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DECISÕES STJ – 2011

Informativo Nº: 0461 Primeira Turma ICMS !ED"#$% &'SE C()C")% ISEN#$% P'!CI') In casu, o impetrante busca a correção de estorno proporcional dos créditos de ICMS em razão de saída de mercadorias de seu estabelecimento com base de cálculo reduzida, conforme o estabelecido pela Lei n. 2. !"#$%% do &stado do 'io de (aneiro, ao ale)ar, entre outros temas, *iolação do princípio da não cumulati*idade. Conforme destacou o Min. 'elator, +uando o le)islador retirou a ,ip-tese de creditamento do ICMS das operaç.es isentas ou su/eitas 0 não incid1ncia, aduzindo +ue essas desoneraç.es não implicariam débito na saída do produto e anulariam os créditos )erados na entrada tributada 2art. $!!, 3 24, II, a e *, da C5#$%667, dei8ou claro +ue referido creditamento somente teria lu)ar na mesma proporção, de forma e+u9nime ao desembolso +ue ti*esse de ser efetuado pelo contribuinte na outra fase da cadeia mercantil. :ortanto, não ,a*endo desembolso ou ainda e8istindo disp1ndio a menor, não ,á lu)ar para a manutenção de e*entual crédito precedente e sua proporção primiti*a. ;duziu, ainda, +ue o estorno proporcional do crédito do ICMS decorrente de operaç.es anteriores impede o enri+uecimento ilícito do contribuinte, *isto +ue o creditamento inte)ral proporcionar<l,e< ia duplo benefício fiscal = o recol,imento de alí+uota inferior +uando da saída das mercadorias e a manutenção do crédito pelo tributo pa)o a maior. >essarte, o benefício fiscal da redução da base de cálculo corresponde 0 isenção parcial, sendo de*ido o estorno proporcional do crédito de ICMS, nos termos da alínea * do referido dispositi*o constitucional, razão pela +ual tal prática tributária não ofende o princípio da não cumulati*idade, pois confi)ura uma das duas e8ceç.es pre*istas na C5#$%66. Com essas consideraç.es, a ?urma ne)ou pro*imento ao recurso. :recedentes citados do S?5@ '& $"A.A"6<S:, >( BC#%#2CC!D '& !!%. "$<'S, >(e 2B#A#2C$CD ;I $.%!"<'S, >(e 2%#$C#2CC%, e ;)') no ;I !2 ."B"<'S, >(e $4#6#2CC6. !MS 2+ ,66-!J. !e/ Min )ui0 1u2. 3u/4a5o em ,6262011 7tt8:66999 :t3 3u: *r68orta/;:t368u*/i<a<ao6en4ine 9:8= tm8 area>,+?@tm8 te2to>1006+0 )ICIT'#$% EAIBCNCI' EDIT') S'NE'MENT% P%STE!I%! ?rata< se, na ori)em, de ação ci*il pEblica 2;C:7 a/uizada pelo Parquet +ue ob/eti*a*a, entre outros temas, a decretação de nulidade de contrato de concessão de ser*iços pEblicos precedido de obra pEblica para a administração de cemitérios, tendo em *ista a inobser*9ncia do capital social mínimo e8i)ido no edital de licitação, +ue posteriormente foi sanada. ; ?urma ne)ou pro*imento ao recurso, por entender +ue, entre anular o contrato firmado para a prestação de obras e ser*iços = como a recuperação e modernização das instalaç.es físicas, construção de ossuários, cinzários, cremat-rio e

adoção de medidas administrati*as e operacionais = para a ampliação da *ida Etil de seis cemitérios, ou admitir o saneamento de uma irre)ularidade contratual para possibilitar a continuidade dos referidos ser*iços, no caso em tela , essenciais 0 população, de*e pre*alecer a Eltima opção, pois ela é a +ue mais se ,armoniza com o interesse pEblico. 'essalte<se +ue a e*entual paralisação na e8ecução do referido contrato e a conse+uente descontinuidade dos ser*iços prestados pela empresa licitante constituiriam afronta ao princípio da continuidade dos ser*iços pEblicos essenciais, tendo em *ista a impossibilidade de o ente pEblico assumir, de forma direta, a prestação das mencionadas ati*idades em razão da desmobilização da infraestrutura estatal, ap-s a conclusão do procedimento licitat-rio. ;ssim, reiterou<se o entendimento perfil,ado pelo tribunal a quo de +ue é possí*el a correção posterior de uma e8i)1ncia pre*ista no edital de licitação 2capital social mínimo de empresa7 para preser*ar o bem comum dos administrados. !E:8 +D0 4?+-D1. !e/ Min )ui0 1u2. 3u/4a5o em ,6262011 IMP!%&ID'DE 'DMINIST!'TIE' E)EMENT% S"&JETIE% Cuida<se, na ori)em, de ação ci*il pEblica 2;C:7 por ato de improbidade administrati*a a/uizada em desfa*or de e8<prefeito 2recorrente7 e empresa prestadora de ser*iços em razão da contratação da referida sociedade sem pré*ia licitação, para a prestação de ser*iços de consultoria financeira e orçamentária, com fundamento no art. 2!, III, c#c art. $B, ambos da Lei n. 6. #$%%B. F tribunal a quo, ao e8aminar as condutas supostamente ímprobas, mante*e a condenação imposta pelo /uízo sin)ular, concluindo ob/eti*amente pela prática de ato de improbidade administrati*a 2art. $C, GIII, da Lei n. 6.A2%#$%%2, Lei de Improbidade ;dministrati*a = LI;7. Hesse conte8to, a ?urma deu pro*imento ao recurso, reiterando +ue o elemento sub/eti*o é essencial 0 caracterização da improbidade administrati*a, tendo em *ista a natureza de sanção inerente 0 LI;. ;demais, o ato de improbidade e8i)e, para sua confi)uração, necessariamente, o efeti*o pre/uízo ao erário 2art. $C, caput, da LI;7, diante da impossibilidade de condenação ao ressarcimento de dano ,ipotético ou presumido. Ha ,ip-tese dos autos, diante da aus1ncia de má<fé dos demandados 2elemento sub/eti*o7, bem como da ine8ist1ncia de dano ao patrimInio pEblico, uma *ez +ue o pa)amento da +uantia de cerca de 'J !C mil ocorreu em função da prestação dos ser*iços pela empresa contratada em razão de not-ria especialização, re*ela<se error in judicando na análise do ilícito apenas sob o 9n)ulo ob/eti*o. !E:8 1 0,? FFF-SP. !e/ Min )ui0 1u2. 3u/4a5o em ,6262011 Se4un5a Turma C%%PE!'TIE' MGDIC' 1'!M(CI' SEM 1IM )"C!'TIE% >iscute<se a possibilidade de cooperati*a médica 2Knimed7 manter farmácia para fornecer medicamentos a preço de custo a seus cooperados, sem a distribuição de lucros, apenas mediante apresentação de receita médica com a finalidade de os medicamentos terem menores preços. F Consel,o 'e)ional de 5armácia ale)a +ue a cooperati*a não poderia dedicar<se ao comércio ou 0 indEstria farmac1utica, sob pena de *iolar o art. $ , 4, do >ec. n. 2C.%B$#$%B2, +ue re)ula e fiscaliza o e8ercício da

N. propa)anda en)anosa de empréstimo oferecido por instituição financeira anunciante. sendo. aplica<se o entendimento de +ue.a*er fins lucrati*os. portanto.á o interesse pEblico. I. 3u/4a5o em . por não . entre outros Lmdas. BB.o entre eles e a criança. 'elator.7. esse. nesse caso. não e8iste concorr1ncia desleal com outras farmácias em )eral. e 3 24 desse mesmo arti)o do &C. *isto +ue em ambas . ?urma ne)ou pro*imento ao a)ra*o re)imental da Knião ao fundamento de +ue o ma)istrado tem direito 0 a/uda de custo pre*ista no art. ou se/a. criança com +uem con*i*e . por intermédio de seu apresentador. a irresi)nação do Consel. não é o caso dos autos. &ntre os precedentes. de empresa +ue e8plore a indEstria farmac1utica ou seu comércio. Hão se descon. . !E:8 1 1?6 0?6!%.medicina. !.note<se +ue a mãe também con*i*e com eles e concorda com o pleito.es relati*as 0 assist1ncia material e afeti*a.. desde o falecimento do pai do menor. :or Eltimo.ores condiç.o não pode prosperar.ece a censura dada por este Superior ?ribunal 0 c. >iante disso.D o +ual estabelece +ue Mé *edado ao médico@ )7 fazer parte. 3 $4. .+-SP. da LC n.e proporcionam as mel. B!#$%"% 2Loman7 tanto na remoção ex officio +uanto na remoção a pedido. o +ue não ocorre no caso das cooperati*as médicas. Contudo. na espécie. do &C. :ara o Min. *isto +ue a /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal considera inaplicá*el ao caso o citado dispositi*o le)al. até por+ue. impedir +ue a medicina se/a utilizada como meio para obter lucros mediante comercialização.D4 4?2-SC." A#$%"$. !e/ Min Ca:tro Meira.7. também se obser*a +ue o moti*o fundamental da proibição de o médico ser s-cio de farmácia ou obter lucro direta ou indiretamente com a *enda de remédios seria uma finalidade ética. por laudo elaborado pelo ser*iço social do ?(. de forma e8cepcional 2art. !e/ Min Hum*erto Martin:. pois a farmácia em +uestão não tem finalidade comercial como descrita na mencionada lei. primeira parte. 3 B4. !e/ Min Ma::ami "Je5a. +ue tem a e8clusi*a finalidade de proporcionar efeitos pre*idenciários. '4!4 no !E:8 1 21F 1. '4!4 no !E:8 1 . . tal como compro*ado. 3u/4a5o em .á *ários anos.amada )uarda Mpre*idenciáriaN. busca a )uarda de seu neto. é possí*el deferir )uarda de infante aos a*-s +ue o mantém e l. +uando e8erça a clínica. ressalte<se +ue a )uarda concedida não é definiti*a e não tem o efeito de imiscuir<se no poder familiar. BB. !.a*er *eiculado. definiti*amente.es da )uarda 2art.6262011 M'BIST!'D% 'J"D' DE C"ST% !EM%#$% ' PEDID% . notadamente diante da e8ist1ncia de fortes laços de afeto e carin. 3u/4a5o em .inda e8plica +ue tampouco uma cooperati*a poderia ser considerada empresa por não realizar ati*idade de mercancia nos termos da Lei n.. mostrando<se a +uestão pre*idenciária apenas como uma das implicaç.6262011 Kuarta Turma !ESP%NS'&I)ID'DE P!%P'B'ND' P')C% ?rata<se de '&sp em +ue se discute a corresponsabilidade de determinada empresa de comunicação pelo fato de . plenamente re*ersí*el. com o intuito de re)ularizar uma situação de fato.6262011 Ter<eira Turma B"'!D' 'EI C%NSENTIMENT% M$E F a*I materno. em pro)rama de ?G.

