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Polícia Militar do Paraná 5º Comando Regional Policial Militar 14º Batalhão de Polícia Militar Curso de Formação de Soldados !"1!

#$ordagem S%cio &sicol%gica da 'iol(ncia

)#*+,R!"14

.#*/+ !0! O CIDADÃO DE PAPEL.R!"14 . 1ra$alho a&resentado como re2uisito &arcial &ara a o$tenção de nota na 3isci&lina de #$ordagem S%cio &sicol%gica da 'iol(ncia do Curso de Formação de Soldados4 1urma !"10 do 14º Batalhão de Polícia Militar 5 14º BPM6 Pro76 MSc6 3amião +n8ias de Melo dos Santos )#*+.

A luta pelos direitos #umanos mudou a cara e o mapa do mundo re%imes comunistas e ditatoriais cairão p:s. Porem este circulo &icioso não atin%e somente aos "ue tem menos din#eiro mas tamb0m re&ela uma sociedade "ue -ec#a para oportunidades a todos. ?a d0cada de 4= se"uestro esta&a apenas li%ado ao cen*rio pol7tico #o2e o cidadão comum tem sido cada &em mais &7tima desta modalidade de &iol'ncia. Al%uns di/em "ue a -alta de respeito aos direitos esta tao instaurada "ue 2* -a/ parte de nosso dia a dia. E "uanto as crian!as( Em 36>6 a O?@ apro&ou a declara!ão uni&ersal dos direitos das crian!as "ue consiste em 3= princ7pios muitos deles ainda despre/ados no brasil. E$iste al%o em comum entre &oc' e uma crian!a de rua( )e &oc' "uestionar &ai descobrir "ue para c#e%ar a essa resposta precisara mer%ul#ar num conceito muito importante para o ser #umano a cidadania e ser* necess*rio ol#ar não s+ para as ruas mas para dentro de sua pr+pria casa.R+S9M.se -im ao apart#eid.'R-: O Cidadão de Papel – Gilberto Dimenstein – Editora Ática. Desde então os direitos dos #omens -oram se ampliando e se aprimorando a escra&idão aos poucos abolida direitos dos trabal#adores direito a &oto das mul#eres direito de anal-abetos a &otarem em 3695 declara!ão dos direitos #umanos inspirada na re&olu!ão -rancesa. O tr*-ico de dro%as antes um problema de pa7ses &i/in#os a%ora inunda o pa7s a%ra&ando a &iol'ncia urbana c#e%ando a ser um poder paralelo. C. 3ireito de ter direitos6 Cidadania "uer di/er em ess'ncia a %arantia por lei de &i&er di%namente o direito de ter direito -oi uma con"uista *rdua da #umanidade..# Das &*rias op!Aes a se temes a &iol'ncia tem sido a eleita #ou&e tempo em "ue monstros e -antasmas ocuparam esse posto.# Sintomas da crise6 Quando andamos pela cidade diariamente encontramos crian!as de rua essa cena se tornou tao banal "ue nem c#ama mais a aten!ão. De&ido a esse crescer da &iol'ncia o cidadão e obri%ado a &i&er em -ortale/as com casas c#eias de %rades alarmes e tecnolo%ias de monitoramento e ate carros blindados estudo de autode-esa e necessidade de armamento ci&il. ela e o sintoma mais a%udo da crise social. A re&olu!ão -rancesa em 3456 onde reis le%itimados pela cren!a de "ue o %o&ernante era representante de Deus na terra coube aos -il+so-os apontar os &7cios desse re%ime e apre%oar a import8ncia da liberdade como um direito natural do indi&7duo. Pais pobres %eram -il#os "ue não tem acesso . cidadania "ue por sua &e/ %erarão -il#os pobres se encerrando em um ciclo &icioso. '.3#3#*. Percebemos a aus'ncia da cidadania "uando uma sociedade %era uma crian!a de rua. Como -ruto destas mudan!as em <==5 um cidadão ne%ro -oi eleito presidente por0m a sociedade tem muitos problemas ainda por solucionar..3. A morte de um animal no /ool+%ico causa mais repercussão do "ue a den1ncia de "ue pre-eitos -a/iam crian!as passarem -ome por "ue des&ia&am recursos da merenda escolar. .-+*C. &iol'ncias desempre%o dro%as etc. Essa passi&idade si%ni-ica "ue 2* nos acostumamos a corrup!ão.

