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BC0104: Int.

Atômicas e Moleculares

1.

UFABC

Resolução da Lista 02 (Geral) v1.5.1

A constante de força do 79𝐵𝑟 79𝐵𝑟 e 240 𝑁 · 𝑚−1 . Calcule a frequência vibracional
fundamental para a energia de ponto zero do 79𝐵𝑟 79𝐵𝑟, considere um OHS. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢
çã𝑜
A frequência vibracional de um Oscilador Harmônico Simples é dada por: 𝜔
= 2𝜋𝜈 ⇒ 𝜈 =

1 𝑘

2𝜋 𝑚

Considerando a massa reduzida 𝑀 𝜇

= 𝑚(
), 𝑚
+𝑀 𝑚

como as massas são as mesmas de uma molécula diatômica onde 𝑚 = 𝑀, temos 𝜇 = 2 .
Assim, a frequência vibracional será 𝜈
=

2.

1
240
≈ 9,63 𝑇𝐻𝑧

10−3
2𝜋 79
( 2 )·
6,022 × 1023

Considere uma molécula de 𝐻𝐼 vibrando como um átomo de 𝐼 imóvel e um átomo de 𝐻 que
oscila aproximando-se e afastando-se do átomo de 𝐼. Sendo que a constante de força de
ligação do 𝐻𝐼 igual a 314 𝑁 · 𝑚−1, calcule (a) a frequência de vibração da molécula e (b) o
comprimento de onda necessário para excitar a molécula para a vibração. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢
çã𝑜
a) Como 𝐼 está imóvel, não há necessidade de considerar o modelo de massa reduzida.
Assim, a frequência vibracional será: 𝜈
=

1 𝑘

1

=
2𝜋 𝑚𝐻 2𝜋 √

314
≈ 69,2 𝑇𝐻𝑧
1 × 10−3
(6,022 × 1023 )

b) O comprimento de onda de um fóton necessário para excitar a molécula para a
vibração deve condizer com a energia do mesmo que será transferida com aquela
frequência. Ou seja, como um fóton viaja na velocidade da luz, temos que: 𝜆
=

Fernando Freitas Alves 𝑐

2,998 × 108

= 4,33 𝜇𝑚 𝜈
69,2 × 1012

fernando.freitas@aluno.ufabc.edu.br

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aplicando na equação de Schrödinger para um oscilador harmônico simples onde 𝑑𝑉 = −𝑑𝑊 ∫ 𝑑𝑉 = − ∫ 𝑑𝑊 𝑉 = −𝑊 𝑉 = − (− ∫ 𝐹(𝑥)𝑑𝑥) tal que a força que uma “mola” aplica é proporcional ao deslocamento. 𝐹 = 𝑘𝑥: 𝑉 = ∫ 𝑘𝑥 𝑑𝑥 1 𝑉 = 𝑘𝑥 2 2 temos − ℏ2 𝑑2 𝜓1 (𝑥) 1 2 + 𝑘𝑥 𝜓1 (𝑥) = 𝐸𝜓1 (𝑥) 2𝑚 𝑑𝑥 2 2 − − ℏ2 2 2 1 (𝛼 𝑥 − 3𝛼) + 𝑘𝑥 2 = 𝐸 2𝑚 2 𝛼 2 ℏ2 2 3𝛼ℏ2 1 2 𝑥 + + 𝑘𝑥 − 𝐸 = 0 2𝑚 2𝑚 2 𝑚𝑘 − 𝛼 2 ℏ2 2 3𝛼ℏ2 𝑥 + −𝐸 =0 2𝑚 2𝑚 Perceba que ( 𝑚𝑘 − 𝛼 2 ℏ2 2 3𝛼ℏ2 − 𝐸) = 0𝑥 2 + 0 )𝑥 + ( 2𝑚 2𝑚 Assim. ou seja.br 25/05/13 – pág.5.freitas@aluno. 2/16 . Atômicas e Moleculares 3. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 Para 𝜓1 (𝑥). Verifique que UFABC 1/4 2 4𝛼 3 ) 𝑥𝑒 −𝛼𝑥 /2 𝜋 𝜓1 (𝑥) = ( Resolução da Lista 02 (Geral) v1. resultamos com o seguinte sistema: 𝑚𝑘 − 𝛼 2 ℏ2 =0 2𝑚 3𝛼ℏ2 { 2𝑚 − 𝐸 = 0 Fernando Freitas Alves fernando.ufabc.edu.BC0104: Int. temos: 1/4 𝑑𝜓1 (𝑥) 4𝛼 3 =( ) 𝑑𝑥 𝜋 (1 − 𝛼𝑥 2 )𝑒 −𝛼𝑥 2 /2 = (𝑥 −1 − 𝛼𝑥)𝜓1 (𝑥) 𝑑2 𝜓1 (𝑥) = [−𝑥 −2 − 𝛼 + (𝑥 −1 − 𝛼𝑥)2 ]𝜓1 (𝑥) = (𝛼 2 𝑥 2 − 3𝛼)𝜓1 (𝑥) 𝑑𝑥 2 Assim.1 𝛼 1/4 𝜓2 (𝑥) = (4𝜋) e (2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 2 /2 satisfazem a equação de Schrödinger para o oscilador harmônico.

