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Sinto-me profundamente honrado com a missão que me foi atribuída pela presidenta Dilma Rousseff.

Na carreira de um médico sanitarista, docente de Saúde oleti!a e "estor público, não poderia ha!er con!ite mais desafiador. #rata-se de um momento ímpar em minha !ida, uma oportunidade de ser!ir ao meu país, ao po!o brasileiro, em especial $ imensa parcela da popula%ão brasileira que depende do S&S para "arantir a prote%ão, a pre!en%ão, o tratamento e a reabilita%ão da sua saúde. 'as, sinceramente, o que mobili(a os meus mais profundos sentimentos nesse momento tão especial, o que me a"ita e insti"a, é a oportunidade a mim conferida pela presidenta Dilma de colocar em pr)tica tudo que aprendi, os sonhos e ideais de toda uma !ida. *enso nesse instante em tudo aquilo que poderei fa(er, contando com o apoio de companheiros e companheiras de +ornada em defesa do S&S e em defesa da !ida que h) mais de tr,s décadas, desde que entrei na -aculdade de 'edicina, em 1./1, compartilham comi"o esses mesmos sonhos e ideais. 'uito do que sou e das escolhas que fi( ao lon"o da !ida de!o $ ori"em simples da minha família e a s0lida forma%ão que recebi dos meus pais. omo médico sanitarista e "estor, sou fruto da forma%ão e e1peri,ncias que !i!i. De!o muito $ -aculdade de 'edicina de 2otucatu, onde fi( minha resid,ncia, e $ forte forte influ,ncia do "rande mestre Da!id apistrano no início da minha carreira profissional, com quem trabalhei em Santos por quatro anos. 3os companheiros 4 5merson 'erh6 e 7astão 8a"ner 4 líderes do 93*3:&nicamp, onde fi( meu mestrado e busquei elementos te0ricos e pr)ticos fundamentais. De!o muito, ainda, ao professor 9ui( ecílio, meu orientador do doutorado e que se transformou numa refer,ncia ética-política, apresentando-me o comple1o mundo das or"ani(a%;es de saúde, suas rela%;es micropolíticas e, em particular, a crítica ao mundo "erenciado que nos d) a falsa sensa%ão de a tudo controlar e que tem aprisionado a capacidade de produ(ir o no!o, de reconhecer o lu"ar onde fundamentalmente se potenciali(am as mudan%as mais consistentes e transformadoras. Destaco, ainda, a influ,ncia sobre minha forma%ão de profissionais como 7ilson ar!alho, Nelson *ereira dos Santos, arlos Neder. ompartilho esse momento com a minha "era%ão de sanitaristas, oriunda do mo!imento estudantil, do mo!imento de médicos residentes, do setorial de saúde do *#, muitos dos quais ho+e fa(em parte da equipe do 'inistro *adilha e comi"o continuarão a trabalhar. Sou fruto também da milit<ncia suprapartid)ria em defesa do S&S, que me permitiu relacionar-me e aprender com companheiros de di!ersos se"mentos do mo!imento social, assim como sou fruto também da minha intensa participa%ão nos conselhos de saúde. #rabalhei na "estão do ho+e senador =umberto osta, um "rande ministro que plantou, no início do "o!erno 9ula, bases s0lidas para a maioria das políticas e1itosas ho+e !i"entes 4 o S3'&, a contratuali(a%ão de hospitais, o -arm)cia *opular e o 2rasil Sorridente, s0 para citar al"umas.
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ncia e1tremamente e1itosa de "estão pública com 9ui( 'arinho. 3 minha tra+et0ria profissional. atendendo con!ite do prefeito 9ui( 'arinho. Sei que $s !e(es não é possí!el mudar. passo a passo.Sou produto ainda dos meus alunos. que não se pode perder 4 +amais . @ *adilha concebia e pactua!a de c). &ma > . Sou a"itado. de ceder $ in+usti%a.ncias de "estão que !i!i ao lon"o de >? anos. Nunca dei1ei.s mandatos. efeti!amente implantando as políticas concebidas e pactuadas nacionalmente pelo 'S. a técnica. do mo!imento de secret)rios municipais de saúde 4 +) que presidi o @S5'S-S* por tr. A) esti!e na "estão do 'inistério da Saúde. N0s implement)!amos e ino!)!amos de l). entre >BBC e >BB?. #enho a missão. ap0s sair do 'inistério da Saúde. passei a coordenar profundas mudan%as no sistema de saúde. mas temos o desafio 4 e foi essa a encomenda mais importante que recebi da *residenta Dilma 4 de aprimorar ainda mais os processos em curso. Na con!i!. professores. o melhor e mais qualificado "estor público com quem +) trabalhei. passei a compreender que a ci. como Diretor do Departamento de 3ten%ão 5speciali(ada. é claro. compartilhar uma e1peri. de acompanhar. fa(em-me acreditar que o plane+amento e a "estão de uma política pública. on!i!er com Da!id. o que !em ocorrendo. 5m >BB. ao lon"o dos últimos cinco anos. Sou. "estor público e professor. sempre este!e fortemente relacionada com a constru%ão da política pública de saúde. sobretudo. a "estão e a política são indissoci)!eis na produ%ão de uma sociedade melhor. companheiros de +ornada.-lo.es e sistemas de saúde. solid)rio e saud)!el. dos companheiros que esti!eram ao meu lado nas mais diferentes e1peri.ncia. de ir além. que me confiada pela *residenta Dilma 4 e1tremamente difícil 4 de aprofundar e ampliar o e1celente trabalho efetuado pelo 'inistro *adilha. em décadas diferentes e sempre ti!e intensa participa%ão no @N3S5'S. al"uém que acredita que se pode mudar e fa(er diferente. de ino!ar onde for preciso. que !ai além de uma mera or"ani(a%ão burocr)tica de or"ani(a%. fa(er parte do "o!erno do presidente 9ula e. 3prendi com meu mestre Da!id apistrano. quando assumi a Secretaria de Saúde de São 2ernardo do ampo. 5. adoro desafios.a capacidade de se indi"nar com a dor e o sofrimento de cada cidadão. 'anteremos tudo aquilo que o 'inistro *adilha !em condu(indo brilhantemente. de!e sempre priori(ar o que é essencial para a produ%ão de um mundo mais fraterno. como é o caso da saúde. que concebo como um pro+eto ético-político ci!ili(at0rio. inquieto. como médico. onde coordenei pro+etos ino!adores e de fundamental import<ncia para o S&S. idealista. Não assumo o ministério apenas para completar um ciclo temporal. mas +amais dei1arei de tentar fa(.ncia com eles. de quem sou cria confessa e or"ulhosa.. implementando o S&S.