)e%undo dados da O?G &i&a rio em <==F entre > e D mil adolescentes esta&am en&ol&idos com o tr*-ico de dro%as na cidade. . ?os anos entre 3654 a <==3 F. Para "ue a lei saia do papel e o estado de -ato cumpra sua -un!ão "ue e de prote%er a in-8ncia e a 2u&entude brasileira ainda e$ite um lon%o camin#o a ser percorrido. Porre social6 E muito comum crian!as de rua e$perimentarem dro%as muito cedo pois estas ali&iam a -ome e dão sensa!ao -*lica de poder por conse"uente não conse%uem ter uma &ida normal e "ue pro&a&elmente tornara imposs7&el -re"uentar uma escola. )e%undo pes"uisas -eitas pelo sistema A%lo de ensino re&ela "ue morrem mais 2o&ens em acidentes causados pelo consumo de *lcool do "ue por uso de dro%as il7citas.6F4 morreram em con-litos comparando em Israel e entre Árabes neste mesmo per7odo morreram 9D= 2o&ens.O 2o&em sem -orma!ão educacional não arruma empre%o "ue l#e %aranta padrão de &ida di%no no tr*-ico ele e obri%ado a -a/er uso da &iol'ncia para ser respeitado. Quando o direito b*sico ao acesso a escola e assist'ncia a saud' são &iolados e casos de &iol'ncia direta como maus tratos a%ressAes -7sicas psicol+%icas ou se$uais. o 2o&em não en$er%a o pr0dio da escola como um bem da comunidade. Com base nesse arti%o o con%resso apro&ou em 366= pela lei 5=D6 o estatuto da crian!a e do adolescente detal#ando a responsabilidade do estado -am7lia e da sociedade em cumprimento de todos estes direitos. 'iol(ncia em sala de aula não e apenas nas ruas e nas -a&elas "ue a &iol'ncia se mani-esta. a &iol'ncia dentro da escola e apenas uma e$tensão das &i&encias "ue o 2o&em tem -ora do ambiente educacional. Entrando no s0culo EEI ainda com dados imprecisos mas as estat7sticas dispon7&eis permitem concluir "ue em muitas cidades brasileiras o assassinato continua a ser a principal causa de morte de adolescentes. Criança . 'iol(ncia em 7amília6 E considerada o maior moti&o pelo "ual crian!as e adolescentes dei$am suas casas e passam a &i&er nas ruas.ira &ersonagem de guerra6 Coi somente na d0cada de 365= "ue se constatou "ue a &iol'ncia nas %randes cidades brasileiras tamb0m &itima&a crian!as em 3656 se%undo @?ICEC a cada dois dias uma crian!a era assassinada por policiais ou %rupos de e$term7nio. A -alta de cuidado com o local -7sico e simb+lico da escola e sintoma de dois tristes -en:menos sociais. Entre <==< e <==D -oram %astos para o tratamento de dependentes de *lcool e outras dro%as F4 mil#Aes s+ em <==4 as empresas de publicidade de bebidas alco+licas %astaram 6D3 4 mil#Aes em publicidade. Pais das classes A e H inda%ados sobre os tr's principais moti&os "ue os -ariam mudar os -il#os de escola D6I listaram dro%as il7citas. O ato &iolento pode ocorrer de di&ersas -ormas. O retrato da e$plora!ão se$ual se%undo a OBG não e di-erente cerca de 3==mil crian!as e adolescentes são e$plorados se$ualmente no Hrasil. A constitui!ão de 3655 no arti%o <44 asse%ura os direitos da crian!a e do adolescente com absoluta prioridade. )endo "ue se repete o circulo &icioso em "ue os a%ressores do -uturo são os a%redidos no passado. Buitas &e/es o 2o&em e &7tima nos lu%ares em "ue ele de&eria se sentir prote%ido dentro de casa e em sala de aula.

De&ido a estes -atos desde <==4 emissoras são obri%adas a classi-icar sua pro%rama!ão por -ai$as et*rias.>eitinho $rasileiro6 A -alta de 0tica %eralmente implica em in2usti!a e %eralmente esse 2eitin#o brasileiro permite "ue empresas e indi&7duos não obede!am as leis simplesmente por pa%arem suborno ou pertencerem a -am7lias importantes entre -alsi-ica!ão e piratarias e -ilmes de internet "ue apesar de serem não s+ anti0ticos são ile%ais.C#6 # 7inal o 2ue e etica= E a armonia entre a conduta do indi&7duo e os &alores da sociedade.e. . casa comida educa!ão escola. # cul&a do consumidor6 @ma pes"uisa reali/ada pela secretaria de se%uran!a publica do rio de 2aneiro reali/ada em <=== mostrou "ue 53I dos presos entre 35 e <9 anos de idade ti&eram acesso .antagem em tudo6 Embora muito se criti"ue muitos di/em "ue e o re-le$o da moral da popula!ão. . Em seu raciocinio lo%ico o autor de-ende a estatistica de "ue ne%ros #o2e %an#am menos "ue brancos e a sua assossiacao a mar%inalidade. <istorico de autoritarismoe de massacres6 A #istoria do Hrasil )e%undo o autor e marcada por e$ploracao e "ue apos o -im da escra&idão estes "ue antes eram usados pelos seus sen#ores a%ora esta&am entre%ues ao ocio.Go&ernos omissos sociedade tolerante pais desin-ormados e publicit*rios %eniais com liberdade para associar bebidas alco+licas a -elicidade le&ando o 2o&em a acreditar "ue a &erdadeira -elicidade est* em consumir completando este porre social. Falta 8tica tam$8m na 1' Jumor calcado na #umil#a!ão ridiculari/am cidades estes moti&os tem le&antado discussAes sem comit's de 0tica pelo -ato de e$por a 2u&entude e crian!as a &alores moral ne%ati&os. +1.ar . . # 7alta de 8tica e o $uraco da rua6 @m dos problemas do Hrasil e a -alta de 0tica da classe dos diri%entes do nosso pa7s e "ue apesar de muito -alarem em 0tica ela apenas -ica no papel in-li%indo d0cadas de conse"u'ncias pois o imposto pa%o não conse%ue &oltar em bene-icio para a popula!ão -a/endo com "ue pobres -i"uem cada &e/ mais e os ricos mais ricos. Presente e 7ruto do &assado a &iolencia %era &iolencia por tras de um %aroto abandonado e$iste um adulto abandonado esta e em essencia a di-erenca entre o %aroto da rua e o "ue &e a rua pelo &idro do carro. A per%unta e por "ue elas cairão no crime( A resposta e comple$a por0m um dos moti&os e o consumismo nem "ue para isso se2a preciso tra-icar esta en%rena%em s+ -unciona por "ue e lubri-icada por "uem compra. A ideia de le&ar &anta%em em tudo %uia o comportamento da popula!ão sendo diretamente proporcional o indi&idualismo con-orme o %rau de escolaridade não sendo %rau de escolaridade ad2eti&os +b&ios de moral e 0tica.

