You are on page 1of 51

CAPÍTULO

PROBLEMAS USUAIS COM ELEMENTOS SIMPLIFICADOS
4.1 - INTRODUÇÃO: PRINCIPAIS TIPOS DE PROBLEMAS

4

O elemento de pórtico espacial considera os seis possíveis deslocamentos nodais independentes, sendo três de translação e três de rotação, como representado na Figura (4.1.a). Assim, qualquer estrutura de barras pode ser analisada com emprego destes elementos desde que sejam impostos os deslocamentos nodais as restrições e liberações pertinentes. No entanto, em grande parte dos problemas práticos é possível uma análise adequada com emprego de elementos específicos simplificados, que facilitam o trabalho de implementação computacional, a definição dos dados do problema e a análise dos resultados obtidos. A maior simplificação efetiva decorre do fato de que na maioria das estruturas usuais é possível uma análise a partir de uma subdivisão virtual e uma análise das partes como problema plano, resultando em problemas com uso de elementos de viga, treliça plana, pórtico plano, grelha e treliça plana, representados nas Figuras (4.1b) a (4.1f).
d5= θy, j d2=vj d3=wj d1=uj
j (1)

d11=θ y, j d4= θx, j i
(a)

Y (v,θy ) Z (w, θz) d7=uk
k (2) d10=θ x,k

d8=vk

X (u,θx )

d9=wk

d6= θz, j d2=vj d3= θz, j d1=uj
j (1)

d12= θ z,kj d5=vk d4=uk

d2=vj d1=uj d3=wj
j (1)

d4= θx, j i
(b)

d5=vk

d4=uk
k (2)

d6=wk

d2=vj d1=uj
j (1)

d4=vk d3=uk i
(d) k (2)

i
(c)

d6= θ z,kj d3=vk

k (2)

d1=vj d2= θz, j
j (1)

d2= θy, j
k (2)

d5= θ y, j d4= θ x,k i
(f)

i
(e)

d4= θ z,k

d3=wj

d1= θx, j
j (1)

d6=wk

k (2)

Fig. 4.1 – Deslocamentos nodais de diferentes tipos de elementos de barras: a) Pórtico espacial; b) Treliça espacial; c) Pórtico plano; d) Treliça plana; e) Viga; f) Grelha.

4.2 – VIGAS 4.2.1 – Introdução. Deslocamentos nodais
A análise de vigas contínuas apresenta a particularidade destas estruturas serem constituídas de elementos alinhados, os quais possuem sistemas locais de referências paralelos entre si, definindo assim as direções do sistema global. No caso mais geral de vigas contínuas pode ocorrer os seguintes esforços solicitantes: momento fletor, momento torsor, força cortante e força normal. Entretanto, na maior parte das aplicações práticas não ocorrerem solicitações por torção e os esforços normais e respectivas deformações podem ser desprezadas sem prejuízo para a análise. Nesses casos, os deslocamentos nodais de interesse são a flecha v e a rotação θ. Assim, na análise de vigas contínuas utilizando-se os modelos definidos na Figura (4.2), cada vão pode ser discretizado ou subdividido em vários elementos, estando cada nó sujeito aos deslocamentos assinalados, conforme o comportamento considerado para a viga.
Y,v d2=vj j d3=θ j Z, θ Y,v d1=vj j d2=θ j Z, θ i (b) d3=vk k d4=θ k X d1=uj i (a) d5=vk k d4=uk X,u

d6=θ k

Y X
1 1 2 2 3 3 m-1 m m m+1

Z,θ

Y X (c) j d1=θ j Z, θ
i

d2=θ k

Fig. 4.2 - a) Elemento genérico de pórtico plano: sistema de referência e deslocamentos nodais; b) Elemento usual de viga, sistema de referência e deslocamentos nodais; c) Viga contínua com elementos simplificados, com nós sujeitos apenas à rotações.

4. 2

Nos casos mais simples de análises de vigas contínuas, nos quais deseja-se obter apenas os esforços solicitantes, sem necessidade de avaliação direta das flechas, e, além disso, não ocorram recalques nos apoios, podem ser utilizados o elemento simplificado com deslocamentos nodais constituídos apenas pelas rotações, representado na Figura (4.2c). Nesse caso, cada vão é formado obrigatoriamente por um único elemento, devendo a viga ter rigidez à flexão (E.Iz) ou seção transversal constante ao longo de cada vão. A Fig. (4.3a) apresenta uma representação geométrica de uma viga contínua genérica, com trechos de inércia constante, o sistema global de referência e o conjunto de elementos utilizados na modelagem, com a numeração dos nós e das barras. Nas Figuras (4.3b) a (4.3c) estão representados, respectivamente, a totalidade dos deslocamentos nodais, os deslocamentos nodais livres e a estrutura restringida.

Y,v
X 1 1 2 i-1 j j k k m-1 m m+1

Ζ, θ

2

m

(a)

d2 d1
1

d4 d3 d2j-1 2
2 i-1

d2j d2k-1
j

d2k d2m-1 k
k m-1

d2m d2m+1 m
m

d2m+2

1

j
(b)

m+1

1
1

2

2

i-1

j
j

k

k

m-1

m

m

m+1

(c)

1

2

j

k

m

m+1

(d)

Fig. 4.3 - a) Viga contínua genérica com variação de inércia por trecho, com definição do sistema global, numeração dos nós e das barras; b) Deslocamentos nodais; c) Deslocamentos nodais livres; e) Estrutura restringida;

4. 3

4.2.2 - Matriz de Rigidez
Os coeficientes da matriz de rigidez de um elemento são definidos pelos esforços (reações dos nós sobre as barras) que surgem nas extremidades do elemento restringido (com seus deslocamentos nodais impedidos), nas direções dos deslocamentos nodais, considerando-se a aplicação isolada de cada deslocamento nodal com valor unitário, como representado na Figura 4.4. A matriz de rigidez resultante para o elemento usual de viga, cujos coeficientes podem ser obtidos facilmente pelo método das forças, é definida por: 6EIZ - 12EIZ 6EIZ ⎡12EIZ ⎤ ⎢ ⎥ L3 L2 L3 L2 ⎢ ⎥ 4EIZ - 6EIZ 2EIZ ⎢ ⎥ 2 L L L ⎢ ⎥ [S] = ⎢ 12EIZ - 6EIZ ⎥ SIM. 3 ⎢ L L2 ⎥ ⎢ ⎥ 4EIZ ⎢ ⎥ L ⎣ ⎦ sendo: E, módulo de elasticidade; Iz, momento de inércia da seção transversal; L, comprimento do elemento.
Y,v d1=v1 1 d2=θ 1
S21

(4.1)

d3=v2 2 i (a) d4=θ 2
S43 d3=v2=1

X

Z,θ
S41

S23

d1=v1=1 S11 S22 S42 S31 d2=θ 1=1 S13 S24 S44

S33

S12

S32

S14

d4=θ 2=1

S34

(b)

Fig. 4.4 - a) Deslocamentos nodais para o elemento usual de viga; b) Representação Esquemática dos coeficientes de rigidez.

4. 4

4.2.3 - Forças Nodais Equivalentes
As forças nodais equivalentes às ações aplicadas nos elementos são definidas pelas reações, com sinais trocados, na estrutura restringida, resultando: a) Carga indireta: Gradiente de temperatura
Y,v M1 h Z,θ 1 T1 2 M2 T2 X

Fig. 4.5 - Forças nodais equivalentes (reações) para variação linear de temperatura ao longo da seção transversal

Para o gradiente de temperatura definido por (T2 – T1), como representado na Figura (4.5), tem-se: M1 = −M2 = sendo: α.E.IZ .(T2 − T1 ) h (4.2)

T1,T2, respectivamente, temperatura na face inferior e face superior; α, coeficiente de dilatação térmica; h, altura da seção transversal. b) Cargas Diretas: devem ser consideradas positivas, quando seguem o sentido positivo do eixo correspondente. b.1) carga uniformemente distribuída Para a força uniforme ao lomgo de todo o comprimento, como representado na Figura (4.6a), as forças nodais equivalentes são definidas por: M1 = -M2 = q.L2 12 , V1 = V2 = q.L 2 (4.3)

Para a força uniforme ao longo do trecho de comprimento c, como representado na Figura (4.6b), as forças nodais equivalentes são definidas por:

q.c 12a.b 2 + c 2 (L - 3a ) , M = 2 12L2 12L2 [q.c.b + (M1 + M2 ) ] , V = [q.c.a - (M1 + M2 ) ] V1 = 2 L L 4. 5 M1 =

q.c 12a.b 2 + c 2 (L - 3b )

[

]

[

]

(4.4)

4.L2 20 3q. θ L V1 V2 2 Fig.Forças nodais equivalentes de força distribuída triangular.L 20 . 4.q. As forças nodais equivalentes para uma força triangular.v M1 q 1 a Z. θ V1 Y.Forças nodais equivalentes de força uniformemente distribuída: a) ao longo de todo o elemento.L (4.7 . 6 . b.v M1 q M2 X 1 L Z. M2 = V2 = .Y. b) em um trecho de comprimento c. θ L V1 (b) V2 b 2 (a) c/2 c/2 M2 2 V2 X Fig. são definidas por: M1 = V1 = q. 7q.7).v M1 M2 q X 1 Z.2) carga triangular crescente Y.6 . como como representado na Figura (4.5) 20 4.L2 30 .

são definidas por: L 2 V1 = P.a(2b .a.8 .b L3 L2 (4. As forças nodais equivalentes para uma força momento concentrada. como representado na Figura (4.Forças nodais equivalentes de momento aplicado.7) 4. 4.3) carga concentrada Y. L2 2 V2 = P. 4. 2 M2 = .b L3 .P. θ V1 L b 2 V2 Fig. 7 .9).6) L3 b.v M1 P M2 X 1 a Z.v M1 1 a M M2 X 2 b Z.a.a ) V2 = .b) V1 = 6M.5) momento aplicado Y. são definidas por: M1 = M. L 2 .a .6M.a (3b + a ) (4.Forças nodais equivalentes de carga concentrada As forças nodais equivalentes para uma força concentrada.b (3a + b ) 2 M1 = P.8).a.b L3 .9 . M2 = M.b. como representado na Figura (4.b(2a .b 2 . θ V1 L V2 Fig.

para q com valor algébrico positivo.v q X 2 d2=θ 1 d4=θ 2 1 Z.6EIZ 12EIZ L ⎫ ⎧.4 – Vigas de Um Elemento Para uma primeira abordagem da aplicação do Método da Rigidez para análise de estrutura de barras.L2 . com módulo de elasticidade E e momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo Z.10). a matriz de rigidez da estrutura. b) Graus de liberdade.q.12EIZ .q. 8 . Y. as forças nodais equivalentes são definidas. constante e igual a Iz.10 . resultando inicialmente no seguinte sistema: ⎡12EIZ ⎢ L3 ⎢ ⎢ ⎢ ⎢ ⎢ ⎢ ⎣ 6EIZ 4EIZ L .8) 2 Neste caso.L 12 (4. sem a introdução das condições de apoio. d) Forças nodais equivalentes Para o sistema de referência adotado.θ L (a) d1=v1 d L1= θ 2 F2 0 (b) d3=v2 q F4 0 (c) F1 0 (d) F0 3 Fig.4.6EIZ d3 ⎪ ⎪.L2 ⎪ L ⎦ ⎪ 12 ⎪ ⎭ ⎩ 6EIZ 2 2 3 L L2 L3 (4. com o emprego de um único elemento usual de viga.9) 4. se confunde com a matriz do elemento.2.a) Viga de um único vão com engaste e apoio simples.q. seja resolver a viga de um único vão representada na Figura (4. por: F20 = -F40 = F =F = 0 1 0 3 q. 4.q. c) Grau de liberdade efetivo ou deslocamentos nodais livres.L ⎪ d ⎪ 12⎪ L ⎥⎪ 2 ⎪ = ⎪ ⎬ ⎬ ⎨ ⎨ ⎥ .L ⎤ 2 ⎪ ⎪ L ⎥ ⎧d1 ⎫ 2 ⎪ ⎪ 2EIZ ⎥ ⎪ ⎪ .L ⎪ ⎪ ⎥ 2 ⎪ L2 ⎥ ⎪ ⎪ ⎪ 4EIZ ⎥ ⎩d4 ⎭ ⎪q.

