsta tendencla traduz-se, naturalnente, nun aunento dos desenµreqados lnscrltos nos centros de
enµreqo: entre uovenbro de 2001 e uovenbro de 2002 (últlnos dados dlsµonivels), este núnero
cresceu 16µor cento, e rondava no llnal de uovenbro as 380.000 µessoas. ua µrátlca, lsto reµresenta
un acrésclno, nulto slqnlllcatlvo, de nals de 32.000 novos desenµreqados a recorrer aos centros
de enµreqo do ILll - en aµenas un ano.
Lstes dados sáo, µor sl só, notlvo µara µreocuµaçáo. Pn:n ·c nvnI/n: n ¸:nv/unuc uc juc c·IJ n
·uccuc:, Þn·In:/n c/In: c ·c¸u/¤Ic unuc: c uc·c¤]:c¸c uII:n]n··cu, ¤c 3² I:/¤c·I:c uc 3003, n
]:cv/·Jc uc 0cvc:¤c ]n:n... 3003.
Acresce que, cono se sabe, nen a conjuntura econónlca dá slnals de recuµeraçáo, nen o
Coverno ten consequldo conbater o cllna, sen µrecedentes, de µrolunda lalta de conllança dos
aqentes econónlcos. Assln sendo, sáo sonbrlas as µersµectlvas de reverter, ou µelo nenos
nlnorar, una sltuaçáo que µarece estar relaclonada con un aqravanento das condlçóes
conjunturals do clclo econónlco e náo con qualquer reestruturaçáo de lundo no tecldo µrodutlvo
µortuques e dos resµectlvos µadróes de enµreqo. ue lacto, o aunento do desenµreqo, de acordo
con os reqlstos do ILll, é tanto nalor quanto o nivel de quallllcaçáo das µessoas - e cheqa a
atlnqlr, en sonente doze neses, 33,2µor cento (!) de aunento entre os llcenclados.
L µor tudo lsto que, nals do que µreocuµante, é esµantoso o sllenclo do Coverno sobre o cresclnento
do desenµreqo, sobretudo quando o conµaranos con o constante alarldo en torno de outras
questóes. Só una conclusáo µode ser retlrada deste vácuo µolitlco: µara o actual Coverno, o
aunento do desenµreqo náo é un µroblena µrlorltárlo (se é que constltul un µroblena, de todo).
uáo há aqul, de resto, nada que nos deva surµreender denaslado. ua velha recelta llberal, a
exlstencla de stocks elevados de desenµreqados é un dado µosltlvo, µorque aunenta a olerta de
náo-de-obra a µreços acessivels, dlnlnulndo a µressáo salarlal e aunentando a conµetltlvldade
de curto µrazo das enµresas.
Lvldentenente, a esta contabllldade escaµan µor conµleto as tráqlcas reµercussóes soclals do
aunento do desenµreqo, sobre a vlda de nultas µessoas e de nultas lanillas.
Lvldentenente, é extrenanente µreocuµante o rltno deste aunento nos últlnos neses. L alnda
que seja nos sectores nals quallllcados da socledade µortuquesa que o desenµreqo nals está a
µroqredlr, µorque lsto µode lndlclar que os sectores nals dlnânlcos da socledade µortuquesa,
declslvos µara a sua nodernlzaçáo, estáo a ser bloqueados µela actual conjuntura recesslva que
é en µarte µroduto de oµçóes estratéqlcas de µolitlca e de dlscurso en tenµos recentes que,
aqora, estanos todos a µaqar.
Lvldentenente, tanbén, o Coverno e o nlnlstro da Sequrança Soclal e do !rabalho, 8aqáo léllx,
ten nals en que µensar.