*%ua encanada e saneamento b*sico consideradas necessidades primiti&as.a cada mil nascimentos 96 morriam antes de completar um ano de idade em <==5 esse n1mero bai$ou para 35 resultado de campan#as de &acina!ão descoberta de no&os medicamentos mel#ora do saneamento b*sico e&itando assim a proli-era!ão de doen!as.irada6 @m carro com pouco combust7&el não &ai lon%e nosso or%anismo não e muito di-erente.ol.natal e amamentarem seus -il#os condutas intimamente li%adas a redu!ão da ta$a de mortalidade in-antil. )e%undo a O?@ 3 5 mil#ão de crian!as morrem de diarreia no mundo -ato este "ue poderia ser e&itado com acesso . O relat+rio saud' Hrasil em <==6 indica "ue conse%uimos redu/ir a ta$a de desnutri!ão in-antil em <==<M<==F t7n#amos .idos6 A mortalidade in-antil demonstra a di-eren!a entre pais desen&ol&ido e subdesen&ol&ido.erdade so$re a mortalidade in7antil6 )e%undo a @nice. Analisando deste prisma podemos &er "ue o or%ul#o do PIH em nada re&ela a condi!ão do cidadão.*F#*1... # . O principal le&antamento nacional reali/ado pelo pnsn em 3656 "ue apresentou um dado c#ocante. 3istancia entre os &aíses desen. Bas somente estes dados não bastam para analisar ao estado econ:mico brasileiro por isso economistas -a/em o PIH di&idido pelo n1mero de #abitantes calculando assim um PIH per capto por0m nem tampouco este esta -orma de calcular as ri"ue/as distribu7das num pa7s esta re-letindo a realidade a -orma mais e$ata de se &eri-icar esta 2ustamente nos indicadores sociais como ta$a de mortalidade in-antil mostrando como esta a saud' a nutri!ão saneamento b*sico nos dando uma ideia mais clara do poder a"uisiti&o do brasileiro.natal &acina!ão e acompan#amento do crescimento com ati&idades educacionais e nutri!ão. Como o Brasil de7ende suas crianças6 O %o&erno &em podo em pr*tica al%uns pro%ramas para diminuir a mortalidade in-antil como o bolso -am7lia concedido a -am7lias "ue possuem crian!as menores de D anos e ou mul#eres %ra&idas de bai$a renda em troca disso de&em se comprometer a reali/ar todos os e$ames e acompan#amento pr0. Durante o re%ime militar os %o&ernantes brasileiros se %aba&am de "ue o Hrasil tin#a o oita&o PIH do mundo em 1ltima pes"uisa em <==4 o IHGE colocou o Hrasil em d0cimo lu%ar no ranKin%.3#3+ .M-R1#. As campan#as de conscienti/a sobre a import8ncia do pr0.lusão dos n?meros6 PIH e a soma de todos os bens e ser&i!os produ/idos em um local em determinado per7odo ele e "uem indica o %rau de ati&idade econ:mica de um lu%ar.natal e os bene-7cios da amamenta!ão tem tamb0m um %rande responsabilidade na diminui!ão das mortes in-antis. 3+S*91R. Porem ainda de&e diminuir ate no m*$imo 39 9 mortes a cada mil se%undo a O?@ para c#e%ar a n7&eis aceit*&eis.idos e os &aíses su$desen. Le-or!ando a necessidade das %estantes -a/erem o pr0.C#-6 # grande . F3I das crian!as menores de > anos eram desnutridas.ol.6 .