IZ ⎤ {d } = ⎧q.L ⎫ ⎢ L2 ⎥ 2 ⎪ ⎪ ⎪ 8⎪ ⎢ ⎥ ⎪. b) Diagrama de momento fletor.a) Forças atuantes na viga.L2 ⎪ ⎪ 2 ⎪ 2 E . 4. ⎨ 4 ⎢ L⎥ 12⎬ ⎣ ⎦ ⎩ ⎭ Resultando em: (4. o sistema se reduz a: ⎡4E.11.L ⎫ ⎧5q.q.6E.IZ (4. 9 .22 X L 2 q.q.Uma vez que os deslocamentos prescritos são nulos.L /8 5qL/8 DM (b) 5qL/8 + + 3L/8 DQ + 3qL/8 (c) Fig.12) Os esforços finais nas extremidades da viga e os diagramas de esforços solicitantes são representados na Figura 4.L/8 2 q.10) d4 = dD1 = θ 2 = q.L2 ⎫ .L ⎢.IZ ⎥ ⎩ 0 ⎭ ⎪ ⎪ 12 ⎩ ⎭ L ⎦ ⎣ (4.L /14.L ⎪ ⎪ ⎪ ⎫ ⎪ L ⎥ ⎧q.L3 12⎪ ⎢ 8⎪ =⎨ -⎨ = ⎨ ⎬ ⎬ ⎬ 48 E .11 . valendo: ⎧F1 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e ⎡6E. L ⎢4E.v qL2 /8 1 Z. d1 = d2 = d3 ≡ 0. c) Diagrama de força cortante.L /8 q 2 3q. L ⎢ 2 ⎪ ⎪ L2 ⎥ ⎪ ⎪ 8 ⎢ ⎥ 2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ q . 4.11) Os esforços finais nas extremidades da viga se confundem com as reações de apoio.I Z ⎢ ⎥ q.q.IZ ⎤ ⎧.I .IZ ⎥ ⎩ Z⎭ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 3 q . Y.L3 48E. θ (a) 2 q.

12 . o sistema local de referência e de numeração dos graus de liberdade. Y.L/2. A seguir.Vigas com Mais de Um Elemento i) Introdução No caso usual de estruturas com mais de um elemento. ii) Exemplos de Aplicação ii. Esta distribuição pode. os valores calculados no sistema local são transformados para o sistema global. como já foi dito.4.10 . Assim. Esta numeração local é efetuada ordenando-se sequencialmente todos os graus de liberdade do nó inicial e a seguir do nó final. montase para cada barra a matriz de rigidez e o vetor de forças nodais equivalentes às forças atuantes. de forma mais eficiente.v P q 3 X 1 Z.2. seja resolver a viga contínua de dois vãos representada na Figura 4. que no caso de vigas. para cada barra. que define sua posição no sistema final de equações.12. o sistema de equações é obtido pela soma das contribuições de cada elemento componente. tendo por base a numeração global dos graus de liberdade da estrutura. considerando o emprego de um elemento usual de viga para cada vão. os quais são definidos pela orientação ou conetividade dos nós atribuída a barra. com a correspondente numeração dos deslocamentos nodais livres ou efetivos da estrutura.θ L/2 L/2 2 L Fig. é paralelo ao sistema local de cada barra e distribuídos acumulativamente no sistema final de equações. ter por base a numeração global dos nós da estrutura ou. ser realizada por meio de uma matriz auxiliar de endereçamento que relaciona os deslocamentos nodais de cada elemento. 4. com P = q. Esses valores são obtidos considerando-se os deslocamentos nodais impedidos (estrutura restringida) e utilizando-se.5 .1) Exemplo 1: Para iniciar o estudo dos procedimentos envolvidos nos casos de estruturas reticuladas com mais de um elemento. 4.Viga de dois vãos e rigidez EI constante.

2 4 =- 2 (4.13 .a) Numeração dos elementos.1 4 = P. 4.L q. As forças nodais equivalentes às forças atuantes nas barras. as deslocamentos locais de cada elemento e as forças nodais equivalentes das forças aplicadas.2 2 Fig.2 = F30.2 = F 0. nós e deslocamentos nodais globais. A matriz de rigidez de cada elemento é igual ao do elemento da viga anterior.2 F4 1 2 0.1 F3 0.L = -F 0.13) 8 -barra 2: F10.2 2 q.1 2 .1 1 2 0.L 2 12 d4= θ 2 d6=θ 3 = -F 0.q.2 F3 0.2 F2 F1 0.1 F1 d1=v1 d3=v2 2 P 1 F4 0.q. d) Forças nodais equivalentes.13) estão representados as deslocamentos nodais globais e efetivos.11 .Na Figura (4. são definidas por: -barra 1: F10.L2 (4.L 8 = 2 .L e q com seu valor absoluto. b) Deformada imaginária e deslocamentos nodais. considerando-se P = q. c) Deslocamentos nodais locais para cada barra. A 4.14) d2= θ 1 (a) d1=v1 1 1 2 d3=v2 D1=d4= θ 2 2 3 d5=v3 D2=d6= θ 3 (b) d2= θ 1 1 d4= θ 2 1 (c) d1=v1 1 1 d3=v2 1 d2= θ 1 2 2 d4= θ 2 2 2 F2 (d) 0.1 = P = 2 F 0.1 0.1 = F30.

L2 .15) barra 1 8EIZ/L 2EIZ/L 6EIZ/L2 4EIZ/L - SIM. eliminando as linhas e colunas relativas aos deslocamentos impedidos. definida por: d1 d2 d3 d4 d5 0 0 12EIZ/L 3 6EIZ/L2 12EIZ/L 3 - 12EIZ/L 3 6EIZ/L2 4EIZ/L 12EIZ/L3 -6EIZ/L2 24EIZ/L 3 6EIZ/L2 2EIZ/L 0 d6 0 0 6EIZ/L2 d1 d2 d3 d5 d5 d6 (4. com início a partir dos deslocamentos impedidos.IZ ⎡8 2 ⎤ ⎧d4 ⎫ ⎪ 8 12⎪ = ⎨ ⎬ ⎨ ⎬.q.17) Resolvendo o sistema. resulta: 12EIZ/L 3 6EIZ/L2 12EIZ/L 3 6EIZ/L2 24EIZ/L 3 0 6EIZ/L2 0 d1 d2 d3 d5 d4 d6 (4. sem a introdução das condições de apoio. resultante da soma das contribuições de cada elemento. barra 2 Com o reordenando da matriz. obtém-se: 4. 6EIZ/L2 8EIZ/L - 6EIZ/L2 2EIZ/L 4EIZ/L - Como os deslocamentos impostos são nulos.L ⎪ 12 ⎩ ⎭ (4. ⎢ ⎥ 2 L 2 4 d ⎣ ⎦ ⎩ 6 ⎭ ⎪+ q. resulta: ⎧q.16) 4EIZ/L 0 12EIZ/L 3 12EIZ/L 3 2EIZ/L 0 0 6EIZ/L2 SIM.L2 ⎫ + E.matriz de rigidez da estrutura.12 .

L ⎪ ⎪3q.0 ⎪ 2 E .IZ ⎥ ⎪ ⎪ ⎢ 2 ⎪ ⎪ 2 ⎪ L2 ⎥ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪+ q.13 .6E.L3 (4.i Considerando q com seu valor absoluto.q.L ⎫ 2 ⎥ ⎢ 2 ⎪ ⎪ 2 ⎪ L ⎪ ⎥ ⎢ ⎪.0 2 d6 = dD2 = d4 = θ3 = q.L ⎫ ⎧q.L2 ⎪ ⎪. 0 4 E .I Z Z ⎢ ⎥ ⎭ ⎪ 12⎪ ⎩ ⎭ ⎩ L L ⎦ ⎣ ⎧F1 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e.q.IZ ⎤ ⎧.1 (4.L ⎫ ⎧5q.I 4 E .L ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ L L ⎥⎪ 12 ⎪ 3 8⎬ = =⎢ ⎨ q.I ⎫ ⎧ Z Z ⎢ ⎥ q.1 2 d4 = dD1 = d4 = d2 = θ 2 = 0.L2 ⎪ ⎪q.q.IZ ⎪ 8⎪ 8⎪ ⎩ ⎭ ⎪ ⎩ ⎭ L ⎦ ⎣ (4.0} .IZ ⎥ ⎪ ⎪ ⎪.IZ ⎡6E.L ⎫ 2 2 ⎢ L L ⎥ 2 ⎪ ⎪ ⎪ 8⎪ ⎢ ⎥ ⎪.I 2 E .19) ⎧F1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 2⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e.⎪ = =⎢ ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ .L ⎪ ⎢ 2 ⎪ ⎪ L2 L2 ⎥ ⎩ 48E.20) -Barra 2: 6E.2 (4.L2 ⎪ ⎥ ⎢2E. resultam : -Barra 1: ⎤ ⎡6E.L2 ⎪ ⎥ ⎢4E.q.q.IZ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ L ⎥ 8⎪ ⎪ 8 ⎪ {0.18) 48E.L ⎪ ⎪q.L2 ⎪ ⎪ 0.IZ − 6E.6E.L ⎬ ⎨ ⎬ ⎨ ⎢.IZ ⎧.i = [S]i {d}i − {F}0.21) Os resultados da análise estão representados na Figura (4.q.IZ ⎭ ⎪ 2⎪ ⎢ ⎥ ⎪+ q.L2 ⎪ ⎪ 2 ⎪ 0 .14): 4.L ⎢.q.IZ Os esforços finais nas barras e as parcelas das reações de apoio são obtidas pela expressão: {F}e.

