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PSICOLOGIA DA SAÚDE – DELIMITAÇÃO TEÓRICA E METODOLÓGICA Considerações iniciais Esta parte da apostila foi composta para procurar compensar

o fato de que as definições sobre o que cai ou não no concurso não estão claros, como se pode ver no item acima. Desta forma a seguinte estratégia foi adotada. Em primeiro lugar a apresentação de questões a respeito do assunto em pauta elaboradas pela fundação que organizará o concurso. Elas se mostram muito mais interpretativas do que efetivamente valorativas de aspectos do conhecimento a respeito da psicologia da sa de. ! segunda parte da estratégia consiste em apresentar os conte dos mais comuns que caem nos concursos da área como, por e"emplo, o trabalho do psic#logo em equipes multiprofissionais, as questões sobre sa de mental, os conceitos a respeito da sa de, as formas de intervenção do psic#logo e os locais em que tais formas se dão na área. !lém das questões da $%&'(E)*! ao final encontram+se também mais questões que visam complementar os estudos. IN CIO (amos iniciar vendo questões sobre a área ,á elaboradas pela $undação %niversa sobre o assunto aqui tratado.+ /$%&'(E)*01 0 uso abusivo de drogas l2citas e il2citas constitui um dos problemas que pode trazer da nos 3 sa de mental. 0 diagn#stico precoce pode a,udar no tratamento e progn#stico. &o entanto, esse diagn#stico é dif2cil, uma vez que é difuso o conceito do alcoolismo e sua e"ist4ncia coabita com outros transtornos ps2quicos, tendo, assim, uma etiologia diversificada. Diante desse conte"to, o psic#logo deve, inicialmente, /!1 buscar dados ,unto a uma equipe multiprofissional. /51 realizar um psicodiagn#stico com base, e"clusivamente, em testes de personalidade. /61 fazer entrevista com os familiares. /D1 apoiar+se nos dados do D7*+''' para fazer o diagn#stico, pois é o método mais confiável. /E1 diagnosticar a etapa da doença para avaliar a gravidade do transtorno e seu progn#stico. 0 primeiro assunto que aparece nos engana inicialmente, pois dá a impressão de que será tratado o assunto do uso abusivo de drogas e seus impactos sobre a sa de mental. 0 cabeçalho da questão, que inicia sobre o uso abusivo de drogas l2citas e il2citas e se transforma, sem qualquer aviso, numa questão que parece que irá tratar a respeito do alcoolismo. &ão trata de nenhuma dessas coisas. &enhuma das alternativas dá conta de qualquer parte da prática do psic#logo com dependentes ou usuários de drogas ou de álcool. !o contrário, como nos parece de pra"e para a fundação, as alternativas são superficiais e não tem muita relação com o comando. &uma análise das alternativas, se iniciando pela 8E9, parece que é aquela que poderia ser correta, porém, no mesmo comando da questão se afirma que essa questão do uso de drogas possui uma 8etiologia diversificada9 logo diagnosticar a etapa da doença, algo em si ,á muito dif2cil e que se constr#i com o tempo, parece inadequado para uma primeira ação, que é o assunto da questão. !s alternativas 8b9 e 8d9 podem ser rapidamente e"clu2das por conter palavras que possuem significado absoluto e simplificador, como 8e"clusivamente9 e 8método mais confiável9. ! psicologia raramente convive com tais e"pressões. ! alternativa 8c9 trata do mane,o com a fam2lia, que pode ocorrer, porém de forma muito circunstancial, inadequado para o conte"to de prova. ! alternativa correta, a letra 8a9, é um assunto muito comum nas provas de psicologia ligadas 3 sa de, a equipe multiprofissional, que será tratado ap#s análise da pr#"ima questão. :+ /$%&'(E)*01 !s equipes multiprofissionais apresentam diversas dificuldades em atingir seus ob,etivos, quando as questões institucionais se sobrepõem 3s dimensões técnicas. ;or isso, uma intervenção psicossocial nessa equipe deve ser guiada prioritariamente por princ2pios que valorizam /!1 a competição e os conflitos entre as equipes de trabalho. /51 a inovação organizacional. /61 o fortalecimento do coletivo e da cooperação. /D1 os 2ndices de satisfação no trabalho. /E1 as estratégias de gestão de pessoas.

o que iria ao encontro de uma perspectiva de um psic#logo em cont2nuo aprimoramento. Fuando envolvido em trabalhos com equipes multi. Diante de tantas questões sobre o assunto vamos aproveitar para estudar um pouco a atuação do psic#logo com equipes multiprofissionais. *eidl e 6osta /. ! partir desses resultados.etiva na comunicação e entendimento com os mesmos. que o interesse pelo trabalho em equipe multidisciplinar vem se fortalecendo. .ara ele. tanto de alcance como de técnica. desenvolve atividades de pesquisa e participa de eventos cient2ficos. &a trans. %ma discussão mais completa sobre as concepções de sa de pode ser encontrada mais adiante.a vista como necessária /6hiattone. ! interdisciplinaridade é amiga da transdisciplinaridade. espera+se que ele se.a capaz de se mostrar competente o suficiente para que sua prática se. várias disciplinas cooperam com um pro. :BBC. . em contraste com o modelo biomédico tradicional para o qual sa de é a aus4ncia de doença /0rganização . Esse modelo t4m ganho cada vez mais aceitação entre os profissionais da sa de pois estende imensamente a concepção de sa de. :BBBG 7oréet al. a grande diferença entre os tr4s é que o interdisciplinar e o multidisciplinar estão ainda presos 3s disciplinas. &a multi.am capazes de ultrapassar o desempenho técnico baseado em uma nica arte ou especialização.anamericana da *a de. ! princ2pio vamos diferenciar o interdisciplinar. da %$7?.eto com o seu método. a forma de diálogo é um ponto que necessita urgente de aperfeiçoamento.em estudo realizado na Esc#cia.EEE1 informaram que tais dificuldades diminuem quando o psic#logo é p#s+ graduado. grosso modo. inter ou transdisciplinares. )econheça+se. @ multidisciplinar quando e"istem vários profissionais atendendo o mesmo paciente de maneira independente. mas cada qual trabalhando um aspecto do ob. ou se. há situações em que uma disciplina nova adota métodos de uma outra mais antiga. segundo o ponto de vista do fil#sofo 'van Domingos.a essa outra definição! interação é interdisciplinar quando alguns especialistas discutem entre si a situação de um paciente sobre aspectos comuns a mais de uma especialidade. &a inter. 8d9 e 8e9 .. Iild et al. &esse modelo a sa de é definida como o bem+estar f2sico. /A0&EA0 e ?07E*. uma condição importante para o trabalho multidisciplinar do psic#logo é ter clareza em atribuições e de suas e"pectativas concernentes a sua especificidade profissional. (e. mental e social. DE+EB1.eto. poucos são os trabalhos que contemplam essa diferenciação. . Em contraste. contudo. há e"pectativas de que profissionais da sa de se. 