You are on page 1of 105

(index.

php)

Simulado com Questões Respondidas
Versão de Impressão
Gerado por arianne dos anjos em 2014-02-11 14:19:21 Login (login.php?redirect=apostila&cod=179095) Para resolver estas questões online clique aqui para fazer Imprimir

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 34718
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO

Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio, das t axas de c âm bio, bem c om o do SISC OM EX, julgue os it ens subsequent es. Nas operaç ões de c om pra ou venda de m oeda est rangeira no valor de at é U S$ 3 m il, ou seu equivalent e em out ras m oedas est rangeiras, não é obrigat ória a form aliz aç ão do c ont rat o de c âm bio nem é nec essário que o agent e do m erc ado de c âm bio ident ifique e regist re o c lient e no Sist em a C âm bio.
Certo Errado

9225
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S

A c ont a garant ida é m odalidade de linha de c rédit o adequada para c obrir event uais defic iênc ias do fluxo de c aixa dessa em presa.
Certo Errado

34791
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) , c om post o de órgãos públic os e privados, pressupõe um relac ionam ent o harm ônic o e organiz ac ional, c om form as de c onst it uiç ão e at ribuiç ões bem definidas para as part es. Julgue os it ens seguint es, ac erc a dos diversos órgãos que c om põem o SF N. Tant o o C M N quant o o C onselho de G est ão da P revidênc ia C om plem ent ar são órgãos norm at ivos do SF N.
Certo Errado

34818
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O N AC IO N AL D E D ES EN VO L VIMEN TO S Ó C IO EC O N Ô MIC O - BN D ES | Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) é c om post o por órgãos de regulaç ão, por inst it uiç ões financ eiras, e auxiliares, públic as e privadas, que at uam na int erm ediaç ão de rec ursos dos agent es ec onôm ic os ( pessoas, em presas, governo) . C om relaç ão ao SF N, julgue o it em seguint e. O Banc o Nac ional de Desenvolvim ent o Ec onôm ic o e Soc ial é um a das princ ipais ent idades supervisoras do SF N.
Certo Errado

9217
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

No c álc ulo do deságio sobre o valor de fac e do at ivo, as em presas de fac t oring c onsideram , além do c ust o dos rec ursos por elas obt idos, o spread represent at ivo da t axa de risc o envolvida na t ransaç ão.
Certo Errado

34688
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL - C EF | Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

As reform as de 1964 int roduz idas no SF N, c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e- am eric ano, prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. No ent ant o, ao longo do t em po, surgiram os grandes c onglom erados financ eiros, inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados. A respeit o desse assunt o, julgue o it em que segue. A C aixa Ec onôm ic a F ederal e as c ooperat ivas de c rédit o int egram o Sist em a Brasileiro de P oupanç a e Em prést im o e o Sist em a F inanc eiro da Habit aç ão.
Certo Errado

34690
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : BAN C O D O BR AS IL - BB | BAN C O N AC IO N AL D E D ES EN VO L VIMEN TO S Ó C IO EC O N Ô MIC O - BN D ES | C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL C EF | Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

As reform as de 1964 int roduz idas no SF N, c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e- am eric ano, prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. No ent ant o, ao longo do t em po, surgiram os grandes c onglom erados financ eiros, inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados. A respeit o desse assunt o, julgue o it em que segue. No Brasil, as inst it uiç ões financ eiras públic as são c onsideradas auxiliares da exec uç ão da polít ic a de c rédit o do governo federal.
Certo Errado

9292
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

A respeit o de c ont rat o de c art ão de c rédit o, julgue os it ens seguint es.

C onform e as novas regras do C onselho M onet ário Nac ional, os c art ões de c rédit o básic os podem ser t ant o nac ionais quant o int ernac ionais.
Certo Errado

34767

34767
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS

O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais, julgue o it em seguint e. U nderwrit er é o m esm o que int erm ediário financ eiro.
Certo Errado

9373
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

A respeit o da est rut ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) , julgue os it ens a seguir. É vedada às soc iedades de arrendam ent o m erc ant il e às soc iedades de c rédit o im obiliário a ut iliz aç ão de rec ursos provenient es de depósit os de poupanç a e da em issão de debênt ures.

Certo Errado

34691
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

As reform as de 1964 int roduz idas no SF N, c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e- am eric ano, prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. No ent ant o, ao longo do t em po, surgiram os grandes c onglom erados financ eiros, inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados. A respeit o desse assunt o, julgue o it em que segue. Tant o os banc os c om erc iais quant o as soc iedades de c rédit o im obiliário devem ser c onst it uídos sob a form a de soc iedade anônim a.
Certo Errado

9376
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : S EG U R O S | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S

Julgue os it ens subsequent es, relat ivos ao sist em a de seguros privados e previdênc ia c om plem ent ar. A fisc aliz aç ão das seguradoras e c orret oras e a regulam ent aç ão das operaç ões de seguros são de c om pet ênc ia do Inst it ut o de Resseguros do Brasil.

Certo Errado

34689
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

As reform as de 1964 int roduz idas no SF N, c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e- am eric ano, prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. No ent ant o, ao longo do t em po, surgiram os grandes c onglom erados financ eiros, inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados. A respeit o desse assunt o, julgue o it em que segue. As soc iedades de arrendam ent o m erc ant il são c onst it uídas sob a form a de soc iedade anônim a, e suas operaç ões passivas inc luem em issão de debênt ures, dívida ext erna, em prést im os e financ iam ent os de inst it uiç ões financ eiras.
Certo

Se a t axa de c arregam ent o do plano P G BL for igual a 5%.C O N S EL H O D E R EC U R S O S D O S .gov. julgue o it em seguint e. Certo Errado 34685 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C R S F N . julgue os it ens seguint es. os rec ursos c ont ra dec isões da C VM .bc . A abert ura à c onc orrênc ia nos m erc ados financ eiros. ac erc a de planos de aposent adoria e pensão privados e t ít ulos de c apit aliz aç ão. os avanç os da t ec nologia e das c om unic aç ões.br> ( c om adapt aç ões) . ac erc a de planos de aposent adoria e pensão privados e t ít ulos de c apit aliz aç ão. Certo Errado 9296 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS Todas as aç ões t êm dat a de venc im ent o e podem ser resgat adas nessa dat a c om a devida rem uneraç ão de juros e c orreç ão m onet ária. isso signific ará que. a dem anda por m ais e m elhores serviç os financ eiros e a c onc ent raç ão no set or banc ário são alguns dos fat ores que c ausam profundas m udanç as no am bient e de negóc ios. F . U m produt o de previdênc ia do t ipo VG BL ou P G BL. pode result ar apenas em valoriz aç ão posit iva. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial. será debit ado o valor equivalent e a esse perc ent ual do saldo m ant ido no referido plano. em segunda e últ im a inst ânc ia. Certo Errado 9303 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR ABER TA | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Julgue os it ens a seguir. BAC EN. N | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O sist em a financ eiro m undial vem se dinam iz ando c ada vez m ais. Ao C onselho de Rec ursos do SF N c om pet e julgar. Certo Errado 9291 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S A respeit o de c ont rat o de c art ão de c rédit o. anualm ent e. Int ernet : <www. ainda que esse plano seja c onsiderado agressivo e aplique part e dos rec ursos em renda variável. É perm it ida a c obranç a da t arifa de anuidade ainda que o c art ão de c rédit o seja o básic o. im pulsionado por rápidas e c onst ant es t ransform aç ões.Certo Errado 9302 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR ABER TA | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Julgue os it ens a seguir. M anual da Supervisão. por lei.

de c apit aliz aç ão. os rec ursos c ont ra dec isões da C VM relat ivas a penalidades por infraç ões à legislaç ão de c apit ais est rangeiros e de c rédit o indust rial. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. c om a negoc iaç ão de t ít ulos e valores m obiliários. C om pet e ao C onselho Nac ional de Seguros P rivados fixar as diret riz es e as norm as dos seguros privados bem c om o presc rever c rit érios de c onst it uiç ão das soc iedades seguradoras. Ac erc a desse assunt o. em espec ial aç ões. quant o no m erc ado de seguros e de previdênc ia privada. as diversas operaç ões c om ouro nas bolsas de m erc adorias e de fut uros abrangem negoc iaç ões nos m erc ados à vist a. Certo Errado 9375 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR ABER TA | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Julgue os it ens subsequent es. Certo Errado 34687 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL As reform as de 1964 int roduz idas no SF N. ent idades de previdênc ia privada abert a e resseguradores e det erm inar lim it es legais e t éc nic os das respec t ivas operaç ões. fut uro. Bast a a denom inaç ão soc ial para diferenc iá. julgue o it em que segue. debênt ures e c om m erc ial papers. ao longo do t em po. surgiram os grandes c onglom erados financ eiros.am eric ano. No ent ant o. Tant o as soc iedades de c rédit o. No SF N. há grande espec ializ aç ão e. financ iam ent o e invest im ent o ( c onhec idas por financ eiras) quant o os banc os de invest im ent o são inst it uiç ões financ eiras privadas c onst it uídas sob a form a de soc iedade anônim a. A respeit o desse assunt o. em geral. Certo Errado . relat ivos ao sist em a de seguros privados e previdênc ia c om plem ent ar. em segunda e últ im a inst ânc ia.t rade) de debênt ures c om preendem dist ribuiç ões públic as de grandes lot es de debênt ures que já foram em it idas. de opç ões e a t erm o. c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e. inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados.las. os agent es operadores part ic ipant es t êm perfil de at uaç ão bast ant e espec ífic o. julgue o it em seguint e. As dist ribuiç ões sec undárias ( bloc k. prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. Certo Errado 34769 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : D EBÊN TU R ES | MER C AD O D E C AP ITAIS O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. julgue o it em seguint e. Certo Errado 34704 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C AP ITAIS | MER C AD O D E D ER IVATIVO S Tant o no m erc ado de c apit ais.Ao C onselho de Rec ursos do SF N c om pet e julgar.

Certo Errado 34793 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . nesses últ im os. os agent es operadores part ic ipant es t êm perfil de at uaç ão bast ant e espec ífic o. m as. c om sede e foro na c apit al da Repúblic a e at uaç ão em t odo o t errit ório nac ional. quant o no m erc ado de seguros e de previdênc ia privada. pressupõe um relac ionam ent o harm ônic o e organiz ac ional. quant o no m erc ado de seguros e de previdênc ia privada. em presas e governo) . ac erc a dos diversos órgãos que c om põem o SF N. em 1986. debênt ures e c om m erc ial papers. é um a aut arquia federal vinc ulada ao M inist ério da F az enda. Segundo a lei de regênc ia dest a m at éria.c irc ular ao Banc o do Brasil S. a supervisão e a operac ionaliz aç ão. Enquant o as aç ões ordinárias c onferem ao ac ionist a o direit o de vot o nas assem bleias gerais da em presa e o direit o de part ic ipaç ão nos luc ros m ediant e o rec ebim ent o de dividendos e juros do c apit al. a adm inist raç ão é obrigat oriam ent e públic a.34707 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS Tant o no m erc ado de c apit ais. das quais o C M N é o princ ipal órgão exec ut or. debênt ures e c om m erc ial papers. os . c om form as de c onst it uiç ão e at ribuiç ões bem definidas para as part es. c om pet ênc ia est a delegada por c art a. Julgue os it ens seguint es. c om pet e t am bém ao BAC EN t raç ar as polít ic as ec onôm ic as. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão.595/1964. em c om pensaç ão.lhe prioridade no rec ebim ent o de dividendos. em espec ial aç ões. as aç ões preferenc iais não c onferem ao ac ionist a o direit o a vot o nas assem bleias gerais. julgue o it em seguint e. julgue o próxim o it em .A. c om a negoc iaç ão de t ít ulos e valores m obiliários. U m a diferenç a im port ant e ent re os banc os c om erc iais e os banc os c om erc iais c ooperat ivos é o fat o de que. Além de aut oriz ar o func ionam ent o e exerc er a fisc aliz aç ão das inst it uiç ões financ eiras. em geral. há grande espec ializ aç ão e. Certo Errado 34828 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O BAC EN. C om relaç ão ao BAC EN. c om pet e ao BAC EN exec ut ar os serviç os de c om pensaç ão de c heques e out ros papéis. c onferem . Certo Errado 34708 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS Tant o no m erc ado de c apit ais. C om põem esse sist em a inst it uiç ões. c om post o de órgãos públic os e privados. em it ir m oeda e exec ut ar os serviç os do m eio c irc ulant e. c riado pela Lei nº 4. c om a negoc iaç ão de t ít ulos e valores m obiliários. julgue o it em seguint e. Certo Errado 34677 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. em geral. há grande espec ializ aç ão e. C om referênc ia a esse assunt o. em espec ial aç ões. Ac erc a desse assunt o.

desde que observada a legalidade da t ransaç ão. onde são regist radas t odas as operaç ões de c âm bio realiz adas no país. das inst it uiç ões aut oriz adas a operar nesse m erc ado e das suas operaç ões básic as. Certo Errado 34728 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. de qualquer nat urez a. As pessoas físic as podem c om prar e vender m oeda est rangeira ou realiz ar t ransferênc ias int ernac ionais em reais. geralm ent e é realiz ada por um banc o de invest im ent os junt am ent e c om um poolde inst it uiç ões do sist em a dist ribuidor ( soc iedades c orret oras e soc iedades dist ribuidoras de t ít ulos e valores m obiliários) . julgue o it em seguint e. O saldo na c ont a de poupanç a só pode ser resgat ado no dia do aniversário. arm az enagem e t roc a de inform aç ões que liga o Banc o C ent ral do Brasil ( BAC EN) aos agent es do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . julgue os it ens que se seguem . Certo Errado 9290 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AD ER N ETAS D E P O U P AN Ç A | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Ac erc a de c ont a de depósit os de poupanç a. Nesse c aso.lo. que t rat a do m erc ado de c âm bio. Certo Errado 34726 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. A operaç ão de underwrit ing. ainda que abra m ão dos rendim ent os daquele m ês. em geral. Certo Errado 34715 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Julgue o it em a seguir. Ac erc a desse assunt o. há grande espec ializ aç ão e. julgue o it em seguint e.c om m erc ial papers. sem lim it aç ão de valor. julgue o it em seguint e. os agent es operadores part ic ipant es t êm perfil de at uaç ão bast ant e espec ífic o. c heques e ordens de pagam ent os. o t it ular dessa c ont a não poderá sac á. ou lanç am ent o de aç ões novas. Certo Errado . c aso prec ise do dinheiro ant es desse dia. m esm o que não se c onc ret iz em as vendas das aç ões. quant o no m erc ado de seguros e de previdênc ia privada. São exem plos de operaç ão de c âm bio m anual — definida c om o a c om pra e venda de divisas est rangeiras: let ras de c âm bio. O Sist em a de Inform aç ões do Banc o C ent ral ( SISBAC EN) é um sist em a elet rônic o de c olet a. a operaç ão deve ser post eriorm ent e regist rada na C VM .

Certo Errado 34810 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C AP ITAIS | N O TA P R O MIS S Ó R IA ( C O MMER C IAL P AP ER ) A expansão do c rédit o favorec e a produç ão de bens e serviç os e o c onsum o. no âmbito do sistema de pagamentos brasileiro. os avanç os da t ec nologia e das c om unic aç ões. Int ernet : <www. A liquidaç ão da pont a financ eira de c ada operaç ão no SELIC é realiz ada por int erm édio do Sist em a de Transferênc ia de Reservas. a dem anda por m ais e m elhores serviç os financ eiros e a c onc ent raç ão no set or banc ário são alguns dos fat ores que c ausam profundas m udanç as no am bient e de negóc ios. Certo Errado . Certo Errado 9294 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS Julgue os próxim os it ens. desde o final do século passado. A abert ura à c onc orrênc ia nos m erc ados financ eiros. d) São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil e não podem ser titulares de conta de depósitos em instituição financeira as pessoas naturais que. at ent o às novas dem andas. BAC EN. mesmo que o regulamento do sistema seja aprovado pelo BACEN. No referent e às m odalidades e c arac t eríst ic as das operaç ões de c rédit o. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial. mediante crédito em conta. em vista do imperativo de reduzir as disparidades regionais na distribuição de renda. o regime de câmbio fixo. assinale a opç ão c orret a.bc . im pulsionado por rápidas e c onst ant es t ransform aç ões. podem ser ineficientes do ponto de vista econômico. a) O cheque com cruzamento geral só pode ser pago pelo sacado a banco ou a cliente do sacado. o set or financ eiro c um pre seu papel prim ordial de int erm ediaç ão e prom ove fort e expansão do c rédit o aos c lient es por m eio de em prést im os e financ iam ent os.9384 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : C H EQ U ES | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S C om relaç ão ao m erc ado financ eiro no Brasil. b) O Brasil adota.br> ( c om adapt aç ões) . e) Viola as regras aplicáveis à abertura de contas de depósito no país o funcionário de estabelecimento bancário que exige de uma empresa que procura abrir conta de depósitos declinar sua razão social e sua atividade principal. C apt ar rec ursos de c urt o praz o para financ iar nec essidades de c apit al de giro por m eio de c om m erc ial papers é alt ernat iva possível para as em presas c onst it uídas c om o soc iedades anônim as. por deficiência mental. relat ivos ao m erc ado de aç ões. tenham o discernimento reduzido. Havendo luc ro. julgue o it em seguint e. 34686 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : S EL IC ( S IS TEMA ES P EC IAL D E L IQ U ID AÇ ÃO E C U S TÓ D IA) | S IS TEMA D E P AG AMEN TO BR AS IL EIR O . M anual da Supervisão.S P B O sist em a financ eiro m undial vem se dinam iz ando c ada vez m ais.se pela dist ribuiç ão de part e de t ais luc ros da c om panhia a esses ac ionist as.gov. julgue o it em seguint e. Nesse sent ido. ao qual ele é int erligado. c) Os meios e procedimentos para a liquidação de obrigações. o rec ebim ent o de dividendos é direit o dos ac ionist as e c arac t eriz a.

Certo Errado 9295 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS Julgue os próxim os it ens. relat ivos ao m erc ado de aç ões. c om o previdênc ia c om plem ent ar. por t erem finalidade luc rat iva. d) Para fins de estabelecimento das metas de inflação. julgue o it em a seguir. no Brasil exist em diversos produt os financ eiros. P ara t ant o. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. Ac erc a desses produt os. U m dos objet ivos do desdobram ent o ( split ) é reduz ir a liquidez de det erm inada aç ão no m erc ado. em conformidade com disciplina veiculada em decreto do presidente da República. diferenc iam . o índice de preços adotado no Brasil é. julgue o it em seguint e. e) O principal instrumento para condução da política monetária no Brasil é a estipulação. o índice de preços ao consumidor amplo. adotando-se. t ít ulos de c apit aliz aç ão. ainda.saúde. seguros privados. O Banc o C ent ral do Brasil ( BAC EN) exec ut a a polít ic a c am bial definida pelo C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) . b) Integram o Comitê de Política Monetária. facultando-se. c) O descumprimento da meta de inflação acarreta a exoneração do presidente do BACEN. assinale a opç ão c orret a. mediante o emprego dos instrumentos de política monetária. com o objetivo de atingir a meta de inflação fixada pelo CMN. c om funç ões diversas. a participação do ministro da Fazenda e do ministro do Planejamento. com direito a voto.34762 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO | P O L ÍTIC A C AMBIAL O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ent idades fec hadas de previdênc ia c om plem ent ar. ambos sem direito a voto. comissões e qualquer outra forma de remuneração de serviços bancários ou financeiros. a fixação de recolhimentos compulsórios e a realização de operações de redesconto. regulam ent a o m erc ado de c âm bio e aut oriz a as inst it uiç ões que nele operam . descontos. segundo norma editada pelo CMN. Orçamento e Gestão. a) No regime monetário atual. o BACEN efetua controle da expansão da base monetária. de limites máximos para taxas de juros.se dos fundos de pensão. Certo Errado 34782 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR ABER TA | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Assim c om o nos países de prim eiro m undo. seguro. o presidente e os diretores do BACEN. pelo CMN. em suas reuniões. Certo Errado 9386 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | P O L ÍTIC A MO N ETÁR IA Quant o ao regim e de polít ic a m onet ária no Brasil. em caráter suplementar. 9383 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL .

b) crédito rural e de endividamento público. que at uam na int erm ediaç ão de rec ursos dos agent es ec onôm ic os ( pessoas. c om sobra de dinheiro. devendo at uar at é m esm o no sent ido de prom over o aperfeiç oam ent o das inst it uiç ões e dos inst rum ent os financ eiros. prioriz avam a espec ializ aç ão das inst it uiç ões. c ujo m odelo foi inspirado pelo sist em a nort e. julgue o it em seguint e. c om funç ões diversas. 34692 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL As reform as de 1964 int roduz idas no SF N.AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL Junt o ao C M N func ionam c om issões c onsult ivas de a) seguros privados. é um órgão norm at ivo. t ít ulos de c apit aliz aç ão. de vínc ulo em pregat íc io ent re part ic ipant e e em presa pat roc inadora do fundo. no c aso das ent idades fec hadas. Certo Errado 34819 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) é c om post o por órgãos de regulaç ão. no Brasil exist em diversos produt os financ eiros. Certo Errado 34777 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR F EC H AD A | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Assim c om o nos países de prim eiro m undo. No que c onc erne ao C M N. julgue o it em que segue. c om o previdênc ia c om plem ent ar. O C M N é o órgão form ulador da polít ic a da m oeda e do c rédit o. por inst it uiç ões financ eiras. A dist inç ão ent re os grupos de previdênc ia privada abert a e fec hada reside na obrigat oriedade. t ransferem esses rec ursos para aqueles que est ejam defic it ários. públic as e privadas. d) assuntos tributários. c) política internacional. inst it uído pela Lei nº 4. C om relaç ão ao SF N. c om falt a de dinheiro. e auxiliares. julgue o it em a seguir.595/1964. Certo Errado 34825 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) . responsável pelas polít ic as e diret riz es m onet árias para a ec onom ia do país. governo) . No ent ant o. surgiram os grandes c onglom erados financ eiros. A respeit o desse assunt o. e) mercado futuro. ou seja. ao longo do t em po. no proc esso pelo qual os agent es que est ão superavit ários. Ac erc a desses produt os.saúde.am eric ano. seguros privados. seguro. O banc o de desenvolvim ent o ( c ujo c ont role é de um est ado) e o banc o c om erc ial c ooperat ivado ( c ujo c ont role é de c ooperat ivas de c rédit o) devem ser c onst it uídos sob a form a de soc iedade anônim a de c apit al fec hado. Certo . O SF N at ua na int erm ediaç ão financ eira. em presas. julgue o it em seguint e. c om vist as à m aior efic iênc ia do sist em a de pagam ent os e de m obiliz aç ão de rec ursos. inc orporando at ividades ant es rest rit as aos agent es espec ializ ados.