l.S. - Lstanos, en dellnltlvo, a entrar nuna escorreqadla era µós-berlusconl. Aµarentenente,
náo é notlvo µara esclareclnentos µúbllcos o lacto de o nals alto resµonsável do Coverno de un
µais ter qozado unas nerecldas lérlas na µassaqen de ano a exµensas de un qrande enµresárlo
da µraça. Sen, aµarentenente, achar µrudente esclarecer a quen µertence o avláo µartlcular que
transµortou o cldadáo uuráo 8arroso, µor acaso µrlnelro-nlnlstro de lortuqal, µara un alanado
µaraiso troµlcal - do enµresárlo ou de una das suas enµresas. Sen achar µrudente tornar claro
se há enµresas ou consórclos llqados a este enµresárlo con lnteresses dlrectos ou lndlrectos en
concursos µúbllcos ou en contratos con o Lstado. L que, µrovavelnente, náo há notlvo µara
qualsquer susµelçóes. L µor lsso que é alnda nals estranho que náo se ache µrudente tonar,
desde loqo, a lnlclatlva de ronµer con o sllenclo antes que as náo resµostas (a estranhas náo
µerquntas) sejan nals un µasso µara a deqradaçáo da já debllltada conllança dos cldadáos
naqueles que os reµresentan.
f por tudo isto que, mais do que preocupante, é espantoso o silêncio do 0overno
sobre o crescimento do desemprego, sobretudo quando o comparamos com
o constante alarido em torno de outras questões. Só uma conclusão pode ser
retirada deste vácuo político: para o actual 0overno, o aumento do desemprego
não é um problema prioritário (se é que constitui um problema, de todo).
°0 INVfkN0 00 N0SS0
0fSf0NIfNIAHfNI0"
¯
0 debate µúbllco náo é un lln en sl nesno. L un
nelo de encontrar una resµosta µara una nova
dlllculdade ou desallo. 0 debate náo cura nen
sara as lerldas ou nedos que decorren do
desconhecldo. Mas ajuda à µrolllaxla desses
nales, abrlndo µlstas de rellexáo que sáo nultas
vezes µortas de saida µara reencontros con a
llusáo e con a esµerança.
Só náo há debate quando se µerde toda a enerqla
lntelectual, quando a crlse de conllança que
senµre exlste nuna socledade que se lnterroqa,
se translorna en deµressáo, en descrença, en
µarállse µré-conatosa.
L esse o estado de esµlrlto que se vlve en lortuqal,
neste "lnverno do nosso descontentanento".
Lu sel que já nlnquén acredlta en n¤n¤ÞJ· juc
cn¤In¤. A ldeoloqla µerdeu nulta da lnµortâncla
que tlnha µara allnentar as dllerenças, as
antiteses, sobre as quals a socledade constról as suas sinteses. Mas as ldeoloqlas náo se µerden e a
lrontelra esquerda dlrelta nunca delxará de exlstlr, nesno quando en anblente de norosldade soclal,
a esquerda se cala, encolhe ou resvala µara o ceµtlclsno e a lndllerença.
lortuqal náo µode llcar ]n:nuc ¤n IcIn:¸/n cultural e lntelectual en que se encontra. A nossa lrente
estáo as questóes da µaz, da querra e do terrorlsno, da sequrança e da llberdade, dos naclonallsnos
e da Luroµa. ua Anérlca de 8ush e da Anérlca do Sul, dos clones, dos 0CM's e da sequrança allnentar,
da µreservaçáo dos oceanos e das lontes de enerqla, do envelheclnento das µoµulaçóes e da µrotecçáo
soclal, etc., etc...
L náo se ve, en µarte alquna, sobre qualquer destes assuntos nalores, un µrlnciµlo de debate e de
resµosta que ultraµasse os lnlclados e os aqentes culturals, lalando µara as µlatelas do costune.
lol assln que a dlrelta lornatou lortuqal. L é este o estado de esµirlto que lhe lnteressa contlnuar, até
ao nonento en que, nortos de aµatla e exµladas as culµas, alquén nos olereça a redençáo, que o
qoverno já decretou lá µara 2006.
A c·juc:un Ic¤ n· ·un· cÞ:/¸n¡cc·. Mesno na crlse, náo aqe cono a dlrelta. lara a esquerda, a Luroµa
náo é una latalldade, é una chance. 0 alarqanento náo nos dlnlnul, enqrandece-nos. A µaz náo é
a exceµçáo, é a reqra. A Anérlca náo é senhorlo, é condónlno. A Lsµanha náo é lnlnlqa, é µarcelra.
L µor ai adlante.
Inlellznente, ¤u/Ic· uc· ¤c··c· - qente de esquerda - delxaran-se assonbrar µelas lncertezas e
reaqen con un dlscurso de µaradlqn= lnteqrlsta, naclonallsta, desconllado da dllerença e securltárlo.
Lsta esquerda, que delxou de µensar, deu lastro noutros µaises e latltudes, à verborrela da dlrelta.