#erei. @s "estores que ti!erem "arra. desde +) e sempre. na forma de como condu(ir a política nacional de saúde e na rela%ão com o con+unto de atores en!ol!idos.es para a reali(a%ão de seus sonhos e pro+etos e comi"o diri"irão. -austo *ereira dos Santos. comprometida e respeitada por todos Einclusi!e seus ad!ers)rios políticosF. entretanto. @ que me mo!e a enfrentar esses desafios é o dese+o de produ(ir mais !ida. De cora%ão. s0 para come%ar. 'o(art Sales. 'e mo!o. a den"ue.um craque na "estãoI o meu ami"o e companheiro. um parceiro de primeira hora do 'S. um craque na política e que se demonstrou também 4 para surpresa de muitos. @ mesmo dese+o que me mo!imenta no sentido da or"ani(a%ão da rede b)sica. continuarão comi"oF. minha capacidade de articular os atores implicados na causa e de dialo"ar com todos os se"mentos que me ser!em de inspira%ão. de forma participati!a e democr)tica. como disse. todos poderão constatar o quanto somos afinados na compreensão dos problemas da saúde do po!o brasileiro. portanto. "entil. os destinos do S&S em nosso país. mais saúde. da amplia%ão da cobertura de Saúde da -amília. não são apenas para que as planilhas demonstrem que a quantidade de ser!i%os produ(idos ou a cobertura foi ampliada em H por cento que mobili(o meus conhecimentos técnicos e políticos.parceria perfeita. inclusi!e . pelo dese+o de produ(ir mais !ida e . Dou continuar trabalhando com a e1celente e comprometida equipe composta pelo 'inistro *adilha E=el!ecio 'iranda. Sim. #enho absoluta con!ic%ão de que se trata de um homem público que ter) ainda muitas contribui%. sem nenhum demérito aos demais ministros que deram sua contribui%ão. aspectos futebolísticos . além dos desafios inerentes $ pasta. a 3GDS ou as hepatites não é a simples "l0ria de apresentar indicadores mais satisfat0rios. compet. @ que me mo!e para enfrentar problemas como a mortalidade infantil e materna ou pre!enir e combater o c<ncer. comunicati!a. o melhor 'inistro da Saúde do 2rasil. ao lon"o desses últimos anos. mais democracia e mais liberdade. C . 'as independente das nossas diferen%as. especial. competente. solid)ria.ncia. defender a !ida. 3ntonio 3l!es. tanto que não me sinto al"uém que che"a de fora. que ser) o meu secret)rio e1ecuti!o. 3le1andre *adilha. com o meu irrestrito apoio e lealdadeJ #enho clare(a das diferen%as constituti!as de nossas personalidades. -ui. dedica%ão. mas todos poderão constatar. ao lidar com os comple1os problemas do sistema nacional de saúde. uma missão quase impossí!elI substituir e dar continuidade ao e1celente trabalho comandado por uma fi"ura tão carism)tica. compromisso e pai1ão terão todas as condi%. que !ão muito além da or"ani(a%ão da oferta e da "arantia de acesso da popula%ão aos ser!i%os de saúde. mas não daqueles que o conheciam .es a dar ao po!o brasileiro na lon"a !ida pública que ter) pela frente e que contar). da reor"ani(a%ão dos ser!i%os de alta comple1idade. arlos 7adelha. Aarbas 2arbosa.