Certo Errado 9301 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S | TÍTU L O S D E C AP ITAL IZAÇ ÃO Julgue os it ens a seguir. O praz o de pagam ent o de um t ít ulo de c apit aliz aç ão não nec essariam ent e c oinc ide c om o seu praz o de vigênc ia. julgue o it em seguint e. Certo Errado 34823 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) . o t it ular do c art ão de c rédit o não paga enc argos financ eiros quando as c om pras de m erc adorias e serviç os são pagas int egralm ent e na prim eira dat a de venc im ent o seguint e à c om pra.Certo Errado 34772 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S C om relaç ão a c art ões de c rédit o. Na sist em át ic a observada no Brasil. inst it uído pela Lei nº 4. o nom e do c om prador e o do vendedor são inform aç ões que devem c onst ar de um c ont rat o de c âm bio. ac erc a de planos de aposent adoria e pensão privados e t ít ulos de c apit aliz aç ão. bem c om o do SISC OM EX.595/1964. As norm as pert inent es à em issão de debênt ures prevê em que o valor t ot al de t ais em issões não poderá ult rapassar o c apit al soc ial da c om panhia. que é o período no qual o t ít ulo est á em vigor. responsável pelas polít ic as e diret riz es m onet árias para a ec onom ia do país. julgue o it em seguint e. é um órgão norm at ivo. No que c onc erne ao C M N. Certo . das t axas de c âm bio. julgue os it ens subsequent es. Certo Errado 34764 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : D EBÊN TU R ES | MER C AD O D E C AP ITAIS O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. As funç ões do C M N inc luem : adapt ar o volum e dos m eios de pagam ent o às reais nec essidades da ec onom ia e regular o valor int erno e ext erno da m oeda e o equilíbrio do balanç o de pagam ent os. dando direit o aos sort eios exist ent es. Certo Errado 34719 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio. julgue o it em seguint e. A t axa c ont rat ada.

julgue o it em seguint e. Certo Errado 9370 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C O MIS S ÃO D E VAL O R ES MO BIL IÁR IO S | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL A respeit o da est rut ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. julgue os it ens a seguir. aquele que as subscreveu atua no mercado primário de valores mobiliários.se. Os poderes fisc aliz at ório e disc iplinador da C om issão de Valores M obiliários est endem . a) A ação ordinária caracteriza-se pela atribuição cumulativa de direito a voto em assembleias gerais e de vantagem consistente em prioridade na distribuição de dividendo. no chamado mercado primário. em bolsa de valores ou em mercado de balcão. P oderão assist ir às reuniões do C M N c onvidados do president e desse c onselho e assessores c redenc iados individualm ent e pelos c onselheiros. c) As ações podem ser nominativas. julgue o it em seguint e. Certo Errado 9367 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 . em presas e governo) . endossáveis ou ao portador. C om referênc ia a esse assunt o. O núm ero de aç ões preferenc iais sem direit o a vot o não pode ult rapassar um t erç o do t ot al das aç ões em it idas por um a c om panhia. de quaisquer valores mobiliários independem de registro na CVM. ent re out ros. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão. segundo a doutrina corrente. Certo Errado 34768 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. às aç ões. a supervisão e a operac ionaliz aç ão. assinale a opç ão c orret a. e) A emissão pública e a negociação.Certo Errado 9385 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS C om relaç ão à at ual c onfiguraç ão do m erc ado de c apit ais no Brasil. d) Ao alienar debêntures a outro investidor. porém não se aplic am aos t ít ulos da dívida públic a das diferent es esferas de governo. visto que. nesse mercado. 34681 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. negociam-se todas as espécies de títulos de emissão de sociedades anônimas. às debênt ures e aos c ert ific ados de depósit o de valores m obiliários. fixo ou mínimo. C om põem esse sist em a inst it uiç ões. b) A subscrição de ações emitidas por companhia aberta se dá. à exceção das ações.

julgue os it ens a seguir. que negoc iam aç ões de c om panhias abert as. Ent re out ras.C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL A respeit o da est urt ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . Ac erc a do C OP OM . O C OP OM . c om post o de órgãos públic os e privados. Certo Errado 34792 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C ETIP | S EL IC ( S IS TEMA ES P EC IAL D E L IQ U ID AÇ ÃO E C U S TÓ D IA) | S IS TEMA D E P AG AMEN TO BR AS IL EIR O . c lassific ados pela origem : c ont rolados ( rec ursos ofic iais) . não. princ ipalm ent e. Certo Errado 9300 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : F G C . O adic ional do P rogram a de G arant ia da At ividade Agropec uária ( P ROAG RO) é um a das despesas a que est á sujeit o o c rédit o rural. de poupanç a e de depósit o a praz o. Certo Errado 34830 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : P O L ÍTIC A MO N ETÁR IA | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C om it ê de P olít ic a M onet ária ( C OP OM ) do BAC EN foi inst it uído em 1996. julgue os it ens subsequent es.F U N D O G AR AN TID O R D E C R ÉD ITO | G AR AN TIAS D O S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL C om relaç ão ao F undo G arant idor de C rédit o ( F G C ) . c om os objet ivos de est abelec er as diret riz es da polít ic a m onet ária e de definir a t axa de juros. Julgue os it ens seguint es. julgue o it em seguint e. em c ont as de depósit o à vist a. t em c om o objet ivo im plem ent ar as polít ic as ec onôm ic a e t ribut ária do governo federal. A c riaç ão desse c om it ê busc ou proporc ionar m aior t ransparênc ia e rit ual adequado ao proc esso dec isório do BAC EN. c om form as de c onst it uiç ão e at ribuiç ões bem definidas para as part es. julgue o próxim o it em . são inst it uiç ões financ eiras sem fins luc rat ivos c onst it uídas pelas c orret oras de valores c om o objet ivo de garant ir a t ransparênc ia das t ransaç ões realiz adas c om valores m obiliários. O F G C foi c riado para garant ir os rec ursos m ant idos. C onsiderando que c ada t ipo de rec urso do c rédit o rural t em c arac t eríst ic as espec ífic as. Certo Errado 34811 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C R ÉD ITO R U R AL | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S No c rédit o rural exist em vários t ipos de rec ursos. As bolsas de valores. um a diferenç a ent re o Sist em a Espec ial de Liquidaç ão e C ust ódia ( SELIC ) e a C âm ara de C ust ódia e Liquidaç ão ( C ETIP ) é o fat o de est a últ im a ser em presa públic a.c ont rolados ( livrem ent e pac t uados ent re as part es) .S P B O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . e rec ursos das operaç ões ofic iais de c rédit o dest inados a invest im ent os. em geral. Certo Errado . c onst it uído no âm bit o do BAC EN. ac erc a dos diversos órgãos que c om põem o SF N. pressupõe um relac ionam ent o harm ônic o e organiz ac ional.

julgue o it em seguint e. d) a concessão de autorização às instituições financeiras para arquivarem os seus estatutos na junta comercial. poderá ser em it ido à ordem do próprio sac ador. além de serem isent as do im post o sobre operaç ões financ eiras. 34776 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C H EQ U ES | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Tít ulos de c rédit o de grande ut iliz aç ão. A abert ura à c onc orrênc ia nos m erc ados financ eiros. Ac erc a desses t ít ulos. aplicar-lhes penalidades. BAC EN. julgue os it ens seguint es. contudo. em presas. c) o exercício da fiscalização das instituições financeiras. im pulsionado por rápidas e c onst ant es t ransform aç ões. sem. M anual da Supervisão. a dem anda por m ais e m elhores serviç os financ eiros e a c onc ent raç ão no set or banc ário são alguns dos fat ores que c ausam profundas m udanç as no am bient e de negóc ios. julgue o it em seguint e. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial. Certo Errado 9221 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : MER C AD O D E C AP ITAIS | N O TA P R O MIS S Ó R IA ( C O MMER C IAL P AP ER ) As not as prom issórias c om erc iais ( c om m erc ial papers) . por c ont a de t erc eiro ou ao . t ant o no m erc ado int erno quant o no ext erno. e) a realização de operações de redesconto e empréstimos a instituições financeiras bancárias. Tant o o BAC EN quant o a C VM fisc aliz am o m erc ado de c apit ais. públic as e privadas. o c heque e a let ra de c âm bio são produt os banc ários im port ant es para a c irc ulaç ão de riquez as e servem de garant ia ao sist em a financ eiro c om o um t odo.gov. O c heque. e auxiliares. que at uam na int erm ediaç ão de rec ursos dos agent es ec onôm ic os ( pessoas. Certo Errado 9381 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | P O L ÍTIC A MO N ETÁR IA | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL As c om pet ênc ias privat ivas do BAC EN inc luem a) a emissão de debêntures conversíveis em ações.br> ( c om adapt aç ões) . qualquer que seja o seu valor. A área norm at iva do SF N t em c om o órgão m áxim o o Banc o C ent ral do Brasil ( BAC EN) . perm it em a c apt aç ão de rec ursos fora do sist em a financ eiro. C om relaç ão ao SF N. Certo Errado 34684 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O MIS S ÃO D E VAL O R ES MO BIL IÁR IO S | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O sist em a financ eiro m undial vem se dinam iz ando c ada vez m ais. Int ernet : <www. b) a definição da tributação das operações financeiras.Errado 34821 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) é c om post o por órgãos de regulaç ão.bc . governo) . os avanç os da t ec nologia e das c om unic aç ões. por inst it uiç ões financ eiras.

S P B O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. C om referênc ia a esse assunt o.O c heque. julgue o it em seguint e. Certo Errado 34706 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C AP ITAIS | N O TA P R O MIS S Ó R IA ( C O MMER C IAL P AP ER ) Tant o no m erc ado de c apit ais. poderá ser em it ido à ordem do próprio sac ador.5% ao m ês m ais a variaç ão da TR já garant e ao seu c orrent ist a. quant o no m erc ado de seguros e de previdênc ia privada. os agent es operadores part ic ipant es t êm perfil de at uaç ão bast ant e espec ífic o. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão. Certo Errado 9288 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AD ER N ETAS D E P O U P AN Ç A | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Ac erc a de c ont a de depósit os de poupanç a. Certo Errado 34770 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. em presas e governo) . em geral. há grande espec ializ aç ão e. Nesse sent ido. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. em espec ial aç ões. O C M N é aut arquia supervisora m áxim a do SF N e t em por finalidade form ular a polít ic a da m oeda e do c rédit o. c om o objet ivo de est abiliz ar a m oeda e o desenvolvim ent o ec onôm ic o e soc ial do país. Certo Errado 34680 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA D E P AG AMEN TO BR AS IL EIR O . julgue o it em seguint e. qualquer que seja o seu valor. por c ont a de t erc eiro ou ao port ador. m ais de 6% de juros ao ano. m as não vigora para os c asos de im port aç ões. o Sist em a Int egrado de C om érc io Ext erior ( SISC OM EX) é ut iliz ado para as export aç ões. julgue o it em seguint e. Adm inist rado pela Sec ret aria de C om érc io Ext erior ( SEC EX) . sem levar em c ont a a variaç ão da t axa referenc ial. as debênt ures podem ser em it idas para subsc riç ão públic a por c om panhias de c apit al fec hado. pelo BAC EN e pela Sec ret aria da Rec eit a F ederal. julgue os it ens que se seguem . C om põem esse sist em a inst it uiç ões. Ac erc a desse assunt o. c om a negoc iaç ão de t ít ulos e valores m obiliários. Debênt ures são t ít ulos em it idos pelas soc iedades por aç ões que asseguram a seu t it ular um direit o de c rédit o c ont ra a c om panhia nas c ondiç ões c onst ant es da esc rit ura de em issão e do c ert ific ado. a supervisão e a operac ionaliz aç ão. Certo Errado . debênt ures e c om m erc ial papers. U m a c ont a de depósit os de poupanç a que renda juros de 0.

taxas. Segundo diret riz es est abelec idas pelo president e da Repúblic a. prazos e outras condições. é um órgão norm at ivo. que t rat a do m erc ado de c âm bio. e) expedir normas gerais de contabilidade e estatística a serem observadas pelas instituições financeiras. inst it uído pela Lei nº 4. das inst it uiç ões aut oriz adas a operar nesse m erc ado e das suas operaç ões básic as. das t axas de c âm bio.595/1964. O SF N t em c om o órgão exec ut ivo c ent ral o BAC EN. b) aprovar o regimento interno e as contas do Conselho Federal de Contabilidade e decidir sobre seu orçamento e sobre seus sistemas de contabilidade. julgue o it em seguint e. julgue os it ens subsequent es. No que c onc erne ao C M N. 34714 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO | P O L ÍTIC A C AMBIAL Julgue o it em a seguir. Certo Errado 9382 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C M N possui diversas c om pet ênc ias. Certo Errado 34822 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) . do Distrito Federal e dos municípios. a m oeda est rangeira é negoc iada ent re as inst it uiç ões int egrant es do sist em a . c) colaborar com a Câmara dos Deputados na instrução dos processos de empréstimos externos dos estados. Certo Errado 34712 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Julgue o it em a seguir. das inst it uiç ões aut oriz adas a operar nesse m erc ado e das suas operaç ões básic as. bem c om o do SISC OM EX. que est abelec e norm as a serem observadas pelo C M N. inclusive swaps. d) determinar a porcentagem mínima dos recursos que as instituições financeiras poderão emprestar a um mesmo cliente ou grupo de empresas. O BAC EN é responsável t ant o por propor a polít ic a c am bial quant o por fisc aliz ar o m erc ado de c âm bio.Errado 34720 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio. responsável pelas polít ic as e diret riz es m onet árias para a ec onom ia do país. No m erc ado sec undário de c âm bio. fixando limites. é c om pet ênc ia do CMN a) baixar normas que regulem as operações internacionais. Os c ont rat os de c âm bio dest inados à c ont rat aç ão ent re inst it uiç ões financ eiras do SF N não inc luem operaç ões de arbit ragem . que t rat a do m erc ado de c âm bio.

Certo Errado 34722 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio. A denom inada operaç ão de c âm bio pront a refere. julgue o it em seguint e. inst it uído pela Lei nº 4.432. Ac erc a desses t ít ulos. Certo Errado 34824 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) .00” e. t ant o no m erc ado int erno quant o no ext erno. a quant ia “R$ 5. nesse c aso.595/1964. é c orret o que M aria rec eba do c aixa do banc o a quant ia esc rit a por ext enso. C om relaç ão ao BAC EN.se à operaç ão liquidada em at é dois dias út eis da dat a de c ont rat aç ão. por ext enso. c riado pela Lei nº 4. em algarism os. As at ribuiç ões do BAC EN inc luem : est abelec er as c ondiç ões para o exerc íc io de quaisquer c argos de direç ão nas inst it uiç ões financ eiras. Certo Errado 34829 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O BAC EN. Certo Errado 34682 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 . vigiar a int erferênc ia de out ras em presas nos m erc ados financ eiros e de c apit ais e c ont rolar o fluxo de c apit ais est rangeiros no país. No que c onc erne ao C M N. o c heque e a let ra de c âm bio são produt os banc ários im port ant es para a c irc ulaç ão de riquez as e servem de garant ia ao sist em a financ eiro c om o um t odo. quinhent os e t rint a e dois reais”.595/1964. é um órgão norm at ivo. das t axas de c âm bio. em que est ava esc rit a. a quant ia “quat ro m il. julgue o próxim o it em . C onsidere a seguint e sit uaç ão hipot ét ic a. Nessa sit uaç ão. fluxo de ent rada da m oeda est rangeira no país nem de saída. a m oeda est rangeira é negoc iada ent re as inst it uiç ões int egrant es do sist em a financ eiro e m igra do at ivo de um a inst it uiç ão para o de out ra. é um a aut arquia federal vinc ulada ao M inist ério da F az enda. M aria foi desc ont ar um c heque no BB. c om sede e foro na c apit al da Repúblic a e at uaç ão em t odo o t errit ório nac ional. É c om pet ênc ia do C M N definir a form a c om o o BB adm inist ra as reservas vinc uladas. não havendo. julgue os it ens subsequent es. Certo Errado 34775 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C H EQ U ES | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Tít ulos de c rédit o de grande ut iliz aç ão. julgue os it ens seguint es.No m erc ado sec undário de c âm bio. responsável pelas polít ic as e diret riz es m onet árias para a ec onom ia do país. bem c om o do SISC OM EX.

.financ eiros. Certo Errado 9368 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL A respeit o da est rut ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . sendo um deles o president e.C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C ETIP | S IS TEMA D E P AG AMEN TO BR AS IL EIR O .las. julgue o it em seguint e. das t axas de c âm bio.gov. a dem anda por m ais e m elhores serviç os financ eiros e a c onc ent raç ão no set or banc ário são alguns dos fat ores que c ausam profundas m udanç as no am bient e de negóc ios. Certo Errado 34801 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL C om relaç ão ao SF N e seus órgãos. — Balc ão Organiz ado de At ivos e Derivat ivos. A t axa c am bial. im pulsionado por rápidas e c onst ant es t ransform aç ões. Certo Errado 34721 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio. os avanç os da t ec nologia e das c om unic aç ões. em m oeda nac ional. soc iedades c orret oras e out ras inst it uiç ões financ eiras aut oriz adas. bem c om o do SISC OM EX. O regist ro das operaç ões no m erc ado prim ário de t ít ulos públic os federais em it idos pelo t esouro nac ional oc orre. ent re brasileiros de ilibada reput aç ão e not ória c apac idade em assunt os ec onôm ic o. julgue os it ens subsequent es. Certo Errado 34797 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O m erc ado de c apit ais é um sist em a de dist ribuiç ão de valores m obiliários c uja funç ão é proporc ionar liquidez aos t ít ulos de em issão de em presas e viabiliz ar seu proc esso de c apit aliz aç ão. Int ernet : <www. bem c om o fisc aliz á. t ende a dim inuir quando há aum ent o da proc ura e da ofert a da m oeda est rangeira c onsiderada.bc . Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial. A diret oria c olegiada do BAC EN é c om post a de nove m em bros.br> ( c om adapt aç ões) .S P B O sist em a financ eiro m undial vem se dinam iz ando c ada vez m ais. após aprovaç ão pelo Senado F ederal.m oeda e z elar pela liquidez e pela solvênc ia das inst it uiç ões financ eiras.A. Ao C onselho M onet ário Nac ional ( C M N) c om pet e — além de fixar as diret riz es e norm as das polít ic as m onet árias e c am biais e c uidar da exec uç ão dessas polít ic as — aut oriz ar as em issões de papel. M anual da Supervisão. julgue o it em a seguir. julgue o próxim o it em . exc lusivam ent e. sendo que a ofert a aum ent a em proporç ão m enor. julgue os it ens a seguir. BAC EN. definida c om o preç o. t odos nom eados pelo president e da Repúblic a. de um a unidade de m oeda est rangeira. Tant o as soc iedades dist ribuidoras de t ít ulos e valores m obiliários quant o as soc iedades c orret oras de t ít ulos e valores m obiliários podem operar no m erc ado abert o. A abert ura à c onc orrênc ia nos m erc ados financ eiros. C onsiderando os diversos órgãos que c om põem o m erc ado de c apit ais. É c onst it uído pelas bolsas de valores. na C ETIP S.

invest im ent os indispensáveis às at ividades agropec uárias. julgue o próxim o it em . ent re out ros. julgue os próxim os it ens. já que at é 49% do pat rim ônio desses fundos pode ser invest ido em aç ões e derivat ivos. de m aneira a assegurar t axas favorec idas aos financ iam ent os que se dest inem a prom over. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão. A t axa básic a de juros SELIC . os fundos de renda fixa referenc iados t êm liberdade para dec idir c om o invest ir seus rec ursos. divulgada pelo C om it ê de P olít ic a M onet ária ( C OP OM ) . em presas e governo) . A re mune ra ç ã o d e g a ra nt ia c o b ra d a p e l a s a d minist ra d o ra s d e c a rt õ e s d e c ré d it o c o rre sp o nd e à c o missã o p a g a p e l o s e st a b e l e c ime nt o s a d e t e rmina d a b a nd e ira . C om referênc ia a esse assunt o. a supervisão e a operac ionaliz aç ão. Sem pre que for nec essário. C om põem esse sist em a inst it uiç ões. t em vit al im port ânc ia na ec onom ia. Certo Errado 9377 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S No t oc ant e às soc iedades de fom ent o m erc ant il ( fac t oring) e às soc iedades adm inist radoras de c art ões de c rédit o. Certo Errado 34725 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 . que é referênc ia para a polít ic a m onet ária. julgue o it em seguint e.Certo Errado 34802 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C O P O M | P O L ÍTIC A MO N ETÁR IA | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL C om relaç ão ao SF N e seus órgãos. Certo Errado 34676 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. pois as t axas de juros c obradas no m erc ado são baliz adas por ela. c om pet irá ao C M N lim it ar as t axas de juros. Certo Errado 9222 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : F U N D O S D E IN VES TIMEN TO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Desde que c onsigam replic ar o ret orno de um índic e de referênc ia.

No m erc ado de c apit ais. julgue o it em seguint e. P olít ic a c am bial é o c onjunt o de leis. Esses valores servem de base nas operaç ões de bolsa e no m erc ado. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais.F U N D O G AR AN TID O R D E C R ÉD ITO | G AR AN TIAS D O S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL . C om relaç ão a esse m erc ado. Os valores m obiliários são verdadeiros c rédit os por dinheiro. P ara que um a c om panhia de c apit al fec hado passe a t er c apit al abert o. bens m óveis e obrigaç ões negoc iáveis. Certo Errado 9220 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : L ETR A D E C ÂMBIO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S As let ras de c âm bio são inst rum ent os de c apt aç ão das soc iedades de c rédit o em it idos unic am ent e a t axas prefixadas. são negoc iados t ít ulos e valores m obiliários. julgue o it em seguint e. M erc ado de c apit ais é um sist em a de dist ribuiç ão de valores m obiliários que proporc iona liquidez aos t ít ulos de em issão de em presas e viabiliz a o proc esso de c apit aliz aç ão. Certo Errado 34729 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : P O L ÍTIC A C AMBIAL Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais.AS S U N TO S : MER C AD O D E C AP ITAIS Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais. regulam ent os e aç ões do set or privado que influem no c om port am ent o do m erc ado de c âm bio e da t axa de c âm bio.se o nom e de desdobram ent o à dist ribuiç ão grat uit a de novas aç ões aos ac ionist as. Certo Errado 34730 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2007 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS No Brasil. é sufic ient e que os valores m obiliários de sua em issão est ejam adm it idos à negoc iaç ão no m erc ado de valores m obiliários. Certo Errado 9299 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : F G C . Certo Errado 34766 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : AÇ Õ ES | MER C AD O D E C AP ITAIS O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. julgue o it em seguint e. c om o objet ivo de aum ent ar a liquidez delas. Dá. julgue o it em a seguir. exist em c om panhias de c apit al abert o e c om panhias de c apit al fec hado. pela diluiç ão do c apit al em um m aior núm ero de aç ões.

Certo Errado 9297 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : F G C .F U N D O G AR AN TID O R D E C R ÉD ITO | G AR AN TIAS D O S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL C om relaç ão ao F undo G arant idor de C rédit o ( F G C ) . julgue os it ens subsequent es. c onform e o c aso espec ífic o. A m elhor opç ão de financ iam ent o para a aquisiç ão de um a m áquina c om longo praz o para pagar seria o desc ont o de duplic at as. julgue os it ens a seguir. julgue os it ens subsequent es.000.000. Certo Errado 9374 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 . julgue os it ens subsequent es. o m ont ant e desse saldo que não est ará c obert o pelo F G C será de R$ 80.00 na c ont a de depósit os à vist a de um únic o t it ular.C om relaç ão ao F undo G arant idor de C rédit o ( F G C ) . Trat ando. poderão ser c redenc iados a operar no SISC OM EX c om o represent ant es de pessoa jurídic a o dirigent e de pessoa jurídic a ou o servidor espec ific am ent e designado. bem c om o do SISC OM EX. O F G C é um a assoc iaç ão c ivil sem fins luc rat ivos e não exerc e nenhum a funç ão públic a. Se houver um saldo de R$ 120. Os fundos de invest im ent o e os fundos de aç ões não t êm c obert ura do F G C . julgue os it ens subsequent es. das t axas de c âm bio. Certo Errado 9287 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : D EBÊN TU R ES | MER C AD O D E C AP ITAIS C onsiderando as possibilidades de operaç ões de c rédit o em um a pequena em presa. Certo Errado 9298 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : F G C .se de at ividades relac ionadas ao despac ho aduaneiro. Certo Errado 34717 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Ac erc a dos c ont rat os de c âm bio.F U N D O G AR AN TID O R D E C R ÉD ITO | G AR AN TIAS D O S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL C om relaç ão ao F undo G arant idor de C rédit o ( F G C ) .00.

C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R EVID ÊN C IA C O MP L EMEN TAR F EC H AD A | S IS TEMA N AC IO N AL D E S EG U R O S P R IVAD O S Julgue os it ens subsequent es. que c onjuga serviç os c om c om pra de c rédit os ( direit os c redit órios) result ant es de vendas m erc ant is. Certo Errado 9223 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Se o fornec edor da m at éria. julgue os it ens que se seguem . c lassific ados pela origem : c ont rolados ( rec ursos ofic iais) . o c art ão de c rédit o.prim a para a em presa em quest ão prest ar garant ias para que o BRB ofereç a c rédit o à em presa para aquisiç ão dessa m at éria. por m eio de sua adm inist radora. Em bora t odos os banc os possam c obrar t arifas sobre as c ont as de poupanç a. P or c onst it uírem exem plo t ípic o de soc iedade de c apit aliz aç ão.prim a. No Brasil.c ont rolados ( livrem ent e pac t uados ent re as part es) . os fundos de pensão devem seguir as diret riz es est abelec idas pelo C M N no que se refere à aplic aç ão dos rec ursos dos planos de benefíc ios. porque expande os at ivos de suas em presas. em qualquer banc o e sem c ust o algum . Certo Errado 34785 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S F ac t oring é um a at ividade c om erc ial m ist a at ípic a. t em um im port ant e papel na c irc ulaç ão de riquez as. ent ão não haverá c om o c arac t eriz ar est a operaç ão c om o Vendor F inanc e. e rec ursos das operaç ões ofic iais de c rédit o dest inados a invest im ent os. julgue o it em seguint e. a ext rat os ilim it ados nos t erm inais de aut oat endim ent o. julgue o it em seguint e. Ac erc a do fac t oring. em geral.c lient es. que im pedia um m esm o em issor ( banc o) de operar c om m ais de um a bandeira. . Certo Errado 9289 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AD ER N ETAS D E P O U P AN Ç A | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S Ac erc a de c ont a de depósit os de poupanç a. P aralelam ent e ao fac t oring e ao leasing. Certo Errado 34814 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C R ÉD ITO R U R AL | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S No c rédit o rural exist em vários t ipos de rec ursos. as adm inist radoras de c art ões de c rédit o ganharam m aior c resc im ent o a part ir da ext inç ão da regra da bandeira exc lusiva. C onsiderando que c ada t ipo de rec urso do c rédit o rural t em c arac t eríst ic as espec ífic as. Já o arrendam ent o m erc ant il ( leasing) é um a form a de se t er um bem sem c om prá. não.lo. É fom ent o m erc ant il. relat ivos ao sist em a de seguros privados e previdênc ia c om plem ent ar. Os invest im ent os em bens ou serviç os c ujo aproveit am ent o se est enda por vários c ic los produt ivos não podem ser objet o de financ iam ent o pelo c rédit o rural. seguindo o princ ípio de que o luc ro vem da ut iliz aç ão do bem e não de sua propriedade. do leasing e das soc iedades adm inist radoras de c art ões de c rédit o. os c orrent ist as dessas c ont as t erão direit o.

