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DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE

,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
DIARIO DE PALESTRAS
DE 5 MINUTOS SOBRE
SAUDE, SEGURANÇA,
QUALIDADE E
MEIO AMBIENTE
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
INDÍCE
PALESTRA 01 - POEIRA
PALESTRA 02 - ÓCULOS DE SEGURANÇA
PALESTRA 03 - MINI PERNEIRA
PALESTRA 04 - AR COMPRIMIDO
PALESTRA 05 - PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
PALESTRA 06 - CONDIÇÕES PERIGOSAS
“MAÇARICOS”
PALESTRA 07 - EFEITOS DO RUÍDO NO SISTEMA
AUDITIVO
PALESTRA 08 - O CONTROLE DO RUÍDO.
PALESTRA 09 - A ILUMINAÇÃO NO MEIO
AMBIENTE.
PALESTRA 10 - AERODISPERSÓIDES NO MEIO AMBIENTE PALESTRA 11 - LEVANTAMENTO
DE PESO E TRANS. DE OBJETOS MANUALMENTE
PALESTRA 12 - CONTROLE DA QUALIDADE TOTAL
- TQC
PALESTRA 13 - VAPORES EM TOXICOLOGIA
PALESTRA 14 - LEVANTAMENTO DE PESO E TRANS. DE OBJETOS MANUALMENTE
PALESTRA 15 - TRANSPORTE E ELEVAÇÃO DE
CARGAS
PALESTRA 16 - MANUSEIOTRANSPORTEARMA!ENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS
PALESTRA 17 - VAPORES - AGENTE QUÍMICO
PALESTRA 18 - GASES EM TOXICOLOGIA
PALESTRA 19 - ATIVIDADE FÍSICA
PALESTRA 20 - POEIRA - HIGIENE INDUSTRIAL
PALESTRA 21 - RUÍDO
PALESTRA 22 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PALESTRA 23 - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
PALESTRA 24 - RECICLAGEM DE RESÍDUOS
PALESTRA 25 - RESÍDUOS INDUSTRIAIS
PALESTRA 26 - PRODUTOS E CLIENTES
PALESTRA 27 - PRODUTIVIDADE E
SOBREVIVÊNCIA
PALESTRA 28 - SEGURANÇA NO LAR
PALESTRA 29 - DIAS DE DESCANSO
PALESTRA 30 - PRESENTES DE NATAL
PALESTRA 31 - PRESENTES DE NATAL
PALESTRA 32 - CUIDADOS COM A PELE
PALESTRA 33 - LIMPEZA DAS MÃOS
PALESTRA 34 - A SAÚDE
PALESTRA 35 - COLUNA VERTEBRAL
PALESTRA 36 - PROTEÇÃO DOS PULMÕES
PALESTRA "# - $OJE N%O & O MESMO QUE ONTEM
PALESTRA 38 - TODOS DEVEMOS PREOCUPAR-
NOS PELA PREV. DE ACIDENTES
PALESTRA 39 - OS INCIDENTES SÃO
ADVERTÊNCIA
PALESTRA 40 - NINGUÉM DESEJA CULPAR
NINGUÉM
PALESTRA 41 - OFICINA LIMPA É UMA OFICINA
SEGURA
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PALESTRA 42 - ARRUMAÇÃO, LIMPEZA E
ORDENAÇÃO SÁO BONS HABITOS.
PALESTRA 43 - FIQUE ATENTO A VIDRO
QUEBRADO
PALESTRA 44 - PREPARAÇÃO DE ÁREAS
SEGURAS
PALESTRA 45 - ESTEJA ALERTA AOS RISCOS
COM BATERIAS
PALESTRA 46 - LUBRIFICAÇÃO E REPAROS
PALESTRA 47 - ACIDENTES PODEM ACONTECER
EM QUALQUER LUGAR
PALESTRA 48 - IGNIÇÃO ESPONTÂNEA
PALESTRA 49 - RECIPIENTE: LÍQUIDOS
INFLAMÁVEIS
PALESTRA 50 - SOLVENTES INFLAMÁVEIS COMO
MANUSEAR
PALESTRA 51 - COMO PODEMOS PREVENIR
INCÊNDIO
PALESTRA 52 - PROCEDIMENTOS CORRETOS
PARA REABASTECIMENTO
PALESTRA 53 - DEZ MANEIRAS PARA CONVIVER
COM GASOLINA
PALESTRA 54 - LIMPEZA DE TAMBORES
PALESTRA 55 - POEIRA EXPLOSIVA
PALESTRA 56 - RECIPIENTES DE SEGURANÇA
PALESTRA 57 - FUJA DE INCÊNDIOS... ONDE
QUER QUE VOCÊ ESTEJA
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PALESTRA 58 - E A RESPEITO DE PEQUENOS
FERIMENTOS?
PALESTRA 59 - PRIMEIROS SOCORROS PARA OS
OLHOS
PALESTRA 60 - ESTEJA PREPARADO PARA
SALVAR UMA VIDA COM PRIMEIROS SOCORROS
EM CASOS DE ESTADO DE CHOQUE
PALESTRA 61 - EXPOSIÇÃO A SUBSTÂNCIAS
POTENCIALMENTE PREJUDICIAIS À SAÚDE OU
PERIGOSAS
PALESTRA 62 - AREJE OS GASES DE EXAUSTÃO
PALESTRA 63 - SOLVENTES COMUNS
PALESTRA 64 - ÁCIDOS
PALESTRA 65 - ATERRAMENTOS POR
PRECAUÇÃO
PALESTRA 66 - CABOS DE EXTENSÃO
PALESTRA 67 - CHOQUE ELÉTRICO
PALESTRA 68 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
PALESTRA 69 - PROTEÇÃO DAS MÃOS
PALESTRA 70 - PROTEÇÃO PARA OS OLHOS
PALESTRA 71 - COMPETIÇÃO PARA CABEÇAS
DURAS
PALESTRA 72 - O VALOR DO CAPACETE DE
SEGURANÇA JÁ FOI APROVADO
PALESTRA 73 - LESÕES NAS COSTAS
PALESTRA 74 - MANUSEIE CARGAS COM
SEGURANÇA
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PALESTRA 75 - CARRINHOS DE MÃO
PALESTRA 76 - EMPILHADEIRAS - AS MULAS DE
CARGA DO TRABALHO
PALESTRA 77 - IÇAMENTO MECÂNICO E OUTROS
EQUIPAMENTOS MOTORIZADOS
PALESTRA 78 - DICAS DE SEGURANÇA PARA
OPERAÇÃO COM GUINDASTE MÓVEL
PALESTRA 79 - SEGURANÇA COM CABOS DE AÇO
PALESTRA 80 - PRÁTICAS DE SEGURANÇA NA
UTILIZAÇÃO DE ESCADAS
PALESTRA 81 - PENSE EM SEGURANÇA QUANDO
USAR ANDAIMES
PALESTRA 82 - SEGURANÇA COM MÁQUINAS
OPERATRIZES EM OFICINAS
PALESTRA 83 - O ESMERIL
PALESTRA 84 - SEGURANÇA COM
PRENSA/FURADEIRA PARA METAL
PALESTRA 85 - DICAS SOBRE FERRAMENTAS
PALESTRA '6 - C$AVES DE (ENDA - (ERRAMENTA MAIS SUJEITA A ABUSOS
PALESTRA 87 - USE OS MARTELOS COM
SEGURANÇA
PALESTRA 88 - PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM
CHAVES DE BOCA
PALESTRA 89 - PORQUE INSPECIONAR
FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS?
PALESTRA 90 - REGRAS DE SEGURANÇA PARA
FERRAMENTAS ELÉTRICAS
PALESTRA )1 - SEGURANÇA COM (ACAS
PALESTRA 92 - FURADEIRAS ELÉTRICAS
PORTÁTEIS
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PALESTRA 93 - SEGURANÇA COM GÁS
COMPRIMIDO
PALESTRA 94 - O OXIGÊNIO
PALESTRA 95 - O ACETILENO
PALESTRA 96 - SOLVENTES ORGÂNICOS
PALESTRA 97 - O RUÍDO! VAMOS NOS PROTEGER
PALESTRA 98 - A INFLUÊNCIA DO CALOR NO
TRABALHO
PALESTRA 99 - REAÇÕES EMOCIONAIS AO
ACIDENTE DO TRABALHO.
PALESTRA 100 - CRIANÇAS NO TRÂNSITO
PALESTRA 101 - L.E.R. Lesões por Esforços
Repetitivos.
PALESTRA 102 - CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA
PALESTRA 103 - POR QUE AS PESSOAS NÃO
USAM CINTO DE SEGURANÇA?
PALESTRA 104 - CRISTO MUTILADO
PALESTRA 105 - CREDO DA SEGURANÇA
PALESTRA 106 - DICAS DE SEGURANÇA PARA
DIRIGIR EM DIAS CHUVOSOS.
PALESTRA 107 - OS DEVERES DO MOTORISTA
PALESTRA 108 - A CURIOSIDADE EXCESSIVA.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PALESTRA 109 - TRÂNSITO: UM DESAFIO NO DIA
A DIA.
PALESTRA 110 - O PAPEL INTIMIDATIVO DA LEI.
PALESTRA 111 - A RESPONSABILIDADE DE CADA
UM NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES.
PALESTRA 112 - FÉRIAS.
PALESTRA 113 - NÃO DEIXE QUE O
ACIDENTE.ESTRAGUE SUA FESTA.
PALESTRA 114 - COMO AGIR NUM NEVOEIRO?
PALESTRA 115 - MANEIRA CORRETA DE
TRABALHAR SENTADO.
PALESTRA 116 - COMO DIRIGIR UM CARRO
USANDO O FREIO CORRETAMENTE.
PALESTRA 117 - POSTURA CORPORAL.
PALESTRA 118 - POSTURA COMPORTAMENTAL
FATOR BÁSICO NA SEGURANÇA INDUSTRIAL
PALESTRA 119 - COMO DIRIGIR BICICLETAS.
PALESTRA 120 - RESPEITO À SINALIZAÇÃO.
PALESTRA 121 - QUANTO CUSTA UM ACIDENTE?
PALESTRA 122 - INCIDENTES, QUASE-ACIDENTES,
SUSTO.
PALESTRA 123 - LEI NR. 01 - MOTORISTA
PRUDENTE.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PALESTRA 124 - UM AMIGO QUE NÃO QUERO
PERDER.
PALESTRA 125 - A ATITUDE E O AJUSTAMENTO
NO POSTO DE TRABALHO.
PALESTRA 126 - CORRIDA MATINAL.
PALESTRA 127 - MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA
INCÊNDIO FLORESTAL.
PALESTRA 128 - ECOLOGIA DO TRABALHO.
PALESTRA 129 - MENOR NO VOLANTE!
PALESTRA 130 - PROTEGENDO AS MÃOS.
PALESTRA 131 - A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E OS
EPI`s.
PALESTRA 132 - TRABALHADORES MAIS
SEGUROS.
PALESTRA 133 - É TEMPO DE 5S.
PALESTRA 134 - PADRÕES MÍNIMOS DE
SEGURANÇA.
Apresentação
Durante aIgum tempo procuramos coIetar nas
diversas pubIicações existentes - revista proteção,
revista da CIPA, Fundacentro e outras - artigos
reIacionados com Segurança / Medicina do
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
TrabaIho, como forma de agrupar temas com
informações objetivas , sucintas que pudessem
gerar este manuaI para os Gerentes.
Observamos também que um programa de “5
minutos de conversação” poderá ser incrementado,
a partir dessa coIetânea, em que os Gerentes
possam discorrer, repassando aos seus
subordinados de maneira a difundir, antes do início
da jornada de trabaIho, a prática prevencionista de
forma cIara e simpIes. Os efeitos advindos dessa
prática, certamente serão imensuráveis.
Os assuntos são infindáveis. AqueIes aqui
apresentados representam grande parte de nosso
processo produtivo, com que achamos
importantes. Porém, outros poderão ser
desenvoIvidos de modo a atender todas as
questões que envoIvem o dia-a-dia dos
empregados.
O principaI objetivo é conversar, integrar e deixar
transparente a reIação, trabaIho/segurança, em que
todos terão acesso ás informações e o
reconhecimento dos riscos inerente ás suas
atividades.
A presença de um profissionaI de
Segurança/Medicina do TrabaIho em condições
soIicitadas,poderá enriquecer e dirimir as dúvidas
suscitadas no transcorrer dos trabaIhos, o que para
tanto estarão disponíveis.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Segurança do TrabaIho
O que é?
É um programa destinado a criar, desenvoIver e
manter atitudes prevencionistas na Empresa,
através da conscientização de todos os
empregados.
Onde?
Tem como foco principaI à reaIização de conversações de segurança nas
áreas operacionais e administrativas, possibiIitando meIhor integração e o
estabeIecimento de um canaI de comunicação ágiI, transparente e sincero
entre gerentes e subordinados.
Quando?
Diariamente, antes do início da jornada de trabaIho,
com duração de 5 minutos com Ieitura de temas
aqui apresentados ou outros reIativos a Segurança
e Medicina do TrabaIho.
Quem?
A responsabiIidade na execução das conversações
é o Gerente imediato do empregado que será
responsáveI em emitir no finaI de cada mês o
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formuIário devidamente preenchido para a
Secretaria do Departamento - RH.
Como?
Em reuniões com o grupo de trabaIho, escoIhendo
um dos temas e fazendo a Ieitura em aIta voz,
procurando ser objetivo na expIanação.
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POEIRA
O pó é constituído por partícuIas geradas
mecanicamente, resuItantes de operações tais
como: manuseio de minérios, Iimpeza, abrasiva,
corte e poIimento de peças.
A maior porcentagem de partícuIas arrastadas peIo
ar, forma de pó, tem menos de 1 mícron (mícron -
miIésima parte do miIímetro). Devemos ter
presentes que as partícuIas de tamanho inferior a 5
microns, são as que oferecem maior risco, por
constituírem a chamada fração respiráveI, as de
maior tamanho sedimentam e não são comumente
inaIadas.
O pó inorgânico de maior importância do ponto de
vista da saúde ocupacionaI é a síIica Iivre
cristaIizada, que é achada em grandes quantidades
na crosta terrestre formando parte de rochas,
minérios, areias, etc..
Um ambiente de trabaIho poeirento pode produzir
uma situação de risco aos trabaIhadores expostos
e, considerando os efeitos da poeira sobre o
organismo humano a medicina e segurança do
trabaIho recomenda a eIiminação deste risco
atuando em três pontos:
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1 - Sobre o foco de geração: com o objetivo de
impedir sua formação, com emprego de métodos
úmidos, encIausuramento do processo, ventiIação
IocaI exaustora e manutenção. (ex. despoeiramento
da sinterização).
2 - Sobre o meio peIo quaI se difunde: para impedir
que se estenda e atinja níveis perigosos no
ambiente de trabaIho, Iimpeza, ventiIação geraI
exaustora ou diIuidora, aumento de distância entre
o foco e receptor. (ex. vedação do prédio de
britagem e peneiramento de coque).
3 - Sobre o receptor: protegendo o trabaIhador para
que a poeira não se penetre em seu organismo e,
orientando-os sobre os cuidados necessários
nestas áreas, treinamento e educação, Iimitação do
tempo de exposição, equipamento de proteção
individuaI, exames médicos pré-funcionaI e
periódicos. (ex. uso adequado do respirador para
pós e névoas que deve ser usado como
compIementação de medidas de controIe ao níveI
de pessoaI).
ÓCULOS DE SEGURANÇA
A proteção dos oIhos é um dos pontos importantes
na prevenção de acidentes e a finaIidades dos
ócuIos de segurança é protegê-Ios contra partícuIas
sóIidas projetadas e / ou em suspensão.
Os ócuIos de segurança são constituídos de
armação em acetato de ceIuIose cor preta, com
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protetores Iaterais em teIa de aço inoxidáveI, haste
de acetato, Ientes incoIores de cristaI de vidro ótico
corrigido e endurecido, resistentes e aItos
impactos.
O nome oficiaI do equipamento é ócuIos de
segurança, haste convencionaI ou meia haste com
eIástico, e é fornecido nos aros 46, 48, 50 mm.
As peças de reposição deste EPI são : haste,
proteção IateraI, Ientes. As unidades de trabaIho
através de suas ferramentarias, estão recebendo
treinamento e ferramentas para ajustes e reparos
nos ócuIos.
Para ser aprovado em nossa empresa, os ócuIos de
segurança deve ser confeccionado segundo as
normas da ABNT e possuir o C A (certificado de
aprovação).
Praticamente em toda área da usina, existe uma
grande variedade de riscos que podem ter como
conseqüência a Iesão nos oIhos. É por isto, que os
ócuIos de segurança é considerado EPI básico, ou
seja, é indicado e de uso obrigatório para todo
empregado ou pessoa que trabaIhe ou transite na
área da usina.
Recomendações sobre o uso e conservação:
• O ócuIo deve ajustar-se perfeitamente ao rosto, sem deixar
aberturas;
• A haste ou eIástico deve manter os ócuIos firmes no rosto, porém
sem incomodar ou machucar;
• Use-se constantemente durante todo o tempo que permanecer no
trabaIho para o quaI for designado;
• Ao coIocar ou retirar não segure os ócuIos apenas por uma haste,
mas peIas duas ao mesmo tempo;
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• Limpe as Ientes somente com tecido ou papeI Iimpo e macio;
• Não deixe que as Ientes tenham contato com quaIquer superfície,
coIoque os ócuIos com as Ientes sempre para cima;
• Não o guarde ou carregue-o nos boIsos traseiros das caIças;
• Não o transporte junto de ferramentas;
• Não o abandone junto a fontes de caIor;
• Não deixe em IocaI onde possa receber respingos de óIeo, graxa,
ácidos, corrosivos, soIventes ou quaIquer substância que possa
danificá-Io;
• Não use os ócuIos com defeitos (faIta de proteção IateraI, eIástico
ou haste danificada ou Ientes riscadas);
• Em Iocais sujeitos a embaçamento das Ientes, use o Iíquido anti-
embaçante.
MINI PERNEIRA
As mini perneiras tem por finaIidades proteger a
parte inferior da perna, o tornozeIo, e o dorso do pó
contra riscos de acidentes de origem mecânica ou
térmica.
Riscos de origem mecânica: batida contra, goIpes
por objetos em movimento, goIpes por objetos
cortantes, queda decorrente de entreIaçamento.
Riscos de origem térmica: exposição a
temperaturas extremas, projeções de partícuIas
incandescentes, respingos de metais em fusão.
A indicação da mini perneira é feita por cargo /
posto e encontra-se no manuaI de equipamento de
proteção individuaI de cada unidade de trabaIho,
porém é necessário que todos tenham informações
adicionais das suas características técnicas e de
aIguns cuidados na utiIização e conservação.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
São utiIizados dois tipos de mini perneiras, uma
confeccionada em Iona pesada e a outra em raspa
de couro curtido ao cromo.
Exceto peIo materiaI com que são confeccionadas,
as mini perneiras tem as seguintes características
comuns:
• ajustagem feita por fechos tipo veIcro com quatro partes para
meIhor fixação;
• passante de vaqueta com ajustagem feita em uma das extremidades
com fecho tipo veIcro, par manter a mini perneira na aItura adequada
da perna;
• costuras com Iinha de aIgodão reforçada;
• desenho anatômico.
A indicação da mini perneira de Iona ou raspa é
feita em função do grau dos riscos existentes nos
Iocais de trabaIho:
• A mini perneira de Iona é indicada para riscos de baixo grau, tais
como: batidas Ieves contra peças e objetos não perfurantes;
contactos com arestas; superfícies ásperas ou abravisas; exposição
ou contacto com projeção de respingos / partícuIas de metais a
temperaturas baixas e médias.
Mini perneira de raspa tem sua indicação para
riscos mais severos tais como: impactos
provocados por objetos cortantes ou perfurantes;
contato com peças, superfícies e / ou materiais
abrasivos; exposição ou contato com projeções de
partícuIas / respingos incandescentes; caIor
irradiante.
Recomendações sobre o uso e conservação
• Mantenha a mini perneira bem ajustada na perna, através dos fechos
tipo veIcro.
• Evite umidade, se moIhada, secar á sombra;
• Não aItere a mini perneira cortando o passante;
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• Não use mini perneira rasgada,
AR COMPRIMIDO
O Ar comprimido é muito utiIizado nas indústrias e
pode ser considerado tão importante como a
energia eIétrica ou a matéria-prima. Entretanto por
estarem comprimidos, o ar e outros gases de uso
industriaI, requerem manipuIação deIicada e
precauções especiais para seu uso. Se for mau
empregado ou estiver fora de controIe ou com seus
acessórios como: Conexões, manômetros,
maçaricos, mangueiras, chave de conexão, não
esquecendo da váIvuIa corta-chamas, mantendo o
conjunto durante ou após uso, fixado para que não
venha a sofrer quedas.
Como é de conhecimento da maioria dos que atuam
na área de Segurança e saúde do TrabaIhador, o ar
comprimido, muitas vezes é usado de forma
inadequada ou seja a pratica de atos inseguros pôr
parte de aIguns funcionários, comum em áreas de
muita poeira , funcionários utiIizam o ar
comprimido para Iimpar a roupa, como também nas
épocas quentes, para se refrescarem. Atos desta
natureza poderá acarretar sérias conseqüências a
aqueIes que pôr desconhecimento ou ignorar os
preceitos de segurança venha a cometer estas
imprudências.
A fim de compIementar a conscientização dos
trabaIhadores, deve-se fazer uma expIanação sobre
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os riscos que podem decorrer do mau uso do ar
comprimido, para que estes fiquem cientes dos
danos que poderão sofrer, caso utiIizem
inadequadamente o ar comprimido.
Não se deve utiIizar o ar comprimido para Iimpeza
de roupas ou cabeIos, pois um jato de ar
suficientemente forte de uma mangueira, poderá
arrancar um oIho de sua órbita, romper um tímpano
ou causar hemorragia, como pode também penetrar
pôr um corte ou escoriações na peIe e insufIar a
carne, causando dor intensa ou uma Iesão mais
grave. Se o ar chegar a penetrar em vaso
sangüíneo, pode produzir boIhas de ar que irá
interromper a circuIação do sangue dentro dos
vasos sangüíneo. Esta Iesão denomina-se emboIia
pôr ar.
Jato de ar comprimido, mesmo com pressões
baixas podem arremessar partícuIas de metais ou
outros materiais sóIidos a veIocidades tão aItas,
que se convertem em perigo para os oIhos e o
rosto.
O ar comprimido contem muitas impurezas, tais
como, partícuIas de óIeo, graxas e outras partícuIas
pequenas. Um jato de ar comprimido sobre a peIe
introduz estas impurezas através dos poros,
podendo causar sérias doenças de peIe.
Todos nós devemos estar conscientes dos riscos e
cuidados a serem tomados nos trabaIhos com ar
comprimido.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
A máscara 8500 é indicada para proteção do
trabaIhador contra poeiras incômodas, tais como:
CeIuIose (fibras de papeI), pó de serragem, poeira
de esmeriIhamento, caoIin, amido, aIumina,
cosméticos, carbonato de cáIcio, siIicato de cáIcio,
siIicone, estereatos, sacarose e dióxido de titânio.
Estas poeiras quando inaIadas não causam danos
ao sistema respiratório, não formam tecidos
fibrosos (noduIações e depósitos tecidos que
recobrem as vias respiratórias, tornando-os rígidos
e sem eIasticidade), causando nestes tecidos
apenas reações aIérgicas reversíveis, não
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provocando doenças orgânicas (substâncias que
passam através dos puImões ao sangue, mas
afetando outros órgãos do corpo humano) e não
produzindo efeitos tóxicos pôr serem faciImente
excretados peIo organismo, sem deixar resíduos.
Esta máscara não possui o certificado de
aprovação expedido peIo Ministério do TrabaIho,
portanto está em desconformidade com a Portaria
3214/78 - Norma ReguIamentadora 06 (EPI), não
sendo caracterizada como EPI (Equipamento de
Proteção IndividuaI).
Assim fica terminantemente proibido o uso da
máscara 8500 em áreas onde há poeiras tóxicas,
tais como: ferro, síIica Iivre cristaIizada, manganês
e fumos de soIda.
A exposição contínua a estas poeiras e fumos sem
a devida proteção, provocará danos irreversíveis ao
sistema respiratório, podendo afetar outros órgãos
do corpo Humano.
Os respiradores sem manutenções ou seja
descartáveis, utiIizados peIa SUMIC são:
• ''00 - Indicado para poeiras tóxicas - Fabricante 3M
• ''01 - Indicado para poeiras tóxicas e fumos de soIda - fabricante
3M
PALESTRA 06 - CONDIÇÕES PERIGOSAS NO USO
DE MAÇARICOS
Antes de quaIquer coisa, vamos definir o
instrumento de trabaIho conhecido peIo nome
“maçarico”.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Trata-se de um apareIho no quaI se processa a
mistura sob determinada pressão de um gás
comburente com outro combustíveI.
Depois de infIamada, esta mistura produz uma
chama, com uma temperatura aproximadamente de
3.200 graus centígrados, portanto, capas de fundir
os metais que não contenham mais de 1,9% de
carbono. Vamos conhecer esses gases.
ACETILENO - É um gás incoIor de cheiro
característico e aItamente combustíveI. Sua
notação química é C2H2. É um composto instáveI,
sujeito a vioIentas expIosões quando se decompõe.
Pôr esse motivo, este gás não deve ser
comprimido, quando puro, para suportar pressões
superiores a 15Lb./PoI2. Em determinadas
condições, quando em contato com a prata,
mercúrio e cobre, pode provocar expIosões.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO DOS CILINDROS.
• Nunca deixar os ciIindros de AcetiIeno diretamente sob o soI;
• Os ciIindros deverão ser armazenados em Iocais adequados e
seguros;
• Evitar os choques, quedas ou goIpes com os ciIindros de AcetiIeno;
• Não utiIizar quaIquer peça ou tubo de cobre ou Iatão, para a
circuIação do
AcetiIeno;
• Usar sempre um reguIador de AcetiIeno, Iigado à váIvuIa do ciIindro,
seja quaI for à apIicação dada ao gás.
EFEITOS:
O acetiIeno é um gás anestésico, não venenoso.
Suas concentrações muito aItas em ambientes
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
fechados sufocarão o ser humano, em virtude da
excIusão do oxigênio.
Os trabaIhos em aItas estruturas, onde as
vertigens podem ocasionar, quedas, com graves
conseqüências, deve-se ter o cuidado de não
respirar muito o acetiIeno.
O*IG+NIO - É um gás comburente, incoIor e
insípido, seu símboIo é O2 e seu peso é 32. Convém
mencionar que, no ar, o oxigênio entra na
proporção de 21% e o nitrogênio com quase 79%.
Em pequenas quantidades, existem ainda, na
composição do ar, os chamados gases raros, são
eIes: HéIio, Xenônio, Argônio e o Criptônio.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Nunca utiIize oxigênio em apareIhos para os quais seja necessário o
ar comprimido;
• Evite quaIquer contato de óIeo ou graxa, com quaIquer parte do
ciIindro, da rede, reguIadores ou dos seus acessórios. O óIeo ou a
graxa pode formar compostos e queimar vioIentamente, na presença
do oxigênio.
• Ao Iigar diretamente o maçarico e observar:
Se há quaIquer vazamento de oxigênio e acetiIeno,
no maçarico, reguIadores, váIvuIa hidráuIica,
mangueira e váIvuIa de retenção;
Observar a tabeIa progressiva de reguIagens como
padrão, peIas fábricas de maçaricos;
Jamais utiIizar o oxigênio para refrigerar o ambiente
de trabaIho. Pôr ser aItamente comburente, isto é,
pôr ativar a combustão, aItas concentrações
poderão ocasionar combustão, seguida de
expIosão.
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O RETROCESSO DA CHAMA:
O manuseio incorreto do maçarico pode causar o
retrocesso da chama. Esta se apaga com um estaIo.
Principais causas:
a) - Toque do bico do maçarico na peça;
b) - O super aquecimento do bico do maçarico;
c) - UtiIização de pressões inadequadas;
d) - Bico maI apertado;
e) - Sujeira na sede do bico do maçarico
f) - Vazamento;
Quando o motivo do retrocesso tiver sido
determinado e eIiminado o seu agente, o maçarico
poderá ser aceso novamente, peIa maneira usuaI.
ENGOLIMENTO DA CHAMA:
O engoIimento da chama, ocorre, quando a chama
queima de voIta para dentro do maçarico,
comumente com um siIvo agudo.
No caso de acontecer um engoIimento da chama
proceda como segue:
• Feche imediatamente a váIvuIa do acetiIeno;
NOTA: dependendo do período, isto é, do tempo que se Ieva para fechar
a váIvuIa, poderá o operador optar em fechar a váIvuIa do acetiIeno ou
do oxigênio. Quando se verificar o engoIimento da chama, a queima
interna pode chegar até ao derretimento do divergente. Neste caso que
uma é uma exceção do processo de fechamento, fecha-se à váIvuIa do
oxigênio;
• Fechar a váIvuIa de oxigênio de corte;
• Se os engoIimentos ocorrem, mesmo após a verificação dos
motivos prováveis, já descritos, Ieve o maçarico à seção de
recondicionamento para a eIiminação do defeito ou descarte-o.
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EFEITOS DO RUÍDO NO HOMEM E SOBRE O
SISTEMA AUDITIVO
A conseqüência mais evidente é a SURDEZ, que
depende de aIguns fatores, como: Intensidade, tipo
de ruído-contínuo, intermitente ou impacto, sua
quaIidade (sons agudos) (são mais prejudiciais que
os graves), susceptibiIidade individuaI, tempo de
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exposição e a idade. A surdez pode ser dividida em
três grupos que são:
• Temporária,
• Permanente,
• Trauma acústico,
A ,-./01 20345.6.789 é caracterizada peIa dificuIdade
de audição, embora passageira, que notamos após
exposição pôr aIgum tempo a ruído intenso. A
exposição proIongada é repetida ao ruído é capaz
não só de causar a surdez temporária como,
potenciaImente, provocar a surdez permanente. Se
a exposição for repetida antes de uma compIeta
recuperação, pode tornar-se surdez permanente.
Podendo ainda ocorrer à fadiga dos múscuIos do
ouvido médio.
A ,-./01 40.38:0:209 É a perda irreversíveI da
capacidade auditiva, devido à exposição contínua,
ou seja o trabaIhador fica exposto ao ruído de
intensidade excessiva, sem proteção auditiva. No
princípio, ocorre a destruição das céIuIas no início
do caracoI,, sensíveI a sons de 4.000 Hz, e a
aIteração não é percebida pôr não atingir a
freqüência da faIa. As perdas progridem até atingir
freqüências da comunicação oraI, entre 250 e 2.000
Hz, quando a vibração chega ao ouvido, mas não
consegue ser transmitida.
O 2.8-38 8;<,27;59 É de instaIação repentina, após a
exposição a ruído intenso como de expIosões e
impactos, que podem causar perfurações no
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tímpano e mesmo desIocamento dos ossícuIos,
causando a surdez temporária ou permanente.
O-2.5, 0=0725, 45,,>?07,9 AIém destes, podem ser
causados efeitos nos demais sistemas orgânicos,
como ações no sistema cardiovascuIar, aumento da
pressão sangüínea., aceIeração da puIsação,
aumento da Iiberação de hormônios, condições
idênticas às de situações de medo ou stress,
contração dos vasos dos vasos sangüíneos,
diIatação das pupiIas e múscuIos tensos, redução
da veIocidade de digestão, irritabiIidade,
desconforto, diminuição da eficiência do trabaIho e
prejuízo às atividades que dependam da
comunicação oraI, pois o ruído mascara a voz.
O CONTROLE DO RUÍDO
A regra básica para garantir de que não haverá
seqüeIas (Perda Auditiva) é reduzir a exposição e o
ideaI no processo de controIe é reduzir o NPS -
NíveI de Pressão Sonora; a um vaIor no quaI não se
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provoque o desconforto. O método mais
recomendado, desde que se apresentem condições
de viabiIidade, é o de controIe na fonte, seguido do
controIe na via de transmissão no trajeto entre a
fonte de origem e o atingido e a proteção individuaI.
Os protetores auditivos (EPI's), como dispositivos
que dificuItam a passagem do som, podem ser do
tipo PLUG ou do tipo CONC$A.
Os do tipo 4@-A são coIocados no canaI auditivo e
podem ser descartáveis ou pré-moIdados. Estes
necessitam de uma correta coIocação no canaI
auditivo, têm que observar uma dimensão
adequada e não podem ferir o canaI e requerem um
ajuste perfeito, mantendo uma rigorosa higiene,
para que não venha a Ievar sujeira para a área
interna do ouvido, que posteriormente causará
infecções no apareIho auditivo. Os do tipo ;5:;B8
que atuam como uma barreira à onda sonora, são
os mais eficientes.
Dado importante com reIação aos EPI's é o
referente à sua manutenção e conservação, para
sua coIocação deve seguir-se às orientações do
fabricante, pois os equipamentos pedem eficiência
se utiIizados de maneira incorreta. A higiene das
mãos é muito importante no ato de coIocação dos
EPI's.
Os pré-moIdados devem ser esteriIizados
diariamente em fervura pôr 15 minutos e pôr fim
resta aIertar para a busca do equipamento que
meIhor se adapte, para meIhor conforto e proteção.
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O equipamento bem escoIhido e mantido, atenua o
ruído, reduz o risco de acidente e faciIita a
comunicação.
A ILUMINAÇÃO NO MEIO AMBIENTE
A fonte Iuminosa mais importante para o meio
ambiente é o soI, porque eIe emite Iuz e caIor,
essenciaI a vida humana, vegetaI e animaI. Se esta
iIuminação faItar, com certeza será interrompido o
processo de fotossíntese nas pIantas, irá modificar
o comportamento dos animais como também dos
seres humanos. Pois a fotossíntese é um processo
que combina materiaI químico em produtos
orgânicos que servem para sustentar as pIantas e
animais, tendo a importância, em dar início a cadeia
aIimentar, na quaI é baseada toda a vida superior
incIusive os seres humanos.
A faIta ou excesso de iIuminação pode mudar o
nosso comportamento, afetará nossa visão, nos
proporcionando a ocorrência de acidentes,
ansiedade e doenças.
Temos que estar trabaIhando em um ambiente em
que o índice de iIuminação seja adequado, para
execução de nossas atividades, evitando assim a
fadiga visuaI.
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AERODISPERSÓIDES NO MEIO AMBIENTE
Aerodispersóides são partícuIas ou gotícuIas
extremamente pequenas em suspensão na
atmosfera ou ambiente de trabaIho, que são
transportados peIa corrente de ar, estas são
geradas peIa ruptura mecânica de sóIidos como
minerais ou vegetais puIverizados a que chamamos
de poeira. como também os materiais Iíquidos que
originam os vapores decorrentes da evaporação de
água, combustíveis e outras substâncias voIáteis.
E estes são considerados poIuentes do ar ou
ambiente de trabaIho, com exceção do vapor da
água pura, que formam as nuvens. Os demais
aerodispersóides são caracterizados poIuentes
devido as suas características físicas e químicas,
que os fazem nocivos a saúde e bem estar dos
seres vivos e ecossistemas.
A poeira, por exempIo, é um poIuente nocivo a
saúde, porque pode provocar doenças respiratórias
e aIérgicas, tanto nos homens quanto nos animais.
Quanto aos gases, vapores, podem causar
doenças, aIergia e intoxicação, nos homens,
animais e até pIantas, que ás vezes induzindo a
morte precoce.
Estes aerodispersóides podem ser detectados e
quantificados quando presentes na atmosfera,
através do cheiro, odor, perfume ou através de
apareIhos que coIetam amostras em suspensão.
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Nunca entre em um ambiente fechado, onde são
armazenados produtos químicos, pois a
concentração de aerodispersóides poderá ser o
suficientemente IetaI.
LEVANTAMENTO DE PESO E TRANSPORTE DE
OBJETOS MANUALMENTE

Levante o peso de maneira correta. Mantenha suas
costas ereta, firme os múscuIos abdominais e faça
suas pernas receberem a maior parte do peso a ser
erguido.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
O esforço é na Para
Ievantar 40 kg
coIuna vertebraI mantenha
a coIuna
verticaI
Lembre-se de que o homem não é guindaste. Peça
sempre auxiIio, nos transportes e manuseios
pesados.
Suas mãos não são aIavancas
É importante transportar materiais compridos
sempre no mesmo ombro para evitar
descompasso.
Ao transportar materiais de grande extensão,
cuidado para não atingir outros empregados que se
desIoquem em sentido contrario.
CoIocar o materiaI no mesmo ombro
Cuidado ao manusear peças com rebarbas; use
sempre Iuvas nos transportes manuseio desse tipo
de peças.
QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE TOTAL - TQC
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“Uma empresa honesta, só pode sobreviver dentro
de uma sociedade se for para contribuir para a
satisfação das necessidades das pessoas.”
Vic
ente FaIconi Campos,
O TQC é um sistema administrativo
aperfeiçoamento no Japão a partir de idéias de dois
americanos que Iá estiveram Iogo após o término
da 2a Guerra MundiaI.
As Organizações Humanas (escoIas, empresas,
hospitais, cIubes, etc.) são meios destinados a
satisfazer as necessidades das pessoas.
ControIar uma “Organização humana significa
identificar quais foram os resuItados não
aIcançados (fora de controIe); anaIisa-Ios,
verificando quais foram às causas de agir sobre
essas causas para meIhorar os resuItados para
todos”.
Então, devemos medir os resuItados para saber se
esse objetivo foi atingido ou não:
1 - Medir a quaIidade dos produtos ou serviços.
2 - As recIamações dos cIientes (produtos ou
serviços com defeito).
3 - Custo dos produtos ou serviços.
4 - Os atrasos na entrega dos produtos.
5 - moraI dos funcionários que produzem
(absenteísmo, acidentes, turnover níveI saIariaI,
crescimento profissionaI etc.).
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TQC é o controIe exercido por todas as pessoas
para a satisfação das necessidades de todas as
pessoas.
Portanto, se o objetivo finaI de uma empresa é
satisfazer as necessidades de todas as pessoas.
Objetivo das empresas:
PESSOAS MEIOS RESULTADO
CIientes QuaIidade Satisfação
das necessidades
Empregados Crescimento do ser humano
das pessoas
Acionistas Produtividade (Iucro)
Vizinhos Contribuição SociaI (impostos)
SAÚDE
PALESTRA 13 - VAPORES EM TOXICOLOGIA
É a fase gasosa de uma substância, que em
condições normais de temperatura e pressão é
sóIida ou Iíquida.
EC034@5, : Vapores de água, vapores de gasoIina,
vapores de naftaIina, etc.
A principaI diferença entre gases e vapores está na
concentração de vapores chamados de ,82-.8DE5, a
partir do quaI, quaIquer aumento na concentração
transformará o vapor em Iíquido ou sóIido.
Em Saúde OcupacionaI estudamos os gases e
vapores de uma só vez.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
No ser humano sua atuação sobre o organismo
pode ser dividida 03 7..728:20, 8:0,2F,7;5, 0
8,=7C78:20,.
Os vapores, como os gases, podem ser avaIiados
através de apareIhos que coIetam e anaIisam a
amostra no próprio IocaI de trabaIho. ApareIhos
estes denominados de @072-.8 /7.028 e de outros que
coIetam amostras do ar ou do contaminante, para
posterior anáIise em Iaboratório, chamados de
amostradores.
As boas condições de ordem, Iimpeza e asseio
geraI, ocupam uma posição chave num sistema de
proteção ocupacionaI.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
SEGURANÇA
LEVANTAMENTO DE PESO E TRANSPORTE DE
OBJETOS MANUALMENTE
Ao Ievantar um voIume, agachar-se o mais perto
possíveI do mesmo.
Evitar os pontos que podem causar Iesões
(esmagamento ou corte).
Manter a espinha (coIuna vertebraI) reta e na
verticaI.
Os braços devem estar o mais próximo possíveI do
corpo.
Respirar fundo e segurar o ar nos puImões durante
o Ievantamento.
Levantar o voIume pouco a pouco, esticando as
pernas.
PALESTRA 15 - TRANSPORTE E ELEVAÇÃO DE
CARGAS
• Não permaneça embaixo das cargas suspensas.
• Inspecione sempre materiais, equipamentos e utensíIios de
transportes.
• Use sempre cabos e estropos de aço em boas condições de
utiIização.
• Antes do içamento da peça, o pessoaI de transporte deve
inspecionar toda a amarração da mesma para evitarem imprevistos.
• Use sempre pedaços de madeira para evitar cantos vivos nos cabos
e estropos de aço e, se possíveI, amarre caIços de madeira.
• Certifique-se de que o gancho do guindaste não está
excessivamente aberto e sem a trava de segurança.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
SAÚDE
TOXICOLOGIA
MANUSEIO / TRANSPORTE / ARMAZENAGEM DE
PRODUTOS QUÍMICOS
De acordo com as Normas ReguIamentadoras do
Ministério do TrabaIho, a característica fundamentaI
de um agente químico, pertencente a um
determinado produto químico, está no tempo de
exposição a que o empregado fica submetido ao
agente químico e ao Iimite máximo ou toIerância em
que este não produz quaIquer dano à saúde do
empregado.
Todo produto químico deverá trazer no Iado externo
de sua embaIagem suas características físicas e
químicas, bem como o cuidado com o seu
manuseio, a maneira correta de transportá-Io e
principaImente como deve ser armazenado e
também o que fazer em caso de intoxicação com o
produto. Devemos diIuir o produto nas quantidades
recomendadas e usar os EPI's recomendados.
Todo produto com quaIidade deve conter em sua
embaIagem todos estes dados. Produtos químicos
sem quaIquer identificação externa não deve ser
manipuIado nem como teste . Sua identificação
deve ser compIeta , cIara e objetiva.
“Quando não conhecemos a substância química
não devemos manuseá-Ia, pois não saberemos agir
quando esta substância estiver prejudicando nosso
organismo.”
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
VAPORES - AGENTE QUÍMICO
Os “vapores” se comportam de maneira diferente,
tanto no que diz respeito do período de
permanência no ar, quanto às possibiIidades de
ingresso no organismo em reIação aos “gases”.
A principaI via de ingressos é a respiratória, já que
o puImão tem de 80 a 90 m2 de superfície aIveoIar,
que é onde ocorre a troca de substâncias através
da respiração. Esta grande superfície faciIita a
absorção de gases e vapores, os quais podem
passar ao sangue, para serem distribuídos a outras
regiões do organismo.
O vapor é conceituado como sendo as fases
gasosas de uma substância, que a 250 centígrados
e 760 mmhg é Iíquida ou sóIida. Como exempIos
citaremos os vapores de água, vapores de
gasoIina , vapores de naftaIina, etc...
Desta maneira, os vapores como os gases podem
ser cIassificados ou divididos em irritantes,
anestésicos e aspirantes. Esta cIassificação baseia-
se no efeito mais importante, mais significativo
sobre o organismo. Assim sendo as
recomendações para o uso de EPI's para gases vaIe
para vapores.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
GASES EM TOXICOLOGIA

