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UM ENFOQUE CONTEXTUAL PARA MUDANÇA TERAPÊUTICA Steven C. Hayes University !

Neva"a# Ren

O movimento da terapia comportamental não era, inicialmente, um movimento para introduzir o behaviorismo na psicologia aplicada. Se alguma vez houve alguma dúvida em relação a isto, a tendência nos últimos 10 anos, dentro da terapia comportamental, deveriam ter resolvido essa dúvida. Temos vistos a escalada das an lises cognitivistas, an lises !sel"# based! e do mero empirismo como substitutos para uma verdadeira an lise comportamental dos problemas cl$nicos. Talvez não ha%a nada de errado com isto. &s an lises cognitivistas, por e'emplo, têm uma longa tradição tanto dentro da psicologia como da cultura geral. (resumivelmente, elas não teriam sobrevivido se não tivessem algum valor. O )ue parece inade)uado por*m, * )ue os terapeutas do comportamento têm, "re)+entemente, pouca "acilidade com o behaviorismo e com a teoria behaviorista. ,evido a isto, a poss$vel contribuição de uma perspectiva bastante di"erente sobre o comportamento humano "oi consideravelmente atenuada. -eu prop.sito neste cap$tulo * mostrar uma maneira pela )ual o )ue eu considero a essência do behaviorismo radical poderia ser aplicada aos problemas cl$nicos de adultos. /ão estou a"irmando )ue ela * a única "orma de aplicar esta perspectiva 0 problemas de adultos # * apenas uma das "ormas )ue eu espero ser de algum valor. &ntes de descrever o pr.prio en"o)ue terapêutico, ser necess rio discutir brevemente os pressupostos "ilos."icos b sicos )ue eu suponho constituem o coração do behaviorismo radical. -uitos psic.logos "rustram#se "acilmente com a "iloso"ia e esperam escapar da responsabilidade de terem )ue assumir posiç1es "ilos."icas re"ugiando#se no empirismo 2&dams, 13456. /ão h maneira, por*m, de entender o presente en"o)ue terapêutico sem entender, tamb*m, os pressupostos )ue o "undamentam sem distinguir estes pressupostos da)ueles )ue são encontrados na

cultura dominante. O leitor perceber rapidamente )ue eu não tenho interesse em promover a caricatura do behaviorismo radical apresentada tão "re)+entemente em nossas revistas e te'tos behavioristas. (recisarei e'plorar os aspectos peri"*ricos 2"ringes6 da teoria comportamental para visualizar 2gleen6 princ$pios e an lises )ue possam ser aplicadas a humanos com habilidades verbais. -uitos princ$pios comportamentais são desenvolvidos a partir de organismos não verbais. 7 boas raz1es para acreditar )ue os organismos verbais são muito di"erentes dos não verbais. 8sta * uma razão pela )ual muitos terapeutas comportamentais se !tornaram cognitivistas!. /a minha opinião este * o problema certo, mas a solução errada.

987&:;O<;S-O <&,;=&> & essência do behaviorismo radical pode ser resumida em )uatro palavras? conte'tualismo, monismo, "uncionalismo e antimentalismo. 8sta não *, obviamente, a ocasião ade)uada para envolver#se em uma discussão prolongada acerca do behaviorismo radical, mas, "elizmente, para os nossos prop.sitos presentes, podemos "ocalizar somente uns poucos aspectos da natureza do comportamento e da causalidade dentro da an lise do comportamento e, então, aplicar isto ao poss$vel papel )ue os pensamentos teriam na ação humana.

O @A8 (O,8 & =;B/=;& 8STA,&<C D comum, em nossa linguagem do dia#a#dia, distinguir comportamentos de pensamentos, sentimentos, intenç1es, etc. Todo o movimento cognitivo#comportamental baseava#se, originariamente, nesta distinção. Se a terapia do comportamento trata o comportamento, então surge a )uestão )ue necessitamos alguma maneira de tratar tamb*m os pensamentos. -esmo o t$tulo deste livro baseia#se na distinção entre comportamento e cognição. (ara entender o conte'to hist.rico desta distinção em (sicologia, * útil distinguir )uatro perspectivas? o behaviorismo meta"$sico Eatsoniano, o behaviorismo metodol.gico

Eatsoniano, o behaviorismo metodol.gico contemporFneo e o bahaviorismo radical. =omo SGinner destacou 2SGinner, 13H36 Eatson criou diversos problemas e'tensos para o behaviorismo devido a perspectivas "ilos."icas )ue adotou. 8les "oram úteis na *poca, mas "az#se necess rio avançar. & maioria dos psicol.gicos avançaram, mas, in"elizmente, eles assumiram, com "re)+ência, perspectivas "ilos."icas ainda mais de"icientes. /esse $nterim, a palavra !behaviorismo! reteve muito do !tempero! dessas posiç1es iniciais. Eatson, reagindo aos "undamentos do introspeccionismo, disse duas coisas? 216 os eventos observ veis não públicos não e'istem, 2I6 tudo )ue a =iência pode estudar, de )ual)uer maneira, são os eventos públicos, observ veis. & primeira posição pode ser chamada o behaviorismo meta"$sico Eatsoniano. <ealmente, uma leitura simp tica e cuidadosa de Eatson não leva a interpret #lo como tendo assumido tal posição, mas "oi amplamente entendido )ue ele de "ato a assumiu 2to have advanced it6. D obviamente uma posição )ue a maioria das pessoas re%eitar , desde )ue a realidade de nossos pr.prios sentimentos di"icilmente pode ser negada. & segunda posição proporcionou os "undamentos do bahaviorismo metodol.gico, uma posição )ue in"luenciou pro"undamente a psicologia americana durante este s*culo. 9asicamente, esta posição indica )ue h uma distinção a ser "eita entre os pensamentos, sentimentos e outros eventos privados, por um lado, e comportamento e outros eventos observ veis publicamente, por outro. ,e acordo com esta posição, s. os eventos publicamente observ veis podem ser considerados em ciência, devido aos re)uisitos da metodologia cient$"ica. Outros tipos de eventos podem e'istir, mas são cienti"icamente ileg$timos ou, pelo menos, não analis veis. Originariamente, esta posição "oi usada para e'cluir da consideração cient$"ica os eventos !mentais! visados pelos introspeccionistas. &o longo do tempo, por*m, teve um segundo e"eito mais danoso. Ama vez )ue o behaviorismo metodol.gico não a"irma )ue os eventos não analis veis do ponto de vista cient$"ico não e'istem # s. )ue não são analis veis # "oi poss$vel para os psic.logos agir como se houvesse duas categorias ontol.gicas no mundo. 8m outras palavras, o behaviorismo metodol.gico * implicitamente dualista 2-oore, 13J1K SGinner,13H36. O behaviorismo metodol.gico contemporFneo 2-ahoneL, 13M56 tem procurado obter vantagem dessa brecha .bvia. /o behaviorismo metodol.gico contemporFneo a de"inição do )ue * cienti"icamente analis vel *, mais uma vez, os eventos publicamente observ veis, mas )ue diz )ue somos capazes de usar o mundo cienti"icamente analis vel para "azer

Se o esp$rito * !imaterial! não pode ter as )ualidades da mat*ria. Os seguidores do behaviorismo metodol. /o behaviorismo radical um evento )ue mesmo uma única pessoa pode observar est aberto a uma an lise cient$"ica 2SGinner. 135J6. 1345K 7aLes N 9roOnstein. O mesmo argumento pode ser aplicado a eventos )ue são completamente in"eridos e. tais como? começo e "im. massa. & posição de SGinner * basicamente esta? o comportamento * a atividade observ vel dos organismos. "re)+entemente negam o dualismo literal. tais como os n$veis de processamento ou de estruturas mentais pro"undas. a in"luência do behaviorismo metodol. em princ$pio. etc. . =omo isto * poss$vel. nunca podem ser observados diretamente por ningu*m. desde )ue devemos permitir. mas a implicação * )ue os pensamentos não são substancialmente di"erentes em virtude de sua natureza privada.s. /ote )ue a palavra !publicamente! não aparece nesta de"inição. O behaviorismo radical * mais "re)+entemente con"undido com as posiç1es de Eatson. a "orma como encaramos esta )uestão. &ssim. -esmo como !o esp$rito! poderia ser conhecido * problem tico nestas condiç1es 27aLes. O problema com este tipo determinado de dualismo em =iência * )ue coloca algemas na an lise cient$"ica dei'ando alguns dos "enPmenos mais interessantes "ora de seu alcance direto. &o longo do tempo. de maneira "undamental. aceleração. ser discutido brevemente. nem mesmo pela pessoa )ue !o )ue est "azendo!. )ue in"elizmente incluem a maioria dos terapeutas comportamentais. por e'emplo.bvias. uma grande )uantidade de in"erência simplesmente para endereçar )uest1es de signi"icado humano "undamental. en)uanto mantêm )ue a metodologia cient$"ica "orça um tipo determinado de dualismo em todos n.in"erências acerca do mundo cienti"icamente não analis vel. O problema e'iste por)ue a posição de SGinner * muito so"isticada e muda.gico. devido a suas de"iciências cient$"icas . sentimentos. convenientemente. O dualismo literal não * "re)+entemente adotado por cientistas. mas podemos ver a in"luência dos pensamentos em outros tipos de comportamento humano. SGinner considerasse )ue os pensamentos. Os te'tos da terapia comportamental contemporFnea ainda agem como se. de alguma maneira. 13406. podemos não ser capazes de ver os pensamentos diretamente. tamanho ou nenhuma propriedade discern$vel. "ossem ob%etos ileg$timos de estudo cient$"ico. tais como os relatos em um invent rio.gico contemporFneo tem levado a mais e mais modelos in"erenciais.

mas com 216 o dualismo impl$cito inerente 0 maioria das abordagens cient$"icas.&. D bem poss$vel.gico 2em ambas variedades6 * implicitamente dualista.S8 . =&AS&>. o comportamento pode não "azer sentido # mesmo suas unidades de an lise podem não ser conhecidas # a menos )ue se%a entendido o conte'to no )ual o comportamento acontece. por e'emplo. >iteralmente. o behaviorismo meta"$sico Eatsoniano * monista. "azer an lises ob%etivas da e'periência privada ou an lises sub%etivas 2e. /ote#se )ue desde a perspectiva do behaviorismo radical. 134Hb6. =onte'to * somente uma outra palavra para designar as contingências de re"orçamento. em conse)+ência.O =O-(O<T&-8/TO Se os behavioristas radicais consideram os pensamentos como comportamentos. por )ue eles "re)+entemente "azem ob%eç1es aos tipos de an lises tão populares na literatura cognitiva#comportamentalC O problema não * com o "enPmeno )ue est sendo estudado. mas não tem nenhuma relação com a dicotomia mental#"$sica e não *. & distinção entre o público e o privado * uma distinção real.prio 2intr$nseco6. mas e'clui o mundo privado da consideração por direito pr. o pragmatismo e o "uncionalismo. O behaviorismo radical adota o conte'tualismo. isto signi"ica )ue o comportamento somente pode ser entendido no conte'to. 8ntre outras coisas. em absoluto. O behaviorismo radical * monista. mas eles ainda são comportamentos. 134Ha. a distinção entre o "$sico e o mental * "alsa. não v lidas do ponto de vista cient$"ico6 de eventos publicamente observ veis. o mesmo )ue a distinção entre o sub%etivo e o ob%etivo. e 2I6 com o tipo de an lises realizadas 27aLes N 9roOnstein.8les podem ter propriedades especiais por)ue são verbais. 8m resumo..8 8 & &/Q>. &s contingências simplesmente descrevem a relação "uncional do comportamento com eventos no espaço e . sobrevivência e evolução cultural. O behaviorismo metodol. mas inclui o mundo da e'periência privada.

as observaç1es são cienti"icamente v lidas at* o ponto em )ue estão baseadas em !Tatos! 2SGinner. tamb*m. 13JM6? comportamento verbal sob o controle da presença ou ausência de est$mulos espec$"icos em vez de o controle pela audiência. Os adolescentes de )ue "alamos acima !vêm! o astro de rocG por)ue estão motivados para "azê#lo e por)ue seus colegas !vêm! a mesma coisa. -esmo o comportamento dos cientistas est su%eito 0 an lise de contingências. re)uer )ue entendamos.e acordo com o )ue tem sido dito at* a)ui. &ssim. realmente. <econhecemos intuitivamente )ue a e'plicação . 134Ha para uma discussão detalhada deste t. 13406. 8m poucas palavras.nversamente. mesmo assim.tempo )ue precedem e seguem o comportamento durante a vida do indiv$duo 2re"orçamento6. estados de privação ou outros "atores semelhantes 27aLes N 9roOnstein. 134S6 criticaram a utilidade de chamar as aç1es privadas de !comportamentos!. mas.pico6. considerando os pensamentos como comportamentos. Segundo. 8sta * a razão pela )ual a concordFncia pública não * um re)uerimento de observaç1es cienti"icamente v lidas. &lguns autores 2Rilleen. . Se tentarmos entender o comportamento de um indiv$duo. . mas h "ortes raz1es para "azê#lo assim. os pensamentos. (ode#se chegar a uma concordFncia pública acerca de determinados eventos. um astro de rocG muito conhecido.pria gua. como )uando um marinheiro e'periente "az anotaç1es di rias e cuidadosas acerca da diminuição do suprimento de gua dispon$vel. impede as e'plicaç1es incompletas )ue são inúteis para a predição e o controle 2ver 7aLes N 9roOnstein. (rimeiro. durante a vida das esp*cies 2sobrevivência6 ou durante a vida de um grupo cultural 2evolução cultural6. & observação do marinheiro * controlada pela pr. uma pergunta como !@ue papel tem os pensamentos no controle do comportamento humanoC! deveria ser mudada para? !@ue tipos de contingências levariam um comportamento a acontecer e a in"luenciar um outro comportamentoC!. os eventos podem ser privados. mesmo )ue poderia ser mais re"orçador !ver! o suprimento de gua permanecer est vel. mas v lidos. dentro de uma an lise comportamental radical. en"atiza )ue * o trabalho da (sicologia e'plicar estes eventos. essa observação pode não ser v lida como )uando um grupo de adolescentes concordam erroneamente )ue um estranho )ue entreviram *. 135J6. uma an lise comportamental estar sempre ligada 0 tare"a da an lise de contingências. Ama observação cienti"icamente v lida acontece )uando as contingências )ue controlam a observação estabelecem o controle pelos est$mulos ambientais descritos na observação 2SGinner.

nos perguntar$amos imediatamente por)ue ela %oga !s)uash! bem e por)ue os dois estão relacionados. . os pensamentos não produzem necessariamente nenhum e"eito em outros comportamentos. ou entre um pensamento e uma ação aberta. * menos prov vel )ue este auto#engano aconteça. mas esta relação não pode nos dizer. (odemos usar a relação para predizer )ue ser bom no !rac)uetball!. Ama vez )ue nos acostumamos a pensar sobre o controle cognitivo como em uma relação comportamento#comportamento. Tazer isto re)uer )ue entendamos as contingências )ue dão lugar 2giving rise6 a cada comportamento e # isto * o Fmago da )uestão # a relação entre eles. Suponha )ue a"irmemos )ue essa pessoa %ogava um bom !rac)uetball! por)ue era con"iante. Suponha. Tudo )ue tenho dito at* a)ui tem sido dito simplesmente para %usti"icar a sensibilidade comportamental deste ponto. assim. mas não poder$amos us #los diretamente para controlar o evento em )uestão.rios "ossem de uma classe di"erente )ue o evento e'plicado e. em si mesma. )ue mudemos o alcance 2realm6 destes dois eventos relacionados.de um comportamento atrav*s de outro. &ssim. entusiasta e tinha alta auto#estima. são possivelmente completos. (or e'emplo. &s caracter$sticas operantes dos relacionamentos como e'plicaç1es cient$"icas são as mesmas se considerarmos uma relação entre duas aç1es abertas. pode "azer uma di"erença enorme na maneira como en"ocamos a terapia. podemos começar a pensar nas relaç1es de comportamento#comportamento em termos de an lise de contingências. /este ponto de vista. devemos perguntar !@uais são as contingências )ue dão suporte 0 relação entre pensamentos e outras "ormas de ação humana!. /ote )ue neste último e'emplo poder$amos predizer diretamente baseados nas relaç1es entre os pensamentos e os comportamentos abertos. devido ao conte'to 2as contingências6 )ue uma "orma de comportamento se relaciona 0 outra. /ote )ue esta e'plicação não parece tão obviamente incompleta como a primeira. como produzir um e'celente desempenho no !rac)uetball!. =omo tentarei mostrar. por*m. * incompleta. Asando o termo !comportamento! para toda atividade organ$smica. D s. 7 uma razão "inal para considerar as aç1es primitivas como comportamentos. (arece como se os eventos e'planat. se a"irmarmos )ue uma pessoa %oga !rac)uetball! bem por)ue %oga !s)uash! bem.

atitudes.(<. O %ogador tem "eito isto centenas ou milhares de vezes. =onsideremos. * um est$mulo especi"icador de contingências./=U(. para SGinner. Ama das principais possibilidades * )ue estes comportamentos são todos. de uma maneira geral. & tra%et.ria do %ogador de pegar bolas sob situaç1es similares. SGinner 213H3. (or )ue. )ue os pensamentos são comportamentos. @uando os humanos verbais tem planos. a menos )ue pensemos sobre eles como acontecendo em um organismo verbal. p. etc.sto pareceria muito estranho. )ue uma pessoa diga !tenho um plano!. mas diz#se )ue o importante sub#con%unto de comportamentos * governado por regras 213HH. etcC. por e'emplo. Am %ogador 2out"ielder6 move#se para pegar uma bola. diz? /ão posso.sitos. at* certo ponto. (or )ue seria o controle verbal di"erente de )ual)uer outro tipo de controleC . planos. Seu comportamento * presumivelmente modelado amplamente pelas contingências em sua maior parte # isto *. todo comportamento *. O )ue eu )uero dizer por !verbal! ser discutido brevemente. &credito )ue dever$amos de"inir uma regra como um est$mulo verbal especi"icador de contingências.ria. =onsideremos agora o comportamento de um capitão )ue est movendo seu barco para pegar um sat*lite cadente. cada um desses termos acrescenta pouco. Am cachorro pode "acilmente ad)uirir o mesmo comportamento )uase da mesma maneira 2por e'emplo. 8'aminando cada uma das palavras acima citadas podemos ver )ue.. em última instFncia.e acordo com SGinner. modelado pelas contingências. com a poss$vel e'ceção dos sentimentos 2e termina não sendo uma e'ceção6.OS =OV/. prop. @uando lhe se%a pedido e'plicar o plano. a possibilidade de )ue o controle cognitivo se%a realmente uma )uestão de controle verbal. 13H36.S <8>8:&/T8S (&<& O =O/T<O>8 /ão * uma an lise comportamental ade)uada dos pensamentos simplesmente "alar. al*m da )uestão da privacidade.ria da mesma e a hist. Seguindo sua tra%et. esperamos )ue eles tenham estes comportamentos de uma maneira verbalmente sens$vel. * dada tanta atenção aos pensamentos. então. Ama regra. ao pegar um biscoito6. verbais. intenç1es ou pensamentos. intenç1es. sentimentos. o movimento em direção 0 bola * controlado pela posição e tra%et. por)ue não tenho id*ia de )ual * o plano!. . Suponhamos.ria do ob%eto )ue cai * analisada em .:O =O-(O<T&-8/T&.T. ele move#se por bai'o dela e pega#a com sua luva.1506 provê um e'emplo interessante de comportamento governado por regras.

senão devido a seu sucesso passado em seguir as regras e a ade)uação da pr. =atania N . Se as regras são ade)uadas e se são seguidas cuidadosa e corretamente. 13H1K 7arzemK >oOe N 9agshaO. (arado'almente. O lugar de impacto * predito com base nestas regras verbais.detalhes. SGinner "oi consideravelmente insistente com relação a )ue o controle verbal sobre o ouvinte não * verbal em si mesmo. com certeza. )ue torne necess ria tal solução. o sat*lite ser apanhado 2caught6 # não devido aos sucessos passados do capitão do barco na reação 0 tra%et. tais como. en)uanto )ue os animais seriam.TO .e in$cio pode parecer )ue as regras. devam operar atrav*s de processos de controle de est$mulos identi"icados no laborat. precisamente por)ue ela tem seguido um en"o)ue indutivo do comportamento humano. 7 um crescente corpo de evidências )ue indicam )ue di"erentes processos ocorrem no controle de est$mulos em humanos. en"atizando sua continuidade com o comportamento in"ra#humano. Trinta anos atr s. 8m muitas situaç1es os humanos tendem a ser relativamente insens$veis 0 mudanças de contingências.rio com in"ra#humano. 7aLes. -odelos matem ticos )ue levam em conta uma s*rie de "atores. /ão h nada na Terapia =omportamental.rio com animais. uma vez )ue são est$mulos. podem vir a ser considerados corretos somente )uanto ao grau de in"luência envolvido.&S <8V<&S O comportamento humano operante com "re)uência. e então especi"icado. totalmente sens$veis 2&der N Tatum. di"ere signi"icativamente do comportamento de outras esp*cies. Wettle. 13M4. isso parecia bastante plaus$vel. por*m.ria dos sat*lites. Shimm"". a teoria do comportamento pode ser melhor posicionada para estudar as di"erenças e'atas entre o desempenho humano e in"ra#humano. O 8T8. <osem"arb N Rorn 13H4aK -attheOs. 9roOnstein.pria regra. como tem. O sentido )ue os não behavioristas têm dado h muito tempo de )ue os processos comportamentais )ue in"luenciam os humanos são di"erentes da)ueles )ue in"luenciam os in"ra#humanos. . mas evidências mais recentes sugerem )ue o controle verbal tem propriedades )ue são di"$ceis de e'trapolar a partir do controle discriminativo. a velocidade do vento e coe"icientes de !drag! são consultados. por)ue * simplesmente uma )uestão de controle discriminativo 213JM6. sido visto no laborat.

0s vezes.. =om instruç1es ade)uadas. 134S6. mesmo nos es)uemas mais simples de re"orçamento 2>eander. antes de ad)uirirem habilidades de linguagem e'tensivas 2>oOe. 13406. 7aas N VreemOaL. esta * a )uestão central do movimento cognitivo dentro da psicologia comportamental. /os últimos anos tem "icado mais e mais plaus$vel )ue algumas destas di"erenças podem ser e'plicadas como sendo devidas aos e"eitos das regras sobre as aç1es humanas 29aron N Valizio. 7 consider vel evidência de )ue os humanos verbais são e'traordinariamente sens$veis ao controle instrucional 2ver 9aron N Valizio. 13416. 1340bK Shimo"". os desempenhos instru$dos são muito sens$veis 0s mudanças de contingências. os humanos se comportam como os in"ra#humanos o "azem. no prelo6. 133H4K >oOe. 13MMK Shimo"" et al. 7arzen N 7uhhes. ser controladas por di"erentes vari veis 27aLes. o desempenho humano * mais semelhante 0)uele de outros animais )uando a tare"a * indireta ou comple'a. 13H36. 13MMK Shimo"". em es)uemas simples de re"orçamento. 13M4K Eeiner. estes desempenhos tamb*m serão muito r$gidos )uando as contingências mudarem subse)uentemente 27aLes. >ippman N -eLer. . 13M46. >oOe et al. todas as )uais en"atizam o "ato de )ue as respostas dos humanos e in"ra#humanos podem. (rimeiro. =omparados 0 resposta modelada. 13416. 134S6. * a )uestão )ue necessitamos responder para entender os "enPmenos cl$nicos adultos. 134SK >oOe. =atania N -atteOs. mas outras pes)uisas tem mostrado )ue di"erente do responder de in"ra#humanos. 134S para uma revisão recente6. 13H5. 8'istem di"erenças muito similares. 9roOnstein. . 7arzen N 9agshaO.e maneira mais geral. e )uando se seguem passos para tornar menos prov vel o uso direto de habilidades verbais na realização da tare"a 2por e'emplo.. Os humanos mostram padr1es de resposta )ue di"erem marcadamente da)ueles apresentados pelos in"ra#humanos. -attheOs N =atania. 134S6.Sagvolden. 8m geral. 13M4 >oOe. 9eastL N 9etall. O )ue acontece com as regras )ue podem levar a tais e"eitos pro"undos e generalizados sobre as maneiras pelas )uais o meio ambiente tem um impacto sobre o comportamento humanoC 8m certo sentido. &s evidências em "avor deste ponto de vista vêm a partir de diversas descobertas. os humanos verbais podem ser levados a responder de maneiras )ue parecem imitar o comportamento de in"ra#humanos 29aron N Valizio.. mesmo em adultos verbais 2-attheOs et al.

13JHK 7errnstein. 8ste "enPmeno * chamado !e)uivalência de est$mulos! e parece representar um tipo "undamentalmente di"erente de . &nger.tica tem aparecido na última d*cada. 13M36. selecionar & dado. 134H6. mesmo )uando as contingências são conectadas 2por e'emplo. 13M06.e maneira similar. =onsideremos uma situação na )ual um humano * ensinado )ue alguns est$mulos arbitr rios acompanham v rios outros. (or e'emplo. suponhamos )ue mostremos a uma criança pe)uena uma "igura de diversos animais imagin rios.iversos estudos. tem mostrado )ue as instruç1es têm e"eitos generalizados e danosos sobre o comportamento.. &nimais podem aprender discriminaç1es deste tipo muito bem. escolher 9 dado 96 e ser capaz. então. escolher 9 diante de =6. Ama alternativa interessante e uma possibilidade mais e'. e & vai com =. por*m. não seria surpreendente ver e"eitos a longo prazo e generalizados das regras. ou 9 ou =6. de dizer !Eheezu! em resposta 0 "igura ou 0 palavra 2isto *. . (edimos 0 criança para escolher o !Oheezu! e dizemos !correto! somente )uando ela aponta um animal de oito pernas. se somos levados por uma regra a nos comportarmos de maneira )ue nos impeça de contactar com o meio ambiente de "orma e"etiva. . . &ssim. a criança rapidamente escolher a "igura de um Eheezu comparada com ela mesma 2isto *. provavelmente.epois pedimos 0 criança para escolher o nome !Oheezu! de uma lista de nomes e dizemos !correto! )uando a palavra escrita !Oheezu! * selecionada.Ama poss$vel e'plicação * )ue as regras podem gerar padr1es de respostas )ue impedem o contato e"etivo com as contingências 2Valizio. (or*m. 7aLes et al. D bem conhecido )ue são as contingências atuais com as )uais entramos em contato e não as contingências programadas )ue in"luenciam o comportamento 2por e'emplo. . se agora pedimos 0 criança para selecionar a "igura )ue corresponde 0 palavra escrita E788WA 2por e'emplo. (es)uisas recentes têm demonstrado )ue os humanos podem "acilmente desenvolver um tipo especial de controle de est$mulos. 9 0 "igura e = ao nome escrito. 134S6. mesmo )ue a escolha de 9 na presença de = nunca tenha sido e'plicitamente re"orçada. 8m outras palavras. onde & re"ere#se ao nome "alado.sto não re)uer uma an lise especial do comportamento governado por regras em si. in"luenciar pro"undamente o comportamento # uma noção para a )ual eu retornarei mais tarde no cap$tulo. Tamb*m * sabido )ue as regras podem "acilmente estabelecer 2engage6 contingências sociais )ue podem. ela "ar isto bem rapidamente 2Sidman N TailbL. ensinamos a criança )ue & vai com 9.

mas. @uando um su%eito humano aprende )ue & !* o mesmo )ue 9!. 7 dados )ue sugerem isto. ou o )ue temos chamado um !)uadro relacional!. D poss$vel interpretar a e)uivalência de est$mulos como um caso especial de um "enPmeno mais geral 27aLes. =unningham. 134J6. (or e'emplo. Tais e"eitos parecem ser comuns no controle verbal. 7aLes N /elson. 134S6.ria direta com um e'emplo particular. <ouzin. -esmo em primatas não tem sido encontradas estas associaç1es não treinadas 2Sidman. sem a necessidade de uma hist. )uando uma pessoa escolhe 9 diante de &. 27aLes. opostos6. Se esta perspectiva * conveniente. se a relação * sinon$mica. deveria haver uma clara relação entre a habilidade para "alar e a habilidade para responder a est$mulos baseada em relaç1es arbitr rias. 1340K 7aLes N 9roOnstein. Tanto )uanto sabemos. Se a presente an lise tem validade. & combinação de duas estruturas sinon$micas como estas constituem o caso especial chamado !e)uivalência de est$mulos!. agora. re"orçadoras. 134S6. >azar. :oltemos 0 minha a"irmação de )ue o comportamento governado por regras envolve o controle por est$mulos )ue são e"icazes devido a sua natureza verbal. O comportamento verbal pode ser de"inido como comportamento )ue "ornece est$mulos verbais e tem sido estabelecido e mantido por)ue ele assim o "az 2it does so6.ria com uma particular relação arbitr ria entre os est$mulos.evanL. em princ$pio muitos outros tipos de relaç1es podem ser treinadas 2por e'emplo. 134H6. tamb*m dever$amos ser capazes de mostrar )ue os humanos podem responder aos est$mulos baseados na participação desses est$mulos em classes relacionais e não a partir do treino direto. de"inir um est$mulo verbal como um est$mulo )ue tem suas propriedades eliciadoras.controle de est$mulos. a estrutura implica )ue escolher & diante de 9 tamb*m ser re"orçado. estabelecedoras 2establishing6. 8ncontramos muitos e'emplos em )ue os humanos podem aprender a responder aos est$mulos com base em uma hist. tailbL N =arrigan. ou discriminativas devido a sua participação em )uadros relacionais 27aLes N broOnstein. 8m resumo. 134J6. isto sempre signi"ica )ue 9 * o mesmo )ue &. (or . os humanos são os únicos animais )ue mostram esta habilidade prontamente. (odemos. Tem sido recentemente mostrado )ue as crianças sem linguagem ou sinalização 2signing6 produtiva não "ormam classes de e)uivalência 2. 134HK 7aLes e 9roOnstein. os humanos podem aprender )ue os est$mulos arbitr rios simbolizam outros est$mulos por)ue podem responder a indicaç1es de uma relação em si.

parece bem prov vel )ue ela responder 0 !9O/! como a um re"orçador condicionado. para e"eitos re"orçadores condicionados e discriminativos 27aLes.O 8-(&<8>7&. )ue esta criança gosta de brincar com gatos e )ue se ela vê um gato. 8sta trans"erência autom tica do controle dentro de )uadros relacionais "oi demonstrada recentemente.e maneira similar. devido a sua natureza simb. @uando os est$mulos verbais são e"etivos por)ue eles especi"icam contingências.O (O< <8S(O/.ria.O 8.@A8 !9O/! T8/7& S.. 9aseado nesta an lise. (ara resumir.O <8TO<Y&-8/TO (<D:. S8. limitarei minha discussão do controle verbal ao comportamento governado por regras no restante do cap$tulo. T&-9D. a posição cognitiva . sem e'aminar ade)uadamente as contingências )ue deram lugar e mantêm essa relação. mas por causa da importFncia das regras. um gatoX!. ou )uem analisa o controle cognitivo em termos da in"luência de um comportamento sobre outro.lica. Tendo esta hist.prios V&TOS. a palavra "alada V&TO. Os est$mulos verbais são essencialmente e"etivos devido a sua relação arbitr ria com outros est$mulos # em resumo. 9roOnstein.. 134J6./A/=& T8< <8S(O/. se apro'imar dele e brincar com o animal.evane. se a criança vê algu*m olhando atr s da porta en)uanto diz? !Oh.O (<8:. considero )ue a )uestão do controle cognitivo em humanos * reduz$vel 0 seguinte )uestão? @uais são as contingências )ue poderiam produzir regras verbais e poderiam determinar a in"luência destas sobre outras "ormas de ação humanaC 8sta * uma classe de )uest1es di"erente da)uela levantada pelos behavioristas#cognitivistas )ue tratam a cognição como não sendo comportamento. Os est$mulos verbais tamb*m podem ter outros e"eitos. 8ssencialmente. ela pode ir atr s da porta S8. o controle verbal * realmente uma "orma especial de controle de est$mulo. .<8TO<YO. suponhamos )ue uma garota tem uma classe de e)uivalência estabelecida entre a palavra escrita V&TO.. e os pr. em e'perimentos. Suponhamos ainda. .&-8/T8 =O. se a palavra !9O-! * um re"orçador condicionado para a criança e agora lhe * dito )ue em 8spanhol a palavra para !9O-! * !9A8/O! e )ue em Trancês a palavra para !9A8/O! * !9O/!.O & T&> <8V<& /O (&SS&.S8.e'emplo..T8< <8=89. eles são chamados regras. Rohlenberg N ShelbL.8< & 8ST8S 8STU-A>OS. como )uando "uncionam como re"orçadores.

mas deverei discutir as regras no pr. crenças.T8< (<. aborrecido ou bravo. notemos )ue em minha an lise.&S <8V<&S.prio en"o)ue terapêutico.=& (ara centralizar melhor esta discussão.-A. 8n)uanto um leitor c*tico poderia colocar )ue a natureza especial do controle verbal ao )ual eu aponto * e'atamente o )ue os cognitivistas te. <8&>-8/T8. pode envolver a alternação da natureza. uma modi"icação do controle e'ercido por regras pode envolver a alteração das contingências envolvendo o controle verbal? S8. O obsessivo#compulsivo pode sentir )ue as obsess1es estão levando#o a rituais sem sentido ou a uma inabilidade para concentrar#se em outras coisas. lembranças.<O @A8 -A.&< &S (<Z(<.& <8V<& 8. "ica claro )ue o cliente acredita )ue seus problemas são certos comportamentos privados? pensamentos. & TO<-& . por)ue a resposta aberta * autom tica e diretamente produzida por pensamento.-8. & pessoa ansiosa pode acreditar )ue sua ansiedade est causando comportamentos de es)uiva. /ecessitarei discutir diversos outros aspectos das regras para tornar compreens$vel minha abordagem 0 terapia. acreditar )ue ele não * bom. descobrir )ue o cliente sente )ue estas coisas são m s devido a outros e"eitos )ue parece ter.ricos sustentaram o tempo todo. ele poderia dizer )ue est deprimido.&/Y& T8<&(BAT. O marido ciumento pode sentir )ue seu ciúme o est . A. D a esse en"o)ue )ue me voltarei agora. limitarei o )ue tenho a dizer ao seguinte es)uema situacional? um cliente procura a terapia )uei'ando#se de certos problemas. -8S-&. atitudes. a ocorrência desta an lise em um conte'to comportamental d lugar 0 conclus1es e t*cnicas "undamentalmente di"erentes. (or e'emplo.S. (ara dar uma sugestão acerca de onde isto nos levar . Asualmente. e a pessoa deprimida )ue a depressão est causando isolamento social ou "alta de atividade. etc. ansioso. ou não consegue con"iar nos outros. 8le tamb*m poderia dizer )ue acredita nas coisas erradas ou não consegue acreditar nas coisas certas # ele poderia. novamente S8. -as ainda.tradicional parece#se mais com uma posição est$mulo#resposta.&<. por e'emplo. se o terapeuta o testa. sentimentos. @uando os problemas são e'aminados.8/TO@A8 =O/T8[TA&> \ -A.

e outra maneira. a sua presença na terapia sugere )ue. O primeiro aspecto do silogismo * )ue TO.gicos! da comunidade s. >embremos )ue em uma perspectiva comportamental. /ão )uero dizer )ue os clientes realmente reconhecem a l. 8stas aç1es e crenças originaram#se em comunidade s. &pesar do "ato de )ue as maiorias dos clientes não são deterministas eles se posicionariam dessa maneira 2"or so theL Oould claims6. . 8les não s.O =O-(O<T&-8/TO D =&AS&.gica disto # * mais impl$cito )ue e'pl$cito # mas simplesmente )ue o silogismo e'pressa a essência da )uestão. indubitavelmente contribu$ram para )ue elas surgissem. . eles acreditam )ue seu comportamento * controlado. mas não no in$cio. eu uso este silogismo na terapia. acreditam )ue o )ue eles têm )ue "azer para resolver seus problemas * uma coisa ou outra.O. <ealmente. eles têm lutado com seus problemas. O !sistema! aponta um aspecto importante do conte'to no )ual os problemas dos clientes acontecem? os conte'tos !l. São somente clientes deste tipo )ue eu plane%o discutir neste cap$tulo. ou acreditam )ue seus problemas são insolúveis. os comportamentos devem ser analisados em conte'to. &o "alar com os clientes eu gosto de chamar este conte'to todo !o sistema no )ual seus problemas estão sendo mantidos!.cio#verbal )ue. O S.cio#verbal. têm problemas.ST8-& @uando os clientes chegam 0 terapia eles trazem um e'cesso de bagagem com eles. 8ste sistema pode muito bem ser e'presso como um silogismo l.lares a hora para tentar produzir algumas mudançasC Os behavioristas tenderão a ter pouco problema com este aspecto do sistema. por )ue eles pagariam a algu*m entre JJ e H0 d. mas isto não representa uma restrição importante por)ue )ual)uer terapeuta cl$nico ver rapidamente )ue a grande maioria dos adultos )ue são pacientes e'ternos volunt rios podem ser inclu$dos nesta de"inição. acreditam )ue seus problemas são causados por isto ou por a)uilo.gico.levando a brigar. pelo menos at* certo ponto. 8stou colocando#o no in$cio agora para estabelecer um conte'to intelectual para o cap$tulo.

