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Administração Financeira e Orçamentária – Lista 4 Prof.

Anderson Ferreira
1

CRÉDITOS ADICIONAIS

1. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) A abertura de crédito
suplementar ou especial depende de autorização
legislativa.

2. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo2/2011) O pedido de
abertura de crédito adicional destinado a despesas para
as quais não haja dotação específica deverá evidenciar as
alterações de valores na lei orçamentária anual, sendo
facultativa a demonstração das implicações no tocante ao
cumprimento dos objetivos e metas constantes do PPA.

3. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) Se o governo federal
homologar o resultado de determinado concurso público
em setembro de determinado ano, prevendo a nomeação
dos aprovados para janeiro do ano subsequente, mas
descobrir-se depois que os recursos necessários para o
pagamento dos salários dos novos servidores não foi
previsto na lei orçamentária, o órgão encarregado das
nomeações poderá pedir a abertura de um crédito
extraordinário.

4. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) Se determinado
município precisar urgentemente aprovar a autorização
legal para a contratação de determinado empréstimo
destinado a reformar as escolas locais antes do início do
período letivo, tal autorização não poderá ser incluída na
LOA, pois essa lei não pode conter dispositivo estranho à
previsão das receitas e à fixação das despesas.

5. *(CESPE/AGU/Contador/2010) O crédito extraordinário
somente deve ser aberto por meio de medida provisória.

6. **(CESPE/MPU/Téc.Orçam-cargo49/2010) A abertura
de crédito extraordinário é admitida somente para atender
a despesas imprevisíveis e urgentes, observando-se, no
caso da União, que a abertura deve ocorrer por meio de
medida provisória; nos estados e municípios, por decreto
do chefe do Poder Executivo.

7. (ESAF/ANA/Economista/2009) Considerados
mecanismos retificadores do orçamento, os créditos
adicionais obedecem a regras específicas, sendo correto
afirmar o que segue:
a) todos os créditos adicionais necessitam de autorização
legislativa prévia.
b) sua utilização também é requerida nos casos de
retificação da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Plano
Plurianual.
c) os créditos suplementares cujo ato de autorização for
promulgado nos últimos 4 meses do exercício podem ser
reabertos nos limites dos seus saldos e viger até o final do
exercício subsequente.
d) os créditos especiais acompanham a vigência do
orçamento, extinguindo-se ao final do exercício financeiro.
e) a abertura de créditos extraordinários faz-se,
necessariamente, mediante a adoção de medida
provisória.

8. (CESPE/Especialista em Regulação/ANTAQ 2009) A
LDO estabelece que os créditos adicionais aprovados pelo
Congresso Nacional não requerem a edição de decreto
para a sua abertura, que se dará automaticamente com a
sanção e publicação da respectiva lei.
(CESPE/ABIN/Oficial Téc. de Inteligência–Área
Adm./2010) O orçamento é fruto de um processo que
enfatiza fortemente o planejamento. Durante sua
execução, contudo, podem surgir fatos novos que
obriguem o gestor público a redefinir o planejamento
inicial. Considerando os mecanismos retificadores da LOA,
julgue os itens que se seguem.

9. Os créditos adicionais suplementares e especiais são
abertos por decreto do Poder Executivo e dependem da
existência de recursos disponíveis para custear o aumento
de despesa, sendo fontes de recursos para abertura dos
créditos suplementares o excesso de arrecadação e a
anulação parcial ou total de outras dotações
orçamentárias.

10. A abertura de créditos especiais e suplementares
depende de autorização legislativa prévia e específica
para cada crédito adicional aberto.

11. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010) A
vigência de todo crédito adicional está restrita ao exercício
em que esse crédito foi aberto. A prorrogação da vigência
é permitida somente para os créditos especiais e
extraordinários, quando autorizados em um dos quatro
últimos meses do exercício.

12. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010) Os
créditos adicionais são somente aqueles destinados a
autorizações de despesas incluídas na LOA que não
foram suficientemente dotadas.

13. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010) Os
créditos suplementares e especiais devem ter autorização
prévia obrigatoriamente incluída na própria LOA.

14. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010)
Quanto à finalidade, os créditos suplementares são
reforços para a categoria de programação contemplada na
LOA, enquanto os créditos especiais e os extraordinários
atendem a despesas imprevisíveis e urgentes.

15. (CESPE/MPU/Técnico de Controle Interno/2010) Caso
o governo federal precise realizar uma despesa nova, não
prevista na LOA, o único instrumento que pode ser
utilizado para esse fim é o crédito especial.