A -ome e a desnutri!ão não se de&em a escasse/ de alimentos pois a produ!ão a%r7cola e mais do "ue su-iciente para suprir as necessidades da popula!ão apresentando em medica Fmil "uilocalorias por pessoa ou se2a <9I a mais do necess*rio. renda nacional. O %o&erno -ederal &em se empen#ando para aumentar o acesso da popula!ão aos alimentos por meio de pro%ramas sociais como a -ome /ero o "ue re-lete na redu!ão do 7ndice de desnutri!ão no pa7s.+ R+*3#6 . @ma crian!a mal nutrida in-ectada por e$emplo por ascaris lumbricoides e respons*&el por espoliar no m7nimo 3=I do nutriente "ue a crian!a in%erir 2* com a dieta de-iciente de nutrientes se e$posta a al%uma doen!a corri"ueira como sarampo esta não ter* de-esas su-icientes para combater esta e pode ser le&ada a +bito por desnutri!ão esta condi!ão não atin%e somente crian!as mas tamb0m adultos são &7timas.icioso6 A principal causa da mortalidade in-antil e a -omeN apesar disso nen#um atestado de +bito tra/ a -ome como causa da morte nesses casos a -ome si%ni-ica desnutri!ão "ue e um resultado de um processo continuo de car'ncia nutricional conse"uentemente e$posi!ão e bai$a de-esa a parasitas oportunistas. Então temos um parado$o %ente passando -ome e al%um lu%ar sobra alimentos. Bas ainda não somamos as despesas da casa com alu%uel transporte roupa rem0dio *%ua lu/ e comida para o resto do m's. O dado mais recente de <==D apresenta ta$a de 3 5I. 3esnutrição e mortalidade in7antilA um circulo .&reço de um ham$?rguer Ooc' entra numa lanc#onete e pede um #amb1r%uer re-ri%erante batatas -ritas e um sor&ete essa re-ei!ão "ue parece simples e barata sairia por cerca de LP39. . Democracia si%ni-ica não apenas direitos pol7ticos i%uais mas tamb0m maior acesso . 3esnutrição de mãe &ara 7ilho6 A desnutri!ão da crian!a pode come!ar antes mesmo dela nascer 2* na barri%a da mãe. A%ora ima%ine uma -am7lia -ormada por pai mãe e dois -il#os em "ue apenas o pai trabal#a e %an#a por mes o e"ui&alente a LP9== isso daria uma renda per capita de LP3== o "ue no -im das contas renderia sete re-ei!Aes por pessoa.9 DI de pre&al'ncia de de-icit de peso para idade em menores de > anos.&arado@o da desnutrição6 Antes as pessoas mais pobres não tin#am acesso a alimentos isso por "ue elas simplesmente não tin#am din#eiro para se alimentar de maneira ade"uada e acaba&am consumindo produtos de bai$a "ualidade ou mesmo não consumindo. Por outro lado #* -am7lias ricas "ue podem comprar o mesmo lanc#e tr's &e/es por se%undo e ainda -icar com muito din#eiro no bolso.<. . 1R#B#. Assim o bebe nasce antes do tempo com %rande probabilidade de nascer com de-ici'ncias %ra&es. A mãe desnutrida como conse"u'ncia não ser* capa/ produ/ir de-esas imunol+%icas e de nutrir o -eto. 3istri$uição desigual6 Em <==4 se%undo IHGE a desi%ualdade entre ricos e pobres no pa7s caiu em rela!ão ao ano anterior os 3=I mais pobres det'm apenas 3I da renda nacional en"uanto "ue os 3=I mais ricos abocan#am 9F 6I dela.