C om relaç ão ao SF N. soc iedades c orret oras e out ras inst it uiç ões financ eiras aut oriz adas. que at uam na int erm ediaç ão de rec ursos dos agent es ec onôm ic os ( pessoas.Certo Errado 34711 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Julgue o it em a seguir. públic as e privadas. julgue o it em seguint e. das inst it uiç ões aut oriz adas a operar nesse m erc ado e das suas operaç ões básic as. c lassific ados pela origem : c ont rolados ( rec ursos ofic iais) . São c onsideradas inst it uiç ões financ eiras as pessoas jurídic as. em m oeda nac ional ou est rangeira. julgue o it em a seguir. C onsiderando os diversos órgãos que c om põem o m erc ado de c apit ais. por inst it uiç ões financ eiras. Certo Errado 34820 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) é c om post o por órgãos de regulaç ão. A c om erc ializ aç ão da produç ão é um a das at ividades que podem ser financ iadas pelo c rédit o rural. t ais c om o c ont ribuiç ões a ent idades assoc iat ivas e pagam ent os de t rat am ent os de saúde. C onsiderando que c ada t ipo de rec urso do c rédit o rural t em c arac t eríst ic as espec ífic as. e auxiliares. A C om issão de Valores M obiliários ( C VM ) t em poder disc iplinador e fisc aliz ador. são realiz ados diversos t ipos de operaç ões c om m oedas est rangeiras. julgue o it em seguint e. É c onst it uído pelas bolsas de valores. públic as ou privadas. em presas. que t enham c om o at ividade princ ipal ou ac essória a c olet a. No m erc ado flut uant e. Certo Errado 34812 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C R ÉD ITO R U R AL | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S No c rédit o rural exist em vários t ipos de rec ursos. em geral. que t rat a do m erc ado de c âm bio. governo) . não. e a c ust ódia de valor de propriedade de t erc eiros. a int erm ediaç ão ou a aplic aç ão de rec ursos financ eiros próprios ou de t erc eiros. ent ret ant o. Certo Errado . e rec ursos das operaç ões ofic iais de c rédit o dest inados a invest im ent os.c ont rolados ( livrem ent e pac t uados ent re as part es) . Certo Errado 34796 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | C O MIS S ÃO D E VAL O R ES MO BIL IÁR IO S | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O m erc ado de c apit ais é um sist em a de dist ribuiç ão de valores m obiliários c uja funç ão é proporc ionar liquidez aos t ít ulos de em issão de em presas e viabiliz ar seu proc esso de c apit aliz aç ão. est á subordinada legalm ent e ao BAC EN.

Certo Errado 34713 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO Julgue o it em a seguir. julgue o it em seguint e. que t rat a do m erc ado de c âm bio. julgue o it em seguint e. C om põem esse sist em a inst it uiç ões.34678 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C O N S EL H O MO N ETÁR IO N AC IO N AL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. das inst it uiç ões aut oriz adas a operar nesse m erc ado e das suas operaç ões básic as. c om post o de órgãos públic os e privados. Julgue os it ens seguint es. ac erc a dos diversos órgãos que c om põem o SF N. A c apt aç ão de depósit os à vist a represent a a at ividade básic a dos banc os c om erc iais e os qualific a c om o inst it uiç ões financ eiras m onet árias. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão. órgãos e ent idades em um a c om plexa rede de relac ionam ent os que envolvem a norm at iz aç ão. pressupõe um relac ionam ent o harm ônic o e organiz ac ional. Segundo a lei pert inent e. o C M N det erm inará o m onopólio das operaç ões de c âm bio ao BAC EN. quando oc orrer grave desequilíbrio no balanç o de pagam ent os. est as por int erm édio das operaç ões de redesc ont o de liquidez . Tant o os banc os de invest im ent o quant o os de desenvolvim ent o devem ser c onst it uídos na form a de soc iedade anônim a. O BAC EN poderá c om prar e vender t ít ulos públic os c om o objet ivo de c apit aliz ar o Tesouro Nac ional ou inst it uiç ões financ eiras. Certo Errado . a supervisão e a operac ionaliz aç ão. em presas e governo) . Certo Errado 34679 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O SF N t em c om o objet ivo a int erm ediaç ão de rec ursos ent re os agent es ec onôm ic os ( pessoas. C om referênc ia a esse assunt o. c om form as de c onst it uiç ão e at ribuiç ões bem definidas para as part es. C om referênc ia a esse assunt o. O m erc ado de c âm bio represent a a relaç ão ent re vendedores e c om pradores c om o objet ivo de realiz ar t ransaç ões c am biais. a supervisão e a operac ionaliz aç ão. em presas e governo) . julgue os it ens a seguir. Certo Errado 34790 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . Certo Errado 9371 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL A respeit o da est rut ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) . C om põem esse sist em a inst it uiç ões.

br> ( c om adapt aç ões) . os quais devem visar ao equilíbrio ent re o ret orno e o risc o. a dem anda por m ais e m elhores serviç os financ eiros e a c onc ent raç ão no set or banc ário são alguns dos fat ores que c ausam profundas m udanç as no am bient e de negóc ios. m esm o não sendo produt or rural.gov. os avanç os da t ec nologia e das c om unic aç ões. M anual da Supervisão.9369 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S N O R MATIVO S D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O Banc o C ent ral do Brasil. julgue o it em seguint e. C om relaç ão ao . im pulsionado por rápidas e c onst ant es t ransform aç ões. C om relaç ão aos produt os e serviç os financ eiros. m esm o que c onst it uídas c om o assoc iaç ões c ivis ou soc iedades anônim as. c om sede e foro na c apit al da Repúblic a e at uaç ão em t odo o t errit ório nac ional. m esm o que haja c om pras parc eladas c ujos valores ainda não t enham sido pagos. em geral. C onsiderando que c ada t ipo de rec urso do c rédit o rural t em c arac t eríst ic as espec ífic as. Certo Errado 34683 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C O MIS S ÃO D E VAL O R ES MO BIL IÁR IO S | Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL O sist em a financ eiro m undial vem se dinam iz ando c ada vez m ais. c lassific ados pela origem : c ont rolados ( rec ursos ofic iais) . e rec ursos das operaç ões ofic iais de c rédit o dest inados a invest im ent os. BAC EN. A abert ura à c onc orrênc ia nos m erc ados financ eiros. at ua c om o banqueiro do governo e em prest ador de últ im a inst ânc ia. func ionam sob a supervisão e fisc aliz aç ão da C VM . O c ont rat o de c art ão de c rédit o pode ser c anc elado a qualquer m om ent o. se dedique à pesquisa de m udas ou sem ent es c ert ific adas pode se ut iliz ar do c rédit o rural.bc . P essoa físic a ou jurídic a que. ao financ iar o Tesouro Nac ional por m eio da em issão de t ít ulos públic os e c ont rolar a liquidez do m erc ado.c ont rolados ( livrem ent e pac t uados ent re as part es) . Certo Errado 34827 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL M inist ério da F az enda. Certo Errado 34813 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : C R ÉD ITO R U R AL | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S No c rédit o rural exist em vários t ipos de rec ursos. julgue o it em seguint e. As bolsas de valores. Certo Errado 34694 C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAS A | 2012 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S As inst it uiç ões financ eiras t êm ofert ado produt os e serviç os para at ender novas dem andas c onjunt urais e soc iais. julgue o it em seguint e. não. Int ernet : <www. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial.

BAC EN, julgue o próxim o it em . Realiz ar operaç ões de redesc ont o e em prést im o às inst it uiç ões financ eiras e regular a exec uç ão dos serviç os de c om pensaç ão de c heques e out ros papéis são as at ribuiç ões do BAC EN.
Certo Errado

9293
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : C AR TÕ ES D E C R ÉD ITO E D E D ÉBITO | P R O D U TO S E S ER VIÇ O S BAN C ÁR IO S

A respeit o de c ont rat o de c art ão de c rédit o, julgue os it ens seguint es. O perc ent ual para pagam ent o m ínim o é superior a 10% do valor da fat ura do c art ão de c rédit o.
Certo Errado

34763
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MER C AD O D E C ÂMBIO | P O L ÍTIC A C AMBIAL

O preç o do dólar influenc ia a ec onom ia brasileira em geral e o m erc ado de c apit ais em part ic ular. Ac erc a do m erc ado de c âm bio e do m erc ado de c apit ais, julgue o it em seguint e. As t axas de c âm bio prat ic adas no Brasil são definidas pelo BAC EN.
Certo Errado

34798
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : BAN C O C EN TR AL D O BR AS IL | Ó R G ÃO S S U P ER VIS O R ES D O S F N | P O L ÍTIC A C AMBIAL | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

C om relaç ão ao SF N e seus órgãos, julgue o próxim o it em . O BAC EN, respeit ando a at ual polít ic a c am bial, deve, sem pre que nec essário, int ervir no m erc ado c om prando ou vendendo dólares para est abelec er novo pat am ar de preç os relat ivos.
Certo Errado

9372
C O N H EC IMEN TO S BAN C ÁR IO S | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : Ó R G ÃO S O P ER AC IO N AIS D O S F N | S IS TEMA F IN AN C EIR O N AC IO N AL

A respeit o da est rut ura do Sist em a F inanc eiro Nac ional ( SF N) , julgue os it ens a seguir. Em bora apresent em m enores risc os de insolvênc ia dos em prést im os, por at enderem a set ores espec ífic os da ec onom ia e t erem m aior c ont role de sua c art eira de c lient es, os banc os c ooperat ivos não podem c ont rair em prést im os no ext erior.
Certo Errado

ÉTICA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 26728
ÉTIC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : C Ó D IG O D E ÉTIC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

AS S U N TO S : C Ó D IG O D E ÉTIC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

Assinale a opç ão c orret a a respeit o das norm as de c ondut a ét ic a que paut am as at ividades exerc idas pelos em pregados e dirigent es da C AIXA.
a) Age contra a ética ou pratica ato de desumanidade o empregado da CAIXA que deixa, de forma injustificada, uma pessoa à espera de solução cuja competência é do setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço. b) O código é omisso quanto a situações quaisquer de represália ou discriminação profissional a quem denunciar as violações a esse código, como forma de preservar os valores da empresa. c) Atender plenamente ao código de ética da empresa é condição necessária e suficiente para que um profissional seja eficiente e eficaz. d) O código tem por objetivo tornar equivalentes os papéis dos clientes, fornecedores e colaboradores, de modo a proporcionar aos clientes e parceiros o conhecimento das razões que levaram à adoção de decisão. e) A exposição a situações humilhantes e constrangedoras no trabalho é bastante questionável no código de ética, na medida em que depende da avaliação do empregado e do gerente sobre a situação, o que varia consideravelmente de indivíduo para indivíduo e de um cargo para outro.

HISTÓRIA E ESTATUTO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 27501
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

O est at ut o de um a em presa dispõe sobre a m aneira c om o ela se prepara para enfrent ar os seus desafios. A respeit o da organiz aç ão da C AIXA, c om o dispost o em seu est at ut o, assinale a opç ão c orret a.
a) Ao ser qualificada como caixa econômica, a empresa CAIXA possui status jurídico diferenciado, não estando sujeita à fiscalização do Banco Central do Brasil. b) Por não fazer parte da administração direta, a CAIXA atende apenas aos princípios constitucionais da legalidade e eficiência. c) A sede da CAIXA localiza-se na cidade do Rio de Janeiro – RJ. d) Em razão de ter atividades que visam ao desenvolvimento social, a CAIXA tem atuação restrita ao território nacional, sendo-lhe vedada a criação de sucursais, filiais ou agências no exterior. e) A CAIXA é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda.

27503
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : H IS TÓ R IA D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

Desde o séc ulo XIX, a C AIXA t em desem penhado papel de prot agonist a na hist ória ec onôm ic a brasileira. A respeit o das c ondiç ões que levaram à fundaç ão da em presa, assinale a opç ão c orret a.
a) A CAIXA foi criada durante o Segundo Reinado, com o objetivo de incentivar a poupança e conceder empréstimos sob penhor. b) A CAIXA foi fundada a partir da primeira falência do Banco do Brasil, ocorrida em 1861. c) Antes de ser transformada em empresa bancária, a CAIXA era o departamento do Banco do Brasil responsável pelo penhor de joias. d) Com a fundação da CAIXA, o penhor deixou de ser atividade exclusiva do Banco do Brasil. e) A CAIXA foi fundada para suprir a necessidade financeira imperial durante à Guerra do Paraguai.

27505
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

A respeit o da polít ic a de pessoal sob responsabilidade da C AIXA, t al qual dispost o no est at ut o da em presa, assinale a opç ão c orret a.
a) Nos casos de força maior e emergência estabelecidos em seu estatuto, a CAIXA pode subcontratar pessoas físicas, por meio do regime jurídico dos servidores da União. b) Os cargos de presidente, diretores e superintendentes regionais são de provimento exclusivo de funcionários de carreira da CAIXA. c) É vedada a contratação a termo de profissionais para o exercício de cargos de assessoramento à presidência da empresa. d) A admissão de pessoal se dá por meio do regime jurídico da Consolidação das Leis do Trabalho e leis complementares. e) A contratação de funcionários a termo se faz sem limitação do teto previsto para os demais funcionários da CAIXA.

e) A contratação de funcionários a termo se faz sem limitação do teto previsto para os demais funcionários da CAIXA.

27502
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

Após 148 anos, a C AIXA c onsolidou- se c om o um banc o de grande port e, sólido e m oderno. C AIXA é sinônim o de responsabilidade soc ial e pret ende ser referênc ia m undial, rent ável, efic ient e, ágil e c om perm anent e c apac idade de renovaç ão. Int ernet : <www.c aixa.gov.br > ( c om adapt aç ões) . Visando ao alc anc e da pret ensão aludida no t ext o ac im a, os objet ivos est abelec idos no est at ut o da C AIXA inc luem :
a) realizar serviços de natureza especulativa, exceto operações no mercado de ações e de títulos mobiliários. b) não realizar operações que atentem contra a função social da empresa, inclusive a corretagem de seguros e de valores mobiliários. c) manter linhas de crédito específicas para as microempresas e para empresas de pequeno porte. d) receber os depósitos oriundos da economia popular, excluindo aqueles garantidos pela União. e) prestar serviços bancários de natureza especial, não incluindo intermediação e Suprimento financeiro.

27500
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : H IS TÓ R IA D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

A C AIXA é c onhec ida por t er desem penhado, desde a sua fundaç ão, papel dec isivo c om o agent e de polít ic as públic as e por ser parc eira do Est ado brasileiro na exec uç ão de polít ic as soc iais. A respeit o das aç ões da C AIXA ao longo de sua hist ória, assinale a opç ão c orret a.

a) Ao direcionar suas ações para a habitação, a CAIXA deixou de ter participação significativa nas áreas de saneamento e urbanização. b) Na década de 80 do século XX, a CAIXA incorporou o papel de agente operador do fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS). c) O surgimento da CAIXA se deu em razão da necessidade de moralizar o penhor e, por isso, foi lhe concedido o monopólio dessa atividade desde a sua fundação. d) Em 1931, durante o governo de Getúlio Vargas, a CAIXA começou a operar a carteira hipotecária e, cinco anos depois, com a incorporação do Banco Nacional de Habitação, tornou-se o maior operador da área. e) Um passo importante na história da CAIXA foi a abertura do capital na bolsa de valores no final da década passada.

27504
H IS TÓ R IA E ES TATU TO D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : H IS TÓ R IA D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL

Além do papel de prot agonist a na área ec onôm ic a, a C AIXA t em desem penhado, ao longo de sua hist ória, papel relevant e em t erm os soc iais. A respeit o da at uaç ão soc ial da C AIXA, assinale a opç ão c orret a. P ara isso, nas referênc ias t em porais ( déc adas) , c onsidere t rat ar- se do séc ulo XX.
a) O monopólio das loterias, sob responsabilidade da CAIXA, estabelecido pela Constituição Federal de 1988, foi fundamental para a promoção de políticas públicas sociais. b) Após a incorporação do Banco Nacional da Habitação, na década de 80, a CAIXA se transformou no principal agente nacional de financiamento da casa própria. c) O fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS) foi criado no final da década de 50, graças à iniciativa da CAIXA. d) O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, destinado ao financiamento de obras de infraestrutura, nasceu de uma iniciativa da CAIXA, durante o governo de Getúlio Vargas. e) Durante o governo de João Goulart, no início da década de 60, a CAIXA destacou-se na implantação do Programa de Aposentadoria do Trabalhador Rural (FUNRURAL).

LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 26709
L EG IS L AÇ ÃO ES P EC ÍF IC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2012

c) No caso de extinção do contrato por prazo determinado. em decorrência da idade. não podem constar trabalhadores que recolhem para o FGTS e trabalhadores que não recolhem para o FGTS. ser apresentada pelo interessado até 120 dias após a publicação do ato de reconhecimento. suas qualidades e seus defeitos.AS S U N TO S : F G TS Ac erc a das obrigaç ões do em pregador no que se refere ao F G TS. no caso de seu falecimento. a cada seis meses. c) cliente satisfeito é aquele que teve todas as suas expectativas superadas. esse gerente poderá movimentar sua conta vinculada. a) Contribuinte individual que tenha somente um segurado que lhe preste serviço está desobrigado de entregar a GFIP. por intermédio da justiça do trabalho. b) O direito do trabalhador de adquirir moradia com recursos do FGTS só pode ser exercido para um único imóvel. b) O pagamento da multa pela não entrega da GFIP supre a falta do documento. estatuto ou contrato social. não é possível a movimentação dos valores relativos à conta vinculada. c) As empresas sujeitas ao regime da legislação trabalhista podem equiparar seus diretores não empregados — aqueles que exercem cargo de administração previsto em lei. independentemente da denominação do cargo — aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS. assinale a opç ão c orret a. a) Somente o trabalhador ou. a) o máximo que se pode esperar do cliente após alto nível de satisfação é a preferência racional pelo produto ou serviço. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : S ATIS F AÇ ÃO Segundo Kot ler. para compeli-la a efetuar o depósito das importâncias devidas relativas ao FGTS. todas as informações sobre suas contas vinculadas. nesse caso. ATENDIMENTO E TÉCNICAS DE VENDA 18963 MAR K ETIN G . d) O segurado especial é obrigado a entregar a GFIP. pelo governo federal. . 26707 L EG IS L AÇ ÃO ES P EC ÍF IC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2012 AS S U N TO S : F G TS | P R EVID ÊN C IA S O C IAL A respeit o da guia de rec olhim ent o do fundo de garant ia por t em po de serviç o e inform aç ões à previdênc ia soc ial ( G F IP ) . da situação de emergência ou de estado de calamidade pública. assinale a opç ão c orret a. 26708 L EG IS L AÇ ÃO ES P EC ÍF IC A D A C AIX A EC O N Ô MIC A F ED ER AL | C ES P E | C EF | 2012 AS S U N TO S : F G TS C om relaç ão à m ovim ent aç ão da c ont a do F G TS. fica sujeito ao pagamento de multa correspondente a 8% no mês de vencimento da obrigação. que já conhecem a organização. já que aos trabalhadores rurais não cabe a aplicação do regime do FGTS. b) Os empregadores rurais estão desobrigados do depósito do FGTS de seus empregados. nesse caso. cuja urgência e gravidade decorram de desastre natural. os valores recolhidos ao FGTS. assinale a opç ão c orret a. d) Os empregadores estão obrigados a comunicar aos trabalhadores. e) Caso o empregador não realize os depósitos do FGTS até o dia dez de cada mês. a partir da data de seu aniversário. cabendo à CAIXA repassar aos empregados. o que permite a obtenção de certidão negativa de débito. e) Considerando que o gerente de uma empresa de confecções de roupas masculinas completará 65 anos de idade no dia 20/10/2010. o saldo da conta vinculada somente será pago aos dependentes indicados em alvará judicial. pode justificar movimentação da conta do FGTS. uma vez por ano. MARKETING. a) Necessidade pessoal. d) Se o trabalhador falecer. c) Em uma mesma GFIP/SEFIP. seus herdeiros podem acionar diretamente a empresa. devendo a solicitação. ainda que não haja recolhimento para o FGTS. b) atender e satisfazer clientes novos é mais econômico para a organização do que satisfazer os clientes antigos. e) A empresa está obrigada à entrega da GFIP.

ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : MAR K ETIN G No c om post o de m arket ing. de form a resum ida.c onfiabilidade. o fat or praç a abrange. experim ent aç ão e degust aç ão de produt os. e) a compra simulada é um exemplo de ferramenta utilizada para acompanhar e medir a satisfação do cliente.d) valor. responsabilidade. seguranç a. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A . a qualidade dos serviç os é perc ept ível t ant o nos aspec t os int angíveis . é a sensação de prazer ou de desapontamento resultante da comparação do desempenho. Certo Errado 18942 MAR K ETIN G . as inform aç ões im port ant es. para o cliente. aç ões de propaganda e prom oç ões de vendas. ent re out ros aspec t os. Certo Errado 18939 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL C aso t enha se esquec ido de desligar o seu c elular e ele t oc a durant e um a reunião. 18980 MAR K ETIN G .se de m odo a dem onst rar que a organiz aç ão est á at ualiz ada nesse aspec t o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL A et iquet a em presarial no que t ange ao m odo de vest ir pressupõe que o func ionário ac om panhe t odas as t endênc ias da m oda e vist a. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G P ara m elhor at ender e c onvenc er o c lient e em um a aç ão de t elem arket ing . Certo Errado 18985 MAR K ETIN G . o f u n c i o n á r i o d e v e d e s c u l p a rs e p e l o o c o r r i d o e d e s l i g a r o a p a r e l h o s e ma t e n d êl o . Certo Errado 19010 MAR K ETIN G .quant o nos aspec t os t angíveis. em pat ia . C ert o ou errado? Certo Errado 18978 MAR K ETIN G . o at endent e não deve int errom per a fala do c l i e n t e e d e v e u t i l i z a rs e d e c ó d i g o s e a b r e v i a t u r a s p a d r o n i z a d o s p a r a a n o t a r . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E S ER VIÇ O S Em m arket ing. t ais c om o sort eios.

são de ram os dist int os e adot am t éc nic as int eressant es em at ividades espec ífic as. de form a a t ornar a m arc a c onhec ida e a induz ir o c onsum idor a adquiri. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E S ER VIÇ O S C onsiderando a int angibilidade do serviç o. Certo Errado 18981 MAR K ETIN G . Certo Errado 18995 MAR K ETIN G . que podem ser c oloc adas em prát ic a na em presa do invest igador.AS S U N TO S : P R O P AG AN D A Denom ina. as aç ões volt adas para a m anut enç ão dos c lient es at uais devem ser program adas. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E R EL AC IO N AMEN TO C om o a fideliz aç ão de c lient es é um proc esso c om plexo. sob a ót ic a de não prejudic ar a im agem da em presa na c apt aç ão dos novos c lient es.lo. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G Durant e um a ligaç ão t elefônic a a serviç o. Certo Errado 18975 MAR K ETIN G . Certo Errado 18977 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D IR ETO M arket ing diret o é um sist em a de m arket ing int erat ivo que usa um a ou m ais m ídias de propaganda para obt er respost a m ensurável. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : BEN C H MAR K IN G | C O MO L ID AR C O M A C O N C O R R ÊN C IA No benc hm arking c lassific ado c om o func ional. é m ais barat o at rair novos c lient es que m ant er os at uais. deve em pregar t erm os c om o querido ou am igo. o func ionário de um banc o. Telem arket ing é um a form a m uit o popular de m arket ing diret o. Certo Errado 19004 MAR K ETIN G . Certo Errado . A aparênc ia do at endent e é um deles. princ ipalm ent e. inform ando ao públic o os benefíc ios e at ribut os desse produt o. visando est abelec er c ont at o c ordial e gerar em pat ia c om o c lient e do out ro lado da linha.se c am panha inst it uc ional a que t em por objet ivo divulgar um produt o. Nesse sent ido. geralm ent e. o c lient e pot enc ial prec isa de indic adores de qualidade. As em presas invest igadas. há nec essidade de c om paraç ão de um a em presa c om um c onc orrent e diret o.

que designa a prom oç ão de vendas e serviç os por t elefone. Certo Errado 19005 MAR K ETIN G . persuadir e fixar o produt o ou serviç o na m em ória do c onsum idor. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A A propaganda t em c om o int uit o inform ar. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | IF B | 2011 AS S U N TO S : VEN D A O pont o de equilíbrio das vendas c onsist e no volum e de vendas em que a em presa não t em luc ros nem perdas. em sua m aioria a c urt o praz o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A A propaganda c onsist e em um c onjunt o diversific ado de ferram ent as de inc ent ivo. m as t am bém efet iva a venda de produt os e serviç os. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL Os diversos aspec t os da et iquet a em presarial são universais e c onst ant es. que visa est im ular a c om pra m ais rápida e( ou) em m aior volum e de produt os e serviç os espec ífic os por c onsum idores ou c om erc iant es. é prat ic ado exc lusivam ent e por em presas t erc eiriz adas em am bient es denom inados c allc ent ers ( c ent rais de at endim ent o) . Certo Errado 18993 MAR K ETIN G . Certo Errado .18990 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A A m ensagem public it ária não só est im ula e m ot iva. Certo Errado 18941 MAR K ETIN G . Certo Errado 18982 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2007 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G Telem arket ing. Certo Errado 18938 MAR K ETIN G .

d e v es e evit ar responder ant es que o int erloc ut or t enha c onc luído o seu pensam ent o.18916 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2006 AS S U N TO S : MAR K ETIN G No planejam ent o de vendas. por si só c arac t eriz a exem plo de: a) network. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A O anúnc io de um banc o veic ulado na t elevisão. pago. d) propaganda. m esm o que se est eja no m eio de um a c onversaç ão que dem ore m ais que o nec essário. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G O SAC e a Ouvidoria do BB são at ividades de t elem arket ing rec ept ivo. aos profissionais liberais et c . que c om pet em ent re si por prêm ios dados àqueles que t iverem m elhor desem penho. aos idosos. C ert o ou errado? Certo Errado 18935 MAR K ETIN G . c) endomarketing. C ert o ou errado? Certo Errado 18991 MAR K ETIN G . e) campanha publicitária. 19015 MAR K ETIN G . esses prêm ios devem ser viagens. a em presa pode desenvolver m ec anism os de est udos e est at íst ic as para definir quais produt os poderiam int eressar. bens m at eriais. c om o foc o no c lient e e não m ais no produt o. aos adolesc ent es. m as nunc a rem uneraç ão em dinheiro. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL No am bient e de t rabalho. P ara não gerar problem as fisc ais. inovador e espec ífic o. por exem plo. est rat egic am ent e. b) marketing de relacionamento. Certo Errado 18936 MAR K ETIN G . Certo Errado . aos em presários. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2006 AS S U N TO S : MO TIVAÇ ÃO P AR A A VEN D A U m a das form as de m ot ivaç ão para vendas é a c riaç ão de grupos int ernos.. passando a at uar.

um a vez que é o próprio c lient e quem exec ut a as aç ões. u mp e r f i l f i d e d i g n o d o p ú b l i c oa l v o .se c om a im agem e a c redibilidade da inst it uiç ão perant e os c onsum idores. C ert o ou errado? Certo Errado 18997 MAR K ETIN G . d) identificação de potenciais clientes. os est udos de m arket ing em em presas de serviç os devem se at er. preoc upando.abordagem a: a) análise de quais são as necessidades do cliente. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : VEN D A De ac ordo c om Kot ler. exc lusivam ent e. b) saudação do cliente. por si só. obt endo. 18970 MAR K ETIN G .se c om o exem plo de: a) marketing de relacionamento b) promoção c) marketing direto d) propaganda e) serviço 18934 MAR K ETIN G . um a m odalidade de at endim ent o pessoal. Certo Errado . c onst it ui exem plo da et apa de venda denom inada pré. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2006 AS S U N TO S : MAR K ETIN G O espec ialist a em m arket ing t em a funç ão de levar o produt o ao m erc ado. c arac t eriz a. dessa form a. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : P R O MO Ç ÃO U m brinde oferec ido ao c lient e que abre um a c ont a em um a agênc ia banc ária. às nec essidades visíveis da c lient ela. ou seja. e) apresentação do produto ao cliente. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2009 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G A c ent ral de at endim ent o t elefônic o perm it e o aut oat endim ent o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E S ER VIÇ O S Visando à sat isfaç ão do c lient e. Certo Errado 18925 MAR K ETIN G . c) negociação com o cliente.18918 MAR K ETIN G .

