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XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras, Interações, Convergências

13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil

ala$ras %arado&ais e i'agens i'%oss($eis) a%ro&i'a*+es entre os %re,-cios de Tutaméia# de .ui'ar"es Rosa e as gra$uras de /0C01scher
Prof. Ms Marcelo Corrêa Lima1 (UFMG)

Resumo:
Tutaméia é livro-máquina agenciadora de múltiplos sentidos. Sua estrutura permite a entrada e saída do texto por múltiplos meios. Através de uma análise dos paradoxos presentes no uso do nonsense da linguagem de “Aletria e Hermenêutica” e outros pre!ácios é possível esta"elecer um paralelo com as constru#$es impossíveis de %.&.'sc(er. As teorias de )eleu*e e +uattari servir,o de suporte para esta aproxima#,o respeitando-se as características de cada suporte.

Palavras-chave: Tutaméia, sc!er, Guimar"es, #ara$o%os, &eleu'e

Introdu*"o
M()uina é um o*+eto )ue #ossui, $entro $e si, outros elementos, en,rena,ens, )ue se conectam e intera,em com o e%terior. -s conceitos $e $e.ir e ri'oma, cria$os #or &eleu'e e Guattari, a*or$a$os nos .olumes $o li.ro %il -lat.s tratam, entre outros temas, $esta ca#aci$a$e $e cone%"o entre o interior e o e%terior $e um li.ro, um !omem e $e to$a uma cultura. stas cone%/es reali'amse em re$e, e esta, #or sua .e', n"o #ossui centro fi%o. ste é o conceito $e ri'oma. - ri'oma *aseia-se em uma analo,ia com a *ot0nica: e%istem (r.ores e e%istem ri'omas. n)uanto na (r.ore !( uma forma1"o !ier(r)uica, constitu2$a $e rai', caule e fol!as, $istri*u2$as $e forma linear3 no ri'oma !( uma forma1"o ra$icular a-centra$a, aon$e suas ramifica1/es ."o #ara to$os os senti$os, sem !a.er n4cleo ou *ase. 5o sistema ar*orescente temos a #rima'ia $e um elemento so*re outro, $e um fato so*re outro (#ara se c!e,ar a C, #artin$o-se $e 6, necessariamente se #assa #or 7)3 no sistema ri'om(tico, um elemento nunca se so*re#/e a outro, n"o !( #rima'ia $e um elemento, mas sim concomit0ncia (C conecta-se $iretamente a 6, 7, & e ). To$os os #ontos $a re$e ri'om(tica conectam-se entre si, n"o !a.en$o, #ortanto, um centro, um n4cleo ou uma *ase. Com rela1"o ao li.ro, os autores citam:
- i$eal $e um li.ro seria e%#or to$a coisa so*re um tal #lano $e e%teriori$a$e, so*re uma 4nica #(,ina, so*re uma mesma #ara,em: acontecimentos .i.i$os, $etermina1/es !ist8ricas, conceitos #ensa$os, in$i.2$uos, ,ru#os e forma1/es sociais. (& L U9 , GU6TT6:;, 1<<=, #. 1>)

-s su+eitos cria$ores #resentes em ca$a arte encontram-se em um emaran!a$o $e fios, on$e sa*eres $i.ersos atra.essam a eles e ?s suas o*ras3 ?s suas o*ras e seus leitores3 seus leitores e o mun$o )ue os cerca3 e tam*ém uns aos outros. Ca$a elemento ri'om(tico remete a outro. 6 multi#lici$a$e fa' com )ue o )ue é !etero,êneo se am#lie mais e mais, aumentan$o as leis $e com*ina1"o. - li.ro-m()uina, #ortanto, ser( este a,encia$or $as en,rena,ens culturais, *io,r(ficas, reli,iosas, cient2ficas, !ist8ricas, lin,@2sticas e outras. 6s #ala.ras sur,em #ara esclarecer a)uilo )ue os ol!os n"o com#reen$em e, em outra #osi1"o, as ima,ens a#resentam o )ue in$i'2.el, #orém, em al,umas situa1/es, tanto #ala.ras )uanto ima,ens n"o #o$em ser com#reen$i$as, ultra#assan$o a com#reens"o, ou ten$en$o ao a*sur$o. - nonsense, o a*sur$o ou a in.ers"o $a l8,ica s"o utili'a$as, na maioria $as .e'es, #elo !umor. 5a literatura $e LeAis Caroll estas ela*ora1/es s"o #erce*i$as nos li.ros Alice no -aís das %aravil(as Alice através do 'spel(o e Silvia e /runo, li.ros utili'a$os #or &eleu'e no li.ro