temos: 𝛼 1/4 2 𝜓2 (𝑥) = ( ) (2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 4𝜋 𝑑𝜓2 (𝑥) 𝛼 1/4 5𝛼𝑥 − 2𝛼 2 𝑥 3 2 = ( ) (5𝛼𝑥 − 2𝛼 2 𝑥 3 )𝑒 −𝛼𝑥 /2 = ( ) 𝜓2 (𝑥) 𝑑𝑥 4𝜋 2𝛼𝑥 2 − 1 𝑑2 𝜓2 (𝑥) 𝛼 1/4 2 = ( ) (5𝛼 − 11𝛼 2 𝑥 2 + 2𝛼 3 𝑥 4 )𝑒 −𝛼𝑥 /2 2 𝑑𝑥 4𝜋 (𝛼 2 𝑥 2 − 5𝛼)(2𝛼𝑥 2 − 1) 5𝛼 − 11𝛼 2 𝑥 2 + 2𝛼 3 𝑥 4 (𝑥) =( =( ) 𝜓2 ) 𝜓2 (𝑥) 2𝛼𝑥 2 − 1 2𝛼𝑥 2 − 1 = (𝛼 2 𝑥 2 − 5𝛼)𝜓2 (𝑥) Assim. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. aplicando na equação de Schrödinger para um oscilador harmônico simples onde − ℏ2 2 2 1 (𝛼 𝑥 − 5𝛼) + 𝑘𝑥 2 = 𝐸 2𝑚 2 𝑚𝑘 − 𝛼 2 ℏ2 2 5𝛼ℏ2 𝑥 + −𝐸 =0 2𝑚 2𝑚 𝑚𝑘 − 𝛼 2 ℏ2 =0 2𝑚 5𝛼ℏ2 { 2𝑚 − 𝐸 = 0 𝛼 2 ℏ2 = 𝑚𝑘 5𝛼ℏ2 { 𝐸= 2𝑚 Fernando Freitas Alves fernando.br 25/05/13 – pág.5. para 𝜓2 (𝑥). 3/16 .edu.BC0104: Int. 𝜔 = √𝑘/𝑚 3 𝑚𝜔 ℏ2 𝐸= ( ) 2 ℏ 𝑚 𝑚𝜔 𝛼= ℏ { 3 𝐸 = ℏ𝜔 2 Perceba que a energia do oscilador encontrada é a energia referente ao primeiro estado quantizado: 1 𝐸 = (1 + ) ℏ𝜔 2 𝐸 = 𝐸1 ∎ Analogamente.freitas@aluno.ufabc.1 𝛼 2 ℏ2 = 𝑚𝑘 3𝛼ℏ2 { 𝐸= 2𝑚 𝛼= { √𝑚𝑘 √𝑚(𝑚𝜔 2 ) 𝑚𝜔 = = ℏ ℏ ℏ .

Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. Mostre para o oscilador harmônico que: ∞ 5 ℏ 2 (𝜇𝑘)1/2 −∞ ∞ 5 〈𝑝2 〉 = ∫ 𝜓2∗ (𝑥)𝑝̂ 2 𝜓2 (𝑥)𝑑𝑥 = ℏ(𝜇𝑘)1/2 2 −∞ 〈𝑥 2 〉 = ∫ 𝜓2∗ (𝑥)𝑥 2 𝜓2 (𝑥)𝑑𝑥 = 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 Como 𝛼 1/4 2 𝜓2 (𝑥) = ( ) (2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 4𝜋 temos que ∞ 〈𝑥 2 〉 = ∫ 𝜓2∗ (𝑥)𝑥 2 𝜓2 (𝑥)𝑑𝑥 −∞ 𝛼 ∞ 2 2 ∫ 𝑥 (2𝛼𝑥 2 − 1)2 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 〈𝑥 2 〉 = √ 𝛼 ∞ 2 ∫ (4𝛼 2 𝑥 6 − 4𝛼𝑥 4 + 𝑥 2 )𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 〈𝑥 2 〉 = √ ∞ ∞ ∞ 𝛼 2 2 2 (4𝛼 2 ∫ 𝑥 6 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 − 4𝛼 ∫ 𝑥 4 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 + ∫ 𝑥 2 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 ) ► 4𝜋 −∞ −∞ −∞ 〈𝑥 2 〉 = √ 𝛼 15 𝜋 3 𝜋 1 𝜋 [4𝛼 2 ( 3 √ ) − 4𝛼 ( 2 √ ) + ( √ )] 4𝜋 8𝛼 𝛼 4𝛼 𝛼 2𝛼 𝛼 〈𝑥 2 〉 = √ 〈𝑥 2 〉 = √ 𝛼 15 3 1 𝜋 ( − + )√ 4𝜋 2𝛼 𝛼 2𝛼 𝛼 1 15 − 6 + 1 〈𝑥 2 〉 = ( ) 2 2𝛼 10 5 〈𝑥 2 〉 = = 4𝛼 2𝛼 Tomando 𝛼 = 𝑚𝜔/ℏ . temos 〈𝑥 2 〉 = Fernando Freitas Alves 5 ℏ 2 𝑚𝜔 fernando.BC0104: Int. 4/16 .edu.5.freitas@aluno.1 𝛼 = √𝑚𝑘/ℏ = 𝑚𝜔/ℏ { 5 𝑚𝜔 ℏ2 5 𝐸= ( ) = 𝜔ℏ 2 ℏ 𝑚 2 1 𝐸 = (2 + ) ℏ𝜔 2 𝐸 = 𝐸2 ∎ 4.ufabc.br 25/05/13 – pág.