Lenbreno-nos do Le len.
0 desesµero exlste, nas nunca é bon conselhelro. Cabe-nos a nós, qente de esquerda, reµor as
nossas lrontelras con a dlrelta e conbater a trlsteza denocrátlca.
Senáo, cono dlzla o µoeta, senµre calrenos nesse rldiculo destlno: "0· ]c:Iu¸uc·c· jun¤uc ¤cvc· ·Jc
c·I:n¤¸c/:nuc·, cc¤ n /unuc Ic:¤n¤-·c cn·I/¡c·.".
* 0bra de 1ohn Steinbeck
A esçuerJa 1e¤ as suas uÞr1ga¡5es. Hesmo na crise, não age como a
direita. Para a esquerda, a furopa não é uma fatalidade, é uma chance.
0 alargamento não nos diminui, engrandece-nos. A paz não é a excepção,
é a regra. A América não é senhorio, é condómino. A fspanha não é
inimiga, é parceira. f por aí adiante.
9 de Janeiro de 2003
15
0fSfSPfkA0AHfNIf fH 8uSfA
0A ANfSIfSIA 0fkAL
0PINIA0
ANI0NI0 0ALAH8A
ue acordo con a doutrlna cavaqulsta, o ldeal é nanter os cldadáos e a socledade entretlda con
eµlsódlos, casos e allns, µara µrossequlr una estratéqla que conduza à letarqla e à lnutllldade da
oµoslçáo às nedldas qovernatlvas. 0 lacto do lSu, en tenµos de µrolusáo de órqáos de Conunlcaçáo
Soclal, ter senµre qovernado con nalorla absoluta, deternlna a aµllcaçáo, con alqun exlto, da
doutrlna cavaqulsta da anestesla qeral do µais.
Anestesla, desde loqo, através da tentatlva de colocar µortuqueses contra µortuqueses. 0s que
utlllzan a CkLL contra os do resto do lais, os que utlllzan as vlas SCu! contra os restantes, os
trabalhadores do sector µrlvado contra os lunclonárlos µúbllcos. Lnlln, o lSu, aqora con a
cobertura do ll, ensala a exµloraçáo de alquns dos sentlnentos nals nesqulnhos do ser hunano,
cono a lnveja e as rlvalldades µrlnárlas, na exµectatlva de que nedldas lnµoµulares con lncldencla
sobre un deternlnado qruµo de cldadáos µossa suscltar a adesáo e reqozljo de un qruµo nalor. L
no llnal tudo náo µassa de un µerverso exerciclo de µoder, que, con conµlacencla q.b., conseque
levar µarte da áqua ao seu nolnho: ellnlnar ou reduzlr dlreltos adqulrldos µelos cldadáos.
0utra dlnensáo deste exerciclo de anestesla estende-se ao µlano autárqulco. uun µassado ben
recente, con os qovernos lS, era lnconcebivel abordar a tenátlca da translerencla de conµetenclas,
sen que os nunlciµlos se revoltassen e colocassen cono condlçáo µara a sua aceltaçáo a exlstencla
das corresµondentes contraµartldas llnancelras. Aqora, e aµesar da µroµaqanda do Coverno e de
alnda estar en curso un µrocesso neqoclal, µarece haver aos olhos da oµlnláo µúbllca
dlsµonlbllldade µara aceltar conµetenclas, sen seren aconµanhadas dos recursos llnancelros
necessárlos. Allás, en natérla de relaçóes entre o loder Central - Coverno- loder Local, o
µrlnelro vanqlorla-se de consequlr envolver o sequndo na sua estratéqla de µoder, nesno quando
esta é nanllestanente noclva µara o µaµel das autarqulas locals. 8asta avallar o lnµacto do
0rçanento kectlllcatlvo de 2002 ou do 0rçanento de Lstado µara 2003 na qestáo autárqulca, ao
nivel da lnµosslbllldade do recurso ao crédlto µara a µronoçáo de habltaçáo soclal e a concretlzaçáo
de µrojectos co-llnanclados con lundos conunltárlos, µara conclulr que, aµesar das aneaças
leltas na reunláo da AuMl reallzada en Santarén, µouco ou nada ocorreu. 0 Coverno lSu/ll
náo heslta nesno en lazer extraµolaçóes µolitlcas do lacto de a reqra de votaçáo na AuMl ser o
consenso ou a unanlnldade.