(arece e'traordinariamente improv vel )ue as pessoas tenham acesso a grande parte do material necess rio para entender seu pr. 2I6 o )ue mais. entretanto.& segunda proposição neste silogismo * )ue <&W]8S S^O =&AS&S.rias e'tremamente comple'as. problemas maiores )uando consideramos raz1es como causas 2SGinner. indagam acerca das causas. uma pessoa pode perguntar para algu*m? !(or )ue você brigou com seu maridoC!. (oder$amos necessitar saber. por e'emplo. se uma pessoa diz )ue uma briga com o marido aconteceu por)ue !ele me dei'ou louca!. & id*ia de )ue o tipo de e'plicação verbal )ue damos acerca de por )ue "azemos coisas tem muito haver com por )ue realmente "azemos as coisas. de maneira )ue parece sensato considerar as respostas como tentativas de descriç1es de relaç1es causais. e 2S6 como a raiva veio a controlar a briga desta maneira.prio comportamento. ser$amos todos doutores em (sicologia. (ode ser literalmente verdade # uma reação chamada raiva pode realmente ter estado presente # mas * "uncionalmente "alsa por)ue não sabemos 216 por )ue a raiva ocorreu. )uando indagado !(or )ue você est restringindo tanto suas atividadesC!. por e'emplo. al*m da raiva. crenças.e maneira )ue. Os cientistas comportamentais têm apenas começado a entender o mais simples comportamento.ria da pessoa . contribuiu para a briga. & resposta pode ser !8le me dei'ou louca! ou !8u não tenho gostado da maneira como ele vem me tratando!. etc.bico. )uando se lhe pergunta? !(or )ue você evitou a avenidaC! poderia dizer !(or )ue estava muito ansioso!. 8'istem. as e'plicaç1es e %usti"icativas verbais )ue as pessoas dão por suas aç1es. (resumivelmente. dados da hist. do mais simples dos organismos nos mais simples dos ambientes. uma resposta compreensiva deveria analisar as contingências "ilogen*ticas e ontogen*ticas )ue deram lugar a todas essas consideraç1es. Tipicamente. Am agora". . tais como comportamento verbal. estas raz1es são dadas em resposta a )uest1es )ue. por e'emplo. poderia responder? !(or)ue não sinto vontade de "azer mais nada!.picos chaves do comportamento humano. (or raz1es entendo. sentimentais. Am depressivo. :idas acadêmicas inteiras têm sido gastas na compreensão de por)ue um platielminte vira 0 es)uerda em um labirinto em "orma de T. &ssim. Sabemos muito pouco acerca de t. se isto não "osse verdade. se tomadas literalmente. 13M56. )ue * "uncionalmente "alsa. =omo eu digo a meus clientes. * simplesmente absurda. -esmo se uma razão "or verdadeira ela * uma parte tão pe)uena do )uadro. simplesmente. Os seres humanos são organismos e'tremamente comple'os com hist.

s devemos ter uma razão para dar. &l*m do mais. etc. em resposta a um pedido de razão. mas )ue perdem contato com as normas sociais. mas isto não seria permitido a uma criança mais velha. obviamente inade)uada. (or todos estes motivos parece imposs$vel )ue as raz1es possam ter muito a ver com as causas. /ão estamos pedindo 0 criança para enga%ar#se em especulaç1es cient$"icas acerca do )ue causou o seu comportamento. um papel importante. em relação 0 estimulação sensorial provida pelo bater "ortemente os n.sto não )uer dizer )ue as raz1es não se%am um "enPmeno comportamental muito interessante por seu pr. D " cil de ver. Vastamos uma grande )uantidade de tempo ensinando crianças a darem raz1es. por e'emplo. Ama criança muito pe)uena. a maioria das pessoas di"icilmente conseguem lembrar o )ue comeram no des%e%um de ontem.prio direito. (arece prov vel )ue tal resposta # mesmo )ue possa estar mais perto de uma descrição de causalidade na situação # teria obtido menos suporte por parte da comunidade verbal do )ue a resposta anterior.OS os eventos da vida de uma pessoa. ainda não saber$amos como organiz #los em unidades "uncionais signi"icativas. em parte por)ue as raz1es são a maneira como a comunidade verbal pode determinar se uma pessoa pode ou não %usti"icar seu comportamento consistentemente e em termos de regras de conduta socialmente estabelecidas. se * perguntado a uma criança pe)uena? !(or )ue você bateu em tua irmãC! e ela responde !(or)ue ela me dei'ou louco!.n"elizmente.ria de aprendizagem em relação a uma situação determinada. & estimulação aversiva * uma operação estabelecedora 2establishing operation6 )ue leva a um estado aumentado de re"orçabilidade 2maior susceptibilidade ao re"orço6. /. )uando e'aminamos respostas )ue podem ser mais corretas cienti"icamente.s dos meus dedos contra sua cara. começam a levar suas raz1es muito 0 . por e'emplo. brigas. e muito menos )ue eventos no passado remoto pertencem 0 sua hist. &s raz1es têm. . "re)+entemente responder ? !(or)ue sim!.em relação 0 raiva. eu tenho tido uma e'tensa e'periência em relação 0s conse)+ências sociais imediatas da agressão )ue têm re"orçado o meu !bater!. -esmo se conhecêssemos TO. & di"iculdade * maior )ue o mero acesso aos eventos. . &ssim. podemos e'plicar 0 criança o )ue "azer )uando ela !"ica louca!. indubitavelmente. Suponhamos )ue esta mesma criança responda 0 mesma pergunta. Tudo isto não seria um problema tão grande não "osse o "ato de )ue as pessoas. da seguinte maneira? !(or)ue ela "az coisas )ue eu e'perimentei como aversivas!. controle social. eventualmente.

@ue evidências têm de )ue as pessoas tendem a utilizar os eventos privados para e'plicar o comportamento.s*rio e as tratam como se "ossem causas. emiti#lo. Tais pessoas podem estar isolando#se da)ueles )ue estão em volta deles. Os clientes "re)+entemente vêm 0 terapia )uei'ando#se de !ansiedade! ou !depressão!. =linicamente. 8laboramos uma s*rie de situaç1es cl$nicas comuns.e maneira t$pica. !signi"ica! )ue a vida da gente não est indo bem. sentimentos. & presença de ansiedade. (ara encurtar a lista. & e'periência cl$nica sugere a ubi)+idade 2onipresença6 desta parte do sistema. * o pr. e )ue estas e'plicaç1es são vistas como !boas! raz1esC Ans poucos anos atr s. eles avaliam sua vida em termos desta mesma coisa. lembranças. Suzanne 9rannon e eu coletamos dados acerca desta )uestão. evitando certas situaç1es necess rias. & terceira proposição do silogismo * )ue (8/S&-8/TOS e S8/T. atitudes. Se "or dito )ue algu*m tem uma !desordem de ansiedade! estamos obviamente implicando )ue a pr.-8/TOS valham 2stand "or all6 para todos os comportamentos privados )ue são comumente apontados como as raz1es para as aç1es humanas ou como a base para a avaliação do sucesso ou "racasso humanos. (or e'emplo. mas a seu signi"icado. etc. sensaç1es corporais. /ossa rea tem aceitado de tal maneira estes conte'tos gerais. -esmo )uando os clientes não parecem estar tentando e'plicar o comportamento por si.pria ansiedade * o problema. por*m. Segundo meu ponto de vista. .s rotulamos as desordens e os tratamentos nesses termos.prio sistema )ue "az parecer sensato )ue a ansiedade se%a o problema. /o caso mais raro )uando uma pessoa est se comportando de maneira muito e"icaz a um n$vel aberto e est )uei'ando#se de depressão ou ansiedade. parece como se a maioria dos clientes e'plicasse seu comportamento parte com base em pensamentos. etc. essa pessoa usualmente não est respondendo somente ao pensamento ou ao sentimento. (ara a comunidade verbal isto * dese% vel por)ue signi"ica )ue o comportamento )ue não pode ser %usti"icado em termos de normas sociais * menos prov vel )ue se%a emitido # não * !razo vel!. 8ste * um tipo de razão dada em um n$vel mais elevado. por e'emplo. h muitos problemas da vida real )ue são e'plicados atrav*s destes comportamentos privados. de acordo com a comunidade verbal.-8/TOS S^O 9O&S <&W]8S. permitimos )ue as palavras (8/S&-8/TOS e S8/T. "racassando em seus relacionamentos. se diz )ue a vida da pessoa não vai bem se ela ou ele est !deprimida! ou !ansiosa!. nas )uais . )ue n. crenças. 8lga Eul"ert.

& )uarta proposição no silogismo "lui muito naturalmente das três primeiras? OS (8/S&-8/TOS 8 OS S8/T. !8le me dei'ou louco )uando "ez [!6.um cliente enga%ava#se em comportamento clinicamente indese% vel. .sito da an lise de contingências * permitirmos a predição. @uando ped$amos 0s pessoas )ue escrevessem as raz1es )ue eles pr. por e'emplo. se um cliente alco. tipicamente. e não a eventos e'ternos nos )uais o comportamento poderia ser uma "unção. de "ato. . h uma boa razão para levar a se)+ência de volta ao n$vel ambiental antes de chamar um evento de causa. . as pessoas nos disseram )ue os pensamentos e os sentimentos são as raz1es mais comuns dadas por elas mesmas ou por outras em relação a comportamento clinicamente indese% vel e )ue estas raz1es eram completamente v lidas. /o caso das relaç1es comportamento#comportamento. Obviamente o comportamento in"luencia o ambiente o )ual.46 e não di"eriam entre as raz1es )ue envolviam puramente comportamentos privados e a)uelas )ue envolviam o ambiente e'terno.latra "icasse bêbado. 8m resumo. (edimos. )ue razão ele poderia dar por este comportamentoC =erca de 40_ das raz1es )ue as pessoas listavam para uma ampla variedade de situaç1es re"eriam#se somente a eventos privados. 2bai'a validade6 a M 2alta validade6.prios pensamentos. . por sua vez. note )ue. para avaliarem a validade de cada razão em uma escala de 1. a estes mesmos su%eitos. obviamente o primeiro comportamento tem propriedades de est$mulo )ue podem contribuir para o controle do segundo.prios dariam se eles estivessem em tal situação.o ponto de vista pragm tico da ciência adotada pelo behaviorismo radical. 8m tal perspectiva. (or*m. (or e'emplo.-8/TOS S^O =&AS&S? ` tenho discutido de )ue maneira isto não * uma perspectiva behaviorista radical. eventos privados 2por e'emplo. (odemos notar nossos pr. as respostas eram similares. o comportamento de interesse. s. os auto#relatos nesta situação são.sto não * tão arbitr rio como poderia parecer.sto mostra )ue a comunidade social verbal 2)ue estabelece o sistema )ue estou discutindo6 sustentar raz1es deste tipo.epois. %ustamente como poder$amos ouvir instruç1es dadas por outros. &s avaliaç1es m*dias eram muito altas 2cerca de J. Se . -esmo as poucas raz1es )ue apontavam a eventos e'ternos tamb*m inclu$am. o prop. depois. o controle e a compreensão dos "enPmenos. ped$amos a um número de estudantes da graduação )ue lessem a descrição e escrevessem diversas raz1es )ue o cliente provavelmente lhe daria se lhe perguntassem por)ue o comportamento tinha acontecido. contingências são causas. (or "avor. in"luencia o comportamento "uturo.

<ealmente. mas não ao controle. mas não de uma perspectiva cognitivista#comportamental.8:8-OS =O/T<O>&< OS (8/S&-8/TOS 8 S8/T. etc. "azer somente uma de"esa parcial desta colocação.8:8-OS =O/T<O>&< SA&S =&AS&S? (ara )ue a palavra =&AS& signi"i)ue o diz. intencional!. & (sicologia tem sido )uase completamente inserida dentro da corrente cultural predominante )ue dita a necessidade de controlar os eventos privados para viver uma vida bem#sucedida.gico? (&<& =O/T<O>&< O <8SA>T&.-8/TOS. tais como. pode não ser evidente por )ue isto * uma armadilha. /ão podemos manipular o comportamento diretamente # somente podemos manipular os eventos ambientais 2ver 7aLes e 9roOnstein. "azemos assim por)ue reconhecemos )ue o .O .permitirmos )ue o comportamento se%a considerado a causa do comportamento. por)ue deve seguir#se logicamente )ue (&<& =O/T<O>&< O <8SA>T&. por*m. de "ato. "alamos "acilmente de !procedimentos de mane%o 2management6 da ansiedade!. isto pode levar diretamente 0 predição. )ue a intenção de controlar os pensamentos e sentimentos * "re)+entemente contra#produzente 2counterproductive6 particularmente com pessoas )ue apresentam desordens cl$nicas. &t* certo ponto. /o in$cio. a última a"irmação * o tema central de todo cap$tuloK eu posso. consciente. @uando acrescentamos )uali"icadores 0 ação humana. !deliberada. mas não deveriam ser vistos em si pr. ou de !re#estruturação cognitiva!. proposital. &ssim. os comportamentos # e seus produtos. )uero notar a)ui )ue a perspectiva )ue estamos analisando di"ere dramaticamente de uma perspectiva behaviorista radical. no presente. assim. 7 boas raz1es para acreditar.prios como causas de outros comportamentos do mesmo indiv$duo. este * um tru$smo. os est$mulos privados # podem participar completamente nas relaç1es causais. o campo da psicoterapia 2especialmente a terapia comportamental6 tem de"inido "re)+entemente seus procedimentos em termos de controlar os pensamentos e sentimentos. 8m )ual)uer caso.. 134Ha. &ssim. O "ato de )ue tentativas deliberadas de "azer alguma coisa são. instFncias de comportamento governado por regras. & )uinta proposição * um re)uisito l. por e'emplo. =om estas cinco proposiç1es a armadilha est acionada. eu s. 134Hb6 para discuss1es mais detalhadas destas )uest1es.O .

iscutirei este conceito e a base te.ria pr*via. . a meta de um cliente provavelmente se%a eliminar pensamentos e sentimentos atrav*s do seguimento de uma regra. &ssim. &ssim. por e'emplo.prio pensamento. as palavras contidas na regra devem. (or en)uanto s. o sistema s. ine"icaz. Os obsessivo#compulsivos tentam. deve estar em uma classe relacional com a regra.sto *. a meta são livrar#se deles ou. não necessitamos mudar os pensamentos e sentimentos para mudar outros comportamentos ou levar uma vida bem sucedidaK assim. de alguma maneira diminu$#los. devemos especi"icar o pensamento a ser eliminado.prio evento privado )ue a pessoa est tentando evitar. assim. )uanto mais tentamos segu$#la "ica pior. Se isto * assim. (ara conseguir isso. at* certo ponto. !/ão sinta [!6. por*m. tentar eliminar os pensamentos e sentimentos deliberadamente *. Ama regra desta classe provavelmente criar pensamentos acerca de "erir outras pessoas por)ue contêm eventos )ue estão em uma classe de e)uivalência com o pensamento. apesar das aparências em contr rio.rica do mesmo com maior pro"undidade )uando eu descrever minha apro'imação 0 terapia. O pensamento. por*m. serem e)uivalentes 0 "orma do pr. com "re)+ência. tentativas deliberadas para controlar os sentimentos e os pensamentos resumem#se em tentativas de controlar os pensamentos e os sentimentos seguindo uma regra 2por e'emplo. os pensamentos e sentimentos não são o problema. . livrarmos de um pensamento. de )ual)uer maneira. a regra em si mesma realmente a%udar a criar o pr. por e'emplo )ue os in"ra#humanos "azem alguma coisa !deliberadamente! # eles o "azem ou não o "azem baseados na situação atual e na sua hist.comportamento não * somente modelado pelas contingências. seguir regras tais como? !:ocê não deve pensar acerca de "erir outras pessoas!. se usamos uma regra para. /ão se diz. =onsideremos o )ue * prov vel )ue aconteça. &l*m do mais. /a maioria das situaç1es cl$nicas o sentimento ou o pensamento )ue estamos tentando controlar * visto como problem tico e.sto pode ser "undamentalmente "alho por )ue. Sob estas condiç1es. * necess rio reconhecer )ue estou levantando a )uestão de )ue h um problema? de acordo com o sistema em )ue estamos inseridos em virtude da nossa participação nesta comunidade verbal. para ser especi"icado. "re)+entemente. .cio#verbal )ue temos estado descrevendo cria uma armadilha )ue pode "rustrar as tentativas de mudar a situação de vida .

=ada cliente )ue chega e )ue se encai'a na descrição )ue dei no in$cio desta seção * provavelmente tratado dentro deste conte'to. . -8T& 1? 8ST&98>8=8< A. 8ste * o !conte'to s.ria com uma comunidade verbal )ue nos ensina a avaliar nossa vida e a modi"icar eventos de acordo com isto. mas deste conte'to. as soluç1es geralmente propostas para este !problema! tamb*m são parte do problema.ST&/=. 8le não * tanto um con%unto de t*cnicas como um conte'to no )ual diversas t*cnicas podem ser inclu$das.epois disso.8 . 8u acredito )ue este en"o)ue transcende a distinção entre terapia cognitiva e terapia comportamental na medida em )ue * um en"o)ue organizado em bases comportamentais )ue pode incorporar os con%untos de t*cnicas dos dois tipos de terapia.e maneira t$pica.8S8S(8<&/Y& =<. O en"o)ue * chamado distanciamento compreensivo. 8m um en"o)ue conte'tual 0 .istancing6 .atual de uma pessoa. Os problemas são identi"icados e são propostas soluç1es com base em nossa hist.:O @uando as pessoas vêm 0 terapia elas prontamente descreverão aspectos de sua vida )ue elas sentem )ue devem ser mudados.:O 2=omprehensive . &l*m disso. "aço muitas das coisas )ue outros terapeutas "azem.cio#verbal no sentido de )ue elas são estabelecidas e mantidas por uma comunidade de organismos verbais.&-8/TO =O-(<88/S. . em si mesmo.8ST&. :er os pensamentos e os sentimentos como o !problema! *.&T.urante os últimos sete anos tenho desenvolvido um en"o)ue particular 0 terapia baseado na intenção de en"ra)uecer o sistema )ue tenho descrito.O . parte do problema. .. as primeiras sess1es depois da avaliação inicial serão utilizadas para o estabelecimento deste conte'to de trabalho.cio#verbal! de nossos problemas. (or !conte'to! eu considero simplesmente as contingências e con%untos de contingênciasK as contingências são s. O distanciamento compreensivo tem diversas metas )ue podem ser arran%adas mais ou menos de acordo com a sua se)+ência normal em terapia.

etc. e. não são necessariamente os !problemas! )ue são problem ticos. ele imediatamente !signi"ica alguma coisa! )uer este signi"icado contribua ou não para a vida bem sucedida. mas o conte'to s.prio mar )ue estou apontando. uma pessoa deprimida pode e'plicar com toda sinceridade )ue * imposs$vel desempenhar alguma ação devido a uma "alta de energia. mais "re)+entemente.O 8ST8 =O/T8[TO.. O conte'to de dar raz1es * tão poderoso e permeia tudo.&. con%unto de contingências6 )ue são estabelecidos pela comunidade s. um sentimento chamado !"alta de energia! pode realmente vir a controlar o comportamento .prias palavras!. a palavra &/S. Segundo h o conte'to de dar raz1es. 8u % e'pli)uei este conte'to com algum detalhe. 7 três conte'tos maiores e relacionados 2i.&. a pessoa receber algum grau de sustentação em relação ao sentido da e'plicação. (rimeiro h o conte'to de literalidade. a ansiedade * ruim. :ocê não vê estas palavras como rabiscos em um papelK você vê 2ou.e "ato.&. contribuir para o controle pela presença ou ausência destes mesmos eventos. &ssim.O 8ST8 =O/T8[TO.mudança terapêutica. . & pessoa pode aparentemente ter )ue responder ao signi"icado do pensamento . <ealmente. )uando uma pessoa tem um pensamento. D tão onipresente )ue * di"$cil vê#lo como um conte'to # * como um pei'e tentando ver gua como gua.cio#verbal em )ue ocorrem. D como no e'emplo anterior de escolha de acordo com o modelo. Ama determinada relação comportamento#comportamento * estabelecida. 8'atamente da mesma maneira.8. 0 medida )ue você lê este cap$tulo você est nadando no pr. .e acordo com a comunidade s. & ansiedade signi"ica )ue. com a di"erença de )ue as tentativas nunca terminam. Ama determinada relação comportamento# comportamento * estabelecida.sto * o )ue )uero dizer com !conte'to de literalidade!. isto * chamado ansiedade. tanto )ue o leitor pode pensar )ue * estranho colocar )ue uma pessoa poderia realizar uma ação sem alguma . . certos eventos e'plicam outros eventos. 8ste conte'to pode. envolvendo uma criança e o Oheezu.8 * usada mais e mais vezes na conversação do dia#a#dia e cada vez )ue * usada uma outra unidade 2bit6 de aprendizagem ocorre. (or e'emplo. então. &s palavras têm signi"icados e os eventos são categorizados do ponto de vista conceitual com base na maneira como a comunidade verbal re"resca constantemente as relaç1es entre v rios est$mulos. )uase !escuta!6 as !pr.cio#verbal.cio#verbal. (or e'emplo.

Os conte'tos de literalidade. por e'emplo. por)ue dei'a tais conte'tos ignorados. 8stou sugerindo )ue.< )ue elas não têm )ual)uer energia. as podem de "ato comportar#se energicamente 8 S8/T. &ssim. Se isto parece improv vel temos a$ a evidência de um conte'to de dar raz1es na comunidade s. & única maneira de alter #los * "azer coisas )ue não se encai'am neles. & única maneira )ue eu conheço de "azer isso * comportar#se de maneira )ue não se encai'e nestes conte'tos.O 8ST8 =O/T8[TO. Ama pessoa deve se livrar da ansiedade para poder realizar coisas assustadoras. a primeira meta da terapia deve ser criar uma nova comunidade verbal. e de controle são tão "undamentais )ue * imposs$vel alter #los comportando#se !razoavelmente!. . esta estrat*gia parece "adada a "racassar se os pr. .sto * muito di"$cil por)ue o cliente traz uma hist. . Outro tipo de relação comportamento#comportamento * estabelecido.gicos em determinados momentos.gica na literalidade e em dar raz1es.esde )ue cada um deles * um con%unto de contingências estabelecidas e mantidas pela comunidade verbal dominante. pareceria !razo vel! re"rearmo#nos de "azer )ual)uer coisa )ue demandasse energia.s sent$ssemos )ue não t$nhamos nenhuma energia. mas intactos. dentro de um con%unto di"erente de contingências.&.sto *. 8m longo prazo. conte'to. tentam ignorar estes conte'tos sem desa"i #los diretamente. chegamos a acreditar )ue certas coisas devem mudar antes )ue outras possam "azê#lo. & seção seguinte * uma apro'imação grosseira do )ue deveria ser dito na primeira sessão terapêutica depois da "ase de avaliação inicial. 9aseando nossa l. dados outros conte'tos. 8u acredito )ue cada um destes conte'tos pode produzir resultados patol. -uitas das intervenç1es comportamentais !hard#nosed! tradicionais. se n. de dar raz1es.energia. &o longo de grande parte do restante do . a presença de & deve aparentemente levar a es"orços para livrar#se de &.prios conte'tos são parte do problema.ria comportamental consigo. Ama pessoa deve livrar#se da depressão para ser "eliz. &ssim.cio#verbal )ue nos in"luencia a todos. . )ue opera dentro de um conte'to di"erente #isto *.ado tal. minha primeira meta na terapia * desa"iar estes conte'tos. )uando um terapeuta diz alguma coisa para um cliente isso * ouvido nos conte'tos )ue necessitam ser mudados. (or estas raz1es. devemos controlar & para )ue aconteça 9. . O conte'to "inal * o do controle.

'imas sess1es )ue eu estou somente te con"undindo ou )ue não estou mesmo te ouvindo. D como se uma pessoa )ue veio ao m*dico com dor de cabeça tenha estado tentando curar essa dor batendo#se na cabeça. tal como agora"obia. por*m. com te'tos 0 parte para o leitor. tem a ver com duas coisas? colocar sobre a mesa )ue eu não "arei o )ue o cliente espera )ue eu "aça e )ue eu )uero a permissão do cliente para assumir temporariamente o controle )ue necessito para conseguir )ue um bom trabalho se%a realizado. .cap$tulo. irei alternando as descriç1es de sess1es. . :ocê vê. 9em. (ara conseguir isso você ter )ue permitir )ue eu assuma consider vel controle sobre as pr. algumas vezes parecem "uncionar. O primeiro trabalho )ue o m*dico teria. ou um cliente tem realmente dito. mas eu me preocupo 2Oorried lest6 )ue acabemos "azendo primeiro. você não estaria a)ui. T8<&(8AT&? @uero começar a estabelecer algum trabalho de base em relação a seus problemas. 8las não são meramente !inventadas!.s estamos numa situação e'atamente como essa. (ressuporei )ue o cliente tem uma !desordem de ansiedade!. 9em. :ocê não se pergunta algumas vezes por )ue estas coisas não "uncionamC D claro. 8u )uero )ue você saiba. . virtualmente toda sentença dentro destas descriç1es são a"irmaç1es )ue eu tenho realmente dito. mas você teve estas id*ias antes de vir a)ui. uma vez )ue esta desordem representa muito bem algumas das principais dinFmicas do sistema no )ual os clientes "uncionam. (rimeiro tenho )ue parar com o )ue tem estado "azendo com )ue as coisas paralisassem. :ocê tem uma id*ia do )ue você necessita para ser capaz de lidar com estes problemas. mas ultimamente não # de outra maneira. seria parar com os golpes. :ocê tem tentado isto e a)uilo.'imas sess1es.sito. -eu prop.e maneira )ue eu não posso simplesmente correr e tentar a%udar. coisas )ue te a"undarão mais ainda nesses problemas. o )ue aconteceria se o problema "ossem as pr. @uero )ue o cliente entre para a terapia com advertências %ustas. nestas a"irmaç1es de abertura.prias soluç1es )ue você tem tentado. :ocê pode pensar. )ue isto não * maneira como a terapia ser permanentemente. &pesar de )ue a maioria das descriç1es de casos ser hipot*tica 2no interesse da e"iciência e clareza6. em relação 0s pr. por momentos. você veio a)ui procurando uma solução para estes problemas.sto * parte do )ue precisa acontecer para )uebrar o sistema )ue tem te mantido paralisado. (ode ser di"$cil visualizar )ue parte do problema * o )ue você tem estado chamando !a solução!. n.

8/T8? Sim. mas nada tem realmente "uncionado. .8/T8? 9em. reduzir. =>. a colocar todos os seus pensamentos en"ileirados.8/T8? :ocê )uer dizer )ue estou sem esperanças. mas seus temores são ade)uados. :ocê "ez tudo o )ue você sabe a respeito. :ocê tem realmente se es"orçado para atingir esta meta. =>. &lgumas coisas "uncionam um pouco # não sei o )ue "aria sem tran)+ilizantes. =>. pelo menos en)uanto ela * tão intensa.T8<&(8AT&? Se dei'armos de lado todos os detalhes. sinto muito por ser eu a)uele )ue lhe diga isso. você não tem o sentimento de )ue você não tem esperançasC :ocê não tem pensado nissoC 8 isso assustou você. então por )ue estou vindo ver vocêC (or )ue pago a você para )ue me a%udeC O )ue você pode "azer por mimC T8<&(8AT&? /ão sei. . Se você pode eliminar.R. /ão h sa$da. .entro do sistema em )ue você est "uncionando você est preso. =>. não *C 9em. T8<&(8AT&? O.e maneira )ue eu suponha )ue você )uer )ue te "orneça a t*cnica certa. Sem brincadeira. /^O T8/7O 8SS& TD=/. :ocê sabe disso. não tenho "eito a lista ainda.O. Olha. :ocê tem %ogado esse %ogo durante anos e /^O T8. 8m outras palavras. eu estou a)ui para te dizer )ue nunca "uncionar . /ingu*m pode viver com a ansiedade )ue eu sinto.O/&. :ocê pensa )ue h uma sa$daK )ue você s. por e'emplo. Sei o )ue estou "alando. a ansiedade * o problema? en)uanto est a)ui. sua vida nunca "uncionar . mane%ar ou de alguma outra "orma controlar sua ansiedade. T8<&(8AT&? 8 você est a)ui para )ue eu te a%ude a "azer isso. mas o )ue eu )uero )ue você saiba desde o começo * )ue eu não posso e não o "arei.TA/=.8/T8? D isso mesmo. 8/T^O você poder avançar.&<. a situação não tem esperanças. 9em. .everia desistir. você est dizendo )ue o )ue você necessita para ser capaz de avançar em sua vida * livrar#se de uma emoção indese% vel? a ansiedade. 8 o )ue você )uer perceber * )ue uma grande )uantidade de comportamento tem emergido desde esta perspectiva. (or*m. 8u certamente não vou te a%udar a se livrar da sua ansiedade. -antida a situação da maneira como você o "az. 8la não e'iste. a se livrar de seus temores. /ão h sa$da.=& (&<& . não tem a t*cnica certa.

posso dizer em completa con"iança )ue o )ue você pensa )ue estou tentando dizer não * o )ue estou dizendo em absoluto.e "ato. 8st neste )uarto e'atamente agora. =oloca os clientes em uma posição insustent vel? se eles o entendem. )uero )ue você saiba )ue o )ue você pensa )ue estou "alando não * o )ue estou dizendo.n"elizmente. . -as o sistema dentro do )ual você "unciona não tem esperança de "uncionamento. 8sse sistema est em todo lugar. eles não o entendem.sto permite ao terapeuta dizer coisas aos clientes )ue não teriam um impacto se a a"irmação tivesse primeiro )ue ser entendida para ser útil. & situação em )ue você est * algo semelhante a isto.8/T8? 8ntão. sim. -as cavando. <ealmente.magine um grande campo. com uma ação )ue "az buracos e não com uma ação )ue vai a%ud #lo a sair.e certa maneira. 8 você cava e cava. lhes são dadas algumas "erramentas. primeiro. . T8<&(8AT&? (ermita#me lhe dar uma met "ora )ue poderia a%udar você a ver o )ue estou dizendo. . :ocê est com os olhos vendados. )ual * o outro sistemaC :ocê parece implicar )ue h outro caminhoC T8<&(8AT&? 9em. ou pode haver toda uma classe de passagens )ue você . :ocê não sabe e'atamente o )ue "azer. 8le nunca "ar você "uncionar. mas neste momento não posso lhe dizer )ual *. por)ue você não me ouviria. a "erramenta )ue lhe deram * uma p . mas você acaba caindo dentro de um deles e tenta sair. 7 uma maneira pela )ual sua vida dei'e de estar paralisada.T8<&(8AT&? . se "eito com moderação. e lhe * dito para correr pelo campo. =>. :ocê não sabe. Se você pensa )ue você me entende neste momento. & medida )ue os clientes percebem suas opini1es acerca do )ue o terapeuta est dizendo. O uso de !parado'os! desta maneira. mas h buracos no campo eles estão bem espaçados. não h outra maneira de conseguir realizar o )ue você )uer. :ocê pode tornar o buraco mais pro"undo ou mais largo. :O=B não est sem esperanças. * uma das maneiras mais r pidas de a"rou'ar o sistema verbal com o )ual o cliente chaga 0 terapia. 8ste * um ata)ue direto ao conte'to da literalidade. :ocê ouviria as palavras e em primeiro lugar as colocaria rapidamente dentro do mesmo velho sistema em )ue est o problema real. de maneira )ue você pega a "erramenta )ue parece mais útil e você tenta sair. eles tamb*m não podem tom #las literalmente por)ue o )ue )uer )ue eles pensem lhes * dito )ue não * assim. .