&ma imensa tarefa que não pode esperar e que é estraté"ica para o futuro do nosso país. *ortanto.es se"uras e adequadas para tantoM a "arantia de !a"as de resid. 5ra essencial sua ado%ão e s0 o "o!erno federal poderia liderar essa iniciati!a.es. fa( toda a diferen%a. K . @utas medidas +) !em sendo tomadas e serão aprimoradas. 5n"anam-se aqueles que atribuem o sucesso do pro"rama e1clusi!amente $ che"ada dos médicos intercambistas. a!an%amos a passos lar"os. em especialidades de acordo com as necessidades do S&SM a forma%ão de docentes e preceptores em todo o país em escala +amais !ista. fa( brotar a esperan%a em dias melhores e mais saud)!eis. *ara quem passa a usufruir de al"o tão fundamental que não tinha. 3 educa%ão em saúde e a educa%ão permanente para os trabalhadores do S&S terão centralidade na a"enda do 'inistério da Saúde e buscaremos no '5 e nas entidades de educa%ão em saúde a parceria necess)ria.ncia:5mer". *riori(arei a e1pansão e a qualifica%ão da 3ten%ão 2)sica e a 5straté"ia Saúde da -amília como ei1o estruturante do S&S. entre os quais eu e o meu *refeito 9ui( 'arinho. =o+e. principalmente ao po!o pobre. como a amplia%ão e qualifica%ão da infra-estrutura da rede de saúdeM a abertura de no!as faculdades de medicina em municípios que tenham condi%.ncia. di"o ao po!o brasileiro nesse instante que o *ro"rama 'ais 'édicos para o 2rasil continuar) a ter.. a partir de uma demanda dos prefeitos e dos S'S. 'inistro *adilha. ousada e cora+osa +) tomada por um chefe de 5stado na hist0ria da saúde pública em nosso país. Da mesma forma. inclusi!e com a presen%a do médico "eneralista. 3ten%ão *sicossocial e 3D. dando continuidade a implanta%ão da política nacional de 3ten%ão 2)sica reformulada e pactuada na "estão do 'inistro 3le1andre *adilha. in!estiremos também nas demais cate"orias de ní!el superior e técnico. 5 foi implementado pela presidenta Dilma e pelo 'inistro *adilha. Doen%as crNnicas. um entusiasta e ferrenho defensor. com forte participa%ão de !)rios outros ministérios e institui%. aos quilombolas. no no!o 'inistro. Sem perder a no%ão de prioridade para o *ro"rama 'ais 'édicos. darei continuidade ao processo de implanta%ão das redes re"ionais de aten%ão $ saúde 4 &r".ncia para todos os médicos. em especial !alori(ando a enferma"em e os 3"entes omunit)rios de Saúde. 3 re!olu%ão iniciada com o 'ais 'édicos !ai continuar. o que si"nifica a"ora ter direito ao cuidado com uma equipe completa. ainda em fase inicial de implementa%ão. aos cidadãos que !i!em nos pequenos municípios e na periferia das "randes cidades. e"onha. aos po!os indí"enas. Destaco que a cria%ão deste pro"rama foi a medida mais correta.Dou dar continuidade e qualificar ainda mais o *ro"rama 'ais 'édicos para o 2rasil. <ncer de mama e de colo do útero..ncia. aos trabalhadores da pr0pria aten%ão b)sica e. L s0 per"untar aos S'S e prefeitos aqui presentes. Saúde da *essoa com defici.

es de promo%ão e pre!en%ão que precisam ser reali(adas 4 sempre . que remunerem +ustamente. 3 transi%ão epidemiol0"ica e demo"r)fica que !i!emos. #ratam-se. mas que reclama a ado%ão de medidas estraté"icas que permitam O!irar o +o"oP. Refiro-me $ necess)ria ado%ão de medidas de controle do sedentarismo e enfrentamento da obesidade Eem adultos e. de forma transparente.3 luta pela pre!en%ão e o controle da Den"ue. ? . com as demais esferas de "o!erno e com a sociedade ci!il or"ani(ada para que tenhamos sucesso. São quest. sem e1ce%ão. 3 participa%ão dos hospitais filantr0picos nesse esfor%o ser) fundamental. *odemos e precisamos a!an%ar ainda mais.ncias Eno trabalho.es de muita ad!ersidade. que toda forma de amor !ale a pena e que a família brasileira ho+e tem muitos formatos potentes. 3s mulheres. de a%. todas. as hepatites. No!as modalidades de financiamento. Reconhe%o a import<ncia estraté"ica do setor 4 compreendendo-o como público não estatal .micas como a tuberculose e a mal)ria. mas que "arantam a qualidade e a entre"a do que foi contratuali(ado pelo poder público. entretanto. as DS#.es de pre!en%ão e controle das !iol. L esta mulher plural e "uerreira que de!e estar no centro de nossas políticas para as mulheres. que é necess)rio a!an%ar na i"ualdade. 9éo. Denho de uma e1peri. eficiente e humani(ada $ nossa popula%ão. Refiro-me a amplia%ão das estraté"ias de pre!en%ão e controle do taba"ismo e do uso abusi!o de )lcool. nas ruas. #emos que ousar construir no!os formatos e repensar a din<mica do hospital moderno na rede de aten%ão. precisam ser desen!ol!idas. nos apontam a necessidade de enfrentar com a mesma determina%ão desafios que não podem ser adiados e precisam ser refor%ados.de forma articulada com outras políticas públicas. modernas e eficientes. um parceiro fundamental. no tr<nsito. na inf<nciaFM de a%. em particular. das doen%as end. criati!a em situa%.ncia de qualidade. que +) !em sendo concebida e pactuada pela equipe do 'S. a 3ids e a infec%ão pelo =GD.ncia concreta de reestrutura%ão do modelo de cuidado hospitalar e sei que isso é possí!el. em particular por crian%as e adolescentes.para o sistema nacional de saúde.ncio das !iol. aprimoradas e implementadas. que é possí!el ser feli(. entretanto.es que merecerão na minha "estão absoluta prioridade. serão ob+eto de minhas preocupa%.ncias. "arantindo o funcionamento do hospital em sintonia com a rede do S&S e a produ%ão de assist.es. nas famílias e contra as pessoasFM de políticas destinadas $ saúde da popula%ão ne"ra e dos po!os indí"enas. Recebi da presidenta Dilma a missão de implantar uma no!a política nacional de aten%ão hospitalar. em nosso país tem nos ensinado que é preciso romper o sil. problemas de saúde pública dos mais "ra!es em cada uma das cidades do nosso país. +) em curso .