0s µróµrlos slndlcatos e trabalhadores da lunçáo µúbllca sáo un alvo µrlvlleqlado da estratéqla da
anestesla. lor absurdo conµaratlvo, se losse
un qoverno do lS a µroduzlr este volune de
alrontas e ataques aos dlreltos dos
trabalhadores, certanente que já terla
suscltado una reacçáo nulto nals vlolenta e
abranqente, e nen nesno a reallzaçáo da
Creve Ceral convocada µela CC!l-Iu constltul
una atenuante.
0 Coverno lSu/ll já denonstrou que está
aµostado nuna estratéqla de nervos, en que
val estlcando a corda até ao cunµrlnento dos
seus objectlvos µolitlcos e de lnaqen.
Introduzlndo nedldas lnµoµulares en µeriodo
de uatal, dlvldlndo os µortuqueses, lazendo
recurso de lnstltulçóes judlclals e de
llscallzaçáo, enlln tudo serve µara o objectlvo
suµreno de tentar anesteslar os µortuqueses.
HAIS IHP0SI0S PS0 f f0S
NAS fSIkA0AS P0kIu0ufSAS
lara alén dos lnµostos conuns a todos os cldadáos que trabalhan,µor conta µróµrla ou µor conta de
outren, os µortuqueses que µossuen vlatura µróµrla µaqan anualnente ao Lstado en lnµosto sobre
os conbustivels (ISl) e IA, lnµosto autonóvel, cerca de «000 nllhóes de euros.
uesta verba, assln arrecadada, o Coverno lSu/CuS aµenas lnveste cerca de un sexto nas estradas.
Lste lacto, exµresso no 0rçanento de Lstado, µernlte conclulr que os utentes da rede vlárla já µaqan
dos seus lnµostos sels vezes nals do que receben, ou seja, c· ]c:Iu¸uc·c· ·Jc ·c/· vc2c· ¤n/·
]n¸nuc:c· uc juc uI/I/2nuc:c· uc· Þc¤c//c/c· un/ uccc::c¤Ic·.
Isto slqnlllca que estanos contra todas as µortaqens: uáo!
uun µais con as caracteristlcas do nosso, senµre que en zonas nals desenvolvldas, con nalor
densldade de tráleqo, há necessldade de construlr una auto-estrada, e senµre que exlstan verdadelras
vlas alternatlvas, as µortaqens sáo necessárlas e, µor lsso, justlllcadas. L este o notlvo µrlnclµal que
nos leva a dlscordar do Coverno lSu/CuS. A CkLL, neste nonento, náo ten alternatlvas e náo deve
ter µortaqens. A lnexlstencla da CkIL, do IC16 e do IC30, cujos concursos esta Malorla anulou, a
necessldade de obras de alarqanento no IC19, a densldade de tráleqo na 2ªclrcular, sáo tanbén
lactos que µrovan a lnexlstencla das relerldas alternatlvas.
Ic¤ c·In nI/Iuuc, n :c/¤I:cuu¡Jc uc ]c:In¸c¤· ¤n IRE/, c·Ic 0cvc:¤c ¤Jc :c·cIvc ¤c¤Þu¤ ]:cÞIc¤n
c c:/n ¤n/· junI:c 0 µrlnelro é atlnente aos caos rodovlárlo que val orlqlnar. 0 sequndo é a sobrecarqa
µroduzlda nos orçanentos lanlllares. 0 tercelro é o de dlllcultar a vlda a quen trabalha. 0 quarto é o
de esqotar nun só ano as receltas que as µortaqens µroduzlrlan en 30, todo o tenµo da concessáo. L
tudo µorque o Coverno lalhou a sua µolitlca orçanental e teve necessldade de taµar un "buraco"
E·Ic cI/¤n uc ´/¤]c·Ic ]c:¤n¤c¤Ic´ cc::c c :/·cc uc cÞc¸n: nc /¤Ic:/c: uc ]n/· ]cIn n]I/cn¡Jc uc
]c:In¸c¤· c¤ Icuc c ·/·Ic¤n SIL7. Vastas zonas do µais, desde senµre votadas ao esqueclnento,
conheceran con os qovernos soclallstas una nova esµerança µara o luturo. uovas vlas estruturantes
estáo a ser concretlzadas, Il2, Il3, Il3, µor exenµlo. Sáo estradas de oµortunldade, µaqas con os
lnµostos de todos nós, consubstanclando un eslorço solldárlo e concretlzando una verdadelra kede
kodovlárla uaclonal, do uorte ao Sul, do Lltoral ao Interlor. L a tentatlva de delxar a esta qeraçáo e às
µróxlnas qeraçóes as oµortunldades que nós náo conhecenos.