3u/4a5o em . . 3u/4a5o em . >(e #%#2C$C. .ssim.6262011 Se2ta Turma EAEC"#$% PEN') SINDICNNCI' INST!"#$% '"SCNCI' 'DE%B'D% 5oi instaurada contra o ora paciente sindic9ncia para apurar falta disciplinar considerada de natureza )ra*e 2art.as de a*al da denEncia realizada sem a presença de defensor e.es pelo anunciante.6262011 N")ID'DE '"SCNCI' DE1ENS%! '"DICNCI' 5oi realizada audi1ncia para oiti*a de testemun. a ?urma anulou o processo desde a audi1ncia da oiti*a de testemun. em $"#A#2CCC. não tendo o /uiz de primeiro )rau. particularmente nas apresentaç.ecido. aplicá*el no processo penal com o ad*ento do 3 24 do art.es do sindicado e os depoimentos das testemun. /ornal ou rádio +ue o di*ul)a. ainda +ue di)a da +ualidade do +ue é ob/eto da propa)anda. B%% do C::. participação do apresentador.s declaraç. não l. da L&:7. . reiterando +ue o princípio da identidade física do /uiz. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. constituído ou nomeado. ?urma deu pro*imento ao recurso. nomeado defensor e. $$. $B2 do C:C = aplicado subsidiariamente. B4 do C::. por ter ameaçado funcionário no e8ercício de suas funç. sem a presença do ad*o)ado do paciente. HC 1. !e/ Min '/5ir Pa::arin7o Junior.ip-teses em +ue o ma)istrado +ue presidiu a instrução encontra<se afastado por um dos moti*os dispostos no art.ssim. III e IG.+ue teria descumprido os compromissos assumidos no anEncio *eiculado. ap-s o paciente responder em liberdade. 3u/4a5o em .6262011 Kuinta Turma IDENTID'DE 1LSIC' J"IM P!%CESS% PEN') . . !2 do mesmo diploma7. na sentença.D 0?2-SP. é pra8e ditada pelas e8i)1ncias de um mercado din9mico e mutante. a responsabilidade pelo produto ou ser*iço anunciado é da+uele +ue o confecciona ou presta e não se estende 0 tele*isão. conforme permite o art.es ao *i*o. :recedente citado@ OC $ B. pode ser e8cetuado nas . *erifica<se o constran)imento ile)al sofrido pelo paciente +ue conduz 0 nulidade absoluta do processo a partir do *ício recon. . na oportunidade. incluído pela Lei n. o /uiz *aleu<se desses depoimentos para amparar sua conclusão sobre a autoria e a materialidade.e empresta corresponsabilidade ou o torna )arantidor do cumprimento das obri)aç. !B. por ine+uí*oco cerceamento de defesa.es 2art. Lo)o. HC 1. consistente em desrespeitar as normas de disciplina da unidade prisional. asse)urou o . por+ue os precedentes +ue a embasaram não dizem respeito 0 e8ecução penal e desconsiderada a condição de *ulnerabilidade a +ue submetido o encarcerado.A2!<'F. !E:8 1 1DF 22?-!S."$%#2CC6. ?urma concedeu a ordem e anulou a sindic9ncia por entender +ue não se aplica 0 espécie a SEmula *inculante n. assentando +ue a inserção de propa)anda em pro)ramas de tele*isão.a de acusação. ?urma dene)ou a ordem de habeas corpus.. 40F-!S. . em razão da aus1ncia de norma +ue re)ulamente o referido preceito em matéria penal. ! do S?5. !e/ Min Jor4e Mu::i.as não foram realizados na presença de defensor.

!e/ Min Nan<J 'n5ri47i.$C$#2CC! 2no*a Lei de 'ecuperação (udicial e 5al1ncia7. !e/ Min %4 1ernan5e:. para a Min. 3u/4a5o: em +6262011 C%MPETCNCI' !EC"PE!'#$% J"DICI') EE!&'S T!'&')HIST'S ?rata<se de conflito de compet1ncia em +ue o cerne da contro*érsia é saber se.á nulidade do /ul)amento em -r)ão cole)iado do +ual participou Ministro impedido.es ne)ou pro*imento ao entendimento de +ue não .o.á um plano de recuperação de*idamente apro*ado pelas tr1s classes de credores de +ue fala o art. de modo expresso. a8urar :e o 5e:<um8rimento o<orreu e fi2ar a: <on:eRuUn<ia: 5e::e 5e:<um8rimento. Seção con. nessas .ada pela maioria dos membros da Seção. pre*endo. de*e ser uni*ersal e não indi*idual. respeitando<se as re)ras de pa)amento disciplinadas na citada lei em respeito ao princípio par conditio . HC 102 226-SC. !A da mesma lei. 3u/4a5o em . E!E:8 1 00? F+2-!J. !e/ ori4inQrio Min Mauro Cam8*e// MarRue:.istas no prazo de um ano. se o seu *oto não foi decisi*o para o resultado. F Min. :re*aleceram os *otos di*er)entes. a Rue:tPo 5eve :er /eva5a ao <on7e<imento 5o 3uT0o 5a re<u8eraOPo. $$.á informação de +ue o adimplemento dos débitos trabal. Em ve0 5i::o. não deve autori ar automaticamente a continuação do processo executivo na !ustiça do "rabalho. e*entualmente. ou uma de suas e8ceç.a sido realizado dentro desse prazo. E!E:8 1 0FF 0. !e/ 8ara a<Sr5Po Min Herman &en3amin.eceu dos embar)os. ao menos em princípio.es +ue autorizam a atuação do /uiz do trabal.ndri). no caso. se o devedor assumiu.6262011 Nº: 0462 Primeira SeOPo PENH%!' ON-LINE S"&STIT"I#$% 1I'N#' >iscutiu<se a possibilidade de substituir a pen.istas ten. 'elator entendeu +ue a +uestão pode ser dirimida pela (ustiça do ?rabal.+-!J. HancP . 2 da Lei n.o. 8o5en5o <7e4ar V fa/Un<ia 5o 5eve5or Fbser*ou +ue a e8ecução dos créditos. facultando a ele ser no*amente interro)ado.ip-teses. mas não . no plano de recuperação.i. a substituição. conforme disciplinado pelo art. . aplica<se a re)ra )eral de +ue compete ao /uízo da recuperação /udicial decidir sobre o patrimInio da empresa. +ue entendiam ser necessária a compro*ação dos pressupostos do princípio da menor onerosidade para possibilitar.ora on-line por fiança bancária na e8ecução fiscal. o dever de adimplir em um ano os débitos trabalhistas. Contudo. Ha espécie. a li+uidação dos débitos trabal. . o alegado descumprimento desse dever. mas l. a Ruem <om8ete. 3u/4a5o: em +6262011 Se4un5a SeOPo J")B'MENT% C%)EBI'D% MINIST!% IMPEDID% N")ID'DE Cuida< se de embar)os de di*er)1ncia em +ue a contro*érsia cin)e<se 0 nulidade de /ul)amento cole)iado em decorr1ncia da participação de Ministro impedido.prosse)uimento da referida ação penal. <om e2</u:ivi5a5e. acompan. de maneira e8pressa.

OFMFLFT. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. CC 112 F16-B%. !e/ ori4inQrio Min Pau/o 5e Tar:o San:everino.0-!S.á incid1ncia de contribuição pre*idenciária sobre a *erba pa)a ao trabal. o mero reapro*eitamento dos fundamentos /á utilizados em re+uerimentos pré*ios = in casu. dá<se de forma e8cepcional.VIM&H?F. 3u/4a5o em ?6262011 :'FC&SSF CIGIL.>F &H?'& . 3u/4a5o em +6262011 Ter<eira SeOPo P!ESLDI% SEB"!'N#' M(AIM' !EN%E'#$% .S :. Com essas consideraç. Lo)o. &MV. a situação do cárcere nos presídios federais de*e ser a*aliada pelo /ul)ador com enfo+ue no princípio da pre*al1ncia dos direitos . :ara a Min. 3u/4a5o em ?6262011 Ter<eira Turma ')IMENT%S EAEC"#$% !IT% C%NEE!S$% E# O$$I%IO . é incabí*el a incid1ncia de contribuição pre*idenciária sobre os *alores pa)os a título do referido a*iso pré*io.2$2#$%%$7. L&I $C. !e/ Min Teori '/*ino Mava:<Wi.creditorum. por não se tratar de parcela destinada a retribuir trabal.o al)um. o empre)ado não presta trabal.ador a título de a*iso pré*io indenizado. o /uízo suscitante 2/uízo de ori)em do preso7 formulou o se)undo pedido de prorro)ação da transfer1ncia ao /uízo suscitado 2/uízo da *ara de e8ecuç.'TFS W &Q&CKRSF. nos termos do art.es. "B2 do C:C =. "BB do mesmo c-di)o.AAA#C2.ip-tese de prisão em caso de inadimplemento. !E:8 1 221 66D-P!. cabendo ao credor a escol. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. 3 $4.a do rito processual da e8ecução de sentença condenat-ria ao pa)amento de *erba alimentar de*ida pelo e8ecutado.o. 3u/4a5o em +6262011 Primeira Turma 'EIS% P!GEI% INDENIM'D% C%NT!I&"I#$% P!EEIDENCI(!I' . 6. $C.'?&S.?U'I. +ue pre*1 a . a e8e+uente propIs a ação e8ecut-ria com base no art. ?urma reafirmou +ue não . 'essaltou<se +ue o salário de contribuição é o *alor da remuneração. CC 114 4F?-!J. tendo em *ista sua natureza indenizat-ria. considerados os rendimentos destinados a retribuir o trabal.CF'>F C&L&V'. 26 da Lei n. !e/ 8ara a<Sr5Po Min Nan<J 'n5ri47i. OI:U?&S& &QC&:CIFH. &Q&CKRSF >& S&H?&HR. é *edada a sua con*ersão 5e ofT<io para o rito mais )ra*oso do art.L. mas re*estida de nítido caráter indenizat-rio. pois.es penais federais7 sob a /ustificati*a de interesse da se)urança pEblica. o +ue não se *erifica na *erba em +uestão. HC 1?? 6. ora paciente = in casu.o 2art.C. 'elatora. não bastando. na le)alidade e na di)nidade da pessoa . "$#2CC6. >& . ?urma concedeu a ordem de habeas corpus por entender +ue. nem fica 0 disposição do empre)ador. &5&I?F SKS:&HSIGF.umanos. da Lei n. .umana. Seção asse*erou +ue a reno*ação do período de perman1ncia do apenado em estabelecimento penal federal de se)urança má8ima. declarou<se competente o /uízo suscitante para apreciar a e8ecução da pena do preso. para tanto. $$. +ue de*erá retornar ao estado de ori)em. durante o período +ue corresponde ao a*iso pré*io indenizado.