como me condu(i na !ida pública. tra(em riscos de pri!ati(a%ão. *or isso. precari(a%ão e apropria%ão por interesses particulares.ncia em <mbito nacional. essencial. na )rea de aten%ão especiali(ada. são fundamentais para res"atar o direito do paciente. 3 produ%ão de uma política para essa )rea. omo +) disse. buscando inclusi!e uma solu%ão definiti!a para os hospitais da rede federal no Rio de Aaneiro. assim. para a produ%ão de alternati!as mais consistentes. *retendo mobili(ar o 'S. 'iriam. do seu cuidador e de seus familiares !i!erem com mais di"nidade e qualidade de !ida. o desafio é dar continuidade $s a%. capa(es de moderni(ar e !iabili(ar a administra%ão de ser!i%os de saúde. $ semelhan%a do que +) fi(emos com o S3'&.*recisamos re!er com ur". ainda mais em um país que en!elhece em ritmo alucinante e que ter) que lidar cada !e( mais com os problemas de saúde dos idosos e de pacientes crNnicos. quando conse"uem o acesso. Não basta financiar o que +) temos. e!itar o retrabalho. !amos priori(ar o pro"rama de interna%ão domiciliar. é fundamental e inadi)!el.es do 'inistério da Saúde com aprimoramento e ino!a%ão. a"ili(ar e simplificar processos de trabalho na administra%ão pública.ncia o papel de milhares de hospitais de pequeno porte Epúblicos e filantr0picosF e1istentes no nosso país. dando-lhe consist. L a Q .es de brasileiros são submetidos a filas de espera e a um atendimento. a política nacional de saúde para os pr01imos anos. os especialistas em "estão pública. definidas a partir da realidade de cada re"ião de saúde. como penso a !ida. precisamos aprofundar a moderni(a%ão "erencial no 'inistério da Saúde. os "estores do S&S.ncia. o 'inistério do *lane+amento . plane+ar e "erir de forma eficiente e efica(. a profusão de arran+os e modelos em curso. sobretudo porque a aten%ão b)sica sofre um r)pido processo de e1pansão e qualifica%ão e pressionar) cada !e( mais a necessidade de acesso a esses ser!i%os. dando-lhes no!as fun%. aquilo que me indi"na e que me mobili(a sempre para coordenar coleti!os de "estores e de trabalhadores da saúde. 'ilh. L necess)rio sintoni(ar a produ%ão de modelos de "estão com os princípios do S&S e da administra%ão pública. princípios e ideais que for+aram o que sou. #emos um imenso débito.es assistenciais e sustentabilidade. em particular na chamada Omédia comple1idadeP. ampliar os mecanismos de "estão participati!a e poder.uticas. re!er sua estrutura para ampliar a unidade de a%ão. do +eito que temos. o *GD. um enorme "ar"alo no sistema. Da mesma forma. simplificar o di)lo"o com as demais esferas de "o!erno e descentrali(ar al"umas decis. dar mais transpar. =el!ecio. 5ssa )rea reclamar) um intenso e qualificado esfor%o de formula%ão e pactua%ão. =o+e. pouco resoluti!o.es. Não é SolaR 3 desospitali(a%ão e o cuidado humani(ado aos pacientes crNnicos e fora de possibilidades terap. Suero desde +) e1plicitar que não abrirei mão dos !alores.

