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A f r GF 4994

ÁFRICA

VIAJES

Ï TRABAJOS DE LA ASOCIACIÓN LA EXPLORADORA
Psssslcaes e s p u r i a s del G s i í o de G u i n e a . Ád.uisicion para E s p a i a de la nueva p r c i i n s f a del i ' u n i
POÍÍ

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Rí53íc:iiai5Bío de ¡3 . ' o n a Ecuatorial c e í . f : ; : a EU l a s eoslas de o c c i d e n t e : s u s rr.on'.añís, s u s ríos: s u s habitantes: c i i a j , pro.lucci:TIES : porvenir de eslcs ; : s i s ; s \txUús.

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EL PAIS DEL MUNI

DESCRIPCIÓN

GEOGRÁFICA

A c o m a r c a que ha sido objeto de mis estudios, tanto p o r haberla recorrido por haber t o m a d o de A f r i c a dlano 35° (Hierro) al E s t e . noticias de como ella, está

c o m p r e n d i d a entre las costas occidentales al Oeste; el rio E y o ó Benito el m e r una Abarca por lo tanto al Norte; el rio O g o u é al Sur, y

extension de unos 4 0 0 kilómetros de Norte á Sur p o r más de 8 0 0 kilómetros de Este á Oeste, y una superficie superior á trescientos mil kilómetros cuadrados en la que se encuentran las cuencas del rio Muni, la del B e n i t o ó
;

Eyo figu-

y la del U a k e afluente del O g o u é al parecer, p o b l a d a s t o das ellas p o r más de treinta tribus entre las que ran la de los Palatitos ó Palavacliiches á quienes las c o n GEOGRAFIA

*. d e este m o d o el g r a v e i n c o n v e n i e n t e d e m e d i r s i t u a c i o n e s d e localidades de Europa. para c o n t a r l a s l o n g i t u d e s al o r i e n t e .AIS. ) A f e c t a la f o r m a de una piel. por longitudes q u e se expresan r e c í p r o c a m e n t e en u n a y tres cifras. ISÍS5J£. p u e s p a r e c e m a r c a r el l i m i t e o c c i d e n t a l d e l a n t i g u o c o n t i n e n t e .— 8 — y vida nocturna. G r e e n w i c h . Su posición astronómica o es 0 o 5 0 ' de latitud Norte y 27» 3 0 ' d e l o n g i t u d (1) ( 9 2 0 ' 1 4 " E . la de los P á m u e s l a d e los K u m b o s traidores y broniistas. sejas africanas a t r i b u y e n ¿j/V's Í/<' búfalo. el q u e p a s a polla p u n t a d e la u r c h i l l a en la isla d e H i e r r o . el m á s a d e c u a d o p a r a evitar r i v a l i d a d e s d e n a c i o n a l i d a d y l o sería a ú n m á s s i . E s la más i m p o r t a n t e de las que se e n c u e n t r a n en esta z o n a . l a s d é l o s S e k i a n i q u e se mueren hombre de repente en v i e n d o un la de los cantéales. y y hacerla más c o m p r e n s i b l e . clavada p o r sus cuatro (1) H e a c e p t a d o c o m o m e r i d i a n o d e o r i g e n . A fin d e m e t o d i z a r algo la d e s c r i p c i ó n v la d e los V e n d a s geográfica. Está situada en el c e n t r o exterior d e la b a h í a de su n o m b r e y á 2 4 k i l ó m e t r o s d e la costa. C o n t a n d o d e s d e él las l o n g i t u d e s . c o n s a g r a d o p o r la a n t i g ü e d a d . s e e s t a b l e c i e r a en CORISCO . q u e en el l i d i a dor también equidistan de Africa y de América. bailadores b l a n c o . d e c r e t a d o s u u s o c o m o o b l i g a t o r i o en 1634 p o r L u i s X I I I y u s a d o h o y p o r algunos alemanes. á la E u r o p a o c c i d e n t a l . f u n d á n d o m e en q u e este m e r i d i a n o . la d e los O k a n d a s lilljmt ¡cuses] M a s a n g o s elutsnut de asesino. e m p e z a r é p o r la í* A 25 T E I s l a lie C o r i s c » . los hemisferios oriental y o c c i d e n t a l d e la T i e r r a . l o s p r i m e r o s g r a d n s c o r r e s p o n d e n . p o r su s i t u a c i ó n . e q u i d i s t a n d o en el Ecuador de Africa y de América y dividiendo su nntimeridiano el mundo marítimo en d o s p-irtes tan i g u a l e s . próximas ó limítrofes. e n s e r v i c i o á la C i e n c i a . p o r fin. divide exactamente. lis. es el m á s p r o p i o . c o m o es n a t u r a l . s a l v a n d o .

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p o r 5 . C o n s i d e r o q u e el m e r i d i a n o d e H i e r r o se e n c u e n t r a : 14° 2 8 ' 4 7 " de M a d r i d . M a d r i d . a l g u n a s d e las c u a l e s c o n v i e n e c i t a r . F s p i u o s a y B o r d a . h a y c u a t r o lagunas de escasa cantidad de agua ( 2 á 3 metros) p e r o d e m u c h a extension.J CORISCO . 3 0 1 ° 6 ' 5 1 " de W a s h i n g t o n . es de unos - 100 su perímetro k2 1 7 . 11° 5 7 ' 4 4 " d e S a n F e r n a n d o . Se cuentan en la isla diez y nueve arroyos de los que p u n t a de la O r c h i l i a un o b s e r v a t o r i o a s t r o n ó m i c o y r u e t e r e o l ó gieo internacional. e s t á n fijadas s o b r e c á l c u l o s y c o m p a r a c i o n e s d i v e r s a s . o líl A l m a n a q u e n á u t i c o p u b l i c a d o p o r el O b s e r v a t o r i o A s t r o n ó m i c o de San F e r n a n d o . c o m o p r o m e d i o d e t o d a s las a n teriores o b s e r v a c i o n e s y c o m o r e c l a m o d e la m á s e s t r i c t a i m parcialidad. llamadas K o t o . do X E . c o l o c a á Madrid á 2 3 1 ' 3 " d e l m e r i d i a n o de d i c h o O b s e r v a t o r i o . > 1 2 G 0 0 0 . así que esta z o n a está deshabitada. a d m i t o la D i f e r e n c i a . á S E . D e esto se d e d u c e q u e la d i f e r e n c i a e n l o n g i t u d entre San F e r n a n d o y M a d r i d . L a costa que apenas alcanzan unos 6 0 metros de del N o r t e y del Oeste es más a c c i d e n t a d a y e l e v a d a . La S o c i e d a d G e o g r á f i c a d e M a d r i d . L a s a n t e r i o r e s s i t u a c i o n e s . especialmente la última que es m u y pantanosa. será i n . d e 14 2 8 ' 4 7 " .320 y extension superficial de 14. E n la parte S E . La diferencia entre Madrid y San F e r n a n d o . Ibonga ó (lueiba altitud. 18° 9 ' 4 6 " d o G r e e n w i c h .— extremidades y m i d o ¡V". Elongo. ' . c o l o c a á S a n F e r n a n d o á< los 11° 5 7 ' 2 0 " d e f H i e r r o y á Madrid á l o s 14° 2 8 ' 2 9 " d e l m i s m o m e r i d i a n o . la del Sur y Este es más r e g u l a r y más b a j a . 20° 3 0 ' 0 0 " d e P a r í s . E s llana en general y sólo cuenta algunas colinas e n l a costa del X O . i n d i c a d a ríe 2 ° 3 1 ' 3 " y la q u e h a y e n t r e S a n F e r n a n d o y H i e r r o 11° 5 7 ' 4 4 " . E n t r e París y H i e r r o h a y u n a d i f e r e n c i a . s e g ú n l o s m e j o r e s U . T e n i e n d o en c u e n t a las o b s e r v a c i o n e s h e c h a s p o r C h u r r u c a . 9 1' 4 5 " de Lisboa. . Su 3 — k U 9 0 0 de N O . á S O .H i e r r o . es d e 2° 3 1 ' 3 " . y los c á l c u l o s del O b s e r v a t o r i o d e S a n F e r n a n d o y S o c i e d a d G e o g r á f i c a d e M a d r i d .

S o n t a n t a s las o p i n i o n e s q u e s e h a n e m i t i d o a c e r c a d e e s t e asunto. y las mejores observaciones a s t r o n ó m i c a s . misma la isla se pero y encuená seis El dirección Ulombiyanga Cooga. c o l o c a n d o a l l a d o d e la s i t u a c i ó n la e q u i v a l e n t e a l m e r i d i a n o de G r e e n w i c h c o m o d e f e r e n c i a y r e s p e t o á l o s s a b i o s q u e c e l e b r a r o n el ú l t i m o C o n g r e s o i n t e r n a c i o n a l d e d i c a d o á e a t o s fines. T o d a la isla se halla r o d e a d a d e un placer y que sonido raspa se esy á tiende á u n o y d o s k i l ó m e t r o s p o r el N o r t e Oeste. Mientras e 3 t o s e verifica. no p u e d o m e n o s d e a d m i t i r esta s o l u c i ó n q u e al p a r e c e r es m u y a c e p t a b l e y r a cional. e n t r e H i e r r o y M a d r i d . ¡a d i f e r e n c i a 14° 2 8 ' 4 7 " p u e s e n este caso la d i f e r e n c i a M a d r i d . H a y p o r lo t a n t o . y en la b a n d a oriental los l l a m a d o s M e n y i b u e . o o o CORISCO . A fin d e e v i t a r c o n f u s i o n e s i n ú t i l e s ( ¡ c u á n t a s se e v i t a r í a n si s e t u v i e r a v a l o r p a r a a c e p t a r el s i s t e m a d e c i m a l ! ) c o n t a r é las l o n g i t u d e s h a c i a O r i e n t e h a s t a c o m p l e t a r la c i r c u n f e r e n c i a t e r r e s t r e . y dos p o r l a del E s t e . datos. los islotes B a ñ e . dan u n a diferencia acertadísima 6 1 ' 1 3 " entre Madrid y París. E n la p a r t e S u r y 1 9 0 0 metros de tran el islote L e v a y en la k i l ó m e t r o s . siete lo v e r i fican p o r la costa del Oeste.P a r í s e s d e 6 1 ' 1 3 " q u e e s t á c o n f o r m e c o n el p r o m e dio de numerosas observaciones L a d i s t a n c i a e n t r e P a r í s y G r e e n w i c h es d e 2 2 0 ' 1 4 " t o m a n d o el t é r m i n o m e d i o d e l a s m á s s e r i a s y a c r e d i t a d a s o b s e r v a ciones astronómicas. T o d o s ellos son de escasa i m p o r t a n c i a . u n o s c u a t r o k i l ó m e t r o s p o r el S u r y p o r el E s t e . de 20° 3 0 ' . q u e a d m i t i r c o m o e x a c t a . P r ó x i m o s á la costa del N o r t e se hallan los arrecifes I b o n g a .cuatro salen á la m a r p o r la costa del N o r t e . para v e n i r á un acuerdo definitivo. R o z a d a c o n u n p a l o p r o d u c e un m u y p a r e c i d o al de u n tejido de seda c u a n d o se le c o n la u ñ a . L a arena d e la p l a y a es de un color tan blanco que o f e n d e á la vista. seis p o r la del S u r . q u e debiera n o m b r a r s e una c o m i s i ó n internacional e n c a r g a d a d e h a c e r r e p e t i d a s o b s e r v a c i o n e s .

ESCALA. 1 5o.ooo I .ELOBEY GRANDE Y E L O B E Y P E Q U E Ñ O . Eldhey Pequeño litViuáa ¿s RcldAn-Madrid .

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Su perímetro es de G100 metros y su superficie 2 " . k á medio llenar. del . E l islote B e l o b y queda al Norte. Esta isla está r o d e a d a de un b a n c o que se extiende á corta distancia. y en la costa del S E . Nordo c o r r e s p o n d i e n d o la parte de la b o c a á la punta 2 8 0 de Norte á Sur p o r l l . M i d e 2 .primero apenas tiene ochenta metros en su m a y o r sion. 4 5 0 de Este á Oeste. á causa de las fuertes y tormentas que reinan en ella. desagua un arroyuelo llam a d o U t a n d c . es la única elevación q u e interrumpe la meseta p o r cl N E . F o r m a una meseta elevada y algo accidentada p o r h o n donadas y p e q u e ñ o s barrancos q u e irradian á las costas. Sin duda aplicaron este n o m b r e á la frecuentes Está situada en el fondo de la bahía de Coriseo á 5 kilómetros de la costa más p r ó astronómica es de 0 5 0 ' latitud N o r t e o y 2 7 ° 4 1 ' de longitud ( 9 " S I ' 1 4 " E . h a y un arrecife descubierto en parte. y en la costa del Sur y cerca do la punta Masaka. Isüeta «le Eloliey ^i-niitie. L a colina E d u m n g u e n y a de unos 8 0 metros. x i m a . 0 0 5 280. E l n o m b r e de Coriseo es de origen portugués y de que nos o c u p a m o s . G r e e n w i c h ) . E l centro está cubierto de v e g e t a c i ó n que termina las playas d e arena b l a n c a y s o n o r a c o m o la de ELOBEY GRANDE separado de E l o b e y en Coriseo. A f e c t a la forma de una bota de vino te. L o s tres últimos forman un gran b a n c o da en parte á seco en la baja m a r . h a y algunos pantanos. S u posición extenrom- (juc quesigniisla fica r e l á m p a g o . es elevado y se halla rodeado de peligrosas pientes. E n la parte N E . G r a n d e p o r unos metros. .

I r t o s ii m SITUACIÓN astronòmica. 500. 0" 5 0 ' E l o b e y G r a n d e 0" 59'. 27" 3 0 ' 27° 4 1 ' 27" 4 2 ' Perímetro ¡•. LaliünTÜT' J o r i s c o . 3 1 0 metros c u a d r a d o s . en una l o n g i t u d de 9 2 0 metros.005280 0. Su posición astronómica (casa que habitaba en la parto S E . .338590 ToTATH'í ELOBEY PEQUEÑO . . más larga que ancha. y en la parte del S u r cuenta con un p e q u e ñ o fondeadero de 8 á 10 metros de a g u a . separada p o r un canal c u y o b r a c e a j e varia d e 5 á 7 metros. . 14" E. do E l o b e y Girando y á 1 4 5 0 metros d e distancia. E n la costa del Norte existen varios arrecifes l l a m a d o s B o l o ( A d i ó s .5 Longitud.0 5.0 5. ) E l o b e y p e q u e ñ o es bajo y cubierto de v e g e t a c i ó n tiene agua d u l c e . Kilómetros. teniendo su eje m a y o r extendido de .6 Superficie. Está situada al N E .Isltüí* «le Eloliej Pejjsíeño.126000 2.lámete 17. E l o b e y P e q u e ñ o 0"59 ' 4 6 " (Observación propia o p o r altura meridiana solar) y 27° 4 2 ' de longitud. Greenwich.) E l p e r í m e t r o es de 2 2 2 9 metros y su extension superficial 2 0 7 .2 25.1 2. A f e c t a una forma irregular.207310 16. Su distancia á la costa es do 5 k . á S E . á 1 7 0 metros en su parte central en la ensenada A n g u n d o y 2 0 0 metros en la septentrional. ( 9 3 2 ' y no e n Distancia á la costa Kilometre? 24.3 6. D e s p i d e un arrecife anegado de p o c a extension. ) es de 0° 5 9 ' 4 ( 3 " de latitud N. Su anchura varía do 4 0 0 metros que tiene en la parte meridional. N O . 14.

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profundidad y está limitada al N o r t e p o r el Cabo San Juan Seis b a n c o s importantes o b s t r u y e n en parte esta h e r m o sa bahía. m u y p o c o e x t e n d i d o . . E m p e z a n d o p o r la parte del N o r t e . al S E . tenemos el placer que corresponde á la costa. El f o n d o es de arena y p i e dra y tiene a l g u n o s cabezos c o m o el llamado U n g o t o á 2 kilómetros mar afuera del p r o m o n t o r i o M e j a y e y en el que tocó uno de los v a p o r e s de la C o m p a ñ í a inglesa de la c o s ta occidental de A f r i c a . Su por 2 kilómetros de anchura. que á tener m a y o r e s fondos sería una de las más importantes de la costa de A f r i c a . tanto encuentran fondos de arena y piedra c u y o b r a c e a j e de 8 á 12 metros. Este conduce al rio canal que que une al p r o m o n t o r i o B a n g i i e con la entrada al rio M u ni y á unos 4 kilómetros de este último p u n t o . los fondos son de piedra y hay algunos c a b e z o s aislados que los mismos naturales se un placer que corre paralelo á la costa del país los igalcanzando 2 n o r a n . Sin e m b a r g o á unos 7 kilómetros que á varía del 0 0 0 metros de la costa.— BAHIA * — EÏI-: CORJSCO. á 4 metros . en la línea extende por c o m p l e t o . T i e n e de 3 BAHÍA DE CORISCO sion p o r término m e d i o es de G kilómetros del N O . se C a b o . e m p e z a n d o p o r Cabo San Juan. H a y un b a n c o aislado. de T i e n e 57 kilómetros de abertura por 20 kilómetros y al Sur p o r el c a b o Esteras. hasta el rio Muni. D e s d e el promontorio M e j a y e comienza á extenderkilómetros de anchura. perdiéndose b a n c o traza el cantil N o r t e al Muni. mar afuera. IS.iiteo tleS íííítijjo. y tiene p o r término m e d i o 4 metros de agua.

á O . p o r 5 kilómetros S E . E . T i e n e p o r término la costa. de Coriseo y á 1G kilómetros de la costa. c o n d u c e al rio Muni. E l fondo es de arena y piedra B a n c o rte Coriseo. p o r 2 k i l ó m e t r o s de N . á S. de 4 y 5 metros de está defendida al la isleta hasta 9 kilómetros. U l o m b i y a n g a C o o g a . M i d e 3 kilómetros de E . del islote y en contacto Se halla e m p l a z a d o punta c o n su septentrional. y á unos 4 k i l ó m e t r o s p o r el Sur y p o r el Este. T i e n e un arrecife descubierto llamado B e ñ e . L l a m a d o así p o r estar situado al BANCOS centímetros y 4 quedando en seco p o r m u c h o s sitios en la b a j a m a r . y a he dicho que se cstiende á u n o y dos kilómetros p o r el Norte y Oeste.P e q u e ñ o . á S O .— 8 — en for- agua s o b r o f o n d o de arena y varía c o n frecuencia ma y en amplitud. T i e ne de 3 á 5 metros de agua. variando en anchura d e 2 á o medio agua y forma el cantil meridional del canal. y tros S E . Su f o n d o metro á 5 metros. epue p r ó x i m o á cuya b o c a p o r este b a n c o de la mar de fuera. E l placer que d e s p i d e la isla de Coriseo. M i d e 11 kilómetros de N E . E n los islotes B a ñ e . E l fondo oscila entre unos este b a n c o se elevan 1 8 6 0 metros. á metros. T i e n e 2 kilómetros de E . Se extiende este b a n c o á 6 k i l ó m e de N O .500 metros de distancia. ISanco de Eloliey b r a n d e . Este último está situado al S. k i l ó m e t r o s . y su b r a c e a j e es de 2 y 3 metros. 5 8 ° O . á O . d e B a ñ e y á . ISauco deJ ¡Tímida. p o r 1 kilómetro de N . B a n c o del ISañe. B a n c o tie Klolicy. de la isla y á varía desde medio 2. S e extiende al N O . Está situado al N E . á S.

13 y 10 metros. Sus profundidades son 8. E l del N o r t e c o r r e paralelo á la Costa d e los Mosquitos y está c o m p r e n d i d o entre el b a n c o d e la costa y el de E l o b e y P e q u e ñ o . y 3 ceaje oscila entre 3 y 5 m e t r o s . Profundidad máxima. L a costa situada en el fondo de la bahía. de G á 1 0 m e t r o s . . y b r a c e a j e m á x i m o d e 2 á 5 metros. H a y otras pasas d e menores fondos c o m o la que tiene comprendida entre el b a n c o M u n d a y el de la costa d e B e l o k ó b u e . y la zada entre el B a ñ e y el p l a c e r d e C o r i s e o dos de 6 á 10 m e t r o s . M i d e 9 kilómetros d e N N O . S u fondo es d e y arena fangosa. T i e n e un mínimo d e 9 metros d e agua p o r un m á x i m o d e 1 4 metros. despide un p l a c e r de unos 4 k i l ó m e t r o s de a n c h u r a con fondo arena dura y piedra. la situada entre el b a n c o emplaq u e tiene f o n Munda y el B a ñ e d e 6 á 13 metros de a g u a . al S u r del rio Muni. á S S E . L a s m a y o r e s profundidades fango kilómetros á 1 k i l ó m e t r o de anchura. D i s t a d e C o riseo al S E . 16 k i l ó m e t r o s y d e la costa d e B e l o k ó b u e . Su f o n d o arena y el bra- CANALES . E l del Sur pasa p o r entre las islas d e Coriseo y E l o b e y y entre los b a n c o s B a ñ e . M u n d a y el de la costa del E s t e . E l f o n d o d o minante es fango y arena f a n g o s a . 9. estrechándose notablemente al dar vuelta al c a b o Esteras estos f o n d o s á 4 0 0 metros d e la costa. L a costa d e B e l o k ó b u e está ceñida p o r un b a n c o q u e se extiende á 5 y 8 kilómetros en donde se alcanzan con 2 y 4 metros de agua. 6 kilómetros. Canales.Sur de bahía y frente al rio d e este n o m b r e .

8 0 m m entre 2 0 y en las cuadraturas l . más ancha en los entrantes. con a r b o l e d a y y ceñida p o r una p l a y a estrecha en las pequeñas puntas. U n a de ellas tiene su origen en la parte N E . c o n bastante regularidad.— fiO — medidas en la bahía so han h a l l a d o entre las islas Coriseo y E l o b e y . L a s corrientes secundarias varían c o n frecuencia varían las delimitaciones de los b a n c o s . Mareas L a s mareas en las sizigias se elevan á 2 . dos importantes. en mi c o n c e p t o . U n a faja n o interrumpida d e CORRIENTES Y MAREAS . Corrientes. dirigiéndose al extremo N o r t e de la bahía con v e l o c i d a d kilómetros p o r hora. de este fenómeno de la que se d e d u c e la causa racional de la f o r de C o - corrientes son. 0 0 . L a corriente general se dirige del S O . derivaciones de la general i i A cos'aw D e s d e el rio Benito ó E y o corre la costa en dirección al S O . que se corren p o r los canales de la b a h í a . L a adjunta lámina es una d e s c r i p c i ó n gráfica mación de los islotes y do los bancos en la bahía riseo. y pasa á unos 2 4 k i l ó m e t r o s do la costa. pues en este punto el b r a c e a j e oscila y 2 2 metros. de la bahía cerca de la corriente Ambas Costa de los Mosquitos y se dirige al Sur. ó c o m o varían las causas que las p r o d u c e n . al media de 2 como N E . Es baja. Otra del Norte al Sur so nota al o c c i d e n t e de E l o b e y . pero sin e m b a r g o pueden deslindarse de las corrientes que p r o d u c e el rio Muni y cl M u n dà según el flujo ó reflujo.

D e s d e Cabo San Juan ó N e n y e . según o b s e r v a c i ó n propia de altura R e c o b r a la costa su dirección al S E . á 3 '. tuerce la costa al S S O . f o r m a n d o ñas puntas B a g a . F u e r a de ellas toqué fondo á los 8 metros baja mar. 5 k de la confluencia p o r sus rio A y e .— I t — arrecifes se estiende durante 2 2 kilómetros á contar d e s d e la punta Uini que forma la orilla izquierda de la e m b o c a dura del Benito. Mabuke. c u y a orilla derecha está situada á los I meridiana de Sol. 1G' muy 2 6 " de latitud Norte. E s más elevada c o m o i n d i c a n d o L_A COSTA carácter un país más moii- . próxi- B c p o k o l o . durante 11 kilómetros. Beloe. B c l o n g o é I b o n d i b o n d i . so estiende un b a n c o á un kilómetro de la costa. cuya extensión i g n o r o pues fui sorprendido pientes de las que tuve que salir precipitadamente sin p o der sondar. vuelve la te al Sur durante 15 kilómetros hasta la arrecifes y en costa b r u s c a m e n desembocadura o o ¿35' do latitud Norte y 27° 4 7 ' de longitud (i.)'' 3 7 ' 1 4 " E . t o m a n d o un abrupto. y S O . U n islote llamado I b u n y a se halla en punta B e l o e j u n t o á un b a n c o que se estiende E n punto B a g a situada c e r c a de 4 kilómetros mar del romen afuera y en el que apenas hay 4 metros de agua.) D e s d e el punto en d o n d e terminan los d o n d e desagua el rio J a n y o . Igombegombe. c u y a posición astronómica es I vich. G r o e m - del rio A y e . y sigue durante 16 kilómetros hasta el c a b o San Juan. E b i n o . las pequeIboto. F r e n t e al rio A y e hay una barra peligrosa en la que naufragué en 1 8 7 5 . D e s d e la punta Beloe hasta la de M a b u k e . se estiende un arrecife m o á la p l a y a .

ambas eleun poquito v a d a s y rodeadas de arrecifes y que desvían al SO. L a situación del p r o m o n t o r i o B a n g ü e es I 5 ' 4 0 " de latio tud Norte ( o b s e r v a c i ó n p r o p i a p o r altura meridiana de Sol. Sigue la costa invariablemente al Sur. (19 kilómetros). A partir de esta última p u n t a . á e s c e p c i o n del trozo c o m p r e n d i d o entre el p r o m o n t o r i o B a n g ü e y J o n d o (8 k i l ó m e t r o s ) . forma la entrada izquierda del rio Muni. tuerce la costa al O N O O . y S. P u n t a TJkoko á 2 5 0 0 metros de la anterior. S O . L o s p r o m o n t o r i o s B o o t a . E l rio Muni deja interrumpida esta costa en punta Y e k e .) A partirdel p r o m o n t o r i o B a n g ú e . que es más elevada. M e j a y e y B a n güe. durante 7 k i l ó m e t r o s y forma la punta B u e n e y la punta Gómbie. M a k é k u e y M a d e k e l e . en 3 kilómetros hasta el rio I m a m a . recibe la costa el n o m b r e Costa del B u r u ó de los M o s q u i t o s . hasta el c a b o E b e n y a y tiene ensenadas dividida p o r la punta de la K o c a .t u o s o al interior. f o r m a n d o un gran arco que cierra la parte en septentrional de la bahía de Coriseo. COSTA otra b o c a se encuentra á 11 k i l ó m e t r o s al O . b a j a y de p l a y a hasta el rio I k a m b i (31 kilómetros) formando algunas cuya puntas c o m o la de B u y u m b a . D e s d e el rio I k a m b i al Sur pertenece al M u n d a . con el nombrede costa de B e l o k ó b u e . son elevados. A k a n d a llamada también de C o r i s e o . Sigue la costa b a j a al O . desde d o n d e sigue la c o s ta regular y con b u e n a p l a y a al S E . presentándose general b a j a y c o n p l a y a estrecha. en la punta dos . T i e n e un recorrido de 27 kilómetros. r o c o s o s y en su base están rodeados de arrecifes y rompientes.

. id. 3 7 kilm.— 13 — franca Cabo Coen- D e s d e c a b o E b e n y a toma la costa una d i r e c c i ó n al Sur presentando los mismos A G kilómetros Sur de E b e n y a se encuentra el caracteres que la anterior. COSTA . desde al rio Muni 25 157 TOTAL. L a costa c o m p r e n d i d a entre el rio B e n i t o y el C a m p o . desde el rio B e n i to al A y c Costa de C a b o San Juan. rio A y c al p r o m o n t o r i o B a n g i i e . id. de long. al M u n d a Costa de B e l o k ó b u e Munda al C a b o Esteras. . id. Esteiras ó Esteras. id. Su posición astronómica es 0 3 5 ' 2 8 " do latitud y 2 7 ° O de aguas tre la b a h í a y el rio G a b o n .) Resumen. id. . id. Costa de los Mosquitos. desde el 27 27 41 desde el rio . elevado y r o c o s o . id. id. . Costa de U n a g o . y p o r q u e E s p a ñ a tiene dere- 29' 4 0 " de l o n g i t u d ( 9 ° 1 9 ' 5 4 " Grecnvich. desde el p r o montorio B a n g ü o al rio M u n i . suma 9 5 kilómetros y el estuario del rio M u n d a (si es suma que se c o m p r e n d o c o m o costa) en t o d a su l o n g i t u d . Este punto debe ser el límite S u r ' d e las costas españolas de la bahía riseo por marcar c o n precision la divisoria de chos de p o s e s i ó n . . Costa de M u n g a . kilómetros.

á las c o m p r e n d i d a s en el rio M u n i y el M u n d a . Ossorio en 1 8 8 4 . nos encontramos c o n una cstensa llanura. c u y o s seculares t r o n c o s v i v e n aún á expensas te y p o r Oriente de sierras elevadas. cubierta do selva primitiva. D e m o d o que el total de l o n g i t u d de costas españolas asciende á 2 9 2 k i l ó m e t r o s . que desemboca en la bahía de Coriseo frente á las islas E l o b e y . pierde imsu n o m b r e á los 35 k i l ó m e t r o s de la costa.— 14 — 4 0 kilómetros. Constituye el gran valle del rio Muni. por otros 120 de á Oeste. á la c o m p r e n d i d a e n t r e el rio B e n i t o y el A y e . EL INTERIOR . en h o n o r al j e f e v e n g a M u n g a q u e h a b i t ó y p o b l ó á C o r i s e o . (b) Dar el n o m b r e d e Costa de Mnnga. q u e e n t r e g ó sus d o m i n i o s á I í s p a ñ a y q u e c o n q u i s t ó á l a s t r i b u s V i c o s las c o s t a s a q u « se a l u d e . d o n d e m i d i e n brazos más Este cuyas fertilidad p o c o c o m ú n del suelo. E l rio Muni que tiene 2 5 0 0 metros de ancho en su e m b o c a d u r a con fondos de 26 y 35 metros de do 5 5 0 0 metros de anchura. cruzada de rios importantes y de canales nauna vegede la alturales que facilitan las c o m u n i c a c i o n e s . P e n e t r a n d o al interior. se divide en dos agua. canzan más de mil metros de altitud. y c i r c u n d a d a p o r el N o r cumbres (1) S o m e t o á la a p r o b a c i ó n de la S o c i e d a d d e G e o g r a f í a d e M a d r i d y del D e p ó s i t o H i d r o g r á f i c o la p r o p o s i c i ó n s i g u i e n t e : (a) D a r el n o m b r e de Costa de Unago en h o n o r al p r i m e r j e f e de los V e n g a s U n a g o q u e p o b l ó y h a b i t ó e s t a s c o s t a s . m i d e de 120 kilómetros do Norte á Sur. constituida p o r gigantes del reino tal. Esta vasta planicie que esploré en 1875 y adquirí para E s p a ñ a en c o m p a ñ í a del D r . (1) EL OTEliinii.

saliente de la orilla izquierda del rio 1S75 me armó una e m b o s c a d a en la que de ser asesinado. con un curso de más de 5 0 de los cuales oí) kilómetros son navegables p o r kilómetros más de 2 metros de agua. R e c i b e en la parte alta de su curso tributarios de importancia c o m o son el M a n y ana. de 2 kilómetros cuadrados de superficie de perímetro. R e c i b e p o r su orilla que describiré por derecha el rio C o n g o a (') Cóngüe contener alcanza que viene del N E . y el mismo que ha sido estuve su á ni. o c u p a una rio Muni dominando la entrada del del Muni (12 kilómetros). I s o m a y Y u b u . llamado Bina y que calculo en 4 0 kilómetros de puntos y U t a m b o n i existe una vegable para botes y canoas.) el curso donde isleta Muni na" conde en Boconum- (9 4 2 ' 1 4 " Mas al oriente y p o r su orilla izquierda bue ó recibe un afluente que no ha sido e x p l o r a d o . del las entradas Utongo U t a m b o n i (10 kilómetros). Norte p o r 27° 5 2 ' de Su posición longitud o propiedad. ó sea el canal I p o l o 1200 metros. El islote I b e l o está deshabitado y pertenece al jefe Besse y es I o 3 ' 3 0 " latitud Greenwich.portantes: el U t o n g o y el U t a m b o n i separado. E n los fluyen los rios U t o n g o 2.5 kilómetros en sentido meridiano p o r 3 k i l ó m e t r o s RIO CONGUE . y todos ellos de más de cerca en el y de Mupunto por y 4 kilómetros la entrada de 30 kilómetros de recorrido — E l islote I b e l o posición importantísima Congoa. E n su d e s e m b o c a d u r a un ancho de 3 k i l ó m e t r o s c o m p r e n d i e n d o el islote I b e l o y sin c o m p r e n d e r l o . Dista 4 kilómetros escasos P u n t a B o t i k a . c u y o p o s e e d o r el rey G a a n d u ( c o c o d r i l o ) es el que en solicitado los franceses para la venta de terrenos de á su hermano A p o l o .

E l N o y a de 2 1 0 kilómetros que permite rrerlo en balandra durante una gran parte de su curso. les afluentes los recibe p o r su orilla el I b o t a 50 kilómetros de desde el punto en que verifica el c a m b i o curso. puede ser habitada las al- p o r estar la m a y o r parte de su suelo cubierto p o r E l rio U t o n g o m i d e 3 kilómetros de anchura en su b o c a . se c o n f u n d e con el Muni. á contar rumbo 30 kilómetros. E s navegable para de su balandras de 2 metros de calado durante 5 0 kilómetros. A b i l i a y B e l a de 2 0 á 3 0 cada uno. llamada E b u n g ü o que no tas mareas. recorre desde sus orígenes más de 2 3 0 contando 3. p o r su orilla izquierda. Se dirige primero al N E . R e c i b e m u c h o s afluentes de escasa i m zona son del que tributa en él. el M o a en kilómetros. A contar de este punto su direcpara b a r c o s principason: kirecoLos de 40 izquierda y . E l rio TJtamboni. y p o r último el U d i n a p o c o c o n o c i d o . kilómetros con sus tributarios N o n d a 4 0 kilómetros y Y o b u e lómetros.paralelo.5 kilómetros de anchura en el punto ción es al E S E . El K o r o r o . en 70 kilómetros n a v e g a b l e s de 30 toneladas. Estos rios principales constituyen lo RIO UTONGO Y delta la que se llama UTAMBONI . c o n más de 70 kilómetros de curso. pero c u y o r e c o r r i d o no bajará en nada do 70 kilómetros. para cambiar á la mitad portancia en su mitad superior. el más importante dé los afluentes Muni. el rio B a ñ e de más kilómetros navegables para embarcaciones de 2 metros de calado. d e s e m b o c a n d o un en el U t a m b o n i p o r multitud de b o c a s que constituye mal sano y que p e r j u d i c a á la n a v e g a c i ó n . p e r o p a s a d a ! esta de 0 0 kilómetros de curso de los que 4 5 recorrido. y de aquí c a m b i a al N E . al Norte.

) A partir de este p u n t o . c o n s t i t u y e n d o que fueron r e - (1) El v a p o r B o u s a d e la c o m p a ñ í a i n g l e s a National Africanj t Limited p o s e e d o r a d e l p r i n c i p a l b r a z o del N i g e r . (1) E x t e n d i d a p o r el N o r t e de esta r e g i o n hay una c o r d i llera que arranca. á formar el m o n t e de la Mitra ó de los Micos que alcanza 1201 metros sobre el nivel del mar constituyendo un b u e n punto de r e c o n o c i m i e n t o marinos I o para los longitud que n a v e g a n por estas costas.cuenca del M u n i . de punta B o o t a á 4 k i l ó m e t r o s al Sur de C a b o San Juan y se dirige en general al N E . á constituir los m a c i z o s de B u m y que a l de 585 y 420 metros de altitud. 15 kilómetros. á c o n t a r desde el m o n t e B u m b u a n y o k u . e n v í a n sus aguas al rio Mitra C o n g o a . b u a n y o k u y U k u d i m u t ú b u e . ) T o d o s estas elevaciones. — M u l t i t u d de esteros y canales c o m u n i can unas cuencas con otras y vienen á constituir una de n a v e g a c i ó n c u y a longitud total no b a j a r á lómetros tro. p o b l a d o de ébano canzan respectivamente Punta I I o red de 1 0 0 0 k i - para v a p o r e s cuyo calado no pase de un m e - B o o t a o c u p a en la costa una latitud N o r t e o 8 ' 0 0 " y 2 7 " 3 2 ' 4 0 " do l o n g i t u d ( 9 2 2 ' 5 4 " Greenlongitud kilóme- vich).85 m e t r o s c a r g a d o c o n 300 b o c o y e s d e a c e i t e d e p a l m a . c a l a 0. de 2 0 ' 3 0 " de latitud Norte y o ( 9 5 7 ' 3 4 " G r e e n v i c h . CORDILLERAS . la c o r d i - llera menos elevada se dirige al N E . Su posición es 28° V 2 0 " . E l eje de la cordillera á partir del m o n t e las montañas d o n d e n a c e el rio U t o n g o y toma la dirección del N E . E l monte B u m b u a n y o k u o o c u p a una p o s i c i ó n de 1G' 0 0 " de latitud Norte p o r 27° 4 5 ' 0 0 " de o (9 3 5 ' 1 4 " Greenvich. en sus primeras estribaciones. durante 2 0 tros y v u e l v e al E .

separando las cuencas del M'pala latitud Norte 0 24' y I b o t a y del N u n d a y alcanzando 6 0 0 y 8 0 0 metros de alo longitud 28° 3 5 ' (10° 2 5 ' 1 4 " Greenvicli. S E . y á las m á r g e n e s del O g o u é . Otra pequeña cordillera separa las aguas del M o a y del N o y a siendo uno de sus principales p i c o s el m o n t e B a CORDI LLERAS . constituyendo una c o r d i el N o r t e con el ramal antes citado debe ser I 3 0 ' de latitud N o r t e y que se dirige al desfiladeros desde dista que separa las aguas del rio B e n i t o . se dirige de S.) D e aquí parten dos ramales uno al E N E . llegando hasta un punto c u y a situación es 0" 3 1 ' de latitud Norte Greenvich). L a tercera cordillera paralela á la anterior 14 kilómetros p r ó x i m a m e n t e más v a d a en verdaderos territorios al oriente y está encla- desconocidos é inexplora- dos. L a más p r ó x i m a á la costa so llama A n e n g u e m p a l a de a g u a ) . en un punto c u y a p o sición a p r o x i m a d a 29° de longitud 1 o (10° 5 0 ' Grcenvich) y S. posición I o 2 7 ' 3 0 " de la- titud Norte y 28° 1 2 ' 0 0 " de longitud (10" 2 ' 1 4 " Groen vich. titud en el monte N i n g o á N. f o r m a n d o algunas gargantas y y 28" 4 7 ' de longitud ( 1 0 " 3 7 ' 1 4 " S.) Más al oriente se levantan las desnudas y brillantes crestas de la Sierra del Cristal ó U k u d i Masei vación llera que se une por de los corisqueños á una elede 9 0 0 y 1100 metros. P o r la parte oriental existen tres cordilleras paralelas (garrafa que sólo describiremos en la parte que nos interesa. llamada cordillera P a l u v i o le que apenas cuenta en algun punto con c u m b r e s de 3 1 5 metros de altitud.— as — conocidas p o r Serval en 1 8 6 2 . /i al S O . d o n d e varía al S S O . f o r m a n d o la divisoria de aguas entre las cuencas del rio Benito v del Muni y otra al S S E .

tuerce al S O . en un macizo c u y a posición es de 0 del territorio adquirido empieza 1 5 ' de latitud al Sur por 28° 1 5 ' de longitud ( 1 0 " 5 ' 1 4 " G r e e n v i c h ) . pasa pol- de dirección al S S O . P o r ú l t i m o .« B DESCONOCIDO están con- E n el plano que publiqué en A b r i l de 1878 signados los nombres de las tribus y el curso de algunos rios hasta el meridiano 30° de la isla de Hierro ó sea hasCORDILLERAS . el monte de la Mitra - y el ramal que de él parte al E . lU los picos de N i n g o . que empiezan á elevarse desde la costa p o r la margen izquierda del rio I m a m a á los O 5 ¡ ) ' de latitud 1 Norte y á los 27° 4 4 ' de longitud (!)° 3 4 ' 1 4 " G r e e n v i c h ) dirigiéndose al S E . N. á terminar en el macizo descrito de los montes Baiña ó B a ñ e y sigue p o r el eje de esta cordillera á morir en las del rio I m a m a . E. citaré los montes E l o b e y y los Baiña ó P a n e . v u e l v e al O . para terminar con la parte liorográfica. del cual separa sus o aguas.— 1© — iú cuya posición es 0" 2 5 ' latitud Norte y 28° 2 4 ' de longitud (10" 1 4 ' 1 4 " G r e e n v i c h ) . D e aquí sigue el límite por la Sierra del Cristal hasta el punto en d o n d e cambia S O . . y que separa las cuencas del Benito y del M u n i . al Sur de punta G ó m b i c . M ' p a l a y Bañi. separando siempre las aguas del rio Muni de las del Cuibou. E l límite en p u n t a B o o t a de Cabo San Juan y sigue por las cordilleras que forman el B u m b u a n y o k u . riberas I. el U k u d i m u t ú b u c .. y S. separándose cada v e z más de la costa hasta terminar cerca del rio Gabon. E l perímetro de este valle es de unos G40 k i l ó m e t r o s y su superficie de unos 2 8 0 0 0 kilómetros c u a d r a d o s .

que llaman S a m b a n a m a g o s . E l terreno está cubierto de b o s q u e lo mismo que costa. H a y un gran país en el interior llamado y o s habitantes se llaman Massangos. citaré la curiosa regiones inexploradas. á un Massango del país M e k o n g o que había estas regiones y tenía m e m o r i a C o n v e n c i d o de la veracidad de prescindiendo de algunas imaginación que hizo de aquellas de lo que las noticias viajado me de p o r haber sometido alguna de ellas á la exageraciones aún comprobación y propias relación c o m o un de los africanos. m o d e l o de las descripciones que saben hacer á los v i a j e - Mekongo cu- Su distancia a l a costa es tal. á fin de presentarlo ros esos habitantes de los b o s q u e s .— so — ta 9 0 0 kilómetros de la costa. que un v a p o r tardaría 1 5 dias en llegar. omitir detalle ni c o n c e p t o . m a y o r B u m b u a n y o k u . E n este país hay un monte m u y grande. ancho canal que separa los dos islotes E l o b e y y el O g o u é . que llamamos D i m u n g u i agujero en él se encuentra un m u y mal olor. EL MEKONGO que el un y abriendo que polvo negro despide oido hablar como de el que se une c o n en la cae en de veces h a y dos . N o h a y lagos ni los massangos hemos ellos. Atraviesa el país un río llamado TJake. Más cerca del mar que lo que está nuestro país hay el rio O g o u é una catarata g r a n d e como el almacén Aquí K o n i g s d o r f e r . Estos datos son había que debidos por dio la sin visto. H a c e más frió que en E l o b e y y algunas nieve en el monte D i m u n g u i .

— ai — pueblos en las dos orillas del rio . el los Massangos era el rey Y i k o . ñames y y u c a s . E l saludo de los massangos consiste en darse la mano y separarla p e g á n d o s e en la palma con la otra m a n o . E l país de O k o n c está p r ó x i m o . L a s casas las construyen do planchas de corteza de árbol á las cuales les llaman pío. N o tienen más que un n o m b r e . Se alimentan de bananas. Su afición favorita cortar una cabeza enemiga de un machetazo. E l rio Benito forma un LOS rey que mandaba en y la flecha envenenadas y cerdos domés- bú- son víctimas B u j c b a s quedan á lejos de al un lado y el país de O k o t a no debe quedar m u y grande arco en dirección MASSANGOS . después de las cuales se es el descansa para c o m e n z a r do n u e v o . Son p o l í g a m o s y no tienen religion alguna. L a s armas son la lanza machete. Son m u y belicosos. E n los b o s q u e s a b u n d a n m u c h o los elefantes y los falos. E l país de M e k o n g o está m u y p o b l a d o . Crían cabras de cuernos m u y largos y ticos. los del otro e x tremo no lo llegan á saber hasta la t a r d e . L o s Mekongo. el uno se llama B u n g a y - el otro B u a l e . Cuando y o salí de mi tierra. L a fiebre reina constantemente y do ella los naturales. L o s pueblos son tan grandes que cuando muere uno por la mañana en un extremo del p u e b l o . L a s luchas duran dos y tres horas.

L o s Bakeles á unos 2 7 0 kilómetros. P u b e s . B r a z z a escribe Inengas. aficionapiel N o tienen pantorrilla ni dedos sino pezuña. L o s B a p u n u s á más de 3 0 0 kilómetros. L o s Ñengas. Mechogos. las piernas desde las rodillas y los pies c o m o dia y andan y trabajan p o r la noche. á 100 kilómetros más al interior. L o s M e c h o g o s ó M a c h o g o s que B r a z z a situa á 550 kilómetros de la costa en el O g o u é . se hallan 2 0 0 kilómetros de la costa. A y u m b a s . Bapinyis. Ibilis. según las noticias. E l que penetra en su país no sale. por orden subiendo las de relación Ulungos. es fácil se extiendan p o r el rio U a k e d o n d e los había situado. Ñ e n g a s . de cabra. Penetrando por K a b r o p e (Cabo L o p e z ) y rio O g o u é se encuentran guientes tribus: P o n g ü e s c o m o dicen los franceses. chiras y Bapunus: en el rio Bakeles. Ess- Uake. Massangos. S e g ú n las noticias adquiridas p o r verificados do 1875 á 1 8 7 8 .— SJ8 — O g o u é pero no se une eon él pues media una distancia un monte el si- c o m o la que h a y de Coriseo al Muni. Pámues. en 1880 p o d e m o s situar con más e x a c t i t u d B r a z z a en los v i a j e s al 8 2 y de siguientes. TRIBUS . L o s Palatitos no dejan pasar á nadie. Ebias. Galúas. B a n y a b e s y Palatitos. D u e r m e n de muy dos á la guerra y usan en la cintura dos p e d a z o s de algunas cuyos nombres m e han d a d o los Massangos. S o n canívales corno los pámues y los b u j e b a s . L o s Ulungos ó U r u n g u s un p o c o más al interior. Allí hay no m u y alto en el que habitan los E b i a s . Mas allá no sabemos lo que h a y . . las tribus á unos Son Tienen los b ú f a l o s .

Q u e el rio U a k e p u e d e ser el S e b e que tiene 150 metros de gura anchura ó sea el mismo U a k e que fique dibujó el R . Q u e el situado cerca catarata. p u e d e pueblo B a n g a p u e d e ser el ser la que figura Mbamba en el p l a n o de la la la c o s ta. P u b e s . Un examen detenido y una c o m p a r a c i ó n fiel entre mi Ogoué plano y el de B r a z z a . Q u e el país de los O k o t a s que fijé al Sur de catarata p u e d e ser el O k o t a de B r a z z a p r ó x i m o también á la catarata D u m é . Posteriormente B r a z z a ha situado á 5 0 0 k i l ó m e t r o s un del sabio viajero francés con el n o m b r e de D u m é . y p o r último que las tribus Massangos. hace sospechar que la catarata S a m banamagos única importante que había visto en el el esclavo M a s s a n g o . B i c c i o l i en el G l o b o Terrestre hace dos siglos y que se conserva en la Biblioteca m u n i c i pal de L i o n . P . B a n y u b e s y Palafitos pueblan los países c o m p r e n d i d o s entre el E c u a d o r y el paralelo 2° N o r t e .— sa — El país de O k o t a lo situé en mis originales ai Sur de la catarata S a m b a n a m a g o s á unos 7 0 0 kilómetros de p u e b l o llamado O k o t a en la confluencia del S o b é . ocultos á los envueltos en el misterio de lo d e s - PLANOS . aún ojos de los viajeros y conocido.

.

da Del N. 5 2 8 metros mar y al continente. que suma 7 0 . c o n la selva del islote. por 27" 4 2 ' de l o n g i t u d ( 9 ' 3 2 ' 1 4 " E .II.782 está e m p l a z a d o en la costa las obserislote punta mar q u e se describen. limita con la parte habitada. hasta el O N O . que tiene una e x O N O . L i m i t a p o r el metros cuadrados. parte de oriente. p o r la 59' 4 6 " de latitud N. Su p o s i c i ó n astronómica es 0 o cuadrados y unos 6 frente al distante k i l ó m e t r o s . del metros de la de la orilla del A m a l i a y á 1 2 metros 7 metros. libre de v e g e t a ción. M E T E O R O L O G I A L l u g a r d o n d e se lian verificado vaciones Elobey sobre el que se hallaba tension superficial de metereológicas P e q u e ñ o á 86 elevado 136. S E . al S. G r e e n v i c h . ) OBSERVATORIO .

U n liigrómetro de Sausurre. Un pluviómetro. U n aparato para r e c o g e r el r o c í o . U n quintante. U n fotómetro do a b s o r c i ó n . algunos termómetros y un c r o n ó m e t r o L o z a d a quedaron estos preciosos aneroide pero instrumentos. U n vaso e v a p o r a t o r i o . merecen m a y o r crédito que las apreciaciones personales. U n espectroscopio de vision directa. U n termómetro de m á x i m a á la s o m b r a . Un a n e m ó m e t r o . U n a brújula. seis y siete milímetros. U n barómetro F o r t í n . que al preguntarlo corría la aguja indistinta- mente á un lado ó á otro. Consiste este aparato en un eje vertical en c u y o cstrem o superior radian cuatro varillas horizontales que llevan INSTRUMENTOS . v i é n d o m e falta fué para mí tan tan mal sensible c o m o irreparable. U n péndulo g r a d u a d o . U n a p l o m a d a de G i r ó .— «« — C o m p r e n d í a este p e q u e ñ o observatorio los instrumentos siguientes: U n termómetro c e n t í g r a d o . un p o d ó m e t r o . A ú n contaba con un barómetro sensible y estaba m o n t a d o . c u y o era tan p o c o inutilizados en p r i v a d o de el rio Camarones p o r un i n c e n d i o . U n telémetro de prisma. U n termómetro de mínima. Aiieiicúmetro. F u é construido p o r mí y si bien es- cierto que sus indicaciones no son precisas.

construí un pequeño p a r a . Careciendo de anemómetro de c o m p a r a c i ó n y deseando graduar el aparato. ó sea desde el punto de partida hasta el de c o n t a c t o c o n estos datos averiguaba de la segunda fuerza que era la del viento. en temperaturas desde 22° á 5 8 ° .) milímetros y la circunferencia metro. lanzándolo desde con escrupulosidad con el suelo y E l p r o m e d i o fué de y midiendo 4 segundos. Este instrumento ha sido trasportado en las horas de m e j o r situados para observación á los sitios más libres y medir la intensidad de los v i e n t o s . D e s p u é s lo esperimonté con diferentes v i e n t o s la misma altura 4 metros la proyección horizontal de la resulla intensidad tante.90 de la intensidad v e r dadera en los vientos constantes y rachas. Para las o b s e r v a c i o n e s he d e s p r e c i a d o nes aditivas y sustractivas. El resultado fué que el anemómetro acusaba 0.c a i d a s de papel. L a discrepancia no llegó á m e d i o g r a d o .001 en los vientos á comparaciones. L o s radios m i d e n 15'. en recorrer impulsado p o r la g r a v e d a d un e s p a c i o do 4 metros. TeB'Ettòaiteti'og. está apoyado por dos puntos P a r t o del eje vertical d e madera y bambú es de 1 en una caja tiene en la parte inferior una pestaña que á cada rotación del eje se p o n e en contacto c o n un muellecito de que describen p r o d u c i e n d o un ruido m u y perceptible. esperimentando varias veces el tiempo q u e e m p l e a ba.unas semiesferas tic z i n c d e l g a d o . en plena calma atmosférica. circunstancias hayan que las c i r i m p e d i d o c o m p a r a r l o s c o n los n o r ANEMOMETRO . Los tres termómetros ¡Lástima los sometí á estas c o r r e c c i o 1.

un cabello E l higrómetro lo monté en E l o b e y c o n cociéndolo gran t i e m p o en llevaba y que desengrasé del S o l p o r un saliente en el vidrio c o n un p o r tablas formadas termó- c o m p a r a t i v a s c o n los otros a g u a con c a r b o n a t o de sosa que para el efecto el objeto de evitar correcciones trema sequedad del aire me decidí teniéndolo varios dias con un peso que lo distendiese. A este efecto lo c o l o q u é en una vasija su b o r d e y en la que encerré c l o r u r o ensebada p o r dancia que había de a b s o r v e r la h u m e d a d del aire. encontrando diferencias que acusaban una contracción TERMÓMETRO del cabello y que m e las HIGRÓMETRO . Estos instrumentos han estado expuestos á la intemperie y defendidos de la lluvia y del tejado. L o coloqué de un después b a j o la misma vasija y en el centro contenía trapos y alambre espiral que algodón humedecidos y promediando. M i d i e n d o esta altura. señalé el punto 100° de la escala. deducía la g r a d u a c i ó n según o b s e r v a c i o n e s metros. R e p e tida la o p e r a c i ó n 3 v e c e s e n o c h o dias c o n s e c u t i v o s señalé el punto 0 o en la escala. á partir de un punto fijo señalado trozo de silex.— as — males de algun Observatorio! T o d o s estos termómetros estaban montados en m a d e r a y para cillo c o l o c á n d o l e una anilla tomar la temperatura de las aguas y de las tierras desmonté el t e r m ó m e t r o sende metal a l g o ajustada que p o d í a correr á lo largo del tubo y que me servía para fijar la altura de la c o l u m n a termomótrica. C o n á adicionarle de saturaen a b u n una nueva escala c u y o s e x t r e m o s 0° 100° indicasen la e x y el g r a d o completo d e calcio ción. Estas operaciones fueron repetidas seis meses después. Ilicji-óinctro.

m 27 de diámetro. L a s observaciones fuelimitándome. Su superficie era de 137. m U n a vasija cilindrica de zinc 5 0 de altura p o r 0 . m 5 0 de una ventana del Oeste q u e siempre ha Consiste m permanecido abierta. Pluviómetro. durante mi ausencia. á verificar o b s e r v a c i o n e s aisladas. ron contradictorias y las deseché. H a estado una galería abierta pero defendida de la lluvia. constituía el p l u v i ó m e t r o . Kstaba situada á l . de blanco de 0 . 0 5 de altura. Estas diferencias m e lian o b l i g a d o á verificar trabajos de c o n t r a c c i ó n p r o l o n g a d o s para averiguar el coeficiente y aplicar las c o r r e c c i o n e s d e b i d a s . Estaba cerrado p o r la parte superior con un e m b u d o c u y a parte más ancha tenía el m i s m o diámetro que el depósito y cuyas paredes formaban de las ángulos m u y abiertos para evitar gotas de agua salpicase al exterior. dejaron el evaporatorio al descubierto. E l instrumento lia estado expuesto dentro de la habitación á 0 . 0.994 milímetros c u a d r a d o s . Fotómetro. durante pintada mi estancia en E l o b e y . c o l o c a d o s en un t u b o de m c EVAPORATORIO PLUVIÓMETRO . U n a serie de discos de cristal coloreados y perfectamente g r a d u a d o s . Evauoratoi'io. m que el c h o q u e 22 del suelo en el centro de un pequeño j a r d i n descubierto á todos los vientos.— »9 — su disposidemasiado e x p l i c o p o r la tendencia que t u v o á recuperar ción molecular alterada p o r una distension fuerte. U n viento fuerte despidió al mar la regula que le encerraba para q u e n o cayesen insectos y bebiesen los pájaros y c o m o n o encontraron con qué sustituirla. m en una vasija de loza d e situado en 2 2 do diámetro y 0 .

rayas que c o r r e s p o n d e n al h i d r ó g e n o . el potasio y algunos otros empeñé en una solución c l o r u r a d a FOTÓMETRO cuerpos que con para volatizarlos ESPECTROSCOPIO . tas dos localidades. el c a r b o n o d e l alcohol y aceito te olivas. L a s rayas I) y b las he d e s d o b l a d o c o n frecuencia. C o n s i d e r é del esmagnesio. C o m o en la situación relativa de las rayas influye rirlas á la longitud de o n d a X. me ha servido para nes hechas en E s p a ñ a c o n el m i s m o instrumento. el sodio. C o l o c a d o c o n una p e q u e ñ a inclinación vierte el r o c í o p o r uno de los vértices á un frasquito de vidrio. A l c a b o de algunos dias de c s periencia llegué á v e r distintamente en el espectro cincuenta y cuatro sodio hierro. d a d o el tamaño del espectro. triángulo de zinc c o n un p e q u e ñ o E s simplemente un r e b o r d e p o r sus lados. c r o - c o n claridad la b a n d a de lluvia pi y la suficiente. titanio. Espectroscopio. tuve q u e r e f e absoluta c o m p a r a b l e c o n la de otros do gráfico con el auxilio espectros. Este instrumento es de los llamados dividido solar a vision directa y tiene un m i c r ó m e t r o fotográfico en ciento cincuenta partes. la absorción de la luz solar y para d e d u c i r de o b s e r v a c i o ción que existe en la transparencia de la atmósfera de es- A p a r a t o p a r a recojer c ï rocín. verificar un trazade las rayas c o n o c i d a s pectro solar y las q u e p r o d u c í a n el magnesio de u n a l á m para S o l o m o n n u m . para o b t e n e r el sistema una escala dispersivo y la naturaleza do los prismas. b a r i o . nikel. 323!. y acusé delta. c a l c i o . A este aparato lo c u p o la misma suerte que al evaporatorio y m e limité á verificar c o n él observaciones aisladas. m o etc.— 3® — medula r e l a - tal e n n e g r e c i d o interiormente.).