com a redação +ue l. o art. ?K'M. ?&'C&I'. oposição de embar)os 0 e8ecução. admitem a e8cepcional concessão de efeito suspensi*o 0 impu)nação ou aos embar)os 0 e8ecução. &m al)umas situaç. 3u/4a5o em ?6262011 DESC%NSIDE!'#$% PESS%' J"!LDIC' !EK"ISIT%S . o +ual fora )arantido pelo ora recorrido 2s-cio a*alista da autora7. atende ao fim precípuo do processo. Se a medida eleita pela parte é necessária e pode ser apro*eitada.$. !C do CC#2CC2. 2'&sp $C2"C$%#S:. o ora recorrente assumiu dí*ida de financiamento bancário da empresa autora. Salientou. o recurso interposto pelo a*alista foi )enérico. ?anto o art. no entanto o s-cio a*alista também apresentou apelação 2id1ntica 0 da empresa7. interpIs apelação +ue foi /ul)ada deserta. :or essa razão. >(e C2#CB#2C$$7 SXCI% 'E')IST' INTE!ESSE !EC"!S') . /ul)ado em C6#C2#2C$$. declarando a falta de interesse recursal do ora recorrido para interpor apelação contra a sentença prolatada na ori)em. A"!<M +uanto o art. do C:C7. Ha espécie. A. não demonstrou as implicaç. 'elator. 2. com isso.es e8cepcionais. :ara o Min. para a desconsideração da pessoa /urídica nos termos do art. Ministra H.. não e8plicitou a e8tensão do a*al prestado e não especificou +ual+uer particularidade da )arantia +ue permitisse a discussão de al)uma e8ceção causal. !E:8 1 141 F4D-&'. +ue é mero instrumento para a concretização do direito material. A%%. "B%<. são necessários . a +ual foi pro*ida pelo tribunal a quo. B2 a AB do C:C7.HCY .:FSSIVILI>. 'el. prolon)ar o desfec. do C:C. !e/ Min Si5nei &eneti.á por+ue ne)ar essa prerro)ati*a ao de*edor. Xdesde +ue rele*antes seus fundamentos e o prosse)uimento da e8ecução se/a manifestamente suscetí*el de causar ao e8ecutado dano )ra*e ou de difícil reparaçãoX. >essa decisão. . do C:C. não .. AA do C:C autoriza a aplicação subsidiária da disciplina tradicionalmente prescrita ao processo de e8ecução por obri)aç. B. Se os embar)os 0 e8ecução foram admitidos pelo (uízo de primeiro )rau e se 0 época do recebimento o re)ime processual *i)ente determina*a a paralisação do processo e8ecuti*o 2art. . o +ue poderia autorizar sua participação no processo como terceiro interessado. 'essaltou +ue a matéria *ersada nesse caso é di*ersa de outros /ul)ados. ademais. +ue a aceitação do recurso de a*alistas = em +ue se discute o ne)-cio /urídico em e*id1ncia = em substituição ao apelo das partes *encidas )arantiria 0+ueles a possibilidade de permanecer 0 espreita da sentença para.a*ia proposto ação de rescisão contratual. não é possí*el aplicar o re)ime de e8ecução indireta pre*ista pelo art. A $ do C:C.es de fazer ou não fazer 2arts. empresa .>&.CFHC&SSSF. ?urma ne)ou pro*imento ao recurso especial e reiterou o entendimento de +ue. ap-s es)otado o prazo recursal da parte sem +ue ela ten. ao cumprimento de sentença de*e ser e8aminada sob o prisma dos princípios constitucionais da proporcionalidade e razoabilidade.o dos lití)ios. 3 $4. +ue o considerou terceiro interessado. 3 $4. 3 $4. reinte)ração de posse e indenização.es foi dada pelas recentes reformas do C:C. em *ez de impu)nação.es /urídicas da sua presença nos ne)-cios efetuados.H>'ITOI. ?urma deu pro*imento ao recurso especial por entender *iolado o art. e os pedidos foram /ul)ados improcedentes.a se manifestado. "B%. recolocar em /ul)amento a matéria preclusa e.

. :or outro lado. ?urma dene)ou a ordem de habeas corpus por entender +ue o cumprimento da prisão ci*il do de*edor de *erba alimentar não e8i)e o tr9nsito em /ul)ado da decisão +ue a decreta. e8plica +ue. 3u/4a5o em ?6262011 ')IMENT%S P!IS$% CIEI) DECIS$% T!NNSIT% EM J")B'D% .a*endo falar em aplicação. não tem rele*9ncia para o /ul)amento em debate. +ue a +uestão é sin)ela. :ara o Min. como no caso dos autos. desde +ue não se/a da+uelas em +ue a pr-pria lei afasta a constituição de mora automática.a*er di*er)1ncia com a /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal.e ser consabido +ue a /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal afirma ser a ação monit-ria cabí*el para cobrança de *alores relati*os a título de crédito prescrito. na espécie.es super*enientes de le)islação estran)eira do país onde foi realizado o dep-sito da patente possam implicar prorro)ação do prazo de patente pipeline no Vrasil. aplicando< se 0 espécie o brocardo dies interpellat pro homine 2o termo interpela no lu)ar do credor7.á pre*isão le)al para +ue e*entuais modificaç. a natureza da ação. HC 161 21FSP.a*endo obri)ação lí+uida e e8i)í*el a determinado termo. ainda. o inadimplemento ocorre no *encimento de cada parcela em atraso. &sclareceu. !e/ Min Pau/o 5e Tar:o San:everino. >essa forma. !E:8 1 16D ?4D-!J. LGII. do art.o re+uisito ob/eti*o = insufici1ncia patrimonial da de*edora = e o re+uisito sub/eti*o = des*io de finalidade ou confusão patrimonial. por . +ue é compelir o e8ecutado a adimplir imediatamente a obri)ação alimentícia. Conse+uentemente. e8p. não obstaculizaria a e8i)1ncia dos /uros de mora. 3u/4a5o em ?6262011 Kuarta Turma P!%P!IED'DE IND"ST!I') &I&ELINE P!'M% Hão . !4. +ue o ?'I:s e o CK:s não tratam das patentes pipelines nem as re)ulam. !E:8 1 141 44F-SP. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo.es recursais. como na prisão penal =. se)undo a +ual os /uros de*em ser contados a partir da citação.ssim. 3u/4a5o em ?6262011 M%NITX!I' N%T'S P!%MISSX!I'S P!ESC!IT'S J"!%S M%!' TE!M% INICI') %&!IB'#$% ?rata<se de ação monit-ria com base em notas promiss-rias prescritas referentes a acordos firmados pelas partes +uanto 0s mensalidades escolares de*idas e com pre*isão de pa)amento para os meses do ano escolar. o recorrente afirma não ser possí*el incidirem /uros morat-rios de obri)ação prescrita conforme decidido no ac-rdão recorrido. como se trata de obri)ação positi*a e lí+uida 2notas promiss-rias re)ulares7. *isto +ue o sistema implementado no Vrasil resulta do direito interno com características de sistemas similares implementados em outros países. tendo em *ista seu caráter coerciti*o = e não puniti*o. *isto ser o de*edor sabedor da data em +ue de*e adimplir a obri)ação lí+uida. se de cobrança ou monit-ria. 'elator. independentemente de interpelação. 'essaltou o Min. isso por+ue essa data decorre do pr-prio título de crédito. Has raz. 'elator +ue tal e8i)1ncia contrariaria a pr-pria finalidade da constrição ci*il. apontando a doutrina. !e/ Min Si5nei &eneti.r)umenta. . os +uais incidem a partir do *encimento . . descaberia +ual+uer ad*ert1ncia complementar por parte do credor. da C5#$%66. não . conclui +ue a perda da eficácia e8ecuti*a das notas promiss-rias.

no '&sp. essa recusa fere o art. bem como a e8i)1ncia de comportamento pautado pela boa<fé ob/eti*a por conferir ao . :onderou ter ocorrido fato super*eniente 0 . 0 época da interposição do recurso no tribunal de ori)em. do C>C 2Lei n. $$<S?(. da Lei n. pois atin)e. o +ue caracterizou a *iolação.eceu do primeiro e se)undo recurso especial. a ?urma re/eitou os embar)os de declaração.á possibilidade de conceder antecipação de tutela em ação de despe/o por falta de pa)amento.a/a *ista o art. 3u/4a5o em ?6262011 !ESP )EI DE IMP!ENS' . !%. 226-ES.40-!S. *isto +ue. se . mas con. ED</ no: ED</ no: E5</ no '4!4 no !E:8 1 0. os procedimentos cobertos pelo plano ou se)uro 2e8plica +ue essas Eltimas colocaç.1 . esta*a a matéria afeta 0 ?erceira Seção deste Superior ?ribunal. cassando o ac-rdão recorrido. ?urma deu pro*imento ao recurso e restabeleceu a sentença por recon. Hesse caso. e*entual alteração ulterior de /urisprud1ncia da ?urma não tem o condão de modificar decisão de /ul)amento pretérito sob a /ustificati*a de omissão e /ul)amento com premissas e+ui*ocadas. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. apenas por ser a+uela decisão contrária aos interesses do embar)ante. Zuanto 0 tutela antecipada em si. embora.inda. :ara o Min. 'elator ser importante +ue a /urisprud1ncia sobre o tema a)ora se/a sedimentada no 9mbito das ?urmas de >ireito :ri*ado. mantendo a multa aplicada.ecer +ue a /urisprud1ncia entende não ter *alidade a limitação imposta por cláusula de plano de saEde +ue *eda o fornecimento de pr-tese. '4!4 no !E:8 F40 . assinalando o Min.e pro*imento. IG.ipossuficiente des*anta)em desproporcional. . para +ue o ?( apli+ue o direito 0 espécie.eceu do terceiro para dar<l.ou*e uma condenação pelo ?( com base na Lei de Imprensa 2Lei n. 'elator.es eram *i)entes antes mesmo da edição do C>C7. antes da emenda re)imental n.62-MS. *isto +ue. 3u/4a5o em ?6262011 TE!CEI!%S EDC) %MISS$% . 6. o +ual pre*1 as .ip-teses em +ue se mostra cabí*el a medida antecipat-ria. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. inclusi*e. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. 'elator +ue a discussão acerca da possibilidade de sua concessão em ação de despe/o é tema +ue . !e/ Min '/5ir Pa::arin7o Junior. a lei ainda fazia parte do ordenamento /urídico.á muito é +uestionado na doutrina e na /urisprud1ncia.2!C#$% "7 +uando ela /á . Com esse entendimento.C"6#$%%C7. 3u/4a5o em ?6262011 )%C'#$% DESPEJ% 'NTECIP'#$% T"TE)' >iscute<se. ?urma não con. por+uanto a lei citada não poderia ser aplicada. . !. anota o Min. ao recorrer. !$. !E:8 +42 D?F-ES.a*ia sido declarada inconstitucional pelo S?5. !E:8 ?F. tem a cláusula limitati*a alcance bem maior da+uele inicialmente ima)inado pelo se)urado. . ?rata<se de situação in*ersa 0 /ul)ada anteriormente. 3u/4a5o: em ?6262011 P)'N% DE S'YDE C)("S")' )IMIT'TIE' 1%!NECIMENT% P!XTESE . 6.da obri)ação. 3 $4. no caso. a parte. +uando a colocação dela for considerada pro*id1ncia compro*ada e necessária ao sucesso de inter*enção cirEr)ica.2A!#$%%$ 2com a redação *i)ente 0 época7. ainda pudesse t1<la in*ocado.