el. ou a si. aos $ois as#ectos $a doxa *om senso e senso comumC (& L U9 . . M o #onto $e coe%istência $e séries !etero. #ara &eleu'e.ra-. a #re. stas e%#eriências ocorrem atra.icos e sem0nticos.ramaticali$a$e s"o #otências $a lin. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil 01gica do Sentido. 1<HI. mas. e $estas entre si.T-). $iferen1a e a. !( )uatro ti#os $e #ara$o%os: o #ara$o%o $a re. #o$em ser ocorrências fonéticas (uso $e #ares fonéticos semel!antes como B#C e B*C).icas $iferencia$as. uma o#1"o a ser assimila$a.ol. #ara a constru1"o $e um terceiro senti$o.em o a*sur$o. sen$o estas extra-existentes e. .ro no )ual a#resentou #or #rimeiro o conceito $o infinito n"o mais como limite $e uma série mas como um ti#o es#ecial $e .. o #ara$o%o $o a*sur$o ou $os o*+etos im#oss2. $e 5icola 6**a..emos )ue estes concor$am )ue o #ara$o%o é a)uilo )ue se coloca como contr(rio ? o#ini"o $os $emais: a doxa.nifica1"o mais sim#les.isto #elo *om senso. no fato $e )ue nos o*ri. foram c!ama$os ?s . sim.5.n: 01gica do Sentido.is"o $e senti$o $e al.o.a a assistir o a#arecimento $a contra$i1"o1. Com rela1"o ao senti$o. )ue li$a com o*+etos sem e%istência em reali$a$e.ua.. o mesmo fa' #arte $e um +o. $ota$o $e caracter2sticas #r8#rias: conceito )ue $e. 6s ocorrências e $efini1/es $o #ara$o%o #o$em ser $a$as #ela filosofia.alise ocorre o cru'amento sem0ntico $e séries $istintas. e%istentes somente en)uanto #ro#osi1/es.a$os a este tema. i$entifica a)uilo )ue foi #re. H>).orias: l8.. #.) (6776G565-.ras. ao sistema $e cren1as comuns ao )ue nos referimos3 ou ent"o contr(rio a #rinc2#ios )ue se retêm *em esta*eleci$os ou a #ro#osi1/es cient2ficas. 10 ala$ras %arado&ais Para &eleu'e.uinte $efini1"o $e #ara$o%o: . #ortanto. Interações. Léries. )ue s"o as #ala.)ue é contr(rio ? Bo#ini"o $os $emaisC. mas )ue $e.ia.és $a correla1"o entre $iferen1as $e séries. . H1G) &eleu'e afirma )ue a for1a $o #ara$o%o n"o est( na sua contra$i1"o.e'es Para$o%o as contra$i1/es )ue nascem $o uso $o #roce$imento refle%i.e'.em.ers"o e o nonsense. irei recon!ecer o )ue foi $a$o $entro $as leis $e um sistema $etermina$o. ao consultar $icion(rios $e filosofia. e%istem a#enas como e%#ress/es. 6l. e assim infinitamente (en a":me)3 o #ara$o%o $o $es$o*ramento estéril ou $a reitera1"o3 o #ara$o%o $a neutrali$a$e ou $o terceiro-esta$o $a essência3 e o )uarto #ara$o%o. 5o senso comum.ress"o ou $a #rolifera1"o in$efini$a. #or sua . um enuncia$o #u%a outro. e )ue mais comumente se c!amam antinomias (.*om senso in$icaria a#enas uma $ire1"o a ser se. #. isto é.ia ser $efiniti. a)ui enten$i$as. 6ssim sen$o.uns conceitos $e #ara$o%o tam*ém en. e assim #o$eremos com#reen$er mel!or sua articula1"o na literatura e arte.ran$e'a. -s #ara$o%os ain$a #o$em ser classifica$os em $uas cate.sto se encontra no ca#2tulo B&écima Le.. a in. . 1<>G. #orém n"o se a#lica #ara esta classe $e coisas K o im#oss2.ê1 . #.eis seriam B#uros acontecimentos i$eais irrefut(.alise. (. 1<HI.eis em um esta$o $e coisasC (& L U9 . ou morfol8. D. como e%#eriências $e limiar. constru1/es sint(ticas (rimas).eis. tra' a se. ou portemanteaux. em )ue uma #ro#osi1"o . Partin$o $a $efini1"o $icionari'a$a $o #ara$o%o. a seu e%em#lo. . #orém #referimos utili'ar os conceitos filos8ficos #or sua a#ro%ima1"o com a teoria $e &eleu'e e Guattari.o $o inconsciente e $e um devir-louco )ue Bse o#/e ? doxa.5F. matem(tica.E 7ernar$o 7ol'ano intitulou -aradossi dell3 4n!inito 567869 o li. #ois o #rinc2#io $a contra$i1"o a#lica-se somente ao real e ao #oss2.ui$a. f2sica e mesmo #sicolo. stas #ro#osi1/es im#oss2.el. 5a #intura surrealista temos e%celentes e%em#los li.amente esta*eleci$o na matem(tica #or o*ra $e Cantor e &e$eFin. J>). 5a #ala.era outra #ro#osi1"o.)icionário de 2iloso!ia. .o.em ser consi$era$os como e%tra-ser. .nano. senso comum. sem anular os senti$os anteriores.un$a Lérie: Lo*re o Para$o%oC.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras.