25 1.0 EI 2EI 1. 4.a) Deformada final. 4.0 m 9.4 tf. ii.Viga de um único vão e três trechos de diferentes rigidez.15 .0 tf 2.25 2.8 tf/m 3.5 m 2.D1=d4=0.2 tf/m 3.25 1. c) Diagrama de momento fletor.0 m 2.m 1.0 (a) 2 qL /8 (b) qL/2 (c) DM 2 qL /8 PL/4 + (θ2) D2=d6=qL /48EI 3 (θ3) P=qL 2 -qL /8 1 qL/2 -qL /8 2 qL /8 q 2 5qL/8 3qL/8 2 qL /8 + (d) DQ qL/2 + 5qL/8 + qL/2 3qL/8 Fig.14 .0 tf 1. 4.2) Exemplo 2: Resolver a viga a seguir representada. d) Diagrama de esforço cortante.0 1. b) Esforços atuantes nas extremidades barras.0 4. 2.8 tf/m 2EI 1.14 .5 m Fig.25 1.4 tf 1.

15 .Elemento 2: E.200 .187 0.000 ⎦ ⎢SIM.2 .536 1.0.Numeração das barras.16 . B .0 m ⎡ 0.23) C.Elemento 1 = Elemento 3: E.000 .Matriz de rigidez dos elementos: C.A . nós e deslocamentos nodais. dos nós e das deslocabilidades nodais: d2= θ1 (a) 1 1 d1=v1 θ2 d4= 2 d3=v2 D2=d4=θ2 2 d6= θ3 3 d5=v3 D4=d6=θ3 2 3 D3=d5=v3 3 3 d8= θ 4 4 d7=v4 D5=d8=θ4 4 (b) 1 1 2 D1=d3=v2 Fig.1.187 0.536 1.375 . 4. b) Apoios e deslocamentos efetivas.920 1.IZ = EI e L = 4.375 ⎥ ⎢ ⎥ 1.600 = EI ⎢ ⎢ 1.200 ⎢SIM.a) Numeração das barras.375 0.500 ⎥ ⎢ = ⎢ 0.1.5 m (4.920 .22) [S]1 = [S]3 ⎡ 1.370 ⎤ ⎢ ⎥ 1.536 . ⎣ ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ (4.0.24) 4.IZ = 2EI e L = 2.920 ⎢ 3.920 ⎢ 3.1.187 .Matriz auxiliar de endereçamento das deslocamentos nodais das barras: ⎡0 0 1 2⎤ ⎢ ⎥ MEnd = ⎢ 1 2 3 4 ⎥ ⎢ 3 4 0 5⎥ ⎣ ⎦ C . ⎥ ⎣ [S]2 (4.1 .0.

3375 ⎭ ⎩ {FD }0 (4.Matriz de rigidez da viga relativa aos deslocamentos livres: ⎡ 1.3125 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 0.45 tf ⎨ 0.D .5375 tf.000 ⎢ 4.1.1 ⎪ ⎩F2 = -F4 = .375 0.200 . 3 ⎧ ⎪F1 = .4 tf ⎨ 0. 2 ⎧ ⎪F1 = F3 = .9.30) .m (4.600 ⎢ ⎢SIM.0.4 tf ⎨ 0.3.1 0.3.175 ⎪ ⎪ ⎪ = ⎨.545 1.1 .2 .3375 tf.Barra 1: 0. 4.5.3.723 .85 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪.Barra 2: 0.0.090 ⎬ ⎪2.1 ⎧ ⎪F1 = F3 = .8.3 .2.375 0.723 .25) (4.85 (4.69 tf.187 0.200 ⎣ E . 3.3 0.m.4 .m ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ (4.000 ⎢ [SDD ] = ⎢ 1.Barra 3: 0.1.5.16 (4.545 .26) E. F3 = .3 ⎪ ⎩F2 = 1. 2 0. 2 ⎪ ⎩F2 = -F4 = .Resultante das Forças Nodais Equivalentes: ⎧.1 0.500 0.200 1.3 0. F4 = 0.1.6875 tf.29) F .Cálculo do vetor de forças nodais equivalentes E.Cálculo dos Deslocamentos Como não existem forças aplicadas diretamente nas direções dos deslocamentos nodais: {F}n = {0}.27) E.28) E. 2 0.920 ⎢ 4.

46⎫ ⎧ 3.000 . ⎣ ⎤ ⎧.45 ⎫ ⎧15.69 ⎫ ⎧ .4 ⎬ ⎨.187 0.536 1. ⎣ ⎤ ⎧.9.78⎫ ⎧ 5.920 1.32.3.3 .375 0.920 ⎢ 3.17 .19.500 =⎢ ⎢ 0.0.Esforços nas extremidades das barras G.200 .536 1.2 ⎡ 0.57.375 .32) ⎡ 1.1.0.375 ⎢ 1.34) + = ⎥ ⎨.03 ⎭ ⎩.09 ⎩ ⎭ G .536 1.81 ⎬ ⎨ 6.45 ⎬ ⎨.54 ⎪ = ⎪.00⎬ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 1.00 ⎬ ⎨ 0.12.920 .Barra 2: ⎧F1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 2⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e.200 ⎢SIM.78⎫ ⎪ ⎪ ⎪.90 ⎫ ⎤ ⎧0.2 .85 ⎪ ⎪ 1.200 . (4.32.0.00 ⎪ ⎥ ⎪0. são: ⎧.536 1.1.32.52⎪ (4.57.19.200 ⎢SIM.69 ⎪ ⎪33.73 ⎪ ⎪ {dL } = 1 ⎪ ⎨.88 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ (4.1.resultando: {F} = {F}n + {F}0 = {F}0 .1.1.000 ⎢SIM.1 ⎡ 1.09 ⎥⎩ ⎭ ⎦ ⎭ ⎩.73 1 .33) = + ⎥ ⎨.73 ⎪ ⎪ 3.920 ⎢ 3.0 26.03 ⎪ + ⎪ 1.52⎭ G.1.920 ⎢ 3.187 .80 ⎬ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ ⎦ ⎩ 17. 69 ⎥⎩ ⎭ ⎭ ⎩ ⎦ ⎭ ⎩ G.78⎬ ⎨3.31) Os deslocamentos nodais incógnitos obtidos pela solução do sistema final de equações. ⎣ ⎫ ⎧3.80 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ ⎥ ⎪17.35) ⎥ ⎨ 0.Barra 1: ⎧F1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 2⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e.03 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 26.30 ⎬ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 0.920 .Barra 3: ⎧F1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 2⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎩ ⎭ e.536 .600 =⎢ ⎢ 1.0 ⎪ ⎪1.600 =⎢ ⎢ 1.88 19.920 1.1 .46⎬ ⎨ 5.0.370 ⎢ 1.46⎬ EI ⎪ 17.4 ⎫ ⎧9.1.536 .57.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥⎪ (4.920 ⎢ 3.1.34⎭ ⎩ 4.1 (4.187 0.85⎭ ⎩12.00 ⎫ ⎥ ⎪.

0 tf.6 tf 11.0 tf 1. c) Diagrama de esforço cortante.0 tf 1.a) Esforços nas barras.0 tf 4.H .- 1.m 1.4 tf 0.52 tf. 4.0 tf.18 .72 tf.8 tf 6.88 tf.2 tf/m 3.4 tf.4 tf.m 15.m -12.8 tf -- 6.9 tf (c) DQ 2.m 2.m 1 2.0 tf 1.Esforços solicitantes (a) 2.52 tf.m 2 9.m 1.9 tf -9. b) Diagrama de momento fletor.8 tf/m -1.4 tf + 3.0 tf -1.88 tf.17 . 4.8 tf 33.52 tf.m .0 tf 2.m 3.88 tf.3 tf 12.23 tf 9.8 tf 1.m 13.m 8.m (b) DM 2.m + 12.4 tf.8 tf/m 3 33.87 tf.m 15.3 tf Fig.9 tf.

devendo acompanhar a direção predominante.19 . isto é. é desejável que dois deslocamentos nodais que estejam relacionadas diretamente entre si tenham uma numeração final a mais próxima possível. a solução para uma numeração eficiente dos nós é simples. um melhor condicionamento da matriz do sistema será obtido à medida que se tenha uma numeração dos nós ordenada de modo a reduzir a diferença dos números dos nós interligados por uma barra. isto é. Como o trabalho computacional para a solução do sistema de equações e a memória necessária para armazenamento da matriz. se houver uma barra que una ou conecte estes dois nós. No caso de vigas contínuas ou outras estruturas reticuladas nas quais o número de nós e barras existentes em uma direção seja predominante em relação as demais. Assim. considerando que os deslocamentos de um mesmo nó estejam sempre relacionadas entre si e que a numeração destes deslocamentos seja associada a numeração global inicial do nó. são menores à medida que os coeficientes não nulos estejam mais próximos da diagonal principal. Os coeficientes da matriz do sistema são obtidos pela soma acumulada dos correspondentes coeficientes de rigidez de cada barra componente. de forma tal que os deslocamentos de diferentes nós só poderão estar relacionados.18). 4.iii) Ordenação do sistema de equações O sistema de equações de equilíbrio gerado pelo Método da Rigidez interrelaciona os deslocamentos ou graus de liberdades nodais efetivos da estrutura. para se obter um melhor condicionamento da matriz e maior eficiência na solução do sistema. conforme os exemplos de modelos estruturais alongados representadas na Figura (4. o coeficiente que relaciona dois deslocamentos de diferentes nós só poderá ser não nulo. Assim. ser efetuada seqüencialmente na direção transversal e se propagar na direção longitudinal.

com vistas a minimizar o custo computacional total da análise. com discretização número de elementos e nós predominante em uma direção. 4. particularmente importante quando se utilizam métodos iterativos. No caso de estruturas complexas. seja uma viga contínua constituída de sete elementos usuais de viga.Numerações nodais adequadas em modelos estruturais alongados.20 . Para exemplificar a forma da distribuição dos coeficientes não nulos na matriz do sistema de final de equações. nem sempre é fácil estabelecer uma estratégia adequada de numeração da malha. cuja representação na figura abaixo considera a estrutura já restringida e a totalidade dos graus de liberdades. 4. Na Figura (4. sendo muitas vezes compensador a utilização de programas de reordenação da numeração de malhas.19) estão esquematizadas a forma de ocupação da matriz de rigidez total da estrutura em função da numeração atribuída aos nós e a seus deslocamentos nodais.18 .4 3 2 7 6 5 10 9 8 13 12 11 17 16 15 14 20 19 18 23 22 21 26 25 24 30 29 28 27 57 53 49 45 41 37 33 29 25 21 58 59 60 56 52 48 44 40 36 32 28 24 20 16 12 8 1 2 4 6 8 10 12 11 14 13 15 1 3 5 7 9 17 13 9 5 1 2 3 4 Fig.

b) Numeração ordenada dos nós.19 .v (a) 1 1 2 2 3 3 4 4 5 5 6 6 7 Z. sete nós. q 1 (b) 2 1 (c) 2 1 (d) 8 9 10 11 12 13 14 1 8 2 1 2 4 7 4 6 9 5 10 3 4 4 2 3 5 3 8 3 7 4 9 5 10 13 7 14 5 11 6 12 11 6 12 6 6 7 13 7 14 5 3 Fig. d) numeração aleatória dos deslocamentos nodais 4.Y. c) numeração aleatória dos nós.4.21 .a) Deslocamentos nodais em uma viga de seis elementos.