Cual a origem desta trag8dia= Ate o inicio dos anos 6= o Hrasil tin#a -acilidade para pe%ar din#eiro emprestado de outros pa7ses.m&ortBncia do orçamento6 ?o inicio do ano os %o&ernantes in-orma onde e como %astarão o din#eiro do contribuinte e por se%uinte en&iado para apro&a!ão no con%resso la onde então criam emendas cada um buscando -a&orecer o seu %rupo pol7tico com estes recursos. Bas o "ue de -ato derrubou o presidente. Com isso o desempre%o atin%iu pro-issionais de todos os setores a. O %o&erno por sua &e/ cobra mais impostos de "uem %an#a mais e aplica teoricamente em constru!ão e manuten!ão de escolas e #ospitais. Por meio de mani-esta!Aes populares em 6< "uando a popula!ão clamou pelo a-astamento do então presidente Collor acusado de corrup!ão. ?a 0poca o Hrasil se tonou um imenso canteiro de obras. Por2ue se teme tanto a recessão6 ?a d0cada de 5= tornou. )uas decisAes econ:micas por0m resultaram na combina!ão de pre!os altos e pouco empre%o.se comum o uso da pala&ra recessão e de seu de&astador si%ni-icado dependendo em %rande parte de importa!Aes os pre!os se ele&aram a ponto de se tornarem in&i*&eis economicamente.se a pala&ra esta%-la!ão tradu/indo e o mesmo "ue -icar parado.Sonegar e &ara &oucos6 Os sindicatos dos trabal#adores se es-or!am para "ue os sal*rios se2am maiores. . Ap+s %uerra mundial o Hrasil -oi um dos pa7ses "ue mais crescia durante o %olpe de D9 "uando os militares dominaram o pa7s o PIH c#e%ou a crescer "uase 39Iem 4F. Collor se ele%eu com a promessa de sal&ar os mais pobres a "uem c#ama&a de descamisados. Porem apesar de a economia se desen&ol&er em ritmo acelerado o mesmo não ocorreu com a distribui!ão de renda aumentando em muito a distancia entre ricos e pobres. E esta situa!ão se arrastou ate meados dos anos 6= "uando se estima&a "ue 3DI da popula!ão paulista en-renta&a o desempre%o calculou. De repente os ban"ueiros -ec#aram a torneira do din#eiro -*cil e o cidadão comum sem a a2uda de institui!Aes -inanceiras -oi obri%ado a apertar o cinto. ?o então o Hrasil dependente de importa!ão de petr+leo a di&ida e$terna c#e%ou a alcan!ar 9@PP ao ano. +7eitos &olíticos6 Desempre%o e pre!os em alta em D9 por meio de um %olpe ditatorial os militares derrubam o presidente Qoão Goulart e assumiram o %o&erno do Hrasil. Como o modelo de crescimento era baseado em empr0stimos internacionais o ritmo do crescimento ia diminuindo. . ?o come!o da d0cada de 5= a popula!ão brasileira se encontra&a sem liberdade pol7tica 2* "ue o &oto direto #a&ia sido abolido e em di-7cil situa!ão econ:mica com alta ta$a de desempre%o e aumento incessante dos pre!os. O problema e "ue os militares %asta&am cada &e/ mais e não se preocupa&am em pa%ar o "ue de&iam.se tamb0m "ue <MF da popula!ão brasileira &i&ia da economia in-ormal e$ercendo ati&idades pro-issionais sem %arantias trabal#istas. Para de-inir a situa!ão econ:mica do pa7s criou.

O ob2eti&o -inal do bolsa -am7lia e dar autonomia aos indi&7duos e não -a/'. Em <==< Lui/ In*cio lula da sil&a -oi eleito presidente o "ual não cumpriu muitas de suas promessas. Buitos trabal#adores contudo não conse%uem se atuali/ar e -icam mar%inali/ados 2* "ue sem estudo não absor&em as no&as tecnolo%ias. . O Hrasil &oltou a crescer mesmo assim as ta$as são in-eriores ao necess*rio para absor&er a mão de obra dispon7&el. As -*bricas -ec#am ou redu/em o n1mero de -uncion*rios. Essa "ueda 2* te&e um e-eito direto no n7&el das institui!Aes de ensino mantidas com recursos p1blicos. Grabal#adores na *rea rural são -orcados a -icar nas propriedades ate saldarem a di&ida -eita com a compra de alimentos roupas e e"uipamentos usados no trabal#o. Ela 2o%ou sem piedade crian!as e adolescentes nas ruas e no mercado de trabal#o em crise.e7eito nas instituiçDes de ensino6 Quando a recessão se instala caem os n1meros da produ!ão de um pa7s. )e os direitos dos trabal#adores adultos não são respeitados o "ue di/er dos direitos da crian!a trabal#adora( O adolescente "ue trabal#a oito ou mais #oras por dia não tem tempo para estudar e acaba empre%ando muito es-or!o por poucoR a remunera!ão de dois ter!os desses 2o&ens não ultrapassam um sal*rio. . . Porem o %o&erno est* pro&idenciando uma s0rie de pro%ramas em busca de uma porta de sa7da ou se2a de condi!Aes de o indi&7duo não depender mais de -a&ores o-iciais. . Com a %lobali/a!ão "ue não pratica si%ni-ica maiores -acilidades para importar e aumentam o risco de desempre%o.im&acto da glo$aliEação6 @ma na!ão -unciona como uma casa onde a condi!ão a"uisiti&a da -am7lia esta diretamente relacionada a "uanto %an#am. Como não tem como "uitar essa di&ida permanecem escra&i/ados ate serem res%atados pelo minist0rio do trabal#o.los eternamente dependentes de assist'ncia publica. O resultadoR a%ra&ou o "ue 2* era %ra&e.em tra$alhador6 A esta%na!ão -oi mais cruel com os mais -racos. Por outro lado a tecnol+%ica tamb0m %era empre%o. Buitas &e/es o produto "ue &em de -ora custa menos lo%o o "ue se produ/ localmente acaba sendo ad"uirido por menos consumidores amea!ando o empre%o dos trabal#adores.Em 366= primeiro ano de seu mandato o PIH -icou em 9I ne%ati&o e dei$ou a presid'ncia com 3I ne%ati&o. Bolsa 7amília6 Ca/ parte do pro%rama -ome /ero "ue busca asse%urar a "ue -am7lias de renda mensal menor "ue LP3F4 ten#a a sua alimenta!ão asse%urada. Ap+s -oi eleito Cernando Jenri"ue Cardoso "ue conse%uiu combinar in-la!ão bai$a com al%um crescimento.m7nimo.idão não 7oi a$olida6 ?os &em na cabe!a ima%ens do s0culo EIE embora a escra&idão ten#a sido abolida #* mais de 3== anos na pr*tica ela ainda ocorre no Hrasil.>o. +scra.