TELÉMETRO PLOMADA la abertura . E l poste de teka constituía c o n otros q u e tenía te y al que estaba unido p o r un dintel. Sus situaciones fueron reducidas á las que c o r r e s p o n d e n á las longitudes de onda respectivas espectro p o d í a por medio d e las escalas de A n g s trom. c u a n d o he tenido el dato d i s tancia deducido del intervalo mediado entre el r e l á m p a g o y el trueno. l'EoBitniI». Mascart y T h a i en. de lluvia. n sobre una c o l u m n a cilindrica de hierro de 0 m 2 0 de altura. E n la parte menos refranjible del apreciar dos millonésimas de milímetro. mientras q u e e n el violeta alcanzaba á una diezmillonésima de milímetro. empotrada en u n a r o c a calizo enfrende arcillosa del terreno. banda descubierta p o r P i a z z i aparece siempre constante y oscura en el espectro sus p r o x i m i d a d e s . 0 3 3 y p o t e n c i a de lf> diámetros. el pronóstico La han sido estériles. Ti'Ií'iiioSs-o. de 0248 de un 1 G de En la gramos.— a l mas facilidad en la llama del h i d r ó g e n o . que m e ha servido para medir pestuosas aisladas y lejanas. poste diá- 87 de largo y un milímetro parte inferior lleva un peso de piedra de teka de 0 metro y 2 2 2 de lado p o r 3 Esta p l o m a d a está suspendida de la zapata m m 0 0 de alto que descansa . m q u e ofrece la batería de prismas cuando se dirige la ranura del instrumento al horizonte ó E s un anteojo la extensión d e prisma con un o b j e de algunas nubes tem- tivo de ( ) . de 2 m Consiste este aparato en un hilo de latón de diámetro. T o d a s las o b s e r v a c i o n e s que he verificado para deducir del c o l o r y anchura de este fenómeno do la b a n d a meteorológico.

A 3 2 centímetros del suelo. m medir c o n cierta a p r o x i m a c i ó n las fracciones en un l i m b o g r a d u a d o q u e recorría en cada sobre el cual p o d í a señalar en un m o m e n t o dio d e un detente. resguardada paramentos de los derrames y p o r el arco alféizar. Quintante. las Fuertes dos en las paredes y en el p a v i m e n t o demostraron A p r e c i a b a 1 5 " y era de B r o v n i n g . adopté al poste rosos tirafondos. con pulimentada y perforada en toda su longitud p a r a dar libre paso s o b r e un de la vertical c o l o q u é una aguja d e b a m b ú q u e unida plomada. Consistía en una barilla de b a m b ú p e n d i d a en un eje de acero y que tenía en su parte Su longitud total era d e 0 9 9 1 y sus aplicaciones rior un disco p e q u e ñ o tallado de la v a l v a d e un m o l u s c o . E n su parte superior y palanquitas de la misma materia al hilo menores desviaciones de la p l o m a d a . de manera q u e la p o r los podeal hilo estilete p o r dos p l o m a d a q u e d ó j u n t o á la m o c h e t a . y para M e ha servido para observaciones astronómicas hallar la v e l o c i d a d angular de las nubes. Brújula. Péndulo. estabilidad del aparato era c o m p l e t a . golpes daq u e la había de m a r c a r en una escala g r a b a d a en la madera. de segundo oscilación.paso de una puerta que se sacrificó. un trozo de madera Lien de la p l o m a d a . Medía 0 m 0 5 1 de diámetro y estaba d i susinfefueron y v i d a de dos en dos grados. dado por m e - QUINTANTE BRÚJULA .

L u s s a c y la tension p o r las de R e g n a u l t . continuo el p l u v i ó m e t r o Para conocer vaciando el v a l o r acto de las lluvias nocturnas se consultaba' todos los dias p o r la m a TEMPERATURA HUMEDAD . Inmediatamente de t e r m i n á r s e l a lluvia se ha m e d i d o c o n escrupulosidad la cantidad en milímetros. durante las que n o se han verificado observaciones. Se ha p r o c u r a d o anotar las horas este del c o mienzo y terminación de la lluvia cuando fenómeno Gauss de y se ha verificado durante cl dia. E l higrómetro Saussure ha serie c o m p l e t a de observaciones trihorarias alterará algun sido observado á las mismas horas evitar la i n t e r p o l a c i ó n . Grassi. Temperatura. Lluvia. que los t e r m ó m e t r o s . la falta de personal no ha permitido verificar estas o b s e r v a c i o n e s . L a s observaciones se han verificado á las dejando incompleta distantes la serie d e c o m o son las lo he contempede la diariamente á las seis y á las d o c e de la mañana y tres y seis de la tarde. E l p r o m e d i o de estos valores siderado c o m o la e x p r e s i ó n más a p r o x i m a d a de la ratura inedia. dejando también i n c o m p l e t a la serie de observaciones p o r L a h u m e d a d relativa se ha deducido de las tablas G a y .— its — OBSERVACIONES. Humedad relativa. y d i g o a p r o x i m a d a . p u e s en la n o c h e . p o r que la falta tanto el valor v e r d a d e r o . estos valores termométricos. p o r no aventurar una interpolación en extremos d e m a s i a d o doce horas de n o c h e .

chas circunstancias á la que p r o d u c i r í a zas en plena libertad. la la guarda veces apreciar el acepto con repugnancia que sea su concedo. 8. E n el cuadro d o n d e elementos de este fenómeno meteorológico datos al parecer de escasa i m p o r t a n c i a p e r o que. P a r a c o n o c e r el primer dato m e he valido blita encerada con la que recogía las obligándolas con un p u n z ó n . encerado de g r a v e d a d y la intensidad del v i e n t o . cualquiera que les E l anemómetro se ha consultado á las 6. c o n t r i b u y e n á aumentar los c o n o c i m i e n t o s tienen de la c o n d e n s a c i ó n ellos es el tamaño del v a p o r en de la agua. si c a b e grosera é informal p e r o no habien- que tengo á omitir observaciones. más bien p o r v a l o r . á la gotas. 2. y va- 10 y 12 horas de la mañana..— 34 — se consignan se citan que los dos emse de de mula ñaña este aparato. las reservas consiguientes. E n cuanto número 1 indica que la fuerza de la lluvia la e x p r e s o p o r los números 1. U n o mayor superior la acción parte en de de las gotas de agua c o m o signo de reveloci- lación con la altura de las nubes los casos. el n ú m e r o 2 que es dos parior á la del viento etc. 3. Manera ó forma de do encontrado otra más científica y seria. que p o r el mérito ó importancia Vientos. e n t e n d i e n d o ción con la del v i e n t o . de la lluvia ó sea la dad con que desciende sobro la tierra. o b r a n d o ambas fuer- una ta- primeras también. fenómeno ésta. á las 2. á tomar fuerza que el surela- la forma esferoidal y midiendo su diámetro c o n el m i c r o s copio provisto de un micro metro. 4 y G de la tarde.. E l otro es la fuerza.. Sus acusaciones en el m o m e n t o de la como . sin b a r g o . o b s e r v a c i ó n no p u e d e n tomarse r i g u r o s a m e n t e LLUVIÁ á las 8 de la n o c h e .

E n los c u a d r o s en q u e se consignan la dirección tensidad de los vientos se han usado las iniciales cho de estos. Estas apreciaciones se han hecho á la simple vista. E l 0 indica completamente despejada y el 1 atmósfera c u dirección acusar la en bierta. NUBES E l descenso de temperatura del aire y del agua c u a n d o la contenida vasijas.— 35 — mu- lores medios. dada la r e g u l a r i d a d c o n q u e soplan los v i e n é inlatito- nas que los expresan.. c o n o c i d a angular están sometidas á la v e de las nubes. pero en atención á la decisión mada en el C o n g r e s o d e V i e n a . IVuhes. E l primero sirve para presencia de corrientes distintas á las superficiales. pero n o temo en afirmar q u e no distan tos en estos climas. no n e c e y oscuridad. Se han tenido en cuenta dos datos que son: la y la velocidad angular. por Este y W . Este lnmna correspondiente. de las corrientes superficiales. E l cuadro de tempestades. L a s nubes se han o b s e r v a d o tres veces como al su dia c o n intervalos de seis horas y tanto su clase atmósfera extension se apreciaron según uso admitido. VIENTOS. en las es m u y por sita e x p l i c a c i ó n preliminar y únicamente se hace necesario aclarar el descenso de temperatura ésta es una p e q u e ñ a cantidad c o m o notable en estos climas. y caso n e g a t i v o . ó sea cuando las n u b e s la acción locidad de estas y la velocidad probable. fenómeno apreciado medio de un t e r m ó m e t r o es el que se c o n s i g n a en la c o - . so ha d e d u c i d o su altura Tempestades. se han puesto c o n otro tipo que lo distinga las equivalencias de O . inicial de Oest. durante el desarrollo d e una tempestad. inicial d e W e s t p o r Oeste.

D i c i e m b r e ) y p o r último en el c o n c e p t o de curiosidad científica. A las tres y media de la t a r d e = 0 . =0. A las c i n c o y media de id. Serpieri. viene un cuadro de la p r o m e d i o s de las o b s e r v a c i o n e s m e t e o r o l ó g i c a s . D e manera que h a c i e n d o a p l i c a c i ó n de estas cifras á las consignadas en el cuadro que e m p e z ó al m e d i o d í a .— Respecto ú la oscuridad absorción y 36 que — depende expresan de del por espesor y de densidad de las nubes se ha m e d i d o con el fotómetro sus resultados se fracciones basta es. E n la tempestad del dia 2 0 de O c t u b r e . los resúmenes p o r meses en los que se c o n s i g n a n los p r o medios de los elementos m e t e o r o l ó g i c o s o b s e r v a d o s en los siete meses ( J u n i o . 8 . á á la puesta del S o l . q u e se transformó el dia en n o c h e . P a r a formarse una idea del valor saber que en nuestros climas la en términos generales c o m o sigue: A l medio d i a = l . se p u e d e en una e x a g e r a c i ó n . columna Luz. de la luz total que había antes de verificarse el f e n ó m e n o . 0 0 0 7 .4. E n c a m b i o asegurar sin temor á caer vienen del m e d i o d í a y el 11 de D i c i e m b r e . A continuación de los cuadros de tempestades. á la investigación de los . que la diferencia p u e d e c o m p a r a r s e á la que se nota entre la luz del m e d i o d í a y la del c r e p ú s c u l o . TEMPESTADES aplicación de la l e y e m p í r i c a de P . en un dia despejado. de las tempestades. la d i f e r e n c i a de l u z fué igual á la que se o b s e r v a entre la las 1 2 b estas cifras a b s o r c i ó n de la luz que hay. A la puesta del S o l = 0 . aduciremos que el dia 8 de O c t u b r e en la t e m p e s t a d disminuyó la luz de tal m o d o .

r> 15 2(io 5 10 25o 17 25o.5 25° o O 25°.00 0.50 0.50 0.5 18 2óo.10 C U A D U O S I.46 0. so. id. id. 0.20 0.5 29 27° 30 25° . 0. id.60 0. 0.90 0. 40 20 40 20 19 37 16 21 23 17 30 32 7 10 19 21 19 29 19 20 15 24 19 17 29 9 21 21 18 84 Nimbus.60 0. 0.5 28 24°.25 ("i 24o.80 0. Nimbus. id. 0. E. .5 14 2Gu.1 .50 0.00 0.75 0. id.10 0.46 0. id.75 0.I. id. 0.? •A 18 4 22 11 11 ?7 so.20 0. id. id. id. T.- 3* - Ti'i·inú- Pluviú- Anoniónief i'o Nubes. id.70 0.50 1. id.60 0. oso. 0. id.70 0. m. 1 2 •. id.KSKUAI. Nimbus.t J5 . 0.30 0.50 0.u-i1 )i t'i • (vion. m. id. 88'75 86'50 87'75 85'25 87<75 87'75 81/00 SS'OO 84'75 88'25 89-00 86<25 88'75 88'50 88'75 82'25 87'25 89'00 84'25 84'75 85'00 88'25 S0'25 87<50 85'75 8 8'50 89'50 8 7'00 88'25 89'50 20 5 •n .5 19 26o. 0. id.60 0. id. 0. 0.47 0. 0.5 7 25o. id. 0. Kxli·ii- 25°. 0. 0. m. id. so.S .40 0. . 0.25 4 25o 5 25°. 11.5 8 20° !) 25°. 0.00 0. id. 0. so. 0. llllll. m.50 1 1.5 10 26o 11 25° 12 27o 18 26o. id.7 Vi·l. oso. Cirrus.5 20 2(!o 5 21 26° 22 26° 23 26° 24 25°. 0. id. id.5 25 26° 20 26° 27 25o. id. 0.70 0. so.30 0.) 11 17 » n TI T) oso. 0. id.

0. 0.5 11 26°.40 id.30 0.5 13 26°. id.10 0. oso. 0. 40 38 22 29 28 19 21 19 21 19 22 27 25 1G 19 42 47 23 19 1G 19 25 30 2G 19 17 32 22 17 1G 24 0. id. 0.50 0. o m 0. l'O T ..G0 id. 0.50 id.00 n 0.5 u J 77 77 4 J7 77 4 77 11 n 77 77 77 77 71 10 77 77 51 71 75 77 71 77 11 11 11 77 11 77 77 11 E. 0. OSO.70 id. 0.70 Nimbus. 89'75 88'00 8G'25 87'25 88'50 84'00 84'00 88<00 83-25 88'50 85'25 84'75 8G'00 88'00 SG'50 8 7'50 86'75 82'00 89'25 85'00 85'50 83'75 89 50 S7'00 85'75 8G'50 83<50 8G'5() 82'75 81'50 85'00 . 0. 0.5 2 0 27° 21 2G°.G0 id. ni. 0. id.00 ii Nimbus.G0 id. 0. 1.50 0.5 12 25°. 0N0.00 N i m b u s .5 2 2 27° 23 27°. 0. 1. m. oso.25 19 2G°. 0.00 ii Nimbus.00 n 0. 0.75 7 25°.5 29 27° 3 0 2G°. 0. m. KxfonDiruivion. 0. 0.5 31 2G°. 0. 0. 0. 0.00 ii N i m b u s .40 0. 0. m.5 10 25°.halius .50 0. 0.70 id.00 id.50 id. 0.75 G 25". 1 24°. H . id.5 28 27°. 0.ni.00 id.00 n Cumulus 0.25 2 4 27° 2 5 27" 2G 2G°. 0.00 id.5 8 25°. E. 7 5 5 25°.(50 0.10 0.00 1. • 0. 0.5 2 24 .G0 N i m b u s . 0. 0.5 9 24°.— 38 — Ti'i'inú- 1 lijí c ó mo t IMuviómulru Anonx' moti'o Nul) UUtl'O ÍEchiS. •jcadiios oi. s. 1. 0.20 0.5 27 •27°.75 3 25° 4 25°. 0. id. liad. 0. 0. 0.5 14 26° 15 27° 1G 2 7 17 25°.50 id. 7 5 18 26". SE. Clusi.

00 0.80 1.00 1.00 .5 26° 25". id. 0.5 26°. 0. 0. 7 5 n S8'50 88'75 88'75 88'00 88'50 88'75 89'00 88'75 89'00 88'25 8 7'25 87'50 86'50 S7'25 89-'50 89'25 88'75 90'25 88'50 8G'75 88'25 86'75 89'Ü0 89-50 85'50 87'00 84'00 88'00 2(r 27° 85'00 26°. 17 7 7 11 7 7 22 7 7 42 20 17 30 24 19 18 15 28 18 27 19 Cumulus Nimbus. id. Nimbus. id.5 S8'75 2G°J5 88'50 5 7 7 11 11 11 Tí 0. id.50 0.00 0. 0. jhis T .70 0.80 0. 0N0.iilutl.5 2G° 26° 25°.00 0. 0. id. id.50 0.00 0.\ tension. 0. 0. 0.90 1. 0. id.00 0. id.- 3!» — ÍSTT) Nube K.5 2G" 26°.25 25° 26" 27° 25°. 1 2 o D H .00 0.90 0. 7 5 26" 25°. id. AGOSTO To n lióme ti'o Hidrómetro L'luviómot.5 25" 25° 25°. 0. 0. n 7 7 7 7 n 7 7 7 1 7 7 11 13 16 19 20 25 25 20 20 17 2S 21 22 19 30 22 24 24 10 O Nimbus. 0.80 0. 0. 0. id. id. id.90 0.20 1. 0. 7 7 7 7 ~ 26 7 1 13 7 7 so.60 0. 0. NO. id.00 0. 0. 0. 0. id. 4 5 G 7 3 9 10 11 12 13 14 ir> 1G 17 18 19 20 21 22 23 24 2o 2G 27 28 29 30 31 25 .50 0. 0. m. id.25 25". 0. 75 25°.00 1. Clase.1. 0.00 1. id.5 2G" 27" 2G". 7 7 J 7 Nimbus.10 0.60 0. 0. id. ni.ro A nemómetrn Yolo. id. id. i n . id. oso.5 2G" 26" 26°. ni. id.5 26°.70 CUADROS UKNKllALES .70 0. 0. 7 7 1) 11 Dirección.90 0.30 0. 12 14 7 1 oso. 0. 0.70 0.60 0. id.

00 0.00 1. id.KS .75 25° 25°. i- Kllr. 7 12 10 G 20 19 3u 15 22 28 15 18 17 82 11 31 18 27 25 17 20 3 28 21 22 17 19 25 20 2G 22 17 21 18 Nimbus.5 2G° 2G° 27° 20°.90 0. id. id. s. SO.M l'U IMuvió111.5)0 1.. 0. Cumulus Nimbus. in. 0.30 I . id. 0.5 2G° 2G°. 82-25 87'75 82'50 70'50 89'00 86'25 86'25 88'50 90-25 89'25 86'25 89'00 8 7'50 OO'OO 8G'25 91'25 85'75 88'25 87'50 82'00 85'25 89'00 88'50 8 9'25 86'75 85'00 87'75 89'75 90'75 SS'OO :i Y. 0.70 0.5 2G°.5 26° 26°.90 0.ll- niivi'i'ioii. 11 so.25 25°-. 0.90 0. 0.90 0.5 2G°. 0. \?E:aas.75 20°. id. NO.10 1. m. 0. id. id. so.90 0.5 26". id. 0. 0. 7 5 26°.00 0.-ll-o N ' u b •s.40 0.].'1 I 'D A i h m i k ' lll. 0. 0. 1 2 O IT. 0. 0.40 0.00 1J00 0. id.75 2G° 25°. Cirrus.5 27° 26°. id. id. id. 11 12 17 9 2G 19 23 11 oso.00 0. 0. Nimbus. 0. id.70 0.VAT>n<m OKNKHAJ.50 0. id.20 0. id. 0.•!(. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 1G 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 26° 26" 27' 2G°.— 40 — Turinúíiiftro 111.10 i 1. id. ilail. 0. id.90 0. id.80 0.°5 2G° 27° 30 17 11 G n so.00 1. id. id. 0. N.25 25°.00 0.75 26°.90 0. 0. id. 0.25 25° 25°.80 0. m. 40 11 37 2G 38 11 oso.90 0.80 0.10 1. T . id. m. id. id. id. 0.

1 2 o «"J I I .25 26°. 0. so.(50 id.75 26".80 id.5 25°.-.90 id.80 id.75 26".5 2G". 0.00 id. 0. 0.-„m- Tii.75 25°. 1.70 id. dad.25 26". 0.90 id.25 25».80 id. s. 0.70 id.i o n .80 id. 0. 0. 0. 75 26". 0. N.5 25°. 0. 0. 0'.— JIB — T. 0. 0.30 id. 1. 90*25 86*00 86'25 89*75 87*25 02*75 90'7 5 90'75 87*50 88*50 90*50 88*25 90*75 91*50 90*50 91*00 90*50 88*25 90*25 88*00 91'25 91*25 91*25 90*25 91*50 93*00 89*50 91*25 90'25 90*00 91*50 14 7 16 25 5 30 26 10 4 58 47 62 12 3 j? 24 32 11 14 7 27 12 19 15 11 CO 40 1) VelociI >i r e d . so. 0. so.90 I :i'AIIHOS C K N K K A L K S . O. s T . 0.90 id. 25°.80 1 id.90 ! id.70 id. 5 25". 16 9 21 10 23 14 24 75 25 23 18 21 18 10 10 23 20 18 38 4 30 42 14 21 27 17 17 14 20 16 21 Nimbus. 0.25 26'\5 26°. K\leii- 4 0 G 7 8 ! 9 10 11 12 13 14 15 1G 17 48 10 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 26° 20".70 id. N.5 25°.80 id. 0. so. ( :¡a*e.50 id. 0.5 25'\75 25". O. 0. 0.90 id.60 Cumulus 0. SE. 0. 0.75 26°.00 id. O.40 id. 7 5 25".5 2(5" 25°.90 Cumulus 0J50 N i m b u s .5 26°.5 27°.75 25°. 0. s. m. in. 0.5 SO. 0. 0. . NO.50 N i m b u s . m. so. so. 0.80 id.5 25". 75 27" 27°. m. 0. O. 0.60 N i m b u s . SO. 0. 0. 0. 0. 75 25". 1^00 id. 0.25 25V5 NO.50 id. 0.90 Cumulus 0.H'i-t'i- I'luvió- AlHMiLiMIH'f CO N u b _.

40 0. id.1 11 so. 0.5 19 28° 20 27° 21 28°. id. 90'75 88'75 91 ' 5 0 86'75 91'50 89'25 90'50 93'75 90'25 90'00 91 ' 7 5 89'75 93'75 8S'00 86'25 87'50 87'25 93'25 89'50 8 9'7 5 93'50 8 7'50 90'75 90'50 92'25 87-00 88 75 8 7'50 91'00 91'50 [ Veloci[ )i t ' i . SO. m. id.80 0.40 0. 0. 0. oso. id.00 0.5 2 2 28° 23 20" 2 4 27° 25 28°. id.75 28° 4 27°. 0. SO. id.i ' i ' i n i i . dad. 75 G 27°.00 0. H .00 ! 0. oso. id. 0. id. 1N E.5 1G 28°.50 0.50 1. 32 19 45 11 11 24 19 18 24 19 32 22 17 15 30 20 10 19 17 25 21 18 38 19 36 19 25 22 15 19 23 18 23 14 17 Cumulus Nimbus.5 17 27°.00 0. 0. N. 1 m. id. Cumulas Nimbus. id. id. Cumulus Nimbus. m. 1 26°.80 1.ES .80 0.90 0.30 0. Cumulus id.5 27 28" 28 2 7 \ 5 29 28°. ni.90 0.50 0.5 18 27". 0. id. NO.90 0.90 CUADROS GHXKRAr.50 0. 0. 25 11 28° 12 28". N.25 5 25°.00 0. SO.90 1.00 0. so.80 0.5 26 28". 0. 0. ( liase.70 0.30 1. ii ii Nimbus. id.5 7 25" 8 27 9 25°. so. 0. N.20 0.— _ . 22 36 30 20 54 8 . 0. T so.75 10 27°. id.70 0.25 13 27° 14 2 8 ' 15 27°. id. 0. id. 0. NO. 0. Nimbus. id.5 26".5 3 0 28° 2 *> O J 35 20 37 30 70 68 14 11 22 63 53 •¡i ii !7 0.00 0.80 0.80 0.40 0. sion. N ' )V[1 4« 'IVrinó- 1 '1 u vió- A l l o m ó n e ! i-o N'iiln i l l r l l'O T.

m. id. id.ii'i1 )ÍriMM.70 0. SE. 21 19 11 19 23 15 21 19 13 115 123 2 12 17 82 21 24 20 11 17 23 17 21 9 18 2 19 82 17 28 13 Cúmulus Nimbus. il.90 i 1.5 18 28" 10 27".5 12 26". 0.75 2 4 28° 25 27°. 14 481 11 11 11 11 11 so. 11 11 11 11 ji so. Cumulus Nimbus.40 0.50 0. id.80 0.80 0. id. 0. 43 20 0. id. ni. N.5 2 2 27".40 0. Cúmulus id.5 28 27°. 0.70 0. Nimbus.50 0.70 1.90 0. id. id. 13 20 49 77 so. id. so. 28°. 0. 0. 25 10 27°.70 0. H .25 13 27° 14 27'"25 l ó 28° 10 27". 2 5 31 2 G 2 5 o 0< 0. Cúmulus id.30 0.5 9 2 7 .75 20 27°.50 91'00 90'75 88*75 88*75 96*50 92'00 88'50 90'25 92*75 92*75 88*50 92'00 90*25 92*25 90'25 28 17 184 40 12 85 ri Vyl.5 11 25".'Ll 'U íechas 1 2 O T .75 2 3 27°. Kxlens io n. m. Cúmulus Nimbus.50 0.5 29 27°.40 0. N. 7 5 4 26°. 0.30 0.— AS MlillK JS ni^rci- l'lu vio- A IlCIlll'l n r t i ' O Xlibr I I H ' I ro Ilir .40 0. S.5 28°. so. 0. N. 0. id.90 0*90 (:L'A O R O S ( • ' . 0. 91'75 89*75 88'25 93'25 91'00 92'50 8 9'25 92'50 93'75 93'50 95'50 94'25 90'50 88*75 90'00 92. 0. 75 17 27". NO.40 0.5 27 27°.80 ! 0.iori.5 2 0 21 "p 21 27°.-iil. so.5 2S". KXEIUUiS . 0. Cúmulus Nimbus.90 0. 0. 110 11 32 11 so.70 0.5 ó 20" 0 28" . id. so. so.5 8 27".5 30 2 7 " . SE.00 0. id. Cúmulus Nimbus.90 0. 0. 0.50 0. Cúmulus Nimbus. id. m. Nimbus.80 0.00 0.90 0.80 0.50 0. 7 27°. id.

50 20.00 8. 7 .00 20.00 2(5.50 20.00 25.00 0.00 25. IM Í T H I I : ""O-MÜT.5o 5.00 5.50 27.5o (5.00 25.00 25.00 27.50 20.00 ^><) T e m p e r a t u r a media mensual 25'71G| Diferencia.50 20..00 4.00 4.50 25. 1. n i .50 25/)0 20.00 3. T.50 24. i 2 ó 4 5 0 7 8 y 10 íi i 13 1 2 14 lo 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 23 28 28 28 22'5 22 23 24 23 25 24 25 25 24 25 24 24 24 25 25 24 24 24 24 24 24 24 23 20 23 27 28 27 20 27 20 25 27 27 27 25 28 27 27 28 25 27 27 27 27 27 28 27 27 28 27 20 27 27 I i! h.00 20.5 28 28 27 28 28 28 27 20 29 28 29 28 20 27 27 28 28 28 28 28 27 28 28 27 20 28 27 28 28 22 22 22 5 22 28 24 23 25 24 25 25 24 25 24 24 24 25 25 24 21 24 24 24 24 24 23 20 28 25. llli'ix.00 25. i s.00 2.im.00 20.00 25.M 'I'.50 20'. TEMl'IÍIIATUHAS . :l< >M's T::I.00 25.00 4 ..00 5.25 25.00 3.00 8.00 2 .00 4/)ü 3.00 2.0/) 4.00 4.00 5.00 5.0o 8. 28 28 28 28 28 27 27 28 28 20 20 28 28 29 28 20 27 27 27 28 28 28 28 27 28 28 20 20 28 27 28 20 27 20 20 25 25 25 2 (i 27 20 25 27 27 27 20 25 25 25 20 20 20 27 27 25 25 20 25 25 27 25 28 28 28.50 25.50 20.50 20. 1.00 8.00 4 . h.50 25.00 4.11 .00 5.1 L ' .00 2. mili.00 25. M U i i s u n v Ai "| 112 l i .00 5. :.25 24.00 8.00 3.ilm i-inil.

. t. min - T.— 45 — OBSKIÍ VACIONKS TKK MOM KTRK !AS.luo. 24 23 24 O 24'5 4 25 5 24 6 24 7 24 '. T.Iia 25 26 25 26 26 27 27 26 25 26 27 27 27 26 27 27 26 26 27 27 27 27 28 27 28 27 28 28 27 27 27 26 26*5 26 26 26 27 27 27 26 27 28 27 28 27 28 28 26 27 28 28 28 28 28 28 28 28 29 29 28 28 27 25 25 25 25 25*5 25 26 25 25 25 26 25 26 26 26 27 26 26 26 27 26 27 27 27 27 26 27 27 27 26 26 26*00 26'50 26'00 27*00 26*50 27*50 27*00 27*00 26*00 27*00 28*00 28*00 28*00 27*00 28'00 28*00 26*50 27*00 28*00 28*00 28*00 28*00 28*50 28*00 28'00 28*00 29*00 29*00 28*00 28*00 28*00 23*00 23*00 24*00 24*50 25*00 24*00 24*00 24*00 23*00 24*00 25*00 23*00 25*00 25*00 26*00 26*00 25*00 25*50 25*00 26*00 25*00 20*00 26*00 26*00 26*00 25*00 26*00 26*00 26*00 25*00 25*00 24*50 24*75 25*00 25*75 25*75 25'75 25*50 25*50 24*50 25*50 26*50 25*50 26*50 26*00 27*00 27*00 25*75 26*25 26*50 27*00 26*50 27*00 27*25 27*00 27*00 26*50 27*50 27*50 27*00 26*50 26*50 3*00 3*50 2*00 2*50 1*50 3*50 3*00 3*00 3*00 3*00 3*00 5*00 3*00 2*00 2*00 2*00 1*50 1*50 3*00 2*00 3*00 2*00 2*50 2*00 2*00 3*00 3*00 3'00 2*00 3*00 3*00 29 23 6 T e m p e r a t u r a m á x i m a mensual.) 23 24 10 25 11 23 12 25 13 25 14 26 15 26 10 25" 17 25*5 18 25 19 26 20 25 21 26 22 26 23 26 24 25 ' 26 25 2G 26 27 26 28 26 29 25 30 25 31 1 2 12 h. T e m p e r a t u r a m í n i m a mensual T e m p e r a t u r a m e d i a mensual 26*216[ Diferencia. T. nii'ix.in. TEMI'EUATUIUS . :: h. Fechas.

28 23 5 T e m p e r a t u r a m á x i m a mensual T e m p e r a t u r a m í n i m a mensual Temperatura m'edia mensual 26*OOo| Diferencia. ¡Fechas. 1 2 h. miix. t.\S. i.media O 4: 5 (3 7 . 8 9 10 11 12 13 14 15 1(3 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 24 25*5 24 24 23 23 24 23*5 23 25 25 25 24 26 25 24 24 24 24*5 23 25 24 25<5 23 24 26 24*5 23*5 2(3 25 25*5 26 27 26 25 25 25 26 27 27 26 27 27 27 27 27 27 27 27 26 27 2(5' 27 26'5 26 27 27 26 27 27 27 28 27 27 27 25 26 28 27 28 27 27 28 28 28 28 28 28 27 28 27 28 27 28 27 27 28 28 27 28 28 28 28 25 26 25 24'5 25 25 25 25 25 2(3 26 26 2(3 27 26 26 26 26 26 25 26 26 26 25 26 27 25 26 27 26 27 27*00 27*00 27'00 25*00 27*00 28*00 28*00 28*00 28*00 27*00 28*00 28*00 28*00 28*00 28*00 28*00 27*00 28*00 27*00 28*00 27*00 28*00 27*00 27*00 28*00 28*00 27*00 28*00 28*00 28*00 28*00 24*00 25*50 24'00 24*00 23*00 23*00 24*00 23*50 23*00 25*00 25*00 25*00 24*00 26*00 25*00 24*00 24*00 24*00 24*50 23*00 25*00 24*00 25-50 23*00 24*00 26*00 24*50 23*50 26*00 25*00 25*50 25*50 26*25 25*50 25'00 25*00 25*50 2(3*00 26*00 25*50 2(5*00 26*50 26*50 26'00 27*00 26*50 2(5*00 25*75 26*00 25*75 25*50 26*00 26-00 26*25 25*00 26*00 27*00 25'75 26-00 27*00 26*50 26*75 3*00 1*50 3*00 1*00 4*00 5*00 4*00 4*50 5*00 2*00 3*00 3*00 4*00 2*00 3*00 4*00 3*50 4*00 2*50 5*00 2*00 4*00 1T)0 4*00 4*00 2*00 2*50 4*50 2*00 3*00 2*50 .— 4G ACOSTO 1 ST. 1 2 O <. ti h.'i OIISICIIV U:IONK-! T K H M "IMKTÜIC. in. TEMPERATURAS . t i . Oscilamin. NI. T. '1'. li. T. .

. li. ÏEMPliRAÏURAS . i i .26 27 26 28 25 27 26 28 26 28 26 27 26 27 27 28 26 28 26 28 26 28 26 27 27 27 26 27*5 2 6 27 25 28 26 27*5 26 2 7'5 27 27*5 2 6 28 26 27*5 2 6 26 28 27 28 28-'00 28 00 28*00 28'00 28*00 2 8'00 28'ÜO 28'00 28'00 27'00 28 00 28'00 28'00 28'00 28'00 28'00 28'00 28'00 27-00 27'OÜ 27*50 27'00 28 *00 27*50 27*50 28*00 28 *00 27*50 28*00 28'00 ! : 24'00 24'00 26'00 25'50 25'00 25*00 25'50 22'ÜO 23*00 25'00 24-00 20*00 25'0() 26'00 25'50 25'00 25'00 24*00 25*50 23*00 23'00 24'50 24'00 23*00 24'00 25'00 24'00 25*00 24*00 26*00 20'00 20'00 27'00 20'75 20'50 20'50 20'75 25'00 25'50 20 -00 20-00 27-00 20'50 27-00 26-75 20*50 2 6'50 20'00 20'25 25'00 25*25 25-75 2G 00 25*25 25*75 20*50 26*00 20*25 2 6'00 27'00 : 4'00 4'00 2*00 2*50 3*00 3-00 2*50 0*00 5*00 2-00 4-00 2*00 3*00 2*00 2'50 3*00 3*00 4*00 1*50 4*00 4*50 2-50 4*00 4*50 3*50 3*00 4*00 2*50 4*00 2*00 28 22 6 T e m p e r a t u r a m á x i m a mensual T e m p e r a t u r a m í n i m a mensual T e m p e r a t u r a m e d i a mensual 26*175| Diferencia. 1. i n .din 4 5 ti 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 24 24 26 25*5 25 25 25*5 22 23 25 24 20 .in. Oscila- Fechas. i-. :. i . 'I'. l i . 25 20 25*5 25 25 24 20 23 23 24*5 24 23 24 25 24 25 24 20 27 27 27 27 27 27 27 27 27 20 27 27 28 27 27 27 27 27 27 27 27 20 28 27 27 27 27 27 27 28 28 20 28 26 28 27 28 26 28 26 28 26 28 . im'ix. .OïíSKH V A C I O N K S T K I Ï M O M K T R IC A S . 111. min. 1 Li l l . T. T. 1 2 O <.

ít::s 1 2 3 4 5 6 7. T ..W. i. .—• 4s — Oi S K I I V A O K )N ]•> T K K M( M ]•. li . V .incidiu cioii. i ii. K : A s . m. T.'!'] . . '!'.5 27 28 27 29 29 28 26 29 28 28 i 7 29 27 27 27*5 28*5 28 27. n i .1. i.-. 24 24 23'5 23'5 24 23 23*5 24 23*5 24 24 23*5 24 23*5 24 23 '5 23*5 23*5 24 24 23*5 24 24 24 23*5 24 24*5 26 25 25 25 27 28 27 27 26 27 27 27 28 28 27 27 27 27 27 2 7'5 27. T K M I ' E I U T U R A S . 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 . ) 4*50 2 5 ' 5 0 4*00 2 5 ' 7 5 3*50 25*50 5*00 25*75 4*50 25*75 3*50 26*25 5*50 2 6 ' 5 0 5*00 25*75 3*50 25*50 4*00 25*75 3*50 25*50 4*00 25*75 3*50 25*50 4 ' 0 0 26*00 5 ' 0 0 25*75 4 ' 5 0 26*50 5 ' 0 0 25*75 3*50 26*75 6'50 20*50 5*00 26*50 5*00 25*50 3*00 27*25 7'50 26'5() 5*00 26*75 4*50 2 7 ' 0 0 2*00 27*50 5*00 26*25 2*50 26*25 2*50 31 23 8 T e m p e r a t u r a m á x i m a mensual T e m p e r a t u r a m í n i m a mensual T e m p e r a t u r a media mensual 26*112| D i f e r e n c i a . min. : . 1 i2 h .5 27*5 28 28 2 7'5 28 29 2 7'5 27'5 27'5 27'5 27'5 27 28-'5 28 28 2 7 '5 30 29 29 27 30 29 29 28 30 2 7'5 2 7'5 26 26 20 26 25 26 26 26 27 2(5 26 26 26 26'5 26 20 26 26 26 26 27 27 27 26 27 26 27 27 27 26 26 2 8-'00 28-50 28-00 2 7''50 27-50 28-00 28-00 27-50 29-00 29-00 2 7-'50 2 7'50 2 7 '50 27'50 27'50 27'50 28'50 28'00 2 9'00 2 7'50 30'00 29*00 29'00 2 7'00 31'00 29'00 29'00 28'00 30'00 27'50 2 7'50 24'00 24*00 23'50 23'50 24-00 23*00 23'50 24'00 23*50 24*00 24'00 23*50 24'00 23*50 24'00 23*50 23*50 23*50 24'00 24*00 23'50 24*00 24*00 24'00 23*50 24*00 24*50 26*00 25*00 25*00 25*00 26*00 4*00 26*25 4*50 2 .

l i . R M C >M K T I S H :..niii'liii fion.\ s. 4 5 0 7 8 9 10 11 i 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 O 24 24'5 25 24'5 25 24 24 24 24'5 24'5 25 26 25 27 25 26 26 25 26 24 25 26 25 25 26 26 26 25 26 25 28 28 30 29 20 80 25 29 20 29 80 80 28 28 29 29 28 29 29 29 31 29 20 28 30 80 29 29 30 30 29 29 30 30 2G'5 31 20 30 27 80 81 30 29 29 30 31 29 30 30 29 31 30 27 29 31 31 30 29 81 31 27 27 28 28 20 28 25 27 25 27 28 28 27 28 28 28 27 28 28 28 29 28 20 27 28 28 27 27 28 29 29'00 29-00 81-'00 no'oo 2G'50 31'00 20'00 80'00 27'00 80'00 81'00 30'50 29'00 29-00 30'00 311)0 29'00 80'00 30'00 30'00 32'Ü0 30'00 27-00 2 9'00 31'00 31'00 30'00 80'00 31'00 31'00 24'00 24'50 25'00 24'50 25'00 24'0Ü 24'00 24'00 24'50 24'50 25'00 26'00 25'00 27-00 2 5'00 20'00 20-00 25'00 20'00 24'0() 25-00 2G-'00 25'00 25'00 20'00 20'00 2G'00 25'00 26'00 25'00 2G'50 2G'75 28'00 27 25 25'75 2 7'50 25'00 27'00 25'75 27'25 28-00 X8'25 27'00 28'00 2 7'50 28'50 27'50 2 7'50 28'00 2 7'00 28'50 28'00 26'00 27'()0 28'50 28'50 28'00 27'50 28'50 28'00 £ 5'00 4'50 O'OO 5'50 1'50 ! 7'00 I 2'00 O'OO 2'50 5'50 O'OO 4'50 4'00 2'00 5'00 5-'00 8'00 5'00 4'00 O'OO 7'00 4'00 2'00 4'00 5'00 5'00 4'00 5'00 5'00 G'OO 32 24 1 T e m p e r a t u r a media mensual 2 7 ' 4 1 6 1 Diferencia. <..— 4 » - (iiismiv. mili. t . n i . 112 l l .i C I O X K S T F . T. i)iá\. t . li. l l . . T. TUMI'IvtATUBAS 8 . : . 'eco 1 2 *> r. T. n i .

tn£n. í 1 2 O 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 20 20 20 25 24 25 25 24 25 25 24 28 24 24 25 24 24 25 24 24 24'5 24*5 24*5 25 24'5 24 24 24 24 23*5 24 30 30 31 27 27 30 29 3o 29 29 20 29 29 30 30 30 30 30 30 30 80 30 30 30 29 30 30 31.— 50 — O B S K K Y A( : I O N K -í T K H M O M K T U K : . .-iln- Fechas. i. i. iiuix. li. 31 30 31 31 31 80 30*5 31 31 81 31 31 31 81 81 30'5 30'5 28 28 29 20 20 27 27 28 27 28 25 27 27 27 28 27 28 28 28 27 28' 29 28*5 28 28 28 28 29 29 28 28 81 ' 0 0 31*00 31'50 28*00 28*00 31 ' 0 0 30'00 81'00 29'50 30'00 27'00 29'50 30'00 30'50 31'00 31'50 31'00 31'00 31'00 31'00 80'50 31'00 81'00 31'00 81'00 31'00 31'00 31'00 31'00 31'00 30'50 20'00 20'00 26'00 25'00 24'00 25'00 25'00 24'00 25'00 25'00 24'00 23'00 24'00 24'00 25'00 24'00 24'00 25'00 24'00 24'00 24'50 24'50 24'50 25'00 24'50 24'00 24'00 24'00 24'00 23'50 24'00 28'50 28'50 28'75 20'50 20'00 28'00 27'50 27'50 27*25 27'50 25'50 20'25 27'00 27'25 28'0Ü 27*75 27'50 28'00 27*50 27'50 2 7'50 27'75 27'75 28'00 27'75 27*50 27*50 27'50 27'50 27*25 20*25 5*00 5*00 5*50 3*00 4/00 0*00 5*00 7*00 4*50 5*00 8*00 6*50 0*00 0*50 0*00 7*50 7'00 0*00 7'00 7'00 O'OO 0*50 0'50 O'OO 0'50 7*00 7'00 7*00 7'00 7'50 6'50 31 T e m p e r a t u r a m e d i a mensual 2 7 ' 4 3 5 | Difei encia. T. T. 29 30 30 31 80 81/5 28 28 31 80 31 29 '5 80 27 29'5 30 30 . n i . vS. h. Os.media i-idii. t. 12 ll. ('• h . T K M r E H A T L ' K A S 8 . MI. T.

. 20 .) 86*25 88. 1 2 O O li. Max. CLOU . Min. t. 'I h. Oscila JUNIO O H S K R Y A C I O N K S I I I G R O M É T H B : A . ni.! h.— 51 — 1ST. ni. i a h. t. 4 5 6 7 8 9 10 íi 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 92 87 90 89 91 92 91 92 85 91 90 89 92 92 90 90 92 91 92 88 90 90 89 89 90 91 92 89 90 92 90 84 • 88 87 88 89 86 89 85 89 88 88 90 87 87 80 89 89 80 80 81 85 84 86 85 89 89 87 88 88 83 86 85 80 85 82 75 84 84 85 89 83 85 86 88 76 80 86 82 85 83 88 85 87 80 85 87 85 86 88 90 89 88 85 87 88 72 87 85 88 89 85 88 89 90 83 88 90 83 86 86 90 87 88 88 89 90 87 89 90 92 89 90 89 91 92 91 92 85 91 90 89 92 92 90 '90 92 91 92 88 90 90 89 89 90 91 92 89 90 92 83 84 85 80 85 82 72 84 84 85 88 83 85 86 87 76 80 86 80 80 81 85 84 86 80 85 87 85 86 88 88'75 86'50 87*75 85*25 87*75 87*75 81'00 88*00 84*75 88-25 89-0. R E L A T I V A .75 88-50 88*75 82*25 87-25 89*00 84*25 84*75 85-00 88-25 86*25 87-50 85*75 88*50 89*50 87*00 88*25 89*50 0 5 5 0 6 10 19 8 1 6 2 6 7 6 i) >> 14 12 5 12 8 i) 5 5 •> 10 0 5 4 4 4 92 72 H u m e d a d m á x i m a mensual H u m e d a d m í n i m a mensual H u m e d a d media mensual H U M E D A D 871 Diferencia. S — H U M HI1AD 'echas. Media. . .

' . i. t. Mo. 112 h . . Mili. ni. h. Mi'iv. Oscila- . .Iia ción. : : h.soso 88 82 82 83 72 83 81 72 80 89'75 8 8-'00 80'25 87'25 88<5() 84'00 84'ÜO 88'00 83'25 S8'50 85'25 84'75 86'00 SS'OO S6'50 8 7'50 86'75 82'00 89'25 85'00 85'50 83'75 89'50 8 7'00 85'75 8C50 83'50 80'50 82'75 81'50 85'00 3 8 5 5 4 8 12 0 8 0 8 4 4 7 7 2 7 15 4 10 9 9 O 8 8 7 18 8 (3 16 10 91 72 H u m e d a d m á x i m a mensual.1tU M K D AI) 11 K l . h . . A T I V A .— 59 1 ST. t. H u m e d a d media mensual HIIMKDAD 86J Diferencia. 19 . fechas. H u m e d a d mínima mensual.IO Oi ÍSKR YA< M O N K S II! I I I O M F I'ltlCAS. 1 2 O i) 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ir> 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 91 90 89 90 90 88 90 91 88 91 90 87 88 91 90 89 oigo 91 90 89 89 91 90 90 90 90 91 87 88 90 90 87 87 85 89 80 78 85 80 90 84 84 80 88 85 87 85 80 89 85 80 82 88 90 82 88 82 83 81 81 85 88 87 84 80 80 82 80 87 80 85 82 83 84 84 88 87 84 75 90 80 86 80 89 80 85 83 72 85 81 72 80 90 88 85 88 89 80 88 89 85 88 85 85 80 89 88 87 87 83 87 85 87 84 90 82 80 85 90 87 82 85 85 91 90 89 90 90 88 90 91 88 91 90 87 88 91 90 89 91 90 91 90 89 89 91 90 90 90 90 91 87 88 90 88 87 84 85 80 80 78 85 80 85 82 83 84 84 88 87 84 75 87 80 . n i .IUI.

:ilu- Fechas. i. t . H u m e d a d media mensual IIUMKDAD 88} Difei •encia. 19 .. . 1 2 o O 1-. h .SKIÏ V A C I O N K S TI I I I I O M Í T H I C A . ii. •". ni.1 1 1 : M H 1 1 A D H E L A TI V A .. l l . Os. . Mudin.i Oli. 1 il h . 4 5 0 7 8 9 10 11 12 10 14 ir> 10 17 18 10 20 21 22 23 24 25 2G 27 28 29 30 31 90 92 91 92 90 92 90 91 92 90 91 91 90 91 92 92 91 92 91 90 92 89 91 91 89 88 91 90 90 90 92 89 90 89 8 <J 83 87 88 89 89 87 89 89 85 85 89 90 88 89 85 85 85 88 89 90 84 86 85 88 84 89 90 88 88 85 86 87 88 89 90 87 87 86 80 85 84 89 90 85 90 89 85 80 84 87 87 80 86 73 86 80 89 89 87 85 90 88 89 88 89 85 88 89 83 90 86 89 • 88 85 91 90 89 87 90 80 89 90 89 88 87 88 80 87 83 90 92 91 92 90 92 9(1 91 92 90 91 91 90 91 92 92 91 92 91 90 92 89 91 91 89 88 91 90 90 90 92 87 85 85 80 87 87 88 85 87 87 83 80 85 84 88 85 85 89 85 85 85 84 87 87 80 80 73 80 80 87 83 88*50 88*75 88*75 88*00 88*50 88*75 89*00 88*75 89*00 88*25 87*25 87*50 SG'ÓU s7*25 89-50 89*25 88*75 90*¿5 88-50 80*75 88*25 80*75 89*00 89*50 85*50 87*00 84*00 88*00 85*00 88*75 88*50 3 7 6 6 3 5 2 0 5 o O 8 11 5 7 4 7 6 o O 6 5 7 5 4 4 9 y 18 4 10 3 9 73 H u m e d a d m á x i m a mensual. S .ion.— 53 — 1 ST. Má\. H u m e d a d m í n i m a mensual. n i . i. Mili.

.AT IVA.H U M E D A D HHI. 2 2 . 4 5 G 7 8 9 10 11 12 13 14 15 1G 17 18 19 20 21 22 23 24 25 2G 27 28 29 30 88 92 90 89 93 92 90 90 93 91 91 92 91 93 90 92 89 93 92 90 92 91 92 93 93 91 91 92 92 90 80 87 80 72 88 85 8G 88 90 88 85 90 87 90 89 91 82 87 88 80 82 89 85 84 82 84 S3 91 89 8G 76 84 76 71 85 80 82 86 86 88 82 88 84 84 80 91 89 85 82 77 81 87 87 89 90 79 86 90 90 88 85 88 84 74 90 88 87 90 92 90 87 86 88 93 86 91 83 88 88 81 86 89 90 91 82 86 83 86 92 88 88 92 90 89 93 92 90 90 93 91 91 92 91 93 90 92 89 93 92 90 92 91 92 93 94 91 91 92 92 90 76 84 76 71 85 80 82 86 86 88 82 86 84 84 80 91 82 85 82 77 81 87 85 84 81 79 83 86 89 86 82 25 87'75 82'50 70'50 89-00 86 25 86-'25 88 -50 90-'25 89*25 86 25 89-00 87-50 90-00 80*25 91*25 85'75 88'25 87-50 82'00 85*25 89-00 88'50 80 -25 86'75 . u\.'iU.. < ! 12 8 14 18 S 12 8 4 7 3 9 6 7 9 10 1 7 8 10 13 11 4 7 0 lo 85*00 87*751 12 8 89*75 90*75 88 *00 6 o O 4 93 71 H u m e d a d m á x i m a mensual. Oscila. Má\. 1. .— 54 Oi iSl' l í V A c i O N K S H K . 1 Li. l i . h . in. 1 2 <» D i. Mili. H < >M1 T Í Í I C A S . H u m e d a d media mensual H U M E D A D 87J Diferencia. h.-i c:i< >n. (. H u m e d a d mínima mensual.- jíechas. : : li. M. t.

MKDAD 90| Diferencia. 90-75 91-50 90-50 9 roo 90-50 90-25 88'00 91-25 91-25 91-25 90-25 1)1-50 98 -00 89-50 91-25 90-25 90*00 91-50 8 11 12 1 5 4 3 0 7 8 1 9 0 7 2 4 '> 0 7 8 i 0 0 4 0 0 4 ' 9 0 8 8 4 94 H u m e d a d m á x i m a mensual. ll.— i. A ri V A . Mas. . Humedad H u m e d a d inedia mensual UU.Máx. . i:l ' H K : A S . L L [ n i : S K K V A < : i o x i : s M 55 l — :iíl < . 111.lí< >M t. l.1ÍH 1 2 F> 4 5 0 7 8 1) 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 92 91 98 90 90 94 93 94 90 92 91 92 94 94 92 93 92 90 98 91 94 94 94 90 94 94 94 94 94 94 94 89 80 87 89 87 90 9(J 89 89 89 90 89 90 87 90 90 89 88 80 88 90 94 90 88 88 90 89 88 94 87 91 90 81 90 85 93 90 88 83 84 91 88 88 92 90 89 9o 87 90 88 88 88 91 89 90 94 85 90 87 80 90 80 90 87 84 90 87 94 90 92 88 89 90 89 91 98 90 92 91 88 92 90 98 89 90 94 94 94 90 93 80 98 91 92 91 93 90 90 94 98 94 90 92 91 92 94 94 92 98 92 90 98 91 94 94 94 94 94 94 94 94 94 94 94 89 80 81 89 85 90 90 88 88 84 90 83 88 87 90 89 89 87 80 88 88 88 90 88 88 90 85 88 80 80 90 90-25 80*00 80'25 89 75 87*25 92*75 90-75 90-75 87-50 88*50 90'50 . . C. 111. h.. .I I L ' M K D A II R K T . M. 14 .Mili. LL'LL...

t. S F !\ Y A C I O N K S 11 i 1 U< I M I-T « li : A H . ni..1 80 87 83 84 90 83 87 87 85 91 83 84 85 80 90 82 85 89 85 85 90 87 82 85 82 87 83 91 88 92 87 93 90 91 94 90 89 93. h . Mi. Mili.I I U M E D . Humedad H u m e d a d media. i i . ] 12 h . 10 . .-ilu- í'eciüs 2 )) c. U ) KEI. 91 94 89 80 88 87 94 91 02 95 88 92 90 93 87 89 90 90 94 94 94 93 92 90 95 97 98 98 95 90 93 97 92 90 90 89 97 97 93 98 91 90 93 97 95 92 90 90 97 88 85 90 82 87 83 84 90 83 87 87 85 91 83 84 85 80 ' 90 82 85 89 85 85 89 87 82 85 82 87 83 90'75 88'75 91*50 80*75 91*50 89-25 90*50 93*75 90*25 90*00 91*75 89*75 93*75 88*00 80*25 87*50 87*25 93*25 89*50 89*75 93*50 87*50 90*75 90*50 92*25 87*00 88*75 87*50 91*00 91*50 0 9 <_> 10 9 12 13 8 15 8 9 y 0 9 0 5 O o 7 15 8 9 0 11 4 10 13 7 8 14 98 82 0 H u m e d a d m á x i m a mensual. mensual H U M E D A D 90| Diferencia.— SB — IKM 1 :H ( )! . I Is.lia 1 4 ó 6 7 8 9 10 11 12 ia 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 94 94 93 92 90 95 97 98 98 95 90 93 97 92 90 90 89 97 97 93 98 91 90 93 97 95 92 90 90 97 90 88 90 82 90 89 90 93 90 89 91 90 93 88 85 S7 87 9-2 88 89 92 80 90 89 92 84 89 88 91 92 88 85 9.AT1YA.. ni. «'. -.

in. H u m e d a d media mensual UUMKI1AI1 9 l j Diferencia. h .— — O U S K R V A C I O N E S 5* — UST. . 1 2 o O c. 1 2 l l . H O M É T U I C A S . h. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 98 97 97 98 96 97 97 98 98 98 99 98 96 95 96 98 98 96 97 98 96 97 96 97 96 98 96 97 94 95 98 90 88 85 90 • 91 90 88 93 92 93 95 94 90 88 89 92 91 90 85 80 83 91 87 88 92 92 86 91 90 93 88 92 87 84 90 89 •82 90 89 93 84 94 89 90 82 90 89 95 90 89 94 92 90 90 95 84 92 89 83 85 90 84 90 83 92 93 84 91 82 82 87 82 85 91 89 83 88 84 • 92 90 93 89 92 8 2 ' 90 87 93 85 92 93 88 82 93 98 97 97 98 96 97 97 98 98 98 99 98 96 95 96 98 98 96 97 98 96 97 96 97 96 98 96 97 94 !)5 98 87 84 82 89 84 89 82 89 90 89 92 90 84 83 85 84 83 84 82 82 82 80 83 84 90 89 " 82 87 85 88 82 91*75 11 89*75 13 88*25 15 93*25 9 91*00 12 8 92-50 89*25 15 9 92*50 93*75 8 9 93*50 7 95*50 94*25 8 90*50 12 88*75 ' 12 90*00 11 92*50 14 91*00 15 90*75 12 88*75 15 88*25 16 86*50 14 8 92*00 88*50 13 90*25 13 (i 92*75 92-75 9 88*50 14 92*00 10 90*25 9 92*25 7 90*25 16 99 82 H u m e d a d m á x i m a mensual H u m e d a d m í n i m a mensual. • 17 . Moilin ei on. m . — riUMKTiAn Hid. Min.". - niciiíMiini>: m r . Jl·lx.ATivA. t. Oh.-. t. í'echas.

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L· 2 3 ' l | Diferencia. Mn\.dia_ 1 2 3 4 5 0 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 •23 24 25 20 27 28 29 30 31 20'4 20 2 19'9 19'0 19-'9 1. i n . )M1 .li. YAl'OU 9'5 . -• T K N S I i l. Min.riUTCHLlK 1 < )1SKI.N" I>K1. I.K V . ] . \ A l H )K I Ill li.m i. M.9'G 19'9 20'8 18'8 20'4 20'2 19 7 20'8 20'2 20'4 19'9 19'7 19'8 20'0 20'2 20'2 20'8 20'8 lÜ-'Ü 20'2 20'8 21'5 28'5 22'1 22'1 22'1 ! ! 28'5 24-1 28-0 28'5 21'7 2o'S ¡ 28'8 i 28'5 25'0 25'0 28'8 28'5 23'8 23'0 23'8 24'5 24'2 28'8 24'1 23'8 20'8 28'0 25'2 22-0 20'2 25'2 25'0 28'3 28'0 23'0 24'1 1 24-5 28'2 2*7 24'5 28'2 20'1 25'2 24'0 23'3 25'0 24'8 22'0 24'0 25'1 24'5 23-5 20'0 24'4 25'2 22'0 27'7 20'2 27'1 2 3'5 28'3 28'0 25'8 25'2 2 7'4 23'4 24'5 2 2'5 21'7 21'0 22-5 20-4 20'5 22'5 23'0 28'3 22'2 22'5 22'2 22'7 28'9 22'5 28'Ü 22'7 22'0 28'0 22'5 24'0 2 3'5 23'8 23'5 24'9 23'5 23'8 24'0 22'7 28'2 22'7 24'5 24'1 28-0 24'5 2 8'2 20'1 25'2 24'0 25'0 25'0 24'8 28'5 24'0 25'1 24'5 24'5 20'0 24'4 25'2 23'8 27'7 28'0 27'1 28'5 28'8 28'0 25'3 25'2 28'0 23'4 24'5 20'4 20'2 19'9 19'8 19'9 19'0 19'9 20'8 18'8 20'4 20'2 19'7 20'<8 20'2 20'4 19'9 19'7 19'3 20 0 20'2 20'2 20'8 20'8 19 9 20'2 20'8 21'5 28'8 22'1 22'1 22'1 ! ! 22'7 22'8 21'G 22-5 '21'3 28'2 22-8 22-8 22'G 28'1 22'8 22'0 22'S 28'0 22'8 22'7 28'2 22'2 28'2 22'2 24'8 24'G 24'2 22'2 24'9 24'4 28'9 24'2 25'0 22'9 28'4 4'1 8'9 8-1 5'2 3'3 0-5 ' 5'8) 3'2 G'2 4'0 4'G 8'8 8'2 4'9 4'1 4'0 G'8 5'1 4'G 3'1 7'5 7'2 G'8 3'6 8'1 7'2 3'8 1'9 5'9 1'8 2'4 28'3 18'8 Tension media mensual l'liN^IOX Df. \ H . 1! i .t . ri. V C K >NKH.K : . . ! i'.

c> u. 28 29 30 20'8 21'5 21'9 21'0 2 2'5 21-0 21'5 21-'7 22'4 21'7 22'0 23'2 22'8 24'3 21'2 22'5 22'2 22'8 24'2 201) 23'0 22'7 22'0 21-8 24'2 23'7 23'0 21'2 24'0 22'8 25'2 24'7 28 3 24'4 22'5 28'0 21'2 27'7 22-5 26'5 28 G 28'3 20'1 24'7 25'3 25<9 24 4 27 4 20-2 20-5 30'7 25'0 22'5 25'0 28'9 20'4 2C5 20'2 28'0 28'9 £ £ £ £ 20'2 25'3 28'0 27'0 99'-J 27<7 21'0 28'3 21'9 27'4 29'0 20'7 27't 24'7 20'4 28 3 25'0 28'3 25'8 25'3 29'7 20'7 22'5 20'8 29'0 27'3 20'7 24'4 29'0 27'7 £ 24'1 23'3 25'8 24 4 23'2 25 2 21'4 24'9 21 '2 23'5 20'1 25'5 24'0 25'0 24'1 24'7 2. Lü h. 1 2 4 5 f¡ h. 20-5 30 7 20'7 23'0 20'8 29 0 2 7'3 26'7 20'2 29'0 28 9 £ £ £ £ £ ¿0'8 21 5 21 9 21'0 22-3 21'0 21'0 21'7 21'2 21-7 22'0 £ £ 23'9. Media. . ( 23-0 22'7 22'5 21'8 24'9 23-7 23-0 21'2 24'0 22'S 24'1 23'7 20'1 24'2 22'0 25-5 21-3 25'0 22'0 24'8 2C. M¡i\.— es — N t A Ï K M I I R E OI1S1. (.'8 28 3 24'7 23'0 23-8 20-1 24'4 23 5 23'8 25'2 28'0 £ £ £ £ 20'2 25 3 29'0 27'0 2 3'2 28-0 21-5 28'3 22 5 27'4 29'0 28'3 27-1 25'0 20'4 28'3 25'0 28'3 20'2.: S n i !ST. 1.\<:[( > N I . u : A . ¡. o 7 8 9 10 11 12 13 14 lo 10 17 IS 10 20 21 22 23 24 25 20 27.iU)M¡'-:' T. Mili.X Í ' U R Osnin l'ilill.l í \'.'0 2. ni. V A P O K ÍO'I .'echas.$'0 20'4 2f><5 2f. ni. . S —T E N S I O N D E L v . h. 22'8 24'3 21'2 22'5 2->o 22'8 24-2 2o' .")' 9 25'2 24'7 24'2 25'3 23'8 20'2 2ò'4 24'0 27'9 24-9 22 0 24'4 27-0 25'5 24'9 23'9 20'7 20'8 £ 5'4 38 G'7 O'O 0'9 7-0 0-5 0-0 1'3 5'7 0-'4 5 1 4-3 0'7 5'2 5'8 3'4 5'5 2-0 5'9 7'7 4'0 0'5 5'0 4'8 3'0 3'7 5'0 5'0 O'l £ £ Tension m á x i m a mensual Tension m í n i m a mensual Tension media mensual TENSION DKL 30'7 20'0 2 4 ' 9 j Diferencia.

