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Agentes de Risco

• Mecânicos: arranjo físico deficiente, máquinas sem proteção, etc. • Físicos: ruído, vibração, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes. • Biológicos: micro-organismos patogênico-infectantes, vetores de doenças. • Ergonômicos: fatores de estresse físico e/ou mental • Químicos: Ácidos, Bases, Sais, Óxidos, Solventes Orgânicos.

Agente Químico
• À integridade física (morte ou incapacitação para o trabalho) – Acidentes às quedas, incêndio, explosão, etc. • À saúde do indivíduo exposto – Efeitos agudos – Efeitos crônicos • À saúde e integridade das gerações futuras (descendentes dos indivíduos expostos) – Efeitos mutagênicos – Efeitos teratogênicos – Efeitos sobre o poder reprodutivo Causas • Diversidade e quantidade cada vez maior de substâncias utilizadas • procedimentos quase sempre incorretos de uso, armazenamento e disposição de resíduos. • procedimentos de aquisição incorretos • carência de profissionais com conhecimentos para equacionar o problema. Comportamento seguro • Cultura de segurança • cuidado no ambiente de trabalho • acidentes acontecem Boas práticas de laboratório • Fazer uso de EPI sempre que necessário • vestimentas e calçados adequados • manter cabelos presos • não usar lentes de contato • não se alimentar • não usar batom Ordem e limpeza • laboratório em atividade não precisa estar desordenado e caótico, com bancadas e capelas repletas de materiais e produtos químicos. • basta dedicar 1/2 hora para a arrumação • desordem implica em descuido e improvisação que podem levar a sérios acidentes Informação • é o meio mais eficaz de se evitar acidentes, mas também a mais negligenciada. • instrumentos mais eficientes e usuais • treinamentos periódicos: cursos e palestras • sinalização: cartazes e indicações de segurança • FISPQ: acessíveis a todos que trabalham no laboratório • protocolos de atuação para as diversas atividades desenvolvidas

Agentes Biológicos
São todos os micro-organismos capazes de determinarem infecção/doença em um determinado indivíduo em um determinado momento. ACIDENTES Frequência dos Acidentes 20% causas conhecidas 80% causas desconhecidas Objetos causadores de Injurias Seringas para Medicação Tubos de coleta a vácuo Agulhas acesso venoso Tubos coleta sangue MAIORES CAUSAS DE ACIDENTES Manipulação de Lâminas; Inoculação de Animais; Necropsia; Cabine de Segurança Biológica. Centrífuga; Derramamento; Manipulação de Seringas; Placas de Pet ri e Pipetas; Manipulação de Meio Contaminado; Salas de Ventilação; PREVENÇÕES DE ACIDENTES Boa supervisão do Laboratório; Treinamento e conscientização; Educação continuada. Metodologia adequada; Equipamento correto; Organização correta do Laboratório; Vacinação. Programa de Segurança Biológica Equipamentos de Proteção Coletiva; Autoclaves; Cabine de Segurança Biológica; Chuveiro de Emergência; Lava olhos; Dispensadores de segurança; Absorventes Químicos. PREVENÇÃO • Informação/conhecimento • Conscientização • Mudança de comportamento por parte do profissional, da instituição e do governo. • Vontade política de empregadores, empresas e governo. •BLOQUEIO EPIDEMIOLÓGICO DA TRANSMISSÃO DE INFECÇÕES E PROTEÇÃO DO PROFISSIONAL • VACINAÇÃO •MEDIDAS PRÉ-EXPOSIÇÃO •Dispositivos seguros •MEDIDAS PRÉ-EXPOSIÇÃO • Estrutura organizacional • Educação Permanente •USO DE EPI