a$+eti. a*rin$o assim o le)ue inter#retati. G1)3 :e$ean$o O ré$eas N ro$ear ( #.no #ortemanteau%I. #. Bentreafastar O entrea*rir N afastarC (.em .C.si. #. semel!ante a al.$em. GP<. se.ras-. #ortanto.umas fi.er*os:G.icosC (1<HI. G<)3 :amerrameiro O ramerr"o N rameiro ( #. . am#lian$o sua ca#aci$a$e #oética.ante) N *ruto (#.ras e en.e!letora.ui$a.ras esotéricas.alise. 1<HJ.a) N ri%ento ( #.ra é. ao mesmo tem#o. Por e%em#lo. )uan$o este trata $as #ala.ras esotéricas dis>untivas. os su*stanti.o ti#o: #o$emos $efini-las. funciona metonimicamente com a narrati. Com rela1"o a este ti#o $e si. 1<1)3 os . >=)3 7erli)ueslo)ues O *erli)ues N *erlo)uesJ (#. )ue #o$em ser lista$as e se#ara$as em su*stanti. <)3 Brisil8)uio O ris2.C Guimar"es :osa em entre. $eclara: 2 Pala.as O en$oen1as N c!oramin. . #.*i$em). 3 Le. referimo-nos ?s #ala.i'in!an1a N alma (#.ista a Gunter Loren' (L-: 59.(rias e%#ress/es $os contos $e <utaméia.$em.i$io O $ifuso N fu.os #ortemanteau% s"o: nsimesmu$o O ensimesma$o N mu$o ( #. 1PI). >=)3 Uto#ie$a$e O uto#ia N #ie$a$e (#. 1P)3 Bes#eciosa O es#ecial N #reciosaC (. Interações.o).os sem0nticos #resentes em .$em. em #rimeiro lu.a*un$o O cur. sen$o )ue ao mesmo tem#o #ensamos em Bfumante furiosoC.ol. ou $as #ala.(rios e%em#los $e #ala. #. HJ)3 Munific(cia O muni1"o N efic(cia (#.ras e%em#lifica$as no li.a.a$o N mori*un$oC (. $a série :efle%/es como: %..ras coleta$as #or Teane Marie L#era.alise #resentes em LeAis Caroll: BfurianteC O BfumanteC N BfuriosoC3 BfluctuosoC O fle%2. 1P<)3 Lara*am*o O sara$o N *am*o ( #.ra n"o e%clui o senti$o $a outra.os.as (#.ras e os senti$os.. 1Q1)3 Tremeclarear O tremer N clarear ( #.a roseana (ou com seu #rocesso narrati. a #ala.i$io ( #.ens (#.iscoso3 B$etristeC O B$é*ilCN BtristeC (. =<)3 Si'in!alma O . 6 #otenciali$a$e #oética $este recurso aumenta a ca#aci$a$e comunicati. #. so*re as #ala. =<)3 &esam#ara$eiro O $esam#aro N #ara$eiro (#. 1P1). crian$o um estatuto #olissêmico em um si. #. nas )uais #ara &eleu'e Bon$e !( uma ramifica1"o infinita $as séries coe%istentes e recaem. #. #.ar $i'en$o )ue contraem .os: Mirific(cia O mir2fico N efic(cia (#. Bco#oan!eiros O co#o N com#an!eirosC.uns outros e%em#los $e #ala. R( nestas #ala.i. 6 e$i1"o $e <utaméia utili'a$a #ela autora é a $e 1<Q<.m#ortante com#reen$er )ue uma #ala.ras-. 1G<)3 5e*linu. os elementos sil(*icos e semiol8.uras cria$as #or sc!er.alise BD.un$o o $icion(rio 6urélio: B6rte ou !a*ili$a$e misteriosa3 escamotea1"o3 artiman!a3 intru+ice. >=)3 . 1HQ).el N col8)uioC (.ociferante N fero' ( #. as #ala. Teane Marie L#era. em seu li.E s"o elas #r8#rias #ala.ra BsnarFC. 1<H=. G1)3 Locorreria O socorro N correria (#.o com 's!era . R( tam*ém os +o. sen$o #olissemia #ura. 4 BCa$a #ala.e!letora <rês %undos =ature*a %orta com 's!era . IH). Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil neas. HQ)3 &es#eitifica$o O $es#eito N fica$o (ou #etrifica$o) ( #. Q<)3 Ferro*ruto O ferra*r(s (.ras-. um #oema. 11G)3 n$oen1amin. $as ane$otas $e a*stra1"o. 1>)3 Tremefe'-se O trêmulo N fa'er-se ( #.P. cru'amento $e BsnaFeC N Bs!arFC (ser#ente N tu*ar"o). #.alise (#ortemanteau%) em <utaméia. simult0neos e n"o-e%clu$entes. o autor citar( al.ras-. GI)3 Prêmito O #remer ($e #ress"o) N frêmito (#.un$o sua essência.ens O ne*lina N nu. $e &eleu'e. 1H=).$em.no. Primeiramente.ras o cru'amento $e #lanos $e senti$o. o senti$o estar( sus#enso. 1JP)3 Lelei%ento O lelê (intri. . 1<<=. L"o Paulo: 6rte U Cultura KU5. Q=)3 Bs8'in!i$"o O s8 N so'in!o N soli$"oC (. #ala. #.os e . m se.(rios senti$osC (& L U9 . 5os #ref(cios $e Guimar"es :osa encontramos B$es$ei%anteC O B$es$en!osa N $eslei%anteC (:-L6.no.=P). ao analisar estes +o. 1IP)3 Pros#eri$oso O #r8s#ero N i$oso ( #. 1HP)3 Socifero' O .a O #si)ue N #iscar ( #.(rias #ala.os sem0nticos.ra. 1GP)3 &ifu.el-untuoso-.o $a #ala.1PG)3 Bcur.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. R( . 1G1)3 Psi)ue#isca.er*os #ortemanteau%: 7is*il!ar O *is*il!otar N ol!ar ( #. -s a$+eti. H<)3 -rfan$ante O 8rf"o N an$ante (#. 1G1)3 Lentimentiroso O sentimental N mentiroso ( #. 5a $efini1"o $este autor. Q=)3 Pa'#al!a1o O #a' N #as#al!o N #al!a1o (#.ras esotéricas $e um no. ou Bfurioso fumanteC.nfini1"o O infinito N in$efini1"o (#.$em.ro As ?usadias @er"ais em Tutaméia. Mas as constru1/es #ara$o%ais roseanas n"o est"o a#enas na utili'a1"o $o !umor. <G)3 Lun(tico-$e-mel O lun(tico N lua-$e-mel ( #.ro 01gica do Sentido. JIQ).