. Mi·iliu 1 2 O o 4 5 G 7 8 9 10 11 12 13 14 15 1G 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 24'5 24'2 24'2 523'1 21'3 22'8 22'8 21'7 23'1 23'1 21'9 20'4 21'8 2 l'O 22'0 21'7 21'7 22<G 21'5 21'7 21'9 22'2 21'9 22'8 21'9 21'7 2103 2l<5 20'8 19'7 21'7 28'3 27'7 28'3 23 8 24'1 28'3 20'2 29'2 27'4 27-7 23 '7 28 ' 0 26'8 27 '7 28'0 28'9 28'0 28'3 26'7 27'0 20'1 28'0 27'4 27'7 27'4 28'9 27'0 30'3 2 G'8 29'2 27'7 : 29 -0 20'4 28'2 25'0 23'G 29'7 25'8 80'Ü 2 7'5 28'0 24'8 27'5 26'4 20-1 28'8 26-4 27-7 28'0 27'3 25'8 20'5 29'7 27-7 28'0 80'0 29'7 2 7'3 29'0 28'3 28'5 26'5 25'8 25'2 2G'5 24'0 28'2 24'9 •2'Ò'S 25'0 24'8 20'4 22'G 21'1. 1111 i K O M I . : 2G'9 25'9 2G'8 24'0 28'0 2G'4 24'0 2G'5 25'G 26'3 23'4.: O H S H K v.. I O. 29'0 27'7 28'8 25'0 24'1 2U'7 2G 2 80 0 2 7'5 28'Ü 24-8 28'0 2(3'8 27'7 28'8 28'9 28'G 28'8 27'8 27'0 20'5 29-7 27'7 2 8 '0 30 0 29'7 27'8 30'3 28'3 29'2 27'7 : : : 24'5 24-2 24'2 23'1 21-8 22\8 22'8 21'7 28'1 28'1 21'9 20=4 21'8 2 l'O 22 G 21'7 21'7 22'6 21'5 21'7 21'9 22'2 21 '9 22'8 21'9 21'7 21'3 21'5 20 8 19'7 21'7 .il T E N S I O N DliL Diferencia. t.-cii. i n . 24'2 24'7 24'G 2G'0 25'0) 25'9 20'2 25'8 24'4 24'0 20'9 25'G 20-1 20'3 26'5 25'2 27'1 25'8 25'9 25'5 4'5 3'5 44 Vi) 2'8 G'9 3'4 8'3 4'4 •4'9 2'4 7'G 5'5 G'7 5'7 7'2 G'9 5'7 5'S 5'3 4'G 7-5 5'8 5'2 S'l S 'ü G'O 88 7'5 9'5 G'O : Tension Tension màxima mínima mensual. 1. h.i IL. ~ K : A S . Min.- üà I S T . Mn\. mensual. li. 24'3 28'5 25-2 25'4 25 8 20'1 25 r> 28'Ü 23'8 274 25'4 25'8 2G'l 25'8 25'2 27'7 27'4 20 1 20'1 : : . li. - R>[< : I I : M U I I i . 25' Í" )| 30'3 20 4 : Tension media mensu . i. VAi'Oit.: ' l'I'iN'SION' Dkr.u :IONI :S . 9'9 VA l ' O l i .

9 ' 4 0 n. 10 n.— 65 — H O R A S ni". 1 1 ' 5 0 li. 9 n. •I 9 ' 4 o n. 7'30 n. LLUVIA. noche. 7 8 í) 10 11 12 13 14 15 10 17 18 10 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 8 n. 0 t. 8 ' 3 0 n. 1 ' t ' i l l l ' í ]>ÍO 1 2 3 4 5 0. noche. Ijfecnas. 11 n n n n 10030 n. n ii 2'30 0'30 ò'o 11 7 ' l o n.U VIÚMKTUO . 2 30 l'OO 2'10 : 11 5'2 y 4'8 n n n 71 n ii n n ll 5 ' 3 0 t. 2'0() 4'00 4<4 8") TOTALES 14'40 97 I'I.

i •i ii ¡i 7 7 71 77 77 n 77 77 n 71 71 y) noche. 3<45 18 P L U V I Ó M E T R O . 71 noche. n 9 ii.11 11 Tí n 71 11 11 11 n 71 77 71 77 71 TOTALES. 71 71 71 Ti n 11 11 o 4 6 7 8 í) 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 8<4Í> xi. 77 77 3'00 ? •i 71 ? 71 11 10 ii 77 71 Ti 77 77 71 71 77 11 11 11 1) 11 11 11 11 11 11 11 17 17 17 11 11 11 11 11 11 77 11 17 1) 11 11 11 11 11 11 1) 11 11 17 7 7 11 77 7 7 n 11 71 77 ¡1 Ti 71 77 77 71 71 71 71 11 71 71 71 7) 77 i) . 71 71 7 7 n 5<30 t . ?echas 1 o l M'Í n H p i o Fin Piii'arinn lili lili l l ' f . l ' S . C u n l liluil mi niiclrs. Tí 71 0'3ü 73 11 31 •i 1 ' 11 4 ii D 11 11 z 71 77 11 17 11 11 71 ? 11 11 . 71 0'15 71 2'9 71 71 77 1 11 4 •« 11 11 Ti 5 t.j H O R A S 11K LLUVIA lli i u e n s i » nes i·inlii ili! Kola Fuerza.

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OMls. 18 11 11 0. si-. 19 Id. 20 32 22 10*60 16*25 10*50 ANIOMÓMETKO .mü. 77 iu 15 . media. . S. llVslocid. 20 26 NO. 20 10 SO. 22 17 21 18 AV. V.. 32 20*69 NW. 7 7 3 77 77 77 77 77 77 23 21 22 17 19 25 77 77 20 77 10 18 17 SW.8* • í K T I K M U K I Í — l> KU. 1 2 o 4 5 I) 7 8 9 10 11 12 18 14 15 10 17 IS 10 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 77 :) 77 h 77 21 17 22 14 2 19 15 10 20 32 5 15 77 20 77 19 13 22 77 77 19 30 15 71 77 7 1 77 77 19 12 77 23 18 17 32 11 31 7 7 15 5 10 18 20 77 77 77 77 7 7 5 13 7 7 7 7 77 20 71 7 7 7 77 17 n 20 n 77 77 77 77 77 77 2 19 11 77 77 77 77 77 7! 77 7! 77 77 77 22 0 21 20 5 25 19 17 12 20 19 20 4 17 19 i"> 77 27 25 7 7 is 20 o O 77 77 . 7 7 7 7 77 77 s< >.S K.

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id. id. . id. O'O de c'. so. id. id. .-s I lirmvion. SO. S. id. 29° 50° 18° 77 0'3 2'0 4'6 77 10° 21° 15° 10° )? » 77 2'2 3'G 1'4 3'5 77 75 77 SSE. id. ? ? ? ? ? 18° 17" 10° 18° 11° 77 2'0 4'3 3'0 G'4 3'2 77 77 77 77 J) n 77 77 JJ 14" 10° 13° 15° 10° 17° 18° 16° 3'7 l'ü 4'0 3'G 2'7 5'1 4'3 47 . SE. SSE. . SE. id. id. id. S. id. id.lUNln VIH KTO. 3'4 d. id.. SSO. id. id. SSO. Velocidad uiiií u l u r Nub. id. 3'G .. N U U K S A H u r a raed a ( n i m b u s ) . 77 ESE..'. . id. s. id. 1ST. 3'6 Id. id. 1 2 O o 4 5 G 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 SSO. . s. Wloridad 1 EL·LLQÚ. del E . . id. id. AHura l·i'Obabl. so. d. id.' küúmatr^.r:s c u a d r a o s . SE. ll>. id. s. id. id. id. . (cumulus) . id. OSO. Cirrus. id.O'O Id. so.. id. id. S. id.-. id. S. id. S. id. ? . Altura media . id. id. osb. id. id. (cirrus) . id. id. id. Nimbus id. SO. id. id. id. s.v¡(m ]».— se . E. id. id. id.• I. 77 14 13 2 16 15 14 9 6 22 17 77 Nimbus id. 21 7 16 19 22 19 14 16 18 15 21 17 10 19 15 17 19 15 22 Nimbus id. s. n¡i'. id. 3'7 Altura m e d i a con v i e n ' o s del S O . id.. id.

E. id. id. id.-inn p. id. NE. 4'4 . ' id. NNE. SO. id. id. id. id. . 13° 18° 16° 19" 1. 4'4 Id. id. SO.IO V110 -ERO. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 1(5 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 SO. id. _ . Cumulus Nimbus id. YHoridad Alt LIT 'a Fechas. 1 2 o O Velia-idad niree. s. id. id. id. id. Nimbus id. N U U K S . ? ' Id. id. id. . 8'7 Altura media. Nimbus id. i d . . id. id. ii SO. 77 SO. . id. so. id.— 89 1 S T . id. id. id. id. AHura media ( n i m b u s ) . id.0 1 2'9 8'7 77 G'8 5'4 3'4 3'4 n ii Nimbus 77 so. id. SO. id. id. (cumulus). E. 40 17 10 21 30 16 16 14 17 20 18 0 18 14 25 18 17 14 20 Ni ml) us id. id. id. id. id. id. iá. O'O . id. id.r hora Nubes angular probable ¡IOI' hora. 12° 77 y 0'4 ii n 15° 18° 12" 19" 17° 77 77 77 Gl 6'8 4'9 4'3 ! 3'8 77 77 1(1" 18" 25° 14° 10° 77 3'2 5'2 2'5 39 3'(5 : 77 10" 18" 17° 1 8 ° 2'9 4'9 3'8 5'8 Altura inedia t o n vientos del SJ 4'2 Id. 14 30 19 20 18 21 lo 10 20 14 18 77 Nimbus id. y SO. SO. id. . id. id. OSO. del E 3'4 Id. (arnis). id.1LI. id. 77 77 77 77 13° 77 is 77 so. id. de otros c u a d r a n t e s . NE. id. SO. id. id. id. .. SE.

3<G . id.1. id. id. id. . SO. id.. 77 19 20 8 17 20 10 18 18 14 5 15 77 Nimbus 77 SO. ? 3'6 del E O'O ¿ e otros c u a d r a n t e s O'O Altura media. id. id.. id. SE. Nulir-I. id. id. id. 71 71 77 18° 28" 18° 17" 13" 77 77 5'5 77 Nimbus id.1.¡.. S. id. so. id. id. id. id.¡iliii A l llir.— A C O S T I ) Y 11' — I S T Ti V.|ni. SO. id. SO. id. id. (cúmulus) . id.. 77 71 10" 10" 20° 14° y 4'7 2'2 2'.1. id. id. id. O'O . id.. id. id.. id.1 3'3 y 10° 18" 12° 77 77 4'9 0'7 0'2 77 77 SO. id. id. iJ 20 11 •O „ id. id. i pi'obi. SO. Ii . id. id. k ¡ l ó n i . s.. • ! !•.- '?e::as V. id. . KUI ¡ios Aliara m e d i a (nimbus). id. id. id. id. S. . 8'7 id. id. id. id.i. id. id.¡.. ( c i r r u s ) . id. id.>n illlK'lllul' pol. id. 0" 20" 10" V 1'2 l'O 2'9 y 15" 18° y . Cúmulus Nimbus id. id. SO. id. id. id. T 2 Id.l-. so.. 1 >i|. id. SSO. IT 4'9 5'4 2T 77 19 28 17 21 18 18 5 11 5 12 20 19 1G 15 O Nimbus id. id. id. SO. id. id. id. id.|..8 19 20 21 22 23 24 25 2G 27 28 29 30 31 Altara á. 2'9 5'5 y 14° 10° 15" y 4'2 2<G 3'0 y 18° 18° y 5'8 0'2 . id. SO. SSE.linl ] ¡¡reo-ion LK. hura i i ¡ 1 2 3 4 5 0 7 8 9 10 11 12 10 14 15 10 17 1. id.

SO. id. e oíros cuadrantes 1 8 á. SO. (cirrus) . 2'8 6'3 del E. . NE. Di l ' e c c i o n . id. id. SO. id. 2'8 N U D E S . Id. id. SO. S. id. id. n s. V 19 13 2 19 15 15 5 5 10 20 20 6 21 18 25 11 19 y) so. Cumulus Nimbus id. 2'6 Altura m e i Id.— 8© — 1 TIEilllRF. Nubes. id. id. id. . 1 2 O Velocidad Di l'L'L'I·lon por lioru. id. n SSE. SO. id. SO. ? 12° n ? 3 4 ' ? n n ? 8° 10° 9° n 1 4 ' 3 < 0 2'1 ?? n •? ? 1 0 ° n 3 2 ' j) ri SO. id. id. . id. ? 30° 2 4 ' ? ? G<3 ? 3<2 0 6 ! ? 10° 7° SO. 10 18 17 Nimbus id. G ' 3 . id. Nimbus id. id. id. (cumulus) . so. id. £ ia (nimks). ¡5 n SE. )i s. id. id. Vol ocidad Altura probable kilúinoLi's. id. 12° 9° 10° n 3<0 2<5 2'7 Altura media con vientos del S O . . Cirrus. ' id. s. s. 2'1 Id. id. id. SO. n 13° 10° ii 4<0 n ? 9° 10° 11° 29° n 2 < 1 ? 2'7 2'5 2 4 ' V so. id. V I E N T O . id. NE. E. n 11 11 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 2G 27 28 29 30 id. . id. SSE. so. id. id. S. id. 15 20 20 11 11 SO. !) n n so. id. id. íeclias. ungulai por 1 hora. id. d A l t u r a media. SO. n 1) SO. id. id. SO. SO. id. s.

SE. 4/0 . id. id. id. E. S. NE.-. SE. SE.in. id. id.NUXJKTÍ . id. id.i Nimbus id. I V SE.-. id. id. . id. id. id. Aliura m e d i a ( n i m b u s ) . N. id. SE. )i 20 7 17 19 .1" 2" 4" 0" 16" y 8'0 2'7 8'5 2'2 ï '2 l'S y 6'8 0'9 l'l y 4" 4° y 7° 6" 5" 11" y y V 2'8 1'8 1 '3 5'0 y y y ii° 10" 18" ll" 2'0 8'0 5'6 11 9" o n 4" 71 8'8 l'O 0'8 l'l 71 Aliara m e d i a con ï i e n l o s del ü l ) . 24 ! . id. id..-M.liiil Dil'. id. S.'. SO. 1 2 o O V.v. SO. id.S V. del E . SO. -2'1 . S. 2'1 Altura media . 40 18 16 12 19 24 n SSO. Cumulus Nimbus id. id. id. id.'LMCLLL ¡maularI>¡i'. SO. SSO. id. id.ML •Peerías. id. SO. SO. 8'7 d. id. de rires cua r á e l e s . . . id. — NMIM. . 11 19 10 16 22 19 14 21 75 20 20 20 19 16 19 2 21 20 17 o o i'W s. NE. . id. id. . )) • S" 0" 0" y 2'5 1/4 1'4 y s. id. id.-k. SE. s.-KL.-JS) . S. id. .— . id. S. SE. id. ()'•() . Cumulus Nimbus id. SE. SO. Cumulus Nimbus id. id. id. id. id. id. id. id. (cumulus) Id. 10° 12" 1. id. 1 S T . SO. id. id. Altui'a UÍI. S. SSO.-¡.— «o — : T L I . id. (ii-. K E V I E N T O . Id. id.IIM'I i i-V 4 5 G 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 81 ¡3. id. O'O d. E.¡. S.

1'9 A l t u r a allodia. SO. . N. id. id. .i .. . id. Cúmulus Nimbus N. ' l i-s. 19 10 o 19 17 20 19 12 14 20 18 10 12 21 10 28 7 18 O i) O n Cúmulus Nimbus Cúmulus Nimbus id. s. del E ? id. S. 1'2 ( c ú m u l u s ) . s. SO. id. id.K-IÍLIML angular Xillif- i in. 7 8 9 J 6 lull 12 13 14 15 1(5 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 SSO. id. d e c i r o s c u a d r a n t e s . SO. . . Cúmulus id. SO. SO. id. id. id. SSE. id. SO. 1 V. SO. . E.— » i lUMiiiu-: — ifVelocidad Altura [iroljullli' k i l ú i n . Nimbus id. id. I d . sso. id. id. id. s. id. NE. SQ. so. id.:¡oii |inr li·ii'U. SO. 2 3 4 5 . id. i d . S. n i n¡!'f'r. id. SSO. 2" 10° 0° 23° 0'7 1'2 11 y l'O l'l y 1'7 s. SSE. . sso. id. id. S. 77 SO. vn-:> i 'echas. ( c i r r u s ) . NE. .íl. y 10° O nO 77 77 s. 77 11 0'5 0 '9 0'8 y OLÍ o O 11° y 0'9 2'0 2'2 y y 7° 6° o a l'O 0'5 1'9 11 77 . 11 11 5° y liria 0 y 2'7 2'7 y 77 77 4° 2" y l'O 11 11 N. O'O id. id. . . n 17 21 20 10 14 21 17 11 11 Nimbus id. SSO. SSO. 17 N. 0'5 M o r a m e d i a con víanlos del SJ 1 '7 Id. id. s. 11 10° 77 77 77 sso. N U1 Altura m e ¡a ( n i m b u s ) . id.> sso. S. . . id. SSO. 1'9 Id. id. 1'3 ÍES . id.

. id. SSO. SE. s. Nimbus id. . id. 11 s.t i . de otros c u a d r a n t e s . id. id. N. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 18 14 If) 10 17 18 19 20 21 22 23 24 25 20 27 28 29 30 31 1 d. s. .. id.1 Voliu-i. SO. i 2 O SO.. Nimbus id. kil. nil'i'. id. 1/6 Id. id.'ii pi'obabli.ui. 1) id. id. id. id..i . id. SO. Cumulus id.s .ra Nul. . 1. 2<1 Id.'ion h. 17 4 20 17 3 13 21 16 20 21 119 77 SSO. Nimbus SO. S. id. 77 s. . Cumulus id. so. SO.lml í GCTulS. SO.'. 13° 10° 1° 12° '? V 30 0'G 0'4 3'2 ! ? s. d. Nimbus id. id. N. id. AlUl. E. 18 4 14 21 18 20 5 18 17 20 30 18 17 7? s. SSO.. N. id. Y i · l o . id. 11 id.. S.'.. E. 11° 5° 4° 12" 0°'5 11 11 3'G 12 1<2 4'0 0'9 £ 11 11 4° 4° 4° 11 •10 l'O 0'9 11 £ 11 O 11 0'9 0'7 3'3 2'9 3° 10° 10° ? 77 ? 4° 11 11 1-0 11 11 11° 1° 12° ? 4'4 0'4 3'4 ? id. M u r a med a ( n i m b u s ) . 77 Nimbus SO. 1''2 A l t u r a media. S.' ll. id.. 1'9 . ( c i r r u s ) . id. N. 1 lii·IV. del E . Cumulus Nimbus SO. Cumulus Nimbus id. so. ( c u m u l u s ) . SE.VIENTO.. 5 17 16 19 11 SE.'inn angula. Cumulas • S. id. id. 1 s. SO. Cumulus id. 77 id. 11 Cumulus S. O'O . Nimbus id. s. so.. Cumulus id. id. id.I'S.

14 SO. ( i ' l ó t . 2<r>o ll-'45n. 40 N.4 0.:. 0 0 0 5 r . 20 10 0. 3 1 ° . Diciembre. 40 SE. 0 2"'. id. 12'lOn. noche 9 3 0 ni. o 1". O 0". 6'20 t. id i 77T A ñ o . id. . S . 23 30 10 82 10 11 22 03 54 45 17 184 40 40 110 48 080 1". 0 0 y y 0 r ' . id. s. 0<30 lo'OOn.9 0 1 .5 2 .: DESCE iSO D E VIENTO Canlidad Altara MI/MATURA I n t e n s i d a d Fuerza de de l a s • ¡ l o m e t a agua nubes de la s i l ó m e t r o s Dirección. id. Síaeni Descargas de eléctricas por descar¡¡as eléctricas. No /: ernbre. id. S E . 0 0 0 4 v > y 0 2 ._ T E NI I ' E S ' I \ l FECHAS. noche id. 17 0. 1 0<4 0'2 0-'4 or> : s 10 3 7''45 2 8 8 0 0 18 O'O 0<4 0<2 (l'O O'O 0<4 70 S. 2 2 5 noche 1/80 5 4 5 t. . 9 2° 7 0 . 2*10 3 m. 8 0 ¡> y 0 V* 'P 0 r'. Dia. 4 t.4-45 2 30 11 n. noche 1 t. 0 0 . 100 ? id. 17 10 0. 8<30 n. 4 0 y 0 0 . noche 3 V 2 y id.001 1°. l'OO 12 ni. . X . 8 20 20 28 12 14 22 30 2 3 4 11 20 30 14 DesaparLion Oblubre id. 8 . 20 id. id. id id.~ • MORAS. N. 10'45n. 8'00m. un minuto 000 2000 2000 4000 1100 8000 000 1700 800 8800 2200 8100 1300 000 10 12 11 10 18 21 8 12 0 10 10 28 12 m. 0 t. ! : Mes. 128 0.7 2". por hora milímelros Aire A p a Luz. 17 0. o c o o 1°. id. 2-2 0'2 O'O l'O roo t. 8'4f> íi. 0 0 ' 0 0 2 y 0 1 o o 1". Aparición . 4<00 noche 0 V l'OO 1 1 n. 0 r .

Media 17. 40 id. . 72 72 92 93 73 71 Media 87 8(3 88 87 TENSli H DEL V A P A R .RESUIVIEIV P O R TEMPERATURA Meses. 20 S.4 91 23 23 22 92 Media J-'rocuüiiuia >. 28 . 27 NO. Max. íiíáX. 3 22 N. 40 SO.5 Vel.7 32.1 23 24 27.0 2(5.2 2(5.0 8 0 3 5 2 0 0 . 94 98 80 82 90 90 28.5 1154 88.7 33.1 5 9 1 30.4 2(i'4 99 99 82 71 01 3 0 . 1 2 3 s. ~ Año. Mía.2 30 S. 31 28 .1 21.0 V I B S T O Cantidad milimets 97 18 140 17.2 20. 0 . 3 2 0 .8 18.8 28.7 2 2 . 29 SO.3 18. 1 2 3 . Mix. 20 S. luliva pur hora.0 23.MI kilóni. M A X .7 17. Setiembre.5 37.7 3. MESES. 22 25.3 25. Junio Julio Agosto. 29 .8 17.7 20. 104 S.8 18.8 22.7 25. 2 340 Horas 14. 3 2 id. 4 25. 42 s.7 2G. 75 id. 32 31 32 .0 089 00.0 24. 27 0 .0 21. L L U V I A . 23 22 27. 24. Octubre Noviembre Diciembre.5 Mí n. 47 0.2 25. 21 0 . HUMEDAD R E L A T I V A Min.4 30.

Julio 4 7 7 i) o RBGUSilCl Altura m e d i a p r o L able en kilómetros Dias Dias DespeVientos l í e n l o s O í r o s Altura ExCuDias E.8 3.8 2.4 8.7 0. MESES.6 2.0 8.0 Descargas eléctricas 2 27 1 28 23 20 28 28 22 7) n 1 1 1 3 5 0 0 1 0 0 4.3 0 y 8.3 „ n n Agosto. 0. .7 1.0 2.0 1.(33 20 23 28 4 2 0'02 29 23 29 170 20 7 4 0 0 '•:> ES.IIl·WÚMI'lX P O R UliKS. C u m u l u s Cirrus 0.07 7 T Año.44 0. 0.74 N o v i e m b r e . T E M P E S T A D Duración 0 1 3.(52 D i c i e m b r e .2 3.4 0. biertas i h b o s o s j a d o s í í i m b u s .4 3.8 2<1 1'9 4.72 O c t u b r e . 0. t e n s i ó n .52 0. 0.7 3. Setiembre . m e d i a Humero SO.7 0.9 2'9 (5 14'20 11800 14 37'45 28800 .0 0..4 1.) y 48 ! 1'2 3*2 1. v i e n t o s . Junio. aloses. . n n rt n n V 4 14<30 10300 4 0 15 20 175 1 8'55 6700 i 22 0 2 3.7 i> .

j a d o s jSisbos.8 ¡ O 2 2. I l i e n t o s . 0 104 S.01 20. * a x . ÉPOCA TOTOS DEL VAPOR ii'IA Media. 120 ÉPOCA.'lentos \ Otros jiensicn.4Í 80 .1E3IUIDU ! B O S S O A DR E L A T I V A liedla. ! 82 ' 22 ! 20.71 17. Í'REíjÜEÍÍUIA i Aliura mih probable en kilómetros TEMPESTADES Lias i ! D.4. 09 71 ¡ 8S ..010000 2 0 0 . i ¡am.. Cantidad ¡nilímtrs Heras . E .jtómalos Cirrus.k C u . 0.¡ filas :tfsspej Descargas : t i e s a s • .. do A ñ o .02! 20 1 170 10 ¡ 1 7 0 : 22 2 • 0.0 14 ! 3 7 . m e d i a H u m e r i i Duración elétricas 1 : ¡ ' V <lc uño. 4 5 2S8U0 .0 \ 4. j ¡ 0 .a ni a.l ciertos babosos.

verdadero placer al es la ves- D e los números citados se d e d u c e en apariencia que el organismo humano ha de sentir un hall arsc sometido á una constante do temperatura que nes y sin e m b a r g o sucede todo lo contrario puesto que conductibilidad de nuestra piel modificada tidos no es la misma que la del mercurio y TEMPERATURA precisamente la necesaria para el equilibrio de las f u n c i o por la los manera de . lo tanto los cambios y variaciones oscilan entre opuestas queñas. L a temperatura m e d i a de las aguas del mar y la media de la tierra á 0 . Siendo la temperatura m á x i m a 32° y la mínima de 22° se v é las temperaturas observadas tiempo y en estaciones que con que he observado intervalos muy de de pevé las oscilaciones grandes son también entre de la temperatura la amatmóstarde y permanencia. n es de 28° G7 de p r o f u n d i d a d de 23° 6. L o s m á x i m o s corresponden de dos á tres de la los mínimos do c i n c o á seis de la mañana. durante ra del ambiente 2 tempestades. E n estos casos he visto bajar o el desarrollo de las la temperatuo en unos minutos y la del agua 2 . sin duda. algunas v e c e s . sensibilidad variación brusca que la aprecia con escesiva nuestro organismo.— »s — Tuitiiternturn. ïïl carácter esencial de la temperapor esmuy tura en estos paises es la constancia y trechos límites. á gran cantidad de vapores acuosos que contiene la fera y que impiden el descenso biente. L a columna termométrica oscila con la regularidad de un reloj y la m o n o t o n í a de sus movimientos sólo se interrumpida. L a v a r i a c i ó n diurna es pequeña d e b i d o . 9.

El estado higrométrico del de adquiere Todo vapor máximo por basta un lo de al el el m á x i m o un p o c o antes de la salida sus mínimos con los m á x i m o s contrario sucede con la cantidad mediodía. entre 30° hay una que recuerda el de un horno calentado á circunstancias desfavorables y otra parte la temperatura al Sol que oscila 52° cuando radiaexposipa- ción y reververaciones. absoluta de un agua que tiene un mínimo al amanecer y representada creciendo á 91. que la apreciación el h o m b r e personal p o r medio de las múltiples manifestaciones del espíritu. así que en HUMEDAD . b a j o una b ó v e d a una temperatura de 29° ó 3 ( f es tan de v e r d u r a 42° ó y capotada momentos antes de la salida del Sol. p o r e j e m p l o . L a humedad relativa media está número 86 en el mes de Julio y vá Sol y coinciden temperatura. a c a m p a d o al glacial ó 20°. en la selva. ra q u e la piel quede desorganizada p o r algunos puntos. cualquiera que sea su coeficiente de a b s o r c i ó n . P o r el c o n insoportable el 44°. es m u y distinta de Consecuencia de esto es. es Tan mes de D i c i e m b r e en c u y a é p o c a llegó derable cantidad de vapores acuosos consi- a b s o r v i d a cons- tantemente p o r todos los objetos que están en su c o n t a c t o . Humedad. no molesta tanto c o m o en E u r o p a temperaturas inferiores y sin e m b a r g o basta ción de diez minutos al Sol de la m a n o .— apreciar los efectos en este 98 — por medio del instrumento sentido vista. encon calor Por en aire libre durante una n o c h e serena siente un frió temporales apesar de señalar el termómetro 25° localizado especialmente en la frente y en la region de los F e n ó m e n o análogo se siente aun b a j o una atmósfera trario.

L a s lluvias son copiosas en los meses de estos (V. HUMEDAD . p o r dia. la sal. los el c h o c o l a t e . P u e d e decirse sin e x a g e r a c i ó n que paises está organizado. culatorios. el a c e i t e . ras de bolsillo y aun la misma r o p a se m o h o s : los fósforos. P o r igual objeto de hierro b r u ñ i d o en pocos causa se minutos. que la ba crezca después de cortada de o c h o á trece servan en el reino v e g e t a l . el t o c i n o y l o s b a r n i c e s n o p r e s e r v a n d e la o x i d a c i ó n . Kl s e b o . adquiere v i d a en diez dias. calzado que evite la filtración al pié de la tadas que estén. y otra p o r c i ó n de fenómenos notables que se o b - nikel ni el p a v o n a d o p u e d a n preservarlo (1). so dilatan /-. ÏJIÜJVÍÍÍ.o ó /co h u m e d a d y las de su de anchuhongos de los tablas de las cajas construidas en E u r o p a p o r secas y p i n 1 1 ra. la m a n t e c a . l l e g u é á o b t e n e r un r e s u l t a d o s a t i s f a c t o r i o d á n d o l e s u n a c a p a d e p e t r ó l e o en el q u e h a b í a d i s u e l t o u n t r o z o d e vela de e s t e a r i n a .— 9© — desmás del cir- estos paises v i v e n . E n l u c h a c o n s t a n t e c o n la a c c i ó n d e la h u m e d a d en m i s a r m a s . florecen y fructifican los vegetales pués de cortados y separados del tronco elemento de v i d a que la absorción de común la sin humedad del los de vasos aire. que una rama cortada y clavada en tierra es decir invirtiendo la posición natural de colus vulgaris) p r o d u z c a á los quince dias revés. que la j u d í a ( P h a s sembrada yermilímetros oxida sin que no un el hay su semilla en c o m p l e t o estado de f o r m a c i ó n . se licúan al momento y llena las carte- medicamentos. el azúcar. L a s ' c o r r e a s de cuero puestas en la cintura. L o s objetos encolados ó e n g o m a d o s se desunen al momento. las carnes el aire de animales muertos se d e s c o m p o n e n á las tres ó cuatro h o ras.

es y sutan considerable que e x c e d e en m u c h o á la de otros países 111 c o m o la duración total de la p r o d u c c i ó n de la capa do agua de 15 milímetros de espesor. d o m i n a b a aquel c u a d r o sublime de la naturaleza. P a r a formarse una se 481 11) de D i c i e m b r e á milímetros de idea de la magnificencia acuoso cinco basta cayeron en media noclie agua en lluvia ma 2 0 0 . ochenta y siete veces durante la n o c h e y n u e v e v e ces durante cl dia. más p r o p i o de las primeras edades de n u e s tro planeta que de la é p o c a actual. imponente. Las dimensiones de la gota de agua que forma tando en general el tamaño d é l a gota de la cantidad de agua desprendida. los senderos se convirtieron torrentes. pues alcanza la enorme en cifra este tiempo de i) 03o. m u c h o s tejados de b a m b ú no pudieron resistir la digiosa caían desplomadas desde gran altura y presión de aquellas sábanas de agua que con fuerza un atronador. se lia p r o d u c i d o el fenómeno de la lluvia. L a s se inundaron. L a cantidad de agua que ha caido tropicales. resulta que corresponde á cada hora una con que el desenvuelve este meteoro citar que en Elobey chozas enorme proruido horas. L a fuerza ó v e l o c i d a d de caida de la g o t a de resultaría o b r a n d o tan sólo la gravedad. Durante los meses por de la n o Junio .— too — N o v i e m b r e á Marzo y en general se verifican che con gran regularidad.í observa- D i c i e m b r e en que he verificado con regularidad ciones meteorológicas. 3 horas. y agua es que á veces tan considerable que supera con m u c h o á la en razón la llues- via varían entre tres y o c h o milímetros de diámetro. directa la impresión LLUVIA .

no e m p a p a d o en agua.— iOi — que deja en el ánimo la o b s e r v a c i ó n de este f e n ó m e n o análoga á la que p r o d u c i r í a un viento que sí el agua de la atmósfera. L a s o b s e r v a c i o n e s q u e he verificado para el dismeestudio de este meteoro acuoso no son c o m p l e t a s . Estas formando el terrepisa palabras borraconsey del balsas y lagunas en las p r o x i m i d a d e s de los grandes rios. E s una v e r y abundante la en selel el l o d o d e la roca. m e o b l i g a b a á dormir. Se que encuentro entre varias notas de mi diario casi ciaba el país después de haber p a s a d o ocho dias sueño es descendiese verticalmente c o n fuerza inusitada arrastrando en p o s de das también p o r el a g u a . que f a v o r e c e el desarrollo de la v e g e t a c i ó n es un v e r d a d e r o v e n e n o para el h o m b r e . y en todas partes y en todas direcciones se halla agua. sin e m b a r g o abrigo la confianza de no haber q u e d a d o m u y tante de la cifra v e r d a d e r a al decir que p o r término dio la c a p a de r o c í o que so deposita dadera lluvia más frecuente seca que en la h ú m e d a . llovió. en el t r o n c o del árbol y en ROCÍO empapadas diariamente sobre el en la época suelo. D u r a n t e las lluvias en esta z o n a tropical del A f r i c a no hay más terreno seco que el h o g a r de las c h o z a s . dan perfecta idea de c ó m o aprecutivos sin p o d e r secar ni r e n o v a r mis ropas y s o b r e las que. E l r o c í o . y se vice en el agua. según su h i g r o s c o p i c i d a d . 3 milímetros. E l g e r m e n de la fiebre está en todas partes. E n la é p o c a de las lluvias se inunda el país. la imperiosa necesidad del descanso. se respira agua. entre el humus del suelo y las ciénagas. alcanza un espesor de 4. en va y en la pradera. .

y en el agua. á través de las b a m b ú y de la lona de las tiendas de c a m p a ñ a . el arrastrado p o r el c o n mucho trario. se filtran paredes de do las rosabor En de las los marítima. pero en d o n d e realmente hay una c o m pleta saturación ó condensación de gérmenes ió nua n la unidad de volumen en v e n e n o que transde recoá tramiasmático los más activos es en el rocío que después de haber p o r todas partes á través de la r o p a y del c a l z a d o . así que con hechos siendo tiene un sido del antes dia. el sabor del r o c í o no es s a l a d o . g i d o en su caida todas las emanaciones del aire. ffaebin. que son más montacomarcas frias.— lO» — aire. en el P a l u v i o l e y en la region ñosa d o n d e se eleva el p i c o de los M i c o s . L a gran cantidad de agua e v a p o r a d a en esas en contacto c o n las brisas del O. D e s p u é s de una gran lluvia se suelen observar nas de v a p o r vesicular que se elevan NiEBLA como trombas . Nuestros órganos nos permiten apreciar algunas condiciones de este meteoro. en las laderas Sierra del Cristal. r e c u e r d a p o r simpatía el olor nauseabundo este sabor más p r o n u n c i a d o en el r o c í o que se filtra á través de las repetidos y comprobados puedo asegurar que estos árboles envenenan durante la n o che la atmósfera que les e n v u e l v e . y del N E . En la zona cío depositado en los labios y las manos salado d e b i d o al sodio del mar que ha mecánicamente durante la e v a p o r a c i ó n selvas. p r o columci- ducen la visibilidad del agua en estado de v a p o r . plataneras. L a s nieblas no son abundantes p e r o en reinan las de rela algunas v e c e s c o n persistencia especialmente giones montañosas del E . vegetales en d e s c o m p o s i c i ó n . vés de los tegidos de b e j u c o .

— IOS — líndricas á gran altura imitando al h u m o de un i n c e n d i o . aparecen y desaparecen y modifican rápidamente que sus esféfloformas primitivas convirtiéndose de cilindricas. protegien- Coltimtins de vnpor. Un dia trasparencolor azucompletatrasy un cia á la atmósfera d i l u y e n d o notablemente su lado y m o d i f i c a n d o el c o l o r mente despejado en nuestros climas nos permite g o z a r en la c o n t e m p l a c i ó n del h e r m o s o azul celeste intenso y parente que forma la aparente b ó v e d a de la atmósfera. en ricas y afectando formas irregulares y variadas tan sobre las copas de los grandes árboles. ¡ ' L a s c a l i n a s s o n m u y abundantes y roban la del Sol. Consiste esto en que las hojas de los vegetales ofrecen á donde una gran superficie radiante á la e v a p o r a c i ó n d o los vapores que están en contacto del suelo no llega la a c c i ó n directa ele los r a y o s solares. U n a n o c h e despejada y de nos deja v e r las sombras negro azuladas p r o y e c t a d a s p o r tranquila NIEBLA . l o s objetos que están heridos p o r los r a y o s de luz Sol b l a n c o amarillo.

así que es inútil usar amplificaciones m a y o r e s de 15 á 20 diámetros en los anteojos y g e m e l o s . de la recen m a y o r e s y á 10° ó 12° sobre el horizonte La luz lunar es algo más rojiza más b r o n c e a d a y n u n c a tan de sesta se h a c e n aparentes p a de los objetos Estando la bahía de Coriseo y la c u e n c a del ecuatoriales. Una n o c h e sin nubes es siempre u n a n o c h e oscura. L o s v e n g a s la llaman Ibebo y los itemus M u n i enclavada en la r e g i o n de las calmas mataya. la cintura el planeta. intensa c o m o en nuestras latitudes. el v a p o r de a g u a y la gran cantidad de luz que absorve la v e g e t a c i ó n selva.— presidida p o r la plateada 104 Luna que proyecta también magni- sombras aún más azuladas y que apesar de sus resplandores nos permite v e r las estrellas hasta de scsta h o m b r e n o se cansa en c o n t e m p l a r . fácilmente se c o m p r e n d e q u e han de caer b a j o constante do nubes q u e c o m o un anillo rodea NIEBLA . L a causa de esto son las calinas. U n dia sin nubes se presenta siempre calinoso. E l de la atmósfera es b l a n q u e c i n o y L o s c o n t o r n o s de los objetos sucio se sin lejanos presentan trasparencia. E l Sol ofrece un disco rojizo y las sombras son más vagas y menos azuladas. es u n o de los b e l l o s cuadros de la naturaleza que el fusos y o n d u l a d o s . L a n i e v e no es d e s c o n o c i d a pues la han visto caer una sola v e z en la Sierra del Cristal (900 lililíes á 1100 metros de altitud). tud. L a s estrellas m a g n i t u d se ven m u y rara v e z . E n Á f r i c a n o sucede nada de esto. sus discos invisibles hasta las de tercera m a g n i t u d . n o h a y nunca atazul conmósfera d e s p e j a d a en el v e r d a d e r o sentido de la palabra.

.— IOS — tan sóla e x - Así que en siete meses ele o b s e r v a c i ó n be c o n t a d o fera nubosa y 29 dias cubierta rizonte visible. ciende hacia el horizonte. etc. de no se ha tenido en cuenta el espesor de la n u b e . son otras tantas causas de error que e n u m e r o . p e r o visible cuando que no es pequeña en estos países. circunstancia siempre cierta. la disipación ó condensación de los v a p o r e s . invisible desalrefracción. La altura media p r o b a b l e de las nubes ha sido otros cuadrantes. la variabilidad tura. totalmente. es d e c i r a l g o más de la mitad del h o L a s nimbus son las más a b u n d a n t e s puesto que se han presentado c o n una frecuencia de 1 7 5 .2 kilómetros con vientos de tener cuenta que para deducir estos resultados he partido supuesto de que c u a n d o las n u b e s siguen la dirección viento reinante en la superficie de la tierra van de la misma velocidad que ¿ste. A este dato incierto hay que ficultad de apreciar con exactitud su de lo que se ha d u d u c i d o el complemento punto el que animadas no es la dicuadro de mira sumar en fijo el velocidad angular correspondiente.8 en del del kilómetros reinando vientos del Este y 3. pero es preciso de 4.07. siendo lo 15 dias de atmósfera despejada p o r 170 dias de a t m ó s tension media 0. no con el o b j e t o de señalar las dificultades con que se tropieza en este nero de observaciones. mientras que la frecuencia de las cúmulus ha sido de 2 2 y la de las cirrus de 2. NUBES géen el reserva . pues á falta de un que desaparece constantemente p o r cambio de f o r m a . sino con el de declarar la con que deben aceptarse las d e d u c c i o n e s expuestas cuadro y el escaso v a l o r relativo que tienen. P o r otra parte la cuando ésta se halla en el zenit.

Otro curioso fenómeno de nubes lo observé D i c i e m b r e de 1 8 7 5 . que aún estaba b a j o el horizonte. su dirección cambiaba paulatinamente Sur y de describir un arco de c í r c u l o p o r el NUBES s después desaparecían . N u b e do aspecto c o m e t a r i o . E n general. E n t r e lo más extraño que he observado en esta ria se cuenta una n u b e de forma de c o m e t a en la constelación del E r i d a n o y mate- que apareció la instantáneamente en la n o c h e del 27 de O c t u b r e de 18S4 que iluminada p o r L u n a . su m o v i m i e n t o se hacía lento.— iOO — D u r a n t e las tempestades ó grandes lluvias suelen Ilutar las diniOiis á 1 0 0 y 2 0 0 metros de altura. la cantidad de nubes aumenta basta el medio dia y sufre una disminución muy notable desde esta liora basta la n o c h e . pero al llegar al zenit. A l g u n a s pequeñas riiiniiliis en 24 de sueltas y má de b o r d e s irregulares venían impulsadas p o r el viento del Este. p r o d u c í a una ilusión tan completa. que me costó gran trabajo librarme de la idea de q u e estaba en presencia de un astro ^cometario.

iba p o ' el horizonte á impulsos de un viento m o d e r a d o y parte de ella cubrió el disco lunar se transformó no haber rrus disminuyendo su diámetro de tal m o d o que duda se elevó á bastante altura. se aumenen un satéera condensó de n u e v o . L a L u n a tres dias y brillaba en medio de una atmósfera de obvenitenía atmós- bastante 1 pura. U n a NUBES través de las nubes . de manera que p u d e seguir con melos la marcha de la desaparición hasta que los peque- ños restos subtendían un a r c o de algunos s e g u n d o s . M u c h o se ha discutido sobre si los rayos caloríficos la L u n a p u e d e n ejercer a c c i ó n alguna en nuestra fera y sobre los v a p o r e s en suspension pero el hecho servado p o r mí el 21 de N o v i e m b r e de 1 8 8 4 m e ha do á demostrar que esta influencia existe. E n la c u e n c a del M u n i no he visto nubes mo las que suelen v e r en l^ernando P ó o . nuestro pero las nubes pulvurulentas de p o c o espesor y sin si fueran columnas do p o l v o . P a r e c í a que en aquella r e g i o n de la atmósfera existía obstáculo invisible contra el cual c h o c a b a n las nubes un y en efecto debía ser el viento del Oeste que reinaba entonces en la superficie de la T i e r r a . L a desaparición era g r a dual y tomaban un color más oscuro á medida que los se geiban fundiendo. los trozos sueltos se unieron. cia que ofuscan las imágenes vistas á su radiadas c o abundan trasparencomo radiadas el disco rayos como de cuando en cicabe pasa- lunares.— to* — en cl mismo punto en que e m p e z a r o n á describir el a r c o . U n a extensa n u b e blanqueada de luz avanz. D e s p u é s de do de la zona de acción directa de los tó sensiblemente su diámetro y q u e d ó principio antes de pasar b a j o lite.

— más hermosa IOS — y más c o m p l e t a que se ha visto en nuestra Setiembre cenA de la n o - isla Fernandiana fué la que a p a r e c i ó el 3 0 de tral. c o p i a de un original debo á la atención de D . A las d o s noches siguientes se manifestó el fenómeno á las l l h m a extension. disminuyó su intensidad y á las 1 2 ' desapareció 3 0 . pero su forma fué más irregular y su d u r a ción menor. y en F e r n a n d o hace inútil d e los P ó o . dá despa- toda L a causa do la f o r m a c i ó n de estas nubes radiadas rece ser la lucha q u e se entabla entre NUBES RADIADAS los vientos ascen- . p r o y e c t a d a sobro la silueta d e la cordillera l1 simetría. E l dibujo adjunto. en el mismo punto y c o n la m i s m p o r c o m p l e t o . S a l v a d o r G u i n e a m é d i c o que d e la I J •A 5 NULES RADIADAS A r m a d a que presenció el f e n ó m e n o en c o m p a ñ í a oficiales de la goleta de estación una completa idea del meteoro cripción. Su aparición fué casi instantánea á las 8 che y no sufrió modificaciones en posición y las l l ! l 1 de 1 8 8 5 .

Durante la é p o c a de L l u v i a s reinan los vientos conocen fácil los africanos que Muni es bien sencilla y es más dibujarla ha pasado de 30 metros p o r hora. no metros á la hora. rolando siempre p o r el Sur. O .— too — h ú m e d o s siempre» dentes y descendentes de las montañas y los generales del Este que son secos. rasólo muy S O . c u y a frecuencia se p u e d e espresar números 1 0 4 y 4 8 . y kilókilódel desS. J/lundo. E l Norte es el ra v e z dos dias consecutivos. el S O . E n reinan el S. así que en esta VIENTOS menos constante y aparece siempre p o r la m a ñ a n a s o p l a n d o la estación se seca época hacen . E . y S O . L a rosa do los vientos que cribirla. Vientos. L o s vientos dominantes son por los los del S. p a r a N. Rosa do los vientos d i b u j a d a por un africano. L a s v e l o c i d a d e s m á x i m a s han sido. y sus v e l o c i d a d e s medias son de 17 á 18 el Sur 123 kilómetros.

REGIMEN de su .i la noche irregular. . dirige al ó enfriados mejor que manera notable antes de salir el Sol. por soplar de dicho rio. de Coriseo ihran'. Ds S . y se también lo indican mis mar muy dicho. y sólo se siente en la de lluvias. tiene. N. Calma. p r o d u c e n dando al alísio del N E . mañana. E. . SE. SO. Calma. S. mañana. quilibrio atmosférico.— no — difíciles las c o m u n i c a c i o n e s p o r mar entre y los islotes. Cuadro de los ciados que reinan en la bahía.i 6 de la laríe. j I 1 Época de l l u v i a s . originando. una temperatura más elevada.! ¡Época seca. Durante la é p o c a de las lluvias caen considerables tidades de agua en la parte alta del interior d o n d e siempre he visto la atmósfera cubierta. SO. que siempre sopla do en estas zonas. soplan cuya con ó regularazón causa el continente física puramente local se e x p l i c a fácilmente. 0. una deseayucomo Utamépoca for- tidades de agua son m u c h o m a y o r e s en las selvas afluentes del rio Muni y en la region montañosa L a h u m e d a d es grande. del país. F u e r a de la influencia del m o n z ó n ridad admirable brisas constantes. A este viento le llaman los indígenas boni. S. S a s í a las 1 0 De 10 i 12 De 12 í 1 de la de la de la larde. y los v a p o r e s . Estas do del de un canen canhs XE. o. debilita- observaciones. p o r q u e éstas son la principal causa VIENTOS.

E l mar se arroja sobre las regiones altas del duciendo un choque cuya resultante interior. pero dura p o c o . E l viento Norte Gongo de A b r i l . habiendo un evaporación. alcanza el alísio estas regiones. El calor v a d i s m i n u y e n d o y la entonces los vapores vias n o c t u r n a s . el Sol que se eleva r o m p e p r o n t o la igualdad. VIENTOS. sus rayos más fuertes caen lumna de fuego sólo p r o d u c e débiles para abajo y viceversa. que sopla rarísimas veces. y porque en esta é p o c a . Este es el viento Mundo. c o m i e n z a á soplar dirige al N o r t e . y esta es m a y o r en el mar que en las selvas. aire del y pro- E n t o n c e s la calma anuncia el c a m b i o . el desequilibrio es m a y o r y la columna de aire del quiere más fuerza. tendiendo de los isleños. dando formación de trombas marinas. c o m i e n z a la d o n d e se d e d u c e que el aire del mar adquiere m e n o r que iguala al de la tierra. A l elevarse el Sol sobre el horizonte. TEORÍA la resultante á inclinarse primero al N N E . alísio. la evaporación del mar mar ráfagas de necesariamente corisque- fios. Pasa el Sol la meridiana. de los multánea de estos dos vientos.— I l l — al menos hasta el mes maeion. ó evaporación también y llu- so condensan p r o d u c i e n d o las . y después al N E . obelugar á la dece á la misma causa que el anterior. L l e g a el Sol al zéni. Este es el S O . E n varias ocasiones he c o m p r o b a d o la existencia sobre coarriba vá adBills la bahía y hay un intervalo de calma p o r q u e aquella creciendo y la temperatura de la tierra v á aumentando. una v e z roto el equilibrio. de temple y el se siequilibrio.

alcanza esta region y reina p o r las mañanas. Vienen casi siempre del E . pero es sensiblemente menor durante la n o c h e . poro en c a m b i o el alísio del S E . cl alísio del N E . se encuentra o n i d o en las zonas do las calmas ecuatoriales entre 9 de latitud. lo que viene á demostrar que la luz desdel Sol en Coriseo al medio dia y con una atmósfera p e j a d a es más brillante que la que se observa en nuestros países en iguales condiciones. países verdaderos producen es mayor golpe treinta k i l ó - desastrosos efectos.— 113 — detey 15" viento lia En la é p o c a seca. N o c a b e d u d a que la a b sorción que sufre la luz al ser bastante m a y o r . durante el dia. que estado detenido en la latitud del C o n g o . L a cantidad de luz en estos que la de nuestros climas. c o l o c a d o un fondo negro mate á tres metros de distancia. en cambio la verticalidad de los intensidad. L o s vientos alisios c o m b i n a d o s con las brisas solares son los que constituyen el régimen de vientos de estas r e g i o nes y c u y o radio de acción lo valúo cu unos metros. son n e c e sarias m a y o r e s unidades de a b s o r c i ó n . de suelen de soplar viento. y que este exceso es p r ó x i LUZ . E l fotómetro t o d o s los sobre absorción m e ha demostrado que para a b s o r v e r cien centímetros cuadrados de rayos de luz reflejados p o r un papel b l a n c o satinado. E n los cambios de estación huracanes que en forma Imz. p e r o atravesar una atmósfera más ha de do de elevada y c a r g a d a de vapores que la rayos luminosos aumenta su de E u r o p a . superficie. siendo sustituido á la tarde p o r la brisa del Oeste. y por eso en esta época Utamboni no existe el ó Este. y S E . g u a r d a n d o estas la relación de 10 y 11.

E l decrecimiento de la luz no sigue t a m p o c o c u r v a que en las zonas templadas influyendo antes de ponerse el Sol hasta un cuarto de de puesto. E l disco del Sol es ligeramente amarillo. pero visto bro el v i d r i o neutro otro débilmente coloreado de j a (antimonio. E l c r e p ú s c u l o matutino es aún COLOR DEL SOL. minio y p e r ó x i d o de hierro). contraste fuehe aparece al momento y la c o m p a r a c i ó n es tan completa c o m o si la vision p o r ambos vidrios neutro y c o l o r e a d o se simultánea é independiente. A s í c o m o varía la intensidad varía también el color. CREPÚSCULOS . se v u e l v e á mirar el disco del astro con el observado El fijeza. es tan rápido se da uno cuenta algunas veces del ción de la T i e r r a . sobre una superficie b l a n c a no solar que repetido varias veces en E s p a ñ a y en A f r i c a ha llevado á aparece la luz movimiento el espíritu está predispuesto á la atención. C u a n d o ha sido bien definido y su impresión en la tal neutro y se c o m p a r a su c o l o r con el riormente c u y o r e c u e r d o persiste con á través sonarande un vidrio do c o l o r neutro p a r e c e b l a n c o . Esta o b s e r v a c i ó n mi ánimo el c o n v e n c i m i e n t o de que la luz algo más rojiza en el país á que aludo. C o l o c a d o el as- i m a g e n del este color crisante- retina ha sido duradera.— 113 — mámente igual al que se observa entre la luz solar á las diez horas de la mañana y en el m o m e n t o de pasar tro el meridiano. P o r otra parte las sombras que p r o y e c t a n azuladas sino r o j i z a s . la disco solar aparece notoriamente r o j a . D e s d e un hora el decrecimiento de cuando la misma esto la momento después que de r o t a en los objetos son iluminados p o r el Sol. especialmente distinta duración de los c r e p ú s c u l o s .

L o s lectores r e que e m p e z ó Iluminaciones crepusculares cordarán el magnífico fenómeno crepuscular LUZ CINÉREA .— 114 - más corto y estando la atmósfera despejada se perciben las estrellas de 4 . de 105 á 1 1 2 en E s p a ñ a y de 9 0 á 98 en Africa: Caracteres pueden leerá o distancia en q u e se r a ha sido 4 0 de en España en l o s m o m e n t o s q u e se e m p i e z a á d i s t i n g u i r la l u z c i n é r e a d e la L u n a después nio. P o r las mismas razones de absorción de la l u z . L a relación m e d i a teniendo en cuenta un cielo despej a d o y la intensidad media de la luz cinérea. m r i ó d i c o (letras de 1'5 milímetros). a a magnitud q u i n c e minutos antes de aparecer el disco solar sobre el horizonte. E n los dos primeros un p e dias de nuestro satélite he p o d i d o leer en E s p a ñ a . E n el m a r los crepúsculos son más duraderos. del dos días novilu- ca uactkr e s QUE se puedenleer enafmcaen l a s condic i o n e s e xP il E SA D A S E N E LA D J U N T OC U A D U O . sujeta de p o r sí á oscilaciones en u n a misma fase de la L u n a .2 milímetros. y 5 . Esta luz es igual á la que se observa en E s p a ñ a una n o c h e de L u n a llena estando el terreno n e v a d o . en los m o m e n t o s en q u e se e m p e z a b a á distinguir ción la luz cinérea y en A f r i c a para poder sin v a c i l a leer en las de mismas c o n d i c i o n e s he tenido que emplear caracteres 3. á 0 4 0 de distancia. sucede que la luz cinérea de la L u n a n o se divisa tan p r o n t o c o m o en nuestros climas templados.

E n la z o n a tropical de A f r i c a persistían aún las iluminaciones f e n ó m e n o en las b o c a s del rio Niger. llamó p o d e r o s a m e n t e la atención de todos los o b desaparición he seguido con v e r d a d e r o interés tan e x p l é n d i d o fenómeno y t e n g o la satisfacción de haber c o m p r o b a d o en observaciones. E l Sol estaba p r ó x i m o á ocultarse y la faja nubes ecuatoriales. el cloud-ring bus de un c o l o r gris oscuro eterna de y el 23 de S e del tiembre p u d e presenciar una magnífica manifestación de los ingleses invadía ca- si p o r c o m p l e t o el horizonte. cubierto p o r ella. E n 2 0 de E n e r o de 1 8 8 4 aún persistía la iluminación hay tecrepuscular en E s p a ñ a .— 115 — 1883 y que á manifestarse en E u r o p a en N o v i e m b r e do p o r su aparición inesperada y p o r sus servadores. C u a n do la lluvia avanzó frente al Sol. tenía el c o l o r de b r o n c e y b r o n c e sentaba con sus colores naturales gris y b l a n c o . pero era tan débil que no A f r i c a mis m o r en asegurar que el fenómeno terminó por c o m p l e t o en nuestras latitudes en este primer p e r í o d o del año. U n a lluvia que vino del Sur fué a v a n z a n d o . Sin e m bargo el 8 de M a y o hubo una p e q u e ñ a manifestación de iluminación que no se repitió y más bien que el f e n ó m e n o mismo fué un r e c u e r d o del fenómeno. mientras que la otra mitad (zona en que no l l o v í a ) se p r e - ILUMINACIONES CREPUSCULARES . D e s d e su aparición hasta su completa brillantes manifes- taciones. y á medida que c u b r í a las partes p r ó x i m a s al horizonte iban t o m a n d o las nubes la c o loración p r o p i a d é l a s iluminaciones crepusculares. presentando c u m u l u s y n i m q u e contrastaba con el b l a n c o v i v o de un estrato tangente á la línea de la mar. la mitad del horizonte rojo.