Bas in-eli/mente sair da *rea rural nem sempre si%ni-ica ser inserido como cidadão no cen*rio urbano essas pessoas "ue em %rande parte não ti&eram acesso . Renda mínima: atenuando o &ro$lema6 Os pro%ramas de %arantia de renda m7nima promo&idos pelo estado asse%uram "ue os cidadãos &ão dispor de um &alor m7nimo de din#eiro mensalmente.ão sair das ruas6 Em &*rios aspectos &i&e. O %o&erno tem tomado um passos importante no combate a mis0ria ampliando o acesso a m0todos anticoncepcionais pro&endo pilulas do dia se%uinte pilulas anticoncepcionais e preser&ati&os. boa educa!ão acabam tendo di-iculdades em arrumar empre%o e "uando arruma são mal remuneradas.el6 A %ra&ide/ na adolesc'ncia e de risco pois a mãe não est* preparada -isiolo%icamente como não e$ite uma pol7tica de controle de natalidade muitas adolescentes em idade ainda muito 2o&em sem possibilidade de estarem com estabilidade -inanceira acabam optando pelo aborto . Bas e um erro pensar "ue esses pro%ramas substituem o papel do %o&erno de -ornecer os ser&i!os basicos aos cidadãos e %arantir "ue a distribui!ão de renda no Hrasil se2a menos per&ersa de modo "ue no -uturo pro%ramas de renda m7nima não se2am mais necess*rios.se mel#or numa cal!ada imunda de Ao Paulo do "ue com um empre%o de bai$a "uali-ica!ão no nordeste. +les não . Estas medidas si%ni-icam mais anos de estudo e um -uturo mel#or para os 2o&ens. Desde "ue o PG disseminou nacionalmente o conceito de renda m7nima e$periencias similares tem se reprodu/ido com &elocidade em todo o pais num es-or!o nos 8mbitos -ederal estadual e municipal. O nordeste tem imensas e$tensAes de terra -0rtil e continua na mis0ria por causa da seca. Plano contra a gra. <DI dos partos do pa7s ocorrem na adolesc'ncia. Hem antes disso os e%7pcios le&a&am as *%uas do rio nilo para as suas la&ouras. Os pro%ramas de renda m7nima conse%uem pelo menos em tese c#e%ar a popula!ão mais carentes do pa7s com uma atua!ão direta nos re-or!os a educa!ão e a saud'.+1+R*. Ob&iamente "ue isso re&ela uma &anta%em de Ao Paulo mas sim o taman#o da indi%'ncia nacional. Isso si%ni-ica "ue se a renda da pessoa não alcan!ar um m7nimo esperado ela recebe um complemento do %o&erno para atin%ir a"uele limite. Paternidade res&onsá.ideE &recoce merece a&lausos6 )e%undo o minist0rio da saud'. ?a Espan#a por e$emplo ainda -uncionam os sistemas de irri%a!ão constru7dos pelos *rabes #* mais de mil anos. As terras semi*ridas da cali-+rnia nos Estados @nidos eram bem mais di-7ceis de serem culti&adas do "ue as do nosso nordeste. Bas não se de&e culpar o clima e sim os %o&ernos.. Desde 364= ate 366D a popula!ão rural brasileira caiu de 99I para <<I -ruto do '$odo para os centros urbanos. Ganta %ente dei$a o campo por -alta de mel#ores condi!Aes de trabal#o nas *reas rurais. Con#ecemos a ru7nas dei$adas pela in-la!ão e obser&amos o "ue acontece "uando um pa7s en-renta a esta%-la!ão tal processo -ica ainda mais comple$o com o crescimento desordenado das %randes cidades em decorr'ncia da mi%ra!ão de mil#Aes de -am7lias do campo para a cidade em busca de mel#ores condi!Aes de &ida.3R#M# 3# S+C#6 A &imos o estra%o "ue a recessão pro&oca.