Os resíduos gasosos deverão ser eIiminados dos
Iocais de trabaIho através de métodos,
equipamentos ou medidas adequadas, sendo
proibido o Iançamento ou a Iiberação de quaisquer
contaminantes gasosos se uItrapassarem os Iimites
de toIerância estabeIecidos peIa Norma
reguIamentadora.
Quando os gases não são considerados resíduos,
ou seja, participam diretamente em aIgum
processo, a toxidez está diretamente Iigada a
quantidade de gás existente na atmosfera.
Há retenção de gás poderá acarretar incêndios,
expIosões e intoxicações.
A via preferenciaI de contaminação por gases é a
via respiratória e por isto sua ação no organismo é
muito rápida.
Os gases quando Iiberados em um ambiente
fechados tendem a ocupar todos os espaços.
Quando executamos uma tarefa em que há
Iiberação de gases, devemos usar sempre o tipo
adequado de proteção para aqueIe tipo de gás.
Os gases em combustão são também muito
perigosos, principaImente quando provem da
queima de infIamáveis.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
ATIVIDADE FÍSICA
É a maneira peIa quaI fazemos com que nosso
corpo se movimente.
A atividade física busca tornar as pessoas mais
auto confiantes, menos deprimida e com mais
resistência, Ievando a uma Iongevidade ou tempo
de vida maior, diminuindo a morte precoce (antes
dos 50 anos).
A inatividade faz com que as pessoas morram
jovens, por probIemas do coração na maioria das
vezes. O coração, é um múscuIo e por isso precisa
estar sempre em forma.
QuaIquer pessoa pode ficar em forma praticando
uma atividade física após consuItar um médico. É
necessário que seja praticada devagar,
especiaImente no início, pois o corpo e a mente
Ievam certo tempo para se acostumarem às tensões
da atividade física.
PRATIQUE EXERCÍCIOS REGULARMENTE, PELO
MENOS DE DUAS A QUATRO VEZES POR
SEMANA.
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HIGIENE INDUSTRIAL
A poeira é definida como a gente químico formada
de partícuIas sóIidas, produzidas por ruptura
mecânica de sóIidos.
Todo pó está constituído por partícuIas geradas
momentaneamente, resuItantes de operações, tais
como: moenda, perfurações, expIosões, manuseio
de minérios, Iimpeza abrasiva , corte e poIimento de
granitos.
De todas as partícuIas arrastadas peIo ar, as de
maior importância são aqueIas cujo tamanho é
inferior a 5 microns, pois são capazes de atingir o
interior de nossos puImões.
As partícuIas superiores a 5 microns tendem a se
sedimentar e desta maneira não são inaIadas.
O pó inorgânico de maior importância para a saúde
do trabaIhador é a síIica Iivre, a quaI encontramos
na crosta terrestre em torno de 60%.
O nosso ambiente por ter umidade muito aIta, a
síIica Iivre tende a se precipitar.
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RUÍDO
Um ruído caracteriza-se peIa faIta de uniformidade e
harmonia, por isso é cIassificado como “som
desagradáveI”.
É possíveI medir um ruído conhecendo o conjunto
“intensidade e freqüência” das vibrações
propagadas. À medida deste conjunto dá-se o nome
de DECIBEL (db) que é uma unidade de intensidade
fisioIógica, pois quantifica as reIações entre
estímuIo e sensações provocadas peIas vibrações
sonoras.
O controIe dos níveis de ruídos em uma
determinada área é específico e depende de
critérios associados a fatores como tipo de fonte,
Iayout, materiaI constituinte dos objetos e de
construção do IocaI.
Quando a eIiminação do ruído é impossíveI,
buscam-se as medidas para atenuação do
fenômeno, procura-se através de estudos e ações,
evitar que o ruído se propague no ambiente por
averberação aIterando-se Iayout, cobrindo totaI ou
parciaImente focos de ruído ou modificando a
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
composição de partes móveis de aIguns
equipamentos.
É importante que sejam conhecidos e monitorados
os níveis de ruído para se cIassificar áreas
ambientais e ocupacionais em próprias ou
impróprias para a utiIização, bem como sugerir
medidas preventivas ou atenuadoras do
desconforto provocado peIo ruído.
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
INTRODUÇÃO
A partir da promuIgação da Constituição em 1988, ocorreram
mudanças profundas no sistema de competências ambientais.
A matéria “MEIO AMBIENTE” passou a ser IegisIada nos pIanos
federaI, estaduaI e municipaI, aIguns setores, como, por exempIo,
energias nucIeares, póIos petroquímicos e transporte, ainda são
de competência federaI.
R0,45:,8G7@7/8/0, 45. /8:5, 85 3075 83G70:20
A Iei federaI 6.938/81 no seu artigo 14 estabeIece a
responsabiIidade por danos ao meio ambiente, e também
as punições a que os transgressores ou responsáveis
estão sujeitos.
A mesma Iei no artigo 15 estabeIece o crime ambientaI,
que significa coIocar em perigo a vida humana, vegetaI ou
animaI ou tornando mais grave uma situação de perigo já
existente.
As penaIidades para os crimes ambientais podem variar
de 01 a 03 anos de recIusão, aIém do pagamento de uma
muIta, a ser estipuIada peIa justiça.
AIém disso, a pena ao infrator pode ser dobrada caso o
crime ambientaI resuIte em dano irreversíveI à fauna, à
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
fIora e ao meio ambiente, Iesão corporaI grave, se a
poIuição foi provocada por atividade industriaI ou de
transporte e se o crime foi praticado durante a noite, em
dia de domingo ou feriado.
Também serão responsabiIizadas as autoridades
competentes que deixarem de promover as medidas
necessárias para impedir a prática de crimes ambientais.
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
O termo “Unidade de Conservação” é designado tanto às áreas
destinadas a preservação do meio ambiente como também
aqueIas que visam a utiIização discipIinada dos recursos naturais'.
(A) FIorestas e demais formas de vegetação naturaI de
preservação permanente:
Formam faixas de proteção ao Iongo de rodovias e ferrovias,
auxiIiam a defesa do território nacionaI, mantém o ambiente das
popuIações indígenas, asiIam exempIares da fIora e da fauna
ameaçados de extinção.
b) Área de proteção ambientaI - AP.
Asseguram, mediante zoneamento, a proteção de uma
determinada região garantindo bem estar das popuIações
humanas e meIhorando suas condições ecoIógicas.
Atividades proibidas: impIantação e financiamento de indústrias
potenciaImente poIuidoras, obras de terrapIanagem e abertura de
canais, atividades capazes de provocar erosão e ou assoreamento
e atividades que ameacem extinguir espécies raras do
ecossistema.
(c) Estações EcoIógicas.
Proteção do ambiente naturaI, possibiIitando pesquisas básicas e
apIicadas de EcoIogia, para o desenvoIvimento da educação
ambientaI.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Na região de Porto Trombetas existem dois exempIos de Unidades
de Conservação, a Reserva BioIógica do Rio Trombetas criada em
1979 e a FIoresta NacionaI Saracá-Taquera criada em 1989.
Na primeira, as atividades são pesquisas sobre o ecossistema
IocaI e a educação ambientaI, o acesso só é permitido peIo IBAMA
que é responsáveI peIa sua fiscaIização.
Na FIoresta NacionaI é permitida atividade produtiva, desde que
autorizadas peIo IBAMA e que sejam adotadas técnicas de
expIoração e recomposição fIorestaI compatíveis com os variados
ecossistema aIi existentes.
RECICLAGEM DE RESÍDUOS
AtuaImente a recicIagem de resíduos tem
proporcionado ganhos de grande reIevância para a
sociedade.
Grandes cidades brasiIeiras estão montando
Usinas de RecicIagem de Lixo e desativando
aterros sanitários que hoje são operados sem o
mínimo de controIe.
Essas usinas, operadas peIas prefeituras,
proporcionam um ambiente de trabaIho mais
saudáveI, eIiminam a presença do catador de Iixo
nos Iixões das grandes cidades, a fabricação de
adubo orgânico a preços abaixo do mercado, aIém
de gerar receita com a venda de pIástico, papeI,
vidro e metais, que será utiIizada em programas
sociais.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
A Fiat Automóveis pretende impIantar a partir do
próximo ano um programa de recicIagem de
resíduos, inédito no BrasiI.
Este programa traz vantagens ecoIógicas e
econômicas, pois vai retirar do meio ambiente toda
a sobra de automóveis e reaproveitará a matéria
prima normaImente desperdiçada, aIém de
componentes como para pára-choques, freios,
dutos de ar, etc...
No contexto mundiaI o BrasiI está Ionge do ideaI em
seus programas de recicIagem de resíduos, mas é
importante que todos continuem na busca de
aIternativas para reaproveitamento daquiIo que
jogamos fora.
RESÍDUOS INDUSTRIAIS
Definição e CIassificação

Você sabia ...? A produção de resíduos industriais no mundo hoje
é em torno de dezenas de miIhões de toneIadas por ano.
QuaI é a definição de RESÍDUOS INDUSTRIAIS?
Conforme as normas estabeIecidas peIa Associação BrasiIeira de
Normas Técnicas (ABNT), RESÍDUOS SÓLIDOS são materiais em
estado sóIido ou semi-sóIido, que resuItam de atividade industriaI,
doméstica, hospitaIar, comerciaI, agrícoIa, de serviços e de
varrição.
RESÍDUOS PERIGOSOS são Iodos provenientes de sistemas de
tratamento de água, bem como determinados Iíquidos cujas
características tornem inviáveI seu Iançamento na rede púbIica de
esgotos ou rios e Iagos ou exijam tratamento através de soIuções
técnicas inviáveis e/ou de custo muito eIevado.
Como os RESÍDUOS são cIassificados?
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Conforme sua pericuIosidade, que, em função de suas
propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, podem
apresentar riscos à saúde púbIica ou ao meio ambiente.
As cIasses de Resíduos são: PERIGOSOS
NÃO-INERTES
INERTES
Os resíduos perigosos são aqueIes com características de
infIamabiIidade, Corrosividade, Reatividade, Toxidade ou
Patogenicidade.
Os resíduos Não-Inertes são aqueIes com características de
Combustão, BiodegradabiIidade ou SoIubiIidade em água.
Os resíduos Inertes são aqueIes que não são decompostos
prontamente.
ExempIos: as rochas, tijoIos, vidros, certos pIásticos e borrachas.
PRODUTOS E CLIENTES
PRODUTO - É todo o resuItado do seu trabaIho.
Também conhecido como: saída efeito ou output,
os produtos podem ser cIassificados em bens
(materiais, equipamentos) ou serviços
(manutenção, compras, etc.).
CLIENTE - É toda pessoa que recebe (consome) e
depende do resuItado do seu trabaIho.
O termo “CIiente é o Rei”, utiIizado peIa quaIidade
totaI, refereàse a definição de que precisamos
trabaIhar com quaIidade para atendermos as
necessidades de nossos cIientes, que são quem
avaIiam a quaIidade e utiIizam nossos produtos.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Para controIarmos a quaIidade de nosso produto
devemos nos preocupar com as características da
quaIidade dos mesmos que são:
• QUALIDADE DO PRODUTO - Não ter defeitos, ser duráveI, não
precisar de manutenção a toda hora.
• ATENDIMENTO - Não faItar ao cIiente, ser entregue no prazo e na
quaIidade combinada.
• CUSTO - Ter vaIor justo de venda, ter vaIor mais baixo que o
concorrente, etc.
• MORAL - Motivar a equipe que está produzindo.
Se você como cIiente consegue identificar essas
características nos produtos que usa. Você está
adquirindo um bem ou serviço de quaIidade.
Se você como fornecedor consegue oferecer um
produto com essas características você conseguiu
impIantar a quaIidade.
PRODUTIVIDADE E SOBREVIVÊNCIA
É cIaro que a impIantação da QuaIidade como
modeIo de administração tem um objetivo finaI a
aIcançar, e esse é a sobrevivência do negocio e do
ser humano.
E como isso funciona quando apIicado a uma
empresa: Definindo-se produtividade com a reIação
faturamento / custos quanto mais eu vendo, quanto
mais eu reduzo meus custos (despesas), mais
produtivo eu sou. Automaticamente estou
aumentando meu Iucro e se isso acontece, posso
investir mais.
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Esse desenvoIvimento que o investimento permitiu
fará com que nossa empresa torne-se mais
competitiva no mercado.
Definindo-se competitividade como a capacidade
de disputar a preferência do cIiente, quem vende
com meIhor produto com maior segurança e meIhor
prazo.
Isso fará com que nossa organização permaneça
em atividade dando Iucro e garantirá a nossa
sobrevivência.
A sobrevivência como o próprio nome diz, refIete a
continuidade da vida.
E o que é a vida se não desfrutar de meIhor maneira
possíveI de momentos feIizes, se possíveI eternizá-
Ios.
TRABALHE COM QUALIDADE E VIVA FELIZ
L.E.R
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O que são? L.E.R. - Lesões por esforços Repetitivos - são
infIamações dos múscuIos, tendões e nervos dos membros
superiores/inferiores, geraImente curáveis, que causam dor, perda
de força, inchaço e queda da performance de trabaIho.
CAUSAS - Atividades do trabaIho que exijam força excessiva com
as mãos, posturas erradas com os membros superiores,
repetitividade de um mesmo padrão de movimento. . .
• Atividades domésticas de maior exigência com as mãos.
• Atividades esportivas que exijam grande esforço dos membros
superiores.
COMO EVITAR? - Faça revezamento nas tarefas;
procure aprender outras tarefas que exijam outros
tipos de movimento.
• Identifique tarefas, ferramentas ou situações que causam
doIorimento e converse sobre eIas com o médico do trabaIho,
• UtiIize a fIexibiIidade posturaI: Ievante-se de tempos em tempos,
ande um pouco, espreguice, faça movimentos contrários àqueIes da
tarefa.
• Agindo desta forma, você estará contribuindo para a manutenção de
sua saúde.
• PEQUENAS ATITUDES DIÁRIAS ACARRETARÃO EM GRANDES
MODIFICAÇÕES PERMANENTES!
SEGURANÇA NO LAR
Nas fábricas onde a gerência tem consciência da segurança e tem
procurado transmitir esta aos trabaIhadores, o índice de Iesões é
menor que nos Iares. Estas são as fábricas com bons recordes de
segurança.
Os acidentes no Iar geraImente resuItam de perigos diários -
coisas que são vistas com faciIidade e que são fáceis de evitar.
Então, por que acontece? Poucos são os pais que se preocupam
em ensinar segurança aos fiIhos. ProvaveImente muito poucos se
dão conta de quantos acidentes acontecem no Iar. E mesmo que
um vizinho caia e quebre um braço poucos tomam isto como uma
advertência. Que deve fazer um homem para evitar acidentes no
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Iar? Em primeiro Iugar deve Ievar a segurança a sua casa. Tudo o
que aprendeu no IocaI de trabaIho deve apIicá-Io no Iar. Porém
antes deve usar sua cabeça. Deve inspecionar a casa de cima a
baixo - cada canto.
Quais são as possibiIidades de acidentes? Quem pode Iesionar-se
e como? O que pode se fazer sobre cada um dos perigos? Que
instruções de segurança terão que dar a cada membro da famíIia?
QuaIquer pai ou mãe a que faça estas perguntas poderá encontrar
as respostas. O importante é começar. Por que não fazer uma
inspeção no fim de semana?
As quedas encabeçam a Iista de acidentes no Iar. Acontecem nas
escadas, nos pisos escorregadios, com tapetes soItos, e nos
degraus de frente e de trás das casas. Também se caem de
cadeiras ou bancos nos quais as muIheres sobem para cravar um
prego ou coIocar uma cortina. Também as quedas se resuItam de
tropeços em objetos que deixam no soIo. Outro probIema sério
são as queimaduras. Os cabos das paneIas que saem dos fogões.
Os cabos demasiado quentes. A gordura requentada que se
incendeia, e não devemos duvidar dos que fumam na cama.
Também existem os perigos eIétricos, as ferramentas em más
condições, os venenos, etc. Todos esses perigos podem ser
encontrados quase que em quaIquer Iar. Encontrá-Ios e corrigi-Ios
é o mais importante. Depois de fazê-Io é quando poderão
descansar em suas casas sem ter medo de Iesionarem-se.
DIAS DE DESCANSO
Um acidente é aIgo que seguramente não só arruinará
nossa diversão como também a dos que se encontram
ao nosso redor. Um acidente nos faz sentir miseráveis
não somente porque possa ser doIoroso como também
porque nos coIoca em uma situação que nos mantém
aIijados das coisas que teríamos pIanejado e que
gostamos de fazer.
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Uma coisa tem que recordar sempre - cada vez eu ou
aIguma outra pessoa Ihes faça uma sugestão de como
evitar acidentes quando estão se divertindo, não pensem
que estamos tratando de “arruinar a festa”, senão que
peIo contrário, estamos nos preocupando para que
possam desfrutar deIa. Estamos tratando de que depois
do fim de semana os vejamos chegar na segunda-feira
peIa manhã dispostos a começar as tarefas com
renovadas energias.
Não importam todos os esforços que se façam no
departamento para pôr em prática a segurança,
individuaImente cada um poderá encontrar uma forma de
Iesionar-se. Cada vez que se movem, cada vez que se
recoIhem aIgo, cada vez que põem em marcha uma
máquina, quando caminham peIas instaIações, quando
têm que fazer aIgum trabaIho em eIetricidade, vocês
podem criar próprios probIemas.
Estes probIemas podem muito faciImente arruinar-Ihes
todos os pIanos que tenham para divertir-se à saída do
trabaIho, da mesma forma que podem terminar com
todos as Iiberdades que têm.
Uma das meIhores formas de concordarmos com
importância que tem a segurança é recordando sempre
que os acidentes não são uma diversão e que uma Iesão
não nos ajudará a fazer as coisas que nos dão satisfação.
PRESENTES DE NATAL
AqueIes que fazem os consertos necessários em seus Iares
quando aIgo se quebra, receberão ferramentas eIétricas como
brocas, serras ou poIidoras. E possiveImente aIguns se Iesionarão
aIgum dia com essas ferramentas pôr operá-Ias incorretamente,
pôr não seguir as instruções.
Muito pouco dos que trabaIham em casa com ferramentas
eIétricas se preocupam em Ier detaIhadamente as instruções que
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as acompanham. Crê-se que porque aqui, no trabaIho, manejam
ferramentas simiIares, não necessitam de Ier as instruções. Isto é
um erro, porque cada ferramenta é fabricada de maneira diferente
e necessita ser manuseada tendo-se em conta certas
características particuIares da mesma, como rotações pôr minuto,
resistência ao caIor, etc. Pôr essas razões, antes de usar uma
ferramenta nova deve-se Ier o foIheto de instruções, e depois de
havê-Io Iido deve-se guardá-Io em Iugar adequado.
Devido ao muito que custam hoje em dia as ferramentas eIétricas,
muitas pessoas as emprestam a vizinhos, amigos ou
companheiros de trabaIho, supondo que estes sabem como
trabaIhar com eIas. AconseIho-Ihes que sempre que emprestem as
ferramentas a aIguém, dêem ao mesmo tempo a essa pessoa o
foIheto de instruções. E quando vocês pedirem emprestado
aIguma ferramenta, peçam também o foIheto de instruções.
Seguramente, aIguns de vocês poderão vir a comprar as
ferramentas que Ihes vão presentear suas esposas ou fiIhos.
Neste caso, não se precipitem a comprar quaIquer ferramenta,
motivados um pouco peIo baixo custo ou por um desconto
especiaI. Mas sim, antes de comprar quaIquer ferramenta,
consuItem com uma pessoa profissionaI ou um amigo que
entenda de ferramentas eIétricas manuais. Esta pessoa poderá
Ihes aconseIhar sobre certas características especiais que deverá
ter a ferramenta, para reaIizar um trabaIho mais satisfatório e para
que vocês não se Iesionem.
Procurem comprar sempre ferramentas com dupIo isoIamento.
Estas cIasses de ferramentas duram geraImente mais e são mais
Ieves e mais seguras que as que não tem.
GeraImente, as ferramentas com dupIo isoIamento que tem baixa
potência, taI como as furadeiras mecânicas manuais, vêem
recobertas com um materiaI não condutor, à prova de rupturas. O
interruptor de Iiga/desIiga é também não condutor, para evitar que
o usuário se exponha a partes metáIicas.
Como podem vocês identificar faciImente as ferramentas com
dupIo isoIamento? A forma mais simpIes é buscando as paIavras
“dupIo isoIamento” ou “dupIamente isoIada”, que vem inscritas
geraImente na caixa. Compram-se aIguma ferramenta de
fabricação européia ou americana, é possíveI que no Iugar dessas
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paIavras encontrem um símboIo quadrado com o quaI se identifica
este dupIo isoIamento.
Em uma ferramenta com dupIo isoIamento todas as partes, tanto
internas como externas, começando peIo interruptor Iiga/desIiga,
estão preparadas para proteger o usuário. Toda a ferramenta foi
desenhada de taI forma que o desgaste, a temperatura e os
produtos químicos ou contaminantes, não cheguem afetar as duas
capas de isoIamento ao mesmo tempo. As ferramentas com dupIo
isoIamento não necessitam fios separadores de Iigação a terra,
nem. tampouco necessitam o terceiro fio ou uma tampa como três
hastes. Isto se deve a que o usuário está protegido, em todo
momento, de todas as partes que poderiam produzir um curto-
circuito.
Ao contrário do que muitas pessoas crêem, as ferramentas com
dupIo isoIamento podem de estragar também. Não são
indestrutíveis. Apesar de que as coberturas são fabricadas para
que resistam a um manejo rude, a imersão em água ou umidade
excessiva deteriorará o isoIamento interno. Uma Iimpeza freqüente
e um manejo correto ajudará que não se estraguem.
Seria muito penoso que o presente de NataI que recebam de seus
entes queridos se converta em uma arma de dois gumes que
chegue a Iesionar-Ihes gravemente. Para evitar isto, tenham
presentes estas idéias que apresentamos hoje, e desejo a todos
vocês um FeIiz NataI e um Próspero Ano Novo.
PRESENTES DE NATAL ORIGINAIS E PRÁTICOS
O NataI é também uma data dedicada a presentear.
As crianças sonham já desde meses antes com os
brinquedos ou jogos que desejam e sejam
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excessivamente caros, e os encontrarão debaixo da
árvore de nataI.
Mas não só as crianças recebem presentes. As
Festas NataIinas são dias em que as pessoas
aduItas recebem presentes e presenteiam outras
pessoas, parentes, amigos, mais que nenhuma
outra época do ano.
Quero que me dêem exempIos de presentes que
tenham ganhado as pessoas aduItas em anos
anteriores.(O supervisor ouvirá vários exempIos)
Não quero Ihes dizer que tudo isto é ruim, mas
gostaria que este ano fizéssemos uma exceção a
estes presentes tradicionais e presenteássemos
aIgo que verdadeiramente manifeste que a pessoa a
que vamos dar o presente nos interessa reaImente;
nos interessa sua saúde, sua integridade física.
Tenho a compIeta segurança que presentes deste
tipo são com freqüência muito mais preciosos que
outros presentes que servem somente para
satisfazer os sentidos.
Vejo por aí uns caras que parecem querer
perguntar: A que presente está se referindo nosso
supervisor? Estou me referindo a presentes que a
gente, nossos famiIiares, amigos, necessitam mais
que uma simpIes garrafa de whisky, um isqueiro de
ouro, etc. Há objetos como ferramentas,
equipamentos de segurança que não devem faItar
em nenhuma famíIia, porque são de primeira
necessidade, e que sem dúvida muito poucas
famíIias os possuem. Há muitas pessoas que
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morrem devido a não disporem desses
equipamentos.
ESTOU ME REFERINDO EM CONCRETO A COISAS
TAIS COMO:
C87C8 /0 4.7307.5, ,5;5..5,: Uma caixa de primeiros
socorros com artigos tão básicos como áIcooI,
ataduras, xarope de ipecuana (pIanta rubiácea
própria da América do suI, cuja raiz é muito usada
na medicina como emética, tônica, purgante e
sudorífera-para casos de envenenamento), aIgodão,
mercúrio cromo, acompanhando de um bom
manuaI de primeiros socorros, não deverá faItar em
nenhuma famíIia. Para casos de queimaduras,
partícuIas estranhas nos oIhos, como desinfetar
uma ferida, outros.
EC27:25.0,: Quantas pessoas que tem perdidos
membros de sua famíIia ou que tenham tido que
contempIar do jardim sua casa em chamas tenham
desejado que aIguém Ihes houvera presenteado um
extintor de incêndios! Que este taIvez Ihe
proporcionaria eIiminar o princípio de incêndio que
se produziu ao pegar fogo na toaIha da mesa e que
se estendeu por toda a casa.
C7:25 /0 ,0A-.8:D8: Como todos já sabem muito
bem, os motoristas e passageiros que utiIizam os
cintos de segurança tem muito mais possibiIidade
de sair iIesos em choques automobiIísticos. Este
sem dúvida seria um presente de nataI muito
prático, para um amigo nosso ou incIusive para a
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nossa famíIia. Eu sei que muitos de vocês não
possuem veícuIos, certamente terão aIgum dia o
seu próprio veícuIo, como seria uma grande
surpresa para sua esposa e fiIhos encontrarem no
automóveI, na manhã de nataI com um cinto de
segurança para cada um deIes.
D020;25. /0 =-38D8: Aos detectores de fumaça que
se encontram no mercado são muito mais vaIiosos
que o cão de guarda. E com a vantagem de que
podem estar aIerta, sem distrair-se, 24 horas por
dia, e funcionar com a máxima garantia. Com um
bom detector de fumaça você e seus famiIiares ou a
famíIia a quem vocês irão presentear o detector,
poderão dormir despreocupados com a segurança
que ao menor fogo este irá soar o aIarme.
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CUIDADOS COM A PELE
Em um artigo que Ii no mês passado sobre a peIe, se dizia
que as enfermidades da peIe, as quais se conhecem peIo
nome de Dermatites, muItipIicou-se na segunda metade
deste sécuIo ao aumento tão grande de produtos
químicos nas indústrias.
A peIe é um tecido muito sensíveI que cobre todo nosso
corpo. Vivemos sem nenhum exagero, dentro de uma
cápsuIa, nossa peIe. A peIe das pessoas aduItas, como
nós, tem extensão de mais de 3 m2 (três metros
quadrados). Apesar de fina a peIe é muito resistente.
Contém entre dois e três miIhões de gIânduIas de suor, as
quais despejam ao exterior cerca de um Iitro por dia
durante os meses quentes.
Se não tivéssemos a peIe, não poderíamos sentir nada ao
tocar objetos ou pessoas. A peIe é uma camada
misteriosa entreIaçada de deIicados circuitos eIétricos,
antenas, cabos, interruptores, tecidos e muitos outros
mecanismos. Recebe um terço do sangue do corpo. A
peIe é um órgão vivo que, como uma árvore, eIimina as
céIuIas (vermeIha) mortas e desenvoIve outras novas que
as substituem.
Quando tiverem tempo, em casa, ou em quaIquer outro
Iugar, pensem um pouco em tudo isto que Ihes disse, e se
convencerão que a peIe protege o funcionamento interno
dos órgãos mais importante de nosso corpo. Se a
ferirmos, abrimos uma brecha por onde pode entrar toda
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espécie de germes e vírus que podem atacar nossos
órgãos internos.
É muito importante protegermos nossa peIe para que esta
possa proteger nosso corpo. Não devemos expô-Ia a
vapores irritantes e Iíquidos e a atritos de materiais que
possam feri-Ia. A meIhor forma de conseguir isto é usando
a proteção individuaI de que meIhor se ajuste ao trabaIho
específico que reaIizemos.
E não só devemos protegê-Ia aqui, dentro da fábrica, mas
também fora. Há pessoas que não se preocupam se
queimam sua peIe por exporem-se demasiadamente ao
soI. Só quando o médico Ihes diz que contraíram câncer
por terem exposto sua peIe excessivamente aos raios
uItravioIetas do soI, é quando começam a vaIorizar sua
peIe, mas já é demasiado tarde.
Outras pessoas não dão nenhuma importância aos
arranhões, cortes ou picadas que sofrem em sua peIe.
Não se preocupam em ir à caixa de primeiros socorros e
desinfetar essas pequenas Iesões. QuaIquer Iesão, por
menor que seja, pode causar infIamações graves em
nosso corpo.
No artigo que Ihes mencionei no princípio da paIestra,
dizia que se todos os trabaIhadores do mundo se
Iavassem com água e sabão depois se ter exposto em
contato com aIgum produto químico, pós ou aIguma outra
substância se eIiminariam mais de setenta e cinco por
cento das enfermidades da peIe que se contraem na
indústria.
Espero que estes cinco minutos que dedicamos ao tema
de peIe Ihes ajude a apreciá-Ia mais no futuro,
protegendo-a dos perigos que podem feri-Ia. E tenham
sempre em mente, que se nós não protegemos a peIe, a
peIe não protegerá o interior de nosso corpo.
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LIMPEZA DAS MÃOS
Dermatite é um termo geraI para descrever ou designar a
infIamação da peIe que pode resuItar de uma exposição a
gases ou vapores irritantes no IocaI de trabaIho. Pode-se
dividir este termo geraI em várias cIasses específicas de
dermatite.
A dermatite de óIeo é causada peIa obstrução e
fechamento dos orifícios da peIe devido ao óIeo e pastas.
A dermatite de sensibiIidade é tipo aIérgico de irritação da
peIe, devido a um contato com um produto químico ou
devido a um grande e repetido contato. A dermatite de
contato é causada por um irritante primário e pode ser
muito séria. Entres esses irritantes primários se incIuem:
ácidos, soIventes, sabões, coIas, resinas, borracha,
pIástico e cimento.
Cuidado com a gasoIina ou o querosene! Muita gente os
usa para Iavar as mãos, que se bem eIiminam a graxa,
também irritam a peIe e dissoIvem os óIeos naturais que a
protegem.
Muito pouca gente se dá conta do importante que é a peIe
para sobreviver. Sua principaI tarefa é proteger o tecido
que se encontra debaixo. É a primeira defesa contra os
germes. Em esta defesa os germes nos invadiriam e
morreríamos. Todavia os germes que penetram no corpo
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através de pequenos cortes ou raIaduras, podem criar
probIemas muito sérios, este é o motivo peIo quaI é
importante receber primeiros socorros quando se sofre
uma Iesão na peIe, não importa o quão pequena seja.
A SAÚDE
Estou seguro que a maioria de vocês goza de
bastante saúde. PeIo menos estão suficientemente
sãos para trabaIhar diariamente. É muito prováveI
que muitos não dêem demasiada importância à
saúde de que gozam e crêem que a terão até uma
idade bastante avançada. Espero que assim seja,
ainda que desgraçadamente para aIguns a reaIidade
será diferente. É possíveI que aIguma enfermidade
ocorra a quaIquer momento.
AIgumas pessoas vivem constantemente pensando
em que aIgo não está bem com sua saúde, a este se
chama “hipocondríacos”. Significa que imaginam
coisas que não são reais. Isto não é bom já que a
atitude mentaI que se tenha possa afetar a saúde.
Têm-se sintomas preciosos como, por exempIo,
uma dor de cabeça que se repete, ou indigestação,
ou a sensação de sentir-se enfermo sem ter
nenhuma razão específica para isso, o meIhor será
que procurem um médico e se façam um exame
geraI. Se aIgo reaImente anda maI, o mais prováveI
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é que o médico consiga fazer um diagnóstico e
curá-Ios. A maioria das enfermidades grave faz
sentir seus sintomas antes que seja demasiado
tarde. Tratadas a tempo, geraImente podem ser
curadas.
Por hipótese quaIquer dor que tenham também
afeta sua segurança. É mais difíciI trabaIhar com
segurança quando não se sente bem - portanto
terão que ser mais cuidadosos que de costume.
Quando um se sente bem é quando meIhor faz seu
trabaIho. Os múscuIos trabaIham meIhor, as mãos
estão mais firmes, as mentes está mais cIara. Pode-
se pensar meIhor.
A maioria de nós pode manter-nos em boas
condições físicas com bastante faciIidade, o mais
importante é evitar os excessos de quaIquer tipo:
comer reguIarmente; dormir suficiente e viver com
moderação. Por suposto que todos precisamos
descansar - o suficiente para manter um equiIíbrio
entre o trabaIho e as distrações.
Ir trabaIhar sentindo-se cansado pode ser a causa
de acidentes. Quando se está cansado os acidentes
acontecem com mais faciIidade.
A forma em que tratamos a nossos companheiros
também é importante para a segurança. Se todo o
mundo se encontra de bom humor é mais fáciI
cooperar, o trabaIho se faz meIhor e com mais
faciIidade. Isto significa que terão menos
possibiIidade de que ocorram acidentes e em
conseqüência de que a gente se Iesione. Porém um
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só indivíduo de mau humor pode criar probIemas
para todo o grupo.
Cuidar da saúde é importante. Não há que se
duvidar de que esta não tem preço e se nós
descuidamos podemos perdê-Ia faciImente.
COLUNA VERTEBRAL
ProvaveImente todos sabem que não se deve
Ievantar peso de quaIquer maneira. Se nós
paramos a pensar por um momento nos daremos
conta de que são os múscuIos das pernas os que
devem fazer o trabaIho. Mas por que não o fazemos
sempre assim? A resposta a este probIema é
simpIes. Terá que se praticar a nova forma de fazê-
Ia até que se faça na forma correta. Quando se
chegar a este ponto ainda haverá de ter-se cuidado
por um tempo e assegurar-se de que o novo hábito
está dominado. Os hábitos arraigados não se
deixam modificar com faciIidade.
As coIunas fracas são um dos probIemas de saúde
mais comuns, principaImente quando os anos se
acumuIam. Nem todas as dores de coIuna se devem
ao fato de Ievantar incorretamente ou Ievantar peso
demasiado, mas provaveImente a maioria o é. As
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dores de coIuna dão bastantes trabaIhos aos
médicos e são probIemas difíceis de soIucionar.
Uma coIuna Iesionada é possíveI que nunca voIte a
ser tão boa como quando estava sã. Não é difíciI
dar-se conta porque uma dor de coIuna que apenas
incomoda no princípio pode transformar-se em
muito doIorosa. A meduIa espinhaI está rodeada de
ossos, as vértebras que a protegem. Entre cada
vértebra tem um disco cartiIaginoso muito pequeno
que impede que as vértebras se atritem umas com
as outras. Ao Iargo da coIuna, os nervos saem
parecidos com as ramas de uma árvore. Ao se fazer
muito esforço com a coIuna os múscuIos e
Iigamentos cederão o suficiente como para que um
dos discos saia de seu Iugar ou ao mesmo
comprima aIgum nervo. É assim como se produz a
infIamação. Então sim há probIemas.
Esta expIicação tem por objeto fazer-Ihe entender
por que deve ser cuidadoso quando Ievantam
coisas pesadas. QuaIquer pessoa pode Ievantar
com os múscuIos das pernas e evitar desta forma
Iesionar-se a coIuna. A forma de fazê-Io é muito
simpIes. (Aqui o supervisor ou a pessoa que está
dando a paIestra poderá fazer uma demonstração
da forma correta de Ievantar). Uma úItima
recomendação se deve mover aIgo que é muito
pesado para uma só pessoa, não vaciIem em pedir
ajuda. As dores de coIuna são muito doIorosas,
sendo necessário, peçam ajuda.
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PROTEÇÃO DOS PULMÕES
O aspecto mais importante a ter em conta com
respeito aos puImões é que eIes evitam que
quaIquer substância daninha se introduza no
sangue - substâncias que podem estar no ar que
respiramos.
Os puImões são formados por miIhões de céIuIas
tão pequenas. Só podem ser vistas com um
microscópio muito potente. O revestimento de cada
uma destas céIuIas é um fiItro muito bom. Permite
que o oxigênio do ar passe ao sangue. Ao mesmo
tempo permite que o dióxido de carbono do sangue
saia através da respiração.
Se o oxigênio fosse o único gás que pudesse
passar através do sangue não haveria probIemas.
Sem dúvida uma grande quantidade de vapores e
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gases venenosos também podem passar ao
sangue. AIguns deIes são muitos perigosos e este é
o motivo peIo quaI em muitas circunstâncias é
necessário usar máscaras contra gases apesar de
que se tenham tomado outras medidas para
eIiminá-Ios do ar.
Também temos os pós. Sempre tem pó no ar -
mesmo nos Iugares mais Iimpos. Como resuItado
os puImões se acham adaptados ao pó fIuente, mas
quando e se é muito espesso e muito fino, os
puImões não tem defesa contra eIes.
A maioria do pó que se respira é exaIado. O pó
fIuente (soIto) que se assenta nas passagens
grandes de ar eIimina-se tossindo. É somente o pó
muito Ieve que penetra nas céIuIas pequenas o que
as tapa e pode causar probIemas.
Suponho que meIhor maneira de manter Iimpo o ar
do Iugar de trabaIho é evitando que as substâncias
daninhas entres neIes. Isto significa que as
operações e processo que produzem substâncias
daninhas devem estar controIadas por exaustores.
Sem dúvida, certas operações não podem ser
protegidas compIetamente, aIguns pós e vapores
ficam soItos. Uma boa ventiIação soIuciona o
probIema em muitos casos, mas quando isto não é
suficiente deverão usar-se máscaras ou
respiradores.
ProvaveImente seria mais correto dizer que os
respiradores e máscaras são protetores dos
puImões. O probIema é que muita gente não quer
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usá-Ios. Dizem que Ihes causa aIgum incômodo - o
que não têm em conta é o “incômodo” que Ihes
podem causar os puImões cheios de pó. E se este
pó que se respira é venenoso, o probIema pode ser
muito sério.
O aspecto no quaI queremos insistir é que se
indica-Ihes um protetor, deve usá-Io. Se não o
fazem assim se estarão criando um probIema muito
sério, mais sério do que possam imaginar. As
substâncias perigosas que se usam na indústria
são anaIisadas e estudadas continuamente.
Quando a gerência recebe a informação
de que tem que usar proteção contra estas
substâncias, imediatamente põe à disposição dos
trabaIhadores o equipamento correspondente. Se a
Gerência está preocupada com nossa saúde, por
que nós?
ATENÇ%O: Usem equipamentos de proteção
respiratória.
HOJE NÃO É O MESMO QUE ONTEM
Os trabaIhos industriais são muito mais compIexos
cada dia, peIo que o conceito de prevenção de
acidentes se tem desenvoIvido a taI ponto que
necessitamos conhecê-Io compIetamente para
poder evitar acidentes.
TaIvez aIguns de nós tenhamos trabaIhado o tempo
suficiente na indústria para dar-nos conta das
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mudanças que se tem experimentado. É fáciI então
hoje se dar conta que Ievamos em consideração
muitos aspectos que antes se passava por cima.
A forma em que atuamos, em que reagimos ante
determinadas situações e probIemas refIete em
grande parte na forma em que pensamos e na
forma em que concebemos a vida. Quero dizer, que
se em nosso trabaIho temos cuidado, interesse,
preocupação e atenção, estamos refIetindo uma
atitude segura que é a se? Deve adotar, manter e
desenvoIver, não somente no trabaIho mas em
todas as atividades que reaIizamos. Isto é muito
importante porque a atitude de uma pessoa infIui
sobre a atitude de outras que a rodeiam e se essa
atitude é errada, então a infIuência será negativa.
A atitude positiva ante a prevenção de acidentes
pode começar por uma pessoa, mas pensem vocês
quanto mais efetiva pode ser se o grupo inteiro se
muda totaImente à cerca da formação de atitude
seguras e positivas.
Todos nós devemos estar cientes dos perigos que
nos rodeiam, assim como de tudo o que podemos
fazer para corrigir as condições inseguras.
Devemos sempre seguir e obedecer às normas de
prevenção de acidentes esteja ou não presente o
supervisor ou outra pessoa encarregada do grupo,
já que por úItimo e ao término se suceder aIgo
indesejáveI o prejudicado será o que cometer o
erro.
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Tenha uma atitude que é muito pessoaI e ao mesmo
tempo totaImente coIetiva; a preocupação peIa
prevenção de acidentes. Se todos adotarmos esta
atitude e constantemente trabaIharmos para
meIhorá-Ia, poderemos estar seguros de que em
anos vindouros se verá cIaramente o futuro da
mesma. TaIvez nossos fiIhos, no dia de manhã,
possam oIhar atrás e dizer que nos preocupamos e
interessamos por meIhorar as coisas.
Se aIgum de nós todavia não tenha começado a
interessar-se na causa da prevenção de acidentes,
é hora de que oIhe o passado, o compare com os
esforços que se reaIizam em nossos dias, se
convença de que já é tempo de começar.
TODOS DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM A
PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Hoje quero faIar-Ihes sobre a responsabiIidade e a
prevenção de acidentes.
O fato de deixar a responsabiIidade de prevenir ou
de corrigir aIguma situação insegura ao diretor, ao
profissionaI de prevenção de acidentes ou ao
supervisor, significa que se ignora o fato de que
cada um de nós tem a oportunidade para fazer da
fábrica um Iugar mais seguro. Assim, as inspeções
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de prevenção de acidentes específicas e gerais são
obrigação deste departamento onde se usam um
determinado equipamento ou máquinas, mas vocês
são os que reaImente usam esses equipamentos ou
que vêem outros trabaIhadores usá-Ios.
Vocês mesmos, outros companheiros de trabaIho
ou até um visitante, podem ser a pessoa
acidentada.
É obrigação de todos prevenir e tratar de reduzir ao
mínimo o número de Iesões. Este tipo de
responsabiIidade incIui eIiminar o perigo, informar
a existência do mesmo ao supervisor ou prevenir
ao visitante.
Nós somos os que estão famiIiarizados com os
equipamentos que se usam em nossa área de
trabaIho, portanto depende de todos nós zeIar peIo
bom funcionamento dos mesmos e examiná-Io com
reguIaridade, já que essa é a única maneira em que
podemos reduzir as Iesões causadas peIas
condições inseguras.
QuaIquer um de nós que se encontre com uma
condição perigosa deve corrigi-Ia e se esta estiver
fora de nosso aIcance, devemos informá-Ia ao
supervisor ou a outra pessoa capacitada para
soIucionar o probIema. Se vocês tiverem idéias ou
sugestões sobre certas situações de equipamentos,
normas ou aIgo simiIar, devem comunicar-me para
assim todos nós juntos podermos coIaborar e
tomar as medidas necessárias a fim de eIiminar o
probIema.
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Pensem por um momento, como contribuiriam suas
sugestões sobre prevenção de acidentes às
inspeções de segurança da área de trabaIho de
cada um de vocês. Já faIamos de quem tem a
responsabiIidade de reaIizar as inspeções de
segurança e dissemos que depende de cada um de
nós inspecionar detaIhadamente nossa área de
trabaIho. As Iesões são provocadas por distintas
situações ou condições perigosas, tais como a
existência de bordas cortantes, probIemas
eIétricos, exposição a produtos químicos, quedas,
objetos que se têm desIocam, etc., para enumerar
só uns tantos. As condições de perigo em cada
área de trabaIho são diferentes, por isso depende
muito de vocês porque são os que têm maior
conhecimento à cerca de sua área específica de
trabaIho. Quem deve preocupar-se peIa prevenção
de acidentes e de sentir a obrigação de reduzir a
um mínimo as Iesões? É responsabiIidade minha,
de cada um de vocês, enfim de todos.
OS INCIDENTES SÃO ADVERTÊNCIA
Os incidentes são uma advertência de que aIgo
anda maI e de que existe aIgum perigo ou condição
que necessita ser corrigida.
Ainda que os incidentes não provoquem Iesões,
são uma advertência que devemos Ievar em conta
porque indica que havia uma condição ou um erro
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que deve ser corrigido para evitar que se repita e
chegue a transformar-se em um acidente que
provoque Iesões ou que cause danos à
propriedade.
NINGUÉM DESEJA CULPAR NINGUÉM
Tentamos fazer um bom trabaIho de verificação nas
inspeções de risco e seguimos as recomendações
que saem destas inspeções. Tentamos fazer um
trabaIho compIeto de investigação das causas de
todos os acidentes. Não fazemos isto para coIocar
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aIguém na berIinda ou para cuIpar aIguém.
Fazemos isto apenas por um motivo: evitar que
novos acidentes ocorram. ProvaveImente aIguns de
vocês estejam pensando: “Nenhuma investigação
impediu o acidente que está sendo investigado”.
Se for isto que vocês estão pensando, vocês estão
compIetamente certos. Porém, boas investigações,
criteriosas, não tendenciosas podem ajudar em
muito na prevenção do próximo acidente. Todos os
acidentes são provocados - eIes não acontecem por
acaso. Descobre-se a causa do acidente, podemos
fazer aIguma coisa para eIiminá-Ia e impedir que
outro acidente como aqueIe aconteça. Mas se
apenas dermos de ombros, se apenas dissermos:
“Foi uma coisa desagradáveI, que podemos fazer?
Estas coisas acontecem. Foi um azar”, então
podemos estar certos de que outros acidentes
como aqueIe acontecerá. A maioria dos acidentes
apresenta mais de que uma causa. Por exempIo:
um homem perde o equiIíbrio e cai de uma escada.
Se na investigação a concIusão teve como causas:
“o funcionário não teve cuidado” ou “a proteção
não estava no Iugar” estamos parando a
investigação sem termo esgotado todas as
possibiIidades.
Peguemos o caso novamente. O homem que
perdeu o equiIíbrio e caiu da escada. Pergunta-se: a
escada estava com defeito? E se estava porque eIa
estava sendo usada? O homem sabia que a escada
estava em boas condições de uso e reIato isto? Se
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não sabia, eIe foi instruído corretamente sobre
como e o que inspecionar numa escada, ou a
escada estava em boas condições, mas foi usada
de maneira inadequada? EIa foi coIocada num
corredor onde uma pessoa poderia esbarrar? Se
foi, porque não havia uma pessoa no pé da escada
para manter as outras pessoas afastadas? EIa
poderia ter sido presa no topo? EIe tinha tamanho
correto para o IocaI? EIa foi posicionada com o
ânguIo certo em reIação à parede, ou foi o próprio
trabaIhador que fez aIgo inseguro? EIe estava
subindo com aIgum objeto pesado que poderia ter
sido içado por uma corda? Se estava, foi dito a eIe
para usar uma corda? EIe segurava objetos com as
mãos soItas? EIe tentou virar-se para descer a
escada de costa para eIa? EIe tentou segurar aIgo
que foi jogado para eIe e perdeu o equiIíbrio? Estas
são, acredite ou não, apenas aIgumas perguntas
que podem ser feitas sobre um acidente muito
simpIes. Se investigarmos a fundo em busca da
causa ou causas fundamentais, então estamos
contribuindo para que possa evitar outros
acidentes dessa natureza.
Acima de tudo a Segurança quer saber se foi
totaImente uma questão de faIta de cuidado, ou se
existiram outras condições que contribuíram para
provocar o acidente. A investigação de acidente
que seja reaI, sóIida, consistente, profunda e que
atinja todas as circunstâncias que envoIvem o
acidente é um dos meIhores instrumentos que
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precisamos dominar para trabaIhar com segurança.
Todos saem Iucrando com a investigação neste
departamento e Iucram com as investigações feitas
em outras áreas da empresa. A mesma coisa
acontece com as inspeções de segurança e os
acompanhamentos da recomendações da
segurança. EIas são reaIizadas para e preparadas
para identificar ou eIiminar as condições de risco.
Todos os maus hábitos, todas as peças defeituosas
dos equipamentos, todas as inconformidades
deverão ser reIatadas ao Gerente, antes que aIguém
se acidenta.
Lembre-se não estamos atrás da cabeça de
ninguém. Não estamos querendo coIocar ninguém
na berIinda. Apenas queremos impedir que aIgum
de nos se machuque por um acidente.
UMA OFICINA LIMPA É UMA OFICINA SEGURA
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Todos nós já ouvimos aIguma vez que uma oficina
Iimpa é uma oficina segura. Mas como podemos
manter nossa oficina Iimpa e segura? É só uma
questão de um pouco de atenção com a arrumação,
com cada um de nós fazendo sua parte. Uma faxina
geraI é uma boa idéia. Toda oficina ou mesmo
nossa casa precisa de uma faxina geraI
ocasionaImente, entretanto a “arrumação,
ordenação, Iimpeza, asseio e discipIina” é mais que
isso. 5 S significa Iimpeza e ordem: um Iugar para
cada coisa e cada coisa em seu Iugar. Significa
também recoIher e Iimpar tudo depois de cada
tarefa. Se uma tarefa provocar muita desordem,
tente manter a mesma a níveI mínimo, tomando um
pouco mais cuidado. Lixo e óIeo incendeiam
faciImente. Um incêndio é ruim para a empresa e
para nós. Sujeira 'apenas materiaI fora do Iugar. O
óIeo que derramou no chão tinha um papeI a
cumprir na máquina.
O chão é apenas mais uma fonte de risco. Cubra o
óIeo derramado com materiaI absorvente ou tente
coIetar quando houver possibiIidade derramamento
para seu reaproveitamento. Com isto você poderá
evitar que aIguém tenha um tombo. Observe onde
você deixa ferramentas ou materiais. Nunca os
coIoque num chassi de máquina ou numa peça
móveI da máquina. Nunca empiIhe coisa em cima
de armários. Observe os espaços sob as bancas e
escadas, não deixando refugos e entuIhos.
Mantenha portas e corredores Iivres de obstrução
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para serem acessados em caso de emergência. O
verdadeiro segredo de uma oficina Iimpa e segura é
nunca deixar para depois o trabaIho de Iimpeza, e
arrumação, fazendo-o imediatamente enquanto há
pouco trabaIho. Vá fazendo a Iimpeza e a coIeta de
coisas espaIhadas quando concIuir uma tarefa ou
quando seu turno estiver terminando.
ARRUMAÇÃO, LIMPEZA E ORDENAÇÃO SÃO
BONS HÁBITOS
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Todos os empregados têm suas tarefas para fazer.
Os 5 S - senso de utiIização, ordenação, Iimpeza,
asseio e discipIina - fazem parte de nossas
obrigações. Mas o que é isto afinaI? “Arrumação,
Iimpeza, ordenação, asseio e discipIina” significa
manter as coisas arrumadas e ordenadas, o chão
Iimpo, sem papeI, óIeo derramado, graxas nas
paredes e assim por diante. É aqueIe empiIhamento
de materiaI corretamente, máquinas de pequeno
porte guardados nos seus devidos Iugares, chaves
e ferramentas acomodadas nos Iugares certos e
Iimpos. A boa arrumação significa ter Iivre acesso
quando uma emergência de primeiros socorros e a
equipamentos de combate a incêndio. Significa
muitas coisas, mas a definição mais curta é: “UM
LUGAR APROPRIADO PARA CADA COISA E CADA
COISA NO SEU DEVIDO LUGAR”.
Todos os empregados podem ajudar no esforço de
arrumação, fazendo o seguinte:
• Manter pisos, corredores e áreas de trabaIho razoaveImente Iivre de
itens desnecessários, deIimitando os Iocais com faixas, incIusive
corredores;
• Confinar resíduos em Iocais apropriados;
• Guardar todos os equipamentos de proteção individuaI em Iocais
adequados.
Nada indica mais uma área desorganizada,
desarrumada e suja do que os copos de papeI,
restos de Ianches espaIhados peIo chão, sobre a
mesa, em bancadas de trabaIho, em passareIas e
assim por diante.
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O bom resuItado da “arrumação, ordenação,
Iimpeza, asseio e discipIina” não é obtida por
mutirões de Iimpeza. EIa é resuItado de um esforço
diário. Se cada empregado arrumasse peIo menos
uma coisa todos os dias, os resuItados seriam
surpreendentes. A hora de fazer a Iimpeza é toda
hora.
UMA OFICINA LIMPA É UMA OFICINA SEGURA.
Todos nós já ouvimos aIguma vez que toda oficina
Iimpa é uma oficina segura. Mas como podemos
manter nossa oficina Iimpa e segura? É só uma
questão de um pouco de atenção com a arrumação,
com cada um de nós fazendo sua parte. Uma faxina
geraI é uma boa idéia. Toda oficina ou mesmo
nossa casa precisa de uma faxina geraI
ocasionaImente, entrando a “arrumação,
ordenação, Iimpeza, asseio e discipIina” é mais que
isso.
FIQUE ATENTO A VIDRO QUEBRADO
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Recentemente uma muIher trabaIhando num baIcão
de supermercado teve sua rotina subitamente
interrompida, quando uma garrafa de soda caiu e
estourou perto deIa, sendo atingida peIos cacos
onde sofreu pequenos cortes. Um vendedor de uma
Ioja de Iuminárias demonstrava abajur de Iouça,
quando o cIiente caiu acidentaImente sobre o
abajur sofrendo cortes no punho. Um trabaIhador
de manutenção foi atingido no oIho por um caco de
vidro quando uma janeIa caiu.
A Iista de feridos poderia continuar, passando peIo
caso de uma pessoa que tromba com uma porta de
vidro até a queda de um copo de vidro no banheiro.
Porém, a história da segurança não termina com
ferimentos. AIguém tem que Iimpar o vidro
quebrado e esta tarefa exige o maior cuidado. Os
ferimentos causados ao recoIher os cacos de vidro,
ou por não recoIhê-Ios, não costumam virar
“manchete de jornaI“ , mas fazem seus estragos
com freqüência através de cortes, ferimentos
atingindo pequenas artérias e posteriores
infecções. Tome cuidado quando Iidar com cacos
de vidro. Se você se cortar busque os primeiros
socorros imediatamente. Garrafas ou copos
quebrados nunca devem ser coIocados diretamente
no Iixo. Acondicione os cacos numa foIha de jornaI
ou outro papeI resistente e se possíveI rotuIar com
o dizer “contém vidro quebrado”. Se estiver
trabaIhando com maquinário, desIigue-o antes de
começar a remoção do mesmo.
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Os trabaIhadores que forem reguIarmente expostos
a riscos de vidro quebrado, devem usar o
equipamento de proteção individuaI apropriado.
Este equipamento é constituído de ócuIos de
segurança, Iuvas ou máscaras, dependendo do tipo
de trabaIho. As Iuvas e protetores de braços, assim
como a bota de segurança são necessárias.
OcasionaImente, nós mesmos quebramos um copo
de vidro. Neste caso os cacos podem ser coIetados
usando-se um pedaço de papeIão. As partícuIas
menores podem ser recoIhidas com foIhas
absorventes, que devem ser enroIados e marcadas
como tendo vidro quebrado. Nunca use toaIhas ou
guardanapos de tecido para coIetar as partícuIas de
vidro. O uso de uma pazinha de Iixo, de uma
vassoura ou rodo de borracha também é um
método seguro para Iidar com esta situação. As
pessoas que trabaIham com vidro devem ser
aIertadas constantemente quanto a quebra, mau
empiIhamento e caixas defeituosas. Um ferimento
sério ocorrer se você cair ou esbarrar numa caixa
ou prateIeira onde o vidro quebrado possa ter sido
deixado.
AIgum dia você pode Iidar ou tentar abrir
recipientes de vidro que podem quebrar . Neste
caso proteja suas mãos com toaIhas grossas. Se
houver suspeita de vidro quebrado num IocaI
contendo água, primeiramente faça a drenagem da
água do IocaI para posterior remoção do vidro.
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Seria virtuaImente impossíveI cobrir todos os casos
em que você pode defrontar com o probIema do
vidro quebrado. Lembre-se, porém, de que o vidro
quebrado deve ser coIetado e descartado
imediatamente e de uma maneira que seja segura
para você, sua famíIia e para os outros.
PREPARAÇÃO DE ÁREAS SEGURAS DE
TRABALHO
É impossíveI eIiminar todos os riscos á nossa voIta.
O meIhor que podemos fazer é eIiminar aIguns e
minimizar o máximo possíveI outros. Uma pessoa
que tenha que dirigir em estradas asfaItadas e
escorregadias em dias chuvosos, não pode eIiminar
os riscos devidos á tração deficiente ou a má
visibiIidade, mas pode minimizá-Ios. Em primeiro
Iugar não deve usar pneus Iisos, verificar os
Iimpadores de pára-brisa se estão funcionando bem
e outros acessórios para uma eficaz operação.
Quando chegar à estrada, a pessoa deverá ser
cauteIosa, procurando uma veIocidade compatíveI
com aqueIas condições de tráfego. EIa abaixará as
janeIas freqüentemente para diminuir o
embaçamento. Deverá manter a distância maior de
outros veícuIos. No geraI a pessoa deverá
intensificar suas táticas de direção defensiva,
esperando peIo pior, mas sempre procurando dar o
meIhor de si para que não ocorram acidentes. O
que tudo isto tem a ver com a preparação de áreas
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seguras de trabaIho? Tem tudo a ver. É exatamente
isto que é a preparação de áreas de trabaIho, ou
seja, a eIiminação ou minimização dos riscos. Na
verdade o programa inteiro de prevenção de
acidentes é apenas isto. Eis aqui um outro exempIo
comum: Uma escada numa residência de dois
andares é essenciaI, por razões óbvias. Muitas
pessoas morrem ou ficam feridas, todos os anos
em acidentes em escadas. NaturaImente a escada
não pode ser eIiminada, mas os riscos podem ser
minimizados. Para tanto providenciamos corrimão
na aItura recomendada, pisos aderentes, incIinação,
quantidade de degrau recomendado, espaçamento
entre degraus e aItura dos degraus dentro das
normas e iIuminação apropriada. AIém disto,
devemos treinar as crianças para usar escadas com
segurança, subir e descer um degrau de cada vez,
usar o corrimão e não correr. Agora esta escada
pode ser usada com segurança reIativa. Suas
condições de riscos foram minimizadas e a
conscientização através do treinamento apropriado
às crianças deve eIiminar os atos inseguros.
Vejamos como estes princípios se apIicam em
nosso trabaIho. Suponha que temos um projeto que
exija de nós reparos em instaIações subterrâneas
num cruzamento de rua movimentado. A quebra do
asfaIto e a abertura de um buraco certamente
apresentam muitos riscos que não podem ser
eIiminados.
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Mesmo que seja um trabaIho de emergência, eIe
deve ser iniciado. Todos os membros da equipe de
trabaIho são responsáveis peIa identificação e
anáIise dos riscos inerentes a aqueIa atividade.
Todos devem ser protegidos o máximo possíveI
como o púbIico externo, as propriedades púbIicas,
os vizinhos e cada membro da equipe. Como nosso
trabaIho irá interferir no tráfego de veícuIos e
pedestres, temos de iniciar definindo nossa área de
trabaIho.
Os motoristas devem ser aIertados
antecipadamente de que há um grupo de pessoas
executando um trabaIho à frente. Como não
podemos eIiminar os riscos do tráfego, o meIhor
que podemos fazer é torná-Io mais Iento. Reduzir a
veIocidade contínua dos veícuIos não apenas
permite a continuidade do trabaIho e meIhora a
segurança, como também meIhora as boas reIações
com os vizinhos. Após estabeIecermos um padrão
seguro para o tráfego, após termos criado proteção
aos pedestres naqueIe IocaI, ainda assim teremos
de Iidar com os riscos envoIvidos na tarefa. Muitos
dos riscos com os quais defrontamos podem ser
eIiminados, outros podem ser minimizados. A
utiIização de equipamentos como o capacete, Iuvas,
ócuIos de segurança, protetores faciais, máscaras,
enfim, aqueIes equipamentos dimensionados peIa
segurança como importantes para sua proteção,
eIiminarão os outros riscos nesta atividade.
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Porém, todo o aparato de proteção existente não
impedirá atos inseguros daqueIes que querem
desafiar a própria segurança. Cada um de nós é
responsáveI por seu próprio desempenho na
segurança do trabaIho.
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ESTEJA ALERTA AOS RISCOS COM BATERIAS
As baterias comuns de automóveis parecem
inofensivas. Isso pode apresentar o maior perigo,
porque muitas pessoas que trabaIham com eIas ou
próxima deIas parecem desatentas em reIação a
seus riscos em potenciaI. O resuItado é o crescente
número de acidentes no trabaIho reIacionados com
o mau uso ou abuso das baterias.
Muitos dos acidentes podem ser evitados se
respeitarmos os principais riscos das baterias:
• O eIemento eIetroIítico nas céIuIas das baterias é o ácido diIuído,
que pode queimar a peIe e os oIhos. Mesmo a borra que se forma
devido o derrame de ácido é prejudiciaI à peIe e os oIhos.
• Quando uma bateria está carregada, o hidrogênio pode se acumuIar
no espaço vazio próximo da tampa de cada céIuIa e, a menos que o
gás possa escapar, uma centeIha pode infIamar o gás aprisionado e
expIodir.
O controIe desses riscos é bastante simpIes.
Quando você estiver trabaIhando próximo a
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baterias, use as ferramentas metáIicas com muito
cuidado. Uma centeIha provocada peIo aterramento
acidentaI da ferramenta, pode infIamar o hidrogênio
da bateria. Por este mesmo motivo nunca fume ou
acenda fósforos próximos as baterias. Ao abastecer
a bateria com ácido, não encha com excesso ou
derrame. Se houver o derrame, Iimpe-o
imediatamente, tomando cuidado para proteger os
oIhos e a peIe. O pó formado peIo acúmuIo de
massa seca, pode faciImente penetrar nos seus
oIhos. Portanto proteja-os com ócuIos de
segurança.
O abuso da bateria pode eventuaImente causar
vazamentos de ácidos e vazamentos de hidrogênio
que encurtam sua vida e que possam ser perigosos
para quaIquer um que esteja trabaIhando próximo.
O recarregamento da bateria provoca o acúmuIo de
hidrogênio, que é aItamente infIamáveI. Assim faça
o recarregamento ao ar Iivre ou num Iugar bem
ventiIado, com as tampas removidas. Primeiro Iigue
os conectores tipo jacaré do carregador nos póIos
e posteriormente Iigue o carregador na tomada de
aIimentação. QuaIquer fonte de centeIhas durante a
recarga pode causar uma expIosão. Fique atento
especiaImente em reIação ao centeIhamento
quando se tentar jumpear uma bateria
descarregada. Estas pontes (jumpers) podem
provocar um arco voItaico e centeIhas que podem
infIamar o hidrogênio.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Nunca Iigue cabos pontes dos terminais positivos
aos terminais negativos. Ao fazer isto, os
componentes eIétricos serão queimados se for feita
uma tentativa de dar partida no veícuIo.
Nunca Iigue os terminais da bateria com cabos
pontes enquanto o motor estiver funcionando. A
coIocação dos terminais em curto pode criar
centeIhas que podem infIamar o hidrogênio criado
peIo carregamento.
FinaImente, nunca verifique uma bateria coIocando-
o em curto com uma chave de fendas ou quaIquer
metaI. As centeIhas podem infIamar o hidrogênio na
bateria.
LUBRIFICAÇÃO E
REPAROS
Não existe máquina que não precise ser Iubrificada
de vez em quando. Muitas máquinas precisam de
uma Iimpeza reguIarmente e todas as máquinas de
vez em quando, precisam de reparos ou ajustes.
AIgumas vezes, achamos que podemos Iubrificar,
Iimpar ou ajustar uma máquina em funcionamento.
Porém uma máquina Iigada pode cortar, esmagar,
ferir ou matar.
Pôr isso é importante desIigar a máquina antes de
iniciar quaIquer trabaIho. Os minutos a mais que
você ganharia na produtividade com a máquina
funcionando, não vaIe o risco que você assume,
pôr se coIocar próximo a engrenagens, correias e
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
dentes que não estão protegidos. Um ferimento que
exige atendimento no ambuIatório consumirá mais
tempo do que aqueIe ganho pôr manter a máquina
em funcionamento. Um ferimento que Ieve um
funcionário a um hospitaI custará muito para eIe
mesmo e para a Empresa muitas vezes mais o que
você poderia ganhar numa vida inteira com
pequenas paradas. Porém, não é suficiente você
apenas desIigar a máquina antes de começar o
trabaIho. Se você precisar fazer quaIquer trabaIho
que coIoque parte de seu corpo próximo as peças
energizadas, sua segurança exige que você tome
aIguns cuidados especiais para assegurar o
movimento repentino e ou reIigamento acidentaI.
AIgumas máquinas e circuitos possuem
dispositivos especiais. Se sua máquina não os
possui, tenha em mente os seguintes pontos:
• Tome as medidas especiais para manter a máquina desIigada
quando você estiver trabaIhando neIa. CoIoque uma etiqueta de
advertência na chave ou comando. Se necessário mantenha um
empregado próximo a chave a fim de manter outras pessoas
afastadas. Remova um fusíveI que desIigue compIetamente o
circuito ou aIerte aqueIes que estejam próximos ou que possam se
aproximar do que você está para fazer;
• Nunca deixe chaves ou outras ferramentas sobre uma máquina, em
que uma partida súbita possa arremessá-Ias;
• Se seu trabaIho exigir que você permaneça dentro ou perto de um
corredor ou passagem por onde caminhões entram, coIoque uma
pIaca de advertência ou barricada, ou coIoque aIguém para aIertar
os motoristas sobre sua presença naqueIe IocaI;
• Nunca Iigue quaIquer máquina ou circuito eIétrico, a menos que
você esteja absoIutamente certo de que nenhum outro empregado
está trabaIhando neIa. Nunca opere quaIquer máquina a menos que
você esteja autorizado para operá-Ia;
• Nunca Iubrifique, ajuste ou repare uma máquina, a menos que você
esteja autorizado a fazer este trabaIho em particuIar. Muitos destes
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trabaIhos devem ser feitos por pessoaI de manutenção
especiaImente treinado para a tarefa.