. !% da Lei do In+uilinato. mesmo assim. . se /á transcorreu outro procedimento de i)ual natureza em +ue se apurou .e o aludido crime. !e/ ori4inQrio Min Na8o/ePo Nune: Maia 1i/7o. F fato de o paciente não ser s-cio da empresa em +uestão não afasta a possibilidade de imputar<l. imp.ssentou<se. 3u/4a5o em ?6262011 Kuinta Turma JY!I N")ID'DE ?rata<se de habeas corpus contra ac-rdão +ue confirmou condenação do paciente 0 pena de 2A anos de reclusão em re)ime inicial fec. *1<se. por ter sido dada.amada e+ui*ocadamente de XHo*a Lei do In+uilinatoX7.$B"#$%%C7.a*er a prática do crime por meio da pessoa /urídica. !%. decorreria a necessária alteração da compet1ncia com reno*ação do /ul)amento pelo /uiz competente. $2. *isto +ue .B6 <'(. a ?urma ne)ou pro*imento ao recurso. estabelecido em razão de sua +ualidade de procurador da sociedade. 3 $4. desacol. a seu *er. >iante do e8posto. HC ?6 . ou se/a. :recedentes citados@ OC AC. por maioria. realizou o /ul)amento da apelação. HC 12D 06+-SP. desaparece a . 3 $4.ado mais $2 dias<multa pelo crime de latrocínio. >( 2%#6#2CC!. aplicando desde lo)o o art.endo a ale)ação de cerceamento de defesa.interposição do recurso. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. concedeu a ordem por entender. e OC 6%. na descrição da pronEncia não está manifesta a conduta latrocida.omicídio +ualificadoD . assim. além de e8istir suficiente descrição na denEncia de sua participação no crime. >(e 2C#$C#2CC6. IQ. ao prosse)uir o /ul)amento. +ue acrescentou e8atamente a . !E:8 1 20F 161').a*ia dificuldade em localizar a ad*o)ada dati*a re)ularmente constituída para a defesa do paciente. em dez dias a contar da intimação desta decisão. 6. +ue ficou demonstrado ser in+uestioná*el o fato de +ue o paciente foi denunciado por crime descrito como . a apro*ação da Lei n.e outra mediante publicação no >iário da (ustiça e. !e/ 8ara o a<Sr5Po Min Jor4e Mu::i. ?endo em *ista +ue.á liame causal. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. mediante as )arantias de ampla defesa e contradit-rio pré*io. &ntão. >( 2A#A#2CC D OC A$. preste caução e+ui*alente a tr1s meses de alu)uel. 3u/4a5o em ?6262011 DE1ENS%! D'TIE% INTIM'#$% DI1IC")D'DE )%C')IM'#$% Sob o fundamento de +ue .B$C<M. sob pena de re*o)ação da liminar concedida.$$2#2CC% 2c.e solução di*ersa. +ue nem mesmo a desclassificação impr-pria in*ocada pelo presidente do ?ribunal do (Eri e admitida pelo ?( pode ser aceita como /ustificação para a sentençaD pois.es. pelas . não é necessário +ue se instaure procedimento administrati*o fiscal contra cada um dos corréus na +ualidade de pessoas físicas. o +ue. 3u/4a5o em ?6262011 Se2ta Turma S%NEB'#$% 1ISC') P!%CEDIMENT% 'DMINIST!'TIE% :ara a promoção da ação penal referente ao delito de sone)ação fiscal 2art. A%2. ?urma. o ?'5 nomeou<l.0+-MS.ip-tese de possí*el prorro)ação da compet1ncia do ?ribunal do (Eri 2art. no*a capitulação /urídica ao crime cometido.ip-tese dos autos 2inadimplemento de alu)uéis e acess-rios7 como fundamento 0 concessão de liminar em despe/o.%%A< SC. C::7. ao acrescentar o inciso IQ ao 3 $4 do art. e determinou +ue o autor. $4 da Lei n. entre outras +uest. no :lenário do (Eri.

!e/ Min Ce:ar ':for !o<7a. %C do C:C. 3u/4a5o em ?6262010 Nº: 046. outra é a simples dificuldade de localização. Hote< se.a*er -bice 0 . era no sentido de não . 'uando houver indevidamente negativa de seguimento a recurso especial por erro do (rgão )ulgador na origem. entendeu +ue. pois o ac-rdão recorrido estaria no mesmo sentido da+uele proferido em recurso representati*o de contro*érsia por este Superior ?ribunal. obstaculizando o tr9nsito em /ul)ado da sentença ou ac-rdão e abarrotando<o de recursos inEteis e protelat-rios. entendeu não ser cabí*el o a)ra*o de instrumento nesse caso. para dele e8trair efeitos +ue presentemente não teria. por maioria. suspender a .omolo)ação pelo fato de transitar.ssim. $$. no caso. :recedentes citados@ OC 62. +ue o entendimento esposado por este Superior ?ribunal é +ue de*e ser pessoal a intimação do defensor dati*o. caber* agravo regimental para o tribunal a 'uo . camin. !AB<C. . '4!4 na SEC ?D4-EA. . diante da boa<fé no recebimento de ." <TF. HC 1F? 1+2-!J. >(e $$#$C#2C$C.á sentido em suspender o tr9mite da . o +ue estaria em desacordo com o ob/eti*o da Lei n. no Vrasil. >(e 2A#!#2C$C. Kma circunst9ncia é a total impossibilidade de efetuar a intimação.$%$<S:. essa sim /ustificadora da nomeação de no*o defensor.omolo)ação. "2#2CC6. +uando ele era competente para /ul)ar a . outrossim. ao prosse)uir o /ul)amento.peças acostadas aos autos. 3u/4a5o em 166262011 Primeira Turma SE!EID%! PY&)IC% !ECE&IMENT% INDEEID% !ESTIT"I#$% o entendimento deste Superior ?ribunal de +ue. /urisprud1ncia do S?5. K% no '4 1 1D4 D++-SP. em contrário ao art. Corte E:8e<ia/ C'&IMENT% 'B 'CX!D$% !EC"!S% !EPETITIE% ?rata<se. +ue o /ul)amento dessa apelação deu<se em desacordo com /ul)ado do S?(. 3u/4a5a em 166262011 SEC S"SPENS$% '#$% MESM% %&JET% IMP%SSI&I)ID'DE . do C:C. e OC $BC. entendeu +ue não .omolo)ação até +ue a sentença se/a proferida implicaria adiantar fato ainda ine8istente. Manter a possibilidade de subida do a)ra*o para este Superior ?ribunal *iabilizaria a eternização do feito.omolo)ação de sentença estran)eira. pois se faz necessário es)otar todos os meios de localização do defensor para )arantir a estrita obser*9ncia do de*ido processo le)al e da ampla defesa. !e/ 8ara a<Sr5Po Min Nan<J 'n5ri47i. a Corte &special. um processo com o mesmo ob/eto do processo no estran)eiro. !e/ ori4inQrio Min )ui0 1u2.a para o mesmo sentido. 3 "4. a)ora competente para /ul)ar a matéria. Corte &special. !e/ Min %4 1ernan5e:. do cabimento de a)ra*o de instrumento contra a decisão +ue ne)a se)uimento ao recurso especial lastreada no art. :or fim. Seria criar uma suspensão pela mera litispend1ncia. por maioria. I. Lo)o. Se um dos elementos +ue impediria esse deferimento é a pré*ia e8ist1ncia de sentença transitada em /ul)ado no Vrasil. o +ue nem se+uer se deu +uando nomeado o no*o defensor. ao prosse)uir o /ul)amento. este Superior ?ribunal.