ueste contexto, os aqentes econónlcos coneçaran a reallzar lnvestlnentos nestas reqlóes, crlando
rlqueza, novas oµortunldades de enµreqo,
contrlbulndo µara que o µais se venha
desenvolver a una só velocldade. !anbén as
µessoas en qeral llzeran novos µlanos de vlda e
els que, lnesµeradanente, surqe un Coverno
que aneaça deltar µor terra as esµeranças de
quen durante tantas décadas, no lnterlor
esquecldo, já está larto de µaqar as µortaqens
do subdesenvolvlnento.
0 Coverno do lSu e do CuS, µara alén de esquecer
as µronessas eleltorals, lqnora que una nova
vltalldade econónlca nestes esµaços canallzará
µara os colres do estado una nalor recelta llscal,
µouµará con a dlnlnulçáo dos conµronlssos con
os subsidlos de enµreqo, µela exlstencla de nals
enµreqo, µouµará con a dlnlnulçáo de
conµronlssos con o kendlnento Soclal de
Inserçáo, µela exlstencla de nals oµortunldades,
e terá nals recelta de ISl e IA µelo aunento de
vlaturas e tráleqo.
lor tudo lsto, nlnquén de boa lé,µoderá olhar
µara as novas estradas µara o slstena SCu!, cono
un encarqo µara o µais. Só un Coverno sen
consclencla soclal µoderla una vez nals olhar
µara os que nenos ten µara obter aqullo que os
nals µoderosos náo µaqan µor total ausencla de
una verdadelra µolitlca de conbate à luqa e
evasáo llscals.
10Sf 1uN0ufIk0
fste clima de °imposto
permanente" corre o risco de
chegar ao interior do país pela
aplicação de portagens em todo
o sistema SfuI.
fnfim, o PS0, agora com a cobertura do PP, ensaia a exploração de alguns
dos sentimentos mais mesquinhos do ser humano, como a inveja e as
rivalidades primárias, na expectativa de que medidas impopulares com
incidência sobre um determinado grupo de cidadãos possa suscitar
a adesão e regozijo de um grupo maior.
16
9 de Janeiro de 2003
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Inµressáo Hirandela, Artes 0ráficas SA
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!LL. 21 338 32 00
lundorlente_lorlente.µt
kealiza-se no próximo fim-de-semana a fomissão Nacional do Partido Socialista com
uma vasta ordem de trabalhos. A análise da situação política, aprovação final da declaração
de princípios, discussão e votação das moções sectoriais, aprovação dos regulamentos
dos congressos federativos e de eleição dos presidentes de federação são os pontos em
discussão.
keúne-se em fstrasburgo o plenário do Parlamento furopeu para a primeira sessão deste
ano. um dos principais pontos dos trabalhos dos eurodeputados prende-se com a agenda
da presidência grega que concretiza a estratégia de Lisboa fixada durante a governação
socialista.
0 deputado socialista eleito pelo círculo da furopa, farlos Luís, e os presidentes das
federações do PS no estrangeiro, promovem no dia 10, no Largo do kato, uma conferência
de Imprensa subordinada ao tema °As políticas para as comunidades portuguesas do
actual 0overno"
Augusto Santos Silva participa hoje, na Secção do PS de 8enfica, num plenário sobre a
declaração de princípios do Partido Socialista.
No âmbito das actividades do 0abinete de fstudos do Partido Socialista, realizam-se
durante a próxima semana um conjunto de reuniões sectoriais sobre Saúde, fconomia,
Igualdade de 0énero e finanças Públicas.
fom o apoio da fundação Hário Soares e apresentado pelo próprio Hário Soares, é lançado,
na próxima sexta-feira, um livro de António-Pedro Vasconcelos sobre °Serviço público
interesses privados - o que está em causa na polémica da kIP".