Configurações da matriz de rigidez total da viga contínua da Figura 4. 4.(a) (b) (c) Fig.22 .19. para cada uma das numerações utilizadas 4.20 .

c) Deslocabilidades nodais no sistema global. A numeração local das deslocabilidades nodais. Na Figura 4. Nos casos de existirem cargas atuando ao longo das barras.3. efetuada a partir da incidência nodal do elemento e que define as direções do sistema local.u i d1 = u i i k i d k2 = vk d4 = v2 i i i d 3 =u 2 2 k d k1 = u k i d j 1 =u j j i Yi j 1 αi X d j 2 = vj d 2 = v1 i i 1 Fig.4. 4. resulta: 4.a) Elemento genérico de treliça plana de ordem i.v X. fica completamente definido pelos dois deslocamentos de translação. as barras ficam submetidas unicamente a esforços simples de tração ou compressão . surgem também esforços adicionais de flexão e cisalhamento.21 são representados os deslocamentos nodais de um elemento de treliça plana. b) Sistema local e respectivas deslocabilidades nodais.1 – Introdução Treliças planas são estruturas constituídas de barras situadas num mesmo plano. com respectiva numeração.3 – TRELIÇA PLANA 4.36) A numeração global inicial desses deslocamentos. sendo os nós das treliças consideradas articulações com liberdade à rotação. no qual atuam as cargas. no sistema local e no sistema global.23 . Assim. quando efetuada com base na numeração global dos nós. que produz esforços nas barras. valem: ⎧ d1 ⎫ ⎧ u1 ⎫ ⎪d2⎪ ⎪v2⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ =⎨ ⎬ ⎪d3⎪ ⎪u3⎪ ⎪ ⎩v4⎪ ⎭ ⎩d4 ⎪ ⎭ ⎪ i i (4. o movimento de cada nó. Quando as cargas atuantes são aplicadas diretamente sobre os nós da treliça. Xi Y. com orientação do elemento definida pelos nós j k.21 .

37) 4.Ai ⎢ = Li ⎢ ⎢ ⎢ ⎣ SIM.cosαi ⎤ ⎥ sen2 αi .senαi .41) em (4.42) 4.40) e (4. onde: (4.Ai ⎢ 0 i [S] = Li ⎢− 1 ⎢ ⎣0 0 −1 0 0 0 1 0 0 0⎤ 0⎥ ⎥ 0⎥ ⎥ 0⎦ 1 2 3 4 (4. Ai e Li respectivamente .40) [Rα i ] = ⎡ ⎢ cos α i ⎣.sen α i (4.2 – Matriz de Rigidez A matriz de rigidez de um elemento de treliça plana com relação ao sistema local de referência é dada por: [d ] i ⎡1 ⎢ Ei .38) sendo Ei. Para uma barra inclinada de um ângulo αi em relação ao sistema global.senαi .cos αi .39) resulta: [d] [SG ]i ⎡cos2 αi ⎢ Ei .39) [RTi]i e: ⎡[Rα i ] =⎢ ⎣ [0] [0] ⎤ [Rαi ]⎥ ⎦ sen α i ⎤ cos α i ⎥ ⎦ (4.⎧ uj ⎫ ⎧ dj1 ⎫ ⎪ vj ⎪ ⎪ dj2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ =⎨ ⎬ ⎪uk ⎪ ⎪ dk1 ⎪ ⎪ ⎩vk ⎪ ⎭ ⎪ ⎩dk2⎪ ⎭ i i (4.3.sen2 αi ⎥ cos2αi senαi . o módulo de elasticidade do material.cos αi .38).cos2αi . (4.cos αi ⎥ ⎥ sen2αi ⎥ ⎦ j1 j2 k1 k2 (4.24 .41) Substituindo (4. a matriz de rigidez da barra no sistema global é definida a partir da relção: [SG ]i = [RTi]−1 [S]i [RTi] . a área da seção transversal e o comprimento da barra i. senαi .

considerando-se seus deslocamentos nodais impedidos.Forças Nodais Equivalentes Em treliças com forças atuando ao longo das barras ou sob ações indiretas (deslocamentos e deformações impostas).43) ) ( ) 4. (4. que representam as contribuições dos esforços tranmitidos pelas barras para o termo independente do sistema de equações. quando estas cargas atuantes nas barras estiverem definidas no sistema global. 4. para as ações atuando em cada barra isoladamente. diretamente no sistema global.22 . Quando as cargas atuantes nas barras são concentradas ou distribuídas.3.y Yk i Yl Yj i Xl k i αi j Xj x Xk X Fig. De modo análogo. consequentemente. os valores das forças nodais equivalentes podem ser obtidas. as reações de extremidades são paralelas à linha de ação da carga e.α i ) = = sen(α i ) = L(i) L(i) cos(X1) = cos(α i ) = (X k − Xj ) .Cosenos diretores para incidência ou orientação definidas pelos nós j a k. é necessário calcular as correspondentes forças nodais equivalentes. O comprimento da barra e os cosenos diretores dos eixos do sistema local em relação aos eixos do sistema global.com sinal contrário.3 . São definidas pelas reações de apoio . quando as cargas são definidas no sistema local.22). mais facilmente. as forças nodais equivalentes às reações de extremidades são facilmente obtidas no sistema local. 4.25 . valem: Li = Xk − Xj i (( ) + (Y 2 k − Yj )) ( 2 1/2 L(i) Xk − Xj Yk − Yj i cos(X2) = cos(90 . para uma barra genérica representado da Figura (4.

i (4.i (4.i 0.44) (4.i L = [RTi ] {F}G .47) ou: ⎧ F1 ⎫ ⎧ Fj1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪F ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ j2 ⎪ ⎨ ⎬ = [RTi ]⎨ ⎬ ⎪ F1 ⎪ ⎪ Fk1 ⎪ ⎪ ⎪ ⎩F2 ⎪ ⎭L ⎩Fk2 ⎪ ⎭G 0.i {F}G = [RTi] {F}L Em forma expandida resulta: ⎧Fj1 ⎫ ⎧F1 ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ j2 ⎪ T ⎪F 2⎪ ⎨ ⎬ = [RTi] ⎨ ⎬ ⎪Fk1 ⎪ ⎪F1 ⎪ ⎪ ⎪ ⎩F2 ⎪ ⎭L ⎩Fk2 ⎪ ⎭G 0.G Li F 0. b) Sistema global 4. (4.G (b) F 0. Para obter as forças nodais equivalentes no sistema global a partir dos correspondentes valores no sistema local. isto é.1 q 1.26 .48) a) Força Uniformemente Distribuída q= qY=q 2 Y li X li 2 2 F o.46) Para obter-se os valores no sistema local a partir dos valores no sistema global.i 0.G i Fig. as forças nodais equivalentes inicialmente obtidas são perpendiculares à barra.i 0.G 1 L i.i {F}0.i = {F}0.i 4 i Li 1 F o.45) ou: T 0. são obtidas inicialmente no sistema local da barra.No caso de momento aplicado.Forças nodais equivalentes para forças distribuídas.i 4.23 . 0 i G T 0 i L (4.i 2. 4. com sinal da força definido pela orientacão dos eixos: a) Sistema local.i 2 (a) q x= q 1 q q y= q 2 Y=X 2 X=X 1 q 2. procede-se de forma análoga: 0. é necessário utilizar uma transformação de coordenadas na forma: {F } = [RTi] {F } .

2 (4. +2.G = qjG . G =F j+2.0.2 . L = Pjb Li .Li.51) b) Carga Concentrada X li b P Y li a F 0.j 2 .L = Pj a Li 4. para j = 1.49) a. +2 = qjLi 2 .2) Força definida no sistema global.i 4 i Li F 0.3.j = Li Xj = Li . para j = 1.i = Fj0. para j = 1.23a: i Fj0.a.i 2 Fig.i Fj. 4.52) e: i Fj0. 27 .50) sendo: Li.cos(α Xi ) ( ) (4.0.Forças nodais equivalentes para força concentrada definida no sistema local As forças nodais equivalentes.2 valem: i Fj. ver Figura 4.24 .1) Força definida no sistema local da barra. (4. (4.23b i 0. ver Figura 4.

P/2 P P P/2 E= H (a) L L L 4 2 (b) 1 2 1 8 3 3 4 12 7 4 5 8 7 16 11 13 6 12 9 15 8 3 2 5 5 6 11 10 7 14 13 6 10 12 9 4 3 8 7 11 (c) 2 1 6 5 10 9 Fig.4 .105 . P = 1000.0.25 – a) Treliça de banzos paralelos.00. b) Numeração das barras.5. L = 1.25a.0 3. a.0 3.0 NÓ 2 5 8 X1 (m) 0. 4.75 NÓ 3 6 X1 (m) 1.0 X2 (m) 0.75 4.0 7 3.0 2.1) Dados gerais Número de nós (NN) = 8. 28 .4. Número de elementos (NE) = 13.0 X2 (m) 0.0 4 1. c) Deslocamentos nodais ou graus de liberdade efetivos a) Dados a. dados: 2.75 0. A = 187. nós e deslocamentos nodais.75 0.Exemplo de Aplicação Resolver a treliça de banzos paralelos representada na Figura 4.3. H = 0.0 0.0 0.0 0.75.0 X2 (m) 0.2) Coordenadas nodais NÓ X1 (m) 1 0.

8 0. 4.75 0.5 1. a5) Forças nodais prescritas (Sistema Global) NÓ 2 4 6 8 VFPX1 0. valor do deslocamento.0 1.0 0.0 1 4 187. VDP.0 1.0 1.5 1.j).0 0.25 0.5 1.5 1.0 0.0 8 1 0.5 1.0 1.a.0 0.0 1.0 1 0.5 1.6 6 7 187.5 1.0 3 6 187.0 -1000.0 1.5 0.0 1.6 4 6 187.0 sendo IDP.0 a.0 b) Matriz de endereçamento dos deslocamentos Nodais: MEnd(i.25 0.0 -500.0 0.0 5 7 187. que define a posição no sistema final de equações do deslocamento nodal j do elemento i.0 3 5 187.0 0.5 1.6 6 8 187.8 -0.5 1.4) Deslocamentos prescritos NÓ IDPX1 VDPX1 IDPX2 VDPX2 7 1 0.75 0.0 0.5 0.0 1. COS α SEN α 1 2 187.25 0.0 FPX2 -500.6 1 4 187.25 0.0 5 8 187.8 0.0 1 3 187.0 5 6 187.0 -1000.5 0. 29 . valendo: 1 (para deslocamento prescrito) e 0 (deslocamento livre).75 0.0 1.0 1.0 3 4 187.5 1.0 0. o índice de prescrição de deslocamento.8 0.0 1 0.3) Dados dos elementos BARRA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 NÓI NÓF ÁREA COMP.