BC0104: Int. Atômicas e Moleculares UFABC 〈𝑥 2 〉 = Resolução da Lista 02 (Geral) v1.br 25/05/13 – pág.5.ufabc. 5/16 .1 5 ℏ 2 𝑚√𝑘/𝑚 〈𝑥 2 〉 = 5 ℏ 2 √𝑚𝑘 Considerando que a massa 𝑚 é dada pela massa reduzida 𝜇.freitas@aluno.edu. ∞ 〈𝑝2 〉 = ∫ 𝜓2∗ (𝑥)𝑝̂ 2 𝜓2 (𝑥)𝑑𝑥 −∞ 𝛼 𝑑 2 2 2 −𝛼𝑥 2 /2 ∫ [(2𝛼𝑥 − 1)𝑒 ] [−𝑖ℏ ] [(2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 ]𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 𝑑𝑥 ∞ 〈𝑝2 〉 = √ 𝛼 ∞ 𝑑2 2 2 −𝛼𝑥 2 /2 ∫ [(2𝛼𝑥 − 1)𝑒 ] 2 [(2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 ]𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 𝑑𝑥 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ 𝛼 ∞ 𝑑 2 2 ∫ [(2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 ] [(5𝛼𝑥 − 2𝛼 2 𝑥 3 )𝑒 −𝛼𝑥 /2 ]𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 𝑑𝑥 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ 𝛼 ∞ 2 2 ∫ [(2𝛼𝑥 2 − 1)𝑒 −𝛼𝑥 /2 ][(5𝛼 − 11𝛼 2 𝑥 2 + 2𝛼 3 𝑥 4 )𝑒 −𝛼𝑥 /2 ]𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ 𝛼 ∞ 2 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ ∫ (−5𝛼 + 21𝛼 2 𝑥 2 − 24𝛼 3 𝑥 4 + 4𝛼 4 𝑥 6 )𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 4𝜋 −∞ 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ ∞ ∞ ∞ 𝛼 2 2 2 (−5𝛼 ∫ 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 + 21𝛼 2 ∫ 𝑥 2 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 − 24𝛼 3 ∫ 𝑥 4 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 4𝜋 −∞ −∞ −∞ ∞ 2 + 4𝛼 4 ∫ 𝑥 6 𝑒 −𝛼𝑥 𝑑𝑥 ) ► −∞ 𝛼 𝜋 1 𝜋 3 𝜋 15 𝜋 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ [−5𝛼 (√ ) + 21𝛼 2 ( √ ) − 24𝛼 3 ( 2 √ ) + 4𝛼 4 ( 3 √ )] 4𝜋 𝛼 2𝛼 𝛼 4𝛼 𝛼 8𝛼 𝛼 𝛼 21 15 𝜋 (−5𝛼 + 𝛼 − 18𝛼 + 𝛼) √ 4𝜋 2 2 𝛼 〈𝑝2 〉 = −ℏ2 √ 〈𝑝2 〉 = − ℏ2 −10 + 21 − 36 + 15 ( 𝛼) 2 2 5 〈𝑝2 〉 = ℏ2 𝛼 2 〈𝑝2 〉 = 5 ℏ2 𝑚𝜔 2 ℏ 5 〈𝑝2 〉 = ℏ𝑚√𝑘/𝑚 2 5 〈𝑝2 〉 = ℏ(𝑚𝑘)1/2 2 Fernando Freitas Alves fernando. resultamos com 〈𝑥 2 〉 = 5 ℏ 2 (𝜇𝑘)1/2 Analogamente.