'ndependente do termo empregado. tendo como base a crescente aceitação do modelo biopsicossocial de sa de.adas em con. p. Fuando as atribuições do psic#logo estão esclarecidas. quando membro de uma equipe que trabalha com sa de o psic#logo não assuma funções que são pr#prias da área de psicologia do trabalho as alternativas 8a9. Desta forma sobra apenas 3 alternativa 8c9 como a correta. &ão há nenhuma oposição.EEK1. o multidisciplinar e o transdisciplinar. a tentativa é a de instaurar uma metodologia unificada. ! base cultural da transdisciplinaridade é a interdisciplinaridade. *e o psic#logo é parte da equipe ele deve lidar também com as questões internas de conflito= 0u deve dei"ar essa tarefa para o profissional da área de )ecursos >umanos= Em que medida o psic#logo pode se autorizar a realizar uma intervenção numa equipe em que ele pr#prio é membro= 'maginando que.unto. Aomemos um e"emplo prático. @ transdisciplinar quando as ações são definidas e plane.á podem ser imediatamente eliminadas por serem afeitas 3 área que não é de interesse do processo seletivo em questão. &a prática.a. :BBH1. !o passo que o transdisciplinar quer ir além. %ma das dificuldades apontadas na relação do psic#logo com os membros deuma equipe que envolve vários tipos de profissionais é a aus4ncia de uma linguagemclara e ob. os autores conclu2ram que há necessidade dos psic#logos que atuam na área da sa de investirem em canais de comunicação que permitam divulgar e esclarecer o trabalho que realizam ou podem realizar em tais ambientes. 8b9.! intervenção psicossocial numa equipe multiprofissional é de dif2cil análise tendo em vista a aus4ncia de par<metros que o alcance da ação do profissional de psicologia teria dentro de tal equipe. /:BBJ1 verificaram que o bai"o 2ndice de encaminhamento para tratamento psicol#gico estava mais relacionado 3 falta de compreensão da prática do que 3 uma efetiva desconfiança dos métodos.

&a verdade. /51 atendimento das equipes de sa de multiprofissionais. Esses problemas causam alto absente2smo. Esta questão está mais pr#"ima da parte da prova que fala sobre o *%*.ustificação clara e ob. a criação de grupos de discussão entre colegas para compartilhar assuntos mais delicados /?arcia. . vamos ver agora uma outra questão da fundação que organizará o nosso concursoJ+ /$%&'(E)*!1 0 desenvolvimento de pol2tica e programas de prevenção de sa de mental requer do psic#logo a realização de /!1 pesquisas epidemiol#gicas. tais como o confronto com a morte do doente. e encontram nos colegas de outras formações subs2dios para a compreensão e atendimento dos casos em que estão atuando. dentre outros. o treino de técnicas de rela"amento para redução do estresse.o dessas situações. !parentemente esta é uma questão dif2cil porque apresenta várias alternativas que parecem viáveis 3 primeira vista.rofissionais de *a de relativamente aos aspectos psicol#gicos e comportamentais do doente.a disponibilização de espaços privados para os . podendo variar conforme a tradição profissional. quer para quem trata. a formação dos . para poderem ser bem e"ecutados. *ão compet4ncias voltadas para o trabalho em grupo e para a . por terem doentes e seus familiares sob sua responsabilidade.etiva de procedimentos técnicos pertencentes 3 dada especialidade. como vemos na alternativa 8e9. ! alternativa 8c9 revela algo indispensável 3 prática do psic#logo na área da sa de. /E1 atendimentos psicossociais 3 comunidade. no campo da . /D1 realização de psicoterapia breve.sicologia. 0s profissionais da equipe podem passar também por momentos e estresseantes e. situações eticamente comple"as e a e"posição cont2nua a morte.orém esta questão possui uma pegadinha comum 3s questões da $undação %niversa.rofissionais de *a de. quer sobre quem é tratado. . falhas. além de altas ta"as de suic2dio e sintomas psicossomáticos. :BBB1. o que pode gerar muita ansiedade no profissional. f2sicas e psicol#gicas. porém. não é uma conduta padrão. &este conte"to. a caracter2stica do grupo de trabalho e o tipo de intervenção /6hiattone. p<nico. . /61 atendimento psicol#gico e acompanhamento da fam2lia. a identificação e o confronto com sinais e sintomas disfuncionais de estresse. certamente precisam de atendimentos psicossociais 3 comunidade.EEE1. abandono da profissão. problemas familiares. &o entanto a atitude de buscar subs2dios e estabelecer diálogos. porém não . é fundamental conhecer esta realidade para se poder prevenir consequ4ncias negativas. apesar de necessária.utiliza certas palavras+chave na questão e coloca alternativas aparentemente relacionadas com o interesse da pergunta. Encerrada a discussão sobre equipes. !ssim. foi encontrada no conte do espec2fico de uma prova de . 0s relatos indicam que a sobrecarga. Estudos indicam que os centros de sa de e os hospitais constituem ambientes de trabalho muito e estresseantes para os que neles trabalham. em particular. o trabalho em equipe traz novos desafios inerentes 3 comunicação e a solidariedade dos profissionais. como náusea e taquicardia. redução da produtividade. .! organização ou mobilização de equipes está associada 3 comple"idade da demanda /6repaldi. por vezes.EEC1. cai nas mãos dos psic#logos o mane. ! atuação em equipes com vários tipos de profissionais também parece ser algo e"tremamente relevante. os profissionais se deparam com seus pr#prios limites. a ambiguidade de papéis.sicologia da *a de. &essas situações. a promoção de compet4ncias de comunicação com o paciente e respectiva fam2lia. constituem+se fatores relevantes na geração de estresse entre os membros da equipe. e ainda pode interferir na relação dos profissionais com os usuários dos sistemas de sa de.ol2ticas e programas de prevenção 3 sa de. depressão. e"igindo compet4ncias e habilidades que estão além de compet4ncias técnicas e conhecimentos te#ricos e práticos. 6omo consequ4ncia os profissionais apresentam ansiedade. t4m sido propostas diversas estratégias a serem implementadas nas instituições de sa de e com cada profissional. os trabalhos de urg4ncia. como nos indica a alternativa 8b9 /apesar da ambiguidade da redação da alternativa1. o desenvolvimento de compet4ncias necessárias para o trabalho em equipe e a promoção de apoio social. invalidez.