6. 5 6 11 12 9 10 0 0 (4. 8. 10 e 13: cos α = 2 L 5 6 7 8 9 10 11 12 (4. sen α = 0.10 7 ⎢ ⎢ 0 0⎥ 3 ⎢ ⎥ 1⎦ 4 ⎣SIM.44 − 1.75 [d ] [d ] [d ] 1 L 5 L 5 L 0 0 0⎤ 1 ⎡ 0 ⎢ 1 0 − 1⎥ 2 ⎥ [S] = 5.2) Elementos 2. c.6. sen α = 1.44 ⎥ 7 ⎢ ⎥ 1.0.44 − 1. 4. 7 e 11: cos α = 0.55) c.92 − 1.0 4 L 6 L 8 L 10 L 13 L [d ][d ][d ][d ][d ][d ] 0 ⎡ 1 ⎢ 0 [S] = 5.53) c) Matriz de Rigidez dos Elementos c.08⎥ 7⎢ ⎥ 2 [S] = 10 ⎢ 1. L2 = 1.92 1.54) 1.10 7 ⎢ ⎢ ⎢ ⎣SIM.08 ⎦ 8 ⎣SIM. 30 .0. sen α = 0.08 − 1.1) Elementos 1.44 ⎤ 1 ⎢ 1.8.3) Elementos 3.0.92 1. L2 = 1.25 [d ][d ][d ] 1 L 5 L 9 L ⎡ 1. L = 0.0. -1 0 1 0 ⎤ 0 ⎥ −⎥ 0 ⎥ ⎥ 0 ⎦ 1 2 5 6 3 5 7 4 6 8 7 9 11 8 10 12 9 11 10 12 0 0 0 0 (4.⎡1 ⎢1 ⎢ ⎢1 ⎢ ⎢3 ⎢5 ⎢ ⎢5 5 [MEnd] = ⎢ ⎢ ⎢7 ⎢9 ⎢ ⎢9 ⎢ ⎢9 ⎢11 ⎢ ⎢11 ⎣ 2 2 2 4 6 6 6 8 10 10 12 12 3 5 7 7 7 9 11 11 0 0 0 0 10 11 4⎤ 1 6⎥ ⎥2 8⎥ 3 ⎥ 8⎥ 4 8⎥ 5 ⎥ 10⎥ 6 12⎥ 7 ⎥ 12⎥ 8 12⎥ 9 ⎥ 0 ⎥ 10 ⎥ 0 ⎥ 11 0 ⎥ 12 ⎥ 0⎦ ⎥ 13 (4. 5 e 9: cos α = 0.56) 4.

o L (4.63) 4.0 ⎥ 9 ⎥ ⎢ ⎢ 0.58) e) Sistema de equações [SLL ]{dL } = {FL } .8.0 ⎥ 4 ⎢ 0.25 [d ] 11 L ⎡ 1.44 ⎤ 11 ⎢ 1. e: (4.0 ⎥ 8 ⎢ 0.57) [dL ] ⎡ 0.60) Como: {F } = {0}.0 ⎥ 6 n {FL } = ⎢ 0.08 ⎥ 7⎢ ⎥ 12 [S] = 10 ⎢ 1.0 ⎥ 3 ⎥ ⎢ ⎢ − 500.59) {FL } = {FLn } + {FLo } .0 ⎥ 11 ⎢ ⎦ 12 ⎣− 1000. onde: (4.0 ⎥ 5 ⎥ ⎢ ⎢ 0.44 − 1.44 − 1.08 ⎦ 0 ⎣SIM.92 .92 1. sen α = -0. 31 . DD D (4.6.62) n D [S ]{d } = {F }. L2 = 1.61) resulta: {FL } = {FLn }.0 ⎥ 10 ⎥ ⎢ ⎢ 0.0 ⎥ (4.92 − 1.1. (4. c) Forças Nodais Aplicadas (4.c.0 ⎥ 2 ⎥ ⎢ ⎢ 0.08 1.0 ⎥ 7 ⎥ ⎢ ⎢− 1000.44 ⎥ 0 ⎢ ⎥ 1.0 ⎤ 1 ⎢ 0.4) Elemento 12: cos α = 0.

0⎦ ⎣ 0.50000 ⎥ ⎢ 500.500.500.0148148 ⎤ ⎡ 0.23 ⎥ −4 ⎢ {dL } = 10 ⎢ − 1. 10 = ⎨ ⎬ ⎥ ⎢ F 3 0 0 ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ 1⎦ ⎩F 4⎪ ⎭G ⎣SIM. 32 .185 ⎥ ⎢ ⎦ ⎣ − 2.500 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ − 1.3629629⎥ ⎢ 0.Montando e resolvendo o sistema acima obtém-se: ⎡ 2.13.66) F o } = {0} .70) 4.0 500.0 ⎥ ⎥=⎢ ⎢ ⎥ (4. 5 e 9 -Elemento 1 0 0 0⎤ ⎧ F1 ⎫ ⎡ 0 ⎪F2 ⎪ ⎢ 1 0 − 1⎥ .0 ⎦ ⎩F4⎪ ⎭ ⎣ (4.0 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ ⎥ ⎣ .0 ⎥ ⎢ 0.4 ⎪ ⎪ 7⎢ ⎥ 10 5 .533 ⎥ ⎢ 1.65) (4.0 ⎥ ⎪ ⎪ ⎥ ⎥=⎢ ⎥ ⎢ ⎢ = ⎨ ⎬ ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ ⎥ ⎢ F 3 0 1 . 0 0.837 ⎥ ⎥ ⎢ − 8.362 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ − 8.600000 ⎦ ⎣.0 ⎪ ⎪ ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ ⎥ ⎢ ⎪ − 1.014 ⎤ ⎢− 13. 1 1 ⎡ 2.0⎦ 1 . Como: { i e: {F } = [S ] {d } d i G G i G d i L i (4.581 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ − 1.600 ⎥ ⎢ 1.1) Elementos 1.0 ⎤ ⎡ 500.0 ⎤ ⎧ F1 ⎫ ⎡ 0 ⎪F2 ⎪ ⎢ − 1 .0 0 ⎦ ⎣.69) ⎢− 1.64) f) Esforços nas Extremidades das Barras Os esforços nas extremidades das barras são dados no sistema local por: {F } = {F } − {F } e i d i o i (4.0 ⎤ ⎢ − 13.362 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢− 13.67) resulta: {F } = [RTi] {F } d i G (4.0 0 0 ⎤ ⎡ 0.814 ⎥ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 (4.0 0 0 0 ⎥ ⎢ 500.1259 ⎥ ⎥ ⎢ ⎢ − 2.68) f.

0 ⎦ 5 (4.67 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎣.8370370 ⎥ ⎢. 4.67 ⎤ ⎧ F1 ⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎥ ⎢0. ⎢ = ⎨ ⎬ ⎥ ⎢ F 3 0. ⎢ = ⎨ ⎬ ⎥ ⎢ F 3 0. 6.0 ⎦ (4. 75 .71) ⎧ F1 ⎫ ⎡ 1166.7 ⎥ ⎪ ⎪ ⎥.0 -Elemento 8: ⎡− 666.67 ⎤ ⎧ F1 ⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎥ ⎢0.76) 4. 8.0⎦ -Elemento 9: ⎧ F1 ⎫ ⎡ 0.74) (4.1500.7 ⎤ ⎪F2 ⎪ ⎢ 0. 33 . 10 = = ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎢ 1 ⎪F3 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎢ ⎪ ⎩F 4 ⎪ ⎭L ⎪ ⎩F 4 ⎪ ⎭G ⎣ 2 2 0⎤ 0 ⎥ -7 ⎥ 10 0⎥ ⎥ 0⎦ ⎡ 2.8.0 8 8 6 6 4 4 (4.-Elemento 5: ⎧ F1 ⎫ ⎡ 0.666.67 ⎤ ⎢− 13.0 ⎥ ⎢ ⎥=⎢ ⎥ ⎢1.67 ⎥ ⎪F3 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎥ ⎢ ⎩F 4⎪ ⎭G ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭ ⎦ ⎣0.0 ⎤ ⎪F2 ⎪ ⎢ 1166.1166.73) -Elemento 4: ⎧ F1 ⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎡0 ⎤ ⎪F2 ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎢0 ⎥ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎢ ⎥ = = ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎢0 ⎥ F 3 F 3 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎢ ⎥ ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭G ⎪ ⎭ ⎩F 4⎪ ⎣0 ⎦ -Elemento 6: ⎡2666.0 ⎥ ⎪ ⎪ ⎥.0148148 ⎤ ⎡ 666.0 ⎦ 9 (4.0 ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎭G ⎩F 4⎪ ⎣.0 ⎪F2 ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ = = ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎢ − 2666.7 ⎦ 9 5 ⎧ F1 ⎫ ⎡ 1500.67 ⎥ ⎪F3 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎥ ⎢ ⎩F 4⎪ ⎭G ⎪ ⎭ ⎩F 4⎪ ⎦ ⎣0.0 ⎥ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ = ⎨ ⎬ ⎥ ⎢ 1166.0 ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭G ⎣.72) f.0 ⎤ ⎪F2 ⎪ ⎢ 0.75) (4. 0 − ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎭ ⎩F 4⎪ ⎣ 0.7 F 3 ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎩F4⎪ ⎭ ⎣ 0. 10 e 13 -Elemento 2: ⎧ F1 ⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎡1 0 − 1 ⎪F2 ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎢ 0 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 7⎢ 3 .0 ⎪F2 ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎨ ⎬ =⎨ ⎬ =⎢ 666.0 ⎥ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ = ⎨ ⎬ ⎥ ⎢ F 3 1500 .0 ⎤ ⎪F2 ⎪ ⎢ 1500.50000 ⎥ ⎢ 0.2) Elementos 2.233333⎦ ⎣ 0.

44 − 1.0 ⎭ ⎩ ⎭ Elemento 7: ⎧− 2500.67 ⎫ ⎧F1 ⎫ ⎡ 0.67 ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎥ ⎢ 0.6 ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎢− 0.08⎥ -4 ⎢ − 13.0 ⎪F4 ⎪ ⎪1500.67 F3 1.3629629 − ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎪ 1. 34 .44 − 1.92 1.82) 4.44 ⎤ ⎧ F1 ⎫ ⎥ ⎢ ⎢ . = ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎢ 1944.67 ⎭ ⎩F4 ⎭ ⎦ ⎣0.22 ⎤ ⎥ ⎢ 0.79) 0 0 ⎤ ⎧.666.78) e.67 ⎤ ⎡1. 0 ⎥ ⎢ ⎦ ⎣ (4.6⎥ ⎪666.8 0.55⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎧ F1 ⎫ ⎥ ⎢ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪− 1166.33⎫ ⎪ ⎪0. 0 = .92 − 1.92 1.44 ⎤ ⎧− 1555.22⎥ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢0.0 ⎥ ⎪F2⎪ 1.0 ⎪ ⎪ ⎬ ⎨ ⎪833.0 ⎪⎪F4 ⎪ ⎭ ⎩ ⎭⎩ ⎭ ⎩ ⎭ ⎩ -Elemento 11: ⎡− 1944.6 0.3) Elementos 3.0 ⎭ ⎩ (4.0 ⎦ ⎣ (4.33 ⎪ ⎪ ⎪0.8 0.8⎦ ⎪ ⎣ 0 ⎩500.8 0 0 ⎥ ⎪.44⎤ ⎥ ⎢ 0.0 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎪2000.44 ⎥ ⎪F3 ⎪ ⎪1555.500.0 11 11 7 3 3 ⎧− 833.44 ⎥ ⎥ ⎢ 0 .0 ⎪F ⎪ ⎪− 1500.50000 ⎥ ⎪ ⎪ 7⎢ ⎥ ⎢ ⎥ 10 =⎢ ⎨ ⎬ = 10 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ 666. 7 e 11 -Elemento 3: ⎡ 2.0 ⎪⎪F ⎪ ⎪ ⎪ ⎪⎪ 2 ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ ⎬ ⎬⎨ ⎬ = ⎨ ⎨ ⎬=⎨ ⎪2500.0⎫⎧F1 ⎫ ⎪ ⎪0.81) (4.44 1.500.0 ⎥ ⎢ = ⎢4444.6 0.0 ⎪⎪F3 ⎪ ⎪ ⎪0.67 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎥ ⎢ ⎪F4 ⎪ ⎪ 0 − 0.-Elemento 10: ⎧ F1 ⎫ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎩F4⎪ ⎭ 10 G ⎧ F1 ⎫ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ =⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭ 10 ⎡4222.0148148 ⎤ ⎡− 666.533333 ⎦ ⎣ 500.0 ⎥ ⎢ = ⎢− 4222.77) -Elemento 13: ⎧ F1 ⎫ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎭ ⎩F 4⎪ 13 G ⎧ F1 ⎫ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ =⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭ 13 ⎡− 4444.08 ⎦ ⎩F4 ⎪ ⎭G ⎣ 8.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎨ ⎬ = ⎬= ⎨ ⎢ 0 0 0.08 − 1.0 ⎦ ⎣ (4.80) (4.0⎫ ⎧F1 ⎫ ⎧− 2000.55 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎥ ⎢ ⎩F4 ⎪ ⎭G ⎪ ⎩1166.