edu.BC0104: Int.𝑚 resulta no autovalor: 𝐿2 𝑌ℓ. o que resulta em: 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉𝑚𝑖𝑛 = [ℓ(ℓ + 1) − ℓ2 ]ℏ2 = ℓℏ2 Logo.𝑚 Assim. se 𝑚 vai de −ℓ a +ℓ. se 𝑚 vai de −ℓ a +ℓ.br 25/05/13 – pág. o menor valor possível de 𝑚2 é 0. seus valores esperados são: 〈𝐿2 〉ℓ.𝑚 e o operado 𝐿𝑧 resulta no autovalor: 𝐿𝑧 𝑌ℓ. Para ℓ = 2.𝑚 = ℓ(ℓ + 1)ℏ2 𝑌ℓ.1 Considerando que a massa 𝑚 é dada pela massa reduzida 𝜇. o menor valor possível acontece quando 𝑚2 é máximo. quando ℓ = 2. ou seja.ufabc. 6/16 . ou seja. resultamos com 5 〈𝑝2 〉 = ℏ(𝑚𝑘)1/2 2 5. quando ℓ = 2. temos 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉𝑚𝑖𝑛 = 2ℏ2 (b) Analogamente.𝑚 = ℓ(ℓ + 1)ℏ2 〈𝐿𝑧 〉ℓ. temos que: 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉 = 〈𝐿2 − 𝐿2𝑧 〉 ⇒ 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉 = [ℓ(ℓ + 1) − 𝑚2 ]ℏ2 Assim. (a) qual é o menor valor possível de 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉? (b) Qual é o maior valor de 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉? (c) Qual é o valor de 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉 para 𝑚 = 1? É possível determinar o valor de 𝐿𝑥 ou 𝐿𝑦 a partir destes dados? Qual é o menor valor possível para 𝑛? 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 (a) Sabemos que o operador 𝐿2 aplicado na função do momento angular 𝑌ℓ.5. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. o que resulta em: 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉𝑚𝑎𝑥 = [ℓ(ℓ + 1) − 0]ℏ2 = (ℓ2 + ℓ)ℏ2 Logo.𝑚 = 𝑚ℏ𝑌ℓ. temos 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉𝑚𝑎𝑥 = 6ℏ2 Fernando Freitas Alves fernando. o maior valor possível acontece quando 𝑚2 é mínimo.freitas@aluno. o maior valor possível de 𝑚2 é ℓ2 .𝑚 = 𝑚ℏ Como 𝐿2 = 𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 + 𝐿2𝑧 .

basta resolver a equação 2𝜋 𝜋 ∞ ∗ ∫ ∫ ∫ 𝜓200 𝜓200 𝑟 2 sen 𝜃 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 = 1 0 Fernando Freitas Alves 0 0 fernando. 𝑙 = 0 e 𝑚 = 0: 𝜓200 = 𝐶200 (2 − 𝑍𝑟 −𝑍𝑟/2𝑎 0 ∶ )𝑒 𝑎0 (a) Mostre que a constante de normalização e dada por: 𝐶200 = 𝑍 3/2 ) √32𝜋 𝑎0 1 ( (b) Calcule a densidade de probabilidade 𝑃(𝑟) no ponto 𝑟 = 𝑎0 . Para o primeiro estado excitado para 𝑛 = 2.1 (c) Quando ℓ = 2 e 𝑚 = 1.freitas@aluno. temos: 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉 = [2(2 + 1) − 12 ]ℏ2 〈𝐿2𝑥 + 𝐿2𝑦 〉 = 5ℏ2 Apenas com estes dados não se pode obter 〈𝐿𝑥 〉 ou 〈𝐿𝑦 〉. como ℓ𝑚𝑎𝑥 = (𝑛 − 1). Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1.edu.5. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 (a) Para normalizar. o valor mínimo para 𝑛 é 3.BC0104: Int. pois se trata de uma soma vetorial onde o valor de um depende do valor de ambos quando o resultado é constante. 7/16 . Dado que ℓ = 2. 6.ufabc.br 25/05/13 – pág.