prostitutas.Q faz do hosp2cio o nico lugar apto a receber loucos. pass2vel de tratamento. que é muito bem trabalhada na obra de 7ichel $oucault /ver 80s &ormais9 e 8>ist#ria da Moucura9. Em .ECD. o louco passou a ser considerado doentio e. 0 tra. dei"ando a alternativa 8a9 como a nica poss2vel. com a proposta de 8!silamento 6ient2fico9 sob a influ4ncia da .orém. Evidentemente não havia também saberes técnico+cient2ficos sobre o assunto e a loucura foi tratada de diversas formas. em . barbaramente amarrados ou piormente alimentados. *e agitados punham+nos em algum cNmodo separado.siquiátrica no 5rasil. . mal nutridos pela caridade p blica. &os anos CB dá+se in2cio do processo de )eforma . o preconceito e o encarceramento forçado. /E1 ! organização familiar é uma variável antecedente das doenças mentais.respondem 3 pergunta em si. 0s mentecaptos pobres. &essa perspectiva. subordina sua internação ao parecer médico. &o 5rasil. /D1 0 esgotamento emocional é um sintoma de sofrimento ps2quico grave. estabelece a guarda provis#ria dos bens do alienado. &o momento em que a loucura se torna alvo. para tratamento daqueles reconhecidos como doentes mentais incharam com o recolhimento de toda gama de e"clu2dos /#rfãos.siquiatria !lemã e seus conceitos fundamentais. /51 !s doenças psicossomáticas são sintomas de doença mental. para os quais não havia quaisquer outras estruturas fora do >osp2cio. /.em.DDK entra em vigor a Mei 5rasileira do !lienado queG P. 0s agitados eram recolhidos 3s cadeias onde. HDH1. s# para ficar no começo. passando a ser incorporada pelo governo como forma de controle e e"clusão da população. 0 local passa então a ser apenas um 8dep#sito9 de gente mal quista ou vista na sociedade. assim. /!1 0 estresse pode causar doença mental. aldeias ou pelo campo entregues 3s chufas da garotada. os idiotas e os imbecis foram tratados de acordo com suas posses. a degeneresc4ncia e eugenia. e não sobre a e"ecução da mesma. SAÚDE MENTAL 0 conceito de loucura é uma construção historicamente determinada. recentemente estabelecida. se afigurava eficaz a via.. além de e"plorarem uma redação amb2gua. p.. a princ2pio.EB. assinale a alternativa incorreta. ob. 0s alienados. &esse momento também nasce 3 categoria do 8normal9. 0s abastados e relativamente tranquilos eram tratados em domic2lio e 3s vezes enviados para a Europa quando as condições f2sicas dos doentes o permitiam e nos parentes. se inicia o segundo momento da . determina a declaração dos loucos que estão sendo tratados em domic2lio. mendigos. fornecendo um ambiente calmo e regrado. muitos faleceram mais ou menos rapidamente /apud 60*A!+)0*!. 6onstituiu+se. 0 modelo de colNnias passou a ser copiado em várias capitais pelo 5rasil fazendo proliferar hospitais psiquiátricos e colNnias agr2colas para doentes mentais com a ideia de tratar e reeducar pelo trabalho.siquiatria cient2fica. regulamenta a posição central da psiquiatria no interior do hosp2cio. tranquilos. 6om o nascimento da . /61 ! sa de mental depende da eficácia das defesas do ego. no século L'L. por si ou por conselho médico. o saber sobre a loucura torna+se inst<ncia de controle social.1 Esta lei faz do psiquiatra a maior autoridade sobre a loucura. !ntes do século L'L não havia o conceito de doença mental nem uma divisão entre razão e loucura. o hosp2cio . conforme a intensidade da agitação.eto de saber de determinada ci4ncia a loucura passa a ser submetida a instrumentos de análise cient2fica e passa a .ustificar a e"clusão social.edro '' foi o primeiro lugar de e"erc2cio da ação terap4utica da psiquiatria. com vigil<ncia. os serviços criados. segundo 7edeiros /:BBH1. Em .1.eto hist#rico do )enascimento até a atualidade tem o sentido da progressiva separação e e"clusão da loucura do seio das e"peri4ncias sociais. soltos ou amarrados. Da2 a sua organização especial.. regulação de tempo e repressão. nacional e publicamente reconhecido /7achado et al.siquiatria 6ient2fica no 5rasil com a fundação do Ruqueri. vagueavam pela cidade. . ! partir do princ2pio do isolamento. etc. H+ /$%&'(E)*01 Fuanto 3 problemática da sa de mental.inel e Esquirol. ! questão é sobre o 8desenvolvimento de pol2tica9 /sic1.. o 7odelo !silar respaldado na proposta de tratamento moral formulada por . :BBO1. um processo contempor<neo ao 8movimento sanitário9. como consequ4ncia.