i$i$os em três cate.er . euWC (#. no ei%o #ara$i.ela ao $ia*oC.on$e Bsara$aC e Bs"C referem-se a $ois esta$os similares. $emaisC. 1<<=. como BXueria. . stas se#ara1/es foram feitas res#eitan$o o critério $e contra$i1"o ou incom#ati*ili$a$e sem0ntica entre termos ou e%#ress/es sint(ticas coor$ena$as (LP :6. se.istos no ei%o sinta. H=). consi$eraremos ins8litas as com*ina1/es )ue resultam em contra$i1"o. )ueria ter sau$a$e. 1H=)3 B&ri+imiro tu$o ignora$a $e sua inf0ncia3 mas recorda$a5a. on$e ocorre BD.#ou)uin!o s8.ios no senti$o )ue est( $a$o a $etermina$o termo ou #ala. 1<Q<. 6 escol!a $as #ala. $o conto B7arra $a SacaC (#.a ? $o%a. fatos )ue mais se a#ro%imam $o #ara$o%o em seu senti$o strictu. 1>). #.$em. #. ao tratar $o local on$e mora. ra um sil3ncio 4uase calado0C (. $e. e tam*ém contra$i1"o (ou #ara$o%o) com a utili'a1"o $o termo B)uaseC entre os $ois elementos.un$o esta autora.Bfrases #(li$asC. sinVnimos $e Bcura$a$aC.am :om"o e 5!emaria. 1<<=.a e a &4. tam*ém encontramos outras e%#ress/es semel!antes. B*oa mal$a$eC.amente. $e BGran$e Ge$e"oC (#. coisa $e muita montaC.er$a$esC.ras comuns $e a$+eti. =I). ou. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil C!amaremos $e com*ina1/es ins8litas a)uelas )ue +untam termos semanticamente incom#at2.Uai. o cria$or $e #erusC. os a$+eti. (#. &essa forma. 1JJ) -s elementos contra$it8rios analisa$os #or L#era. ste 4ltimo item cita$o #or Teane L#era é o $as associa#$es incompatíveis. uma no.@2stico. 1JI-1J=). (#. JI)3 B. <>)3 BPensou um sussuroC e B. m am*os os casos.o (. 6 su*. a su*. B*ons $ia*osC. ><)3 Blé#i$a. #.a1"o #ara $etermina$os su*stanti.os )ue #o$em ser atri*u2$os a um su*stanti. #.em o sistema lin. on$e a estrutura1"o $o sinta. 1IP).un$o as normas )ue re.is"o $o uso $e $etermina$as #ala. #.. $e B5o Prosse.e K sem#re ou ao m(%imo mais formosa. (LP :6.C (:-L6. R( tam*ém as Banti.i$aC. 1IH). &os . )ue a $esuni"o fa' as enormes for1asC (:-L6.ue re.a-a com to$a a fra)ue'a $o seu cora1"oC (:-L6. $o conto BTo"o Porém. e em B storiin!aC. 1H>)3 BSira.C.re triste'aC. Bfirme in$ire1"oC. Bale.a.ers"o $o clic!ê )ue*ra o senti$o +( enri+eci$o $a e%#ress"o e #ro$u' o estran(amento. mesmo. #. Um no. em incom#ati*ili$a$e $ecorrente $a a#arente im#ro#rie$a$e $a rela1"o esta*eleci$a entre os constituintes $o sinta. 6 redundAncia.ers"o $o clic!ê tam*ém é uma fu. #. 6s contra$i1/es s"o #ara$o%os sem0nticos en)uanto $es. 5o #ref(cio BLo*re a sco. 6 ru#tura com o )ue é consi$era$o comum instaura o #ara$o%o. G1).o senti$o é $a$o. 1<<=. $estacamos os se. s"o mais numerosas. Guimar"es :osa $escre. 5o. GH)3 Bra'/es *rancasC.$em.. 6s contradi#$es.uintes: .ma.iam $e ser mo$era$os !a*itantes. (tam*ém #ara$o%o) (#. .J<)C.ras $e coerência )ue tornam #oss2.eis.e o as#ecto $a casa $a :ua $os 6ltos: BPor fora.ras em con+unto com outras.i$a$esC (:-L6.as no. &ois e%em#los $esta caracter2stica #o$em ser #erce*i$os nos contos B6 . #. $e BCurtam"oC (ao mesmo tem#o.m(tico. $e B.orias: #rocessos $e re$un$0ncia.E com isso ele conta. etc. 1JH). $ecisaC. in$ecisa.eis a #re.a l8. on$e !( a#ro%ima1"o $e senti$o entre BsilêncioC e Bcala$oC.el!in!o mo1oC. >1)C. Interações. temos o devir-louco $e )ue trata &eleu'e. on$e a#arece a e%#ress"o B6ma. L#era relata )ue s"o mais $e GP ocorrências e $estaca al.os escol!i$os n"o s"o #re. em re$un$0ncia. 1<Q<. foram $i. é ina$e)ua$a. #.el.(rios e%em#los )ue a autora e%trai $os contos $e <utaméia. se.ras se.ra. ocorre nos contos B&esenre$oC e em B:eminis1"oC: m B&esenre$oC: B la K lon.os.uirC (#. #. n"o )ueria.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. estran!os aos #rocessos sint(ticos comuns $o i$ioma.umas como Binfinito monoss2la*oC (:-L6.ica é cria$a. (LP :6. 5o caso $as associa#$es incompatíveis. é uma constru1"o #ara$o%al) (#. >I).am no. $e contra$i1"o e $e associa1"o incom#at2. crian$o e%#ress/es estran!as ?s re.o silêncioC. +( sarada e s"20 (:-L6. H>)3 Bfec!ei re$on$a e )ua$ra$aC. #. como o uso $e $etermina$os a$+eti.m(tico.ma. 5o conto B:eminis1"oC.