1 𝑍𝑟 2 −𝑍𝑟/𝑎 0 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 = 1 ) 𝑒 𝑎0 𝑍 𝑎0 𝑟 ⇔ 𝑟= 𝑢 𝑎0 𝑍 𝑍 𝑎0 𝑑𝑟 ⇔ 𝑑𝑟 = 𝑑𝑢 𝑎0 𝑍 𝑢→0 ⇔ 𝑟→0 𝑢→∞ ⇔ 𝑟→∞ 2𝜋 𝜋 ∞ 𝑎0 2 𝑎0 |𝐶200 |2 ∫ ∫ ∫ ( ) 𝑢2 sen 𝜃 (2 − 𝑢)2 𝑒 −𝑢 ( 𝑑𝑢) 𝑑𝜃 𝑑𝜑 = 1 𝑍 𝑍 0 0 0 2𝜋 |𝐶200 |2 𝜋 ∞ 𝑎0 3 ( ) ∫ 𝑑𝜑 ∫ sen 𝜃 𝑑𝜃 ∫ (𝑢4 − 4𝑢3 + 4𝑢2 )𝑒 −𝑢 𝑑𝑢 = 1 𝑍 0 0 0 ∞ |𝐶200 |2 ∞ ∞ 𝑎0 3 ( ) 4𝜋 (∫ 𝑢4 𝑒 −𝑢 𝑑𝑢 − 4 ∫ 𝑢3 𝑒 −𝑢 𝑑𝑢 + 4 ∫ 𝑢2 𝑒 −𝑢 𝑑𝑢) = 1 ► 𝑍 0 0 0 𝑎0 3 |𝐶200 |2 ( ) 4𝜋(4! − 4 · 3! + 4 · 2!) = 1 𝑍 𝑎0 3 |𝐶200 |2 ( ) 32𝜋 = 1 𝑍 𝐶200 = 𝑍 3/2 ( ) ∎ √32𝜋 𝑎0 1 (b) A densidade de probabilidade 𝑃(𝑎0 ) é dada por: 2𝜋 𝜋 ∗ 𝑃(𝑎0 ) = ∫ ∫ 𝜓200 𝜓200 𝑎0 2 sen 𝜃 𝑑𝜃 𝑑𝜑 0 0 3 𝑃(𝑎0 ) = 1 𝑍 𝑍𝑎0 2 −𝑍𝑎 /𝑎 𝑍3 (2 − 𝑍)2 𝑒 −𝑍 ( ) 4𝜋𝑎0 2 (2 − ) 𝑒 0 0= 32𝜋 𝑎0 𝑎0 8𝑎0 Caso 𝑍 = 1. temos: 𝑃(𝑎0 ) = Fernando Freitas Alves 𝑒 −1 8𝑎0 fernando.ufabc. 8/16 . Atômicas e Moleculares UFABC 2𝜋 𝜋 ∞ |𝐶200 |2 ∫ ∫ ∫ 𝑟 2 sen 𝜃 (2 − 0 0 0 𝑢= 𝑑𝑢 = Resolução da Lista 02 (Geral) v1.edu.BC0104: Int.br 25/05/13 – pág.freitas@aluno.5.

edu. calculando 〈𝑟〉21 onde 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 sen 𝜃 𝑒 𝑖𝜑 . ) 𝑟𝑒 𝑎0 8√𝜋 𝑎0 1 𝜓211 = ( temos 2𝜋 𝜋 ∞ ∗ 〈𝑟〉21 = ∫ ∫ ∫ 𝜓211 𝑟 𝜓211 𝑟 2 sen 𝜃 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 0 2𝜋 𝜋 ∞ 0 0 2 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 sen 𝜃] 𝑟 3 sen 𝜃 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 = ∫ ∫∫ [ ( ) 𝑟𝑒 𝑎0 8√𝜋 𝑎0 〈𝑟〉21 0 1 0 0 2𝜋 〈𝑟〉21 𝜋 ∞ 1 𝑍 5 = ( ) ∫ 𝑑𝜑 ∫ sen3 𝜃 𝑑𝜃 ∫ 𝑟 5 𝑒 −𝑍𝑟/𝑎0 𝑑𝑟 ► ► 64𝜋 𝑎0 0 0 0 𝜋 𝜋 〈𝑟〉21 2𝜋 𝑍 5 sen3−1 𝜃 cos 𝜃 3−1 𝑎0 6 = ( ) (− | + ∫ sen 𝜃 𝑑𝜃 ) [( ) 5!] 64𝜋 𝑎0 3 3 𝑍 0 0 𝜋 〈𝑟〉21 120 𝑎0 2 = (− cos 𝜃 | ) 32 𝑍 3 0 〈𝑟〉21 = 15 𝑎0 4 4 𝑍 3 〈𝑟〉21 = Fernando Freitas Alves 5𝑎0 ∎ 𝑍 fernando.BC0104: Int. temos 22 𝑎0 1 1(1 + 1) 5𝑎0 ]} = {1 + [1 − 2 𝑍 2 2 𝑍 〈𝑟〉21 = Por outro lado.5.br 25/05/13 – pág. (b) O valor médio de 𝑟 2 para o átomo de hidrogênio de uma forma geral é dado por 〈𝑟 2 〉𝑛𝑙 1 𝑙(𝑙 + 1) − 3 𝑛4 𝑎02 3 = 2 {1 + [1 − ]} 𝑍 2 𝑛2 Verifique a fórmula explicitamente para o orbital 𝜓210.freitas@aluno.ufabc.1 (a) O valor médio de 𝑟 para o átomo de hidrogênio de uma forma geral é dado por: 〈𝑟〉𝑛𝑙 = 𝒏𝟐 𝒂𝟎 1 𝑙(𝑙 + 1) ]} {1 + [1 − 𝒁 2 𝑛2 Verifique a fórmula explicitamente para o orbital 𝜓211. UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. 9/16 . 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 (a) Para 𝑛 = 2 e 𝑙 = 1. Atômicas e Moleculares 7.