16. (CESPE/MPU/Técnico de Controle Interno/2010) Se os
créditos especiais e extraordinários forem autorizados e
promulgados nos últimos quatro meses de um exercício,
eles podem ter sua vigência prorrogada para o exercício
financeiro subsequente, independentemente de novo ato
da administração pública, enquanto perdurar o saldo
correspondente.

17. (CESPE/MPU/Técnico de Controle Interno/2010) O
crédito suplementar é aberto por meio de decreto do
Poder Executivo, mas o crédito especial somente pode ser
aberto por lei específica.

18. (CESPE/MPU/Técnico de Controle Interno/2010) O
montante total da despesa orçamentária pode aumentar
como resultado da abertura de créditos suplementares.

19. (FCC/DPE-SP/Agente de Defensoria/2010) Em relação
aos créditos adicionais, é correto afirmar:
(A) A abertura de créditos especiais somente é permitida
para atender despesas imprevisíveis e urgentes, tais como
as decorrentes de calamidade pública.
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(B) A iniciativa da criação dos créditos adicionais é do
Poder Legislativo e sua aprovação depende da chancela
do Poder Executivo.
(C) Os créditos especiais e suplementares podem ser
abertos sem indicação da fonte dos recursos
correspondentes que os financiarão.
(D) Os créditos extraordinários são aqueles que se
destinam ao reforço de dotação orçamentária específica.
(E) Os créditos suplementares têm vigência adstrita ao
exercício financeiro em que foram abertos.

20. (FCC/TRF 4ª/ Analista J udiciário/ Área
Administrativa/2010) Sobre os créditos adicionais, é
correto afirmar:
(A) Nenhum dos tipos de créditos adicionais prescinde da
autorização do Poder Legislativo para sua abertura.
(B) O orçamento poderá conter autorização para abertura
de créditos suplementares.
(C) Créditos especiais são aqueles destinados a reforço
de dotação orçamentária já existente.
(D) Os créditos suplementares destinam-se a atender
despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes
de guerra, comoção interna ou calamidade pública.
(E) Os créditos adicionais não utilizados em um exercício
não poderão ser reabertos para o exercício seguinte, salvo
se expressamente autorizados por Decreto do Poder
Executivo.

21. (FCC/TRT 9ª/ Analista J udiciário/ Área Adm./2010)
Tratando-se da Lei nº 4.320/1964, os créditos adicionais
destinados a despesas para as quais não haja dotação
orçamentária específica são denominados
(A) especiais;
(B) suplementares;
(C) extraordinários;
(D) contingenciais;
(E) restritos.

22. (FCC/PGE-RJ /Técnico Superior/2009) O Município "A"
foi um dos mais atingidos pelas enchentes do final de ano
e, em novembro, foi decretado estado de calamidade
pública. Um dos principais problemas enfrentados pela
comunidade foi o desabamento de uma ponte, deixando
parte da população ilhada, sem acesso às escolas, postos
de saúde, etc. A prefeitura precisava urgentemente
construir um acesso provisório e reconstruir a ponte.
Entretanto, não existiam créditos orçamentários para
tanto. Nesse caso, o Poder Executivo deve:
(A) Obter autorização do Poder Legislativo para anulação
de dotações orçamentárias e, em seguida, abrir, por
decreto, créditos extraordinários.
(B) Obter autorização legislativa para a abertura de
créditos especiais e abri-los por meio de decreto.
(C) Abrir, por meio de decreto, créditos suplementares
autorizados na Lei Orçamentária.
(D) Abrir, por meio de decreto, créditos extraordinários e
dar conhecimento imediato ao Poder Legislativo.
(E) Realizar a despesa sem a abertura de créditos
adicionais e, em seguida, dar conhecimento ao Poder
Legislativo.

23. (FCC/MPU/Analista/2007) Os créditos adicionais
especiais têm por característica:
(A) Independerem de autorização legislativa.
(B) Dependerem da existência de recursos para financiá-
los.
(C) Destinarem-se ao reforço de dotação orçamentária
insuficiente.
(D) Serem previstos na lei orçamentária anual.
(E) Atenderem a despesas de caráter urgente e
imprevisto.