dos serviços de urg4ncia psiquiátrica ou egressos de internação hospitalar.*S6!.*i V são serviços para crianças e adolescentes. define e estrutura a porta de entrada para as internações psiquiátricas na rede do *%*. é realizada a ' 6onfer4ncia &acional de *a de 7ental no )io de Raneiro /5)!*'M.* como unidades de sa de locaisSregionalizadas que contam comum a população definida pelo n2vel local e que oferecem atendimento de cuidados intermediários entre o regime ambulatorial e a internação hospitalarG podem constituir+se também em porta de entrada da rede de serviços para as ações relativas 3 sa de mental e atendem também a pacientes referenciados de outros serviços de sa de. ! .ortaria define os &!. *.rograma &acional de !valiação do *istema >ospitalarS. em cidades de médio porte.ortariaS?7 JJK de . geralmente dispon2veis em grandes cidades. que atendem clientela adulta.ortariaS?7 nW :O. U 6!.ortaria ?7 ::HSE:. bem como dos usuários do serviço. U 6!. geralmente dispon2veis em cidades de médio porte. aos quais se somam outros profissionais do campo da sa de. o '' 6ongresso &acional do 7ovimento dos Arabalhadores da *a de 7ental.ustifiquem sua perman4ncia num . Aodos os tipos de 6!. enfermeiro. que adotou o lema 8.* da )ua 'tapeva /5)!*'M. de J. neuroses graves e demais quadros. ! .a severidade eSou persist4ncia .* '' + são serviços para cidades de médio porte e atendem durante o dia clientela adulta. Estabelece ainda que os hospitais psiquiátricos integrantes do *%* deverão ser avaliados por meio do . 'mportante mostrar que. defesa da sa de coletiva. reclassifica os hospitais psiquiátricos.* era a estrela do movimento. conhecido como 6!.ortaria ?7 ::HSE: pro2be a e"ist4ncia de espaços restritivos e e"ige que se.favor da mudança dos modelos de atenção e gestão nas práticas de sa de. Em .siquiatria. de que os manicNmios. e se iniciou uma luta por uma sociedade livre dessas instituições.or uma sociedade sem manicNmios9. e"istentes há décadas.* são compostos por equipes multiprofissionais. desenvolvimento de atividades coletivas e individuais.rofessor Muiz da )ocha 6erqueira.* marca o in2cio de uma nova forma de atendimento e atenção em sa de mental. com presença obrigat#ria de psiquiatra. U 6!. Esses eventos marcam o pensamento dos profissionais ligados 3 área. ! . ! estrutura f2sica dos 6!. que regulamentou o funcionamento de todos os serviços de sa de mental em acordo com as diretrizes das Meis 0rg<nicas do *istema Tnico de *a de. apesar dessa reivindicação e"istir há anos a grande dificuldade era propor um modelo em substituição. &este mesmo ano. psicoses. Ele é um lugar de refer4ncia e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais. %m 6entro de !tenção . eram um modelo ultrapassado.EDK foi inaugurado na cidade de *ão . e protagonismo dos trabalhadores e usuários dos serviços de sa de nos processos de gestão e produção de tecnologias de cuidado. que funcionam durante o dia.EDC aconteceu em 5auru. cu.* ad V são serviços para pessoas com problemas pelo uso de álcool ou outras drogas. U 6!. equidade na oferta dos serviços.sicossocial U 6!. de . crianças e adolescentes e pessoas com problemas devido ao uso de álcool e outras drogas1.*1 ou & cleo de !tenção .&!*> V .E de fevereiro de :BB: estabeleceu as modalidades dos 6entros de !tenção .* do 5rasil6entro de !tenção . Essa .* ' + são serviços para cidades de pequeno porte. Em março de . 0s &!.sicossocial é um serviço de sa de aberto e comunitário do *istema Tnico de *a de /*%*1.a resguardada a inviolabilidade da correspond4ncia dos pacientes internados e feito o registro adequado dos procedimentos diagn#sticos e terap4uticos efetuados nos pacientes.*S6!.* foram criados oficialmente a partir da . :BBH1.aneiro de :BB: estabelece diretrizes e normas para a assist4ncia hospitalar em psiquiatria.* deve ser compat2vel com o acolhimento.sicossocial . realização de oficinas de reabilitação e outras atividades necessárias a cada caso em particular.aulo o primeiro 6!. ! criação do primeiro 6!. psic#logo e assistente social.sicossocial /6!. que devem dar cobertura para toda clientela com transtornos mentais severos durante o dia /adultos.* ''' V são serviços :Hh. $unciona durante o dia. ineficiente e desumano de tratamento das doenças mentais. !gora o modelo dos 6!.descentralização e hierarquização. :BBO1.

rograma de !gentes 6omunitários de *a de1G Uregular a porta de entradada rede de assist4ncia em sa de mental de sua áreaG Ucoordenar .EDB1.* é oferecer atendimento 3 população de sua área de abrang4ncia.* se caracterizam por ocorrerem em ambiente aberto. Essa área vai unir várias contribuições espec2ficas de diversas áreas do conhecimento psicol#gico /psicologia cl2nica.untas de enfrentamento dos problemas. lazer.*$ /. ultrapassam a pr#pria estrutura f2sica. . 7as como funciona a prática de tal profissional= 7uitas são as poss2veis ações do psic#logo da sa de. 0s 6!.sicologia da *a de estuda o papel da psicologia como ci4ncia e como profissão nos dom2nios da sa de. . !ssim podemos chamar de psic#logos da sa de aqueles psic#logos que se direcionam para a compreensão da forma como os fatores biol#gicos. :BBE1. :BBB1. psicologia comunitária. 0s pro. psicologia social. trabalho. &aquela localidade os psic#logos organizaram reuniões com a comunidade para esclarecer aspectos sobre transtornos mentais. comportamentais e sociais influenciam a sa de e a doença. para a promoção e manutenção da sa de. personalizado e promotor de vida.sicologia da sa de= (amos observar duas definições distintas! psicologia da sa de é a aplicação dos conhecimentos e das técnicas psicol#gicas 3 sa de. potencializadora de suas ações.araná /50!)'&'. muitas vezes. DE!INIÇ"ES ESSENCIAIS SO#RRE A PSICOLOGIA DA SAÚDE 0 que é a .unto das contribuições espec2ficas. @ um serviço de atendimento de sa de mental criado para ser substitutivo 3s internações em hospitais psiquiátricos. no bairro. 0s 6!.eito e sua singularidade. em busca da rede de suporte social. focalizando nas e"peri4ncias.dispositivo de cuidado intensivo.!6* /. contribuir para a melhoria do bem+estar dos indiv2duos e das comunidades em conte"tos de sa de. .etivo dos 6!. ocorrido no munic2pio de 'també. tanto sociaiscomo culturais onde a sa de e as doenças ocorrem. esporte. !lém dessas ações e"istem também as que disponibilizam serviços cl2nicos a indiv2duos . no . procurou entrar dentro das fam2lias para orientar os familiares dos enfermos. :BBBG 0gden. comunitário. educacionais. 