+uando ela anula atos +ue produzem efeitos na esfera de interesses indi*iduais. tendo em *ista +ue o erro foi constatado e comunicado pela . é necessária a pré*ia instauração de processo administrati*o a fim de )arantir a ampla defesa e o contradit-rio 2art. é incabí*el a restituição do pa)amento em decorr1ncia de errInea interpretação ou má aplicação da lei pela .odiernamente se submetem. 3u/4a5o em 1D6262011 C%NC%!D'T' E')%!ES DESP%SIT'D%S )EE'NT'MENT% 'N')%BI' )EI N 11 1016200D ?rata<se de '&sp em +ue se discute a possibilidade de a empresa recorrente fazer o le*antamento de *alores depositados 0 disposição de credores não . não . Inicialmente. $$.dministração. +ue serão concluídos nos termos do >L n.e des*anta)em desmedida nem representa desrespeito 0 sua *ulnerabilidade. por e8emplo. >essa forma. nem en*ol*a contato físico.demais. .*alores pelo ser*idor pEblico. Ho caso dos autos.. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. a . portanto. ?urma entendeu +ue a mera *istoria das mercadorias na saída do estabelecimento não confi)ura ofensa automática 0 boa<fé do consumidor. ?oda*ia. mediante o confronto entre o +ue le*a o consumidor e as respecti*as notas fiscais. de um mero desconforto a +ue os consumidores . ".a de pa)amento e a necessidade de restituição da +uantia pa)a a maior. %.dministração antes +ue o pa)amento fosse efeti*ado e os *alores passassem a inte)rar o patrimInio dos ser*idores. ?ampouco é capaz de impor<l. !4.dministração.á +ue falar em boa<fé no recebimento da *erba em +uestão. 0. a solicitação de res)ate dos dep-sitos /udiciais +ue ori)inou a decisão recorrida foi apresentada pela recorrente .$C$#2CC! 2no*a Lei de 5al1ncia e 'ecuperação (udicial7 determine +ue ela não se aplica aos processos de fal1ncia ou de concordata a/uizados anteriormente 0 sua *i)1ncia. na espécie. !E:8 1 120 11. $%2 da Lei n. re*ista de*e ser restrita 0s mercadorias ad+uiridas no estabelecimento e não pode ultrapassar os limites da urbanidade e ci*ilidade. da C5#$%66 e art.ssim. nada impede a utilização anal-)ica da+uela norma para o deslinde da +uestão em causa.a de pa)amento.es fáticas. :ortanto.-SP. .dministração comunicou a e8ist1ncia de erro na )eração da fol. Cuida<se."6A#$%%%7. a ?urma ne)ou pro*imento ao recurso por entender +ue. além de conter os mesmos princípios )erais e re)ular as mesmas situaç. 3u/4a5o em 1D6262011 Ter<eira Turma P!(TIC' '&"SIE' C%N1E!CNCI' ME!C'D%!I'S P'B'S ?rata<se de '&sp em +ue a contro*érsia centra<se em definir se constitui prática abusi*a a confer1ncia das compras /á pa)as na saída do estabelecimento. e*identemente. embora o art. não . ". . antes +ue os *alores fossem pa)os 2)ratificação de substituição7. bolsas e casacos. $#$%A!.4-!S. .abilitados em concordata pre*enti*a a/uizada sob a é)ide do >L n. Isso por+ue. $#$%A! e encerrada por sentença +ue a considerou cumprida. essa confer1ncia não atin/a bens de uso pessoal. os ser*idores não foram surpreendidos. 'elatora +ue. 24 da Lei n.ou*e ile)alidade no ato da . !e/ Min 'rna/5o E:teve: )ima. LG. !MS . a decisão de efetuar descontos nos meses se)uintes foi adotada com o ob/eti*o de e*itar atrasos no pa)amento do pessoal em decorr1ncia de confecção de no*a fol. ressaltou a Min. desde +ue.

es. como domicílio e profissão. !e/ Min Ma::ami "Je5a. do disposto na SEm.ecida. >essarte. indefinidamente suspensa. >essa forma. *isto +ue o recorrido. utilizando<se. 3u/4a5o em 1D6262011 DESC%NSIDE!'#$% PE!S%N')ID'DE J"!LDIC' INDENIM'#$% )IMITE K"%T'S S%CI'IS ?rata<se de ação indenizat-ria a +ual en*ol*eu.ando seus alunos +uando. os +uais somente não foram le*antados pelos respecti*os credores por+ue o paradeiro deles é descon.F?MB. em razão de acidente por e8plosão de )ás.ssim. para tal ob/eti*o de*e *aler<se de procedimento autInomo em *ia processual pr-pria. a a)uardar por e*ento futuro e incerto. na parte con. conferindo publicidade a situaç. entendeu +ue.ecido.ssim. professor responsá*el. +ue outor)a 0 empresa falida ou em recuperação /udicial a possibilidade de le*antar o saldo e*entualmente e8istente em seu fa*or ap-s o pa)amento de todos os credores. obser*ou o Min.am a rei*indicar seus créditos. consi)nou +ue não . data de nascimento e naturalidade. 3u/4a5o em 1D6262011 !EBIST!% CIEI) !ETI1IC'#$% P!%1ISS$% ?rata<se de '&sp em +ue se discute a possibilidade de. !E:8 1 1+4 . .es efeti*as e reais. ser*e para corri)ir erros +uanto a dados essenciais dos interessados. da e8ist1ncia de relação de consumo /untamente com a impossibilidade de realizar a satisfação do débito oriundo da condenação indenizat-ria perante a sociedade . corri)ir erro nos assentos de casamento da interessada referente 0 sua profissão.somente ap-s a e8tinção 2conclusão7 da concordata em #A#2CC . W *ista disso. 'elator +ue. o +ue l. filiação. ele foi atin)ido pelo fo)o. entre outras. 0 espera de credores +ue tal*ez /amais *en. por meio da ação de retificação de re)istro ci*il. da autenticidade e a se)urança dos atos /urídicos.eceu parcialmente do especial e. !E:8 1 1F2 . consi)nou não ser possí*el +ue se permita desnaturar o instituto da retificação do re)istro ci*il. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. inclusi*e. e não +uanto a circunst9ncias absolutamente transit-rias. de modo a impedir a e8ist1ncia de uma *erdadeira e8ecução sine die. Com essas consideraç. F >ireito repele as situaç. *isita*a as depend1ncias de par+ue a+uático acompan.e pro*imento a fim de estabelecer o prazo de um ano como limite para o período no +ual os dep-sitos efetuados de*em continuar 0 disposição do /uízo da concordata. . $!B da no*a lei.ssim. +ual+uer autorização /udicial para retificar dados constantes de assentamento ci*il de*e )uardar conformidade com o princípio da *erdade real. a partir da constatação. ?ranscorrido esse período sem manifestação dos credores. como é not-rio.e causou +ueimaduras nos braços e pernas. entre as finalidades dos re)istros pEblicos. a saber. se a pretensão da interessada é obter pro*a para re+uerimento de benefícios pre*idenciários no futuro. pelas inst9ncias ordinárias.es pendentes. Inicialmente. de maneira +ue a mel.or resposta 0 inda)ação trazida pela recorrente é a fi8ação de um prazo le)al compatí*el com os dispositi*os /á e8istentes. uma típica relação de consumo. é uma cautela in/ustificá*el.á +ual+uer impedimento ao le*antamento dos *alores depositados pela recorrente. o numerário correspondente de*erá ser colocado 0 disposição da recorrente. estão a preser*ação da eficácia. +ue. a ?urma con. indisponibilidade eterna do numerário. destacou o art. na ori)em. n. .?F-!S. 2A2<S?(. . deu<l.

sob a -tica do acesso 0 (ustiça.o. <on:titui a8ena: um ato 5e efeito 8rovi:Srio 5e<reta5o 8ara 5etermina5o <a:o <on<reto e o*3etivo. dispondo. da CL?. :or fim. !C do CC#2CC2 e. obser*a +ue o art D+1 5o CPC e:ta*e/e<e Rue o: 5eve5ore: re:8on5em <om to5o: o: *en: 8re:ente: e futuro: no <um8rimento 5e :ua: o*ri4aOZe: . "%$ da CL?. B%! e ACA do CC#2CC2 determinam. pará)rafo Enico. !E:8 1 16+ 1FD-D1. a ?urma con. Note-se que o juiz consignou haver prova incontestável de que o representante legal da executada praticou atos contrários à lei e ao estatuto da institui !o executada com o objetivo de fraudar futura execu !o resultante do julgamento procedente do pleito. nesse dispositi*o. mas asse*era +ue. nessa parte. em razão da desconsideração da personalidade /urídica da sociedade empresária e. determinou<se a desconsideração de sua personalidade /urídica e a pen.á muito é recon. dei8ou e*idente ser facultati*a a presença do ad*o)ado nos processos trabal. ainda. Ho '&sp. em ato contínuo.istas.demais.empresária. 'elatora +ue. os dispositi*os do CC#2CC2 podem ser aplicados subsidiariamente aos .es de consumo no art.eceu em parte do recurso e. a+uele +ue dei8ou de pa)ar *erbas trabal.onorários ad*ocatícios contratuais. 8oi: a5mitir Rue a e2e<uOPo e:te3a /imita5a V: Ruota: :o<iai: :eria temerQrio.onorários ad*ocatícios inte)ram os *alores de*idos a título de reparação por perdas e danos e.o/e /á se encontra positi*ado em nosso ordenamento /urídico no art.ece. +ue a 5e:<on:i5eraOPo nPo im8orta 5i::o/uOPo 5a 8e::oa 3urT5i<a. Com esse entendimento.istas tem de restituir ao empre)ado o +ue esse despendeu com os . ao estabelecer +ue os empre)ados e os empre)adores poderão reclamar pessoalmente perante a (ustiça do ?rabal. !e/ Min Ma::ami "Je5a. .ecida pela /urisprud1ncia e pela doutrina por influ1ncia da teoria do disregard of legal entit". 3!4. 'essalta. com a autorização da e8ecução dos bens dos s-cios. oriunda do direito norte<americano.e pro*imento. a responsabilidade dos s(cios +icar limitada ao valor de suas respectivas 'uotas sociais . de forma e8pressa. :or fim. Se)undo o Min. 'elator. do C>C e . ne)ou<l. aponta a Min. ainda. ter razão. 26.istas. a desconsideração da personalidade /urídica /á . 'elatora +ue os arts. +ue os .o em *irtude da retenção inde*ida de *erbas trabal. o art. &8plica a Min. 64. e::a 8o::i*i/i5a5e nPo 8o5eria 8ro:8erar. Conse+uentemente. &8plica +ue este . in5evi5o e re:u/taria na 5e:e:ta*i/i0aOPo 5o in:tituto 5a 5e:<on:i5eraOPo 5a 8er:ona/i5a5e 3urT5i<a . os s-cios incluídos no polo passi*o da demanda de meios processuais para impu)ná<la. o empre)ado tem o direito de optar por ser representado em /uízo por ad*o)ado de sua confiança e +ue o processo não pode importar pre/uízos 0 parte +ue se recon. 3u/4a5o em 1F6262011 D'N%S M'TE!I'IS C%NT!'T'#$% 'DE%B'D% J"STI#' D% T!'&')H% ?rata<se de ação de reparação por danos materiais a/uizada pelo recorrido para buscar o ressarcimento dos )astos com a contratação de ad*o)ado para o a/uizamento de reclamação na (ustiça do ?rabal. nos termos do art. ao final. B6%. discute-se a possibilidade de.a*ia sido re)ulamentada no 9mbito das relaç. nPo 7Q Rua/Ruer re:triOPo a<er<a 5e a e2e<uOPo <ontra o: :S<io: :er /imita5a V: :ua: re:8e<tiva: Ruota: :o<iai: .ora de bem m-*el de propriedade do s-cio ora recorrente para )arantir a satisfação do crédito.