. não "uncionar . 8ntão você tenta outras coisas.e maneira )ue não vamos perder tempo demais tentando descobrir os detalhes de seu passado # muitos destes surgirão por outros motivos e lidaremos com eles.pode construir. * claro. Tudo )uanto os clientes e'pressam durante esta parte do tratamento # "rustração. =olocar mais re"orço nisso. :ocê tenta calcular como "oi )ue caiu no buraco. eu "aço notar o )ue o cliente est . Outra coisa )ue você pode "azer )uando você est dentro do buraco * tentar encontrar uma p realmente grande. o comportamento )ue não "uncionou no passado. /este momento. (ara sair de um buraco você precisa de uma escada e não de uma p .8/T8? 8ntão. )ual seria a escadaC =omo "aço para sairC T8<&(8AT&? :e%a. a razão pela )ual eu não posso responder a isso agora * )ue não lhe "aria nenhum bem a menos )ue você dei'e de lado sua determinação de cavar para sair do buraco. =>. o problema. Atilizo diversos outros tipos de met "oras para )ue o ponto se%a entendido. determinação.e maneira )ue me dei'e voltar a isso e dizer )ue não podemos começar a progredir at* )ue você realmente comece a encarar o "ato de )ue não h sa$da. =avar mais depressa não "uncionar . 8. Tenta pensar? !se eu não tivesse virado 0 es)uerda na)uela elevação. não teria ca$do no buraco!. -esmo se você soubesse cada passo )ue você tomou. Asualmente eu paro neste t. mas não de maneira )ue você saia do buraco em )ue você est . por de"inição. e mesmo se o "izesse eu não "aria nenhum bem por)ue as p s não a%udam as pessoas a sa$rem de buracos. cooperação irre"letida # nada mais * )ue outros comportamentos )ue estão "ortalecidos e o único comportamento )ue est realmente "ortalecido são. -as eu não o "arei. você não sairia do buraco. :ocê pensa )ue talvez esse se%a o problema? você necessita de uma p a vapor "olheada a ouro. /ão importa como você o "aça. 8 não h espaço para "azer o )ue "uncionaria a menos )ue você dei'e de lado a p . devido 0 "orma como você est agindo. assim. você não pode cavar para sair do buraco. mas provavelmente "icar preso dentro do buraco.prio conte'to )ue cria. &s met "oras são e'celentes meios de "alar com os clientes por)ue permitem )ue o terapeuta utilize a linguagem sem ter )ue us #la literalmente e. isso * estritamente verdade. . mas não "az nenhuma di"erença.pico durante algumas sess1es. &ssim. se lhe "osse dada uma escada tentaria cavar com ela. sem "ortalecer o pr. em primeiro lugar.

& )uestão )ue deve estar presente na sessão. Am breve piscar de olhos a%uda a tornar isto claro. em parte.sto *. como uma regra )ue trabalha. .prios como pessoas..sto permite )ue o cliente comece a enga%ar#se em alguns novos comportamentos )ue e'istem somente "ora destes conte'tos e )ue poderiam realmente "uncionar.B/=. (oderia de "ato sê#lo se os clientes sentissem )ue o terapeuta estivesse criticando#os ou )ue o terapeuta estivesse dizendo )ue eles mesmos não tinham esperanças. & meta * estabelecer um estado de desesperança criativo. mudando o valor re"orçador de certas conse)+ências 2Wettle N 7aLes. entretanto. & maneira como o en"o)ue realmente "unciona em terapia pode ser vista a partir do seguinte di logo )ue consta na transcrição de um !OorGshop! )ue dei para terapeutas cl$nicos e ao )ual estava presente um de meus clientes agora".O< 2&AV-8/T&>6 isto *.ndubitavelmente. alguns leitores vêem este en"o)ue como severo ou mesmo perigoso. serve como um &A-8/T&. )uero todas as vias de "uga cortadas para )ue o comportamento controlado pelos conte'tos de literalidade.&? 8stou surpreso )ue eles tenham voltado para uma segunda sessão.O .bicos? =O-8/TQ<.&? 8u detestaria )ue um cliente sa$sse e cometesse suic$dio )uando você diz )ue não h sa$da. D então )ue os clientes realmente começam a procurar seus pressupostos de uma maneira como nunca o "izeram antes.. . &A. /a linguagem do comportamento governado por regras. * a de )ue. . Asualmente eles estão bem interessados # nunca algu*m "alou com eles desta maneira.B/=. S=7? /unca aconteceu )ue um cliente desistisse neste ponto. encontrar uma nova maneira de abordar esta situação * de importFncia primordial. 134I6. 8u não os estou atacando # estou atacando o sistema. de dar raz1es e de controle possam ser parcialmente en"ra)uecidos. mas de abordagem con"usa."azendo e aponto )ue esse comportamento tamb*m * um recurso velho e )ue não "uncionar .& &A. Tamb*m tende a aumentar grandemente a motivação do cliente para a mudança. trata#se de um desa"io ao sistema )ue os paralisa e não um desa"io a eles pr. con"rontacional. /este caso. 8u conduzo isto de uma "orma "irme. .

Tre)+entemente. :ocê não tinha )ue cavar anos "uriosamente. não * culpa sua. /.=>. 8ntão. @uero )ue saiba )ue est muito claro para mim )ue você gostaria )ue sua vida "uncionasse.e maneira )ue não se criam sentimentos suicidas. :ocê se sente aliviado de ouvir )ue você % tentou tudo. & met "ora do homem#no#buraco pode a%udar a entender este ponto. o prop. :ocê não necessita isso. de dar raz1es. mas no "undo sabe isso não * poss$vel. você % o teria "eito. o "az pensando )ue "ez tudo )ue podia.prias conse)+ências são su"icientemente aversivas sem ter )ue colocar a condenação social no topo disso. .O#S8? `unto com essa pancada vem tamb*m um sentimento de esperança. T8<&(8AT&? 7 algo )ue )uero )ue você note em relação a isto. @uer )ue o terapeuta "aça uma m gica. :ocê *. o )ue a%uda a aliviar a possibilidade de uma reação improdutiva a uma con"rontação do sistema do cliente. :ocê tinha uma habilidade para responder de maneira di"erente na situação do )ue você o "ez. Se não tivesse sido este buraco poderia ter sido outro. respons vel no sentido de responder habilidosamente. :ocê não consegue esperar para descobrir aonde ele )uer chegar com tudo isso. no começo da terapia tento distinguir culpa de responsabilidade. então não tente evitar a responsabilidade # somente saiba )ue a habilidade para responder não * o mesmo )ue culpa. Se isso não * verdade. Se você soubesse o )ue "azer você o teria "eito. Se "osse. 8 com isto você sente esperança por)ue calcula )ue ele deve saber alguma coisa )ue você não sabe. então nada pode ser "eito agora. eu ataco a literalidade e o dar raz1es. Teoricamente.s não necessitamos de culpa por a)ui.8/T8 S8/T&/. Talha e culpas são estabelecidos )uando acrescentamos condenação social para tentar motivar algu*m a mudar. por*m. e de controle. Asando a"irmaç1es tais como? !O )ue você )uer )ue eu "aça não posso "azer! ou !O )ue você me escuta dizer não * o )ue estou dizendo!. como "oi descrito antes. como você o "ez. /a met "ora não * culpa da pessoa o "ato de ter ca$do no buraco e tamb*m não * sua culpa )ue não pudesse sair.sito de tudo isto * começar a estabelecer um con%unto di"erente de contingências )ue os conte'tos de literalidade. :ocê % est motivado para mudar. :ocê somente não sabia o )ue "ez. @uando algu*m vai 0 terapia. >evantar a . &s pr. :ocê não deve ser culpado.

irei diretamente a uma descrição do en"o)ue assumido com os clientes. ampli"icado.prio som * o problema. o som ser ampli"icado. 9em. /ão )uero a%udar a viver sua vida muito )uietamente. ampli"icado. etc. semelhante a de uma pessoa )ue tenta lidar com um sistema de endereços públicos inapropriadamente laborado 2placed6.)uestão da responsabilidade * "eito para dizer 0 pessoa )ue estamos realmente "alando de comportamento? h coisas a serem "eitas. =omo * aparente a partir da última seção. captado. . 8m vez de estender#me em minhas an lises racionais te. 8ste es"orço * baseado no ponto de vista de )ue estes comportamentos são. -as note )ue poder$amos "acilmente sentir.'ima )uestão )ue * tipicamente encoberta * a natureza do sistema )ue criou a armadilha. &ssim poder$amos viver nossas vidas ansiosos. 8u )uero a%ud #lo a encontrar o ampli"icador e deslig #lo. & met "ora de cavar * utilizada para começar a atacar o conte'to de controle.. T8<&(8AT&? & situação em )ue você est *. -as o ru$do não * o problema. -8T& I? O problema * o controle & pr. comparando 0 primeira. de repente um guinchoC. @uando você "izer isso. tão rapidamente )uanto a velocidade do som e da eletricidade. em tal situação. Se o som * captado novamente pelo micro"one e est somente um pouco mais alto desta vez.e )ual)uer maneira não ser dominador. O guincho de "eedbacG 2TeedbacG screech6 est sendo dominado ou controlado por sua emoção. )ue o pr.ricas 2theoretical rationale6 para "undamentar este ponto. em parte. e talvez ele se%a "re)+ente e alto e talvez não. ansiedade6. em si mesmos. . o )ual abordarei agora. :ocê % esteve em palestra e ouviu. O problema * o ampli"icador. o som * aumentado pelo ampli"icador e * enviado para "ora dos auto"alantes. O som * emoção. tentando não "azer ru$dos. captado. O resultado * um guincho de "eedbacG. o )ue acontece * )ue o palestrante est muito perto do micro"one dada a instalação dos ampli"icadores. acredito )ue a natureza disto * a tentativa inapropriada de controlar comportamentos privados. ainda haver ru$dos 2i e. então. :ocê est em um tipo de situação semelhante. causas das principais di"iculdades da vida. @uando o palestrante "ala no micro"one.

D um problema. /este dom$nio a regra *? !Se você não )uer tê#lo.lver contra sua cabeça. Se você não gosta da pobreza.8/T8? 8ntão. 8n)uanto você não "icar ansioso não atirarei em você. . e livre#se!. mas se você "icar. tentando "azê#lo. 8stamos )uentes e secos devido a nossa habilidade para pensar coisas e seguir tais regrasK isto *. como esp*cie. representa um grande avanço. devido ao controle consciente. 8ssa regra "unciona maravilhosamente bem no dom$nio das coisas "$sicas em nossa vida. eu atirarei. calcule como livrar#se dela. pelo menos.magine isto. tal como ela * ho%e. possa ser um desastre para n. tentativas de controlar seus pensamentos e sentimentos como para livrar#se dos )ue são !maus! levar você a estar paralisado e controlado por estes mesmos pensamentos e sentimentos. @uando você aplica o sistema do controle consciente ao mundo de nossa e'periência privada. D uma m )uina tão re"inada )ue simplesmente não h maneira de você "icar ansioso sem )ue eu saiba. Suponha )ue tivesse amarrado você a um pol$gra"o muito sens$vel. 8u lhe digo )ue para a%ud #lo nesta tare"a segurarei o rev.sto não * para ser ridicularizado ou minimizado. Seu ampli"icador * 0 parte de você )ue est perdendo seu tempo regulando e modulando suas emoç1es # ou. 8m outras palavras.s nas reas )ue determinam o grau em )ue estamos satis"eitos com nossas vidas. a regra muda de maneira "undamental. & regra *? !Se você não )uer alguma coisa. controle proposital "uncionam muito bem.s. . você o tem!. )ue o mesmo sistema )ue "unciona tão bem para n. limpe#o. &gora imagine )ue eu lhe tenha dado uma tare"a muito simples? não sentir#se ansioso. /a maior proporção da e'istência humana. D a mesma coisa a)ui. D o )ue tem "eito a humanidade. o )ue * o ampli"icadorC =omo posso deslig #loC T8<&(8AT&? /o mundo real. Se você não gosta de su%eira no chão.sto * o )ue eu )uis dizer com a pessoa com a p ? cavar * simplesmente a tentativa de controlar o )ue você pensa e sente. Se você e'amina o )ue o resto dos seres vivos est "azendo. para a%ud #lo a motivar#se eu pego um rev.lver. 8m uma palavra? !controle!. consiga um trabalho.=>. por*m. . consciência. :ocê pode ver o )ue acontecer C . (or*m. um ampli"icador * utilizado para regular e modular o volume de um determinado som.

8/T8? -uito engraçado.. 8ntão. uma coisa )ue você deveria notar * )ue você realmente não sabe como seria sentir ansiedade )uando você não estivesse tamb*m tentando control #la. você tem sua pr. adivinha como você estar C 8sta não * uma situação remota. a ansiedade pode "uncionar de maneira muito di"erente. 8m vez de um pol$gra"o. *. &divinhe no )ue você pensaC =>. D e'atamente a situação em )ue você est agora. D uma armadilha. =>. uma de duas coisas acontecerão? ela ir embora. isso * uma outra )uestão. T8<&(8AT&? =orreto. Se a ansiedade est presente ou ausente. 8m vez de um rev. não *C Tente agora. =>. imagine como você estar C :ocê não tem notado )ue a coisa mais deprimente )ue e'iste * tentar ani)uilar sua pr. 8u disse )ue poderia "uncionar de maneira di"erente. a ansiedade ir emboraC T8<&(8AT&? 8u não disse isso. aparentemente.e maneira )ue você tenta não pens #lo. /o conte'to da gasolina. ao mesmo tempo. você tem algo muito melhor? seu pr. T8<&(8AT&? 9em. .sso "unciona. ou não. 8 isto não acontece s.. Se você estiver ansioso. Suponhamos )ue você tem um pensamento )ue você não permite. /ão pense em ros)uinha recheadasK não pense em carros de corridasK não pense em sua mãe. -as pode ser )ue não o se%a em um outro conte'to.=>.pria auto#estima ou seu sucesso na vida. 8stamos aplicando uma regra )ue "unciona per"eitamente bem em uma situação 0 uma situação na )ual a mesma * um desastre. 8m outras palavras.lver.8/T8? =om certeza eu levarei um tiro.pria depressãoC & raiva parece dei'ar você louco. Se "or "undamental não estar ansioso. Seria como uma pessoa )ue tivesse gasolina pelo chão todo e estivesse convencida )ue o "ogo * uma coisa horr$vel. com sentimentos. estar calmo. )ual * a alternativaC /ingu*m poderia estar tão ansioso como eu e. .8/T8? &credito )ue ve%o o problema. a ansiedade dei'a você ansioso. /ão h maneira de você seguir esta regra. na linha de "ogo. .8/T8? :ocê )uer dizer )ue se eu dese%ar estar ansioso.prio sistema nervoso. -as. )uando a ansiedade não * mantida no conte'to de tentativas deliberadas para control #la.

T8<&(8AT&? 9om. se você resistir. Se você percebe )ue você )uer livrar#se da ansiedade a )uestão *? você toma isso de maneira literalC. 8u não estava tentando ser engraçado. então. =on"usão * o )ue acontece )uando o sistema )ue paralisou começa a sucumbir. 8 você age como se realmente se importasse. 8stou dizendo )ue a maneira como "unciona *? !Se você não )uer tê#lo. 8 claro. Se você dese%a estar ansioso.e maneira )ue. Sabe o )ueC.8/T8? 8stou con"uso. )uerer ver#se livre da ansiedade * tamb*m algo )ue simplesmente acontece # você não necessita controlar este pensamento ou sentimento. 8stou sugerindo )ue você não tome esse pensamento literalmente. tudo isto * uma tentativa deliberada de atacar os três conte'tos problem ticos! !Se você não )uer tê#lo. você o tem!.8/T8? -as eu )uero me ver livre de minha ansiedade. =>. :ocê vai seguir esta regraC. 8ste não * um tru)ue. não h nada )ue possa ser "eito com ele. @uando você considera as coisas desta maneira. então você estar ansioso. no )ue você acreditar C. :ocê não pode enganar a si mesmo. você "icar paralisado.e maneira )ue eu não estou pedindo a você para )ue pare de )uerer livrar#se da ansiedade. Tentar usar esta regra para . de especular sobre ele 2"iguring it out6. Se isto tem valor. você entender este valor independentemente de calcul #lo. e )ue se você continuar tentando livrar#se de seus pensamentos e sentimentos antes de progredir em sua vida. você continuar paralisado. o resultado não * mais a )uestão. mais cedo ou mais tarde você ter o )ue )uer. =>. . 8stou sugerindo )ue o nome da trama em )ue você est * !controle!. /ão estou sugerindo )ue você T8/T8 =&>=A>&< tudo isto. Se a resposta * a"irmativa. * um bom ditado por)ue se o tomamos literalmente. Se você entende isto intelectualmente. olhe. Se você )uisesse sentir#se ansioso para conseguir )ue a ansiedade "osse embora. Sua e'periência lhe diz )ue tentar livrar#se da ansiedade não "unciona. 8m outras palavras. as únicas palavras para descrevê#las são? !Ou você estar ansioso ou não!. =omo deveria estar claro. Suas crenças ou sua e'periênciaC. você o tem!.T8<&(8AT&? /ão. . talvez não se%a bem isso. T8<&(8AT&? <ealmente. & realidade não importa. então você /^O 8STQ )uerendo ser ansioso e a ansiedade não ir embora.

cio#verbais normais não se !encai'am!. (rimeiro. :ocê aprendeu )ue se inicialmente você não * bem sucedido. & mensagem era )ue você podia controlar seus sentimentos e pensamentos e. 8ra importante ser capaz de "azer isso. 8la "ica livre para mover#se. @uando você era muito pe)ueno você % ouvia coisas como? !/ão tenha medo!. parece estranho )ue possamos estar paralizados nisso durante tanto tempo # literalmente anos.sso não "uncionou. você olhava em volta . 8'emplos múltiplos e met "oras são utilizados. (or !controle! )uero dizer tentativas deliberadas ou propositais de controlar suas e'periências privadas. tenta de novo. cada uma indo de 1 a 10. ou !/ão chore!# !/ão h pelo )ue chorar!. a ansiedade est paralisada por)ue agora a ansiedade * algo acerca do )ual estar ansioso # ou se%a. . 8la não pode ser utilizada razoavelmente e não pode a%udar no controle. & maioria dos homens e'perimentaram a estranha sensação de )ue ao tentar evitar a perda de uma ereção inevitavelmente esta situação * criada. (ode ser di"$cil ver )ue a regra não "unciona nesta situação. "oi#lhe dito )ue isto * o )ue você deve "azer. Segundo. :ocê veio a)ui com a ansiedade a 10 e o controle a 10. & ansiedade não pode dei'ar de estar paralisada. )ue se alimenta a si mesma. Se o )ue estou dizendo * verdade. O )ue eu )uero "azer * bai'ar o controle a 1K então a ansiedade ir onde )uer )ue v . com um homem )ue teve problemas em relação a dis"unção se'ual. al*m disso. o cliente "ica con"uso. @uando o cliente começa a ver )ue o controle * o )ue ele ou ela estiveram tentando "azer "uncionar. =hamemos uma de ansiedade e a outra controle. @uando o controle * alto e a ansiedade * alta. T8<&(8AT&? (ense em duas escalas. (osso pensar em )uatro raz1es por)ue isto poderia acontecer. (or e'emplo. você tenta. ou assim "oi#lhe dito. 8sta parte da terapia pode levar uma sessão inteira ou mais. :ocê sabe disso. mas isso * o )ue você tem tentado "azer o tempo todo. :ocê sabe )ue usualmente o es"orço consciente "az di"erença.livrar#se da ansiedade viola a regra imediatamente. Os conte'tos s. Terceiro. &ssim. o controle deliberado "unciona muito bem em muitas outras situaç1es. você devia "azê#lo para ser bem sucedido na vida. começo a e'pandir esta perspectiva e a apontar uma alternativa. O )ue você pode não perceber ainda * )ue nunca "uncionar . O )ue você est me pedindo para "azer * bai'ar a ansiedade a 1. en)uanto a escala de controle estiver a 10. eu relacionaria o )ue estou dizendo 0 tentativa de evitar estar se'ualmente impossibilitado.

de maneira )ue. :ocê tentou ser bom. D por isto )ue o controle não pode "uncionar. :ocê tentou obter aprovação social. em primeiro lugar. ou inseguras ou o )ue )uer )ue "osse. em conse)+ência. mesmo )ue ela pudesse. deve ter a )ualidade de 6 ser literalmente verdade. 8 muito disto pareceu "uncionar. D claro. )uando você se distraia. uma vez )ue % o ad)uiriu. isso. estas duas coisas sozinhas provavelmente não o "ariam # não manteriam você paralisado inde"inidamente. Outras pessoas não pareciam estar tão assustadas. /aturalmente. mas isto apreende a essência da discussão. (rimeiro como % tenho discutido. /ão s. você percebeu )ue. /ão s. o )ue você consegue ao "inal baseia#se em 2e. suponhamos )ue você est aborrecido com um !mau pensamento!. 8m outras palavras. com certeza. -as você percebeu )ue a insegurança b sica ainda est a$C. deveria haver algo errado com você. esta tentativa em si con"irma o ponto de vista de )ue h algo de errado com você. mas agora você tamb*m tem )ue lidar com "ato de ter !enganado! as pessoas todo esse tempo.prios sentimentos. (or )ue no caso de tentar controlar os pensamentos e os sentimentos poderia ser um es"orço destrutivoC Se estivermos usando uma regra para evitar certos est$mulos verbais privados 2por e'emplo. (or e'emplo. -as a pessoa )ue se )uei'a 2RicGer6 * a última razão? parece at* "uncionar com você. O problema * )ue ele volta e. o e"eito imediato parece con"irmar a regra. como eu disse ao cliente antes. por "ora. &ssim. &ssim. a pr. O )ue você "ez entãoC.e. )uando eu "aço isto na terapia h muito mais alteração. n. ele !ir embora!.s "azemos algo mais isto vai de "orma circular. você apenas estaria tentando livrar#se do pensamento ou do sentimento por)ue você % est considerando#os literalmente como verdadeiros. o pensamento de )ue você não * bom tem )ue ser eliminado antes )ue você possa ser bom. Segundo. eu aposto )ue em algum momento # provavelmente )uando você era muito novo. :ocê !"ez "ita!.pria regra deve especi"icar estes est$mulos e. (arece por e'emplo. "re)+entemente. =om certeza. Se você !compra! o pensamento. at* )ue este%amos nesta monstruosa luta com nossos pr. depois tenta livrar#se dele.pria es)uiva estabelece uma "unção controladora para . você tamb*m * uma "raude. :ocê tenta livrar#se dele distraindo# se. volta mais "orte. ou revoltar#se # realmente a mesma coisa. no "undo. a pr. a es)uiva não pode ser completamente bem sucedida. h algo errado com você. outras pessoas pareciam ser capazes de conseguir isto muito bem. os pensamentos6 isto * perigoso por duas raz1es. assim. O problema * este? se * cr$tico )ue. * tarde demais por)ue você % o !comprou!. isso era "re)uentemente s. &gora.

isto d a este pensamento uma "unção controladora )ue *. 8sse conhecimento nunca mudar . Se uma pessoa deve mudar algo para ser boa. se evitamos o pensamento !8u sou mau!.. em conse)+ência. não arbitr rias6 2Wettle N 7aLes. produz e'atamente a)uilo contra o )ual avisa. tamb*m o *. e se chegar a Vreensboro "osse um estado de coisas re"orçador. Se seguir regras deste tipo * contra#produtivo. -eu prop. em si mesma. 8ste tipo de regras * chamada T<&=R 2rastror. * como %ogar onde a regra * !(rimeiro você perde. * necess rio uma aplicação do conceito de comportamento governado por regras. Os sentimentos apresentam o mesmo dilema. sinaliza a punição para a ocorrência da reação 0 prov vel punição. >utar contra os pensamentos * um comportamento. por e'emplo. denotando seguir o caminho. . con"irma o pensamento no sentido de evit #lo./V 2rastreamento6.bico sabe. a pessoa deve ter o primeiro comportamento e não o segundo. (arece haver três tipos b sicos de regras. 134I6. Am agora".os est$mulos verbais evitados. =omo eu digo a meus clientes. (or e'emplo. por*m. * uma resposta natural a uma situação na )ual a punição * prov vel. consistente com a classe !mau!. (or e'emplo. isso não seria um problema por)ue a probabilidade de uma ansiedade consider vel parece muito bai'a. )ue a ansiedade e'trema * poss$vel. (ara entender isto. & regra? !* "undamental não estar ansioso!. por )ue não paramosC. ele ou ela podem seguir a regra como um T<&=R. /ormalmente. 8m certo sentido. (ara )ue isto aconteça. depois você %oga!. assim como "azer o )ue eles !dizem!. se dizemos para algu*m? !& maneira de chegar a Vreensboro * seguir 1#4J!. assim. & ansiedade. & primeira * o comportamento governado por regras sob o controle de uma aparente correspondência entre a regra e as contingências naturais 2i.sito * en"ra)uecer a relação destrutiva comportamento#comportamento. signi"ica )ue e'atamente agora a pessoa não * boa. &ssim. a aparente probabilidade de punição * muito alta e a regra. este tipo de comportamento governado por regras simplesmente acrescenta outro est$mulo discriminativo 2apesar de ser um est$mulo verbal6 ao meio ambiente. D mais di"$cil e'plicar por )ue as atuais contingências não e'ercem um controle maior. e. Taz o pensamento "uncionalmente mau e. seguir rastro6 e o comportamento )ue ele controla chama#se T<&=R. & única maneira como os pensamentos ou sentimentos !maus! podem perder este poder * se eles pararem de controlar um grande número de comportamentos.

ou relativamente não coesa 2loose6. & pr. em cu%o caso os est$mulos estão relacionados um ao outro. (>. 8stas classes podem ser consideradas como relativamente compactas. suponha )ue eu tenha dito a um homem )ue atravessava a rua comigo? !=uidado. >embremos )ue as regras são est$mulos verbais e )ue os est$mulos verbais têm seus e"eitos baseados. um caminhãoX!. h pouco impedimento para a emergência de classes de e)uivalência realmente coesas 2"airlL tight6. . 134Ha6. mas são tamb*m "uncionalmente distintos em muitas situaç1es. Os est$mulos verbais são est$mulos puramente arbitr rios e assim. em cu%o caso cada est$mulo pode essencialmente substituir outros na mesma classe em uma dada situação. senão por)ue eu liberarei di"erencialmente conse)+ências por seguir ou não minhas instruç1es. tamb*m. & terceira unidade * chamada &AV-8/T. mas )ue estas conse)+ências são para outra unidade de comportamento. não * a natureza das conse)+ências 2conse)+ências sociais podem certamente ser naturais no sentido de não arbitr rias6. por e'emplo. um &umentador * uma regra )ue "unciona por)ue * um est$mulo estabelecedor 2-ichael..Am segundo tipo de regras * chamado (>. =onsiderando isto como se ele tivesse realmente visto um caminhão. em parte. (or e'emplo. 8las não são liberadas para o comportamento em si mesmo. manipular6. 8ssencialmente. condescendência6.&/=8 2da palavra !compliance!? submissão./V 2&umentando6 e % descrevi brevemente. em sua participação em classes de e)uivalência 2ou em outras classes relacionais6. (ode#se considerar )ue cada uma destas três unidades têm uma interseção 2crossing6 com outra dimensão. O )ue * di"erente )uanto ao &cedimento 2(liance6. &ssim. contaria como vantagem para esse homem. 134I6K isto *. uma instFncia de seguimento de regras.pria regra * um !(>a! 2aceder. )uando comparado com <astreamento 2TracGing6. se eu digo para minha "ilha !(1e tua %a)ueta agora mesmo! ela pode vestir sua %a)ueta não por )ue estar a)uecida.&/=8 * o comportamento governado por regras sob o controle de conse)+ências aparentemente mediadas socialmente e arbitr rias para uma correspondência entre a regra e o comportamento relevante 27aLes et al. um est$mulo )ue muda nossa motivação em relação a uma determinada conse)+ência. mas por)ue o comportamento *. o grau em )ue as regras são tomadas literalmente.

Somos encora%ados a nos enga%armos em an lises "ormais de situaç1es e.bvio )ue * mesmo um pensamento. então sair da situação seria re"orçado. O &=8. a comunidade verbal est constantemente estreitando a e)uivalência entre nossa conversa e o mundo. mas a hist. estar relacionada com esta )uestão? sob )ue condiç1es as regras produzem insensibilidade 0s contingências naturaisC <astreamentos literais poderiam produzir insensibilidade por)ue a regra * seguida da mesma maneira )ue os eventos ambientais reais seriam seguidos. se nos * dito )ue todos deveriam ser capazes de "azer algo 2por e'emplo. /este caso.-8/TO tamb*m poderia causar pre%u$zos. então. especialmente se o &=8. se são literais.. posso agir como se "osse literalmente verdade.ria em relação 0 e)uivalência entre & e 9 pode protelar essa discriminação.. a classe * tão coesa 2tight6 )ue * di"$cil ver )ue * uma classe. /os * dito )ue nosso ponto de vista est certo ou correto. 8m certo sentido. um pensamento )ue pode ou não corresponder com o mundo real. (osso mesmo não perceber )ue * s. Se penso )ue necessito "azer isso 2Situação 96. posso agir como se eu estivesse realmente em uma situação na )ual eu serei machucado. a responder a estas an lises.sto *. &ssim. posso não ser re"orçado. Se eu realmente necessito evitar ser machucado 2Situação &6. & )uestão de por )ue seguimos regras destrutivas pode assim. Tamb*m temos e'tensas hist. as contingências socialmente medidas são realmente acrescentadas 0 situação pelo seguimento da regra. Os &A-8/T&.rias e'tensas da comunidade verbal por manter uma e)uivalência grosseira 2rough6 entre palavras e eventos. se eu penso? !8ste relacionamento interpessoal me machucar !# tenho )ue acabar com isso!. .rias de nos comportarmos consistentemente ou inconsistentemente com nossas regras estabelecidas. 134Ha6. 7 evidências de )ue o &=8. não * sempre . .. e estes eventos podem.O<8S tamb*m podem criar not vel insensibilidade.O< * relativamente literal. impor 2entail6 contingências reais. de maneira )ue não seria surpreendente encontrar insensibilidade 0s contingências naturais. e respondo da mesma maneira.-8/TO produz insensibilidade 0s contingências naturais 27aLes et al. @uando pensamos algo./. (or e'emplo. ou )ue uma determinada maneira de conversar * uma boa maneira de "alar de eventos. (or e'emplo.s temos hist.