" L a s nubes y nieblas de p o c o espesor han CREPUSCULARES ILUMINACIONES . correspondió á los primeros dias de la aparición del f e n ó m e n o . verificadas ellas p r e d o m i n a r o n los colores r o j o y carmín m u y intenso. sido más largo4. Hubo p o r lo tanto un cre- p ú s c u l o más largo que de ordinario. solar permaneció tangente al horizonte de la mar durante presenció el mismo f e n ó m meno en A k a s a (Niger). E l cieera más rojo d o n d e las nubes tenían menos espesor. A las 6" 8 0 de la tarde. en O c t u b r e y N o v i e m b r e tuve o c a manifestaciones del fenómeno.° E l decrecimiento de la luz durante estas iluminaE l c r e p ú s c u l o ha contriciones no ha sido regular sino alterado.° C¿ue las iluminaciones desde la apariaparecieron lenta y g r a ción del f e n ó m e n o crepuscular d e d u z c o : crepusculares de una manera repentina y desaparecieron dualmente. D e b i d o á un curioso fenómeno de quince segundos. E n todas E l o b e y y el continente. que los bosques p a recían incendiados reflejando en el rio sus fuegos." E l m á x i m o de intensidad en c o l o r y el m á x i m o de duración. tomaron las nubes un c o l o r carmín tan fuerte. á grandes intervalos. 3. Durante los meses de sión de observar análogas en F e r n a n d o P ó o . presentándose en sus últimas manifestaciones.Cuando la lluvia terminó persistieron las en la z o n a en que había l l o v i d o . D e todas las observaciones 1. Q u i n ce minutos después varió el c o l o r á r o j o 7 h de c o b r e y á las desapareció el fenómeno. 2. E l 26 de Setiembre de 1 8 8 4 iluminaciones el disco refracción.

5.ï La m a y o r y m e j o r ciones. ILUMINACIONES CREPUSCULARES . L a diferencia que cantidad de espectros o b s e r v a d o s en E s p a ñ a y en la c u e n c a del Muni son debidas á la m a y o r vapor m a y o r espesor de la atmósfera.° Q u e c o m o la fecha en que se manifestó el f e n ó m e p r o x i m i d a d e s de la isla de J a v a . 9. y al camente do las aguas del mar y lanzados de la atmósfera p o r la espantosa erupción del Kralcatoa. y en los diversos lugares de la Tierra. E l espectroscopio a p l i c a d o El microscopio minerales al estudio de esta ma_ entre los cuerpos micrólitos. teria m e lia acusado la presencia del cloruro de sodio.° 8. p e r o de origen v o l c á n i - c o i n c i d e c o n la e x p l o s i o n enorme del v o l c a n de K r a k a t o a . Kspccti-o SÍSIÍÍH ". la presencia de llenos de liiperstenia volcánica. c o n la dirección y v e l o c i d a d de los considerar como vientos reinantes. n o . co indiscutible. en p r i n c i p i o .° L a lluvia lia sido causa ocasional de la p r o d u c c i ó n L a s iluminaciones crepusculares lian sido debidas en una materia estendida á del fenómeno. á la reflexion de la luz solar 7. y p i r o x e n o r ó m b i c o .° manifestación de las ilumina- gran altura en nuestra atmósfera.° G. en las estraílos todos al país en d o n d e se han r e c o g i d o . la más admisible la hipótesis las iluminaciones y cu el F l a m m a r i o n de que crepusculares son debidas á la reflexion de la luz solar en los minerales v i trificados y p u l v e r i z a d o s sodio separado m e c á n i á las regiones existe entre los acuoso. lia descubierto vitrificados arrastrados de la atmósfera p o r las lluvias y las nieves. no puedo menos de de M.— lit — b u i d o .

Durante los crepúsculos desaparecen y bandas de absorción E. aunque de c o m p r o b a c i ó n . L a b a n d a pi es visible aun en los momentos en que está el Sol en el meridiano. aun en los dias de invierno. aparece solamente doble en A f r i c a p o r más que he p r o c u r a d o estrechar he o b t e n i d o la ranura t o d o lo posible y dirigir el instrumento á las inmediaciones del Sol.— iis — L a línea I) de F r a u n h o f e r que la he visto distintamente d o b l o y algunas veces triple en España. cuando espesor considerable de nubes. L a s líneas finas del v e r d e se presentan en A f r i c a menos puras y E. b y F y se acentúan de una manera más considerable que en E s p a ñ a todas las rayas y delta. pero algunas veces ha faltado en la bahía de Coriseo. condiun de los especialmente pi mientras que en E s p a ñ a sólo la la lluvia ó en la i n c u b a c i ó n de este m e que sobre llamándoesta raya no j a d a p r o d u c i d o por la luz de las inmediaciones es igual al que se observa en E s p a ñ a ciones de tiempo y posición. m e este hecho la atención puesto ejerce su acción la atmósfera. Ca que desaparece en E s p a ñ a c u a n d o el Sol está elevado. atmósfera del en iguales despocénit. la he visto siempre en el Muni. C o m o resumen y d e d u c c i ó n de todas las con la reserva que requiere la importancia la falta de los indispensables que el espectro solar al medios con mediodía observaciones del asunto y espectroscópicas que he verificado p u e d o afirmar. pierde notablemente su intensidad. y ESPECTRO la luz atraviesa que el espectro SOLAR . L o s mismos resultados al desdoblar la línea b que m e ha parecido más débil. percibo durante teoro.

pero definible al cabo cuando se estudia Su intensidad también menor. y si en la selva no tiesen las moscas y los gusanos de luz y los h o n g o s Cuando la atmósfera está despejada se distinguen fusamente las siluetas de los grandes árboles cuando tan tos se proyectan sobre el cielo estrellado. la vista v a g a r í a sin adivinar ningún objeto. se presenta en mera impresión.a u t e la «íoclse. IÍÍIK puscular de España cuando se observa el horizonte á tra« I m . L a s noches de L u n a son también menos luminosas blanco apreciar velado por y lipries menos blancas que las de E u r o p a . Cunndo el ciclo está cubierto de nubes es tan grande haexisfosfoconésdila oscuridad que sólo p u e d e compararse á la de una bitación perfectamente cerrada. No siempre NOCTURNA . pero es en cuenta la p o c a trasparencia de la atmósfera y masa de vegetales de que rescentes. pues aun para distinguir su b l a n ca dentadura no h a y luz suficiente. difícil de nuestro saestas geramente de amarillo p o r la n o c h e . E l disco de télite b l a n c o de plata durante cl dia y comarcas un p o c o r o j o m u y observando con constancia.— 119 — cre- crepúsculos en clias despejados es igual al espectro vés de nubes resueltas en lluvias. Cuando pasan b a j o el astro cúmulus t o m a n d o el satélite el mismo LUZ delgadas ó de sucede p o c o espesor se empañan de un c o l o r amarillento v e r d o s o color. fícil ver á los habitantes del país que aun en contacto con ellos no se les p e r c i b e . H e m o s dicho que las n o esto teniendo la gran el ches son más oscuras en la parte tropical de A f r i c a que en nuestros climas y fácilmente se c o m p r e n d e absorción que p r o d u c e la pais está cubierto.

Malos. Fonialhaut. á él había una z o n a más oscura y al anillo central pero excéntrico ción de la luz era sumamente astro. pero apesar de que lie presenciado en Africa muchas veces. La lunares y p o r el E . el color azulado que tenía la luz cinérea. U n o el 4 de N o v i e m b r e de 1875 á las 8 m u y p o c o marcado y sin colores. notable de lo del fenómeno. Aide- parecido blancas roja R i g e l . el paso de nubes bajo el disco l u nar no he p o d i d o c o m p r o b a r este f e n ó m e n o . E n los dos viajes que he verificado de la más al país del Muni no he visto más que tres halos.esto. no los prismas superficie hielo. ó á los rayos solares reflejados extensa azulado verdosa c o m o es la del Océano P a c í f i c o . Tres dias después. unos cuatro. p o r q u e se necesitan ciertas condiciones para que el fenómeno se verifique. mucho al más p r ó x i m a s E l 2 de Setiembre de 1 8 8 4 brillando la L u n a llena en HALOS . notándose amarillo en el b o r d e externo y el azulado menores en la parte de ambos centro geométrico del satélite. el 7 de N o v i e m b r e vi otro halo c u y o anillo csterior distaba p o r el O . b a j o distinto á n g u l o . círculos L a intensidad de la luz y su d e s c o m p o s i c i ó n el interno. de color naranja M e n k a b . noche. unos seis diámetros p r ó x i m a m e n t e la de un diámetro del satélite. Respecto del c o l o r de las estrellas no lie notado ción alguna y siempre ine han baran etc. siendo sé si debido á la reflexion de en aquellos momentos por una la luz en h variaSirio. L a anchura de este anillo era Concéntrica con un descomposiinterior rojo el c o l o r en eran en contacto el anillo débil en pero perceptible en el exterior.

ofrecía rreras y anillos que de paradas. se v e í a n detalles m u y curiosos que dib u j é lo más exactamente que p u d e . Visto á la simple vista se presentaba la L u n a como á través de una niebla p o c o trasparente. puro y sin oscilaciones. pues c r e o . Como estas eran do p e q u e ñ a del fenómeno m a y o r bastante abundantes. más bien que un cuadro de la turaleza parecía una función de fantasmagoría ó de tidigitacion. que bien pudieran interno no era tan neto. brillando tranquila ó inmóvil en apariencia. de esas que enturbian las imágenes c o m o si fueran constituidas p o r p o l v o l u m i n o s o . N o pasaré adelante sin citar una o b s e r v a c i ó n lunar v e - rificada el 2 de N o v i e m b r e de 1 8 7 5 . se distinguían bien. E l b o r d e externo iluel b o r d o m i n a d o aparecía limpio. P e r o e x a m i n a d a c o n un p e q u e ñ o anteojo y una débil amplificación.— !3t — un cielo bastante sereno se formaban instantáneamente arrastradas de y las niehalos al pasar b a j o su disco algunas nieblas el espesor extension p o r el v i e n t o . le c o r r e s p o n d e el lugar de los meteoros ocasionados por la luz. E l mar de las Crisis y de la F e c u n d i d a d . que aparte de su importancia científica. pues el v e r la L u n a . dibujándose en él dos escotaduras corresponder á Possidonius y P i e c o l o se destacaba LUNAR mini. el fenómeno era curioso p o r demás. siendo la intensidad á m e d i d a que era también m a y o r blas. rodearse instantáneamente emprender acto continuo de dos círculos luminosos carrera al momento y una rápida una sucesión (contraste quedar canapres- p o r la v e l o c i d a d de las nubes) para inmóvil y serena. E l resto del disco FENÓMENO distintamente .

lo que está reñido con todas mis o b s e r v a c i o n e s posteriores. cinérea era oscura en las p r o x i m i d a d e s del disco lunar que en su p a r te central. A partir del b o r d e interno iluminado ó de la línea separatriz de la sombra se estendía una claridad m u c h o más v i v a que la luz cinérea que afectando una p e q u e ñ a curvatura terminaba en la línea claridad que unía ambos cuernos. A f e c t a b a p o r lo tanto la forma del creciente y FENÓMENO LUNAR . P e r o . D o s círculos luminosos excéntricos r o d e a b a n al satélite. c o n la topografía lunar c u y a s partes más b r i llantes corresponden á la circunferencia y con las leyes de la luz que ilumina las esferas. p o r fuera de la z o n a iluminada. U n o de ellos se estendía desde hasta un cuarto los c u e r n o s del creciente de diámetro lunar.pero estaba algo velado. L i m i t a n d o con esta dinaria y c o n su zona de una ma- nera confusa so v e í a la luz cinérea con su más brillante en la esta luz intensidad o r parto que c o más rresponde á la situación de los circos radiantes de C o p é r n i c o K e p l e r y Aristarco.

anthelios e t c . P o r más q u e varios autores aseguran que en las costas de durante tres este meteoro luminoso es abundantísimo Africa en é p o c a de lluvias y o n o h e visto años mas q u e u n o d o b l e y bastante brillante que apareció en el m o n t e B u m b u a n y o k u el 12 de O c t u b r e do 1 8 7 5 . b a j o qué ángulo había de reflejarse la luz para q u e d a r uno de los círculos cortado p o r su diámetro? Se c o m p r e n den los halos. L o s b o r d e s de este anillo esterior n o eran perfectos y se fundían gradualmente en el cielo. no habría necesidad de modificar los ángulos refringentes de esos prismas? N o he vuelto á observar interior luminoso una cosa parecida y tan sólo pero sin alterar en el 31 de D i c i e m b r e de 1 8 8 3 v i á la L u n a c o n el c í r c u l o q u e he descrito nada la luz cinérea p r o p i a del satélite. pero para e x p l i c a r mente el fenómeno de q u e m e o c u p o . Este fenómeno era un halo en f o r m a c i ó n ? E n este caso. pero en esta apreciación debía entrar p o r m u c h o el contraste. Fsiiectros l u n a r e s . especialmente p o r la parte iluminada de la L u n a .— 1*8 — la intensidad de su luz era igual á la de la luz cinérea. d e 4 0 milímetros de ARCO IRIS . parhelios. suponiendo que las cosas pasan de tal manera c o m o si en la atmósfera exisracionaltiesen prismas de 6 0 ° y 9 0 ° . Observada la luz de la L u n a en varias ocasiones c o n el espectroscopio B r o w n i n g y d o s n u m . Arco Iris. 1 1 2 9 5 . L a intensidad de su luz era m e n o r que la de la luz cinérea y parecía más brillante p o r la region inmediata á la parte oscura de la L u n a . E segundo círculo r o d e a b a á todo el satélite pasando p o r un lado casi tangente al b o r d e oscuro de la L u n a y distando p o r el otro un radio lunar. objetivos de Secretan.

bandas iota y cappa de Brewster las h e visto siempre m u y débiles en el espectro lunar y n o las he p o d i d o definir d u rante el dia. ni en los crepúsculos c o n él troscopio de que m e he v a l i d o . las primeras horas de la mañana. b. empleando la m i s m a r a he visto que en el espectro han aparecido más oscuras las rayas principales D.abertura y c o m p a r a n d o estos espectros c o n los q u e daba d o n u b e s en lunar la luz solar directa al dia siguiente á través nura y el mismo f o c o . F y Gj siendo la absorción p o r los e x t r e m o s rojo y v i o l e ta bastante m a y o r . S a b i d o es q u e la refracción es m u y c o n ESPECTROS LUNARES pequeño espec- . E. U n a sola v e z he visto c o n bandas m u y débiles dia siguiente á las S mento al horizonte h en el espectro lunar C y Ca sin haberlas p o d i d o dirigiendo cubierto d e p e r c i b i r al el instrunubes. L a s d e la m a ñ a n a de occidente F e n ó m e n o de r e f r a c c i ó n . Refracción. especialmente en el color menos refránj i b l e .

— 1*5 — en ciertas épocas del siclerable en A f r i c a . Consiste esto en la diferencia de temperatura entre las capas regiones elevadas y las del suelo. Si nemos tres distancias iguales de 3 0 metros. que defendida p o r una b ó v e d a de v e r d u r a conserva llegar n u n c a al ángulo de disminuir no su diámetro. Visto á cincuenta metros llega y raro es el viajero que al mes no se a p e r c i b e de él p o r p o c o desarrollado que tenga el espí- de regulares dimensiones. el árbol getal. es un árbol que no llama la atención á ser un por su árbol magnitud. se ha convertido en un gigante en él el mismo visto desde unos metros más adelante. la de presentarlos á m a la refracción y o r e s distancias de las que en realidad se halla. supotura elevada. de los rayos emitidos p o r un o b j e t o situado á cada una de REFRACCIÓN . y después de avanzar unos veinte metros se le v u e l v e á mirar. y siempre una temperael f e n ó m e n o objetos. U n o de los fenómenos m á s curiosos de refracción se verifica en las selvas ritu de o b s e r v a c i ó n . Estas se encuentran más calientes p o r su contacto c o n la tierra. p o r lo que se hace necesario complementar las observaciones astronómicas y topográficas si so quieren evitar g r a v e s errores. y los rayos luminosos aparentemente la se refractan p e r o sin límite. no se r e c o n o c e que p a r e c í a lejano y p r o del reino v e que se había de aire de las árbol p o r c i o n a d o .especialmente año. al menos así lo aprecia el espíritu. pero si se continúa avanzando mirando al suelo para librarse de los mil obstáculos que la falta de caminos crea p o r todos lados. U n árbol de GO metros de altura visto á la distancia de 100 metros. p r o d u c i e n d o altura de los p o r contraste.

00 y 00 metros. (i y 12 para la tancia 3 0 .— t3« — del esdis- esas distancias crecerá. lo que significa que el apreciable del tamaño del objeto se lia de P o r causa de la refracción disco del S o l desfigurado en aparece las notar tos ángulos. E n la primera apaelipsoide muy pero a l o n g a d o . en la segunda su f o r m a ralelo al horizonte y en B a g d a h lo vi la circular la con dos apéndices cortos en los extremos del diámetro p a bajo apariencia de dos discos excéntricos y de diámetros desiguales. DISCOS DEL SOL . 2. algunas proximidades importantes hori- zonte. por un lado c o m o los cosenos á n g u l o de incidencia y p o r otro p r o p o r c i o n a l m e n i e á sar la refracción p o r los números 1. así q u e en este caso concreto p o d e m o s e x p r e cambio necesaveces del que el he riamente dentro de la primera distancia de 8 0 metros. siendo las deformaciones más luscos del sol visto la del 12 de E n e r o de 1886 en el A l t o Utamboni. del 4 de A g o s t o de 1 8 8 4 en el Atlántico y r e c i ó el Sol entre las nubes en forma fué de la del 18 la de Setiembre del mismo año en B a g d a h .

pero como los astros en su m o v i m i e n t o aparente describen órbitas riencia sobro nuestra atmósfera. los ángulos imágenes reales iguales. las nubes siempre las que se observan elevadas más disen las que las que en fenónubes reposo es un cambio unos grados sobre el horizonte. P o r el contrario en el zenit los veremos más y siendo el ángulo do su ILUSIÓN perfec- tamente circulares y nosotros los v e m o s rebatidos en apade sus diános semetros que son iguales en todas sus posiciones nos darían en el horizonte más han do parecer más alejados. y son objetos m e n o s opuestos o b e d e c e n á una misma causa. sus diámetros aparentes parecen próxi- próximos parecerán diámetro DE igual. P o r el contrario la L u distante visto Estos en el en E u r o p a . p e r o c o m o rán m a y o r e s y siendo m a y o r e s nos mos. es el que aumenta aparentemente las distancias de las nubes y aun la de la L u n a . L a s se hallan en nuestra atmósfera relativo puesto que la impresión de su distancia momento corto durante el cual es inapreciable de lugar y c o m o nuestra atmósfera nos parece más p r ó x i ma en el zenit que en el horizonte los objetos s u m e r g i d o s en ella no se escaparán á esta ilusión. más más bajas. Gracias á la teoria del Smith sabemos que la b ó v e d a atmosférica pues bien.— AS ? 1 — muchas v e doctor rodea O t r o fenómeno curioso que lie contemplado ces. en estos paises que nos nos parece más p r ó x i m a p o r el zenit que p o r el h o r i z o n t e . parecen tantes á la simple vista que nubes del zenit parecen mismas condiciones en nuestros climas. mientras que este astro y aun el Sol y nn)s próximos. africanos . mientras na vista en el zenit parece más el horizonte parecen mayores elevada. nos OPTICA .

horizonte. depende en mi concepto. L a diferencia que se observa entre Europa Africa las n u que la la atrespecto á la apreciación ele la altura aparente de bes y de los astros. Centelleo. p a r e c e E u r o p a á causa de contener la atmósfera m a y o r de vapores y ser más espesa. dada la t e o que debía ser mayor que en cantidad primeras ría que lo e x p l i c a . circunstancias de que el espíritu n o se p u e de descartar sin atribuirlo á un aumento en de el distancia. pero si bien en las ILUSIÓN DE OPTICA . mósfera en estos paises africanos y quizá en todas más las regiones ecuatoriales. siendo aquellos 1 y 3 en el zenit y nos p a r e c e r á n los astros tres veces más alejados y en culminación que c u a n d o están p r ó x i m o s á ocultarse. forma do b ó v e d a elíptica cu q u e se n o s presenta D i á m e t r o s a p a r e n t e s de los astros. largo E l centelleo de las estrellas. en su C o m o los diámetros de los cuerpos varían c o m o sus distancias.más pequeños. tiene el d i á m e t r o m a y o r y el m e n o r más corto.

para caer de n u e v o en un p e r í o d o de calma debido á la interposición de otra n u b e . á través de una nube dulando sus bordes regular y pausadamente se de pronto este m o v i m i e n t o en un de olas de luz que saltan y se dividen como y en choque convertirrapidísimo un mar cubierto de escollos. se las observa en el horizonte del mar desde un punto b a j o y p r ó x i m o al nivel de las aguas. pero c u a n d o una n u b e c u b r e el astro. s o b r e t o d o reinando teojo con amplificación ele 4 0 á 0 0 . es m e n o r . cuando cuando son pronunciadas. recuerdan el m o v i m i e n t o de las olas ocasionado p o r un encuentro corrientes.— 439 — que difiera el los observaciones nada se nota en este fenómeno cimiento de que en general. mi criado gani me llamó la atención sobre un fenómeno m u y cido y en el que hasta entonces no m e había fijado. pronto se llega al c o n v e n mejor no en dicho alcanza m á x i m o s á que llega en las zonas templadas determi- E n cambio los bordes del Sol y de la L u n a ondulan de una manera notable. E l 5 de N o v i e m b r e de 1875 brillando la L u n a en atmósfera casi cubierta de nubes. Estas de los vientos usar un del anS O . luz estelar de lo o b s e r v a d o en otras partes. p o r e j e m p l o . y O . L a ondulación es m u y r á p i d a y m u y p r o n u n c i a d a cuando la atmósfera está pejada. E l miento y el relieve de las ondas se hace m e n o r desmovimovimedida deon- que es m a y o r el espesor de las n u b e s . á el miento se hace más lento y menos p r o n u n c i a d o . E s curioso p o r más ver la L u n a . se q u e ' ¿ P o r qué c u a n d o pasan las nubes bajo la L u n a BORDES LUNARES una cono- Elombuan- . ó m o v i m i e n t o vibratorio de la nadas noches. P a r a apreciarlo bien es necesario ondulaciones.

mientras á que otras sucede lo contrario.— íao — dan quietas y corre el astro. p o r lo que se v é siguen TEMPESTADES treinta . q u e las nubes O n "Jul a c t o n d e lo? b o r d e s d e l a í . es decir. D i e z descargaron p o r la n o c h e . son las nubes las que a v a n z a n ? D e s d e aquella n o c h e anoté este y n o lo olvidé durante fenómeno que he observar mi estancia en A f r i c a . Catorce tempestades de se desarrollaron en la bahía d e Coriseo desde el mes d e O c tubre al de D i c i e m b r e . F e n ó m e n o s eléctricos. unas veces. u n . con una duración total y ocho horas p r ó x i m a m e n t e . L a s observaciones hechas en E s p a ñ a acusan p o r el c o n trario un m á x i m o considerable para esta segunda fase del fenómeno. verificado. al de ver D e cincuenta y dos observaciones cuarenta y ocho corresponden á la realidad.¡ . a v a n c e de las nubes y á la i n m o v i l i d a d aparente de la L u na y tan sólo cuatro veces he p a d e c i d o la ilusión avanzar rápidamente á la L u n a mientras parecían en reposo.

— 131 — La ley de las lluvias.!.3 en el aire y 1°.8 en p r ó x i m a s á la tierra que de el agua. L a s nubes se hallan más ordinario (de 2 0 0 5 0 0 metros generalmente) así que los truenos son tosos y suenan c o m o disparos de p o d e r o s o s q u e el eco repita sus estruendos. considerable por v e l o c i d a d media la valúo en ¿39 kilómetros hora. S o l o viéndolo ta qué extremo p u e d e n llegar los elementos es una relos últimos momentos del se desarrollan desencadena- se p u e d e c o m p r e n d e r has- dos. L a fuerza media del viento no fué milímetros que milímetros más y su sin 100 p o r hora (pie lo que corresponde á las lluvias generales. TEMPESTADES desde de cuarenta toneladas.. L a s tempestades de nuestras zonas t e m p l a d a s n o nos pueden dar sino u n a pálida idea de lo que son en el M u ni. según metros el á sin p r o m e d i o de o c h o o b s e r v a c i o n e s . y sólo el que ha presenciado un combato naval una batería cubierta y artillada con cañones una tempestad en estos países. L a cantidad de agua que d e s c a r g a r o n las nubes durante el fenómeno fué de 089 corresponden á 18 milímetros por hora. e m b a r g o la n o c h e del 26 de D i c i e m b r e alcanzó unos kilómetros y el 11 del mismo mes subió á 12. veinte y hasta treinta y tres v e c e s p o r minuto. Las descargas espaneléctri- cañones. L a bahía de Coriseo y la c u e n c a del Muni gion en la que con más fúria y frecuencia las tempestades. p u e d e . Durante el desarrollo de estas tempestades desciende la temperatura 1°. figurarse lo que es . recordando el h e c h o . así q u e en unas horas se cuentan por miles. cas se suceden sin interrupción y llegan á repetirse diez. L a oscuridad es a l g u n a s veces tan grande c o m o la de crepúsculo.

separan su colocan sus extremidades lanzarse. L a luz disminuye E l cielo parece más b a j o que de sin m o t i v o costumbre. ó c o n veces.E l h o m b r e siente un malestar incsplicable. sale de sus guaridas y r e c o r r e las ramas de los árboles caídos d e j a n d o un rastro de plateada baba. en la silueta montañas. se esconden en el ramaje. gas y los mosquitos pululan en considerable írúmero y mariposas se adhieren á los troncos de los tras que el caracol gigante (hortalicus) árboles. Hay de algo. L a s arañas (ibubeles) que a b u n d a n en todas partes unidas en cuatro pares. en el agua de los rios. L o s pájaros que cantaban que han p e r m a n e c i d o pegadas á las paredes con las patas cuerpo de la pared y de correr ó de por los las Las h o r m i mienentro y volaban en disposición claros del b o s q u e . tiene tendencia á sentarse de más á que si p o r impordomiordiun y le llega y nar el sueño. la zos y piernas que no tienen el v i g o r y elasticidad de otras crece. lo nariamente tolera. algo de apatía y de indiferencia aun por los asuntos tancia. E l sudor aparece al m e n o r esfuerzo. escondido las raices de la manigua. en la tierra. lucha c o n insoportable esfuerzo de su libre voluntad se empeña en continuar un sus b r a excitación y su inteligencia e m b o t a d a . L a irascibilidad se desarrolla. en el foliage de los b o s ANUNCIOS DE TEMPESTAD . las fisiológico de la p r o x i m i d a d de una se nota algo en el aire. E l viento tiene tendencia á echarse. y el más leve ruido p r o d u c e una c o n t r a c c i ó n n e r v i o sa. Este es el signo tempestad.La temperatura desciende un p o c o . con su imaginación que no p r o d u c e ideas. le p a r e c e trabajo c o m e n z a d o . aparente.

ni del termómetro. ni en la n u b e . que no es lo c o m ú n . D e pronto el resplandor del r e l á m p a g o s u r después sordo y p r o l o n g a d o r e t u m b a p o r los valles y p o r las vas. ni la aguja del barómetro. que no las leyes de óptica. ni el vacilante p o l o de la la. L o s habitantes del país h u y e n de sus chozas y h o g a r e s . A p a r e c e en el horizonte b r u m o s o una n u b e especial rara. B a j o esa n u b e y destacado ceniciento sale otra n u b e n e g r u z c a . invade el horizonte c o n sus mantos y de de que con dessu color parece rapicomonrugido seldifun- vertiginosa sombra. ni en el lor. algo que no está ni en el rayo de luz. el sensible instrumento que tiene el h o m b r e dentro Este es el signo físico de la incubación eléctrica que se elabora en las regiones de la atmósfera. el fin de la existencia.- 133 — que no el ni el lo ques. de las un loreando de siniestros fulgores las c u m b r e s ca sus oscuros p l i e g u e s y m o m e n t o s tañas lejanas. que está en y que d e p e n d e de todo y que sólo se p u e d e cráneo. c o m o la r o n c a v o z del ángel del A p o c a l i p s i s . mercurio cristal brújude cani con su c o l o r e a d o del fotómetro. algo inesplicable y p u e d e apreciar el cabello del h i g r ó m e t r o . que no es f e n ó m e n o d e p e n d e de todo de magnético apreciar eléctrico. crece y se estiende con dez. de bordes irregulares que se modifican constantemente y del que se desprenden girones q u e avanzan igual v e l o c i d a d . el despavoridos en la busca marcha dida p o r las b ó v e d a s del cielo que anuncia á los h u m a n o s viajero precipita para protegerse en la o q u e d a d de una r o c a ó en el h u e c o SÍNTOMAS DE TEMPESTAD . rojiza algo luminosa. sinó que es fenómeno general. ni en la atmósfera.

gritos h u chasquidos ramas desgajadas. c u a n d o el trueno se o y e de lejos y el rayo TEMPESTAD .— 134 — el huracán y los toldos y el de un t r o n c o gigantesco d e r r i b a d o p o r marino carga y aun aterra el aparejo que- dándose con el contrafoque para p o d e r huir. y pesados g o l p e s a n u n c i a n la caida de corpulentos vegetales. arrebatando t o d o lo que encuentra por delante. arroyos y torrentes se vándose p o r delante t o d o lo que tronco d e r r i b a esqueleto gigantesco desbordan lle- encuentran. R Í O S . E l trueno aún alejado se repite eon frecuencia do las primeras avanzadas ele las nubes con rapidez anuncia el arribo del viento y cuancrece lluvia punto fúria de tempestuosas lley de la el gan al zenit. Cuando la claridad aumenta. L a lluvia arrecia de tal hay momentos en que caen sábanas de m o d o que truenos onduladirecciode la vegetal impulagua. un ruido sordo. hieren los oidos y hacen temblar y c x tremecer á la tierra. E l viento brama con manos salen de las ruinas ele las chozas. c o n t i n u o . el viento disminuye y la lluvia termina. barrancos. mientras que el r a y o simple. que crece y que agitan. L a s llanuras se convierten en lagos y todo el país q u e da transformado en una inmensa balsa. do y ramificado hiere constantemente nes iluminando siniestramente el en todas cuadro sublime fibras al naturaleza y permitiendo v e r la titánica lucha del e n c o r v a d o resistiendo con sus poderosas so del huracán y las escuetas siluetas del do entre cuyas ramas que imitan silva y se retuerce el viento e n f u r e c i d o . golpean y desgajan las copas do los árboles. los repetidos sin cesar. D e s d e estos m o m e n t o s crece la oscuridad hasta de convertirse el dia en noche.

ción de espantosos torbellinos y sible que de en una nuestra la esténde vista sion de centenares de kilómetros. T o d o q u e d a en calma y aun llega á brillar el Sol ó L u n a disipando y purificando de nubes aquella y en fera que m o m e n t o s antes p a r e c í a tan pesada atmósabrumael inmás dora. su influencia. L a rayo v i e n e n á sumar sus calamidades. esparciéndose. la Naturaleza terribles propósitos teador de caminos que escoge lo más también como y florido de atractivos. j o un sol puro y una atmósfera azul y se desarrolla en perfecta calma. en completo silencio. TEMPESTAD MIASMÁTICA . E l gigantesco estampido del trueno no destructores No. ha sumergido b u q u e s y lo terrible de sus detalles ni los ha veces horrorosa. b a rodeado esconde un salbello del embalsamada. P e - ro así c o m o el v e n e n o está cubierto de c o l o r e s y sagrado manto del a m o r . Con todo el aparato con producestruensense d i - gigantescos el l í q u i d o dos que sentiríamos si nuestro oido fuese m u c h o más el más delicado m i c r ó f o n o . v i d e . su c o lor. U n r a y o de Sol llega al suelo y p r o y e c t a su luz. ha concluido la la tempestad m e t e o r o l ó g i c a . se transforma. así c o m o el crimen se ampara á veces b a j o el detrás de sus sonrisas b o s q u e para teñirlo con la sangre de sus víctimas. mil v e c e s más funesta y terrible que la que ha destrozado aumenta del tempestad efectos edificios. sobre el agua que ha precipitado la l l u via y comienza la e v a p o r a c i ó n del líquido movimiento molecular que admiraríamos si fuese un millón de v e c e s más p o d e r o s a .— no hiero las rocas ni raja 135 los — árboles. E n estos momentos empieza á elaborarse visible laboratorio del aire una tempestad mil t r o n c h a d o árboles. se convierte en v a p o r .

A s í c o m o el vegetal resiste c o n al huracán q u e le azota c o n enorme presión. H a y una cosa que no se sabe á ciencia cierta si es vegetal ó animal y que se hallaba estendida y c o m o satueléctrica queá su lo milímepropierando la atmósfera hasta una altura de 3 0 0 ó 4 0 0 metros. L o s miasmas se introducen p r o n t o quedan m e z c l a d o s con la sangre y este líquido caliente les dá más v i g o r y t o d o el organismo del hombre y éste cautelosamenel contacto de A cada estremidades completasu fibra también espantosa y la vida y te p o r las vías respiratorias é invaden los b r o n q u i o s . L o s pulmones purifican la sangre fuerza rapidez á revivir y sostener todas las partes TEMPESTAD MIASMÁTICA cuerpo. se verificaron contacto? Adquirieron dades ó desarrollaron las que tenían? N o se sabe. F u é arrastrada por la lluvia de la tempestad hasta el suelo y aquel estrato dó tros disuelto de en una espesor. altera y destruyo. así en el c u e r p o h u m a n o se establece una lucha entre el miasma que o x i d a . p o r todos los ámbitos del aire. . Qué capa de agua de fenómenos los organismos algunos nuevas denso de organismos. rica aún en o x í g e n o ozonificado. P e r o en aquella esterilla l í q u i d a invisible b a y algo más que agua. q u e llega á torrentes. hombre sus teque se halla dentro de su esfera de acción sentirá rribles efectos. ha c o m e n z a d o y el p o r las c o m b i n a c i o n e s del o x í g e n o c o n esto último g a s .en virtud de su tension. rica en n i t r ó g e n o y más rica L a tempestad miasmática. p e r o cierto es que al verificarse la e v a p o r a c i ó n tuosamente una atmósfera que había q u e d a d o invaden tumulpura. b i e n lozanía. queda g o l p e del c o r a z ó n r e c o r r e n del centro á las mente saturado. el c o r a z ó n la envía con del que crea y que sostiene.

fuera de nuestro físico origina al h o m b r e la desgracia desE n la descripción general de los efectos de las t e m p e s tades eléctricas van incluidos los tornados que reinan con frecuencia en el país del M u n i cu los meses de F e b r e r o á fuertes M a y o . c o m o o b e d e c i e n d o á esa ley fatal pués de la desgracia. que se dividió en f r a g mentos en el aire. E n estos países africanos detrás de la despojada viene tempestad tempestad viene la tempestad. la que cl h í g a d o elabora sus j u g o s p a r a atacar se filtra por todos lados. corta. . H e visto arrancar á una de un tejado de zinc de la misión inglesa de que tendría unos doscientos metros Fernando cuadrados.— 18* — al enemigo horrible resistir débil. y del á que temsus esteviento. Si la v i d a triunfa. Cuando SO. y de O c t u b r e á D i c i e m b r e . c o n su armadura á más de sesenta metros de altura y p r e cipitarlo en el mar con tal ímpetu. al E . TORNADOS el viento del SE. E l viento salta del N E . el h o m b r e q u e d a lulado c o m o la palmera que ha sido torcida de sus ramas y de sus frutos p o r la v i o l e n c i a E n nuestros climas después de la calma. soplando á rachas con tal fuerza que si una de estas durara c i n c o minutos p r o d u c i r l a una verdadera estas desolarachas. y desarrolla c o n toda su magnificencia pestad que destruye todo lo que no en el organismo una puede entero se embates. y S E . L o s torn a d o s son de corta duración y vienen siempre a c o m p a ñ a dos de fenómenos eléctricos. Siendo los más los que aparecen en los primeros meses del año. Póo. y la tempestad abonanza y su y a es m u y . elevarlo ción en el país. cede su puesto duración al S.

estos la abajo efectos de Octubre de ofrecían al viento una superficie diez veces m a y o r . quedaron minutos d é l a tarde reinando el viento N o r t e una v e l o c i d a d horaria de 21 kilómetros.— 138 — sóy de L o s desastrosos efectos de las tempestades se d e b e n lo á la fuerza del v i e n t o ? Muchas v e c e s . fué destruido por mientras que las paredes de madera que su resistencia centenares de tactas. E l 12 de O c t u b r e de 1875 á las cinco horas cinco cuarenta y con la Buá en veces construido sostenía y y cique inc o m p l e t o en unos segundos. siendo menor. N u n c a he c o m p r e n d i d o c o m o un viento que v e l o c i d a d de 4 0 kilómetros por arranque de raiz un árbol sano m chozas destruidas. ojo. en presencia de árboles derribados m e á contestarla. U n botarel de ladrillo perfectamente m e n t a d o . dimensiones 0 . se levantó rn. 5 2 de diámetro. c o m o si el viento que p r o d u j o hubiera sido ascendente. ble visto árboles que han caido en sentido opuesto á dirección del viento y con las ramas desgajadas d e hacia arriba. m e he hecho esta p r e g u n t a sin atrevertiene una hora y cuyas que por lo tanto eran fué ejerce una presión de Ib' k i l o g r a m o s p o r metro c u a d r a d o . E l volumen de tierras que extrajo en sus raices de 4 metros cúbicos p r ó x i m a m e n t e . y 5 > < H metros de c o p a . una tromba marina. 3 4 metros de alto. Esto sucedió en el islote E l o b e y el 20 1875 á las o n c e horas de la mañana. por cuyas dimensiones bahía do Coriseo entre el islote E l o b e y y la costa del c o m p a r a c i ó n á un c a y u c o EFECTOS DE LAS apreciadas tripulado p o r negros TEMPESTADES .

fueron 12 metros de a l - tura p o r 8 metros de diámetro. momentos pureza al h o r i el límite diámetro Ahora de las del h o la altura zonte."). así q u e p o r c o m p a r a c i ó n c o n el exacto del disco solar calculé su altura en medio bien. son arrancados y elevados sin sufrir fractura sino en las ramas inferiores y q u e t o d o pasa com o si una fuerza gigantesca superior á la del viento y l o calizada en un p e q u e ñ o radio a p o y a d a en estas rznias inferiores. es decir c e r c a de setecientas toneladas de agua elevadas y arrastradas con una v e l o c i d a d de G metros al segundo p o r un viento que apenas ejercía sobre la t r o m b a una presión inferior á nelada.que se hallaba á igual distancia. tangente en aquellos gran detalles. formación de en lo avansobre olas de O c t u b r e pero 187. obrase de abajo para arriba. Ta-oütiüms m a i i i i a ü S o n comunes y frecuentes do estado de y en media t o - estos mares c o n especialidad en los cambios U n o do estos meteoros en c o m p l e t o lo v i desde el C a b o San Juan. C o m o p u d o apreciar b i e n la agitación d e las en la base de la t r o m b a consideró q u e estaba en del horizonte. p o r p e q u e ñ o que sea el diámetro d e su t r o n c o . c o m o es sabido p o r el c o n o c i m i e n t o grado. c o n el conocimiento d e la altura de mis ojos TROMBAS MARINAS . M u c h o s datos c o m o estos p u d i e r a citar y en h o n o r á la b r e v e d a d y tratándose d e árboles solamente puedo asegurar. dimensiones del radio de la tierra que el círculo rizonte se encuentra á 3 5 7 0 metros visto desde de un metro. L a gran distancia á q u e se encontraba zado d e la hora m e impidió c a m b i o su silueta se p r o y e c t a b a c o n el disco del S o l . el 28 apreciar estación. que los de gran c o p a .

— (l m 14© — me encontraba. se (10 m GO) y de la. á Tromba marina. sin difracción de la luz solar. puesto que un que sabido p o c a luz parece más alejado que c u a n d o está bien nado. por medio do la fórmula 3 5 7 0 \ / 1 2 2 0 = metros y c o m o la tangente de 3 0 ' es 0 . indicó igdesdiferecibe ilumido aunque pues aun c u a n d o causa objeto de la pués de puesto el Sol m e pareció estar más lejana es que este efecto p u e d e m u y bien ser rencia de iluminación. m u c h o el contraste. altitud en que 60) el una las la por deduje la distancia a p r o x i m a d a á que encontraba meteoro. y su i n m o v i l i d a d aparente m e que su marcha era en sentido del rayo visual noro si se acercaba ó se alejaba. A p a r e c í a sumamente delgada d e b i d o . c o n TROMBAS velocidad . E l viento que reinaba era el S O . 0 0 7 0 . resulta 12400 altura para la t r o m b a de unos 100 metros en números red o n d o s y de unos 2 0 0 metros para la altura media do nubes que la f o r m a b a n . Su color m e pareció n e g r o . pero en esto entraba duda.

que es p r ó x i m a m e n t e la v e l o c i d a d del huracán TROMBAS . p u e d o valuarlo en ochenta r e v o l u c i o n e s p o r minuto lo q u e da una v e l o c i d a d d e 2 0 0 0 metros p o r mique nuto. que repetido c o n la mano pai'a grabar m e j o r el r e c u e r do de su v e l o c i d a d y teniendo en cuenta la c i r c u n f e r e n c i a que describía. es decir. 21 k i l ó m e t r o s p o r hora) y su distancia m e d i a del islote E l o b e y . al O. á contar desde el m o m e n t o dimensiones p r o b a b l e s de este m e t e o r o . E . fué 6 0 0 metros.— 141 sobrevino una 12 á 18 k i l ó m e t r o s p o r h o r a . A l h a b l a r de las tempestades h e h e c h o m e n c i ó n de las velocidad Tromba marina. la m i s m a que la del v i e n t o reinante (N. P o r la n o c h e tempestad. E i 12 de O c t u b r e de 1 8 7 5 se presentó Coriseo otra t r o m b a en vías de formación en la bahía d e se disipó la era que à los diez minutos. Estaba animada de un m o v i m i e n t o ción de de unos rotaS. Su en q u e v i . del N . y de izquierda á derecha.

era tan considerable esta tancia. y estoy seguro faltar la luz dia. Fenómenos magnéticos L a s perturbaciones de la b r ú j u l a son tan frecuentes y tan c o n s i d e r a b l e s . una presión de 3 5 k i l o g r a m o s p o r metro cua- C o m o la fuerza centrífuga es p r o p o r c i o n a l al cuadrado de la v e l o c i d a d y está en razón inversa del radio del culo que describe.— 1 4 * — ejerce drado. el fenómeno se hubiera presentado lumin o s o . Estas perturbaciones agentes . L a aguja de la b r ú j u l a no sufrió B u m b u a n y o k u .i r i s que apareció en la dirección del otro azul tinte que iluminaba las factorías de U k o k o . las moléculas líquidas eran arrojadas de diámetro cuyo punto la fuerza con y círque gran aureocuya que á sensimonte era tan circunfe- superaba en treinta veces á la g r a v e d a d . suele caer rras del interior. á los mosféricos y á las dos causas c o m b i n a d a s . U n a r c o . ble. hemos de deducir q u e en rencia del m e t e o r o . L a brújula de bolsillo que he e m p l e a d o sufre una d c s TROMBAS MARINAS desviación oscuro. daban á este cuadro de la naturaleza un en las sie- para las inson d e at- vestigaciones topográficas. p o r otra parte tan precioso bidas al hierro que a b u n d a en el suelo. E l granizo es d e s c o n o c i d o en los valles y en las l l a n u ras pero algunas v e c e s . p o r c u y a circunsviolencia á considerables distancias f o r m a n d o una la d e v a p o r de unos veinte metros densidad crecía hacia el centro. un trozo de m a r v e r d e claro y una claridad rojiza fantástico. que hay que desconfiar m u c h o de los resultados obtenidos con este instrumento. m u y p o c a s . en blanca que parecía fosforescente.

pues bien. sino que hay nes considerables en una misma localidad y con obser- oscilaciointervade El es- los de tiempo m u y cortos. Q u é PERTURBíCIONES MAGNÉTICAS . N o p u e d o asegurar cl dia y hora de la fecha feusé este instrumento en el islote E l o b e y G r a n d e . E j e d e l U t o n g o ( c o n f l u e n c i a ) 90° 0 ' 4 5 ° . especialmente cuando se tra- ta de levantar el plano del curso de un rio para lo que ha habido necesidad de hacer muchas estaciones en cada una de las cuales ha v a r i a d o en dirección é intensidad son sólo la las fuerza que perturba la aguja imantada. y hasta c a m b i o s completos p o l o s que trastornan todas las operaciones verificadas. 2 4 de O c t u b r e de 1 8 7 5 al dirigir una enfilada á la de U k o k o m e apercibí de que los p o l o s de la aguja inversion. 150° 0 ' 100° 0 ' 1 3 0 " 0 ' 80V n Se v e ' pues c o n estos datos á qué extremo pueden lle- gar los errores a c u m u l a d o s . c u a n d o esta masa se halla en toras). KTJMBOS DEDUCIDOS.viacion de I o 14» — una masa de una las 3 0 ' c o l o c a d a á 2 0 metros de hierro de 4 0 toneladas.0 ' 3 0 ° 0 ' Utamboni (curso general) 1 1 2 ° 3 0 ' 1 1 2 ° 3 0 ' 1 3 5 ° 0 ' N o o n d a (curso general) . N o p e r t u r b a c i o n e s las q u e hay q u e vigilar si b u s c a el v a d o r la v e r d a d en los resultados. p e r o debió ser después del 19 en cuya punta taban invertidos. países. en estos el que he recopilado las para el caso. son más aun mayores dirección E s t e ú Oeste (esperimento hecho en las l o c o m o desviaciones c o m o se puedo ver en el c u a d r o siguiente en importantes observaciones PUNTOS DE KEFEEKXCIA.

c o m o de curvas q u e h e f o r m a d o . Este viento es m u y raro en esto país y en siete m e s e s . la estando Es esto sólo ha reinado siete veces. p o r el interior del rio B a ñ e .Ill nómenos meteorológicos se habían sucedido en E l o b e y en estos cuatro dias de intervalo? E l dia 2 2 una tempestad relativamente pequeña q u e desfogó p o r la n o c h e y en la que ni la electridad. L a cantidad de agua desprendida de las nubes en este p e r í o d o de tiempo había sido de 64 milímetros. y también prescindo de señalar la fórmula m e he valido para a v e r i g u a r las verdaderas limitándome á manifestar que este instrumento constituye un precioso i n d i c a d o r de todas las variaciones cas. la relación INVERSION DE LA resultado del que existe BRÚJULA . ni el festaron c o n la amplitud y aparato viento se manicorto de costumbres. H e hecho algunas o b de d o n apaun de kilómetros. ni la lluvia. cifra t a m b i é n q u e n o era considerable. persona q u e se ha d e d i c a d o á estos estudios del capaz rato que he citado. el cual tiene en la parto marcar en un cuadrante las d e s v i a c i o n e s inferior sistema de palanquitas que mueven una aguja más i m p e r c e p do que oscilaciones. reinaba también un N O . Omito aquí la descripción detallada R a m o n G i r ó . p e r o en c a m b i o observé en mis registros que el dia 2 2 de O c t u b r e había reinado desde las c i n c o horas de la tarde un viento N O . y á consignar solamente. c o n la p l o m a d a especiales. atmosféricuadro entre tibles. al v o l v e r aguja á su posición natural el 18 de N o v i e m b r e ro c u y a v e l o c i d a d no bajaría do 4 0 una simple coincidencia? Desviación «le la vertical. q u e alcanzó 4 2 k i l ó m e t r o s de v e l o c i d a d horaria. d u - servaciones sobre este particular. P o r otra parte.

° Q u e c u a n d o las desviaciones son cide la lluvia. D . y han sido hechas en del á teoría se notan variaciones bruscas. teniendo F a y c h a demostrado p o r las variaciones anuales de un INDICACIONES DE LA PLOMADA . cuanto es más sensible la desviación: así el eléctrico directa Sur notoriamente. La oscilación por lo lauto es sible en invierno pero el mínimo diario al casi imperceptible mediodía. L a s observaciones que he reunido corresponden de 1875 á los y el el dias c o m p r e n d i d o s entre el 21 de O c t u b r e islote E l o b e y .° Q u e las desviaciones al N o r t e veinticuatro horas de anticipación. D e todos los datos que se hallan en mi Diario. la p l o m a d a se desvía al Sur. R a m ó n Giró encontró un desvío en B a r c e l o n a bastante aparatos de sen- 2 ' 5 " c u a n d o el Sol está en C a p r i c o r n i o y de 4 2 " c u a n d o está en Cáncer. tado eléctrico. que formular qué instrumento causas de que peracerca ellas.— 145 — desviaciones septentriose más 28 que de descon inde cala en los fenómenos atmosféricos y las nales ó meridionales de la vertical.° Q u e el la p l o m a d a . y que la hace desviar o. tensa. tanto O c t u b r e se anunció la que tuvo lugar el y e r o n 6 1 0 milímetros. coinel si esfuecon anuncian un tiempo despejado y seco. más en indican. lluvia. p r e n d e : 1.° Q u e si y despejado. E n la marcha o b e d e c e n : no pudiendo oscilatoria ignoro una 17 de D i c i e m b r e del mismo año. Y 4. en verano. en el tiempo seco estado al atmósfera influye de una manera todavía casi 29. imperceptibles. c o m o ra insensible á las dos primeras influencias. 2. m e atrevo á manifestar únicamente el deseo de se practiquen estudios más detenidos y con fectos.

Se desvía la vertical? L o c o de atar ó sabio entre los sabios tendría h o m b r e que esto afirmase.anteojo meridiano en N c u c h a t c l . eon un máximo pre al en invierno y durante veinte y de dos 24" años de observaciones. estos y los mínimos máximos horas observaciones en las arrojan también c o m o conclusion final un mínimo A l observar la coincidencia de resultados en viene sus ci- á la mente una idea capaz de hacer temblar gráfica. obteniendo los en Suiza lia o b s e r v a d o también un máximo las tres lloras de la. mañana mediodía. de mis cortas L o s números d e d u c i d o s proximidades del mediodía. Este alyo es la p l o m a d a ó el suelo? Se trata real el de influencia meteorológica ó de una contracción corteza terrestre? E s una marea seísmica ó efluvio del astro r e y ? de misterioso HECHOS CONFIRMATIVOS . que las desviaciones son mediodía. mientos á todo el edificio de la ciencia astronómica y g e o - que ser el teneuna la P e r o c o m o el lenguaje de los hechos es infalible mos que admitir alyo que se m u e v e . un mínimo en verano y siemmismo f e n ó m e n o en invierno diarios á las doce y á P o r otra parte F o r e l estudiando este un mínimo del en verano.

05 —0. . Curva comparativa.10 +0.30 +0.00 —0.03 +0.05 —0.30 +0.00 —0.10 +0. 1 0 —0.00 — 0 .00 +0. al Sur.15 0. LA PLOMADA . 1 0 —0.02 +0.10 —0.17 —0.20 —0.08 +0. DesviaL l u v i a .10 0.05 —0. ciones.10 0.02 +0.18 —0.10 —0.10 0. a al N o r t e .10 0. 0" t + 0.15 —0.55 a Desviación m á x .25 —0.30 +0.30 +0.30 —0. N.25 +0.05 +0.27 +0.07 —0.13 +0. .08 +0.05 +0.00 —0.30 —0.10 —0.10 +0.12 —0.04 -+-0.03 +0.05 +0.05 +0.14 + 0.05 —0. DESVIACIONES DE L A A L NORTE ( + ) Y SUR (—) Fechas 21 22 23 24 25 2G 27 28 29 30 31 tíoviembre.20 —0. .10 —0.20 .10 -0.05 +0.10 +0.00 —0.15 +0.10 +0.10 +0. 0 00 —0.15 —0.08 —0.20 —0.20 0.00 — 0 .— 14* — PLOMADA.20 —0. DIFERENCIA.20 —0.30 0.05 +0.00 +0.13 0.10 —0.35 —0.10 —0.1 G +0.05 +0.13 +0.30 +0. 3 a t.20 —0. S.30 —0.00 0.10 -0.10 —0. 1 2 3 4 5 0 7 8 9 10 11 12 13 14 15 10 17 (i" m. 1 2 " m. Desviación m á x .

Temperatura m e d i a .1 0 m .) . i Meses. E l adjunto c u a d r o presenta c o n toda claridad el r é g i men de las estaciones. L a estación pluvial invierno. Lluvias milímetros. .\ Julio . de los meses de N o v i e m b r e á M a r z o y equivale á nuestro L e sucede una é p o c a de c a m b i o que dura los m e en tempestades eléctriy seca trios que camen primavera. 26°.G07 ? E . pues. . . . N. Estaciones. .\Estacion pluvial. .937 tempestades ESTACIONES . . O . Ajusto. 25°.^Estación seca . Julio y A g o s t o s o n secos representa nuestro verano. 0. Noïiemhre-\ Diciembre . ses de A b r i l y M a y o . ¡ c n e 9 0 m . . o c a m b l & S « n d ° - 26 °. . • l p . j majo . 0 ? 4 Febrero A Marzo. 148 — Cuatro son las estaciones bien definidas compren- que reinan en el país del Muni. S O . y p o r último el s e g u n d o bio se verifica en l o s meses de Setiembre c u y o tiempo reinan las tempestades y las lluvias. esta é p o c a el otoño de nuestros climas. . 9 0 0 ? tempestades 1 Junio . Octubre . abundante cas y n o escasa en agua. m o r c a m b i o . ) 1 m .1 Enero .255 s. R e g i m e n de '/i en l o s . S E . 1 ? O " . 2 6 ° . E q u i v a l e á nuestra p o r c u y a circunstancia constituyen la estación á L o s meses de J u n i o .— Estaciones. ) Setiembre.] Abril . so. Octubre Representa.

. C u a n d o c o n atmósfera cubierta al m e d i o d í a . C u a n d o el azul de la atmósfera es más b l a n c o costumbre. Pronóstico de lluvias. más b a j a . barómetro é h i g r ó m e t r o y aún el espectroscopio sen otros resultados. y al dia siguiente las disipa aún m á s . C u a n d o en la postura del S o l se presentan cúmulus b a rridas ó estratos m u y inmediatos entre sí. se desprenden se dip e q u e ñ o s p e d a z o s q u e desaparecen en la atmósfera. C u a n d o las nubes que se han resuelto sipan p o r algun laclo y aparece más intenso q u e d e costumbre. en la suposición d e q u e el t e r m ó m e t r o . . PREDICCIÓN DEL TIEMPO no a c u - en lluvia en la el azul atmósfera. C u a n d o el horizonte se presenta de un color r o j i z o . Pronóstico de atmósfera despejada. disipa el Sol las n u b e s situadas á su altura. C u a n d o las rocas d e las cordillemuy á maque de ras aparecen blancas en v e z de azuladas.— 149 — D e c i d i d o á no omitir ninen mis viajes. C u a n d o de n i m b u s ó cúmulus sueltas. Cuando después de la lluvia aparecen en las selvas c o lumnas de v a p o r que se elevan y disipan. Cuando h a y dos zonas de nubes. aproximación cualun Predicción «leí tiempo quiera que sea su valor. C u a n d o las n i m b u s se reúnen trasformándose en c ú m u lus y cirrus. C u a n d o estando la atmósfera cubierta de nimbus estendidas c a m b i a el viento al Oeste. u n a estendida y o r elevación y otra fraccionada. cito g u n o de los datos q u e he r e c o g i d o á continuación las señales más precisas que indican c o n bastante c a m b i o de tiempo.

aprecio de ideas ó el hay por de mede la de proyectos. ni empresa que PREDICCIÓN DEL obstáculo retroceder. haga TIEMPO . energía j o r a s .C u a n d o hay corrientes de aire superpuestas que siguen distintas d i r e c c i o n e s . un obrar p e r o de obrar con energía. varía gún su temperamento é idiosincrasia. Pronóstico de vientos. Si esto se verifica en el horizonte del S O . La climas deseo empieza insaciable las crece. las i n n o v a c i o n e s en tal ó cual orden constancia se desarrolla. Cuando existe en el horizonte una z o n a r o j i z a de p o c a altura y se forman en ella r e - pentinamente pequeñas nubes. pierde su trasparencia h a bitual y se presentan en el nímbus-eúmulus. c o m o instrumentos según sus materiales y su ro en general se p u e d e decir que los agentes ción {Percepta) obran en todos los individuos varía en construcción. Cuando el horizonte del S O . modificadode r e l a más ó con res de la v i d a orgánica y p o r lo tanto de la v i d a menos intensidad pero siempre del mismo m o d o . ó huracanado. el valor a u m e n t a . E l e u r o p e o recién llegado á estos demostrar una actividad febril. los cosas se suceden sin interrupción. es señal casi cierta de que v a á soplar el viento de aquel l a d o . N o que n o p u e d a vencerse. viento disminuirá Influencia «leí clima en las faculta«les intelectuales. sí mismo toma cuerpo y p r o p o r c i o n e s . L a sensibilidad del hombre para apreciar la selos pea c c i ó n en su organismo del medio en que v i v e . E l desprendimiento de los b o r d e s mulus indica que el cesará por completo. es p r o b a b l e que el viento sea fuerte de una extensa en intensidad cúó.