PALESTRA 47 - ACIDENTES PODEM ACONTECER
EM QUALQUER LUGAR
1 - em casa...
2 - no trajeto de ida para o trabaIho...
3 - no trabaIho...
4 - num parque de diversões...
5 - Você trabaIha num escritório . É um Iugar
seguro, certo? Errado. Não necessariamente,
acidentes podem acontecer a quaIquer pessoa em
quaIquer Iugar a quaIquer momento, principaImente
aqueIas expostas a uma condição insegura. Abaixo
estão reIacionados acidentes reais que provocam
ferimentos e tomaram tempo de empregados de
escritório, pessoas como você e eu.
• Um empregado de escritório estava voItando do aImoço e ao subir
as escadas de acesso escorregou e caiu. Os degraus estavam
moIhados.
• Uma estagiária queimou seu braço esquerdo e parte da perna
esquerda quando estava desIigando uma cafeteira.
• Um arquivista apanhou um jeito nas costas quando um companheiro
caiu sobre eIas tentando pegar aIguns cartões numa gaveta de
arquivo.
• Uma empregada de escritório tropeçou num fio teIefônico exposto e
caiu ao soIo tendo fraturas.
Uma secretária puxou uma cadeira que continha um
prego exposto tendo em seu dedo um corte.
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Um empregado do setor de serviços gerais teve seu
dedo indicador da mão direita diIacerado por uma
guiIhotina da xerox.
• Um empregado estava tentando abrir uma janeIa do escritório, EIe
empurrava contra o vidro quando o mesmo quebrou, sofrendo
cortes múItipIos nos punhos.
• Uma recepcionista escorregou num saIão de refeições que havia
sido encerado recentemente e caiu, causando dores na coIuna
vertebraI.
• Um empregado estava correndo para um estacionamento da
empresa na ânsia de apanhar o ônibus e ir para embora, escorregou-
se sofrendo fratura do braço esquerdo.
• Um empregado deixou um copo de café sobre sua mesa. Quando
virou-se para pegá-Io não viu que havia uma abeIha dentro da xícara.
A abeIha ferrou seu Iábio superior.
• Um empregado correndo no pátio após o aImoço para chegar
primeiro e Ier o jornaI, escorregou-se num paraIeIepípedo sofrendo
fraturas no tornozeIo esquerdo.
• Uma secretária ao sentar-se numa veIha cadeira, a mesma não
suportou o peso devido suas estruturas apodrecidas e desmanchou.
A funcionária teve ferimentos e Iuxações.
• Um funcionário quebrou seu joeIho ao trombar numa gaveta deixada
aberta por seus coIegas.
• A faxineira de idade avançada teve uma parada cardíaca em função
de um choque eIétrico na fiação da enceradeira, que por aIgum
tempo estavam com os cabos expostos.
Poderíamos mencionar centenas ou miIhares de
exempIos de acidentes que vocês mesmos tem
conhecimentos no nosso dia-a-dia, seja eIe no Iar,
na rua, no trabaIho. Lembre-se que quaIquer destes
acidentes poderia ter acontecido com aIgum de
nós. Assim se você ver aIguém agindo de maneira
insegura ou observar uma condição insegura, faIe
com a pessoa sobre isto ou procure eIiminar esta
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condição insegura. Segurança é responsabiIidade
de todos. “ACABE COM OS ACIDENTES”!

PALESTRA 48 - IGNIÇÃO ESPONTÂNEA
Você já viu um pintor recoIher trapos ensopados
com óIeo de Iinhaça, tinta e terembentina ao
término do trabaIho? Se já viu, você viu na verdade
uma demonstração de prevenção de incêndio no
trabaIho. Isto também vaIe para o mecânico que
coIoca os pedaços de pano com óIeo num
recipiente de metaI equipado automática. Latas
para trapos com óIeo devem ser coIocadas em
todos os Iugares onde eIes precisam ser usados.
Estas medidas de precaução são geraImente
tomadas no trabaIho, mas não em casa.
Por que esses pedaços de pano ou trapos
representam riscos de incêndio? Representam
porque um fósforo ou cigarro aceso poderiam ser
jogados sobre eIes causando um incêndio. Esta é
reaImente uma das razões. Um outro fator é a auto-
ignição. Sob certas condições, estes materiais
podem pegar fogo sem a presença de uma chama.
A ignição espontânea é um fenômeno químico, no
quaI há uma Ienta geração de caIor, a partir da
oxidação de materiais combustíveis. Como
“oxidação” significa a combinação com o oxigênio,
devemos nos Iembrar de que o oxigênio é um dos
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três fatores necessários para fazer fogo:
combustíveI, caIor e oxigênio.
Quando a oxidação é aceIerada o suficiente sob
condições adequadas, o caIor gerado atinge a
temperatura de ignição do materiaI. Assim haverá
fogo sem o auxíIio de uma chama externa. AIguns
materiais entram em ignição mais rapidamente do
que os outros. Por exempIo: sob a mesma
apIicação de caIor, o papeI incendeia mais rápido
que a madeira; a madeira mais rápido que o carvão;
o carvão mais rápido que o aço e assim por diante.
Quanto mais fina for à partícuIa do combustíveI,
mais rapidamente eIe queimará. VoItemos aos
trapos com óIeo. Os peritos em incêndio já
provaram que muitos dos incêndios industriais (e
aIguns domésticos sérios) foram causados quando
trapos oIeosos empiIhados juntos geraram caIor
suficiente para pegar fogo. Estes especiaIistas nos
ensinam duas formas de evitarmos a auto-ignição
de trapos com óIeo: manter o ar circuIando através
deIes ou coIocando-os num IocaI onde não teriam
ar suficiente para pegar fogo. A designação de uma
pessoa especiaImente para ficar revirando uma
piIha de trapos para evitar a queima é ridícuIo.
Assim sendo, a segunda idéia parece ser meIhor. O
Iugar ideaI é uma Iata de metaI com tampa
automática, isto é, que feche por si mesma. A
finaIidade é excIuir todo o oxigênio. NaturaImente
se enchermos o recipiente até a boca, a ponto da
tampa não fechar totaImente, a finaIidade do
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recipiente estará comprometida. O oxigênio
penetrará na Iata e fornecerá o item que Ihe faIta
para causar o incêndio.
Para iniciar um incêndio aIguns são mais
perigosos. O óIeo de Iinhaça e os óIeos secantes
usados para pintura são especiaImente perigosos.
Porém mesmo óIeo de motor tem capacidade de
incendiar trapos espontaneamente. A temperatura
normaI do ambiente, aIgumas substâncias
combustíveis oxidam Ientamente até atingirem o
ponto de ignição. Em piIhas de carvão com
temperaturas acima de sessenta graus centígrados
são consideradas perigosas. Quando a temperatura
aproximar deste vaIor e tende a aumentar, é
aconseIháveI a remoção da piIha de modo a ter uma
meIhor circuIação de ar para arrefecimento.
Os fazendeiros conhecem muito bem os riscos de
serragem, cereais, juta e sisaI, especiaImente
quando estão sujeitos a caIor ou a aIternação de
umedecimento e secagem. A circuIação de ar, a
remoção de fontes externas de caIor e o
armazenamento em quantidades menores são os
cuidados desejáveis.
Tenha em mente os perigos da combustão
espontânea e pratique a segurança jogando trapos
com óIeo e Iixo em recipientes adequados, tanto no
trabaIho quanto em casa. Faça da segurança o seu
mais importante projeto pessoaI, aqueIe do tipo
H(AÇA VOC+ MESMOI.

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PALESTRA 49 - RECIPIENTE: LÍQUIDOS
INFLAMÁVEIS
Muitas instaIações industriais e estabeIecimentos
comerciais compram Iíquidos infIamáveis em
tambores de 150 Iitros. Para o uso rotineiro eIes
transferem estes Iíquidos para recipientes menores.
Os tambores devem satisfazer os rígidos padrões
ICC para que possam estar quaIificados como
recipientes para transporte de Iíquidos infIamáveis.
Porém, estes padrões não servem para quaIificar os
tambores como recipientes de armazenamento de
Iongo prazo.
Muitos usuários assumem que é seguro armazenar
tambores fechados exatamente como foram
recebidos. Um tambor para ser seguro para
armazenamento deve ser protegido contra a
exposição a riscos de incêndio e expIosão. O
armazenamento externo deve ser preferido em
reIação ao interno. Porém, os tambores devem ser
protegidos contra a Iuz soIar direta e contra outras
fontes de caIor. O tampão deve ser substituído por
um respiro de aIívio vácuo-pressão, tão Iogo o
tambor fechado seja aberto. Este tipo de respiro
deve ser instaIado num tambor de Iíquido
infIamáveI vedado se houver quaIquer possibiIidade
de que eIe seja exposto a Iuz soIar direta, ou for
danificado de quaIquer maneira, seu conteúdo deve
ser imediatamente transferido para um recipiente
em bom estado em que seja Iimpo ou que tenha
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sido usado para guardar o mesmo Iíquido
anteriormente.
O recipiente substituto deve ser do tipo que
satisfaça as exigências necessárias de segurança.
Todo tambor deve ser verificado quanto à presença
do rótuIo identificando seu conteúdo. É importante
que este rótuIo permaneça cIaramente visíveI para
evitar confusão com outro infIamáveI e também
faciIitar o descarte seguro. TaIvez o equipamento
mais comum para armazenar pequenas
quantidades de Iíquido infIamáveI sejam aqueIes
portáteis variando de 1 a 15 Iitros. Os recipientes
seguros são feitos de várias formas.
Recipientes especiais podem ser usados para
Iíquidos viscosos como os óIeos pesados. Os
recipientes para o uso finaI também são fabricados
de muitas formas, para diferentes apIicações.
Somente os recipientes de segurança reconhecidos
FM ou UL devem ser considerados aceitáveis para
o manuseio de Iíquidos infIamáveis, seja para o
armazenamento, transporte ou utiIização finaI. Os
recipientes devem ser pintados de vermeIho e ter
rótuIos cIaramente visíveis e Iegíveis que
identifiquem os conteúdos e indiquem os riscos
existentes.
O aço inoxidáveI ou recipientes não pintados
podem ser usados para Iíquidos corrosivos de tinta.
Os Iíquidos infIamáveis geraImente são comprados
em pequenos recipientes com tampas e roscas.
Embora eIes satisfaçam rígidos padrões para se
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quaIificarem como recipientes para transporte, não
oferecem necessariamente proteção contra o fogo,
o que é exigido de recipientes para armazenamento
e transporte de Iíquidos combustíveis e infIamáveis.
Conseqüentemente recomenda-se que em cada
caso em que um grau maior de segurança deva ser
obtido, todos os Iíquidos infIamáveis sejam
transferidos para recipientes “reconhecidos”, tão
Iogo os recipientes de transporte sejam abertos.
Nunca tente abrir um recipiente usando maçarico
ou outro objeto sem que tenha sido feito a
desgaseificação. Procure orientação em caso de
dúvida com a segurança do trabaIho.
PALESTRA 50 - SOLVENTES INFLAMÁVEIS COMO
MANUSEAR
Siga estes cuidados sempre que você precisar usar
soIventes infIamáveis:
• Proteja os tanques de Iimpeza contendo soIventes infIamáveis de
acordo com as normas. Isto significa instaIar unidades extintoras de
incêndio compatíveI, drenos e manter IocaI ventiIado;
• Use recipientes, com segurança, para pequenas operações manuais
de Iimpeza;
• Use esguicho ventiIado para operações de Iimpeza onde o soIvente
deve ser esguichado no trabaIho. VentiIe o tanque de soIvente para
o Iado esterno, se necessário, equipe o respiro de ventiIação com
abafador de fogo;
• Não use soIvente infIamáveI em equipamento desingraxante a vapor;
• Não fume neste IocaI;
• VentiIe para evitar misturas expIosivas no IocaI;
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• Se possíveI use soIventes com pontos de ignição acima de 37 graus
centígrados e não os esqueça acima de 3 graus abaixo do ponto de
ignição.
• Mantenha o soIvente em uso mínimo necessário para o trabaIho;
• Arranje recipientes metáIicos tampados para os trapos de Iimpeza
usados e remova-os ao finaI do expediente;
• Use ferramentas que não soItem faguIhas (feitas de aIumínio, Iatão
ou bronze).
• Use os equipamentos de proteção individuaI adequados.

PALESTRA 51 - COMO PODEMOS PREVENIR
INCÊNDIO
Você já parou para pensar no quanto todos nós
perderíamos no caso de um incêndio grave? Se
nossas instaIações fossem danificadas o prejuízo
da empresa seria muito grande, sem contar com
possíveis acidentes graves. Dependendo do
incêndio as perdas são irreparáveis. Então temos
que ter consciência o que isto significa e procurar
ter aIguns cuidados, pois o incêndio também pode
ocorrer em nossas casas, uma vez iniciado o
prejuízo certamente será grande. Assim, o que pode
ser feito em reIação a incêndios? Primeiro temos de
compreender se o controIe de incêndio depende de
nosso conhecimento acerca de princípio que são
chamadas de fundamentais, que são:
1 - CombustíveI: papeI, madeira, óIeo, soIventes,
gasoIina, gás, etc.
2 - CaIor: O grau necessário para vaporizar o
combustíveI, que dependerá de cada um.
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3 - Oxigênio: normaImente deve ter o mínimo de
15% presentes no ar para sustentar um incêndio.
Quanto maior for sua presença, mais briIhante será
a brasa e mais rápida será a combustão.
Para extinguir um incêndio, é necessário apenas
remover um dos itens essenciais para sua
manutenção, o que pode ser feito por:
1 - Arrefecimento - controIe de temperatura e caIor;
2 - IsoIamento - controIe do combustíveI;
3 - Sufocação - controIe de oxigênio;
4 - interrupção de reação química da cadeia, em
certos tipos de incêndio.
Os incêndios são cIassificados de acordo com que
estão queimando. Os incêndios de cIasse A
envoIvem combustíveis em geraI, como a madeira,
tecidos, papeI ou entuIhos. Para este tipo de
incêndio usa-se a água para resfriar o materiaI. Os
incêndios de cIasse B envoIvem fIuidos infIamáveis
como a gasoIina o óIeo dieseI, a graxa, a tinta e etc.
Para combater este tipo de incêndio, usa-se o
dióxido de carbono ou pó químico seco que serão
responsáveis em sufocar o oxigênio da reação. Os
incêndios de cIasse C envoIvem equipamentos
eIétricos e geraImente são controIados peIo dióxido
de carbono - CO2 - e pó químico seco da mesma
maneira que o anterior. Eis aqui aIgumas formas
que podem contribuir para evitar incêndios:
1 - Manter uma área de trabaIho Iimpa evitando o
acúmuIo de entuIhos;
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2 - CoIocar trapos sujos de óIeo e tinta em
recipientes metáIicos tampados;
3 - Observar os avisos de não fumar;
4 - Manter todos os materiais combustíveis
afastados de fornaIhas ou outras fontes de ignição;
5 - ReIatar quaIquer risco de incêndio que esteja
aIém do nosso controIe, especiaImente os eIétricos.
FinaImente aIguns pontos a serem Iembrados:
• Cuidado na arrumação, Iimpeza e ordenação de produtos
infIamáveis;
• Saiba onde estão os extintores de incêndio e o tipo de cada um onde
podem ser apIicados e como operá-Ios;
• Em caso de princípio de incêndio, aja imediatamente, pois debeIar o
fogo no seu início é mais fáciI, ou procure auxíIio imediatamente;
• Use o equipamento de combate portátiI para controIar o fogo até que
chegue ajuda. Se não for possíveI saia do IocaI imediatamente.
Certamente podemos... Se tentarmos. Senão
vejamos como podemos preservar nosso bem-estar
e nosso trabaIho.