/a medida em )ue a regra * um &=8. D uma estrat*gia razo vel.-8/TO 2pliance6.prias contingências naturais teriam estabelecido. mas eu estou preocupado em relação ao "ato de )ue ela se encai'a no conte'to s.O<. D um <&ST<O< 2tracG6 testado e bem sucedido. Olha o `honnL. 8m terceiro lugar. isto tenderia a incrementar o seguimento de regras. o "racasso em "azê#lo pode ser muito mais punitivo )ue as pr. 134S6. 8le não est chorando!. )ue tenderiam a "ortalecer o seguimento desta regra em novas situaç1es. Tinalmente. <osen"arb. mas por)ue o &=8.cio#verbal de )ue tenho estado "alando.nicialmente. /a medida em )ue a regra tamb*m * um <&ST<O<. como uma )uestão de &=8. o )ue tender a re"orçar o <&ST<8&-8/TO. somos ensinados a tentar seguir a regra em situaç1es sociais.s agoraC . parece como se outras pessoas pudessem seguir a regra. o )ue isso diz de n. podemos des"azer o dano atrav*s de diversos m*todos? 216 ensinar di"erentes regras )ue tenham e"eitos mais ben*"icos. Eul"ert. muitas vezes necessitamos apenas controlar a e'pressão aberta destes comportamentos. O e'ame das e'plicaç1es )ue dei ao meu cliente pelo "racasso em abandonar a regra de controle 2the control rule6 revelar )ue tais e'plicaç1es implicam diversos mecanismos poss$veis nestes termos. desde )ue implica )ue as conse)+ências naturais são como )ue estabelecidas na regra.prio "racasso su"icientemente aversivo como para )ue "açamos tudo para evitar a horr$vel possibilidade de )ue não possamos controlar nossa e'periência privada. o movimento realizado pela terapia cognitiva. /a medida em )ue a regra "unciona como um &A-8/T&.. os e"eitos a curto prazo de seguir a regra imita a contingência estabelecida na regra.. isto pode "ortalecer o seguimento de regras estabelecendo um padrão socialmente dispon$vel em relação ao )ual o desempenho pode ser avaliado 27aLes. essencialmente. & comunidade verbal pode dizer coisas como? !Sei )ue você pode se sair melhor. /aturalmente. 1345K Wettle N 7aLes. Se temos )ue mudar nossos pensamentos para estar bem. 1345K <osen"arb N 7aLes. continuamos a aplicar a regra mesmo )uando a e'pressão de comportamentos privados indese% veis * suprimida. =om base nesta an lise. . . o controle deliberado "unciona em muitas outras situaç1es. &prendemos )ue podemos e dever$amos controlar nossos comportamentos encobertos.O< 2plL6 tem uma )ualidade literal.O< 2augmental6.controlar os sentimentos6. o sucesso aparente de outros pode "azer o nosso pr. -unt. 134JK 7aLes N Eol". Wettle N Rorn.sto *. 8m segundo lugar.

no signi"icado literal das pr. =olocar um cliente em uma situação insustent vel ou parado'al em relação a regras dadas pelo terapeuta. (ermitimos )ue a palavra !:8<! 2seeing6.. )ue )uando estou "alando acerca dos pensamentos dos clientes. =omo isso pode ser "eito * um t. etc6.s apontamos logicamente o problema da literalidade. 7 outra maneira de en"ra)uecer a literalidade...-8/TO 2pliance6. tamb*m re)uerer uma maior tolerFncia ainda em relação 0 linguagem não t*cnica para )ue eu possa e'plicar esta )uestão de maneira ade)uada.8 S8A =O-(O<T&-8/TO 8sta pr.pico ao )ual me voltarei agora.'ima sessão * uma das mais complicadas do ponto de vista behaviorista. (ara os organismos não verbais h somente o mundo e ver. não pode realizar esta tare"a por completo. por e'emplo. por*m. ainda estamos sustentando a literalidade por)ue nossa l. 8ntre parênteses. em conse)+ência. /ote.prias palavras.sto * parte do )ue % venho descrevendo.-8/TO.. mas h t*cnicas adicionais. .gica real * baseada nela./VA. . -8T& S? . 13456. :er * simplesmente uma resposta a estas contingências não arbitr rias 27aLes.ST. deveria en"ra)uecer o &=8. represente as principais coisas )ue "azemos em relação ao mundo 2sentir. O argumento racional.< &S (8SSO&S .-8/TO SO=. por e'emplo.2I6 reduzir "ormas destrutivas de &=8.. :er * inteiramente controlado pelas contingências diretas 2de sobrevivência e re"orçamento6. Se n. movermos..! de maneira a acentuar a di"erença entre o pensamento como um pensamento e seu signi"icado literal. O parado'o * uma a%uda a)ui. -esmo o parado'o * baseado.&> 2social compliance6com regras literais. 2S6 reduzir a literalidade das regras. at* certo ponto. * di"$cil. eu digo? !:ocê est tendo o pensamento de )ue. 8vitar a armadilha da literalidade de maneira consistente. as contingências naturais podem e'ercer um controle maior 2to taGe more o" a hold6. /ão h mais maneiras determinadas de "azer !a coisa certa!. Se podemos eliminar a possibilidade de &=8.

)ue se re"erem não a eventos mas 0 relação entre eventos e o ponto de vista da criança.e acordo com um ponto de vista SGinneriano algo mais. as crianças são ensinadas a distinguirem entre sua perspectiva e a de outras. elas relatarão o )ue elas pr.=om o advento do comportamento verbal isto muda. demonstrativas 2deictic6 2por e'emplo. Vradualmente. O autoconhecimento * de origem social! 213M5. a comunidade verbal cria um sentido de eu 2sel"6 )ue tem algumas propriedades muitos especiais. . &o arran%ar condiç1es sob as )uais uma pessoa descreve o mundo público ou privado no )ual ela vive. D tamb*m cr$tico para a comunidade verbal )ue este comportamento ocorra a partir de uma perspectiva dada e consistente. Tinalmente. SGinner descreveu isto da seguinte maneira? !7 uma di"erença entre comportar#se e relatar )ue estamos nos comportando ou relatar as causas de nosso comportamento. por*m. Se lhes * perguntado o )ue uma boneca vê.S16. )uando lhes * perguntado o )ue comem. n.prio comportamento para sermos capazes de dar 0 comunidade verbal acesso 0s nossas e'periências. tamb*m * poss$vel )ue a perspectiva sur%a pelo processo de eliminação ou por e'tensão meta". 8m outras palavras. -as parece )ue * mais do isso 27aLes. a comunidade verbal nos ensina a relatar de nosso ponto de vista.e maneira similar. devemos saber o )ue :8-OS :8-OS 2sees seing6. ver. 8merge uma tendência generalizada a responder de maneira discriminada ao nosso pr. p. . 13456. mas )ue :8-OS :8-OS do nosso ponto de vista.O 2seeing seeing6 de uma perspectiva determinada poderia emergir de diversas maneiras. Supostamente. !a)ui! e !ali!6. p.prias vêm e não o )ue a boneca vê. isto acontece atrav*s de perguntas como !O )ue você "ez ontemC!.s 2a comunidade verbal6 não s. )ue ele se "az importante para ela! 213M5.sto *. \s crianças são ensinadas palavras diretas. O comportamento de :8< :8/. geralmente. a comunidade gera essa "orma muito especial de comportamento chamada conhecimento.esta maneira. podem relatar o )ue seu irmão comeu. Somos ensinados a responder. chamado auto#conhecimento e auto#consciência * acrescentado. =omo SGinner diz? !D somente )uando o mundo privado de uma pessoa se "az importante para os outros. mas o )ue poder$amos chamar de !:8< :8<!2seeing seeing6 ou auto#conhecimento. a .rica. a comunidade verbal estabelece contingências arbitr rias adicionais para um comportamento )ue * di"$cil de imaginar )ue poderia emergir de )ual)uer outra maneira? não s. . &s crianças pe)uenas. .S06.

Segundo a maneira como operamos normalmente. se não imposs$vel. o )ue * real. "icar "ora da luta para livrar#se de pensamentos e sentimentos. 8sta * uma distinção di"$cil e d um pouco de trabalho em terapia estabelecê#la solidamente. @uando isso acontece. con"undimos o conteúdo de nosso pr. :ocê * controlado demais por seus pr. ou se%a. !você como um organismo "$sico!6.prios pensamentos acerca do )ue necessita "azer.logo do terapeuta mais para dirigir#me ao leitor do )ue para imitar uma sessão terapêutica. estamos no )ue eu chamo o !mundo em volta! 2about Oorld6. o "oco da observação não muda. 8ntre parênteses 2(arentheticalL6. )ue prevalece em nossa cultura 27aLes. 8m um certo sentido estou argumentando )ue a comunidade verbal cria uma classe de comportamento !sem signi"icado! 2!content#less!6. por e'emplo.evido a uma )uestão de espaço não posso representar a grande )uantidade de interaç1es cliente# terapeuta )ue realmente acontece nestas sess1es intermedi rias no processo terapêutico. usamos o termo !você! tamb*m de outras maneiras 2por e'emplo. "azer. tomada literalmente.s.< . mas como o )ue o pensamento diz )ue *. O comportamento de. e lhe d o nome de !você!.prios eventos mudam. olhar. .:&! 2seeing seeing "ron perspective6. observar pensamento de uma determinada perspectiva * bem di"erente do comportamento de seguir auto#regras. mas o sentido da palavra !você! )ue * de relevFncia para o distanciamento compreensivo * este sentido inicial. .8 A-& (8<S(8=T.prio condicionamento com o comportamento de ver os resultados deste condicionamento. * como se este pensamento "osse. Ticamos presos na)uilo acerca do )ual . constantemente. chamado !:8< :8/. pode mais provavelmente gerar uma regra sem )ue esta regra tamb*m se%a seguida. 13456. agora. !.'ima sessão do cap$tulo utilizarei o mon. )uando temos um pensamento. & invariante * )ue !você! * colocado nas a"irmaç1es )uando os relatos devem ser "eitos do ponto de vista de você.ndese% veis!. Tenho argumentado em todas as partes )ue este comportamento * a base da distinção mat*riabesp$rito. na pr. * muito di"$cil. T8<&(8AT&? =omo est indo tudo bem agora. /. sentir. S.O & (&<T. * claro. &o a%udar a pessoa a distinguir entre ver vendo de uma perspectiva e as coisas vistas. etc. Os pr.evido a isso.perguntas do tipo? !O )ue você "ez [C onde [ * uma ampla variedade de eventos tais como? comer. não somente um pensamento.

8m um caso. você nem nota )ue isso * um pensamento. Se você pensa )ue * mau.ado uma programação particular. 8m outras palavras. você * uma pessoa m !. pode ser interessante para esta pessoa. Ama sa$da de in"ormação 2readout6. mas você realmente s. . imaginemos )ue a pessoa sentada em "rente ao computador est consciente da distinção entre ela pr. :ocê /^O e'perienciou o )ue o pensamento realmente disse. e'perienciou )ue você pensou esse pensamento. pelo menos at* o ponto em )ue você tente ver#se livre delas. provavelmente.pia! do pr. (rovavelmente. =om "re)+ência. etc. não precisa ser encoberta. =omo uma pessoa nos "ilmes.'imo e'emplo são devidas a sua utilização cl$nica. Tenho )ue cair "ora!. um determinado !input! produzir um dado !output!. seria muito mais inaceit vel para este homem. você ser automaticamente controlado por elas.magine um tabuleiro de 'adrez )ue "unciona 2goes out6 inde"inidamente em todas as direç1es. /este tabuleiro . @uando a sa$da de in"ormação 2readout6 aparece na tela.os pensamentos são # não no )ue eles são de "ato. & segunda pessoa. &s nuances da !teoria da c. (ara ele seria. * prov vel )ue aconteça uma certa resposta. & "orma do pensamento diz uma coisa. * totalmente absorvida pela tela. es)uecido. não est claro )ue o )ue realmente aconteceu * )ue você e'perienciou você mesmo.igamos )ue digitamos algo no teclado e o !output! na tecla * !8nvergonhe# se. )uando você se identi"ica como conteúdo de suas e'periências privadas. O leitor não deveria torn #la literalmente demais. por*m. &)ui temos outra met "ora )ue a%udar a demonstrar este ponto.ada uma certa situação.pria e o computador. . você não est somente notando o comportamento chamado pensamento. . . ou pode ser algo a considerar. mudado. algo a ser negado. T8<&(8AT&? &)ui tenho uma met "ora )ue pode a%udar. não seguida. pensado. 8m outras palavras. como a )ue acabei de mencionar. você * mau. ela se envolveu tanto )ue es)ueceu )ue h uma distinção entre ela como observadora da tela e o )ue est na tela. O programa destes computadores * semelhante ao )ue tem acontecido a você em sua vida. . você est realmente na situação descrita pelo pensamento.magine duas pessoas sentadas perante dois computadores idênticos. ou algo a ser mostrado para os outros. =orretoC. . etc.e maneira )ue se você tem um pensamento como !/ão posso suportar isso. seguida.

temos uma s*rie de peças de 'adrez.s mesmos são nossos pr. etc. atitudes. !maus! sentimentos. tem "icado mais. (or e'emplo. 8 isso *. a maneira como usualmente tentamos trabalhar * considerando uma das e)uipes como !nossa e)uipe!. 8 as negativas tamb*m trabalham %untas.8/T8? /ão sei. o )ue tem acontecido. você o tem. @uem mais eu poderia serC T8<&(8AT&? 9em.rias. você deve. pense acerca disso. * como se as peças negras tentassem reunir#se e derrubar as peças brancas do tabuleiro e vice#versa. na última met "ora.prios inimigos. &l*m disso. etc. mem. elas realmente se reúnem. . de "ato. por e'emplo. &ssim. então 0 medida )ue você luta com as peças indese% veis e tenta empurr #las para "ora do tabuleiro. 8stas peças representam o conteúdo de sua vida? seus pensamentos. não *C & ansiedade. ir de )uem você * at* )uem você não *. &gora. você não * o computador.e maneira )ue você notar )ue os !maus! pensamentos estão associados a !m s! lembranças. 8 se você notar. grandes porç1es inteiras de n. predisposiç1es comportamentais. e mais. sensaç1es corporais. e mais. &gora. (ara ser mais preciso ainda. aumentam e aumentam de tamanho.entro desta met "ora. h um grande problema com isso. D como se mont ssemos no lombo da rainha branca. tamb*m. concentremo# nos somente nas peças brancas e negras. espera#se )ue as peças se aliem com suas amigas para vencer suas inimigas.8/T8? O tabuleiroC . :ocê deve es)uecer )ue. (or*m. de todas as cores. e galop ssemos para lutar contra as peças negras. etc. você pode ver )uem !você! *C =>. Sempre pensei )ue eu era as peças. no 'adrez. se * verdade )ue !se você não dese%a tê#lo. você deve agir como se você não "osse )uem você mesmo e'periência )ue * 2as i" Lou are no longer Oho Lou e'perience Loursel" to be6. Tão logo "azemos isto. . as !positivas! podem aglomerar#se # você sabe. elas aumentam. a)uelas )ue dizem coisas como !:ou "azê#lo!.entro desta met "ora o triste * )ue )uando você age como se somente parte de sua programação "osse aceit vel. =>. (ara simpli"icar isto. . sentimentos. o "oco central de sua vida.

:ocê * o conte'to no )ual todas coisas podem ser vistas. por)ue a esse n$vel outras peças parecem ameaçar sua pr. especialmente para um behaviorista radical. você pode ter certeza de )ue. Se o tabuleiro )uisesse mover as peças continuamente. . "orçar você mesmo a não lutar com suas emoç1es. O )ue você pode "azer * distinguir. Se houvesse um pensamento. (arece como se eu estivesse encora%ando um tipo de eu desencarnado? uma distinção entre a !pessoa realK! e o comportamento. en)uanto est sendo um tabuleiro. . você tem )ue lutar. de um livro de &ssagioli 213M16. você mesmo dos eventos )ue est e'perienciando. ele teria )ue ir do n$vel de tabuleiro ao n$vel de peça. sem ter )ue tom #los literalmente. não estava tentando estabelecer uma verdade cient$"ica literal. como )uando você recolhe 2apanha6 o tabuleiro e o move no meio de um %ogo.'ima seção * um e'erc$cio e'tra$do. de )ual)uer maneira você realmente est no n$vel de tabuleiro.sto * por)ue você não pode. 0 medida )ue você e'periência. O !você! )ue e'perimentamos como sendo n. /ote. )ue estabeleceu este tipo de eu para começar com ele 2Ohich established this Gind o" sel" to begin Oith6.T8<&(8AT&? Sim.:ocê * o tabuleiro. -as a comunidade verbal. em absoluto.pria sobrevivência. & pr. neste sentido. por)ue * isso )ue a comunidade verbal est interessada em estabelecer como !você!.e maneira )ue se você "ica no meio das peças a "im de move#las. . 8 uma vez )ue você est no n$vel de peça. seria como se ele não estivesse l . ou sem ter )ue mud #los antes )ue você possa controlar sua vida. em grande parte. 7 muitas vantagens em a%udar pessoas a manter#se em contato com elas mesmas. :ocê vêC . uma por vez. & partir desse n$vel * poss$vel observar a guerra entre seus pr. &gora você nota )ue um tabuleiro.s mesmos *. por*m. 8sta met "ora pr*via pode parecer estranha. você tem )ue es)uecer )ue você * realmente o tabuleiro.sto *. D somente percebendo )ue você não tem controle sobre os pedaços e você não precisa ter controle sobre eles.prios pedaços sem ser "isgado por eles # isto *. e ningu*m para vê#lo. tamb*m. !você em perspectiva!. /ote )ue eu "alei de !)uem você e'periencia )ue você *! 2Oho Lou e'perience Lour sel" to be6. -eu argumento * )ue uma pessoa pode e'perimentar este sentido de !eu! somente devido ca comunidade verbal. logicamente. somente pode "azer uma de duas coisas? pode segurar o )ue * colocando sobre ele ou pode mover tudo. primeiramente. )ue segurar as peças não re)uer es"orço. . D uma causa perdida. )ue você pode ter controle sobre sua vida.

T8<&(8AT&? O.R. @uero "azer um pe)ueno e'erc$cio para a%udar você a "icar em contato com sua e'periência real dos eventos de )ue estivemos "alando. >embre#se, não )uero )ue você acredite no )ue tenho estado dizendo a)ui. /ão * uma )uestão de crença. /ão )uero acrescentar mais pedaços aos )ue você % tem. O )ue )uero )ue você "aça * con"erir e ver se, em sua e'periência atual, as distinç1es )ue estiver "azendo não são evidentes. @uando você "az isso não ser uma )uestão de palavras # você ter "eito um contato com os eventos diretamente. D como se você não tivesse realmente )ue acreditar em cadeiras. :ocê tem conhecimento delas a partir de sua e'periência direta e isso * mais )ue su"iciente. D e'atamente como isso. @uero )ue você comece "echando os olhos. /ote o )ue o seu corpo est pensando em alguma coisa. &gora eu )uero )ue você note )ue )uando eu "iz estas perguntas você estava a$ notando as reaç1es. ;sto *, ve%a se não * verdade )ue por tr s do conteúdo havia um sentido de você olhando o conteúdo. 8u chamarei isso de !o observador você!. &gora, do ponto de vista do observador você, )uero )ue você e'amine diversas reas. =omecemos com suas sensaç1es corporais. @uero )ue você note todas as coisas )ue seu corpo est "azendo e'atamente agora. &gora pense em todas as mudanças )ue seu corpo tem tido atrav*s de sua vida. Ama vez "oi muito pe)ueno, mas agora est crescido. &lgumas vezes ele est doente, e outras vezes est bem. &lgumas vezes, seu corpo * "orte, outras * "raco. 8 agora )uero )ue você note )ue seu corpo mudou, )ue o sentido de você sendo você # esse observador você # tem permanecido o mesmo. >embre )uando você tinha, digamos, 10 ou 11 anos. &gora permita#me lhe "azer uma pergunta. :ocê se lembra de ser você, entãoC. :ocê se lembra de olhar para o mundo l "oraC. &gora permita#me "azer#lhe outra pergunta. @uem est a)ui, agora, não * o mesmo você )ue estava ali, entãoC. /ão responda de maneira l.gica. /ão estou perguntando acerca de suas crenças. 8stou perguntando? !D essa e'periência de observar sua vida )ue est 2acontecendo6 a)ui, agora, o mesmo )ue era l , entãoC /ão * verdade )ue você tem sido você sua vida inteiraC &gora, se você e'perimentou seu corpo mudando rapidamente e mesmo assim o você )ue você "azendo

e'atamente agora... /ote se você est tendo sentimentos ou emoç1es... :e%a se você est

chama você 2the Lou that Lou reallL call Lou6 tem permanecido o mesmo, isto deve signi"icar )ue en)uanto você tem um corpo, você não e'perimenta você mesmo como sendo o seu corpo. (or "avor não acredite nisto. /ão estou dando a você mais dogmas em )ue acreditar. Somente estou pedindo#lhe )ue reconheça sua e'periência. (ense nestas )uest1es. Se você perdesse uma mão, você ainda não seria vocêC. Se você so"resse uma operação cirúrgica e um .rgão "osse removido, você ainda não seria vocêC. ,e "ato, en)uanto você estiver a)ui para ver suas pr.prias e'periências, você ser você, não *C. (asse, então, uns poucos momentos olhando seu corpo, depois note )uem est olhando. O.R., vamos agora para uma outra rea. Olhemos para suas emoç1es. (ense em todas as emoç1es )ue você e'perimentou em sua vida. &lgumas vezes você est "eliz, outras triste. &lgumas vezes você est bravo, outras tran)uilo. -as, note )ue você ainda est !vendo! suas emoç1es. ,e maneira )ue, se suas emoç1es estão mudando rapidamente e, ainda, o você )ue você chama você # este observador você 2observer Lou6 # permanece o mesmo, deve ser )ue, en)uanto você tem emoç1es, você não deve e'perienciar você mesmo como sendo suas emoç1es. /ovamente, não acredite nisto. /ão * uma )uestão de crença. Somente preste atenção em suas emoç1es %ustamente agora, e depois perceba )uem as est notando. Vaste um pouco instante somente notando isto. &gora, vamos para outra rea? seus pensamentos. 8sta * uma rea di"$cil por)ue o pr.prio sistema )ue nos permite saber )ue sabemos * o sistema )ue estamos observando )uando estamos olhando para nossa pr.pria linguagem privada. (ense em todos os pensamentos )ue você tem em um dia. /ote como eles tamb*m estão constantemente mudando. ,e "ato, mesmo en)uanto "alo, seus pensamentos estão mudando, e mudando, e mudando novamente. &ssim )ue você acabou de ter um pensamento acerca do )ue est e'perienciando, você % est pronto para mudar para algo mais. /ote como seus pensamentos tem mudado ao longo dos anos. @uando você era pe)ueno, costumava pensar em coisas )ue não pensa mais. 8 você tinha reas de ignorFncia )ue agora não tem mais. \ medida )ue você vive sua vida isto continua acontecendo e acontecendo novamente. &gora note mais uma vez )ue, en)uanto seus pensamentos estão constantemente mudado o sentido de ser você tem se mantido o mesmo. ;sto deve signi"icar )ue en)uanto você tem pensamentos, você não e'perimenta você mesmo como se você "osse seus pensamentos.

8ntão, continue notando seus pensamentos por um momento. &gora perceba )uem os est notando. 8ste e'erc$cio pode ser ampliado para incluir )ual)uer comportamento )ue o terapeuta )ueira distinguir. 8u começo tipicamente com pap*is, por e'emplo, e comumente incluirei lembranças e outros comportamentos. Tamb*m gasto muito mais tempo em cada sessão do )ue a versão abreviada, a)ui, sugere. 8m )ue sentido * poss$vel )ue o sentido de !você! socialmente criado possa ser independente de todos estes comportamentosC. ;sto somente * poss$vel por)ue o comportamento de :8< :8/,O a partir de uma perspectiva *, em si mesmo, conteúdo livre. ;sto *, * um comportamento )ue não pode, em si mesmo, ser considerado como uma coisa pela pessoa )ue se comporta dessa maneira 27&a8S, 13456. Ama pessoa não nota este comportamento antes )ue o comportamento tenha mudado "undamentalmente. Se os organismos conscientes "ossem ver 2a partir de6 sua pr.pria perspectiva, de )ue perspectiva poderia ser vistaC. &ssim, o sentido do eu estabelecido pela comunidade verbal pode ser observado a partir de, mas não ser simplesmente observado # ou, pelo menos, assim )ue * simplesmente observado, o comportamento sendo e'aminado não est mais acontecendo no mesmo lugar. O !e'erc$cio do observador!, citado acima, simplesmente permite )ue os clientes tenham um r pido relance da)uilo )ue as pessoas conhecem de )ual)uer maneira muito bem, )ue o sentido de ser !você! permanece o mesmo atrav*s da vida. Tem )ue permanecer por)ue tudo o )ue ele *, * o sentido de ver 2vieOing6 a partir de uma perspectiva. Se isso devesse mudar, n.s não mais ser$amos a)uele !você!. 7 algo )ue realmente acalma em relação a este e'erc$cio. 8u tenho tido muitos clientes )ue "icaram muito di"erentes depois desta sessão. (ara dar uma id*ia de como eu uso este e'erc$cio, relatarei como o concluo. T8<&(8AT&? &gora então, note )ue, como uma )uestão e'perimental 2al*m de )ual)uer outra coisa )ue você acredite6, você sabe )ue você não * seus sentimentos, seus pap*is, suas emoç1es ou seu corpo. :ocê * o conte'to em )ue todas as coisas podem ser vistas como coisas. Sem você elas não e'istiriam. 8las estão em sua vida, mas elas não são o )ue você *. ,e maneira )ue todas estas coisas com as )uais você tem estado lutando, todas estas

segu$#las. não h nada em relação a !você! )ue se%a inaceit vel. -8T& 5 ? (8<-. não conseguem. al*m de lutar com elas.< @A8 & >AT& (&<8 7 muitas maneiras pelas )uais os clientes podem ser "isgados para entrarem em uma luta com seus pensamentos e sentimentos. (or essas raz1es. ao n$vel mais pro"undo. & )uestão * )ue somente )uando * "eita uma distinção entre este sentido do eu e as coisas em nossa vida.coisas )ue você tem estado tentando mudar /^O S^O :O=B 7O`8. !conteúdo livre!. &lgumas vezes. /este ponto da terapia. eu peço a meus clientes para )ue nomeiem uma coisa no universo "$sico )ue eles possam considerar per"eita. . Asualmente. Somente as coisas podem ser avaliadas e. . mesmo dentro dos limites de um cap$tulo comprido.T. tentar livrar#se delas. estas regras de auto#valor são mane%adas muito "acilmente. em certo sentido. devido 0 avaliação verbal.s temos muitas regras socialmente estabelecidas acerca do auto#valor.n"elizmente. etc. Se o !você! )ue consideramos como sendo n.esde )ue o observador !você! *. eu pergunto? !(or )ue. aponto diversas maneiras pelas )uais podemos ser !pegos! pelo sentido literal de nossos pensamentos e descriç1es de e'periências. :ocê não tem )ue mudar nada para progredir # para tornar seu dinheiro aceit vel. obviamente. Tratarei brevemente algumas das mesmas.epois. da Terapia =omportamental ou da Terapia =ognitiva. ningu*m * realmente aceit vel. estou pulando um pouco 2sGipping )uite a bit6 em todas estas seç1es.s mesmos no sentido de !você como perspectiva! sermos uma coisa. mas tamb*m de nossa cultura dominante. então você deveria ser uma e'ceçãoC!. =omo provavelmente d para notar. ao n$vel de conteúdo. @uero )ue note )ue você * su"icientemente grande para )ue todas estas coisas este%am ali. . mas o leitor deveria saber )ue. /. um en"o)ue conte'tual di"ere de muitas maneiras b sicas não s. .s mesmos * este observador !você!. :ocê * aceit vel do %eito )ue você *. não se pode ter a e'periência de n. * poss$vel "azer )ual)uer outra coisa com estas coisas. não posso descrever o en"o)ue por inteiro. &s pessoas )uerem ser aceit veis para si mesmas e para os outros. de maneira t$pica.

pria '$cara. (odemos ver a terr$vel ironia disto )uando os clientes tem sido "isgados por pensamentos tais como? !sou mau!. /a rea da avaliação. Os pseudo#tatos não podem mudar "acilmente. Se * permitido )ue !9O-! se%a tratado como um tato. \ medida )ue os pensamentos vem e vão. parecemos estar descrevendo a pr.s somos e. Segundo. e )uando a a"irmação * controlada pela pr. &ssim. de maneira )ue. Se uma pessoa "ocaliza isto como uma )uestão de ser como n. por*m. um tato. uma pessoa poderia dizer? !8ssa * uma boa '$cara!. Se eu digo de uma '$cara? !8sse * um carro de corrida!. com toda probabilidade. a literalidade não seria problema. * prov vel )ue rastreemos esta regra literalmente. tamb*m não se pode mudar. (or e'emplo. não.Ama maneira pela )ual as pessoas podem acabar entrando novamente em uma luta * con"undindo a avaliação com as coisas avaliadas. assim o "azem os termos !mau! e !bom! desde )ue eles perderam o seu status literal. por)ue a regra estaria presente somente )uando os eventos de )ue a palavra tateia tamb*m estivessem presentes. eu encora%o os clientes a nomear as avaliaç1es. . uma vez )ue pensamos )ue somos maus devemos continuar sendo maus. acertadas. algumas vezes. não obstante. estamos reagindo a coisas. os termos parecidos a tatos devem ser muito resistentes 0 mudança. nossas avaliaç1es devem ser a"irmadas 2held on to6. 134I6. 7 duas coisas. em vez de dizer? !meu trabalho * horr$vel.n"elizmente. & palavra boa não *. O tato * um caso em )ue a e)uivalência entre os est$mulos verbais e o mundo pode ser muito estreita. se todos os rastrores se baseiam em tatos. o cliente aprende a dizer? . <ealmente. 8m outras palavras. em relação a isto. Tazer isso resultaria no caos.pria '$cara? !8ssa * uma boa '$cara!. tais como gostarmos ou não da '$cara. de"endidas. 8m vez de descrever nossas reaç1es 0 '$cara. @uando dizemos? !8ssa * uma '$cara!. seguidas. etc. não podemos permitir )ue os tatos mudem muito rapidamente. mesmo )uando não * literalmente verdade? não * um tato. )ue são destrutivas. de ter o pensamento de )ue somos maus. podem ser rasteados 2W8TT>8 N 7&a8S. eu tenho )ue pedir demissão!. tamb*m. algumas vezes. esta a"irmação * um T&TO. (or e'emplo. a comunidade verbal não pode permitir#se re"orçar esse tipo de a"irmação. & pessoa pode. então não * criada tal rigidez arti"icial. pensar !sou mau! e. (rimeiro. /ão h nenhum est$mulo !9O-! presente. muitas outras descriç1es aparentes não são realmente tatos mas.

(ode "azer uma di"erença not vel no controle e'ercido por este tipo de conversação por parte do cliente. Se o an"itrião não gosta disso.&< &S 9O&S#:. &inda * poss$vel . Am cliente )ue diz? !@uero ir 0 alameda. esse pr.sto não * nada mais )ue dar uma razão emocional como causa do comportamento. &ssim. en"ra)uecer este último conte'to en"ra)uece notavelmente es"orços desnecess rios para mudar eventos antes )ue se%am poss$veis mudanças na vida. o beberrão )ue dorme atr s do supermercado !d um shoO!. e eu estou pensando )ue tenho )ue pedir demissão!. . (or e'emplo. !-&S! )uase sempre d sustentação ao conte'to de dar raz1es. ou o )ue um de meus estudantes chamou de !amigo $ntimo do beberrão!.!minha avaliação do meu trabalho * )ue ele * horr$vel. /a terapia. !-as! * tipicamente usada para denotar algum tipo de incompatibilidade entre um evento e outro. &ssim. esta convenção pode ser re#estabelecida durante um curto per$odo de tempo. mas estou com medo!. a avaliação não * o mesmo )ue boa vontade.n"elizmente. 8m )ue )uase toda situação a palavra !8! a%usta#se melhor e * mais verdadeira % )ue descreve a e'periência do cliente de maneira mais estreita. . parecer )ue os clientes estão sendo pu'ados novamente a uma luta.prio desgosto * somente outro beberrão na porta. &s avaliaç1es tamb*m podem apresentar um problema )uando os clientes con"undem o dese%o de e'perimentar determinados sentimentos 2isto *./. Outra maneira pela )ual os clientes encora%am a luta * pelo uso da linguagem )ue implica )ue a luta * necess ria. surge a partir da convenção social acerca da consistência e da compatibilidade. esta pr tica incPmoda pode ser reduzida. O e'emplo mais claro disto * o uso da palavra !-&S!. e estou com medo! est . dei'ar o controle de lado6 com a avaliação de )ue a e'periência * dese% vel.epois de diversas semanas. descrevendo dois . Ama met "ora )ue eu uso * a de uma !"esta de casa aberta! )ual todos na vizinhança são convidados. O cliente não necessita gostar de sua ansiedade # a )uestão * a boa vontade para ter a ansiedade )uando ela aparece. & incompatibilidade. devido a )ue o conte'to de controle * baseado no conte'to de dar raz1es. mas se em )ual)uer momento. . e'atamente. isso sugere )ue o medo * incompat$vel com a apro'imação. &l*m do mais. se um cliente diz !)uero ir 0 alameda. eu encora%o os clientes a mudarem todas as palavras !-&S! para a palavra !8!. por*m.&S a ele sem ter )ue gostar do "ato dele ter !dado um shoO!.

(or e'emplo. negação.8 &Y^O . encobrimento. & pergunta )ue eu "ormulo aos clientes antes de tentarem a e'posição deliberada *? !Tora da situação em )ue h uma distinção entre você e as coisas )ue você e'periência.urante a e'posição trabalho continuamente com o cliente para reconhecer a di"erenciação entre ele com uma pessoa e os . agora.SSO . a pessoa pode "azer promessas e saber )ue não haver e'cusas para um "racasso ao concretizar um pro%eto 2to "olloO through6. /ada deve mudar antes de )ue uma ação se%a realizada. agora. isto re)uer alguma reorganização conceitual. voltaremos 0 parte inicial da terapia e descobrimos )ual * o problema. e o controle * o )ue limita os horizontes dos clientes. 8m vez disso. O trabalho de e'posição.esde )ue as raz1es são. mais preparado para empreender 2to taGe6 uma ação diretiva para mudar a )ualidade de sua vida. em primeira lugar. desde )ue muitas destas t*cnicas originariamente emergiram dentro do conte'to do controle. uma oportunidade para "azer e manter compromissos. es)uiva.=O-(<O-. lutar com a ansiedade.'ima pergunta ao cliente *? !:ocê )uer ir 0 alameda 8 sente medoC -8T& J? &SSA-. Se a resposta * !não!. entretanto. mantendo seu compromissoC!. ao mesmo tempo. não se destina a reduzir a ansiedade.bicos. sempre situadas no conte'to de um en"o)ue conte'tual 0 e'periência privada.epois do trabalho acima. apro'imadamente neste ponto 2cerca de H sess1es terapêuticas6.O A. tentativa de mudança. )uando estou trabalhando com agora". 8las estão. somente comportamento verbal e não causas literais.eventos emocionais. & pr. . ou )ual)uer outro tipo de luta # e "azer o )ue realmente "unciona para você nesta situação. Se a resposta * !sim!./. &lgumas vezes. D neste ponto )ue as t*cnicas do behaviorismo tradicional tornam#se importantes. * tempo de se e'por. a e'posição d 0s pessoas uma oportunidade de treinar a e'periência da ansiedade sem. com e'ceção de algumas "ormas de Terapia =ognitiva. o cliente est . 8u não conheço nenhuma t*cnica comportamental )ue não possa ser relacionada dentro de um en"o)ue conte'tual. por*m. geralmente começamos a realizar e'erc$cios de apro'imação deliberada. . )uer você e'perienciar seus pensamentos e sentimentos sem de"esa. tamb*m. D.