Certo Errado 18989 MAR K ETIN G . no am bient e de t rabalho. c onfort o e prot eç ão t am bém est ão sendo valorados. esc larec ê. Certo Errado 18976 MAR K ETIN G . que t enha dem orado m ais que o nec essário. prom oc ional ou c ooperada. que pode ser de venda.lo da exist ênc ia desse bem e persuadir o c lient e a adquiri. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL Na event ualidade de se est ar em m eio a um a c onversaç ão. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A A definiç ão do t ipo de c am panha a ser realiz ada. logo que t erm ine a sua exposiç ão. devem ser apresent adas diversas proposiç ões de venda em vez de um a únic a. out ros valores. c om o st at us. na t ent at iva de t er um a respost a rápida para ele. de m odo a deixar c lara a nec essidade da finaliz aç ão da c onversa. em c aso de dúvida. C ert o ou errado? Certo Errado 19007 MAR K ETIN G . inst it uc ional. a l é md a b u s c a d e u ma c o n t a c orrent e. lem brá. de propaganda. visando o m elhor at endim ent o e c onvenc im ent o do c lient e. o at endent e deve. Certo Errado 18973 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G Em aç ão de t elem arket ing . C ert o ou errado? Certo Errado 19006 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : P R O MO Ç ÃO D E VEN D AS | P R O P AG AN D A Tant o a propaganda quant o a prom oç ão de vendas t êm c om o objet ivo inform ar o c lient e ac erc a do produt o ou serviç o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E S ER VIÇ O S Segundo at uais est udos de m arket ing.la c om o c olega ou supervisor m ais próxim o enquant o o c lient e fala. de um a linha de c rédit o ou de um c art ão de c rédit o. c onst it ui um a das et apas do planejam ent o da c am panha.18987 MAR K ETIN G .lo. d e v es e mu d a r a b r u p t a me n t e d e a s s u n t o . quando um c lient e proc ura os serviç os de um banc o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A Ao longo do m esm o anúnc io public it ário. Certo Errado .

ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL A et iquet a em presarial t rat a de aspec t os do planejam ent o efic ient e de um a reunião. b) não utiliza ferramentas de CRM (customer relationship management). ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G A ut iliz aç ão de um a voz alegre. e) não prescinde da comunicação via Internet. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL Segundo a et iquet a em presarial. Certo Errado 18964 MAR K ETIN G . Certo Errado 18994 MAR K ETIN G . mas a comunicação não deve ser particularizada.Errado 18988 MAR K ETIN G . durant e um a reunião na organiz aç ão. c om o o m odo de não ret er desnec essariam ent e c olaboradores em um event o quando poderiam est ar desenvolvendo out ra at ividade. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 . 18986 MAR K ETIN G . Certo Errado 18971 MAR K ETIN G . Certo Errado 18945 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E R EL AC IO N AMEN TO O m arket ing de relac ionam ent o: a) não se relaciona com o endomarketing. fornec edores. à p o s t u r a a o s e n t a rs e e à form a de se falar ao t elefone c om c lient es. d e v es e e v i t a r d i s c o r d a r o uma n i f e s t a r o p i n i õ e s c ont rárias ac erc a do assunt o que est eja em análise. c lara e c alorosa é sufic ient e para gerar em pat ia e para garant ir o êxit o em um c ont at o t elefônic o profissional. c olegas e superiores no t rabalho. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL A et iquet a em presarial est á rest rit a ao m odo de se port ar à m esa em um a reunião de negóc ios. c) pressupõe diálogo entre empresa e cliente. d) não diz respeito a ações de pós‐venda.

ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : BEN C H MAR K IN G P or m eio do benc hm arking func ional. e anot ar t odos os det alhes. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D IR ETO At ualm ent e.lo na ut iliz aç ão do produt o. Certo Errado 18937 MAR K ETIN G . as funç ões e os m ét odos de produç ão de u ma e mp r e s a p a r a a p e r f e i ç o ál o s e mr e l a ç ã o a o s d o s c o n c o r r e n t e s d i r e t o s . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G Visando m elhor at ender e c onvenc er o c lient e em um a aç ão de t elem arket ing. c aso não t enha ent endido algo. de form a a m elhor c om preender o que foi ac ert ado ao t érm ino da c onversaç ão. são m edidas as c arac t eríst ic as básic as. m elhor que seus c onc orrent es. C ert o ou errado? Certo Errado 18984 MAR K ETIN G . é m ais c aro at rair novos c lient es que m ant er os já exist ent es. c om o est rat égia de m arket ing .at ivo. por serem de fác il c om provaç ão de renda. que a em presa se t orne um a das m elhores do ram o ou. os banc os ut iliz am o m arket ing diret o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2006 AS S U N TO S : S EG MEN TAÇ ÃO A segm ent aç ão de m erc ado é quase t ot alm ent e direc ionada para c lient es pessoas físic as. Certo Errado 18974 MAR K ETIN G . Certo Errado 18947 MAR K ETIN G . Certo Errado . o vendedor vende o produt o e faz c onsult as post eriores ao c lient e para obt er feedbac k quant o ao seu nível de sat isfaç ão e auxiliá. que pode ser c orret am ent e definido c om o um sist em a int erat ivo que usa um a ou m ais m ídias de propaganda para obt er respost a e ou t ransaç ão m ensurável em qualquer loc aliz aç ão. possibilit ando. o at endent e deve ser inc isivo e int errom per o c lient e. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2006 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E R EL AC IO N AMEN TO No m arket ing de relac ionam ent o. assim . no m ínim o. t odavia. Certo Errado 18940 MAR K ETIN G .AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E R EL AC IO N AMEN TO A fideliz aç ão de c lient es é um proc esso c om plexo. em nível pró. c ont rariam ent e ao que oc orre c om os c lient es pessoas jurídic as.

em um a c onversa t elefônic a desenvolvida no am bient e de t rabalho. à post ura ao sent ar. Certo Errado 18946 MAR K ETIN G . Certo Errado 19014 MAR K ETIN G .alvo. devem result ar de dec isões ant eriores sobre o públic o. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A Os objet ivos da propaganda. r e c o me n d as e o l h a r r e p e t i d a me n t e p a r a o relógio de m odo que o int erloc ut or perc eba a nec essidade de sua finaliz aç ão. . C ert o ou errado? Certo Errado 18979 MAR K ETIN G . inc lusive aquelas não solic it adas.se c it ar o t elem arket ing. definida c om o qualquer form a rem unerada de apresent aç ão não pessoal e prom oc ional de ideias. o func ionário deve prest ar t odas as inform aç ões de form a det alhada. abrangendo t odas as dim ensões do assunt o. fornec edores. Certo Errado 18992 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D IR ETO | TEL EMAR K ETIN G C om o exem plo de ferram ent a de m arket ing diret o ut iliz ado pelos banc os. pode. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL A et iquet a em presarial est á rest rit a ao m odo de se port ar à m esa em um a reunião de negóc ios. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G C om o objet ivo de superar as expec t at ivas de seu int erloc ut or. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | TC U | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G Os requisit os dos proc essos devem advir das nec essidades dos c lient es. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL P ara enc errar um a c onversaç ão que já dem orou m ais do que o nec essário.19008 MAR K ETIN G . c olegas e superiores no t rabalho.se e à form a de se falar ao t elefone c om c lient es. Certo Errado 18983 MAR K ETIN G . bens ou serviç os por um pat roc inador ident ific ado. o posic ionam ent o e o m ix de m arket ing.

ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G O t erm o m arket ing surge no iníc io da déc ada de 60 do séc ulo passado e. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : MAR K ETIN G No segm ent o banc ário. o c lient e é represent ado c om o alguém a ser plenam ent e sat isfeit o. Certo Errado 19011 MAR K ETIN G . é c orret o que o foc o sejam as nec essidades do c onsum idor. é ut iliz ada na avaliaç ão de produt os. o seu ponto de vista. d) reafirmar a objeção até compreender o sentido e o motivo real de o cliente resistir às suas ponderações. de modo a desviar o assunto. é c orret o que sejam enfoc ados os produt os/serviç os banc ários. no c onc eit o de m arket ing. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : MAR K ETIN G O objet ivo do planejam ent o de m ídia é selec ionar a m elhor c om binaç ão de veíc ulos para at ingir o públic o. em balagens. com ênfase. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : TEL EMAR K ETIN G No proc esso de t elem arket ing. pontuando. exc lusivam ent e. Certo Errado 18917 MAR K ETIN G . a qualidade de audiênc ia. c) evitar perguntar diretamente ao cliente o que ele acredita ser a objeção. e) responder rapidamente acerca do aspecto alvo da objeção. desde ent ão. Certo Errado 19009 MAR K ETIN G . 18972 MAR K ETIN G . observando. visando superar objeç ões. o operador deverá: a) procurar vencer as discussões. serviç os. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | ABIN | 2010 AS S U N TO S : P R O P AG AN D A A pesquisa. im port ant e ferram ent a t ant o do pont o de vist a c ient ífic o quant o do pont o de vist a m erc adológic o. Certo Errado 18926 .alvo. no c onc eit o de vendas. ent re out ros objet os.se. b) rejeitar as objeções e destacar os pontos positivos do produto ou serviço. enquant o.Certo Errado 18969 MAR K ETIN G .

14) . d) Marketing de relacionamento faz referência estrita à relação com clientes. assinale a opç ão c orret a. devendo a comunicação ser individual. julgue os it ens a seguir. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO Julgue os próxim os it ens.se porque a palavra “rest rit as” exige c om plem ent o regido pela preposiç ão a e a palavra “c idades” vem ant ec edida por art igo definido fem inino. Certo Errado PORTUGUÊS 4518 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4508_wt5ur5ii. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4518_ukgcbxnu. 19016 MAR K ETIN G . ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | C EF | 2010 AS S U N TO S : MAR K ETIN G D E R EL AC IO N AMEN TO Quant o ao m arket ing de relac ionam ent o. mas essas interações não devem ser frequentes.jpeg) Certo Errado 4508 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . b) As estratégias desenvolvidas no marketing de relacionamento contemplam prioritariamente ações de curto prazo.20) por foram c riadas. que se refere a “m undo” ( L. a pessoa deve levar em c ont a que.R J | 2012 AS S U N TO S : C R AS E C om base no t ext o ac im a. o pronom e “que” t em c om o ant ec edent e o pronom e “o”. relat ivos às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.4) just ific a. o técnico bancário terá como principal objetivo conquistar novos clientes. O sinal indic at ivo de c rase em “rest rit ivas às c idades” ( L.jpeg) Certo Errado 5055 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5055_351zp3x0. ATEN D IMEN TO E TÉC N IC AS D E VEN D A | C ES P E | BAN C O D O BR AS IL | 2008 AS S U N TO S : ETIQ U ETA EMP R ES AR IAL A pont ualidade é pressupost o básic o da et iquet a em presarial. e) Marketing de relacionamento demanda interações com clientes.se” ( L. c hegar m uit o m ais c edo t am bém pode c ausar t ranst ornos.jpg) Certo Errado .10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO M ant ém . Ao respeit ar o horário. c) O marketing de relacionamento pressupõe diálogo entre empresa e clientes. a) Ao adotar práticas de marketing de relacionamento.15) .18926 MAR K ETIN G .P I | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O .se a c orreç ão gram at ic al do período ao se subst it uir “c riaram . assim c om o c hegar at rasada. no plural. Em “não se parec e m uit o c om o que eles previram ” ( L.

c hegou a 30%. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4590_yj652qoq.jpg) Certo Errado 4510 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E .11) é a expressão “indust riais e produt ores em geral” ( L. relat ivos às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. O Est ado de S. M ant êm . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e est rut uras linguíst ic as desse t ext o. O fenôm eno deve.9%. “C apa” ( c om adapt aç ões) .se em boa part e ao desem prego. julgue o it em seguint e: A inexist ênc ia de program as governam ent ais de bolsas de est udo reduz a oport unidade de m uit os jovens brasileiros c hegarem às universidades. em 2008. o porc ent ual era de 6. U m a déc ada ant es. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial e c onsiderando aspec t os da realidade soc ial brasileira na at ualidade.9) . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A Sínt ese dos Indic adores Soc iais do IBG E m ost ra que.jpeg) Certo Errado 4567 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 . não est udava e não ajudava em afaz eres dom ést ic os.2 m ilhão de jovens de 18 a 24 anos de idade não exerc ia at ividade produt iva — não t rabalhava. t am bém pesaram . O núm ero represent ava 5.9) . Na m esm a faixa et ária. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Depreende.37% do t ot al da populaç ão nessa faixa et ária. 1. independent em ent e da idade. 10/10/2009.P aulo. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO Julgue os it ens que se seguem .R J | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . segundo os pesquisadores. passou para 13.se a c orreç ão gram at ic al e as inform aç ões originais do período ao se subst it uir “o” em “o que leem ” ( L. julgue os it ens abaixo O referent e do sujeit o da form a verbal “levando” ( L. c om o defic iênc ias.jpeg) Certo Errado 12126 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . m as out ros fat ores.se das inform aç ões do t ext o que. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4510_uzkop0sw.14) por aquilo. Certo Errado 12187 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . doenç as ou sim plesm ent e falt a de oc upaç ão. que exerc e a funç ão de sujeit o da form a verbal “c onvenc em ” ( L. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12187_5qzclvh4.9% a proporç ão dos jovens que c ursam um a universidade. nas últ im as déc adas do séc ulo XX. houve um a t endênc ia de subst it uiç ão da m ão de obra banc ária pelo equipam ent o t ec nológic o.4590 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . O índic e de brasileiros que frequent am inst it uiç ão de ensino superior.

2) pode ser substituída por está. c) O sinal de dois-pontos empregado após a palavra “eixos” (l. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4530_nigwflzg.10) está empregado em referência a ‘vestibulares’ (l. o elem ent o “ele” t em c om o referent e t ext ual “O riso”.9).19) introduz uma oração explicativa. sem prejuízo à correção gramatical e à coerência do texto. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Infere.20).AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL C om relaç ão a aspec t os est rut urais do t ext o.jpeg) a) O termo “os bancos escolares” (l.jpg) Certo Errado 12169 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .AL | 2012 . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12167_bzqypgkp. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Na linha 1. A subst it uiç ão de “se m odific aram ” ( L. Aviso: O gerent e não pôde c om parec er à sessão de c ont abilidade para t rat ar da seç ão dos t errenos aos posseiros. b) O pronome ‘deles’ (l.jpeg) Certo Errado 12147 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12169_oga8eemu. d) Com a supressão da vírgula logo após a palavra “pedagógica” (l. seriam preservados o sentido e a correção gramatical do texto. julgue os it ens a seguir. e) A forma verbal “estão” (l.9) por foram m odific adas prejudic aria a c orreç ão gram at ic al do período. Certo Errado 4530 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN EEL | 2010 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO Em relaç ão às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.6) exerce a função de adjunto adverbial de lugar.se das ideias do t ext o que seu aut or c onsidera o riso algo universal — por abranger t odas as c oisas e pessoas — e o aspec t o fest ivo de t odo o m undo. 12167 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4567_hkvzulw1. assinale a opç ão c orret a. pois a sessão de deliberaç ão do assunt o não t erm inou a t em po.jpg) Certo Errado 30038 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MIN IS TÉR IO D O ES P O R TE | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Julgue o fragm ent o de redaç ão ofic ial indic ada em c ada it em que se segue quant o à propriedade no em prego dos voc ábulos sublinhados.

AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . b) “tornando-se uma ideia” (L.2) por voltando a ser uma ideia.se que “int eressados” ( L. Essa ideia” (L. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão ao t ext o ac im a.1) por divulgar-se para um terceiro. c) “tornando-se uma ideia. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4500_p3vsissi. 4500 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . Segundo o t ext o.1) por queremos transmitir.9) . O pronom e “essa” ( L. e) “desejamos comunicar” (L.10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL A im pessoalidade e o em prego do padrão c ult o de linguagem garant em a c larez a t ext ual. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12147_0dhjkthr. a qual ideia. d) “isso nem sempre ocorre” (L.jpeg) Certo Errado 12114 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .10) est á em pregado em referênc ia à inform aç ão “queda de 2. Certo Errado . julgue os it ens a seguir. pois evit am que haja am biguidade no t ext o. julgue os próxim os it ens.jpg) Certo Errado 5219 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : R EES C R ITU R A D E TEX TO / C O ES ÃO E C O ER ÊN C IA O sent ido original do t ext o e a sua c orreç ão gram at ic al seriam m ant idos c aso se subst it uísse o t rec ho Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5219_s4uxdq9m.2-3) por tornando-se alguma ideia.P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .13%” ( L. as m ais rec ent es desc obert as no âm bit o da neuroc iênc ia c onfirm am est udos ant eriores desenvolvidos por renom ados c ient ist as há várias déc adas. P ela organiz aç ão das ideias do t ext o.14) . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o do t ext o ac im a.7) por isso nunca acontece.7) são “pret endent es à adoç ão” ( L.13.4) e “c andidat os” ( L.jpg) Certo Errado 30009 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T .jpeg) a) “comunicar a alguém” (L. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO C om relaç ão às ideias e a aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12114_i16vv6xj. julgue os seguint es it ens. ent ende.

C orreio Braz iliense. O est udo da F G V c onfirm ou um a realidade de que já se t inha c onhec im ent o: a nec essidade de se sust ent ar e ajudar a fam ília t ira m uit os jovens da sala de aula. o núm ero insufic ient e de unidades de ensino ( 15%) e de professores ( 12%) . 20/4/2009.4) por qual. A F G V pôs por t erra o m it o de que a evasão esc olar é m ot ivada pela dem anda por t rabalho e renda. M ant ém . “só” e “c éu” são ac ent uadas de ac ordo c om a m esm a regra de ac ent uaç ão gráfic a.1%) dos jovens de 15 a 17 anos de idade afirm a ser essa a raz ão de abandonarem as salas de aula.se a c orreç ão gram at ic al do período ao se subst it uir “c ujo” ( L.4) . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A F G V e o IBOP E ac abam de jogar m ais luz sobre as m az elas do ensino no Brasil. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão aos sent idos. enquant o 40% sim plesm ent e adm it em não se sent irem at raídos pelos est udos. julgue os it ens que se seguem . É possível a subst it uiç ão de “aos” ( L. As palavras “pó”. e a falt a de qualific aç ão dos doc ent es ( 11%) . Julgue os it em subsequent e. Não se pode diz er que aqui houve surpresas: a desm ot ivaç ão dos professores em raz ão dos baixos salários ( 19%) . julgue os it ens que se seguem . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5043_oi1xyzdd.jpg) Certo Errado 5084 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IF B | 2011 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . P ouc o m ais de um quart o ( 27. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5141_umiisawj. aos aspec t os gram at ic ais e à grafia de palavras do t ext o ac im a. p. im plic aria prejuíz o à c orreç ão gram at ic al do t ext o.R J | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . na opinião deles.3) por a sem prejuíz o para a c orreç ão gram at ic al do t rec ho em quest ão. Certo Errado 5043 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . relat ivos às ideias do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5084_q25edos9.jpg) Certo Errado 5141 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A Em relaç ão aos sent idos e aspec t os gram at ic ais do poem a ac im a. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. . os princ ipais problem as da educ aç ão.12120 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MEC | 2009 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . julgue os próxim os it ens. a falt a de seguranç a e a penet raç ão de drogas nas esc olas ( 17%) .022 pessoas c om m ais de 16 anos de idade em t odo o país para saber quais são.AL | 2012 AS S U N TO S : C R AS E A supressão do ac ent o indic at ivo de c rase. 12 ( c om adapt aç ões) . Já o IBOP E ouviu 2. em “à sua list a de aç ões posit ivas” ( L.jpeg) Certo Errado 4511 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E .

Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4511_fwc2hv18. m as result ado de um proc esso hist óric o que não resolveu quest ões básic as. Os inst rum ent os que c oloc arem os em aç ão perm it irão prom over o desenvolvim ent o. Esse objet ivo pode ser c onseguido em at é um a geraç ão.jpeg) Certo Errado 4568 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO O t ext o perm anec eria c orret o se a expressão “F oi est abelec ido” ( l. Depreende. há am plo c onsenso de que o m ais t errível dos efeit os da m iséria.se. Certo Errado 12161 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Int ernet : <www. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e a aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. d) Estabeleceram-se.jpeg) a) Estabeleceriam-se. ela se agravou. É possível erradic ar a fom e por m eio de aç ões int egradas que aliviem as c ondiç ões de m iséria e que est ejam art ic uladas c om um a polít ic a ec onôm ic a que garant a a expansão do P rodut o Int erno Brut o de. julgue os próxim os it ens. O c om bat e à fom e int egra. doenç as. M as a fom e não espera e segue m at ando a c ada dia.8) fosse subst it uída por Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4568_g4fnepdh. C om base no t ext o ac im a. julgue os it ens a seguir. a fom e. gerar em prego e dist ribuir renda. em dec orrênc ia da falt a de produç ão de alim ent os em quant idade sufic ient e para t oda a populaç ão. C om a explosão dos índic es de desem prego nos anos 90 do séc ulo XX. julgue o it em a seguir. não é c onsequênc ia da baixa produç ão de alim ent os. e) Estabelecer-se-iam. desespero e violênc ia c resc ent es.c om . b) Estabelecendo. à c onc epç ão de novo t ipo de desenvolvim ent o ec onôm ic o.jpeg) Certo Errado 12127 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A m iséria no Brasil não é algo oc asional. 4% ao ano. c) Estabeleceu-se.br> ( c om adapt aç ões) .hist orianet . A form a verbal “t êm ” ( L. 5177 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN ATEL | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL C om base nas inform aç ões e nas est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. produz indo desagregaç ão soc ial e fam iliar.se das inform aç ões do t ext o que o serviç o de t ransport e aéreo dom ést ic o de passageiros no Brasil enfrent a . m as da falt a de renda das fam ílias para adquirir os alim ent os na quant idade nec essária e c om a qualidade adequada. não nos podem os lim it ar às doaç ões.11) est á no plural porque c onc orda c om o ant ec edent e do pronom e relat ivo. Hoje. A m iséria e a fom e no Brasil surgiram nos anos 90 do séc ulo passado. P ara c om bat er a fom e. assim . A im plant aç ão de polít ic as est rut urais para erradic ar a m iséria requer m uit os anos para gerar frut os c onsist ent es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5177_odaed6ng. pelo m enos. bolsas e c aridade.

Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12166_c7a8lcsm. As palavras “P olíc ia”.um a c rise em c onsequênc ia da ret raç ão da dem anda. aquilo que. julgue os próxim os it ens.se a c orreç ão gram at ic al do período ao se subst it uir “durariam ” ( L. M ant ém . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4550_eg28dvbj. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Na anedot a ac im a. pode dest ruir ou faz er grande m al ao m eio am bient e.jpeg) Certo Errado 12135 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . julgue os it ens subsequent es. a respeit o do t ext o ac im a.jpg) Certo Errado 30044 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL O pronom e de t rat am ent o em pregado no segm ent o “Enc am inho a Vossa Exc elênc ia o Relat ório de At ividades referent e a 2007” at enderia às norm as de redaç ão ofic ial para um expedient e dirigido ao president e do Senado F ederal. no t ext o. O m onst ro é. em nom e do progresso. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5138_awcu84tm. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão aos sent idos e aspec t os gram at ic ais do poem a ac im a.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .jpg) Certo Errado 5138 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A Julgue os it ens c onsec ut ivos.jpg) .2) por duraram . o hum or é provoc ado pelo fat o de Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12135_txqm0msz. Certo Errado 4550 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S C om relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12161_55hcozes. “Rodoviária” e “exist ênc ia” rec ebem ac ent o gráfic o porque são paroxít onas t erm inadas em dit ongo c resc ent e.jpg) Certo Errado 12166 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .

b) o soldado ter passado desatento pelo capitão e não lhe ter prestado continência. d) a repreensão ao soldado ter sido dada por militar de patente inferior. julgue os it ens a seguir. 4547 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . ter sido também repreendido. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão aos sent idos do fragm ent o de t ext o ac im a. sim .1) poderia ser subst it uída por out ra form a de passiva. os hom ens da c idade não usariam m ais o nom e da fam ília. det erm inando que a represent aç ão popular se fiz esse não por eleiç ão. m as por sort eio. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os it ens que se seguem . c) o capitão não ter percebido que um coronel observava o cumprimento da pena pelo soldado. O fragm ent o t ransm it e a m ensagem de que o sofrim ent o pode ser c onsiderado um c am inho para o am adurec im ent o do . A est rut ura em voz passiva "c onsiderava.R J | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Em raz ão do c ont ext o.se" ( l.19) é obrigat ório. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5156_jo3o6shq.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Int ernet : . Infere. Certo Errado 5156 P O R TU G U ÊS | C ES P E | F U B | 2011 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A No que se refere à est rut ura t ext ual e a aspec t os gram at ic ais do t ext o. o ac ent o gráfic o em pregado na form a verbal “t êm ” ( L. sem c om prom et er a c oerênc ia do t ext o. julgue os it ens a seguir. Ac esso em 16/7/2004 ( c om adapt aç ões) .jpg) a) o coronel ter observado o desfecho da cena tranquilamente. julgue os it ens que se seguem . M anifest ariam sua fidelidade não m ais à fam ília 7 ( gens) em que haviam nasc ido. ao ser flagrado por um superior. m as à c om unidade ( dem ói) em que viviam . era c onsiderado. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12184_f32pthzr. e) o capitão ter aplicado em um subordinado uma repreensão e.Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12135_txqm0msz.se das inform aç ões do t ext o que o proc esso de dem oc rat iz aç ão e universaliz aç ão do ensino não assegurou o desenvolvim ent o das habilidades básic as de leit ura e esc rit a desejáveis no nível universit ário.jpg) Certo Errado 12155 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . relat ivos às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. C onsiderando o t ext o ac im a. m as.AL | 2004 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO 1 Na c idade de At enas. O objet ivo do sist em a era a 10 part ic ipaç ão de t odos nos assunt os públic os. t ransferindo sua afeiç ão de um a inst ânc ia m enor para um a m aior.se c idadão ( t het es) qualquer at eniense m aior de 18 anos que t ivesse prest ado serviç o m ilit ar e que fosse hom em livre.jpg) Certo Errado 12184 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . c onsiderava. Da reform a 4 de C list enes em diant e. o do dem os a que pert enc iam .

C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12154_aid96osf. o que pode t orná. c om o a c ont ida no t ext o apresent ado. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12155_xlq9pwc1.se que o t ext o foi esc rit o durant e o governo de JK. julgue os it ens a seguir. de c ert a form a.lo.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .14) depreende. Certo Errado 12154 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . a m odalidade c orret a de expedient e ofic ial.jpg) . Não é indic ada a form a de m em orando para t ransm it ir m ensagens de solic it aç ão.O fragm ent o t ransm it e a m ensagem de que o sofrim ent o pode ser c onsiderado um c am inho para o am adurec im ent o do indivíduo. seria o requerim ent o.jpg) Certo Errado 30072 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF . um a vez que o signat ário do t ext o solic it a algo que o dest inat ário pode ou não c onc eder ou deferir. nesse c aso. julgue os it ens seguint es. Da leit ura do t rec ho “Tam bém c om um president e leve c om o o Jusc elino” ( L. m ais feliz . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.

. julgue os it ens que se seguem . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12180_57wxicu5. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5139_x3isx8gr. Na linha 17. julgue os it ens subsequent es.4) just ific a.se porque a palavra “direc ionada” exige c om plem ent o regido por preposiç ão a e a palavra “obt enç ão” est á prec edida por art igo definido fem inino. O em prego de sinal indic at ivo de c rase em “à aplic aç ão” ( L.24.jpg) Certo Errado 5069 P O R TU G U ÊS | C ES P E | EBC | 2011 AS S U N TO S : C R AS E Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. julgue os it ens seguint es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5050_jvwk0164.se porque a palavra “relat ivos” ( L.jpeg) Certo Errado 5139 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A C om relaç ão às ideias e a aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . julgue os it ens que se seguem . julgue os próxim os it ens. As palavras “iníc io” e “série” rec ebem ac ent o gráfic o c om base em regras gram at ic ais dist int as.25) c om o argum ent o a favor da ideia de que a c apac idade de rir é inerent e ao hom em . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5125_h0ms42bd.7) preservaria as inform aç ões e o sent ido original do período.Certo Errado 5050 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : C R AS E Em relaç ão aos sent idos e às est rut uras linguíst ic as do t ext o.jpeg) Certo Errado 12180 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . o em prego do sinal indic at ivo de c rase em “à obt enç ão” just ific a. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e das est rut uras do t ext o ac im a.3) exige c om plem ent o regido pela preposiç ão a e a palavra “aplic aç ão” est á ant ec edida por art igo definido fem inino. A om issão da vírgula em pregada logo após “Brasil” ( L.jpg) Certo Errado 5125 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN ATEL | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Em relaç ão ao t ext o ac im a. O aut or ut iliz a a frase de Niet z sc he ‘Eu sem pre rio de t odo m undo que não riu de si t am bém ’ ( L.

Certo Errado 12124 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . ent re 56 naç ões. o porc ent ual era de 6. O índic e de brasileiros que frequent am inst it uiç ão de ensino superior. o alem ão Andreas Sc hleic her. U m a déc ada ant es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5063_4e3vqm6q. doenç as ou sim plesm ent e falt a de oc upaç ão. julgue o it em que se segue. não est udava e não ajudava em afaz eres dom ést ic os.º lugar em M at em át ic a e 52. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009. est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia.jpg) Certo Errado 12138 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . garant em que t odos c onseguem . m ais um a vez . Na m esm a faixa et ária. em 2008. passou para 13.º. Na opinião do responsável pelo P ISA. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão. no ent ant o.2 m ilhão de jovens de 18 a 24 anos de idade não exerc ia at ividade produt iva — não t rabalhava.abril.21) rege c om plem ent o c om a preposiç ão “a”.c om plem ent o regido por preposiç ão a e a palavra “obt enç ão” est á prec edida por art igo definido fem inino. c om o defic iênc ias. já que os nort e. P orque os result ados dos est udant es brasileiros em 2007 foram desanim adores. c hegou a 30%.9% a proporç ão dos jovens que c ursam um a universidade. 10/10/2009. m as out ros fat ores.22) est á c orret am ent e em pregado.º em C iênc ias.br> ( c om adapt aç ões) .suc edidas m iram alt o.se em boa part e ao desem prego. “C apa” ( c om adapt aç ões) . de fat o.37% do t ot al da populaç ão nessa faixa et ária. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a. segundo os pesquisadores. fom os o 48. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A Sínt ese dos Indic adores Soc iais do IBG E m ost ra que. Em leit ura. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5069_7uaw8abx.jpg) Certo Errado 5063 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial e c onsiderando aspec t os da realidade soc ial brasileira na at ualidade. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem . aprender. O desem penho c hoc ant e. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA.P aulo. No espaç o de dez anos. Int ernet : <ht t p://revist aesc ola. e a palavra “liberdade” é ant ec edida pelo art igo definido fem inino no singular. prat ic am ent e dobrou o núm ero de jovens brasileiros c om ac esso à educ aç ão superior. O Est ado de S. Certo Errado . ent re 57 part ic ipant es. independent em ent e da idade. a avaliaç ão feit a pelo P ISA será repet ida no Brasil em 2009.9%.c om . por isso.am eric anos não fiz eram o t est e. sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53. 1.R R | 2012 AS S U N TO S : C R AS E O ac ent o grave indic at ivo de c rase em “à liberdade” ( L. t am bém pesaram . O fenôm eno deve. vist o que “int im am ent e” ( L. julgue o it em seguint e. pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque. O núm ero represent ava 5.

julgue os it ens seguint es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5218_uad6guby.4). a form a verbal “perm it iu” poderia t er sido flexionada no plural — perm it iram —.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Sem prejuíz o para os sent idos e a c orreç ão gram at ic al do t ext o.5172 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5190_oldnmcn9. d) A supressão da vírgula após a palavra “cigarros” (l. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om base no fragm ent o de t ext o ac im a e c onsiderando o m om ent o de produç ão da obra Vidas Sec as.jpeg) Certo Errado 12153 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .jpeg) a) Seriam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso a palavra ‘Se’ (l.7) não prejudicaria a correção gramatical do período.17.2) pret endida pelo aut or do t ext o. b) A substituição da forma verbal “revelou” (l. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12153_sougqkcm. julgue os it ens que se seguem . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5172_jsyh4wro. Essa c ont raposiç ão c onfigura um a ant ít ese de pensam ent os e de sent im ent os em relaç ão à vida.4) por revelaram manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.18) poderia ser subst it uída por pelo m enos. a expressão “ao m enos” ( L. Na linha 1. de G rac iliano Ram os. c aso em que c onc ordaria c om “proc essos”. rem et em a um a ideia que se c ont rapõe à da “levez a” ( L.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . e) As aspas empregadas no texto delimitam citação. 5190 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Julgue o it em a seguir. a respeit o do t ext o ac im a.jpeg) Certo Errado 12142 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M .jpg) . c) Estaria mantido o sentido do texto caso a palavra recentes fosse empregada no lugar de “inveterados” (l. assinale a opç ão c orret a.13) fosse substituída por Caso. assinale a opç ão c orret a. na linha 11. Os voc ábulos “dram a” e “t ragédia”. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12142_b9gpq73c. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.jpg) Certo Errado 5218 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S C om relaç ão aos sent idos e aspec t os gram at ic ais do t ext o.

abril. c) jogá-la e incrível.am eric anos não fiz eram o t est e. ent re 56 naç ões. e) correspondência e três. C aso o dest inat ário oc upe um c argo hierarquic am ent e inferior ao do rem et ent e.º lugar em M at em át ic a e 52. Certo Errrado 30027 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Certo Errado 5155 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A São ac ent uados grafic am ent e de ac ordo c om a m esm a regra de ac ent uaç ão gráfic a os voc ábulos: a) também e coincidência. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA. fom os o 48. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão. Em leit ura. evidenciar a degradação social dos pobres no Nordeste brasileiro. c) A técnica do monólogo interior utilizada para apresentar o personagem Fabiano — que fala consigo mesmo — consiste em um recurso da prosa modernista que valoriza o mundo interno do personagem e apaga a realidade social que o circunda. o personagem popular foi representado de forma mais amadurecida na literatura brasileira. o fec ho adequado para o doc um ent o será “C ordialm ent e”. que buscava. d) A identificação do personagem Fabiano com um bicho é uma forma de expressar a animalização do homem. aprender. d) Escócia e nós.a) Os detalhados elementos descritivos do texto são recursos mediante os quais o personagem e a realidade em que ele está inserido são apresentados de forma pitoresca e idealizada. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. Na opinião do responsável pelo P ISA. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a.º em C iênc ias. o alem ão Andreas Sc hleic her. 12133 . Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53. Int ernet :<ht t p://revist aesc ola. no ent ant o. ressaltando-se. no qual os conflitos agrários são secundários em relação aos determinismos climáticos. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem .br( c om adapt aç ões) . julgue os it ens que seguem . julgue o it em que se segue. dessa forma. garant em que t odos c onseguem . m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. ent re 57 part ic ipant es. sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. já que os nort e. de fat o. b) quilômetros e tivéssemos. e) No momento literário em que foi escrito o romance Vidas Secas. sendo caracterizado tanto pela realidade de pobreza econômica como pela riqueza humana. assim. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009. sendo um recurso literário típico da vertente literária adotada por Graciliano Ramos — o Naturalismo —. O desem penho c hoc ant e. pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque. por isso. elementos típicos do regionalismo romântico. 12141 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .suc edidas m iram alt o. est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e.º. na m edida em que o núm ero de part ic ipant es elevase a c ada novo julgam ent o. m ais um a vez . A qualidade do ensino é afet ada por result ados de exam es globais. A respeit o das c arac t eríst ic as desse t ipo de doc um ent o.c om . b) O texto evidencia que a seca no Nordeste é o principal personagem do romance Vidas Secas.AC | 2012 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere que um servidor de det erm inado t ribunal t enha de redigir um ofíc io dirigido a out ro órgão do Judic iário.

diferent em ent e do que se aplic a ao Est ado. m as um a desc ont inuidade e. A verdade é que pert enc em a ordens diferent es. rec rut ável não ant e a ordem dom ést ic a e fam iliar. ainda m enos. a fom e. e por sim ples evoluç ão. M as a fom e não espera e segue m at ando a c ada dia.1) . A im plant aç ão de polít ic as est rut urais para erradic ar a m iséria requer m uit os anos para gerar frut os c onsist ent es. um a gradaç ão. Hoje.12133 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP S | 2010 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . infligiu. c onsiderou que o requerent e. c ont ribuint e. desespero e violênc ia c resc ent es. C om base no t ext o ac im a. produz indo desagregaç ão soc ial e fam iliar. um a oposiç ão.se. doenç as. Certo Errado 30039 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MIN IS TÉR IO D O ES P O R TE | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Julgue o fragm ent o de redaç ão ofic ial indic ada em c ada it em que se segue quant o à propriedade no em prego dos voc ábulos sublinhados. julgue o it em a seguir. P ara c om bat er a fom e. há am plo c onsenso de que o m ais t errível dos efeit os da m iséria. 4% ao ano. grosso m odo. ela se agravou. 101 ( c om adapt aç ões) . não é c onsequênc ia da baixa produç ão de alim ent os. elegível. Os inst rum ent os que c oloc arem os em aç ão perm it irão prom over o desenvolvim ent o. bolsas e c aridade. de fat o. Esse objet ivo pode ser c onseguido em at é um a geraç ão. Rio de Janeiro: José Olím pio.br> ( c om adapt aç ões) . O c om bat e à fom e int egra. assim . não nos podem os lim it ar às doaç ões. m as da falt a de renda das fam ílias para adquirir os alim ent os na quant idade nec essária e c om a qualidade adequada. ent re o c írc ulo fam iliar e o Est ado. julgue o it em a seguir. que t eve adept os no séc ulo XIX: o Est ado e as suas inst it uiç ões desc enderiam em linha ret a. de que a fam ília é o m elhor exem plo.c om . Não exist e. de c ert as vont ades part ic ularist as. Infere. Certo Errado 12129 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S O Est ado não é um a am pliaç ão do c írc ulo fam iliar e. um a int egraç ão de c ert os agrupam ent os.lhe um a m ult a. p. eleit or. em essênc ia.1979. O indivíduo faz se c idadão. Sergio Buarque de Holanda. C om a explosão dos índic es de desem prego nos anos 90 do séc ulo XX. C onsiderando as ideias e as est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. infringiu a lei e. O pronom e “ela” ( R.hist orianet . Int ernet : <www. É possível erradic ar a fom e por m eio de aç ões int egradas que aliviem as c ondiç ões de m iséria e que est ejam art ic uladas c om um a polít ic a ec onôm ic a que garant a a expansão do P rodut o Int erno Brut o de. ant e as leis do Est ado. Raíz es do Brasil. at é m esm o. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A m iséria no Brasil não é algo oc asional. Relat ório: O juiz não deferiu o requerim ent o. A não dist inç ão fundam ent al ent re as duas form as é um juíz o rom ânt ic o. m as. pelo m enos. da fam ília. C Certo Errado 5060 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 .se do t ext o que o c írc ulo fam iliar t em form at o inst it uc ional que abriga indivíduos que desobedec em às leis. em c onsequênc ia. à c onc epç ão de novo t ipo de desenvolvim ent o ec onôm ic o. m as result ado de um proc esso hist óric o que não resolveu quest ões básic as.4) é elem ent o c oesivo que ret om a o ant ec edent e “m iséria” ( R. gerar em prego e dist ribuir renda.

12) e do art igo fem inino definido que prec ede o subst ant ivo. julgue os it ens a seguir.jpg) Certo Errado 30071 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF .6) . As relaç ões de c oerênc ia e a c orreç ão gram at ic al do t ext o seriam preservadas se a preposiç ão “a”.13) deve.jpg) Certo Errado 5075 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL Ainda c om referênc ia a aspec t os gram at ic ais do t ext o.P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C R AS E C om base no t ext o ac im a. julgue os próxim os it ens. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5060_3c6a49zf. fosse subst it uída pela preposiç ão de. Certo . O em prego do sinal indic at ivo de c rase em “às populaç ões” ( L.se à presenç a da form a verbal “adequar” ( L. julgue os it ens subsequent es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5075_znbj2syr. C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial. O c am po “Assunt o” do doc um ent o em paut a est aria c orret am ent e preenc hido c om a frase: Solic it aç ão da presenç a do G rupo de Teat ro do DETRAN na P raç a do DI.se” ( L. logo depois da form a verbal “lim it a.

Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12159_n7skc3ed. a falt a de seguranç a e a penet raç ão de drogas nas . A F G V pôs por t erra o m it o de que a evasão esc olar é m ot ivada pela dem anda por t rabalho e renda. P ouc o m ais de um quart o ( 27.022 pessoas c om m ais de 16 anos de idade em t odo o país para saber quais são.jpg) Certo Errado 12118 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MEC | 2009 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5076_lo7y3bjz. P rejudic am . julgue os it ens que se seguem . Infere. P redom ina no t ext o a est rut ura narrat iva. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A F G V e o IBOP E ac abam de jogar m ais luz sobre as m az elas do ensino no Brasil.jpg) Certo Errado 12156 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . enquant o 40% sim plesm ent e adm it em não se sent irem at raídos pelos est udos. Seria m ant ida a c orreç ão gram at ic al do período c aso a preposiç ão “de”.7) por a. julgue os it ens subsequent es.P I | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL A respeit o das ideias e das est rut uras do t ext o ac im a.se a c orreç ão gram at ic al e o sent ido original do período ao se subst it uir o pronom e “aquela” ( L. os princ ipais problem as da educ aç ão.5) .se da leit ura do fragm ent o que o eu líric o c hega a um a c onc lusão pessim ist a: a de que pouc o ou nada sabe. julgue os it ens que se seguem . relat ivos ao t ext o ac im a. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os seguint es it ens. Não se pode diz er que aqui houve surpresas: a desm ot ivaç ão dos professores em raz ão dos baixos salários ( 19%) .Certo Errado 5210 P O R TU G U ÊS | C ES P E | EBC | 2011 AS S U N TO S : C L AS S ES D E P AL AVR AS ( MO R F O L O G IA) /F L EX ÃO N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. em “c ham ado de ‘o filósofo que ri’” ( L.jpg) Certo Errado 12159 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .1%) dos jovens de 15 a 17 anos de idade afirm a ser essa a raz ão de abandonarem as salas de aula. Já o IBOP E ouviu 2. fosse om it ida. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão aos sent idos do fragm ent o de t ext o ac im a. na opinião deles.jpeg) Certo Errado 5076 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12156_f6flsy5g. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5210_x3z6yorj.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .4.

jpg) . de agremiações partidárias divorciadas do patriarcalismo. principalmente porque vêm favorecendo o processo de industrialização nacional desde a primeira metade do século XIX. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12189_zirnmf3w. C orreio Braz iliense. O aut or desenvolve rac ioc ínio indut ivo para defender t ese ac erc a dos risc os que o aquec im ent o global represent a para o m undo at ualm ent e. do patrimonialismo e dos interesses econômicos dominantes. é c orret o afirm ar que: Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12117_2ssiintl. p. com o advento do Estado social.1) por há m ais de c em anos.18. c) os partidos políticos são indispensáveis ao processo democrático no Brasil.desm ot ivaç ão dos professores em raz ão dos baixos salários ( 19%) .jpg) Certo Errado 12117 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .jpg) a) a vontade política de uma maioria parlamentar passou a ser formada. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12177_94lsqkm2. M ant ém . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _v5rwcgzu.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . d) o advento do Estado social ensejou o surgimento. relat ivos às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas. relat ivos às ideias do t ext o ac im a. os “novos invest im ent os em t ec nologia da inform aç ão” ( L. 12189 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . de c ada 10 jovens de 15 a 17 anos de idade. Julgue os it em subsequent e. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os próxim os it ens. 4 abandonam a esc ola por não se sent irem at raídos pelos est udos. 12 ( c om adapt aç ões) . o núm ero insufic ient e de unidades de ensino ( 15%) e de professores ( 12%) .19) foram financ iados pela inflaç ão.se a c orreç ão gram at ic al do período ao se subst it uir “a m ais de c em anos” ( R. Segundo as perc ent agens reveladas pela F G V. e) os ideólogos do Estado de direito dos séculos XVIII e XIX queriam o advento do Estado social. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o. julgue o it em a seguir. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.R O | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .jpg) Certo Errado 12177 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . a falt a de seguranç a e a penet raç ão de drogas nas esc olas ( 17%) . 20/4/2009. b) a alternância entre os regimes democráticos e ditatoriais no Brasil desfavoreceu a formação de uma base ideológica político-partidária sólida. Certo Errado 26427 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão à t ipologia. a partir de vontades fragmentárias preexistentes no seio da sociedade. no Brasil. e a falt a de qualific aç ão dos doc ent es ( 11%) .

1) . est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA.abril.9% a proporç ão dos jovens que c ursam um a universidade. o índic e de brasileiros m at ric ulados em c ursos superiores é idênt ic o ao apresent ado pelos países m ais ric os da Europa. U m a déc ada ant es. no ent ant o.c om . sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. a referênc ia aos “est udant es brasileiros de 15 anos de idade” ( R. Infere. “C apa” ( c om adapt aç ões) .1) deve. Certo Errado 26431 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A As palavras “P enit enc iário” ( R. por isso. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a.P aulo. Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial e c onsiderando aspec t os da realidade soc ial brasileira na at ualidade.se em boa part e ao desem prego. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. fom os o 48.se do t ext o que. o porc ent ual era de 6. Na opinião do responsável pelo P ISA. O Est ado de S. c om o defic iênc ias. o alem ão Andreas Sc hleic her. de fat o. m ais um a vez . “c arc erária” ( R. O fenôm eno deve. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A Sínt ese dos Indic adores Soc iais do IBG E m ost ra que. nessa faixa et ária. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009.jpg) Certo Errado . Na m esm a faixa et ária. No t ext o.R O | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . nos dias de hoje.6) rec ebem ac ent o gráfic o c om base na m esm a regra gram at ic al. os jovens est ão saindo do período c ham ado puberdade e ent rando na adolesc ênc ia. ent re 56 naç ões. não est udava e não ajudava em afaz eres dom ést ic os.3) e “Judic iário” ( R. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. Certo Errado 12125 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53.Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12177_94lsqkm2.º em C iênc ias.suc edidas m iram alt o.se ao fat o de que. m as out ros fat ores. aprender. doenç as ou sim plesm ent e falt a de oc upaç ão. Em leit ura.am eric anos não fiz eram o t est e. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem . Ásia e Am éric a do Nort e. Int ernet : <ht t p://revist aesc ola. segundo os pesquisadores. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26431 _f7vp41da.º lugar em M at em át ic a e 52. t am bém pesaram . julgue o it em que se segue. ent re 57 part ic ipant es. O núm ero represent ava 5. passou para13.9%. já que os nort e. julgue o it em seguint e.37% do t ot al da populaç ão nessa faixa et ária. 1. 10/10/2009. O desem penho c hoc ant e.br> ( c om adapt aç ões) . em 2008.º. c hegou a 30%. pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque. independent em ent e da idade. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão.2 m ilhão de jovens de 18 a 24 anos de idade não exerc ia at ividade produt iva — não t rabalhava.jpg) Certo Errado 12140 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . O índic e de brasileiros que frequent am inst it uiç ão de ensino superior. garant em que t odos c onseguem .