24. (FCC/TJ -AP/Analista J udiciário/2009) No mês de
setembro, o prefeito do município "ZYB", visando à
realização de reformas na Escola Infantil do município,
cujas despesas não haviam sido previstas no orçamento
corrente e que no momento seria factível devido à
existência de excesso de arrecadação durante o exercício
financeiro deveria:
(A) Abrir créditos extraordinários os quais teriam vigência
até o final do exercício em que foram abertos e, em
seguida, dar conhecimento ao Poder Legislativo.
(B) Abrir créditos suplementares, em conformidade com
autorização na Lei Orçamentária Anual, os quais teriam
vigência até o final do exercício em que foram abertos.
(C) Obter autorização legislativa e, em seguida, abrir
créditos especiais, cuja vigência seria até o final do
exercício seguinte desde que reabertos pelo seu saldo.
(D) Abrir créditos especiais e, em seguida, obter
autorização legislativa; tais créditos teriam vigência até o
final do exercício em que foram abertos.
(E) Obter autorização legislativa e, em seguida, abrir
créditos extraordinários, cuja vigência seria até o final do
exercício seguinte desde que reabertos pelo seu saldo.

25. (FCC/TRE-AL/Analista J udiciário/ Contador/2010) O
mecanismo utilizado para reforçar dotação orçamentária
que se tornou insuficiente durante o exercício denomina-
se crédito
(A) complementar;
(B) especial;
(C) extraordinário;
(D) suplementar;
(E) ordinário.

26. (FCC/TRF 4ª/Analista J udiciário/Contador/2010) Os
créditos adicionais especiais:
(A) podem constar da Lei Orçamentária Anual sob a forma
de reserva de contingências.
(B) destinam-se exclusivamente ao pagamento da dívida
pública interna.
(C) independem de fonte de recursos disponíveis para seu
financiamento.
(D) são destinados a despesas para as quais não haja
dotação orçamentária específica.
(E) são constituídos para atender despesas imprevisíveis
e urgentes.

27. (FCC/TCE-GO/ACE/Orçam. e Finan./2009) Em relação
aos créditos adicionais, é correto afirmar que os créditos
(A) especiais e suplementares serão autorizados por lei e
abertos por decreto executivo.
(B) especiais e suplementares serão abertos por decreto
executivo que deles dará conhecimento imediato ao Poder
Legislativo.
(C) especiais e suplementares serão autorizados por lei
independentemente da existência de recursos disponíveis
para incorrer a despesa.
(D) extraordinários serão abertos por decreto do Poder
Executivo, que deverá dar conhecimento ao Poder
Legislativo no prazo máximo de 90 dias.
(E) suplementares terão vigência máxima de 24 meses a
contar da data de sua abertura.
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28 (CESPE/EBC/Analista-Contador/2011) A LOA poderá
conter a autorização prévia para abertura de crédito
adicional especial.

29. (ESAF/MPU/Analista-Orçamento/2004) De acordo com
a classificação dos créditos adicionais, assinale a opção
correta em relação a créditos extraordinários.
a) São os destinados a despesas urgentes e imprevistas,
como em caso de guerra, comoção intestina ou
calamidade pública.
b) Destinam-se ao reforço de dotações orçamentárias.
c) São os destinados a despesas para as quais não haja
dotação orçamentária específica.
d) São autorizações abertas por decreto do Poder
Executivo até o limite estabelecido em lei.
e) São autorizados para cobertura de despesas eventuais
ou essenciais e, por isso mesmo, não considerados na Lei
do Orçamento.

30. (ESAF/ANA/Administrador/2009) Considerando as
normas que regem o processo orçamentário, podemos
afirmar que é permitida(o):
a) a concessão de créditos ilimitados.
b) a abertura de crédito extraordinário sem prévia
autorização legislativa.
c) o início de programas não incluídos na lei orçamentária
anual.
d) a realização de despesas que excedam os créditos
orçamentários ou adicionais.
e) a vinculação de receita tributária, a qualquer título,
mediante Decreto do Poder Executivo.

31. (ESAF/STN/AFC/Contábil-Financeira/2008) Assinale a
opção correta, a respeito dos créditos adicionais.
a) Os créditos suplementares somente podem ser abertos
em razão de excesso de arrecadação ou por
cancelamento de créditos consignados na Lei
Orçamentária Anual.
b) Os créditos especiais podem ser reabertos no exercício
seguinte pelos saldos remanescentes, caso o ato de
autorização tenha sido promulgado nos últimos quatro
meses do exercício.
c) Na abertura de créditos extraordinários, a indicação da
fonte dos recursos é dispensada, caso haja grave ameaça
à ordem pública.
d) Os créditos suplementares não necessitam de
autorização legislativa para serem abertos, quando a
abertura decorrer de calamidade pública.
e) O cancelamento de restos a pagar é fonte para a
abertura de créditos adicionais.