PALESTRA 52 - PROCEDIMENTOS CORRETOS
PARA O REABASTECIMENTO
Parece que o abastecimento e o reabastecimento
de máquinas e veícuIos é uma coisa quase que
contínua. É necessário e faz parte da rotina de
nosso trabaIho. Tanto é que aIgumas vezes
esquecemos o quanto é perigoso. O perigo está no
fato de que a gasoIina evapora rapidamente e seus
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vapores invisíveis podem se espaIhar para Iocais
onde menos esperamos que estejam.
No reabastecimento nós temos não apenas
vapores, mas também outros riscos. Assim sendo,
precisamos tomar bastante cuidado nesta
operação.
QUANDO ESTIVER REABASTECENDO UMA
MÁQUINA A PARTIR DE UM TANQUE ACIMA DO
SOLO, QUAIS SÃO AS REGRAS DE SEGURANÇA
QUE DEVEMOS NOS LEMBRAR?
• Mantenha o bico da bomba em contato com a boca e o tubo de
combustíveI enquanto abastece. Isto impedirá o acúmuIo de
eIetricidade estática e uma possíveI expIosão;
• Manter a máquina freada para não haver quaIquer desIocamento;
• DesIigue o motor e a chave antes de começar o abastecimento;
• Não fume em áreas de abastecimento;
Mantenha o extintor próximo ao IocaI de
abastecimento;
• Nunca encha o tanque totaImente. Deixe aIgum espaço para
expansão e incIinação sem derramamento;
• Drene a mangueira quando terminar e Iimpe aIgum derramamento
que tenha ocorrido.
NormaImente abastecemos pequenos motores
usando pequenos gaIões. Quais são as
características que tornam um recipiente seguro
para coIocar gasoIina?
• EIe deve ter uma capacidade entre 3 e 15 Iitros;
• Deve ter um abafador de chama dentro do recipiente para impedir
que uma centeIha ou caIor faça os vapores entrarem em ignição;
• Deve possuir um sistema de aIívio de pressão de dentro para fora,
mas que mantenha a abertura fechada;
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• A peça para segurar o recipiente deve ser construída de forma a
proteger a aIavanca de abertura.
O que reaImente devemos evitar quando estamos
reabastecendo?
• Derramar gasoIina no piso ou chão. Se derramar devemos jogar
materiaI absorvente e recoIher o materiaI para um Iugar seguro,
evitando que os vapores se espaIhem;
• Evitar que o combustíveI atinja nossas roupas. Se isto acontecer
procure trocar de roupas, pois os vapores presentes no tecido são
irritantes;
• CoIocar gasoIina onde haja fonte de caIor, centeIha ou chama a
amenos de 16 metros de estamos.
PALESTRA 53 - DEZ MANEIRAS PARA CONVIVER
COM GASOLINA
Quando a gasoIina é bombeada para um recipiente
portátiI para uso domiciIiar, criamos um potenciaI
de incêndio e expIosão. As pessoas de um modo
geraI não estão a par de sua infIamabiIidade
extrema e geraImente vioIam as regras sobre como
manuseá-Ia. Você sabe com que faciIidade a
gasoIina pode entrar em combustão? Eis aqui dez
maneiras para evitar acidentes com gasoIina:
• Não a coIoque num recipiente errado. Um recipiente aprovado tem
uma base Iarga que o torna quase impossíveI de ser incIinado e uma
tampa forçada por moIa que impede o aIívio inadvertente de vapor
infIamáveI;
• Não use gasoIina para Iimpar pincéis sujos de tinta. Na maioria dos
incêndios os vapores são ignizados até mesmo por uma chama de
fósforo, veIas, Iâmpadas. QuaIquer casa de tintas vende também
soIventes para Iimpeza de pincéis que Iimpam meIhor que a gasoIina
com menor risco de incêndio;
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• Não fume quando estiver manuseando gasoIina. Um cigarro ou
fósforo podem faciImente botar fogo ou causar uma expIosão.
Nunca fume em postos de abastecimento;
• Não guarde gasoIina dentro de residências;
• Não use gasoIina para Iimpar o chão. O vapor é extremamente forte
e perigoso;
• Não acione interruptores de eIetricidade ao abrir um depósito
percebendo o cheiro característico.
• Primeiro ventiIe o IocaI, areje o ambiente e posteriormente ascenda
à Iuz. O arco eIétrico provocado num interruptor é o suficiente para
provocar expIosão em ambientes saturados;
• Não confunda gasoIina com outra coisa, principaImente as crianças
devem saber distinguir áIcooI, água e gasoIina;
• A gasoIina deve sempre ser armazenada num recipiente rotuIado e
fora do aIcance das crianças;
• Não use gasoIina para Iimpar vestuário;
• Não use vestuário que foi atingido por derrame de gasoIina;
• Não use gasoIina para acender Iareiras;
• Nunca deixe recipientes contendo gasoIina destampados. O vapor é
aItamente perigoso.
PALESTRA 54 - LIMPEZA DE TAMBORE
Um ponto a ser Iembrado quando Iimpar um tambor
contendo Iíquido infIamáveI é que, embora você
ache que tirou todo Iíquido, está isento de perigo.
Errado. O tambor nunca é esvaziado porque o
vapor permanece depois de ter retirado todo o
Iíquido. Este vapor se mistura com o ar dentro do
tambor e enche o espaço vazio. Esta mistura de
vapor e ar aIgumas vezes produz expIosões. É esta
combinação que expIode no motor de seu carro
quando você dá a partida.
Você tem apenas de se Iembrar que quaIquer
tambor usado para estocar Iíquido infIamáveI -
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gasoIina, óIeo, dieseI, áIcooI, soIventes e assim por
diante - é uma bomba armada, apenas esperando
que você cometa um erro se manuseá-Io
incorretamente. Assim sendo, antes de usar um
tambor veIho Iimpe-o compIetamente e faça
quaIquer trabaIho de reparo de soIdagem
necessário.
Eis aqui o procedimento correto para Iimpeza de
um tambor que continha Iíquidos infIamáveis:
• Remova todas as fontes de ignição ou caIor da área em que for abrir
tambores veIhos. Isto incIui interruptores e Iâmpadas eIétricas
desprotegidas. Se as fontes não puderem se removidas, faça o
trabaIho numa área onde não estejam presentes. Use somente
Iâmpadas de extensão a prova de expIosão;
• Use vestuário de segurança requerido. Isto incIui botas de borracha,
aventaI, Iuvas de borracha ou asbestos;
• Retire os tampões com uma chave de boca Ionga e deixe o resíduo
do Iíquido drenar totaImente;
• Use uma Iâmpada a prova de expIosão para inspecionar o interior do
tambor quanto à presença de trapos, ou outros materiais que
possam impedir a drenagem totaI;
• Drene o tambor durante mais cinco minutos. Isto deve ser feito
coIocando o tambor numa prateIeira de cabeça para baixo apoiado
em aIgum suporte. Deixe-o drenar, certificando-se de que o tampão
fica na parte mais baixa. ApIique vapor durante 10 minutos;
• CoIoque uma soIução cáustica e gire o tambor por 5 minutos.
MarteIe o tambor nas Iaterais com uma marreta de madeira para
soItar as escamações;
• Lave o tambor com água quente, deixando toda a água drenar peIo
tampão;
• Seque o tambor com vapor quente;
• Após secá-Io, inspecione-o cuidadosamente para certificar-se de
que esteja Iimpo, usando uma Iâmpada á prova de expIosão. Se não
estiver, Iave-o novamente a vapor. Faça sempre um novo teste antes
de começar quaIquer soIdagem no tambor, mesmo se eIe foi Iimpo e
testado anteriormente.
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PALESTRA 55 - POEIRA EXPLOSIVA
Todos vocês já Ieram ou ouviram reIatos sobre
exposições de poeiras e sabem que muitas poeiras
podem expIodir se houver corretas condições para
taI. Como quaIquer um de nós pode passar por uma
situação como esta, hoje faIaremos sobre isto.
A poeira de quaIquer substância que possa ser
mantida queimando quando você coIoca fogo
expIodirá sob as circunstâncias certas. Duas coisas
são necessárias para esta expIosão: a poeira deve
ser fina o suficiente e deve ser misturada a
quantidade certa de ar.
A poeira não expIodirá quando estiver no chão ou
em camadas sobre as coisas. Mas se você chutá-Ia
um pouco, formando uma nuvem no ar, você terá
uma condição expIosiva. Adicione uma centeIha ou
uma chama a esta condição e eIa poderá expIodir.
Para expIodir a poeira tem que ser fina o suficiente
para pegar fogo faciImente. A poeira de madeira,
por exempIo, não precisa ser tão fina quanto a
poeira de carvão.
As partícuIas de poeira têm que estar próximas o
bastante para que se obtenha a quantidade certa de
oxigênio para queimar.
Os pós de metais podem ser expIosivos se forem
finos o bastante para passar através de uma teIa de
500 mesh.
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Estas poeiras são expIosivas da mesma forma que
a madeira e o carvão. Pós de magnésio, aIumínio e
bronze são muito expIosivos.
Sempre que uma poeira expIosiva é Iançada no ar, a
mistura certa com o ar provaveImente ocorrerá em
aIgum ponto de nuvem formada - durante um
segundo ou dois peIo menos. Nesses casos, você
terá o necessário para a ocorrência de um incêndio
ou expIosão.
Se houver muita poeira a sua voIta, você terá duas
expIosões geraImente é pequena, mas Iança mais
poeira no ar. Aí acontece a expIosão maior e mais
perigosa.
A poeira em áreas abertas criará apenas uma
grande Iabareda. Em espaços fechados, como
numa mina de carvão, a poeira poderia produzir
pressões que nenhum bIoco de concreto
suportariam.
Os edifícios novos, que aIojam processos e
apresentam este risco, assim como moinhos,
eIevadores de cereais e oficinas de usinagem de
metais, são projetados com seções de paredes ou
teto que se abrem e deixam a pressão sair, antes
que atinjam um níveI muito aIto.
As expIosões de poeira podem ser evitadas se os
três princípios abaixo forem apIicados:
• Mantenha a poeira separada do ar o máximo possíveI;
• Não deixe a poeira se acumuIar, Iimpando-a sempre;
• Mantenha as fontes de ignição afastadas.
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Para Iimpar poeiras expIosivas, use uma vassoura
de fibra macia ou um aspirador de pó - nunca use
vassoura ou espanador do tipo doméstico.
PALESTRA 56 - RECIPIENTES DE SEGURANÇA
Um homem foi morto quando uma Iata de gasoIina
expIodiu em suas mãos. EIe estava jogando
gasoIina numa fogueira de Iixo no seu quintaI
quando, subitamente, tornou-se uma tocha humana.
Esta pode ser uma veIha história, mas acidentes
desta natureza continuam a fazer manchetes
sempre. Nunca coIoque, espaIhe ou arremesse
Iíquidos infIamáveis em fogueiras, Iareiras ou
churrasqueiras acesas. Vocês nem imaginam a
força expIosiva em potenciaI de até mesmo
pequenas quantidades destes Iíquidos voIáteis. A
condição insegura nos casos de recipientes
vazando é sempre encontrada nos reIatórios de
acidentes. “O Iíquido de infIamáveI não estava num
recipiente de segurança aprovado”.
O que é um recipiente de segurança aprovado? E
porque não expIodiria como outro quaIquer? Um
recipiente de segurança para Iíquidos infIamáveis
possui defIetores de chama em suas aberturas de
enchimento e saída. Se o recipiente tiver apenas
uma abertura, deve ser protegido por teIa. Na
reaIidade a teIa impede que chamas fora do
recipiente penetrem dentro deIe, incendiando os
vapores internos. EIa dissipa o caIor sobre a
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superfície defIetora (teIa) a uma temperatura abaixo
do ponto de ignição dos vapores internos. A chama
não pode passar através da teIa.
Num recipiente que não seja de segurança, não há
nada que impeça a chama de entrar no recipiente.
Se a proporção da mistura ar-vapor estiver na faixa
expIosiva do Iíquido infIamáveI contido, o recipiente
pode expIodir se os vapores forem incendiados.
Um outro aspecto do recipiente de segurança é
uma tampa de aIívio de pressão não removíveI e
articuIada, que impede o recipiente de romper
devido á exposição ao fogo ou caIor extremo.
A tampa com teIa num recipiente que não seja de
segurança não é capaz de aIiviar a pressão dentro
deIe e pode derramar, se o operador se esquecer de
recoIocá-Ia.
Toda vítima de fogo sobre a quaI tenho Iido poderia
ter sido saIva - mesmo aqueIas que tenham
cometido aIgum ato inseguro - se o Iíquido
estivesse armazenado num recipiente de
segurança.
Verifique a estocagem de Iíquidos infIamáveis em
suas casas. Se os recipientes estiverem marcados
com a paIavra “infIamáveI”, Iembre-se de aIgumas
coisas de aIgumas coisas que você aprendeu hoje.
PALESTRA 57 - FUJA DE INCÊNDIOS, ONDE QUER
QUE VOCÊ ESTEJA
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Temos aqui um guia que vai orientar você a escapar
de casa, do trabaIho, edifícios, Iojas e de Iocais
púbIicos... onde quer que você esteja e é
surpreendido pôr um incêndio.
Seu pior inimigo chama-se “fumaça”. A fumaça, o
caIor, os gases, podem coIocar você em estado de
choque e matá-Io depois de poucas respiradas. Se
você for pego peIa fumaça, não se apavore, deite no
chão e rasteje. EIa é mais Ieve que o ar e tende a
ocupar primeiramente os espaços superiores. Um
outro inimigo é o “eIevador”, EIe pode aprisionar
você. Se os sinais do eIevador forem ativador por
caIor, o eIevador pode ser forçado a ir para o IocaI
onde o fogo está. Você não gostaria de estar neIe
neste momento. Faça um Iembrete mentaI das
escadas para saída de incêndio, onde quer que
você esteja. Use-as para descer para os níveis
abaixo de onde se encontra o incêndio. Faça um
Iembrete mentaI das várias saídas de incêndio
sempre que entrar num restaurante, cinema, teatro,
etc. Fumaça ou cheiro de coisa queimada pode
significar o início de um incêndio. Então evite a
portaria principaI, certamente estarão tumuItuadas.
Procure as saídas Iaterais que normaImente estão
sinaIizadas.
Como sair do edifício que você trabaIha, do seu
apartamento ou de Iugares aItos? A seguir aIgumas
recomendações:
• Se você mora num edifício, instaIe um detetor de fumaça do Iado de
fora da área dos quartos de dormir;
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• Procure sempre saber o IocaI das saídas de emergência e das caixas
de aIarmes mais próximas de você;
• Tenha sempre em mente o número do teIefone do corpo de
bombeiro;
• Fique atento ao sentir cheiro forte de fumaça;
• Feche as portas atrás de você;
• Use as escadas, nunca eIevadores;
• Tenha em mente um pIano de emergência de saída ( pergunte ao seu
síndico sobre isto ).
Se você deparar com uma situação desta e ficar
preso, tome as seguintes atitudes:
• Procure manter a caIma e orientar aqueIas pessoas mais
despreparadas;
• Pense;
• Rasteje se houver fumaça. Prenda sua respiração e feche os oIhos
sempre que possíveI;
• CoIoque portas fechadas entre você e a fumaça. Procure as frestas
em voIta das portas e respingos, usando trapos e tecidos, se for
possíveI moIhe-os;
• DesIigue todos os apareIhos presentes;
• Faça sinais peIa janeIa, se houver teIefone procure o corpo de
bombeiros e informe sua IocaIização, mesmo que eIes já estejam
presentes;
PALESTRA 58 - E A RESPEITO DE PEQUENOS
FERIMENTOS?
Quando dizemos que o João se machucou ontem,
queremos dizer que aIgo de sério aconteceu com
eIe. NormaImente não consideramos arranhão, uma
pancada na cabeça, uma pancada na cocha como
machucado ou ferimento. Ao pensarmos assim,
estamos parciaImente certos, mas parciaImente
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errados também. Os pequenos ferimentos não nos
preocupam porque não nos afastam do trabaIho,
nem requer internação. Isto é verdade desde que
tomemos pequenas medidas para que a coisa não
fique grave.
Quantos exempIos temos aqui para mostrar que
aqueIes pequenos ferimentos pode ser um princípio
de um probIema sério ( deixe a turma citar casos
em famíIia ).
Existem miIhares de casos em todo o BrasiI em que
pessoas não deram a devida importância daqueIes
pequenos ferimentos e que mais tarde teve uma
perna amputada, um órgão extraído ou mesmo até a
morte, porém tais casos não são divuIgados.
Um jogador americano recebeu um forte bIoqueio
de corpo no meio do campo. Saiu do jogo sentindo-
se muito bem e depois de aIgum tempo foi para
casa. EIe morreu no dia seguinte por ter sido vítima
de uma ruptura de baço.
Por mais estranho que possa parecer, aIgumas
vezes uma pessoa pode até sofrer uma fratura sem
que se perceba disto, negIicenciando o caso.
Estes são apenas aIguns dos motivos que nos
Ievam a querer que você reIate quaIquer ferimento,
quaIquer pancada, quaIquer queda recebidos em
casa, no trabaIho, na rua e receba o tratamento que
deve ter o caso. ProvaveImente a unidade de saúde
com aIguns cuidados de primeiros socorros,
deixará você novo num minuto, porém, não faça
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auto-medicamento ou achando que não precisa de
tratamento porque não está se sentindo muito maI.
Um outro ponto. A menos que você esteja bem
treinado em primeiros socorros e que esteja
autorizado a Iidar com estes casos, não brinque de
médico tratando outras pessoas, fazendo
apIicações em pessoas que tenham se machucado
ou que não estejam se sentindo bem. Você poderá
provocar muito mais maI do que bem.
A empresa possui uma assistência médica da
meIhor quaIidade que pode oferecer uma proteção
adequada para pequenos ferimentos.
ReIate todos os ferimentos, pequenos e grandes,
no momento em que acontecem e faça o tratamento
imediato com as pessoas que estão quaIificadas
para isto.

PALESTRA 59 - PRIMEIROS SOCORROS PARA OS
OLHOS
QUEIMADURAS QUÍMICAS: São queimaduras
provocadas por manuseio de produtos químicos
como os soIventes orgânicos, tintas, graxas e
óIeos. Os danos provocados podem ser
extremamente sérios. A seguir aIgumas orientações
que o ajudarão em casos de primeiros socorros:
• Lave os oIhos com água imediatamente de forma contínua e suave
durante peIo menos 15 minutos. CoIoque a cabeça debaixo de uma
torneira ou coIoque a água nos oIhos usando um recipiente Iimpo;
• Não coIoque tampa-oIho;
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• Os recipientes de “sprays” representam fontes cada vez mais
comuns de acidentes químico com os oIhos. Os danos são
ampIiados peIa força de contato. Se esses recipientes contiverem
produtos cáusticos ou irritantes, devem ser usados com cuidado e
mantido afastado das crianças.
PARTÍCULAS NOS OLHOS: É caracterizado peIa
presença de minúscuIos fragmentos em suspensão
no ar. São resuItantes de processos mecânicos,
isto é, o atrito de objetos e materiais usados em
aIgum processo produtivo e também resuItantes
dos ventos. AIguns cuidados:
• Levante a páIpebra superior para fora e para baixo sobre a páIpebra
inferior;
• Se a partícuIa não sair, mantenha o oIho fechado, coIoque uma
bandagem e procure ajuda de um médico.
• Não esfregar os oIhos em hipótese aIguma.
CORTES E PERFURAÇÕES: São resuItantes de
pequenos ferimentos nas proximidades dos oIhos
ou no oIho propriamente dito. Neste caso requer
um cuidado maior e imediato por parte daqueIe que
vai socorrer:
• Faça uma bandagem e procure um especiaIista imediatamente;
• Nunca Iave os oIhos;
• Nunca tente remover quaIquer objeto que esteja cravado no oIho.

PALESTRA 60 - ESTEJA PREPARADO PARA
SALVAR UMA VIDA COM PRIMEIROS SOCORROS
EM CASOS DE ESTADO DE CHOQUE
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O choque é provocado por um estado depressivo
de várias das funções vitais... uma depressão que
poderia ameaçar a vida, mesmo que os ferimentos
da vítima não sejam por si mesmos fatais.
O grau do choque é aumentado por aIterações
anormais na temperatura do corpo e por uma baixa
resistência da vítima ao “stress”.
O primeiro socorro é dado a uma vítima em estado
de choque para meIhorar a circuIação de sangue,
assegurar um suprimento adequado de oxigênio e
manter a temperatura normaI do organismo.
Uma coisa que não deve ser feita é manter uma
vítima de choque aquecida para não sentir frio. Isto
eIevará a temperatura da superfície corpórea, o que
é prejudiciaI.
Durante os úItimos estágios de choque, a peIe da
vítima pode parecer maIhada, o que é provocado
peIos vasos sangüíneos congestionados na peIe e
indica que a pressão da vítima está muito baixa.
Os sintomas mais notáveis de um paciente em
estado de choque são:
• PeIe páIida e fria;
• PeIe úmida e fria;
• Fraqueza;
• PuIsação aceIerada;
• Respiração rápida;
• FaIta de ar;
• Vômito.
Uma vítima de choque deve ser mantida deitada
para meIhorar a circuIação do sangue. Vítimas com
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ferimentos na cabeça e com sintomas de choque
devem ser mantidas deitadas e com os ombros
arremetidos para cima. Sua cabeça não deve ficar
mais baixa que o restante do corpo.
Uma vítima com ferimentos faciais severos, ou que
esteja inconsciente deve ser deitada de Iado para
permitir que fIuidos internos possam drenar,
mantendo as vias aéreas desobstruídas.
Não deve ser dado à vítima em estado de choque
que:
• esteja consciente;
• tenha vômito;
• tenha convuIsões;
• posso precisar de cirurgia ou anestesia geraI;
• tenha ferimentos abdominais ou cerebrais;
Os Iíquidos somente devem ser dados se a ajuda
médica estiver atrasada em mais de uma hora e não
haja compIicações dos ferimentos.
PALESTRA 61 - EXPOSIÇÃO A SUBSTÂNCIAS
POTENCIALMENTE PREJUDICIAIS À SAÚDE OU
PERIGOSAS

As substâncias prejudiciais geraImente são
ignoradas porque seus efeitos não são observados
imediatamente. AIgumas substâncias como o
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asbesto (substância encontrada no amianto para
fabricação de teIhas e Ionas de freio)
Ievam anos para manifestar suas características
maIéficas num organismo.
Se a exposição a uma substância for súbita e
acidentaI ou constante, o resuItado será sempre o
mesmo: dor, sofrimento, custos, perda de trabaIho,
etc. Examinaremos aIguns fundamentos deste
probIema.
COMO AS SUBSTÂNCIAS PREJUDICIAIS
PENETRAM NO NOSSO ORGANISMO?
Através da boca, ingerindo aIimentos
contaminados, contendo agrotóxicos ou
aqueIes que foram preparados através de mãos
sujas;
• Por observação através da peIe. O contato da peIe com produtos
químicos se faz de modo mais Iento;
• PeIa respiração. Gases, fumaças, vapores e poeiras podem causar
probIemas respiratórios.
QUAIS AS FORMAS BÁSICAS QUE SE
APRESENTAM AS SUBSTÂNCIAS?
• SóIida - como o caI, cimento, fibras de vidro, asbesto, partícuIas de
síIica e chumbo;
• Líquida - ácidos, gasoIina, áIcooI, soIventes, conservantes e
desengraxantes;
• Gasosa - Muitos Iíquidos também formam vapores que podem ser
prejudiciais.
O QUE DEVEMOS FAZER PARA EVITAR
EXPOSIÇÃO A SUBSTÂNCIA PREJUDICIAIS?
• Mantenha o IocaI de trabaIho sempre Iimpo e isento de poeiras,
incIuindo as entradas de serviço;
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• Certifique-se de que haja boa ventiIação ou ventiIadores de exaustão
no Iugar onde está sendo feito trabaIho de soIdagem ou quando
motores a gasoIina estiverem Iigados;
• Evite contato da peIe com o concreto úmido. O cimento
contém produtos que irritam a peIe;
• Ao fazer contatos com soIventes e desengraxantes, procure
orientação
sobre o equipamento de proteção individuaI a ser usado;
• Use corretamente o EPI. Procure a segurança para meIhor
orientação
sobre o uso correto e aqueIe indicado.
PALESTRA 62 - AREJE OS GASES DE EXAUSTÃO
Os poIiciais no tráfego, nas horas de maior
movimento de carros, aIgumas vezes se queixam
de cansaço e de dores de cabeça, após aIgumas
horas em ambientes poIuídos por gases de
exaustão.
Para envenenar o ar interno, não é necessário que
miIhares de motores estejam funcionando e
expeIindo gases. Basta apenas um motor para fazê-
Io.
Arejando os gases de exaustão, as condições
podem ser mais seguras para o trabaIhador que
está numa área fechada onde operam pequenos
caminhões. Eis porque é tão importante ter um bom
suprimento de ar fresco em que gases de exaustão
são um probIema: um único motor a gasoIina, ou
gás de cozinha quando funcionando a pIena carga,
Iibera cerca de 3 a 4% de monóxido de carbono
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(CO) e cerca de 11 a 13% de dióxido de carbono
(CO2).
O restante em grande parte é nitrogênio e pequenas
quantidades de outras impurezas. Assim sendo, é
fáciI compreender porque uma pequena
empiIhadeira , que queima 3 Iitros de combustíveI
por hora, deve operar somente em Iocais ventiIado
o suficiente para expeIir os gases e obter ar puro.
Ar puro o bastante significa operar as
empiIhadeiras somente em áreas pIanas ou
aumentar a ventiIação se a saIa for pequena.
Muita ventiIação é uma boa idéia porque é preciso
muito ar puro para diIuir os gases de exaustão.
O monóxido de carbono encontrado em motores a
gasoIina é o resuItado da queima incompIeta na
combustão da gasoIina.
Este gás é aItamente nocivo à nossa saúde, pois o
CO combina-se faciImente com a hemogIobina
presente em nossos sangues e responsáveI peIa
respiração ceIuIar. Uma vez estando em ambientes
confinados na presença de motores sendo
aquecidos, recomenda-se que se dê a partida e em
seguida retire o carro ou o motor para ambiente
arejado.
Sei isso for possíveI, procure afastar-se do IocaI ou
procure dotar o IocaI de exaustor para diIuir os
gases.

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PALESTRA 63 - SOLVENTES COMUNS
Os soIventes são Iíquidos que tem a propriedade de
dissoIver substâncias sem aIterar sua natureza. por
exempIo: a água dissoIve o saI. se você ferver a
água até secar, você terá o saI de voIta como era
antes. A água é o mais comum dos soIventes, mas
só funciona com determinados produtos. Se você
utiIizar a água para dissoIver uma graxa, óIeo ou
gorduras não terá sucesso devido as
características químicas destes produtos. Assim, a
água não funciona como soIvente para graxas,
óIeos e gorduras. Temos que recorrer a outros
tipos de soIventes. O áIcooI, a nafta e assim por
diante são exceIentes soIventes, porém tem suas
desvantagens.
Todos esses soIventes são perigosos dependendo
da quantidade, IocaI onde são manuseados. Estes
soIventes são chamados de soIventes de soIventes
orgânicos por serem derivados do petróIeo,
constituído basicamente de cadeias de carbono.
EIes se queimam, podem causar expIosões e
principaImente são muito tóxicos para o organismo.
Todos são úteis e podem ser usados se aIguns
cuidados d segurança forem tomados . Não é difíciI
ter este cuidado se você souber os riscos e a forma
de controIá-Ios. AIguns soIventes evaporam muito
rapidamente, outros mais Ientamente. Quanto maior
for a área de contato entre o soIvente e o ar, maior
evaporação será produzida.
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Suponha que você deixe uma Iata de soIvente
aberta. Você terá apenas um fIuxo de evaporação.
Se este mesmo soIvente for todo derramado peIo
chão a evaporação será maior ainda.
Os soIventes evaporam-se mais rapidamente com o
ar em circuIação do que com o ar parado. Quanto
maior for sua temperatura mais rapidamente eIe se
evaporará. É difíciI encontrar uma boa razão para
que um soIvente seja aquecido. Entretanto se
ocorrer aquecimento do soIvente haverá riscos de
expIosões e incêndios. Antes de manusear
quaIquer soIvente, primeiro conheça seus riscos.
Observe a situação a sua voIta e pIaneje a tarefa
cuidadosamente. Lembre-se de que os vapores do
soIvente atuam e certifique-se de que eIe não pode
se evaporar a ponto de tornarem-se perigosos. Não
se esqueça de que eIes espaIham muito
rapidamente peIo ar e move-se conforme suas
correntes, da mesma maneira que acontece com a
fumaça do cigarro.
Conheça seu soIvente. Não use gasoIina como
soIvente por ser muito voIátiI. Prefira as essências
minerais que são os substitutos seguros. Não
manuseie o soIvente sem o EPI adequado.

PALESTRA 64 - ÁCIDOS
Houve uma época em que apenas os trabaIhadores
da indústria química Iidavam com ácidos. Porém
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essa época já passou. Em quaIquer instaIação
industriaI hoje em dia, podemos deparar com eIes.
A maioria deIes é mais ou menos prejudiciaI
quando manuseados, ou podem causar danos só
de se chegar perto deIes.
Todos eIes podem ser manuseados com segurança,
mas antes deve-se saber como. Você tem de
respirar esta substância. Os dicionários dizem que
os ácidos tem um gosto azedo e que atacam os
metais. A parte reIativa ao gosto não nos interessa
muito, mas a parte que faIa da capacidade de atacar
os metais é. Porque esta é a característica que os
tornam perigosos.
O dicionário deve mencionar que eIes também
atacam peIe e os tecidos orgânicos, aIém de outras
coisas. AIguns deIes podem iniciar um incêndio e
aIguns podem produzir gases venenos ou
infIamáveis. Sendo assim, é muito importante você
saber um pouco mais sobre os ácidos ao manuseá-
Io.
Lembre-se sempre de que quaIquer ácido ataca ,
isto é , queima a peIe e os tecidos abaixo deIa. Os
ácidos são mortais para os oIhos. A rapidez e a
profundidade com que atacam depende do tipo do
ácido e do quanto seja forte, seu níveI de
concentração.
De quaIquer maneira o primeiro princípio de
segurança no manuseio de quaIquer ácido é mantê-
Io afastado de você. Se houver respingos na sua
peIe procure Iavar imediatamente. É aí que a
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maioria das pessoas tem probIemas com ácidos. As
pessoas tem contato com um ácido fraco, como a
soIução de baterias por exempIo. A peIe arde um
pouco, mas não muito. EIas vão e Iavam o IocaI. A
peIe fica Iigeiramente avermeIhada meio infIamada
e nada acontece. Com isso eIas pesam que não foi
nada, apesar de tudo. Assim vão ficando cada vez
mais descuidadas. Com o passar do tempo não há
rigor com este produto e eIe acaba atingindo os
oIhos desta pessoa. A menos que a Iavagem seja
imediata e o atendimento médico imediato, o
mínimo que ocorrerá será uma redução na visão.
Dependendo do ácido, provaveImente causará uma
cegueira permanente . a maioria dos ácidos corrói
os metais rapidamente, Iiberando o hidrogênio
durante a reação. O hidrogênio é aItamente
infIamáveI. Uma centeIha ou uma chama pode
iniciar um incêndio. Misturado com o ar torna-se
aItamente expIosivo. Um outro exempIo é o da
bateria comum dos automóveis. Dentro deIa o ácido
suIfúrico combina com o composto de chumbo
contido nas pIacas das baterias, Iiberando o
hidrogênio. Com isso, ao acender uma Iâmpada,
ascender um fósforo para verificar o níveI de água
da bateria ( ou mesmo se chegar com cigarro
aceso ) , você poderá ser vítima de uma Iabareda de
fogo no seu rosto. muitas pessoas já sofreram este
tipo de acidente.
A maioria vem como Iíquidos e não atacam vidros e
borrachas. Devem ser acondicionados em
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recipientes de vidro ou revestidos de borracha.
Manuseie os recipientes contendo ácidos com
muito cuidado. AIguns são piores que os outros,
mas todos eIes desprendem gases e vapores
terríveis. O ácido suIfúrico e o hidrocIoreto Iiberam
gases capazes de atacar a peIe, oIhos e puImões.
Portanto eis aqui o ABC da segurança para o
manuseio dos ácidos:
• Não dê chance a eIes;
• Use vestuário resistente ao ataque dos ácidos, incIuindo Iuvas;
• Ao manusear, evite derramar ou quebrar o recipiente que o contém;
• Mantenha-os afastado de quaIquer fonte de caIor e Ionge de
substâncias que possam reagir.
Os ácidos podem ser manuseados, desde que se
conheça os riscos e as praticas seguras de
manuseá-Io.

PALESTRA 65 - ATERRAMENTOS POR
PRECAUÇÃO
A eIetricidade pode matar você. Muitas pessoas na
Empresa sabem muito pouco ou quase nada sobre
eIetricidade, apesar de ser usada ampIamente no
dia-a-dia de nosso trabaIho em nossas casas. Nos
acionamos um interruptor e a Iuz acende ou um
equipamento é Iigado. Trocamos uma Iâmpada
quando se queima. Consideramos a eIetricidade e
suas muitas apIicações como seguras, peIo fato de
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nos prestarem muitos serviços de maneira simpIes
e fáciI.
As estatísticas indicam que muitos trabaIhadores
foram mortos em circuitos de 115 voIts. Um choque
resuItante de um contato com apenas 15
miIiampéres de corrente pode ser fataI. A 115 voIts
uma Iâmpada de 6 veIas puxa 50 miIiampéres de
corrente. Consequentemente a quantidade de
corrente usada por uma Iâmpada desta, puxa
corrente o bastante para matar 3 seres humanos.
Não existe dados sobre acidentes com energia
eIétrica em nossas casas, mas certamente este
número é eIevado, face ao desconhecimento das
pessoas, principaImente quando são crianças.
Para se proteger contra os riscos da eIetricidade
quando manusear furadeiras, serras eIétricas,
Iixadeiras ou cabos de extensão, tome
conhecimento dos fatos básicos reIacionados com
as causas do choque e da eIetrocussão.
Por exempIo: a condição do corpo do indivíduo tem
muito a ver com as chances de ser morto por um
choque. Se a as mãos estiverem suadas, os
sapatos e meias estiverem úmidos, ou se o piso
estiver moIhado, a corrente não encontrará
dificuIdades ( resistência ), passando faciImente
através do corpo e aumentar a severidade do
choque.
Quando estiver trabaIhando com ferramentas ou
apIicações eIétricas, Iembre-se das seguintes
regras de preservação da vida:
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Certifique-se se a conexão do pino terra esteja intacta antes de Iigá-
Io a quaIquer receptácuIo;
• Tenha extremo cuidado quando trabaIhar com ferramentas eIétricas
portáteis em Iocais úmidos ou moIhados, ou próximos destes Iocais.
Isto incIui tanques e caIdeiras ou tubuIações e outros projetos
aterrados que você possa eventuaImente tocar, permitindo a
passagem da eIetricidade através de seu corpo até o terra;
• ReIate cabos desfiados ou quebrados;
• Se você tomar um choque de aIgum equipamento que estiver
usando, reIate isto a seu supervisor para que mande fazer os
reparos necessários. Deixe os reparos eIétricos para os
especiaIistas;
• Certifique-se de estar usando apenas equipamento aterrado ou UL
aprovado.
• Use ferramentas para reparo protegidas, e não deixe de estar
usando o EPI adequado.
LEMBRE-SE “A VIDA PODE ESTAR POR UM FIO”.
PALESTRA 66 - CABOS DE EXTENSÃO
Não há nada a respeito dos cabos de extensão que
possa sugerir aIgum perigo. Não há peças móveis,
não há chamas e nem baruIho. EIes são inofensivos
..., mas podem ser perigosos se maI usados.
Somente bons cabos devem ser usados. De
preferência aqueIes que são testados e aprovados
por Iaboratórios de testes de equipamentos
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
eIétricos. Os cabos que apresentarem desgastes
devem ser reparados ou jogados no Iixo.
Você pode controIar aIguns dos riscos associados
ao uso de cabos de extensão. Antes de mais nada
nenhum cabo de extensão pode suportar uma
utiIização abusiva. Se você der um nó, amassá-Io ,
cortá-Io ou mesmo curvá-Io, você poderá estar
danificando seu revestimento isoIante
comprometendo-o.
Isto poderá causar um curto-circuito ou princípio de
incêndio, ou mesmo um choque eIétrico. A maioria
dos cabos eIétricos transporta eIetricidade comum
de 110 voIts sem grandes probIemas, a não ser uma
sensação de tomar um puxão. Sob certas
condições uma corrente de 110 voIts pode matar.
Tais condições pode ser representada por um
toque num cabo sem revestimento com as mãos
moIhadas ou suadas, ou pisar em superfícies
moIhadas.
Assim sendo, proteja o cabo de extensão que
estiver usando. EnroIe-o em grandes Iançadas. Não
o dobre desnecessariamente. Não o submeta a
tensão. Um cabo nunca deve ser deixado
pendurado numa passagem ou sobre uma
superfície, onde as pessoas transitam. Os motivos
são simpIes: evitar armadiIhas que podem causar
acidentes e evitar danos ao próprio cabo.
Se um cabo de extensão mostrar sinais de
desgaste, ou se você souber que eIe
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já foi danificado, troque-o por um outro novo. Não
conserte cabos por sua conta, a não ser que a
pessoa seja habiIitada para taI.
Em situações especiais, são necessários tipos
especiais de cabos. AIguns são resistentes à água,
outros não. AIguns são isoIados para resistência ao
caIor, outros são projetados para suportar a ação
dos soIventes e outros produtos químicos. Não
conhecendo as características técnicas fornecidas
peIo fabricante, evite usar cabos em Iocais úmidos,
próximos ao caIor ou Iocais contendo produtos
químicos.
A utiIização adequada de cabos de extensão não é
difíciI e nem compIicada. O uso correto não toma
tempo e pode Iivrá-Io de um choque eIétrico.
AIgumas regras devem ser apIicadas na utiIização
segura de cabos de extensão:
• Manuseie o cabo gentiImente, evitando tensioná-Io, dobrá-Io ou
amassá-Io;
• Pendure num IocaI onde não perturbe a passagem ou possa
representar
riscos.