4548 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . julgue os it ens subsequent es. sem que houvesse prejuíz o à c orreç ão gram at ic al do t ext o. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4548_fmbpn65e. julgue os it ens que se seguem .jpeg) . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4554_yg8vmivc.jpeg) Certo Errado 4504 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . o em prego do present e do indic at ivo em “est ão” ( L.jpeg) Certo Errado 4557 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.se a c orreç ão gram at ic al do período e o seu sent ido original. O em prego do fut uro do pret érit o em “iria se t ornar” ( L. C om o o t ext o t rat a de um event o que oc orrerá no fut uro. A subst it uiç ão de “faz er frent e aos” ( L.4) por enfrent ar os prejudic aria a c orreç ão gram at ic al do t ext o. julgue os it ens a seguir. julgue os it ens a seguir.jpeg) Certo Errado 5175 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL C onsiderando as ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4557_gfo3idl5.9) e “nos t ornaríam os” ( L. M ant endo. a form a verbal “t rabalhado” ( L. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO Ainda c om referênc ia a aspec t os gram at ic ais do t ext o.4) poderia ser c orret am ent e subst it uída por onde ou por no qual.jpeg) Certo Errado 4554 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5175_3tpz3wxz.P I | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S Julgue os próxim os it ens.8.10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S C om base nas est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.12) poderia ser subst it uída por t rabalhar.11) just ific a.se por t erem as previsões dos filósofos ilum inist as se c onc ret iz ado.3. A expressão “em que” ( L. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4504_4iluh6yo. relat ivos às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.13) est á em desac ordo c om as exigênc ias gram at ic ais de c orrelaç ão ent re os t em pos e m odos verbais.

no que diz respeito a aspectos judiciais. c) a ênfase ao princípio da igualdade dos gêneros presente na Carta Magna denota a preocupação do legislador de extirpar do texto legal qualquer conotação preconceituosa com relação à mulher. a diferenciação antes existente entre homens e mulheres.jpg) a) “Ela é uma gatinha. F ulano de Tal.jpg) a) o princípio da igualdade formal e o da igualdade material constituem.” e) “Vou mandar um cartão de dia dos namorados para a Susi Derkins. o mesmo direito. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5073_p7qstzyh. na prática.” c) “Agora vou botar renda em volta. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o. 5089 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Assinale a opç ão em que o verbo da oraç ão t em dois c om plem ent os. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5089_m2mh2zd3.13) por a prejudic a a c orreç ão gram at ic al do período. A subst it uiç ão de “aos” ( L.” b) “Eu fiz um coraçãozão vermelho.jpg) Certo Errado . b) desde que a CF foi instituída. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/30066_teu9cju6.” 5073 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão aos sent idos e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. não se observa mais no país. em vez da invoc aç ão “Senhor F ulano de Tal”. t ivesse sido esc rit o Exm o. e) qualquer tipo de diferenciação no tratamento de homens e mulheres infringe o princípio constitucional da isonomia. d) sem a atualização do Código Civil.Certo Errado 30066 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2006 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Julgue o it em a seguir.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . o texto constitucional tem campo de atuação limitado.jpg) Certo Errado 12191 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Sr. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12191_01u2q0l3.” d) “Eu te odeio. julgue os it ens que se seguem . Seria inadequado se. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial.

R J | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S C om base no t ext o ac im a. por isso. as pessoas se cumprimentaram efusivamente. c) Durante a cerimônia. 30037 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MIN IS TÉR IO D O ES P O R TE | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Julgue o fragm ent o de redaç ão ofic ial indic ada em c ada it em que se segue quant o à propriedade no em prego dos voc ábulos sublinhados.lo para out ra dat a. Ao se subst it uir “o que fac ilit a” ( L.jpeg) Certo Errado . d) Depois de ter recebido muitos golpes. as aut oridades im inent es resolveram suspender o c olóquio e t ransferi. O segm ent o “a prim eira republic ana” ( L. construíram muitos prédios na cidade. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5121_45kvzfsc. Certo Errado 5121 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO C om relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. m ant ém . o lutador caiu. julgue os it ens a seguir. salvaram-se todos nadando. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5058_7wqb7klo. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4555_oc02xxc7.13) : perm it iu a rede banc ária a im plem ent ar.1ª R EG IÃO ( R J ) | 2008 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO Assinale a opç ão que apresent a oraç ão na voz passiva. a) Apesar da enchente.jpg) Certo Errado 4555 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . julgue os it ens subsequent es.16) est á ent re vírgulas por ser um voc at ivo. b) No ano passado.5058 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C R AS E P reservaria a c orreç ão gram at ic al e o sent ido original do t ext o a seguint e reesc rit ura do t rec ho “perm it iu à rede banc ária im plem ent ar” ( L.jpeg) Certo Errado 4541 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . At a: Devido às c huvas.17) por o que vem fac ilit ando ou por o que t em fac ilit ado. e) Os palhaços do circo foram muito aplaudidos pelo público.se a c orreç ão gram at ic al do período. o perigo de desabam ent o às m argens da rodovia era em inent e.

“ec onôm ic as” ( L. a descrição é predominante e foca tanto o modo como o major Vidigal exercia o seu poder quanto suas características físicas. c) A cena descrita inicia-se com o major Vidigal batendo à porta e termina com a entrada dele no recinto.se de sua valentia. Esse verbet e se organiz a em t rês t ópic os. c om o em prego e c oloc aç ão de voc ábulos. C onc lui. . c onc ordânc ia e regênc ia nom inal e verbal. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12136_6g0wpc1s.R R | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A Os voc ábulos “jurídic as” ( L.os em relaç ão à grafia e ac ent uaç ão gráfic a das palavras e a aspec t os m orfossint át ic os e t ext uais.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando as ideias.C E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . na seguint e ordem t em át ic a: prim eiro – c om o surgiu a ideia de se hom enagear o soldado desc onhec ido. julgue os it ens a seguir. pont uaç ão e c oerênc ia. orgulhando. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12172_h57dyorh.5147 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .se da leit ura do prim eiro parágrafo do t ext o que m ais de 6 m ilhões de t rabalhadores brasileiros são em pregados dom ést ic os. 5169 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . d) O segundo parágrafo restringe-se a tratar de aspectos da personalidade do major. segundo – c om o o fiz eram alguns países. julgue os it ens subsequent es. e) No texto. b) O narrador não manifesta opinião nem faz comentário a respeito do personagem Vidigal. Julgue. que c onst it ui um verbet e de enc ic lopédia.4) . t erc eiro – c om o o fez o Brasil.jpg) Certo Errado 12136 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Assinale a opç ão c orret a em relaç ão ao t ext o. a est rut ura e a t ipologia do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12116_cqs95hd2. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão ao t ext o ac im a.jpg) a) Quem conta a história é o próprio major Vidigal. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5147_32uxz0ga.AL | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Em c ada um dos it ens seguint es são apresent ados t rec hos adapt ados de report agens jornalíst ic as.jpeg) Certo Errado 12172 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M .4) e “físic o” ( L.jpg) Certo Errado 12116 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .5) rec ebem ac ent o gráfic o c om base em regras gram at ic ais diferent es.AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .

las” e “elevá. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5192_4hzud9pg.D F | 2011 AS S U N TO S : C L AS S ES D E P AL AVR AS ( MO R F O L O G IA) /F L EX ÃO N O MIN AL E VER BAL Na linha 17. “designá. agent es da políc ia c ivil apreenderam c om o grupo c rim inoso espec ializ ado em roubos de m alot es de superm erc ados. o em prego da preposiç ão a na c om binaç ão “ao” é exigênc ia sint át ic a do verbo “int egrar”. a respeit o do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5097_rp0utk4m.se da m esm a form a que “c onst at á. pist olas de diversos c alibres. m uniç ões e c olet es de uso rest rit o.jpg) Certo Errado 5192 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .las”. o em prego do ac ent o c irc unflexo na form a verbal “t êm ” just ific a.jpeg) Certo Errado 4602 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 .jpeg) Certo Errado 5097 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E .las”.jpeg) Certo Errado 5144 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E .Em operaç ão que c om eç ou na m adrugada de dom ingo e enc errada na m anhã de t erç a. A form a verbal “t êm ” em “t êm esse originário poder” ( L. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5204_jk12ii9h. Os verbos “c om unic ar”. Certo Errado 5204 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C BM .P I | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A C om referênc ia às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas. julgue os it ens a seguir. julgue os it ens abaixo Na linha 28. ac ent uam .feira.se pelo fat o de essa form a verbal c onc ordar c om a expressão no plural “inúm eras vant agens”. oit o c arros.5) est á em pregada no plural porque faz part e de um a c adeia c oesiva c ujos elem ent os se referem a “m agist rados” ( L. quando c om plem ent ados pelo pronom e a. “ensinar” e “c om andar”. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5144_w8xpnmyy.R R | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Julgue o it em a seguir.BA | 2010 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL C om relaç ão ao t ext o ac im a apresent ado.1) .

5) desem penha. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4602_13y8sgsx. C onsidera. d) a justiça penal é aplicável somente aos indivíduos que gozam de perfeita saúde mental. ou seja.jpeg) Certo Errado 5039 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .jpg) Certo Errado 4583 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .AL | 2012 AS S U N TO S : C R AS E O em prego do sinal indic at ivo de c rase em “ligado à Sec ret aria de Agric ult ura” ( L.6. O t erm o “leves e engraç ados” ( L.jpg) a) todos os indivíduos são livres para seguir as regras sociais ou ir ao encontro delas. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4583_vjimgumf. c) o trecho “nossas tradições liberais de justiça penal assentam-se no princípio do livre-arbítrio” (L.se do t ext o que: Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12185 _qhqifo6k.7) just ific a. entre o legal e o ilegal” (L.17) .6) é ant ec edida pelo art igo definido fem inino singular a. entre o certo e o errado.president e exec ut ivo da F EBRABAN ( L. é indet erm inado.1-2) refere-se às tradições liberais próprias da América do Sul.5) . autoria e nexo.AL | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. .16.4-6). baseia-se no tripé delito. c ujo referent e é “o vic e. neologism os e regionalism os. e a palavra “Sec ret aria” ( L. entre o justo e o injusto. quando o redat or t enc iona dist inguir o nível de form alidade do doc um ent o e do rec ept or. ou o indivíduo sente um ou outro. a m esm a funç ão sint át ic a que “m ais fác il e m ais leve” na oraç ão “t udo fic ava m ais fác il e m ais leve” ( L.se apropriado. nas c orrespondênc ias ofic iais.jpeg) Certo Errado 12185 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . uma vez que apenas essas pessoas são “capazes de discernir racionalmente entre o bem e o mal.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5039_fg0mpat2. 30035 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P O L ÍC IA C IVIL | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL A respeit o das norm as de c orrespondênc ia ofic ial.4) ”. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Infere. O sujeit o da form a verbal “dest ac ou” ( L.se porque o verbo ligar exige c om plem ent o regido pela preposiç ão a. e) o desejo e(ou) a vontade de seguir a ordem social e o desejo e(ou) a vontade de ofendê-la são sentimentos excludentes. o em prego de prec iosism os. na oraç ão em que se insere. b) a justiça penal atual. julgue os it ens seguint es. no mundo. julgue o it em que se segue. julgue os it ens a seguir.

com notório entusiasmo. assim como os demais expedientes oficiais. em 1500. Durante os primeiros tempos da colonização. resolveram o problema de ligação postal entre a nova terra com a metrópole. Nessa carta.R J | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . o local e a data de expedição do documento devem estar alinhados. c) Nem a criação do Correio-Mor das Cartas do Mar. surgiu a necessidade de se promover a expansão desses serviços para o interior da Colônia. horizontalmente. a) A mensagem deve conter a indicação do tipo de expediente e de seu número. em 1798. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12113_471hb53x. há aspec t os legais que dific ult am a adoç ão. tendo.2) . F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO C om base no t ext o ac im a. logo após a data de expedição da correspondência. definitiva e oficialmente. S EMÂN TIC A E VO C ABU L ÁR IO Nas opç ões a seguir. Infere. os Correios Marítimos. Pero Vaz de Caminha relatava ao rei de Portugal.AL | 2012 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Assinale a opç ão c orret a no que diz respeit o à form a e à est rut ura da m ensagem . Assinale a opç ão em que o t rec ho est á gram at ic alm ent e c orret o. e deve estar organizado em itens ou títulos e subtítulos. Com esse acontecimento.jpeg) Certo Errado 30022 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . em 1673. deve conter a identificação do signatário.jpg) Certo Errado 5217 P O R TU G U ÊS | C ES P E | C O R R EIO S | 2011 AS S U N TO S : O R TO G R AF IA. O t erm o “deles” ( L. às vezes. no início da margem esquerda. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4512_vtc2i9qq. d) O texto do corpo da mensagem deve ser numerado. são apresent ados t rec hos adapt ados de t ext o ext raído do sít io dos C orreios na Int ernet . estava sendo escrita a primeira página da história do correio no Brasil. b) Na mensagem. Assim. . julgue os it ens a seguir. a dificuldade na comunicação entre Portugal e o então Brasil Colônia fez com que fosse instituído. centralizado no início do expediente. os portugueses não dispunha de um sistema postal bem organizado. a mensagem deve indicar o vocativo “Excelentíssimo Presidente do Congresso Nacional”. à margem direita. e) A mensagem. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão ao t ext o ac im a. o descortinar de uma nova terra. eternizado na história brasileira.5) é elem ent o c oesivo que ret om a o ant ec edent e “eleit ores” ( L. c onform e est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a. c) Quando direcionada ao presidente do Congresso Nacional. surgiu a primeira correspondência oficial ligada ao país. t ant o no Brasil quant o na Bolívia e no P eru. a) Com a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. no início do texto. sobretudo os emitidos pelo presidente da República.Certo Errado 4512 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . que recorrer ao de nações vizinhas.se da leit ura do t ext o que. julgue os seguint es it ens. Anos depois.AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . b) Os primórdios dos serviços postais no Brasil Colônia reporta ao correio de Portugal e à sua atuação nesse novo território. 12113 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .

AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . traços evidentes da filiação desse texto modernista à linguagem labiríntica do Barroco e à exaltação árcade da vida no campo. Esse fato permitiu a elaboração do primeiro Regulamento Postal do Brasil. período em que se inic iou o longo proc esso inflac ionário vivido pelo Brasil no séc ulo passado. quando os Correios desempenhou o importante papel de trazerem informações do Velho Mundo e aglutinarem aqui as forças em prol do rompimento com Portugal. e) Com o retorno de D.15.7.se à que defende o c onsum o c ont inuado de bens e produt os para m ant er a indúst ria aquec ida e o em prego em alt a. a respeit o do t ext o ac im a.jpg) a) O uso do vocabulário erudito e a valorização da cultura letrada e moderna.jpg) Certo Errado 12164 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . são. e) No poema em questão. d) A ausência de pontuação e a centralidade dada pelo poeta à figura do cavalo. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12188_h54tjfly. 12188 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os it ens a seguir.16) . houveram períodos bastantes conturbados. o funcionamento regular dos Correios Marítimos e a emissão de novos decretos que criassem os Correios Interiores. julgue os it ens seguint es. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Assinale a opç ão c orret a ac erc a do t ext o poét ic o de Oswald de Andrade apresent ado ac im a. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.8) .11) refere. a Portugal. é trabalhado um dos temas centrais do primeiro momento do Modernismo brasileiro: a relação entre o moderno/urbano (os trilhos do bonde) e o arcaico/rural (a carroça) e entre classes sociais diferentes. João VI.se à expressão “c om put adores c ent rais” ( L. a vert ent e do c apit alism o que just ific a o desenvolvim ent o ec onôm ic o a qualquer preç o c ont rapõe. inserem esse poema modernista na tradição parnasiana de rebuscamento da linguagem. b) A temática social ligada ao cotidiano e à ausência do eu lírico identificam esse poema aos modelos tradicionais da poesia lírica anterior ao Modernismo brasileiro. respectivamente. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12143_o3h9perv. o aut or do t ext o faz um a c rít ic a à c onst ruç ão de Brasília. em detrimento do uso do vocabulário e da valorização da cultura popular. O t erm o “deles” ( L. Ao afirm ar que o president e Jusc elino “bot ou em aviões um a c idade int eira” ( L.jpg) . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12150_a5xpwlkj. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12164_8ejp4qdf. c) Um dos elementos do poema que o caracteriza como uma produção do primeiro momento modernista brasileiro é o distanciamento entre poesia e narrativa.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . os advogados e o carroceiro. animal ligado à vida campestre. 12143 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M .jpg) Certo Errado 12150 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .d) O progresso comercial advindo da chegada da família real no novo mundo abriu caminhos afim de que o serviço postal se desenvolvesse. que culminou com a independência do Brasil em 1822.

15) .Certo Errado 5078 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. a est rut ura e a t ipologia do t ext o ac im a. . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12173_54kp3s9j.jpg) Certo Errado 4588 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Em relaç ão aos sent idos e às est rut uras linguíst ic as do t ext o.15.jpg) Certo Errado 30070 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF . o pronom e exerc e a funç ão de objet o diret o. que se c arac t eriz a. quant o à t ipologia. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5078_wjx2ajs3. est á em c onsonânc ia c om os verbet es de dic ionários e enc ic lopédias. julgue os it ens a seguir. julgue os it ens a seguir. c om o a desc riç ão dos sent idos da expressão “soldado desc onhec ido”. c osseguro e resseguro sem a devida aut oriz aç ão" ( L.ES | 2011 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S C om relaç ão aos sent idos e a aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4588_wcns4nrw.jpg) Certo Errado 5093 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . Em “em it ir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5093_ybrspwkm.jpeg) Certo Errado 12173 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M .17) t em nat urez a rest rit ivas em relaç ão ao t erm o ant ec edent e "pessoas fisic as ou jurídic as" ( L. julgue os it ens a seguir. Na linha 8. julgue os it ens que se seguem O segm ent o"que realiz am operaç ões de seguro. o em prego da preposiç ão em ‘do qual’ é exigido pela presenç a da palavra ‘sist em a’. que c onst it ui um verbet e de enc ic lopédia. O t ext o.lhes” ( L.5) . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando as ideias.C E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .

no t erc eiro parágrafo do doc um ent o em quest ão. C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial. julgue os it ens a seguir. o fec ho c orret o para esse doc um ent o deveria ser: Respeit osam ent e. O dest inat ário do m em orando apresent ado oc upa c argo hierarquic am ent e superior ( diret or) ao do em issor ( c hefe de núc leo) .C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial. Est á c orret o o em prego do t rat am ent o “Vossa Senhoria”. Certo Errado . Em vist a disso. m as inc orret o o uso do pronom e possessivo de segunda pessoa do plural no quart o parágrafo: “vossa at enç ão”. Certo Errado 30075 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF . julgue os it ens a seguir.

5180
P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M - C E | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL

C om relaç ão a aspec t os gram at ic ais e sem ânt ic os do t ext o, julgue os próxim os it ens. Os adjet ivos “Sim ples, m odest os, esperanç osos, idealist as” ( L.7) est ão no plural para c onc ordar c om “eles” ( L.8) .
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5180_bb3dleb5.jpeg) Certo Errado

12190
P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

Em 2009, est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão, m ais um a vez , do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA, sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53.º lugar em M at em át ic a e 52.º em C iênc ias, ent re 57 part ic ipant es. Em leit ura, fom os o 48.º, ent re 56 naç ões, já que os nort e- am eric anos não fiz eram o t est e. O desem penho c hoc ant e, no ent ant o, pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque. Na opinião do responsável pelo P ISA, o alem ão Andreas Sc hleic her, t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais, m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia, C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem - suc edidas m iram alt o, est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e, por isso, garant em que t odos c onseguem , de fat o, aprender. Int ernet : <ht t p://revist aesc ola.abril.c om .br> ( c om adapt aç ões) .

P orque é c om provado que t odos os est udant es são c apaz es de aprender, o Brasil pode t er esperanç as de elevar sua c oloc aç ão nos próxim os inst rum ent os avaliat órios do P ISA.

Certo Errado

12128
P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ - AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

C om relaç ão ao t ext o ac im a, julgue os seguint es it ens. Nesse t ext o, que se c arac t eriz a c om o dissert at ivo- argum ent at ivo, o aut or se posic iona favoravelm ent e à adoç ão de c rianç as c om m ais de c inc o anos de idade.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12128_yllc5lhk.jpg) Certo Errado

12165
P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

Em relaç ão aos sent idos e aspec t os gram at ic ais do poem a ac im a, julgue os próxim os it ens. As palavras do t ext o são esc olhidas e organiz adas para t ransm it ir, além dos sent idos referenc iais, o rit m o, a sonoridade, as im agens.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12165_zhq2o60z.jpg) Certo Errado

5140
P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN ATEL | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A

C om base nas inform aç ões e nas est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a, julgue os it ens a seguir. Nas palavras “análise” e “m ínim os”, o em prego do ac ent o gráfic o t em just ific at ivas gram at ic ais diferent es.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5140_i60rb3js.jpeg)

Certo Errado

30025
P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M - AL | 2012 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL

C onsiderando as norm as do M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a referent es às c orrespondênc ias ofic iais que adot am a diagram aç ão do padrão ofíc io, assinale a opç ão c orret a.
a) Em tais documentos, no campo assunto, deve-se apresentar detalhadamente o assunto que motiva a comunicação; no caso de haver mais de uma ideia a ser exposta, cada sentença deve ser separada da outra por ponto final. b) Em se tratando de memorando ou de aviso, devem ser incluídos, no campo destinatário, o nome, o cargo e o endereço da pessoa a quem se direciona a comunicação oficial. c) No ofício, o alinhamento do vocativo coincide com o do endereço do signatário. d) A mensagem, o ofício e o memorando adotam a mesma diagramação, diferenciando-se apenas porque, no memorando, a data e o local de expedição do documento se encontram alinhados à direita, no início do documento. e) Tipo e número do expediente seguidos da sigla do órgão expedidor, assunto, texto, destinatário, assinatura e identificação do signatário são elementos comuns às correspondências que seguem o padrão ofício.

5158
P O R TU G U ÊS | C ES P E | S TM | 2011 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A

Ac erc a dos aspec t os est rut urais e dos sent idos do t ext o ac im a, julgue os it ens a seguir. A regra de ac ent uaç ão gráfic a que just ific a o em prego do ac ent o gráfic o em “aeroport uário” é a m esm a que just ific a o em prego do ac ent o em “m et eorológic a”.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5158_lx0ubrtr.jpeg) Certo Errado

12146
P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C - AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

C om base no t ext o ac im a, julgue os it ens a seguir. Infere- se da leit ura do t ext o que, assim c om o as grandes c om panhias, as pequenas em presas apresent aram , em 2012, queda nas inovaç ões, em relaç ão a 2010.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12146_zrk77qel.jpg)

Certo Errado

4585
P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S

Julgue os seguint es it ens, relat ivos ao t ext o ac im a.

Julgue os seguint es it ens, relat ivos ao t ext o ac im a. A expressão “at é que” ( L.6) c onfere ao período a noç ão de t em po.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4585_vk1tyz7v.jpeg) Certo Errado

12134
P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M - AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

C om relaç ão à c ont inênc ia m ilit ar, depreende- se do t ext o que
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12134_qy8dzjj8.jpg) a) o movimento surgiu quando os cavaleiros começaram a usar elmos. b) sua origem está sujeita a interpretações diversas. c) sua gênese remonta aos exércitos da Idade Moderna. d) o gesto começou a ser empregado após o fim do uso das armaduras medievais. e) os senhores feudais a exigiam das tropas sob seu comando.

12123
P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ - R O | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO , TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S

Tendo o t ext o ac im a c om o referênc ia inic ial, assinale a opç ão que apresent a o nom e da personalidade que rec ebeu a referida hom enagem .
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12123_68dng6rs.jpg) a) Mário Andreazza b) Jorge Teixeira c) Cândido Rondon d) Rolim de Moura e) Rondon Pacheco

4597
P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E - R J | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S

Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a, julgue os it ens que se seguem . As relaç ões sint át ic as do período não seriam prejudic adas c aso se subst it uísse “enquant o” ( L.7) por ao passo que.
Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4597_krq27ct4.jpeg) Certo Errado

30006
P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL

Em m em orando para o enc am inham ent o de inform aç ões ou para a solic it aç ão de providênc ias, o dest inat ário deve ser ident ific ado apenas pelo c argo que oc upa; c aso se t rat e de m em orando que c ont enha doc um ent o anexo, o dest inat ário deve ser ident ific ado pelo nom e e pelo c argo que oc upa.
Certo Errado

De ac ordo c om o t ext o.R J | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Julgue os it ens que se seguem .se” ( L.5) est á no singular porque c onc orda c om a expressão “Inst it ut o P aulo M ont enegro” ( L.se da leit ura do t ext o que o est ilo de vida da pessoa int erfere posit iva ou negat ivam ent e na at ividade c erebral. relat ivos às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando as ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. 12162 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . c) as políticas de ação afirmativa foram idealizadas para os países desenvolvidos. julgue os it ens que se seguem . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12119_k4tjaqym.R O | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .12119 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12162_vxy7f3m1. b) os Estados Unidos da América foram os primeiros a adotar políticas de ação afirmativa. julgue os it ens a seguir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4521_a5j6mxwb. Seria m ant ida a c orreç ão gram at ic al do período ao se subst it uir “enfat iz a.jpeg) Certo Errado 5184 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . e) as primeiras leis formais a defender os direitos da população negra foram as chamadas políticas de ação afirmativa.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . A form a verbal “m ost rou” ( L. . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o do t ext o ac im a. a expansão das dem andas por serviç os aéreos t em exigido a m oderniz aç ão da est rut ura da ANAC . não só para o aperfeiç oam ent o da gerênc ia de c ont rat os de c onc essão de aeroport os.4.jpg) Certo Errado 12148 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . m as t am bém para o inc rem ent o das aç ões de fisc aliz aç ão.5) . julgue os it ens a seguir. d) os programas de tomada de consciência racial foram desenvolvidos nas escolas cujo público-alvo eram alunos brancos.jpg) Certo Errado 4521 P O R TU G U ÊS | C ES P E | EBC | 2011 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .jpg) a) a existência do racismo e de outros comportamentos discriminatórios está relacionada à adoção de políticas de ação afirmativa. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12148_4w7yp9wj. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Segundo o t ext o apresent ado. Infere. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.5) por é enfat iz ado.