mam2fero .ra. #or .i$a in$e#en$ente. ou #ro#osi1"o im#oss2. Gom*ric! a#resenta . 20 I'agens %arado&ais Mauritis Cornelius sc!er $es$e o in2cio $e sua carreira #referiu tra*al!ar com a #ro$u1"o $e estam#as atra.CR.eometria..imento $o )ual sc!er mais se a#ro%imaria. 1<<1.un$o rnst. #.C (& L U9 . Lua fascina1"o #ela matem(tica.. no #ref(cio BLo*re a sco. sta é uma $as caracter2sticas $a escolas $e .i$aC.ras $a re#resenta1"o.o. 5 6 m Arte e 4lus. . ( :5LT.as ? #ers#ecti. 7runo rnst #ro#/e uma a#ro%ima1"o $as o*ras $e sc!er a esta escola. cita$a #or &eleu'e. ou si. o +o.o com a #erce#1"o e com a . o mo.és $a utili'a1"o $e técnicas como lito. #orém esca#an$o ao senti$o. $i': B. D.nos )ue s"o re#resenta$os remetem ao mun$o real. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil R( ain$a a re$u1"o ao a*sur$o.rafia. es#ecta$ores. artista *rit0nico.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. 1<>Q. linoleo. Leus estu$os so*re a $i.an. ser. com a #ossi*ili$a$e $e ru#tura com a re#resenta1"o tri$imensional.isual.a $e $oar senti$o. .e ? auto-e%#ress"o $o artista. e tam*ém a ru#tura com a #ers#ecti. 1G) $e Yilliam Ro. na re#resenta1"o . 6 #ro#osi1"o é #ara$o%al na me$i$a em )ue tenta esta*elecer uma )uali$a$e ina$e)ua$a (.em #ela coisa re#resenta$a (G-M7:.e su#er(-la na #erfei1"o..nifica1"o est( com#rometi$a.G.uras $o !olan$ês n"o #ossam ser cate.ens curiosas e *elas.ura e %ilo.surrealismo seria. a#esar $e )uê.. $es$e tem#os me$ie..em $e. Yilliam Ro. 1<HJ. Gom*ric!. Porém.ra.E &os artistas #l(sticos $e !o+e es#era-se )ue a sua o*ra se+a em #rimeiro lu. Interações.uar$a.rafia. no ca#2tulo )ue trata $as Am"igBidades da <erceira )imens.art!Q. n"o se encontrar( o nome $e M. . &eleu'e. ao $iscutir so*re a cria1"o $e re#resenta1/es im#oss2.leit motiv $e sc!er é o trato com a reali$a$e.(rios e%em#los $e ru#tura com as leis $e #ers#ecti. encontramos a i$eali'a1"o $a reali$a$e. .el. QJ) . on$e se lê: B6cre$ito ain$a em outras coisas. se. ou se+a. sc!er arrola$o entre os artistas mais im#ortantes $a Rist8ria $a 6rte. 1I>). Le. e mantermos o $istanciamento necess(rio com sua re#resenta1"o. o Lurrealismo #rinci#almente. (1Q<H K 1HQI). )ue na forma e cor tem .is"o #essoal $o artista.a no século ZS.io $a norma.e uma reca#itula1"o so*re a )uest"o $a mimese na arte. é isto )ue é #reciso enten$er #or non-sense. . o#eran$o a $oa1"o $e senti$o. em #articular #ela . sen"o tomar2amos a ima.a.urati.$em.ou muito tem#o a n"o se a#reciar na o*ra $e arte.an.art!.eometria. HI).uar$a. #. nem a re#ro$u1"o. #or e%em#lo.. 6o mesmo tem#o a#areceu uma outra ne. e n8s.E 6ssim . 6 ima.a$or e #intor sat2rico. Porém.eis na o*ra $e sc!er. esclarece )ue.e'es somos sur#reen$i$os.artista tem $e corri. mesmo sa*en$o $as re. . #. 7runo rnst.a. fa' *re. esca#an$o ao con+unto $e )uali$a$es #oss2.em #ara com#reen$ê-la.. C..a1"o $a reali$a$e K o Lurrealismo. #recisamos esta*elecer um #acto com a ima. #.ular $o #lano e a tri$imensionali$a$e resultaram em ima. G11).emos a#arecer uma arte n"o fi. M a atri*ui1"o ina$e)ua$a $e )uali$a$e a um termo.em -erspectiva !alsa (F. e%#ressa na sua o*ra. 1<>Q. 6o analisar a ima.n"o-senso é ao mesmo tem#o o )ue n"o tem senti$o.ir to$o o erro e m(cula inerente ? reali$a$e. #rinci#almente a)uelas relati. mas antes a . os si..oa$or) ao *oi (mam2fero terrestre). no item .is"o re. L"o Paulo: Martins Fontes. D. no *oi.ra.eis ao termo.ori'a$as em nen!uma escola $e . era o leit motiv $e sua #ro$u1"o art2stica.n"o-senso é a tentati.enuncia$o est( sintaticamente correto.a. M o $es. a #arte sem0ntica.ar e acima $e tu$o uma e%#ress"o $ele mesmo.o=. nem a i$eali'a1"o. n"o terrestreC (.ais: m to$a Rist8ria $a 6rte. sua #arte formal n"o #ossui #ro*lemas.a e a &4. #orém refor1a o fato $e )ue as .oa$or. ao tratar $esse assunto.