calculando 〈𝑟 2 〉21 onde 𝜓210 = 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 cos 𝜃 .BC0104: Int. ( ) 𝑟𝑒 𝑎0 4√2𝜋 𝑎0 1 temos 2𝜋 𝜋 ∞ 〈𝑟 2 〉21 ∗ = ∫ ∫ ∫ 𝜓211 𝑟 2 𝜓211 𝑟 2 sen 𝜃 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 0 2𝜋 𝜋 ∞ 〈𝑟 2 〉 21 0 0 2 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 cos 𝜃] 𝑟 4 sen 𝜃 𝑑𝑟 𝑑𝜃 𝑑𝜑 = ∫ ∫∫ [ ( ) 𝑟𝑒 𝑎0 4√2𝜋 𝑎0 0 1 0 0 2𝜋 〈𝑟 2 〉21 𝜋 ∞ 1 𝑍 5 = ( ) ∫ 𝑑𝜑 ∫ sen 𝜃 cos 2 𝜃 𝑑𝜃 ∫ 𝑟 6 𝑒 −𝑍𝑟/𝑎0 𝑑𝑟 ► 32𝜋 𝑎0 0 〈𝑟 2 〉21 = 0 𝜋 0 1 𝑍 5 𝑎0 7 ( ) 2𝜋 ∫ sen 𝜃 (1 − sen2 𝜃)𝑑𝜃 [( ) 6!] 32𝜋 𝑎0 𝑍 0 𝜋 〈𝑟 2 〉21 𝜋 720 𝑎0 2 = ( ) (∫ sen 𝜃 𝑑𝜃 − ∫ sen3 𝜃 𝑑𝜃 ) ► 16 𝑍 0 〈𝑟 2 〉21 = 0 720 𝑎02 4 (2 − ) 2 16 𝑍 3 〈𝑟 2 〉21 = 45 〈𝑟 2 〉21 = Fernando Freitas Alves 𝑎02 2 𝑍2 3 30𝑎02 ∎ 𝑍2 fernando.freitas@aluno.br 25/05/13 – pág.edu. temos 〈𝑟 2 〉21 1 1(1 + 1) − 3 24 𝑎02 3 30𝑎02 = 2 {1 + [1 − = ]} 𝑍 2 22 𝑍2 Por outro lado.ufabc. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. 10/16 .1 (b) Para 𝑛 = 2 e 𝑙 = 1.5.

Atômicas e Moleculares 8. UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. 𝜃. são dadas por: 𝜓210 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 cos 𝜃 = ( ) 𝑟𝑒 𝑎0 4√2𝜋 𝑎0 = (2 cos 𝜃) 𝛿1 (𝑟) 1 𝑍 3/2 𝑍 −𝑍𝑟/2𝑎 0 sen 𝜃 𝑒 ±𝑖𝜑 ) 𝑟𝑒 𝑎0 8√𝜋 𝑎0 = (√2 sen 𝜃) 𝑒 ±𝑖𝜑 𝛿1 (𝑟) 𝜓21±1 = onde 𝛿1 (𝑟) = 8 1 ( 1 𝑍 2 ( ) 𝑟𝑒 −𝑍𝑟/2𝑎0 √2𝜋 𝑎0 .ufabc. para cada 𝑚 = −2.2. temos que as 3 possíveis autofunções de onda do elétron nesses orbitais. são dadas por: 𝑍 3/2 𝑍 2 2 −𝑍𝑟/3𝑎 0 (3 cos 2 𝜃 − 1) 𝜓320 = ( ) 𝑟 𝑒 𝑎02 81√6𝜋 𝑎0 = (6 cos2 𝜃 − 2) 𝛿2 (𝑟) 1 Fernando Freitas Alves fernando. 𝜑) = (4 cos 𝜃 + 2 × 2 sen2 𝜃) 𝛿12 (𝑟) 𝑑𝑉 2 𝑑𝑃(𝑟.BC0104: Int. calculando o diferencial da densidade de probabilidade da soma das autofunções.freitas@aluno. a soma das autofunções de onda dos orbitais 2𝑝 são esfericamente simétricas. 𝜃.br 25/05/13 – pág. temos: 1 2 𝑑𝑃(𝑟. 0. 𝜑) = 4(sen2 𝜃 + cos2 𝜃) 𝛿12 (𝑟) 𝑑𝑉 𝑑𝑃(𝑟) = 4𝛿12 (𝑟) 𝑑𝑉 Como a variação da densidade de probabilidade encontrada não depende de nenhuma variação de 𝜃 ou 𝜑. (b) Analogamente. 0.edu. −1. 𝜑) = ∑ 𝜓21𝑚 𝑑𝑉 𝑚=−1 𝑑𝑃(𝑟. 𝜃. temos que as 5 possíveis autofunções de onda do elétron nesses orbitais. 1. 1. 11/16 .5. (b) Mostre que a densidade de probabilidade dos orbitais 3𝑑 é esfericamente simétrico 2 avaliando ∑2𝑚=−2 𝜓32𝑚 .1 (a) Mostre que a densidade de probabilidade dos orbitais 2𝑝 é esfericamente simétrico 2 avaliando ∑1𝑚=−1 𝜓21𝑚 . para os orbitais 3𝑑 que possuem números quânticos 𝑛 = 3 e 𝑙 = 2. Assim. para cada 𝑚 = −1. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 (a) Como os orbitais 2𝑝 possuem números quânticos 𝑛 = 2 e 𝑙 = 1.