78 ⎫ ⎡0.6 0 ⎪ ⎢0.6 0.67 ⎭ ⎩ 0.0 ⎭ ⎧ 0.6⎥ ⎪− 1777.33 ⎭ 13 12 ⎧− 6000.44 1666.08 1.0⎭ (4.8 ⎦ ⎪ ⎩ 1333. 500 6000.67 2500.92 1.08 ⎦ ⎩ ⎭ ⎪ ⎩ 1333.67 1000 666.33 ⎭ ⎧6000.7 -2666.44⎥ ⎪ ⎪ ⎪− 1777.22⎫ ⎨ ⎬ 0.1851852 ⎫ ⎧ 1777.44 1944.26 .08⎥ -4 ⎪ ⎪− 2.92 − 1.81148148⎪ ⎪− 1333.00⎫ ⎨ ⎬ ⎩1666.33 Figura 4.84) ⎧ F1 ⎫ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎩F 4⎪ ⎭ f) Reações de apoio. 35 .0 833.0 -1500. j (4.33⎪ ⎥ ⎢ = ⎨ ⎬= ⎢ 0 0 0.55⎫ ⎨ ⎬ +⎨ ⎬ ⎩1166.8 − 0.0 -1166.0 ⎩ ⎭ 11 ⎧− 1777.78⎫ +⎨ ⎬ ⎩ 1333.00⎫ =⎨ ⎬ ⎩ 1333.44 − 1.22 -4222.22 1333.33 ⎪ ⎭ ⎣ 0 ⎧ 2222.0 ⎩ ⎭ (4.33 ⎪ ⎭ ⎣ (4.87) g) Esforços finais na estrutura 500 0.44 ⎤ ⎧ − 1. {R } = ∑ {F } − {F } i j i R.83) 0 ⎤ ⎧ 1777.4) Elemento 12 ⎧ F1 ⎫ ⎪F2⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪F3⎪ ⎪ ⎩F4⎪ ⎭ 12 G 12 ⎡1.0 -666.0 1.92 − 1.78⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎪ 0.8 0 0 ⎥⎪ ⎪− 1333.0 -6000.0 1.33⎪ = 10 ⎨ = 10 7 ⎢ ⎬ ⎨ ⎬ ⎢ 0.85) 10 ⎧R13⎫ ⎨ ⎬= ⎩R14 ⎭ ⎧R15⎫ ⎨ ⎬= ⎩R16⎭ ⎧− 4222.33 -500.67 ⎭ (4.0 4.44⎫ ⎧1555.Esforços finais na estrutura.44 − 1.78⎪ ⎥ ⎢ 0 0.0 ⎫ +⎨ ⎬= ⎩500.86) ⎧4444.67 2222.78 ⎫ ⎥ ⎢ ⎪ ⎪ ⎪ 1.e.22⎪ ⎪ ⎪ 0.67 1000 4444.Gj n R.22 ⎫ ⎪ ⎪ 0.6 0.8 − 0.0 ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪− 2222.

estas estruturas trabalham submetidas a solicitações de flexão simples (flexão e cisalhamento) e composta (flexão e força normal). Assim. (a) vk (b) vj θj i Yl uk (c) d6 d2 Xl d5 d4 θk k Y.2 .4. podem ocorrer os três possíveis deslocamentos no plano e solicitações combinadas de flexão.4.u Z. Como as barras e suas ligações (caso mais comum) apresentam rigidez à flexão. 4. c) Deslocamentos nodais do elemento no sistema local. equivale a uma combinação das matrizes de rigidez do elemento usual de viga com o de treliça plana.v d3 d1 i 2 αi 1 j uj X. b) Deslocamentos nodais no sistema global de um elemento genérico de pórtico plano de ordem i e incidências j k. submetidas à cargas e deslocamentos nesse mesmo plano.1 – Introdução Pórticos planos são estruturas de barras situadas num mesmo plano.Matriz de Rigidez do Elemento A matriz de rigidez de um elemento de pórtico plano no sistema local. correspondente as seis deslocabilidades nodais.θ Figura 4.27 .4 – PROBLEMA DE PÓRTICO PLANO 4.4. cisalhamento e força normal. em cada seção transversal de uma barra. resultando: 4.a) Exemplos de Estruturas do tipo pórtico plano. 36 .

é o módulo de elasticidade do material. conhecido o número de deslocamentos nodais impedidos (NR) e o número de nós da estrutura (NN). IZ. fazendo-se a mudança de base na forma: [S]iG sendo: = [RTi ][S]i [RTi ] .88) sendo: E.[d] 0 0 0 0 − EAx/L ⎤ 1 ⎡EAx/L ⎢ 12EIz/L3 6EIz/L2 0 − 12EIz/L3 6EIz/L2 ⎥ ⎥ 2 ⎢ 2 ⎢ 4EIz/L 0 2EIz/L ⎥ 3 − 6EIz/L [S]i = ⎢ ⎥ EAx/L 0 0 ⎥ 4 ⎢ 3 2 ⎢ 12EIz/L − 6EIz/L ⎥ 5 ⎥ ⎢ 4EIz/L ⎥ ⎢ ⎦ 6 ⎣ SIM.88) (4. Ax .92) 4. é a área da seção tranversal da barra. (4. T (4.90) cosα i 0 ⎥ . (4. A matriz de rigidez do elemento de pórtico plano no sistema global é obtido de forma análoga a do elemento de treliça plana. é o momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo Z. i ⎦ ⎣ a matriz de rotação composta e: 0⎤ ⎥ (4.senα i ⎢ ⎣ 0 senα i cX = cos α i cy = sen α i (4.91) O número de graus de liberdade nodais efetivos (NGDL) de um pórtico plano.89) [Rα i ] [0] ⎤ [RTi ] = ⎡ ⎢ [o] [Rα ]⎥ . 0 1⎥ ⎦ é a matriz de rotação constituída dos cosenos diretores do elemento orientado em relação aos eixos do sistema global.NR . 37 . NN . ⎡ cos α i [Rα i ] = ⎢ ⎢. é dado por: NGDL = 3 .

b .28.5 m 4. θ X. 38 .0 tf. dos nós e deslocamentos nodais globais.3 .4.Dados iniciais 4.v 2. a) Numeração das barras.u 1. b) Deslocamentos nodais efetivos. A = 600 cm Figura 4.0 tf Z.m 1.0 m 2.a) Numeração das barras. dos nós e das deslocabilidades nodais: d5 d6 d4 2 1 d3 d2 d12 4 D2 D3 D1 2 1 D6 D4 D5 2 d9 d7 3 d8 (a) 3 d11 d10 d1 1 (b) 3 Figura 4.0 m Dados numéricos: E = 200000 kgf/cm.4.Exemplo de pórtico plano.5 m 4.28) a seguir: Y.Exemplo de Aplicação Seja resolver o pórtico plano esquematizado na Figura (4. IZ = 80000 cm.29 .0 tf/m 3.

0 2 0.0 b.00 400.0 0.1 .0 0.83 b.0 0.0 0.0 0. 1 2 N0 Forças 3 1 de L (C1) 0. 39 .4 .0 V (C1) 150.2 .Dados dos elementos Barra Nó1 Nó2 A 1 1 2 2 2 3 3 3 4 A (cm2) 600 600 600 Iz (cm4) 80000 80000 80000 L (cm) 300.3 .0 1.0 IDP(X3 ) 1 1 VDP(X3) 0.0 V (C2) 4000.0 20.b.Coordenadas nodais (cm) X2 NÓ X1 1 0.Dados gerais NN = 4 {Número de nós} NE = 3 {Número de elementos} b.cm) VF(X2) VF(X3) Nó VF(X1) 3 0.0 300000.0 4.0 IDP(X2) 1 1 VDP(X2) 0. 0 b.5 .0 3 400.Deslocamentos prescritos Nó IDP(X1) VDP(X1) 1 4 1 1 0.55 Cx2 1.0 0.0 V(C3) 150.0 -0.6 .Forças prescritas nos elementos (SL) Elem.0 0.0 300.0 0.0 b.Forças nodais prescritas (kgf e kgf.55 Cx1 0.00 360.0 4 600.0 L (C2) 0.0 300. 0 L (C3) 0.0 400.

cosα2=1.11 0.3.0.67 ⎤ 1 0 0.67 ⎥ 4 1 ⎢ ⎥5 2 ⎢ 400.0 ⎥ ⎢ 213333.0 1066.0 0.0.33 1066.0 ⎢ − 3.0.0 ⎥ ⎢ ⎥5 ⎢ − 600. L=400.0 0.0⎥ ⎢ SIM.1 .67 = 10 3 ⎢ ⎥ 7.95) 4. ⎦6 3 ⎣ (4. Iz=80000.0.0 0.2 .0 0.0 0.0 ⎥ 7 ⎢ ⎢ − 600. cosα1=0.67 − 7.0 0.0.30 .0 80000.Elemento 1: Ax=600.Elemento 2: Ax=600.0 106666.93) [d] [dL ] [S]1G − 1066.0.Elemento 3: 1 2 3 4 5 6 (4.0 3.0 2 = 10 3 ⎢ [S]G ⎥ 3000. E=200000. (4.Matriz auxiliar de endereçamento elem ⎡0 0 0 1 2 3 ⎤ 1 ⎥ [MEnd] = ⎢ ⎢ 1 2 3 4 5 6⎥ 2 ⎢ ⎦ 3 ⎣4 5 6 0 0 0 ⎥ c .Esquema de representação das cargas aplicadas nos elementos.11 − 1066. [d][d L ] − 300. Iz=80000. 40 .67 0.0.11 ⎥2 0 ⎢ − 400.0 ⎢ ⎥ 160000.0.0 ⎥ 6 160000.0 ⎡ 7.0 0.33⎥ ⎢SIM.0 0.0 600.0 ⎥ ⎢ ⎥3 0 ⎢ 213333.0.0. senα2=0.Matriz de rigidez dos elementos c.0 ⎥ 8 3.0. senα1=1. E=200000.0 0.0 400.0 600.0 0.0 ⎤ 4 ⎡300.0 0. b.0. L=300.94) c.0 0. ⎣ ⎦9 c.0 0.q3 q1 NTC=6 l1 l2 l4 l3=0 Li l5 l6 q2=0 q4=0 q5 q6 li NTC qi qi li=0 Σ lj = Li j=1 Figura 4.7 .