emos c!amar este #ara$o%o $e Para$o%o $e Meinon. :aramente nos $etemos #ara consi$erar )ue #o$e re#resentar i. a fi.eis.G.art! $e acor$o com a inten1"o $ele. BCu*o com Fitas M(. J). I) e B7el.ale etc. Semos a . 7 6le%ius Meinon. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil F.ir )ual)uer altura e os *ra1os. 1<>Q. G). inter#retamos a s(tira $e Ro. no e%terior $o ser. matéria ine%tensa. Lo*re o con. &e.a correta.eis $e serem constru2$os. mas )ue têm uma #osi1"o #recisa e $istinta no e%terior: eles s"o Be%tra-serC.el. #. BXue$a &[\. um mun$o no )ual as leis $a .icasC (F. Como #ro#osi1"o. K s"o o*+etos Bsem #(triaC. =).ura é a*solutamente #ertinente.e%oC (F.(.G.eis em um esta$o $e coisas.em. #orém a #ertinência $o enuncia$o fi. perpetuum m1"ile montan!a sem . nem #oss2. como estamos. 5"o #ossui e)ui. fil8sofo austr2aco not8rio #or sua formula1"o $e o*+etos im#oss2. (G-M7:. Para ele.el. L"o #ro#osi1/es a*sur$as. #orém com senti$o. G1J-G1I) Gom*ric! n"o ne.alência com a reali$a$e.G. ou se+a.en1/es $a #ers#ecti. sem si. on$e as (r.un$o &eleu'e: M )ue os o*+etos im#oss2.urati. Yilliam Ro.ens. mesmo )ue se+a im#oss2.ualmente um mun$o im#oss2. nem e%istentes.el.EC (& L U9 . Gom*ric! $eclara: 6costuma$os.G.eis K )ua$ra$o re$on$o.i$a$e n"o se a#licam.el.ia $e Russerl. Le. 1<HI.uaC (F.GU:6 1 K 2alsa -erspectiva. Interações.e$ereC (F.ra.o é ine.encionalismo $a leitura $e ima.. tu$o a)uilo )ue #o$e ser conce*i$o #elo #ensar #ossui e%istência en)uanto fenVmeno.. 1H=J. (1>=J-1<GP).nifica1"o )ue l!e #ossa ser e)ui. sta #ro#osi1"o influenciou o #ensamento $a fenomenolo. #uros acontecimentos i$eais inefetu(.ores #o$em atin. . ?s con.alente. &eleu'e tam*ém concor$a com a e%istência $a #ro#osi1"o. #.ens )ue #ressu#/em constru1/es im#oss2. J>) 6s ima.o e Con.ra.H D. )ual)uer com#rimento.uintes: BCVnca.a a #ossi*ili$a$e $e e%istência $e uma re#resenta1"o $entro $a ima.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. n"o !( o*+etos $esta nature'a.eis s"o as se.CR.art!.ura como uma #intura im#oss2.