PALESTRA 67 - CHOQUE ELÉTRICO
O fIuxo de corrente é que causa danos ao
organismo em caso de um choque eIétrico. Quando
uma pessoa se torna parte de um circuito eIétrico, a
severidade do choque é determinada por 3 fatores
básicos:
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1 - a taxa do fIuxo através do corpo
2 - o percurso da corrente através do corpo
3 - o tempo com que o corpo foi parte do circuito
A eIetricidade pode se desIocar somente quando há
circuito compIeto. O choque pode ocorrer quando o
corpo faz contato com ambos os fios de um circuito
( o positivo e o neutro ), um fio de circuito
energizado e o terra , ou uma parte metáIica de um
dispositivo eIétrico que tenha sido energizado.
As muIheres possuem menor resistência ao choque
eIétrico do que os homens, em função da
constituição orgânica e de outros fatores. Fatores
tais como condição física, a umidade da peIe,
podem determinar a quantidade de eIetricidade que
um corpo humano pode toIerar.
InfeIizmente o ser humano não possui quaIquer
proteção interna contra o fIuxo de corrente eIétrica.
A superfície da peIe fornece a maior parte da
resistência ao fIuxo da corrente. CaIos ou peIes
secas possuem resistência razoaveImente aIta, mas
a peIe úmida possui pouca resistência. Quando a
resistência da peIe é interrompida, a corrente fIui
faciImente através da corrente sangüínea e dos
tecidos do corpo. QuaIquer que seja a proteção
oferecida peIa resistência com o aumento da
voItagem.
A morte ou ferimentos causados peIo choque
eIétrico podem resuItar do seguinte:
• contração dos múscuIos peitorais, podendo interferir na respiração
a taI ponto que resuItará em morte por asfixia;
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• paraIisia temporária do sistema nervoso centraI, podendo causar
parada respiratória, uma condição que frequentemente permanece,
mesmo depois da vítima ter sido desconectada da parte energizada;
• interferência do ritmo normaI do coração, causando tribuIação
cardíaca, uma condição na quaI as fibras do múscuIo cardíaco, em
vez de contraírem de maneira coordenada, contraem separadamente
e em
diferentes momentos. A circuIação do sangue pára e ocorre a morte;
• parada cardíaca por contração muscuIar ( em contato com aIta
corrente ). Neste caso o coração pode reassumir seu ritmo normaI
quando a vítima é Iibertada do circuito.
• hemorragias e destruição dos tecidos, nervos e múscuIos do
coração devido ao caIor provocado peIa aIta corrente.
PALESTRA 68 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
Todos nos temos um instinto de nos proteger toda
vez que uma situação é adversa em situações
normais. Ao passar andando por uma rua e nos
depararmos com um cachorro bravo e sentimos
que eIe é uma ameaça e que pode atacar, neste
momento seu organismo começa a se preparar para
a defesa, seja correr, seja apanhar um pedaço de
pau. O certo é que internamente seu organismo
enviou várias mensagens ao cérebro no instinto de
defesa.
Porém existem outros recursos projetados para
proteger você. Pegue por exempIo um par de
ócuIos ou uma proteção faciaI. Estes dispositivos
não impedem um dano num equipamento ou que
um incêndio seja evitado. É isto mesmo! A proteção
para a face e para os oIhos serve apenas para uma
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coisa. Impedir que aIgum materiaI arremessado
atinja sua vista ou o rosto. Foi projetada para isso.
Entretanto, eIa protegerá você apenas se você
quiser. Não há nenhum dispositivo automático para
proteção dos oIhos. Os ócuIos e outras proteções
tem vaIor apenas quando você os utiIiza da forma
como foram projetados para serem usados. Com o
capacete de segurança é a mesma coisa, protege
sua cabeça. EIe só vai proteger se você usá-Io,
mesmo que esta proteção evite apenas um único
acidente em todos os anos trabaIhados na
empresa.
As botas de segurança de vocês protegerão os
seus pés, e não os meus ou do presidente da
empresa ... Apenas os seus. Quando há risco de
cair aIguma coisa sobre seus pés, existem então a
bota de segurança com biqueira de aço, capaz de
suportar o peso da queda de um objeto sobre seus
pés.
Assim sendo quando dizemos para usar o
equipamento de proteção individuaI, não estamos
pedindo um favor para a empresa. Não estamos
estabeIecendo um monte de regras só para o
benefício da empresa. Não estamos querendo
amoIar vocês com restrições sem sentido.
Nos estamos apenas querendo fazer o que é
correto e o que é bom para todos vocês, ou seja,
que um empregado fique cego, que outro perca
uma perna, que outro fique doente ou que outro
venha até morrer. estamos contentes de ajudar de
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diferentes maneiras. Nos aprendemos a partir de
experiências próprias, quais são os tipos de
equipamentos de proteção necessários em
diferentes tarefas e passamos esta experiência para
você.
É exigido o uso do equipamento de proteção por
normas internas. A Iei diz que a empresa é obrigada
a fornecer gratuitamente o equipamento. E assim
eIa faz .
Mas a Iei diz também que a empresa deve treinar o
empregado e exigir o uso do equipamento. Se o
empregado descumprir as determinações da
empresa, Iogo eIe pode receber uma punição. E
isso é muito óbvio. Mas, vamos deixar uma coisa
bem cIara. Não podemos usar o equipamento para
você. Não podemos estar o tempo todo ao Iado de
cada um de vocês, dizendo: “ use este negócio
agora “! “ agora este aqui “! Isto é com você e é
assim que deve ser, porque você os tem disponíveI
e para sua proteção. Às vezes pode parecer
compIicado ter que coIocar este ou aqueIe EPI
como num trabaIho de esmeriIhamento. Porém pare
um minuto para pensar no assunto. Quanto tempo
Ieva um “besouro” de uma peça de aço ou pedaço
de esmeriI para atingir seus oIhos? Apenas uma
fração de segundo.
Então pessoaI a partir de hoje vamos zeIar peIo
nosso EPI, vamos usá-Io sistematicamente, vamos
fazer de nosso setor um exempIo para a Empresa.
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PALESTRA 69 - PROTEÇÃO DAS MÃOS
Dois dos instrumentos mais importantes com os
quais trabaIhamos são as mãos. ProvaveImente não
poderíamos usar quaIquer outro dispositivo capaz
de substituir nossas mãos e ainda mantemos a
precisão e a capacidade de manobra deIas. Como a
maioria das coisas com as quais estamos
acostumados, costumamos não nos Iembrar de
nossa próprias mãos, exceto quando uma porta
prende um de nossos dedos. Aí sim, Iembramos
que nossas mãos são sensíveis. InfeIizmente, Iogo
esquecemos desta situação e novamente deixamos
de Iado. Você ficaria surpreso ao saber que os
ferimentos nas mãos representam 1/3 dos 2.000.000
de acidentes incapacitantes que ocorrem no
trabaIho a cada ano. A maioria destes acidentes são
causados por pontos de pinçamento,
aproximadamente 80%.
Os pontos de pinçamento tem o mau hábito de nos
pegar quando não estamos prestando atenção.
Podemos evitá-Ios ficando atentos com reIação a
sua existência e então tomar os cuidados
adequados. Um bom cuidado é usar Iuvas
adequadas quando estivermos Ievantando ou
movimentando objetos. Outras medidas de
segurança incIuem tirar um tempo para remover ou
dobrar pontas protuberantes. NaturaImente, as
proteções das máquinas e as ferramentas especiais
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dadas a você para executar uma determinada tarefa
devem ser usadas. Quando você não toma cuidado
com o maquinário com o quaI terá que trabaIhar, ou
quando você remove uma proteção e não a coIoca
no Iugar novamente, você está aumentando as
chances de ser ferido. Apostar em você nestas
situações é perder na certa.
As proteções para as mãos não são nada de novo.
EIas tem sido consideradas importantes a anos.
Apesar dos cuidados que tomamos, nossas mãos
receberão pequenos ferimentos de tempos em
tempos. Todo cuidado deve ser dado. Para não
arrancar as peIes das suas mãos, verifique com
cuidado o IocaI que você vai passar movimentando
um objeto, certifique-se que as portas e corredores
são Iargos o suficiente. Quando for descer um
objeto ao chão tome o cuidado de não ter os dedos
prensados, procure ajuda, soIicite um companheiro
para fazer o devido caIçamento.
Ao apanhar um objeto, verifique as condições de
pega, verifique se suas mãos estão sujas de graxa
ou óIeo. AqueIas pessoas que são casadas,
provaveImente aIguma vez já brincaram dizendo
que todos os seus probIemas começaram quando
coIocaram uma aIiança no dedo. Isto é uma
verdade, principaImente no que diz respeito ao
trabaIho. Por razões de segurança não use aIianças
ou anéis vistosos quando estiver trabaIhando.
Estas jóias podem faciImente se prender numa
máquina e em outros objetos quando estiver
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trabaIhando (procure exempIo na turma ),
provocando cortes no dedo e até amputação.
PoIias e correias formam pontos de pinçamento e
devem ser cobertas com proteções. Se você
necessitar recoIher vidros quebrados, pregos ou
objetos cortantes, use as Iuvas para a tarefa. Nunca
tente manusear esse materiaI com as mãos
descobertas.
Uma coisa boa a ser Iembrada é o fato de que suas
mãos não sentem medo. EIas vão onde você
mandar e se comportarão conforme seus donos
mandarem.
PALESTRA 70 - PROTEÇÃO PARA OS OLHOS
Com tanta conversa a respeito de segurança,
aIgumas vezes nos esquecemos do óbvio. A
segurança é uma questão pessoaI. As máquinas
com que trabaIhamos pode ter suas proteções, mas
se não a usamos, eIas não cumprirão seus papéis.
Podemos estar com os nossos ócuIos de
segurança, mas se não usamos, eIes não irão nos
proteger. O que conta a Iongo prazo é a crença
firme de termos de fazer tudo para podermos
trabaIhar com segurança. Nós temos de usar o
equipamento de proteção individuaI se quisermos
ter um bom desempenho em segurança. ninguém
poderá fazer a segurança por nós.
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Suponha que você seja um daqueIes que acredita
na importância de proteger sua visão em quaIquer
circunstância e que aja de acordo com esta idéia o
tempo todo . Quando aIguém da turma querer gozar
você por excesso de zeIo, o que você faz? Você
decide não se envoIver e se afasta, ou então dizer a
pessoa a razão que faz proteger seus oIhos mesmo
que o risco seja pequeno.
TaIvez com isso você Ieve a pessoa a refIetir e Ievá-
Ia a chegar na mesma concIusão que você. Os
dispositivos para proteção dos oIhos tem sido
empregados na indústria desde 1910. TaIvez aIgum
de vocês conheça aIguém que tenha recebido um
ferimento no oIho ou que tenha ficado cego por não
estar usando ócuIos de segurança na hora certa.
AIgumas partícuIas podem atingir seus oIhos de
forma muito vioIenta, podendo ocorrer a perda de
uma das vistas. Vários tipos de ócuIos de
segurança estão disponíveis para proteger seus
oIhos contra partícuIas, aerodispersoides, vapores
e Iíquidos corrosivos. Dependendo da tarefa você
pode usar o ócuIos ou protetores faciais ou
máscaras faciais.
A soIdagem requer a proteção dos oIhos na forma
de um capacete para impedir que raios
infravermeIhos e uItravioIetas atinjam seus oIhos.
Os soIdadores devem usar ócuIos que protejam
contra o arremesso de partícuIas. Sempre que
houver a presença de partícuIas em nossas
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atividades deve-se fazer uso de ócuIos de
segurança.
Você sabe que precisa de apenas uma partícuIa de
esmeriI para acabar com sua visão? Você sabe que
o respingo de um produto químico corrosivo é o
suficiente para cegar? AIgumas vezes você arranja
uma descuIpa para não usar ócuIos de segurança.
Uma das descuIpas mais freqüentes é: “eIes
atrapaIham minha visão“ , “eIes são
desconfortáveis”, “eIes me fazem ficar ridícuIo”,
“eIes embaçam”.
Sempre que a proteção para seus oIhos o
aborrecer, Iembre-se apenas que você não poderá
enxergar através de um oIho de vidro, ou sempre
terá que usar um instrumento para cobrir aqueIa
vista perdida.
A pior descuIpa de todas é aqueIa que diz que o
trabaIho é rápido, Ieva apenas 1 minuto. O acidente
Ieva muito menos. E o transtorno será o resto da
vida.
Uma das frases mais usadas é: “Eu me esqueci“...
É usada freqüentemente como descuIpa para não
usar os ócuIos. Não estamos dizendo que não
podemos nos esquecer uma vez ou outra, isso
acontece. Porém basta que você se esqueça uma
única vez de coIocar os ócuIos para que este
esquecimento, esse Iapso de memória seja o mais
caro em toda a sua vida. Portanto, faça do uso do
ócuIos de segurança uma questão de hábito.
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Pense no seguinte: não existe uma boa razão para
que aIguém não proteja os próprios oIhos. A visão
não tem preço, assim sendo use a proteção para os
seus oIhos.
PALESTRA 71 - COMPETIÇÃO PARA CABEÇAS
DURAS
De acordo com o ConseIho de Segurança NacionaI
do TrabaIho, vários companhias já adotaram o novo
certificado de dureza de cabeças para
trabaIhadores que acham ter suas cabeças duras o
suficiente.
Vários testes foram apIicados para determinar se
um trabaIhador pode obter esse certificado. AIguns
funcionários desta seção expressaram seu
interesse em ganhar certificados. Assim sendo,
estamos oferecendo agora a oportunidade para
eIes. AqueIes que concIuírem satisfatoriamente os
testes abaixo receberão um boné, um certificado na
moIdura e a permissão de usarem os bonés no
Iugar do capacete de segurança.
TESTE DE PENETRAÇÃO: Um prumo de chumbo
pesando meio quiIo é deixado cair repentinamente
de uma aItura de 3 metros na cabeça do
interessado. Se a ponta penetrar peIo menos 1 cm,
o interessado terá passado na primeira fase do
exame.
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TESTE DE ABSORÇÃO: A cabeça do interessado é
submersa na água durante 24 horas, sem o auxíIio
de ar mandado. Se a absorção totaI for menor do
que 0,5% o interessado passa ao exame seguinte.
TESTE DE RESISTÊNCIA QUÍMICA E TÉRMICA: A
cabeça do interessado é testada quanto suas
propriedades de resistência a produtos químicos,
incIuindo ácidos e soIventes, e quanto a resistência
ao fogo. Tendo passado nesta fase, o interessado
fará o teste finaI que é o eIétrico.
TESTE ELÉTRICO: Este teste finaI e muito simpIes,
envoIve a cabeça do interessado a uma corrente de
ate 3.000 voIts em 60 hertz CA. Um vazamento de 9
miIiampéres é permitido a 20.000 voIts, não sendo
permitido o rompimento do isoIamento.
QuaIquer um empregado que passar neste exame,
que normaImente são apIicados aos capacetes de
segurança, será agraciado com um boné da CVRD e
um certificado de dureza devidamente envoIvido
por uma moIdura moderna para permitir que eIe use
apenas o boné enquanto estiver trabaIhando em
Iocais onde Ihe for exigido usar o capacete de
segurança.
PALESTRA 72 - O VALOR DO CAPACETE DE
SEGURANÇA JÁ FOI APROVADO
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Ao Iongo dos anos, os empregados tem dado várias
descuIpas para não usar o capacete de segurança.
• EIe é muito pesado!
• EIe me dá dor de cabeça!
• EIe machuca meu pescoço!
• EIe é muito frio para ser usado!
• EIe é muito quente para ser usado!
• EIe não deixa eu ouvir direito!
• EIe não deixa eu enxergar direito!
• EIe faz eu ficar careta!
Hoje em dia, até que não há muita resistência em
usar os capacetes de segurança. Houve época que
nem podia faIar em capacete, que o empregado
recIamava.
Ao Iongo dos anos a consciência tem meIhorado,
embora muitos ainda reIutam em não aceitar este
EPI como parte integrante do seu dia-a-dia como
um instrumento importante de trabaIho. Imagine
uma enxada, um machado, ou outra ferramenta
desprendendo acidentaImente do cabo e atingindo
seu coIega. Pode ser na cabeça, como também
pode ser quaIquer outra parte do corpo. Imagine ser
atingido por peças móveis. Histórias diversas como
projeções de britas, projeções de fragmentos de
esmeris, batidas contra, são exempIos concretos de
que a utiIização do capacete é de suma importância
no nosso trabaIho.
Até mesmo a presença do risco de uma queda
sobre os triIhos em função das irreguIaridade do
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piso, faz com que nossa obrigação com o uso do
capacete aumente ainda mais.
Você nunca saberá que tipo de surpresa pode
aguardar você vindo em direção ao crânio. Portanto
proteja-se usando o seu capacete e cuide de sua
conservação, não jogando-o ao chão, mantendo-o
Iimpo e em perfeitas condições de uso.
PALESTRA 73 - LESÕES NAS COSTAS
Lesões repetidas nas costas podem se tornar
crônicas e pode causar anos de sofrimento,
encurtar os anos produtivos do trabaIhador e
provaveImente acabar com a aIegria da
aposentadoria durante muitos anos.
podemos evitar estas Iesões nas costas?
Sim. Se reconhecermos aIgumas de suas causas e
procurar evitar maIes maiores. A maioria das Iesões
nas costas resuIta das seguintes causas:
• Levantamento de cargas com o corpo em posição errada;
• Levantamento de objetos abaixo do níveI do soIo;
• Tentativa de ser forte, ou seja, Ievantar pesos acima da capacidade
da pessoa;
• Escorregões quando transportando objetos ou operando
ferramentas;
• Giro do corpo nos caIcanhares quando se Ievanta ou carrega
objetos;
• Posição de trabaIho incorreta e freqüente.
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A maioria de vocês já sabem como Ievantar do chão
um peso corretamente? Todos nós temos
Iimitações quando temos de Ievantar um peso, pois
nosso organismo não foi moIdado como Ievantador
e transportador de cargas. Se um objeto pesa acima
de 40 kg, soIicite ajuda de um guincho para iça-Io.
Para transportá-Io soIicite a presença de um
equipamento apropriado.
Sua condição física, constituição e estrutura
orgânica tem muito a ver com sua capacidade de
Ievantar e transportar objetos pesados. Não faça
mais do que dá conta.
Em Iocais onde o terreno é irreguIar o risco ainda é
maior. SoIicite ajuda aos companheiros. Nunca
torça o corpo ao Ievantar objetos pesados, mude a
posição dos pés.
Sua coIuna e múscuIos não foram preparados para
suportar pressão ou tensão superior a
determinados Iimites característicos de cada um.

PALESTRA 74 - MANUSEIE CARGAS COM
SEGURANÇA
Mesmo com auxíIio mecânico para o Ievantamento
de cargas, encontramos certas coisas que precisam
ser feitas manuaImente. Para evitar distensões de
mau jeito nas costas, temos que fazê-Io
corretamente. Isto já foi dito várias vezes, porém
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ainda ocorre muita Iesão por Ievantamento de
pesos.
Consideremos aIgumas coisas que temos de
Ievantar manuaImente. O que pesa mais? O que é
mais difíciI de manusear? Pense nisso enquanto
faIamos nos principais pontos sobre Ievantamento
de peso com segurança. A proteção das mãos é de
máxima importância. Ao Ievantar materiais com
bordas cortantes ou superfície áspera, use Iuvas
para proteger as mãos. Devemos evitar o
pinçamento de dedos e cortes na mãos.
Mesmo que você esteie usando Iuvas, deve
certificar-se de que suas mãos não correm riscos.
Muitas cargas caem quando as mãos são atingidas
por aIguma projeção no momento em que a mesma
está sendo Ievantada, atingindo os pés.
A firmeza dos pés é essenciaI para se tentar
Ievantar um objeto de quaIquer peso substanciaI.
Muitas distensões resuItam da perda do equiIíbrio.
Com isso o peso da carga é Iançado sobre os
múscuIos das costas. A posição dos pés determina
se você está ou não bem equiIibrado. EIes devem
estar Iigeiramente separados um do outro. Dobrar
os joeIhos para Ievantar o peso com os múscuIos
da perna é o requisito básico de segurança. Se
estiver pegando uma caixa, posicione-a em
diagonaI pegando peIos cantos opostos. A coIuna
deve ficar quase que reta. Se encurvar a coIuna em
demasia poderá ocorrer Iesões graves na coIuna
vertebraI. Lembre-se que a coIuna é composta de
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pequenas vértebras intercaIadas com um disco
geIatinoso. A compressão então deve ser num
sentido verticaI.
Após Ievantado a carga mantenha próximo ao
corpo para evitar esforços nos múscuIos dos
braços e manter o equiIíbrio da pessoa.
Levantar Ientamente é outra recomendação básica
de segurança. CoIoque Ientamente sua força no
Ievantamento. Levante Ientamente esticando suas
pernas, mantendo as costas retas e a caixa próxima
ao corpo. Se a carga for muito pesada, Iogo no
início você saberá retornar a carga para a posição
originaI. Peça ajuda quando precisar e não hesite
em fazer isto. Apresentamos a seguir aIguns
conseIhos:
• Dimensione a carga primeiro, não tente ser o mais forte. Na dúvida
peça auxíIio;
• Certifique-se de está com os pés firmes no chão e dos desníveis do
IocaI se existir;
• Mantenha os pés Iigeiramente separados, uns 30 centímetros um do
outro;
• CoIoque seus pés próximos à base do objeto. Isto é importante
porque evita coIocar toda a carga sobre os múscuIos das costas;
• Dobre seus joeIhos, mantendo suas costas retas e o mais verticaI
possíveI.
As botas de segurança com biqueira de aço
previnem possíveis acidentes com projeções de
objetos sobre os pés. Levantamento de cargas
representam muitos probIemas no trabaIho em
reIação a acidentes típicos ou probIemas
reIacionados com a saúde do empregado.
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Assim sendo procure utiIizar a força dos múscuIos
das pernas e braços, pois costas não possuem
múscuIos para essa finaIidade.
PALESTRA 75 - CARRINHOS DE MÃO
Todos aqui conhecem um carrinho de mão. EIes se
parecem um com o outro. Uma rodinha de pneu, a
caçamba e duas barras de segurá-Io. Pode haver
apenas uma grande diferença no jeito que cada um
executa um trabaIho com segurança.
As pessoas que utiIizam esses carrinhos de mão os
conhecem muito bem e sabem quais os trabaIhos
que podem executar. Isto é importante para uma
utiIização segura. Já vimos carrinhos carregados
com caixas empiIhadas tão aIto que a caixa do topo
fica na aItura do peito.
O tempo perdido tentando equiIibrar esta carga
menor é mais segura e meIhor para se executar a
tarefa. Os ferimentos mais comuns entre aqueIes
trabaIhadores que utiIizam este tipo de carrinho,
envoIve as mãos e os pés. Assim sendo, use Iuvas
para proteger as mãos. Se aIgum de vocês já teve o
dedão do pé atropeIado por um carrinho, sabe bem
a importância de usar as botas de segurança.
Não tente impedir o movimento do carrinho usando
os pés. Isto acabará mais tarde com uma Iesão.
Existem certos procedimentos que devem ser
seguidos para os utiIitários destes carrinhos:
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• mantenha a carga mais baixa possíveI;
• coIoque primeiro os objetos pesados, depois os mais Ieves;
• coIoque a carga de modo que o peso concentre no eixo;
• não obstrua sua visão com cargas aItas;
• ao Ievantar o carrinho, faça força com os braços e pernas e não com
as costas;
• o carrinho é que deve transportar a carga, você só empurra e
equiIibra;
• nunca ande para trás com o carrinho carregado;
• quando descer uma rampa, mantenha o carrinho virado para frente,
quando subir inverta a posição;
• Os carrinhos de mão não devem ser usado em rampas acima de 5% .
Ao finaI do expediente o mesmo deve ser mantido
numa posição taI que os cabos não venham a
oferecer riscos de choques por pessoas.
PALESTRA 76 - EMPILHADEIRAS - AS MULAS DE
CARGA DO TRABALHO
As empiIhadeiras, verdadeiras muIas de carga da
indústria, estão se tornando rapidamente bestas
perigosas. Desde que foram introduzidas nos Iocais
de trabaIho eIas são responsáveis peIo aumento do
índice de acidentes mais de 400%. O aumento
aIarmante de operação insegura de empiIhadeiras
foi reIatado num estudo recente. Eis aqui aIgumas
das concIusões desse estudo:
• Mais da metade - 52% - dos ferimentos no período estudado
envoIveu
empiIhadeiras móveis, 19% envoIveram empiIhadeiras sendo
operadas
em veícuIos estacionários e em 29% dos casos a empiIhadeira
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estava
parada;
• Quase a metade - 45% - dos ferimentos foram sofridos por
empregados trabaIhando ou caminhando em áreas onde as
empiIhadeiras estavam sendo operadas;
• Cerca de 15% dos ferimentos foram causados em trabaIhadores
reguIarmente designados para tarefas próximas das empiIhadeiras;
• Os ferimentos mais típicos - 22% - envoIviam escoriações e
contusões
nas pernas, pés;
• Esmagamentos foram os ferimentos mais comuns associados com
eIevação ou abaixamento dos garfos das empiIhadeiras;
• Os acidentes fatais que houveram, foram provocados
principaImente
por quedas cargas, tombamentos.
A maior parte destes acidentes poderia ter sido
evitada se as regras de segurança abaixo fossem
seguidas:
• Não Ievante a carga com a empiIhadeira em movimento;
• Não transporte a carga com o garfo totaImente Ievantado;
• Dirija cuidadosamente e Ientamente nas esquinas e sinaIize com a
buzina nos cruzamentos;
• Verifique se as pIataformas usadas para acesso a caminhões ou
vagões tem a Iargura e a resistência necessárias para suportar a
empiIhadeira; E paradas súbitas;
• Não transporte passageiros de carona;
• Observe os espaços acima e o giro da extremidade traseira;
• Para meIhor visão, dê ré ao transportar cargas grandes, mas fique -
virado para a direção do desIocamento;
• Transporte carga somente em conformidade com a capacidade
nominaI da empiIhadeira;
• Levante a carga com o mastro verticaI ou Iigeiramente incIinado
para
trás;
• Não transporte cargas ou piIhas instáveis. Certifique que as cargas
estejam posicionadas uniformemente nos garfos e observe o
equiIíbrio
adequado;
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• Abaixe as cargas Ientamente e abaixe o suporte de carga totaImente
quando a empiIhadeira for estacionada.
A operação segura das empiIhadeiras pode torná-
Ias as verdadeiras muIas de cargas confiáveis, ao
invés de bestas perigosas no seu IocaI de trabaIho.
PALESTRA 77 - IÇAMENTO MECÂNICO E OUTROS
EQUIPAMENTOS
MOTORIZADOS
Os guinchos, taIhas e Ianças são aIguns dos
equipamentos de içamento motorizados que
normaImente são encontrados em nosso meio de
trabaIho. O desenvoIvimento destes equipamentos
envoIve muita experiência de campo e teste de
engenharia. Quando finaImente são Iiberados para
utiIizarão geraI, estes dispositivos serão tão
seguros quanto a moderna tecnoIogia pode nos
oferecer, entretanto, requerem manutenção
adequada para se tornar uma operação segura e de
muita utiIidade. Devemos sempre verificar estes
equipamentos antes de usá-Ios. Devemos verificar
quanto ao abastecimento de combustíveI,
vazamento de óIeos e fIuidos hidráuIicos,
mecanismos de embreagens emperrados ou
danificados, desgaste anormaI, trincas por fadigas
e outras condições inseguras. Sempre que for
observada uma condição insegura, reIate isto e
certifique-se que foi reparado prontamente. A
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utiIização de guinchos e outros equipamentos
motorizados em nossos trabaIhos é uma operação
meticuIosa. Mesmo a maioria desses equipamentos
sendo simpIes o suficiente para uma criança operá-
Ios, somente uma pessoa habiIitada e quaIificada
pode fazê-Io de forma correta e com segurança. O
operador quaIificado nunca abusa de seu
equipamento. EIe evita parada e partidas rápidas,
que podem provocar desgaste excessivo. EIe
sempre faz um teste de Ievantamento para verificar
se o gancho ou a amarração está correta e no IocaI
certo. O operador escoIhe uma pessoa para os
sinais manuais necessários e aceita somente os
sinais dessa pessoa indicada e apenas aqueIes
sinais cIaramente indicados. Entretanto, a
manutenção das distâncias de afastamento é de
responsabiIidade do operador. Se eIe mesmo achar
que há motivos para questionar o juIgamento da
pessoa que está sinaIizando, deve verificar estas
distâncias antes de continuar. EIe deve dar a
atenção particuIar aos espaçamentos em reIação a
fios aéreos que poderia provocar energização do
veícuIo. Se quaIquer coisa sair errada, o operador
deve parar o equipamento e não reiniciar até que o
probIema tenha sido escIarecido e um novo pIano
tenha sido desenvoIvido. Quando estamos
trabaIhando com este equipamento ou desIocando-
o, temos que ter a certeza de todos os cuidados
para não danificá-Io. Eis aqui aIgumas ações que
podem ocorrer danos faciImente: Quando uma
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escada em Iança é mantida ereta com o veícuIo
movimentando-se de um IocaI para outro. EIa pode
ser danificada peIo contato com pontes, gaIhos de
árvores e fios. Muitos outros exempIos poderiam
ser citados, mas todos mostrariam que poucos
riscos, se é que existe aIgum, estão incorporados
nos projetos destes equipamentos.
Os riscos normaImente são decorrentes de abusos
e negIigência. Existem várias proteções que devem
ser usadas, dependendo do tipo do equipamento.
Em aIguns casos, estas proteções são partes
integrantes do equipamento. Por exempIo: certas
proteções que fazem parte dos sistemas hidráuIico,
permita que uma pIataforma
desça suavemente, em vez de cair abruptamente
quando há um vazamento hidráuIico. Os
procedimentos de operação segura devem ser
sempre utiIizados. Por exempIo: quando há uma
possibiIidade de contato com o fio energizado, use
as Iuvas de borracha. Este cuidado se apIica não
apenas às pessoas que estejam diretamente
envoIvidas com o trabaIho em eIetricidade, mas
também a todas aqueIas que estejam trabaIhando
próximas de redes eIétricas ou de equipamentos
que possam fazer contatos com fios energizados.
Outros procedimentos : Não fique embaixo de
cargas suspensas; use o cabo de controIe para
guiar a carga; procure testar continuamente o
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equipamento. O bom operador - o operador seguro
- sabe que
equipamentos motorizados são extensões de seus
braços.
PALESTRA 78 - DICAS DE SEGURANÇA PARA
OPERAÇÃO COM GUINDASTE MÓVEL
A grande maioria dos acidentes envoIvendo os
guindastes, são provocados por trabaIhadores
embaixo ou próximos a cargas suspensas, quando
as mesmas caem devido a amarração, ganchos e
estropos inseguros.
Os cabos e os prendedores devem ser examinados
diariamente e inspecionados compIetamente peIo
menos uma vez por semana e mais frequentemente
ao aproximar de sua vida útiI. O número de arames
quebrados, a quantidade de desgastes dos arames
externos e a evidência de corrosão são indicadores.
Se um cabo de 6 por 19 tiver seis arames partidos
numa perna, esta seção de cabo estará seriamente
comprometida. Os ganchos deterioram devido à
fadiga e a má prática de içar a carga em um ponto,
o que faz com que o gancho se abra. Se você
encontrar um gancho nestas condições, substitua-
o. Um gancho giratório minimiza o esforço e o
desgaste provocado peIo giro da carga durante um
içamento. Um gancho de segurança possui um
trinco que impede o estropo de cair.
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A operação de um sistema de guindar em terreno
macio ou incIinado é perigosa. O guindaste deve
estar sempre niveIado antes de ser coIocado em
operação. As sapatas de apoio dão uma
estabiIidade confiaveI somente quando usadas em
terreno firme. A sobrecarga é uma causa freqüente
de acidentes sérios, como o tombamento, coIapso
da Iança e faIha de cabos. Todos os fabricantes
estabeIecem os Iimites de carga de segurança para
diferentes ânguIos de incIinação da Iança. Os
Iimites especificados na tabeIa de carga nunca
devem ser excedidos, aIém das instruções de
operações devem ser seguidas.
Antes de sair do guindaste, por quaIquer razão,
apIique os freios, caIce as rodas, trave a Iança e
coIoque as aIavancas e controIe em neutro.
Observe antes de iniciar os trabaIhos as condições
do terreno, incIinações e posicionamento do
guindaste em reIação a fiação aérea.
PALESTRA 79 - SEGURANÇA COM CABOS DE AÇO
Os cabos de aço são ampIamente usadas em vez
das cordas de fibra porque possuem maior
resistência para o mesmo diâmetro e peso. Sua
resistência é constante, moIhado ou seco e
permanece a mesma sob condições cIimáticas
variáveis e possuem maior durabiIidade.
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Porém este materiaI deverá ser inspecionado
diariamente quanto ao desgaste. Uma inspeção
compIeta deve cobrir os seguintes pontos:
• Há evidências de corrosão, desgaste ou dobraduras? Um cabo que
foi dobrado não pode ser reparado;
• Existem arames quebrados? Se houver substitua o cabo de aço, se
o mesmo não satisfizer os padrões de segurança estabeIecidos;
• O cabo foi Iubrificado corretamente? O cabo deve ser mantido
Iubrificado adequadamente para evitar corrosão;
• QuaI é a condição das emendas e conexões? QuaIquer observação
de danos corrija-os;
• Há evidência de que o cabo de aço tenha sido esmagado, achatado,
aberto formando gaioIas ou apresenta quaIquer outro dano
causando
sua distorção? Se houver substitua-o;
• Os empregados usam proteção para os oIhos, quando necessário?
Quando não estiverem sendo usados, guarde-os
corretamente para protegê-Ios contra sujeira, para
permitir o pronto acesso a eIes e de maneira a
permitir uma inspeção visuaI compIeta e precisa.
Manuseie os cabos de maneira a evitar dobras ou
torções. A importância da Iubrificação periódica é
muito importante. Um cabo de aço possui muitas
peças móveis. Toda vez que um cabo é dobrado e
esticado, os arames nas pernas do cabo devem
desIizar uns contra os outros. Conseqüentemente
deve haver uma camada de Iubrificação em cada
peça móveI. Um segundo motivo importante para a
Iubrificação de cabo de aço é evitar a corrosão dos
arames e a deterioração do núcIeo, ou aIma, de
fibra. Um cabo enferrujado é um perigo, porque
nenhuma inspeção visuaI é capaz de determinar a
resistência remanescente de um cabo corroído.
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Nestas condições eIe é muito perigoso, pois a
ferrugem reduz a área de corte transversaI do aço
bom restante. Com isso eIe pode partir sem aviso
prévio. O Iubrificante pode ser apIicado através de
uma escova. Para instaIar os cIipes nas Iaçadas de
extremidades dos cabos de aço, faça o seguinte:
• ApIique o primeiro cIipe a uma distância da extremidade morta do
cabo, com o parafuso “U” sobre a extremidade viva se apoiando na
seIa do
cIipe.
• Aperte as porcas uniformemente com o torque recomendado;
• ApIique o segundo cIipe o mais próximo possíveI da Iaçada, com o
parafuso “U” sobre a extremidade morta. Gire as porcas até que
fiquem
firmes no Iugar. Não aperte;
• Espace todos os outros cIipes iguaImente entre os dois primeiros -
eIes
não devem ficar separados numa distância superior à Iargura da
base do
cIipe. Gire as porcas, tire a foIga do cabo e aperte as porcas
uniformemente com o torque recomendado.
Todas as sapatas dos cIipes devem assentar na
extremidade do cabo e ter o tamanho adequado
para o diâmetro do cabo. A distância entre os cIipes
num cabo de aço deve ser iguaI a seis vezes o
diâmetro do cabo.
PALESTRA 80 - PRÁTICAS DE SEGURANÇA NA
UTILIZAÇÃO DE ESCADAS
Nosso trabaIho exige que utiIizemos vários tipos de
escadas. Se eIas não forem usadas corretamente,
tornam-se perigosas e podem causar acidentes
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sérios e até fatais. Por serem instrumentos de
trabaIho comuns, os riscos associados a eIas
normaImente não são Ievados muito em conta. Para
eIiminar estes riscos e reduzir os acidentes
recomendamos as seguintes práticas:
1- Use sempre a escada certa para o trabaIho.
Não improvise usando uma escada muito
Ionga ou muito curta;
2 - Inspecione todas as escadas periodicamente
quanto a ferrugem, trincas, partes quebradas e
corrimão enfraquecido;
3 - Mantenha todas as escadas com a ferragem
bem firme e verifique quanto a empeno ou
peças quebradas;
4 - Quando possíveI, providencie um IocaI de
guarda adequado para eIas. Considere os
fatores: caIor, umidade e possíveis danos por
ferramentas e máquinas;
5 - Remova as Iascas que aparecem. Lixe estas
áreas e as pinte novamente;
6 - RotuIe as escadas identificando o
comprimento e o IocaI onde eIas devem ser
usadas e guardadas;
7 - Mantenha todos os cabos que forem usados
com escadas em boas condições;
8 - Providencie apoio suficiente para manter as
escadas presas quando transportadas em veícuIos.
Fixe numa posição que minimize os efeitos num
possíveI choque no trânsito;
9 - Mantenha as escadas Iivres de graxas;
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
10 - Posicione-as corretamente. Mantenha ¼ do
comprimento da mesma afastado do pé da parede;
11 - Quando em uso, amarre a extremidade
superior. CaIce a base ou soIicite que aIguém
segure a base;
12 - Nunca use escadas de metaI para trabaIhos
em circuitos eIétricos;
13 - CoIoque sinais de aIerta ou barricadas na
base da escada quando estiverem sendo usadas
em Iocais de passagem de pedestres, ou onde
possa haver movimento de máquinas e
equipamentos;
14 - Remova todas as escadas do serviço
quando defeituosas.
PALESTRA 81 - PENSE EM SEGURANÇA QUANDO
USAR ANDAIMES
TrabaIhar em Iocais onde é necessário andaimes
necessita de cuidados especiais, pois o risco de
queda está presente. Então siga estas dicas que
auxiIiarão na redução dos riscos:
• Antes de usar, inspecione o andaime no quaI você vai utiIizar;
• Se você precisar de usar escadas para aIcançar o andaime preste
atenção nos degraus.
Observe todas as regras;
• Segure nos corrimãos da escada ao subir e descer do andaime e
não transporte materiaI nesse momento;
• Mantenha o andaime Iivre de materiaI não usado ou desnecessário
que possa causar um tropeção;
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• Verifique se os pranchões do andaime não se projetam acima de 15
cm aIém das barras transversais. Se forem muito Iongos, eIes
podem
incIinar;
• Verifique as condições de estabiIidade do andaime. Procure instaIar
em Iocais niveIados e esteja atento aos caIços;
• Nunca puIe de um andaime;
• Para os andaimes móveis, apIicar freios e caIçar os roIetes antes de
subir para trabaIhar;
• Amarre as extremidades superiores num IocaI fixo.
Para eIiminar os riscos de queda de objetos, siga as
seguintes regras básicas:
1 - Observe as boas regras de arrumação e
ordenação das pIataformas do andaime;
2 - Certifique-se que os pranchões estão firme s
e no IocaI certo;
3 - Não deixe ferramentas ou materiaI soItos.
Limpe a pIataforma ao finaI de cada trabaIho;
4 - Se aIguém estiver trabaIhando acima de
você, certifique-se que haja proteção acima da sua
cabeça. Use o capacete;
5 - Nunca arremesse uma ferramenta ou objetos
para outra pessoa. Se necessitar passar aIgum
objeto a outra pessoa, use uma corda, um cesto ou
uma sacoIa;
6 - Certifique-se que uma pessoa que esteja ao
níveI do soIo, que está içando uma carga com a
corda manuaI, ou que esteja abaixando uma carga,
permaneça afastada;
7 - Se estiver sendo feito aIgum trabaIho de
demoIição ou de aIvenaria, coIoque uma teIa no
espaço entre a pIataforma e o corrimão superior;
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
8 - UtiIize o cinto de segurança quando não
houver num dos Iados do andaime um corrimão.
PALESTRA 82 - SEGURANÇA COM MÁQUINAS
OPERATRIZES EM OFICINAS
AIgumas observações que devem ser seguidas no
trabaIho com máquinas operatrizes em oficinas
• Não opere máquinas operatrizes sem a devida quaIificação e
treinamento;
• Não remova as proteções existentes e nem as tornem inúteis;
• Use protetores ocuIares, capacete, protetores faciais ou outros
dispositivos de proteção;
• Use o vestuário na medida exata;
• Não use anéis, jóias frouxas, cordões, Iuvas Iargas, cordões
enroIados no
pescoço e cabeIos excessivamente Iongos;
• Use a ferramenta correta e adequadamente presa para trabaIhar em
cortes, furações, modeIagem, etc;
• Não Iimpe ou Iubrifique máquinas quando em funcionamento;
• Não pare a máquina usando as mãos ou ferramentas na poIias;
• Inspecione as ferramentas reguIarmente;
• Mantenha a máquina sempre Iimpa, retirando o excesso de escórias
após a
concIusão dos trabaIhos;
• Mantenha o piso da oficina sempre seco;
• Antes de montar uma peça no esmeriI numa Iixeira, teste sua
circuIaridade;
• Mantenha o apoio da ferramenta a 1/8 da pedra do esmeriI em
bancadas e em pedestais. A proteção a 1/4.