0 6on. trabalhando com os fatores psicol#gicos que fortalecem a sa de e que reduzem o risco de adoecer. cultura e lazer. preocupando+secom o su. . ! psicologia da sa de tem como ob. realizando o acompanhamento cl2nico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho. 7urraY. visto que as significações e os discursos sobre a sa de e as doenças são diferentes conforme o aspecto socioeconNmico. %m e"emplo prático muito interessante vem da atuação do psic#logo na área da !tenção .rimária. e"erc2cio dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.etos terap4uticos oferecendo cuidado cl2nico eficiente e personalizadoG Upromover a inserção social dos usuários através de ações intersetoriais que envolvam educação. sua cultura e sua vida quotidiana. montando estratégias con. psicobiologia.* visamUprestar atendimento em regime de atenção diáriaG Ugerenciar os pro.* também t4m a responsabilidade de organizarar e de deserviços de sa de mental de seu territ#rioG Udar suporte e supervisionar a atenção 3 sa de mental na rede básica.etivo compreender como é poss2vel.EEJ1.unto com o gestor local as atividades de supervisão de unidades hospitalares psiquiátricas que atuem no seu territ#rioG Umanter atualizada a listagem dos pacientes de sua região que utilizam medicamentos para a sa de mental. 6omo primeiro e"emplo pode+se citar aquelas ações que atuam na promoção da sa de e prevenção da doença.sicologia.rogramade *a de da $am2lia1. prevenção e tratamento da doença e disfunções relacionadas /7atarazzo. 0 ob. através de intervenções psicol#gicas. 3s doenças e aos cuidados de sa de /7arXs. acolhedor e inseridona cidade. o g4nero e a diversidade cultural. da doença e da pr#pria prestação dos cuidados de sa de. comportamentos e interações. sua hist#ria. ! . !s práticas realizadas nos 6!. cient2ficas e práticas da disciplina . *ua prática leva em consideração os conte"tos. psicologia do desenvolvimento1 tanto para a promoção e manutenção da sa de como para a prevenção e tratamento das doenças /*imon. Evans ZIillig. além do tradicional au"2lio diagn#stico e acompanhamento individual.etos desses serviços.

ovens com comportamentos pre. ou se. sedentarismo. t4m uma maior probabilidade de ter filhos que fumam ou ainda pais obesos t4m. crianças obesasG :+ motivação reduzida para praticar bons hábitos de sa de. ! adoção de alguma perspectiva implica necessariamente do uso de uma metodologia adequada aos métodos a serem empregados pelo psic#logo. não sentem. as criançasS. ! investigação de comportamentos saudáveis e de risco implica em metodologias quantitativas de mensuração e predição do comportamento. mas não suprimir. contribuindo para a melhoria das relações entre os técnicos e os pacientes e para a melhoria das relações interprofissionais e promovendo uma utilização mais adequada dos serviços e recursos de sa de /?odoY. focalizando nas e"peri4ncias de sa de e doença. as escalas de atitudes permitem conhecer e reconhecer as atitudes favoráveis ou . assente em metodologiasqualitativas de análise do discurso.a.EEE1. investiga as significações relacionadas com a sa de e as doenças. verificando+se os mesmos.EEE1. !ssim. e"austivamente. trabalhando em centros de pesquisa e universidades.udicais podem ter sobre a mesma. beber. os indiv2duos são geralmente saudáveis.eto de atitude.ogar luz a uma grande gama de barreiras que lhes estão sub. eG J+ o otimismo irrealista dos indiv2duos quando estimam a probabilidade de vir a adoecer de uma doença grave. 0 olhar do psic#logo se direciona a m ltiplos espaços. por isso.eitos manifestam o seu grau de concord<ncia.sicologia tem constru2do escalas de atitudes.a. para além de contribuir para a melhoria do bem+estar psicol#gico e da qualidade de vida dos usuários dos serviços de sa de. e"iste ainda um trabalho ligado 3 área da .sicologia tem investigado.udiciais. ! . &essa mesma linha.á adquiriram. . diminuição da utilização de medicamentos e utilização mais adequada dos serviços e recursos de sa de /!. em relação 3s quais os su. a ameaça que os seus comportamentos pre. por e"emplo. ou a outro ob. por observação dos pais uma base estável de crenças e de comportamentos de sa de. como fumar. bastante mais tarde. m ltiplas formas de atuação e procura constantemente aplicar seus conhecimentos onde se mostram potencialmente teis. :BBHa1. o risco de doença /AaYlor. entre as quais.eto de atitude associado ao conte"to de sa de. . + . a . 6om o intuito de avaliar as atitudes dos indiv2duos relativamente a comportamentos de sa de. 0 corpo te#rico da psicologia da sa de comporta atualmente : perspectivas diferentesde acordo com 6rossleY /:BBB1+ . por e"emplo. com maior frequ4ncia. investiga os comportamentos saudáveis e os comportamentos de risco. os respectivos efeitos negativos sobre o seu bem+ estar f2sico. ! intervenção de psic#logos na sa de. a probabilidade de um indiv2duo vir a desenvolver cancro do intestinoG por outro lado. podendo através deles apenas diminuir. que tendem a converter+se em hábitos. e na investigação da área. assente em metodologias quantitativas.sicologia *ocial. uma vez que por volta dos onze anos.saudáveis ou doentes em diferentes conte"tos. bem como o desenvolvimento de estratégias em que o psic#logo tenha condições de realizar uma mudança nesse comportamento. os fatores sub. destaca+se.erspectiva cr2tica V 7odelo fenomenol#gico+ discursivo. @ também do <mbito da aplicação da psicologia da sa de a análise e melhoria do sistema de cuidados de sa de. momento em que os comportamentos de sa de são adquiridos. pode também contribuir para a redução de internamentos hospitalares.unto de crenças que dão uma noção e"agerada da capacidade para controlarem a sua sa de.+ o papel dos modelos parentais.!. 0utros psic#logos estão envolvidos no ensino e formação.acentes de não adesão aos comportamentos de sa de. uma alimentação saudável pode reduzir. as crianças . devido 3 sua ação cumulativa. procurando . !lém disso é comum um con. potenciando a atuação dos outros técnicos.acentes. negligenciando. !ssim adotar tais comportamentos é de dif2cil treinamento pois sua prática não implica num efeito imediato e not#rio sobre o bem+estar. mas não eliminar. 0u se. &esse sentido o trabalho de ?rilo e . os dados revelam que pais fumantes. participando em atividades de humanização dos serviços e melhoria da qualidade dos cuidados. imediatamente. conforme as demandas dos clientesSpacientes. focalizando nos seus determinantes psicol#gicos e no seu valor preditivo.erspectiva tradicional V 7odelo biopsicossocial. listas de crenças e emoções poss2veis sobre o ob.edro /:BBO1 podem em muito au"iliar. uma vez que em idade precoce.