E s necesario construir un camino el camino se hará pero y si faltan los materiales.'*. pieza á iniciarse la é p o c a última ó sea el término metamorfosis.— 151 — soluciones para órlo t e Se de L a i m a g i n a c i ó n clara. encuentra g a n o de la acometividad. todos los p r o b l e m a s y para todas las dificultades. Qué importa: no hay piedra se inventa. y n o se o l v i d a b a nunca INFLUENCIA DEL CLIMA . N o se acuerda de las promesas de ni de las reformas anunciadas. E l que según los f r e n ó l o g o s influencia n e m o s situado detrás del b o r d e posterior d e los les. sale c o n un v e r b o en presente ni en pretérito. genio y do intrepidez. ni de sus alardes de v a l o r . (daré ó desataré. más bien que una decision á ejecutar un acto. se fusila. El cuenta de su estado. Esta é p o c a de Sancho afloja dura p o c o tierirpo y emde la panza. ni p o r descuido. sición molecular.-• y viernes. yo desliaré.—¿Quién teme u las fiebres'! Se temporatrata de del clima. males incurables que alteran la buena m a r c h a la a d En fu- ministración de una c o l o n i a . que bien p u d i e r a llamarse de Sancho A q u e l l a m e m o r i a clara y lúcida que fijaba indelebleen mente las impresiones esteriores c o m o la luz lo hace la placa fotográfica. ha desaparecido p o r c o m p l e t o . es una tregua. y el yo haré. es el p r i m e r o q u e siente la habla de fiebres. lúcida. T r a s c u r r e n dos meses y el Sancho abarca q u e sin darse d e reforma. empieza p o r ir o l v i d a n d o sus p r o y e c t o s órgano de la aromaticidad r e c o b r a su estructura y d i s p o hechas. — Quién se apura por esto: dos dias queda todo arreglado y si para ello es necesario cilar. E n sus c o n v e r s a c i o n e s n u n c a . siempre en futuro. A n t e s se sabía c u á n d o era /''/. ha sufrido una v e r d a d e r a enfermedad.

todo cuanto se v é h a } tarlo en el diario si no se quiere perder. ni del dato titubea al escribir el año. el peine. la division. E n este último p e r í o d o . y a c e n olvidados en el rincón g u n a caja. A este p e r í o d o y m u r m u r a c i o n e s se llega siempre. ha o l v i d a d o su país. lo mismo INFLUENCIA DEL CLIMA de en division . ni del dia de lluvia. ni se remienda el girón del pantalon. las parte. blanca. t o d o v a b i e n . no se ocurre que los instrumentos p u e d a n errores por falta de verificación. ni el c o d o de la m a n g a . L o s a m i g o s más íntimos b a j o el otros entra al ciclo de á supremo blancos momento á Europa. E l cepillo de los dientes se ha p e r d i d o . todo los la terdecosta se estraña él mismo de v e r una encara de al- murmuraciones se hacen enemigos en los bosques de A f r i c a y minaría mal si al fin y al c a b o no se impusiera más el carácter más v i o l e n t o . se r que a n o frecuente por encontrar apuntes recordatorios que hay que r o m p e r haber pasado desapercibido oportunidad de su e j e c u c i ó n . Mientras él m a n d e en sus n e g r o s y sea el j e f e de la caravana. y el tiempo y la es que ha quedado sin apuntar. sus costumbres y sus hábitos y c u a n do se mira en el espejo que encuentra p o r casualidad tre su e q u i p a g e . L a s o p e r a c i o n e s aritméticas se resuelven á fuerza de e q u i v o c a c i o n e s . p e r o si hay que intervengan y fiscalicen sus actos. las fórmulas desaparecen de la memoria. las provisiones los insectos se sin desaparecen dar pudren haberlo previsto. A h o r a no se acuerda del mes. el j a b ó n y la tigera. Y a no se cose el botón que ha caido de la a m e ricana. la discusión acalorada. en los frascos.de la fecha del mes. el europeo se ha vuelto africano.

p e r o su m o d o de m u c h o según el carácter y temperamento. A l llegar á este estremo no se detiene ría aún la influenvacia de los agentes esteriores. Por el contrario. que habla no a p u n t a y a las noticias q u e le dan del país. la tierra y los seres. pregunta y c o n insistencia en la negra A ó en la B y obliga al guía á seguir el camino. la vida de b o s q u e habrá a p a g a d o en tos que más tarde resucitarán. un ambicioso huyendo que poco. que se mete en la c h o z a de la presencia del p u e b l o de sus habitantes. sigue o b s e r v a n d o el aire. ni r e c o j e el insecto que le traen. pero aún él es sentimienun viajero INFLUENCIA DEL CLIMA .ha salido triunfante de la batalla reñida con el país. v i o lento. con se criados. ni el marino r o d e a d o de todas c o m o d i d a d e s en su b u q u e . les p e g a c u a n d o faltan. L a e x p e d i c i ó n le manda. cosa m u y pareYa no casus fija E l país se le ha impuesto. Siente u n a cida al m i e d o . y no se salvan de su influencia ni el c o m e r c i a n t e que lleva u n a v i d a horizontal en su factoría. Se habrá vuelto un h o m b r e fosco. y su único anhelo es e s c o g e el c a m i n o más c o n v e n i e n t e mino q u e se le presenta.. ni m u d a papel á las plantas del hervario es y a una v í c t i m a del c l i m a .que en el interior. el agua. no m a n d a la e x p e d i c i ó n . útil á la Ciencia. Y a que sigue el conversa apunta. el viajero que salir á la sino costa. obrar E l viajero que empieza p o r tolerar la falta de su criado.. que p a g a sin protesta el tributo que e x i g e r e y e z u e l o . huraño.

— A g u a del m a r = 2 . al tí.—Cantidad t o t a l = 3 0 3 5 D u r a c i ó n total = 2 0 0 .— N ú m e r o = 1 4 .— O" . M e d i a = 2 3 .45 á 0. m. Mínima=71. E v a p o r a c i ó n media en las t i e r r a s = 2 . T e m p e r a t u r a media del agua del m a r = 2 8 ° T e m p e r a t u r a media de la tierra á dad=23°. 0.07 1 mar=2. — F r e c u e n c i a = S . u relativa.90 de su p e s o . Nubes. 1 milímetros.G. Tension del vapor de a g u a . — M á x i m a = 3 0 .8 de p r o f u n d i - RESUMEN FINAL.-Máxima=32° Mínima=22° Modia=26°4. Plomada. eléctricas=28800=Duracion 3 7 = S . Me- Número 45'». m. . E v a p o r a c i ó n media al S o l . — C a n t i d a d media por c l i a = 4 . Tempestades. 104 dias. — A g u a del metros. Dias n u b o s o s = 1 7 0 . 7 .—Máxima=99. 0. D e s v i a c i ó n m e d i a = : N .— 154 — R E S U M EST FIST A I * Temporatura. Mínim a ^ 7. milíCan- m á x i m a = S . tidad t o t a l = 9 2 0 milímetros. Humedad dia=88. 3 milímetros. A g u a d u l c e = 9 . 0. N ú m e r o de d i a s = 9 7 . de descargas máxima V i e n t o . 123 kilómetros p o r hora. la superficie. R o c í o . 0 . Lluvia. 7 A g u a d u l c e = 9 0 milímetros.55. H i g r o s c o p i c i d a d media de la tierra en D e 0. 5 milímetros.24. Desviación milímetros.4. V e l o c i d a d m á x i m a = N . Dias d e s p e j a d o s = l 5. 3 horas. m e d i a .30.20.—Desviación Evaporación .—Dias c u b i e r t o s = 2 9 . 0.

Comprobación d e los ele- A p l i c a c i ó n de la ley e m p í r i c a de P . 1 27°. 23.0 7 26°.3 89 23. PROMEDIOS DEL PERÍODO 1 ELEMENTOS.0 26°. 87 . Octubre. d i vidiendo por 4 la suma de los cuatro valores normales correspondientes á otras tantas épocas equidistantes de aquel período.1 88 90 .4 88. . i -— (1) El promedio de un oeríodo meteorológico cualquiera se obtiene con gran aproximación. P r o m e d i o obtenido P r o m e d i o obtenido p o r el m é t o d o p o r el m é t o d o •general Serpieri.4 91 25.8 22. Agosto. ( 1 ) PROMEDIOS MENSUALES. I . Junio. 26°. 4 0 : H u m e d a d relativa. T e n s i o n del v a p o r . Diciembre 5 Temperatura. 5 20°. 25°. 21. 0 23. Serpieri á la i n v e s t i g a c i ó n del p r o m e d i o m e n t o s m e t e o r o l ó g i c o s o b s e r v a d o s en la b a h í a d e Coriseo.

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é igual suerte les c u p o á varios cráneos que no p u d e c o n s e r var. puesto que el alcohol lo sustituí p o r la c a ñ a y ginebra.III. P R O D U C C I O N E S AS circunstancias fueron causa de en que verifiqué que las ex- cursiones p o r A f r i c a y la falta d e t i e m p o colecciones muy inque traje de aquel país fuesen completas. Muchas pieles de m a m í f e r o s y de aves se m e h a n p e r d i d o p o r n o p o d e r o c u p a r m e e n su conservación. m e i m p i d i ó peces e t c . L a falta d e alcohol y de frascos especialmente. L a conservación de las plantas fué una COLECCIONES lucha . r e c o g e r m u y curiosos ejemplares d e Ofidios. el v i é n d o m e en la necesidad d e dibujar los principales c a r a c teres organográficos en la imposibilidad de conservar individuo.

Reunidos después en frascos con serrin y alcohol. me impidieron formar una colección tal y c o m o la tenía proyectada. me limito á presentar una ligera lista de los animales y plantas vistas y recogidas p o r mí en el país del M u n i p o n i e n d o al lado de la especie el n o m b r e del Naturalista que la ha clasificado. las enfermedades etc. la necesidad de reducir equipaje al mínimo de peso y v o l u m e n . la fatiga. pero al fin y b o . L o s rios están mal encauzados y la falta de desnivel en el terreno es causa de que se hayan formado COLECCIONES. y revisarlos. Está c e r r a d o p o r Oriente polla Sierra del Cristal y sus estribaciones. trabajos y renovar el espíritu encontré c o n sorpresa que los i n s e c y sinsabores que me habían costado fueron estériles. confié demasiado en los resultados de experiencias hechas en á mi regreso á F e r n a n d o P ó o c u a n d o traté de tos se habían descompuesto totalmente y que los España. la falta de elementos. etc... habría especies nuevas. fteolocjia. A falta pues de una interesante descripción que hiciere valioso este capítulo. entre los que sin duda alguna. las observaciones de otro g é n e r o . P e r o la dos los medios c o n o c i d o s y p o r un farol y una pantalla llegué á la pérdida más s e n valiéndome de de dos mil muchas sible fué la de los insectos. desde mienza á elevarse el terreno f o r m a n d o la donde de colas region mesetas que se extienden p o r el interior del continente. cerrados y lacrados estos fraseos.— 15» al cade otra el titánica que entablé con la humedad. numerosos . E l valle r e g a d o por el rio Muni es una e x tensa llanura con inclinación imperceptible hacia el mar y las cuencas de los afluentes. C a z a d o s durante el dia p o r t o noche reunir más individuos. los estudios índole.

sin que p o r esto único dato pueda venirse en conocimiento de su edad. Silicatos de hierro. sus aguas á uno ú otro laclo según las localidades en que se precipita L a s rocas más abundantes en la llanura son la micácea. Manuel Iradier luego el origen v o l c á n i c o do aquella isla y desde re- aparición relativamente moderna. cordilleras. que para indican su su L a s muestras de rocas de F e r n a n d o P ó o . al nivel del mar. estudio me ha remitido D .«cerca de algunas •¡mientras de rocas. E l granito so presenta c o m o roca eruptiva los estratos y formando el m a c i z o de indica la las atravesando La rocas. T i e n e estructura pizarrosa. y hierro pisolítico que forma granos esféricos m u y grandes compuestos de capas concéntricas de color v e r d o s o . A b u n d a n los c o n g l o m e r a d o s de cuarzo ferruginoes sos p e r o que no llegan á formar estratos bien definidos. que posee la mica en gran cantidad y muy desagradable. L a psamita cuarsosa bastante ferruginosa y c u y o cemento de naturaleza silícea. Escepto estas dos ROCAS . Xoffi. L a forma r e d o n d a ó en meseta en que terminan siempre las conformes con el p r e d o m i n i o del feldespato. revelan origen dentrítico. Calizas arcillosas en que la arcilla arenisca que es domina en m u y variadas p r o p o r c i o n e s . arcilla con hojas ele mica que se vé al pié de estas descomposición del feldespato c o m o c o m p o n e n t e montañas do este país están de las rocas graníticas. Tan sólo dos de las nuestras cogidas en la costa oriental de la isla.— esteros que ponen en 15» — unas enviar cuencas con comunicación otras y que ofrecen el fenómeno de la lluvia.

contiguo ta N o r t e de la isla." 2." Hierro magnético muy abundante en variadas agrupaciones de cristales. todas las demás p r o c e d e n t e s unas de la cala d e Crá- Almirante situada al Este de Santa Isabel. resalta p o r su c o l o r blanco sobre el fondo gris de la r o c a alterada y rellena sus o q u e d a d e s . algunas muestras c u y a estructura p o r o s a indica el to de gases á través de la masa en fusion. L a s que se de las que p r o c e el auxilio den de la Cala del A l m i r a n t e .— 1 6 0 — muestras. L a c o m p o s i c i ó n mineralógica naria de todos ellos apenas presenta ninguna ó menos avanzado de d e s c o m p o s i c i ó n en que variedad. que sólo el diferente tamaño de sus elementos y el estado más tran algunos. BOCAS del m i c r o s c o p i o revelan la siguiente c o m p o s i c i ó n m i n e r a - . Investigadas c o n lógica: 1. tiñe la r o c a de h i d r ó x i d o do hierro. 1 0 0 m. les c o m u n i c a diversos aspectos. son basaltos feldespáticos en ter Gándara en el interior de la isla y á o . por último. y se encuenalgunas olivino. sobre el á la c o s diversos origi- grados de alteración. H a y . otras del islote H o r a c i o . en otras la descomposición de los silicatos de hierro y magnesia. p r i n cipalmente el olivino. h a y algunas en que la calcita de origen secundario. otras del nivel del mar. Olivino en cristales relativamente grandes. E n muestras se destacan á simple vista los granos de otras presentan una coloración n e g r a h o m o g é n e a sin se distingan los minerales que las constituyen. E l estado de d e s c o m p o s i c i ó n en que se hallan muchas predesprendimien- de las muestras n o permite obtener c o n ellas buenas presentan menos alteradas son algunas paraciones para su e x a m e n en el m i c r o s c o p i o .

siguieron los de Olivino y los do augito que mayores dimensiones y c o n t o r n o s más bien por último se formaron casi simultáneamente E l olivino presentan definidos.° Fel despedo plagiodasa les á tener dimensiones tan grandes c o m o los de en prismas hemitropes. 4. que p o r su estado de c o n s e r v a ción he p o d i d o examinar c o n algun esmero. pero la d e s c o m p o s i c i ó n p o r los agentes duce en ellos c a m b i o s m u y notables. L a alteración del angito p r o d u c e clorita. L a ción del augito p r o d u c e clorita y ó x i d o s ROCAS atmosféricos p r o se alprocede d i y en descomposi- de hierro . Estos cristales j u n t a m e n t e c o n los m u y diminutos de augito forman la pasta en que se destacan los cristales más grandes de o!trino y augito.— 'ò. en que todos los cristales vino han sido remplazados p o r limonita. T a l es la c o m p o s i c i ó n originaria de todos estos basaltos. E s n o t a b l e bajo oíslo c o n c e p t o . El olivino parece ser la sustancia que más p r o n t o tera. c u y a longitud no pasa p o r lo general de — de milímetro. y los cristales en de de plagioclasa y los p e q u e ñ o s granos cristalinos de augito. L l e g a n algunos de mientras otros son m u y r e d u c i d o s .° Augito 161 de c o l o r pardo amarillento claro y á v e c e s los cristaOlivino. lo que indica que la especie p r e d o m i n a n t e en ellos es la o/igoclasa. T o d o s los cristales de plagioclasa. con un ligero matiz rojizo. E l orden en que han debido diferenciarse estos m i n e r a les es c o m o sigue: primero los cristales de hierro m a g n é t i co. una muestra dente del islote H o r a c i o . aparece c o m o de ordinario algo alterado serpentina y óxidos sus contornos dando o r i g e n á la hierro. se e x t i n g u e n entre los nicoles cruzados casi paralelamente á su l o n g i tud.

roca de sedidedupeq u e ñ o . pues de ese punto p r o c e d e una arenisca consistente de grano grueso. L a s rocas detríticas procedentes de la costa oriental de la isla. en la bahía de Coriseo. to es el mineral q u e m a s resiste en estas rocas á la desen todas colección de c o m p o s i c i ó n . indican la ó ar- (bahía de Coriseo). en que abundan los granos r e d o n d e a d o s de cuarhay en la parda y roja sobre las cuacondiciones les nada p u e d e decirse no c o n o c i e n d o las posible mensiones. una hematites parda c o n c r e c i o n a d a de^ ROCAS . P r ó x i m o á dicho islote se halla el d o n d e p r o c e d e una muestra de m a r g a mentaria cir. Un granito de mica blanca p r o c e d e n t e del E l o b e y lógica de este islote y su origen h i p o g é n i c o . denota la a n t i g ü e d a d g e o arenisca p o c o coherente. procedentes de la sierra del Cristal. pues aun en las m u y alteradas se ven con el m i c r o s c o p i o los prismas de plagioclasa cruzados direcciones. diUnas hojas de mica b l a n c a ó moscovita de notables presencia en aquellas montañas de rocas caicas. E n el promontorio J o n d o de la misma bahía de Coriseo. existen también rocas sedimentarias.— 1G« — E l feldespa- ultimo termino una arcilla m u y ferruginosa. á que antes he aludido son una zo hialino y una roca arcillosa. A d e m á s de estas rocas basálticas varias muestras de hematites su y a c i m i e n t o . H a y también en la colección algunos ejemplares matites parda y r o j a procedentes del p r o m o n t o r i o de heFondo graníticas c u y a edad geológica no Elobey silícea es grande.

Pssitacus erithacus. Profesor Francisco Cesáreo Martinez y Aguirre. Cesáreo Martinez . Felix Lcopardus. . de la costa de los Mosquitos. T r e r o n abyssinica.- 163 -concreciones. Martinez y Saez. Profe- sor D . Canis añ'icanus. Cinocephalus m a i m ó n . H y r a x abysinicus? • y Aguirre. Profesor D. A n t r o p h i t e c u s gorilla. P o r p h i r i o smaragnotus. E l e p h a s africanus. Zoología. VERTEBRADOS Profesor D . D. B u b u l c u s ibis. Felix serval. C o l e p o unan.RAMON ADÁN DE YARZA. Potamochoerus penicillatus. F r a n c i s c o Martinez y S a c z . H a p a l o d e r m a marina. unicolor. H a l c y o n semicoerulea. P t e r o p u s edulis. Nycteris maerotis. Coccystes g l a n d a r i u s . Hystris cristata. al- rio U t a m b o n i y una pirita de hierro en g o descompuesta. D o b s . v a r . 1 1 Vertebrados. H i p p o p o t a m u s amphibius. C y n o n y c t e r i s collaris L l i g .

) (1 ) U n r o e d o r q u e v i n o en las aún no tiene dientes. id. Martinez y Saez. id. id. P r o f e s o r . T o r p e d o marmorata? 1 2 3 Gr. y V . D r y o p b i s Kirlandii H a l l o w . id. Cinixis b o m e a n a . c o intermedia. C b e l o n e viridis. id. B. id. G . F r a n c i s co Martinez y S a e z . id. B u f o guineensis Gtlir. (1. Heterotis C b v e n b . P y t o n Sebee. Sardinella V a l e n c . — V a r . H a p s i d o p h r y s lineatus. id. id. A . id. Hallow. id. T y p h l o p s liberiensis H a l l o w . P e l a m y s C. id. H o l u r o p b o l i s olivaceus. D o s saurios p u e d e n clasificar p u e s n o e x i s t e n Proceedings de la A c a d e m i a d e c o l e c c i o n e s es tan j o v e n q u e d e l g é n e r o E u p r c p e s n o se en M a d r i d los t o m o s d e l o s F i l a d è l f i a en q u e e s t á n d e s - VERTEBRADOS . Naja baje L . id. P r o f e s o r D . Crocodilus catafractus. P r o f e s o r id. Dipsas c y n o d o n C u v . id. A n t o n i o P o m b o . Profesor D. Crocodilus vidgaris. G. id. id. L y c o p b i d i o n nigromaculatus. id. id. D u m . P r o f e s o r D . 1 1 1 Rana Bibroni. S c b l e g . 1 1 (3 2 7 1 1 1 Chamelco nasutus? D . var. etc. F r a n . id. Francisco Martinez y Saez.— i a* — O t o g i p s auricularis. Pristis antiquorum.—Fiscli. id. Cliamoeleon dilepsis. Profesor I ) . id. id. Malapterurus eléctricas L .

G~. Moluscos. y c i t o l a l o c a l i d a d e n q u e h a n s i d o c o g i d o s l o s q u e se s u p o n e n o v i v e n en l o s m a r e s cíe G u i n e a . id. id. G-. id. Gr. pues no los e n c u e n t r o en los libros á m i disposición. 4 6 5 — id. ) ? — C a b o San J u a n y F e r n a n d o Póo. id. ANTONIO POMBO. c s p . A t h c r i n a A r t . Mugil Art. Lk. Fimbriatum? id. Cesáreo Martinez y A g u i r r e . Atlierina A r t . id. por n o tener c o m p l e t a s e g u r i dad e n la d e t e r m i n a c i ó n . id. Gádidos Gthr. id. 9 n o se h a d e t e r m i n a d o el G é n e r o á q u e p e r t e n e c e el p e z c o m p r e n d i d o e n la f a m i l i a d e l o s G á d i d o s p o r las m i s m a s r a z o n e s q u e lian e x i s t i d o para n o p r e c i s a r las e s p e c i e s . id. distinta •— T r o p l i o n (murex c (2. (2. id. Subg. critos p r o b a b l e m e n t e . id. En el i i .) V a n c e r r a d o s e n u n p a r é n t e s i s l o s n o m b r e s d e a l g u n o s q u e m e r e g a l ó un m i s i o n e r o d e C o r i s e o . id.— 4 5 ü G. Gutturnium.) id.c l a sificarse por no tener los caracteres de su g é n e r o . id. id.) No se h a n d e t e r m i n a d o las e s p e c i e s d e l o s g r u p o s d e peces q u e quedan clasificados.) P r o f e s o r D . B e l o n e Cuv. l i n este t r a b a j o m e h a p r e s t a d o su v a l i o s o a p o y o el i l u s t r a d o * j o v e n L i c d o . id. FRANCISCO MARTÍNEZ Y SAEZ. id. id. id. id. a t e n d i e n d o á l o s p o c o s c a r a c t e r e s o r g a n o g r á f i c o s q u e a p a r e c e n en l o s d i b u j o s q u e ha e n v i a d o D o n M a n u e l Iradier al p r o f e s o r q u e s u s c r i b e . id. Triton. ) P . G e m p i l u s C u v . id. 0 id. Purpura hemastoma. Fusus melongena (Pyrula L k . en C i e n c i a s N a t u r a l e s D . 7 8 9 10 G . id. L u c i o O c h o a d e E c h a g ü e n q u e a c t u a l m e n t e d e s e m p e ñ a la C á t e d r a d e A g r i c u l t u r a de e s t e i n s t i t u t o d e V i t o r i a . (1. id. id. id. MOLUSCOS . 0 DR.) (Hinds. G. id. Melongena P y r u l a vespertilio ( L k . id. L a b r u s L i n n . id. T r e s s a u r i o s g e c ó n i d o s s o n tan p e q u e ñ o s q u e n o p u e i e n . F .

id. id.'!. id. id. id. G. id. " Cedonulli dominicanus ( L k . id. id. Conus miles? (Conus virginalis) ? ( B r o c k ) . Strombus t r o g l o d y t e s . ) Peces de la B a h i a de Coriseo 1. id. Oliva porphyria?—Camarones. Mueve. id. S u b g . S a r d i n e l la. G. id.2 .-. M a s i i m a . id. Conus. id. ) Obelliscus T e r c b e l l u m ( L k . MOLUSCOS id. id. id. Cyprtea pulchella (Sir). fissurata? ( C o l u m b c l l a philippinarum. Monoceros Tuberculatum? —Coriseo. id. id. id. M a m m a Straminca ( P e l .) 0 id. 0 id. " Callithea Natica. . R h i z o c o n u í Monite ? (Bru. — i . G. id. Oliva splcndidula ( S o w . Epaka. ) id S t r o m b u s gigas ( L k ) . ) ? — C a m a r o n e s . id. iiclcrotc. id. id. Cerithiopsis punctatus? Conus Omaicus ( L ) . id. id. id. id. . C o n u s .— I Mi — Purpura Oliva irisans.) id. id. llelono Vjongo. id. id. S u b g . S u b g . id. Mitra S u b g . id. id. id. id. id. Mugi!. id. id. id.. . id. id. id. id. id. l l u e v e . id. G.

id. id. id. id. ) id. id. tomus. Ceritliium aluco ( L ) . id. id.) Melania. 16* — id. i (ZonitesTrochomorpha Solarium)(Quoyy ( _laimar id.) (Patella áspera) ( L . Turritclla S u b g .P ó o . id. id. Melania. (Cypraia i. Melania S u b g . " Haustator (Morf. id. id. id. id. id.. id. id. id. id. id. id. id. Cypraia testudinaria Cypraia o n i x ? (L). " A y l a e o s t o m a Coarctata. id. id. id. id. V— Coriseo y F e r n a n d o . id. id. id. L i v o n a T pica ( L .) Ncritina o v u l a ( L k . (Bulimus decolatus). id. id. id. id. id. " Scnectus Spcnglcrianus 'i (01 1. id. id. 0 id. Ceritliina. id. a id.. Iladula ( L ) . ) Cardinalia. id. id. id. id." A r i c i a M o n c t a ) . id. id. Nerita politu (L. id. Orthalicus (bulimus) F l a m m i g e r a ( F c r u s . S u b g . " V i v e x fusca ( G i n ) . id. id. id. S u b g . " Pachyclieilus Nigritus (M<or). Turritella. Melania S u b g . id.. " Pachyclieilus Livrissimus (^Sur. kSub. id. id. ) Bulla ampulla. divn. id." Oeritliiiim 2 . id. id. ) xVstraliumV.— Cypraia m a p p a V ( L ) . id. i llaliotis. id. T u r b o . S u b g . G. id." Teiniotis Asinina) ( L .) 0 Torcula.. divn. " Ccripliasia elcvata ( S a y ) . Cypraia pantlierina. (Patella umbclla. id. Melania. id. ) id. MOLUSCOS . id. id. ) Patella g r a n u l a n s '? ( L . id. a G. Tympano id. Ceritliium 1. id. P o t a m i d i n e s . id. S u b g . id. S u b g . S u b g . id. id.

id. id. id. " Scrripes ( B c k . id. id. ) Cardium. id.) 0 Ctenoidcs S c a b r a V a r . id. id.— íes — (Cochlea A d . " Isomería '?) ( A l b .. ( L u c e r n a . Diplodonta Bidens. Cardita b i c o l o r ( L k . ) Cardita sulcata.. id..) ( A d ... ) L a b i o s a papyraciea ( L k . 0 0 P a c h y s t o n i a áspera) ( L k . ) arceus. id. ) ..) Myrtea. id. id.—Anomraa T e r m e s bellicosus. id. Subg. ) Cardium costatum V ( L . ( L u c i n a .). id. Subg. id.. id. id. id.. id. (Pectén.. ) L a ' v i c a r d i u m Eolicura ( L k . id. id. ) id.. Subg. ) (Venus verrucosa) ( L . id. id. (Rissota. id. Schizodesraa Spengleri ( L . id. id. P a p i l i o sarpedon. id. id. idid. id. ) E d m o n d i a (Ivon. id. id.. id. id. \ P i n n a rudis. id. id. id. id. id. Lucina. id. id. Articulados. Subg. id. id.. M o d i o l a albicosta ( L k . id. id. id. id. ) Mactra. id.° Miltha ?. D o s i n i a orbicularis ( E d w . id. id. Liccena—? MOLUSCOS . Sub." Pscudamussium Glaber) (Lk. S u b g . id. id. ) C a r d i u m S u b g " B u c a r d i u m R i n g c n s (Chcm. id. id. id. id. id. S u b g . Senilia senilis. ) (Lima. ( P e c t é n purpuratus. id.) (Cyclostoma) ( L k . id. id. id.. id. id. id.. id. ) .) ( P e c t é n ti gris) ( L k . id. id. id.

m a r g i n e p o s tica o b t u s e rotundata: carinis lateralibus callosis. : i corporis pronoti elytrorum fern. s p .rijrrliepes Iradicri sp. Spinis tibiarum posticarum c f extus tus 13. Cercis c f gracilimis. 5 arañas. Prosterni tubérculo P l a c a sternali pilosa. las cuales describe el Sr. B o livar en los siguientes términos: "1. inl o n g e superantibus.— A r c h o n centauras. P r o n o t i dorso antice angustato. o b t u se tectiformi. a latere v i sa depressiuscula. Oapite. n o v . — — — "2. Articulados: La 169 c o l e c c i ó n que en poseía. c f 9 . bastante nu- merosa. "Long. sulco postico m e d i u m sito. S 40 25 ? (i-l . variolosopunctapunctata: apiconvexa. antice posticeque hevissime introrsum curvatis: lobis cylindrico. Elytris apicem erecto. encargada al reputado e n t o m ó l o g o D . mm 11 52 2 Mustias (Zabalius) r/uineeiisis. a p i c e m versus fortiter r e c u r v o et l o n g e acuminatofemorum posticorum 15. a O. ARTICULADOS . 2 palícmon y 1 A s c a r i s blalta. i 5 escorpiones. deflexis grosse punctatis. costa í'rontali usque ocellum c e m versus sulcata. Ossorio se cuentan tres especies nuevas. " F u s c o . post c f 45""". s i m p l i c i b u s a b a si attenuatis.r u f e s e e n s . E n t r e los coleópteros de la c o l e c c i ó n del S r . I g n a c i o B o l i v a r no estaba terminada en el m o m e n t o de dar este capítulo á la imprenta. m e d i o . n o v . t h o r a c e q u e tis. carina media percurrenti. se perdió p o r c o m p l e t o el pais y cuya sólo llegaclasificación r o n á E s p a ñ a s u m e r g i d o s en a l c o h o l . infuscatis.

supra spinosis. ápice n i g r o 9 • " L o n g . E l y t r i s abbreviatis f e m o ARTICULADOS .— 1 to — "Siccus i'usco-vircscens. sinuato et serru- 45" 9 . Elytris elongatis. A n t c n n i s u n i c o l o r i b u s . rotundatis. Long. posticc latissimc rotundato. parallela. TO 18 Plati/ph/flluní Ossorio!. elytrorum temor. . venulis ñctransversis area. latata. P r o n o t o lato. posterioribus spinis validioribus 8 v e l 10. occiput tantum tubcrculis parvis. Pronoto ~> . antice gulatu. discoidalis gracilimis atque plurimis xuosis. . " E l a v o . Capitc llavo. p o s - ticis spinis quinqué validioribus. lobis deflexis obtuse angulatis. . oviscapto t a n t u m basi ditransversis subtus p a r c e lato. apicem quadrispinosis. . fusco-irroratus. postice truncatu. fusco. ramo vena: radialis interioris suaviter cúrvate. Ccrcis p r o p e basim rotundato ct pone m e d i u m lato. — "3. sursum curvatis. n o v . postic oviscapti sp. longissimis. venis o b l i q u i s areaj marginali apici f u r c a tis tribus ultimis tantum integris. consperso. area'anali angustisima. corporis • — — Lat. c o d i c i s . m e d i u m elytri emisso. sulco postico p o n e lobis deflexis altitudine sua longioribus.c i n e r e u s . sparse granúlate. nigris. o b s c u r e viridibus venulis transversis dilutioribus. F c m o r i b u s l o n g i s ." pronoti clytrorum. . m a r g i n e antica g r a nosa. intermediis compresiusculis versus infra obtuso anfere recte spinis medium sito. truncatis. usque apicem c l y t r o r u m ducta venulis parallelis numerosissimis. snlcis transversis subreque impressis. f. fcmoribus anticis subtus tribus.

c j l i n d r i c i s a p i c c intus curvatis.- it i — basí ribus posterioribus vis superantibus: venis ulnaribus in d" c u m vena anali confusis deinde furcatis et llelis. postic oviscapti : serrulato. & '•Long. compressis. processo trígono. — — — — Fitología. c e r cis longiusculis. Elytris femoribus dimidio apicali sensim angustatis. ARTICULADOS . posticis s e p Oviscapto corporis pronoti elytrorum femor. stylis b r e v i b u s . vi fere dimidio prozome longitudinis.ñ a v e s c e n s . P r o n ò t o hevi. postice p r o f u n d e cxcissa. postic oviscapti Tinnea ra supra distinctissimc fusco-castaneo. dimidio T ->4 1p 2(i 18 18 "•Platypliylhtm Montes!-. spinis tribus del quatuor armatis. deinde subparallelis uti in c f . mucrone apicalc minuto. m a r g i n e antica s u b r o t u n d a t a medio t u b é r c u l o fere r indistineto. Oviscapto supra ante m e d i u m subsinuato ci indistincte apicali fusco-castaneo. posticum punctata. c o r p o r i s — — — — pronoti elytrorum femor. l o n g e superantibus. 8 0 de altura ( m e d i c i n a l ) . p a r v o . sp. in Ç basi in unam conjunctis a vena subpara- anali distanti- bus. n o w o' : ' F u s c o . L a m i n a supraanali p o s t i c o triangulariter irnpressa. l m . 45mm ÍJ f>Ü 25 27 ? —herbácea de antiscorbútica 5 0 á l . tantum basi flavescenti. femoribus tem spinosis. metazona b r e prope marginem intermediis serrulato. lamina infraanali a p i c c n i versus attenuata. "Long.

— W e l w — á r b o l de 8'" de dicinal. Trichilia e m é t i c a — ( m e d i c i n a l . TJrena l o b a t a . — (medicinal é industrial.) nal.. .) Asclepiadea—Ghlorocodon '?—(medicinal. W i l d . Rhizofora mangle Linn—(industrial.) P t e r o c a r p u s tinctorius. (medi- cinal. P a r i n a r i u m .) V e r n o m i a senegalensis L e s s .) odoratissimus—(medicinal.-—(industrial. L i n n . — p i m i e n t a de G u i n e a — ( c o n d i mento. — Á r b o l de g r a n d e s h o j a s .—Trepadora—(medicio w a r i e n s i s — P l a n t a de la g o m a (industrial. metros de altura. T r i u m p h e t a semitriloba.) R u b u s pinnatus. ) PLANTAS Strophantos h i s p i d o s — ( c o n t i e n e un v e n e n o . ? — á r b o l c o p u d o (medicinal.) Phyllantus d i s c o i d e u s — Á r b o l 12 metros altura Ricinus c o m m u n i s — ( m e d i c i n a l . Linn.— 1 7 S — A l v a r d i a a r b ó r e a . — a r b u s t o (medicinal.) Berlinia p a n i c u l a t a — á r b o l de 15'" de altura altura ( m e - X y l s p i a e t i ó p i c a — O l i v . ) X i m e n i a americana L i n n . .) Burseracea—Balsamodendron Ananassa s a t i v a — ( c o m e s t i b l e . ) Tragia cordifolia—herbácea. — A r b u s t o .) activo. Landolphia Pandanus B a m b u s a vulgaris.) E r i o d e n d r o n anfractuosum.) • Mitragine m a c r o p h y l l a K o r t h . Sclirad. .) .) '?—{medicinal. M a s t — Á r b o l de 70 á 80 espinoso. — a r b u s t o de 1"' 80 .— (industrial.) Tiliacora ehrysobotrya—TVehv. — á r b o l p e q u e ñ o .

) PLANTAS .) C o n v o l v a l u s batatas. — ( c o m e s t i b l e .) Thcobroma cacao—(comestible. L . ) S a c b a r u m oíficinarum. — ( c o m e s t i b l e ) Solanacea—Capicum?—(condimento) Persea g r a t í s s i m a .— (comestible.—comestibie é industrial. ) Musa sapientum L. — ( c o m e s t i b l e . ) Manihot útilísima. L i n n . — ( c o m e s t i b l e .) P i p e r clusii.—trepadora (comestible. — ( c o m e s t i b l e .) Z e a Mays: L .C o c o s m u c í f e r a — ( c o m e s t i b l e é industrial. ) D i o s c o r e a cayennensis L a m .

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I I . EL H A B I T A N T E DEL MUNI .

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pero f l o j o s .licoeéfalo ó alargado. A fuerza de paciencia. que veían MEDICIONES llados. los músculos la superstición d e j o s . douna ^ p e r t e n e c i e n d o sin d u d a á otra raza. es sobre todo en las sienes. pero rrollo. y l u c h a n d o c o n en el c o m p á s . estrecho. n e g r o s . la hacia no de . E l occipital adquiere un gran desamandíbula pecho muy superior es más desarrode es prognata ó avanza adelante.IV. el c o n v e x o que el del europeo. manera pronunciada. las órbitas son angulosas. e x ceptuando á los pámues que tienen semejantes á los fellatá's y otros rasgos pueblos. A N T R O P O L O G I A p> L cráneo de los naturales de esta zona. c o m p r i m i d o .

180 132 127 . la espina nasal anterior del orificio . sivos 50 del punto subnasal al b o r d e de los de dos ángulos de la m a n d í b u l a inferior. en i n d i v i d u o s nacidos en las islas de guientes: ''.. .. si- P e r o p u d e conseguir un cráneo c u y a s medidas son las Curva o c c í p i t o frontal total Cuerda subnasal Distancia trasversal de dos arcadas zigomáticas.113 00 270 114 512 300 115 .. del b o r d e anterior del orificio occipital á del b o r d e posterior á la protuberancia occipital . „ „ . temporal m á x i m o b i-auricular frontal m í n i m o su parto anterior horizontal total trasversal bi-auricular . diámetro transverso. 136 107 occipital .— 1?G espesor un o b j e t o m á g i c o .. inci18 110 101 nariz al ángulo de la 75 CRÁNEOS frontantos otros do la B a h í a Coriseo. Diámetro antero posterior m á x i m o . . he p o d i d o hacer solamente seis mediciones del índice cefálico. . .ilíraelras. del punto mandíbula de la raiz de la mandíbula sub-mental al á n g u l o de la . . .. „ „ „ parietal m á x i m o ... tal m í n i m o . índice nasal y ángulo facial. .

Bóveda palatina.' 04. frontales.—Diámetro trasversal m á x i m o . Diámetro añtero-postcrior í n d i c e cefálico 7 3 ' 0 4 .—Longitud máxima . 75. . 31 á 75. máximo Agujero occipital. pero p o r h o y la admito c o m o buena a p e INDICE CEFÁLICO . los G u a n c h e s de Canarias 7 5 .. L o s biparictal Pronunciadas un o b l i c u o s .I n d i c c nasal 4 0 — A n g u l o facial 7 5 ' 8 3 OBSERVACIONES. Distancia del b o r d o anterior del orificio occipital á la espina palatina . c o m o los h o m b r e s de la edad de piedra realmente se encuentran estos p u e b l o s . das y n u m e r o s a s . — A n c h u r a máxima - 40 100 48 19 35 28 50 30 incisivos. 53: los antiguos e g i p c i o s c o n s e r v a d o s h o y en el estado momias. . E s t e cráneo d e b i ó pertenecer á estatura m u y elevada. son Apófisis crestas de las . L o s h o m b r e s de la edad de piedra hombre un tuvieron índice de 93 un edad dis- cefálico de 73. 5 8 . 0 1 . Agujero del b o r d e anterior del orificio occipital á la espina nasal anterior del punto sub-nasal á la raiz de la nariz. desarrolladas. un p o c o mastoides m u y Dientes completos. es mientras que entre los africanos de hoy he encontrado término m e d i o de varias m e d i c i o n e s de 73...— l ï ï — l'üiniElros. los Gaulas de la edad de hierro 70.. del punto sub-nasal al punto a l v e o l a r occipital. Esta cifra no la considero c o m o definitiva y puesto á modificarla ante observaciones más estoy concienzuen c u y a decir .. Sutura oxiiicada.

el desenterrar un esqueleto la furia desencadenada. hombres la inmensa m a y o r í a de los h o m b r e s c o n t e m p o r á n e o s y p e r primitivos. 5. D i s p e n s a d m e conocer el en la de extremos tabique h o m b r o y el c o d o . i n d e p e n d e n c i a de carácter y esta rebelión ría do MiKjister la antigüedad tlirif.4 id. en ¡Lástima que para estas fechas no h a y a p o d i d o Es empresa más difícil y arriesgada de lo que ra vista parece. id. al odio más rabioso drar puede el c o r a z ó n salvage d é l o s dotes del país y mil veces preferible es el número de datos suficiente á formular una opinion! africano.' 21.7 líaseos.1 id. para H a y otro dato importantísimo que sirve de una raza. í d e m de la do piedra pulimentada. id.5 id. cerrada p o r forada con frecuencia en los p r o p o r c i ó n siguiente: É p o c a protohistórica. id. 4.— 1*8 — estampapero la sin esta teo- sar de discrepar algun tanto de otras que se lian do en libros bajo la firma de personas notables. á engensacercon envedonde feticheros habérselas la una banda de feroces canívales a r m a d o s de flechas nenadas que sufrir el horrible martirio de ción.). que y e x p o n e el viajero que fuera s o r p r e n d i d o en este trance.(! p e r f o r a c i o n e s p o r ciento huesos e x a m i n a d o s . do la edad media. id. amarrado á un árbol frente CAVIDAD desarticula- á una hoguera OLECRANIANA . tiene en su parte inferior una gran fosa llamada cavidad olecraniana. Id. 1 (. en sus dos un E l hueso húmero que forma contra el a p o y o de los hechos de observación. Parisienses de los siglos V I al X . aportar á primeSe id. DS.

Y o no lie visto más que un húmero nada dice. es que sangre de los negros v e n g a s no es igual mos los hombres de raza caucásica. Dependerá esto fenómeno del clima. E l espectroscopio que acusa inmediatamente rias que están ardiendo en los soles b l a n c o s . que nos h a c e como las protuberancias Solares y una tresmillonésima de m i l i g r a m o de clorato ver que de sosa la c o m p o s i c i ó n objetos nos v a invisibles á llevar materia atómica de sus muy pronto al descubrimiento de la unidad de la en c u y o camino estamos. ha venido á mi m e m o r i a y partida á investigaciones futuras. Este dato que p o r he citado presentarlo c o m o un primer j a l ó n que sirva de punto vengas de la de los la N o lo sé y lo único que m e atrevo á afirmar. sea dentro de la teoría ó de la teoría dinámica. al son fatídico y destemplado guerra. que aprecia traslación las á la que tenematey amarillos el la v e l o c i d a d de vapor hasta en quíapreciar que nos ha enseñado de agua en los planetas.danzan profiriendo insultos y lanzando carcajadas tisfacción. que descubre mica de los cuerpos. L a circulación de la sangre se verifica con más lentitud (pie cu los e u r o p e o s . los astros. que nos p e r m i t e suspension en el aire. E l me ha dicho que las bandas de a b s o r c i ó n ESPECTROSCOPIO . rojos que nos de circundan. viejas repugnantes y agoreros fanáticos. será peculiar raza ó tendrá p o r alimentos? causa eficiente la naturaleza en los y éste lo de sade del t a m b o r tenía p e r f o sí solo para de rada la c a v i d a d olecraniana. es un cios están suficientemente acreditados para dudar instrumento c u y o s servi- revelaciones.

sobre t o d o . citaré como indicando primeros padres manos c o m o ellos lo aseguran en sus tradiciones espeen que dedos. mensiones de todas las piezas del la oreja es más p u n t e a g u d a menos que nosotros-de sus cuentos y consejas.— ISO — no ob- producidas por la sangre fresca de los n e g r o s vengas son las mismas ni ocupan los mismos lugares que las servadas en nuestra sangre Valentin. E l dedo pulgar del pié es más abierto.notándose á primera vista la tendencia la primera falange del d e d o .2 y en d o n d e d e b e del hierro y del titanio. SANGRE aparecer la raya matina p o r la a c c i ó n de un ácido. disposición y de los tan los que solo cuerpo vengas distan cuadruy en sus que difieren en algo de las nuestras. por Stokes. tanto que c o n ellos recogen del suelo todos los o b j e t o s . el j u e g o de los-dedos más libre. la planta más chata. D e todos m o d o s este espectro particular no se parece hedique al que dá nuestra sangre fresca ni á los que p r o d u c e c u a n do se convierte en cruorina p o r falta de o x í g e n o . ó en otras c o m b i n a c i o n e s . Hoppe-Seyler y L a absorción es m a y o r en la parte más refrangible del espectro en mi o b s e r v a c i ó n mientras que es m u c h o m e n o r en las dos bandas situadas entre las rayas D y E notable particularidad que la segunda de estas cuya termina antes de la línea E en un punto con la bandas longitud de onda es 5 4 0 millonésimas y que c o r r e s p o n d e al n ú m e ro de K i r c h h o f f 1001. en Sin detenerme á examinar la forma. L a mano también se diferencia alguna cosa p e r o cialmente en la disposición de tienen á doblar los los ancianos .

nos- otros tenemos m a y o r p o d e r de resolución. q u e se t r a t a b a d e u n a m o n t a ñ a g i g a n t e s c a c u y a a l t u r a a v e r i g ü é c o u l o s d a t o s distancia de Venus (50 m i l l o n e s d e k i l ó m e t r o s . S u p u s e . q u e las v i s t a s m e d i a s n o p u e d e n n i aun siquiera adivinar. diámetro del planeta 6000 k i l ó m e t r o s .— Í8i — L o s niños tienen el c u e r p o tan e c h a d o que forman un á n g u l o m u y p r o n u n c i a d o hacia. C o n s e c u e n c i a d e esta figura es q u e hallándose centro de g r a v e d a d situado m u y adelante. Mora d e P a r í s . tangente al l í m i t e de la z o n a i l u m i n a d a 1164 k i l ó m e t r o s . adelante. A l s i g u i e n t e d i a 17 vi el m i s m o p u n t o c o n u n o c u l a r c u y a a m p l i f i c a c i ó n era d e 120 p e r o o b s e r v é q u e a f e c taba la f o r m a d e h e r r a d u r a m u y e s t r e c h a y u n i d o p o r u n o d e s u s e x t r e m o s á la z o n a i l u m i n a d a d e l p l a n e t a . d i s t i n g u í u n p u n t o l u m i n o s o c e r c a d e l c u e r n o m e r i d i o n a l y s e p a r a d o p o r un t r o z o d e s o m b r a q u e a p r e cié ú o j o en u n o s í " .5 1 VISTA . La p r u e b a m á s e l o c u e n t e d e la e d u c a c i ó n d e m i v i s t a es la siguiente: Kl 16 d e E n e r o d e 1880 á l a s s i e t e h o r a s d e la n o c h e o b s e r v a n d o el p l a n e t a V e n u s c o n u n r e f r a c t o r d e 7 2 m i l í m e t r o s d e abertura y l " 20 de distancia focal. en lo que p r e c i s a m e n t e se distinguen nuestros niños e u r o p e o s q u e caen g e n e r a l m e n t e L a vista la tienen más alcance. con la vertical momensus el frede de las piernas. caen con c u e n c i a de cara. su nosotros. (1) la considero algo superior (1) S i n n e c e s i d a d d e a n t e o j o d e s d o b l o p e r f e c t a m e n t e la e s t r e l l a a d e l C a p r i c o r n i o . Esta p o s i c i ó n es la del m o n o en el to de dejar el a p o y o de sus m a n o s p a r a quedar s o b r e piernas. su p o d e r d e desarrollada es que sentados. d e s d e l u e g o . construido por A . El r e s u l t a d o fué d e 111. pero penetración mayor. v e o á A l c o r la c o m p o n e n t e ó p t i c a d e la dseda d e la Usa m a y o r y p e r c i b o la e x t e r n a al S u r y P l e i o n i del g r u p o d e las P l e y a d a s .comparaá las T o d o s los ensayos q u e h e verificado han sido dos c o n mi vista que vistas m e d i a s . Biloret * C.

d e l i o k i l ó m e t r o s . tanto más raras. V é a s e el siguiente c u a d r o c o m o ejemplo: k i l ó m e t r o s para la a l t u r a d e la c o r d i l l e r a q u e h a b í a v i s t o . e x i s - t i e n d o .— 1»* — la mayoría que de yo E n las distintas series de csperimentos. n o t a r o n u n a e l e v a c i ó n en el c o n t o r n o del S u r . L a m i s m a o b s e r v a c i ó n h i z o M. cuanto de los otros que se caracte- p a r e c e n entre sí las d e m á s m e d i d a s res étnicos. l a s d i v i s i o n e s d e d o s c e n t í m e t r o s d e u n a m i r a s i t u a d a á 1000 m e tros de distancia. C i t o e s t o s h e c h o s p a r a s e ñ a l a r u n a c a n t i d a d á s u m a r al p o d e r d e r e s o l u c i ó n y d e p e n e t r a c i ó n d e la v i s t a d e l o s n e g r o s .'30. B o u q u e t y A r a g o . C l i a p u i s e n P u e r t o P r í n c i p e . T r o u velofc este p u n t o l u m i n o s o c o m o c o m p u e s t o d e p i c o s n u m e r o s o s . A d e m á s d e e s t o h e v i s t o v a r i a s v e c e s en e s t e p l a n e t a t r e s m a n c h a s o b s e r v a d a s p o r Oasini y d o s e s c o t a d u r a s . diferencias notabilísimas en ángulo facial (Jacquart).FACI A L . a m p l i f i c a c i ó n . entre unos y otros. A N G U L O . d e s i e r r a s g i g a n t e s c a s q u e e l e v a n al c i e l o s u s c r e s t a s i l u m i n a d a s p o r el S o l . m i d i e n d o el d i s c o d e V e n u s en las f o t o g r a f í a s t o m a d a s en el p a s o d e e s t e p l a n e t a el 6 d e D i c i e m b r e d e 1882. H a c i a fin de E n e r o d e 1878 p o c o t i e m p o a n t e s d e p a s a r V e n u s p o r s u c o n j u n c i ó n i n f e r i o r v i o M. M. mucho me- E l o i d o y el olfato lo t e n e m o s los e u r o p e o s n o s d e s a r r o l l a d o que los africanos. S o s p e c h a n d o u n error c o n s u l t é s o b r e este a s u n t o y m e e n t e r é c o n s o r p r e s a d e q u e M. se d e s p r e n d e q u e los v e n g a s son d o l i c o c é f a l o s . T o d o s e s t o s d a t o s l o s i g n o r a b a p o r c o m p l e t o al verificar la observación. E n las o p e r a c i o n e s t o p o g r á f i c a s h e t e n i d o o c a s i ó n d e leer c o n el a n t e o j o d e u n t a q u í m e t r o T r o u g h t o n . que no c o n s i d e r o suficientes. D e t o d a s estas o b s e r v a c i o n e s . los n e g r o s s o m e t i d o s á estas p r u e b a s veían antes el c í r c u l o y c u a d r a d o de c o l o r n e g r o que la p l a n c h a b l a n c a del aparato p e r o definía y o s i e m p r e las figuras al irlo aparecía sobre aproximando antes que ellos.

c ¡ ni li 1 o . y están.. n i»S i.. L a mama que n o ha lactaclo t o m a en la e u r o p e a la forma de una media esfera. J u a n . . .. Bembo.-. generalmente sin p e z ó n .-u!. el anciano africano d o b l a primero las piernas p o r las rodillas. .. E l p r o m e d i o de estas observaciones nos da para los co risqueños un ángulo l í e tenido ocasión do observar que en estos negros c i r cula la sangre con más lentitud que en nosotros los e u r o p e o s . a. falange que resulta una posición de mano m u y p a r e c i d a . Coriseo. facial de 75". . C a b o do S. 70° 82" 70° 77° 77" y 70" „ . 815. más á cubierto de las g r a n d e s hemorragias p o r q u e la sangro se coagula con suma p r o n t i tud en los bordes de la herida. . . . en la africana a f é c t a l a f o r m a elipsoidal terminando casi siempre (1) N e g i o g i b o s o de g r a n i n t e l i g e n c i a . 2 2 años 24 32 25 24 18 . . . Kd.. 1 — A n fi.. DIFERENCIAS ORGÁNICAS la c a b e z a .— Níiml·iv. con la á por el lo del así que en estos países n i n g ú n v i e j o es c a r g a d o de espaldas.LI I o liicial.. p o r lo tanto. Coriseo Umbilipongüc. . .. E l o m b l i g o en el europeo es p e q u e ñ o y en general e n trante. en el negro es g r a n d e y en general p r o m i n e n t e ... después la cintura y m u y rara v e z E l anciano europeo d o b l a los d e d o s de l a s la articulación que une la s e g u n d a y tercera anciano n e g r o d o b l a siempre la primera mono. E l anciano europeo dobla primero el cuello y después la cintura. manos falange.. Ubidapckinclan..

L a planta del pié en el cho m e n o r esta curvatura. están desarrollo. L a la de la europea. E n el africano los dedos están c o l o c a d o s casi en un p l a no normal a l e j e del pié. L a tener objetos. L o s músculos y en especial el osplénio y el b í c e p s b r a quial adquieren un gran desarrollo en el a f r i c a n o si bien D o aquí q u e el tiene son de menor dureza que en el e u r o p e o . 184 ha lactario es en la m a m a que africana de una longitud y de un v o l u m e n m u y superior á E l europeo tiene la mama c o m p l e t a m e n t e rudimentaria: el africano la tiene monos atrofiada y ciertos casos de i g u a l volumen y femenino. el e u r o p e o . El p r o p i a en la mucho m a y o r en el africano y está indicando que la p o s i c i ó n d e forma horiflexibilidad separados entre sí a u m e n obtiene m e n o s del pié es m a y o r para c o g e r y r e tando la base de sustentación y el p u l g a r de los d e d o s en el africano y p u e d e n servirse de ellos e u r o p e o afecta una curvatura p r o n u n c i a d a p o r el uso del c a l z a d o . L a c o n v e x i d a d de la r e g i o n l u m b a r es también la columna vertebral sería más zontal que en la vertical.— en un grueso p e z ó n . en el africano es m u forma ( p e z ó n más d e l g a d o ) que las del sexo negro no llega á poseer la fuerza y resistencia que acto del coito es de m a y o r duración. E l p e c h o es más c o n v e x o que en el e u r o p e o . E l p e n e es más largo y más delgado en el africano. E l pié en el e u r o p e o termina en punta d e b i d o al c o n t a c to íntimo de los dedos y á la m a y o r l o n g i t u d del p u l g a r . DIFERENCIAS ORGÁNICAS .

L a uña de los dedos de la m a n o . este crecimiento es cuatro veces más lento. la tos es casi d e s c o n o c i d a . c r e c e en el europeo á razón de una décima de milímetro p o r dia ( o b s e r v a c i o n e s hechas p o r medio de las manchas blancas de las uñas). p e r más c o m o d i d a d que sentado. E l europeo apunta ó señala con cano lo hace c o n los labios. c r e c e el africano el crecimiento es m u c h o más lento. no pasea nunca p o r placer. escupe p o c o y siempre arrojando la saliva p o r uno de los ángulos de la los objetos c u a n d o quiere b o c a . rara v e z espectora. son de menos b a r b a que el e u r o p e o . L a longitud del b r a z o . amigo del canto y del baile es un hablador sempiterno que posee el lenguaje de la a c c i ó n y de la m í m i c a c o n una soltura tal que envidiarían m u c h o s de nuestros o r a d o r e s .25 de la de la c a b e z a . recien cortado. á contar desde el s o b a c o á la cstremidad de los dedos de la mano es i g u a l á tres veces la c a b e z a medida de su parte superior á la b a r ba.L a barba tiende en el europeo á crecer c o n más dez p o r la patilla. en el n e g r o el crecimiento rapi- rápido se euro- verifica p o r la perilla. E l europeo afirma b a j a n d o la c a b e z a y cerrando los ojos. E l pelo de la cabeza. en el e u r o p e o . sube las escaleras de costado. el africano abre los ojos y levanta la c a b e z a p a r a afirmarDIFERENCIA el dedo índice. inclina manece en cuclillas con en el peo un centímetro p o r cada dos meses (término m e d i o ) . en mirarlos con detención. el albinismo existe. E l africano apenas tiene mucosidades en las narices. silva p o c o y mal. el afri- . E n el africano esta longitud es 3. L a obesidad es rara entre los habitantes del país del M u ni. en el africano.

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MEMORIA . la m e a c s a u e e n c e l l c r 0 (CÒWi^fY^fi " ^ 1 *' ^ g Jff&h^mkU arrollada. portugués. francés. N o extraña esto cuenta que el h o m b r e " " teniendo en m s u e s de color tiene los y que ney fijar sentidos más sensibles que nosotros las sensaciones p r o d u c i d a s p o r estos se han de cesariamente de una manera más indeleble q u e en el h o m bre b l a n c o .F A C U L T A D E S 'E n o todas las facultades intelectuales. D e aquí su aptitud p a r a aprender idiomas que saben inglés. español y cena d e idiomas de otras tantas tribus lo c o m ú n q u e es en las costas de A f r i c a encontrar negros media d o Influye tamafricanas. mucho en el desarrollo de la m e m o r i a la atención q u e se presta á lo que nos rodea y en esto el n e g r o supera bién al h o m b r e b l a n c o .

el amor p r o p i o .— 188 — casi el arte P o c o a c o s t u m b r a d o s á meditar. L a mentira y el engaño m a n e j a d a con una el imaginaafricano que bueción clara y lúcida es el arma de que se v a l e dejarse c o m p r e n d e r es necesario hablarle c o m o al n i ñ o . E l europeo se vé. á los sen- salvage para todos sus'fines particulares. la idea de v e n g a n z a p o r otro. E l n e g r o no se distrae amengua de la cia de los hechos pasados y sostiene ó r e p r o d u c e el el m o m e n t o verificarse cólera y E l a m o r y el agradecimiento p o r un l a d o . E l p u n d o n o r . mira y no v é . P e r o en el h o m b r e negro h a y más materia y espíritu que en el blanco y los sentimientos arraigan en él tanto c o m o las pasiones. tidos y nada más que á los sentidos. E l gran desarrollo de la m e m o r i a de ánimo aquellos. ¡Ah! y SENTIMIENTOS . ¡Cuántas veces l e n g u a j e del sentimiento le es d e s c o n o c i d o . Inútil que se b u s q u e n . la obrar en esta forma. son sus consecuencias naturales. mientras que el odio menos no coadverel El nobles el comprende siempre que c ó m o el agradecimiento b r o t a m u y pocas v e c e s en está fresco y conserva los caracteres de impetuosidad quiriera en su origen. el remordimiento he insistido en hallarlas y son cosas nunca las que desconoce he encontrado! Para h o m b r e de la selva. que se tenía en distrae cia. la delicadeza. exteriores. frecuensiempre distanestado pues la necesidad de huir de ha enseñado á con nunca. i g n o r a n d o presta extraordinaria atención á los peligros objetos le de sustraerse á la influencia de los agentes que nos r o d e a n . A s í se razón del africano. la güenza.