aqui. #emos que encontrar caminhos para implanta%ão de uma carreira para os profissionais da 32. +untos.ncia farmac. ontarei muito 4 e todo o tempo 4 com o @N3S5'S e o @N3SS. para re!erter essa situa%ão. essencialmente. do S&S. um se"undo ponto. ao lon"o dos últimos cinco anos. e quero manter uma rela%ão muito pr01ima com os "o!ernadores. sem e!id. prefeitos e as entidades representati!as dos prefeitos e prefeitas do 2rasil. contra a incorpora%ão tecnol0"ica acrítica. Damos lutar.a política de assist. *recisamos !encer a batalha per!ersa da +udiciali(a%ão para "arantir. estados e &nião . que e1istem )reas muito !ulner)!eis.mais le!e. onclamo os secret)rios estaduais para discutirmos. assim como os pr0prios trabalhadores da saúde . Sarai!a -elipe e =umberto osta tinham em seus currículos passa"ens como S'S.1ito s0 ser) alcan%ado nessa empreitada com a participa%ão efeti!a dos "estores estaduais. em particular. #emos que nos mobili(ar. tr. fundamentais neste debate. mas foram condu(idos ao comando do 'S a partir do *arlamento. Sei como poucos o que é preciso para implementar uma rela%ão interfederati!a 4 entre municípios. Sinto e e1presso. e "o!ernadores. a!an%ar em um dos mais comple1os desafios para a consolida%ão do S&SI o estabelecimento de carreiras para os trabalhadores do S&S nos 5stados. enfrentado com obstina%ão o desafio de colocar em pr)tica o con+unto de políticas nacionais de saúde.ncias científicas e sem a de!ida an)lise de custo-efeti!idade. *recisamos aprofundar as nossas alian%as e re!er compromissos. principalmente os aspectos relacionados a partilha de responsabilidades entre o 'S e as S5S quanto aos medicamentos de alto custo. com muitas dificuldades. muito rele!antesI . prefeitos. uma !e( que é no município.utica. o cora%ão e a alma de mais de ?BBB secret)rios municipais de saúde que tem. entretanto. L ine")!el. as necessidades da nossa popula%ão. que compreenda a di!ersidade nacional e a necessidade de produ(ir mais equidade. de ou!ir os "estores municipais e estaduais 4 secret)rios. a !o(.na constru%ão de solu%.es para os problemas de saúde. 7erir o S&S é sempre reafirmar o pacto interfederati!o. Di!i intensamente esse processo ao lon"o da minha !ida e. secretarias de estado e municípios. 'S. e tenho a con!ic%ão de que o .primeira !e( que um ministro sai diretamente do comando de uma secretaria municipal de saúde. especialmente. com +usti%a e equidade. que elas se materiali(am e se transformam em processos de cuidado ofertados diretamente aos usu)rios. 3pro!eito para solicitar aqui o apoio e parceria do 'inistério *úblico. Não h) como dei1ar de di(er que tenho muito or"ulho disso. *recisamos. T .s temas. com mais espa%o para a criati!idade e a adequa%ão das políticas nacionais $ realidade e $s necessidades locais. da @32 e do NA. respeitosa.

Suero menos indicadores cercando $ !ida. =) aqueles que ainda estão absolutamente consumidos pela administra%ão de ser!i%os hospitalares e ambulatoriais de média comple1idade.es de saúde. Damos !alori(ar a capacidade de cada ser!i%o. disposta numa portaria bem elaborada. no momento do encontro do usu)rio com as equipes e. 3 !ida é mais comple1a.es. protocolos operacionais padroni(ados. implicar. instrumentos de acredita%ão ou se"uir os preceitos de uma portaria ministerial. e para isso conclamo o @N3SS e o @N3S5'S. sofrimento e morte. qualificado e capa( de promo!er mais saude ou produtor de mais dor. estado e das pr0prias )reas do 'S de produ(irem. Da mesma maneira que são produ(idos ho+e Opro+etos terap. com pre+uí(os para a "estão dos sistemas estaduais e das re"i. re"ião.uticos sin"ularesP 4 !amos trabalhar com o que aqui chamarei por analo"ia de Oprocessos de "estão sin"ularesP. en!ol!er.#erceiroI precisamos promo!er a re!isão do papel dos estados. não produ( um sistema re"ional de saúde. humani(ado ou desrespeitoso. as melhores formula%. imbuídos de muita !ontade. implicado ou descomprometido. 3 produ%ão do cuidado em saúde. onde ha+a espa%o para o encontro das diretri(es nacionais e a produ%ão de no!os arran+os localmente estabelecidos a partir da realidade e das possibilidades concretas de mudan%a. um modo menos centrali(ado e burocr)tico de operar as políticas nacionais de saúde. 3o lon"o dos >? anos de e1ist. mais comple1a e desafiadora. / . descomplicar. por mais eficientes que possam ser. *ensar e le!ar em considera%ão 4 sempre 4 o mundo real onde se d) o processo de cuidado é a pala!ra de ordem. represando e desconhecendo a diferen%a. achando que uma política. ser) a bali(a para a produ%ão de no!as políticas e a re!isão e aperfei%oamento do que fi(ermos a partir de a"ora. articulado e capa( de atender as necessidades de saúde. 3 ordem é simplificar. é capa( de produ(ir as mudan%as que ima"inamos. e1i"e muito mais do que medidas "erenciais.es de saúde. comple1as. a partir de sua realidade e de diretri(es nacionais estabelecidas de forma pactuada. os estados são a esfera de "o!erno que mais !em enfrentando dificuldades em assumir o seu papel.ncia do S&S. muitas !e(es do usu)rio com um profissional de saúde. 9e!amos para o papel. município. S0 as secretarias estaduais de saúde podem cumprir esse papel tão estraté"ico de coordena%ão das re"i. 3 mera soma de di!ersos sistemas municipais de saúde em uma re"ião. *recisamos reconhecer que é no espa%o micropolítico que se d) a !erdadeira disputa de modelos assistenciais. L ali que se opera um cuidado melhor ou pior.es. 5ssa concep%ão. es"otando a ener"ia de "estores e trabalhadores da S&S para planilhas intermin)!eis que nunca são utili(adas. cheias de boas inten%. a contratuali(a%ão do que precisa ser modificado e aprimorado. Sueremos apoiar as S5S para que possam cumprir suas finalidades. *recisamos encontrar.