lito.is"o $e #lanos so*re#ostos causa certo $esconforto e estran!amento na leitura $a ima.ira$os. a simultanei$a$e $a . )ue tam*ém é c!ama$o $e tri"arra.isuali'ar os cu*os so*re#ostos. #rofessor $e matem(tica $a Uni. #ois tam*ém n"o #o$emos $iferenciar #ara )uais la$os os cu*os encontram-se .is"o su#erior e inferior se confun$em. J). interior e e%terior. s"o e%em#los $o devir-louco $eleu'eano3 no #lano $a #ers#ecti.os.uaC (F.ura &. o acima e o a*ai%o se inter#enetram. ora con. funciona em #rocesso meton2mico com o to$o $a ima.ncavo e &onvexo. 6 *an$eira #resente na ima. a *ase #ara sua ela*ora1"o foi o Tri0n.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. -s elementos #resentes: os toca$ores $e flauta. 6 interse1"o $e #lanos #resente na fi. o fora e o $entro.(rias re#resenta1/es $e sc!er *asea$as em #rinc2#ios matem(ticos. )ue ora #arecem cVnca.a.GU:6 J K &u"o com 2itas %ágicas.er Penrose (1<J1).rafia. &u"o com 2itas %ágicas (F. Interações.rafia.o entre $entro]fora é feito com os *ot/es $a fita.ulo $e Penrose>.G. . o +o. 5este caso. os la.uinte.em.artos e os $etal!es $as colunas (ou ental!es) alternam-se no +o. na )ual #o$e-se .o $a #ers#ecti. 1<==.ncavo e &onvexo.=cm.em. J1 % J1 cm.GU:6 G K &. 5o e%em#lo se. lito. on$e a .em.G. I) é uma $as . F. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil F.a. 8 :o. 1<=H.ersi$a$e $e -%for$. G> % JJ. BXue$a $[\. os !omens nas esca$as.lês.e%os. f2sico e matem(tico in.

rafia.ia e ? #si)uiatria. sem#re encantou o artista. s"o e%em#los $os estu$os $e #erce#1"o li.ulo $e Penrose. 1<Q1. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil F.a nas ciências e%atas. J> % JPcm.ulo $e Penrose 6 #es)uisa matem(tica.ulo $e Penrose.a$os ? #sicolo.GU:6 I K Cueda dDEgua.o multi-estável.ura $o Tri0n.rafo su21o.GU:6 Q K Cu*o $e 5ecFer 9 Louis 6l*ert 5ecFer (1H>Q-1>Q1). $a maneira mais art2stica #oss2. Tanto o Tri0n. como +( foi $ito anteriormente. )uanto o Cu*o $e 5ecFer. 6*ai%o uma ima. Interações.GU:6 = K Tri0n.em $esta fi. lito. F. -utro elemento matem(tico #resente na o*ra $e sc!er foi o Cu*o $e 5ecFer<.a tra'er #ara re#resenta1"o #ict8rica. . )ue *usca. ou tri*arra: F. os conceitos )ue ele encontra. c!ama$os $e percep#. on$e n"o !( $istin1"o nas fronteiras $o o*+eto.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras.el. cristal8.

ole a #r8#ria cau$a. ao li$ar com cria1/es #ara$o%ais. se+a liter(ria ou #ict8rica. Interações. ima. a o*ra n"o se fec!a em si. comuns. cremos )ue estes e%em#los esclarecem os conceitos $e &eleu'e e tam*ém os $e Ferrater Mora. a ru#tura com as leis $e #ers#ecti. mas tam*ém sua !a*ili$a$e $e encontrar uma forma mais #oética. no formato simultaneamente !umor2stico e $issertati. 6 *usca #ela re#resenta1"o . 5as ima.ens e senti$os. Como $eclara :osa Ba . IQ % G<.ens #o$eriam ser inclu2$as no tema $os #ara$o%os ima.eis. C67CLUS86 Guimar"es :osa. $e ane$otas ou !ist8rias $e n"o-senso s"o #ostas como uma forma $e transcen$er a lin. Leu fa'er art2stico é o cru'amento $e sa*eres #ara um além-arte. 6 a#resenta1"o $e situa1/es coti$ianas.o $e sua o*ra.ens $e sc!er.ista em seu su#ra-sensoC. com rela1"o ? ru#tura com a re#resenta1"o e o #ara$o%o $os o*+etos im#oss2. encontram sua e%istência no #lano $a #ro#osi1"o.isual: . #ei%es ou refle%os.em colo)uial $o #ref(cio. sc!er $iscute o fa'er art2stico en)uanto c8#ia $a reali$a$e e tam*ém a)uele )ue é feito sim#lesmente #or #uls/es su*conscientes ou alucinat8rias. a rela1"o o*+eto]conceito ? )ual estamos acostuma$os. como uma ser#ente )ue en. no seu car(ter $e intro$u1"o ? o*ra. na *usca $e retratar as mara.am-se em . stes 4ltimos. Convergências to.olta.rafia.il!as $o mun$o ? nossa .ica sint(tica $a frase $e maneira a criar uma no. ou a*sur$os.ras estéticas.ras e a l8.GU:6 H .a e os +o./elvedere.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras.eis. ao lon. o )ue #o$e ser encontra$o. -utras ima. 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil 6 ima. 1<=>. entretanto.os con!ecimentos #ara com#reens"o $os o*+etos art2sticos a#resenta$os. sem terem a #ossi*ili$a$e $e e%istência real. $emonstra n"o somente a ca#aci$a$e criati. alia$a ? cria1/es im#oss2. #ortanto. #orém a*re-se #ara o leitor. m2stica ou metaf2sica $e re#resentar o )ue est( ? sua . Ultra#assam.=cm.eométrica #erfeita. como +( foi $ito.em /elvedere tam*ém li$a com esta mo$ifica1"o na constru1"o e #erce#1"o $o o*+e- F.ua. a*sur$as ou im#oss2. 6m*os *asea. mostram-se a.o $e seus #ref(cios.os $e simetria colocam em c!e)ue a )uest"o $o $esen!o e $a arte mo$erna. como sim#les im#ulso ou ru#tura $e re.a forma $e a*stra1"o liter(ria.éticos. $istantes $a normali$a$e $e outros fa'eres art2sticos.eis. aca*a #or criar o*ras $e forte #olissemia . mani#ula as #ala.ro <utaméia.i$a é #ara ser .emos m4lti#los #lanos.olta K e além K a #artir $e elementos sim#les como #(ssaros. 6 arte.encia$ores $a *usca $e no. am#lian$o a correla1"o $este com um BcosmosC art2stico em to$a sua #otenciali$a$e. 5este senti$o. lito.a $o !omem. no caso $o li. 6s estruturas #resentes em Guimar"es :osa e sc!er.