0 ⎧F1 ⎫ ⎧ ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 2000.0 0.0 − F 0. 0.0.1 (4.0 ⎧F1 ⎫ ⎧0.0 0.2000.5171 .1.cm 150 cm 4000 kgf 150 cm 2000 kgf 1 2000 kgf Yl1 -150000 kgf.0 ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ ⎪ 2000.1443 .0 1.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 150000.0 ⎥ ⎢ ⎣ SIM.150000.0 ⎪ ⎪ ⎪ 0.0 0.52 ⎥ 9 6 5 [S]3 ⎥ G = 10 ⎢ 1. ⎦ 12 0 (4.0 0. cosα3=0.0962⎥ 11 0 ⎢ ⎥ 1775.2.5171 .L=360.0 ⎪ ⎪ [0] .1 .0 0.Forças nodais equivalentes no sistema local do elemento 1.0 F 0.0 ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎪ ⎪ 150000.Cálculo das forças nodais equivalentes d.0 ⎪ 3⎪ ⎪ ⎪⎪ ⎪ ⎨ ⎬ = ⎨ ⎬⎨ ⎬= 1.55.3167 .0 0.0 ⎫ ⎪ ⎪ 0.0524 .0 0.0 0.0962 ⎥ ⎢ ⎥ 8 5 ⎢ 1775.6.0 0.0962 1. [d] [dL ] 6.0 − 1.0524 .3167 4.5171 ⎢ 2.0 ⎭ ⎪ ⎩ (4.55.0 ⎪ ⎪ ⎪ 150000.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩F6 ⎪ ⎭L ⎩− 150000.0 ⎭ ⎪F6 ⎭ ⎪G ⎪ ⎪⎩ ⎪.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪⎪ ⎪ 0.0 4 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪⎪ ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪ [0] 1.1.83.0 ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ ⎪⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 150000.0 ⎪F4 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪ 2000.0.31 . 41 .0 ⎫⎧ ⎫ ⎪F ⎪ ⎪ 1.98) 4.0⎭ ⎪ ⎩ ⎩ d.0 ⎪ ⎪ 2000.1443 .0 .Elemento 2 0.0.3164 4.0962 887.1 ⎧ 2000.6.97) 0.0524 1.1443 ⎥ 10 0 ⎢ ⎢ 2.96) d .0 1. senα3=-0.0⎪ ⎭ 0.4.1443 ⎤ 7 4 ⎡1. E=200000.cm Figura 4.Iz=80000.2 .Ax=600.Elemento 1 Xl1 150000 kgf.1.0 ⎪ ⎪ ⎨ ⎬ = −⎨ ⎬ 0.4.5171 6.

DD D D (4.99) d.Yl2 400 cm 20 kgf/cm Xl2 -266666. 0.0 ⎫ ⎧ ⎧F1 ⎫ ⎧F1 ⎫ ⎪ .cm Figura 4.100) e . 42 .00 ⎪7 ⎪ ⎪ − 4000.7 ⎪ ⎭L ⎩F6 ⎪ ⎩F6 ⎪ 0.0 ⎪ ⎪F ⎪ ⎪F ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ 2⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ F F 266666.00 ⎪ 8 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 266666.Forças nodais equivalentes resultantes: d ⎧ 2000.00 ⎪ ⎪ ⎪− 150000. resultando: 4.00 ⎫ 1 ⎪2 ⎪ 0.102) (4.Forças nodais equivalentes no elemento 2.4000.cm -4000 kgf -4000 kgf 266666.67 ⎪ 6 ⎪ ⎪ 0.0 ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎭ ⎭G ⎩ 266666.3 .00 ⎪ 4 ⎪ ⎪ = ⎨ − 4000.103) onde: {FD } = {FD }n + {FD }0 .0 f .7 ⎪ ⎪ ⎪ 3⎪ ⎪ 3⎪ ⎬ ⎨ ⎬ =⎨ ⎬ =−⎨ 0.7 kgf.32 .Sistema final de equações (4.Forças nodais aplicadas F9n = −300000.2 (4.101) [S ]{d } = {F } .0 ⎪ ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎪ 4000.00⎪ 3 ⎪ ⎪ ⎪ 2000.2 0.7 kgf.00 ⎬ 5 ⎪ − 116666.67 ⎭9 ⎩ 0 {F}G (4.

33 ⎪ (4.i onde: e: (4.5185 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪dL2 ⎪ ⎪d5 ⎪ ⎪ 0.0 600.4928 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎪.43 ⎥ ⎪dL4 ⎪ ⎢ ⎢ 234.0. 43 .2.i = {F}d. ⎨ ⎬ = 10 ⎨ ⎬ .0 ⎥ ⎢ ⎦⎪ ⎣ ⎭ ⎩dL6 ⎪ ⎧ 2.0027083 ⎪ ⎪ d ⎪ ⎪ d ⎪ ⎪ ⎭ ⎩ ⎩ L6 ⎭ ⎩ 9 ⎭ (4.9555 ⎪d ⎪ ⎪d ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ L5 ⎪ ⎪ 8 ⎪ 0.106) {F}d.109) h .3791 ⎪ (4.3.3 ⎧ 4.i − {F}0.67 − 1009.11 ⎪ ⎪ ⎢ 403.i (4.00 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪ − 4.0 0.98224 ⎪ ⎪d ⎪ ⎪d ⎪ ⎪ 0. obtém-se: ⎧dL1 ⎫ ⎧d4 ⎫ ⎫ ⎧ .0710 ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪ 2.0 − 3.2.Esforços nas extremidades das barras Os esforços nas extremidades das barras são dados no sistema local por: {F}e.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎭ ⎩ − 33.34.18404 ⎪ ⎪ 4.1 e.9289⎪ ⎪F4 ⎪ ⎪F4 ⎪ ⎪ 0. ⎨ ⎬ = 10 ⎨ ⎨ ⎬ = 10 ⎨ ⎪.3.i = [SG ]i {dG }i Resultando: e.67 ⎪ ⎬ ⎨ ⎪ 0.67 0.Reações de apoio 4.0 − 600.4928⎫ ⎧F1 ⎫ ⎧ 3.2.0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪− 116.62⎥ ⎪dL5 ⎪ ⎥⎪ ⎪ ⎢ 167750.0 0.9290 ⎫ ⎧F1 ⎫ ⎧F1 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 1.7701 ⎫ ⎧ 2.33 0.107) (4.71 − 614.18404 ⎪ ⎪ 3.0 − 300.02 ⎪ ⎭ ⎩.976 ⎪ ⎪ 239.24 − 151.0 ⎥ ⎪dL2 ⎪ ⎥ ⎢ ⎪ ⎢ 373333.31.104) Resolvendo o sistema.0 80000.2 e.9290⎪ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪F2 ⎪ ⎪ ⎪ 2⎪ ⎪.029413 ⎪ ⎪ ⎪ L3 ⎪ ⎪ 6 ⎪ -2 ⎪ = = 10 ⎬ ⎨ ⎨ ⎬ ⎨ ⎬ ⎪ ⎪ .3961 ⎪ ⎭ ⎪ ⎩.4.i = [RT ]i {FG }d.0 ⎤ ⎧dL1 ⎫ ⎡307.0 ⎪ ⎪ − 4.0 ⎥ ⎪ ⎪dL3 ⎪ ⎥⎨ ⎬ = ⎢ 405.3494 ⎪dL4 ⎪ ⎪d7 ⎪ ⎪ ⎪ 3.268.108) {FG }d.105) G .61 ⎪ ⎪91.5072 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪F ⎪ ⎪.4928 ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪F5 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎭L ⎭L ⎭L ⎩F6 ⎪ ⎩F6 ⎪ ⎩F6 ⎪ ⎭ ⎪ ⎩.762 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎪F3 ⎪ ⎪F3 ⎪ 3⎪ 3⎪ 3⎪ ⎬ ⎬ .0.0 600.7701 ⎪ ⎪ .0 1066.

{R} = ∑ {FR. c) Momento Fletor. 34379 + 268020.Diagramas de esforços solicitantes: a) Força normal.9288 ⎪ ⎪R ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 91.761 R ⎪ 3 ⎪ ⎪ 3⎪ ⎨ ⎬ = 10 ⎨ ⎬ ⎪R10 ⎪ ⎪.0710 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩R12 ⎪ ⎭ ⎭ ⎩.33 .2. 239610.380⎪ (4.G }i − {FR }n i (4. Figura 4. b) Força Cortante. + 91761. + 31976 300000.34.8 (a) DN (kgf) - 4770.5072 ⎫ ⎧R1 ⎫ ⎪ 3.4928⎪ ⎪R11 ⎪ ⎪ 4.0 (b) DQ (kgf) 3929 + 2492.cm) 400000.111) 2492.1.8 4071 + 184 - 1507. 44 .110) Resultando: ⎧.2 (c) DM (kgf. 4.1 3929.

com cargas atuando normalmente ao plano da estrutura.4.1 – Introdução Uma estrutura de grelha é constituída basicamente de barras ligadas entre si situadas num mesmo plano. produzem diferenças nos demais esforços mobilizados e deslocamentos resultantes.5 – PROBLEMA DE GRELHA 4. cada secão de um elemento de grelha pode ser submetida aos seguintes esforços solicitantes e correspondentes deslocamentos: flexão simples e torção acompanhados de rotações nos planos normais ao plano da estrutura e de translação na direção normal ao plano da estrutura. 45 . c) Graus de liberdade no sistema local do elemento. resultando esforços principais de flexão simples (flexão e força cortante) e esforços normais adicionais.5.34 . Y Z X (a) Z Y dk3 dk2 Yli Z li d6 2 d5 d4 X li i dj3 k dk1 d3 i αi X d1 1 d2 αi X dj2 j dj1 (b) (c Figura 4. nos pórticos planos as cargas aplicadas (forças e momentos) atuam no plano da estrutura. Como resultado desta composição. 4. b) Graus de liberdade nodais de um elemento genérico no sistema global.Estrutura típica de grelha com seus eixos globais. pois além da apresentarem o mesmo tipo de forma física. ambos trabalham principalmente sob esforços de flexão. consequentemente. sendo as diferenças no comportamento provocadas pelas direções das cargas aplicadas que. Entendendo o plano de atuação de um momento como sendo o plano normal à direção de definição vetorial do momento. As grelhas se assemelham em muitos aspectos com os pórticos planos.