E l h o m b r e b l a n c o con su inteligencia engañado á la naturaleza. qué serenidad. aprisiona el p e z en el rios y de los lagos y destruye todos los animales p u e d e n causar daño. tiene su encanecido grandes cuatro tacto de los acusadores y el fallo del acusados. derriba al elefante. qué a p l o m o . políticos y j e f e s de policía podrían el sa- carse de entre los habitantes del país que para p r o b a r la v e r d a d del error! riega Muni' ¡Qué habilidad. P o r eso se han visto o b l i g a d o s á inventar en la palabra Sahcd? es cierto? con la que con la g r a v e y seria ScuiihaucDicjiie. es E l n e g r o es un gran cazador. qué dialáctica. que con sus sentidos fondo de malicia. siendo contestados matenaturaaguy de que su los le detie- riales que satisfacer y los medios se los ofrece leza. U n pillóte de muelle de esos que han dado ces la vuelta al m u n d o y han sajeros y d a n d o timos en los gar al país. E l africano con su sagacidad y .— I S » — nos diplomáticos. l tri- bunal. ne á la v e l o z g a c e l a . vepa- engañando puertos. quedaría b u r l a d o p o r estos salvajes á las A'einticuatro horas de l l e lengua cons- interrumpen rerdud. MENTIRA obrar á ha emplea- ha d o m i n a d o malicia la naturaleza. E s un país de a b o g a d o s en d o n d e se p u e d e apren. L a diferencia en el m o d o respecto al h o m b r e civilizado estriba en el medio d o . Nuestros legisladores prea transportados á aquellos paises quedarían atónitos al senciar las defensas brillantes que hacen los perspicacia y der m u c h o . H a entablado la lucha c o n la naturaleza zado su ingenio de tal m o d o . no con su inteligencia. necesidades la y ha tantemente la conversación del relator.

es más festivo rio. E n t r e el niño y el africano hay grandes puntos de l o g í a .— i»o — P e r o desde el m o m e n t o en que el n e g r o luí pertamiento las? •—Con el trabajo. p e r o esta afirmación así de no cohaha e x p r e s a d o la c o n v i c c i ó n . L a afirmación ha sido un c e p o que ha o b l i g a d o g r o á ser ladrón. se h a c e ladrona. H a y que e m p e z a r p o r ñ o r de la criatura y bien saben todos ENGAÑO el t i e m p o . Cómo tenido el nodesticia de la civilización y sus ventajas ha sentido conseguir- caza al que la tribu africana que es rebelde al trabajo. de la emla Así hainanaal netelas y bebidas que te a g r a d a n . C a z a el elefante y te c a m b i a r é el marfil p o r armas. no se ce trabajadora p o r la influencia del comercio y dustria. así e u r o p e o b a j o el pretesto del trabajo. y tendrás la recompensa. ha dicho el africano. el que niño sees más destructor que constructor. ha sido un engaño y m o coje y atrapa al c u a d r u m a n o b a j o el protesto berse o l v i d a d o en el b o s q u e un trozo de y u c a . ma su j u g o . H a b l a r á la inteligencia del niño es p e r d e r Ser p a d r e en sus primeras tendencias orgánicas rar una mala e d u c a c i ó n . es aseguseser el que hay unanimi- . M o d i f i c a r las tendencias orgánicas de una raza es presa que requiere quizá ley ha prescrito c o m o un tiempo para superior su al que necesaria extinción. el niño siente la necesidad del engaño y miente. E l niño tiene más m e m o r i a que inteligencia. — E x t r a e de la palmera el aceite. de la g o de nuevas necesidades. — B i e n . lia contestado el e u r o p e o . el niño tiene desarrollada la facultad ciega adquisiviciad y roba.

L a festividad es facultad que llada. Esto no es un c o n tratiempo. las risas. j o r o b a d o ó albino que ga su aparición p o r estas c o m a r c a s . L a lluvia sorprende á la e x p e d i c i ó n . es el oficio de estas gentes que considerando que la prosa no es suficiente para dar el sabor y cia que buscan. bala un pueblo bromas entretenimiento Burlarle de la desgracia agena. D e p u e b l o en vista un dijo ijol'o indi-tnbiaiígo inventadas con satírica gracia. dar vuelta á un boto ó á un c a y u c o para que el h o m b r e b l a n c o un susto y un c h a p u z ó n . graimtienen echar un p u ñ a d o de arena ó de otra cosa de p e o r olor en cabra se los Tin puchero en el que se c u e c e el alimento. cuotidiano de hombres y un tú-tú-tti. D e s g r a c i a d o el tuerto. c o j o . las mujeres. inventan el verso y la música.- iot corrección se dad de pareceres cuando se pregunta si la obtendrá por el consejo ó p o r el castigo. espinas palleve que que abundan y los mucho. l i e m o s visto que m i e n te y r o b a v e a m o s si sus otros v i c i o s son c o m u n e s . Este es el africano de las selvas. ridiculizar los actos más serios y graves. c o m o que el africano no se m o j a a u n q u e sumerja en agua. o c u p a c i ó n para tiempo. son entretenimientos á se entregan con placer siempre que tienen ocasiones. burlas el serán un ikidu y las y de tribu en tribu correrá la noticia de q u e se halla á ó endondo y las pullas. Orinarse en una c u b a que contiene agua para beber. H a y se le reun árbol h u e c o que sirve de FESTIVIDAD la tienen muy desarro- . asustar una ra que en su huida derribe á una persona. p o n e r sobre la estera que sirve de cama. provisadores y versoloris.

so tiran las cargas y se baila si se p e r o n u n c a en serio. supere solución El soQ u e tienen son males generales cstendidos de p o l o á p o l o . . E n t i e n d e n que la tidad obliga á cubrir ciertas partes del c u e r p o rigores del clima i m p o n e n la necesidad de cubrir MODAS honesotras. L a m o d a es el escitador constante del consumo. cuya Qué sucederá en el m u n d o el dia en que la p r o d u c c i ó n al consumo? E s un p r o b l e m a trascendental no so ha estudiado. ni se estudia. ni se cialismo es la En primera manifestación tenemos los del estudiará. y las sino se fugio. E s señal evidente q u e sienten la b e lleza y la c o m p r e n d e n . vienen cu legara otros cuenta por egapecaque ador- a kagara mugurn Sumados á estos defectos capitales dillos que se p u e d e n señalar á los habitantes del Muni p e ro que su g r a v e d a d disminuye si se tiene Q u e existe la m o d a ? narse? Nada más natural. ambición desequilibrio.— 4 OS puede. L o s habitantes del Muni entienden que la forma y que h o m b r e es bella y la conservan. civilizados un del los D i o s nos libre do presenciar el desenlace final. se cuentan chistes canta y en caso de que el j e f e proliiba los r u i d o s se habla carcajadas recurso difícil se la menudean c o m o aplauso al relator. c o m o p o r ejemplo: JJigara vagara. r de significado p i - gayara negara iigurl Intguri digitri lengara ya gara. E n último terminada pero de penosa c o n e x i ó n que haga j u e g a con la lengua añadiendo á cada sílaba una frase d e p r o n u n c i a c i ó n y fácil una e q u i v o c a c i ó n c a r e s c o . este asunto hombres ejemplo á imitar de los salvajes.

que mienten p o r c o s t u m b r e . y no encontrándola ahí. Se cubren sus de la dibujos. los raras c o m b i n a c i o n e s m o d a . chaquetas. una africana su i. las caprichosas estampación. que r o b a n por natural v e n g a n z a . sienten. Y ha en adiviefecto. constituyen formas c o n los tegidos europeos ro conservan la figura exterior del c u e r p o y dejan preso la naturaleza al cuerpo del h o m b r e . resulta ridículo el efecto. polisones y no en el abrigos. las formas esculturales de su c u e r p o . visitas.— 193 — á los gustos y la peimen ya pero entendiéndolo así. Y o he visto llorar á un p a d r e amargamente un hijo y aquellas lágrimas y que tenía sentimiento. nar las valientes curvas y delicados contornos que ha quizá sea cuestión de costumbre. V e s tida á la europea. Y o he visto á las madres cuidar con tierno cariño MODAS al á d o n d e caen los que no han heredado el indomable el atraso como y v a g i s m o . dejan ancho c a m p o individuales. abriendo p o r un lado salida salvadora al trabajo y p o r otro un a b i s m o timiento de la virtud. hablan en que el h o m b r o civilizado no encuentra la belleza en la n a turaleza. jerseys. Estos n e g r o s que parece representan bito. que halagan la vanidad y aceptan que es la caridad. y los colores.única es bella p o r q u e conserva lo que ceñida perdido la raza blanca. y al amar c o n o c e n lo al perder lamentos me demostraron á sus . corsés. E n E u r o p a la m o d a cae íntegra en la forma c o l o r y la invasion de batas. manteletas. capotas y pouffcs. sombreros. faldas. y al sentir aman. matinées. la b u s c a en el arte edifica y destruye diariamente. alta que una vicio sensalhála voz cuellos.

p o r q u e ocultan. sin que la conveniencia. de de con energía embarazo. L a s mujeres. no es t a m p o c o la más h e r m o s a . ni los padres faltas se las toleran con una p a c i e n c i a que sólo Y o he visto á hombres y mujeres dar muestras rror al v e r sangre humana y demostrar indignación al v e r á un mal hijo que en el citación asestó tres cuchilladas á su m a d r e . y en esto no se o c u p a n que una cual la quiere y la desea y varias criadas á tiene su fin en el h a s t í o . castigan á sus hijos maternal lo comprende. pero es preciso advertir. que el negro no tiene más hayan otros mujer el é injustas preferencias. tablecido para los hijos irritantes creado leyes en comodidad e x i g i d o la educación extraña. sin que las L a p o l i g a m i a existe c o m o p u e d e existir viajeros. de las que practi- can las mujeres blancas. de eon- suele ser la más vieja. no es menos en la que el o r i g e n de esta superstición radica sensibilidad que poseen y en sus sin que la conveniencia funestas pueden cierto excesiva nativo lactanhaya es- consecuenciaspuro. es la c o m p a ñ e r a S E N SIBIL 1DAD . presencian nunca el sacrificio de una cabra y de una g a llina y si bien creen que p o r p r e s e n c i a r este acto contraer enfermedades misteriosas. p e ro es la mujer al fin y al c a b o . la E l amor paternal existe p e r o es un a m o r ó la moda haya ó la cia extraña.— 104 y una ni solas Sus amor hosu osno pcqueñuelos y desplegar con ellos un cuidado licitud que no se diferencian en nada madres. L a mujer p r o p i a . lugaotros á la no deseo res. especialmente durante el estado el c u a n d o son pequeñitos. y cosa rara. que. p o r razones que no se las cuales las ama pero las desea ó las ha deseado.

INSTRUCCIÓN grabado de un aniartista artísentre (mamut) grabado la por seguridad preferencia distan cuyas ejecuciones . obran p o r natural tulo de c o n d i c i ó n humana europeo que se corta las uñas los de la que no lunes si recibe inequívocas muestras # sode L a superstición está arraigada c o m o en todos los pueblos. si no aceptan el agua que ha de ofre- oscuridad exento impulso impreso está para que no le duelan las muelas. L a instrucción es rudimentaria entre los habitantes país del M u n i . esmisterecey tíel paá por miedo al mal de o j o . Si no consienten que les vea b e b e r el h o m b r e tado tapada. C o n o c e n el dibujo y lo practican si bien toscamente hecho un creado para ra no contraer dolencias. de de las sombras. si prueban la c o m i d a ó la bebida antes la cerla. p o r temor á que encierre p r o p i e d a d e s riosas. un africano. del ruido inesplicable. y las teorías que han inteligencia. q u e a c o m p a ñ a á su marido á todas partes.— i»5 - fianza del h o m b r e que no trabaja en las faenas rudas. E l a d j u n t o es una c o p i a exacta del dibujo de un elefante. puesto á c o m p a r a r con el dibujo mal de la misma raza fósil. cuidándolo con licitud y que en premio a m o r y cariño. q u e no viaja n u n c a en martes ó del expli- carse los diversos fenómenos indican más imaginación que y por sin n o c i ó n de la perspectiva y tonos. para demostrar que n o contiene medicinas] lan del espejo. blanco. Difícil es señalar con tica de estos dos dibujos sí m u c h o s miles de años. que duerme con la cabeza al Norte que a b a n d o n a la mesa en la que hay trece comensales.

los tableros de damas. L a escultura la practican p o c o y mal y en en d o n d e llegan á alcanzar regulares un gran valor relativo si se tiene en tos elementos de que d i s p o n e n . las estilo una tendencia fajas Hay. B i e n á v o z . prefieren pa] a aquel las líneas rectas. p o r consiguiente. E l africano h u y e de las líneas curvas sobresalen es en el trazado de croquis de un de un país. en el suelo el curso de un rio ó el desarrollo de un c a m i n o con una p r e . bien con instrumentos ó con ambas cosas á la DIBUJO la talla es resultados cuenta los p e r o de imperfecsea vez . nada. itinerario l e es m u y difícil trazar una circunferencia. .— ÍOG — Más aficionados al adorno q u e ' á la figura. R e c o r d a n d o los menores detalles. E n lo que más poniéndose detormi- frente al Sol v al lugar que o c u p a b a á una hora D l b u j o hecho por un h o m b r e f ó s i l . L a música es ala que más afición d e s p l e g a n . se orientan con facilidad y señalan cisión que asombra. cu este marcadí- sima al m o s a i c o . y ó paralelas y las líneas cruzadas formando c u a d r a d o s . D i b u j o h e c h o por un africano.

en los hijos. P a r a terminar este capítulo en el que no sucesivos. — C u á l es vuestro m a y o r deseo. pero nosotros queremos siempre ser v i e j o s . al asegurar. distan menos de se ha hecho de y m a s q u e tocar ligeramente puntos que se desarrollan en los tenida con manera de con el uno ser mis criados. — N o s o t r o s los blancos qué apuntáis los morenos apuntamos dedo: ¿por la b o c a se con los labios? con sola.improvisan y c o m p o n e n sentimentales armonías que delos muestran su sensibilidad y manera de apreciar la E n materia de música es en d o n d e europeos. — Cuando los europeos afirmamos inclinamos la cabeza y en c a m b i o vosotros la levantáis. d e b e m o s mirar niendo p o r testigo á D i o s . . — Y o no sé nada de esto p e r o un minis (misionero. la — P o r q u e los labios están en la b o c a : dice y con la b o c a se apunta y apuntar es d e c i r . citaré una conversación. tener m u c h o s poseer muchas mujeres. belleza. p o r q u e así m a n d a m o s en casa. t o d o eso es b u e n o . — O b s e r v o que tú apesar de tener bolsillos en los talones guardas la m o n e d a en la guardas en los bolsillos? — E n los bolsillos m e la p u e d e n r o b a r y en la b o c a Si quieren quitármela m e la trago. ¿Por qué n o moestá afirpo- vez que arriba al Dios que nunca miente y que nosotros al decir sí hacia arriba c o m o géneros. que e x p r e s a p o r sí de pensar de estas gentes.) reno. en los hermanos menores y hasta en los MUSICA panla no. en las m u j e r e s . boca. que ha sido fetichero dijo una mar. ser reyes de tribu? — N o .

(1) — E n qué consiste que apesar lavaros totalmente cuerpos huele. lo que ha de venir y a v e n d r á . (1) ¡Qué lección! DIALOGO INSTRUCTIVO los á los á á distinguir dándole todo está comiendo sen para p o d e r l a s distinguir no necesitábamos n a r i c e s . dias y horas? -—Para qué. — L o que ha pasado.— i»g nemos q u e o b e d e c e r . N o la p o d e m o s ver p o r q u e esto sería un delito. á la mujer. pasado está y no importa nada. pero al casarnos nos vemos oldiyados la suegra con la que somos muy atentos. c u a n d o n o s c a s a m o s . —Pero conservareis el respeto y la consideración padres. de semanas. el elefante huele. todos los dias son iguales. — P e r o es preciso lijar los hechos p a s a d o s . Sí supiéramos c u a n d o sería necesario contar el t i e m p o . á los lujos ó á los h e r m a n o s ? — E s t a n d o solteros á los padres. m o s . Sí. n o hace falta el t i e m p o . á la mujer y en cuanto tenemos hijos. eso no hace falta para nada. mientras -que siendo j ó v e n e s todos nos mandan y te— A quién queréis con preferencia en la familia? á padres. - j e f e s . los tes y los que están p o r venir. á éstos queremos más que á nadie. oliemeses varias v e c e s durante el dia despedís de vuestros un olor penetrante y especial? — . el leopardo el b o s q u e huele y tú también hueles. cuando de cuanto desea.T o d o s huelen. de presen- viene sabe- pero c o m o no lo . Si las cosas no — ¿ P o r qué no contais el t i e m p o v a l i é n d o o s ó lunas.

— loo — — E n v i d i a s tú ó los tuyos á los ves que nosotros tenemos p a r a t o d o . Nuestros cuerpos están limpios y nuestros dientes b l a n c o s . b l a n c o s pueden más que nosotros pero les somos más que ellos. poseemos géneros c ó m o d a s etc. C ó m o tiene el e u r o p e o el c u e r p o ta tela. y en él se encuentran pruebas de lo que v e n g o afirmando y actos DIALOGO. INSTRUCTIVO . n o l o sé. c o n casas y b e m o s el medio de obtenerlos. — N o s o t r o s queremos ser negros. los géneros nos gustan pero ya Los sadia engañamos y hombres blancos? más Ya más inteligencia. Nosotros nos lavamos varias veces al y nos enjuagamos completamente la b o c a después de cada c o m i d a . estamos d o s . en cuanto á los vestidos no los necesitamos. contamos con b u e n o s alimentos. medios vesticamas abundantes. Este diálogo cuadra perfectamente al capítulo á imitar de m u y m a r c a d a significación. así estamos bien. pero supongo forrado con tancomo sus muestará negro dientes ó siicio c o m o los bolsillos en que g u a r d a las cosidades que se quita de las narices.

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R E L I G I O N os vengas. creen en la existencia de adoran. itcmus. de ocultan con esquisito c u i d a d o t o d o externo que revele su sar y de o b r a r . E l viajero que pase de largo una contestación c u a n d o p r e g u n t e sobre ideas rá una p r u e b a del ateismo de estas gentes. RELIGION manera obtendrá religiosas. E s necesario tener confianza en el país y sus ó para obtener permiso de ver un acto religioso remonia. se- — N o s o t r o s no sabemos esas c o s a s — l e dirán. pero culto pengentes una cesiempre tienen religion. b u n d c m u s tribus estendidas por el país un Ser S u p r e m o á quien y del demás Muni. y esto .

pueden p r o v e n i r de ckumjtdu. el trueno monstruo invisible y trombas (jlieíte. L e buena son para obrar bien. el placer. malo. es un lagarto de fuego.— so» — Sin e m b a r g o . sino al contrario. las tempestades y los trastornos d e el que espíritu el dios b u e n o es uno. que lia creado todo lo que existe de ordesde las estrellas á la tierra. voluntad en su al mal acy pero su p o d e r tiene un límite. L a alegría. único é indivisible p o r q u e el b i e n no p u e d e clasificarse en hechos precisos y separados. la dicha. el bienestar. el dios m a l o p i e r d o su individualidad y se divide en una serie de dioses malos. c o m o siguientes páginas. P e r o profundizando más el asunto v e m o s bien y que f ó r m a l o s truenos. dicen. todo lo bueno sobra que nos se verá en las den y de armonía. la sola y influenperverlas fá- enfermedades. D e este dios no p o d e m o s esperar n a d a sucede. es m u y cil que á estos se d e b a t o d o lo malo de la naturaleza. Son los demonios que asociados en m u t u o consorcio están encargados tales. es un r u g i d o de un vida. H a y un dios. Hasta aquí tenemos el espíritu del del mal de todos los p u e b l o s . ¡Qué base tan excelente para admitir una IDEA DE DIOS de hacer t o d o el daño posible á los m o r provechosa . E n este caso. Este dios es de p a z . pero si el rayo grtdi. E n c a m b i o la tristeza. la salvación de la curación de una enfermedad. son también espantables seres. los dolores. se deben á una cia. esto no es v e r d a d . las la desgracia. un ser malo so. pero se encuentra perturbado ción p o r la de otro dios cuyas tendencias la naturaleza.

la segunda se separación fica. c o m o criados. c o m o paredes. EL ESPÍRITU . gion de los espíritus. la redesmis pueden más que los b u e n o s y esto m i s m o pasa en confianza y la superstición acrecentada la n o c h e p o r q u e . la de durante El espíritu del h o m b r e no p e r m a n e c e aislado po toda la eternidad pues al c a b o de cierto del cuerende por tiempo. y c u a n d o trabajo ésta se vida de esde la definitiveriinviside las con tu- píritu y de materia. v u e l v e á nacer constituyendo la vida una serie encarnaciones y separaciones que no c o n c l u y e n u n c a . los cercados. de odio ó atravesar distancias grandes velocidad i n c o n c e b i b l e . vo en este m u n d o . E s ley que los malos. el recelo. P e r o el h o m b r e se c o m p o n e transforma y se modifica con el constante vida orgánica.reforma religiosa! L a creación y la destrucción. E l primero es inmortal. se v e n g a de los e n e m i g o s que el espíritu b u e n o lo p u e d a e v i t a r . • — S i esto fuera v e r d a d . le dije á un usóla felichero. la v i d a y la muerte. carna. y recorrer puede b l e llevando las mismas ideas de v e n g a n z a . por su osadía y humana. Este es el dos divinidades africanas. origen bueno de las de- E l h o m b r e ha sido c r e a d o p o r el dios bueno y á él b e su vida y su salud. pasa el espíritu á la otra rala ó sea á la amor. D e aquí el temor. E n t o n c e s c o m o no se le v é . espíritu La y muerte es la v a del del c u e r p o . haciéndoles t o d o el mal posible sin q u e En atrevimiento. durante me dijo muy la noche se teme porque siempre bien uno no se ve. Estas creencias son fiel reflejo de la v i d a la tierra hay hombres buenos y malos. l o y lo malo.

g i c o s . A d m i t e n estos indígenas cuatro clases de hechos méricos que son mecánicos. A esta religion sólo le falta fijar con precision la libremente resy lo que piensan los hombres y la p r e d i c c i ó n de hechos ponsabilidad del h o m b r e al ejecutar MESMERISMO actos . g o l p e s inesplicables. la aparición curación de la parálisis. las lluvias sin nubes. c o m o y o entiendo. m e contestó. na de rios. resulta que estos p u e b l o s tienen y tienen c u l t o . fu- de n u e v o s órganos. F e n ó m e n o s físicos son formación pertenecen. la muerte instantánea. Entre los fenómenos inesperada psicológicos pueblos. y p o r culto la manera de este Ser ó seres. el j u n t o de creencias que se tiene de un ser ó seres riores y de sus obras. A l orden d e los fisiológicos cidos y transformaciones de chozas. E n t r e los primeros se fisiológicos y citan flechas lanzadas ruidos mespor psicolódesconorepentila re- una m a n o invisible. en todas sus adorar religion manifestal taciones tiene grandísima relación con el espiritismo. hasta el punto de saber lo que pasa en todos los turos. el tú sabes tocar m u y yombi (arpa). siempre sabré tocar mientos. mueres. luces nocturnas. y que esta religion. — N o . físicos.— *04 pasados bien sabes que el to- qué el h o m b r e no se acuerda de los hechos ha realizado? P o r ejemplo car el arpa. vuelves á nacer y y a no arpa. p o r religion. los pero moviconsupeá c o m o mis manos son otras necesito enseñarles E n t e n d i e n d o . sureccion. la formación del monstruo yemha y la se encuentran el aumento de las p r o p i e d a d e s intelectuales. y c o m o lo c o m p r e n d e m o s h o y dia en E u r o p a .

son los feticheros sacerdotes. fermentación. san al cristianismo sin sentirlo. suceda lo que suceda. L o s depositarios de todos los secretos de los y espíritus. inculcado el principio de que moral el y hombre matepatiene p o r misión la perfección constante. hay desgratemible del vepro- cambio aufetipa- de c o l o r . Si p r o d u c e la muerte.. A un c o n o c i m i e n t o p r o f u n d o del corazón y humano. D i s t i n g u e quiénes son los hacer ciados y tiene especial c u i d a d o en no olvidar á los p o r su riqueza. p o s i b l e y evitar t o d o el mal posible. H e c h o esto. A q u e l l í q u i d o hay q u e ensayarlo etc. Si en la mezcla de la savia de dos plantas mento de temperatura. L a v i d a del fetichero es una e x p l o r a c i ó n constante estado de los h o m b r e s . allí hay en el p r i m e r del ciente. p o d e r ó posición p u e d e n una v e n g a n z a . y una-lucha continua con los getales para estudiar en ellos y extraer los j u g o s de piedades milagrosas. ó poreque los que que puesto que con ellos se c o m u n i c a n . el enfermo no ha dido resistir á la acción del terrible h e c h i z o que tenía FETICHERO . movimiento molecular apreciable á la vista.— sos — el premio ó castigo á que se hace acreedor rito ó demérito de estos actos. une el fetichero el de saber la m a r c h a malos de los b u e n o s . el f e tichero cuenta con un veneno más para quitar medio poen á los que le molestan. no ignora vicisitudes según el mé- rial y que su deber es en primera línea hacer t o d o el bien estos africanos se o p e r a en cada familia y en cada p u e b l o . hombres más listos que los demás seen el arte de curar las enfermedades. E n este caso. che.

U n a escama del ujongo. E l descubrimiento está h e c h o que sólo á otro fetichero y constituye único puede ser r e v e l a d o . de c o l m i l l o de L e o p a r d o . FETICHES .5 . cas hasta que el fetichero p o r medio de una v o l u n t a d derosa y reconcentrada en un m o m e n t o arrolla el fluido m i l a g r o s o que dá v a l o r al fetiche. capaz de b se v a l e designios. plantas y milagrosas. Id. propiedades E l fetichero representa el medium tenderse con los espíritus y de profundizar sus P a r a esto usa el p r o c e d i m i e n t o de los pases c u e r n o s . I d . I d . se d e b e á las grosas del nuevo m e d i c a m e n t o . p e r o si sana.ü . el j u g o del v e g e t a l otra p o r c i ó n de objetos p o r el estilo constituyen cina de un fetiche. pez comestible.— «Otó propiedades un milasecreto ende su c u e r p o . — 3 . de caracol — i d . de E l o m l i u a n g a n i . p e r o n o adquieren medimágipodes- propiedades de éxtasis. de c u e r n o . de saco de Mete. Fetiche p á m u e . 4. . . caracoles que encierran FETICHES 1. colorado el diente la de y una serpiente v e n e n o s a .

pronuncia con claridad y energía un n o m b r e que es el del asesino.- SO? -• P o r más que estos indígenas creen que la muerte es un f e n ó m e n o natural. la g a n z a es imposible. p o r q u e no llega á espíritus. lo p r o b a b l e es que ó d e m o n i o el que la ha p r o d u c i d o . falta c o n o c e r llamar E l usoki c o j e una planta m u y amarga llamada ekuai se retira con el j e f e del p u e b l o y uno ó dos testigos lugar apartado del b o s q u e . E s necesario ingerir otro n u e v o sorbo y p r o b a r . es p r u e b a de que el agua milagrosa sale al exterior sin p r o d u c i r la Claro está que llega un momento en que no orina y v e l a c i ó n . repentina. y c u a n d o la excitación nerviosa se ha p r o d u c i d o . b a i l a y d a n z a . B e b e el agua del ekuai clama al propio tiempo revélame quién ha sido el y á y un ex- asesinoreen Si antes de un corto espacio de tiempo orina. este caso c o m i e n z a á contraer sus músculos. P e r o si la muerte ha sido violenta al autor y para esto se hace necesario choro. E l autor d e la muerte de un h o m b r e ha sido píritu ú otro h o m b r e . un sudor copioso inunda su c u e r p o y c o n en un punto c o n s i g u e emanciparse del la mundo y cuando tija exterior del desy el mirada que le rodea. se enciende una luz que va rodeada de fetiches que nadie p u e d e tocar sin quedar muerto en el a c t o . tiembla c o m o un a z o g a d o . no se pueden emancipar que h a y siempre un causante de ella. así averiguarlo p o r todos los medios. CEREMONIAS . Si la víctima lo ha m e d a d c o n o c i d a . haciendo horribles contorsiones. ó un essido p o r enfererrante venlos de de la idea de que tratan de sea espíritu la region ó E n este caso. D e s p u é s de la reacción canso. á un feti- entonces es h o m b r e el que la ha ocasionado.

a b a n d o n a su c h o z a y p o r á las palmeras. que consiste en el corte dos y c o n c l u y e n d o p o r la c a b e z a . blanco y c o n dientes m u y a g u d o s . L a muerte. E n t o n c e s el fetichero extrae el y e m b a . si el delito sus articulaciones. E l paciente crueles dolores. pero gunos son mayores. P e r o si esto no dá resultado. P a r a asesinar á una persona v o l u n t a d .— gos — cortejo se encamina al pueblo y p r e n d e al asesino á quien le obligan á meter los pies en un m a d e r o muy pesado hace los d e empede la á la de t o d a s que tiene dos agujeros al efecto. de ayes lastimeros y sus vecinos h u y e n de él c o m o la muerte rabiosa. CRÍMENES cuer- p o en p o d e r de los espíritus perversos. su mente se trastorna. es el fin ordinario dos pacientes. Su tamaño ordinario es de cuatro centímetros. ó lo envenenan de j u g o s vegetales ó le inoculan el y e m b a . es lo primero que p o n e n en práctica. e m p e z a n d o p o r las falanges de g r a v e . valiéndose tiene v ó - mitos. n o c h e v a g a p o r el b o s q u e . en este caso el martirio es h o r r o r o s o . según las descripciones. lo mata. P o r fortuna a b u n d a p o c o . A l siguiente dia se la ejecución del asesino. E l y e m b a . p e r o de estos desdicha- divide . es un animal h o r r o roso p o r su aspecto. Se fija ordinariamente en el entre los intestinos. asciende alaún sufre la dá vientre. pero otras veces sube al p e c h o y al p e s c u e z o . Un vehemente t r a i g a la enfermedad suplicando los espíritus propicios que se para p r o d u c i r l e el frío (fiebre) y se valen p r i m e r o el e n e m i g o en su con fé y deseo de que con. en determinadas horas se agita. ó bien zando p o r la cabeza y c o n c l u y e n d o p o r las falanges. c o m e t i d o es entusiasmo introduzcan como cuerpo consecuencia muerte.

c u y o humo pestilente y E l y e m b a . bioso y desesperado. c o l o c á n d o s e á respetable distancia. mas sobre el elegido. Mue- len estos componentes y le agregan á la pasta que resulta. de la exisque bien disparan estas muere arraflechas á polvo de cor- pronto siente los h o r r i - bles síntomas del y e m b a bajo c u y a influencia años en E u r o p a .— so» — su c u e r p o en partes centesimales que p r o n t o se arrojan una h o g u e r a . puede común originarse es c o n v e n i o entre un fetichero ó cualquier h o m b r e de la b u . para lo cual se valen de una de sus mujeres. espíritu encarnado. p e r o lo p o r inoculación. por los padres jesuítas. ha Boncoro. Las comunicaciones espiritistas. No he encontrado un sólo negro que dude tencia de este monstruo misterioso. en producirlo muy cany primer caso. Manuel la familia real de C a b o San Juan. visitó á E s p a ñ a . A p o s t a d o s en un sitio conveniente. el líquido seminal del que v a á ser la v í c t i m a . de de de pasado muchos Educado Barcelona. B e r r o n d o U k a m b a l a . p o r la n o c h e al b o s q u e c o g e n ciertas plantas venenosas y hormigas bravas. más contagioso á evitan por triel todos los circunstantes. p o r medio de gestos y P a r a inocular el y e m b a v a n tos y frases sujetas á una regla fija y determinada.U n i d o s A m é r i c a fueron p o r algun tiempo su residencia. con otro espíritu. los E s t a d o s . se verifican p o r medio de plantas p o c o s c o n o c e n . D e s p u é s someten la m e z c l a á un calor p r o l o n g a d o hasta que q u e d a reducida en el cual i m p r e g n a n las puntas de unas tas dimensiones. en español. habiendo estado al en nuestra marina de guerra y c o m o artífice E_ YEMBA servicio . que contorsiones.

j u n t o s nos hemos reido. de las tribus que vista de sus parece. c u a n d o precisamente están á punto desculas absoluta i g n o admitan absurdas teorías que indican la falta de atención y de o b Cuáles Qué los son sus órganos y sus funciones? Q u é es el v e g e t a l ? es el mineral? Q u é es el animal? menos de la Naturaleza? INSTRUCCIÓN gravitan cuerpos sobre la superficie de la tierra? Q u é son los f e n ó - . H a n descubierto el espíritu y algunas efecto y se han o l v i d a d o en c a m b i o brir una v e r d a d importantísima. m e solía decir. n o p o c o . nunca de este fenómeno. los necesarios para sobresalir entre los salvajes de su j o v e n ha sido algunas veces mi c o m p a ñ e r o al do menos Este y sus Yo viaje de país nativo. hay un abismo i n s o n d a b l e . Es un hecho de observación pero el fondo es cierto. C ó m o está constituido el cuerpo del Por hombre? qué más de y han prestado preferente atención al estudio facultay des. tos p u e b l o s saben más de lo que á p r i m e r a nómenos psicológicos. No dude V. A s í se observa que mientras se espliean el c ó m o de manifestaciones anímicas.— ato — ha completado sus c o n o c i m i e n t o s . lo lie visto. de las creencias compatriotas. pero al girar la c o n v e r s a c i ó n s o b r e el y e m b a . permanezcan en rancia de el cómo de los demás seres ó á lo servación. han inventado un p r i n c i p i o y un fin. al espiritismo el h o m b r e ve un á caEsfela divinidad en un ídolo toscamente labrado ó en que quizá lo exageren. E n t r e el fetichismo v e r d a d e r o en que racol repleto de medicinas. los pueblan el país del Muni. una causa y un de la Naturaleza de sus leyes.

chos siglos de trabajos é investigaciones y Saben este más c u y a adquisición ha costado á la raza caucásica asombroso sí. para aplicarlas c o m o ley de p r o d u c c i ó n . pero bastante c o m ú n .T o d o esto. al otro el de los n e g r o s r o d e a d o p o r el mar. — Y más allá? COSMOGONÍA . pregunté á un fetichero á quien había prestado servicio. — Y q u é hay más allá? —Nomis—espíritus. P e r o no terminan aquí sus c o n o c i m i e n t o s . c o m o la media L u n a . ó á lo len siempre de ideas supersticiosas más se va- íntimamente ligadas algo muhecho á las con su religion. un buen — Sí. ó queda sin e x p l i c a c i ó n . — E s e mar c o n c l u y e en alguna parte? y todo ello está —Sí. demuestra bien manidad. A un lado están los p u e b l o s de los blancos. s e g ú n los l i a l i i t a n t e s del M u n i . — C o n o c e s la figura que tiene la tierra que habitamos? claras cuántos misterios encierra aún la historia de la hu- F o r m a de la T i e r r a .

en la L u n a . en las Estrellas? — T o d o está lleno de ñ o m i s . siempre ñ o m i s . al daman la á la serpiente la h o r m i g a . No con sabes es el pocos cuantas chispas tiene la piedra. — P e r o hombres d ó n d e salen? — Y e s tú la chispa que sale de la piedra gatillo del fusil le toque? —No. A cada g o l p e salta un pedacito. allí se m e z c l a serpiente ñomi antes que el hay p o c o s . H e aquí desenterrada de los b o s q u e s de A f r i c a ría de la pluralidad de existencias. — P e r o la piedra se gasta y llega á desaparecer. H é mundos pueblo y de aquí un q u e no la teode el que de los he visto y con y el bosque.— *1 * — — Ñ o m i s también. — P u e s lo mismo es el ñ o m i . A s í ves se vé. ñomis hay muchos. y o lo este pedacito se queda en el suelo y otras piedras. de algun lado que hay más la pluralidad comprende con de la tribus tiempo y sin e m b a r g o c o n o c e la eternidad. la piedra el c u e r p o . H o m b r e s v i v e n desnudos en las selvas c o d e á n d o s e canívales y que proclaman la circulación materia. repitiendo el E N TO PAN de la serpiente U r o b o r o s de UÑA GRAN VERDAD . que no espíritu. — N o . N o ves en á la h o r m i g a le c o m e el daman. — D e d ó n d e sale tanto ñ o m i ? — D e los h o m b r e s que se mueren. — Y en el Sol. — L o s ñomis concluirán en allá de los ñ o m i s ? — N o m i s . N o se pierde nunca. P u e s bien el como cuerpos p u e d e haber m u c h o s ñ o m i s .

«13

— fiat morts, de la

alquimistas, que arrancan el tenebroso

azulada b ó v e d a para sustituirla p o r el fiat lux. E l p u e b l o que dice que nunca j a m á s se alterará cristalización de la v i d a , no es un p u e b l o salvaje. ¡Cuántas almas blancas b e c o n o c i d o dentro cuerpos negros! ¡ Y cuánta enseñanza b a y ciones, en su administración de j u s t i c i a , creencias! en en de sus algunos instituy la cirla c u l a c i ó n de la materia, que n u n c a j a m á s se verificará

sus ideas

CONSIDERACIONES

VI.

E

S

T

A

D

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S

O

C

I

A

L

L país r e g a d o SHU' ,

p o r el Muni y

sus gruesos

afluentes se halla p o b l a d o p o r varias tribus llevan el n o m b r e de v e n g a s , v a l c n g u c s , bijas, itemus, b u n d e m u s , d í b u c s , s c -

llovióos,

• kianis, pámues cte. Están distribuidas en pequeñas aldeas habitadas generalmente p o r varias familias, q u e o b e d e c e n á un j e f e . L a s autoridades que se c o n o c e n en el país son: .1." R e y de tribu c u y a j u r i s d i c c i ó n varía m u c h o , pues la ejerce sobre un pueblo ó m u c h o s p u e b l o s . Jefe de pueblo c o n atribuciones d e m a n d o sobre el p u e b l o q u e habita. P r o p i e t a r i o d e l terreno del p u e b l o .
AUTCRIDADFS

4." 5."

Jefe do la familia, Hijo mayor.

L a tribu en A f r i c a está constituida p o r gentes de la misma raza, que hablan el m i s m o idioma y tienen las mismas c o s t u m b r e s y sobre t o d o los mismos bailes. E l g o b i e r n o de estas tribus e n c o m e n d a d o á varios reyes cuya soberanía a u m e n t a la distancia de los pueblos sobre generalmente que que la ejerce, disminuye á medida

no p u e d o decirse que es despótico ni absoluto. E l rey no p u e d e disponer á su antojo p o r q u e se encuentra cohartado p o r el c o n s e j o de ancianos en los asuntos g e nerales: p o r el j e f e de familia en los asuntos interiores ó particulares de la familia. E s m u y c o m ú n que la opinion del rey no tenga eco entre los subditos y estos se imponen á su primer j e f e en la m a y o r í a de los casos. A ú n más; si el rey se porta mal ó puesto y nombrado los de una otro parte todos habitantes perfecta y e m p o b r e c e , es destituido en su p o r elección en la que toman completa soberanía p o p u l a r . Si un h o m b r e de la tribu comete una falta, el castigarla c o r r e s p o n d e al j e f e de su familia sea p a d r e ó hermano may o r . Si el delincuente es j e f e de familia, el consejo de a n cianos j u z g a y en él toma parte ni atribuciones que los demás. su a m o . C u a n d o el asunto es general, cuando personas á un pueblo, se trata de una ofensa inferida p o r una persona ó p o r una colectividad de entonces es el rey y los ancianos
EL
REY

sin distinción con lo que dan ejemplo

el rey pero sin más v o t o Si el que ha cometido un

delito es esclavo entonces entiende solamente en el asunto

los que estudian y

deciden sobre el asunto y en

caso de

declararse las hostilidades el rey debe

estar siempre á la

cabeza de los suyos y batirse en p r i m e r a linea. L a dignidad real no es hereditaria. S u c e d e generalmente que el hijo m a y o r del rey las aldeas populosas E n algunos casos hereda el c a r g o á la muerte un rey, otro que dé su padre en los p u e b l o s p e q u e ñ o s , pero n o es raro en elegir á la muerte de nuevo que pertenece á familia distinta. la elección recae en una mujer generalmente es fetich era y sacerdotisa y esta es una prueba de que estos hombres no consideran á sus compañeras c o m o cosas sino c o m o dignas amigas á las que galantemente c o n c e d e n los mismos derechos q u e ellos tienen. E s frecuente también encontrar en un p u e b l o más de un jefe. L a invasion de los pámues hacia la encontré costa se está v e muy p r ó x i m a s al se van rificando hace t i e m p o . E n 1 8 7 o estaban estas tribus m u y al interior, p e r o en 1884 las mar. C o m o no avanzan en masas, los emigrantes

alojando en los pueblos de otras tribus y c u a n d o su n ú m e ro es suficiente para formar un barrio eligen de entre ellos un j e f e que administra su barrio con entera i n d e p e n d e n c i a del j e f e primitivo del p u e b l o . Xo tardan en establecerse invasores fecunda, so quede diferencias entre los primeros p o b l a d o r e s y es más inteligente, y más viril los

y el resultado es (pie los pámues raza más fuerte p o r q u e p o r q u e es más arroje de sus hogares á los verdaderos dueños y poseedora absoluta de sucio y p r o p i e d a d . Esto está sucediendo diariamente entre las pueblan el A l t o U t a m b o n i y sus afluentes.
INVASION

tribus

que

NOMBRES.

Inycnye ( 1 ) . Boneoro III. B o d u m b a. . T R 1B U S Guembé, . Nova. . Endemba. . Mayanc. Makumaño. Mayanc. ítala. . . Yoli.. . . Guembé. N o y a. . . Endemba. . Mayanc. Nakumañe... Mayane. ítala.. . . Yoli. . . . V A L E N G U E S .

T R I B U S -V E N O A S . Ebangi 'ie Simba Coriseo . . Cabo San J u a n . . . Satome.. . Elobey Grande. . Loango.

B a b i a de Coriseo. Cabo San J u a n . B a b i a de Coriseo.

Udembe. . Akanda. . Makana. . Mapako. . Mokolo. . Boya. . '. Buké-Buké. Comba..

Costa del B n r u . Id. id. R i o Muni. Rio Mayane. Rio Makumañe. Rio Mayane. Rio Cóngoa. Id. id.

(V; T i e n e un s u e l d o d.e T)0 pesutns m e n s u a l es s e ñ a l a d o p o r e! G o b i e r n o e s p a ñ o l y lo reparte c o n ios r e y e s de C a b o San J u a n y Klobey O r a :¡ule. Le d i s p u t a n el p o d e r en C o r i s e o K o t o K o t o en el N o r t e de la itla y M e d i k o en la b a n d a o e ci'leuta 't de b . m i s m a .

Dipó Yeko Usoombe Eyabo Inguina.. C O S . . T . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . R I B U S

Neengue. Bela. Booko. . Inguina.

Ncengue. Bela.. .

. .

. .

Id. id. Id. id. Costa del B u r n . Id. id.

Makana (1). . Itika Gaadi Toonde . . . . . .

Mabiyani

Mumbuadiquito (2).. Paande

Iduma. . Mángala. Mángala. Baangatan Mángala. Bángüe.. ídolo. . Bángüe.. Mamboma Boonga. Iduma. . Bini.. . Ulorabe. Cojo. .

Mángala. Mángala. Mángala. Mángala. Mángala. Ukoko. . Ukoko.. Ukoko.. Ukoko. . Boonga. Iduma. . Bini Botika. . Cojo.

Bahía de Coriseo. Id. id. Id. id. Id. id. Id. id. R i o Muni. Id. id. Id. id. Id. id. Bahía de Coriseo. Rio Muni. R i o Muni. R i o Muni. Rio Cóngoa.

(1)

M a u d a t a m b i é n en el t e r r i t o r i o de M a s a m b u . Makulbaba.

(2)

Manda en B o o n g a , Gaata, B e l o m b o , L u u m u , I b u m b i a y

(3)

M a n d a en m u c h o s p u e b l o s .

. . . . . . . Utoka Denguedengue. Ibelo

. . . .

Isla I b e l o . . . Cojo Utoka Denguedenge..

.

.

. . . . . . .
m

Iduma Masai U'"kangáñe. Meneke Bosua Iduma. . Masai. . U"'kangáñe. Meneke. Bosua . . . Kororo U gongomo. .

.
m

Besse Teende. Ugola Boñúbue. . Mepinga. . Budipupuata.. Clmku (1).. . Combcñongo.. Ikombo. Ibongo Besakanc. . Yotc Meke Mekamiyane. . Viombo. Mebelo Unonga. . . . . . Bela. . . Kororo U gongomo. lïio Rio Rio Rio Id. Id. Id. Id. Id. Rio Id. Id. Id. Id. Id. Id. Rio Cóngoa. Cóngoa. Muni. Noya. id. id. id. id. id. Utamboni. id. id. id. id. id. id. Metombe. T R I B Ü S B I J A S .

Oholi . Ukoko.. Ibota. . . . . . . .

R i o Muni. Id. id. Rio Ibota.

(1)

M a n d a en t r e s p u e b l o s .

T R I B U S . . . . . . . . . . . . . . . .

I T E

M U S .

.

.

. .

.

. . . .

.

. . . . . . . . . . . . . . .

Uliko Budipó Ikombo. Bube Badedi I k o p u (1). . Mapako. . Esúngüe. . Bekandà, . Doóngue. . Ikombo. Matinga. . Goondo. Dona Mayanga. . Añaine Ikombo. . Gucela Elámbie. . Mapako. . M a y a d i. . . . . . . . . . . .

Ualo Gómbue. . Neende. Gaande. A^idoko Bia Dibé Petalondo.. Soondo. Bokambañe. . Boonye Elate Mamboma.. Mayame. . Bola Bolabatodu. . Gumicndo.. Mabika Ibai Ibai Meboko.

Ualo. . . Gómbue. . Neendc.. Isla Gaande. Kororo.. . Bia-bia.. Dibé. . . Petalondo.. Noondo. Bokambañe. Boonye. Elatc. . Mamboma.. Mayame. . Bola. . . Bolabatodu. Gumiendo.. Mabika. . Ibai Ibai Meboko. .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

R i o Muni. I d . id. I d . id. I d . id. Rio Utamboni. Rio Bañe. I d . id. I d . id. I d . id. I d . id. I d . id. Id. id. I d . id. Rio Utongo. id. Id. Id. id. Id. id. Id. id. Idid. id. Id. id. Id.

(1)

M a n d a en B i a y en M e k u m é . L o s de e s t e p u e b l o p e r t e n e c e n á la t r i b u d e l o s B u j e b a s

T R I B U S . . . P Á M U E S . Masai. . . .
m

B Ü N D E M Ü S . . . . Moa Bilibo. . . . . . Rio M o a . Rio Bilibo. . .

Gola. Bilibo. T R 1B U S

. .

Bamayo China. . . . . . . . . . . . . .

Masai. Fula. Assa.

. .

Yuiïmkuoti. Angosc . . . Kororo.. Yambique.. Utome. . . . . . . . . . Damatanga. Mabenye. . . Bosua. . . Bela. . . Kororo.. Yambique.. Utome. .
n,

.

Assa. . . U guele. . U"'kangañe. Bosua, .

Ekomc Bedekaki Bikosa . .
m

. . . .

Betumana-ombende.. Yá. . . . . . U bele.. Bibilen.. U koko. . Damatanga, Mabenyc.''. .

U-bele. . Bibilen.. U"'koko.

Koku Dsechuku .

Mayoemilangue. .

. . . . . . . . . . . . . .

Rio Id. Id. Id. Rio Id. Id. Id. Id. Rio Rio Id. Id. Id. Id. Id. Id. Id. Id.

Xoya. id. id. id. Utambon id. id. id. id. Utongo. Xoya. id. id. id. id. id. id. id. id.

Donga Mepenga . • . T R I B U S D I B U E S .

Gambo Babango

Gambo Babango. .

11 ¡o U t a m b o n i . Id. id.

Unonga lkino U g a n g a (reina). . . . . . .

Yoke Sigui Hale

Y'ckc Sigui Cómbue.

R i o Muni. Costa del B u r u . Rio Cómbue. demo-

Si el mecanismo de su G o b i e r n o es sencillísimo y respira una libertad y una en lo cree o p o r t u n o .

cracia q u e se traduce

armonía, aún más sencillo es el de la familia constituida. que se le a n t o j a . — busca y encuenó la pies con á la uso favorita de esterilidad ridículos pasar crueles las aves del b o s q u e cuyos esta tan calhonidos

E l h o m b r e se casa c u a n d o quiere, y con el número de mujeres

Se

divorcia c u a n d o

L a mujer contrae m a t r i m o n i o c u a n d o quiere, pues si no le buscan,

tra. Se d i v o r c i a también c u a n d o lo desea y , á no ser la mujer efectiva c o n y u g a l e s y hace tal

g o z a de una libertad tal respecto de los deberes

libertad que á ello y nada más que á ello, en mi c o n c e p t o , se debe

c o m ú n entre estas gentes. -

E l hijo c u a n d o niño pasa el dia j u g a n d o . N o le oprimen los

zados, ni aprisionan su cuerpo c o n ceñidos vestidos, ni le o b l i g a n

ras b a j o la férula de irritable dómine. E s libre c o m o

c o j e con la

traviesa intención p r o p i a de los niños.

MATRIMONIOS rras de hierro de una braza y una caja de g i n e b r a t o d o lo bién tengo cuchillo y barras de hierro. Si y o b e b o r o m . Y o r quiero á M e p i n d a sino para que sea la m a d r e jos. — N o quiero palangana. una p a l a n g a baen tambrazas na. dos brazaletes de latón. E l futuro suegro responde. quiero una espingarda. y n o c o n o z c o m u j e r t o d a v í a . un garrafón de caña.— «S4 — matrimonio. Si y o fumo M e p i n d a fumará. dos que c o m p r a r é en las factorías que tienen los mekingani el mar. le daré r e g a l o s y la mantendré bien sin hacerla trabajar. — T ú tienes p o r hij a á M e p i h d a . Y o quiero casarme c o n M e p i n d a . ni cuidará de la p l a n t a c i ó n . la habla y si están conformes se dirigen los dos ó pariente allegado. quo sólo Mepinda beberá no r o m . la n o v i a más partes escoje ó en su es digna Cuando un h o m b r e desea contraer la mujer. Y o no la p e g a r é . c o n v e r s a c i ó n oficial que m e d i a entre las — Y o soy I m b o t o de Malanga en el K u m b é . tengo p a - dres que poseen géneros abundantes. sino guardará mis riquezas. — T o d o eso está bien dicho pero cuánto me p o r mi hija? de mis hi- vas á dar — Y o te daré al principio diez brazas do taparrabos. eslabón y piedras t e n g o . L a á p e d i r la venia del p a d r e ó madre de defecto al hermano m a y o r de citarse. un barril de p ó l v o r a . tengo b u e na salud. E n c a m b i o de esto diez . dos piedras de chispa. ni leña. M e p i n d a no traerá agua. s o y fuerte. pero si y o c a i g o enferm o M e p i n d a m e cuidará y m e dará las medicinas. un c u c h i l l o . M e p i n d a quiere casarse c o n m i g o . un eslabón.

—ISÍo me importa. Q u e no te se o l v i d e n los p a r a g u a s . mi hija será solicitada p o r otros m á s ricos que tú. v e que quédate con m e casaré su una vaespingarda.— «85 — gorros encarna- más de taparrabos. dos paraguas y dos dos. m e d i o . I m b o t o se casa de n u e v o . — M u y p r o n t o . U n a de ellas le dá familia y este h e c h o llena de felicidad á Imboto que colma de caricias. a g r a d e c i d o . sabe q u e su PACTOS esposo . — T a m b i é n mi hija vale. — P u e s toma á M e p i n d a y cumple con ella como has pero rep r o m e t i d o . á la que le hace padre. A m b o s esposos son felices durante algun no tienen hijos y esta es una desgracia que tiempo. — B u e n o te lo daré pero ahora c o m o muestra t o m a — M e p i n d a no sale de casa sin que p a g u e s todo lor. enseguida p o r q u e tengo g o m a s abundante para cambiar. — E s o que dices vale más de lo que te o f r e c i d o . M e pinda se muerde los labios de envidia. si pagas pronto lo que resta del daré la hija. pero las mujeres que t o ma son criadas para el servicio d o m é s t i c o . los taparrabos y la p ó l v o r a y d a m e á tu hija. — E s o no lo p u e d o hacer ahora y p o r lo tanto con tu hija que y o m e llevo los géneros y otra. tiene su y aceite género te cuando futuro y e r n o v a á desaparecer p o r el r e c o d o del hace c o su sendero. E l n o v i o hace c o m o que se marcha y el p a d r e m o q u e es indiferente al asunto p e r o le llama y d i c e : — I m b o t o .

— I m b o t o . . E l tiene la culpa de esto y se niega ciso v e n g a r á I m b o t o . H e m o s visto lo que es la mujer propia en este caso prác" MATRIMONIOS á devolver los géneros que p o r su hija le entregaron. no ha cumplido con sus compromisos. Esta es la ocasión en q u e p u e d e sobrevenir un cataclismo . se impone y resulta el d i v o r c i o . la virtud y la fidelidad. Este es un casus belli. él prometió pagar pronto el tributo. en c u y o caso el descarriado esposo tarde ó t e m p r a no vuelve al redil. T a r d o no un proyectil ó un machete v e n g a n z a está c o n s u m a d a . el v a l o r de su esposa. M e p i n d a que es de otra tribu ha huido d é l a casa c o n y u g a l . O triunfa el amor. Su p a dre le ha e x c i t a d o . dos hesola en la Que Q u e Mepinda es vengativa? Q u e no lo es? cuancasa? á quiere que consideran á I m b o t o un tunante de la peor especie le amenazan con la v e n g a n z a y en esta se interesan todos l o s habitantes del p u e b l o . ó la naturaleza con sus terribles p a s i o nes. lo que es más c o m ú n . dicen. Es p r e ó tempraLa produce una víctima. E n el pueblo de I m b o t o se excitan los ánimos. la esposa desairada vuelve al seno E n este do último caso Estos sus padres. Que se presenta en la c h o z a un a m i g o de I m b o t o do esto se halla en el bosque y M e p i n d a su p a d r e más ó menos que á I m b o t o ? Según una ú otra cosa pueden resultar también chos distintos. m u y frecuente. y t a m p o c o lo ha verificado. él prometió amar á su m u j e r y no lo ha hecho.— sse — la quiere*pero no puede s o p o r t a r que sus h a l a g o s los tribute á otra mujer.

— 33? — ¿ tico. ¿ Q u é h a r í a m o s los j ó v e n e s si l o s v i e j o s n o s d i e sen e s o s m a l o s e j e m p l o s ? LA CRIADA . — !íl a n c i a n o n o p u e d e r o b a r y la m a t o p a r a q a o no s e p a lo q u e ha h e c h o . la pesca en las orillas del rio y del l a g o . y así lo dicen c o n franqueza. el rascar al marido y limpieza el las de la c o c i n a . do de los hijos. A s í se observa que c u a n d o el marido se ausenta del p u e blo y se lleva. E l acarreo de la leña y del agua. y están á m e r c e d de la voluntad del marido puede obligaries p o r via de n e g o c i o á acceder á les apetitos de un estraño. las igdemás pasan á ser p r o p i e d a d del hermano ó del pariente. no c o m e n con su señor. E l h o m b r e caza y pesca para c o m e r ó mata el elefante y el l e o p a r d o . ( 1 . ) (1. quién es su p a d r e .) Y o lie v i s t o á u n h i j o dar tres p u ñ a l a d a s á s u p r o p i a m a d r e p o r q u e e s t a hnbia r o b a d o u n p o c o de a r r o z C u a n d o le pedí c u e n t a s do esta b á r b a r a c o n d u c t a . que la muerte ser el castigo inmediato. las labores de cultivo de la y u c a y de los plátanos. la m u j e r costumbre que trae p r i n c i p a l . L a p r o p i e d a d es respetada y r e c o n o c i d a p o r los ancianos en los que un delito p o r p e q u e ñ o que sea adquiere ante las leyes tal g r a v e d a d . el lavado de la c h o z a y sus utensilios. c o m o es costumbre. el transporte cargas. m e c o n t e s t ó . E n c a m b i o de esto reciben de v e z en c u a n d o escepcionales circunstancias. el cuidaen la espalda ó exocupacioalguna el cuando traerle las niguas de los pies son sus principales paliza. p o r c o n s e c u e n c i a el que los hijos noren. borrachera que los bruta- dad i rosa. extrae la g o m a y el aceite de palma ó c o r especialmente suele ta el sándalo y el ébano para c o m e r c i a r y poseer riquezas. v e a m o s aliora lo que es la criada ó m u j e r secundaria. ni b e b e n señor la tiene á no ser en por ejemplo c u a n d o el marido ha cogido caña una nes.

.