a parte en*ol*ida na relação de direito material consumerista = na *erdade. e não mera concausa passi*a do acidente.e o art.C:7 interposta pelo M: a fim de pleitear +ue o banco se/a condenado a não cobrar pelo ser*iço ou e8cluir o e8trato consolidado +ue forneceu a todos os clientes sem pré*ia solicitação. não sendo possí*el apontá<lo como causa dele. não pode ser entendido apenas como parte processual.contratos trabal. !E:8 +D1 F?D-!S. 24 da Lei n. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo.es do recurso especial não impede a e8ata compreensão da contro*érsia e. 3u/4a5o em 1F6262011 [ver Informativo n .as +ue inte)ram as contrarraz. de ação de cobrança de se)uro obri)at-rio 2>:G. não in*iabiliza a análise dos ar)umentos apresentados pela defesa do recorrido. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. ?urma entendeu +ue. >e*em<se fle8ibilizar as re)ras formais do processo conforme as peculiaridades de cada caso. limitou em 'J !C mil o *alor total alcançado pela incid1ncia da multa diária. o *eículo do +ual caíra o autor fez apenas parte do cenário do acidente. no caso.?7 na +ual o recorrente ale)a +ue sofreu uma +ueda ao descer de uma carreta em seu local de trabal.a*er indenização do se)uro >:G. !E:8 1 1?D 100MS. de ação ci*il pEblica 2.o consumerista. . conforme disp. '4!4 no !E:8 6+2 +. 3u/4a5o em 1D6262011 M")T' DI(!I' DESC"MP!IMENT% DECIS$% J"DICI') )IMIT'#$% ?rata<se. . . na ori)em. mas sim como parte material da relação /urídica e8traprocessual.?. desde +ue não ocorra pre/uízo 0 outra parte e o ato . na ori)em. na . no caso. ou se/a. 3u/4a5o em 1D6262011 'CP INEE!S$% IN"S P!%E' MP ?rata<se. para .$%A#$%"A. o +ue foi cobrado. a aus1ncia de c-pia de apenas uma das di*ersas fol. !E:8 1 02F F+F-MB.a/a descumprimento da medida deferida em tutela antecipada. no intuito de sal*a)uardar o direito material. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo.C: com cun.o. pre*isto no art. para e*itar tal enri+uecimento. . ne)ou pro*imento ao a)ra*o por entender +ue. 4 do C>C. de*ol*endo. .istas.eceu do a)ra*o re)imental e deu a ele parcial pro*imento. também. de aplicação de multa diária caso . !e/ Min Nan<J 'n5ri47i.ssim. por maioria. o destinatário do prop-sito protetor da norma. /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal assentou +ue apenas é possí*el a re*isão da referida multa em recurso especial +uando fi8ado pelas inst9ncias ordinárias *alor ínfimo ou e8orbitante. con. Ho caso. em dobro. entre outras +uest. 3u/4a5o em 1D6262011 '"SCNCI' 1%)H' C%NT!'!!'MÕES . os danos de*em ser causados efeti*amente por *eículos automotores de *ia terrestre ou por sua car)a. a ?urma mante*e o *alor de meio salário mínimo para a multa diáriaD porém.amou de consumidores 2art. F termo MconsumidorN.a*er in*ersão do Inus da pro*a em fa*or do M:. ?urma entendeu +ue. Lo)o.2-!S. F *eículo tem +ue ser o causador do dano. pode . ?al entendimento busca facilitar a defesa da coleti*idade de indi*íduos +ue o C>C c. ?urma.+1\ Kuarta Turma DPE'T K"ED' C'!!ET' INDENIM'#$% ?rata<se. 6$ do referido c-di)o7.es.

ssim. . o contrafator teria +ue pa)ar apenas o *alor +ue e8penderia se usasse le)almente o pro)rama. F condenado tem direito )arantido de trabal. não de*e ser utilizada em todos os casos em +ue . é uma medida e8cepcional +ue de*e ser . não se aplicando o art. 3u/4a5o em 1F6262011 CIT'#$% EDIT') 'NTECIP'#$% P!%E' S"SPENS$% P!%CESS% . em tais casos. ob/eti*o principal da pena na moderna concepção de &stado democrático de direito. caso não se/a realizada antecipadamente. Lo)o.ip-teses discriminadas no referido arti)o. ?urma. entendeu ser possí*el en+uadrá<lo como e8ceção 0s . . 3u/4a5o em 1D6262011 P!'M% DEC'DCNCI' !EC)'M'#$% ELCI%S P!%D"T% . em ação cautelar de antecipação de pro*as.es de *ícios no produto 2art. ficou demonstrado +ue o recorrido usa*a.C2$. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. '4!4 no '4!4 no '4 1 . em razão da peculiaridade do caso. *isando 0 ressocialização do condenado e le*ando em consideração suas condiç. a ?urma ne)ou pro*imento ao recurso do M: e mante*e o réu em prisão domiciliar. !e/ Min Maria I:a*e/ Ba//otti. !E:8 D4F F+4-P!. ?urma deu pro*imento ao recurso por entender +ue a produção antecipada de pro*as. B do C::. conforme disp. Isso acontece em razão de +ue o adiamento do início do referido prazo. dá<se ap-s a )arantia contratual. 3u/4a5o em 1D6262011 INDENIM'#$% C%NT!'1'#$% P!%B!'M' C%MP"T'D%! ?rata< se de ação indenizat-ria cumulada com obri)ação de não fazer na +ual o recorrente ale)a +ue. sem licença.o. 3u/4a5o em 1D6262011 Kuinta Turma 'PEN'D% PEN' )%C') T!'&')H% F apenado cumpre pena em re)ime semiaberto pela prática de roubo e conse)uiu um empre)o em cidade distante da comarca do /uízo da e8ecução. além de possuir obri)ação de faz1<lo como meio de promo*er a cidadania e a sua ressocialização. Se assim fosse.2 $<'S.21 ?D4-D1.a/a a suspensão do processo em razão da aus1ncia do réu citado por edital. reiterando a /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal. :recedente citado@ '&sp $. !e/ Min '5i/:on Eieira Ma<a*u [De:em*ar4a5or <onvo<a5o 5o TJ-!J\. >(e #!#2C$C.possa atin)ir sua finalidade. $$" da L&:. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. /ustifica<se pela possibilidade contratualmente estabelecida de +ue se/a sanado o defeito apresentado durante a )arantia. ?urma reiterou a /urisprud1ncia deste Superior ?ribunal e entendeu +ue o termo a quo do prazo de decad1ncia para as reclamaç. Lo)o. 2 do C>C7.es pessoais. F simples pa)amento pelo contrafator do *alor de mercado de cada e8emplar apreendido não corresponderia 0 indenização pelo dano decorrente do uso inde*ido.e o art. !E:8 +62 0F?-!S. . um *eículo automotor. no caso. entendeu +ue o montante indenizat-rio de*e ser de dez *ezes o *alor de mercado de cada um dos pro)ramas inde*idamente utilizados.-!S. pro)rama de computador de sua titularidade. pro*id1ncia de*e ser resultante de uma a*aliação do risco concreto do perecimento da pro*a e de impossibilidade de sua obtenção futura. !E:8 1 1?D +4.

!E:8 1 224 120-P!. :ara a Min. a conduta é dotada de mínimo caráter ofensi*o e reduzido )rau de repro*ação. ante a aplicação do princípio da insi)nific9ncia. ?urma.e conferir maior rele*9ncia. por+uanto a lei não estabelece inter*alo mínimo de tempo para a prática de tais atos e não foi demonstrado +ual+uer pre/uízo 0 sua defesa. ?urma concedeu a ordem de habeas corpus para recon. $ 6 do C: 2apropriação indébita7. 3u/4a5o em 1D6262011 CIT'#$% INTE!!%B'TX!I% MESM% DI' . ou o preceito )eral +ue define a compet1ncia nos termos do art. discutiu<se +ual seria a norma aplicá*el para definir o foro competente para processar e /ul)ar ação de indenização cumulada com pedido de abstenção da prática de concorr1ncia desleal pelo uso ilícito de marca@ se a re)ra de compet1ncia pre*ista pelo art. !e/ Min Bi/:on Di88. 'elatora +ue a +uestão /á foi .6262011 C%MPETCNCI' INDENIM'#$% '&STEN#$% "S% M'!C' Hos embar)os de di*er)1ncia. 3u/4a5o em 1D6262011 Nº: 0464 Se4un5a SeOPo EAEC"#$% 'ST!EINTES INTIM'#$% PESS%') F Min. !e/ Min Ce/:o )imon4i [De:em*ar4a5or <onvo<a5o 5o TJ-SP\. ale)ou +ue o paciente = também ad*o)ado e cole)a do mesmo escrit-rio de ad*ocacia = teria se apropriado de sua a)enda pessoal 2a*aliada em cerca de dez reais7. G.á moti*o para +ual+uer modificação no entendimento consolidado na SEm.ecer a atipicidade da conduta imputada ao paciente denunciado pela suposta prática do crime pre*isto no art. Consi)nou +ue.a ocorrido +ual+uer circunst9ncia . A$C<S?( = de +ue o cumprimento da obri)ação não é ato cu/a realização dependa de ad*o)ado. %A do C:C = de maneira a declarar a compet1ncia do foro do domicílio do réu. ad*o)ado.ecida.es importantes 0 *ítima. 'elatora. E'4 ?DF FD?-!S. mas é ato da parte =D assim.de*idamente /ustificada. a *ítima. 3u/4a5o em 1F6262011 Se2ta Turma INSIBNI1ICNNCI' 'P!%P!I'#$% INDG&IT' 'BEND' . Luis 5elipe Salomão +ue não . assim como a lesão /urídica é ine8pressi*a e não causa repulsa social.á nulidade +uando a citação e o interro)at-rio do acusado ocorrem no mesmo dia.a informaç. a .notou a Min.a dados pessoais e profissionais.ip-tese dos autos re*ela um acontecimento tri*ial. 3u/4a5o: em 2. . In casu. do C:C = se)undo a +ual o autor pode ele)er o foro do local do fato ou o de seu domicílio =. pará)rafo Enico. dene)ou a ordem de habeas corpus por entender +ue não . !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. sem +ue ten. a +ual contin. HC 1?1 FD6MB. por mais +ue se considere +ue o ob/eto supostamente tomado contin. n. a. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. HC 144 06F-!J. na parte con.ábil a l. a pré*ia intimação pessoal do de*edor constitui condição necessária para a cobrança de multa pelo descumprimento de obri)ação de fazer e não fazer. $CC.