Agentes Físicos

• Consideram-se agentes de risco físico as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, calor, frio, pressão, umidade, radiações ionizantes e não ionizantes, vibração, etc. FATORES AGRAVANTES • TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Quanto maior o tempo de exposição, maiores são as possibilidades de se produzir uma doença. • CONCENTRAÇÃO OU INTENSIDADE DOS AGENTES Quanto maior a concentração ou intensidade, dos agentes agressivos presentes, maior a possibilidade de danos à saúde do trabalhador. • CARACTERÍSTICAS DOS AGENTES AMBIENTAIS As características específicas, de cada agente, também contribuem para a definição do seu potencial de agressividade. • SUSCETIBILIDADE INDIVIDUAL A resposta do organismo a um determinado agente pode variar de indivíduo para indivíduo, portanto é um fator importante a ser considerado. Riscos Físicos A exposição ao frio desencadeia alguns sintomas como: • confusão, comportamento incomum, coordenação deteriorada, fala enrolada, letargia (sonolência) e inconsciência. • A ação do frio pode causar: problemas • circulatórios, resfriados, congelamento nos pés e mãos, pneumonias e queimaduras do frio. Riscos Físicos Danos á Saúde - Prevenção • Como forma de prevenir, os trabalhos devem ser monitorados de forma que a exposição não afete as condições de saúde – jornadas de trabalho de 4 horas, com roupas secas apropriadas para baixa temperatura, pausas de 10 minutos em abrigo aquecido, com pausa prolongada (refeição) equipamentos de proteção individual (ou coletiva) devem ser disponibilizados. Riscos Físicos - Calor • O calor é um agente presente em diversos • ambientes de trabalho, onde ocorre a. • exposição excessiva ao calor, tais como: •Siderúrgicas; •Indústrias de Vidro; •Operações em Caldeiras; •Fornos, estufas e solda. Calor Danos á Saúde • Fadiga, queimaduras e prostração térmica. • Ativação das glândulas sudoríparas. • Há um aumento do intercâmbio de calor através da transformação do suor de estado líquido em vapor. RUÍDO • Ruído é um conjunto de vários sons não coordenados (como uma salada de frequências). Possui várias frequências. CONSEQUÊNCIAS DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO • A consequência de uma exposição inadequada em médio prazo é a perda auditiva.

A perda auditiva é muito lenta e irreparável, por ser uma perda lenta é imperceptível, principalmente, porque o ouvido começa a perder sensibilidade a frequências muito altas, da ordem de 4000 Hz, e isto não se percebe em termos de fala, conversação, visto que a voz humana está no intervalo espectral de 300 a 2000 Hz. Para se diagnosticar corretamente alguma perda auditiva, faz-se exame audiométrico. MEDIDAS DE CONTROLE O controle de ruído pode ser alcançado de três maneiras distintas, quais sejam: •controle na fonte; •controle na trajetória; •controle no pessoal ou receptor Controle na Fonte • Controlar o ruído na fonte significa alterar ou eliminar a mesma. Esta medida de controle é uma atividade técnica complexa, portanto, qualquer tentativa de redução do nível de ruído gerado por máquinas e equipamentos requer estudos detalhados e específicos dos seus funcionamentos, além do envolvimento no processo produtivo. Controle na Trajetória • Portanto, o controle na trajetória consiste, fundamentalmente, no uso de barreiras/ confinamentos que impeçam que parte da energia sonora, gerada na fonte, atinja o receptor. A eficiência da atenuação oferecida por uma barreira ou confinamento acústico depende da adequada combinação de materiais isolantes e absorventes. Controle no Pessoal ou Receptor • Quando tecnicamente não é possível controlar o ruído na fonte ou na trajetória, ou enquanto as medidas de controle não são implantadas, é recomendável utilizar se de meios de controle administrativos ou equipamentos de proteção individual. • Os meios administrativos que podem ser utilizados para • reduzir a dose diária de exposição pode ser: • alteração de rotinas, com redução do tempo de permanência nas áreas ruidosas; • rodízio de pessoal nas operações mais ruidosas; • alteração de horários de execução de tarefas específicas que produzem alto nível de ruído e grande número de expostos. VIBRAÇÕES • As vibrações são agentes físicos nocivos que afetam os trabalhadores e que podem ser provenientes das máquinas ou ferramentas portáteis a motor ou resultantes dos postos de trabalho. As vibrações encontram-se presentes em quase todas as atividades, por exemplo, em construções e obras públicas, indústrias metalúrgicas e transportes. • Os riscos devidos a vibrações mecânicas têm efeitos sobre a saúde e segurança dos trabalhadores e deles podem resultar perturbações musculoesqueléticas, neurológicas e vasculares, além de outras patologias.