& medida )ue "aço isso.pria terapia 2ver Wettle N 7aLes. & e'posição imagin ria tal como dessensibilização *. e o encora%o a não lutar com ela. 8u utilizo o e'emplo de uma criança "azendo birra para obter doces. . )ue algumas vezes utilizo * esta? !. mas não a !comprar! nenhum sentimento. as emoç1es de um cliente !conhecerão! os limites e provavelmente os e'cederão. !somente mantenha seus olhos abertos.sto parece provavelmente aumentar o controle patol. o monstro ter o controle!. uma oportunidade tanto para sentir ansiedade como para aprender a dei'ar de lutar com a mesma.a mesma maneira. 8m vez de lutar. =omo a criança. apesar de )ue estas pr. mais "orte o monstro se "az. etcK se tomado literalmente. &lgumas vezes. pensamento. encora%o o cliente a e'perimentar. & met "ora sugerida originalmente por um cliente. agora.prias regras são. Somente se você entrar na batalha 2por e'emplo a ansiedade6. &lgumas "ormas de Terapia =ognitiva. a)uelas estabelecidas pela pr.comportamentos privados )ue est e'perienciando. mas )uanto mais você luta. Se a criança sabe )ue o pai tem um limite e )ue se render se chegar ao mesmo # talvez J minutos # adivinhe )uanto durar a birraC . @uero dizer com isso )ue o cliente deveria ver a emoção ou o pensamento. agora.prios sentimentos deve ser realmente "orte. inter"eriria com o e'erc$cio 2incluindo pensamentos !úteis! como !8u "arei isto corretamente!6. seus p*s no chão e suas mãos abertas!.magine )ue você est em um cabo#de#guerra com um monstro enorme. :ocê luta mais e mais. )ue parece tentar empurrar você numa "ossa. * importante )ue não dei'e )ue se%a uma meia medida. você pode "azer algo mais e"icaz? soltar a corda. se um cliente dese%a "icar ansioso. 8ncora%o o cliente a sentir )ual)uer )ue se%a seu sentimento. & <8T procura mudar . tamb*m podem ser utilizadas at* certo ponto. /ão h como auto#enganar#se. algumas vezes eu peço ao cliente para sentar# se a uma distFncia de apro'imadamente S0cm 2um p*6 de mim e lhe peço para olhar#me nos olhos durante dois minutos sem "alar ou rir. (or e'emplo. uso deliberadamente e'erc$cios de boa vontade para treinar o !soltar a corda!.gico de regras socialmente estabelecidas. & Terapia <acional 8motiva 2<8T6 * muito di"$cil de ser integrada dentro desta perspectiva por)ue ela chega muito perto de dizer )ue você não deveria pensar certos pensamentos. incluindo a ansiedade. segundo * ensinado. O compromisso de e'perimentar nossos pr. mas não "ugir dele e nem lutar com o mesmo. 1340K 134I6. =omo digo a meus clientes.

O %ogo consistia em olhar o des"ile como de um palan)ue. o cliente p1e# se em estreito contato como o mesmo. isto pode ser considerado como um treino de rastreamento 2Wettle N 7aLes. os e'erc$cios da Vestalt são maneiras de "azer e'posição imagin rias a eventos privados com os )uais os clientes estão lutando. e para testar a e'atidão das regras. 8ssencialmente. =om os olhos "echados. /esse momento. 134S6 * mais compat$vel. 98=R tamb*m tem o seu !distanciamento! apesar de )ue não * tão compreensivo como o presente en"o)ue. @uando um sintoma espec$"ico isolado 2single6 * nomeado. por)ue eles levam bem naturalmente a algum senso de distFncia entre o conteúdo das e'periências e a pessoa )ue se enga%ou no processo de e'perienci #las. olhando & (&<T. Tre)+entemente. Ocasionalmente utilizo tamb*m. começa selecionando um evento privado com o )ual o paciente este%a lutando. o terapeuta encora%a o cliente a ver se * poss$vel sentir somente . O distanciamento compreensivo compartilha muitos atributos com diversas terapias e'periências. "re)+entemente eu tenho clientes )ue colocam suas emoç1es 0 sua "rente e as descrevem "isicamente. chamou de atitude apropriada de !auto#observação )uieta. 8la imaginou )ue seus pensamentos eram soldados marchando. e o des"ile termina. 8la a chamou de e'erc$cio dos !soldados no des"ile!. 9ecG N 8merL. 8ste * um e'erc$cio )ue pode "acilmente ser "eito em casa. O terapeuta então. (or e'emplo. O en"o)ue de 98=R 2por e'emplo.< do pensamento. Outro e'erc$cio de associação. ao menos em alguns de seus elementos. algumas t*cnicas psicoanal$ticas. 8m vez )ue olhar (&<& o pensamento. utilizo os e'erc$cios da Vestalt. os clientes descobrem )ue o des"ile parar )uando um dos pensamentos "or tomado literalmente. o cliente perde o )ue T<8A. por e'emplo. O distanciamento compreensivo procura mudar o conte'to dentro do )ual acontecem os pensamentos. =ertamente. Ama "orma de e'erc$cio de livre associação )ue eu gosto * a)uela )ue um de meus clientes criou. h muito a ser dito para ensinar clientes a "ormular regras de maneira test vel. agora. o cliente est . . )ue pode ser "eito nas sess1es.nvariavelmente. pede ao cliente para nomear uma sensação corporal )ue pareça associado com o evento. e ver )uão longe ela poderia ir sem parar o des"ile.os pensamentos. evitando ou tentando mudar. carregando sinais com os pensamentos sobre eles. 8ssencialmente. 134I6. não re"le'iva!.

o ponto de vista do behaviorismo radical. a !Vestalt! ou !)ual)uer outro con%unto de t*cnicas! pode ser parte da terapia do comportamento )uando 2mas somente )uando6 isto acontece. e se chamamos a todos os princ$pios )ue e'plicam o comportamento de !princ$pios comportamentais!. não são realmente behavioristas em um sentido comportamental radical do termo. inerente 0 posição. os behavioristas agem como se todo o comportamento devesse ser e'plicado atrav*s de princ$pios comportamentais conhecidos. depois. &ssim.esta maneira.sto não signi"ica )ue conheçamos corretamente todos os princ$pios necess rios para e'plicar a ação humana.& T8O<. mas isto não * realmente em absoluto. diversas lembranças. e se a terapia muda o comportamento. muito mais met "oras e e'erc$cios )ue se a%ustam bem dentro do en"o)ue conte'tual. diversos pensamentos. se n. diversas predisposiç1es comportamentais e. eu não )uero dizer )ue somente t*cnicas chamadas !=omportamentais! "uncionarão. * um en"o)ue 0 terapia )ue * organizado. a Terapia =omportamental não * um con%unto de t*cnicas. 8m cada caso.T8<8/=. (ode ser um poderoso e'erc$cio. o terapeuta a%uda o cliente a e'perienciar completamente o $tem associado. /ão os conhecemos.s tentamos dar uma e'plicação compreensiva do comportamento humano. negação ou luta # isto * sem a intenção de control #lo.& O presente livro pergunta? !@ual * a relação entre Terapia =omportamental e Terapia =ognitivaC! .esse sintoma corporal sem de"esa.O & TD=/. conceitos e metodologia comportamental. . racionalizado e avaliado em termos de "iloso"ia. /a minha opinião. -as sim. &lgumas vezes. D uma aberração arrogante da mesma. a !(sicodinFmica!. 7 destes ter )ue esperar outro ". uma terapia e"icaz * a behaviorista. (or isto. .e "ato. o terapeuta conduz o cliente atrav*s de diversas sensaç1es corporais.&/. . /ossa tare"a * descobri#los. diversas emoç1es.. muitas t*cnicas chamadas t*cnicas terapêuticas comportamentais.=& . . "inalmente. mas a e'plicação .rum ainda mais e'tenso. @uero dizer. então deve ter acontecido devido a tais princ$pios comportamentais.

mas não * " cil. estou aprendendo a ignorar esta ansiedade!. . o terapeuta deve ser capaz de discernir e reagir a "ontes de controle sobre o comportamento. .ras. poder$amos ver as t*cnicas )ue obviamente tratam o comportamento aberto como !comportamental!. Os terapeutas precisam estar atentos a 2to be on the looG out "or such6 a"irmaç1es como !Tinalmente. Os clientes podem aprender a "uncionar dentro de uma perspectiva conte'tual.gico contemporFneo. Tal a"irmação pro"undamente in. 8m geral. O trabalho bem#sucedido dentro desta perspectiva parece re)uerer o seguinte? $%& Sensi'i(i"a"e a ) ntr (e "estr*tiv + r re. e ecleticismo te. particularmente.nversamente. então. para sempre um mero subcon%unto de en"o)ues terapêuticos.O T8<&(8AT& . /este caso. somente dois usos sensatos do termo !terapia comportamental! parecem poss$veis.sto inicia novamente uma luta para reduzir ou eliminar a . isto parece ser verdade.. (oder$amos reivindicar )ue todas as t*cnicas empiricamente estabelecidas são comportamentais.entro de uma perspectiva conte'tual. signi"ica )ue não podemos apoiarmo#nos na "orma do comportamento. a tendência a distinguir entre "orma e "unção de maneira )ue parece )ue eles estariam e'tremamente bem preparados para esta tare"a. mas não sempre. )ue estão )uase onipresentes em nossa cultura. de dar raz1es e de controle são os conte'tos dominantes dentro dos )uais todos "uncionamos. Os conte'tos de literalidade. mas devemos discernir sua "unção. 8ssencialmente. a Terapia =omportamental "az#se uma (sicologia =l$nica emp$rica.esde )ue a meta do distanciamento compreensivo * mudar estes conte'tos. con"undido O (&(8> . por*m. Os behavioristas têm.rico ser ine'trincavelmente com o ecleticismo t*cnico.cua * perigosa por)ue usualmente signi"ica )ue a pessoa pensa )ue a ansiedade deve ser ignorada para )ue seus e"eitos se en"ra)ueçam. . a terapia do comportamento ser .entro do behaviorismo metodol.

)uando a ansiedade aumenta mais uma vez. "re)+entemente. O terapeuta deve ser capaz de e'por de maneira di"erente as )uest1es b sicas. os clientes "re)+entemente agem como se agora eles soubessem como controlar sua ansiedade. 8ntão.e maneira similar. a pr. Os bons terapeutas estão prontos a adaptar seus pontos a uma "orma )ue não * dominante e. Os terapeutas tamb*m devem ser capazes de reagir rapidamente 0s suas observaç1es. 8les sentem#se gratos por)ue ela "inalmente "oi embora. os clientes podem dizer. en! /*e r0+i" e !(e12ve( $.sto * algo preocupante por)ue implica )ue a medida do sucesso ou "racasso deveriam ser os sentimentos.s as primeiras cinco ou seis sess1es )ue são . não literal.ansiedade. a luta começa novamente devido 0 atitude )ue diz? !(ensei )ue a tinha vencido. em resposta a uma pergunta acerca de como as coisas vão? !sinto#me e'tremamente bem!. /a sessão regular. )uando o cliente o re)uer. a luta recomeçar . advirto os clientes )ue se a ansiedade cai depois )ue a !escala de controle! caiu 2como )uase sempre "az6. Tre)+entemente. Os terapeutas devem. por e'emplo. &ssim )ue os clientes começam a tomar esta auto#conversação literalmente. momento a momento. $-& U. eventualmente o "az.pria interação * cr$tica.rias e esperar )ue criem a mudança. ser muito sens$veis aos est gios iniciais deste tipo de luta e aos múltiplos caminhos )ue podem elev #la. na parte inicial do processo terapêutico 2mas ap. . * e'tensivo neste en"o)ue. . O terapeuta deve permitir )ue o cliente descubra algumas destas coisas. este * o momento traiçoeiro. O material did tico simplesmente estabelece as bases l. sem simultaneamente dominar o cliente. de "orma a se adaptarem ca situação presente. :endo )ue a ansiedade caiu.inante&. /a realidade. mas não o "iz!.gicas para "azer o trabalho realmente importante? discriminar e reagir ao !sistema! do cliente. /ão h nada errado com estes dese%os em si. como com certeza. em vez de simplesmente permitir )ue ela chegue a um n$vel natural apropriado ao momento. -uito deste cap$tulo pode parecer ter indicado )ue se pode contar 0s pessoas somente umas poucas hist. mas se eles são tomados literalmente.as n3 " .sto tende a permitir )ue os clientes descubram pontos sem uma racionalidade linear. . mas o terapeuta tamb*m deve ser "le'$vel e criativo ao "omentar essa descoberta. 7 um passo curto de !@uero sentir#me bem! para !/ão )uero sentir#me mal!. a escala de controle move#se para cima novamente. O uso criativo da met "ora e da alegoria. em conse)+ência.

s. (or e'emplo. 8m geral.relativamente did ticas6. $4& C ( )ar as t5)ni)as e. apontando as lutas impl$citas )ue ele est travando. em nome de seus e"eitos.e maneira similar. (odemos ser mais sens$veis 0s armadilhas )ue os outros colocam somente )uando percebemos algumas das )ue n.prias vidas. um terapeuta )ue pretende praticar a partir deste conte'to não deve "azê#lo como uma t*cnica ou como um golpe a ser des"erido em outrem. a avaliação r pida e um en"o)ue "le'$vel * essencial para o sucesso nesta terapia. Os problemas citados acima 2sensibilidade. intervenção "le'$vel. praticando o )ue pregam. talvez. 8u veri"ico )ue terapeutas ine'perientes "re)+entemente deslizam para o uso de t*cnicas. os terapeutas podem apontar a relevFncia deste conte'to para eventos espec$"icos somente se eles e'aminarem tal relevFncia "re)+entemente e em detalhe # como ser o caso se eles o estiverem aplicando a suas pr. ) nte1t a+r +ria" . terapeutas ine'perientes dirão aos clientes )ue ser mais assertivos "ar com )ue eles se sintam melhor )uando. mas como um conte'to para o comportamento tanto do terapeuta como do cliente. a mais di"$cil. talvez )uatro ou cinco vezes e cada vez pode tomar uns poucos minutos para lidar com isso. &ssim.s mesmos colocamos. $6& Prati)ar /*e +re.a. *. de "ato. &ssim. e o uso criativo de t*cnicas espec$"icas6 provavelmente todas "luem a partir deste ponto.sito 2nem * o e"eito necess rio6 do treinamento dentro deste conte'to. em vez de us #la como uma pr tica para permitir abandonar a luta com a ansiedade. Tinalmente. eles "re)+entemente prop1em o treino em rela'amento como uma maneira de a%udar o cliente a rela'ar. (or)ue um en"o)ue conte'tual choca#se com o ponto de vista da cultura dominante a maioria dos terapeutas passam momentos di"$ceis no in$cio. os terapeutas utilizarão t*cnicas de "orma coerente somente )uando o en"o)ue geral estiver . Ama rea di"$cil neste en"o)ue * a necessidade de ade)uar t*cnicas e e'erc$cios a um conte'to geral )ue não est bem estabelecido dentro da cultura. 8sta última caracter$stica do terapeuta *. )ue não se a%ustam dentro deste en"o)ue. posso ter )ue reorientar um cliente. . não * esse o prop.

. Am en"o)ue conte'tual não * uma t*cnica. terapeutas. &credito )ue isto ocorre por)ue eles procuram mudar apenas a "orma do comportamento. . do )ue incomoda a ele ou a ela. 134I6 podem dar !curto circuito! na tentativa de controlar a e'periência privada.completamente integrado com suas pr. 8<<OS =>U/. criando o problema. tomamos este papel paternalista em relação aos clientes. )ue lhes ensinem como comportar#se. notemos . (or e'emplo.cio#verbal para )ue este tipo de controle emer%a mais uma vez. a lista se e'pande. @uando n. mas dei'a no seu lugar o suporte s. algumas vezes incapacitamos suas habilidades para e'perienciar as contingências de maneira direta e veri"icar )ue eles têm recursos para aprender e crescer. Se eu e'amino os erros a partir deste en"o)ue. . como uma avaliação e'ata do )ue necessita ser mudado. mas dei'am intacto o sistema )ue est . em primeiro lugar. 8m relação 0 toda conversação diretiva )ue alguns leitores podem ter discernido neste cap$tulo. eles estão )uebrados ou de"icientes ou )ue eles necessitam. )uando de "ato este evento * problem tico somente dentro de um conte'to determinado. muitos dos assim chamados procedimentos de mane%o da ansiedade parecem levar somente a melhoras limitadas. de alguma maneira. mas ali eu estava concentrado mais nos erros cometidos dentro deste en"o)ue.sto * especialmente lament vel )uando leva o cliente a ter um problema cont$nuo e uma melhora super"icial. em vez do conte'to.=OS =O-A/S &t* certo ponto % lidei com esta )uestão acima. =omumente. de alguma "orma b sica. isto releva por mesmo em uma tendência a dar conselho desnecessariamente ou de instruir as pessoas acerca da TO<-& )ue seu comportamento deveria tomar. (or e'emplo. podemos nos sentir tentados a tomar o relato do cliente. como a )uestão#alvo. não alterando o comportamento em um sentido "uncional completo. Outros en"o)ues algumas vezes "uncionam. Am segundo tipo de erro pode acontecer )uando terapeutas agem como se os problemas )ue os clientes estão en"rentando indicassem )ue.e longe.s. instruç1es parado'ais 2EeeGs N >d&bate.prias vidas. o erro mais "acilmente cometido * tomar o conteúdo.sto *.

(ara isto. no )ual di"erentes t*cnicas estão dispon$veis mais ou menos independentemente uma da outra. O cliente *. Se o problema * "alta de instruç1es ade)uadas. D claro. @A8ST]8S =>U/. por )ue isto não tem sido su"icienteC. )uando dizemos a uma pessoa o )ue "azer para comportar#se de uma maneira socialmente habilidosa. Tre)+entemente. 13456. mesmo )ue essas armadilhas "uncionem 27aLes et al. O distanciamento compreensivo * o en"o)ue mais ousado )ue procura alterar "undamentalmente o mecanismo b sico do controle comportamental. h alguns tipos de problemas )ue são sens$veis a simples intervenç1es instrucionais mas. Am terapeuta não pode esperar conseguir uma mudança permanente ou duradoura no conte'to do comportamento do cliente se o conte'to estabelecido na terapia "ica mudando. 134Hb6. & con"rontação parece#se mais com apresentar um dilema ao cliente. resistente antes mesmo de vir 0 terapia.STB/=. )ue uma prescrição. 8m um en"o)ue orientado em relação 0s t*cnicas. &l*m do mais.=&S =O-A/S <8S. as instruç1es parecem ter uma grande probabilidade de "azer com )ue os clientes caiam em uma armadilha. podemos estar colocando limite m 'imo sobre a e'celência do desempenho )ue a pessoa possa ter. se re)uer uma maior consistência. (or e'emplo.)ue muito pouco da mesma diz ao cliente )ue "orma de comportamento adotar. provavelmente. de certa maneira.& 8m certo sentido. a inconsistência não * um grande problema. o )ue n. Am tipo "inal de erro )ue * crucial neste en"o)ue * a inconsistência. (or )ue o comportamento problem tico não mudou )uando as conse)+ências negativas "oram . todo meu en"o)ue est orientado para lidar com os problemas da resistência. bem menos do )ue pretendemos. 8les estão muito ocupados seguindo a regra para conseguirem aprender 0 partir das contingências diretas 2&zrin N 7aLes. 8u descon"io de conselhos e instruç1es.s dizemos aos clientes são coisas )ue eles % ouviram.

do conteúdo do )ue n. mas para dar#lhes espaço para e'perienci #los completamente como eles são. o compromisso não * comigo # * um simples reconhecimento e o conhecimento da "orma como as coisas são. um !control move! assim. Se os clientes não concordam.sto /^O * "eito para diminuir estas e'periências. 8'plico )ue não serei eu o pre%udicado se seus problemas continuarem. como um organismo consciente. sem tom #los verdadeiramente pelo )ue eles dizem )ue são literalmente. tristeza * tristeza # nada mais nem menos # * algo a ser sentido. reduzir a resistência. @uando en"rentamos isso e vemos nossas intenç1es de e'plicar nossa sa$da somente como mais comportamento. assim dever ser "eito. então )ue assim se%a # mas então eles devem ser honestos consigo mesmo acerca de o por )uê eles estão onde estão. realmente. -uito da resistência *. e não alguma coisa a ser seguida. Tamb*m impeço a resistência "azendo com )ue os clientes "açam compromissos pessoais para mudar. a pergunta simples *? !:ocê concorda em "azer o )ue "uncionaC! Se * assim.s e'perienciamos. &inda pensarei bem deles como pessoa. essencialmente. @uando um cliente admite )ue ![! não "unciona e !a! "unciona. importantes ou sentidas. irrelevante. automaticamente. apesar de )ue lamentarei o "ato deles estarem paralisados. @uero dei'ar claro )ue eu não adianto )ue os clientes me dêem as raz1es pelas )uais eles não podem "azer o )ue "unciona. & resistência não "unciona. 8ste tipo de elaboração e seguimento de regras *.sito da distFncia não * a"astar os eventos do cliente. a resistência * impedida pelo distanciamento do cliente. . uma )uestão . /o distanciamento compreensivo. O prop. acredito )ue usualmente este tipo de resistência vem de um problema do controle por regras. por e'emplo. ou para "azê#las menos poderosas. &ssim. &ssim. -esmo se uma razão grande * dada para a resistência. mesmo assim. o distanciamento pode. a )uestão ainda voltar ? !=omprar essa regra "unciona para vocêC &ssim uma e'plicação pode ser grande e. a de"esa criada pela resistência desmorona.contactadasC =omo % colo)uei. &o en"ra)uecer o conte'to de dar raz1es e a procura por e'plicaç1es inúteis. o terapeuta * capaz de reduzir a habilidade para invocar as normas ou padr1es sociais )ue são utilizados para %usti"icar ou e'plicar a resistência. não * para "ugir disso ou para ser controlado por isso.

para manter a sua an lise correta. como este en"o)ue o "az. 8les dirão ao motorista 2a pessoa )ue tem esses pensamentos e sentimentos6 onde virar. Os passageiros são os pensamentos e sentimentos.sso * chamado compromisso. @uando se retira as de"esas verbais. e pedindo para a pessoa )ue "aça sua escolha. se o marido tem o ponto de vista de )ue sua esposa est pressionando 2screOing up6 o relacionamento. . &s pessoas recrutam ativamente os membros da comunidade verbal para dar sustentação 0s suas an lises. Se mesmo somente uma pessoa conhece a natureza do %ogo. &ssim. * claro. virão e o obrigarão a olh #los.ria de enga%ar#se em an lises "ormais. 8les tamb*m têm uma longa hist.prios interesses por)ue nossos interesses estão divididos entre as conse)+ências sociais de estar certos e as conse)+ências naturais de comportar#se de maneira e"icaz.ria de re"orçamento social pela ade)uação de tais an lises. e ameaçarão o motorista se ele não os obedecer. eles podem descer. 8u lido com esta )uestão apontando este sistema. se ele não "izer um acordo com os passageiros de )ue eles se manterão "ora da vista se o motorista "or onde eles disserem. as pessoas são levadas muito naturalmente a este tipo de controle por regras. o motorista ir ao lugar indicado pelo sinal. de certa "orma o %ogo . Trabalhamos ativamente contra nossos pr. o re"orçamento por este comportamento * tanto penetrante )uanto muito rico. . trabalharemos "re)+entemente para manter a aparente segurança de nossas an lises. mesmo se as conse)+ências "orem totalmente negativas. ele pode necessitar manter o relacionamento pressionado. 8les e'plicam a calculam coisas. estar certo "ez#se um re"orçador muito poderoso. O motorista p1e um sinal em "rente do Pnibus dizendo onde est indo e depois vai at* l . o motorista teria )ue parar o Pnibus para tentar isso. &s pessoas têm uma longa hist. O motorista s. Ama )uestão "inal não "oi descrita ainda. & solução * o )ue !greLhound! 2galgo6 "az. pode "azer isto. Tentar empurr #los para "ora do Pnibus não "unciona # e. Se os passageiros não gostam do destino ou do caminho. &o longo do tempo.de elaboração de T&TOS e de rastreamento. al*m do mais. O problema com isto * )ue as conse)+ências sociais de estar certo podem superar as conse)+ências naturais do comportamento.sto * o )ue * chamado !estar certo!. mas descendo ou não. (or e'emplo. Ama met "ora )ue algumas vezes utilizo * a de um motorista de Pnibus. de tal "orma )ue. mas tamb*m * "undamental para este en"o)ue.

. gosto de usar a linguagem da escolha com os clientes por)ue permite )ue não ha%a %usti"icativa ou e'plicação? escolhemos por)ue escolhemos. ele me disse )ue a)uele tinha sido um momento decisivo em sua vida. Se se !escolhe livremente!. . 8u "aço com )ue o cliente "ocalize os custos e corto os caminhos verbais de "uga. não uma e'plicação. &ssim. uma vez um cliente veio 0 sessão terapêutica dizendo )ue ia se matar por)ue sua e'#mulher. se você est tão interessado em "azer com )ue sua esposa este%a errada e você certo. . não h raz1es )ue se possa dar por "racassar na e'ecução de um pro%eto )uando se "ala em escolhas. (or e'emplo.s usualmente não conhecemos a e'plicação. &nos depois. &ssim. o cliente não est errado ao ser controlado por isto. 8le me deu sua arma. 8u "i)uei bravo. &lgumas vezes dizemos. não escolhemos por determinadas raz1es. eu não teria sido capaz de assumir e de"ender essa posição de maneira tão determinada. 8ntão eu dei'o o cliente escolher. v em "rente. por)ue * invariavelmente o programa do cliente versus o cliente.sto pode soar mentalista. ele começou a chorar. de )uem tinha se separado recentemente. estava morando com algu*m. isto tem um custo.sso * um comportamento. Se n. /. 8u a en"atizo. entretanto. !D uma escolha livre!. -as eu )uero )ue você saiba )ue "icar uma pessoa neste mundo )ue saber a verdade # )ue sabe o )ue você est "azendo. 8S=O>78< pode parecer uma palavra estranha para ser usada por um behaviorista. a ponto de )uerer sacri"icar sua vida. :ocê pode at* enganar sua esposa # ela pode mesmo !comprar! esta mentira # mas você e eu sabemos o )ue realmente est acontecendo a)ui!. O cliente escolhe. mas ao sistema )ue o persegue. estando certo. Tento ter certeza de )ue essa )uestão não desliza para a )uestão do cliente versus eu mesmo. a . =om isto.s não tiv*ssemos lidado com a )uestão do certo e do errado. previamente. & )uestão deslocou#se muito rapidamente para a)uilo do )ue ele )ueria se de"ender.sto mostra a estrat*gia geral )ue eu sigo )uando a resistência emerge na terapia. mas realmente * a maneira mais comportamental de "alar. 8u lhe disse? !Olhe. incluindo a maneira na )ual o )ue est sendo produzido por velhas programaç1es )ue têm causado danos ao cliente em outras condiç1es. (rocuro ter certeza de )ue o cliente ve%a )ue não o estou desa"iando. mas eu a considero apenas de maneira descritiva. (essoalmente.termina. 8u estava somente dizendo )ue o )ue ele estava "azendo 2tentando estar certo e "azendo com )ue outros estivessem errados6 não estava dando certo para ele. 8le teria pensado )ue eu estava dizendo )ue ele estava errado # e eu não estava "azendo isto.

recentemente conclui meu trabalho com uma obsessiva#compulsiva )ue veio ver#me e'atamente depois de sua segunda hospitalização psi)ui trica devido a sua desordem.r. "oi )ue eu pensei )ue para "icar boa tinha )ue. os h bitos de saúde. )ue !o pensamento não pode estar ali por)ue não posso viver com ele. (or e'emplo. mas não * necess rio )ue eles controlem você!. etc. . vocês sabem. seu problema de IJ anos clari"icou#se 2ver Tigura I. cliente 16. 8u não pensava )ue eu podia ter esses pensamentos e viver com eles. Am estudante lhe perguntou? !@ual "oi a coisa mais importante )ue o . (or e'emplo. 8ntre parênteses. de maneira )ue tenho )ue ter in"luência sobre eles!.palavra >. ela re"azia repetidamente seu caminho ao dirigir para veri"icar se não tinha atropelado algu*m. uma vez )ue ela impede a habilidade de dar e'plicaç1es.:<8 em !escolha livre! mant*m a conversação de escolha ao n$vel da descrição. 8u descobri. @uando você a usa completamente. )ue as principais reas de generalização simplesmente emergem assim )ue a natureza da similaridade se torna evidente. 8. penso eu. imediatamente. repetidamente. & cliente % tinha recebido )uase todos os tipos de terapia imagin veis. 8u pensava.escrição * prerrogativa a )ual escolha pertence. Os pensamentos. desde tran)uilizantes 0 eletrocho)ue. este * um e'emplo de como as palavras podem.s#graduação da )ual eu era pro"essor. os amigos. 7aLes disse? !/ão precisa ser desse %eito. entrar em con"lito com o behaviorismo e. 8la respondeu? !& coisa mais importante. são in"luenciados pela tendência de tentar usar estados mentais para e'plicar e %usti"icar nossas aç1es. Veneralizaç1es e -anutenção O en"o)ue 0 terapia )ue estou descrevendo. 7aLes "ez por vocêC!. literalmente. 8la tinha muito medo de "erir outras pessoas.epois de seu tratamento. o . e tinha múltiplos rituais de con"erir 2checGing6. o relacionamento. aplica#se a muitas situaç1es na vida das pessoas. nem mesmo pensar )ue eu poderia ter "eito alguma coisa para "erir algu*m. de alguma maneira. o )ue ela "ez. provavelmente. 8la parou de tentar lutar contra a ansiedade.epois )ue sua terapia concluiu. :ocê não pode pensar menos do )ue pensa agora. não diminuam nada. a escola. .r. lhe pedi )ue "alasse a uma classe de estudantes de p. os empregos. . . mesmo assim sustentar "uncionalmente mudanças comportamentais pro"undas por parte do cliente.

e comportar#se de acordo com a realidade de )ue ser assertivo "unciona. durante a terapia. eles aprendem a estrat*gia e não somente o e'emplo espec$"ico. (or e'emplo. 0 reas )ue não estão associadas de maneira estreita com o t. são levantadas e lida#se com elas. ela repentinamente tamb*m começou a ser mais assertiva. l pelo "inal do processo terapêutico individual. :elhas )uest1es )ue podem não ter levado o cliente 0 terapia. 8m certo sentido. os sentimentos de )ue seria desastroso ser assertiva. "aço com )ue muitos de meus clientes participem de um grupo. irritantes. então. "alo de boa vontade de velhas lembranças. mais dese%osa de e'perimentar os pensamentos de )ue ele não deveria ser assertiva. &o "inal. ampliando deliberadamente o escopo dos t. 8ste tipo de !insight! * do tipo )ue parece generalizar#se naturalmente. ser ansiosa e )ue era pre"er$vel. eles usualmente estão mais relacionados do )ue pareciam no in$cio. 0 medida em )ue ela se "az mais dese%osa de sentir ansiedade pelo )ue a ansiedade era realmente. 8m certo sentido estou seguindo o conselho de StoGes N 9aer 213MM6 de !treinar de maneira "rou'a!. . (enso )ue "oi a$ )ue decidi )ue estava O. a generalização "az#se mais prov vel.pico da terapia. algumas vezes eu estava ansiosa e outras não!. mas depois de ter lidado com v rias )uest1es. 8u encora%o este processo de )uatro maneiras. gastamos muito pouco tempo trabalhando isto de maneira direta. simplesmente. Todavia. não obstante. O grupo * constitu$do por clientes mais antigos e clientes )ue entraram posteriormente na terapia. Tinalmente. (rimeiro. )uest1es de "am$lia. para os clientes observarem isto. \ medida )ue novas )uest1es emergem * di"$cil. periodicamente. em geral. 0s vezes. ela e'plicou )ue estava. da mesma maneira. 8la começou a levar coisas )uebradas de volta 0s lo%as.picos terapêuticos. @uando lhe perguntei como * )ue estava pronta para ser mais assertiva. problemas "inanceiros ou somente acerca de )ual)uer coisa )ue o cliente levanta.8 ele acrescentou )ue as únicas coisas )ue eu poderia mudar eram meu dese%o de estar ansiosa e meu comportamento. a lidar com problemas de relacionamento no trabalho e. Segundo.R. na terapia. a praticamente matar meu eu cada vez )ue )ueria livrar#me da ansiedade. mas são. Terceiro tento mostrar como cada )uestão * realmente a mesma coisa? aplica#se os mesmos princ$pios. (or e'emplo. permito )ue sur%am cone'1es em terapia e tenho realmente vontade de desviar#me. a mostrar uma "orma mais comovente de generalização. 0 medida )ue a terapia progride.