correspondente a ocorrência de cargas com orientações espaciais. apresenta uma distribuição semelhante a do elemento de pórtico plano. inclusive utilizando-se a mesma matriz de rotação. resultando esforços principais de flexão simples e esforços adicionais de torção. Amatriz de rigidez do elemento de grelha no sistema global é obtido de forma análoga a do elemento de pórtico plano. a análise de estruturas de grelhas pelo método da rigidez pode ser feita de forma semelhante a análise de estruturas de pórticos planos. resultando: [d] 0 0 ⎡GJT /L ⎢ 4EIY /L − 6EIY /L2 ⎢ ⎢ 12EIY /L3 i [S] = ⎢ ⎢ ⎢ ⎢ ⎢ SIM ⎣ − GJT /L 0 0 GJT /L 0 − 6EIY /L2 0 4EIY /L 2EIY /L ⎤1 6EIY /L ⎥ ⎥2 3 − 12EIY /L ⎥ 3 ⎥ 0 ⎥4 2 ⎥ 5 6EIY /L ⎥ 3 12EIY /L ⎦ ⎥6 0 2 sendo: (4.Matriz de Rigidez do Elemento A matriz de rigidez de um elemento de grelha no sistema local. conforme definida na Figura (4. a estrutura deve ser analisada como um pórtico para as componentes das cargas atuando no plano da estrutura e como grelha. fazendo-se a mudança de base na forma: 4. A superposição das soluções destas análises parciais reproduz a solução do problema original. é o módulo de elasticidade do material. JT. é o momento de inércia à flexão da seção transversal em relação ao eixo y. Neste caso. Assim.33).5. No caso mais geral de análise de estruturas planas de comportamento linear. pode-se utilizar uma análise por parte com resultados complementares. 46 .112) E. as cargas aplicadas (forças e momentos) atuam normalmente ao plano da estrutura.enquanto que nas grelhas. desde que a ordenação dos graus de liberdade dos nós da grelha seja efetuada de forma adequada. para as componentes das cargas atuando normalmente ao plano da estrutura. é o momento de inércia à torção da seção transversal da barra IY. 4.2 . para uma ordenação dos graus de liberdades nodais conforme definida na figura anterior.

c) Deslocamentos livres.35) a seguir. 4. e: ⎡ cos αi [R αi ] = ⎢ ⎢− senαi ⎢ ⎣ 0 senαi cosαi 0 0⎤ ⎥ 0⎥ 1⎥ ⎦ (4. considere: Y 4 (a) 3 2. i ⎦ ⎣ (4. O número de graus de liberdade nodais efetivos (ND) de uma grelha. I / J T = 2. b) Deslocamentos nodais. conhecido o número de deslocamentos nodais impedidos (NR).a) Exemplo de grelha. é dado por: ND = 3 NN .115) é a matriz de rotação constituída dos cosenos diretores do elemento orientado em relação aos eixos globais. o número de nós da estrutura.5.0 m d12 d9 d10 d7 3 D4 d8 d11 D6 D5 (b) (c) 2 d3 d6 d2 d1 d5 D3 D2 d4 1 E /G = 2. D1 Figura 4.Exemplo de Aplicação Seja resolver grelha esquematizada na Figura (4.113) [R αi ] [0] ⎤ [RTi ] = ⎡ ⎢ [0] [R α ]⎥ .4.0 tf/m 3 Z 2 6. 4. (4.0.114) é a matriz de rotação composta.35 .116) sendo: NN.0 m X 1 1 2 3.[S]iG onde: = [RTi ] [S]i [RTi ] . 47 .NR . T (4.3 .

333 0. Seção Comp.3 .00 -1.00 0.00 3.6.0 0.2 ⎥ 0 ⎥ ⎢ ⎢ 2.00 3.40 3.00 a.00 3.40 − 3.Elemento 1 = ELEMENTO 3 [d ][d ] 1 L 3 L [S] 1 = [S] 3 0.00 1.00 0.1 .6.00 ⎪ 5 ⎪ ⎪ ⎪ ⎩.00 − 3.Prescrições de apoios Nó.4 .2 .133 ⎥ ⎢ ⎦ 3 ⎣ SIM 4 5 6 0 0 0 (4.) b.Incidências nodais dos elementos Elem.Matrizes de Rigidez dos elementos (S.133 0.0 0.00 6.0 − 0.Dados do problema a.00 ⎪ 4 ⎪ 0.00 0.a .00 6.2 b . Mat.2 3.00 ⎫ 1 ⎪ 0.00 ⎪ ⎪3 =⎨ ⎬ ⎪ 6.1 .117) 4.00 a.333 0. Nó1 Nó2 COSX1 COSX2 1 2 3 1 1 1 1 1 1 3.L.00 ⎥ 1 ⎢ ⎢ 6.2 0.Forças nodais equivalentes no elemento 2 [d] ⎧. 48 .00 ⎪ 2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 6.00 6.133⎥ 0 =⎢ ⎥ 0.0 ⎤ 0 ⎡0.0 ⎢ 6. GL1 GL2 GL3 1 1 1 1 4 1 1 1 a.00 0.00 ⎪ ⎭6 {F}0.00 0.2 ⎥ 2 ⎥ ⎢ 2.00 3.Coordenadas nodais Nó 1 2 3 4 X1 X2 0.00 1 2 3 2 3 4 1.333 0.2 − 2.00 0.

60 0.Elemento 2 − 1.2667 ⎥ 3 0.0 ⎥ 2 ⎢ ⎥ ⎢ − 0.Elemento 1 (α1 = 0): [Rαα] = [I] c.00 ⎥ ⎢ ⎢ 3.0 0.0 ⎥ ⎦ (4.0 0.0 1.0 0.80 ⎥ ⎢ ⎥ 0.2667 ⎥ 0.1.3 .1.00 0.Elemento 2 (α2 = 90°) ⎡ 0.120) c.0 0.80 − 0.00 =⎢ ⎥ 3.667 0.0 0.1667 0.0 .00 0.b.Elemento 3 (α3 = 180°) ⎡.121) d .Matrizes de rigidez dos elementos do sistema global.80 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ − 0.0⎤ ⎥ [Rαα ] = ⎢ ⎢.0 1.0 0.Matrizez de rotação c.Elemento 1: [S]1 G = [S]L (4.2667 0.0 1.119) (4.0⎥ ⎢ ⎣ 0.667 0.2 .1667 0.80 ⎤ 1 ⎡3.2 .60 0.00 0.00 .00 ⎥ 5 ⎢ ⎥ 0.0 ⎥ ⎢ ⎣ 0.122) d.1667 0.1.123) 4.0 0.2667 0.00 ⎤ ⎡1.20 0.1 .1.00 .1 .2 .00 .2667 ⎦ ⎢SIM ⎥6 ⎣ (4.0.00 0.0 ⎤ ⎥ [Rα2 ] = ⎢ ⎢.0 0.20 0. 49 .80 0.80 ⎥ 4 ⎢ ⎢ 0.Elemento 2 [d ] 2 L G [S]2 G − 1.0.80 0.0 1. 1 d.0 =⎢ ⎥ 0.00 0.20 − 0.0.20 ⎢ 0.00 ⎢ 3.118) [S]2 c.0 ⎥ ⎦ (4.2667 ⎦ ⎢ SIM ⎥ ⎣ [d ] 2 L 1 2 3 4 5 6 (4.80 0.1667 0.

3.18.00 ⎢ ⎥ 3.80 ⎤ 0.2 ⎥ 5 ⎢ ⎥ ⎢ 2.40 ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ ⎧ dD1 ⎫ ⎧.62500 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩.3.034 ⎪ ⎪ 1.6.1667 0.2 − 2.00 ⎪ ⎪ 0.6.12.034 ⎫ ⎧ .1.533 ⎢ 6.00 d ⎪ D3 ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎬=⎨ ⎬ ⎪dD4 ⎪ ⎪ 6.3.127) 4.125) f.40 0.00 ⎪ ⎪dD5 ⎪ ⎪ 0.034 ⎫ ⎧ 0.000 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩ 6.000 ⎫ ⎪ .2 e.00 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩.000 ⎪ ⎩ 6.2500 ⎪ ⎭ (4.00 − 0.6.0 0.333 0.00 3.533 0.000 ⎪ ⎪ .80 1.20 0.00 3.2 ⎥ 0 ⎢ ⎥ 2.11.62500 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ .Deslocamentos Nodais ⎧.80 0.000 ⎪ ⎭ ⎭ {F}e.034 ⎪ ⎪ 0. {F} = ⎨ ⎪ 0.133 0.00 0.1 (4.333 0.00 ⎡3.000 ⎪ ⎪ . {F} = ⎨ ⎬ ⎬ .5667 3.10345⎫ ⎪ 5.0 ⎤ 4 ⎡0.000 ⎪ ⎭ ⎩.5667 − 3.0 − 0.40 3.00 − 0.3 =⎨ ⎬ .00 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ − 0.10345 ⎪ ⎪ 5.00 ⎫ ⎪ ⎪ ⎪ 0.00 ⎪ ⎪dD2 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 6.00 ⎥ ⎢ ⎢ 6.126) g .00 ⎪ ⎪ 18.133⎥ 6 =⎢ ⎥ 0.Elemento 3 [d ] 3 L G [S]3 G 0.2 0.000 ⎪ ⎪ .034 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 6.00 ⎪ ⎭ ⎩dD6 ⎪ ⎭ ⎪ (4.3 . 50 .d.2667 ⎥ 2.1.133 ⎦ ⎢ SIM ⎥ 0 ⎣ (4.000 ⎪ ⎪ 6.00 ⎥ 0 ⎢ ⎢ 6.333 0.2500 ⎪ ⎪ {dL } = ⎨ ⎬ ⎪ 3.40 .1.60 0.6.000 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ e.0 ⎢ 6.Sistema de equações − 0.124) e.034 ⎪ ⎪ 1.00 0.20 ⎥ ⎢ ⎥ 2.2 .Esforços de extremidades dos elementos ⎧ 1.

034 ⎪ ⎪R11 ⎪⎪.034 1 1 1.00 ⎪ ⎪R3 ⎪ ⎪ ⎪ 6.128) (a) DM (tf.000 ⎪ ⎪⎪ {R} = ⎪ ⎬ ⎬⎨ ⎨ ⎪R10 ⎪⎪ .Diagramas de esforços solicitantes: a) Momentos torsores.18.0 4 -18.034 3 18.0 1. b) Cortante. c) Força Normal.18.1.034 2 Figura 4.000 ⎪ ⎪ ⎪⎪ ⎪ 6.H .034 1 2 (c) DN (tf) -1.0 2 + + 1 6.0 1 -18.034 2 (b) DQ (tf) - 3 6.034 ⎫ ⎪⎪ ⎪ ⎪ ⎪R2 ⎪⎪ .36 .000 ⎪ ⎪ R12 ⎪ ⎪ ⎭ ⎩ ⎭ ⎩ i .0 4 3 1 2 + 1. 4.m) 18.Reações de apoio ⎧R1 ⎫⎧ 1.034 4 3 3 2 1.0 8.034 -1. 51 .0 3 1.Diagramas de Esforços Solicitantes (4.