Cuando el tubérculo está f o r m a d o . H e visto palos de y u c a a b a n d o n a d o s en el suelo q u e lian t o ñ a d o al p o c o t i e m p o . ñame y del plátano y á la vación de la palmera del aceite. consermide pronto re- L a y u c a se planta p o r estacas q u e cada u n a de diez á d o c e ¥ centímetros. y rran. P a r a plantar el ñame que es m u y apreciado en el cortan un trozo de unos c i n c o centímetros. dividen en tres partes longitudinales pero sin YUCA. parte lo lo entiesepararlas lo arrancan.C O M E R C I O STÁ reducida la agricultura al cultivo de la y u c a . ÑAME país. . E n muy torradas estas estacas retoñan y lo c o m ú n es q u e á los c i n c o ó seis meses den fruto. de la superior del fruto en d o n d e arranca el tallo. A G R I C U L T U R A .VII.

PLÁTANOS . Cada h o m b r e se o c u p a (1) E Q Boni (Niger) dan los europeos por el ñame. m o n o (árbol del p a n ) . (2) Antes de la llegada de los europeos á estas costas. P a r a que se p r o c r e e con rapidez lo cortan de p r o d u c i r el fruto. a b u n d a m u c h o y la única operación h a c e n para conservarlo ó reproducirlo es darle c o m p l e t o en el t r o n c o . debia contener en gran cantidad un principio narcótico. los negros cultivaban un tabaco cuyas hojas las secaban al Sol estrujándolas después eon las manos húmedas y volviéndolas asacar. En Fernando Póo vale el centenar de ñames diez pesetas. E'stas sencillas operaciones y puede agrícolas asegurarse las que algo practican el único pue- siempre las mujeres c u i d a d o que requieren estos cultivos p r ó x i m o s á los b l o s . del ébano y del b a m b ú . P a r a la extracción de la g o m a elástica á un p a r a g e del b o s q u e en que abunda se reúnen varios hombres y van provistos de una calabaza y c u c h i l l o s la enredadera que de seis ú ocho p r o d u c e la g o m a . es el machete. géneros á precios de factura. nacen y desarrollan agrícola usan. al corte del sándalo. c o n gran facilidad.— «ao — p o r c o m p l e t o y lo entierran e n esta forma. es la limpieza de las plantas extrañas que. Este tabaco era sumamente insípido y ardiente y á juzgar por la descripción. El único instrumento gracias á que la extraordinaria fertilidad del suelo. (2) L a industria a g r í c o l a se limita á la extracción y consolidación de la g o m a elástica. (1) alimentación que le corte antes un El sabor del ñame es más agradable que el de la y u c a y el del pan de E l plátano c u y o s frutos son la base de la de los negros. á la e x t r a c c i ó n del aceite de palma.

las cuecen y muelen después en un c u e z o de madera q u e afecta la form a de un c a y u c o . C u a n d o termina en el último. y después donde de se la consolidación las tienen entro arena h ú m e d a encarna- intro- . L a palma del aceite da un fruto mayor que un coco que tiene en su interior varias nueces pequeñas das. L a s g o m a s del Congoa y de la costa tienen de catorce diámetro. los Itemus del U t o n g o . A l g u n a s veces mezclan lechada de y u c a con el j u g o de la g o m a para darle m a y o r tamaño y hinchan y conservan perfectamente. ciento cincuenta. que empezó la á redestila el planta p o r la incision y al concluir v u e l v e de n u e v o moldes afectan la forma de cilindros c u y o diámetro y l o n gitud varían según las localidades. P a r a extraer el aceite de estas nueces. A s í p o r un peso ó un duro. cien. dan del U t a m b o n i . carnosas y con hueso en su centro. cuarenta mas los Valengues del C o n g o a . seis por uno y medio y las las del U t o n g o miden siete p o r dos centímetros. los del B a ñ e y doscientos los del U t a m b o n i . P o r la n o c h e se retiran llevando una b u e n a de q u e la cantidad temperaLos del j u g o lechoso que vierten en moldes de m a d e r a y c o l o can después sobre los hogares á fin tura y el h u m o consoliden por completo la g o m a . Cuando está hecha una pasta. la GOMA ELÁSTICA Vicos peso. v u e l v e á d o n d e y r e c o g e en la calabaza la gota de g o m a c o g e r la gota. p o r u n o . las del cinco gocentímetros de l o n g i t u d p o r cuatro ó cinco B a ñ e .— sai — troncos que recorre haciendo una incision en ellos c o n cuchillo.

L a m o n e d a es d e s c o n o c i d a en el interior y para nada la quieren. la pasta contenida sija que se coloca al efecto. En las costas c o n o c e n su v a l o r y en ocasiones la aprecian. ACEITE DE PALMA . J u z g ú e s e de los escasos resultados m e d i o tan imperfecto.— 83» — tegido que y claro conalgo triánde tal vértice que y á el baun d u c e n en unas bolsas de hilo de plátano de siste en un trozo de madera de f o r m a g u l o y que se a p o y a en un travesano que sugetan en un aparato que llaman ibaba y triangular c o n v e x o que tiene un m a n g o sugeto en la baso del horizontal y su m o d o que el triángulo q u e d a casi vertical S o b r e este ibubu prensan. S ó l o se ejerce tráfico llega á las costas b u r l a n d o la v i g i l a n c i a de libremente las esclavos y autorida- E l comercio lo constituye el c a m b i o de artículos. de fabricación europea p o r los p r o d u c t o s del país. E l hueso de la nuez de palma das en el país banga-mambia contiene pepitas que ha de en de las distante del suelo unos cuarenta centímetros. palos bolsas manera de palancas v a n sujetos p o r uno de sus extremos aceite cae entonces p o r el vértice del triángulo á una dar llamabasija desque y las c o l o c a n en una buen aroma sin agua que arriman á la lumbre. E l sistema de aislamiento que costas orientales y p o r esta razón lo largo de los rios. el odioso des europeas. E l resultado es la tilación de un aceite especial de m u y los negros usan para untarse el p e l o . v a l i é n d o s e en el travesano. observan los estos pueblos en las á europeos aun h a c e que el c o m e r c i o no tenga la i m p o r t a n c i a que artículos de quedan en la z o n a marítima.

5 brazas. . Un c o c o U n a pina U n pato U n a estera ó un cesto U n chicote de 0. 5 ' 0 0 en mercancías diversas.-. . .s. en 1 8 7 5 . eran los siguientes: L'na botella de aceite de palma. 0 ' 5 0 ordinariamente en tabaco ó r o m . (1) T r e s b a r r i c a s d e a c e i t e de p a l m a p e s a u u n a t o n e l a d a . 2. 0 ' 1 2 ordinariamente una hoja de tabaco. .L o s precios de todos estos artículos IVsct. . Veinticinco trozos de cera ( 2 5 libras) ú 11 y m e d i o k i l o g r a m o s . O'OO en mercancías diversas. (1) 0'42 una hoja de t a b a c o . U n huevo U n a gallina . (2) L a c a b e z a de t a b a c o la c o m p o n e n o c h o h o j a s . 0 ' 5 0 ordinariamente 4 hojas de t a b a c o . 2 5 ' 0 0 en mercancías diversas. LOO ordinariamente 1 cabeza (2) de tabaco ó una botella de r o m . Una piel de l e o p a r d o U n a botella de miel 5 ' 0 0 ordinariamente 5 cabezas de tabaco. l'OO en mercancías diversas. l'OO ordinariamente tabaco ó r o m . V e i n t e naranjas Un racimo de 18 ó veinte bananas. 0 ' 1 2 ordinariamente una h o j a de t a b a c o . 5 botellas de r o m ó collares. 5 brazas ó 4 metros de tela. 0 5 0 ordinariamente 4 hojas de t a b a c o .

2 0 . l'OO 0 4 2 ordinariamente una h o j a de tabaco 0 ' 2 5 ordinariamente en t a b a c o . Cuerdas de b e j u c o U n a pala de c a y u c o Un cayuco. id. L o s f a c t o r e s lo t o m a n en la c o s t a de A f r i c a para c o m b u s t i b l e y rara v e z h a c e n e n v í o s . (4) Cincuenta p l a n c h a s de b a m b ú . 150 G o m a elástica de 5 á 8 libras. id. .El marfil va e s c a s e a n d o b a s t a n t e . C i n c o trozos de é b a n o . 7. 5<00 id. . id. '31 C i e n t r o z o s d e p a l o p e s a n una t o n e l a d a y t a m p o c o t i e n e c u e n t a e s t e c o m e r c i o p o r e l ' b a j o p r e c i o q u e t i e n e en E u r o p a .. id. (2 3 y medio k i l o g r a m o s . ÍO'OO ó más pesetas la libra. id. C i n c o idem frescos Marfil. (4. . . id. según el tamaño te del dien5. .Una cabra í 2 5 0 0 en mercancancías diversos. 0'50 id. . id. (2) id. . L a g o m a e l á s t i c a baja eu s u s p r e c i o s y no d e j a h o y s u c o m e r c i o las utilidades que dejaba antes. (1) (2. (3) id. Una casa ríe b a m b ú c u e s t a de 200 á 250 p e s e t a s . • „ . . id. id. 200'OÜ (1) 5<00 20*00 id. id. id. 5<00 id. 0'50 id. Cincuenta palos de idem . ) Cien trozos de c a m p e c h e . 50.

0 ' 5 0 Galleta. una libra (0'4G k i l o gramos) o'OO T e g i d o s 2 . una libra. .) . 2 ' 5 0 Sal. una libra. pe- . (id. una libra.ó'OO D o s botellas de mesa. l'OO Latas de carne. l'OO U n a libra de arroz (0'4G k i logramos l'OO Carne salada una libra (id. (1) o'OO U n fusil de chispa 25'00 U n machete. . . (id). . ó'OO (1) C r e o q u e se p o d r í a n g e n e r a l i z a r las a l p a r g a t a s v a l e n c i a n a s al p r e c i o d e 36 ó 40 s e t a s la d o c e n a .) . l'OO Unas tijeras l'OO U n eslabón l'OO Ciento cincuenta piedras de chispa 5'00 U n hilo de cuentas de vidrio . . . .) . un cajón de ginebra lleno. ó'OO C i n c o vasos ó'OO Cuatro palanganas ó'OO D i e z platos o'OO P ó l v o r a . . 2 ' 5 0 U n a hacha 2'50 Seis pipas de barro l'OO U n pañuelo 5'00 U n paraguas de seda. .Un gorro l'OO Cuatro cuchillos 5'00 U n p e q u e ñ o lingote de hierro. i3 brazas ó cuatro metros. l'OO A z ú c a r . . l'OO U n sombrero ÍO'OO U n frasco de agua de colonia. l. (id.

Como estas cuando p o r c i ó n de las no á realizan tienen declacoger casa y á el relas pacotillas gentes veces sueldo determinado. géneros. Después al islote cuando no alumbra el tiempo que no ambos vuelven ocultos nofacse permanecen á otro vida durante el dia y conversan con su familia durante la che. PACOTILLEROS á los pámues poi- . factor.— *3G — expue- E n el islote E l o b e y p e q u e ñ o . los bosques y vuelven con las los rios. Generalmente no vuelve. (1) E n t o n c e s m a r c h a unirse con su pariente y se reparten de cierto Sol. Cuando y a se v e n acosados de tal les permite v o l v e r á ' E l o b e y . marchan modo á otro que no territorio aventurepor por á ejercer sus rapiñas y á continuar en su ra. h a y c u a t r o factorías tranjeras que sostienen un c o m e r c i o activo c o n los blos del rio Muni. P u e d e conocerse perfectamente las cicatrices que llevan en su cuerpo. y para rio U t a m b o n i . con cuales remiten las mercancías necesarias. y otro en el indígenas. al factor no le c a b e otro recurso que en rehenes á un pariente del ladrón y tenerlo en su hasta que aquel v u e l v a . á lo largo de las costas y p o r el interior. U n a gente afiliada en las factorías recorre. E n este caso. entre mercancías r o b a d a s . así pasan el tiempo hasta que engañan tor. suelen resistir p o c a s rarse propietarios de los artículos comerciales que l l e v a n . á estos sugetos ocasionadas (1) Los Itemus dan una hoja de tabaco cada dos que ellos se cobran. lo deja en libertad. cansado de estar gastando c o n un h o m b r e le es útil. L a g o m a elástica es el artículo que r e ciben principalmente los comerciantes. y gomas. con varios tendidos representantes adquirirla exá los de tienen un p o n t o n en la confluencia del Muni.

j a b ó n . botellas. sal. licores. alambre. fusiles.— 38* — ordinario son y fre- los latigazos y palos que son el castigo cuente de sus r o b o s . de servir para c o n o c e r el entro artículos que de se nos las e x p o r t a n á Inglaterra. cuchillos. arroz. pescados. de la cuenca del Muni. vasos. tijeras. el café. citaremos algunos datos costas comprendidas Cabo Verde y p r o d u c t o anual Fernando L o s v a p o r e s de la British i X : A f r i c a n Steam Navigation C o m p a n y (Edler. miel. que ordinariamente cidental de A f r i c a . las.. p ó l v o r a . c a m p e c h e . E l K r u m a n es más con una para trabajos treinta Krumanes ocy costa descarga trabajador más delimás inteligencia más i m p o r aceite frute- las costas africanas. b e j u c o s . traconservadas. palan- s o m b r e r o s . rom. piedras. g o r r o s . esteras."—48. L o s destinan q u e el Basa. para en los territorios recientemente adquiridos Africanistas. L a s factorías tienen además ó cuarenta sirvientes. machetes. son: el el hueso del aceite de la palma. p o r t a b a c o . cuerdas. pipas. gallinas. marfil. tas. y los de la African Ship Company— EXPORTACIÓN . perfumes. pañuelos. P a r a dar idea de la cantidad en que estos han Póo. T o d o s ellos se obtienen E s p a ñ a p o r la S o c i e d a d de barras de hierro. L o s artículos de exportación é i m p o r t a c i ó n tantes que se usan en de palma. j e s . Steam Castle Street— L i v e r p o o l ) . eslabones. paraguas. transporte de mercancías. c a c a o . navajas. g a n a s . pero éste cuenta desarrollada que le hace cados. cestos. huevos y cabras. collares. platos. Dempster & C. apto á la y Basan los más f o r z u d o s y trabajadores de la carga. carnes galleta etc. herramientas. etc.

El D r . } 1 James S t r e e t — L i v e r p o o l ) . i ¡un.710 704 ii ó sean. q u e s a l e n d e L i v e r p o o l c a d a o c h o d i a s . VAPORES Hueso de [. S t a s s a n o h a p r e s e n t a d o un p r o y e c t o d e línea d e n a v e g a c i ó n italiana c u y a s escalas p u e d e n ser G e n o v a .4 2.3 17.9 03. y la s e g u n d a .0 3. S i n c l a i r — . f u n d a d a h a ce c a t o r c e a ñ o s .790 210 2(50 312 90f> 700 070 450 110 540 442. Cá. L a g o s . q u e e x i s t e h a c e c u a r e n t a a ñ o s . i~. Gabon y Banana. F e r n a n d o Póo.'ó 300 1 122 895 Camarón '757 3(55 (522 Landana 208 724 Termino medio por vapor. C a m a r o n e s . G e m a elástica. EXPORTACIÓN .(592 54 100 :i 225 » 140 125 80 i. San T h o m é . B a r c e l o na. (1) 844. tiene 10 v a p o r e s h a c i e n d o el m i s m o r e c o r r i d o . p o r t a d o en un año las cantidades siguientes: iHE'ilc de palma. u n a C o m p a ñ í a a l e m a na y o t r a p o r t u g u e s a e m p l e a n t a m b i é n s u s b u q u e s e n el c o m e r c i o africano.ilmsra.29(5 92. Resultado por año. Sierra L e o n a . S e h a b l a d e un s e r v i c i o c o m b i n a d o p o r la c o s t a d e G u i n e a q u e h a r á n l o s v a p o r e s d e las Messagéries marítimes de Bordeaux ¿i la Piala. Cabo V e r d e .— S3» — han tras- ( A l e x . c u e n t a c o n 2:S v a p o r e s d e s t i n a r l o s á r e c o r r e r la c o s t a d e A f r i c a . 0 0 0 toneladas de p r o d u c t o s dos anualmente de las costas africanas en los exportade buques (1) P r u e b a la i m p o r t a n c i a d e l m o v i m i e n t o y la c o n f i a n z a en u n r á p i d o d e s a r r o l l o d e e s t e c o m e r c i o la e x i s t e n c i a d e l a s d o s C o m p a ñ í a s c i t a d a s . 57. c e r c a de 8 0 . A d e m á s . d e las c u a l e s la p r i m e r a .

de 4. de 100 á 3 0 0 la tonelada. 116 aquí ahora los tipos do cotización de tos y de otros del mismo origen ses. Marfil de 7. á 1. C o m a . C o c o s .37 á 2. de 1. de más de estos p r o d u c ingle- en los m e r c a d o s A c e i t e de palma.25 el k i l o g r a m o . ' do 0. de 2 5 0 á 8 5 0 id. de 4 0 0 á 5 7 5 la tonelada. do 100 á 150 pesetas la tonelada. kilogramos. C o m a elástica. á 4 0 id. representando un valor a p r o x i m a d o 4 0 millones de pesetas.17. á 20 la tonelada. de 125 á 2 0 0 el millar. do 100 á 150 id.25 el k i l o g r a m o . C a c a o .37 á 0. X u c z de palmera. É b a n o . de 00 á 80 el millar. 7 7 á 3 5 . 1 5 hasta de 4 0 id. sino á c a m b i o de procedentes de Inglaterra. do 13.50 dientes de 12 de 2 9 . de 700 á 8 0 0 pesetas la tonelada.55 á 1*130 el k i l o g r a m o . C a m p e c h e . Alemania y precio en pesetas p u e d e verse en el que se estampa á continuación: PRECIOS se a d artículos cuyo Francia.— S3» — c o m e r c i o .50 á 25 el k i l o g r a m o . H u e s o de palmera. A l g o d ó n . C o c o s . á 2 el k i l o g r a m o . á 0 ' 0 7 pesetas id. P e r o es preciso advertir que estos productos no quieren en A f r i c a p o r dinero. cuadro comparativo . L o s cuales artículos valen en las costas do Africa: A c e i t e de palma. Café. /' Marfil . C a m p e c h e . É b a n o .37 á 19. id.

75 una. c o m p e t i r producción .50 u n o . que ha de p o r resultado la colonización y civilización do este g u o continente.82 k g .00 docena.80 unos. í d e m de piston 0.50 aplicación deduun será á traer antipaises particular al m e r c a d o de la c u e n c a del M u n i .25 12 0. Collares 2. ¿puede E s p a ñ a presentar en los calidad y precio c o n los extranjeros? (1) (l. R e v o l v e r s ' d e (i tiros 8. p o r sí sólo. Rom Basta reunir estos datos y hacer de ellos í) 12 1*25 00 5 25 15 12 25 50 5 12 25 15 0. . entrar en el concierto e u r o p e o africano.2:") metro.00 d o c e n a .50 una.25 k g .) d o c e n a . Blusas y camisas 7.85 litro. 15.81 metro. 1.— S40 — IlIK'l. . . Pistolas T a b a c o V i r g i n i a en hoja .7. Fusiles de chispa 8. Pañuelos 8.50 u n o . desde 1. que él. Pesetas F r a n e l a d e varios dibujos y c o l o res.75 u n o . 12. Ginebra 0.00 u n o .) F a l t a n d a t o s e s t a d í s t i c o s r e c i e n t e s s o b r e la PRECIOS industriales mercados afrien canos p r o d u c t o s de su industria capaces de . para cir que los comerciantes p u e d e n sacar en estos p o d e r o s o aliciente que o b l i g u e á nuestros interés tan g r a n d e á su capital.75 caja. Pantalones 1. P e r o . S o m b r e r o s de paja 10-T)0 docena. Pólvora Machetes 3. Paraguas 2.'il ARTÍCULOS D E CAMBIO Péselas. Telas de algodón 0. 8).

p o r q u e sus son los que más les agradan.—Comerciantes en g é n e r o s a f r i c a n o s . C. — T a y l o r y C. L o s ' a l g o d o n e s de la fábrica de los señores ü r q u i z u . C. — L o n d r e s .000 Pesetas. T o m l i u s o n e t c .055 N o s h e m o s s e r v i d o . P a l o de t i n t e ( c a m p e c h e ) 84. de La España Manuel Bertrand. p e r o los por sus efectos ópticos. ción apagada. — G ."—Liverpool. Duff e t c . — E d w a r d s . ESPAÑOLES Vergara.500 » Cera 185 » Ébano 370 » 1489. han las señores gustado extraordinariamente. quizá colores estamse los telas un una cosas combinaciones pación que p o r la consistencia del tegido. del país del M u n i q u e e v a l ú o h o y en tres m i l l o n e s de p e s e t a s a n u a l e s . C h r i s t i e e t c . Mercantile Shipping Register. — C o m e r c i a n t e s b a n q u e r o s . de la Serra y Bcrtrand. B a r k e t c . — T o m á s E. más por Industrial. G r i e s s e l i c h . — L o n d r e s . etc. para fijar los t i p o s de c o t i z a c i ó n q u e s i g u e n . — A g e n c i a de la c o s t a o c c i d e n t a l de " A f r i c a ." de F e b r e r o de 1876 á 23 de A g o s to del m i s m o a ñ o . p e r o á falta d e c o m p r o b a n t e s d e c i s i v o s c i t a r é la e x p o r t a c i ó n q u e h u b o d e s d e 1. d e l o s d a t o s t o m a d o s en el país y ele l o s c a t á l o g o s p u y b l i c a d o s p o r W m . ° — L i v e r p o o l — C o m e r c i a n t e s un a r t í c u l o s a f r i c a n o s .. Goma 1400. colores de estas las azulados precios resultan de preferir de tanto elevados en Africa.°.—Agentes del A frica o c c i d e n t a l . C. C . O.—Liverpool. AV. h e r m a n o s .).— 341 — Hoy puedo ase- D u r a n t e algun tiempo lo he d u d a d o .000 » Marfil 4. — A d o l p h u s Hreslaner e t c . gurar que los tegidos de a l g o d ó n de las fábricas catalanas . de disputaban los indígenas. Monteys y C o m p a ñ í a ."—Londres. p e r i ó d i c o de L o n d r e s . y el c u e r p o asegura una gran duración.—Comerc i a n t e s .° — G l a s g o w — C o m e r c i a n t e s . d o n d e sólo s o j u z g a n hasta el punto mala tela do brillantes colores á una buena estampa- ARTÍCULOS . — T . ° — L o n d r e s . d o n Gil y y Nohef. — H . — L i v e r p o o l y L o n d r e s . G. — J h o n ( j u a y . C .

pero el africano conoce no y europeos dos de y escopeta cañones la fábrica). ginebra. por lo Eibar cano. E n rom y tabaco es E s p a ñ a p r o d u c t o r a . Charola tiene africanos educado de una el mérito obra. de superiores á los ingleses. P o s e e r una reales el sueño dorado de los jefes. el t a b a c o . E c h e v a r r í a ca del Muni. Z u l o a g a . y más Eibar: son apreciados por su matemcon esde afrifuerte. forma y duración. una pistola de á retro-carga (1. al llegar á costas de A f r i c a . las armas de fuego en aunque sea de construcción tosca. E s ta observación es también aplicable á los magníficos chetes de los Sres. el r o m . los cambiarían por p r o d u c t o s E n fabricación de p ó l v o r a no somos de los últimos. ni c o m o objetos de arte. y A R T Í C U L O S E S P A Ñ O L E S . y apenas c o m p r e n d e que p u e d a valer más cara u n a arma g r a b a d a con gusto que otra completamente lisa. quo en de piston. infinitamente ple. pero la diferencia de precios aquellos disminuiría la venta. y tan solicitadas. y creo que do nuestras Antillas la de la cual. y objetos ría y quincalla.5 reales en fábrica). L a s armas do los señores Anitúa llamado justamente la atención de el sentimiento de lo bello. podrían del pedirse con ventaja cu b a r c o s de vela que. bisuteprimera exlas en país. B a r t o l o m é Arcitio eran d e s c o n o c i d a s en la primeros do viaje nos quedamos sin ninguna. ligera y resistente (5.L a s armas do fuego de los Sres. E l género barato y tos paises. collares. Después de los tegidos y de las armas figuran tículos importantes en el c o m e r c i o de A f r i c a . es el preferible en baratas dejarían grandes utilidades el c o m e r c i o c o m o arpólvora.> los en hermanos cuendias era felihan y de D . el c o l m o cidad.

tan odiosa c o m o innecesaria. y en comunicación que las de que nuestra costas ser Africa. correría aventurera mercio de esclavos ha concluido para siempre en nuestras navegación Africa aserción. Mientras se p o n g a n obstáculos á la de nuestros b u q u e s . DERECHO DE VISITA . Hoy.— «43 — de comercio africano.ira. Cuanto se diga en contra de esta cunstancias. en P u n t a N e g r a . durante las actuales circualquiera mere x p e d i c i ó n marítima en que ondee nuestro p a b e l l ó n en una Cátala exha sobre de B a r c e l o n a formal de ( i . antes de decidirse á ello. ¿ P u e d e establecerse en la c u e n c a del ría española. 100 el la p r o d u c c i ó n de otros artículos figuramos en primera línea. en N a n g a . bandera mercante se paseara africanas. será lo tengo por c o m p l e t a m e n t e estéril y . facto- españoles. el c o m e r c i o español en imposible. ) L a s f a c t o r í a s e s p a ñ o l a s q u e hay e s t a b l e c i d a s en la c o s ta d e A f r i c a s o n : en el SaJ. l i é aquí los puntos capitales desenvueltos posición que el C o n s e j o elevado á la D i p u t a c i ó n este mismo asunto. p o r Cádiz y Canarias. con géneros Muni precio do las mercancías que se envían á F e r n a n d o una Póo. L o s fletes y comisiones recargan en un 15 p o r desde B a r c e l o n a . calificaré de cante. el co- can la Península p o r medio de buques españoles? (1) •Sería necesario. r i o Loango y Banana. puesto colonias. perseguida labandera por los cruceros mercante libremente p o r española mares esta puede ingleses culos I n c u m b e al G o b i e r n o hacer desaparecer vigilancia inglesa. " A l p o c o tiempo de haber tomado posesión General Provincial del Centre.

V i d a l y Eivas y M o n t a g u d Guinea. establecieron factorías en la vieras de Barcelona. L a negocio con las dos el tratado en Póo provistas de todos los quisitos y d é l a d o c u m e n t a c i ó n señalada en 1 8 3 5 .— 5544 — y (brisco. 0 0 0 duros. y aunque al c a b o de tres meses se declaró presa. la Superioridad.. la e x p e d i c i ó n fracasó 8 0 . al m o m e n t o V i d a l y E i v a s e m p e z ó el n u e v o betas Mariana y Fernando surgieron casa participó á la Cancillería inglesa que nuestro comercio q u e d a b a dificultacitada de correde el dos á la raBar- des p o r parte del G o b i e r n o británico. " C o m o era de esperar. á fin de asegurar imparcialidad en los j u i c i o s . que dista más de 5 0 0 leguas de A c r a . y en efecto. m u y para Sierra L e o n a y v i c e c ó n s u l e s en A c r a . Aera celona. pañía. y al mismo tiempo tablecido legalmente en la costa africana. nombró un cónsul ciales de aquella region. las dos costa del los casas y Golfo dos nade Comnego- las islas de F e r n a n d o P ó o . presentándose el de escala. pidieron al cio de tan b u e n cariz que p r o y e c t a r o n ampliarlo en g r a n Gobierno comergeneral María espala esque n o m b r a s e cónsules en los principales centros atenta y justa en este caso. DERECHO DE VISITA injusta la perdieron y los armadores . legalizada p o r el consulado de Inglaterra segundo de los citados b u q u e s á cruceros de guerra ingleses. introdujo un representante ñol en el tribunal m i x t o de presas. tripulación y a b a n d o n a r o n el b u q u e f o n d e a d o da. á c u y o efecto. D e s p u é s de verificados cuatro viajes. A n n o b o n E l o b e y y costa de C a b o de San Juan.. e n v i a n d o allí sus b u q u e s . èn 1854. al llegar le apresaron á Sierra en encarcelaron la llevándole Leona . Santa de Bathurst y L o a n g o .

c u y o comandante dijo José por sil. fletó la corbeta Conchita para cargar aceite de blicas operaciones comerciales en A c r a .— S45 — siguiente pal- „ N o d e s m a y ó la casa V i d a l y R i v a s . efectuando p ú Badagrí al Brade contamsegún español Sr. y L a g o s . que l u e g o v e n Carlos un no h a b í a crucero i n g l é s ... Creus. á D . p e r o el G o b i e r n o no hizo nada. y al año 1856. temiendo su p r o n t o regreso. llevando á b o r d o al cónsul Wydá. causó documentación. ma en sus factorías de la costa de Guinea. DERECHO DE VISITA . después de haber sido visitada p o r otros dos que obraba órdenes expresas de L o r d C l a r e n d o n . S o u z a á c a m b i o de aceite de palma. C o n un cargamento c o m p l e t o m a r c h ó la Conchita dió en W y d á . Sociepor la quedó navieros catalanes comercio de la V i n o entonces la m e n c i o n a d a e x p o s i c i ó n d a d E c o n ó m i c a Barcelonesa á la Reina. a p o y a d a prensa. en d o n d e c a r g ó aguardiente y t a b a c o . j u z g a r o n al que español p o r un tribunal inglés y no mixto como era de por el ley. y el A f r i c a b o r r a d a de nuestras casas de c o m e r c i o . y los desanimaron no pensando más en el profunda se africano. ( 1 8 8 5 ) . " E l dia 12 del pasado mes de M a y o . „ L a noticia de este acto de piratería alarma al c o m e r c i o español.E1 cónsul español estaba ausente de S i e r r a . . los ingleses. A ú n cluido la d e s c a r g a cuando fué apresada b i é n ingleses. p o r contrato p ú b l i c o .L e o n a . e l señor marqués de Casa Jimenez p r e g u n t ó en el Senado c ó m o estaban las n e g o c i a c i o n e s para la supresión del derecho de visita.. y sin querer examinar la declararon buena presa á la c o r b e t a Conchita. y sin admitir al y bu- tribunal en enfer- representante francés que sustituía al español en ausencia ó m e d a d de éste.

N a v a r r o y Montes de O c a y del nero D. „¿Es posible mayor humillación? ¡Necesitar por mediación de nuestro Lord Rusell. pues bien guran en las costas africanas. hizo un antes conseLon- permiso del G o b i e r n o inglés para p o d e r ir á nuestras nuestra casa! „E1 Congreso español de G e o g r a f í a nial que tuvo lugar en M a d r i d en personas tan autorizadas como los colonias. á instancia fes de la A r m a d a . Ú n i c a m e n t e en I 8 6 0 viaje á F e r n a n d o P ó o . p e r o teniendo que p r o v e e r s e de una licencia y s a l v o c o n d u c t o de guida dres. no habían sufrido nada y fifasabido el á causa del tratado do 1 8 3 5 . ni sean timas de la m a l a fé que hace algun DERECHO DE víc- tiempo se permiten VISITA . fin de que nuestros b u q u e s no se v e a n en la v e r g ü e n z a de tener que m e n d i g a r pasavantes en L o n d r e s . del Sagrado C o r a z ó n oficial del tratado de 1 8 3 5 . respuesta es que nuestro c o m e r c i o y n a v e g a c i ó n . Sres. José Mata.— S4© — respondiendo el señor ministro de E s t a d o que desde 1805 nuestro c o m e r c i o y n a v e g a c i ó n . á colodo je- mercantil y distinguidos Padre María. l u c h o Encarnación. g o b e r n a d o r e s que fueron de P Ó O . en embajador d e la matrícula de B a r c e l o n a . no basta que t o d o el m u n d o esté consiga español: es á del de Inglaterra diplomática de dicho tratado. 1881. „ N o basta que c o n el tiempo haya c a d u c a d o v e n c i d o de q u e y a no existe ningún preciso que nuestro G o b i e r n o la verdadera anulación negrero de Fernando misiovotó una conclusion en la cual se pide al G o b i e r n o la abolición de hecho con- el tratado de 1 8 3 5 . incomprensible desde 18b'5 no m u y p o c o formal en un señor ministro.

. Consigna el autor de dicho d o c u m e n t o DERECHO. ó diera respuesta a m b i g u a ó evasiva. lo viará al G o l f o de Guinea los cruceros es de esperar.. contra el cual se h a b í a y a p r o n u n c i a d o el C o n - diplomático to- . EUSEBIO G ÜELL Y BACIGALTJI !. C o n d e de B e n o m a r . pequeños ni el d e r e c h o de - ingleses . hecha p o r sentante de Inglaterra.. C o n c l u y e la e x p o s i c i ó n del Centre Català.DE VISITA occidental de A f r i c a . la D i p u t a c i ó n provincial. tanto c o m o en 1 8 3 5 y las circunstancias nos f a v o r e c e n — B a r c e l o n a . acerca del derecho de visita en la costa greso español de G e o g r a f í a . presentó á la misma el la negros repreConfeel Esde documento E x c m o . c o n c e d i e n d o el derecho l l a m a d o de respectivas naves de guerra. Sr.— las naciones fuertes en «4* — para asuntos marítimo-coloniales r e c t i f i c a r l a s fronteras de las n a c i o n e s débiles. sobre sus tes. no lo somos. — E l Presidente 1 del Centre Cédala. C o n m o t i v o de la p r o p o s i c i ó n sobre la trata de y el c o m e r c i o de esclavos p o r tierra. entonces nuestro G o b i e r n o declare que necesarios a p o y a r nuestro c o m e r c i o marítimo y ejercer visita sobre todos los b u q u e s mercantes en v e r d a d h o y somos aún muy con la p o d e r o s a I n g l a t e r r a . pues con comparados mucho. siempre que n a v e g u e n en los o b j e t o de suprimir el c o m e r c i o mares ó trata tado celebrado entre E s p a ñ a é Inglaterra en 28 de visita marinas africanos déla mercanesclavitud que no enpara si n e g r a . 15 de F e b r e r o de 1 8 8 6 . " q u e gestione suplicando del á del traJunio á sus y con sin descanso G o b i e r n o d é l a n a c i ó n la denuncia y a b r o g a c i ó n de 1 8 3 5 . E n el caso de que Inglaterra se negara á tan j u s t a p e t i c i ó n . que fué a p r o b a d a un en rencia de Berlin.. plenipotenciario p a ñ a .

p o r lo que se tratados refiere al á la costa occidental de A f r i c a . toda v e z que las circunstancias q u e m o disposiciones han desapareciabdo p o r c o m p l e t o .° A n u l a r de c o m ú n a c u e r d o . que tiene dos objetos: „1. Británica. y formula su aspiración en este p u n t o . Considera estos c o m o una amenaza constante para la uso p o r la abolición de la esclavitud en las c o l o n i a s e u r o extension derechos comerestá ha lo libertad de que así cio y n a v e g a c i ó n . que tener á los b u q u e s y llevarlos ante el tribunal á la p o r encontrar agaia en cantidad superior pueden de depresas conindes- necesaria para la tripulación. y español h e c h o saber el G o b i e r n o de S. M . „2.— 348 — da la amplitud de facultades c o n c e d i d a s p o r el tratado de 1 8 3 5 á los comandantes de los cruceros. „Estas medidas p o d r í a n ser las siguientes: a) V i g i l a n c i a p o r uno ó dos b u q u e s de potencias hacer desaparecer completamente la trata p o r mar sigy du- natarias. A s í se p o d r á asegurar la perfecta y to d e la obra de la Conferencia. en siderable p r o v i s i o n de artículos alimenticios ú otros dicios remotísimos: facilitades innecesarias h o y y peas y la o c u p a c i ó n de la costa casi en toda su p o r las p o t e n c i a s civilizadas.° R e e m p l a z a r las estipulaciones de los tratados s o con la y puedan en soluta libertad de n a v e g a c i ó n que d e b e ser el c o m p l e m e n - b r e el derecho de visita p o r medidas en c o n s o n a n c i a el estado actual de las cosas. los tivaron aquel conjunto de relativos derecho de visita. que hagan este servicio alternativamente DERECHO DE VISITA . declara que el G o b i e r n o dispuesto á abandonarlos p o r su parte. una caldera demasiado grande. q u e sean eficaces costa occidental de A f r i c a .

reglamentos estaban ni con esclavitud formados de c o m ú n acuerdo por las potencias. el ejerciéndose la costa el que de dicha vigilancia á lo largo de las partes de no estén ocupadas ó c o l o c a d a s b a j o protectorado una potencia civilizada y d o n d e p u e d a existir ó de la Comisión Internacional del C o n g o . á j u i c i o de las potencias solamente Jos que buques allí tal esca- que tuviesen á su b o r d o un gran n ú m e r o de n e g r o s . quizá la e c o n o m í a en tienen há- escalovivir lono- nadas factorías servidas por gentes de color á lo largo de podría zana en los primeros momentos de su existencia. d e c o c o . las simpatías e u r o p e o s . ( l . ) E s p a ñ a i m p o r t a (1881) a c e i t e de p a l m a .. pero siempre inestable. pero está bilmente explotada p o r los alemanes.. a l g o d o n e t c . nuevos proy de (1) sostendrían una situación halagüeña. m a d e r a s de c o n s t r u c c i ó n DERECHO DE VISITA . que los principales rios. U n a n u e v a factoría v e d a d de las mercancías. L a hacia los los precios.rantc un plazo de un año ó de seis meses. Estos cruceros p o d r í a n apresar peligro d e que se haga la trata p o r mar. E l longarla dependería de la habilidad de los factores una serie de circunstancias que se escapan al cálculo. á los L a cuenca del Muni es rica y p r o d u c t i v a . en el caso de que los capitanes no p r o b a s e n p o r voluntad p r o p i a y no iban en destino. para j u z g a r . de g o m a e l á s t i ca p o r v a l o r de c e r c a d e 4 m i l l o n e s . p o r v a l o r de 8 1|2 m i l l o n e s a n u a l e s . b) Creación de un tribunal c o m p u e s t o de cónsules según tablecidos en el C o n g o . pitanes de los b u q u e s apresados.

Y o tuve der en 1875. p a l o s de t i n t e y e x t r a c t o s t i n t ó r e o s p o r v a l o r d e 17 1]2 m i l l o n e s . desnuda de toda forma retórica. gastar unos mipenetrar los en que aquellas soledades ignoradas. en es preciso ensanchar el c a m p o comercial. go p o r deber mió el no pintar flores d o n d e sólo arena. la g o m a . colosales.000 duros vió la espalda á las faldas de la Sierra. m a r f i l p o r 1 1|2 m i l l ó n . E n A f r i c a se han hecho fortunas en 99 p o r 100 de los europeos establecidos he Tenvisto El costas. p o r falta de elementos. J o a q u i n C o s t a . a z ú c a r por v a l o r d e IOS m i l l o n e s s e g ú n d a t o s q u e e x t r a c t a m o s de una M e m o r i a p u b l i c a d a p o r D . b u r g o . T a l es la v e r d a d . Hamvol- obstáculos y después de en de p o r sus raciones en el S á a r a . se detuvo más atrás aún y un viajero alemán. de r e c o m p e n s a .P a r a obtener m a y o r suma de p r o b a b i l i d a d e s de les de duros en salvar la Sierra del les. T o d o s e s t o s p r o d u c t o s los p r o d u c e el país del Muni y p o d r í a n c o l o c a r s e en E s p a ñ a á p r e c i o s m u c h o m á s a l t o s q u e l o s q u e alc a n z a n en s u s p a í s e s l o s e x p o r t a d o r e s e x t r a n j e r o s . habérselas c o n decepciones. L a empresa es ardua. á quien la casa TVoerman. ni el aceite de palma. fibras t e x t i l e s y b a m b ú p o r v a l o r de 20 m i l l o n e s . P e r o . y p o n e r á las tribus del interior con la costa. ¡qué inmensos esfuerzos y luchas constantes no á este término! ¡Cuánta paciencia y preciso desplegar! N o son el marfil. L e n z célebre J canívacon las relación retrocehaber explo1874. sus han visto centuplicarse sus capitales. éxito. c a f é y c a c a o p o r v a l o r de 74 m i l l o n e s : a l g o d ó n (1882) p o r v a l o r d e 324 m i l l o n e s . pasado de puertas adentro. luchar á brazo partido con los Cristal. había ofrecido 8. los p r o necesitaron para llegar cuánta constancia fué p o r v a l o r d e 95 m i l l o n e s de r e a l e s . tal c o m o h o y se e x p l o t a n p o r manos de los indígenas. IMPORTACIÓN .

siendo cada vez más difícil dios más c ó m o d o s de satisfacer sus necesidades. Citaría en detalle y en cifras los rendimientos y la atención de mis lectores. y c o m p r e n d i é n d o l o así. p o r no abrumar la p a c i e n c i a solamente nas conclusiones. los tores e u r o p e o s empiezan á abandonar sus para sembrar c a c a o . E n cada hectárea de terreno se p u e d e n plantas de c a c a o .300 pesetas p r ó x i m a m e n t e . rinden tantas ó ción de otros p r o d u c t o s . 5 0 0 pesetas. sostenimiento. estos productos. que el calor y la h u m e d a d paises se encargan de m a d u r a r c o n fin y al c a b o . p e r o . ciarían al tercer año.500 da que gastos establecidos en A f r i c a . en perseguido. de más rapidez. que han sido revisadas. e x p o n d r é tos de d o n d e se han deducido. T r e s mil por dejan una utilihectáreas que de terreno sembradas de c a c a o . es la cantidad más a p r o x i m a d a á la realidad. menos en la obtención del aceite y de la g o m a . c a z a d o y se retira al interior.— 351 — negocios el obte- ductos que. una renta anual teórica de AGRICULTURA . café. c u y o fruto. quina. dad de 8. etc. proporadquisi- cionan menos molestias y contratiempos una algu- plantación cualquiera.. d o . r e b a j a n d o ¡s. a l g o d ó n y los frutos tropicales. es c u a n d o el fruto es v e n d i b l e . de plantación. p o r lo tanto. canela. fletes. c a m b i a d o s . L o s indígenas. v e n d i d o en Liverpool. 1 una cantidad anual de 1 2 . Pero. ner sus dientes. utilidades que y y la de mostradores que.-así c o m o los dap o r antiguos agricultores cultivar 2. que encuentran otros m e trabajan escaseancambio. constituyen los grandes de la costa de A f r i c a . el su factodos estos al suelo africano nos está b r i n d a n d o constantemente con fertilidad extraordinaria. E l elefante.

los no las elehay cose- la agricultura es de gran p o r v e n i r . no es tan insano p a a l i m e n t a d o . mediante un t o d o género de trabajos ( 1 ) . hermoso clima. la tierra que los dá mentos de nutrición. seguridad establecer cuales pueden dirigirse t o d o género lo de trabajos dicho hasta desde comerahora muy es- ciales y a g r í c o l a s emprendidos en los rios. y en la en los mi h u m i l d e asuntos pierde Muni de p e enten- africanos. y trabaja 11 horas. 9 0 0 .) Un bracero cuesta una peseta diaria. en la cuenca del M u n i . abundan los b r a z o s para chas: el terreno es de quien lo toma. entre sueldo y ración. debemos los españoles mirar se consumen. 0 0 0 = 2 4 . L a agricultura sola.300X 3 . p u e d e observar con tranquilidad los precep- briny velas d a n d o . bien tos h i g i é n i c o s en su confortable casa. T e r m i n a r é d e d u c i e n d o de todo las siguientes conclusiones: E l c o m e r c i o sólo. el cindad de europeos. (1. sus" p r o d u c t o s s i e m p r e nunca del cuenca impuestos que abrumen. p o r su situación. ni sequías que maten ño regalo á los j e f e s . ¡Cerca de 2:") millones setas! Este es el aspecto b a j o el cual.M. islote á Elobey Pequeño residencias está cuidado féricas y á las fatigas y privaciones. rendiría con seguridad grandes beneficios. si bien l u c r a t i v o . 0 0 0 . y el clima. ingrato pequeejecutar y malo atmosy bien para el viajero expuesto á todas las inclemencias ra el agricultor y comerciante que. AGRICULTURA considerarse como negocio . no p u e d e h o y table. der. en la c u e n c a del M u n i . P o r otra parte.

N o estando el país del Muni en disposición colonias europeas aconsejo al que se dirija á que fijo provisionalmente su residencia en b e y p e q u e ñ o . cosas de plantación combinadas. Las comunicaciones sus estos el islote excursiones que son tiene verifiregulaBritish E u r o p a con la isla de F e r n a n d o P ó o y E l o b e y se can p o r m e d i o de vapores ingleses. sucedería si las escalas de estos vapores fuesen fijas. constituyen.— en Mahasta uno que Esto — E d l e r . la p e o s experimentados en las precisa del n e g o c i o . t o c a en F e r n a n d o P ó o . tal otro deja de tocar menos tratány dose de puntos españoles. c o n dera y Canarias. al en Canarias. L i v e r p o o l . modo Salen c a d a o c h o dias de L i v e r p o o l . a j u i c i o de los Africa. última escala del da. y á las Company Compañías (chimenea n e g r a ) . amarilla). 4 8 . F e r n a n d o P ó o se c o m u n i c a c o n E u r o p a cada o c h o E l o b e y c o n F e r n a n d o P ó o y con E u r o p a dias y cada m e s . pertenecen navigation Ship 31. Estos b u q u e s ¡Si African.— S53 — fectoríá la de y la euroforma recibir climas Elo- E l c o m e r c i o y la agricultura. c o m o punto de partida de p o r los rios. tocando generalmente de estos buques se dirige al Sur hasta San P a b l o de L o a n en E l o b e y . . a c o n t e c e que tal v a p o r no . c o m o los capitanes en sus viajes se cuidan más de la c a r . — y Company (chimenea James Street. frente á quizá dos consecutivos pasan de largo COMUNICACIONES Elobey. pero no res. p e r o . de A f r i c a mes. Dempster & C. F e r n a n d o P ó o . Castle Street L i v e r p o o l . es decir. C o s B iu s B & c ia c o it i e s .°. escala Cada De recorren la costa viaje. African Alex Steam Steam Sinclair. ga y pasajes que de la correspondencia.

y so comprenderán las angustias q u e sufrirá un escalas. i c a p i t . Súmense á los retrasos y invertir poro los que van á las costas del Sur. los v a p o r e s desde desde Canade 30 Liverpool parte la m a y o r unos emplean dias y otros hasta 4 0 en hacer este viaje. de ruido de palma y de un calor i n s o p o r t a b l e . si difiere notaabulos anticuya riqueza á esta irregularidad. y abundancia no be de n e g a r . hablo de el oleadas de negros. i u e s e x c e l e n t e s . ni quiero suponer que glés L a m a y o r parto de los españoles de F e r n a n d o P ó o cuerdan con horror el viaje do Canarias (2) a l a mos- sajero se maree c o n el movimiento ó i g n o r e el i d i o m a re- colonia.) De C á d i z salo los dias 2 y 17 ei v a p o r c o r r e o para C a n a r i a s . el trato inglés de afable y cortés y de igual índole al á bordo.r e o s d e C a n a r i a s África y América.lo quo significaría dos meses do aislamiento si no diese apelar al G a b o n . do de painmaquinillas. y el mismo tiempo deben las veces no tocan en Canarias. L a irregularidad cu las van á F e r n a n d o P ó o d e b e n tardar 80 rias. d i r i g e n á F e r n a n d o P ó o . de cañonazos. consiguientes que. Y no de higiénica. c u e n t a n c o n u u o . p r o d u c i e n d o á la larga un rrimiento m u y molesto. que dias se puso que escalas observa también en el tiempo e m p l e a d o . de olor á aceite quitos y otras m e n u d e n c i a s . de cantos y gritos. en (1 ) N o s o t r o s t a r d a m o s 3(5 d i a s d e s d e Al a d o r a . p e r o s o n b u COMUNICACIONES . l l e g a n d o el 5 y el 20 MI i) y 21 salen para C á d i z . lista es la línea q u e t o m a n l o s e m p l é a l o s y m a r i n o s q u e s e . y la mesa inglesa. h a c i e n d o la c o s t a 33 e s c a l a s (2. blemente en los detalles. (1) contratiempos nuestro. pero que p a r a nosotros españoles es de un gusto pésimo y hasta repulsiva y pasajero durante cuarenta dias interminables de descargas. L o s v a p o r e s c u .

E l pasaje de Cádiz á F e r n a n d o P ó o cuesta h o y 700 p e setas en 1. E l tiempo que se invierte en este 5 0 á 00 dias. y 3 5 .000 reis en 1.) se tardarían de 25 á 0 0 dias. S. 05 e s c a n d a l o s a m e n t e c a r o . D e L i s b o a tí. D e narias á F e r n a n d o P ó o no hay 0 . E l tiempo en que se verifica este viaje es de 20 dias. E l dia 5 de cada irremes á pertenecen á Cabo Verde. hay c a m b i o do b u q u e en Canarias d o n Caes de emde El á cu clase y la segunda viaje del es el Sur que de es forzoso permanecer á veces más de 15 dias. Kl p a s a j e m á s q u e s u b i d o . C O M U N I C A C I O N E S .A d e m á s de los buques alemanes que r e c o r r e n c o n gularidad la costa de A f r i c a . a m u y mala. camarotes y lonia ¿no le literas y tendría alimentación. cuenta desviar a clase. Ofreciendo sus vapores á á esta unas vista las C o m p a ñ í a la correspondencia y el pasaje oficial de la c o millas y tocar en la isla de F e r n a n d o P ó o . a a (igual clase ( 0 2 0 pesetas). T h o m é tardan 20 dias solamente. P a b l o de L o a n d a . aún no los h e m o s v i s t o . hay otros que hi Compañía salen de Nacional Portuguesa. pero l o s r e s u l t a d o s p r á c t i cos q u o son los que nos interesan. en Lisboa con escala Madera. (1-) q u o s v i e j o s . Tienen 3. T e n i e n d o oportunidad do palme con un v a p o r que vaya á las costas encontrar A f r i c a (cosa m u y difícil. . 5 0 0 a 3 . 8 5 . T h o m é ) 115. g a s t a d o s y de m u y p o c a m a r c h a . precio del (1) P a r e c e q u e se ha i n t e n t a d o c:i a l g u n a o c a s i ó n s u b v e n cioiinr á la C o m p a ñ í a i n g l e s a para q u e s u s v a p o r e s t o q u e n en C á d i z y t a m b i é n os c i e r t o q u e el G o b i e r n o se o c u p ó de la línea p o r t u g u e s a eu c o n o c i m i e a t j de las v e n t a j a s q u e r e p o r t a r i a e s ta línea si t o c a s e en F e r n a n d o l ' ó o . pasaje de L i s b o a á F e r n a n d o P ó o costaría S. a cuya veamos en este caso clase. con P r í n c i p e . T h o m é y S. 0 0 0 reis (207 pesetas) reis (405 pesetas) en 2 . pasan hoy'? Croemos que sí y ventajas que reportaría.

alta mar. el trato más idóneo y el idioma Y a de p a l u empleacosa á no la se último. COMUNICACIONES . a marineros trato en y los por de pe- enfermos y cumplidos p o d r í a hacerse p o r la mitad do p r e a comportamiento son superiores á los de 2 . siquiera nal. que no p u e d e hacerse en la línea inglesa. por parecida hermano. en el b r e v e tiempo de 2 0 tuaciones v e r g o n z o s a s q u e no dias. se los auxilios y socorros llegan t a r d e . mientras ra no h a y n i n g u n o seguro. E l G o b i e r n o p o d r í a las necesidades de la colonia. N a v e g a n d o los vapores portugueses los enfermos que calenturas. siendo la alimentación portuguesa más nuestra. A l g u n o s de los dos y marinos viajarían.Saltan á la vista las ventajas inmensas al G o b i e r n o y á nuestra colonia del G o l f o que la C o m p a ñ í a Nacional P o r t u g u e s a que reportaría e^ por que hacer lugar ahonacioahora silos á de Guinea optase escala de sus b u q u e s en F e r n a n d o P ó o . d o n d e sin duda la alimentación. y hasta n e c e s a r i o . clase. y por esto mientras atender á que decoro ocasiona ocultar pueden ojos de los extranjeros (1). pronto r e c u p e r a r í a n la salud clase vapores ingleses. T h o m é . mientras que en los vapores ingleses netran en los rios y tocan en p u e r t o s infestados dismo.) A n u e s t r a l l e g a d a á F e r n a n d o P ó o r e g r e s a b a la g o l e t a española d e S . E n primer se tendría un correo mensual regular. se agravan notablemente. E l trasporte de los cio en 3 . línea de n a v e g a c i ó n portuguesa t o q u e en F e r n a n d o E n cuanto á las comunicaciones con Elobey. T a l era el e s t a d o a f l i c t i v o de nuestra colonia. p o r e c o n o m í a . cu 2 . clase. si se (1. q u e la Póo. con dinero y víveres que había i m p l o r a d o de las a u t o r i d a d e s p o r t u g u e s a s . titubeará en declarar preferible.

que en v e z de tener en F e r nando P ó o buques que La Edetuna. verdaderas calamidades náuticas. T h o m é (1) P e r o es preciso para esto. africanas bravos marinos sufren y con sobrado m o t i v o p o r estas circunstancias que debían un son los p r i - reclamar para nues- servicio de guerra más c o m - (1) C o u s u l e s p a ñ o l en S a n t o T o m á s (San T h o m é ) .— 35* — remedio de que verifique diportu- quiere regularizarlas. veces no p u e d e n ir á E l o b e y que la m a y o r parte de las p o r el mal estado de sus máquinas. saldría para el islote después de llegado rectamente con E l o b e y . La Ligera. tras colonias pleto. no habrá más earlas p o r medio del b u q u e de guerra estación. haya un b u e n c r u c e r o ó un b u e n c a ñ o n e r o que garantice la seguridad y servicios de la Colonia y que represente el p o d e r de la N a c i ó n c o n a l g o más dignidad. en mi c o n c e p t o . La Prosperidad. D cisco Montero. Nuestros meros. Esto sería preferible á c o m u n i c a r S. el correo gués. como La Cérea. COMUNICACIONES Fran- .

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ALIMENTACIÓN mano. la esperiencia. una p o r la mañana. en dades del m e d i o d í a y otra p o r la Sol.V I I I . estóma- pero sea p o r esta causa. L o s habitantes siempre están dispuestos á ingerir en principio admitido p o r todos y demostrado de estas comarcas el fre- sus estómagos mucha alimento y c o n seguridad que c o m e r í a n c o n cuencia. el caso es que hacen dos comidas diarias. sea p o r q u e la práctica les ha ensolamente proximidel las tarde á la puesta . A L I M E N T A C I Ó N ÜE la necesidad de es c o m e r es tropical un más que pol- imperiosa en el A f r i c a en nuestros climas. si aquél lo tuvieran constantemente á la señado que la salud se altera cuando se fatiga el g o c o n repetidas comidas.

( 1 ) (1) H e v i s t o c o m e r u n a s o r u g a s b l a n c a s q u e se c r i a n ' en el ' c o g o l l o d e las p a l m e r a s . ellos t o d o se c o m e . la pasta de udiea y las guindillas los L a c o m i d a de los habitantes de la condimentos. En calabar c o m e n p e r r o s y l l e g a n á dar p o r u n o . en mar gaá de y ellas costa consiste un de el pasar así sucede con frecuencia que a p r o v e c h a n las ocasiones en y u c a cruda. mezclados con los plátanos y c o n la y u c a animal.— «o© — C o m o los alimentos do que hacen uso no contienen satisfechos. importándoles p o c o un ayuno de dos ó tres dias. bosque tieantes cocida observa nen m a r c a d a r e p u g n a n c i a p o r sus carnes. L a y u c a y los plátanos son los principales vegetales. L a pesca y la caza los animales. y el aceite de palma. mientras que de él. consumen después alimentos gran cantidad de elementos nutritivos. L o s habitantes del interior son menos el do la carne tomando lo derraman p o r el suelo para que nadie p u e d a hacer uso escrupulosos los y del usan. A s í se con avidez el caldo. una e s c l a va j o v e n c i t a . acontecimiento. E n cuanto á las cabras regalo. E l aceite de p a l m a es llinas que crian en los p u e b l o s no hacen no ser que tengan que celebrar un R e s p e c t o á las aves y que prefieren siempre el gran otros animales pescado cocido uso del la iidicu un extraordinario. incluso insectos y reptiles. plátanos m a c h o s cocidos y pescados cocidos ó c o n s e r v a d o s . c o n s u m e n g r a n d e s cantidades en cada c o m i d a y rara v e z quedan que cuentan con provisiones abundantes y las en una sola sesión. no pierden ni los intestinos ni las propara ductos de la caza sin distinguir en la forma y tamaño cabezas. COMIDAS .

" L a carne humana es parecida á la del c e r d o . que el pero tienen sin e m b a r g o cucharas y tenedores de gran causa esmero y si esta limpieza no os. con de la caña lengua que al la (ales la y la la forma es c o n estos acosresisten de preparar los alimentos. rey c o m e la cabeza y los testículos. — O p i n i o n de un pámue. atienden á tribuir sus despojos ciales. sino que d e v o r a n cadáveres y aun c o m p r a n los muertos de otras tribus. E n lo que están conformes estas tribus es en dición indispensable do una b u e n a c o m i d a y guindillas con las que n o podrían los r i o j a n o s tumbrados á su uso. y el p u e b l o t o d o lo demás. así estos salvajes comprendiendo perfectamente las funciones los diversos órganos del cuerpo. P e r o lo que más llama la atención despedir las espinas de los tiempo.Entre tocios estos pueblos sólo hay dos antropófagos. la CANIVALISMO . con malos El los P á m u e s y los Palafitos. L o salado y lo picante negros tal falta de sensibilidad en el paladar que entro las diferentes ejecutan al disso- categorías tienen más cohol de patatas). L a carne del h o m b r e b l a n c o es amarga y no nos agrada tanto c o m o la del n e g r o . en mi c o n c e p t o . L o s alimentos los cojen y los g r a b a d o adjunto dá una idea. . Con la misma frescura se beben un vaso habilidad que despliegan en separar pescados. la nobleza que ellas el pecho y los brazos. que no se satisfacen tar á sus semejantes para comerlos. . D e s p u é s do cada c o m i d a se limpian la b o c a con manejan con operación efectúan con rapidez admirable y conversando propio mano.

enciente de conservar una b u y e m u c h o á ello. conseguían. bla al cabo de quince encender la ó veinte minutos. h i e r r o . una tabla de distinta madera con un agujero en un el que entraba la cabeza del palillo. I m p r i m i e n d o con las manos y en la forma en que se bate el chocolate movimienvacon tato de rotación m u y rápido en el palillo y relevándose rias personas en esta fatigosa o p e r a c i ó n . la choza contrien que suelo de el que el y de L a cocina se reduce á un cuarto de y en contacto con ella aposento puesto que la mente por la dificultad la lumbre. el calor desarrollado por el frotamiento. ilo. el eslabón y la yesca. Tcncd. lumbre de se se La habitan que tiene en el centro una piedra sobre el puerta sirve noche de chimenea y claro e s t a q u e el humo invade dia y conserva en para de producirla valían caso constanteproducir llegara á faltar. C u c h a r a s de m a d e r a . H o y producen l u m b r e con la piedra.ir de madera. magnífica dentadura. l í a c c años fuego de una varita en forma de palillo tambor M o i i d l . pero siempre COCINA .