ne"am procedimentos. Não podemos desconsiderar que o sistema nacional de saúde se conforma também pela oferta a si"nificati!o contin"ente populacional de ser!i%os adquiridos a partir de re"ras de mercado. se+a o locus para onde con!ir+am propostas de aperfei%oamento do nosso sistema nacional de saúde. "erir adequada e eficientemente os ser!i%os de saúde. de todos os portes e dos cerca de CBB polos re"ionais no país. Não é +usto que pa"uem e não recebam em contrapartida .es de saúde. *or um lado. afinal.@ S&S. 5sse processo de!e ser produ(ido a partir da escuta e do en!ol!imento dos diferentes atores que constroem o S&S cotidianamente.nio >B1?-1/. Não podemos abrir mão da re"ula%ão pública deste setor.ncia Nacional de Saúde. os 5stados e os municípios !. 5sta é uma tarefa que de!e en!ol!er a sociedade brasileira. entre outras. mas nas !)rias interfaces que esta rela%ão público/ privado apresenta com o sistema públicoI incorpora%ão de no!as tecnolo"ias. precisamos. política de promo%ão. ap0s >? anos. Dados da 3NS de >B1C mostram o rompimento da casa dos ?B milh. parece-nos adequado propor desde +) ao NS. Na base da insatisfa%ão de parcela da popula%ão estão as quei1as contra operadoras de planos que não "arantem acesso. mas não posso dei1ar de apontar a insufici. a ser reali(ada em >B1?. Gsso de!e ser feito com determina%ão e de forma cada !e( mais transparente e qualificada. como le"ítima cai1a de resson<ncia dos interesses nacionais. a!an%ar no caminho de boas propostas como a destina%ão de parcela dos ro6alties do *ré-sal $ saúde. fa(endo que esses usu)rios acabem também se utili(ando dos ser!i%os do S&S. precisa de a!an%os no seu formato operacional sist. >B1? ser) também o momento pri!ile"iado de produ(ir o **3 e o no!o *lano Nacional de Saúde para o quadri. além de outros 1/ milh. os "o!ernos. refor%ando e prote"endo o papel dos municípios.insisto. 5 para tanto. ressarcimento ao S&S. infraconstitucionais.e enormes dificuldades burocr)ticas.m alocando cada !e( mais recursos no financiamento da saúde. oferecem ser!i%os apenas curati!os e por !e(es de bai1a qualidade. estamos construindo respostas concretas a esta necessidade como o pro"rama 'ais 'édicosM por outro. imp. definir e cobrar responsabilidades e produ(ir mais equidade.es com planos odontol0"icos.mico.ncia do "asto público diante do desafio de construir um sistema uni!ersal de saúde que atenda aos anseios da popula%ão por mais e melhor atendimento. que a pr01ima onfer. 3 &nião.es de "astar melhor o recurso público.e isso é fundamental para que tenhamos condi%.ncia os recursos públicos.es de brasileiros com planos médicos hospitalares. não s0 para "arantir os direitos dos benefici)rios. além de "erir com cada !e( mais efici. espa%o pri!ile"iado e essencial para a produ%ão deste debate. o onselho Nacional de Saúde e o on"resso. 5nfrentaremos o dilema da "estão e opera%ão das re"i. @ 'S de!e liderar um processo de consistentes e ousadas mudan%as infraconstitucionais . mantendo-se intoc)!eis os princípios b)sicos fundamentais do S&S. e1plicitados na onstitui%ão -ederal . .

também. precisamos fa(er uma firme parceria entre as institui%. o déficit comercial saiu de C bilh. aribe e na Vfrica. a!an%armos na consolida%ão de uma postura cada !e( mais coerente da 3NDGS3 com os esfor%os do 7o!erno -ederal para o desen!ol!imento econNmico e social do nosso país. pretendo tratar a questão dos planos de saúde como uma a"enda central do 'inistério da Saúde. *ara que possamos "arantir um sistema uni!ersal de saúde sustent)!el precisamos ter o domínio das tecnolo"ias estraté"icas que !iabili(em o acesso inte"ral $ saúde. calma *adilha. @ presidente 9ula criou o *ro"rama 1B . @ 2rasil ser) ati!o também no debate internacional. a partir do in!estimento publico e pri!ado em saúde.ncia. aribe e do continente africano. nos 2rics. Na medida em que fomos ampliando a oferta de ser!i%os.m o mérito de e!idenciar a rele!<ncia econNmica do setor da saúde no país como *adilha bem aqui destacou. equipamentos e insumos estraté"icos para o 2rasil. na @*3S.es para 1> bilh. ainda. *ortanto. #emos um papel hist0rico de coopera%ão internacional a cumprir. *recisamos pensar estrate"icamente o futuro. na @'S. é um dos mais e1pressi!os setores da nossa economia na "era%ão de ne"0cios. de empre"os qualificados. *or isso de!emos aprimorar sempre os canais de di)lo"o com os setores produti!os e perse"uir diuturnamente a diminui%ão dos pra(os de an)lise dos processos que tramitam na a". *ortanto. $ e1emplo do que tem sido feito com as parcerias de desen!ol!imento produti!o E*D*UsF entre laborat0rios públicos e empresas pri!adas nacionais e estran"eiras de medicamentos e equipamentos médicos. que compreende o S&S e o setor pri!ado.aquilo que lhes é de direito. alma. che"ar a São *aulo e come%arem a receb. Dai demorar al"umas horas até !oc. na 3mérica 9atina.es internacionais.es de d0lares.es de i.ncia e #ecnolo"ia. em todas as )reas.