á há tr4s décadas. serviços de sa de p blica. oncologia. cada vez mais. com seus familiares. 6ada dia mais o psic#logo precisa ter uma visão integral da sa de e compreensão do fenNmeno sa de+doença como eventos que são. consultas de supressão sobre o tabagismo. referida tanto aos elementos biol#gicos. centros de alcoolismo e serviços de reabilitação. Fuando se diz. e que n#s nos organizemos. *e o ps2quico responde ao corporal e vice+versa. pois a n2vel individual é . aludindo ao 8perfeito bem+estar9. ! sa de não se pode identificar com um estado de normalidade. serviços de sa de ocupacional. facilitando.0 queé8perfeitobem+estar=9@ por acaso poss2vel caracterizar+se a 8perfeição9= ! definição de sa de da 07* está ultrapassada ainda por que faz uma separação forçada entre o f2sico. e é imperativo que os psic#logos se mobilizem para responder a esses pedidos. como aos elementos sub.desfavoráveis dos pacientesface a assuntos pertinentes para atuação dos técnicos.colocaumautopia. equil2brio e aus4ncia de sintomas. referindo+se 3 integridade anátomo+ funcional dos organismos vivos /sanidade1. relatos e viv4ncias dos pacientes se mostra um material de trabalho mais adequado e"igindo. 0 trabalho dentro de uma perspectiva cr2tica os conte"tos.sic#logo da *a de nas diferentes propostas de atenção 3 sa de da população.a sa de é direito do cidadão e dever do Estado. o que implica superar sua definição em termos de normalidade.etivos e sociais. %m dos primeiros desafios da psicologia na área da sa de é o desenvolvimento de uma construção te#rica sobre a sa de. de um sistema onde não se delineia uma n2tida divisão entre ambos. mas como a situação de perfeito bem+estar f2sico. com base em serviços de sa de eSou em organizações comunitárias.a relevante transmitir 3 população. Etimologicamente. a adoção de estratégicas espec2ficas para cada caso e para cada con. ! . a tarefa de selecionar a informação que se. nos programas e planos de sa de e nas ações de sa de p blicas ou privadas. multifatoriais. serviços de sa de mental. fala+se. posto que os elementos participantes do processo de instalação das doenças pontuados como 8enfermidade9 e 8anormalidade9 são indubitavelmente de cunho psicossocial.eto de uma série de investigações. conforme a metodologia fenomenol#gica. . Em termos de organismo humano a sa de deve ser considerada como um processo permanente que e"pressa 3 qualidade do desenvolvimento do sistema. Esses novos paradigmas t4m um grande impacto no que se refere 3 presença e participação do . &os centros de sa de e nos hospitais o psic#logo pode trabalhar com os pacientes. *a de pode querer dizer atividade sanitária consubstanciada nas ações e serviços de sa deG na atividade dos trabalhadores e dos estabelecimentos ou ag4ncias de sa de. pois se percebe a ine"ist4ncia de uma separação entre mente e soma. ! 0rganização 7undial de *a de /07*1 define sa de não apenas como a aus4ncia de doença. essencialmente.sic#logo da *a de é bastante amplo. é com o sentido de assist4ncia ou cuidado com a sa de que o termo é utilizado. Esta definição seria uma definição irreal por que. sendo o social também interagente. então.sicologia da *a de vem sendo solicitada a dar sua parcela de contribuição a essa nova abordagem. 'sto supõe definir a sa de em termos do sistema que a caracterizaG o organismo humano. 0 conte"to de trabalho do . entre outros. 0s psic#logos podem participar na prestação de cuidados de sa de em programas de cuidados de sa de primários. ! continuidade entre o ps2quico e somático tem sido ob. profissional da sa de ou orçamento da sa de. unidades de internamento hospitalar. a qual estará. na fase de programação das campanhas de promoção da sa de. 7esmo a e"pressão 8medicina psicossomática9 encontra+ se superada. mental e social. ainda que nem sempre de forma muito clara. unidades de dor.a cada vez mais eficiente e reconhecida /*E5!*A'!&'1. para que nossa inserção s#cio+sanitária se. locais de trabalho e comunidade. o mental e o social. no sentido de modificar os comportamentos de sa de. ultrapassada e unilateral. com os técnicos e trabalhadores desses ambientes ou intervir na pr#pria organização. 6om base nisso um importante movimento de redefinição das ações de sa de vem sendo implementado . funcionário da sa de.untura.odem ainda participar em programas de promoção da sa de e de prevenção nas escolas. Essa definição vem sendo acusada por alguns pesquisadores como sendo irreal. sa de procede do latim sanitas.