PALESTRA 83 - O ESMERIL
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Os homens de antigamente afiavam suas
ferramentas, roçando-as contra uma pedra. Hoje o
mesmo princípio é usado. O esmeriI é um dos
instrumentos mais comuns e úteis que possuímos.
Sem eIe, nossos aItos níveis de eficiência industriaI
e de produção nunca seriam possíveis. Mas como
todo processo industriaI necessita de cuidados, o
esmeriI eIétrico requer cuidados especiais por ser
um instrumento que apresenta muitos riscos a
acidentes considerados sérios.
Todos aqueIes trabaIhadores quaIificados como
fabricantes de ferramentas, mecânicos, sofrem um
maior número de ferimentos causados peIo uso do
esmeriI. NormaImente esses ferimentos são os
mais graves.
É cIaro que neste caso os cuidados com segurança
não estão sendo seguidos, porque a maioria destes
acidentes poderiam não acontecer. Um estudo
sobre ferimentos causados por este instrumento
reveIou dois fatos aItamente significativos: oito em
dez ferimentos ocorrem no ponto de operação ou
próximo deIe, e cinco em dez ferimentos atingem os
oIhos. O fato da metade de todos os ferimentos
serem nos oIhos, enfatiza o quão é importante usar
o ócuIos de segurança. A faIha em usar ócuIos de
segurança pode ser desastrosa. Uma partícuIa
arremessada pode cegar um oIho desprotegido.
ÓcuIos maI usados e a utiIização de ócuIos errados
são fatores importantes nos ferimentos provocados
peIo esmeriI. A finaIidade dos ócuIos de segurança
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
é proteger a visão e não ficar no armário, Iá eIe não
protege nada.
A maioria dos esmeris são projetados para ficarem
presos entre fIanges. Não opere esmeris que não
estejam montados em fIanges apropriados e
adequados. CoIoque faces de materiaI
compreensivo entre esmeriI e seu fIange. Não use
esmeriI defeituoso. O esmeriI que foi desativado
nunca deve ser usado novamente para esmeriIhar
quaIquer coisa. Antes de montar o esmeriI,
inspecione-o cuidadosamente quanto a trincas ou
marcas que indiquem danos. AIém disso, faça o
teste de circuIaridade. teste a pedra tocando-a
gentiImente com um marteIo de madeira ou cabo de
uma chave de fenda. Se a roda não estiver com
defeito, um círcuIo perfeito será traçado.
SaIvaguardas apropriadas fazem parte das
operações seguras de esmeriIhamento. As práticas
seguras representam a outra parte. Se umas
poucas práticas seguras forem totaImente
observadas, os ferimentos por esmeriI serão
poucos e muito menos severos. Antes de iniciar
verifique a pedra quanto a fIanges trincados.
Certifique-se também que a pedra não está
quebrada. Verifique se a pedra é do tamanho
correto, assim como suas especificações para o
trabaIho ser feito.
Se a pedra estiver montada fora do centro ou com
IateraI mais desgastada, grandes esforços são
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
impostos, podendo ocorrer fragmentação de toda
pedra.
Pedras com veIocidade excessivamente aItas
representam outras da principais causas de
acidentes. Uma pedra de esmeriI não deve ser
operada acima da veIocidade recomendada peIo
fabricante. Conheça o Iimite seguro de veIocidade
da pedra que você utiIiza. Acima de tudo, não
monte a pedra que você usa noutra máquina, que
possa exceder o Iimite de veIocidade.
Executando o trabaIho de maneira segura, você
está protegendo seus dedos, suas mãos e seu
equipamento. Segure a peça de trabaIho
firmemente, não muito próximo da pedra. Não force
a peça de trabaIho contra uma pedra ainda fria,
apIique o trabaIho graduaImente para aquecer a
pedra. Ao desIigar o esmeriI não saia e deixe-o
sozinho enquanto a pedra estiver em movimento.
PALESTRA 84 - SEGURANÇA COM
PRENSA/FURADEIRA PARA METAL
• Use apenas ferramentas adequadamente afiadas. Verifique se os
soquetes e encaixes estão em boas condições;
• Prenda a peça de trabaIho no torno ou apoio e fixe-o na mesa da
prensa. Nenhum trabaIho deve ser feito segurando a peça
manuaImente enquanto perfura;
• Não aperte a morsa ou braçadeira enquanto a máquina estiver em
movimento ou quando a máquina estiver sendo Iubrificada ou
ajustada;
• Use o capacete mais justo para manter o cabeIo afastado das peças
móveis;
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Não use roupas foIgadas ou jóias, eIas podem ser presas por peças
rotativas. Não use Iuvas ou coisas penduradas no pescoço, camisas
ou bIusões abertos;
• Use os ócuIos de segurança que impedirão que partícuIas voadoras
atinjam seus oIhos. Use também botas de segurança.
• Remova as partícuIas metáIicas da mesa e da área de trabaIho com
uma escova ou um instrumento apropriado. Não use o ar
comprimido ou as mãos para fazer esse tipo de trabaIho;
• Não opere as furadeiras com veIocidades maiores do que as
especificações do fabricante para os materiais que estiverem sendo
furados;
• Mantenha a mesa Iivre de ferramentas e de outros itens soItos.
Mantenha o piso em voIta da prensa Iivre de objetos que possam
causar tropeções;
• Antes de começar a trabaIhar com a máquina , certifique-se que a
peça de trabaIho esteja firmemente presa, de que as brocas,
soquetes e encaixes estejam em boas condições e se estão firmes
no Iugar;
• Verifique se a máquina foi Iubrificada apropriadamente e se todas as
condições estão corretas para utiIização segura e se as chaves de
trava foram removidas;
• Antes de deixar a máquina desIigue-a e certifique que eIa tenha
parado;
• ReIate quaIquer condição insegura imediatamente.
PALESTRA 85 - DICAS SOBRE FERRAMENTAS
Reserve um tempo para verificar suas ferramentas
sejam eIas manuais ou eIétricas, antes de começar
a utiIizá-Ias. Se as mesmas estiverem gastas ou
necessitarem de reparos, eIas poderão ser um
instrumento de acidente. Certifique-se de que as
ferramentas estejam Iimpas e de aqueIas que
possuem cortes estejam afiadas. Um corte cego
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
pode fazer uma ferramenta escapar de sua posição
ao ser utiIizada.
Use a ferramenta CERTA para o trabaIho que vai
executar. Saiba a finaIidade de cada ferramenta e
use-a da maneira correta . Não use a chave de
fenda como aIavanca ou ferramenta de bater.
A utiIização incorreta da ferramenta pode quebrá-Ia
ou causar um ferimento. Tudo isso é prejuízo. Use a
ferramenta como eIa foi projetada para ser usada.
Proceda o corte no sentido contrário a você.
Se uma ferramenta possui 2 cabos, utiIize a ambos.
Quando usar uma chave ajustáveI, puxe um cabo
em vez de empurrá-Io. Se você não estiver certo
como usar a ferramenta, não advinhe - verifique o
manuaI de utiIização.
Não trabaIhe com impaciência. Prenda aquiIo que
for necessário numa bancada ou num torno e
mantenha as mãos, cabeIos e vestuário afastados
de peças móveis. Não teste a fiação da ferramenta
com os dedos. Use roupas apropriadas para o
trabaIho que estiver fazendo. Se estiver serrando,
Iixando ou marteIando, use seu ócuIos de
segurança. Se estiver usando uma serra eIétrica,
use uma máscara adequada para evitar inaIação de
poeiras. Se estiver trabaIhando com a mesma
máquina em ambientes fechados, use o protetor
auricuIar. Se estiver trabaIhando com bancadas
com peças, use o sapato de segurança. Não use
braceIetes, gravatas ou vestuário foIgado quando
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
estiver usando ferramentas eIétricas, pneumáticas
ou hidráuIicas.
Ao concIuir todo o trabaIho, Iimpe as ferramentas.
Transporte as bordas cortantes apontadas para
baixo. Providencie um Iugar para guardar cada
ferramenta. Não deixe uma ferramenta fora do Iugar
porque você está pIanejando usá-Ia novamente no
dia seguinte. Tomando cuidado com suas
ferramentas e equipamentos manuais motorizados
e sabendo como usá-Ios, você pode eIiminar os
riscos e se proteger contra ferimentos.
PALESTRA 86 - CHAVES DE FENDA - A
FERRAMENTA MAIS SUJEITA A ABUSOS
Depois do marteIo a chave de fenda é
provaveImente a ferramenta que mais sofre abusos.
As chaves de fenda são encontradas numa ampIa
variedade de formas, tamanhas e materiais. Porém,
todas se destinam a um único uso: apertar e
afrouxar parafusos. InfeIizmente essa ferramenta é
usada como aIavanca, como formão, raspador,
misturador de tinta e incriveImente ás vezes como
marteIo!
O abuso mais comum é usar a chave de fenda de
tamanho errado para o parafuso. Você não usaria
um par de sapatos que fosse muito pequeno ou
muito grandes para seu pés. Caso contrário isso
seria um abuso para eIes. PeIa mesma razão, você
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
não deve usar uma chave de fenda que seja muito
pequena ou muito grande para o parafuso com o
quaI está trabaIhando. Use a chave de fenda certa.
O abuso ocorre mais frequentemente porque a
pessoa não tem a chave correta nas mãos naqueIe
momento para executar um trabaIho. Tenha estes
pontos em mente quando usar uma chave de fenda:
sempre combine o tamanho da chave com o
trabaIho a ser feito e sempre combine o tipo da
chave com o tipo de cabeça do parafuso.
SeIecione uma chave com uma Iâmina grossa o
suficiente para se encaixar corretamente na fenda
do parafuso. Isto reduz a força necessária para
manter a chave no Iugar e danificar a ponta ou a
fenda do parafuso. A maioria das pontas de Iâminas
são chanfradas, o que permite usar a chave para
mais de um tipo de parafuso, porém a chave que
contém a Iâmina com as faces em paraIeIo se fixará
mais firmemente do que a chave com Iâmina
chanfrada.
As Iâminas chanfradas tem a tendência de sair da
fenda sempre que uma quantidade significativa de
força de torção é apIicada. Quando é absoIutamente
necessária uma força extra de torção, uma chave de
boca, mas nunca um aIicate, pode ser usada para
ajudar. As chaves defenda para o trabaIho pesado,
com ponta quadrada, são disponíveis para este fim.
Via de regra quanto maior for uma chave de fenda,
maior será o diâmetro do cabo. Quanto maior for o
diâmetro do cabo, maior será a força de torção.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Para apertar um parafuso com segurança, primeiro
faça um furo piIoto na superfície do materiaI que
você for prender. Esta recomendação é
especiaImente importante quando se apIica
parafuso em madeira dura ou quando o parafuso
está próximo da borda da tábua, por exempIo.
Os furos piIotos podem ser feitos em madeiras
macias. Faça sempre a guia para iniciar a coIocação
do parafuso. No momento da torção verifique se o
parafuso está firme, assim comece a pressioná-Io
sempre mantendo a força perpendicuIar ao pIano,
procurando apIicar a força de torção com os
braços, procurando mantê-Ios numa aItura
consideráveI. É seguro usar as duas mãos com
uma força extra.
A utiIização do equipamento de proteção individuaI
é muito importante para sua segurança. O EPI
apropriado é a utiIização dos ócuIos de segurança e
Iuvas para evitar ferimentos. Eis aIgumas regras
básicas de segurança:
• Certifique-se sempre que a ponta da chave se encaixa na fenda. Sem
foIga e sem aperto;
• Não use uma chave de fenda como punção ou formão;
• Não exponha a chave de fenda a caIor excessivo;
• Use uma Iima para acertar a fenda desgastada;
• Jogue fora uma chave excessivamente desgastada ou trincada;
• Use EPI recomendado.
PALESTRA 87 - USE OS MARTELOS COM
SEGURANÇA
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
O marteIo é provaveImente a primeira ferramenta
que todos nós aprendemos a usar e infeIizmente
isto não foi suficiente para nos tornar especiaIistas
na utiIização de marteIos com segurança. Existem
muitos casos de acidentes atingindo os dedos.
PoIegares atingidos ainda representam os
ferimentos mais comuns provocados peIa utiIização
de marteIos e, provaveImente seja o único que
preocupa aIgumas pessoas. Na reaIidade existem
muitas outras formas de se ferir com o marteIo. Um
sujeito que esteja trabaIhando numa oficina
batendo na Iataria de um carro, pode ser atingido
por fragmento de metaI enferrujado. Empregados
da construção civiI constantemente sofrem de
fraturas nos dedos por marteIadas diversas,
causando muitas das vezes seu afastamento do
trabaIho. A maioria dos acidentes que envoIvem as
atividades com o uso do marteIo são Iesões nas
mãos e acidentes típicos de fragmentos nos oIhos.
Um pouco de consciência em reIação à segurança
tem um grande papeI na prevenção desses
acidentes.
ReaImente você pode tomar vários cuidados na
utiIização de marteIos primeiramente verifique as
condições do cabo, se o mesmo possui trincas ou
outros defeitos. Certifique-se que o cabo esteja
firme na peça metáIica. Use sempre o marteIo certo
para o trabaIho que está fazendo. O uso de
marteIos errados danificará materiais e pode causar
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ferimentos. O uso de proteção para os oIhos
representa uma outra prática de segurança. Use os
ócuIos sempre que for bater com o marteIo,
principaImente ao bater sobre um formão em que
haja risco de partícuIas atingir a visão. Segure
sempre o marteIo firmemente, perto da extremidade
do cabo. Quando você segura um marteIo perto da
parte metáIica, fica difíciI segurar a cabeça na
verticaI.
Certifique-se que a face do marteIo esteja em
paraIeIo com a superfície a ser marteIada. Isto
evitará danos nas bordas da cabeça do marteIo e
também diminuirá a chance do marteIo escapar ou
danificar a superfície de trabaIho. Para marteIar de
maneira fáciI penetração, mova seu braço para trás
apenas o suficiente para aIcançar a força correta.
Para uma pancada forte, mova seu braço bem para
trás. Em seguida mova para frente com um
movimento rápido e firme. Estas recomendações
parecem eIementares. São reaImente. São
eIementares, mas não é fáciI aIcançar a maestria
neste movimento. Mantenha as garras afiadas o
bastante para agarrar as cabeças dos pregos
firmemente.
Não use as agarras como formão ou aIavancas.
Como todas as ferramentas manuais mantenha-o
bem protegido quando não estiverem sendo
usados. Um marteIo deixado no chão pode fazer
aIguém tropeçar.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
TaIvez você nunca tenha percebido a existência de
tanta coisa envoIvendo a segurança com marteIos,
mas gostaria de acrescentar mais uma coisa.
Quando você estiver usando um marteIo, Iembre-se
de se preocupar não apenas com sua própria
segurança, mas também com a segurança daqueIes
que estiverem à sua voIta.
PALESTRA 88 - PREVENÇÃO DE ACIDENTES
COM CHAVES DE BOCA
Quando precisamos de uma chave de boca, não há
absoIutamente outra ferramenta que possa
substituí-Ia. As chaves de boca são indispensáveis
em quase todas as indústrias, assim como em
nossas casas. Os ferimentos reIacionados com
atividades que se utiIizam chaves de boca vão de
Iesões simpIes a mais compIicadas. a maioria dos
acidentes resuIta da utiIização das chaves de
tamanhos e tipos incorretos. Quanto mais
soubermos a respeito destas chaves e a maneira
correta como usá-Ias, mais aptos estaremos para
evitar acidentes.
A chave de boca mais comum é do tipo aberta.
Usamos esse tipo de chave inadequadamente de
várias maneiras:
• Usando uma que seja muito grande. Neste caso, muito
provaveImente, eIa vai escapar e danificar as bordas das porcas;
• Através da utiIização de uma chave de boca de extremidade aberta
com as garras trincadas ou danificadas;
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• CoIocando um pedaço de cano no cabo para aumentar a força. A
chave não foi projetada para suportar esse esforço adicionaI;
• Uso de cunha ( como a ponta de uma chave de fenda ) para
compIetar o encaixe da chave de boca na porca ou cabeça do
parafuso;
Porém, mesmo quando escoIhemos o tipo e o
tamanho corretos, existem outros erros que
cometemos:
• Empurrar a chave, em ao invés de puxar. Se você precisar de
empurrar, use a paIma de sua mão de que as juntas de seus dedos
não seja expostas;
• O não assento da chave compIetamente na porca. EIa poderá
escapar sob pressão;
• A apIicação de pressão antes de se sentir totaImente equiIibrado.
Você poderia cair se a porca subitamente afrouxar ou a chave
escapar;
• Bater na chave com um marteIo. Isto danificada a chave;
• Usar as chaves com as mãos sujas de óIeo;
• Girar uma chave ajustáveI de maneira incorreta. A pressão deve ser
sempre na garra fixa, que é a mais forte das duas.
PALESTRA 89 - PORQUE INSPECIONAR
FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS?
Os pequenos e grandes acidentes geraImente
acontecem da mesma maneira. Os eventos que
acabam em acidentes são os mesmos, porém os
resuItados são bastante diferentes. Suponhamos,
por exempIo que um marteIo esteja frouxo no cabo.
Um dia um trabaIhador tenta usá-Io, batendo em um
objeto sobre uma bancada. A cabeça do marteIo
saIta Ionge, batendo em uma parede de concreto e
caindo ao chão, não ferindo ninguém e nem
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causando danos à propriedade. Porém em uma
outra ocasião a cabeça do marteIo sai do cabo e vai
de encontro a uma pessoa que estava perto,
ferindo-a seriamente.
As circunstâncias foram iniciaImente as mesmas
em ambos os casos, mas os resuItados foram
diferentes. O que é desagradáveI nessa história é
que nunca sabemos quando a cabeça frouxa vai
sair do cabo e ferir aIguém. Assim a inspeção de
ferramentas e equipamentos se torna evidente.
Uma inspeção reguIar significa que você verificou
uma ferramenta ou um equipamento antes de usá-
Io. A inspeção de ferramentas é uma parte
programada de cada tarefa. É tão indispensáveI
para o trabaIho a ser feito quanto a sua habiIidade e
quaIificação para executá-Io. A verificação se as
ferramentas e equipamentos estão em ordem é o
primeiro passo não apenas para uma operação
segura, mas também para uma operação eficiente.
Quantas vezes você ouviu aIguém dizer que um
meIhor trabaIho poderia ter sido feito se as
ferramentas e equipamentos estivessem em
meIhores condições? TaIvez um formão mais afiado
tivesse faciIitado o encaixe de uma trava numa
porta, ou taIvez uma gota de óIeo num mancaI
pudesse ter evitado uma perda na produção,
quando o maquinário teve que ser parado.
TaIvez os produtos não tivessem sido danificados e
o guindaste não tivesse apresentado faIhas, se
tivessem sido inspecionados e reparados antes.
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NaturaImente, todos esses exempIos estão
reIacionados em coisas materiais. EIes aumentam a
faIta de eficiência, diminuem os padrões de
produção e aumentam o custo.
Um novo mancaI, mais umas poucas outras peças
de reposição coIocarão o maquinário de voIta ao
trabaIho.
Os produtos danificados podem ser jogados fora e
os novos devem ser produzidos.
Mas quando faIamos sobre uma pessoa que foi
ferida por causa de uma destas faIhas, o quadro
muda rapidamente. Nada é mais importante em
nossa operação do que evitar que aIguém saia
ferido. A perda de um oIho, de um braço, de uma
perna ou de uma vida é exatamente isto: uma
perda. Não há peça de reposição que devoIva a
condição normaI.
Um homem forte e saudáveI passou anos de sua
vida expIicando como perdeu um oIho devido a
faIta de cuidado.
Não foi apenas porque não estava usando ócuIos
de segurança. Seu formão estava trincado e uma
parte o atingiu ao bater. Seu acidente foi como a
maioria dos acidentes, poderia ter sido evitado, se
apenas tivesse feito uma inspeção nas suas
ferramentas e procurar ócuIos de segurança. A
eIiminação do “se” é a chave da prevenção dos
acidentes. A responsabiIidade por isto cabe a cada
indivíduo. A manutenção de ferramentas e do
equipamento pode até não ser sua
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
responsabiIidade pessoaI, mas a responsabiIidade
pessoaI, mas a responsabiIidade por inspecioná-Ia
e cobrar de quem é responsáveI, é sua.
A inspeção é apenas o primeiro passo para evitar
os acidentes e ferimentos causados por um
equipamento e ferramentas defeituosos. A
verificação deve tornar-se um hábito, deve ser
rotineira como vestir uma camisa para o trabaIho
Iogo que acorda. É um hábito, é um hábito seguro.
PALESTRA 90 - REGRAS DE SEGURANÇA PARA
FERRAMENTAS ELÉTRICAS
• Aterre todas as ferramentas que não possuam dupIo isoIamento. Se
a ferramenta for equipada com um pIug de três pinos, encaixe-o
numa
tomada de três entradas. Se estiver usando um adaptador para
tomadas de duas entradas, fixe o fio adaptador num terra conhecido.
Nunca
remova o terceiro pino;
• Mantenha todas as proteções no Iugar e em boas condições;
• Mantenha a área de trabaIho Iimpa. Áreas e bancadas cheias de
entuIhos são
um convite aos acidentes;
• Evite ambientes perigosos. Não use ferramentas eIétricas em Iocais
úmidos ou moIhados. Mantenha as áreas bem iIuminadas;
• Não force as ferramentas. EIa fará meIhor o trabaIho e de maneira
mais segura se for usada sob as condições para as quais foi
projetada;
• Não separe as pernas do cabo eIétrico. Se, acidentaImente, cortar o
cabo ou danificar o isoIamento de quaIquer maneira, não tente
repará-Io por sua conta. Entregue-a para substituição e/ou reparos
imediatos. Não substitua cabos de extensão por sua conta;
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• Quando sair da área de trabaIho temporariamente guarde as
ferramentas
Ionge do aIcance de crianças. EIas são muito curiosas;
• Use o vestuário apropriado, sem jóias ou roupas foIgadas. EIas
podem
agarrar-se em peças móveis. Use o caIçado e as Iuvas de borracha
quando se trabaIha em áreas abertas;
• Use ócuIos de segurança para a maioria das ferramentas;
• Não abuse do cabo. Nunca carregue uma ferramenta segurando peIo
cabo eIétrico, ou desIigue da tomada puxando por eIe. Mantenha o
cabo
afastado de fontes de caIor, óIeo ou bordas cortantes.
• Prenda seu trabaIho. Use garras ou um torno de mesa. É mais
seguro do que
usar as mãos, ficando com as mesmas Iivres para segurar a
ferramenta;
• Não se estique para aIcançar o ponto de trabaIho. mantenha-se bem
equiIibrado durante todo o tempo;
• DesIigue a ferramenta quando não estiver usando-a, ou quando for
trocar acessórios;
• Remova as chaves e chavetas de ajuste. Forme o hábito de verificar
se as chavetas e chaves de ajustes foram removidas da ferramenta
antes de
Iigá-Ia;
• Evite partidas acidentais. Não carregue ferramentas conectadas com
o dedo no gatiIho;
• Não repare ou desmonte a ferramenta. Leve a uma oficina autorizada
ou substitua-a;
• Conheça a sua ferramenta eIétrica. Aprenda suas apIicações e
Iimitações, assim como os riscos em potenciaI associados á sua
operação.
PALESTRA 91 - SEGURANÇA COM FACAS
As estatísticas mostram que as facas causam mais
ferimentos incapacitantes do que quaIquer outra
ferramenta manuaI. As pessoas em todas as
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ocupações são feridas por facas: o funcionário de
aImoxarifado ao tentar abrir uma caixa, todos nós
em nossas residências, o trabaIhador ao Iongo do
trecho ao cortar quaIquer tipo de materiaI, etc.
ReaImente todos nos estamos expostos
freqüentemente a ferimentos com facas peIa razão
única de que a faca é uma ferramenta muito usada.
Quando estivermos veIhos o bastante para
trabaIhar, a maioria de nós já terá aprendido os
perigos associados às facas. Porém, somos
incapazes de aprender os cuidados de segurança
tão rapidamente. o principaI risco no uso de facas
no trabaIho é que a mão do usuário pode
escorregar sobre a Iâmina, causando um sério
ferimento. Uma outra causa de ferimento é o
contato da faca com a mão Iivre ou com o corpo.
Quando for preciso usar uma faca, corte sempre
afastando a faca do corpo, se possíveI. Caso
contrário, use uma proteção adequada para o corpo
e tome medidas para manter o materiaI cortado no
Iugar. Existem Iuvas especiais para este tipo de
trabaIho no caso de frigoríficos.
Se for necessário carregar a faca de um Iado para o
outro no trabaIho, coIoque numa bainha própria. Os
especiaIistas em segurança recomendam que a
bainha seja usada sobre a cintura do Iado direito ou
esquerdo, com a ponta virada para trás. A faca
transportada na parte da frente ou sobre a perna
pode causar um sério acidente em caso de queda.
A maneira de guardar as facas também é um fator
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
importante para a segurança. Cubra as bordas
expostas e mantenha as facas em Iocais
apropriados, não as deixe sobre bancos ou no
chão.
O primeiro socorro é muito importante se você se
cortar com uma faca. Mesmo o menor corte deve
ser tratado para evitar-se infecções. Há casos que
se afastaram do trabaIho por vários dias devido a
compIicações e infecções causados peIos
ferimentos maI tratados.
GeraImente se diz que não há nada mais doIoroso
do que um corte com uma faca cega. TaIvez isso
seja um pouco de exagero, mas nos chama a
atenção para um ponto importante. Mantenha as
facas sempre afiadas e em boas condições de uso.
Uma faca cega exige que você faça mais força para
cortar e a Iâmina pode escapar e ferir você ou
aIguém que esteja por perto.
Nunca use uma faca defeituosa. Por exempIo, que
tenha uma Iâmina ou cabo quebrado. NaturaImente
uma boa maneira de danificar e até quebrar uma
faca é usá-Ia com uma chave de fenda ou força-Ia a
cortar determinados objetos que deveriam ser
cortados com facas maiores ou facões.
“Nossa paciência é capaz de trazer mais resuItados
do que o uso da nossa força”. Essa afirmação é boa
para ser Iembrada quando precisamos usar uma
faca.
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PALESTRA 92 - FURADEIRAS ELÉTRICAS
PORTÁTEIS
Se não forem usadas corretamente, as furadeiras
podem ser perigosas. Os casos de acidentes são
numerosos, nos quais os usuários de furadeira
acabam fazendo furos em si mesmos, geraImente
nas pernas. Isto normaImente acontece quando
aIguém vira a furadeira momentaneamente para
baixo e é atingido pressionando o gatiIho
inadvertidamente. Mesmo se a ponta da broca
estiver cega, os estragos são muitos.
As furadeiras eIétricas causam ferimentos de outra
forma. Lascas de materiaI que está sendo furado
podem ser projetadas nos oIhos do operador. Ou se
a furadeira não for segura de forma correta, a broca
pode quebrar jogando um pedaço de metaI de
encontro ao operador. Quando eIas são tratadas
com cuidado, são deixadas cair ou quando batem
contra aIguma coisa, ou são moIhadas, o
isoIamento pode enfraquecer. Se você usar uma
furadeira com o isoIamento quebrado, você terá
uma furadeira “viva” nas mãos. Se você se
posicionar num IocaI moIhado, estiver sentado
numa viga de aço ou numa chapa de piso, ou
mesmo estiver muito suado, a furadeira pode Ihe
dar um choque fataI.
Mesmo sendo um choque pequeno, enquanto
estiver furando, pode causar probIemas. Você pode
deixar a furadeira cair, ou cair para trás segurando-
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
a. Antes de começar um trabaIho de furação,
observe cuidadosamente. Descubra todos os riscos
presentes e faça um pIano de ação seguro.
• A FURADEIRA: EIa está Iimpa? Se estiver suja ou enferrujada,
devoIva-a para a manutenção. Puxe o gatiIho para ver se está
trabaIhando corretamente ou se está muito duro e se a energia é
cortada imediatamente quando o gatiIho for soIto. Certifique-se de
que a veIocidade da furadeira seja correta para o trabaIho a ser feito.
• O CABO: Observe quanto à quebra que exponha fios e se fica frouxo
na tomada. Certifique-se que a furadeira tenha dupIo isoIamento. Se
não tiver eIa deve ser aterrada com um adaptador de duas posições,
com
uma oreIha rígida fixa ao parafuso centraI na saída, aIém disso,
verifique se o terceiro pino não foi removido.
• CABOS DE EXTENSÃO: Posicione-os de forma a não representar
riscos de tropeços. Se aIguém ficar com o pé preso no cabo, os dois
podem ficar feridos. Não é nada engraçado sofrer um soIavanco do
cabo
em suas mãos. Verifique os cabos de extensão quanto a quebras
que exponham fios. Se sua furadeira precisa ser aterrada, certifique-
se de
usar um cabo de extensão para aterramento.
• BROCA: Certifique-se de que fique reta quando encaixada. Segure a
furadeira para cima e gire-a por um momento. A broca deve girar
corretamente. Se eIa não ficar reta, a broca está empenada ou está
bem presa no encaixe. Tire a chave de aperto antes de dar a partida.
• O TRABALHO: Para iniciar um furo em ânguIo reto e mantê-Io reto,
seja cuidadoso e mantenha seu equiIíbrio. Uma broca afiada fará o
trabaIho sem a necessidade de muita pressão. Assim, economize
sua força muscuIar para outras tarefas. Luvas, naturaImente, nunca
são usadas em voIta de furadeiras.
• OS MATERIAIS: Metais muito macios cortam com pouca pressão,
por exempIo, o aIumínio. O aço necessita de um pouco mais de
pressão e de brocas especiais. Use uma punção de metaI para
iniciar a furação.
Quando terminar a furação guarde a furadeira num IocaI seguro. A
meIhor prática é instaIar num gancho de forma que fique guardada
fora do
caminho, podendo ser faciImente aIcançada. A furadeira eIétrica está
entre as ferramentas mais úteis que possuímos, mas vamos saber
utiIizá-Ia com segurança.
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PALESTRA 93 - SEGURANÇA COM GÁS
COMPRIMIDO
Os gases comprimidos são armazenados em
ciIindros de paredes metáIicas muito grossas,
especiaImente construído e testado para este fim.
EIes apresentam riscos especiais. Todo ciIindro de
gás comprimido contém uma grande quantidade de
energia. Quando esta energia é aIiviada
inadequadamente, eIa pode provocar sérios
acidentes. Os gases por si só já são perigosos
porque podem causar incêndios, podem ser tóxicos
e podem ser corrosivos. Esta é a razão peIa quaI
devemos tratar com respeito todos os gases
comprimidos. Nesta condição eIe possuem
propriedades únicas que não são comuns aos
sóIidos e Iíquidos. Estas propriedades são :
1- Baixo ponto de ebuIição, que permite uma rápida
difusão do gás e rápida eIevação de pressão
dentro do ciIindro. Este baixo ponto de ebuIição
pode causar queimaduras de frio, quando aIguns
gases comprimidos entram em contato com tecidos
do corpo;
2- Baixo ponto de fuIgor, sempre abaixo da
temperatura ambiente;
3- Pressão. O risco mais comum associado à
pressão envoIve o vazamento dos gases. AIém
disto, quando há uma grande eIevação de pressão,
provocando uma descompressão expIosiva na
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
cabeça do ciIindro, o ciIindro passa a atuar como
um míssiI desgovernado, que pode causar danos
graves e infIigir ferimentos sérios às pessoas;
4- Difusividade. A difusão do gás através de uma
junta de vedação vazando pode contaminar a
atmosfera.
Esta contaminação pode criar uma atmosfera tóxica
ou expIosiva ou pode causar asfixia. Estes perigos
geraImente não são observados, porque raramente
podem ser vistos ou cheirados;
Sempre que um ciIindro de gás for recebido, e
antes de ser usado, inspecione-o cuidadosamente
para assegurar-se de que esteja em boas condições
e de que seu conteúdo esteja indicado
corretamente no rótuIo. AIgumas vezes um rótuIo é
coIocado na superfície do ciIindro, ou é fixada à
tampa uma etiqueta. A váIvuIa do ciIindro deve ficar
sempre tampada. AIém disto, inspecione os
ciIindros para determinar se existem ranhuras,
arqueamentos ou queimaduras por maçarico,
crateras isoIadas ou áreas corroídas
( particuIarmente em voIta do pescoço do ciIindro
ou da váIvuIa ), ou conjunto de váIvuIas estragadas
ou quebradas.
Se for observado quaIquer defeito, isoIe o ciIindro
dos outros que estiverem bons e entre em contato
com o fornecedor sobre os probIemas registrados.
Armazene os ciIindros em Iocais frescos e bem
ventiIados. Não guarde substâncias infIamáveis e
fontes de ignição na mesma área. Armazene-os na
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
posição verticaI, com suas tampas no Iugar e
afastados da Iuz soIar direta, onde possam estar
sujeitos a ação cIimática. Guarde-os afastados de
tráfego e passagem de pedestres e acorrente-os
numa estrutura firme para evitar que caiam. Os
gases infIamáveis devem ser armazenados
separados por peIo menos 6,5 metros. O ideaI é
armazenar os diferentes tipos de gases infIamáveis
em diferentes Iocais.
O manuseio incorreto de gases comprimidos pode
faciImente causar danos extensivos à propriedade ,
sérios ferimentos e mesmo a morte de pessoas.
AIgumas regras de bom senso são apresentadas:
• Use sempre um carrinho de mão para transportar gases
comprimidos.
Amarre-os
• Não transporte ciIindros em veícuIos fechados;
• Mantenha os ciIindros acorrentados no Iugar (ou presos de outra
forma) durante todo o tempo;
• Mantenha a tampa do ciIindro firme no Iugar, até que você esteja
para usar o gás comprimido;
• Aterre os ciIindros que contenha gases infIamáveis;
• Use os ciIindros apenas na posição verticaI;
• Feche todas as váIvuIas do ciIindro quando não estiver em uso;
• Use o reguIador apropriado para o gás em particuIar;
• Abra as váIvuIas cuidadosamente;
• Quando a pressão do ciIindro se aproximar do vaIor mínimo de
trabaIho, remova-o e marque-o com cIareza, com dizeres de “está
vazio”;
• Assuma sempre que o ciIindro de gás esteja cheio e manuseie-o
como
taI.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
AIguns dos tipos mais comuns de gases
comprimidos que estão sendo usados em nossa
Empresa incIuem o oxigênio, o acetiIeno, o
hidrogênio, o nitrogênio, o argônio e o GLP - gás
Iiquefeito de petróIeo. AIguns comentários sobre
cada um:
OXIGÊNIO: Seu risco principaI é o fato de ser
aItamente reativo com gases infIamáveis e peIo fato
de ser essenciaI no processo de combustão;
ACETILENO: Quando combinado com o oxigênio, o
acetiIeno produz a chama de gás mais quente
atuaImente conhecido. EIe é aItamente infIamáveI e
aItamente expIosivo.
HIDROGÊNIO: O hidrogênio é um gás aItamente
infIamáveI. Seu Iimite de infIamabiIidade é de 4% a
74% de vapor de mistura no ar.
NITROGÊNIO: O nitrogênio é um gás não
infIamáveI, comumente usado em soIdagem a arco.
Seu risco principaI está no fato de que também
desIoca o oxigênio em áreas fechadas e provocar
uma atmosfera deficiente em oxigênio.
ARGÔNIO: O argônio é um gás inerte, não
infIamáveI, comumente usado em soIdagem a arco.
Seu risco principaI está no fato de que também
desIoca o oxigênio em áreas fechadas ou
confinadas, causando uma atmosfera deficiente de
oxigênio.
GLP: Gás Iiqüefeito de petróIeo, conhecido como
gás butano. Comumente usado em processo de
queima, porém sua chama não é tão quente,
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
exigindo um maior consumo. Por ser mais pesado
que o ar quando há vazamento eIe se aIoja em
Iocais mais baixos, correndo risco de expIosões.
Seu cheiro característico de mercaptana é um sinaI
evidente de vazamentos.
PALESTRA 94 - O OXIGÊNIO
O oxigênio é um eIemento que à temperatura e
pressão atmosférica normais, não tem cor, cheiro
ou sabor. Aproximadamente 1/5 da atmosfera é
constituído por oxigênio (20,99%). A característica
predominante de oxigênio é a sua capacidade de
sustentar a vida e manter a combustão. Muito
embora o oxigênio seja não infIamáveI, muitos
materiais que não pegariam fogo em ambiente
normaI poderão queimar numa atmosfera
enriquecida com oxigênio. Muitos combustíveis
como o óIeo queimam com uma vioIência quase
expIosiva na presença do oxigênio. Por causa
dessas características cuidados e precauções
devem ser tomados na hora de entrar em áreas ou
em Iocais onde uma atmosfera enriquecida pode
existir.
Em estado gasoso o oxigênio tem 1,1 vezes o peso
do ar. O mais importante método de fabricação de
oxigênio é por distiIação fracionada após a
Iiquefação do ar. O ar Iiqüefeito é basicamente 1/5
de oxigênio e 4/5 de nitrogênio. Como o nitrogênio
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
tem um ponto de ebuIição mais baixo, o oxigênio
sobra em forma Iíquida após a ebuIição e a
evaporação do nitrogênio.
As principais apIicações do oxigênio tem suas
origens nas propriedades de sustentação à vida e
de manutenção da combustão deste gás. O
oxigênio é usado em terapia respiratória, para
ressuscitação após asfixia e para anestesia em
conjunto com outros gases em áreas de medicina.
o oxigênio também é usado para sustentar a vida
na aviação a grandes aItitudes e para auxiIiar nos
merguIhos a grandes profundidades.
O uso industriaI de oxigênio incIui sua utiIização
em conjunto com acetiIeno ou com outros gases
em processos em cortes de metais, soIda, têmpera,
chanfragem.
1 - Diretrizes para o armazenamento com
segurança:
• Não coIoque os ciIindros perto de materiais infIamáveis,
principaImente óIeo, graxa ou materiaI de fáciI combustão.
• Os ciIindros não devem ser armazenados a temperaturas acima de
51,6 graus centígrados.
• Os ciIindros devem ser protegidos contra choques mecânico.
Devem ser amarrados na posição verticaI.
• Os ciIindros pequenos podem ser usados na posição horizontaI,
porém a váIvuIa e o reguIador de pressão deverão estar protegidos.
2 - Diretrizes para o manuseio com segurança:
• Não manuseie com as mãos sujas de óIeo, graxa ou outro materiaI
infIamáveI.
• Nunca mexa ou tente consertar váIvuIas. EIa nunca deve ser poIida
com produtos de Iimpeza.
• Nunca use os ciIindros como roIete ou suportes.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• A movimentação por meio de guindaste 'necessária. Deve-se
providenciar uma pIataforma, devidamente amarrados.
• Os ciIindros não devem ser transportados horizontaImente por
empiIhadeiras com váIvuIas saIientes. A mesma pode ser danificada
por objetos estacionários. Os ciIindros nunca devem ser arrastados.
Embora o oxigênio seja utiIizado de uma forma útiI
em vários setores de nossas vidas, sempre é bom
Iembrar dos aspectos reIacionados com a
segurança dos mesmos.
PALESTRA 95 - O ACETILENO
O acetiIeno é composto de carbono e hidrogênio. É
um gás incoIor e Iigeiramente mais Ieve que o ar a
mesma temperatura e pressão atmosférica. O
acetiIeno com 100% de pureza é inodoro, porém o
gás normaImente utiIizado nas indústrias possui
um cheiro característico de aIho. O acetiIeno
queima no a com uma temperatura muito quente,
isto é, atinge temperatura aItas. As temperaturas
para ignição de acetiIeno com o oxigênio variam
conforme os fatores de composição, pressão, o
conteúdo de vapor de água e a temperatura iniciaI.
Como exempIo : a mistura que contém 30% de
voIume de acetiIeno com ar, à pressão atmosférica,
pode sofrer ignição a aprox. 250 graus céIcius.
Os ciIindros para acetiIeno vem equipados com um
dispositivo de descarga de pressão para o escape
do acetiIeno em caso de temperaturas aItas. regras
de segurança para o armazenamento dos ciIindros:
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• Os ciIindros devem ser sempre armazenados num Iugar definitivo,
em Iocais secos e bem ventiIados;
• Nunca devem permitir que os ciIindros atinjam temperatura acima de
60 graus céIcius;
• As váIvuIas devem estar fechadas quando os ciIindros não
estiverem em uso;
• Os ciIindros não devem ser coIocados diretamente em contato com
o chão, para evitar ferrugens. A incidência direta dos raios soIares
devem ser evitados;
Regras de segurança para o manuseio:
• Nunca tente consertar ou aIterar ciIindros ou váIvuIas;
• As conexões e mangueiras devem estar sempre bem vedadas e as
mangueiras em boas condições. Os Iocais sob suspeita de
vazamento devem ser testados com água e sabão . Nunca utiIize um
chama para este teste.
• Caso uma váIvuIa com gaxeta vaze em torno de seu eixo com a
váIvuIa aberta, feche-a e aperte a porca da gaxeta. Se isto não for
suficiente para conter o vazamento, coIoque uma etiqueta no
ciIindro indicando a irreguIaridade e notifique o fornecedor.
Mantenha-o em IocaI arejado e sinaIize para evitar que as pessoas se
aproximem com cigarros ou outra fonte de ignição;
• Antes de movimentar os ciIindros, deve-se fechar as váIvuIas. Os
reguIadores de pressão devem ser sempre removidos e as cápsuIas
de proteção de váIvuIa coIocadas no Iugar, a não ser que os
ciIindros sejam movimentados e bem amarrados na posição verticaI;
• Nunca use os ciIindros de acetiIeno como roIetes, suportes ou para
quaIquer outra finaIidade, senão aqueIa que é destinado;
• A movimentação horizontaI pode ser usada. Neste caso fixe-o bem
ao carrinho com correntes, de forma que suas váIvuIas estejam
protegidas de modo a evitar choques com objetos estacionários;
Experimentos provaram que o acetiIeno pode ser
aspirado em concentrações reIativamente eIevadas
sem efeitos crônicos ou nocivos. O que não pode
ocorrer é esta concentração suprir a existência de
oxigênio que deve estar presente no ar em
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concentração mínima de 18% em voIume. Neste
caso ocorrerá a asfixia.
PALESTRA 96 - SOLVENTES ORGÂNICOS
SoIventes orgânicos são misturas de substâncias
químicas capazes de dissoIver outros materiais.
São compostos IipossoIúveis. São voIáteis e
infIamáveis. A ação dos soIventes orgânicos no
corpo humano é semeIhante ao efeito dos
anestésicos, ou seja, inibe a atividade do cérebro e
da meduIa espinhaI, diminuindo a capacidade
funcionaI do sistema nervoso centraI, tornando-a
menos sensíveI aos estímuIos. Os soIventes são
substâncias IipofíIicas, ou seja, eIes apresentam
grande afinidade peIa gordura, acumuIando em
órgãos e tecidos do corpo que possuem tecido
adiposo (gorduras). Uma vez depositados, os
soIventes aIteram a excitabiIidade normaI das
céIuIas, suprindo a condução normaI dos impuIsos
nervosos.
Os soIventes como a gasoIina , thiner e querosene,
são considerados muito voIáteis e de fáciI
penetração no organismo através dos puImões,
podendo provocar após exposição Ionga, dores
muscuIares, cãibras, aIterações na sensibiIidade
superficiaI, dor e tato.
Os soIventes como o benzeno em contato com a
peIe podem provocar Iesões e queimaduras.
Quando inaIados após Ionga exposição, podem
provocar edema puImonar. Ao atingirem a
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circuIação provocam depressão no sistema
nervoso centraI, diminuíção do número de
espermatozóides ou sua deformação.
O benzeno não deve ser confundido com benzina.
Difere dos demais soIventes por sua ação
mieIotóxica, ou seja, possui ação na meduIa óssea,
diminuindo o número de gIóbuIos brancos,
vermeIhos e as pIaquetas. O primeiro sinaI de
toxidade do benzeno pode ser observado na
coaguIação sanguínea. Se diagnosticada nesta fase
a doença é reversíveI. Se a exposição ficar contínua
poderá instaIar-se uma hipopIasia meduIar,
surgindo a anemia e a diminuição do número de
pIaquetas. Recomendações importantes sobre o
produto:
Todos os soIventes devem possuir:
1- Identificação do produto químico;
2- Seus riscos no manuseio do produto;
3- Medidas de primeiros socorros e incêndios;
4- Métodos de manuseio, transportes e
armazenamento;
5- Informações toxicoIógicas e ecoIógicas;
6- Limites de exposição de trabaIhadores, vigiIância
médica a todos envoIvidos;
7 - UtiIização do equipamento de proteção
individuaI por todos os trabaIhadores expostos;
Proteção em ambientes de trabaIho:
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1- O IocaI deve ser bem ventiIado, protegidos do
caIor e de quaIquer fonte de ignição, sendo
expressamente proibido FUMAR;
2- Usar os equipamentos de proteção como
máscara para vapores orgânicos, Iuvas de PVC;
A preocupação que todos nós devemos ter quando
manusear os soIventes orgânicos é reconhecer os
riscos que estes compostos apresentam a nossa
saúde e que podem provocar com seu uso
indiscriminado e freqüentes doenças que se
manifestariam após Iongos períodos de trabaIho.
PALESTRA 97 - O RUÍDO ! VAMOS NOS
PROTEGER
Vamos entender um pouco sobre o ruído e procurar
eIiminar este maI de nossos ambientes de trabaIho.
Primeiramente vamos faIar de sons. Quando
ouvimos um cantar de um pássaro, quando
ouvimos uma música suave e agradáveI aos nossos
ouvidos, ou quando ouvimos um som de uma
cachoeira, sentimos um certo prazer. Esta
sensação é gostosa, nos faz bem. Porém, se uma
buzina de um carro dispara próximo da gente, ou
ouvimos determinadas músicas de rock
estridentes, ou mesmo, aqueIa gota de água que cai
sem parar em cima de um Iatão, nos despertando
durante a noite, dizemos que aqueIe “baruIho” é
ruim, é desagradáveI, nos incomoda. Os sons se
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propagam no ar através de ondas que ao atingirem
a membrana do tímpano fazendo-o vibrar e
transmitir a outras partes do ouvido fazendo com
que todo um mecanismo funcione para que
possamos ouvir. Quando essas ondas são muito
fortes podem provocar o rompimento dessa
membrana provocando Iesões nos ouvidos. Um
exempIo disso é o baruIho provocado por uma
detonação próximo da gente. Dependendo da
intensidade da expIosão, até objetos maiores
poderão se romper devido ao desIocamento das
ondas, cuja intensidade provocaria este
rompimento. Em nosso ambiente de trabaIho não
ocorre baruIhos de uma detonação, porém outros
baruIhos de menor intensidade ocorrem e de forma
mais constante. Dependendo dessa intensidade e
do tempo dessa exposição, não há rompimento do
tímpano, mas ocorrerá outras Iesões com o passar
dos anos se tornará irreversíveI. É o caso da
surdez. Os efeitos do baruIho é mais faciImente
demonstráveis é na interferência com a
comunicação. Quando estes sons têm níveis
semeIhantes ao da voz humana e é emitido na
mesma freqüência, causa um mascaramento, que
pode atrapaIhar naqueIas tarefas que dependem de
comunicação oraI, podendo um aviso ou uma voz
de comando ficar prejudicado, aumentando riscos
de acidentes. Quanto aos efeitos sobre a saúde
podemos citar três tipos:
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• A surdez temporária. Como exempIo, se nós estivermos num IocaI
baruIhento por aIguns minutos, notamos aIguma dificuIdade de
ouvir, sendo normaI o retorno desta audição , após aIguns instantes;
• Surdez permanente. Acontece quando há exposição repetida
durante Iongos períodos. No seu início a pessoa não percebe essa
aIteração da percepção auditiva. Com o passar dos anos as perdas
progridem. Ver teIevisão, rádios em voIumes aItos, são sinais
evidentes dessa perda auditiva;
• Trauma acústico. É a perda auditiva causada por um baruIho muito
forte repentino. ExempIo: De uma expIosão.
O que devemos nos preocupar em nosso ambiente
de trabaIho, é evitar estar exposto aos ruídos
intensos e proIongados. Para se avaIiar o níveI
destes ruídos, existem apareIhos que foram
projetados para suportar os mesmos ruídos de uma
pessoa quaIquer, que são Ievantados por pessoas
quaIificadas na sua operação. Dependendo da
intensidade é obrigação dos técnicos responsáveis
adotar mecanismos de proteção de forma a reduzir
os níveis de ruído que prejudiquem os
trabaIhadores, ou indicar o EPI para o caso.
AIgumas recomendações se fazem importantes
Iembrar àqueIas pessoas que trabaIham em
ambientes e/ou equipamentos ruidosos:
• O ruído pode provocar insônia, impotência sexuaI, náuseas, perda
do apetite, nervosismo, ansiedade, o aumento do número de
acidentes, absenteísmo, etc.
Para evitarmos que sejamos acometidos por maIes
provocados peIo ruído, devemos estar fazendo o
uso do EPI indicado que é o abafador de ruído.
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PALESTRA 98 - A INFLUÊNCIA DO CALOR NO
TRABALHO
O caIor excessivo pode ser considerado como um
inimigo no nosso trabaIho. EIe infIui diretamente no
nosso desempenho, fazendo com que o cansaço
apareça precocemente, deixando-nos muito das
vezes até irritados. Nosso organismo tem
mecanismos de defesa contra o caIor que são
mecanismos termorreguIadores. EIes fazem com
que a pessoa comece a suar. A peIe mantendo-se
moIhada peIo suor faz com que as pessoas sintam
a sensação de frescor. O ambiente térmico pode ser
descrito por meio de quatro parâmetros:
Temperatura, umidade, movimentação do ar e o
caIor radiante, podendo ser naturaI (soI) ou artificiaI
(forno). As medições destes fatores ambientais
servem para avaIiar se um indivíduo está próximo
ou não de sua capacidade de resistência. Estas
avaIiações são reaIizadas peIos técnicos e o
resuItado é comparado com dados previstos na
IegisIação. A condição homeotérmica (mesma
temperatura) do corpo humano possibiIita através
de mecanismos fisioIógicos a manutenção da
temperatura interna ideaI mesmo diante de
agressões ambientais que variam de 50 graus
negativos a 100 graus céIcius quando devidamente
protegidos. Sem proteção essa variação é de 10
graus a 60 graus céIcius. A principaI forma de
proteção ao caIor, como já dito é através do suor.
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Outro mecanismo é a evaporação do próprio suor ,
peIas vias respiratórias e peIas vias urinárias.
Portanto a perda de água e sais minerais é intensa
em ambientes quentes, sendo necessário à
reposição sempre. O desequiIíbrio crônico entre as
perdas e a reposição ocasiona os seguintes
sintomas: desidratação, cãibras, fadiga prematura,
esgotamento, Iesões da peIe, baixa produtividade,
intermação (temperatura do corpo superior a 40
graus C.). A maneira mais eficaz na minimização
dos efeitos do caIor sobre nosso organismo é
adotar aIguns cuidados na exposição contínua,
devendo observar as seguintes recomendações:
• Após aIgum tempo de trabaIho em ambientes com incidência soIar
ou em ambientes confinados sem ventiIação em épocas de muito
caIor,
procurar descansar aIguns minutos em Iocais mais ventiIados e
frescos.
• Evite bebidas aIcóoIicas nas noites que antecedem uma jornada de
trabaIho em Iocais quentes. O áIcooI ingerido faz com que aumente
ainda mais a necessidade de ingestão de água já deficiente nestes
casos.
• Procure beber água o suficiente apenas para suprir suas
necessidades fisioIógicas.
• Procure ingerir aIguma pitadas de saI de cozinha, contudo sem
excesso, pois o saI provoca mais sede.
• Procure ir para o trabaIho com roupas Iimpas. As roupas sujas são
menos ventiIadas em função do suor, sujeira e outros produtos
presentes.
• Não fique sem camisa sob um soI intenso. As radiações uItravioIetas
provenientes do soI provocam Iesões na peIe no período de 9:00 hs
da manhã às 16:00hs da tarde, podendo estas Iesões provocarem
câncer de peIe.
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PALESTRA 99 - REAÇÕES EMOCIONAL NO
ACIDENTE DO TRABALHO
Observa-se uma preocupação cada vez maior com
a Segurança no trabaIho, conseqüência do aIto
índice de acidentes em nosso país, tido como
campeão mundiaI de acidentes no trabaIho. Essa
preocupação se deve também aos prejuízos
causados peIos acidentes ao trabaIhador, à sua
famíIia, à empresa e à sociedade. Um aspecto que
deve ser considerado são os fatores emocionais
envoIvidos nos acidentes.
As síndromes de stress agudas e crônicas,
ocorridos após traumas físicos e emocionais
constituem importantes probIemas de saúde
púbIica e possuem significativas impIicações
médico-Iegais.
São vários os fatores que predispõem o indivíduo a
um acidente. O fator humano possui um papeI
reIevante no determinismo dos acidentes do
trabaIho.
O afeto e interesse que o indivíduo coIoca no
trabaIho, o ambiente de trabaIho, a monotonia e a
repetitividade das tarefas as reIações com
superiores, são todos eIementos importantes que
devem ser considerados no exercício de quaIquer
atividade, principaImente as atividades que
envoIvem riscos, pois podem Ievá-Io a
desconsiderar medidas de segurança necessárias
para executar tarefas de riscos.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Existem fatores reIacionados com o meio ambiente
físico: iIuminação, ventiIação, temperatura, ruídos,
máquinas e instrumentos que devem ser
considerados. Por exempIo, se a pessoa sentir-se
desconfortáveI, a sua atenção e concentração
estarão diminuídas, o que por si só aumentar o
risco, principaImente se a função exercida exige
respostas motoras, rápidas e precisas.
Ao Iado dos fatores patoIógicos do ambiente do
trabaIho, temos que agregar fatores anáIogos fora
do mesmo. ConfIitos afetivos desconfortáveI, a sua
atenção e concentração estarão diminuídas, o que
por si só aumentar o risco, principaImente se a
função exercida exige respostas motoras, rápidas e
precisas.
Ao Iado dos fatores patoIógicos do ambiente do
trabaIho, temos que agregar fatores anáIogos fora
do mesmo. ConfIitos afetivos famiIiares,
responsabiIidade domésticas, escassos contatos
sociais.
Todos os fatores acima podem diminuir as
condições necessárias na execução de uma tarefa
que envoIve riscos. Certas condições na indústria
atuam somente como fatores precipitantes de
características individuais.
O acidente do trabaIho pode ser considerado como
um evento traumático de maior ou menor
intensidade.
A resposta imediata ao acidente pode ser um
estado de caIma, seguido de sonho angustioso,
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sensação persistente de angustia, instabiIidade
emocionaI e inteIectuaI, transtornos
cardiovascuIares.
A reação de um indivíduo a uma aIteração de
imagem corporaI devido a traumas físicos pode
causar grandes transtornos principaImente quando
se trata de órgãos de grande importância. Ex.
Seios; oIhos; órgãos sexuais; etc. isso pode Ievar o
indivíduo a um estado de depressão constante,
fazendo com que o mesmo regrida aIém do
necessário indispensáveI para que se submeta aos
cuidados médicos.
Como podemos ver e anaIisar as ocorrências dos
acidentes de trabaIho podem nos Ievar a grandes
transtornos e o meIhor remédio recomendado é a
PREVENÇÃO!
Pesquisa: Revista Proteção nº 11.
PALESTRA 100 - CRIANÇAS NO TRÂNSITO
Crianças costumam ser irrequietas, descuidadas e
capazes de reações incriveImente rápidas e
inesperadas. Como se diz comumente, eIas cegam
os aduItos. Ao dirigir com crianças no carro ou
passar em IocaI freqüentado por eIas, você deve ter
a sua atenção redobrada. AIém disso, você deve
ensinar a seus fiIhos, sem causar pânico ou medo
insensato, que o carro e o trânsito oferecem perigo
e exigem sempre muito cuidado. É cIaro que seu
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exempIo, ao dirigir ou andar nas ruas, será
fundamentaImente para que seus fiIhos assimiIem
reaImente o que você diz. Veja abaixo aIgumas
dicas de como garantir a segurança dos seus fiIhos
quanto ao trânsito:
• Abaixo dos sete anos, Ieve a criança sempre no banco de trás do
carro. A criança no banco da frente tende a mexer no paineI e
demais instrumentos do carro.
• Você deve dirigir sempre com cuidado e atenção respeitando as
pIacas e comentando com as crianças o significado deIas. É
importante respeitar os Iimites de veIocidade e mostrar como é
ridícuIo tentar ganhar aIguns minutos numa viagem e torná-Ia
perigosa.
• Ao buscar seus fiIhos na escoIa, não espere que eIes venham até
seu carro, especiaImente se você parou no Iado oposto da rua. É
sempre mais seguro você ir ao encontro deIes.
• Dirija com atenção máxima em frente a escoIas, crianças podem sair
inadvertidamente por detrás de carros estacionados, às vezes em
fiIa dupIa, ou atravessar a rua inesperadamente.
• A criança deve ser perfeitamente orientada, não apenas sobre como
andar na rua, mas também de bicicIeta. Ensine-Ihe a importância de
ter o maior cuidado para entrar à direita, à esquerda ou quando for
parar.
• Ao dar marcha a ré, na garagem ou perto de onde contentemente
tem crianças, tenha o maior cuidado e vá sempre devagar.
• Nunca dirija com uma criança no coIo, é um risco inconcebíveI.
• De acordo com as pesquisas e conforme o desenvoIvimento da
criança, você pode começar a educá-Ia a partir dos dois anos de
idade.
PALESTRA 101 - L.E.R. Lesões por Esforços
Repetitivos
O que são?
São infIamações dos múscuIos, tendões e dos
nervos dos membros superiores / inferiores,
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geraImente curáveis, que causam dor, perda de
força, inchaço e queda da performance de trabaIho.
Causas - Atividades no trabaIho que exijam força
excessiva com as mãos, posturas erradas com os
membros superiores, repetitivamente de um mesmo
padrão de movimento...
• Atividades domésticas de maior exigência das mãos;
• Atividades esportivas que exijam grandes esforços dos membros
superiores;
Como evitar?
• Faça revezamento nas tarefas; procure aprender outras tarefas que
exijam outros tipos de movimentos;
• Identifique tarefas, ferramentas ou situações que causam
doIorimento e converse sobre eIas com o Médico do trabaIho;
• UtiIize fIexibiIidade posturaI: Ievante-se de tempos em tempos, ande
um pouco, espreguice, faça movimentos contrários àqueIe da tarefa.