1 𝑍 3/2 𝑍 2 2 −𝑍𝑟/3𝑎 0 sen 𝜃 cos 𝜃 𝑒 ±𝑖𝜑 ( ) 𝑟 𝑒 𝑎02 81√𝜋 𝑎0 1 = (2√6 sen 𝜃 cos 𝜃) 𝑒 ±𝑖𝜑 𝛿2 (𝑟) 𝜓32±2 = 𝑍 3/2 𝑍 2 2 −𝑍𝑟/3𝑎 0 sen2 𝜃 𝑒 ±2𝑖𝜑 ( ) 𝑟 𝑒 𝑎02 162√𝜋 𝑎0 1 = (√6 sen2 𝜃) 𝑒 ±2𝑖𝜑 𝛿2 (𝑟) 1 onde 𝛿2 (𝑟) = 162 𝑍 3 ( ) 𝑟 2 𝑒 −𝑍𝑟/3𝑎0 .br 25/05/13 – pág. 12/16 .BC0104: Int. 𝜑) = ((6 cos 𝜃 − 2) + 2 × 24 sen2 𝜃 cos2 𝜃 + 2 × 6 sen4 𝜃) 𝛿22 (𝑟) 𝑑𝑉 2 2 𝑑𝑃(𝑟. 𝜃. 𝜃.freitas@aluno. 𝜑) = 4 × (9 cos 4 𝜃 − 6 cos2 𝜃 + 1 + 12 sen2 𝜃 cos2 𝜃 + 3 sen4 𝜃) 𝛿22 (𝑟) 𝑑𝑉 12 sen2 𝜃 cos 2 𝜃 = = 6 sen2 𝜃 cos 2 𝜃 + 6 sen2 𝜃 cos 2 𝜃 = 6 sen2 𝜃 (1 − sen2 𝜃) + 6(1 − cos2 𝜃) cos 2 𝜃 = 6 sen2 𝜃 + 6 cos 2 𝜃 − 6 sen4 𝜃 − 6 cos 4 𝜃 𝑑𝑃(𝑟. 6𝜋 𝑎 √ 0 Assim.edu. 𝜑) = 4 × (3 cos 4 𝜃 − 3 sen4 𝜃 + 6 sen2 𝜃 + 1) 𝛿22 (𝑟) 𝑑𝑉 cos4 𝜃 = (1 − sen2 𝜃)2 = 1 − 2 sen2 𝜃 + sen4 𝜃 𝑑𝑃(𝑟.5. temos: 2 2 𝑑𝑃(𝑟. 𝜃. 𝜑) = ∑ 𝜓32𝑚 𝑑𝑉 𝑚=−2 𝑑𝑃(𝑟. 𝜑) = 4 × 4 𝛿22 (𝑟) 𝑑𝑉 Como a variação da densidade de probabilidade encontrada não depende de nenhuma variação de 𝜃 ou 𝜑. Fernando Freitas Alves fernando.ufabc. 𝜃. Atômicas e Moleculares UFABC 𝜓32±1 = Resolução da Lista 02 (Geral) v1. a soma das funções de onda dos orbitais 3𝑑 são esfericamente simétricas. 𝜃. calculando o diferencial da densidade de probabilidade da soma das autofunções.

freitas@aluno.ufabc.edu. enquanto que o número de nós angulares depende da geometria dos lóbulos. (b) 3𝑠. (c) 3𝑑. Atômicas e Moleculares 9. 𝑙 = 0 ⇒ 𝐿 = 0 𝑛ó𝑠 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑠 = 0 𝑛ó𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 = 0 (b) 3𝑠 → 𝑛 = 3.BC0104: Int. (f) Qual é o elemento químico que possui a configuração (g) 1𝑠 2 2𝑠 2 2𝑝6 3𝑠 2 3𝑝2 e (h) 1𝑠 2 2𝑠 2 2𝑝6 3𝑠 2 3𝑝6 4𝑠 2 .br 25/05/13 – pág. 𝑙 = 0 ⇒ 𝐿 = 0 𝑛ó𝑠 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑠 = 2 𝑛ó𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 = 0 Fernando Freitas Alves fernando. 13/16 .5.1 Qual é o momento angular orbital (na forma de múltiplos de ℏ) dos orbitais (a) 𝐼𝑠. dado por 𝑙. UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1. (d) 2𝑝. (a) 1𝑠 → 𝑛 = 1. (e) 3𝑝? Dê os números de nós angulares e radiais em cada caso. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 O momento angular orbital de um elétron em um átomo de hidrogênio é dado por: 𝐿2 = 𝑙(𝑙 + 1)ℏ2 O número de nós radiais é definido pela energia do orbital e é dado por 𝑛 − (𝑙 + 1).