No segundo parágrafo.) da m ídia” ( l. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os próxim os it ens. 37 da Constituição da República. relat ivos às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.se do período “M as a opç ão ( .10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO C om base nas est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. prevê a reserva de vagas para deficientes físicos e para negros. t odas as dem ais vírgulas t êm a m esm a just ific at iva de uso.17.jpeg) Certo Errado 12176 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . . defende uma ideia e faz um breve relato histórico acerca do sistema de cotas no Brasil. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Assinale a opç ão c orret a de ac ordo c om o t ext o.19) que nem t odos “os t em as polêm ic os” rec ebem a at enç ão dos m eios de c om unic aç ão. O em prego da prim eira pessoa do plural.A form a verbal “m ost rou” ( L. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5102_39aerlzy. julgue os it ens que se seguem . c) O texto não pode ser classificado como dissertativo. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12121_u8lwwo9v. revela subjet ividade. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12176_kwltkzac. argumentativo e narrativo. pois não apresenta ponto de vista acerca do princípio da igualdade e do sistema de cotas.jpeg) Certo Errado 5102 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . no t ext o. d) O inciso VIII do art. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5184_9r8z4516.5) .jpg) a) Infere-se do texto que a Constituição da República não segue o princípio da igualdade preconizado por Rui Barbosa.4. em diferentes proporções.R O | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .. características de texto descritivo. que expressam sem pre o pont o de vist a do aut or.jpg) Certo Errado 12121 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . para reduzir as desigualdades sociais. c arac t eríst ic a própria dos t ext os argum ent at ivos. exc et uada a últ im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/1 Texto_6pctx2vg. segundo se afirma no texto. as ações governamentais devem repercutir nas camadas menos privilegiadas da população..P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . e) O texto defende que. pois apresenta informações. b) O texto apresenta.jpeg) Certo Errado 22008 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2013 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Infere.5) est á no singular porque c onc orda c om a expressão “Inst it ut o P aulo M ont enegro” ( L.

10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. c larez a e c onc isão. julgue o it em que se segue. pela exigênc ia do uso das regras do padrão c ult o da língua port uguesa. julgue os it ens a seguir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4498_4afxtvq4.2) est á ent re vírgulas porque se t rat a de adjunt o adverbial int erc alado na oraç ão princ ipal. senhor gerent e: um c am inhão c arregado de óleo diesel c apot ou na rodovia. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5101_dk1igcrm. Certo Errado 5100 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . A redaç ão de c orrespondênc ia ofic ial c arac t eriz a. Em “se est abelec esse” ( L. ou seja. Exposiç ão de m ot ivos: Houve um inc ident e c om igo hoje pela m anhã que provoc ou m eu at raso. desloc ado em relaç ão à ordem diret a. Certo Errado 4498 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . de padroniz aç ão. O t rec ho “após aut oriz aç ão da president a” ( L. ent re out ros aspec t os.12.10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL O em prego de linguagem sim ples e voc abulário ac essível denot a c oloquialidade. Certo Errado .13) .população. provoc ando um engarrafam ent o de vários quilôm et ros e diversos ac ident es na pist a. julgue os it ens a seguir. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO C om base no t ext o ac im a.jpeg) Certo Errado 30034 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P O L ÍC IA C IVIL | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL A respeit o das norm as de c orrespondênc ia ofic ial.jpeg) Certo Errado 30036 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MIN IS TÉR IO D O ES P O R TE | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Julgue o fragm ent o de redaç ão ofic ial indic ada em c ada it em que se segue quant o à propriedade no em prego dos voc ábulos sublinhados.se. 30010 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . o pronom e “se” indic a que o sujeit o da oraç ão é indet erm inado. raz ão por que deve ser evit ado em c orrespondênc ias ofic iais.

t em gerado alguns equívoc os.se da leit ura do t ext o e do t ít ulo a ele c onferido que o c onc eit o do voc ábulo inovaç ão. No t rec ho “o c idadão t erá um a visão c om plet a da sit uaç ão de pavim ent aç ão.3. c ujo uso t em .se das inform aç ões do t ext o que houve. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12163_d7ij61uk. julgue os it ens a seguir. na linha 15.6) . da exist ênc ia de obras no loc al e da qualidade” ( L. julgue o it em a seguir. em t odas as faixas de renda. julgue os it ens a seguir.5126 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IBAMA | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Não ac arret aria prejuíz o para a c orreç ão gram at ic al do t ext o a inserç ão de vírgula im ediat am ent e após a form a verbal “gera”. a respeit o do t ext o ac im a. . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om base no t ext o ac im a. um a t endênc ia de expansão do núm ero de pessoas que preferem t er apenas t elefone c elular. Depreende. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão à t ipologia. da quant idade de t ráfego.jpeg) Certo Errado 12163 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN ATEL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .se t ransform ado em m odism o. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5126_bbla45yp. Infere. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12144_swgncvk4. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om base nas inform aç ões e nas est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. a funç ão de realç ar o advérbio “apenas”. Depreende.se das inform aç ões do t ext o que a vida de Luiz Albert o foi t ransform ada em um film e de suc esso. o em prego de preposiç ão e de art igo definido em “dos” e “da” c onst it ui rec urso de paralelism o sint át ic o exigido pela regênc ia de “visão” e pela c onc ordânc ia c om os c om plem ent os. t endo o sinal de pont uaç ão.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .jpg) Certo Errado 5173 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL Julgue os it ens c onsec ut ivos. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. nesse c aso.jpg) Certo Errado 12144 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . dos t rec hos c om c urvas perigosas. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _tghtpu8i.jpg) Certo Errado 26423 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .

garant em que t odos c onseguem . O desem penho c hoc ant e. julgue os it ens subsequent es.br> ( c om adapt aç ões) .abril.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . das quais 316 para vereador. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão. A passagem “por que jovens de países c om o F inlândia. est ão c orret os e adequados à língua esc rit a form al.R J | 2012 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Julgue se os t rec hos abaixo.Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5173_8r3ajq4w. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros.prefeit o e dez para prefeit o.se a c orreç ão gram at ic al e as inform aç ões originais do período ao se subst it uir “t ornaram realidade” ( L. Viem os inform ar que o M inist ério P úblic o Eleit oral. 23 para vic e. por isso. aprender. m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009. Int ernet : <ht t p://revist aesc ola. no ent ant o.9.º. já que os nort e. Na opinião do responsável pelo P ISA. sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12179_4ei1ph3l. Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA. ent re 56 naç ões.jpeg) Certo Errado 5186 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . julgue os it ens subsequent es. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao . at é a sem ana passada. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4551_eeluxigu.am eric anos não fiz eram o t est e. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a. o alem ão Andreas Sc hleic her. Certo Errado 12174 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem .jpeg) Certo Errado 12179 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e das est rut uras do t ext o ac im a. pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque.jpg) Certo Errado 4551 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S C om relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. M ant êm . m ais um a vez . Depreende.suc edidas m iram alt o. adapt ados de O G lobo de 17/7/2012. ent re 57 part ic ipant es.c om . fom os o 48.10) por perm it iram que se t ornasse realidade.se do t ext o que a habilidade nec essária para c om preender desde a m ais c om plexa explanaç ão filosófic a at é a m ais sim ples piada é a m esm a.º em C iênc ias. de fat o.º lugar em M at em át ic a e 52. haviam pedido a im pugnaç ão de 349 c andidat uras — não apenas c om base na F ic ha Lim pa —. julgue o it em que se segue. Em leit ura.

Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5051_1nb1vno7. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Ac erc a das ideias. julgue os it ens seguint es.16) . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5048_002ostkm. o laz er. a fest a. o em prego do sinal indic at ivo de c rase deve. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12170_4413x7r0. As palavras “m ídias”. Em “vinc ulada à Diret oria C olegiada” ( L. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5148_pgm05aof. julgue os próxim os it ens. “núm ero” e “possível” são ac ent uadas de ac ordo c om a m esm a regra gram at ic al. Certo Errado 5148 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . julgue os it ens que se seguem .15.jpg) Certo Errado 12170 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .se porque a regênc ia do t erm o “ac esso” exige c om plem ent o ant ec edido pela preposiç ão a e a palavra “Int ernet ” est á ant ec edida por art igo definido fem inino. o ser hum ano est á t ão absort o na exec uç ão de suas at ividades diárias que não lhe sobra t em po para o óc io. dos sent idos e de aspec t os gram at ic ais do t ext o.A passagem “por que jovens de países c om o F inlândia.R R | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A C om relaç ão aos sent idos e às est rut uras linguíst ic as do t ext o.9) . De ac ordo c om o aut or do t ext o.jpg) Certo Errado 5048 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : C R AS E C onsiderando as ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.14. O ac ent o grave.jpeg) Certo Errado 5051 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN ATEL | 2012 AS S U N TO S : C R AS E Em relaç ão ao t ext o ac im a.se à regênc ia do t erm o “vinc ulada”. julgue os it ens a seguir. just ific a.jpg) Certo . que exige c om plem ent o regido pela preposiç ão a. e pela presenç a de art igo definido fem inino ant es da expressão “Diret oria C olegiada”. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros” ( R.16) é int errogat iva indiret a. que é sinal indic at ivo de c rase em “ac esso à Int ernet ” ( L.

julgue os it ens que se seguem . c om o em prego e c oloc aç ão de voc ábulos. nem sequer ferim ent os superfic iais. Infere.AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . em bora o exam e de c orpo de delit o a que se subm et era o suspeit o não apont ou a exist ênc ia de qualquer t ipo de t raum a.jpg) Certo Errado 26426 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C L AS S ES D E P AL AVR AS ( MO R F O L O G IA) /F L EX ÃO N O MIN AL E VER BAL | P O N TU AÇ ÃO Em relaç ão à t ipologia. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12130_sm22lne2. julgue o it em a seguir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12178_6xk2z98p. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e de aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. .P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . a frase ‘quem ri por últ im o ri m elhor’ ( L. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.AL | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Em c ada um dos it ens seguint es são apresent ados t rec hos adapt ados de report agens jornalíst ic as. julgue os it ens subsequent es. julgue os it ens que se seguem . c onc ordânc ia e regênc ia nom inal e verbal. Segundo o t ext o.21) c onsist e em um a oraç ão.se da leit ura do t ext o que seu aut or não ac redit a que a m era exist ênc ia de legislaç ão espec ífic a para c rim es elet rônic os reduz a a inc idênc ia de delit os c ibernét ic os.16) t em o m esm o sent ido quando aplic ada t ant o a explanaç ões filosófic as quant o a anedot as. U m dos suspeit os de espanc ar um est udant e do ensino m édio em Brasília – DF se c ont radisse ao prest ar depoim ent o à políc ia. O suspeit o c ont ou aos invest igadores. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5083_mvyswj04. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e das est rut uras do t ext o ac im a.os em relaç ão à grafia e ac ent uaç ão gráfic a das palavras e a aspec t os m orfossint át ic os e t ext uais. que espanc ou o est udant e depois de t er sido at ac ado c om um a garrafada na c abeç a. pont uaç ão e c oerênc ia.jpg) Certo Errado 12178 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E .jpg) Certo Errado 12130 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Julgue. O c om plem ent o da form a verbal “c onsidera” ( L.Errado 5168 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . Certo Errado 5083 P O R TU G U ÊS | C ES P E | IF B | 2011 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL C om relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.

5171 .11) .11-12). Certo Errado 12183 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . não result ou em “est abilidade e previsibilidade” ( L.13).jpg) Certo Errado 4463 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Em relaç ão aos sent idos e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. vist o que.MS | 2013 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S O sujeit o da oraç ão c ujo núc leo do predic ado é a form a verbal “form am ” ( L. c) indeterminado. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _5pih13n0. ao c ont rário do que a c onc epç ão ilum inist a fez supor. d) a expressão “um conjunto de instituições” (l. Seriam m ant idos a c orreç ão gram at ic al do período e o seu sent ido original se a c onjunç ão “pois” ( L. O desenvolvim ent o proporc ionado pela c iênc ia e pela t ec nologia. em órgãos do P oder Exec ut ivo.18) t em nat urez a sint át ic a rest rit iva.jpeg) Certo Errado 4581 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . b) oculto.13) é Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4581_0kyj5f1h. e) a expressão “os direitos políticos” (l.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .O t rec ho “que valem c ada m inut o da at enç ão dos leit ores” ( R.17. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12183_zlxi25o6. um a vez que. a part ir do m om ent o em que o dest inat ário c onfirm a o rec ebim ent o da m ensagem . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4463_gerkyx17.jpg) Certo Errado 30016 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN .D F | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL A t roc a de m ensagens por c orreio elet rônic o adquire valor doc um ent al. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Julgue os próxim os it ens. relat ivos às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.jpeg) a) o pronome “que” imediatamente antecedente. c onquant o.7) fosse subst it uída por qualquer um a das seguint es: porque. julgue os it ens que se seguem .

c) porque policiais e peritos conseguiram se reunir nas primeiras 48 horas após os crimes. quando perderam o c ont role da em barc aç ão. do qual as part es ( 1) e ( 2) foram oc ult adas. após t roc arem t iros c om m em bros de um a guarniç ão da P olíc ia M ilit ar. os ac usados. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. O t ext o c ont inuará c orret o se a vírgula c oloc ada logo após “Depart am ent o” for ret irada.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . t odos m enores. . o c hefe de depart am ent o t enha rec ebido o doc um ent o a seguir. o núm ero de m ort es em M ac eió dim inuiu Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12139_mnev4b00. Os jovens.2) . c onc ordânc ia e regênc ia nom inal e verbal. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o.AL | 2012 AS S U N TO S : O R TO G R AF IA. no iníc io de julho dest e ano. no mesmo período. em um a repart iç ão públic a. A palavra “prot agonist a” ( R.os em relaç ão à grafia e ac ent uaç ão gráfic a das palavras e a aspec t os m orfossint át ic os e t ext uais. Julgue. julgue o it em a seguir. já t inham sido ac usados de int im idaç ão. c uja ident idade não foi revelada. que virou. C onst a do inquérit o polic ial que. S EMÂN TIC A E VO C ABU L ÁR IO Em c ada um dos it ens seguint es são apresent ados t rec hos adapt ados de report agens jornalíst ic as. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _vc9jber8. Julgue o it em a seguir.jpg) Certo Errado 12139 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . d) na mesma proporção que em São Paulo. porque há assassinatos que ainda não foram esclarecidos.P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .4) ret om a o ant ec edent e “Luiz Albert o M endes Júnior” ( R. b) menos do que o esperado. pont uaç ão e c oerênc ia. Certo Errado 26422 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão à t ipologia. c om o em prego e c oloc aç ão de voc ábulos. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial. fugiram em um a lanc ha e passaram a ser perseguidos por um helic ópt ero da políc ia. Certo Errado 30067 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2006 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere que.jpg) a) devido à nomeação de policiais com alto índice de inteligência.

jpg) Certo . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26430 _mly2b1jl. e) graças a um modelo de investigação que emprega o serviço de inteligência policial.5) por dec orre em . o c hefe de depart am ent o t enha rec ebido o doc um ent o a seguir.jpg) Certo Errado 30069 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2006 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere que.d) na mesma proporção que em São Paulo. O espaç o ( 2) deve ser preenc hido c om c argo e assinat ura do expedidor do doc um ent o. e pelo fat o de as palavras “inovaç ão” e “efic iênc ia” est arem ant ec edidas por art igo definido fem inino. 26429 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : R EG ÊN C IA N O MIN AL E VER BAL M ant êm . entre outros recursos. à efic iênc ia” deve. que exige c om plem ent o regido pela preposiç ão “a”. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial. o em prego do sinal indic at ivo de c rase em “à inovaç ão. Julgue o it em a seguir.se à regênc ia da palavra “inc ent ivo”. no mesmo período. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5046_46crf0wt. em um a repart iç ão públic a.se a c orreç ão gram at ic al e as inform aç ões originais do período ao se subst it uir “dec orre de” ( R. do qual as part es ( 1) e ( 2) foram oc ult adas. Na linha 3. julgue os it ens que se seguem . Certo Errado 5046 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : C R AS E Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.

jpeg) Certo Errado 12158 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009. Certo Errado 4470 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4482_qrbtuwqj. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros.c om . t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão.º em C iênc ias.abril.º lugar em M at em át ic a e 52.se a c orreç ão gram at ic al e as inform aç ões originais do período ao se subst it uir o c onec t ivo “pois” ( L. m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia.se a c orreç ão gram at ic al e o sent ido do t ext o ao se subst it uir a c onjunç ão “já que” ( L. aprender.º. de fat o. No t rec ho “a c om bat iam ” ( L.Errado 4501 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TC U | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53. m ais um a vez . o pronom e “a” ret om a a ideia ant ec edent e de nec essidade de c riaç ão de um t ribunal de c ont as. o alem ão Andreas Sc hleic her. garant em que t odos c onseguem .5) . O desem penho c hoc ant e. porquant o.jpeg) Certo Errado . est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. Int ernet :ht t p://revist aesc ola. por isso. fom os o 48. ent re 57 part ic ipant es. no ent ant o.jpeg) Certo Errado 4482 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BR B | 2011 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S C om relaç ão às est rut uras linguíst ic as e aos sent idos do t ext o ac im a.br( c om adapt aç ões) . pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque.se ent ender envidarm os esforç os para alc anç arm os as prim eiras c oloc aç ões na c om pet iç ão. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO C om relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o. Em leit ura.6) por um a das seguint es: pois. ent re 56 naç ões. vist o que ou porquê.julgue os it ens seguint es. já que os nort e.am eric anos não fiz eram o t est e. M ant êm . Na opinião do responsável pelo P ISA. um a vez que.suc edidas m iram alt o. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA. porquant o. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a.1) por já que.R R | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S M ant êm . um a vez que. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem . vist o que. julgue os it ens subsequent es. julgue o it em abaixo: P or “deixarm os a rabeira do ranque” deve. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4470_zduep8o2. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4501_ce18to12.

Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4586_9bx6wne2. As expressões “o vic e.jpg) Certo Errado 4586 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO C onsiderando as ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. Julgue o it em a seguir. a oraç ão “que se est ende a t odas as c oisas” é em pregada em referênc ia a “o m undo”.jpg) Certo Errado . O segm ent o “em set em bro últ im o” ( L. Certo Errado 12168 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . do qual as part es ( 1) e ( 2) foram oc ult adas. em um a repart iç ão públic a. O espaç o m arc ado c om ( 1) deve ser oc upado c om o voc ábulo At est ado. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial.jpeg) Certo Errado 4601 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. o c hefe de depart am ent o t enha rec ebido o doc um ent o a seguir. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Na linha 4.2) est á em pregado ent re vírgulas por c onst it uir expressão adverbial int erc alada ent re t erm os da oraç ão de que faz part e. julgue os it ens a seguir.10) t êm o m esm o referent e. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4601_qcpn5y0f. julgue os it ens a seguir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12168_wsaw3qjp.4) e “O exec ut ivo” ( L.president e exec ut ivo da F EBRABAN” ( L.30068 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2006 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere que.

AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . De ac ordo c om o t ext o. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o do t ext o ac im a.Errado 12149 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . o t ext o em quest ão deve ser subst it uído pela m odalidade ofíc io.jpg) Certo Errado 30073 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF . Certo Errado . julgue os it ens a seguir. julgue os it ens a seguir. P or ser expedido por um c hefe de núc leo a um diret or — c argos sit uados em níveis hierarquic am ent e diferent es —. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12149_0r8is7ms. a int ensa at ividade do hipoc am po relac ionada à prát ic a de exerc íc ios espec ífic os para o c érebro im pede a m ort e dos neurônios. m esm o se t rat ando de c om unic aç ão int erna. C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial.

AL | 2004 AS S U N TO S : VO ZES D O VER BO 1 P ara a direit a a noç ão de c idadania proc uraexpurgar a noç ão de igualdade inerent e a est e t erm o. Ac erc a do t ext o ac im a. P reservam . julgue os it ens que se seguem . Assim . da C ost a.AC | 2008 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL A respeit o das norm as de c orrespondênc ia ofic ial. A c idadania é vist a c om o um a out orgaç ão do Est ado ou. A. do núm ero de enc arc erados. que disc rim ina e esc am ot eia o fat o de que os direit os. a m elhoria das c ondiç ões soc iais da populaç ão c ont ribui para a dim inuiç ão da c rim inalidade e.jpg) Certo Errado 26432 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Int ernet : . Certo Errado 30045 P O R TU G U ÊS | C ES P E | S G A.se as relaç ões sem ânt ic as do t ext o ao se t ransform ar a oraç ão de voz passiva "A c idadania é vist a" ( L. julgue o it em que se segue. ao absolut iz ar o nivelam ent o jurídic o dos indivíduos. no 4 lim it e. para serem goz ados. e a palavra “eleiç ões” é ant ec edida por art igo definido fem inino.R J | 2012 AS S U N TO S : C R AS E C om base nas ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.3) na oraç ão de voz at iva: A direit a vê a c idadania. c onsequent em ent e. c idadania e at ores polít ic os de esquerda. Certo Errado . os gêneros. as et nias e os grupos t êm ac esso diferenc iado e desigual aos bens m at eriais e sim bólic os. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26432 _ms3pb59u. o rec onhec im ent o da igualdade jurídic a. Dem oc rac ia.5056 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S De ac ordo c om o t ext o. est e rac ioc ínio opera um esc am ot eam ent o das desigualdades ec onôm ic as.se porque a palavra “c andidat o” exige c om plem ent o regido pela preposiç ão “a”. julgue os it ens a seguir. polít ic as e c ult urais que 10 perm eiam um a soc iedade onde as c lasses soc iais. Ac esso em 16/7/2004 ( c om adapt aç ões) . Os pronom es de t rat am ent o exigem o uso dos verbos na t erc eira pessoa do singular e os pronom es possessivos na segunda pessoa do singular ou do plural. nec essit am de um a c ert a hom ogeneidade soc ial e 7 ec onôm ic a. soc iais. O em prego do sinal indic at ivo de c rase em “c andidat o às eleiç ões” ( l.jpg) Certo Errado 4546 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E .2.3) just ific a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5056_e3yo783x. João B.

C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. garant em que t odos c onseguem .se do penúlt im o período do t ext o que o hom em expressa o signific ado da vida por m eio da poesia. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais. est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. de fat o.º lugar em M at em át ic a e 52. O últ im o período do t ext o inform a que naç ões bem .c om . fom os o 48. no ent ant o.jpg) Certo Errado 12181 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . Int ernet : <ht t p://revist aesc ola. m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia. Depreende.suc edidas m iram alt o. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA.am eric anos não fiz eram o t est e. Na opinião do responsável pelo P ISA. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009.jpg) Certo Errado 12186 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .12182 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MP E . julgue o it em que se segue. já que os nort e. aprender. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12131_8cs8hkxq. O desem penho c hoc ant e. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem . Certo Errado 12131 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TJ .suc edidas t raç am objet ivos elevados e est abelec em am bic iosas m et as de qualidade do ensino. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12182_2z3fimz8. Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53.jpg) Certo Errado . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12181_ndcqfdgt. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om referênc ia às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.abril.br> ( c om adapt aç ões) .º. m ais um a vez . por isso. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. Em leit ura.AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . O aut or argum ent a que o jogo é um a das princ ipais bases da c iviliz aç ão.se da leit ura do t ext o que o projet o aprovado pelo Senado F ederal. c ont rariando a ideia c orrent e de que a soc iedade é em basada na linguagem . julgue os it ens a seguir. em 31/10/2012. julgue os it ens a seguir. ent re 56 naç ões. Infere.P I | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . julgue os it ens que se seguem . pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A respeit o das ideias e de aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.º em C iênc ias. não c onst it ui a únic a inic iat iva legislat iva para o c om bat e dos c rim es elet rônic os no Brasil. A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a. ent re 57 part ic ipant es. o alem ão Andreas Sc hleic her. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om referênc ia às ideias do t ext o ac im a e às est rut uras nele em pregadas.