ista ou o da (ustiça comum estadual. pre*alecendo a re)ra do art. entendem +ue sempre o foro competente é o do domicílio do réu.a*endo dE*ida +uanto 0 área.ob/eto de di*ersas manifestaç.ista para /ul)ar a ação de manutenção de posse. 3u/4a5o: em 2.2"%#$%% .6262011 Ter<eira SeOPo . sem +ue . a norma do art. desde +ue pactuada nos contratos celebrados ap-s a edição da M: n. 3u/4a5o: em 2. ap-s o *oto de desempate do Min.ou*esse a consolidação de um entendimento em +ual+uer dos dois sentidos. demarcação e confrontaç.depois. Hessa circunst9ncia. aspectos relati*os 0 *alidade da constrição /udicial sobre o im-*el na (ustiça trabal. não sendo os casos pre*istos na SEm.es na ?erceira e na Zuarta ?urma deste Superior ?ribunal. 'elator +ue a compet1ncia s. Seção. não .6262011 C%MPETCNCI' M'N"TEN#$% P%SSE IMXEE) ')IEN'D% J"STI#' D% T!'&')H% Zuestiona<se. a capitalização mensal é *edada. ao prosse)uir o /ul)amento. de*e ser aplicado 0 espécie o entendimento /urisprudencial de +ue a ação de reparação de dano tem por foro o lu)ar onde ocorreu o ato ou fato. na ação possess-ria. Se for constatada a contrafação ou a concorr1ncia desleal. &ssa discussão está relacionada ao processo e8ecut-rio. do mesmo diploma. passou a pre*alecer o entendimento de +ue mesmo a capitalização mensal era autorizada. n. +ual.0. G. %A e $CC. ainda +ue a demandada se/a pessoa /urídica com sede em outro lu)ar. Fbser*a +ue. 'elatora. para a Min. IG. mesmo .o.es cominat-ria e indenizat-ria não impede a aplicação da citada norma. aludindo tanto ao ilícito ci*il +uanto ao penal.á como ne)ar a ilicitude da conduta da embar)ada nos termos dos arts. declarou ser competente a (ustiça trabal. $CC. em di*ersos /ul)ados.% B<$"#2CCC. 2?0-!S. destacou +ue a cumulação das pretens. %. !e/ Min Si5nei &eneti. do C:C representa o instituto do forum commissi delicti e refere<se aos delitos de modo )eral. firmou<se +ue. uniformizou o entendimento di*er)ente entre a ?erceira e a Zuarta ?urma para +ue prevaleça a orientação de declarar a compet. a. em +ue a disputa seria pelo uso da marca. pará)rafo Enico. E'4 F?. $. no conflito de compet1ncia. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i.ista. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. condutora da tese *encedora. 'essaltou o Min. a Seção. *isto +ue se +uestionam. do C:C sobre a dos arts.ista.es do im-*el alienado pela (ustiça do trabal. &ntretanto. seria competente para processar e /ul)ar ação de manutenção de posse na +ual se discute localização. a. :residente Massami KPeda. mas a anual é permitida.2 .-MB. %B<S?(. E!E:8 +. >iante disso. a partir do ano 2CCC. :or fim. S. $2% e $6% da Lei n. 3u/4a5o em 2.seria da (ustiça comum estadual se o interdito possess-rio esti*esse totalmente des*inculado da e8ecução trabal. entre o /uízo trabal.6262011 C'!T$% DE C!GDIT% C'PIT')IM'#$% 'N"') J"!%S ?rata<se de embar)os de di*er)1ncia no recurso especial nos +uais se discute a possibilidade da capitalização anual de /uros em contratos de cartão de crédito. .ncia do +oro do domicílio do autor ou do +oro no 'ual ocorreu o +ato para o )ulgamento de ação de abstenção de uso de marca cumulada com pedido de indeni ação . :or essa razão. CC 10+ 146-!N. &8plicou +ue a e8pressão MdelitoN nela contida é abran)ente. $CC.

Com essas consideraç. Contudo. !e/ Min Teori '/*ino Mava:<Wi. . em 2.ip-tese dos autos. $A2. a prescrição a ser obser*ada é de cinco anos 2inciso I do mesmo dispositi*o le)al7. $$ da Lei n. somente se aplica o prazo prescricional pre*isto na le)islação penal +uando os fatos forem apurados na esfera criminal. foi necessária a a+uisição de peças inte)rati*as 2/o)os de ferramentas para )arrafas de dois litros7. $$. II. ressaltou a Min. entre outras. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura.$$2#$%%C. na . de*e ser aplicado o prazo prescricional pre*isto na lei +ue re)ula a punição administrati*a. o prazo prescricional a ser considerado é de dois anos nos termos do art. no caso em +uestão.es.a*er *iolado o disposto nos incisos IG e QII do art.a/a pre*isão le)al e editalícia. ter sido apurada criminalmente a conduta do impetrante. &ntretanto.$$2#$%%C.2$C#$%6A 2Lei de &8ecução :enal7 para a pro)ressão de re)ime prisional. Conforme destacou o Min. c#c o art. para o perfeito funcionamento do e+uipamento importado. 3u/4a5o em 226262011 Se4un5a Turma C%NC"!S% PY&)IC% EA'ME PSIC%TGCNIC% # realização de e8ames psicotécnicos em concursos pEblicos é le)ítima. entendeu +ue.ediondos ou assemel.es su/eitas 0 suspensão por BC dias. ".ip-tese em +ue se con*erteu a e8oneração do impetrante do car)o de assessor especial para destituição de car)o em comissão com base no relat-rio da comissão processante.A A#2CC" su/eitam<se ao disposto no art. elas não podem ser desmembradas para efeito do tratamento fiscal conferido pela aludida le)islação. em se tratando da pena de destituição de car)o em comissão aplicada a e8<ser*idor por ter praticado infraç. $B! da Lei n. 'elator.6262011 SE!EID%! PY&)IC% EA%NE!'#$% P!ESC!I#$% P!ETENS$% P"NITIE' ?rata<se de mandado de se)urança em +ue se discute a prescrição da pretensão puniti*a do &stado na .ssim. 6. a demandante realizou a importação de ma+uinário beneficiado pela alí+uota zero do Imposto de Importação 2II7 e pela isenção do Imposto sobre :rodutos Industrializados 2I:I7. desde +ue . 'elatora ser firme o entendimento deste Superior ?ribunal de +ue. Inicialmente. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura.0-CE.ados cometidos antes da *i)1ncia da Lei n.a*endo cometimento por ser*idor pEblico de infração disciplinar também tipificada como crime. +ue os critérios adotados para a a*aliação se/am ob/eti*os e +ue caiba a . 6. $$2 da Lei n. MS 12 666-D1.6262011 Primeira Turma ISEN#$% T!I&"T(!I' M(K"IN' IMP%!T'D' C%MP%NENTES INDISPENS(EEIS 'K"ISI#$% Ha .o contrário. nos autos. >essarte. .SYM")' N 4F1-STJ Fs condenados por crimes . ainda +ue seu ato se/a tipificado como crime. 3u/4a5o em 2.ip-tese de destituição de car)o em comissão por infração su/eita 0 pena de demissão. diante da aus1ncia de apuração na esfera criminal. +ue recomendara para o e8<ser*idor a pena de suspensão por BC dias sob a acusação de ele . sendo as ferramentas importadas peças indispensá*eis ao funcionamento da má+uina. a Seção concedeu a se)urança.. . !E:8 ?41 . não ficou e*idenciado.

encontra<se estribada em +ual+uer direito real sobre o bem im-*el. *ersa sobre direito eminentemente pessoal e não real. trata<se de saber se. apenas sua subsist1ncia é +ue decorrerá da definição sobre o adimplemento ou não da obri)ação assumida.ipoteca é derro)á*el pela *ontade das partes.ipoteca c#c pedido de antecipação de tutela na +ual se busca a declaração /udicial de e8tinção de . a causa de pedir.a*iam sido fi8ados na sentença reformulada.FP&. discute<se o foro competente para /ul)ar a referida ação. ?urma entendeu +ue os /uros morat-rios constituem matéria de ordem pEblica. ou se definido pelo critério territorial e. . de ação ordinária declarat-ria de e8tinção de . 3u/4a5o em 226262011 C%MPETCNCI' HIP%TEC' 'DIMP)EMENT% ?rata<se. . /ustamente por não inte)rar o rol ta8ati*o e8presso na se)unda parte do art. !E:8 1 221 +6?-D1. +ue de*e ser pEblico. por isso sua aplicação. e o princípio da especificidade. alterar. está diretamente *inculada ao tipo de produto ou ser*iço. !E:8 1 04? +. . ?urma reiterou o entendimento de +ue. o termo inicial dos /uros morat-rios +ue . !E:8 1 11+ 0+0-D1. 3u/4a5o em 226262011 C%)IDCNCI' M'!C' N%ME C%ME!CI') )EI N + 2F661++6 . 3u/4a5o em 226262011 Ter<eira Turma )IK"ID'#$% SENTEN#' J"!%S M%!' M'TG!I' %!DEM PY&)IC' Ho caso. ainda +ue anteriores 0 a+uisição. . se)undo o +ual a proteção da marca. dE*ida ou .ipoteca constituída sobre bem em razão de dí*ida contraída e. !e/ Min Ea:<o De//a Biu:tina [De:em*ar4a5or <onvo<a5o 5o TJ-!S\. entre outras +uest. como su)eriria o nome da ação. correspondente ao 9mbito )eo)ráfico da proteção. por isso. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. discussão. inte)ralmente adimplida. 3u/4a5o em 226262011 '#$% C%&!'N#' C%T'S C%ND%MINI'IS '!K"IE'MENT% IMXEE) . ?urma. mas também le*ar em consideração outros dois princípios básicos do direito pátrio das marcas@ o princípio da territorialidade.interposição de recurso contra o resultado.D-D1. alteração ou modificação do termo inicial. +uando do /ul)amento do recurso intentado pela outra parte. ED</ no: ED</ no !E:8 ++? +. além do *alor da indenização = +ue foi ob/eto do recurso =.ipoteca em si não é ob/eto de discussão. . !e/ Min Mauro Cam8*e// MarRue:. para a aferição de e*entual colid1ncia entre denominação e marca. como pressuposto de necessidade de e*itar erro. Ho recurso especial. de maneira al)uma. sal*o +uando declarado pelo IH:I de alto renome ou not-ria. se)undo ale)ado. não se de*e ater apenas 0 análise do critério da anterioridade. Ho caso. !e/ Min Ma::ami "Je5a. +uando inau)urada a compet1ncia deste Superior ?ribunal.es. derro)á*el pela *ontade das partes. ressal*ado o direito de re)resso contra o anti)o proprietário. na ori)em. /urisprud1ncia assente é no sentido de +ue o ad+uirente de im-*el em condomínio responde pelas cotas condominiais em atraso. entendeu +ue o foro competente para /ul)ar a ação principal +ue se refere 0 . na aus1ncia da interposição de recurso especial da parte interessada. se necessariamente o do local em +ue situado o im-*el. de ofício. %! do C:C. poderia este Superior ?ribunal. portanto. não ense/a reformatio in pejus.