32. (ESAF/CGU/AFC/2008) Ao longo do exercício
financeiro, pode ocorrer a necessidade de abertura de
créditos adicionais para cobrir despesas não-computadas
ou insuficientemente dotadas. Com base na legislação
vigente, relativa a esse assunto, identifique a opção
incorreta.
a) A abertura dos créditos suplementares e especiais
depende da existência de recursos disponíveis para
atender à despesa e será precedida de exposição
justificada.
b) Somente será admitida a abertura de crédito
extraordinário para atender a despesas imprevisíveis e
urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção
interna ou calamidade pública, observado o disposto na
Constituição Federal.
c) A vigência dos créditos especiais não pode ultrapassar
o exercício financeiro em que foram autorizados, em
respeito ao princípio orçamentário da anualidade.
d) Terão vigência até o final do exercício financeiro os
créditos extraordinários cujo ato de autorização tenha sido
promulgado nos primeiros 4 (quatro) meses do exercício
financeiro.
e) Para fins de abertura de créditos suplementares e
especiais, consideram-se recursos disponíveis os
provenientes do excesso de arrecadação, ou seja, do
saldo positivo das diferenças, acumuladas mês a mês,
entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-
se, ainda, a tendência do exercício.

33. (ESAF/TCU/AFCE/1999) O orçamento público no
Brasil, após a sua aprovação em lei, poderá sofrer
modificações no decorrer de sua execução, através do
mecanismo de abertura de créditos. Identifique o único
tipo de crédito que já é previsto.
a) Crédito ordinário.
b) Crédito suplementar.
c) Crédito especial.
d) Crédito extraordinário.
e) Crédito adicional.

Gabarito (Créditos Adicionais)
1 C

10 E

19 E

28 E
2 E

11 C

20 B

29 A
3 E 12 E 21 A 30 B
4 E 13 E 22 D 31 B
5 C* 14 E 23 B 32 C
6 E** 15 E 24 C 33 A
7 E

16 E

25 D
8 C

17 E

26 D
9 C

18 C

27 A
*Embora o Cespe tenha divulgado em seu gabarito definitivo o
item como Certo, o mesmo já se posicionou de forma contrária
sobre o tema em outras provas. Veja a questão a seguir:
(CESPE/ABIN/Oficial Téc. de Inteligência–Área Adm./2010) Os
créditos adicionais extraordinários, destinados a atender
despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de
guerra, comoção interna ou calamidade pública, devem ser
abertos por meio de medida provisória.
Comentário: Nesta questão da prova do concurso para ABIN, o
Cespe considerou o item Errado. Logo, aqui ele considerou a
possibilidade de abertura por Decreto.
**No gabarito preliminar, o CESPE declarou o item como
“certo”. Porém, no definitivo houve a alteração para “errado”.
Veja a justificativa publicada pela banca:
“A abertura de crédito extraordinário nos estados e municípios
deve ocorrer por meio de medida provisória e não por decreto
como afirma o item. A medida provisória é utilizada pelo poder
Executivo para abertura de créditos extraordinários e não o
decreto. Créditos esses que não precisam da autorização do
poder Legislativo e por ser de questões de emergência.”







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PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS

1. (CESPE/STM/Analista Adm./2011) Para ser
considerada um princípio orçamentário, a norma precisa
obrigatoriamente estar incluída na Constituição Federal ou
na legislação infraconstitucional.

2. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) O princípio da
legalidade, um dos primeiros a serem incorporados e
aceitos nas finanças públicas, dispõe que o orçamento
será, necessariamente, objeto de uma lei, resultante de
um processo legislativo completo, isto é, um projeto
preparado e submetido, pelo Poder Executivo, ao Poder
Legislativo, para apreciação e posterior devolução ao
Poder Executivo, para sanção e publicação.

3. (CESPE/STM/Analista Adm./2011) Se a lei for omissa
em relação a determinado procedimento de natureza
orçamentária, este não poderá ser utilizado.

4. (CESPE/AGU/Advogado/2009) O orçamento é um ato
administrativo da administração pública.

5. (CESPE/TRE-ES/Analista Adm.- Contabilidade/2011)
Em matéria orçamentária, o princípio da legalidade refere-
se à legalidade estrita aplicável aos atos da administração
pública.

6. (CESPE/ABIN/Agente Téc./cargo18/2010) A ocorrência
de deficit frequente na atividade financeira do Estado
constitui prova de que o orçamento, no âmbito do governo
federal, não observa o princípio do equilíbrio entre receitas
e despesas.