Ama vez )ue o sistema * visto claramente. . D necess rio ter o terapeuta ali para . um cliente agora". continua. pensar$amos )ue a manutenção seria di"$cil.bico 2com mais de dois anos p. tais como. o terapeuta não pode abordar os principais problemas de uma s. rapidamente começou a deslizar para uma luta com a ansiedade. o problema parece mudar. se'o. (or*m.evido a uma mudança. depois.=& ` tenho e'plicado por )ue o distanciamento compreensivo não * somente algo )ue possa ser apresentado como um con%unto de hist. relacionamentos $ntimos. para esclarecer algum ponto di"$cil de resolver. eu tive )ue encerrar um grupo deste tipo depois de dois anos e meio. (or e'emplo. D di"$cil acreditar 100_ em uma crença. depois )ue "icar claro )ue uma crença *. Asualmente. O re"orçamento para o seguimento normal de regras. etc. O último ano não "oi gasto diretamente com a ansiedade. somente.rio estabelecido anteriormente na terapia.rias. /este en"o)ue. . de raz1es e luta emocional. )uando os clientes "inalmente !rompem! as linhas inimigas. 8m três sess1es. =erca da metade de meus clientes me verão uma ou duas vezes no ano seguinte ao t*rmino da terapia.s terapia6 recentemente tivera um ata)ue de pFnico em um cinema e. realizadas em uma semana s. 0 medida )ue são necess rios. s. mais um comportamento. a partir deste en"o)ue. & <8>&Y^O T8<&(BAT. amigos. conseguimos reverter o deslize e descobrir )ue o ata)ue tinha sido de"lagrado por algum tipo de luta )ue o precedera. e tende a "ocalizar maneiras de ampliar o progresso )ue eles "izeram em outras reas. & manutenção continua a ser uma problema. vez. por)ue eles simplesmente têm )ue "azer contato com o repert. trabalho. mas em )uest1es escolhidas pelo grupo. Os dois mecanismos )ue utilizo para a manutenção são o grupo )ue mencionei acima e sess1es de encora%amento. isto pode ser "eito de "orma r pida.ada a sustentação por parte da cultura dominante..8sse grupo se encontra uma vez por mês. os clientes parecem "azer#se mais capazes de generalizar 0 t. dinheiro. 8'aminando a relevFncia deste en"o)ue para as )uest1es gerais da vida. /ão "oi necess rio tratamento adicional. mas um problema surpreendentemente moderado.picos novos o )ue eles estão aprendendo na terapia. * di"$cil retornar a ele por completo.

Os seres humanos têm problemas.prias. Am relacionamento terapêutico parece muito importante.modelar o cliente diretamente. 8stes nunca param. . O tipo de relacionamento )ue isto "omenta naturalmente * um de sustentação. @uando lidamos com nossos problemas de de"iciências.& O dicion rio de"ine a ambivalência como a e'istência de !sentimentos mutualmente con"litivos acerca de uma pessoa ou coisa!. * simplesmente mais " cil ver as armadilhas do outro e não as nossas pr. 8m vez disso. eu apresento uma met "ora a meus clientes para ilustrar o ponto. /ão * uma )uestão da)ueles )ue sabem e da)ueles )ue não sabem. para modelar. surgem outros problemas chamados !desa"ios!. D uma )uestão cl$nica comum em todos os problemas? desde di"iculdades maritais 0 desordens tais como. Os valorizo como seres humanos e não ve%o seus problemas como de"iciências de sua parte. uma vez. mas 0 partir de uma posição de perspectiva vanta%osa. um dos )uais est sustentando o outro não 0 partir de uma posição de superioridade. <espeito meus clientes # realmente os amo. es)uizo"renia ou personalidade lim$tro"e. de !coleguismo! 8ntendi o )ue ela )ueria dizer. tamb*m necessitamos ter algum poder social. O relacionamento terapêutico *. /este conte'to.:&>B/=. Ama de minhas clientes chamou isso. 8le pode "alar 0 e)uipe pelo r dio para avisar#lhes de blocos de pedra em seu caminho em direção ao cume da montanha. 8m uma abordagem conte'tual. "re)uentemente. /ão * uma )uestão de uma pessoa como um todo e de uma pessoa !)uebrada!. assim. -as.sito. assim. senta#se outro membro da e)uipe )ue est olhando o progresso de subir a montanha. &lgumas vezes. não h di"erença real entre clientes e terapeutas. tantos problemas como os membros da e)uipe. & terapia *. &-9.o outro lado de uma pro"unda garganta. 8u peço a eles )ue imaginem uma e)uipe escalando uma montanha. Se ele estivesse na montanha. uma das maneiras mais r pidas de ganhar isto * respeitar os clientes. estabelecido entre dois seres humanos. 8m minha opinião. provavelmente. e tamb*m não * necess rio. mas orientado pela tare"a # estamos a)ui com o prop. a ambivalência * vista como . ele estaria tendo.

e "ato. (erto do "inal da terapia. & meta na terapia era a%ud #lo a ver ambos os lados 0 partir do !n$vel de tabuleiro! e. muito elevadas )ue estavam presentes no começo da terapia. . ele visse as coisas do Fngulo das peças brancas e. O cliente aprendeu a dar espaço para a ambivalência e "azer e manter compromissos. o cliente escolheu casar#se novamente com sua e'#esposa. estabelecer um curso de ação. 8ra como se. . diminu$ram ao n$vel normal ao "inal do tratamento. Seis das sete escalas no --(. por e'emplo. sem levar em consideração )ual lado parece mais "orte no momento. pode ter e"eitos dram ticos. então. en)uanto ele estivesse vendo ambos os lados. algumas vezes. 8le )ueria ter sucesso no trabalho. & ambivalência pode ser pensada em termos de analogia ao tabuleiro de 'adrez. das negras # o )ue * chamado de !divisão!. ele casou#se novamente e tem mantido seu emprego durante três anos. ele os admitiu e manteve seu compromisso.problem tica somente por)ue o conte'to de literalidade "az com )ue os sentimentos pareçam literalmente con"litivos. o cliente leu um poema )ue ele mesmo tinha escrito e )ue descobria sua e'periência terapêutica e )ue dei'a clara a relevFncia desta abordagem da ambivalência.ria de relacionamentos problem ticos e inabilidade em manter o emprego. 8le tinha uma longa hist. 8le descreveu sua viagem de 5 horas para encontr #la como cheia de !"antasmas e duendes! 2pensamentos e sentimentos acerca de casar#se novamente ou não6.'imo ao "inal da terapia. 8le tinha um auto#conceito e'tremamente negativo a maior parte do tempo. & meta * permitir )ue o cliente e'periencie os dois tipos sentimentos sem )ue um tenha )ue se impor sobre o outro e. 8le alternava#se entre )uerer estar perto das pessoas e odi #las. Tenho visto a alegria e tenho e'perimentado as l grimas. para estar totalmente aborrecido em pouco tempo depois. Tenho vivido esta vida por SS anos. (r. Am de meus estudantes 2Wamir Rorn6 tratou com sucesso um cliente )ue "oi diagnosticado como portador de uma desordem de !personalidade lim$tro"e! 2borderline6. @uanto isto "unciona. escolher um curso consistente de ação. ao mesmo tempo. 8m vez de tentar lutar contra esses sentimentos. algumas vezes.

&s contingências naturais moverão nossas vidas para "rente. Tenho sido preguiçoso e tenho posto mãos 0 obra. usualmente. isso não "unciona dessa maneira. -as agora penso )ue tenho arranhado a super"$cie. @uando estão estabilizadosC. -inha meta não * "i'ar as pessoas. /a terapia.sito como um todo. @uando nossos problemas são solucionados permanentementeC. provendo recursos a longo prazo como o grupo e incrementando os intervalos entre as sess1es de terapia. -as )ue tudo. durante os últimos meses de terapia. &ssim. tento dei'ar claro o )ue o t*rmino da terapia *? ele * um processo e não o resultado.Tenho vivido com pessoas e tenho vivido sozinho.o )ue eu sou e de meu prop. . . o !"inal! da terapia * o ponto no )ual um processo de aprendizagem * estabelecido. 8/=8<<&-8/TO O "inal de algo implica um estado de coisas permanente ou solidi"icado. -inha vida tem estado cheia de indecisão. por*m. mas conseguir )ue dei'em de estar paralisadas. /unca segui muito minha intuição. 8u tento "acilitar o encerramento da terapia certi"icando#me )ue os clientes sabem )ue poderão voltar se "or necess rio. Temos a esperança de )ue esse processo sempre continuar . Odiar a mim mesmo não * realmente um crime. -e sinto "eliz e triste ao mesmo tempo.

Os clientes têm )ue dese%ar e'aminar )uest1es b sicas. tenho usado#o com sucesso com crianças bem novas 2apesar de a linguagem ter )ue ser completamente mudada. Tamb*m o tenho utilizado com sucesso com o uso de drogas ou outros problemas de autocontrole. a)ui.rios 2delusional6 e alucinaç1es. acreditam )ue o en"o)ue poderia ser utilizado somente por clientes muito intelectualizados. (oucos clientes não conseguem.e "ato. minha impressão * )ue o en"o)ue * realmente bem#sucedido em relaç1es a desordens de ansiedade e depressão. prontos para uma grande mudança. como a maioria dos outros cl$nicos.pria psicose. /ão sei e'atamente o )ue . em absoluto. golpeando minha cabeça contra os muros das desordens de personalidade de todos os tipos. outros parecem ter um sistema de controle verbal tão r$gido )ue eu não pude !atravess #lo! su"icientemente para desempenhar o trabalho a contendo. não darão ao terapeuta o espaço necess rio para tal desa"io "undamental na nossa perspectiva em relação 0s coisas. com apenas poucos sucessos. . mas o "racasso. Tamb*m "alhei.SA=8SSOS 8 T<&=&SSOS /este ponto. 8le via sua pr. "ui incapaz de tratar um homem de neg. parece mais relacionado ao poder da desordem do )ue a um pobre a%uste a este en"o)ue. &pesar de alguns dos meus casos mais bem sucedidos terem sido com clientes obsessivos#compulsivos. e com pessoas não instru$das com @. Tenho. com este mesmo cliente. elas entendem o processo muito rapidamente6..pria vida de "orma tão positiva )ue não tinha interesse em alterar a sua maneira geral de lidar com as emoç1es. "re)+entemente. relacionar as met "oras e com estes pareço ter muito mais di"iculdade.s lim$tro"es. mas parece não precisarem de graus incomuns de inteligência para conseguir isso. de alguma outra "orma. &s pessoas )ue houvem "alar do distanciamento compreensivo pela primeira vez. O tenho utilizado em caso de mane%o com es)uizo"r*nicos e como não pretendo )ue ela trate da pr. por*m com um en"o)ue comportamental mais tradicional. (or e'emplo. D claro )ue nem todos os clientes serão responsivos a este en"o)ue. tem parecido a%udar os clientes a serem um pou)uinho menos controlados por pensamentos ilus. Os clientes )ue não so"rem consider vel dor ou estão..cios altamente bem sucedido )ue não podia urinar em público.

os estudos de tolerFncia 0 dor podem ser realizados com su%eitos an logos 2analogue sub%ects6. Testamos este último pressuposto.bvia.&-8/TO =O-(<88/S.rios b sicos. apresentando uma . 8STA. desde )ue tenho tido ê'ito com clientes com uma variedade de repert. Wettle. etc.:O Tentamos avaliar este en"o)ue de diversas maneiras. Temos desenvolvido dados de pes)uisas de três tipos? de estudos an logos. (arece haver uma esp*cie de rigidez no pensamento destas pessoas )ue não lhes permite ver o signi"icado das met "oras. % "oram publicados. \ medida )ue temos aprendido mais sobre classes de e)uivalência. comportamento governado por regras.ST&/=. repetiç1es cl$nicas e estudos "ormais de dados comparativos.distingue estas pessoas de outras.-(&=TO . 134I6. a maior parte dos nossos es"orços em pes)uisa continuam sendo colocados no sentido de desenvolver os princ$pios b sicos necess rios para analisar o comportamento verbal desta maneira.sto parecia um bom ponto de partida por)ue a medida comportamental * precisa. nossas t*cnicas terapêuticas têm sido modi"icadas. a variedade de descobertas b sicas )ue parecem tornar esta an lise plaus$vel. isto *. Temos despendido algum tempo avaliando especi"icamente o en"o)ue terapêutico. e parecia )ue a dor era "re)uentemente dada como uma razão para diversos comportamentos. Sei )ue não * uma )uestão de status s..OS &/Q>OVOS Am dos primeiros estudos )ue tentamos "oi acerca da tolerFncia 0 dor 27aLes. O .cio#econPmico ou )ual)uer outra vari vel demogr "ica . . D como se tudo tivesse )ue ser tomado literalmente. . & maioria dos dados )ue e'istem para sustentar a posição. Rorn.O .evido ao "ato destes dados terem dado relativo apoio. <osen"arb N =ooper.

. 8ncontramos )ue raz1es desse tipo recebiam avaliaç1es muito altas. para uma descrição mais completa6.=& . Toi pedido aos su%eitos para avaliar a validade da razão dada.s#teste. a diversos estudantes universit rios. (or e'emplo. mas meus %oelhos doem!. havia uma di"erença signi"icativa na tolerFncia 0 dor entre os grupos. =omo pode ser observado. O grupo !cognitivo! produziu uma melhora signi"icativamente maior )ue o grupo !placebo! e com o grupo de !distanciamento compreensivo! apresentando um progresso signi"icativamente maior )ue os outros dois grupos. 1 (osteriormente tentamos utilizar o distanciamento compreensivo com um grupo grande para tratamento de problemas de estudos. testamos sua tolerFncia 0 dor atrav*s de uma tare"a de resistência ao "rio. do controle emocional e disposição. e sustenta a utilização da tolerFncia 0 dor como uma tare"a an loga. & razão dada *? !comecei a limpar o chão. de di"erentes situaç1es comuns nas )uais a dor era usada como uma escusa.s convocamos estudantes universit rios. <8(>. (arece como se um contato muito estreito entre o terapeuta 2ou e'perimentador6 e o cliente "osse necess rio para evitar )ue o cliente utilize de"esas verbais do tipo )ue o en"o)ue tenta en"ra)uecer. descrev$amos uma situação na )ual algu*m concordou em a%udar a limpar o )uarto )ue compartilha com outros. . do pr* ao p.nserir Tigura 3. 134I. Os dados de todos os su%eitos são apresentados na Tigura 3. O grupo !cognitivo! era uma combinação de procedimentos apresentados na literatura 2ver 7aLes et al. .&Y^O =>. O grupo de distanciamento compreensivo inclu$a uma an lise das raz1es dadas. e depois os destinamos a três grupos? um grupo placebo 2controle6./. /. um de en"o)ue congnitivo e um de distanciamento compreensivo. 1. /ão era pedido aos clientes comprometerem#se em relação 0 tare"a de tolerFncia. mas sem sucesso. mas não mant*m o compromisso.descrição.sto parece ade)uar#se 0s an lises das raz1es dadas antes.

nserir Tigura 3. 1 <8SA>T&. &lguns de meus alunos tamb*m têm utilizado este en"o)ue com clientes do mesmo tipo. e outras poucas desordens 2por e'emplo. & "igura 3. por e'emplo. 14 mulheres clinicamente deprimidas "oram designadas para tratamento atrav*s do distanciamento compreensivo. /a "igura 3. I #. 0 alguns dos clientes "oram dadas tare"as comportamentais e a outros não. desordens de personalidade6 em minha pr tica particular. "oi relatado somente um estudo comparativo de resultados cl$nicos acerca de distanciamento compreensivo 2Wettle N 7aLes. )uando comparamos o grupo de distanciamento compreensivo . bulimia. com desordens de ansiedade. /a maioria das medidas.:OS &t* ho%e. 8stes dados são as avaliaç1es m*dias da ansiedade sentida em relação 0s diversas cenas particulares em uma escala de 1 2nenhuma ansiedade6 a 10 2ansiedade total6. =om esta escala.S. O )uadro apresentado na Tigura 3. apresenta os dados para a 8scala de &valiação 7amilton. uma escala de avaliação de depressão baseada em entrevistas. principalmente. o distanciamento compreensivo "oi signi"icativamente superior tanto no "inal de um per$odo de 1I semanas de terapia )uanto ao acompanhamento posterior 0 terapia.&t* a presente data tenho utilizado este en"o)ue. o distanciamento compreensivo "oi menos e"etivo.1. I mostra resultados semelhantes ao )uadro obtido atrav*s das medidas comportamentais e as medidas dos resultados cl$nicos gerais.nserir Tabela 3. depressão. Tamb*m. &s caracter$sticas destes pacientes são mostradas na Tabela 3. /este estudo.OS =>U/. 13456. &l*m disso.I apresento os dados dos primeiros 1I clientes com desordens de ansiedade tratados desta maneira. #. Os resultados "oram bem consistentes. 8m uma das medidas. o distanciamento compreensivo era superior ao en"o)ue de 9ecG.=OS =O-(&<&T.

S /aturalmente.com os dados dos su%eitos do estudo bem conhecido de <ush. 8 nem acredito )ue um terapeuta cauteloso se%a necessariamente convencido ou pela an lise ou pelos dados. sou realista em relação ao )ue * poss$vel a)ui.nserir Tigura 3. eu atingi minha meta. #.O CL<NICA Steven Hayes# =ar'ara > ?(en'er. não pretendo )ue um terapeuta se%a capaz de usar um en"o)ue de distanciamento compreensivo somente com base neste cap$tulo. este * um en"o)ue muito di"$cil para ensinar aos outros por)ue seus pressupostos e t*cnicas di"erem muito da cultura dominante. o distanciamento compreensivo revelou ser superior. o poss$vel papel )ue o bahaviorismo radical pode ter na organização de tal procura. mas os dados at* o presente são su"icientemente bons. Ca+. eu esperei at* )ue pudesse apresentar a an lise em um cap$tulo longo. guiam minha abordagem 0 terapia.n"elizmente. . de tal "orma )ue. Rovacs e 7ollon 213MM6. 8u acho )ue o )ue eu espero * )ue os leitores considerem a necessidade de novos en"o)ues 0 terapia. Ama vez )ue este livro trata do )ue os terapeutas do comportamento realmente "azem na pr tica cl$nica. 8stas duas consideraç1es. 8n)uanto algu*m )ue est lendo este cap$tulo pode ter algumas boas id*ias.%7 # E8ITAR E ALTERAR O CONTROLE POR RE9RA COMO UMA ESTRAT:9IA DE INTER8ENÇ. eu posso sentir )ue estou no caminho certo e )ue a an lise deveria continuar para ser testadas e re"inada. (or esta razão. @ S*sana Me(an) n . de "ato. ainda h muito a ser "eito. 9ecG. /ão obstante. se eu consegui mostrar aos leitores a maneira como me guio por essas consideraç1es.

Ama pessoa verbalmente competente * "alante e ouvinte ao mesmo tempo.esordens na "ormulação de auto#regras podem ocorrer. Sob um controle maior de contingências diretas. 5 tipos de problemas podem ser distinguidos. cap$tulo 3 neste volume? Wettle N 7aLes. 1#1#T./T<O.(OS .pria "ala. pelo menos de duas "ormas b sicas.AY^O? Se o comportamento governado por regra * tão onipresente como parece. a relação est . (rimeiro. 8sta conversa pode então participar no controle de outro comportamento. /este caso. 134I6 Ama ên"ase sobre o desenvolvimento de auto#regras precisas pode ser tamb*m discriminada na terapia orientada para o insight.2Tradução? >Ldia &GemL6 . uma pessoa poderia "alhar em "ormular regras )uando * poss$vel "azê#lo.prio discurso. 8'istem di"erenças naturalmente entre seguir as auto#regras e as regras "eitas pelos outros. a "ormação de auto#regra * provavelmente muito importante no controle comportamental da impulsividade de outras aç1es. . =ontudo.gico )ue muitas desordens cl$nicas envolvam problemas no controle verbal de um tipo ou outro. Segundo. -uito da literatura de terapia cognitiva pode ser interpretada como numa tentativa em treinar indiv$duos na "ormulação da pr. 8m particular as contingências sociais envolvidas no acedimento 2ve%a o cap$tulo H neste volume6 não pode operar da mesma "orma )uando uma pessoa est ouvindo seu pr.pria regra 2ve%a (oppen.8 (<O9>8-&S /O =O/T<O>8 (O< <8V<& 1#1#1# (roblemas na "ormulação de auto#regra. D bem poss$vel ouvir a sua pr. uma pessoa poderia "ormular regras mas o "az erradamente ou irrealisticamente. (elo menos. * l.

1#1#S# Ama "alha em seguir regras /ão basta "ormular regras v lidas. Sem um repert. 8las devem tamb*m aprender a serem compreendidas e seguidas. 1#1#I# (roblemas na "ormulação de regra de grupo -uitas das regras )ue guiam nosso comportamento podem ser aprendidas dos outros.rio de ambos os aspectos de seguimento de regras. uma subcultura religiosa pode desenvolver regras verbais sobre a "* curatista. . uma cultura pode "alhar em dar )ual)uer guia verbal sobre )uest1es importantes de saúde. . )ue pro$be os adeptos a procurarem atendimento m*dico para doenças )ue ameaçam a vida. tentar agradar os outros6. & regra !não tome drogas aditivas! signi"ica estabelecer uma insensibilidade 0)uelas contingências diretas. 8m algumas circunstFnciasK * dese% vel )ue as regras compitam e"etivamente com os e"eitos destrutivos de alguns tipos de controle de contingências imediatas.estruturada de "orma )ue o cliente * encora%ado a trazer o comportamento verbal sob o controle de contatos diretos com eventos e'perenciados e não estados de habilidade#re"orço 2e'. mesmo )ue o resultado se%a destrutivo. Sem um padrão su"icientemente "orte do seguimento de regra. um adolescente pode saber )ue tomando drogas adicionais provavelmente conduz a um "inal e'tremamente indese% vel. -as geralmente =ulturas e subculturas particulares podem "alhar em desenvolver regras ade)uadas ou podem desenvolver regras imprecisas. (or e'emplo. os padr1es de comportamentos perturbados parecem prov veis.gualmente. =ontudo a contingência social imediata e os e"eitos imediatos da droga em si podem levar o adolescente a um padrão de drogadição.a mesma "orma )ue a "ormulação de auto#regras pode causar problemas. os problemas podem ocorrer nas pr ticas de "ormulação de regras da comunidade verbal. * muito mais prov vel )ue a pessoa tenha seu comportamento capturado pelas contingências imediatas. esperanças ou medos6 ou controle de audiência 2e'. . (or e'emplo.

irigir um carro depois de ter lido um livro sobre direção não * o mesmo )ue dirigir depois de ter dirigido por muitos meses. O comportamento governado por regra não pode captar completamente. &lgumas das t*cnicas usadas com pessoas impulsivas ou com alteraç1es de car ter podem ser entendidas como uma tentativa de estabelecer um grau maior de seguir regras. tais como o SLnanon. portanto. contudo. são altamente regulamentados. =ontudo. neste presente volume6. (or e'emplo. . =ontingências sociais "ortes e consistentes são dadas para o seguimento das regras. . envolve dois aspectos distintos? compreender a regra e ativação verbal das "unç1es comportamentais em termos de regra 2ve%a o cap$tulo H.Seguir regras. superar os e"eitos da regra. neste sentido. * estabelecer o seguimento de regras em si. uma vez )ue a regra se%a compreendida. o re"inamento do comportamento controlado diretamente pela e'periência. não * o mesmo )ue uma interação individual socialmente e'perenciada. &lgumas regras podem estar apoiadas tão di"usamente pela comunidade verbal )ue a e'periência direta não pode. 8ste intenso controle social pode ser compreendido como uma tentativa de estabelecer o acedimento em relação 0s regras da casa. os programas de tratamento de drogas. com muitas regras de conduta claramente "i'adas. O "oco da maioria das intervenç1es cl$nicas. não * apenas uma )uestão de ter e'periência su"iciente. o uso pr*vio de uma regra pode inter"erir no controle pela e'periência direta de "orma )ue os bene"$cios da subse)uente e'periência direta se%am atenuados.nteragir com membros do se'o oposto ap.s ter lido um livro sobre isso. . 1#1#5# 8'cessivo seguimento de regra =hegamos agora ao "oco deste cap$tulo. talvez com a esperança de )ue resultem num maior grau de insensibilidade 0s contingências indese% veis e imediatas. Obediência 0s regras * promovida atrav*s das reuni1es de grupo "ocadas nas in"raç1es das regras pelos membros do grupo. &lgumas t*cnicas cl$nicas tem sido orientada para um aumento da compreensão. mas a maioria dos procedimentos assume )ue as pessoas podem organizar eventos em termos de uma regra. 8m outros casos.

alguns dos m*todos descritos neste cap$tulo tentam usar os e"eitos das regras produtoras de insensibilidade de "ormas mais úteis. Strupp N <inder. as psicoterapias orientadas para o relacionamento2e'.& -O. (or e'emploK a Vestalt terapia 2(erls. assim uma mudança permanente pode ocorrer. Similarmente.8>&V8.pria civilização * baseada no controle verbal. -as h muitas vezes. cortando "ora as bases de muitas destas t*cnicas comportamentais. >utzGer N -artin. 13H3K (erls.O O =O/T<O>8 (O< <8V<&? & 8ST<&TDV. &l*m do mais. em )ue o controle pelo contato direto com o mundo * dese% vel.& literatura revisada neste livro leva em conta )ue a insensibilidade ao controle da contingência direta * um e"eito secund rio t$pico do controle verbal. )ue o controle verbal em si se%a pre%udicial.<8T& . I#1# 8:. as terapias !não comportamentais! começaram a se mostrar mais consistentes com a literatura comportamental b sica. naturalmente. /este cap$tulo. & pr. 13M36 con"iam "ortemente em instruir diretamente o comportamento do cliente. /ão *. &vanços em nossa compreensão no governamento por regra est . @uando o controle instrucional * indese% vel. 13456 tamb*m en"atizam muito as e'periências )ue ocorrem durante o relacionamento terapêutico como sendo cr$tico na produção da mudança do comportamento. 1341? <imm N -asters.. dois rumos parecem dispon$veis? evitar o controle verbal ou alter #lo de "orma a diminuir seus e"eitos produtores de insensibilidade. gradualmente. /a)uele conte'to. (or outro lado. 13456? Eoiss N Sampson. Terapias diretivas. tal como a Terapia <acional 8motiva 2Tllis. Sua ên"ase prim riaK contudo. est na es)uiva e na alteração do controle por regra. 13HI6 e )uase todas as t*cnicas de terapia comportamental aplicadas em adultos 2e'. * e'traordin ria a "re)uência com )ue os terapeutas con"iam na instrução direta para produzir bene"$cios terapêuticos. 7e""erline N VoodmanK 13J16 de"ende os aspectos e'perimentais da aprendizagem? deve#se e'perienciar o !agora! antes real.T&/.& . "ocaremos as duas estrat*gias.

reas tradicionalmente tem sido conduzidas pelas seguintes suposiç1es.8S SO=. (rimeiroK discutiremos a rea do treinamento de habilidades sociais e mostraremos como as )uest1es sobre o comportamento governado por regra e modelado por contingência se aplicam. Segundo.&.. o terapeuta pode posteriormente. 134H6. sup1e#se )ue o terapeutabe'perimentador pode identi"icar e descrever as habilidades sociais )ue são necess rias para o clientebsu%eito ad)uirir ou mudar. de usar instruç1es verbais 2as vezes em con%unto com dramatização e modelação6 para estabelecer os comportamentos especi"icados. &lguns resultados preliminares de uma abordagem e modelagem direta para o treinamento das habilidades sociais serão então descritos. @uarto.8 7&9. Segundo uma terapia comportamental orientada para o relacionamento chamado (sicoterapia Tuncional &nal$tica 2Rohlenberg N Tsai.evanL N /elson.=onsideraremos dois t$picos como e'emplo da estrat*gia de modelagem direta. I#1# T<8. criando assim no indiv$duo um comportamento novo e mais e"etivo. (rimeiro.i a noção de )ue * poss$vel operacionalizar o comportamento particular )ue se dese%a estabelecer. permanece problem tica pelas seguintes raz1es? I#1#1 #Operacionalização do comportamento alvo & abordagem de componentes de habilidade para o treinamento de habilidades sociais constr.escrever os componentes espec$"icos da !habilidade social! * muito . ./&-8/TO . 134M6 ser descrita e discutida 0 luz desta distinç1es.&.>. modelar o desempenho dando TeedbacG 0 medida )ue o desempenho apro'ima#se do ideal ordenado 2ensinado6 2. Terceiro.S &s abordagens comportamentais para o treinamento de habilidades sociais. sup1e#se )ue o terapeuta ser capaz então. o indiv$duo sendo treinado * visto como sendo de"iciente ou e'cessivo em determinadas particulares de habilidade. 8mbora esta tradicional abordagem de !habilidades componentes! para o treinamento de habilidades sociais tenham demonstrado alguns sucessos.

di"$cil. 7aLes N >inchan. no prelo6. 13H36. a di"iculdade . de"iniç1es estruturais podem ser ade)uadas devido a um conte'to social consistente pode ser assumido. neste caso. n. sobre a estrutura ao inv*s da "unção do comportamento. torna di"$cil desenvolver uma lista dos componentes das habilidades sociais. produzir con"us1es. =alhoun N&dams.evido a supor#se )ue somente )uando o comportamento alvo pode ser operacionalizado. 7igiene prec ria tem maior probabilidade de ter resultados similares numa grande variedade de situaç1es sociais e a mensuração das topogra"ias comportamentais não podem. contudo 2=iminero. podemos con"iar nas descriç1es topogr "icas do comportamento. )uest1es comple'as como tempo certo. @uando o conte'to * ignorado. a especi"icação dos comportamentos alvos * imposs$vel sem a re"erência do conte'to. &l*m da "orma dos comportamentos envolvidos. tais como comportamento envolvendo violência ou auto#destruição ou higiene prec ria. . então o terapeuta ou e'perimentador pode modelar apro'imaç1es sucessivas ao comportamento dese%ado. os comportamentos sociais são e'tremamente comple'os e di"$ceis de numerar. controle situacional. Tal abordagem distorce uma perspectiva comportamental totalmente. literalmente centenas de estudos tem sido "eitos durante os últimos I0 anos para identi"icar os componentes da habilidade social 2<osen"arb. &ssim. ou se%a. somente um punhado de componentes "oram identi"icados )ue %untos. >idando com alguns tipos altamente discrimin veis de di"iculdades sociais. (or e'emplo. 7abilidades sociais podem envolver classes totais de comportamentos )ue tem similaridades "uncionais mas poucas similaridades estruturais. 134I6. são respons veis por somente uma "ração da variFncia nos desempenhos sociais. O problema parece ser )ue. 13MMK =onLer N =onger. . Outros atos são altamente vari veis na "orma e os e"eitos são dependentes do conte'to.ada a nossa suposição de )ue uma resposta não tem signi"icado independente de seu conte'to 2SGinner. Am sorriso )ue apareceu ap. etc.s ser dito !sorria! e eu te darei uma moeda! * realmente um comportamento di"erente do )ue um sorriso )ue aparece depois de ver uma carta de um velho amigo na cai'a do correio.s s. )uando se tenta responder )uest1es tais como !como eu posso me apro'imar das pessoasC! ou !por )ue eu atraio pessoas )ue eventualmente me abandonamC!.

de "orma )ue o livro de regras teria )ue ser readaptado continuamente. I#1#S# Treinamento governado por regra .bvia. segue#se )ue se algu*m tenta instruir um comportamento particular. &ssim. o livro de regras resultante poderia aparentemente conter milhares de regras e seria virtualmente imposs$vel ensin #las. 13M36.com a con"iança sobre a estrutura torna#se . embora a literatura das habilidades sociais tradicionalmente tenha valorizado a operacionalização topogr "ica dos comportamentos alvos. 13456. Se algu*m est comprometido com a mensuração do conte'to. o comportamento estaria sob o controle das instruç1es do terapeuta e não na situação social em )ue o indiv$duo se encontra 2&zrin N 7aLes.ada a literatura b sica sobre o governo por regra. parece prov vel )ue o papel de muitos componentes mudaria com o tempo. -esmo se pudessem identi"icar um con%unto particular de comportamentos )ue poderia bene"iciar um indiv$duo a ad)uirir. -esmo se "osse poss$vel nomear cada componente da habilidade e relacionar cada um a cada conte'to conceb$vel. .evanL N /elsonK 134HK Vallassi N Vallassi. estabelecer este con%unto atrav*s de instruç1es verbais poderia "uncionalmente tornar o comportamento insens$vel 0 situação )ue di"ere da situação de treino. então o comportamento pode tornar#se relativamente insens$vel a muitas outras contingências )ue estão operando num dado momento. 8m outras palavras. * di"$cil obter mudanças )ue generalizam#se a outras situaç1es 2. &pesar da mudança comportamental ser vista "re)uentemente dentro do conte'to )ue ocorreu o treinamento.bvia. I#1#I# Veneralização Am problema adicional )ue tem atormentado a literatura tradicional de habilidades sociais comportamentais * o da generalização. h muitos problemas com esta abordagem )uando tenta permanecer consistente com uma abordagem "uncionalista do problema. a natureza deselegante de uma abordagem de d*"icits de habilidade tamb*m se torna . Tinalmente por )ue muitos comportamentos sociais são convencionais.