𝑙 = 1 ⇒ 𝐿 = √2 ℏ 𝑛ó𝑠 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑠 = 0 𝑛ó𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 = 1 (e) 3𝑝 → 𝑛 = 3. 𝑙 = 2 ⇒ 𝐿 = √6 ℏ 𝑛ó𝑠 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑠 = 0 𝑛ó𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 = 2 (d) 2𝑝 → 𝑛 = 2.1 (c) 3𝑑 → 𝑛 = 3. 14/16 .freitas@aluno.ufabc.edu. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1.5. 𝑙 = 1 ⇒ 𝐿 = √2 ℏ 𝑛ó𝑠 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑠 = 1 𝑛ó𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 = 1 Fernando Freitas Alves fernando.BC0104: Int.br 25/05/13 – pág.

𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 Os valores possíveis da componente 𝑧 são quantizados de acordo com 𝐿𝑧 = 𝑚ℏ . + ℏ. + 2ℏ (b) Para um elétron no orbital 𝑓 de um átomo de hidrogênio. +3ℏ Fernando Freitas Alves fernando.5. − 2ℏ.ufabc. onde 𝑚 pode ter valores de – 𝑙 a 𝑙. 15/16 . temos ℓ = 2. Determine os valores possíveis da componente 𝑧 do momento angular orbital (a) de um elétron 𝑑. − ℏ. + ℏ. Logo: 𝐿𝑧 = −2ℏ.1 (f) 1𝑠 2 2𝑠 2 2𝑝6 3𝑠 2 3𝑝2 = [𝑁𝑒]3𝑠 2 3𝑝2 = 𝑆𝑖 (g) 1𝑠 2 2𝑠 2 2𝑝6 3𝑠 2 3𝑝6 4𝑠 2 = [𝐴𝑟]4𝑠 2 = 𝐶𝑎 10.br 25/05/13 – pág. Logo: 𝐿𝑧 = −3ℏ. + 2ℏ. (a) Para um elétron no orbital 𝑑 de um átomo de hidrogênio. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1.BC0104: Int. temos ℓ = 3. 0.edu. (b) de um elétron 𝑓. 0.freitas@aluno. − ℏ.

ufabc. 𝑅𝑒𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 A degenerescência 𝒹 de um nível atômico para um elétron em um átomo de hidrogênio é o número de estados quânticos que possuem mesma energia correspondente.freitas@aluno. (c) − 49 ℎ𝑐𝑅𝐻 . sua degenerescência é 𝒹 = 98 .5. sua degenerescência é 𝒹 = 18 . (c) 𝐸𝑛 = − 1 ℎ𝑐𝑅𝐻 49 ⇒ 𝑛2 = 49 Logo. 2𝑛2 (basta contar todos os estados quânticos ℓ e 𝑚 possíveis). se contarmos o spin.BC0104: Int. onde 𝑅𝐻 é a constante de Rydberg.1 11. em relação a um único estado quântico 𝑛. Atômicas e Moleculares UFABC Resolução da Lista 02 (Geral) v1.br 25/05/13 – pág. Dê a degenerescência dos níveis no átomo de hidrogênio que tem energia (a) −ℎ𝑐𝑅𝐻 . 1 1 (b) − 9 ℎ𝑐𝑅𝐻 . 16/16 . Fernando Freitas Alves fernando.edu. (b) 1 𝐸𝑛 = − ℎ𝑐𝑅𝐻 9 ⇒ 𝑛2 = 9 Logo. Ou seja. sua degenerescência será. sua degenerescência é 𝒹 = 2 . A energia para o átomo de hidrogênio é dada por: 𝐸𝑛 = − 𝜇𝑒 4 8𝜀02 ℎ2 𝑛2 A constante de Rydberg é dada por: 𝑅∞ = 𝜇𝑒 4 8𝜀02 ℎ3 𝑐 (a) 𝐸𝑛 = − ⇒− 𝜇𝑒 4 = −ℎ𝑐𝑅𝐻 8𝜀02 ℎ2 𝑛2 𝜇𝑒 4 𝜇𝑒 4 = −ℎ𝑐 8𝜀02 ℎ2 𝑛2 8𝜀02 ℎ3 𝑐 ⇒ 𝑛2 = 1 Logo.