se a alta ta$a de -ecundidade entre pobres a solu!ão ob&ia então seria impedir eles de terem -il#os ou esperar o Hrasil se desen&ol&er economicamente e esperar a distribui!ão de renda de -orma i%ual. . 3inheiro encontrado no li@o6 . Pro&ocadas pela polui!ão promo&endo saneamento b*sico de "ualidade "ue e um direito da popula!ão.transito nas grandes cidades6 Aumento da popula!ão aumento de &endas de autom+&eis -atos "ue tornam as cidades cada &e/ mais con%estionadas beirando um colapso uma das solu!Aes para esta tend'ncia en%en#eiros pensam em implantar ped*%ios dentro das cidades com o ob2eti&o de redu/ir o transito e drenar recursos para o transporte publico. Camiliar ricas plane2am e apenas tem tantos -il#os con-orme recursos "ue dispAe lo%o um dos passos a ser dado e um pro2eto arro2ado de plane2amento -amiliar e de distribui!ão de renda mais uni-orme.+*1+6 # im&ortBncia do saneamento6 Pes"uisa mostra "ue o saneamento b*sico aumentou por0m ainda #* muito trabal#o a ser -eito ainda e$istem F9 > mil#Aes de pessoas sem acesso .. A cidade de Ao Paulo e um e$emplo desse -ato. )eria mais -*cil o %o&erno cortar o mal pela rai/ ao in&0s de %astar din#eiro tratando doen!as. Falsa solução6 Goda solu!ão -*cil diante de problemas comple$os de&em ser "uestionadas. O %o&erno est* de&e com ur%'ncia plane2ar -ormas de transporte e-icientes e ecolo%icamente corretos para mel#orar a "ualidade de &ida nas metr+poles caso contr*rio o n1mero de mortes pode -acilmente se multiplicar. Da popula!ão se%undo Cetesb os automotores são os principais causadores de polui!ão em todo o mundo. +ducação6 Produto de lu@o6 A possibilidade de se plane2ar "uantos -il#os a -am7lia &ai ter e mais um indicati&o de desen&ol&imento. Portanto se -a/ necess*rio um pro2eto de plane2amento -amiliar "ue de direito a pobres em decidir "uantos -il#os "uer e pode ter. Como morrer mais cedo6 O transito a-eta diretamente a saud'.de -orma clandestina.#MB. Pessoas de mel#or renda tem mel#ores condi!Aes de pro&er as necessidades b*sicas para "ue seus -il#os in%ressem na sociedade. Le-erindo. A polui!ão mata em media <= pessoas por dia na re%ião metropolitana de -orma indireta se%undo a @)P "uase o dobro do "ue era a cinco anos atr*s beirando 3< pessoas por dia por cardiopatias aceleradas pela polui!ão. Como as pes"uisas mostram a ta$a de -ecundidade entre mul#eres pobre e bem maior lo%o sem condi!Aes os -il#os destes serão lan!ados a mar%inalidade obri%ados a Sdarem um 2eito de sobre&i&erT por0m sem %randes e$pectati&as. M+. coleta de es%oto nas *reas urbanas. O %rande problema e "ue o transporte do brasileiro se baseia na indi&idualidade con%estionando e poluindo a cidade. Oi&endo na pobre/a lo%o serão pais de -il#os "ue não poderão sustentar e assim no&amente o circulo &icioso se inicia.

+ducação6 #m$ientas e a cha. Jo2e se pensa em desen&ol&imento sustent*&el "ue se utili/a de recursos naturais sem comprometer o meio ambiente nas %era!Aes -uturas recon#ecendo "ue estes recursos são limitados e -initos assim preser&ando e não destruindo. . O ato de reciclar a2uda a economia na medida em "ue -a/ din#eiro em setores "ue antes eram esta%nados como os de sucatas. @ma na!ão ci&ili/ada se constr+i tamb0m com a democrati/a!ão do con#ecimento o "ue implica boas escolas publica. A ideia e simples ob&ia mas ainda não se concreti/ou. +. Cuem e anal7a$eto6 ?ão basta ler para -orma!ão do cidadão consciente e necess*rio entender o "ue est* lendo. Por -alta de %estores competentes escolas -icam sem merenda para as crian!as escolas em estados decadentes se tradu/indo cada &e/ mais em pre2u7/os para a sociedade e culti&ando a pobre/a no pa7s. As autoridades se %abam sempre em suas campan#as pol7ticas de "ue todas as crian!as estão na escola mas isso est* lon%e de ser su-iciente. +39C#C#-6 Seleção $rasileira de ignorantes6 Perder uma copa -aria com "ue o pa7s todo se sentisse #umil#ado por0m -icamos um das lanternas -icando sempre nos 1ltimos lu%ares num pro%rama internacional de a&alia!ão de alunos em ci'ncias leitura e matem*tica. Os culpados são os %o&ernantes pelo descaso com os educadores in&estir em "uali-ica!ão e remunera!ão 2usta e a 1nica -orma de sairmos deste buraco.asão6 )e a crian!a não conse%ue aprender direito sente. Porem "uanto menos cidadãos anal-abetos -uncionais mais di-7cil a &ida de %o&ernantes incoerentes pois este cidadão saber* e$i%ir seus direitos de cidadão.O -uturo do meio ambiente se baseia em tr's pala&ras redu/ir reutili/ar e reciclar.se bons pro-essores. Jo2e empresas não empre%am pessoas com %rau de instru!ão bai$a não "uerem trabal#adores "ue apenas consi%am reali/ar uma -un!ão mas sim "ue raciocine e tome decisAes e a&alie o produto "ue esta sob sua responsabilidade. .os6 Estamos acostumados a "uali-icar o desen&ol&imento do pa7s por indicadores como balan!a comercial estabilidade da moeda etc.e do 7uturo6 Por muito tempo se apre%oou "ue para "ue e$istisse o desen&ol&imento o meio ambiente teria de ser sacri-icado.se desmoti&ada sai da escola e acaba buscando ati&idades "ue tra%am um resultado mais imediato e palp*&el "ue nada mais e do "ue o din#eiro e assim se inicia o ciclo do subempre%o e trabal#os in-ormais. -s &ro7essores &recisam ser sal.m&acto econFmico6 O n7&el de instru!ão do trabal#ador relaciona. Pensando nisso a recicla%em %an#ou nos 1ltimos anos um papel crescente na &ida do brasileiro.se diretamente com a produti&idade e por tanto com a economia de um pa7s. Ano ap+s ano dados mostram "ue a nota media &em caindo compro&ando "ue de nada adianta a crian!a est* na sala de aula se não aprendeu o "ue de&e.