-las. @ sistema de saúde brasileiro.ncia na constru%ão e implanta%ão do S&S que nos permitem refletir sobre nossos problemas. a potenciali(a%ão da capacidade do nosso comple1o industrial em "erar autonomia na produ%ão de f)rmacos. De!emos perse"uir obstinadamente a materiali(a%ão dessa perspecti!a. onde cada !e( mais nosso país assume um importante papel de lideran%a em termos de coopera%ão e parceria. por e1emplo. são >? anos de e1peri. na @*3S. L importante. além de "erar mais empre"o e renda para a popula%ão brasileira. não é artilharia pesada contra !oc. desafios acertos e conquistas e que podem contribuir para a reestrutura%ão e aperfei%oamento dos sistemas nacionais de saúde de países da 3mérica 9atina. o que demonstra que a política industrial que !em sendo desen!ol!ida se tornou claramente para o nosso país uma questão de soberania e de Saúde *ública. o papel cada !e( mais decisi!o do 2rasil no cen)rio internacional e sua lideran%a. 3 indispens)!el a%ão de prote"er a nossa saúde não de!e e1cluir o amparo $s políticas de fortalecimento da indústria da saúde. 3final. os produtores públicos e os empres)rios que acreditem e dese+em in!estir no 2rasil. das doen%as ne"li"enciadas aos produtos biotecnol0"icos para c<ncer. @ 'inistério t. para que possamos "arantir ao po!o brasileiro acesso ao cuidado. na @'S. nossas rela%. de estímulo $ competiti!idade da indústria e de qualifica%ão da "estão dos ser!i%os. no 2RG S.

3 assist. os e1moradores que passam a !i!er li!res nas Resid. com total apoio do *refeito 9ui( 'arinho e do "o!erno municipal. que "arante medicamentos de "ra%a para o tratamento de hipertensão e diabetes. tenham certe(a. de transtorno mental.ncia farmac. 3umentar os recursos para compra de medicamentos. Di!er com saúde e liberdade.ncia. acelerar a constru%ão de uma sociedade sem manicNmiosJ Na minha !ida pública. construindo todas as alternati!as que apontam para um cuidado sin"ular. é quando posso olhar nos olhos de pessoas que passaram >B. custeada pelo 7o!erno -ederal não se resume mais a uma receita "uardada na "a!eta do criado mudo sem que se possa ter "arantido o tratamento e essa postura de!e e !ai continuar.ncia profundamente e1itosa e referencial. Simplesmente porque somos seres humanos. ser portador de defici. 3ssumo ho+e esta missão acalentado pelo sonho de podermos. 3 primeira medida adotada pela *residenta Dilma.utica são compromissos do 7o!erno -ederal que continuarão sendo tratados com prioridade no 'inistério da Saúde. condu(idas pelo 7o!erno da presidenta Dilma.es para as pessoas em uso abusi!o de )lcool e outras dro"as. lo"o no primeiro m. incorporar de forma crítica no!as tecnolo"ias de saúde e qualificar o processo de assist. Não abrirei mão de condu(ir e aperfei%oar essa política como uma das prioridades da minha "estão. ser prota"onista de nossas pr0prias !idas é um direito de cada um de n0s. orienta%ão se1ual.ncias #erap. ainda que seus rostos e corpos tenham sido indele!elmente marcados pela cronicidade e per!ersidade dos métodos utili(ados nos hospícios. 'as 11 .ncia farmac. somos cidadãos. oferecendo medicamentos com até . n0s !amos a+udar a pa")laJ 5 esta mesma clare(a e determina%ão de!em orientar nossas a%.-arm)cia *opular do 2rasil. se1o. #emos uma política nacional de saúde mental e de )lcool e dro"as muito bem concebida. sorrindo e feli(es. em liberdade. o que me fe( ter a certe(a que !ale a pena. ou qualquer outra situa%ão. CB anos presos num hospício s0 porque tinham um sofrimento psíquico e que a"ora !i!em em liberdade.uticas. nestes pr01imos anos. foi a cria%ão do OSaúde Não #em *re%oP.utica brasileira. andando na rua. #elma o que mais me emociona. +) que tem sido uma e1peri.ncia intersetorial. *orque sei que é possí!el mudar a realidade sem trancafiar e restrin"ir a liberdadeJ @s "o!ernos tem uma "rande responsabilidade na consolida%ão das políticas públicas.BW de desconto aos brasileiros. >?. @ mérito que ti!emos. @ 2rasil tem uma dí!ida hist0rica com esses brasileiros e. nada me proporcionou mais ale"ria e sensa%ão de de!er cumprido do que encontrar. Damos aprofundar e a!an%ar no *ro"rama racX é *ossí!el Dencer. independente de cor. ao lon"o de ? anos.s de seu mandato. que a+ude as pessoas a reconstruírem suas !idas e não caindo na armadilha f)cil daquelas que reatuali(am o manicNmio e tiram das pessoas sua di"nidadeJ *articularmente nesta a"enda queremos e1plicitar nosso compromisso com a defesa radical dos direitos humanosJ 5m >T anos de profissão e >? anos como "estor público. *rodu(imos em São 2ernardo do ampo uma e1peri. foi o de implantar em toda a radicalidade a política nacional de saúde mental e de )lcool e dro"a condu(idas pelo 'inistério da Saúde.