7. (CESPE/TCDF/Auditor/2012) O princípio orçamentário
da unidade é um dos mais antigos no Brasil no que se
refere à aplicação prática, pois vem sendo observado
desde a publicação da Lei n.º 4.320/1964.

8. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo2/2011) O princípio da
universalidade está claramente incorporado na legislação
orçamentária, assegurando que o orçamento compreenda
todas as receitas e todas as despesas públicas,
possibilitando que o Poder Legislativo conheça, a priori,
todas as receitas e despesas do governo e possa dar
prévia autorização para a respectiva arrecadação e
realização.

9. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) Entre as três leis
ordinárias previstas pela CF para dispor sobre orçamento,
somente a LOA é obrigada a observar o princípio da
especificação.

10. (CESPE/EBC/Analista-Contador/2011) O princípio da
não afetação da receita veda a vinculação de receita de
impostos, taxas e contribuições a despesas, fundos ou
órgãos.

11. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) Como parte
integrante do processo orçamentário, o PPA deve
obedecer ao princípio da universalidade.

12. (CESPE/Cnpq/Analista-cargo1/2011) O princípio da
universalidade possibilita ao Poder Legislativo impedir que
o Poder Executivo realize qualquer operação de receita e
despesa sem prévia autorização, bem como possibilita
que se reconheçam, no orçamento, todas as parcelas da
receita e da despesa em seus valores brutos, sem
qualquer tipo de dedução.

13. (CESPE/PREVIC/Analista Adm./2011) A legislação
brasileira, ao admitir a existência do orçamento da
seguridade social e do orçamento fiscal, viola o princípio
da totalidade orçamentária.

14. (CESPE/STM/Analista Adm./2011) Nem todas as
entidades da administração pública indireta obedecem ao
princípio orçamentário da universalidade.

15. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) Em respeito ao
princípio orçamentário da unidade, deve existir apenas um
orçamento para cada poder, que tem validade de quatro
anos para cada poder específico.

16. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) A existência de
garantias às operações de crédito por antecipação da
receita não tem o condão de afetar nenhum dos princípios
orçamentários.

17. (CESPE/MS/Contador/2008) A inclusão da reserva de
contingência no orçamento visa, entre outras finalidades,
assegurar o atendimento ao princípio do equilíbrio.

18. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) Atendendo ao
princípio da periodicidade, o orçamento da União se inicia
no segundo ano do mandato de um Chefe do Executivo e
finaliza no primeiro ano do mandato subsequente.

19. (CESPE/EBC/Analista-Contador/2011) O saldo não
aplicado do crédito adicional extraordinário cuja
promulgação ocorrer em setembro de 2011 poderá ser
reaberto e incorporado ao orçamento de 2012, sendo uma
exceção ao princípio da anualidade.

20. (CESPE/EBC/Téc-Adm./2011) De acordo com o
princípio do orçamento bruto, todas as receitas e
despesas constarão de lei orçamentária pelos seus
valores, sendo admitidas as deduções em casos de
despesas compensadas com receitas de uma mesma
unidade orçamentária.

21. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) O princípio do
orçamento bruto determina que o orçamento deva
abranger todo o universo das receitas a serem
arrecadadas e das despesas a serem executadas pelo
Estado.

22. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) O princípio da
anualidade ou da periodicidade estabelece que o
orçamento obedeça a determinada periodicidade,
geralmente um ano, já que esta é a medida normal das
previsões humanas, para que a interferência e o controle
do Poder Legislativo possam ser efetivados em prazos
razoáveis, que permitam a correção de eventuais desvios
ou irregularidades verificados na sua execução. No Brasil,
a periodicidade varia de um a dois anos, dependendo do
ente federativo.

23. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) O princípio da
totalidade, explícito de forma literal na legislação brasileira,
determina que todas as receitas e despesas devem
integrar um único documento legal. Mesmo sendo os
orçamentos executados em peças separadas, as
informações acerca de cada uma dessas peças são
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devidamente consolidadas e compatibilizadas em diversos
quadros demonstrativos.

24. (CESPE/AGU/Advogado/2009) O princípio da
universalidade estabelece que todas as receitas e
despesas devem estar previstas na LOA.

25. (CESPE/ABIN/Agente Téc./cargo18/2010) De acordo
com o princípio orçamentário da não afetação das
receitas, a Lei Orçamentária Anual (LOA) deve apresentar
todas as receitas por seus valores brutos e incluir um
plano financeiro global em que não haja receitas estranhas
ao controle da atividade econômica estatal.