é nec essário est ar alheio aos dram as e às t ragédias. os princ ipais problem as da educ aç ão.17) poderia ser c orret am ent e subst it uída por t ivessem obt ido.20) é fac ult at ivo.5042 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . sem prejuíz o do sent ido original. Julgue. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12151_dkbxqq8u. e a falt a de qualific aç ão dos doc ent es ( 11%) . . Certo Errado 4556 P O R TU G U ÊS | C ES P E | BAN C O D A AMAZÔ N IA | 2012 AS S U N TO S : TEMP O S E MO D O S VER BAIS /VER BO S A form a verbal “obt ivessem ” ( L. C orreio Braz iliense. a seguint e reesc rit ura: A lenda de que a evasão esc olar m ot iva a nec essidade de t rabalho e renda foi derrubada pela F G V. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4556_lzicgf2k. p. P ouc o m ais de um quart o ( 27. Deduz . Já o IBOP E ouviu 2.022 pessoas c om m ais de 16 anos de idade em t odo o país para saber quais são.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .se do t ext o que. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5042_k7v463hb.2) . o núm ero insufic ient e de unidades de ensino ( 15%) e de professores ( 12%) . Não se pode diz er que aqui houve surpresas: a desm ot ivaç ão dos professores em raz ão dos baixos salários ( 19%) . para “rec uperar a levez a” ( L. 20/4/2009. enquant o 40% sim plesm ent e adm it em não se sent irem at raídos pelos est udos. na opinião deles.jpg) Certo Errado 12151 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . c om o em prego e c oloc aç ão de voc ábulos. relat ivos às ideias do t ext o ac im a. O segundo período adm it e. julgue os it ens seguint es. a falt a de seguranç a e a penet raç ão de drogas nas esc olas ( 17%) . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A F G V e o IBOP E ac abam de jogar m ais luz sobre as m az elas do ensino no Brasil.jpeg) Certo Errado 5170 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .AL | 2012 AS S U N TO S : C R AS E O em prego do sinal indic at ivo de c rase em ‘à’ ( L. raz ão por que sua ret irada não ac arret aria prejuíz o para a c orreç ão gram at ic al do t ext o. 12 ( c om adapt aç ões) .jpg) Certo Errado 12122 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MEC | 2009 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . Julgue os it em subsequent e.AL | 2012 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Em c ada um dos it ens seguint es são apresent ados t rec hos adapt ados de report agens jornalíst ic as. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a.1%) dos jovens de 15 a 17 anos de idade afirm a ser essa a raz ão de abandonarem as salas de aula. A F G V pôs por t erra o m it o de que a evasão esc olar é m ot ivada pela dem anda por t rabalho e renda.os em relaç ão à grafia e ac ent uaç ão gráfic a das palavras e a aspec t os m orfossint át ic os e t ext uais. c onc ordânc ia e regênc ia nom inal e verbal. pont uaç ão e c oerênc ia.

3.se porque ‘desfaz im ent o’ é expressão não dic ionariz ada que c onst it ui neologism o. as inc ert ez as em relaç ão ao fut uro da ec onom ia global t êm servido de m ot ivo para o adiam ent o dos proc essos inovadores. . C orreio Braz iliense. Certo Errado 4503 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : P R O N O MES : EMP R EG O . a se m ant er de joelhos no m eio da rua. P ouc o m ais de um quart o ( 27. que abalou a c idade no últ im o fim de sem ana. enquant o 40% sim plesm ent e adm it em não se sent irem at raídos pelos est udos. por volt a das 3 horas de sábado. De ac ordo c om o t ext o.jpg) Certo Errado 12115 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MEC | 2009 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S A F G V e o IBOP E ac abam de jogar m ais luz sobre as m az elas do ensino no Brasil. relat ivos às ideias do t ext o ac im a. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om base no t ext o ac im a. na opinião deles. Não se pode diz er que aqui houve surpresas: a desm ot ivaç ão dos professores em raz ão dos baixos salários ( 19%) . p.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .Segundo o depoim ent o de um a t est em unha do c rim e. 20/4/2009.10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. no ent ant o um dos m enores enc ost ou um a pist ola na c abeç a do rapaz e at irou. o que c ont raria a vont ade dos em presários.022 pessoas c om m ais de 16 anos de idade em t odo o país para saber quais são. que o obrigaram . julgue os it ens a seguir. julgue os it ens a seguir.jpeg) Certo Errado 12145 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . A F G V pôs por t erra o m it o de que a evasão esc olar é m ot ivada pela dem anda por t rabalho e renda. e a falt a de qualific aç ão dos doc ent es ( 11%) . Julgue os it em subsequent e. os princ ipais problem as da educ aç ão. sobre am eaç a de arm a de fogo. a falt a de seguranç a e a penet raç ão de drogas nas esc olas ( 17%) . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4503_holw80q9. O t ext o enum era problem as do ensino no Brasil revelados em pesquisas realiz adas rec ent em ent e. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5101_qzveyyhd. um rapaz saia do Bar da Esquina quando foi abordado por t rês adolesc ent es.1%) dos jovens de 15 a 17 anos de idade afirm a ser essa a raz ão de abandonarem as salas de aula. Já o IBOP E ouviu 2. F O R MAS D E TR ATAMEN TO E C O L O C AÇ ÃO No que se refere aos aspec t os gram at ic ais e às ideias do t ext o ac im a. o núm ero insufic ient e de unidades de ensino ( 15%) e de professores ( 12%) . O em prego de aspas em ‘passíveis de desfaz im ent o’ ( L. olhando para o c hão.5) fosse subst it uída pelo pronom e que.4) just ific a. 12 ( c om adapt aç ões) . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12145_ev5fcswc. julgue o it em a seguir: A c orreç ão gram at ic al do t ext o seria preservada c aso a form a “à qual” ( L.jpeg) Certo Errado 5101 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T .

fom os o 48. est abelec er c onfront os ent re c om port am ent os de seres vivos é um proc edim ent o usual em C iênc ias Nat urais. julgue o it em abaixo. Int ernet : <ht t p://revist aesc ola. As princ ipais desc obert as indic am que as naç ões bem .se das inform aç ões do t ext o que os países da Europa dispensam os fabric ant es de veíc ulos do c um prim ent o de m et as de ec onom ia de c om bust ível. C anadá e C oréia do Sul dem onst ram desem penho t ão superior ao dos brasileiros. m as inc om um quando se t rat a de Educ aç ão. garant em que t odos c onseguem . já que os nort e. Certo Errado 30017 . m as pouc o c om um no c am po da Educ aç ão — é um a m aneira efic az de ent ender por que jovens de países c om o F inlândia.jpg) Certo Errado 30013 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . Nossos result ados na prova de 2007 foram desanim adores: o Brasil fic ou em 53.am eric anos não fiz eram o t est e. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26430 _qqxbyb7i.º de fevereiro de 2012”. est udant es brasileiros de 15 anos de idade part ic iparão. do exam e global de m aior reperc ussão sobre a qualidade do ensino: o P ISA. sigla em inglês para P rogram a Int ernac ional de Avaliaç ão de Alunos. a form a c orret a de indic ar a dat a seria “Em 1.º em C iênc ias. t raç ar c om paraç ões ent re result ados — algo c orriqueiro nas C iênc ias Nat urais.c om . est abelec endo m et as de qualidade am bic iosas e. Depreende. Na opinião do responsável pelo P ISA. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em 2009. ent re 56 naç ões. Em leit ura.º. Segundo o responsável pelo P ISA. por isso. aprender. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão às ideias e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. pode apont ar est rat égias para deixarm os a rabeira do ranque.º lugar em M at em át ic a e 52. o alem ão Andreas Sc hleic her. no ent ant o.br> ( c om adapt aç ões) .Certo Errado 12157 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . A part ir das ideias expressas no t ext o ac im a. O desem penho c hoc ant e.C E | 2012 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL Em um m em orando expedido no prim eiro dia do m ês de fevereiro do c orrent e ano. m ais um a vez .abril. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12157_evmumu9v. julgue os it ens que se seguem .suc edidas m iram alt o. ent re 57 part ic ipant es.jpg) Certo Errado 12175 P O R TU G U ÊS | C ES P E | ME | 2008 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . de fat o. Certo Errado 26430 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO O pont o e vírgula é em pregado nas linhas 7 e 8 para isolar elem ent os de um a enum eraç ão em que um de seus segm ent os c ont ém t erm os isolados por vírgulas.

jpg) Certo Errado 5142 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN C IN E | 2012 AS S U N TO S : AC EN TU AÇ ÃO G R ÁF IC A Ainda c om referênc ia a aspec t os gram at ic ais do t ext o.C E | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .2).30017 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN . o trecho “As ordens do Rio de Janeiro não eram acatadas pela maioria das províncias” (L. julgue os it ens subsequent es. 26425 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . perm it e que se c onc lua que os países aí m enc ionados prest am hom enagem à m em ória de apenas um soldado desc onhec ido.jpg) a) Ao empregar a expressão “em dois hemisférios” (L. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.) em que se travou o conflito” (L. boato ou uma falsa notícia que se difunde rapidamente entre o povo. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12137_f9xn3rx5. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12171_dpe0jps9..se de t ext o inform at ivo em que há t rec hos narrat ivos. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5142_8le71ewu. Trat a.D F | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL U t iliz ado para o envio ant ec ipado de doc um ent os. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando os sent idos e est rut uras linguíst ic as do t ext o.31-32) poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: O Rio de Janeiro não acatava as ordens da maioria das províncias.6-9) contrapõe-se à ideia expressa em “caráter pacífico da ruptura com Portugal” (L. julgue o it em a seguir. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando as ideias.18). d) A expressão “mito recorrente” (L. . que c onst it ui um verbet e de enc ic lopédia. no texto. e) A ideia expressa em “A guerra da independência (. assinale a opç ão c orret a. b) A supressão da vírgula empregada logo após “comando” (L. Os voc ábulos “indivíduo”.25) manteria a correção gramatical do texto. a est rut ura e a t ipologia do t ext o ac im a. Certo Errado 12171 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . o fax pode ser arquivado t al c om o rec ebido. O em prego da palavra “soldado” no singular.AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . o autor emprega linguagem figurada para se referir à abrangência da guerra da Independência. julgue os it ens a seguir. c) Mantendo-se o sentido original do texto.1) significa. desde que subst it uído pelo doc um ent o original no praz o de 3 m eses.jpeg) Certo Errado 12137 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M .. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão à t ipologia. “diária” e “pac iênc ia” rec ebem ac ent o gráfic o c om base na m esm a regra de ac ent uaç ão gráfic a. em t odo o t rec ho ent re as linhas 10 e 15.

AL | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO .Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _k3pkch3w. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. ao art igo “a”.jpg) Certo Errado 30076 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D ETR AN | 2009 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere a hipót ese de que o doc um ent o a seguir t enha sido redigido para ser enc am inhado ao diret or de seguranç a no t rânsit o do DETRAN/DF . julgue os it ens a seguir. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5052_apc14a0b. julgue os it ens seguint es.jpg) Certo . Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12152_a0pz8roi. requerida por “dedic aç ão”. Certo Errado 12152 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C . julgue os próxim os it ens. O aut or do t ext o m enc iona t er t ido um a m ot ivaç ão ext erna para pensar sobre o m odo de enfrent ar os fat os da vida. C om base no t ext o apresent ado e no que est abelec e o M anual de Redaç ão da P residênc ia da Repúblic a ac erc a da c om unic aç ão ofic ial.jpg) Certo Errado 5052 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P M . A designaç ão do dest inat ário foi expressa de ac ordo c om o est abelec ido nas norm as de c om unic aç ão ofic ial ac erc a do m em orando. A c rase que oc orre no segm ent o “dedic aç ão à P át ria” ( L.C E | 2012 AS S U N TO S : C R AS E C om relaç ão a aspec t os gram at ic ais e sem ânt ic os do t ext o.2) c onsist e no fenôm eno gram at ic al de se fundir a preposiç ão “a”. que ac om panha o nom e “P át ria”.

jpeg) Certo Errado 26424 P O R TU G U ÊS | C ES P E | D EP EN | 2013 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . . Na linha 16. e) Há algum tempo. a Suprema Corte virou protagonista de primeira grandeza nos debates políticos nacionais. c) Interpretar uma lei é se perguntar sobre. não deveria ser visto como um problema. a) Que juízes se vejam como atores políticos. a expressão “c om ele”. b) A interpretação das leis não pode ser feita sem apelo a interpretação das demandas. julgue os it ens seguint es. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/26427 _b018w98u. do qual as part es ( 1) e ( 2) foram oc ult adas. 4584 P O R TU G U ÊS | C ES P E | P C .AL | 2012 AS S U N TO S : S IN TAX E D A O R AÇ ÃO E D O P ER ÍO D O ( C O O R D EN AD AS E S U BO R D IN AD AS ) /N EX O S C om relaç ão às ideias e aos aspec t os linguíst ic os do t ext o ac im a. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/4584_5hxgsknv. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial.Certo Errado 5165 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR E . TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S Em relaç ão à t ipologia. Julgue o it em a seguir. o c hefe de depart am ent o t enha rec ebido o doc um ent o a seguir. pode ser suprim ida do período sem prejuíz o sint át ic o ou sem ânt ic o para o t ext o. o que os legisladores procuravam realizar? d) Um dos fatos mais relevantes de 2012 foram a transformação dos juízes do Supremo Tribunal Federal em novos atores políticos. t ext o public ado em C art a C apit al. Ainda falt am m uit os anos para que Luiz Albert o alc anc e a liberdade. em pregada c om o rec urso expressivo de repet iç ão.jpg) Certo Errado 30065 P O R TU G U ÊS | C ES P E | MD S | 2006 AS S U N TO S : R ED AÇ ÃO O F IC IAL C onsidere que. julgue o it em a seguir. às inform aç ões e às est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a. de Vladim ir Safat le.MS | 2013 AS S U N TO S : P O N TU AÇ ÃO Nas opç ões a seguir são apresent ados t rec hos adapt ados de Os Novos At ores P olít ic os. Assinale a opç ão em que o t rec ho apresent ado est á gram at ic alm ent e c orret o. em um a repart iç ão públic a.

Certo Errado 12160 P O R TU G U ÊS | C ES P E | AN AC | 2012 AS S U N TO S : C O MP R EEN S ÃO . a dat a pode ser om it ida. A negaç ão da c oloc aç ão do jornalist a é equivalent e a “C ai o m inist ro da F az enda se.jpg) Certo Errado 5160 P O R TU G U ÊS | C ES P E | TR T . um jornalist a fez a seguint e c oloc aç ão: “Ou c ai o m inist ro da F az enda. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/12160_tqwqc12d. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/5160_r0q6cizn.10ª R EG IÃO ( D F E TO ) | 2013 AS S U N TO S : C O N C O R D ÂN C IA N O MIN AL E VER BAL Em relaç ão às ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.jpeg) Certo Errado RACIOCÍNIO LÓGICO 35096 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : C O N J U N TO S U m a pesquisa realiz ada c om um grupo de 35 t éc nic os do M P U a respeit o da at ividade I — planejam ent o est rat égic o inst it uc ional — e da at ividade II — realiz ar est udos. Dada a nat urez a do doc um ent o.se dos dados que a quant idade m ínim a de t éc nic os desse grupo que gost am das duas at ividades é superior a 20. TIP O L O G IA E IN TER P R ETAÇ ÃO D E TEX TO S C onsiderando as ideias e est rut uras linguíst ic as do t ext o ac im a.14) .Julgue o it em a seguir. e som ent e se.14) . c ai o dólar”. O t ext o. form a que c onc ordaria c om “aç ões” ( L. que se c arac t eriz a c om o argum ent at ivo. que c onst it ui um a disjunç ão exc lusiva. julgue o it em seguint e. Certo Errado 35091 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : BIC O N D IC IO N AL | D IS J U N Ç ÃO EX C L U S IVA | N EG AÇ ÃO | TABEL A VER D AD E Ao c om ent ar a respeit o da inst abilidade c am bial de det erm inado país. Certo Errado . Infere. a respeit o da sit uaç ão apresent ada e da c orrespondênc ia ofic ial. é ut iliz ado para a defesa da nec essidade de m oderniz aç ão da ANAC . julgue o it em seguint e. m as est aria t am bém c orret o se c oloc ado no fem inino plural — int ensific adas —. O t erm o “int ensific ado” ( L. Ac erc a desse c om ent ário. julgue os it ens a seguir. C om base nessas inform aç ões. ou c ai o dólar”. julgue os it ens a seguir.15) est á no singular porque c onc orda c om “rol” ( L. pesquisas e levant am ent o de dados — revelou que 29 gost am da at ividade I e 28 gost am da at ividade II.

pesquisas e levant am ent o de dados — revelou que 29 gost am da at ividade I e 28 gost am da at ividade II. ela nasc eu c om m ais de 52 c m de alt ura.se que.º ano de vida. em m et ros. A quant idade m áxim a de t éc nic os desse grupo que não gost a de nenhum a das duas at ividades é inferior a 7. então ele não será atendido. ent ão.jpg) Certo Errado 35095 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : C O N J U N Ç ÃO U m a pesquisa realiz ada c om um grupo de 35 t éc nic os do M P U a respeit o da at ividade I — planejam ent o est rat égic o inst it uc ional — e da at ividade II — realiz ar est udos. c) se um paciente não for atendido. c onc lui. e) se um paciente for atendido. pesquisas e levant am ent o de dados — revelou que 29 gost am da at ividade I e 28 gost am da at ividade II. é c orret o afirm ar que. então ele terá chegado atrasado. bem c om o o peso da c rianç a B. o peso e a est at ura da c rianç a A. 35092 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 . julgue os it ens a seguir.6 kg/m 2.35094 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : C O N J U N TO S U m a pesquisa realiz ada c om um grupo de 35 t éc nic os do M P U a respeit o da at ividade I — planejam ent o est rat égic o inst it uc ional — e da at ividade II — realiz ar est udos. em quilogram as.AP | 2012 AS S U N TO S : L Ó G IC A D E AR G U MEN TAÇ ÃO O responsável por um am bulat ório m édic o afirm ou: “Todo pac ient e é at endido c om c ert ez a. Se 4 t éc nic os desse grupo não gost am de nenhum a das at ividades c it adas. que apresent am . C om base nessas inform aç ões.o ano de vida. desde o nasc im ent o ( 0 ano) at é o 3. então ele não terá chegado atrasado. Certo Errado 3618 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | P R F | 2012 AS S U N TO S : R AZÃO E P R O P O R Ç ÃO C onsiderando as t abelas ac im a. a) nenhum paciente terá chegado atrasado se todos tiverem sido atendidos. desde o nasc im ent o ( 0 ano) at é o 2. a m enos que t enha c hegado at rasado. nec essariam ent e. julgue o it em seguint e. ent ão m ais de 25 t éc nic os gost am das duas at ividades. julgue o it em seguint e. e o quadrado da alt ura. d) se um paciente chegar atrasado. Certo Errado 3459 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | TC E . b) nenhum paciente será atendido se todos tiverem chegado atrasados.” De ac ordo c om essa afirm aç ão. Abrir o Arquivo Anexo ao Enunciado (manager/anexos/3616_1swg1648. respec t ivam ent e. se o índic e de m assa c orporal da c rianç a B ao nasc er era de 15. Sabendo. C om base nessas inform aç ões.se que o índic e de m assa c orporal de um indivíduo c orresponde ao quoc ient e ent re o peso.

R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : D IS J U N Ç ÃO EX C L U S IVA | EQ U IVAL ÊN C IA Ao c om ent ar a respeit o da inst abilidade c am bial de det erm inado país. julgue o it em seguint e. Ac erc a desse c om ent ário. A proposiç ão do jornalist a é equivalent e a “Se não c ai o m inist ro da F az enda. a proposiç ão do jornalist a será verdadeira. Ac erc a desse c om ent ário. Certo Errado Gabarito Nro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Questao 34718 9225 34791 34818 9217 34688 34690 9292 34767 9373 34691 9376 34689 9302 9296 9303 9291 34685 34769 Resposta Errado Certo Certo Errado Certo Errado Certo Certo Certo Errado Certo Errado Certo Errado Errado Errado Certo Errado Certo . ou c ai o dólar”. que c onst it ui um a disjunç ão exc lusiva. um jornalist a fez a seguint e c oloc aç ão: “Ou c ai o m inist ro da F az enda. um jornalist a fez a seguint e c oloc aç ão: “Ou c ai o m inist ro da F az enda. ou c ai o dólar”. que c onst it ui um a disjunç ão exc lusiva. julgue o it em seguint e. ent ão c ai o dólar”. C aso o m inist ro da F az enda perm aneç a no c argo e a c ot aç ão do dólar m ant enha sua t rajet ória de alt a. Certo Errado 35093 R AC IO C ÍN IO L Ó G IC O | C ES P E | MP U | 2013 AS S U N TO S : D IS J U N Ç ÃO EX C L U S IVA | TABEL A VER D AD E Ao c om ent ar a respeit o da inst abilidade c am bial de det erm inado país.

20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 9375 34687 34704 34707 34828 34793 34677 34708 34726 34728 9290 34715 9384 34686 9294 34810 34762 9295 34782 9386 9383 34692 34825 34819 34777 34772 34823 9301 34764 34719 9385 34681 34768 9370 9367 34811 34792 Certo Certo Certo Certo Errado Errado Errado Errado Certo Certo Errado Errado A Certo Certo Certo Certo Errado Errado D B Errado Certo Certo Certo Certo Certo Certo Errado Certo B Certo Errado Certo Errado Certo Errado .

57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 9300 34830 34821 9221 34684 9381 34776 34706 34770 34680 9288 34720 34822 9382 34714 34712 34775 34722 34829 34824 34682 9368 34721 34801 34797 34802 9222 9377 34676 34725 34766 34729 34730 9220 9299 9297 9287 34717 Certo Errado Errado Errado Certo E Errado Errado Errado Errado Certo Errado Errado E Errado Certo Certo Certo Certo Errado Errado Errado Errado Certo Certo Certo Errado Errado Certo Certo Certo Errado Certo Errado Certo Errado Errado Certo .

95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 9298 9374 34814 9223 34785 9289 34711 34796 34820 34812 34678 9371 34713 34790 34679 Certo Errado Errado Errado Certo Errado Certo Errado Certo Certo Errado Certo Certo Certo Errado 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 9369 34683 34694 34813 34827 9293 34763 34798 9372 26728 27501 27503 27505 27502 27500 27504 26709 26707 26708 18963 18980 18978 Errado Certo Certo Certo Certo Certo Errado Errado Errado A E A D C B B C E B E Errado Certo .

132 133 134 135 136 137 138 18985 18942 18939 19010 18977 18975 18995 Certo Errado Certo Errado Errado Errado Certo 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 19004 18981 18990 18938 18941 19005 18993 18982 18916 19015 18936 18935 18991 18918 18970 18925 18934 18997 18987 18973 19007 18976 19006 18989 18988 18945 18964 18986 18994 Certo Errado Errado Errado Certo Errado Errado Certo D Certo Errado Certo Certo A Errado B Certo Errado Errado Errado Errado Errado Certo Certo Certo Errado E Errado Errado .

168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 18971 18937 18984 18940 18974 18947 19008 18992 19014 18983 18979 18946 18969 19009 18917 18972 19011 18926 19016 4518 4508 5055 4590 12126 12187 4510 4567 12167 12169 30038 4530 12147 5219 4500 12114 30009 12120 Certo Errado Errado Certo Certo Errado Certo Errado Certo Certo Errado Errado Errado Certo D Certo Errado C Certo Certo Certo Certo Certo Errado Certo Certo E Certo Certo Errado Errado Errado E Certo Certo Errado Errado .

205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 5043 5084 5141 4511 4568 5177 12127 12161 12166 5138 30044 4550 12135 4547 5156 12184 12155 30072 12154 5050 5125 5139 12180 5069 5063 12138 12124 5172 12153 5218 5190 12142 12141 30027 5155 12133 30039 Errado Errado Errado Errado C Certo Errado Errado Certo Certo Certo Certo E Certo Certo Certo Certo Errado Errado Certo Errado Errado Errado Certo Errado Errado Certo Certo Certo E Errado E Errado Errado B Errado Certo .

242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 12129 5060 5075 30071 5210 5076 12156 12159 12118 26427 12117 12189 12177 12140 12125 26431 4548 4504 4557 4554 5175 30066 12191 5089 5073 5058 4555 4541 30037 5121 5147 12172 12116 12136 5169 5204 5097 5192 Certo Certo Errado Certo Errado Certo Errado Errado Certo Errado B Certo Errado Errado Errado Certo Errado Certo Errado Errado Errado Certo C E Errado Errado Certo E Errado Errado Errado Certo Certo E Errado Errado Certo Errado .

280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 5144 4602 5039 4583 12185 30035 4512 30022 12113 5217 12143 12188 12150 12164 5078 5093 4588 12173 30070 30075 5180 12190 12128 Certo Errado Certo Certo A Errado Errado A Certo A E Errado Errado Errado Errado Errado Certo Errado Certo Certo Certo Errado Errado 303 304 305 12165 5140 30025 Certo Errado E 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 5158 12146 4585 12134 12123 4597 30006 12119 12162 12148 Errado Certo Certo B C Certo Errado A Certo Certo .

316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 4521 5184 22008 5102 12176 12121 30010 5100 30034 4498 30036 5126 12163 26423 Certo Errado Certo Certo Errado E Errado Certo Certo Errado Certo Errado Certo Errado 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 12144 5173 12179 4551 5186 12174 5148 5051 12170 5048 5168 5083 12178 12130 26426 30016 12183 4463 4581 5171 30067 26422 12139 Certo Certo Certo Certo Errado Certo Errado Certo Errado Certo Errado Certo Errado Certo Certo Errado Certo Errado A Certo Certo Certo E .

353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 26429 30069 5046 4501 12158 4470 4482 30068 12168 4586 4601 12149 30073 5056 26432 4546 30045 12182 12181 12186 12131 5042 12151 12122 4556 5170 4503 5101 12145 12115 12157 30013 Errado Errado Certo Certo Errado Certo Certo Errado Errado Certo Certo Errado Errado Certo Certo Certo Errado Errado Errado Certo Certo Errado Errado Errado Certo Errado Errado Errado Errado Certo Errado Certo 385 386 387 388 389 26430 12175 30017 12171 5142 Certo Certo Errado Errado Certo .

390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 12137 26425 30076 12152 5052 5165 4584 26424 30065 12160 5160 35096 35091 35094 3618 35095 3459 35092 35093 E Certo Errado Certo Certo E Certo Errado Errado Errado Certo Certo Certo Certo Errado Certo D Errado Errado © A Casa das Questões 2014 Powered by: A Casa do Concurseiro (http://acasadoconcurseiro.com.br) .