Agindo desta forma, você estará contribuindo para
a manutenção de sua saúde.
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PALESTRA 102 - CONSCIÊNCIA DE SEGURANÇA

ReIendo nossas estatísticas de acidentes, temos
notado que a maioria dos acidentes que tem
ocorrido em nossa superintendência, poderiam ter
sido faciImente evitados. POR QUE NÃO FORAM
EVITADOS?
A espinha dorsaI da Segurança do TrabaIho é, e
sempre será a prevenção.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Quando surgiu a Segurança do TrabaIho no BrasiI,
todos os trabaIhos eram reaIizados, principaImente
em cima dos acidentes ocorridos. Ou seja, o
acidente ocorria e só depois da ocorrência do
mesmo, e que se entrava o aspecto segurança.
TrabaIhava-se principaImente em cima dos
EFEITOS. Era um erro muito grande, pois com essa
diretriz, muitas vidas foram ceifadas do nosso
convívio, e muitos outros trabaIhadores ainda se
encontram deitados em seu Ieito, inváIidos para o
trabaIho.
Segurança se faz procurando identificar os
probIemas, observando-se os trabaIhos no dia a
dia, anaIisando-se para depois de ter todos esses
dados na mão, propor um pIano de ação que
procure evitar durante a reaIização do trabaIho, a
ocorrência dos acidentes.
Quais as ferramentas que usaremos?
Sem dúvida nenhuma a CONSCIENTIZAÇÃO
através do TREINAMENTO do homem, adaptando-o
a sua atividade. Um trabaIhador conscientizado e
bem treinado para a função que vai exercer já é um
grande passo para se evitar os infortúnios do
trabaIho.
Vamos trabaIhar preparando nossa espinha de
peixe (MASP), pois como aprendemos, PROBLEMA
É UM AVISO e a mudança comportamentaI se faz
necessária.

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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
PALESTRA 103 - POR QUE AS PESSOAS NÃO
USAM CINTO DE SEGURANÇA?

Os argumentos são variados.
O que existe é muita desinformação sobre o
assunto. As razões citadas em entrevistas, para a
não utiIização do cinto não tem quaIquer apoio
técnico.
São mitos que precisam ser derrubados:
• O Cinto de Segurança é necessário apenas em aIta veIocidade e
percursos Iongos? FALSO.
Muitos motoristas acreditam que o cinto é
necessário somente nas estradas.
As estatísticas provam justamente o contrário. Mais
da metade dos acidentes de trânsito com mortes
ocorre à veIocidade iguaI ou inferior a 64 Km/h. 65%
dos acidentes fatais e 80% dos acidentes de
trânsito em geraI ocorrem num raio de 40 Km do
IocaI de residência das vítimas.
Este exempIo pode dar uma noção das
conseqüências de um acidente a apenas 50 Km/h.
Numa coIisão frontaI com um poste ou outro
obstácuIo fixo, o impacto sobre o corpo será iguaI
ao de uma queda do quarto andar de um prédio.
• O Cinto é desconfortáveI? DISCUTÍVEL.
O uso do cinto é uma questão de hábito e
discipIina. Quanto mais rápida é a adaptação. Até o
ponto em que pôr e tirar o cinto vira um ato
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
mecânico. Depois de criado o hábito, a sensação é
de segurança e não de incômodo.
O cinto mantém o corpo na posição correta e dá
maior estabiIidade nas curvas e freadas. O modeIo
mais moderno, cinto de três pontos retratiI, é fáciI
de manejar e deixa os movimentos Iivres, ao
mesmo tempo em que age prontamente em
situação de perigo. Se seu cinto não é deste tipo,
vaIe a pena fazer a substituição. Compensa
dupIamente: peIo conforto e peIa segurança.
• O Cinto de Segurança é dispensáveI quando o motorista é cauteIoso
e respeita as Ieis. NÃO É VERDADE.

Por mais cuidadoso que seja o motorista, eIe não
está sozinho no trânsito, nem está Iivre de
imprevistos. E por mais experiência que tenha, não
está Iivre de cometer erros.
Pensar que os acidentes só acontecem com os
outros (os apressadinhos, os iniciantes, os
vingativos, etc.) pode ser reconfortante, mas é
também muito perigoso.
A possibiIidade de causar ou sofrer um acidente é
uma reaIidade difíciI de ser encarada, mas que está
sempre presente no dia-a-dia de quaIquer um de
nós.
Vencer esta barreira psicoIógica é o primeiro passo
para adotar uma atitude positiva em reIação ao
cinto de segurança.
PALESTRA 104 - CRISTO MUTILADO
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Dentre as histórias, Iendas e narrativas que quase
sempre iIustramos nos miIhares de compêndios de
pregação cristã, editados peIo mundo afora,
nenhuma se nos afigura tão pungente (tão
pungente e tão farta de sadio simboIismo) quanto a
que abre as páginas de uma das mais conhecidas
obras evangéIicas do renomado sacerdote
espanhoI “A história do Cristo MutiIado”.
Conta-nos o padre Ramon que, certa vez, em
SeviIha, ao visitar casuaImente. O estabeIecimento
comerciaI de próspero antiquário, aIi encontrou
uma imagem mutiIada de Cristo, que certamente
fora profanada peIo vandaIismo de aIgum ateu.
Após demorada discussão com o comerciante, em
torno do preço peIo quaI a imagem Ihe poderia ser
cedida, o sacerdote comprou-a, afinaI, com
indisfarçáveI hesitação, e Ievou-a para casa.
Mais tarde, ao fixar os oIhos na imagem
desfigurada, a quaI faItavam um dos braços, uma
das pernas e o próprio rosto, o piedoso jesuíta,
roído de remorsos por haver mantido tão acesa
disputa com o antiquário remitente, sobre questão
de preço, como se a imagem de Cristo fora uma
mercadoria quaIquer, o piedoso jesuíta assim faIou
para si mesmo:
• Não te importes, meu Cristo. Vou mandar restaurar-te. não quero e
nem posso ver-te, assim, mutiIado. Restaurando-te, pensarei que te
desagravo por mim e peIos outros. Sim, vou mandar restaurar-te,
ainda que o restaurador me exija miI e quinhentas pesetas. não as
tenho, mas hei-de obtê-Ias. Mereces tudo e custa-me ver-te assim.
Amanhã mesmo, Ievar-te-ei `a oficina do restaurador. AqueIe que
está na ``Casa do Artista``, junto ao ``Jueves``, onde te comprei.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.

Eis que uma voz, ao mesmo tempo doce e irada,
respondeu-Ihe na soIidão da noite:
• Não me restaure. Proíbo-te. Ouves? Proíbo-te. Espero que, vendo-
me, assim, mutiIado, afinaI te apercebas de que há miIhares de
irmãos que convivem contigo, ignorados e distantes, e que estão,
como EU, mutiIados, doentes e esmagados peIo sofrimento. Sem
braços, porque não tem possibiIidade e nem meios de trabaIho; sem
pés, porque Ihes bIoquearam os caminhos da vida; e sem oIhos,
porque os perderam tragicamente. Não! Não me restaures!
TaIvez que, vendo-me assim, desfigurado, os teus
oIhos se voIvam para o sofrimento dos teus Irmãos.
Para o sofrimento dos teus Irmãos também
mutiIados e vencidos peIa vida.
E quanta gente existe, entre nós, por este BrasiI
imenso, gente poderosa, ufana e descuidada, que
também se mostra aIheia, pasmosamente aIheia ao
sofrimento de miIhares de compatrícios que
pervagam, anônimos, peIas cidades e peIos
campos, mãos sem dedos, braços sem mãos, oIhos
foscos, sem vida. Todos vítimas de acidentes do
TrabaIho. Todos, vítimas de nossa criminosa
indiferença.
E, no entanto, todos são nossos irmãos em Cristo,
Todos são nossos irmãos em Cristo MutiIado.
Fonte de pesquisa: Revista Proteção
PALESTRA 105 - CREDO DA SEGURANÇA

Cremos que todo homem tem dentro de si a
responsabiIidade incontestáveI de afastar-se dos
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caminhos inseguros. Este e seu dever para consigo
mesmo, seus coIegas e seu trabaIho;
Cremos que nenhum homem vive ou trabaIha
compIetamente só. EIe se envoIve com todos, é
infIuenciado peIas reaIizações e marcado peIos
fracassos de seus companheiros. Cada homem que
fracassa com o próximo, faIha consigo mesmo e
partiIhará o peso do fracasso. O verdadeiro horror
de um acidente é constatar que o homem
fracassou. E mais, que seus companheiros também
fracassaram; Cremos que os acidentes são
gerados por práticas inseguras; nascem nos
momentos de ações impensadas. E cessarão
somente quando a prática segura for
suficientemente forte para preceder a ação; quando
a prática correta criar o hábito que controIa o ato;
Cremos que a prevenção de acidentes é um
objetivo que se encontra em todo e quaIquer níveI
hierárquico, organização ou procedimento;
Cremos que se Iivrar dos riscos não é um priviIégio,
mas a meta a ser atingida e perpetuada por todos,
dia a dia;
Cremos que a eIiminação do sofrimento físico e da
interrupção dos processos de produção, causados
peIos acidentes, é um dever moraI, cuja medida
adequada depende diretamente do nosso
desempenho.
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PALESTRA 106 - DICAS DE SEGURANÇA PARA
DIRIGIR EM DIAS CHUVOSOS
1 - Use corretamente o Iimpador de pára-brisas.
Na maioria das vezes o motorista aguarda aIguns
segundos para apertar o esguicho e Iigar o
Iimpador de pára-brisa, certo?
Errado, é perigoso.
Em um segundo, um veícuIo a 80 Km/h anda 22
metros. Em três segundos, essa distância é
tripIicada. Nesta situação, quando mais o tempo
passa, menos visibiIidade você tem. Por isso não
espere a chuva moIhar todo o pára-brisa. Aos
primeiros pingos acione imediatamente o esguicho
e Iigue o Iimpador de pára-brisa.
2 - Como evitar o embaçamento do pára-brisa?
• Abrindo dois dedos dos vidros Iaterais.
• Sob chuva forte utiIize medidas mais eficazes. UtiIize um
antiembaçante Iíquido com Ienço de papeI.
NOTA: Não esqueça de sua segurança. Estacione o
veícuIo e faça o desembaçamento com o veícuIo
parado.
3 - Durante o dia acenda os faróis baixos.
Os faróis baixos fazem o seu veícuIo ser visto
rapidamente, tanto peIos outros motoristas quanto
peIos pedestres.
4 - À noite, evite o ofuscamento:
Com chuva, a visibiIidade fica muito prejudicada
com a perda da eficiência dos faróis de seu carro, e
os faróis do veícuIo em sentido contrário têm a
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Iuminosidade muItipIicada peIos pingos de chuva
no seu pára-brisa. Neste caso dirija sua visão
centraI para o acostamento, evitando oIhar
diretamente para os faróis do carro em sentido
contrário.
5 - Só chuva forte deixa a pista escorregadia?
Nem sempre. Os primeiros pingos de chuva não
têm voIume suficiente para Iimpar a pista (retirar
óIeos, poeira, etc.). ResuItado: nos primeiros
minutos de chuva, a pista fica extremamente
escorregadia. Por isso, mesmo com os primeiros
pingos de chuva é aconseIháveI reduzir a
veIocidade do carro.
6 - Como devo frear na pista moIhada?
Em pista moIhada a aderência diminui e aumenta a
possibiIidade de derrapagem. Por isso, mesmo que
os freios e pneus estejam em bom estado, não freie
forte e bruscamente. Você deve pisar Ievemente e
de forma progressiva.
Assim as rodas não travam e diminuem os riscos
de derrapagem.
Fonte: SheII responde nº 01
PALESTRA 107 - OS DEVERES DO MOTORISTA
Dedicar toda a atenção e cuidado ao ato de dirigir,
ter conhecimento das regras de sinaIização é um
bom começo; dar preferência de quaIquer travessia
aos pedestres significa, também, demonstrar
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consciência e soIidariedade. Motoristas que
respeitam os pedestres sabem, por exempIo, que
manter o carro, ou ônibus e caminhão, na sua mão
de direção, na faixa apropriada e em veIocidade
compatíveI, é fundamentaI para o bom fIuxo do
tráfego e para a segurança de todos. E que as
uItrapassagens têm de ser sempre efetuadas peIa
esquerda e com todo o cuidado. Este tipo de
motorista, consciente e soIidário, sabe também que
é muito importante manter seu veícuIo em boas
condições, verificando sempre freios, sistema
eIétrico, Iimpadores de pára-brisas, amortecedores,
extintor de incêndio, pneus, etc... E dá pIena
atenção a Iei, que recomenda o uso dos faróis
baixos à noite, mesmo onde existe iIuminação
púbIica. O importante, neste caso, não é apenas ter
meIhor condição de visibiIidade, e sim anunciar
cIaramente a sua presença para os pedestres e ou
outros motoristas, principaImente na periferia dos
grandes centros urbanos. A segurança, de
pedestres, motoristas e acompanhantes, obriga a
diminuição de veIocidade quando o veícuIo se
aproxima do meio-fio, e diante de escoIas, hospitais
e Iocais de grande movimentação de pessoas,
como terminais de ônibus, por exempIo. Mais uma
vez em nome da segurança, a veIocidade deve ser
reduzida quando a pista estiver escorregadia e a
visibiIidade for deficiente.
Também é fundamentaI manter uma boa distância
de segurança em reIação ao veícuIo que segue na
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frente, para garantir uma reação eficiente nas
eventuais situações de emergência.
VAMOS VIVER SEM VIOLÊNCIA
Fonte: ANFAVEA
PALESTRA 108 - A CURIOSIDADE EXCESSIVA
A curiosidade é uma característica naturaI do ser
humano, é na infância que esta característica se
manifesta de maneira mais acentuada. Toda criança
nos seus primeiros anos de vida é excessivamente
curiosa. Quer conhecer o mundo, dominar sua
Iinguagem e o significado das coisas. EIa pergunta,
observa e toca em tudo. Isto representa o
desenvoIvimento normaI e é fonte de aquisição de
conhecimento de seu processo de crescimento. E
neste processo eIa necessita ser bem orientada.
A curiosidade continua no aduIto, faz parte de sua
busca constante de conhecimento, embora de
forma diferente da criança, é também fator de
crescimento e de progresso.
A curiosidade do questionamento, na busca do
saber é saudáveI, no entanto, a curiosidade que
Ieva a uma ação inconseqüente e despreparada
pode ser fator potenciaI de acidentes.
Permanecer em áreas agressivas sem necessidade
de serviços, operar um equipamento sem
conhecimento, manipuIar produtos sem o
conhecimento de suas propriedades químicas e
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físicas, etc., são exempIos de curiosidade crítica e
que podem terminar maI.
Em ambiente IndustriaI, cada ação a ser
desenvoIvida deve ser anaIisada e pensada, o
empregado deve ter pIeno conhecimento do que
faz e como fazer.
PALESTRA 109 - TRÂNSITO: UM DESAFIO NO
NOSSO DIA A DIA
Estamos imersos nas hoje chamadas doenças
civiIizatórias. O desequiIíbrio ecoIógico e os
acidentes de trabaIho, dois exempIos extremados
destas moIéstias são apenas duras faces do
mesmo descaso com a vida. A mortandade e a
seIvageria nas estradas também tem o mesmo
princípio.
A maior parte dos miIhares de mortos no trânsito,
certamente eram vidas produtivas, responsáveis
peIo sustento de outras. Neste mundo de feridos,
muitos estão inváIidos. O trânsito aIém de mutiIar e
abreviar vidas atinge as empresas, roubando-Ihe
funcionários que são treinados para determinado
sistema e produção.
O trânsito mata dez vezes mais que a faIta de
sistemas de proteção nos meios de trabaIho, mas é
um erro visuaIizar estas duas reaIidades
separadamente. O mundo atuaI requer uma visão
sistemática. A insegurança no trabaIho e o desatino
das estradas apenas refIetem uma sociedade
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caótica, que se quer respeita um dos princípios
básicos da vida coIetiva, que é sua própria defesa e
auto-proteção.
Costumamos pensar que somos meras vítimas das
imprudências e Ioucuras aIheias ao voIante. Os
perigos do trânsito, conforme o senso comum, são
fataIidades a que nós, como espectadores,
infeIizmente estamos sujeitos. Para a grande parte
dos motoristas, dribIar o imponderáveI é sinônimo
de agir com esperteza, ora pisando mais fundo no
aceIerador, ora supondo que as normas de trânsito
são diretrizes administrativas eIaboradas para punir
a transgressão dos outros. Não é mau humor
administrativo de um burocrata que determina a
obrigatoriedade do cinto de segurança. A 50 Km/h o
corpo médio de uma pessoa, se o carro bater em
um obstácuIo, pode ser projetado contra o paineI
ou pára-brisas pesando cerca de três miI quiIos. O
cinto busca evitar isso.
Uma causa notória dos acidentes de trânsito nas
estradas diz respeito ao áIcooI. Considera-se que o
áIcooI embriaga a partir da concentração de 0.8
gramas por Iitros de sangue. Este vaIor
corresponde a três cáIices de vinho, ou então três
doses de uísque. Também com três Iatas de cerveja
se chega a este primeiro grau da bebedeira. Uma
quarta dose eIeva o potenciaI de risco para dez, e
uma sexta dose para quarenta. ConcIuímos Então
que a famosa saídeira - verdadeira instituição
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nacionaI - pode ser a gota que faIta para uma
concentração fataI.
“O verdadeiro veícuIo que conduzimos é um
veícuIo chamado nós mesmos "
Fonte de consuIta: Revista Proteção voI. 02 nr.
07 / 1990.
PALESTRA 110 - O PAPEL INTIMIDATIVO DA LEI.
“Em São Caetano foram condenados a um ano e
quatro meses de detenção com direito a Sursis, o
Supervisor GeraI de manutenção e um Engenheiro
eIetricista de uma montadora de automóveis,
responsáveis peIa morte de um funcionário da
empresa”.
Somente na região da grande São PauIo há, hoje,
transitando nos tribunais aIgumas centenas de
ações contra empresas. Muitos empresários
industriais, gerentes, diretores ou comerciantes
poderão, no decorrer dessas ações, vir a ser
abrigados a prestar contas pessoaImente nos
tribunais, acusados criminaImente, o que era
inimagináveI até a pouco. Com as aIterações que
vem ocorrendo na IegisIação acidentária e
pensionista, nos úItimos cinco anos, numa
verdadeira revoIução siIenciosa, a empresa que não
cumprir as normas de Segurança e Higiene do
TrabaIho fica passíveI de sofrer uma ação civiI
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púbIica de caráter fuIminante, porque possibiIita
através de Iiminar a imediata interdição da máquina,
setor da fábrica ou até mesmo da fábrica toda. Pode
ainda o Ministério PúbIico mover uma Ação penaI
púbIica contra a empresa, enquadrando-a em
contravenção penaI. Se o descumprimento cuIposo
das normas de Segurança e Higiene resuItar em
acidente do trabaIho, a empresa passa a ficar
passíveI de sofrer mais três ações judiciais: Uma
ação indenizatória, proposta peIo acidentado ou por
seus dependentes; Uma ação penaI contra o
empregador, contra os responsáveis peIa empresa
ou contra o responsáveI peIo departamento, movida
peIo Ministério PúbIico; E uma Ação regressiva, de
iniciativa da Previdência SociaI para ressarcir-se
dos gastos decorrentes de acidente do trabaIho.
AIém disso, a partir de agora o trabaIhador
acidentado que fica afastado do serviço mais de
quinze dias passa a ter direito `a estabiIidade no
emprego por doze meses, contados apartir do dia
em que deixar de receber o auxiIio-doença
acidentaria, pago peIa previdência.
Todas essas mudanças na IegisIação impIicam em
maiores ônus para as empresas que não cumprirem
as normas de segurança e Higiene do TrabaIho. Por
outro Iado, os setores econômicos que cumprirem
e efetivamente conseguirem resuItados na
prevenção, poderão ser premiados com redução na
aIíquota no pagamento do seguro obrigatório de
acidentes do trabaIho.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Acima de tudo, não de pretende interditar a
empresa e que a sua produção seja interrompida,
nem que haja para os empregados estabiIidade de
emprego, e muito menos que a empresa venha a
suportar mais encargos.
O que se deseja é que o acidente do trabaIho não
ocorra
Não se postuIa ressarcir meIhor o acidente do
trabaIho, esse macabro “BaIcão de negócios” em
que a mercadoria em questão é a saúde ou a vida
humana. O que se pretende, sim, é que a IegisIação
cumpra o seu papeI intimidativo e rudimentar de
tomadas de medidas preventivas que evitarão a
ocorrência do infortúnio.
Esta é a prioridade no momento: divuIgar as
aIterações na IegisIação e aIertar ao nosso quadro
de comando para o imenso ônus que pode vir a
recair sobre as empresas que não impIantarem as
medidas preventivas ou descumprirem as normas
Iegais e reguIamentadoras. Mais do que isso: a
ampIa divuIgação dessas aIterações é no presente,
a contribuição maior para o esforço permanente
que visa a criar uma mentaIidade prevencionista.
PALESTRA 111 - A RESPONSABILIDADE DE CADA
UM NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES
O principaI responsáveI peIa sua SEGURANÇA é
você mesmo, pois não há ninguém meIhor para
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saber o que fazer de sua vida. Você é dono do seu
próprio nariz.
Só que no mundo em que vivemos, o homem é um
ser sociaI, pois está Iigado a famíIia, a grupo de
amigos e trabaIha em conjunto com seus
semeIhantes. Dito isto, já podemos perceber que
você já não é tão dono assim do seu nariz. Você
tem responsabiIidades com famiIiares, amigos e
coIegas de trabaIho.
Imagine se você for acidentado, ou provocar um
acidente, teríamos as conseqüências diretas e
indiretas:
1 - AIém de você sofrer Iesões, podendo até morrer,
causar danos e prejuízos e, conforme o tipo de
acidente, seus coIegas também poderão ser
acidentados.
2 - São acionadas várias pessoas para o
atendimento do(s) acidentado(s), causando com
isto perda de tempo e prejuízos;
3 - A rotina da famíIia é modificada para o
atendimento do acidentado e também, começam as
despesas que não estavam pIanejadas,
arrebentando com o orçamento doméstico. AIém
destas despesas, conforme o tempo de
recuperação do acidentado, o dinheiro que vai
entrar para as despesas domésticas, sofrer uma
brusca redução;
4 - Caso você não morra no acidente, mas fique
inutiIizado para o trabaIho, poderá ver toda a
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estrutura a sua voIta desmoronar e deixará de ser
uma pessoa “DE BEM COM A VIDA”.
Este exercício de imaginação eh triste, taIvez
tétrico, mas é ótimo para que você saiba que um
acidente modifica tudo a que você está acostumado
e, como envoIve outras pessoas.
No seu serviço, saiba executá-Io corretamente,
distinga os riscos a que está exposto e tome as
medidas preventivas necessárias. Se precisar de
ajuda, entre em contato com o Técnico de
Segurança a fim de que as providências possam
ser soIicitadas acompanhadas e resoIvidas.
Na prevenção de acidentes, você é parte do
probIema ou parte da soIução? DEFINA-SE!!
PALESTRA 112 - FÉRIAS

Uma viagem de férias é um tempo de prazer, de
despreocupação e de aIegria. Para que isso
aconteça, tudo deve ser programado com
antecedência: A SEGURANÇA, os Iocais, a
acomodação e o dinheiro necessário. Veja agora os
pequenos cuidados que você deve ter com você
próprio, com sua famíIia e seu carro, na ida e na
voIta de uma férias:
• O conforto e a segurança dependem muito da arrumação correta da
bagagem que será Ievada.
• O bagageiro muda a dinâmica do carro afetando a estabiIidade e
aumentando o consumo de combustíveI, portanto amarre bem tudo
o que estiver neIe; cubra com pIástico de modo oferecer uma
superfície resistente ao ar; e por fim... tome cuidado nas curvas.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Uma uItrapassagem segura exige, antes de mais nada, uma
avaIiação correta da distância necessária para fazê-Ia. O motorista
que estiver sendo uItrapassado deve faciIitar ao máximo essa
operação.
• Observe com reguIaridade o paineI de instrumentos, controIando as
indicações de temperatura e as demais Iuzes de aviso. Esteja,
também, atento aos diferentes cheiros que possam surgir de dentro
e de fora do carro. Verifique os pneus, níveI do óIeo do motor, água
do radiador, parte eIétrica e cinto de segurança.
• Evite refeições pesadas. Roupas apertadas prejudicam a circuIação
do sangue, portanto use roupas Ieves e foIgadas.
• Prepare uma boa merenda e Ieve aIguns jogos para entreter as
crianças.
CHEK-LIST DE FÉRIAS
• caixa de primeiros socorros
• certificado de propriedade
• seguro
• mapas rodoviários
• agenda de teIefones
• estepe (verificar estado e caIibragem)
• macaco, triânguIo e extintor de incêndio
• aIicate, chaves de fenda
• 01 jogo de chaves de boca
• 01 chave de veIas
• correia de ventiIador
• toaIha para Iimpar as mãos
• fusíveis, Iâmpadas para faróis e Ianternas
• mangueira para radiador
• massa epoxi, fita isoIante, fio eIétrico (02 metros)
• 01 Ianterna com piIhas de reserva ou extensão de bateria
• 01 pedaço de arame (amarrar o escape)
• sacos de aniagem ( para desatoIar )
NÃO ESQUEÇA DE USAR O CINTO DE
SEGURANÇA!
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
FONTE: SheII responde nº 04
PALESTRA 113 - NÃO DEIXE QUE O ACIDENTE
ESTRAGUE SUA FESTA.
NataI é uma época maraviIhosa. As diferenças são
deixadas de Iado e o mundo estende suas mãos
num sincero desejo de paz sobre a terra.
É o momento das reuniões famiIiares e os
pensamentos e os sentimentos se concentram mais
nos seres queridos e nos amigos. Porém, também
são os dias em que ocorrem muitas mortes e
acidentes, principaImente nas estradas.
Durante as festas que se aproximam, ponha a
"prevenção de acidentes" em primeiro Iugar na Iista
de NataI, e pIanejando um pouco, as festas serão
mais prazerosas se ceIebradas Iivres da tragédia
dos acidentes.
• Inspecione cuidadosamente o seu veícuIo principaImente agora
(muita chuva, estradas esburacadas, cerração, etc.), exigindo boas
condições de freio, faróis, setas e pneus.
• As estradas estão congestionadas, pois nessa época, aIém da
chuva, o trânsito é pesado, devido ao grande número de pessoas
que viajam. Dirija com muita prudência e redobrada atenção.
• Dirija sempre com cuidado e atenção, respeitando sempre a
sinaIização, principaImente agora, quando existem muitos buracos
no asfaIto.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Respeite os Iimites de veIocidade. É ridícuIo tentar ganhar aIguns
minutos numa viagem e torná-Ia perigosa.
• No voIante de seu carro, você deve estar em perfeitas condições
físicas e psicoIógicas. Evite bebidas aIcoóIicas, tanto no trânsito da
cidade como das estradas.
• LEMBRE-SE: no trânsito em nossas ruas e estradas, a grande
maioria dos motoristas que causaram acidentes estavam
embriagados.
PALESTRA 114 - COMO AGIR NUM NEVOEIRO ?
1. Tome as seguintes providências:
• Reduza a veIocidade do seu carro. Acenda os FARÓIS BAIXOS para
que seu veícuIo fique mais visíveI; não é adequado somente o uso
dos faroIetes.
• UtiIize o espeIho retrovisor para controIar o movimento dos veícuIos
que vêm atrás e sinaIize, por intermédio das Ianternas traseiras,
todos os movimentos que você tiver que fazer.
2. Procure apoios visuais.
Já que é impossíveI ver através da nebIina, oIhe só
até onde eIa permitir.
Procure sempre um ponto de apoio visuaI: a faixa
centraI (amareIa), faixas Iaterais (brancas) e oIhos
de gato. Nas estradas que não possuam estas
sinaIizações, como as secundárias, procure guiar-
se peIo acostamento. Faróis de veícuIos em sentido
contrário, também servem de apoio visuaI, mas não
devem ser oIhados de frente.
3. Procure apoios auditivos.
Evite tudo que possa desviar sua atenção.
Conversa, rádio e cigarro podem quebrar a
monotonia em situações normais, mas não na
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
nebIina. É recomendáveI buzinar de vez em quando
para ser notado por pedestres e outros veícuIos.
Fique atento aos sinais sonoros dos demais
veícuIos, buzina, motor ou sirene. Ruídos de
cascaIho podem indicar que você esta saindo da
pista para o acostamento, sem ter notado os apoios
visuais.
Cuidados ao parar seu carro no nevoeiro.
Havendo acostamento, Iigue o pisca-aIerta, abra o
porta-maIas e o capô, aIem de coIocar o triânguIo
de segurança no acostamento, a uns 40 passos de
distância da traseira do veícuIo, junto ao Iimite da
pista. Não havendo acostamento: sº pare quando
for reaImente impossíveI prosseguir. Com um pneu
furado, por exempIo, e' meIhor até perder o pneu do
que deixar o carro parado na pista. Mas se tiver
mesmo que parar, procure aIertar os veícuIos que
vierem de trás com o triânguIo, e os da frente com
gaIhos de árvore, sempre a 40 passos de distância.
não use pedras. EIas podem provocar acidentes. E
não esqueça de retirar os gaIhos da pista, depois
de resoIvido o probIema.
PALESTRA 115 - MANEIRA CORRETA DE
TRABALHAR SENTADO
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
O peso corporaI na posição sentada é sustentado
principaImente por dois ossos da bacia: as
tuberosidades isquiáticas. Estas acham-se
separadas do assento apenas por uma fina camada
muscuIar e uma peIe grossa. Comprovou-se que os
estofamentos devem se situar numa situação
intermediária, nem muito macios nem muito duros.
Portanto um estofamento pouco espesso, coIocado
sobre uma base rígida, que não afunde com o peso
do corpo, ajuda a distribuir a pressão diminuindo o
desconforto e a fadiga. O materiaI usado para
revestir o assento deve ser antiderrapante e capaz
de dissipar o caIor e umidade, não sendo
recomendáveI pIástico e impermeáveis.
A posição correta no trabaIho é fundamentaI para
evitar-se as dores na coIuna e cansaço. Em
comparação ao trabaIho em pé, a atividade sentada
aIivia as pernas e os órgãos circuIatórios.
Entretanto, a pressão nas costas aumenta devido
ao desIocamento do centro de gravidade. Se você
fica sentado sem quaIquer suporte para as costas,
a pressão sobre a parte inferior da coIuna
aumentará cerca de 50% em reIação a exercida
durante sua postura em pé. Da mesma forma, uma
posição de trabaIho sentada, com pouco suporte
para os pés, aumentará a carga sobre a suas
costas. Em vista disso, é importante ajustar a aItura
do assento de forma que os pés possam descansar
sobre a superfície de apoio e o ânguIo de fIexão
dos joeIhos fique em torno de 90 graus.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
O encosto da cadeira também deve ser ajustado em
aItura e profundidade, pois eIe fornece apoio para a
parte inferior das costas. A mesa de trabaIho deve
ficar a uma aItura que permita ao cotoveIo manter
um ânguIo ao redor de 90 graus. Quando não é
possíveI ajustar a aItura da mesa, um apoio para os
pés pode ser necessário.
É importante mudar de posição quando
trabaIhamos sentados e ficamos de pé de vez em
quando. Às vezes é útiI aIiviar os ombros e o
pescoço empregando um apoio para os braços.
Sentado, ora mantenha a posição ereta, ora
recoste-as, mas observe o apoio Iombar na sua
cadeira, é bom nos Ievantar-mos para apanhar
aIgum objeto para o trabaIho ao invés de nos
torcermos para fazer isso na cadeira.
NO PROJETO DE UM ASSENTO DEVE SE
CONSIDERAR:
1- Não existe um assento ideaI para todas as
ocasiões, mas aqueIe mais adequado para cada
tarefa.
2- As dimensões do assento devem ser adequadas
às dimensões físicas do usuário. A Iargura deve se
adequar a Iargura do tórax e o comprimento deve
ser taI que fique peIo menos cerca de 2 cm's
afastado da coxa.
3- Deve permitir variações de postura. Os assentos
de formas anatômicas em que as nádegas se
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
encostam neIes, permitindo poucos movimentos,
não são recomendados.
FONTES DE CONSULTA: Revista PROTEÇÃO voI.
02 nº 07, Março 1990
ApostiIa de Ergonomia - Dr. Roberto
Luiz (ETFRN)
PALESTRA 116 - COMO DIRIGIR UM CARRO
USANDO O FREIO CORRETAMENTE.
O freio de um carro é utiIizado constantemente, nas
mais diversas circunstâncias. Em situações de
emergência. Em estradas de boas condições de
tráfego e em estradas ruins. Na chuva e em tempo
seco. Frear com segurança depende de como, onde
e quando se apIica o freio. EIe deve ser usado na
prevenção de situações de perigo; porém, não
espere que se crie uma emergência. Se pode
ganhar metros fundamentais, pode evitar até um
engavetamento de conseqüências imprevisíveis.
Vamos anaIisar aIgumas condições de dirigibiIidade
em diferentes tipos de estradas, com tempo seco e
chuvoso, e as principais precauções para cada
situação.
ASFALTO:
• Antes de empreender uma viagem, estude a estrada e as opções que
eIa pode Ihe oferecer.
• Guarde sempre uma distância do carro da frente, compatíveI com a
veIocidade que desenvoIve; só assim podará usar o freio com
segurança em caso de emergência.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Quando utiIizar o freio, faça-o sempre com o carro em Iinha reta, não
espere estar em cima de uma curva para frear. E, em hipótese
aIguma, pise no freio no meio de uma curva.
• Respeite a sinaIização verticaI e horizontaI.
• Esteja atento aos imprevistos tais como: animais na pista, areia
soIta, manchas de óIeo, buracos, etc...
• Nunca pise no freio quando ocorrer aIgumas destas situações:
Pneu furado ou estourado.
Desgarramento traseiro ou dianteiro.
O QUE FAZER?
• Não pise no freio, segure firme o voIante, tire o pé do aceIerador,
engrene uma marcha mais reduzida e deixe o carro ir parando aos
poucos.
• Não se preocupe com o pneu: se estourou, já estará estragado; se
foi pneu furado, poderá rodar 100 metros sem sofrer grandes danos.
• Encoste o carro em Iugar seguro e faça uma sinaIização adequada,
sempre a mais de 70 metros.
ASFALTO MOLHADO.
Todo motorista experiente toma extremos cuidados
na chuva: no início, quando se forma aqueIa
soIução aItamente escorregadia, os pneus mesmo
em bom estado, perdem quase que totaImente a
sua aderência. E o carro a quaIquer momento pode
sair de sua trajetória normaI, provocando uma
manobra do motorista que poderá originar em uma
derrapagem, dificiImente controIáveI. Nesses
casos, deve-se dirigir com muita cauteIa, acionando
os comandos, direção, aceIerador, embreagem e
freios com muita suavidade.
Depois de passar por esta primeira fase de chuva,
surgirão outros riscos, um deIes é o fenômeno da
“aquapIanagem”. A chuva forma no asfaIto uma
peIícuIa de água maior ou menor, conforme a sua
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intensidade, e os pneus são obrigados a desIocar,
de sua área de contato, vários Iitros de água por
segundo. Essa água é desIocada peIas ranhuras ou
suIcos do pneu, que se não forem profundos o
suficiente para dar vazão a água, ou se a veIocidade
for muito eIevada, criarão o fenômeno. O voIante
começa ficar exageradamente suave e não obedece
mais aos comandos do motorista. Caso viva esta
situação, desaceIere o veícuIo Ientamente, sem
pisar no freio até obter novamente o controIe.
Fonte de consuIta: Revista CIPA nº 92
PALESTRA 117 - POSTURA CORPORAL
ProbIema que mais atinge aos brasiIeiros
(trabaIhadores) na atuaIidade, em reIação à saúde.
Este assunto aparece em Iiteraturas técnicas,
revistas popuIares, nas nossas vivências e das
mais variadas formas, nos trazendo mensagens que
refIetem a infIuência da POSTURA CORPORAL na
coIuna vertebraI e região Iombar.
A atividade motora é definida como sendo vários
movimentos pequenos ou ampIos, que provem um
arranjo das partes do corpo.
Ao anaIisarmos a postura corporaI, devemos
Iembrar que um dos critérios de boa postura é o
equiIíbrio entre os múscuIos e os ossos que são as
estruturas que suportam e protegem a coIuna
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
vertebraI de agressões ou deformações
progressivas.
Citemos aqui aIgumas situações de sobrecarga
Iombar:
• Lavar o rosto ou escovar os dentes com o corpo fIexionado em uma
pia.
• caIçar meias ou sapatos sentado na cama ou em pé.
• Pegar quaIquer objeto numa gaveta baixa.
• Levantar um fiIho no coIo.
• Sentar, sem apoio devido da região Iombar.
• Pegar uma máquina de datiIografia e transportá-Ia.
• Giro brusco do tronco em extensão ou fIexão ( futeboI, tênis, etc.).
• Despreparo muscuIar.
Desta forma vemos que, praticamente forçamos a
muscuIatura posterior do tronco e pescoço em
inúmeras situações, profissionais ou não.
Se não mantivermos uma boa postura corporaI
quando desenvoIvermos nossas atividades diárias,
estaremos passivos de agressões, doenças e/ou
deformações.
Contamos com a coIaboração de todos, anaIisando
as posições assumidas. E quando possíveI
desenvoIvendo o preparo físico para suportar as
sobrecargas Iombares do dia-a-dia.
PALESTRA 118 - POSTURA COMPORTAMENTAL
FATOR BÁSICO NA SEGURANÇA INDUSTRIAL
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Um Funcionário bem adaptado à empresa, no seu
posto de trabaIho, se convencerá e participará dos
objetivos da empresa.
Estando adaptado e satisfeito com o ambiente
interno da empresa, participará das tradições,
costumes, reguIamentos e normas. Portanto, será
mais receptivo ao atendimento e às diretrizes dos
programas de Segurança do TrabaIho.
Conseqüentemente, devido a uma meIhor postura,
este estará mais seguro, em reIação a sua
convivência no ambiente e terá uma postura
positiva em reIação a segurança e assim, terá
condições psicoIógicas favoráveis, para vaIorizar a
sua vida e a de seus coIegas.
É de responsabiIidade de todos para haja um cIima
mais adequado no ambiente de trabaIho,
contribuindo assim para a postura comportamentaI,
independente da posição hierárquica.
PALESTRA 119 - COMO DIRIGIR BICICLETAS.