Os su%eitos poderiam ver o rosto e o corpo da mulher? a porção sonora da "ita desligada. Tocalizamos sobre as pistas de interesse em interaç1es heterossociais 2&zrin N 7aLes. apesar de permanecer em contato com as )uest1es anteriormente descritas. /osso primeiro estudo "ocalizou#se sobre a sensibilidade do cliente 0s dicas sociais indicando interesse. a conversação entre o homem e a mulher "oi suspensa a cada minuto e a ambos era pedido )ue con"idencialmente classi"icassem seu interesse no parceiro durante o minuto anterior. Ama variedade de mulheres "oram observadas. &os su%eitos masculinos "oi pedido )ue eles assistissem uma conversação em videotape de uma mulher com um homem desconhecido 2invis$vel6. /ossa estrat*gia geral tem sido e'por os clientes 0s condiç1es sob as )uais as habilidades sociais podem ser ad)uiridas pela e'periência direta. as classi"icaç1es dos su%eitos masculinos poderiam ser avaliadas para sua precisão. ao mesmo tempo. 13456. -esmo )ue a di"iculdade da tare"a em identi"icar os comportamentos alvos apropriados possa ser superada. =omo podem ser avaliadas e tratadas as habilidades sociais se os componentes espec$"icos são. instruindo estes comportamentos alvos pode induzir uma insensibilidade indese% vel aos a"eitos da e'periência social direta. &p.s um minuto os su%eitos classi"icaram o )uanto eles pensaram )ue a mulher estava interessada no homem com )uem ela estava conversando. desconhecidos e não ensin veis 2instru$veisC6. isto dei'a a abordagem dos comportamentos das habilidades num dilema.8m alguns aspectos. Asando as classi"icaç1es das mulheres como crit*rio. I#1#5# Treinamento modelado por contingências : rios estudos emergiram de nossos laborat.rios )ue atestaram para o problema do treino de habilidades sociais. <aciocinamos )ue se os su%eitos poderiam saber )uando eles teriam um impacto positivo sobre os outros. /o videotape original.sto permitiu uma avaliação de . então eles seriam capazes de aprender pela e'periência direta )uais os comportamentos sociais relacionados com tais e"eitos. .

dessa maneira nenhuma tentativa "oi "eita para instruir 2ensinar6 estes comportamentos. SH adultos receberam treinamento voltado para melhorar suas habilidades assertivas. Am )uarto grupo serviu como controle de lista de espera. O mais importante * )ue esta melhora ocorreu sem )ual)uer tentativa de operacionalizar )ue comportamentos constitu$am sensibilidade social e. Am tratamento e'periencial "oi desenvolvido com base no crit*rio de classi"icação. os su%eitos.sensibilidade masculina 0s pistas sociais de interesse. \ metade dos su%eitos atrav*s das S principais condiç1es 2regras. /ão sabemos a )ue pistas especi"icadas os bons classi"icadores estavam respondendo. o e'perimentador simplesmente a"irmou sua !reação atrevida! sobre a )ualidade do desempenho dramatizado. . um terço do grupo recebeu instruç1es de como tornar#se mais assertivo. auto#regra e sem regras6 "oi dada tamb*m "eedbacG não instrucional sobre seus desempenhos? 0 metade não "oi dado "eedbacG. /o conte'to de repetidas dramatizaç1es de cenas sociais. Os resultados sugerem )ue como um resultado do treino. 8ste estudo não tentou competir as instruç1es contra a e'periência.prias. metade dos su%eitos receberam "eedbacG de como a mulher realmente estava en)uanto )ue a outra metade não recebeu "eedbacG. /a condição de "eedbacG. /enhum "eedbacG "oi dado sobre os comportamentos )ue o terapeuta gostou ou não. um terço "oi au'iliado a desenvolver suas pr. <osen"arb. 7aLes e >inchan 2no prelo6 comparou o treino de habilidades sociais e'perenciais e instrucionais no treinamento de adultos com di"iculdades sociais. melhoraram a sua habilidade? para discriminar o interesseK )ue esta habilidade generalizou#se para mulheres previamente invis$veis 2não vistas6K e )ue os su%eitos na condição de "eedbacG demonstraram progresso nas atuais habilidades sociais em condiç1es subse)uentes de dramatização. /este estudo.s os su%eitos classi"icarem o grau de interesse da mulher no seu parceiro invis$vel.prias regras de como melhorar e um terço não recebeu regras e não "oram encora%ados a desenvolver as suas pr. mas ele e"etivamente demonstrou )ue uma habilidade social pode ser avaliada e treinada sem ter )ue determinar os componentes da habilidade e sem usar )ual)uer instrução verbal sobre tais componentes. &p. mas não precisamos sabe#las a "im de avaliar o grau de sensibilidade social dos su%eitos.

mesmo )uando eles eram ingênuos sobre as de"iniç1es "ormais de habilidade social. as habilidades sociais "oram avaliadas e tratadas. altamente con"i veis entre os classi"icadores. &penas pela participação virtual da cultura. o relacionamento terapêutico em si * usado para modelar comportamentos mais e"etivos.& TA/=. os su%eitos "oram capazes de aprender habilidades sociais e"etivas sem instruç1es ou "eedbacG diretivo verbal. & literatura no governo por regra debilita o racional para o es"orçoK trabalhos tal como o relatado a)ui abala sua necessidade. I#I# (S.rica .e "ato classi"icaç1es globais de habilidades sociais são como "re)uência. 8la demonstra contudo.=OT8<&(. O e'perimentador não precisa saber )ue componentes leva a uma classi"icação alta. D interessante )ue tanto es"orço tenha sido colocado neste caso sem ê'ito. 8sta linha de pes)uisa est ainda nos seus est gios iniciais. na geração das regras de conduta para o uso cl$nico. /este estudo. &ssim.=& (sicoterapia Tuncional &nal$tica * de interesse por)ue * uma t*cnica de tratamento )ue conscientemente tenta evitar a dependência de instrução. )ue as abordagens instrucionais não são necess rias na terapia comportamental. por mais onipresente )ue possam ser. &o inv*s disso. Tudo o )ue era e'igido * )ue o e'perimentador "osse capaz de distinguir os desempenhos socialmente e"etivos dos ine"etivos de um modo global.s conhece as boas habilidades sociais )uando as vemos.O/&> &/&>UT. a maioria de n. .Os resultados deste estudo sugerem )ue os su%eitos recebendo "eedbacG melhoraram mais do )ue os su%eitos )ue não o receberam e "oi mais prov vel terem desenvolvido comportamentos )ue se generalizam para situaç1es. I#I#1# 9ase te. mas sem primeiro ter )ue saber )uais habilidades necessitariam ser melhoradas.

I#I#I #>inhas norteadoras e razão..T SGinner 2135J.!levar o terapêuta a um relacionamento de suporte. I#I#S# <e"orçamento . a (sicoterapia &nal$tica Tuncional distingue#se signi"icadamente destas tentativas iniciais para analisar psicoterapia uma vez )ue ela o"erece um novo con%unto de diretrizes para a pr tica da psicoterapia )ue estão amarradas ao contato dos autores com os escritos de 9.gica. <e"orçamento. envolvente e emocional com seu cliente. !muito al*m dos ob%etivos "i'adas para a terapia! e )ue para estes clientes. sensibilidade genu$na. 8mbora as escoras conceituais da (sicoterapia Tuncional &nal$tica se%am atribu$das ao bahaviorismo radical. (sicoterapia Tuncional &nal$tica "oi desenvolvida em parte então. &o contr rio de Terster 213MI6 e SGinner 213JS6. en)uanto )ue ao mesmo tempo capitalizando de"iniç1es do behaviorismo radical em termos de clareza e l. * mais e"etivo )uando ocorre imediatamente ap.s o particular comportamento de interesse. um passo necess rio ao estabelecimento do est gio onde comportamento pode ser imediatamente re"orçado.logos cl$nicos )ue notaram durante anos )ue alguns de seus clientes demonstraram mudanças dram ticas e di"usas 2penetrantes6. as t*cnicas incluindo#as são ditas tamb*m para serem modeladas por contingência. Rohlenberg e Tsai são psic.Rohlenberg e Tsai 2134M6 descreveram a (sicoterapia Tuncional &nal$tica como uma abordagem 0 (sicoterapia )ue * derivada diretamente de uma estrutura conceitual sGinneriana. o relacionamento terapêutico era particularmente intenso. (ortanto. 13JS e 13JM6. os procedimentos da (sicoterapia Tuncional &nal$tica são orientados para aumentar a discriminação de comportamentos clinicamente relevantes como eles ocorrem durante a sessão. )ue escreveram as descriç1es behavioristas radicais da psicoterapia psicanal$tica. & (sicoterapia Tuncional &nal$tica en"atiza o papel de re"orçamento na mudança do comportamento operante. como * bem conhecido.. a "im de .

o )ue poderia ocorrer no ambiente natural. &trav*s do curso do tratamento estes comportamentos clinicamente relevantes deveriam diminuir. os autores sugerem )ue sempre )ue poss$vel.urante a hora da terapia. <e"orçadores )ue são di"erentes do )ue * naturalmente encontrado no ambiente como conse)uência de um particular comportamento são descritos como re"orçamento arbitr rio. en)uanto )ue uma multa "inanceira ou um grito !não! seria uma conse)uência arbitr ria.8mprestando os conceitos de Terster 213HM6. (sicoterapia Tuncional &nal$tica en"atiza )ue e'istem v rios tipos de comportamentos. "ichas ou por dizer !9omX 8u gosto )uando você me olhaX! seria arbitr rio. 8mbora o re"orçamento se%a e'tremamente importante na (sicoterapia Tuncional &nal$tica.'ima. I#I#5# =omportamento =linicamente <elevante #1 @uando instFncias reais do comportamento de interesse ocorrem na terapia.'imos do )ue * visto no ambiente natural são identi"icados por TersterK como naturais. estas são denominadas de !=omportamentos =linicamente <elevantes #1!. . os autores descrevem um homem cu%o principal problema era evitar cair em relacionamentos amorosos. re"orçamento natural e não arbitr rio deveriam ser usados no ambiente da terapia. en)uanto )ue grati"icar o comportamento com maior atenção do terapeuta seria um e'emplo de um re"orçamento natural. (or e'emplo. Terster sugeriu essencialmente )ue o re"orçamento deveria combinar. &ssim a atenção sedimentada do terapeuta seria uma conse)uência natural para um contato visual pobre.<e"orçadores )ue "ormalmente estão tão pr. de "orma a "acilitar a generalização )uando o tratamento parar e evitar poderosos combates e resistências . a sessão ap. ele vigiava o rel. =ontudo no ambiente da terapia.s "azer uma importante auto# e'posição e ele sempre decidiu antes da hora sobre o )ue "alar durante a sessão. a habilidade para discriminar os comportamentos a serem re"orçados * igualmente importante. . ele cancelou a pr. grati"icando um contato visual apropriado com dinheiro. tão intimamente )uanto poss$vel.gio de "orma )ue ele pudesse terminar na hora.

I#I#5# b # =omportamento =linicamente <elevante #I @uando os indiv$duos vêm 0 terapia basicamente por)ue eles estão de"icientes em certos repert. possivelmente a habilidade de discriminar o decl$nio no interesse do terapeuta e então mudar o t. <egras tais como .prio comportamento e os est$mulos re"orçadores. I#I#5# c #=omportamento =linicamente <elevante S 8ste comportamento re"ere#se aos =lientes )ue verbalizam sobre seu pr. discriminativos e eliciadores )ue o cercam. (or e'emplo. (ode tamb*m incluir a identi"icação de eventos )ue ocorrem na terapia como "uncionalmente e)uivalentes aos eventos )ue ocorrem "ora da terapia. . (or e'emploK se um cliente sente#se mal por)ue ele * "re)uentemente ignorado nas conversas.prio comportamento e o )ue parece caus #lo. mas ao inv*s disso.rio. =omportamento =linicamente <elevante S. estes repert. =omportamentos =linicamente <elevantes I são comportamentos )ue poderiam aumentar atrav*s de todo o curso da terapia.rios bai'os ou não e'istentes são rotulados de !=omportamentos =linicamente <elevantes I!. envolve a observação de seu pr. I#I#J# <egras de Terapia & "im de conduzir de "ato a (sicoterapia Tuncional &nal$tica. ele pode ter v rios tipos de de"iciência de repert.pico ou dirigir a atenção do terapeuta de volta 0 conversa. !8u estou reagindo 0 sua sugestão de me vestir melhor da mesma "orma )ue eu rea%o )uando meu namorado me critica!. os autores o"erecem J regras estrat*gicas de t*cnicas terapêuticas. Se durante a sessão.rios.esenvolvendo o comportamento de descrever relaç1es "uncionais pode a%udar na obtenção de re"orçamento. apontam para as estrat*gias a serem ad)uiridas amplamente atrav*s da e'periência direta. o cliente poderia desenvolver. São regras estrat*gicas no sentido de )ue elas não proscrevam a "orma espec$"ica de comportamento. o terapeuta o interrompe ou o ignora.

Se os clientes relatam ter problemas de relacionamento )ue somente emergem )uando seus cPn%uges estão presentes. /a maioria dos casos. os comportamentos clinicamente relevantes podem aparecer em terapia de casais. ambientes especiais necessitam ser constru$dos. I#I#J#b #<egra I? =onstruir um ambiente terapêutico )ue intensi"i)ue a evocação de comportamento clinicamente relevante. &s vezes. Se eles o "izerem assim. eles poderiam inter"erir realmente com a disponibilidade dos re"orçadores !mais naturais! ao terapeuta. &s reaç1es privadas do terapeuta são portanto dados importantes. os autores argumentam )ue. Os terapeutas são membros da comunidade social.ada a sensibilidade )ue os autores tem com as )uest1es de re"orçamento arbitr riobnatural . . por e'emplo. as respostas espontFneas )ue eles tem para os clientes seriam representativas das respostas dos indiv$duos com )uem o cliente interesse "ora da terapia.!a pr tica "az a per"eição! são regras )ue em si mesmas são pouco prov veis de induzir insensibilidades nocivas no cl$nico.esenvolver um <epert. .rio para observar (oss$veis e'emplos 2amostras6 de comportamento clinicamente relevantes )ue ocorrem durante a sessão de terapia. mas não em terapia individual. =ontudo. os comportamentos clinicamente relevantes ocorrem sem o terapeuta ter )ue tomar medidas especiais. I#I#J#c #<egra I? &rran%os para re"orçamento positivo do comportamento clinicamente relevante I. I#I#J# a #<egra 1? . al*m de serem terapeutas. contudo. O autor a"irma )ue teoricamente esta regra sozinha seria su"iciente para um tratamento bem sucedido. O desenvolvimento de repert.rio de observação num tratamento * muito di"$cil de instruir e * muito provavelmente modelado por contingência.eles hesitam em especi"icar )uais)uer "ormas particulares de comportamento por parte do terapeuta )ue poderia agir potencialmente como re"orçadores.

O terapeuta deve discriminar o )ue re"orçar 2regra 16.d#<egra 5? . de "orma a serem mais ben*"icas ao cliente. uma cliente interessada em aprender a se auto#repor mais em seus relacionamentos pessoais "icaria melhor com um terapeuta )ue tenha tais habilidades em seu pr. o terapeuta est emitindo um comportamento verbal )ue * !autocl$tico! 2SGinner. I#I#J#. seria importante )ue eles observassem se estão de "ato no momento. (or e'emplo.e#<egra J? . "ortalecendo os repert. aumentando. . (rimeiro.SH36. Se os terapeutas tem emitido comportamento )ue eles pensam estar agindo como re"orçador.esenvolver um repert. o terapeuta esperançosamente.rio por si . 13JM6 # ele serve para !aumentar e aguçar o e"eito sobre o ouvinte! 2p.8mbora o ambiente terapêutico se%a. idênticos ao ambiente di rio do cliente.ada a importFncia das reaç1es privadas do terapeuta por ocasião de seu pr. em muitos aspectos.rio para descrever relaç1es "uncionais entre as vari veis controladoras e o comportamento clinicamente relevante.prio repert. diminuindo ou não tendo e"eito sobre um comportamento particular do cliente. Tazendo isso. /o ambiente terapêutico. O terapeuta pode au'iliar o cliente a construir este tipo de repert. Os autores sugerem )ue. I#I#J#. TeedbacG deste tipo levaria a mudanças nos comportamentos do terapeuta )ue poderia torn #los mais e"etivos.rio para observar as propriedades potenciais de re"orçamento do comportamento do terapeuta )ue são contingências 0 ocorrência do comportamento clinicamente relevante do cliente. Segundo.rio. tem as habilidades de ampliar suas reaç1es privadas.rios verbais pelo cliente )ue descrevem relaç1es "uncionais envolvendo comportamentos clinicamente relevantes 2ocorrendo dentro ou "ora da terapia6.prio comportamento na sessão. e'istem di"erenças importantes.esenvolver um repert. certos traços do terapeuta tornam#se importantes de acordo com Rohlenberg e Tsai. os es"orços deveriam ser "eitos para combinar os clientes com os terapeutas )ue são mais prov veis de serem re"orçados pelo progresso em direção aos comportamentos alvos do cliente. seria um importante passo no aumento das chances do cliente em obter re"orçamento.

I#I#H# (sicoterapia Tuncional &nal$tica e Voverno por regra Os procedimentos ressalltados a)ui são destinados a produzir mudanças nos comportamentos do cliente e do terapeuta )ue são amplamente modelados. 134M. dizendo ao cliente !sempre )ue eu pergunto sobre seus sentimentos em relação a mim. como o resultado dos reais eventos discriminativos. 2Rohlenherg N Tsai. eu acho )ue * por )ue você reagiu da "orma )ue "ez. 8m vez de criticar a terapia comportamental anterior )ue con"ia no controle instrucional. baseado no contato direto com o "enPmeno de interesse. 8les são encora%ados a estarem em contato direto com as e'periências )ue ocorrem na sessão e a gerar "rases sobre as relaç1es contingênciais )ue parecem e'istir. 8sta reação "az#me sentir como se meus sentimentos não "ossem v lidos e punida por eu dizer )ue eu me importo. amplamente por)ue. p. mas ao inv*s disso. O único tipo de regra )ue * "ormalmente encora%ada nesta abordagem * o rastreamento de tatos precisos. você não )uer )ue eu e'ponha minhas preocupaç1es e meus sentimentos positivos por você!.mesmo. emitindo "rases sobre as relaç1es "uncionais sobre os eventos na sessão de terapia. (or e'emplo. O terapeuta evita utilizar as !regras! para criar mudança no comportamento. ou se%a. p. &"irmação deste tipo serviriam para criar um conte'to no )ual as emoç1es não seriam vistas como ocorrências randPmicas. tais procedimentos poderiam desenvolver um repert. não instru$dos. )ue seriam reduzidos ou aumentados. a (sicoterapia Tuncional &nal$tica * orientada para modelagem e o re"orçamento. as regras podem produzir comportamento )ue * "uncionalmente di"erente do comportamento )ue "oi modelado. .rio mais preciso de auto#regras. &ssim como a terapia orientada para o insight.5116 ou ! )uando eu lhe "alo )ue eu realmente me importo com você e )ue eu gostaria )ue você soubesse dos meus sentimentos. Tanto o cliente como o terapeuta são encora%ados a verbalmente descrever as contingências )ue cercam e'periências particulares 2comportamento clinicamente relevante S6.51I6. você reage de um modo impessoal. se assim "osse dese%ado. você muda de assunto! 2Rohlenherg N Tsai. 134M.

ria do pr. não podemos saber de antemão o .(sicoterapia Tuncional &nal$tica * uma terapia di"$cil para muitos terapeutas. como n. no prelo6. dizermos !ser capaz de ter intimidade com outros!. & literatura sobre governo por regra "ornece entretanto um suporte conceitual para a possibilidade. pois e'igem )ue o terapeuta produza e"eitos. se eles mesmos "orem e"etivos nisto. . uma descrição estrutural. O repert.sto * muito di"erente de outras abordagens comportamentais 0 terapia. =omo anteriormente discutido. 1345K <osem"arb. & (sicoterapia Tuncional &nal$tica lida com esta )uestão selecionando terapeutas )ue % tem os comportamentos#alvos globais dos seus clientes em seus repert. =ontudo. & abordagem de Rohlenberg e Tsai 2134M6 * plane%ada para produzir mudanças )ue são !al*m dos ob%etivos "i'ados na terapia!. por e'emplo. 7aLes N >inchan.rios. & id*ia * )ue sem ter )ue de"inir os componentes de. por )ue os terapeutas podem notar as reaç1es em si mesmos )ue. topogr "ica de certos comportamentos necess rios para a intimidade não * necess ria.s demonstramos 2&zrin N 7aLes. &o contr rio de regras espec$"icas orientada para problemas espec$"icos. /aturalmente. 8sta habilidade geral naturalmente pode ser aplicada a )ual)uer problema )ue a vida apresenta. onde o terapeuta pode utilizar instrução en)uanto permanece pessoalmente "ora e distante da sessão.rio e a hist. 8'ige )ue o terapeuta este%a bem envolvido com o cliente e )ue suas reaç1es privadas ao cliente se%am e'aminadas continuamente. (or en)uanto. o produto desta abordagem * pelo menos plane%ada para ser uma habilidade geral de observar a e'periência direta de uma pessoa e a produção de auto#regras )ue intimamente correspondem a ela. em parte pelas suas reaç1es !naturais! ao comportamento do cliente. os terapeutas provavelmente são mais capazes de modelar apro'imaç1es em direção a estas habilidades. =ontinuando com o e'emplo. muito da literatura sobre as habilidades sociais * baseada na noção de )ue comportamento particular )ue se dese%a estabelecer ou reduzir pode ser operacionalizado. "uncionalmente produzem a intimidade ao inv*s de comportamentos )ue então tem sido estruturalmente de"inidos como !componentes do comportamento $ntimo!. habilidade social pode ser a"etada sem esta ocorrência.prio terapeuta * usada como um m*todo para de"inir categorias "uncionais do comportamento. isto não "oi demonstrado empiricamente.

S506. & (sicoterapia Tuncional &nal$tica *. semelhantemente.O =O/T<O>8 (O< <8V<&? & 8ST<&TDV. e'istem alguns elementos do processo de criação de alguma "orma signi"icativos )ue podem ser ensinados. Seus princ$pios operantes tem. criativa e adaptativa. mas o produto real )ue o artista produz não * algo )ue poderia ser especi"icado de antemão. de valor desconhecido. SGinner 213MI6 em seu ensaio !=riando o &rtista =riativo! apresenta uma an lise de produção da criatividade )ue pode ser an loga ao cl$nico criando as condiç1es e'igidas para um cliente a abordar a vida de uma maneira "le'$vel. então o"erecida. & (sicoterapia Tuncional &nal$tica *. &lgum tipo de controle por regra precisa ser diminu$doK outros tipos aumentados. ainda. & terapia. (oucas t*cnicas comportamentais são sens$veis 0s desvantagens 2doOnside6 do governo por regra e pouco trabalho emp$rico tem sido ainda "eito sobre estas t*cnicas. . S #&>T8<&Y^O .W&Y^O :oltamo#nos para as t*cnicas )ue tem como sua meta uma alteração dos modos nos )uais as regras "uncionam. SGinner sugere )ue !O artista %ovem pode ser ensinado.& . etc. a tolerar os e"eitos )ue anteriormente re%eitou.8 <8=O/T8[TA&>. tentaremos alterar os meios pelos )uais as regras "uncionam alterando o conte'to no )ual elas ocorrem. parar de pintar no tempo. sido divulgados pela literatura atual sobre o governo por regra. alguns 2mas não todos6 os aspectos dos )uais são di"$ceis de especi"icar.)ue um cliente con"rontar durante o curso da terapia ou o )ue ocorrer depois da terapia. de "orma a permitir alguns traços para o bem dos outros. =ontudo. não ainda como uma clara alternativa. pode ser mais generaliz vel )uando o ob%etivo * modelar uma abordagem para a vida. treinando uma !abordagem! )ue pode generalizar a uma ampla variedade de coisas )ue algu*m se con"ronta * particularmente valioso. por e'emplo. 8m outras palavras. contudo. mas como um desa"io 0s suposiç1es das t*cnicas de terapia comportamental e'istentes. /a abordagem )ue se segue.!2p.

&os clientes * dito )ue a regra !Se eu não )uero "azer isso. depressão6. com o papel dos pensamentos e sentimentos dos clientes. a regra pode ser mais precisamente e'pressa? !Se você não est )uerendo isso.bvias e vantagens no mundo "$sico em torno delas. Ou melhor. 8ste ponto de vista tem sido amplamente apoiado pela comunidade s. /a medida em )ue os pensamentos são reconhecidos como comportamentos. (or e'emplo os clientes podem pegar )ual)uer revista no consult.rio do m*dico e aprender t*cnicas para substituir a ansiedade por rela'amento. você % conseguiu!. :emos tais tentativas de controlar eventos privativos 2pensamentos. a despeito de suas raz1es . Tentando livrar#se da ansiedade.cio#verbal e recentemente. por muitas teorias psicol. etc6 como as pr.CCC S#S#I# =ontrole O segundo ob%etivo do . temperamento. pensamentos depressivos por "elizes. ansiedade. opini1es. no mundo dentro da pele. =omo mencionado antes no momento em )ue o cliente vem 0 terapia. inevitavelmente conduzir aos pensamentos sobre a ansiedadeK produzindo deste modo a . sentimentos. etc. impl$cita ou e'plicitamente. a )uestão !)ue papel os pensamentos desempenham! no controle do comportamento humanoC! seria mudado para !)ue tipos de contingências levaria um comportamento a ocorrer e a in"luenciar outro comportamentoC! esta re"ormulação tem um enorme impacto sobre os tipos de.istanciamento =ompreensivo * "ocar as )uest1es do controle emocional e cognitivo.prias causas de muitas das grandes di"iculdades da vida.S#1 <8>&Y]8S =O-(O<T&-8/TO#=O-(O<T&-8/TO & maioria das psicoterapias de adultos lida. livro#me disso! * ine"etiva no mundo da e'periência privada.gicas )ue estiveram bastante e'postas entre os leitores não#pro"issionais. ele % est bem inclinado a ver muitos dos seus problemas como relacionados 0 "alha no controle de pensamentos e sentimentos em sua vida 2e'. uma auto#imagem bai'a por pensamento positivo.

você tem sua auto#estima ou seu sucesso na vida aparentemente 0 mostra. advinha o )ue você conseguir C. eu saco uma arma. mas se você "icar ansioso. livre#se dele! mas dentro da pele ela permanece ser mais como !Se você não est )uerendo isso.lver.bica * dito )ue se ela e'pressa um dese%o de ter ansiedade mas somente por)ue tal dese%o servir basicamente para eliminar a ansiedade. &ssim. você o tem!. para a%udar a motiv #lo. 8sta não * uma situação "orçada. você ser "uzilado. Se * cr$tico não estar ansioso. Ama met "ora * usada para e'plicar este ponto? T8<&(8AT&? Suponha )ue eu tivesse amarrado você a um pol$gra"o muito re"inado. você o tem! * imposs$vel para o cliente "azer uso da literalidade. & raiva parece dei' # lo louco # a ansiedade dei'a#o ansioso. .8/T8? 8u certamente seria "uzilado T8<&(8AT&? =erto. /a a"irmação. Suponha )ue você tenha um pensamento )ue você não pode permitir. (or e'emplo. não *C. a ansiedade certamente . o )ue você consegueC. . &ssim você tenta não pensar nele. &o inv*s de um rev. /ão pense em !donuts! de geleiaK não pense em corridas de carrosK não pense em sua mãe. :ocê pode imaginar o )ue poderia acontecerC =>. est se deprimindo. 8u lhe digo )ue para a%ud #lo a trabalhar nesta tare"a eu segurarei meu rev.magine agora )ue eu tenha lhe dado uma tare"a muito simples? /ão "i)ue ansioso. !Se você não est )uerendo isso.prio sistema nervoso.sto "unciona realmente bem. 0 agora". &o inv*s de uma pol$gra"o. :ocê não percebeu )ue a coisa mais deprimente a "azer * tentar eliminar sua depressãoC. 8stamos aplicando uma regra )ue "unciona per"eitamente bem numa situação dentro de uma situação em )ue a mesma regra * um desastre. D uma m )uina tão re"inada )ue não h simplesmente meios de você provavelmente tornar#se ansioso sem o meu conhecimento disso. Tente agora. então ela realmente est relutante e como conse)uência. =ontudo. D e'atamente a situação )ue você est nesse e'ato momento. você tem algo at* melhor? seu pr. . D uma estrutura.verdadeira causa )ue o cliente est procurando eliminar? tentando não estar depressivo.urante o tempo )ue você não "icar ansioso. /ão h como você seguir esta regra.lver na sua cabeça. O )ue você consegueC /o mundo "ora da pele a regra pode ser !Se você não )uer isso. 8 não * apenas sentimentos. eu não atirarei em você.

a distinção produz alguma !distFncia! entre a pessoa e seus pr. mover. Ama distinção entre !8A! e o )ue !eu! "aço * útil por permitir ao cliente discernir auto# verbalizaç1es mais rapidamente para o )ue elas sãoK não apenas o )ue elas dizem )ue são.cio#verbal dentro do )ual as verbalizaç1es podem "uncionar de "ormas novas e mais produtivas. 134M6. em si.sto *.esta "orma. o prop. o resultado parado'al em si ataca a base literal do )ual ele depende. Se a criança responde incorretamente. a )uestão pode ser !não. você "ez isso na escola. . & visão * inteiramente controlada pelas contingências diretas 2de sobrevivência e re"orçamento6. S#S#S# !8A! :8<SAS O @A8 !8A! T&YO O terceiro ob%etivo identi"icado no . &ssim. .a mesma "orma como nos a"astamos de um )uadro 2uma pintura6 para vê#la claramente.sito do distanciamento não * evitar.istanciamento =ompreensivo * o de a%udar o cliente a distinguir entre a pessoa )ue ele chama de !8A! e os comportamentos problemas )ue o cliente )uer elimin #los. contudo * baseado no signi"icado literal. mas simplesmente em parte. a comunidade verbal .continuar . . &os organismos não verbais h apenas o mundo e a visão.prios pensamentos. O )ue você "ez no circoC :ocê viu ele"antesC!. contando com classes relacionais aprendidas em situaç1es mais simples.sito não * diminuir o pensamento.ei'e a palavra !ver! representar todas as coisas maiores )ue "azemos com relação ao mundo 2sentir. =om o advento do comportamento verbal. o controle sobre a resposta pode ser re"inado verbalmente. etc6. . (or e'emplo. isto muda. O ata)ue. & seguinte an lise * retirada em parte de um tratamento mais detalhado de 7aLes 21345. mais variado e mais útil com o seu pr. vê#lo com um pensamento. & disponibilidade de e)uivalência e outras classes relacionais permite 0 comunidade verbal colocar eventos passados em classes com est$mulos presentes. mas sim um contato mais rico. O parado'o * uma grande a%uda a)ui por)ue ele ataca o signi"icado literal. se a criança diz )ue ela brincou com cubos no circo.istanciamento =ompreensivo * estabelecer um novo conte'to s. & uma pessoa pode se perguntar coisas como !o )ue você tomou ho%e no ca"* da manhãC! ou !ou o )ue você "ez no circoC!.prio comportamento. &ssim o prop. O ob%etivo prim rio do .

Os eventos em si mudam constantemente. mas o )ue podemos chamar de !ver # vendo!. isto poderia torn #lo mais propenso a gerar e compreender uma auto#regra sem tamb*m seguir . &s crianças são ensinadas a identi"icar palavras opostas 2e'. mas o sentido da palavra você * de relevFncia especial ao distanciamento compreensivo em seu sentido anterior. O invariante * )ue !você! * colocado em sentenças )uando os relatos estão para serem "eitos do seu ponto de vista. elas podem dizer o )ue elas mesmos vêem. sentir. podem relatar o )ue seus irmãos comeram. &%udando a pessoa a distinguir entre ver#vendo#de#uma#perspectiva e as coisas vistas. &s crianças devem ser ensinadas a distinguir suas perspectivas das dos outros. Se estão sentados ao lado de uma boneca e perguntados sobre o )ue a boneca vê. mas )ue você vê vendo do seu ponto de vista. "azer. )uando perguntadas o )ue elas comeram. )ue este comportamento 2ver vendo6 ocorre de uma perspectiva dada e consistente. não o )ue uma boneca poderia ver. observar. O termo !você! * usado tamb*m de outras maneiras 2e'. 8ste comportamento pode at* ser a base da distinção mat*riabesp$rito tão prevalente em nossa cultura 27aLes. =rianças %ovens. Tinalmente.prio comportamento? não somente vendo. O comportamento de observar pensamentos de uma perspectiva * muito di"erente de comportamento de compreender e seguir auto#regras. a comunidade verbal cria um !sentido do eu! )ue tem algumas propriedades muito especiais. ou auto# conhecimento. contudo. locus ou ponto de vista. mas 0 relação entre os eventos de um lado e o ponto de vista da criança de outro. você como um organismo "$sico6. 13456. etc. . Somente o locus da observação )ue não. a)ui e l 6 )ue não se re"erem a eventos. D tamb*m cr$tico 0 comunidade verbal.este modo. O comportamento de ver vendo de uma perspectiva pode emergir de v rias "ormas.estabelece uma tendência generalizada para responder verbalmente ao pr. &ssim a comunidade verbal cria um tipo de comportamento !de conteúdo#menos! chamado ver#vendo da perspectiva e d o nome de você. somos ensinados a responder geralmente 0s )uest1es como !o )ue você '! onde ' * uma grande variedade de eventos tais como comer. & comunidade verbal não deve saber somente o )ue você vê vendo. (or )ue isto poderia "azer di"erençaC.