"A$. !62. deu pro*imento ao recurso especial e estabeleceu ser impossí*el. cada +ual com preços diferenciados = a +ue estabelece o pa)amento pelo *alor do *eículo determinado na ap-lice e a +ue determina pelo seu *alor de mercado no momento do sinistro =. II. Oodiernamente a proteção ao nome comercial se circunscre*e 0 unidade federati*a de /urisdição da /unta comercial em +ue re)istrados os atos constituti*os da empresa. 3u/4a5o em 226262011 Kuinta Turma .então. o +ual entendeu +ue nen. !e/ 8ara a<Sr5Po Min !au/ 'ra]3o.um dos re+uisitos do art. IG. !e/ Min Nan<J 'n5ri47i. condenando<os. Hesse conte8to. consi)nou o Min. por maioria. !E:8 ?26 F?1-!S. !e/ ori4inQrio Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. nas e8ecuç. 3u/4a5o em 226262011 "NIÕES EST(EEIS P'!')E)'S . !E:8 1 1?+ 21. por si s-. impIs +ue os recorridos de*ol*essem as +uantias recebidas. conferir proteção /urídica a uni. ?urma.confusão entre os usuários.-B%.es está*eis paralelas !E:8 +12 +26-!S. Contudo. "A$ do C:C teria sido preenc. ambos do C:C7.e é mais fa*orá*el. a sentença e8e+uenda determinou +ue os recorrentes restituíssem o im-*el ob/eto da ação de rescisão de contrato de compra e *enda proposta. os recorrentes opuseram os embar)os sob a ale)ação de +ue o título seria ine8i)í*el. cabendo ao consumidor optar pela modalidade +ue l. Ha espécie.ido. >e acordo com a tese *encedora. nesses casos. na e8ecução. podendo ser estendida a todo o territ-rio nacional se for feito pedido complementar de ar+ui*amento nas demais /untas comerciais. a pa)ar uma indenização por perdas e danos em decorr1ncia da ocupação do bemD em contrapartida. a cláusula dos contratos de se)uro +ue autoriza as se)uradoras de *eículos. ?urma deu pro*imento ao recurso especial para determinar o prosse)uimento normal dos embar)os 0 e8ecução opostos pelos recorrentes e liminarmente re/eitados pelo tribunal a quo. ao prosse)uir o /ul)amento. sal*o os *alores referentes 0s arras confirmat-rias. disponibilizam duas espécies de contrato. a aplicação do exceptio non adimplenti contractus e8i)e +ue os e8e+uentes cumpram a prestação +ue l. ?urma. de acordo com o ordenamento /urídico pátrio.es bilaterais. !E:8 1 204 4??-!S. e $!. ainda. pelos recorridos.es de títulos em +ue se e*idenciam obri)aç. moti*o pelo +ual a ale)ação de aus1ncia de contraprestação suscitada pelos recorrentes en+uadra< se no rol de matérias +ue podem ser a*entadas em embar)os 0 e8ecução ou impu)nação ao cumprimento de sentença nos termos do art.es cabe para. 3u/4a5o em 226262011 'CP C%NT!'T% SEB"!% INDENIM'#$% E')%! ME!C'D% . 3u/4a5o em 226262011 Kuarta Turma EM&'!B%S EAEC"#$% %&!IB'#$% &I)'TE!') DESC"MP!IMENT% EAEK"ENTE . as se)uradoras. s.es cabia. consi)nou não ser abusi*a. na ori)em. nos casos de perda total ou furto do bem. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. do C:C. /á +ue os recorridos não teriam efetuado o pa)amento +ue l. caput e pará)rafo Enico. a indenizar pelo *alor de mercado referenciado na data do sinistro. !e/ Min )ui: 1e/i8e Sa/omPo. 'elator +ue. iniciar a demanda e8ecuti*a 2arts.

também efetuada por perícia técnica. *isto +ue. I e II. a impetrante insur)e<se contra o ato +ue tornou sem efeito sua nomeação para o car)o de professor do +uadro de ma)istério estadual por+ue. .ecido pelo M&C. $2%. IQ.es7 ter ocorrido a bordo de aerona*e.es. ?urma.4 4DD-!S. 4.C%". 3u/4a5o em 226262011 C%NC"!S% PY&)IC% !EC%NHECIMENT% MEC In casu.ado de .ABC<MS. HC 1. 0 época de sua nomeação.a*er necessidade de identificação dos interlocutores por meio de perícia técnica ou de de)ra*ação dos diálo)os em sua inte)ridade por peritos oficiais. :ara o Min. em di*ersas oportunidades. $$. 3 %4. razão pela +ual a retratação da *ítima em /uízo impossibilita o prosse)uimento da persecutio criminis por aus1ncia de condição de procedibilidade da ação. da C5#$%66. por si s-. emitidos por . entendeu +ue o fato de a prisão do paciente ter sido em fla)rante não impede.ist-rico escolar. !E:8 1 1. !e/ Min Bi/:on Di88. 3u/4a5o em 226262011 EI%)CNCI' D%MGSTIC' !EP!ESENT'#$% .D 666-!J. +ue se recon. ambos do C:7. 3u/4a5o em 226262011 C%MPETCNCI' !%"&% INTE!I%! 'E!%N'EE ?rata<se de habeas corpus impetrado em fa*or de paciente condenado por roubo e formação de +uadril. 3u/4a5o em 226262011 Se2ta Turma C%N1ISS$% ESP%NTNNE' P!IS$% 1)'B!'NTE . da Lei n. 266 e $!". 3 24. Fbser*a o Min. não .es telefInicas por inobser*9ncia ao disposto no art. 33 $4 e 24. ap-s ter sido nomeada em $B#$2#2CC!. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. +ue possui capital pri*ado e pEblicoD nessas circunst9ncias.BAB#2CC +uanto 0 necessidade da identificação dos interlocutores por meio de perícia técnica e de de)ra*ação dos diálo)os em sua ínte)ra. +ue afirmam a compet1ncia dos /uízes federais para processar e /ul)ar os delitos cometidos a bordo de aerona*es. apesar de o roubo dos malotes 2com mais de 'J A mil. !e/ Min %4 1ernan5e:. entre outras +uest.a*ia sido ainda recon.. *isto +ue a citada lei não faz +ual+uer e8i)1ncia nesse sentido. não deslocaria a compet1ncia para a (ustiça 5ederal. :recedente citado@ '&sp AB!.CA2<>5. :recedente citado@ '&sp $. HC 1D4 +40-!J. !e/ Min '5i/:on Eieira Ma<a*u [De:em*ar4a5or <onvo<a5o 5o TJ!J\.á falar em +ualidade da empresa lesada diante do entendimento /urisprudencial e do disposto no art.le)a o impetrante a incompet1ncia da (ustiça 5ederal para processar e /ul)ar o crime.a em continuidade deliti*a 2arts. >( $6#$2#2CC .T!(1IC% INTE!N'CI%N') INTE!CEPT'#ÕES TE)E1INIC'S PE!LCI' F '&sp foi con. 'elator. ?urma reafirmou +ue a ação penal relati*a ao delito disposto no art. /á afirmou não . HC 10? 4F?-SP.eça a atenuante da confissão espont9nea. independentemente de elas se encontrarem no solo. do C: é de iniciati*a pEblica condicionada 0 representação. deu<se em solo 2aeroporto7 contra a transportadora. Fcorre +ue. 'elator +ue este Superior ?ribunal. $C%. >(e 2$#!#2C$C. sendo a *ítima o banco. o curso superior no +ual é )raduada não .ecido na parte em +ue o recorrente apontou nulidade das interceptaç. a impetrante entre)ou certificado de conclusão do curso de peda)o)ia acompan.

es /urídicas.a*ia sido de*idamente recon. BC do C?V não e8i)e e8pressamente o e8ame to8icol-)ico de san)ue.ssim. da se)urança /urídica e da razoabilidade tornar sem efeito sua nomeação ap-s a efeti*a confirmação pelo M&C do recon. temperar a ri)idez do princípio da le)alidade para +ue este/a em . :orém.a esclarecido. tendo sido recon. In casu. HC 1FF +42-!S.ecido pelo M&C. 3u/4a5o em 226262011 EM&!I'B"EM '% E%)'NTE '!T . sendo necessário. afronta os princípios da boa<fé.armonia com os princípios da estabilidade das relaç.ecimento do curso de peda)o)ia e8arado por a+uele ministério em maio de 2CC!. em concurso pEblico.06 D% CT& ?rata<se de pedido de trancamento da ação penal por aus1ncia de pro*a da materialidade do delito de embria)uez ao *olante por não ter sido realizado e8ame to8icol-)ico de san)ue. Min. >e modo +ue a materialidade do crime foi demonstrada. . da boa<fé e outros essenciais 0 perpetuação do &stado de direito. !e/ Min Ce/:o )imon4i [De:em*ar4a5or <onvo<a5o 5o TJ-SP\.ecido pela . &mbora ten. te*e o ato de sua nomeação tornado sem efeito pela autoridade impetrada por meio do decreto de $%#!#2CC .instituição de ensino autorizada pelo M&C e com parecer fa*orá*el ao recon. foi notificada da instauração de processo administrati*o disciplinar 2:.es.dministração +ue os re+uisitos do edital foram obser*ados no momento da posse da impetrante.>7 em razão do descumprimento do edital.ecimento da+uele curso. na a*aliação da nulidade do ato. tendo em *ista +ue o art. !e/ Min Maria T7ere0a 5e '::i: Moura. 3u/4a5o em 226262011 . cerca de dois meses depois 22C#B#2CC 7. . foi realizado o e8ame do bafImetro e constatou<se a concentração alco-lica de ar nos pulm. sendo ela empossada em $$#$#2CC . não se de*e perder de *ista a finalidade para a +ual se diri)e o procedimento. não podendo ela ser punida pela demora e burocracia do &stado!MS 2D 21+-P!. 'elatora ressaltou +ue. em sua defesa. +ue em 22#B#2CC a+uele curso de peda)o)ia /á . +ue corresponde 0 concentração san)uínea acima do limite le)al.