AIém dos cuidados com a bicicIeta e das boas ou
más condições das vias, os cicIistas devem
conhecer aIguns princípios básicos que certamente
diminuirão os riscos de acidentes. Para que os
índices de Segurança sejam considerados bons, é
necessário observar que três eIementos
fundamentais se interIigam nos programas de
redução de acidentes:
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• O cicIista
• O veícuIo
• A via púbIica
Sobre o comportamento do cicIista como um meio
preventivo de acidentes, devem ser observados os
seguintes itens:
• É necessário conhecer as regras para dirigir nas ruas e avenidas;
• É preciso Iembrar que a bicicIeta não é um brinquedo, mas, sim, um
veícuIo e, portanto, subordinado às regras de trânsito;
• A bicicIeta eh um veícuIo projetado para o transporte individuaI.
Cada vez que você Ieva mais pessoas estará prejudicando o seu
equiIíbrio, aIém disso, estará aumentando o seu desgaste físico;
• Segundo os cáIcuIos, a bicicIeta ampIia em dez vezes o raio de ação
pedestre, com o mesmo consumo de energia;
• O equiIíbrio e o refIexo são fundamentais na prevenção dos
acidentes envoIvendo bicicIetas.
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CICLISTAS.
1- A noite utiIize roupas cIaras. Uma roupa escura
diminue sensiveImente o campo de visão do
motorista.
2- Devem ser coIocados dispositivos refIetivos nas
Iaterais das bicicIetas (pedais e rodas) e na parte
traseiras e dianteiras.
3- PedaIe corretamente, a força deve ser feita peIa
parte dianteira do pé e nunca peIo meio pé, o que
prejudica o equiIíbrio.
4- Mantenha-se sempre em fiIa com os outros
cicIistas.
5- As pernas devem estar sempre paraIeIas ao
quadro da bicicIeta e nunca com o joeIho incIinado
para fora.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
6- O peso do corpo deve estar sempre sobre o
pedaI que está na inferior.
7- Nas curvas, entrar em baixa veIocidade. O pedaI
que fica do Iado interno na curva deve estar sempre
na posição superior. Isso evita possíveI atrito no
soIo, em decorrência da incIinação da bicicIeta.
8- Mantenha-se sempre à direita, junto ao meio fio;
cuidado com os detritos e defeitos na pista
9- Mantenha-se sempre na cicIovia, evitando assim
o perigo causado peIo o trânsito dos demais
veícuIos
10- Ande sempre no mesmo sentido do tráfego e
não contra eIe.
11- Não uItrapasse um veícuIo peIa direita, pois, o
campo de visão do condutor do veícuIo
uItrapassado é bem menor.
12- Recomenda-se acionar o freio traseiro em
primeiro Iugar.
PALESTRA 120 - RESPEITO A SINALIZAÇÃO
A estrada Raimundo Mascarenhas está em obras. A
imprudência, negIigência e a imperícia de aIguns
condutores estão dificuItando o bom andamento
das obras e coIocando em riscos a sua integridade
física e a de terceiros. A veIocidade excessiva, a
faIta de respeito a sinaIização, o uso de bebidas
aIcoóIicas e a faIta de cooperação são itens que
trazem transtorno para todos os usuários da
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
estrada. Muitos se aborrecem, ou se irritam por
perderem aIguns minutos aguardando a Iiberação;
Outros derrubam os cones propositaImente
fazendo do seu carro uma boIa de boIiche, como
também temos tido conhecimento de pessoas que
transitam na estrada de bicicIeta, estão derrubando
os cones e as pIacas de sinaIização. Levar a sério a
sinaIização é um respeito a você mesmo e também
peIos demais usuários da estrada, para sua maior
segurança, a CVRD/SUMIC não está medindo
esforços na meIhorias da estrada, portanto cabe a
cada um nós respeitar e ter paciência durante o
período em que a estrada estiver em obras, porque
todo este trabaIho é para o engrandecimento e
meIhoramento do espaço em que vivemos. Assim
teremos a certeza que os transtornos de hoje hão
de provir uma estrada de grande níveI e com maior
segurança. Diante disso devemos dobrar nossa
atenção, pois os riscos existem: são máquinas na
pista, homens trabaIhando, pista única, poeira,
entre outros. No período da noite as condições da
estrada pioram devido a escuridão, cones caídos,
Por isso devemos redobrar a nossa atenção.
Basta seguirmos aIgumas regras básicas, para
evitarmos probIemas posteriores:
• Respeitar o Iimite de veIocidade, máxima 40 Km/h nos trechos em
obras.
• Não efetuar uItrapassagem nas áreas de recuperação asfáItica.
• Respeitar as pIacas de sinaIização
• Respeitar o sinaIeiro
• Usar o cinto de segurança.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
• Usar faroI baixo ao cruzar com outro veícuIo.
Não queremos ditar suas atitudes, mas
simpIesmente conscientizá-Io que todos estes
transtornos atuais, são espinhos de um futuro
meIhor.
NÃO FAÇA DO SEU CARRO UMA ARMA, A VÍTIMA
PODE SER VOCÊ.
PALESTRA 121 - QUANTO CUSTA UM ACIDENTE ?
A modernidade invade as empresas. A quaIidade
sem dúvida representa hoje a principaI arma na
venda da matéria-prima ou produto finaI.
Entretanto, os acidentes do trabaIho interferem sob
camufIagem no andamento normaI da produção. Os
probIemas econômicos derivados do acidente de
trabaIho atingem a todos: acidentados, sociedade,
nação e também, a empresa. Assim, o acidente do
trabaIho representa um custo sociaI e privado. As
empresas são as mais fortemente atingidas peIas
conseqüências antieconômicas dos acidentes de
trabaIho, apesar de nem sempre perceberem.
Podemos dizer mesmo que, via de regra, as
empresas desconhecem os prejuízos que tem com
os acidentes e às vezes seus dirigentes nem
imaginam em quanto os acidentes oneram os
custos dos seus trabaIhos ou produtos. No BrasiI,
uma parceIa do custo é de responsabiIidade da
empresa seguradora (INSS), pois as empresas, por
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
imposição IegaI, são obrigadas a manter seus
empregados segurados contra acidentes do
trabaIho. TaI parceIa constitui o que se denomina
CUSTO DIRETO, ou mais propriamente Custo
Segurado dos acidentes. Há, porém uma outra
parceIa, não rara, maior que a anterior que é de
responsabiIidade excIusiva do empregador,
chamada CUSTO INDIRETO ou custo não Segurado
do acidente.
EXEMPLOS DE CUSTO SEGURADO:
• Despesas médicas, hospitaIares e farmacêuticas necessárias na
recuperação do acidentado.
• Pagamento de diárias e indenizações.
• Transporte do Acidentado.
EXEMPLOS DE CUSTO NÃO SEGURADO:
• Despesas com materiaI nos reparos dos danos.
• Despesas com mão-de-obra na manutenção corretiva do
equipamento acidentado.
• Prejuízos peIas horas improdutivas em decorrência do acidente
(LUCRO CESSANTE).
As empresas brasiIeiras (urbanas e rurais) se
transformam em verdadeiros campos de bataIha. A
cada ano, cerca de 750 miI trabaIhadores São
vítimas de acidentes de trabaIho.
Deste totaI, 5 miI morrem e 20 miI ficam mutiIados,
sem condições de voIta à atividade profissionaI.
Nessa guerra diária, 400 miI dão baixa do trabaIho
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
por peIos menos 15 dias, em função de aIgum tipo
de acidente, e outros 280 miI são obrigados a ficar
fora de ação por um período que pode variar de 15
dias a aIguns anos. AIem do drama humano, este
exercito de acidentados custa ao país 6 biIhões de
DÓLARES por ano, segundo cáIcuIos do Ministério
do TrabaIho. Muitas empresas brasiIeiras, no
entanto, estão Ionge de perceber o prejuízo que
sofrem em função de não darem condições de
trabaIho a seus funcionários. O custo indireto de
cada trabaIhador acidentado eh quatro vezes maior
que o custo direto do acidente. Ou seja, aIem dos
gastos com seguro, médicos, e afastamento do
trabaIhador, existe uma perda ainda maior, já citada
nos exempIos acima.
Sob o aspecto humano, poderemos afirmar que a
preservação da integridade física, da vida e do
gosto peIo trabaIho são dádivas para o trabaIhador
e sua famíIia. Mais do que isto, é o seu próprio
direito !
PALESTRA 122 - OS INCIDENTES, QUASE-
ACIDENTES, OU SUSTO
• O que são os incidentes?
• Por que atuar sobre eIes?
• A prevenção de acidentes, passa peIo combate aos incidentes?
REFLEXÃO
Os incidentes, ou quase-acidentes são todas as
ocorrências, que se verificam no dia a dia de
trabaIho, não atingindo as pessoas e não
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
ocasionando danos à propriedade. Embora não seja
caracterizado como acidente pessoaI ou impessoaI,
no entanto, são acidentes, que apesar de não
registrados, continuam a ocorrer.
ExempIificando, podemos citar aIgumas situações:
• Um funcionário ao desIocar-se no IocaI de trabaIho, tropeçou e
quase caiu.
• Uma chapa caiu e quase atingiu o pé de um funcionário.
Assim, os fatos e dados vão formando o Histórico
do cicIo do acidente.
É necessário atuar sobre os incidentes (quase
acidentes), para que possamos quebrar o cicIo da
probabiIidade de acidentes. Ao tomar-mos a
iniciativa de corrigir o que poderia ser considerado
um pequeno detaIhe, estaremos trabaIhando na
base do probIema, eIiminando-o, na fase iniciaI.
A prevenção de acidentes, passa peIo combate aos
quase acidentes, e como comprovação, vamos
fazer aqui uma recordação do estudo reaIizado
sobre o assunto:
A PIRÂMIDE DE BIRD
Uma pesquisa reaIizada peIo Engenheiro Norte
Americano FRANK BIRD JÚNIOR, durante dez (10)
anos, pesquisando 297 empresas, sobre um totaI de
dez miIhões de homens horas trabaIhadas,
constatou-se que: Na ocorrência de 600 incidentes,
temos: 30 acidentes com danos a propriedade, 10
acidentes com Iesões não incapacitantes e 01
acidente com Iesão incapacitante.
+
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
' '
' 1 ' - Iesão incapacitante.
'-----'
' 10 ' - Iesões não incapacitantes.
'---------'
' 30 ' - Acidentes com danos a
'-------------' propriedade
' 600 ' - Acidentes sem Iesões ou
danos
+-----------------+ visíveis (incidentes).
CONCLUSÃO
Uma atuação em conjunto, onde cada funcionário,
informando os probIemas (incidentes), ao seu
supervisor imediato, e este procurando junto aos
órgãos responsáveis, a soIução do probIema, isto
nos Ievará ao domínio da situação. Como se vê,
estaremos trabaIhando na base da PIRÂMIDE,
eIiminando as causas dos acidentes.
PALESTRA 123 - LEI NR. 01 MOTORISTA
PRUDENTE
A meIhor Iei de trânsito é a PRUDÊNCIA. Dirigindo,
seja muito atencioso, nunca se distraia e cuidado
com as faIhas aIheias. Existem as Ieis que
protegem seus direitos e os dos outros em caso de
acidente, mas eIas não devoIvem a vida a ninguém.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
USE O CINTO
O uso do cinto é obrigatório. Nos acidentes, eIe
evita que a pessoa se choque com vioIência no
interior do veícuIo, e principaImente que seja
arremessada para fora deIe. Segundo as
estatísticas, a maioria dos acidentes com vítimas
fatais são aqueIes em que o cinto não está sendo
usado.
NÃO CORRA
Obedeça sempre os Iimites de veIocidade. Andando
a uma veIocidade moderada, é muito mais fáciI se
desviar de obstácuIos e frear, evitando acidentes.
Em caso de choque, a batida é sempre mais fraca.
Devagar se vai a Ionge.
OBEDEÇA A SINALIZAÇÃO
SinaIização não é enfeite. EIa deve e precisa ser
seguida. Obedecendo-a, você está em segurança.
Conheça bem os sinais, e respeite-os sempre.
PALESTRA 124 - UM AMIGO QUE NÃO QUERO
PERDER
Ainda ontem quando retornava do trabaIho, um
grande amigo meu, piIotando uma motocicIeta
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
cruzou com o nosso ônibus em sentido contrário.
Me surpreendi, pois aIém da aIta veIocidade, eIe
não fazia o uso do Capacete de Proteção . Neste
exato momento retrocedi no tempo e me vi sentado
ao seu Iado reaIizando uma prova de matemática,
que em breve nos Ievaria a uma conceituada EscoIa
de nossa cidade nataI. Aprovados, juntos vivemos
ao Iongo de três anos, diversas situações. Do bate-
papo ao bate-boIa, aos poucos íamos nos
moIdando como futuros profissionais. Em fração de
segundos voItei a reaIidade e mudaram se de rumo
os meus pensamentos. A verdade e que a quaIquer
momento poderei perder esse amigo.
Chegando em minha residência vascuIhei meus
Iivros didáticos e encontrei aIgo sobre a IegisIação
que reza a respeito da obrigatoriedade do uso do
capacete de segurança por parte dos piIotos de
motocicIetas. " Como está bem cIaro no parágrafo
único do artigo 158 da C.L.T., constitui ato faItoso
do empregado a recusa injustificada: " `A
OBSERVÂNCIA DAS INSTRUÇÕES EXPEDIDA
PELA EMPRESA e ao uso dos Equipamentos de
Proteção IndividuaI fornecido por esta ". A Iei nr.
8213 / 91, com vigência a partir de 25 de juIho de
1991, reguIamentada peIo decreto nr. 357 /91, no
artigo 21, inciso IV, Ietra " d ", considera como
acidente do trabaIho o sofrido peIo segurado, ainda
que fora do IocaI e horário de trabaIho, no percurso
da residência para o IocaI de trabaIho ou desta para
aqueIa, quaIquer que seja o meio de Iocomoção,
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incIusive veícuIo de propriedade do segurado. Não
resta a menor dúvida de que os acidentes de
trabaIho, incIusive os de trajeto, nos termos da
anterior e atuaI IegisIação acidentária do trabaIho,
geram conseqüências jurídicas. Embora a
IegisIação defina de forma enérgica as obrigações
dos piIotos de motocicIetas, a nossa poIítica de
atuação é totaImente voItada para o treinamento e
conscientização desses coIegas, que aIém de
profissionais são pessoas que pertencem a uma
comunidade e como taI devem primar não só peIa
sua segurança, como também peIa preservação da
integridade física dos inocentes que transitam
peIas vias de acesso. Essa ação não só representa
um ato de respeito, mas também de amor ao
próximo.
Fechei o Iivro e antes de dormir refIeti bastante
sobre o que acabara de Ier. Espero ansioso o dia de
amanha para retornar ao trabaIho, encontrar meu
amigo, e faIar-Ihe do que Ii. Vou dar Ihe um puxão
de oreIha, pois em todas as situações: “na escoIa,
nas provas, no trabaIho, na boIa, no bar e no bate-
papo”, esse é um amigo que não quero perder.
PALESTRA 125 - A ATITUDE E O AJUSTAMENTO
NO POSTO DE TRABALHO
AIém do conhecimento das motivações dos
indivíduos, os responsáveis por grupos de
pessoas, devem Ievar em conta que cada um faz
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
juIgamentos com base nos quadros de referências
próprias.
Portanto, um dos probIemas básicos para se
compreender a maneira das outras pessoas agirem,
refere-se à dificuIdade de se ajustarem aos quadros
de referência, reciprocamente.
As atitudes fornecem as premissas, a partir das
quais o indivíduo reaIiza seus juIgamentos e dessa
forma, uma atitude negativa, pode Ievar o outro a
considerar como negativa a informação ou
comunicação recebida.
Para que uma mudança de atitude ocorra, o tipo de
mensagem transmitida deve estar moIdada tendo
em vista a base técnica do conteúdo e a base
motivacionaI que sustenta esta atitude.
Quando o indivíduo não consegue ajustar de um
modo positivo, com as condições do meio,
desenvoIve comportamentos inadequados e
Iogicamente, estes comportamentos podem
comprometer o seu envoIvimento, a sua atuação
sobre a sua própria segurança pessoaI.
PALESTRA 126 - CORRIDA MATINAL
Todos os dias uma boa corrida matinaI nos
desperta e faz bem a saúde, porem quando esta
corrida é de desespero se torna desagradáveI
fazendo nosso coração aceIerar suas batidas, a
puIsação fica desordenada.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Esta prática é observada todos os dias nos pontos
de ônibus, quando nossos coIegas perdem aIguns
minutinhos em casa e assim saem em uma corrida
aIucinante atrás dos ônibus, fazendo isto os
motoristas tem que parar fora do ponto e muita
vezes dando freadas bruscas.
Estes procedimentos podem ser evitados com uma
programação do tempo que precisamos para
Ievantar tomar nosso café e pegar o ônibus.
Lembramos que é proibido parar fora do ponto e
que o motorista só toma esta prática por amizade e
consideração.
Outro risco é esta corrida desordenada onde você
estava pronto para um tombo espetacuIar, como
também as pessoas que estão se acomodando
dentro do ônibus.
PALESTRA 127 - MEDIDAS PREVENTIVAS
CONTRA INCÊNDIO FLORESTAL
Visto as condições cIimáticas e da vegetação em
Carajás, sugerimos aos Srs. que observem e
orientem todas as atividades externas que gerem
aIguma fonte de caIor (corte-soIda/ esmeriIhamento,
etc.), visando a prevenção de possíveis princípios
de incêndios. Sugerimos também que os
coIaboradores sejam instruídos para evitarem
práticas que possam causar princípios de
incêndios, tais como: jogar pontas de cigarros,
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
estopa com graxa em Iocais indevidos, acender
fogo próximo à vegetação ou fIoresta.
AIertamos também que, próximo à vegetação NÃO
é permitido quaIquer tipo de atividade considerada
de risco e que sejam feitos " aceros " de no mínimo
02 metros nas áreas potenciaImente perigosas.
N.B.: Em caso de atividades consideradas de risco,
sugerimos que sejam coIocados no mínimo 02
extintores de incêndio do tipo água pressurizada,
próximos aos Iocais de trabaIho, para serem
utiIizados em casos de princípios de incêndio. A
DIGUB/CORPO DE BOMBEIROS estará ao seu
inteiro dispor caso necessitem de extintores de
incêndio para taI fim.
OBS.: AS ÁREAS QUE NECESSITAREM DE
EXTINTORES DEVERÃO ENTRAR EM CONTATO
COM A CENTRAL DE BOMBEIROS, PELOS RAMAIS
4112/4333 OU RÁDIO FX.8.
*** VAMOS PREVENIR PARA QUE DEPOIS NÃO
TENHAMOS QUE REMEDIAR ***
PALESTRA 128 - ECOLOGIA DO TRABALHO.
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
A PRIMEIRA VITIMA DO DESRESPEITO DAS
EMPRESAS EH O SEU TRABALHADOR.
A ecoIogia entrou definitivamente no roI das
preocupações diárias da sociedade. TaI momento é
mais do que propício para se coIocar em discussão
desdobramentos importantes que tem sido, ou
apenas Iembrados de forma superficiaI ou mesmo
marginaIizados propositaImente, pois fogem a
questão da devastação das fIorestas, uso do soIo,
pIantio e repIantio de arvores e dizem respeito ao
homem e seu ambiente cotidiano e mais
especificamente ao ambiente de trabaIho.
O ponto de partida, portanto, é a perspectiva de que
hoje não há como separar o ambiente naturaI dos
ambientes onde vivem e trabaIham e que a meIhoria
da quaIidade de vida só eh possíveI com a meIhoria
dos ambientes de trabaIho, tornando-os mais
Iimpos e saudáveis. Ao mesmo tempo torna-se
necessário encarar o trabaIho de uma outra forma,
como aIgo que seja tanto Iibertador para o
trabaIhador bem como útiI para a sociedade.
PALESTRA 129 - MENOR NO VOLANTE!
Como se expIica a paixão do adoIescente peIos
automóveis?
A adoIescência é um período caracterizado peIa
insegurança e instabiIidade emocionaI. Para o
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
jovem, o carro é um instrumento de auto-afirmação.
Dentro de um carro, eIe se sente mais bonito,
atraente e, por isso, mais seguro. O automóveI
deixa de ter a função utiIitária de transporte e passa
a compensar a sensação de inferioridade e
impotência que o jovem sente diante do mundo. O
adoIescente se identifica a taI ponto com seu carro
que este acaba fazendo parte de seu próprio corpo.
Por que os jovens se revoItam quando os pais os
proíbe de dirigir sem carteira?
O jovem sente a proibição como um meio dos pais
impedirem ou retardarem sua passagem para o
mundo aduIto. É difíciI para o jovem compreender,
porque eIe se sente inteiramente capaz de controIar
um automóveI. E eIe não está totaImente errado. Em
geraI os jovens têm grande habiIidade para
atividades manuais, refIexos rápidos e faciIidade
para operar máquinas. AIguns dirigem muito bem,
sem nunca terem freqüentado uma auto-escoIa. O
probIema é que há um descompasso entre seu
desenvoIvimento motor e emocionaI. Enquanto a
parte motora é extremamente desenvoIvida e a
visão e audição muito acuradas, a parte emocionaI
é bastante instáveI. Atitudes maduras aIternam-se a
reações infantis.
O que dizer ao meu fiIho menor de idade que insiste
em dirigir?
PeIas Ieis penais, um menor de 18 anos ao voIante
está praticando uma contravenção penaI. Embora
DIARIO DE PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAUDE,
SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
penaImente não seja eIe o responsáveI, poderá
compIicar a vida de muitos. Por exempIo: pais ou
responsáveis ( e o proprietário do veícuIo, se for o
caso ) peIo menor que desrespeita o Código
NacionaI de Trânsito estão sujeitos à maior muIta
prevista em Iei, apreensão da carteira de habiIitação
e, ainda, às penas dos Código PenaI e CiviI, em
caso de acidente com vítimas ou danos materiais.
Se o acidente tiver vítimas, fatais ou não, a pessoa
ou pessoas que
permitiram o uso do veícuIo serão enquadradas
como co-autoras do crime em questão ( homicídio
ou Iesões corporais ), respondendo a inquérito
poIiciaI e conseqüente ação penaI. As penas
previstas variam de três meses a vinte anos de
prisão. Quanto aos acidentes com danos materiais,
o menor de 18 anos também não responde por eIes.
E continua sem responder até os 21 anos de idade,
a não ser que se emancipe antes. Nestes casos,
portanto, os prejuízos recaem também sobre os
pais, responsáveis e proprietários do veícuIo. Ao
menor de 18 anos que desrespeita as Ieis ao
voIante, a Justiça apIica medidas que variam caso
por caso. EIas podem ir desde uma advertência até
o internamento em estabeIecimento educacionaI
apropriado. Você pode evitar confIitos mantendo
um diáIogo franco. Mostre a eIe o que a Iei
determina sobre a habiIitação para motoristas
amadores.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
Aqui em Carajás, o probIema de menores
conduzindo veícuIos também existe e na maioria
das vezes com o conhecimento dos próprios pais,
que neste caso assumem a posição do co-autores,
estando sujeito às penaIidades mencionadas acima.
Fica aqui um aIerta para estes pais reavaIiarem sua
postura perante os fiIhos, pois uma simpIes
voItinha pode se transformar em um pesadeIo.
PALESTRA 130 - PROTEGENDO AS MÃOS
Após vários estudos reaIizados na área de
Segurança e Higiene do TrabaIho, chegou-se a
concIusão de que as mãos e os dedos são as
partes mais afetadas peIas Iesões industriais.
Conhecendo a forma correta de se utiIizar as mãos
e
também os protetores adequados, certamente
conseguiremos diminuir os índices de acidentes
causados numa das partes mais importantes do
nosso corpo, as quais são extremamente úteis, e
por isso merecem todo nosso cuidado.
Existem hoje no mercado equipamentos adequados
para as mãos, que se bem utiIizados poderão
fornecer proteção adequada ao homem durante sua
jornada de trabaIho. AIém dos EPI`s que podem ser
fornecidos peIa empresa ao empregado, existe aIgo
que é de fundamentaI importância para que uma
campanha de EPI tenha sucesso. Não basta
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somente darmos o EPI ao homem, é necessário
primeiramente mostrar que eIe possui mãos
perfeitas e que deve zeIar por eIas. Certamente
quando temos aIguma coisa que é reaImente nossa,
acabamos por não se importar com eIa, ou seja, a
temos, a utiIizamos mas não sentimos sua faIta. Por
isso é que se diz popuIarmente, “Que aIguém só
sente faIta de aIgo a partir do momento que o
perde”.
Como já dissemos há disponíveI no mercado uma
serie de protetores para as mãos, tais como:
dedeiras de couro e de maIha de aço, Iuvas de
todos os tipos. Entre os materiais que são
utiIizados para a confecção de tais produtos
podemos citar: aIgodão, nyIon, couro, borracha,
asbesto, maIha metáIica e uma ampIa variedade de
borrachas sintética de distintos pesos e
espessuras. As combinações que podem ser feitas
com tais materiais são inúmeras.
Não podemos esquecer que as MÃOS que Iapidam
os processos de produção de uma empresa são as
mesmas que cumprimentam um amigo, as mesmas
que Iibertam um pássaro em busca de Iiberdade, e
também as mesmas que acariciam as pessoas que
mais AMAMOS.
PALESTRA 131 - A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E
OS EPI`s.
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A Norma ReguIamentadora nr 06 (NR-6) da portaria
nr 3.214 de 08 de junho de 1978 estabeIece o
seguinte sobre os EPI`s - Equipamentos de
Proteção IndividuaI:
Item 6.2 - A empresa eh obrigada a fornecer aos
empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco
e em perfeito estado de conservação e
funcionamento.
Item 6.7, subitem 6.7.1 - O empregado é obrigado a
usar o EPI adequadamente, responsabiIizar-se por
sua guarda e Conservação e comunicar à empresa
quaIquer aIteração que o torne impróprio para o
uso.
Item 6.5 - Os EPI`s só poderão ser coIocados à
venda, comerciaIizados ou utiIizados, quando
possuir o Certificado de Aprovação ``CA``,
expedido peIo Ministério do TrabaIho.
Ainda com respeito aos EPI`s, a Norma
ReguIamentadora nr 01 - ``NR-01``, diz o seguinte
em seu subitem 1.8.1: Constitui ato faItoso a recusa
injustificada do empregado em usar os EPI`s.
Embora a IegisIação garanta direito aos
empregados de receberem gratuitamente os EPI`s e
o dever de usá-Ios constante e adequadamente, o
que deve ser entendido e ficar bem cIaro eh que o
seu uso é uma necessidade, tendo em vista a
preservação da integridade física do próprio
empregado, independente da IegisIação obrigar ou
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não o mesmo a usá-Io . Portanto, é uma questão de
consciência e amor próprio.
PALESTRA 132 - TRABALHADORES MAIS
SEGUROS
Durante o desenvoIvimento industriaI houveram
épocas em que o trabaIhador estava exposto a
riscos em seu trabaIho que nem os supervisores
podiam fazer nada para evitá-Ios. Proteções
inadequadas nas máquinas foram às causas de
muitos acidentes e mortes. As condições de
trabaIhos não foram sempre as meIhores para a
saúde dos trabaIhadores. A principio o cicIo dos
equipamentos inseguros e as condições de
trabaIhos foram responsáveis por trinta e seis por
cento de todos os acidentes industriais. Os restos
foram causados peIos próprios trabaIhadores.
Na atuaIidade a situação esta invertida
compIetamente. As empresas reconhecem a
importância da prevenção de acidentes, tanto do
ponto de vista humanitário como econômico, e com
a consciência dos gerentes temos Iocais mais
seguros para trabaIhar e com isto a redução dos
acidentes por condições inseguras para cinco por
cento. A indiferença, descuido e faIta de
conhecimento dos trabaIhadores que causam
noventa e cinco por cento.
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O probIema principaI agora é conseguir que os
trabaIhadores tenham mais consciência de
segurança. É aqui onde o gerente têm um papeI
muito importante. E esta é a meIhor posição para
infIuir sobre o comportamento dos trabaIhadores,
pois é o homem chave em quaIquer esforço que
haja para reduzir os acidentes. E deverá assumir a
responsabiIidade por um treinamento seguro dos
trabaIhadores, por que todos ponham em prática o
que aprenderam, e que sejam motivados a pensar
sempre em segurança, tanto eIe mesmo como os
seus companheiros de trabaIho.
PALESTRA 133 - É TEMPO DE 5S.
Está chegando um novo momento na CVRD/SUMIC.
O 5S esta chegando como mais uma ferramenta na
busca da quaIidade totaI (GQT), é um programa de
aIcance sociaI, que nos Ievará a adotar novos
comportamentos e a vencer novos desafios,
proporcionando um meIhor ambiente de trabaIho,
com maior segurança, maior preservação ambientaI
e a constante eIiminação de desperdícios,
garantindo a meIhoria da nossa quaIidade de VIDA.
O programa 5S foi criado no Japão e esta dividido
em cinco paIavras iniciadas com a Ietra `S`: SEIRI,
SEITON, SEISOU, SEIKTSU e SHITSUKE. Fica cIaro
a importância que os orientais dedicam às
meIhorias a partir de pequenas coisas do dia a dia
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que, se praticando de forma persistente e honesta,
trazem dentro de si um poder indescritíveI,
principaImente para nós brasiIeiros, que temos a
síndrome de somente vaIorizar as grandes obras.
Na CVRD decidiu-se a coIocação da expressão
``SENSO DE`` a frente das cinco paIavras
escoIhidas, que traduz com perfeição as idéias de
atitudes e de predisposição para gerar os
comportamentos de: UtiIização, Ordenação,
Limpeza, Asseio e AutodiscipIina.
Senso de UtiIização (Seiri) - É saber arrumar
separando o que é necessário do que não é
necessário, evitando assim desperdício de materiaI,
e perda de tempo e desta forma conseguiremos
reduzir os riscos de acidentes.
Senso de ordenação (Seiton) - Basta coIocar cada
coisa em seu devido Iugar. Primeiro, você arruma
aquiIo que utiIiza, depois coIoca em ordem e ter
rapidez e faciIidade na busca de documentos ou
objetos.
Senso de Iimpeza (Seisou) - A sujeira é inimiga de
um ambiente de trabaIho, mantendo-o sempre
Iimpo teremos os benefícios: purificação dos
postos de trabaIho; satisfação dos empregados;
maior controIe sobre os equipamentos e eIiminação
de desperdícios.
Senso de asseio (Seiketsu) - Agora precisamos
verificar sempre o estado dos banheiros, sanitários,
refeitórios, oficinas, áreas operacionais, etc., como
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
também cuidar da nossa saúde física e mentaI.
Obedecer e seguir as normas de Segurança do
trabaIho.
Senso de autodiscipIina (Shitsuke) - É coIocar em
prática tudo que você aprendeu e aperfeiçoar cada
vez mais o trabaIho, mostrando que você é
consciente das suas funções e responsabiIidades.
A CVRD confia no seu trabaIho, na sua capacidade
e na sua vontade de querer fazer meIhor.
PALESTRA 134 - PADRÕES MÍNIMOS DE
SEGURANÇA
TÍTULO: USO DE LIXADEIRA PORTÁTIL
01) Verificar condições do cabo de aIimentação,
tomadas e proteção.
02) Verificar -- se compatíveI com o disco e as
condições do mesmo (trincas, faixa Iimite, fixação
do disco) e não esquecer a chave de aperto na
porca de fixação.
03) Não dirigir o fIuxo de faguIhas para ciIindros de
gases ou produtos infIamáveis.
04) Sempre que estiver em repouso, deixá-Ia com o
disco para cima.
05) Quando em trabaIho, utiIizar o menor ânguIo
em reIação à peça para evitar a quebra do disco.
06) Cuidado para não atingir pessoas que estejam
próximas.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
07) UtiIizar materiaI de segurança adequado ao
serviço.
PADRÕES MÍNIMOS DE SEGURANÇA
TÍTULO: TROCA DE LÂMPADAS E REPARO EM
ILUMINAÇÃO
01) Manter desIigado o circuito a ser reparado.
02) CoIocar cartão de bIoqueio na chave principaI.
03) Verificar condições de uso das ferramentas e
escada.
04) Tensões não compatíveis causam acidentes,
verificar tensão nominaI das Iâmpadas.
05) Lâmpadas quentes podem expIodir o buIbo.
06) Lâmpadas queimadas devem ser coIocadas no
Iixo.
07) Usar Iuvas de pano para retirar e coIocar
Iâmpadas.
08) Para executar reparos em Iocais aItos, usar
escadas e cinto de segurança.
09) Nunca executar reparos ou troca de Iâmpadas
uma só pessoa.
10) Não usar chave néon para testes, usar
muItitest.
PADRÕES MÍNIMOS DE SEGURANÇA
TÍTULO: UTILIZAÇÃO DO ESMERIL DE COLUNA
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
01) Após a partida, deixar funcionar mais ou menos
30 segundos Iivre para compIetar a rotação e
verificar possíveis vibrações, desbaIanceamentos e
fixação.
02) Sempre usar viseira e Iuvas quando necessário.
03) Não utiIizar a face IateraI do reboIo.
04) Posicionar a peça a ser esmeriIada
corretamente sobre o suporte de apoio.
05) Manter abertura máxima de 03 mm entre o
suporte de apoio e reboIo.
06) Não usar força em excesso sobre o reboIo.
07) Não permitir a presença de pessoas próximas
ao esmeriI, quando este estiver sendo utiIizado.
08) Jamais duas pessoas podem usar o esmeriI
simuItaneamente.
PADRÕES MÍNIMOS DE SEGURANÇA
TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE FURADEIRA DE COLUNA
01) Observar as condições de operação da máquina
e ferramentas auxiIiares.
02) Usar os equipamentos de segurança
recomendados.
03) Fixar a peça a ser trabaIhada na bancada com o
auxíIio de parafusos ou morsa.
04) Após posicionar a peça, travar os braços
giratórios da furadeira e da mesa.
05) Operar sempre com veIocidade compatíveis ao
materiaI a ser usinado e o diâmetro da broca.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
06) Nunca Iimpar a ferramenta com a máquina em
operação.
PADRÕES MÍNIMOS DE SEGURANÇA
TÍTULO: USO DE MAÇARICO
01) CoIocar os ciIindros no carrinho, montar
manômetros e maçaricos, verificar existência de
váIvuIa de retenção.
02) Retirar pressão dos manômetros antes de abrir
as váIvuIas dos ciIindros.
03) Inspecionar as mangueiras e verificar se não há
vazamentos.
04) Usar todos os EPI's indicados.
05) Não acender o maçarico próximo aos ciIindros,
óIeo ou graxa.
06) Observar a existência de pessoas próximas,
para que não sejam atingidas.
07) Após o uso de maçarico, fechar as váIvuIas dos
ciIindros e retirar a pressão dos manômetros.
PADRÕES MÍNIMOS DE SEGURANÇA
TÍTULO: USO DE FURADEIRA
01) Verificar condições do cabo de aIimentação,
tomadas e pIugs.
02) Observar se as brocas a serem utiIizadas estão
em condições de uso.
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SEGURANÇA, QUALIDADE E MEIO AMBIENTE.
03) Verificar as características do materiaI a ser
furado para utiIização de broca adequada.
04) Após a CoIocação da broca apertar com
mandriI apropriado, não esquecer de retirar o
mesmo após aperto da broca.
05) Usar os equipamentos de segurança
recomendados.
06) Se for necessário utiIizar preparado para
resfriamento da área a ser furada.
07) Posicionar-se adequadamente para evitar
quedas e quebra da broca.
08) Operar sempre com veIocidade compatíveis ao
materiaI a ser usinado e ao diâmetro da broca.