bem organizadas e estáveis. social. 7uitas pessoas leigas em matéria de sa de possuem representações de doença. contudo.g. a import<ncia da sua avaliação. mas também com programas que propõem formas de controlo da dor. compreender sua doença e aceita+la de forma mais tranquila. torna+se claro que as pessoas que recorrem aos . onde participa de forma ativa e consciente o indiv2duo como su. por e"emplo. por e"emplo. !ssim.BB\ dos médicos entrevistados no estudo considerarem quetodos os seus pacientes tinham melhorado a qualidade de vida depois damedicamentação.etivo da dor e.um processo nico e com manifestações pr#prias. Desta forma.sicologia tem contribu2do não apenas com estudos que salientam a import<ncia do carácter sub. 0bserve no quadro a seguir diferenças básicas entre a . !s questões relativas 3 adaptação 3 doença incluem ainda aspectos como o controle da dor e a reação aos e"ames complementares de diagn#stico.eito a manter comportamento saudável. s# metade dos pacientes concordavam com esta melhoria enenhum familiar considerou ter havido um aumento de qualidade na vida dodoente.sicologia >ospitalar- . psicol#gica. podemos afirmar que setrata de um conceito din<mico e que varia com o tempo. ! sa de não é uma [média[. /.rofissionais de *a de não são seres passivos. com importantesimplicações na interpretação que os indiv2duosfazem da informação sobre adoença.sic#logo da *a de. ! . !ssim a psicologia pode au"iliar o su. segundo critérios estritamente pessoais. mostra que apesar de . entre outras1. conduzindo a representações de doençadistintas. ! sa de também não é um estado estático do organismo.ED:1.etivamente mas integrado emesquemas de doença pré+ e"istentes. ambiental. além de ser multidimensional e sub.. a melhoria dossintomas f2sicos /como a atenuação dos efeitos secundários da quimioterapia ea consequente regressão de um tumor1 não significa uma melhoria equivalentedo estado psicol#gico /como os sentimentos negativos em relação 3 doença e 3probabilidade de voltar a piorar1 nem da satisfação social da pessoa doente/como o grau de apoio recebido por parte dos familiares ao longo do processode doença1. !ssim.sicologia tem procurado estratégias de facilitação para aceitação por parte do doente sobre a presença de doenças crNnicas. Em relação ao controle da dor.etivo. como o rela"amento e o biofeedback.sicologia da *a de e a . vale mencionar que a . 0bserve a seguir um quadro que mostra o funcionamento dos conceitos mais modernos de sa de- 0 conceito de qualidade de vida também é essencial para a compreensão do trabalho do . nas estratégias de coping que utilizam para lidar com ela e na avaliação que efetuam a respeito da eficácia do confronto que fizeram com a situação. tanto quanto o pr#prio conceito de sa de. consequentemente. um sintoma não é analisado ob. é um processo que constantemente se desenvolve. é uma integração funcional que a n2vel individual se alcança por m ltiplas e diversas alternativas. como no caso da !'D*. ! multidimensionalidade refere+se 3 necessidade da qualidade de vida ultrapassar o bem+estar f2sico para abarcar outras dimensões /e. de indiv2duo para indiv2duo. limitados a responder a est2mulos e a assimilar aquilo que o técnico lhes dizG pelo contrário. ! sub. &ão é fácil definir qualidade de vida. %m e"emplo do estudo de RachucXet al.eito do processo. espiritual. os pacientes são agentes ativos na pesquisa e no tratamento da informação referente 3 /sua1 sa deSdoença.etividade reflete o caráter pessoal do conceito de qualidade devidaG a avaliação pessoal do indiv2duo relativamente 3 satisfação com a suavida.

impressões pessoais sobre o entrevistado. /51 identificação do adolescente. . ! respeito das caracter2sticas das redes como forma de coordenação pol2tica. avaliação da periculosidade. epidemias ou outras situações de elevado risco social. uma etiologia diversificada. /E1 !s redes não apresentam versatilidade em termos de aproveitamento de atores e recursos. hist#ria familiar. /61 apresentação do adolescente. e"clusivamente. pois é o método mais confiável. /51 realizar um psicodiagn#stico com base. /E1 diagnosticar a etapa da doença para avaliar a gravidade do transtorno e seu progn#stico. as redes conseguem lidar melhor com poss2veis falhas nos centros de gestão porque a diversidade de cone"ões possibilita a substituição de funções. /D1 apoiar+se nos dados do D7*+''' para fazer o diagn#stico. conte"to familiar atual. /D1 !s redes são ambientes pouco favoráveis 3 manifestação da pluralidade de valores e interessesG portanto. um estudo de caso completo sobre o adolescente. hist#rico infracional. /E1 identificação do adolescente.or esse motivo. encaminhamento. em reunião de equipe. em testes de personalidade. /!1 buscar dados . encaminhamento. progn#stico. o psic#logo deve. o psic#logo deverá apresentar. fatores de risco e fatores de proteção no conte"to socio+familiar. &o entanto. hist#ria de internação. evolução do caso. compreensão diagn#stica. Diante desse conte"to.B. assim. uma vez que é difuso o conceito do alcoolismo e sua e"ist4ncia coabita com outros transtornos ps2quicos. apresenta+se estruturado a partir dos seguintes t#picos/!1 identificação do adolescente. . C+/$%&'(E)*!1 0 uso abusivo de drogas l2citas e il2citas constitui um dos problemas que pode trazer danos 3 sa de mental. a qual é prop2cia para propostas ou idéias individuais. impedem a construção da cidadania plural. situações de coleta de informações. /51 !o contrário das hierarquias em que uma falha de desempenho em uma inst<ncia hierárquica pode bloquear a organização. assinale a alternativa correta. /!1 !s redes tendem a criar processos decis#rios com maior n2vel de centralização. diagn#stico. parecer conclusivo sobre a medida socio educativa indicada. 0 diagn#stico precoce pode progn#stico. em psicologia. hist#rico infracional.unto a uma equipe multiprofissional.$%EST"ES O+ /$%&'(E)*!1 0 5rasil prepara+se para viver. a 6onfer4ncia &acional de *a de 7ental. /61 fazer entrevista com os familiares. desastres. as redes são desfavoráveis a casos de calamidade p blica. K+ /$%&'(E)*!+adaptado1 6omo membro da equipe interdisciplinar da instituição de internação onde um adolescente em conflito com a lei se encontra internado. /61 0s membros da rede são beneficiados pela diversidade nela presente. tendo. conclusão. fator desencadeante. esse diagn#stico é dif2cil. neste ano de :B. hist#rico familiar. hist#rico infracional. tendo como temática de destaque redes e intersetorialidade. impressões pessoais do entrevistador. /D1 genograma. 0 estudo de caso. inicialmente. operando por meio da votação em maioria absoluta entre os participantes e da centralização da informação como recurso estratégico para as decisões.