26. (CESPE/SGA/AAJ /Analista/Adm./2004) Pelo princípio
da universalidade, todas as receitas e despesas da
administração devem estar previstas na lei orçamentária.
O princípio da não-afetação determina a vedação de
vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou
despesa, ressalvadas algumas hipóteses previstas na
Constituição Federal.

27. (CESPE/AGU/Contador/2010) Um dos princípios
básicos de administração orçamentária determina a
vinculação da receita pública a gastos predeterminados,
de modo que haja equilíbrio no balanço financeiro.

28. (CESPE/AGU/Advogado/2009) O princípio da não-
afetação refere-se à impossibilidade de vinculação da
receita de impostos a órgãos, fundo ou despesa, com
exceção de alguns casos previstos na norma
constitucional.

29. (CESPE/CEHAP-PB/Advogado/2009) Dispõe a CF que
a lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à
previsão da receita e à fixação da despesa, não se
incluindo na proibição a autorização para abertura de
créditos suplementares e contratação de operações de
crédito. Esse dispositivo encerra o princípio orçamentário
da unidade.

30. (CESPE/DPU/Analista Adm./2010) O princípio da
especificação determina que, como qualquer ato legal ou
regulamentar, as decisões sobre orçamento só têm
validade após a sua publicação em órgão da imprensa
oficial. Além disso, exige que as informações acerca da
discussão, elaboração e execução dos orçamentos
tenham a mais ampla publicidade, de forma a garantir a
transparência na preparação e execução do orçamento,
em nome da racionalidade e da eficiência.

31. (CESPE/EBC/Analista-Contador/2011) A reserva de
contingência, dotação global para atender passivos
contingentes e outras despesas imprevistas, constitui
exceção ao princípio da especificação ou especialização.

32. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010) O
princípio da não afetação de impostos de que trata o art.
167, inciso IV, da CF aplica-se aos estados, ao Distrito
Federal e aos municípios, sendo permitida a vinculação de
impostos da competência desses entes federativos
somente para a prestação de garantia ou contragarantia à
União e para o pagamento de débitos com ela contraídos.

33. (CESPE/MPU/Analista de Controle Interno/2010) O
princípio da discriminação ou especialização trata da
inserção de dotações globais na lei orçamentária,
providência que propicia maior agilidade na aplicação dos
recursos financeiros.

34. (CESPE/TCU/AFCE/Cargo1/2011) Se determinado
município precisar urgentemente aprovar a autorização
legal para a contratação de determinado empréstimo
destinado a reformar as escolas locais antes do início do
período letivo, tal autorização não poderá ser incluída na
LOA, pois essa lei não pode conter dispositivo estranho à
previsão das receitas e à fixação das despesas.
35. (ESAF/CGU/AFC/2008) No Brasil, para que o controle
orçamentário se tornasse mais eficaz, ao longo dos anos,
tornou-se necessário estabelecer alguns princípios que
orientassem a elaboração e a execução do orçamento.
Assim, foram estabelecidos os chamados “Princípios
Orçamentários”, que visam estabelecer regras para
elaboração e controle do Orçamento. No tocante aos
Princípios Orçamentários, indique a opção correta.
a) O orçamento deve ser uno, ou seja, no âmbito de cada
esfera de Poder deve existir apenas um só orçamento
para um exercício financeiro.
b) O princípio da exclusividade veda a inclusão, na lei
orçamentária anual, de autorização para aumento da
alíquota de contribuição social, mesmo respeitando-se o
prazo de vigência previsto na Constituição.
c) A vinculação de receitas de taxas a fundos legalmente
constituídos é incompatível com o princípio da não-
afetação, definido na Constituição Federal.
d) O princípio da especificação estabelece que a lei
orçamentária anual deverá especificar a margem de
expansão das despesas obrigatórias de caráter
continuado, conforme determina a Lei de
Responsabilidade Fiscal.
e) O princípio do equilíbrio é constitucionalmente fixado e
garante que o montante das receitas correntes será igual
ao total das despesas correntes.

Gabarito (Princípios Orçamentários):

1 E

11 E

21 E

31 C
2 C 12 E 22 E 32 E
3 C 13 E 23 E 33 E
4 E 14 C 24 C 34 E
5 C 15 E 25 E 35 B
6 E

16 C

26 C
7 E

17 C

27 E
8 C

18 E

28 C

9 C

19 C

29 E
10 E

20 E

30 E