pois precisamos do apoio do on"resso Nacional para !iabili(ar nossos pro+etos. trabalhadores e trabalhadoras do S&S. da parte do 'inistério da Saúde. Suero também a"radecer o apoio de muitas outras pessoas. 2uscarei uma rela%ão franca e aberta. #eremos sempre presente a necessidade de "erir de forma 1> . Suero a"radecer. do nosso querido ami"o 3le1andre *adilha transmitindo o car"o a mim. *ara isso quero aperfei%oar e !alori(ar ainda mais os canais de dialo"o com todas cate"orias profissionais que constroem o maior sistema de saúde publica do mundo. De nossa parte. 3os demais atores que comp. aqui presentes. uma parceria de !erdade. Dou honr)-lo com di"nidade e determina%ão. a maior. @ se"undo é de reali(ar. respeitoso e produti!o con!í!io. 5stão fa(endo transi%ão deles para eles mesmos. buscando entender as necessidades destes trabalhadores e trabalhadoras e construir con+untamente com as entidades representati!as as respostas efeti!as. 3ssim. minha esposa e meus K filhos. 3 saúde brasileira não e1iste sem !oc. 3o 'inistro *adilha no!amente e a toda equipe do 'S que !em me a+udando nesse processo de transi%ão e que continuarão a condu(ir comi"o o 'S daqui para frente.s. inclusi!e daquelas que aqui ho+e não podem estar conosco e que eu não teria oportunidade de declinar 5m especial.estas s0 sairão de fato do papel e responderão aos anseios da popula%ão se formos capa(es de construir um processo !erdadeiramente participati!o. o con!ite da *residenta Dilma. Suero aqui render honras aos profissionais que trabalham no S&S. Reafirmo nosso compromisso de mantermos uma a"enda aberta aos mo!imentos sociais. o primeiro compromisso é se"uir no fortalecimento do onselho Nacional de Saúde e de todos os onselhos de Saúde do país. 3os deputados e senadores com quem passarei a ter intenso. "arantindo o di)lo"o na diferen%a.ncia Nacional de Saúde e popular acrescentada. 7ostaria de reafirmar o meu compromisso com a defesa da !ida com a defesa do S&S e o seu contínuo aprimoramento. ratificamos esse compromisso de dialo"o frequente. 3o prefeito 9ui( 'arinho e todos os companheiros de S2 . para que usu)rios e trabalhadores possam participar cada !e( mais ati!amente da condu%ão do S&S. @ desafio é consolidar o que est) bom e não ter medo de rein!entar no!os caminhos para "arantir esse princípio fundante do S&S. mais produti!a e representati!a onfer. L preciso que a Sociedade brasileira encontre no profissional. no trabalhador e na trabalhadora a presen%a solid)ria e comprometida de um trabalhador cidadão. e todas as for%as políticas em defesa do S&S em >B1?. 'ais que eu quero a"radecer mais uma !e( e em público. quero a"radecer aos meus pais.em o S&S. Socorro. +unto com o NS. fa(er uma sauda%ão especial a todos os companheiros e companheiras que nos assistem l) da 5H*@75* que estão dessa forma participando diretamente em tempo real dessa solenidade de posse.

me procuraram ou escre!eram. 1C . apai1onante e necess)rio mo!imento de constru%ão de um S&S comprometido com a defesa da !idaJ 5staremos +untosJ 5sse é o compromisso do "o!erno da *residenta DilmaJ 5ste é o meu compromissoJJJ 2rasília. 3final o S&S é um patrimNnio. não estadado. tão !i!osJ Suero aqui di(er a !oc. onde os conflitos e os desafios da constru%ão do S&S são tão intensos.s que tem o meu compromisso. um con!ite não. fa%o um con!ite. para além do peso do cotidiano.s. o compromisso da nossa equipe. C de fe!ereiro de >B1K. um militante do S&S e acima de tudo um "estor comprometido com a implementa%ão do *ro"rama de 7o!erno da *residenta Dilma. de diferentes se"mentos. aumentar cada !e( mais nossa escuta e nosso acolhimento. *or fim. Nesses dias. muitas pessoas. de buscar. se+a parte deste imenso. um marco ci!ili(at0rio para a produ%ão de uma sociedade mais saud)!el. di(endo como acha!am importante um ministro !indo da "estão municipal. reconhecendo as diferen%as. 'as é preciso lembrar que se trata de um pro+eto ético-político em disputa. Não. Defendo que a sociedade de!a lutar pelo seu fortalecimento. +usta e solid)ria. #enham a con!ic%ão de que no comando do 'S teremos. lutar pelo fortalecimento do S&S. onde esti!er.ética e transparente os recursos públicos. entre o anúncio do meu nome pela *residenta Dilma e a posse. Na !erdade uma con!oca%ão para que cada um de !oc. da m)quina.