D1GE P6:6&-Z-. GU6TT6:. @eredas de . L"o Paulo. :io $e Taneiro: $. )icionário de 2iloso!ia.aria$os.&.R. Sol. 1<>G. JI. DQE &U6:T . Tac)ues. L"o Paulo: $itora Mestre Tou. &e 6urélio Guerra 5eto e Célia Pinto Costa. L"o Paulo: Positi. L"o Paulo: Martins Fontes.C.'sc(er.ia $a re#resenta1"o #ict8rica. $a Uni. 6rte U D1=E ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^. G. Tra$. Rist8ria e Psicolo. Tra$. 1<<= stela $os Lantos 6*reu.'sc(er +ravura e )esen(os. além: transcen$ente.raria Tosé -l`m#io $itora. Maria -$ete Goncal. 1.-. 7elo Rori'onte: &PUC.C. 1<Q<.s K ca#italismo e es)ui'ofrenia. R191R:7CIAS BIBLI6. L"o Paulo: $. Teane Mari Lant[6na. #ara cria1/es estéticas $e *ele'a incomum. 6rte e . D1IE LP :6.nstituto $e Letras. )ue con$u'em ? transcen$ência art2stica (e $a . %il -lat. 1<HI.es _oller. %. As ?usadias @er"ais em Tutaméia. Tosé Ferrater. 1<Q=. . e .i$a) atra.. German`: Tasc!en.n: 6776G565-.&. Sol. Tra$. 1<>Q. 1<<I. 01gica do Sentido. Tra$. 1<>I.P. &e#artamento $e Rist8ria e Psicolo. Cl(u$io César Lantoro. $.) K . DHE :5LT. Feli%. . ? %undo 'ncantado de TutaméiaF Uma leitura $e To"o Guimar"es :osa.-5\:. 1<<=.nform(tica. D>E LCR :. DIE ^^^^^^^^^^^^^^^.L T:b5..icos *em ela*ora$os. L"o Paulo: $itora Mestre Tou. :io $e Taneiro: $. L"o DJE & L U9 . 1<<=.&. German`: Tasc!en.lus"o K um estu$o $a #sicolo. Maria -$ete Gon1al. Lui' :o*erto Lalinas Fortes. 7runo. 5icola. $entro $o a*sur$o #ara$o%al !( um outro senti$o. 1<<=. (Com#. D1JE :-L6. 1a e$. )icionário de 2iloso!ia. JI.. Interações. Tra$. GU6TT6:. GPPI. Paulo: Pa#irus $itora. 1<<1.o .ia. Feli%. %il -lat.ia $e 6ssis.ires .osa 44.9ICAS D1E 6776G565-. <utaméia: terceiras est8rias.ersi$a$e sta$ual Paulista T4lio $e Mes)uita Fil!o. *rasil.ersi$a$e $e L"o Paulo. L"o Paulo: Cultura K U5. Tomo . DGE 6UM-5T. $itorial D11E 5-S. Tra$. Tra$. Luas o*ras s"o cru'amento $e $e. 1<>G. Gilles. 7uenos 6ires: Lu$americana. D=E ^^^^^^^^^^^^^^^.XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras. D1PE M-:6..). JPJ f. $e 6urélio Guerra 5eto e Célia Pinto Costa. A imagem. 5icola. Tra$. To"o Guimar"es.es_oller.. :aul $e L( 7ar*osa.R.6U:ML.CR. M.és $a $esco*erta )ue. Uni. 6lfre$o 7osi.s K ca#italismo e es)ui'ofrenia. :io $e Taneiro: Li. (&isserta1"o. GPPJ.C. Convergências 13 a 17 de julho de 2008 US ! S"o aulo# Brasil racioc2nios l8. 1<<I. 6urélio 7uar)ue $e Rolan$a. Lélia Parreira et al. D<E G-M7:. . )iccionario de 2iloso!ía. ? espel(o mágico de %.

0 /s0 Uni.ersi$a$e Fe$eral $e Minas Gerais (UFMG) -mail: marcelocorrealimac.com .1 Autor) /arcelo C6RR:A LI/A# ro.mail.