. contudo. não apenas como um pensamento. & segunda pessoa. & "orma do pensamento diz uma coisa. =omo uma pessoa no cinema.ado a um con%unto particular de programação. Tre)uentemente. )uando temos um pensamento. .ada uma certa situação. poderia ser usado deste modo? T8<<&(8AT&? =omo e'atamente agora. p.logo do terapeuta )ue e'plica como distinguir entre você e o )ue você "az. seguido. Am mon. ou talvez algo a considerar. 8m outras palavras. desacreditado. pode ser interessante. escondido. :ocê * muito controlado por seus pr. você nem percebe )ue isto * um pensamento. 8m um caso. . (rovavelmente não tem )ue ser mudado. estamos no )ue eu chamo de sobre o mundo. etc. /. * como se a)uilo "osse tamb*m agora o )ue * real.1HH6. mas como o )ue o pensamento diz )ue *. 1353. se você tem um pensamento como !8u não posso suportar isto. &ssim. uma certa resposta * prov vel. imaginemos )ue a pessoa sentada em "rente ao computador est bem atenta da distinção entre si e o computador. certoC. Se você pensa )ue você est mal. est totalmente absorvida pela tela.prio condicionamento com o comportamento de ver os resultados da)uele condicionamento. se não imposs$vel estar "ora da luta de livrar#se de pensamentos ou sentimentos !indese% veis!. con"undimos o conteúdo de nosso pr. você * uma pessoa m !. mas você realmente e'perenciou somente a)uilo )ue você pensou )ue pensou. & programação destes computadores * como o )ue lhe aconteceu em sua vida. :ocê não e'perenciou o )ue o pensamento realmente disse.prios pensamentos sobre o )ue você precisa "azer. (or causa disso. * )ue você e'perimentou a si mesmo pensando. ela se envolve tanto )ue se es)uece da e'istência da distinção entre ela como um observador da . um certo input produzir um certo output.igamos )ue digitamos no teclado alguma coisa e o ouput na tecla * !caia "undo. 8sta * uma distinção di"$cil e toma um bom tempo de trabalho na terapia para estabelece#lo solidamente. . 8u preciso sair da)ui!.s conseguimos compreender a )ue os pensamentos se re"erem # não o )ue eles são. você est realmente na situação descrita pelo pensamento. você não est apenas percebendo o comportamento chamado pensar. ou talvez algo a mostrar aos outros.magine duas pessoas sentadas em "rente a dois computadores idênticos.a)uela regra 2con"orme <Lle. não est totalmente claro )ue o )ue realmente aconteceu. & maneira )ue normalmente operamos. * muito di"$cil. @uando isso acontece. você est mal. 8is a)ui uma met "ora )ue pode a%udar. @uando o te'to para leitura aparece na tela.

concentremo#nos apenas nas peças brancas e pretas. &ssim as peças pretas aparecem mais ou menos %untas e tentam matar as peças brancas do tabuleiro e vice#versa. .CCCCC 8 os negativos trabalham %untos tamb*m.entro desta met "ora. com a)ueles )ue dizem coisas como !8u vou "azê#lo!. a coisa triste * )ue )uando você age como se somente parte de sua programação * aceit vel. D como se n. @uem mais eu poderia serC . (or e'emplo. sup1e#se )ue as peças estão aliadas com seus amigos para surpreender seus inimigos. você o tem !então )uando você trabalha com as peças indese% veis e tenta tir #las do tabuleiro. 7 um grande problema com isso. tornou#se mais. contudo. etc. pelo menos com relação a tentar livrar#se delas. mais e mais o "oco central de sua vida. =>. atitudes. você tem )ue agir como se não "osse por mais tempo )uem você e'perencia ser mesmo.magine um tabuleiro de 'adrez )ue sai inde"inidamente em todas as direç1es. e mais. se * verdade )ue !se você não est )uerendo isso. etc. maiores e maiores. etc. lembranças. es)uecido. por e'emplo. :ocê tem )ue es)uecer )ue você não * o computador. você deve tamb*m mover#se de )uem * para )uem você não *.s são os nossos pr. e isso * de "ato o )ue aconteceu.prios inimigos. 8m outras palavras. )uando você se identi"ica com o conteúdo de suas e'periências privadas. todas as grandes porç1es de n.8/T8? 8u não sei. . &gora no 'adrez.s tentamos trabalhar * )ue nomeamos um desses times como !nosso! time. 8stas peças representam o conteúdo de sua vida? seus pensamentos. a)ueles !positivos! podem agrupar#se você sabe. poderia ser mais inaceit vel para este su%eito. &ssim )ue "azemos isto. (ara ser ainda mais preciso. 8 se você percebe. mudado. não *C. 8u sempre pensei )ue era as peças.s mont ssemos nas costas da rainha branca e cavalg ssemos para guerrear com as peças pretas. elas realmente aparecem %untos. . & leitura como % mencionei. /este tabuleiro e'istem muitas peças de 'adrez de todas as cores di"erentes. sensaç1es corporais. você )uase )ue automaticamente ser controlado por elas. na última met "ora. seus sentimentos.entro desta met "ora. você pode ver )uem !você! *C. predisposição comportamental. (ara torn #lo simples. &ssim você perceber )ue os !maus! pensamentos estão associados com lembranças !m s! e !maus! sentimentos. elas parecem maiores. 8is a)ui uma outra met "ora )ue a%udar neste ponto.tela e o )ue est na tela. &gora a maneira como usualmente n. provavelmente ser algo a ser negado. (ara ele. & ansiedade.

ser visto verbalmente como uma coisa pela pessoa )ue se comporta desta "orma 27aLes. &gora você percebe )ue um tabuleiro. 8sta * a razão de você não poder logicamente "orçar#se a não lutar com suas emoç1es.a)uele n$vel * poss$vel observar a guerra entre suas pr. /ote tamb*m )ue isso não e'ige )ual)uer es"orço para segurar as peças.sto * poss$vel somente por)ue o comportamento de ver vendo de uma perspectiva 2este sentido de !você!6 * em si.ssemos ver nossa pr. Ou se%a. mas não pode ser olhado para # ou pelo menos assim )ue o . você pode ter claro )ue você realmente est no n$vel do tabuleiro de )ual)uer "orma. ele basicamente % mudou. sem ter )ue tom #las literalmente ou sem ter )ue mud #las antes de você obter o controle sobre sua vida. 13456.pria perspectiva. por)ue na)uele n$vel outras peças parecem ameaçar sua verdadeira sobrevivência. Ou se%a. livre de conteúdo. 8le pode manter o )ue est sobre ele e ele pode mover tudo 2como )uando você pega o tabuleiro e movimenta#o no meio de um %ogo6. 8 uma vez )ue você est no n$vel da peça. embora se%a um tabuleiro. por si mesmo. para moviment #las. &ssim se você estiver no meio das peças.prio a estar longe dos eventos )ue você e'periencia. você tem )ue lutar. * um comportamento )ue não pode. contudo. seria como se ele não estivesse l . .8/T8? O tabuleiroC T8<&(8AT&? Sim. :ocê vêC. :ocê * o conte'to no )ual todas estas coisas podem ser vistas. )ue você pode ter controle sobre sua vida. teria )ue ser do n$vel do tabuleiro ao n$vel da peça. Se e'istisse um pensamento e ningu*m para vê#lo. você tem )ue es)uecer )ue você * realmente o tabuleiro.entro da)uela met "ora. . de )ue perspectiva poder$amos vê#laC &ssim. Se o tabuleiro )uisesse mover as peças num momento. pode "azer somente uma de duas coisas. O )ue você pode "azer * distinguir#se como se você e'perimentasse a si pr. D uma causa perdida. Se ". D somente por perceber )ue você não tem controle sobre as peças e )ue você não precisa disso. Tão logo )uanto você percebe seu comportamento. pense a respeito =>.prias peças sem realmente ser despedido por elas ou se%a. você * o tabuleiro. 8m )ue sentido * poss$vel )ue o !você! socialmente criado pode ser independente de outros comportamentosC .T8<&(8AT&? 9em. o sentido do eu estabelecido pela comunidade verbal pode ser olhado de.

pedimos aos nossos clientes para nomear uma coisa no universo "$sico )ue não pode "alhar em )ual)uer ponto do tempo. 8sta simples t*cnica 2)ue os terapeutas da gestalt usaram para os clientes obterem seus !pr. (ode ser parte do )ue os cl$nicos estão "alando com "rases como !você est OG como um direito inato!. segui# los.s "re)uentemente "azemos e'erc$cios e'perenciais programados para a%udar o cliente a tornar#se mais consciente da consciência. !então por )ue você deveria ser sempre uma e'ceçãoC!. ao mesmo tempo. tentar livrar#se deles. Asualmente eles não podem. n. etc. /. o comportamento )ue estamos olhando não est mais ocorrendo no mesmo lugar.s. (or e'emplo.sto * assim por)ue tudo * o sentido de ver da perspectiva.istanciamento =ompreensivo * )ue. &s pessoas )uerem ser aceit veis a si mesmas e aos outros.n"elizmente.s temos uma grande )uantidade de regras socialmente estabelecidas sobre auto#valor. /. . & suposição do . &l*m disso. não pode ser avaliado.sto signi"ica tamb*m )ue !você! neste sentido não pode ser avaliado s. você não seria mais você. 8ste sentido de imutabilidade * importante por)ue ele a%uda as pessoas a e'perienciarem pensamentos negativos e auto#avaliaç1es negativas en)uanto )ue. nenhuma * verdadeiramente aceit vel. .prios! pensamentos e sentimentos6 muito poderosamente traz ao cliente a distinção )ue estamos tentando "azer entre a pessoa )ue ela * e as coisas em sua vida. 8ste comportamento não pode ser visto como uma coisa para a pessoa se enga%ando nele e então. 8ntão perguntamos. . ."azemos. somente )uando uma distinção * "eita entre este sentido de você e as coisas em sua vida * )ue * consistentemente poss$vel "azer alguma coisa a mais com os eventos privados !indese% veis! do )ue lutar com eles. por)ue as coisas podem ter boas ou m s )ualidades. instruimos os clientes a dizer? !estou tendo o pensamento de )ue eu não posso ir ao passeio! 2como oposto a simplesmente a"irmar? 8u não posso ir ao passeio6 ou !8stou tendo a avaliação de )ue eu sou uma pessoa m !. Tamb*m adotamos algo da convenção inoportuna de estruturar "rases de "orma a tornar clara a distinção entre o eu e o comportamento sendo emitido. /este ponto da terapia. devido 0 avaliação verbal a n$vel de conteúdo. 0s vezes. Se isso "osse para mudar. sabendo )ue a parte b sica de !você! nunca mudar e )ue est al*m da avaliação. o sentido de !ser você! permanece o mesmo atrav*s da vida.

o oposto * verdadeiro # o único meio de obter o controle m 'imo sobre sua velocidade e curso * inclinar#se para "rente na ladeira. pensamentos.tica. (edimos ao cliente para desistir da luta com o pensamento. O sentimento )ue a agora". ansiedade. pedimos ao cliente para inclinar#se dentro dos sintomasK encora%amos não somente a parar de lutar. o cliente pode reconhecer as emoç1es. mas igualmente a abraçar muito das coisas )ue eles verdadeiramente temem. devem ser evitados. de "ato. . deliberadamente. (rocuramos saltar da literalidade.S#S#5# >ivrando#se da batalha /esta "ase do . os pensamentos e os sentimentos )ue. 8s)uiar ladeira abai'o. sensaç1es corporais6. &o inv*s disso. (or e'emplo. @uando encora%amos os clientes a desistirem da luta com o controle. auto# depreciação. e não como o )ue eles parecem ser.bica tem durante um ata)ue de pFnico de )ue est "icando louca não * o mesmo )ue e'periência real de tornar#se psic. pensamentos ou sensaç1es corporais como eles são 2e'. O único meio poss$vel dos clientes pararem de lutar com a depressão. (edimos o cliente para e'perenciar o medo da loucura não de "ato e'perenciar entrar numa psicose. não estamos pedindo#lhes para !sorrir e suport #lo 2toler #lo6 ou 2tough out6 seus sintomas at* serem capazes de resistir. 8ntretanto )ual)uer es)uiador e'periente sabe )ue. es)uiando ladeira abai'o pela primeira vez. emoç1es. a inclinação natural * para inclinar#se para tr s sobre os es)uis a "im de diminuir e manter o controle da velocidade e rota. encora%amos os clientes a começarem a e'perenciar. solapar o dar raz1es e reduzir o controle como um compromisso. como um pensamento. ilustrar o ponto? @uando uma pessoa est sobre uma ladeira $ngreme. obsess1es * se eles puderem ver estas coisas de um conte'to di"erente do )ue * o usual. -uitas vezes as auto#regras apontam para aç1es ine"etivas. o pensamento !eu sou uma pessoa m ! não * o mesmo como de "ato ser uma pessoa m .istanciamento =ompreensivo. não resignar#se a ser uma pessoa m . se tomados literalmente. /este conte'to.

o terapeuta mais provavelmente pergunta? !e essa "orma de "alar "uncionou para vocêC!. 134H6. (rimeiro. ele en"atiza )ue o trabalho da psicologia * e'plicar estes eventos. a an lises )ue resultam.S#S#J# =ompromisso e -udança =omportamental O Je ob%etivo do . /. Tazer isto re)uer )ue entendamos as contingências causando cada comportamento e 2e isto * o crucial do tema6 a relação . podemos começar a pensar as relaç1es comportamento# comportamento em termos de an lise de contingências. Se um cliente sinceramente e'plica )ue as coisas !realmente são! de modo )ue ele os descreveu. . (or e'emplo. são então possivelmente completos. esta auto#decepção * menos prov vel. mas h "ortes raz1es para isso.s. Rilleen. 8m outras palavras. considerar pensamentos como comportamento re)uer )ue tamb*m compreendamos os pensamentos. Asando o termo comportamento para toda a atividade organ$smica. 7 uma razão "inal para considerar as aç1es privadas como sendo comportamentos.s procuramos compreender o comportamento de um indiv$duo. se a"irmamos )ue uma pessoa %ogou bem !Scrabble! por)ue ela %ogou bem !Trivial (ursuit!. entretanto. não causas literais. reconhecemos )ue a e'plicação de um comportamento atrav*s de um outro do mesmo tipo * inerentemente incompleta. /este est gio da terapia. 8sta e'plicação não parece tão obviamente incompleta com a primeira. & correspondência entre a palavra e a coisa não * a )uestão. Ama vez )ue nos acostumamos a pensar do controle cognitivo como uma "orma de relação comportamento#comportamento. 13456 criticou o uso do chamado comportamento de aç1es privadas. (arece )ue como os eventos e'planat. Suponha )ue a"irmamos )ue a pessoa %ogou bem Scrabble por)ue ela tinha uma boa inteligência verbal e )ue era con"iante e audaciosa. n. &lguns autores 2e'. Ama descrição de algo * ainda apenas uma "orma de "alar e o valor de )ual)uer "orma de "alar est para ser encontrado em sua "unção.s imediatamente imaginar$amos )ue ela %ogou bem Trivial pursuit por)ue os dois estão relacionados. o cliente "oi levado a ver as raz1es como mero comportamento verbal. )ue parece )ue mudamos os campos dos dois eventos relacionados. Segundo. Suponha. intuitivamente.rios são de um tipo di"erente do )ue o evento e'plicado.istanciamento compreensivo * "azer um compromisso para a ação. Se n. ele evita e'plicaç1es incompletas )ue não são úteis para a predição e o controle 2ve%a 7aLes N 9roOnstein.

entre elas. ,esta "orma devemos perguntar !)uais são as contingências )ue apoiam a relação entre pensamentos e outras "ormas de ação humanaC!. /esta visão, os pensamentos e as auto#regras não necessariamente produzem )ual)uer e"eito sobre os outros comportamentos. D somente devido ao conte'to 2as contingências6 )ue uma "orma de comportamento se relaciona ao outro. @uais são as contingências )ue levam os pensamentos verbais a controlar outras "ormas de comportamentosC. /.s apontamos para três.

S#I# =onte'tos relevantes ao controle patol.gico de auto#regras Os conte'tos mais caracter$sticos nos )uais os problemas dos clientes estão encravados são? 16 literalidadeK I6 dar raz1esK e S6 a tentativa para controlar. O primeiro destesK a literalidade, estabelece o palco para os outros.

S#I#1# >;T8<&>;,&,8 &trav*s dos processos descritos no =ap$tulo J neste volume, "re)uentemente as palavras vêm a ser usadas como se elas signi"icassem ou "ossem as coisas 0s )uais elas se re"erem. Ama palavra e a situação a )ue ela se re"ere, pode ser "acilmente con"undida. (or e'emplo, !8stou doente! literalmente signi"ica )ue a situação de doênça chegou. -esmo o "ato mais direto, de dizer !8u estou doente! est virtualmente encoberto na avalanche do signi"icado literal. Se um membro da classe relacional 2e'. o !re"erente!6 * considerado presente )uando um outro membro 2e'. uma !palavra!6 est presente, as aç1es apropriadas ao primeiro são provavelmente ativadas pelo segundo. (or e'emplo, o pensamento !8stou doente! pode resultar num pedido da criança para "icar em casa ao inv*s da escola, independente do estado real de sua saúde. Se a mãe * convencida pelas palavras da criança de )ue ela se sente mal, provavelmente ser permitido a ela "icar em casa. Ama relação comportamento# comportamento entre dizer coisas 2e'. pensar verbalmente6 e uma ação aberta * desse modo

estabelecida pelo !conte'to da literalidade! criada e apoiada amplamente pela comunidade verbal. Temos e'tensivas hist.rias da comunidade verbal mantendo uma e)uivalência grosseira entre palavras e eventos. 8stamos encora%ados a enga%ar#nos em an lises "ormais de situaç1es e então responder a estas an lises. & comunidade verbal est constantemente apertando a e)uivalência entre nossa "ala e o mundo. 8st$mulos verbais são est$mulos puramente arbitr rios, e e'istem poucos impedimentos para amarrar completamente a e)uivalência de classes emergentes. =omo resultado "inal, )uando pensamos em algo, não * sempre .bvio )ue ele se%a mesmo um pensamento. /um sentido, as classes relacionais envolvidas são tão amarradas )ue * di"$cil ver )ue as "unç1es de um membro de uma classe são de "ato derivadas da)uelas de outros membros. & insensibilidade produzida por regras verbais pode, em parte, ser baseada neste "ato verdadeiro. Am dos ob%etivos do distanciamento compreensivo * !perder! a e)uivalência de classes verbais, particularmente em conversas descritivas ou anal$ticas. 8'atamente por)ue isto * um ob%etivo )ue se tornar mais claro como o m*todo e as suposiç1es sub%acentes são descritas. ,i"erente dos outros m*todos, contudo, )ue tenta ensinar tatos preciosos, o ob%etivo prim rio do ,istanciamento * a%udar os clientes a ver a conversa como uma ação )ue pode ser útil ou não útil, dependendo do conte'to.

S#I#I# ,&< <&W^O 8 =O/T<O>8 /o conte'to da literalidade a %usti"icação verbal ad)uire consider vel potência. D geralmente aceito pela comunidade verbal#social )ue certos eventos podem e'plicar outros eventos. (or e'emplo, a agora".bica diz ao seu marido )ue ela não vai ho%e 0 mercearia por)ue ela est muito ansiosa. 8sta e'plicação para seu comportamento de es)uiva provavelmente gera um apoio simp tico da comunidade por)ue muitas pessoas podem identi"icar#se com a e'periência de evitar uma situação onde eles poderiam "icar com medo. &ssim, dentro da comunidade verbal#social, uma relação particular comportamento# comportamento * estabelecida )ue parece ser de uma natureza causal? @uando estou

ansioso, isto me "az evitar o )ue * temido e esta es)uiva "az a ansiedade ir embora. !&nsiedade torna#se um evento )ue aparentemente pode "azer outros eventos comportamentais ocorrerem, mas ele o "az em parte por causa do apoio social para esta verdadeira concepção. O controle * uma e'tensão da literalidade e de dar raz1es. Se a ansiedade pode causar es)uiva e a es)uiva * pre%udicial, então a ansiedade deve ser controlada a "im de melhorar os "atos. 8sta concepção * tamb*m maciçamente apoiada pela comunidade verbal. O apoio social para controlar. !maus pensamentos! ou !maus sentimentos! * em si parte do conte'to no )ual estas aç1es privadas precipitam outras aç1es, denominadas tentativas de livrar#se destes verdadeiros pensamentos e sentimentos.

S#S# O (<O9>8-& 8 & SO>AY^O !>ivrar#se de ! * a !solução! do cliente. 8m nossa visão, * ao contr rio, um aspecto do problema. O ,istanciamento =ompreensivo, 27aLes, 134M6, busca descobrir uma solução mais pratic vel atrav*s do abalamento dos três conte'tos de literalidade, dar raz1es e controle. & esperança * )ue, "azendo isso, processos mais diretos de controle de contingências podem ter mais de um impacto e )ue as soluç1es impratic veis, mas l.gicas podem ser abandonadas. &dicionalmente, certas "ormas v lidas de controle por regra podem se tornar mais prov veis. ,evido a cada um dos três conte'tos relevantes não serem somente parte da perspectiva do cliente, mas tamb*m parte da comunidade verbal#social 2incluindo o do terapeuta6, eles são muito di"$ceis de e'plicar. ,e "ato, o único meio poss$vel de "azer isso * se comportando de "orma )ue não se%am !l.gicas!, nem !razo veis! e, dessa "orma, "icando "ora dos conte'tos verbais, o terapeuta est buscando a suspensão do conte'to.

S#S#1# ,esamparo =riativo

mas * um desamparo criativo por)ue. O cliente tipicamente vem para a terapia com um con%unto de problemas identi"icados e mais "re)uentemente.s somos uma parte. uma t*cnica para eliminar.gicas e de senso comum. o terapeuta descreve o dilema do !desamparo! em termos )ue identi"ica o sistema verbal#social no )ual o cliente "oi treinado. isto *. &o terapeuta * então pedido para assistir o cliente na implementação destas soluç1es 2e'. T8<&(8AT&? . possivelmente.ei'e#me dar#lhe uma met "ora )ue pode a%udar a ver o )ue estou dizendo. em terapeuta pode dizer?. um con%unto de soluç1es verbais aos problemas. "ora deste conte'to. são e'ploradores com o terapeuta. nos )uais "alhou. uma tentativa * "eita para estabelecer um estado de !desamparo criativo! no cliente. "undamentalmente novas abordagens são poss$veis. o cliente est sem a%uda e desamparado dentro do conte'to do )ual ele est atualmente operando. :ocê est com os olhos vendados com algumas "erramentas dadas e lhe * dito para correr atrav*s . por)ue mesmo se o terapeuta pudesse "azer o )ue o cliente est pedindo.esamparo =riativo * o nosso nome para a condição na )ual as !soluç1es! do cliente começam a ser vistas como os problemas dele. clientes ansiosos dese%am ser calmos6. torna#se claro )ue alguma mudança al*m da l.magine um grande campo. & situação em )ue você est * mais ou menos como esta. 8ste con%unto de problemas e soluç1es identi"icados. o cliente sente#se sem a%uda. controlar ou reduzir as emoç1es ou as reaç1es a"litivas )ue o cliente est e'perimentando. 8m nossa visão. como o problema real. & situação * !desamparado!. Asando met "ora.gica verbal ordin ria * necess ria. Os diversos e variados meios )ue o cliente % tentou para mudar. /esta primeira parte da terapia.istanciamento =ompreensivo. . (or e'emplo. @uando todas as !soluç1es! não são dispon$veis. surge de um con%unto de pr ticas estabelecidas e mantidas pela comunidade de organismos verbais da )ual todos n. ou pelo menos. &os clientes * dito )ue eles não se culpem. isto não produziria o resultado dese%ado. ao cliente * dito )ue a !solução! )ue ele est propondo * parte de seu problema e )ue o terapeuta não pode "ornecer.evido )ue as coisas )ue o cliente % tentou e abandonou são tipicamente l. ./o primeiro est gio do . mas )ue eles são respons veis. capazes de responder. não o cliente pessoalmente. como imposs$veis de implementar. .

poder estar em outro. )ue eu )uero lhe "alar sobre isto. Se não estiver nesse buraco. 8les estão amplamente espaçados na maioria dos lugares mas. &ssim você cava. mas não como uma "orma de tirar você do buraco em )ue est . :ocê pensa )ue eu tenho uma p banhada a ouro. você acidentalmente cai dentro de um. isso não "aria nenhum bem pois p s não tiram as pessoas dos buracos. a razão de eu não poder responder isso agora * )ue isto não melhoraria nada at* você realmente livrar#se desta determinação de cavar seu caminho de sa$da.8/T8? 8ntão. mas você provavelmente permanecer neste buraco. não de uma p . você tentaria cavar com ela. =>. (ara sair do buraco você precisa de uma escada. assim você pega a "erramenta )ue parece ser mais útil e você tenta sair. /ão importa como você o "az. 8mbora sem você saber. você pode pensar.n"elizmente. &gora. =avando r pido não adianta. -as eu não tenho e. &ssim você tenta outras coisas. /a met "ora não * a "alha da pessoa )ue o "ez cair no buraco e não * por sua culpa )ue ele não pode sair. :ocê pode tornar o buraco mais "undo ou mais largo ou pode e'istir todos os tipos de passagens )ue você pode construir. se lhe "osse dado uma escada. e não um meio de sair dele. dada a "orma como você est en"ocando isso. 8 naturalmente )ue * literalmente verdadeiro. D e'atamente por isso )ue est a)ui. você começa a tentar sair. a "erramenta )ue lhe "oi dada * uma p . :ocê precisa de uma p banhada a ouro. :ocê pode tentar descobrir e'atamente como caiu no buraco. Talha e culpa e'istem . isto não tiraria você do buraco. Ama outra coisa )ue você pode "azer * tentar encontrar uma p realmente grande. . (ondo mais es"orço. mas não "az )ual)uer di"erença. eu não estaria a)ui!. )uando você cai no buraco. :ocê não sabe e'atamente o )ue "azer. dei'e#me voltar ao assunto e dizer )ue não podemos prosseguir at* você realmente começar a encarar o "ato de )ue não h caminho de sa$da. e'istem buracos neste campo. &ssim. -esmo )ue você soubesse de cada passo dado. mas cavar * uma coisa )ue "az buracos. !Se eu simplesmente não tivesse virado para a es)uerda na subida.do campo. mesmo )ue tivesse. 8'iste alguma coisa mais. &ssim não vamos gastar muito tempo pensando nos detalhes do seu passado # muitos destes virão 0 tona por outras raz1es e lidaremos com eles. Talvez isto se%a o problema. não adianta 8 não h nada para "azer )ue "uncionar at* você %ogar "ora a p . o )ue * a escadaC =omo eu posso sairC T8<&(8AT&? :e%a. você não pode cavar sua sa$da. /esse e'ato momento. mais cedo ou mais tarde.

você % deveria tê#lo "eito. ao cliente * dito )ue se ele est compreendendo o )ue o terapeuta est dizendo. mais do )ue você "ez.gico verbal )ue ele est operando. :ocê não precisa passar anos cavando "uriosamente. :erdade não * uma )uestão de comportamento # * uma )uestão de utilidade. contudo. em outros casos a insensibilidade * dese% vel. Se você sabia o )ue "azer.gica. assim não tente se es)uivar da responsabilidade # saiba apenas )ue a habilidade de responder não * o mesmo )ue culpa. respons vel no sentido da habilidade de responder.esse modo. & con"usão * mantida deliberadamente para evitar )ue o cliente intelectualize e compartimentalize o seu dilema nas mesmas soluç1es e insights de senso comum )ue "alharam no passado. um ambiente verbal "oi criado na terapia )ue não permite uma "uga l. (or e'emplo. :ocê *. Os compromissos são um e'emplo.entro deste conte'to cl$nico. =ompromissos verbais tornam#se muito importantes. &s conse)uências em si % são su"iciente aversivas sem ter )ue despe%ar mais condenação social sobre elas. /ão deve se culpar. não * sua culpa. :ocê simplesmente não sabia )ue o tinha "eito. 8mbora os e"eitos produtores de insensibilidade de certos tipos de "ala se%am nocivos. algumas outras "ormas de "alar podem "uncionar de novas "ormas. Se isto não * verdade. /ão precisamos de culpa a)ui. Tendo alterado o conte'to no )ual a "ala do cliente * usada.)uando acrescentamos uma condenação social para tentar motivar algu*m a mudar. . então nada pode ser "eito agora. como você tem "eito. então certamente. o real signi"icado do terapeuta não pode possivelmente ser entendido. &s promessas normalmente "uncionam melhor )uando elas são mantidas. @uero )ue saiba )ue est bem claro para mim )ue você gostaria )ue sua vida "uncionasse. . & met "ora * usada e'tensivamente para "i'ar ao cliente )ue o terapeuta não est apresentando um novo e di"erente sistema de crenças a ser abraçado literalmente. :ocê não precisa disso. :ocê % est motivado a mudar. 8ntão o ob%etivo da . :ocê tem uma habilidade de responder di"erencialmente na situação. &o inv*s disso. 8ste est gio do tratamento não * punitivo? não h tentativa para !punir! o cliente )uei'oso ou induzi#lo a manter seus compromissos. o cliente )ue "az um compromisso não tem desculpas aceit veis para um "racasso em seguir adiante. ele não est entendendo#o por)ue dentro do conte'to l.

O es"orço para sentir ou pensar somente em certas coisas não pode ser seguido por)ue muitas destas aç1es não estão elas pr. S#5# 8:. O primeiro relato "ormal do procedimento "oi em 134M 27aLes. ele e'cedeu a e"etividade da !terapia cognitiva de 9ecG!. conscientemente baseado sobre a literatura comportamental anal$tica sobre a e)uivalência e o governo por regra e deliberadamente amarrada 0 "iloso"ia conte'tual$stica. & dimensão e a importFncia rotulada de cada compromisso são considerados irrelevantes ao processo.terapia neste ponto * a pr tica de "azer e manter compromissos varbais bem sucedidos.prias sob o controle verbal.esta "orma procuramos uma discriminação entre as auto#regras )ue não podem ser seguidas e"etivamente 2i. .istanciamento =ompreensivo pode ser um tratamento e"etivo para a depressão. Am compromisso. compromissos 0 mudança de comportamento6. 8m nossa opinião. por reduzir a literalidade. naturalmente. e.s o dar razão e a literalidade perderam sua credibilidade e poder. regras de es)uiva emocional6 e as auto#regras )ue podem ser seguidas e"etivamente 2e'. 134M6. Am compromisso para mudar um comportamento aberto * uma regra )ue.& O . amplamente conhecida como a psicoterapia mais e"etiva programada para a depressão .istanciamento =ompreensivo * um novo procedimento. "re)uentemente suportam pouca semelhança 0s )uei'as iniciais apresentadas )ue os trou'eram 0 terapia. en)uanto ele estiver salientando o crescimento ao inv*s de inibi#lo.& 8T. este est gio da terapia * poss$vel somente depois )ue o cliente alcançou alguma habilidade em distinguir o !eu! dos seus comportamentos problemas e ap..& . O trabalho "eito tem sido de suporte 2ve%a 7aLes. O .B/=. Os compromissos )ue os clientes vem a estabelecer para si. * uma auto#regra. /o primeiro estudo de sua e"ic cia. os compromissos verbais deste tipo parecem tornar#se mais e"etivos e mais impactantes sobre a mudança do comportamento. no m$nimo teoricamente pode ser seguida. O parado'o * )ue.=Q=. 134M6. 7avia somente um punhado de tentativas para avaliar o resultado do procedimento.

especialmente na an lise comportamental aplicada. O . contudo. a credibilidade destes pensamentos diminui radicalmente 2Wettle N 7aLes. 13456. 8m vez disso. & literatura mais recente sobre governo por regra e classes relacionais * )uase desconhecida "ora da rea b sica. ve%a o cap$tulo 3 neste volume6. 134M6. O )ue * particularmente interessante 0 esta altura sobre o . O prop. O trabalho * preliminar e ainda não se sabe se o distanciamento compreensivo provar ser muito e"etivo do )ue outras t*cnicas. & s*rie de princ$pios anal$ticos#comportamentais aplicada aos problemas humanos. anal$tica#comportamental tenha#se desviado tão massiçamente 0s abordagens !comportamentais! "oram baseadas em princ$pios comportamentais dispon$veis =O/=>AS^O & literatura anal$tica#comportamental teve uma "orte in"luência sobre o campo da psicoterapia aplicada. usando a relação terapêutica para modelar comportamento e"etivo e usando intervenç1es verbais parado'ais para reconte'tualizar os pensamentos do cliente * muito di"erente do . 8stas descobertas mais novas parecem ter maior relevFncia direta aos adultos verbais. como ocorre na terapia cognitiva.istanciamento =ompreensivo não * a sua e"etividade conhecida. "oi primariamente limitada aos princ$pios de controle direto de contingênciasK "oram primariamente aplicados em crianças e populaç1es institucionalizadas.sto * talvez um resultado da novidade das contribuiç1es b sicas "eitas na tentativa de analisar o governo por regra onde a maioria das recentes e'tens1es cl$nicas desviam radicalmente do )ue se pode esperar das intervenç1es comportamentais.istanciamento compreensivo tamb*m * e"etivo com as desordens de ansiedade de v rios tipos 27aLes. mas o "ato de )ue uma terapia baseada em pes)uisa b sica contemporFnea nos anos J0 e H0. D tamb*m sabido )ue os progressos no distanciamento compreensivos não ocorrem reduzindo a "re)uência dos pensamentos depressivos.sito do presente cap$tulo "oi mostrar )ue os tipos de an lises b sicas desenvolvidos neste livro podem ser úteis em gerar novas id*ias e intervenç1es. 8las são úteis na interpretação das intervenç1es e'istentes em muitas reas 2e'. . 134H6. -odelando habilidades sociais sem instruç1es.2Wettle.

rica na desarrumada rea da (sicoterapia de adulto. TranG ou (erls. D irPnico. &l*m do mais. * interessante )ue as e'tens1es aplicadas da literatura do governo por regra tenha tomado esta direção. &inda. mas a an lise b sica de comportamento pode estar construindo o tipo de base te. elas todas suportam not veis semelhanças 0s intervenç1es !não comportamentais! por cl$nicos como <ogers.)ue * usualmente chamado de terapia =omportamental. & maioria destes es"orços são muito preliminares e podem não provar serem úteis )uando su%eitos a posterior avaliação emp$rica. ser "ortalecida a importFncia da an lise b sica. ainda não est claro. demonstrando )ue as novas abordagens estão emergindo da literatura anal$tica#comportamental b sica. Se esta tendência * uma anormalidade ou a precursora de coisas )ue estão por vir.rica )ue muitas das t*cnicas !não comportamentais! precisaram. Se estas e'tens1es se mant*m. a "im de amarrar a sabedoria cl$nica aos princ$pios cienti"icamente validados. &lguns destes princ$pios podem tamb*m a%udar a por uma boa ordem te. .