Cultura do &o. )e a escola não o-erece ensino de "ualidade e de&er dos pais alunos e pro-essores en-im toda a comunidade mel#or*. +@clusão digital6 Ou&imos muito -alar "ue não se podem medir es-or!os para "ue a popula!ão brasileira se2a inclu7da di%italmente. ?os cursos mais disputados c#e%a a ser despre/7&el o n1mero de alunos não oriundos de institui!Aes particulares de ensino.)e a2udarmos pro-essores com -orma!ão de "ualidade e apoio sistem*tico Upara "ue ten#am acesso -acilitado a bens culturais &amos sal&ar o Hrasil de um -uturo socialmente -r*%il. Porem o camin#o para a uni&ersali/a!ão do acesso a in-orm*tica e lon%o ainda.#op "ue e uma -orma de rea!ão a in2usti!a e &iol'ncia. Ganto e &erdade "ue o %o&erno -ederal criou em <==F o pro%rama computador para todos "ue tem como meta baratear o custo do e"uipamento. E nosso de&er não permitir "ue 2o&ens abandonem a escola precocemente para trabal#ar em subempre%os pri&ando.la. Esse e uma boa -orma de protesto sem &iol'ncia. Estudos recentes re&elam "ue ao contr*rio do "ue se ima%ina um n1mero si%ni-icati&o de alunos de escolas p1blicas conse%uem entrar em uni&ersidades. Depois de escol#ido o produto cultural e produ/ido di&ul%ado comerciali/ado e &endido. M+RC#3. Apesar de não ser obri%at+ria muitas uni&ersidades 2* adotam em seus e$ames de admissão as cotas raciais. # internet como disseminadora6 A internet o-erece a possibilidade do artista submeter suas obras a aprecia!ão do publico ao alcance de um cli"ue. . O desa-io e torn*.6 Cultura e economia6 O "ue mo&imenta o mercado cultural e a combina!ão de dois -atores. Política de cotas6 Com o anseio de democrati/ar a educa!ão superior prosperam %rupos "ue pedem mais &a%as das uni&ersidades -ederais e estaduais para -acilitar o in%resso das c#amadas minorias.lo acess7&el a um n1mero cada &er maior e mais &ariado de p1blicos.19R#. 3e&ende de nos6 A "ualidade no Hrasil tamb0m depende de nos como 2* &imos ela e a base de todos os problemas sociais.C9. O artista "uerendo &ender e o publico "uerendo entender.os de ter uma carreira no -uturo. Esse e um dos bene-7cios mais democr*ticos tra/idos pela internet.o6 ?as %randes cidades al0m da intensa pro%rama!ão cultural "ue normalmente e o-erecida encontramos nas peri-erias o mo&imento cultural #ip. Bas não de&emos ac#ar "ue as no&as tecnolo%ias e$cluem o pro-essor bem preparado e da boa leitura elas estimulam o aprendi/ado por0m so/in#as não são e-icientes. Apenas <>I dos domic7lios possuem computador e tao somente 35I possui internet.

. Com a -alta de escolaridade por0m não se pode contestar o -ato de "ue os passos do mundo em "ue &i&emos nos dei$am para tr*s. E um erro 2usti-icar a &iol'ncia. A meu &er como o &el#o ditado relata "ue e mel#or ensinar a pescar do "ue dar o pei$e.se as portas para 2o&ens "uali-icados ou remunerasse. Cec#am. Lepartir a renda com pro%ramas sociais como bolsas e outros acaba criando cidadãos parasitas &7tima de manobras pol7ticas e pessoas estas e$postas a pobre/a tratadas pelo %o&erno como celeiro pol7tico.Conclusão6 O li&ro busca 2usti-icar a atual situa!ão social brasileira ar%umentando "ue o capital est* com poucos e "ue estes poucos não repartem.os de -orma desproporcional ao estudo e aptidAes desen&ol&idos em uni&ersidades.