. os profissionais em sa de mental não conseguem prestar a assist4ncia eficaz aos pacientes do 6!.sicologia da *a de. / 1 ! . a educação. de cima para bai"o.OB. !ssinale a alternativa que apresenta a sequ4ncia 60))EA!. /!1 ! sustentabilidade social do 6!. assinale a alternativa correta. . / 1 ! . /61 o fortalecimento do coletivo e da cooperação. locomoção e escolarização.etivos. E+ /$%&'(E)*!1 !cerca dos efeitos do relat#rio citado no te"to (' nas pol2ticas de sa de e nos novos modos de atendimento em sa de mental. /51 atendimento das equipes de sa de multiprofissionais. . /D1 0 esgotamento emocional é um sintoma de sofrimento ps2quico grave. !cerca desse fato.BBB habitantes. /D1 ! fam2lia dos pacientes no 6!. /D1 realização de psicoterapia breve. assinale a alternativa incorreta.sicologia da *a de se interessa pelos aspectos da sa de que afetam tanto a integridade f2sica quanto a integridade psicol#gica dos indiv2duos. / 1 ! sa de é apreendida de forma global e por meio das diferentes situações de vida. tais como as etapas do desenvolvimento.J+ /%$*61 'dentifique se sãoverdadeiras /(1 ou falsas /$1 as afirmativas comrelação 3 .*1 tornam+se estratégicosparaaorganizaçãodeumarede comple"a. sem considerar o n mero de habitantes da comunidade. desenvolvido pelas secretarias de sa de. .+ /$%&'(E)*!1 Fuanto 3 problemática da sa de mental. /E1 6!. /D1 os 2ndices de satisfação no trabalho.* integra+se 3 reforma psiquiátrica. e"pansão.BBB habitantes.*' deve prover atenção a uma população de OB. /51 0 mais importante para o funcionamento da pol2tica de sa de mental é o financiamento do 7inistério da *a de para criação.* ad /álcool e outras drogas1 e 6afé /infanto+ . trabalho.or isso. /51 !s doenças psicossomáticas são sintomas de doença mental. com o ob.sicologia da *a de leva em consideração o impacto dos fatores psicossociais sobre a sa de e a doença. /61 *em treinamento.etivo de tornar sua intervenção mais adequada ao sofrimento do indiv2duo. /E1 ! reforma psiquiátrica deve ter sustentabilidade cultural harmonizada com as ações terap4uticas oferecidas aos pacientes no atendimento domiciliar.:+ /$%&'(E)*!1 0 desenvolvimento de pol2tica e programas de prevenção de sa de mental requer do psic#logo a realização de /!1 pesquisas epidemiol#gicas. /61 ! sa de mental depende da eficácia das defesas do ego. /!1 0s 6entros de !tenção . no desenvolvimento de dispositivos inclusivos. /!1 0 estresse pode causar doença mental.. /51 a inovação organizacional. consolidação e fortalecimento da rede de atenção em sa de mental.B+ /$%&'(E)*!1 0 6!. /61 6!. assinale a alternativa incorreta. diversificada e de base territorial.sicossocial /6!.* especiais devem atender a qualquer caso. como moradia.*. /E1 atendimentos psicossociais 3 comunidade. /E1 ! organização familiar é uma variável antecedente das doenças mentais.* ''' deve prover a atenção a uma população de .renda.* participa ativamente do tratamento. .uvenil1 devem prover a atenção a uma população de . /61 atendimento psicol#gico e acompanhamento da fam2lia. conviv4ncia.sicologia da *a de considera a sa de de forma independente da doença.BBB habitantes.BB. /!1 ( V $ V ( V $ /51 ( V ( V $ V ( /61 $ V ( V ( V $ /D1 ( V $ V $ V $ /E1 $ V ( V $ V ( .D+ /$%&'(E)*!1 !s equipes multiprofissionais apresentam diversas dificuldades em atingir seus ob. / 1 ! . umaintervençãopsicossocialnessaequipedeveserguiada prioritariamente por princ2pios que valorizam /!1 a competição e os conflitos entre as equipes de trabalho. /D1 6!. quando as questões institucionais se sobrepõem 3s dimensões técnicas. /51 6!.* baseia+se no princ2pio da equidade. /E1 as estratégias de gestão de pessoas. o trabalho.

( /61 $. morte. (.:+! .D. /D1 &os postos de sa de. /!1 (.J+ 5 . ( /51 $. abordando temas como sa de+doença.O+ /%$7A1 %m . (. secundário e terciário.D.sic#logo que atua na área de sa de deverá elaborar um plano de trabalho que norteie suas atuações. trabalhar com a equipe multidisciplinar da sa de. / 1 )estringe+se aos ambientes hospitalares. com 4nfase na doença.etividade. (. trabalhar com ações de promoção e prevenção.ode trabalhar com atendimento na sa de p blica nos n2veis primário. /E1 &.sicologia da *a de= /!1 &o . !ssinale a sequ4ncia 60))EA!. $.!. visando fortalecer a visão psicossocial dos processos sa de e doença da comunidade atendida por essa instituição.B+E . curativas e centradas na atenção terciária do *%*. /61 &o hospital. / 1 Aambém tem como ambiente de trabalho os centros de sa de e outros ambientes que enfoquem a sa de coletiva. dirigir grupos de familiares de pacientes. Fual proposta &]0 pode constar de seu plano por ser incoerente com a . / 1 . (. . $ /D1 (.sicologia da *a de.H+/%$7A1 *obre .H+5 .!. desenvolvendo ações de controle e de educação 3 sa de a grupos da população.. /51 &o hospital.+!:+6J+5H+! O+5 K+E C+! D+6 E+! .+5 .*$.O+! . / 1 !barca apenas os aspectos da sa de mental. sub. $.. GA#ARITO . $. $. desenvolver com os pacientes práticas individualistas. $ /E1 &. marque ( para as afirmativas verdadeiras e $ para as falsas.