L a despensa. en la comida las excursiones. Son do gran su corteza es siempre verde. A b u n d a mucho todo el año y hay dos tamaño y no c o m e r su constituye el el año y A L I M E N T O S . plátanos y pescados. Jlxinga. comestible. no lo aprecian encarnado el país y llamado Dunda. Es conveniente carne.trasportar la las una en la pancolo- de b a m b ú en tiras (ikoku) sostenida del t o c h o pantalla can fuera del alcance de los perros. usan la hoja del plátano que conserva temperatura que tenía el contenido más de seis horas. Árbol que da una fruta pequeñita y de fruto cu Idoko. Vegetales. así que no es conveniente c o m e r la fruta clases. Para. se c o m p o n e de talla (etaka) por cuatro cuerdas de b e j u c o . p o r los entera. agradable. Enredadera quo p r o d u c e un C o c o . L a s basijas son de p r o c e d e n c i a europea en y de arcilla en el interior. pero los de Coriseo misioneros españoles son de m u y buena Bulnji.. Enredadera que abunda en del vegetales país del las selvas y p r o d u c e un fruto grande c o m o un c o c o de sabor cplor encarnado. S o b r e esta yucas. mucho plantados clase. Cito á continuación los principales alimentos y animales de que hacen uso los habitantes Muni. en las c o c i n a s . lktuiiH. Producen cólicos. a b u n d a m u y p o c o .pretieren conservarla. puesto que la leña la tienen puerta de la choza. Plátano. L o hay todo / Naranja. Ekoi. las costas. cabras y gallinas. agrias unas y dulces otras. de m u c h o j u g o y de sabor á v i n o . Yakia.

Biaja. En produce estado lentos y cuando se abusa de él ocasiona graves síntomas crudo le dos suesta de de de envenenamiento. altura. Maiz. Guala. Póoti. á las recuerda hojas coles p o r su sabor. Sus hojas E s el n o m b r e de otra fruta de b u e n comer de sabor sus que para comerla se c u e c e durante cinco minutos. El plátano m a d u r o . Es más pequeña que Sandía. la de E u r o p a degenerada. cuyas granos cuando están tiernos. más comer pero mamente ácidos. Ebuajabu. T a m b i é n es pequeña y pero de sabor agradable. A p r o v e c h a n sólo las pepitas con las especie de pan m u y b u e n o . E l Itofo cuecen cuando cólicos maduro. Ibolce. L i m ó n . L o s negros hacen m u y p o c o uso de fruta. una país c o m o las del Calabaza. P i n a anana. Yanga. Y o la he empleado con éxito contra la picadura los mosquitos. Con uno que se c o m a cada dos ó tres dias es bastante. L o s negros lo cultivan para Planta que apenas tiene un metro picadas se Otra planta comen pequeña cocidas. y otro está vio- p r i n c i p a l alimento do los negros. Gooutlo. A b u n d a por el interior ALIMENTOS que fabrican del . Son p e q u e ñ o s c o m o las castañas y se deben cocido. No frutas de estas. Kupe. Se c o n o c e n uno p e q u e ñ o y verde y sumamente dulce llamado menos dulce y de m a y or tamaño que c o m e n crudo estando recibe el n o m b r e de Ujulc. s e ' comen (jaula.— 3«4 — dos Itofo este clases. bien se c o m a ó frito no es tan digestivo c o m o el v e r d e supera en buen sabor.

Su sabor á fresa escita á c o m e r con Unyoko. Bia.— 3 ©5 — se encuentra por avidez p o r los cuando Su es estas peneestán subido. Ijio. E s m u y solicitada ro hay que contenerse pues una fruta entera hace daño. Nuez de palma. Son comestibles asadas. Mabule. M a n g o . E l ALIMENTOS milímetro negros agra- cólicos especialmente cuando ha pasado algun tiempo después de su cstraecion poderla la F r u t a pequeña que se. terior. Caña dulce. sabor es y es la fruta más agradable que regiones. Liijoiigo. de la cante extraordinaria. V i n o de palma. A c e i t e de palma. A l m e n d r a muy aceitosa con la que hacen pasta llamada udika del c o l o r y sabor del chocolate y que sirve de c o n d i m e n t o . Otra fruta pequeña que también para tiene que coanuna estar cinco minutos en agua hirviendo mer i m p u n e m e n t e . Este es más dulce pero dable. A b u n d a p o c o pero es b u e n o . cocidas ó aceitoso y e m p a l a g a n p r o n t o . condimenta c o m o hueso . P r o d u c e también y está a v i n a g r a d o . « • Mibe. abusan m u c h o de este p e q u e ñ o fruto. maduras ó sea c u a n d o toman un color encarnado P u e d e n comerse crudas. Basta un pedacito de un c u a d r a d o para sazonar Ibó. dosis de Los su pible pero con la costumbre de su abuso p r o d u c e cólicos fuertes. Itumbu. A l principio uso llega desagradaá gustar. ]'oó. Guindilla chile. gros para c h u p a r su j u g o . L o extraen dolorosos palmera menos del aceite y del b a m b ú . un Contiene una plato de sopa.

algo b l a n d o s recuerdan la manzana y pletamente m a d u r o s el m e l o n . Y u c a . 7/o/o. F r u t a grande de sabor vinoso. Boko. se le abren dos ó tres incisiones y se mete en agua. Tiene el t a m a ñ o de un c o c o pequeño cria y en lo tedá un arbusto ele un metro de altura que se rrenos arenosos. Ugondo.de esta fruta llamado Mataba ropeos. Elda. Bongo. Otra fruta de gran tamaño y c o m e s t i b l e Fruta poqueñita de sabor aromático y ¡igra . teniéndolo así un día. P a r a quitarles el gusto resinoso. E s fruto que aprecian on el país men con cautela p o r q u e p r o d u c e cólicos. F r u t a pequeña y de b u e n sabor. L a s mayores se denominan dinde y planeando este salen unas batatas largas estrechas man utongo. dable. L e dan el n o m b r e de y llaman desaparecuer- (jiiese. E l m a n g o es para un sabor parecido al m e l o c o t ó n . frita con da el sabor de las patat i s . que la va á la La agua. Cuando están verdes sirve tienen también dañino para los comeucom- poner la pasta udika. E l agua debe quedar rojiza y gajosa. Batata. pe- y u c a oscura ó (pie lia blanca que sólo la tienen en agua medio gros. L a p r o d u c e una enredadera. Ruda. C o c i d a tiene un sabor avinagrado reciendo á medida que se seca. L a y u c a constituye el principal alimento de los nemanteca bongo á la que de llacola tamaño regular. Bruda. E l n o m b r e lujando estado varios corresponde dias en dia. Efataiuu. A L I M E N T O S pero lo arena de F r u t a grande quo se halla en la playa.

B e s u g o de sabor delicado y apreciado indígenas PESCADOS . Mol-ala. Butrniu. de l o n g i t u d . Su longitud es de unos treinta centímetros. Muere. Tiindii. Su sabor es parecido al del atún y los lo comen c o c i d o . Mapola. en el país. L a longitud de esto p e z es de quince centímetros y seis centímetros y su sabor regular. regular. Muere masama. D e unos treinta centímetros d e l o n g i t u d . Cuesta tres hojas de tabaco. muy mucha espina y mal sabor. Tiene un sabor fuerte y Vjoiigo. Vpango. E s poca espina. Ehuhe. poco agradable. Amliapuhi. centíE s m u y parecido al anterior y se condimenta lo m i s m o . — L i n n . D e veinticinco centímetros de longihoja de tud y pertenece al G. Generalmente se de sabor a g r a d a b l e y de come cocido. p o c o agradable. Apesar de su mucha espina los negros lo comen con a g r a d o . E s p a r e c i d o al anterior. Su longitud es de cincuenta á sesenta c e n t í m e el anterior y se vende al T i e n e sabor desagradable tros." L a b r u s . Su longitud es de veinte centímetros p r ó x i m a De quince centímetros de largo y de sabor unos diez D e quince centímetros de longitud y de sabor mente. L o tuestan y secan v e n d i e n d o cinco p o r una t a b a c o .° Sardinella V a l o n e . L o secan y tuestan c o m o precio de una h o j a de t a b a c o .Veees. Su l o n g i t u d es de unos treinta y cinco metros. Kpaka. De G. y m u c h a espina.

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M Ú S I C A NO de los asuntos más difíciles á estudiar en los viajes de e x p l o r a c i ó n . L a s canciones y la música más ó pero no sucede sario aprenderlo. es más fácil. L o s v e n g a s son más aficionados al canto ó que las otras tribus del interior y abundan los versolaris MUSICA . repetirlo menos se pueden parecido escribir c o n y exactitud esto respecto al baile q u e se hace n e c e C o m o la música para q u e no se olvide y des- cribirlo despacio y c o n tiempo d e sobra. r e c o r d a r aquella que es precisamente l o que b e h e c h o en mis viajes. á la música y á los bailes.C A N C I O N E S . es el que se refiere á las canciones. p o r asociación de Canciones. africana v a a c o m p a ñ a d a siempre do letra. c o n o c i d a ésta ideas.

1. desarrollan un pensamiento lleno de melancolía unas veces ó de satírica gracia las más. pooni. es decir: tu me estás en- (jañando\ es rerdad /pie me euijuuns. C o m o muestras citaré algunas canciones do preferentemente. en c u y o arto se lucen los de más ingenio. so canta profusamente con música c o n o c i d a p e r o variando la letra. Así que en las faenas d o mésticas. emplean ésta con preferencia á aquellos. que m u y lejos a que gustan en el B a p u k u había un h o m b r e que se llamaba Isuba pero que p o r n o m b r e de sal u d o tenia Metamba. Hele yalale metamba Magudi m a y ú b u e T o m s i n doyeki m a n g a Ebue akondikigüc P o n i . tan gallardo y tan ligero que le puso p o r n o m b r e de la catarata Yole. al final de la c o m i da entre amigos y m u c h o más en las fiestas. p o o o n i .improvisadores que sobre un tema que inventan ó les p r e sentan. p o n i . La casar que no se quería con el n o v i o espuma hija segunda parte trata de una que le presentó su otro h o m b r e y se padre puesto que estaba enamorada de resiste e x c l a m a n d o poní. cir los sonidos que lian descubierto C o m o los instru- mentos de m ú s i c a que poseen no son suficientes á p r o d u con la v o z . y construyó un lióte tan bien h e c h o . Hombc agüendomanga banganga Bosámbue bakano G u e n g u e ibangui y o b i a m b a CANCIONES . la n a v e g a c i ó n . parte. sagacidad y talento. ¡moni . en la marcha. Esta canción es de la tribu de los B a p u k u s y se dice en ella.

cuando hay una. que supera en arte á los demás. d e no p o d e r seguir al suspende el baile entre gritos de toda una n o c h e . y el iiKikom. A q u í lo mismo que en el uiiijiniiu guran dos bailarinas y algunas veces. queda sola b a i l a n d o . El burn es baile más descansado y p o r lo tanto más fimueven sus piornas con extraordinaria agilidad hasta que llega el c o m p á s del tambor y se algazara. Si aficionado es el que su marido había ido por el mar al continente y lo haafricano al canto. Los CANCIONES . hacen avanzar á sus caras c o m o si fueran á morderse. L a s tribus del bailan más que las de la costa. A l propio tiempo so inclinan más y más los bailarines. L o s bailes más importantes son tres: el uiKjainu. el buril inclinan En el umidiiiu sólo figuran dos bailarines que sus cuerpos adelante al propio tiempo que pegan con los talones de los pies sendos y repetidos golpes en el suelo. m o m e n t o . no lo es interior menos al baile y en esto pasa entre estas gentes lo c o n t r a rio de lo que sucede con el canto.propio para mugeres. Nuevos baila- rines continúan en la misuvi forma y la sesión se p r o l o n g a .- S*t — lamentaba de I lo ml) c era una mujer de Coriseo que so b í a d e v o r a d o un l e o p a r d o . L o s brazos caen c o m o sin fuerza y oscilan simultáneamente. Iktiles. L o s movimientos empiezan con pausa y se van acelerando hasta adquirir gran v e l o c i d a d . L l baile es g e n e r a l m e n t e por la noche y sin más instrumento que el t a m b o r (jomo y á falta de t a m b o r una tabla. E l c o m pás es lento pero la ejecución difícil y complicada. D e v e z en c u a n d o los r e c o g e n pero es para dejarlos caer suavemente.

p e r o al ir repulsion i n v e n c i b l e y retira el pié. se suspende repentinamente y una v o z humana alejada. hasta que loca de furor se arroja sobre el monstruo y lo pisotea. N o p u e d e abandonar la idea de v e n g a n z a y le i m p r e ca. L o s de todos amenaza dan lados. perlucha. p e r o una v o z a g u d a . las manos crispadas y los del c o r a z ó n y entonces da un del c u e r p o . le insulta. L a s contorsiones obligan al monstruo á salir al exterior p o r la b o c a y en este m o m e n t o empieza la segunda á ejecutarla siente una al monstruo y matarlo es la primera intención. deja estupefactos á danzantes y espectadores. m a n e c e un m o m e n t o . se o p r i m e estiende los brazos en busca de de las músculos r í g i d o s . las súplicas de antes se convierten en insultos. los ojos fuera órbitas.la bailarina. M u c h o s danzantes se palos para p r o d u c i r c o l o c a n unos ruido y al lado de otros forel del tambor.movimientos principales los hace el c u e r p o y E n este baile figura q u e cuerpo de. abre los ojos c o n horror. más que un baile es un ejercicio gimnástico. m a n d o una elipse y llevan en las manos dos piedras ó dos aumentar C u a n d o esta música africana se ha d e j a d o oir unos m i n u tos. E s la danzantes BAILES . golpes Pisar temblorosa el vientre y auxilio. temblorosa que viene v o z de un espíritu que habita el manglar y que con presentarse y hacerse visible. Con la b o c a entre abierta. E l malcom. introduce en el Esta que ha e m p e z a d o á bailar con lentitud se a p e r c i b e de lo que le s u c e d e . un monstruo se las piernas son sólo para conservar el e q u i l i b r i o y m a r c a r el c o m p á s . U n dolor a g u d o siente en la r e g i o n salto y empieza la los temblores y los parte del bailo.

BAILES quedan sus . se retuerce c o n v u l s i v o . m e c h o n e s de pelo c u e l g a n de sus piernas y de sus brazos. c h o c a n con furor las piedras ó inclinan á uno y otro lado con vertiginosa r a p i d e z . se une un detalle espantable para estas gentes: el rostro del espíritu y empieza de n u e v o el tambor y las piedras y las tablas y pausado. arrancan del centro de su c a b e z a . Fetiches. con las manos.— a »» — 1 muestras de terror. Transcurridos unos segundos. Este se presenta en el centro de la elipse y entre dos hogueras y q u e d a en actitud dominante con la c a b e z a erguida. inclinan sus cuerpos. (1) L o s n e g r o s c r e e n q u e d e s p u é s de la m u e r t e c u e r p o s de c o l o r b l a n c o . convierten en diablos pronto se unidos y enlazados entre rara. el suelo sus pies. amuletos y medicinas traño del trage y á lo horroroso maligno es b l a n c o (1). fascinados ante rición súbita del espíritu del mal. los brazos tendidos. toca con los talones. aplican sus oidos á tierra para estudiar la dirección la apade que v i e n e aquella misteriosa v o z . D a saltos gigantescos. levantan sus manos. rígidas c o n los radios de un c í r c u l o . se el canto triste. E l protagonista de impregnaespíritu la función. Largas hojas penden de su cintura. el que m a l i g n o . vistosas plumas. m o n ó t o n o . forman gargantillas y brazaletes y cosa de su aspecto. el p e c h o saliente y la mirada fija y despreciativa. m u d o s de terror. se aumenta el se convierte el baile en un torbellino en el que los danzantes gritan desaforados. A l fin quedan q u i e tos. paralizados. á lo e x sí. c o n las rodillas. quedan los danzantes b a j o el dominio de la aparición. P e r o bien ruido y anima el c o m p á s . parece huir de oblicuos rectos unos. sus c u e r p o s dos en sudor.

y las c a m p a n a s . raspada. agita sus b r a z o s y * ï 4 — c o m o si estuviera d e gritos y piernas sarticulado y su v o z penetrante. música á deducir de que se africanos del Muni. d o m i n a n d o los los m i n o s infernales de la música. y aceite. L a relación entre la baso y la g o y q u e muchas v e c e s adquiere altura l'óO de este de van á cilindro laraltura. son. el arpa. E l arpa {'juoini) tiene. P o r o no hasta lo tardan precipitando imposible la detienen sus do difíciles y reina en c o m e n z a r el c o m p á s de la entre de los su de que go- música que empieza siempre lento y MuEsàca. El sonido es bajo y z u m b ó n c o m o el de nuestros tambores destemplados ó forrados de p a ñ o . pero es I N S T R U M E N T O S .— otros. las castañuelas. sin más ropa que negros taparrabo aliñado que más embardunados cuerdas muchos usan tienen el sentido del oido más L o s instrumentos de música mosos de paseo de las capitales de E u r o p a . puños cerrados y no han p o d i d o llegar y terminado en punta por de su caparte inferior y cubierta la superior por una piel L o 'tocan todavía blar con perfección. E s más conocida hay un pausado. sujetas con los redoes c o m o 1 á 7 ó á 8 de d o n d e resulta un instrumento metro que P a r a templar la piel usan unas cuerdas en forma de red á la caja del tambor. el tambor. do lo que se creería estado y m o d o de ser. la Jornia do nuestra arpa. a c o m p a ñ a d a de a d e m a nes p r o v o c a t i v o s p r o d u c e la impresión de rotos desesperados que se dirigen al ciclo. E l t a m b o r (ffomo) consiste en un cilindro hueco de m a dera m u y densa cerrado b r a . ¡Súbitamente se movimientos. la cítara. quedan todos en actitudes el silencio nuevo do la n o c h e .

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obra campana los el muslo músico y El pesonió el una ser una esta complenicas de hierro. en el " D e l canto melódico de un versolaris. siete v a r i que por se lo son encuentran puentes llas de b a m b ú que descausan en dos tanto.— SÏ5 — más pequeña y sus cuerdas pueden aliñarse p o r m e d i o de clavijas. la. una y su pequeña fondo y madera cuya tapa es rectangular Sujetas en el centro de la tapa p u e d e n correr á uno apagados y sucios. he a r m o n i z a d o las v o c e s . L o s sonidos de permitiendo. con muy apreciable •algunos datos m á s . este instrumento g á n d o l e c o n un palo de m a d e r a dura y ahogan dos oprimiendo la b o c a de la campana s o b r e rresponde á preguntas que hace el sobre el p e c h o . E l tono g r a v e de una de las campanas c o t o n o a g u d o de la otra á respuestas p r o n u n c i a d o s por persona que se encuentra á larga distancia. L a campana (iikengiic) se c o m p o n e de dos campanas c ó y afinadas. unido D.afinación. y del dominante d e á aquel talarcado por mi canto Manuel Iradier. Tocan y otro cóncavo. dominante de una de ellas con los y formando ó arreglando el coro enunciados este escrito a c o m p a ñ o . Sus sonidos son agradables L a cítara (itkumhi) consiste en se lado pero distan mucho caja de de los que p r o d u c e n nuestros instrumentos de cuerda. p r o p o n i é n d o m e hacer aquí su anáINSTRUMENTOS . c o n un coro africano amigo fijándome datos y a q u e . unidas p o r sus extremos m a n g o de este instrumento suele ta de trenzado y cordonería. íníSWsne.

salvaje y en el que n o hay instrucción alguna y m e n o s con suma precision. de suerte de la idea principal de la música que.^ . L a armonía de esta c o m p o s i c i ó n c o m b i n a c i ó n bien dispuesta no es mas de acordes naturales de los perfectos y sus dos inversiones de sexta sexta y cuarta „ . p o r q u e tanto en c o m o en la c o m b i n a c i ó n de acordes el cualquier estético. a dominante miembro no ra m o d u l a r á re natural menor en el primer la p r i m e r a frase y en su repetida última. lódico-armónico si su canto no hubiera resultado un tanto separarme colocando más que ó y „6„ la una sea de vez ó pade africana . las notas del B a j o al T e n o r en dicha frase *brilla armonía c o n ese c a m b i o de v o c e s .„ c o m b i n á n d o s e c o n estos alguna el disonante artificial de sexta y quinta menores „ ~ ~ „ sea la primera inversion del a c o r d e de 7. igualdad y afinación. el canto del constituyen c o r o . obstante de país en los comConel de ser este c o r o p r o d u c c i ó n musical. meresultan de la referida obra musical y de de sin y siguiente: Este coro lo hubiera arreglado en f o r m a v a g o en la segunda frase. el rítmico tiene el p r i m e r o . al parecer. versolaris primitivo para el estudio de la a r m o n í a y para p r o d u c i r musical de y que son pues el p r i n c i p i o tonal.— «í« — lisis y que de la algunas manera ligeras observaciones y comparaciones su Bajo letra. se conserva la idea y sentimiento del tono COBO AFRICANO . Continuando así el análisis observo que. contiene en todo el ramo de la música ejecutado también p o r sus naturales tres principales principios que h a y positor una o b r a artística que tener cuenta género.

p u e d e i n t e r e s a r m á s ó m e n o s r e l i g i o s a y e s p i r i t u a l m e n t e el c o r a z ó n h u m a n o . p o r su g é n e r o ó i n t e r p r e t a c i ó n . determinarían más y ter religioso q u e de suyo tiene lizamos. E x i s t e el segundo son de las de mejor estructura. trata de una p r o d u c c i ó n musical oriunda de un tica falta adolecen muchísimas composiciones vaje y m u c h o más cuando v e m o s y sabemos que de musicales tan de ambos géneros que se p r o d u c e n en naciones civilizadas y sobradamente. es m á s p r o p i o para el T e a t r o q u e para el S a n t u a r i o . d e l p r i n c i p i o de q u e E s p a ñ a ha p r o d u c i d o . los más sabios é i n g e n i o s o s Maestros de m ú s i c a E c l e s i á s t i c a p o r c u y a r a z ó n le c o r r e s p o n d e u n a g l o r i a . t r u n c á n d o l a ó q u e b r a n t a n d o su n a t u r a l p r o s o d i a ó bien p o r a c r e d i t a r s e de i n t e l i g e n t e s . se fija y determina. so e x t r a l i m i t a n h a s t a el p u n t o d e d a r á s u s o b r a s un estilo q u e . instruidas en el sublime y divino arte de la música. la letra que contiene esta falta es gravísima en t o d o la es del género composición género de que profano composiciones cuando se país salidén- p e r o „transeat„ ( c o m o diría un T e ó l o g o ) . pase. s e g ú n el c o m ú n sentir. si así p u e d e decirse.— S99 — y aunque so destruye alguna v e z éste. estas últimas con el retardo suelen ser de algun uso en la música composemicaó sin y él alanay más carác- Eclesiástica más el aun las cadencias Pltuja/cs que. s i n o e x c l u s i v a al m e n o s b i e n s e ñ a l a d a . a b u s a n d o de s u s c o n o c i m i e n t o s . de contener alguna ó g u n a s repetido c o r o . (1) ( i ) C o n c r e t á n d o n o s p u e s t a n s ó l o á n u e s t r a N a c i ó n y en l o q u e se refiere á la m ú s i c a r e l i g i o s a p o r c u a n t o q u e e l l a . miembros y cadencias de las que se sición con el n o m b r e de imperfedus dt'Hcias. otro n u e v o . en cambio. p a r t i e n d o a n t e t o d o . a u n q u e b r i l l a n t e y de e l e c t o s u p e r i o r . p r i n c i p i o ó sea que fragmentos. En las m i s a s á v o c e s CORO AFRICANO . en de a el rítmico. p o r q u e contiene frases y ellas ordinarias contiene conocen y con de la el 4. d e b e m o s c o n v e n i r en q u e a l g u n o s c o m p o s i t o r e s sea p o r q u e n o se fijan en el s e n t i d o d e la l e t r a .

pero no es m e n o s b u e n o ni m e n o s a c e p t a b l e t a m b i é n .l l a n o . el de la m i s a t i t u l a d a « S a n t a C e c i l i a » r e l i g i o s o en s u m o g r a d o al p a s o q u e c o n m o v e d o r . de c a n t o f i g u r a d o . del i n s i g n e a u t o r del F a u s t o . unas que. por c u a l e s q u i e r a de las c a u s a s ya e x p r e s a d a s a n t e r i o r m e n t e . p e r o el c r e d o r e s p e c t i v o de e l l a s . los P e r i o d o s y los Compases. el i n c o m p a r a b l e Ó r g a n o . i n t r o d u j o en la I g l e s i a .E n el principio rítmico están comprendidos. a t e n t a m e n t e . los o y e r e . se d e n o m i n a . v e r d a d e r a y s a c r o s a n t a R e l i g i o n . q u e es una de las partes m á s i m p o r t a n t e s p o r s e r el s í m b o l o de n u e s t r a té. G o u n o d y el e n t u s i a s t a . » del P o l i u t o ó los Mártires ile D o n i z e t t i q u e s o n v e r d a d e r a s j o y a s m u s i c a l e s r e l i g i o s a s c a p a c e s de c o n m o v e r y p r e p a r a r el á n i m o del ser m á s i n c r é d u l o q u e . entre los que llevo dicho y p r o b a d o . p u e s no s e le ha d a d o la i n t e r p r e t a c i ó n q u e j L i s t a m e n t e se m e r e c e . vengo observando. CORO AFRICANO . el c o m p o s ! tor. H i l a r i ó n K s l a v a . v a l i e n t e y a r r e b a t a d o r « C r e d o ¡n D i o . el c o n t r a p u n t o y f u g a s o n los g é n e r o s q u e m á s en c o n s o n a n c i a e s tán con la í n d o l e de ese g i g a n t e i n s t r u m e n t o q u e . dicho se está que c o n o r q u e s t a y en o t r a s q u e c a r e c e n de e s t a . las e d a d e s y el h o m b r e . á los v a n o s de c u e r d a y á l o s de a l i e n t o . ha h e c h o c a s o o m i s o del e s p í r i t u y v a l o r de a q u e l l a . el ú n i c o i n s t r u m e n t o q u e . a r t í s t i c a s u n a s y o t r a s . la s o n a t a . de c o m p á s b i n a r i o .". f i n a l m e n te: a c e p t a b l e lo e s . en v e n t a j a s e s c o d e p u e s las v o c e s do una o r q u e s t a se c o m p e n d i a n en él b a j o la m a n e de un s ó l o ejecuto. á c o n t e m p l a r las c o s a s s a n t a s y • l i v i n a s y á m e d i t a r s o b r e los m i s t e r i o s m á s s u b l i m e s de n u e s tra ú n i c a . la m a j e s t u o s a a r m o n í a . usado cual se debe. etc. Coral ó G r e g o r i a n o . q u i z á . s i r v e a d e m á s para a c o m p a ñ a r a l c á n t i c o s a g r a d o . de m e l o d í a s i m p l e y u n i f o r m e . en t o d o ó en p a r t e . R é d e l C i e l . d e l l a Terra e t c . M u y b u e n a y a c e p t a b l e es esta m ú s i c a q u e tan m a g n á n i m o s s e n t i m i e n t o s al h o m b r e i n s p i r a . el q u e ha s i d o . . de los primeros debo decir: Q u e una vez p r o b a d o y a (pie el coro africano contenía frases etc. obra s u p e r i o r del arte h u m a n o . b r i l l a n t e s . p o r las m i s m a s c a u s a s . es y s i e m p r e s e r á de a q u e l s u f u n d a m e n t o y su b a s e : es pues el m a g e s t u o s o c a n t o . o t r a s q u e s o u del g é n e r o r e l i g i o s o en t o d a s sus p a r t e s . á c u y a s o b r a s he prestado siempre gran atención. p o r a r m o n i o s o d e s u y o . no c o r r e s p o n d e á s u l e t r a . pero d u d o y hasta m e a t r e v e r l a á a s e g u r a r q u e n i n g u n a de e l l a s c u e n t a ó p o s e e u u c r e d o t a n b i e n i n t e r p r e t a d o y de i n s p i r a c i ó n tan e s p i r i t u a l y a n g é l i c a c o m o el de la c é l e b r e m i s a e n mi b e m o l i n a v o r del m a l o g r a d o é i n m o r t a l Maestro ! ) . deja m u c h í s i m o q u e d e s e a r . es el q u e el t i e m p o . m ú s i c a . y c u y o p e r p e t u o u n í s o n o s e n c i l l o y g r a v e es toda su a r m o n í a . O b r a s c o l o s a l e s se han e s c r i t o s o b r o la letra de la S a n t a M i sa. son de estilo t e a t r a l . q u e a n h e l a n o v e d a d e s .

y P o u t p u r r i quien. quizá. Eslava y enlace. n o .. no conformes c o n las reglas de c o m p o s i c i ó n p e r o sin lo j a m á s á la categoría de autor de la de ser dichas transiciones circunstancia elevarobstante digo. E l A u r r e s c u se escribe pases de tres p o r cuatro y de dos p o r cuatro en al mecom- nos a d m i r a d o en él. al cual t e n g o la honra de pertenecer. p o r lo original y b u e n o . un de parecer otra estas espeen de Poutpensamiento circunstancia las del recopilaciones contenidas de una de cosido. nada que m e extrañe v e o en ello p o r q u e en el c o n g a d o . A u r r e s c u y el Z o r t z c i c o . DIMAS UBUÑUELA. generalmente. l l e v á n d o s e la injusta fama autor del música. haya un trozo á otro. d i g n o inventado más para él. para todo. de D . todos aquellos completa musical. CORO AFRICANO . t Prof. á m o d o reunidos. existen. E n cuanto al c o m p á s que c a m b i a de una frase á siendo mas bien b r e v e el c o r o y t o d o él solo musical. sino respetado. entre otras c o m p o s i c i o n e s . diré: transiciones cialísima de Que. que la q u e y o llamo.- %<39 — que la reunion ó existe el P e r i o d o que no es otra cosa conjunto de frases. obra el gran m é t o d o de solfeo purri que consiste en el constituyendo H. c o n d u c c i o n e s para pasar de de aplauso si son ingeniosas obra. distintos trozos de música. de no obstante como rápidas compases. el simultánea- mente para una misma p i e z a y se c o l o c a n ambos al p r i n cipio de dicha p i e z a después de la clave así: V 7. fragmentos y m i e m b r o s .de varios autores. sea. que país vasque especialísima del género de música expresado y a anteriormente.

JFEI He HeHeHeHeHe Tic me fó mué pa.e ¡o JO. I le AFRICANO r. jin ¿¿o ye fci man. ' la mar git.ersoixns. me to mn. B a ñ í Baios.CORO Allegretto V.—w le i/ac¿<x le?ne tam. *—é mj = £~E y T o d o s / • p—W~T~ 3 í):' » ' JleJíeJíeffeffeJJe ti.gue po ni po ni po ni po TZ-Í C C R O . ¿Ll kin. J . ga e ¿ue e fon. di tria.vcts ie t# ft iom.

^ i ^ . •2: 3 = ± JfeJJetfeHeffeJfe .v / V S o l o T c c í o s/ Y-Hr-JU^-JV —i-^- ^ .. l & HhK¡ ^ 3 3 ~ ^ _ . T o c i o s. IteJïeffeJIeffeffe i PPPf K N K h.ño le i—y~ tn.T . c l o s t u .^ ¿ < ? w/ ¿ v z y < 3 > man- r Z 0 go T o c t o s^ ¿~om ¿en ycu mafí- / £ > < 7 / < ? pa. 1 k . J j . liólo''" s •J o .

.

L a escritura les es d e s c o n o c i d a . E l masculino p r o p i o en general de t o d o LENGUA VENGA el neutro y ó ani- varón .XII. dándoles una entonación p a r ticular. es p o b r e y j a d a : la p r o n u n c i a c i ó n es poco difícil. p o r lo cual las he do con los signos v y L a rr es p o c o usual y entienden la mucha representaacentúan una pa- largamente algunas sílabas. Admiten el género masculino. en la cual he h e c h o gunos estudios. el femenino. el epiceno. D a n á la v el sonido francés y l a . con alpero traba- m u y b l a n d a al o i d o . I D I O M A A lengua v e n g a . / la p r o n u n c i a n suavidad. sucede c o n frecuencia que no labra q u e o y e n p r o n u n c i a r p o r omitir medida larga ó breve de una sílaba.

el los. . ó por el artículo M o a .—Mosquitos Cuerdas. Bundi. . . —Mialo.mal m a c h o lo expresan p o r las palabras A n d u . . ó p o r el artículo. . .—Mo bobe. — A n d u pulu. . Cuerda del g o m i . . Cayuco. —Lokungu.— C a y u c o s Y NÚMEROS difícil precisar. . — I ñ o n g o . — A u p ó l o m u a m a y u . —Malale. A n d i . como se —Vetima.—A muayu. El hombre. Camisa.—Piedras.—Etima. — I n t é r p r e t e . P a ü o l e . . . Utangani. —Ooi. . . Piedra .—Lagos Ikungu. •—Hale —Ualo GÉNEROS . . — E s p a ñ o l y española. . EJEMPLOS. U pakuni . singular y plural. — M o d i p o . U bandamidi. c o m o II n o k i . E l ¡Sol . E l epiceno v a p r e c e d i d o de la sílaba U . L o s números son dos. Este lo forman de varias maneras que es m u y v é p o r los siguientes ejemplos: Lago . .—Andi mumu. M o .—Testigo. —Moñongo. . El mar . L a reina . — E u r o p e o europea. El barco. — I n t r i g a n t e . Mosquito .—Bundi bualo. L a mujer. . . en algunos casos omitiéndola en otros. —Goite.—Camisas. . . E l rey. E l femenino p o r la sílaba A .

si bien c o n t r i b u y e m u c h o á complicarla. Ellos . VERBO . gamos dos palabras acerca del v e r b o .— 385 — E l articulo parece indeclinable y la forma femenina carece de plural y p r e c e d e al n o m b r e . . ni aumentativos. • . Yo Tn El. D e l pretérito pluscuamperfecto hacen un sólo tiempo. . — D a b u nene. — Y a m o vate. U n o s h o m b r e s . alteraciones que sufre el p r o n o m b r e personal. no sólo los m o d o s del v e r b o sino en los tiempos. . así c o m o del del presente de subjuntivo lo y del futuro perfecto y la las en de mucho futuro imperfecto di- que simplifica c o n j u g a c i ó n . N o tienen nombres d e r i v a d o s .—Jué. empleando en su defecto los adjetivos positivos correspondientes. L o mismo sucede c o n el adjetivo. ni diminutivos. E l indeterminado v a siempre después del n o m b r e .—Obe. en los y aun en los casos. — A l o m o un b o k o . . Sirva de e j e m p l o dos tiempos del v e r b o auxiliar Ser.—Bane. á continuación del sustantivo c o m o : Casa g r a n d e .-Mo. Cabra g r a n d e . Vosotros. P a s a n d o p o r alto los p r o n o m b r e s y sus desinencias. Un hombre .—Umba. . la comparación números Nosotros. — B o o d i n e n e .—Bo. Carecen también de adjetivos superlativos.

d e d o .—Odiaquindi. E l es . . señalar bios. apuntar el dedo no labio y U p e n y o . — ¡ndicatico. Pi•etérito Y o era. . Ellos son. VERBO tiene sola b a r g o algunas v o c e s de las que carece nuestra l e n g u a . ó apuntar etc. . hiperfeeto. .—Moondi . apuntar con Elebu. . . en una palabra objeto que lleva en sí manifiesta de una manera tácita. I l e n g u i d e etc. . . E l acto de inclinar lo expresan que se inclina y así dicen d o . E l acto de indicar. . y ni lo Lcnguekirepresentan con los lani también de varios m o d o s . I l e b i d e .—Bakadiandi. . I d i o m a p o b r e c o m o todos los africanos. . . . T ú oras El era'. P o r último en la construcción suprimen el la m a y o r í a de los casos. .—Boondi. figuran sin embargo íntegros .—Okadiandini. . Nosotros é r a m o s . — J o k a d i c n d i . Nosotros s o m o s .— 38G Presente Y o soy. . . . Vosotros sois.—Bidiaquindi. el Endilenguemcngo. I m u ñ i d e . contraidos en la palabra.—Umbi. . — J u o n d i . artículo sin en em- T ú eres.—Obcncli.—Iñenindi. . . . V o s o t r o s erais Ellos eran. — Adiaquindi. .

E l adverbio encima sobre lleva L a piel del h o m b r e es Ukobo\ la piel de los animales la á exsuceuna en sí también vá unido la presión tácita del objeto ó idea aludida y lo de con el n o m b r e cuerda que en v e n g a que está d e s e m p e ñ a n d o . c o n si ha una Bopcvícti- sola palabra indican si el b u q u e se lia ido mas Mugutemu Pondogcdito. accidente. P u e d e p o r lo tanto agruparse dentro de la lia africana que B I c c k llama Bantu. CLASIFICACIÓN divicla- prefijo y represencuantos tado p o r el mismo p r o n o m b r e pertenecen á la misma clases de nombres son los derivados prefijos ó cuantos sean los pronombres para el di- con formas ferentes cuantas son las clases de sustantivos con quienes . L o s prefijos que indican el plural sirven también expresar la relación de c o n c o r d a n c i a del adjetivo sustantivo y un mismo adjetivo reviste tantas se relaciona.— Naufragio no tiene 38* — en absoluto á pique habido en el significación i d i o m a v e n g a . etc. L a característica de esta l e n g u a está en la distribución de los n o m b r e s en clases que no c o i n c i d e n c o n una sion natural. Congo-Cafre. Ba gran y las radicales indican la significación y las accesorias señafamiKrapf.. N o m b r e s con un mismo se y hay p o r lo tanto tantas que concuerdan con ellos. sílaba que señala el objeto á que se destina ó mismo función porque L a lengua v e n g a es aglutinante ó polisintética lan las relaciones y m o d o s de la principal. si no se ha ido á p i q u e Jjinga. Barth. C u a n d o expresan este juedi. etc.

le D i e z M a b u s ó decenas forman un K a m a ó sea una centena y p o r centenas se cuenta hasta diez centenas.. una Esta d e c e n a . T r e c e es—•Yumu na lalo — los denueve decimal.. E l disipar esa confusion más aparente que real. . Para expresar los números comprendidos entre noventa las y centenas se añaden á los n o m b r e s de estas los n u e v e primeros n ú m e r o s .— S98 — dificultades con que troclamis- Esta es una de las mayores pieza el viajero al estudiar un i d i o m a africano. diez y dos diez y tres etc. L a s palabras que emplean para expresar las todas las cantidades son: unidades de primitivas ó absolutas que sirven para la c o m p o s i c i ó n NUMERACIÓN . el sificar palabras diferentes y que e x p r e s a n todas una m a idea. m u c h a sagacidad y una constancia e x t r a o r d i n a r i a . es tarea í m p r o b a en la que se necesita mucha calma. P a r a expresar los niimeros c o m p r e n d i d o s entre las cenas se añaden á los nombres de estas los de primeros números. Esto es ni más ni menos que el sistema reunion de diez unidades que constituye llaman M a b u . P o r decenas cuentan desde uno hasta diez añadiéndole á la decena M a b u ó el n o m b r e de la u n i d a d M a b u m a . Así: O n c e e s — Y u m u na y o k o — e s decir diez y uno Doce es—Yumu líbale — . Afeamos ahora la numeración y su nomenclatura.

ñ O O — K a m itam. 4 0 — M a b u m a nai. 7 0 — M a b u ambuedi. 8 0 0 — K a m ilalo. 2 0 0 — K a m ibale. 5 0 — M a b u m a tam. 10—Yura ó Mabu-poko. 1 3 2 — K a m a na m a b u m a lalo n a b o l o m b o iba. 0 0 — M a b u búa. 4—Inai. Centenas. 0 0 — M a b u tuba. 0—Ituba. 0 0 0 — K a m ibua. 8 0 0 — K a m a loguambe. 100 y 10 >< 3 NUMERACIÓN 2 . 4 0 0 — K a m inai. 2 0 — M a b u m a bale. 100—Kama. 7 0 0 — K a m ambuedi. 1—Poco. 3—Halo. 8—Loguambe. 7—Ambuedi. 80—Mabu loguambe. 100—Kama. 0—Ebua. ¡~>—Itam. 1 0 1 — K a m a na e y o k o . 3 0 — M a b u m a lalo. 0 0 0 — K a m utuba. 1000—Toyen. S89 — Decenas. 10—Yum. 1 2 0 — K a m a n a m a b u m a bale.— Unidades. 2—Iba.

masculino. E l rey. hasta que su opinion á todos los demás. fuerte ACCIDENTES GRAMATICALES Género E l hombre. y que no comprenden versados el más decenas ó cenlarque imdando impone á pronunciar por en primera ello. T o d o m a r c h a bien h a s ta la conclusion. Bundibualo. Andimumu. las otra una unidad. D i e z K a m a s forman el T o y e n 1.000. gas frases c o m o toyeiihiakaiiiitauíuiiabeloiubologüanibc presión puesto que están p o c o esto o r i g e n á interminables discusiones que c o n c l u y e n en disputa y aun en riñas. se sigue c o n las unidades P o c a s veces hacen a p l i c a c i ó n de las grandes cantidades pero en el c o m e r c i o de la g o m a en c u y o caso simplifican elástica al verificar sus de de goma dos cambios tienen necesidad de contar contando ó cascos. GENERO . . Andupulu.— «oo E l mismo orden y sistema de millar y siguientes. Entonces c o m o que es difícil que el n ú m e ro de gomas sea un número c o m p l e t o de tenas se ven precisados á interpolar y significa 1.508. indica la g o m a separada que lo representa. D i e z dobles cascos los cascos por grupos gomas una sean 2 0 constituye goma. y hay c i n c o que han separado c o l o c a d a algo más lejos. que la señalan separando aparte Cinco g r u p o s de estos forma un K a m a y una g o m a de centena. El barco.

. . . . Amuayu. Li'oluneneloite. — femenino. . Yokupoko. común. Vetima. . . Goite. . . . . Upakuni. . . L a g o s anchos. Vetimabiayanyu. Etimaeuanyango. . . X I Jimios. NUMERO Momounboko Vijovinene. Aupolomframayu. Muchos hombres. . . Valores. M u c h o s rios graneles. Un hombre U n rio grande Un lago. Vamuvaíamu. Mumunbiamu. Singular. Un elefante U n a camisa Valor Un hombre bueno.— 391 Genero L a mujer L a reina Género Intérprete Testigo Blanco Blanca Español y Española. Camisas. Vapikilakiiaindo. . Yokuite. Goi. Apikilakunedo. . Ubandamidi. . Un lago ancho Plural. Lagos M u c h o s elefantes. Hombres buenos. Vamovate. Pañole. Etuna. .

Ekai. Uame. posesivos. Ekaene. J Ekabane. Eyaclipiele. Dabuame. Esa Esos . Eobc. Ekaoene. Ekabane. Adjetivos Mió Mía Míos Tuyo Tuya Tuyos Nuestro Nuestros Vuestro Vuestros Mi hermano Mi casa Mi bote Adjetivos Este Esta Estos Eso Esto Esotro Estotro Ese. Yiene. Eame. Ibiame. Ekaene. J Ibia u. Muanapaya. Yabiclengo. Ekai. Ekabc. Elcnclame. Eobe. ADJETIVOS . Ekanene. Ibiobe. Ibia u. demostrativos.— 3»3 — ADJETIVOS.

. Modipo. . . ongue. Indi. . Mobobc. . Umboko. J o. Unos Ningunos Un libro L o s demás plátanos. Todo Todos Varios Algunos L o s demás Cualquiera. Eame. Obe. Umboko. . Eyanganangubuioko. . Akaba. . Ekai. Art te utos in clefii lidos. Vadaquia. Muaname. A R T Í C U L O S . . Mó. 'oa. Vendibicpi. Umboko. . J Artícidos Mi Tú Su Nuestro Mi hijo T u padre. Goonde. . .ie. Naeioko. Akatonde. . -posesivos.— a»s — ARTÍCULOS El La Los Lo E l mar E l sol La luna GRAMATICALES. . Vadakiababekoibepoeo.. . . . . Ric'epi. Moa.

— Artículos Este Ese Aquel Este libro Este monte Artículos Que Quien Cual Q u é traes Quién eres «94 — demostrativos Ekai.Nos Te Contigo Le La M e muero Tiraba. Biunde. Yalcmone. Yale. Ekanenc. Mó. PRONOMBRES. La. Cofuntivos Va. Yo Tú El Me Mi Conmigo . Bi. PRONOMBRES . Ekanenc. Umba. Nanobe. Orna V a n a l e n d e . Ukuditckai. Ya. O. E. Jokckc. Ba. Eyanganagubuekai. Obe.

de ner/acion. ADVERBIOS. Obua. Nonane. Oca. Heee. Nano. Valikanea. Aun de de de ¡nejar. Yabidengo. Nane. tiempo. Nanobe.Nos cansamos L e v o y á matar Nosotros fuimos Ven conmigo Se vá á caer Jotoyoyo. Numboko. Pocopoco. Vakumubayadi. Ocabanc. afirmación. Bingakiandi. Ubanganakua. Baiku. Adverbio Aquí Allí Lejos Adverbio Hoy Ayer Jamás Mientras Adverbio Si Cierto A s í es Adcernió No Ni. Vebepinalande. ADVERBIO .

Nilolombo bakalc Bitena- gacliobala. E u d i a y a biilengo. . Bubo. Di. adversativa. caused. . Buamu. CONJUNCIÓN . Bakan oká. CONJUNCIÓN. Conjunción Y Ni También Tampoco Conjunción Pues Porque Conjunción Mas Pero copidativa. Na. Bane. Nayalumbe. Banc. Nitolombo. Epoko. Na.— 39« de — duda. . Adverbio Acaso Quizá V e n aquí Está lejos Quizá v a y a p o r allí.

IJÁ. Bidiaquindi. CONJUGACIÓN DEI. Odiaquindini. Y o soy T ú evos E l es Nosotros somos V o s o t r o s sois Ellos son Pretérito Y o ora T ú eras E l era Nosotros éramos V o s o t r o s erais Ellos eran Pretérito Yo fui T ú fuiste E l fué Nosotros fuimos Vosotros fuisteis Ellos fueron Umbi. VERBO SUSTANTIVO SER. ''uéndi. Boóndi. Adiaquindi. Iñenindi. imperfecto. VERBO . In (¡¡cativo pi •cuente. Adiaquindi. Odiaquindi. Obóndi. Moondi. J odiaquindi. 'okadiándi. Odiaquindi.- «9* - VERBO. Okadiandini. Bidiaquindi. Badiaquindi. perfecto. Bacadiándi.

iakindi. perfecto. Bakadiándi. . Y o fuera Tú fueras . Oyakao áka. -'okadiándi. J o. Bayáka. . J Ayakao áka. V o s o t r o s fuerais Ellos fueran Pretérito Y o haya sido T ú hayas sido E l haya sido VERBO Biyáka. 0 akindini. V o s o t r o s habías sido. Okadiándi. . Ayáka. Oyakáni. J . . E l fuera Nosotros fuéramos . Bikadiándi. J A akindi. J 0 akindi. Oyáka. Bakadiándi. J Ba akindi. Bi akindi. J imperfecto.— Pretérito Y o había sido T ú habías sido E l había sido Nosotros habíamos sido. Okadiandini. Biyakanbi. «9S — -plusciuimpeifedo.áka. Ellos habían sido Futuro Y o seré T ú serás E l será Nosotros seremos Vosotros serais Ellos serán . J . Pi -et evito impei feet o. Joyáka. .

B i b a a k i n d i ojá. . . . . J Oba-'akindini odia. Infinitivo. E l l o s h a y a n sido Pretérito Y o hubiera sido T ú hubieras sido E l hubiera sido Nosotros hubiéramos sido. Ellos hubieran sido. Oyondeteni. J Uba akindi o á. J pluscucemperfecto. J A b a a k i n d i odia. . V o s o t r o s hayáis sido. J J Aba akindi J o á. de . . J J Oba akindini o á. Oyondete.ioba akindi odia. . V o s o t r o s fuereis Ellos fueren .— s»» — Nosotros hayamos sido. VERBO . . . Umbabi'akidi. B a b a a k i n d i Ojá. J oyaka o áka. . J J Oyakao-'akáni. Bayakaba áka. B i b a a k i n d i odia. Siendo H a b i e n d o sido Umbi'adi. Iiupercdivo. . . Ser H a b e r sido Y á. . Sé tú Sed v o s o t r o s . B a b a ' a k i i i d i odia. . . J Futuro Y o fuere T ú fueres E l fuere Nosotros fuéremos. . J Aa akindi. . V o s o t r o s hubierais sido. Subjuntivo. . J Gerundio. J M ó a b a ' a k i n d i odia. J Joba akindi J J o á.

. . . Idubua. Yenguc. Jokoikudi. . A c á (ven). Abuelo .. Arpa. Árbol. . Bubobu. . Arañar . . Afilar. . Buinuba. . Aguja. Bobeyo. Ma e. . Aire . Anclar . . . . . . Ekaiene. Abana. . . . Anzuelo. Goombi. . . Mejor. . . . . . Amargo. Amarillo. . . Tamuaka. Bia. Komu. Nelo. Ibubele. Ala Alba. Abeguma. Uñongo. Upuma. . Uboki. . Ibititi. Aguja (geogr. Acero. Ikalia. Año . Arco. . Baalande. Nakuaka." Ikata. Udumba. K a n ene. licito. . Abominable. . . . Animal . Aceite. . Adorar . . . . Aquello. Agua. Absorvcr. . J VOCABULARIO . . . . . Acercar. . . Miba. . Acba. Anochecer. . Boi. . . . Bonga. Anisete . Araña . Vengumbe. . . . . Árido. . . Bui. .) Agujero. Paquidc. . U bui d en di. Mabulc. . . . Imoto. Anillo. Aprender. Bitua. . Gandy. Tombo. . Abeja. Ácido. . . . . . Iyeba. Mapepu. Inongoki. Arena. Abanzar. Amar. Ebela. . Ikiu. . Antorcha. Adular . Ancla . A r c o iris. Amarrar. Andube. . . . Tito. A m i g o . Anteayer. Nui. Aereolitos . Mundembe. . Baka. . Acarrear.VOCABULARIO COMPARATIVO ESPAÑOL-VENGA Abandonar. Manca. . . Adolescente. . . Acumular . Aquel. Aquí. Bui. Bamba. Abierto. Yoobo. . . .

. . Ykongo. Algodón. . . . . Batalla. Pañi. Unabukulu. . . . . . Bajo. U p inga. . Borracho. Bobo. . Barba .Blanco ( c o l o r ) . . . Blusa. . . Y o k u . Almohada Alubia. . Malato. . . ) . LJkobe. . E iki. Q u c e g a . . . Bubobu. . . Bayoneta. . . Beber. Blanco. Amante. . Bakakidc. . .B o c a . .. Baso. Bambú . . Ybebe. ba. . lenga. . . . Ibanya. Azagaya . Barra (de m e Brazalete. J Barril. . Arrimar . Butanu. . . gani. . Yeclu. Ema g nen d a. . Bala. Barón . Banvc. . Algunos. tible!. tal). . . . . Pea. . . . Guogo. Y a c a . AKUetero. Ayer . Bela (combus. . Bandera Baño Ulcga. . .— SOU — Kopnñol Alemán. .cbo. Lcvakidcbabea. Yyongo. Eko'í. Ikongoyan-y ale. . . . Bárbaro . Bute. . . Bi obi ole. Arriar. E cbo. . Articulación Ataque . . Ela'eE. . Okaba. . Ugoko. Ballena. G o i . Imoto. Yn Cupini. Arroz. U angui. . Balance. . Bosque. P tibia. . Arroyo . Botella. Ñongue. . . . V O C A B U L A R I O . . . Benir. J J J Baile. . Barra ( g e o g r . Ubumbu. . . Momo. Banana. . B a r c o europeo B u a l o b u t a n -. Undiebuki. Bitua. . Blando. Póo. . Avaro . Yiembo. . J Arrastrar. . . . . . Almendra. . . Ulcsi. . Yakc. Epunduma. Ubake. Umboko. . Utangani. Alumbrar Allí . . Banco (para sentarse) . . . Bola. . Etikctike. . . . . •'anga K a k u a k i o m i . Azúcar . Nambimbi. . Ave .

Conversar. J Ciego. Cigarro. Benó. . Crepúsculo. Ugumba. Ulcga. •'apengungu. . Boodi. . . . . Cabra. Caracol. .be. .. Calor. Carnero. Cabello. . Gaanclo. U d urna. Concha. Claro. J . . . iJabuangun — _ ya. Cortar. . Bueno. . Campiña. .. U'inganakan . Barrera Barrica. . . . . Carta.. . . Buamu. . Yaale. Ebumulema. E io.308 Barranco. . Camisas. . Udem. . . Tungu. . Cielo. •'ongo. Iboba. . Collar. . Camisa. . . Cima. Nanobe. . . Cabo. Kubia. Goolo. Barrer . Coi. Tunguabi'o. . . . Costa. . Ñato. . . Correr. Camino. Kuluakide. Udoinbe. U anga. Ibate. . . Colchón. Comanda. . Diakadó. . . Caña (rom). Brisa. . . Ibió. . . Maku. . Brazo. Umba. . Yogue. Ykala. . . Calma. Bilis. Misanaboodi. . . . Confluencia. Sigalo. Enangui. Tungu. Enyonba— yomba. . Coco. Utobe. Cantar. . . . Cresta. Corazón. . Ugulo. Callar. Utumbama— belti.. Comer. Codo. Bu'u. Mabongo. . . . Carabina. Cadena. Lenaka. . Menyenyc. Pagu. . Biombo. Cara. Conmigo. Eyamba. C Cabana. . Contigo. . Mabongo. . . . . . . . VOCABULARIO . Abalinduba. Cabrito. Enavea. Caja. Goite. . Canal. . . Cañón. . Cala. Búfalo. Yea. Eyanganagubu. Yumu. Yunganake. Caliente. Ebabate. Comandante. Clavo. . . Ubanga. . . . . . Egala. Canelado. Cocina. . . Cordero. Cinturon. Cocodrilo.. . Campeche.

. . . Vekc. Disimular . Dolor. Disputa . Decir. . . Delante. Dios. . . Dar . (Akaba e. jAkatonde. Descender. lema. Detener. . Ebuki. K u é . . Cueva. . D e nosotros. . . Decapitar . . . . . Bole. . Cuerno. Domicilio . . Déspota.. Delito . Umbu u. . . Después. . yoDedo. Cuchara. Cualquiera Cuello. . . Canaca. Ubondo. Delirio . E a b u . Dedal. Ule n a ni m a bolo. Budu.— 303 — Dabu. Upenyo. Ibolo. Dientes. D e él. Desolar. B u u a . Yale. Dinero . Gongualanu. Degradado. . . Obele. . . Minis. Decidido . Mc'io. Añambe. E a u . E b o b o . . Mialo. De donde . Bedi. . Cuerda. . Ebimba. Desasirse . E a ñ u . .. . . . . Aeyokakiamba. . . . Animoteine— D i a . Detrás . Y a b a . Dikaka. . . . VOCABULARIO . Débil. Divertirse. A obakandi— Diarrea. Bungaypcn — . Vokcmba. Isoto. Disculpa. M u t u b c .. Bueaka. . I ubla. . . Desinfectar. . Ilangua. Destruir. . . Detonación. Deposición Derecha. . Desobedecer . Kologojooo. J J J J J Dame . . Ualo. . lyabude. Eponga. . Ukodi. . . Man-'onga. . Andokilaso. Gongualanu. Mabumba. Ebeniba. . . Piole. neatepc. J D . . . . Unobenpu — make. Devoto . . .. Descargar. Buyoa. Penda. Ubu'u. Ulenguc. Dejar. . D e vosotros . E a y u . Ukuclinialate I Cual. . . D e ellos. Toco. . Opepeke.

Ekanene. JAr'uinenc. Inanguia. Elala. Bucaka. Me'io.. . Desgarrar . . . Babobanc. Ibina. E l es. . Yoku. . Ilalevutaki -de. . . . Uñunaman—dabu.- 304 — Desfiladero. Ebola. . Tungu. Bongomia. . Escuchar.) En Encender . . Escribir. . . Esc. Dormir . Ibueania. Escollos. Embarazada . E l no es. . jMcñc. Dulce. Esa . lleude. . Oayataburu. Mo" Bubobu. Esos. . me. Ycnguc. Espada. Esclavo. . Ensenada . Escocer. Enemigo. ükudi. U ungue. E l tiene. Ebuba. Enfermo. Embrollador . . . Desierto . . Yene. l b in a. Dabu. Buncne. . Bcbindc. . E m i n e n c i a (g. . Duro. . Pea. . . Enorme. Ensancliar. Yupa. Elástico. . . . Embriagarse . . . Yukulidc. . E l l o s tienen. E l l o s son . S e n d i bane. Enabo. Esotro. Ébano . Abemone. . Entremetido Envidia Epidemia . Epokuockai ncóEkaeuf ITkuala. Yabidcngo. Yogukongo. Eso. E n c i m a de casa E n c i m a de sa . Desidia. Andimo. . . Ikuea. Ibanya. Mayakc. . . . Edificio Egoista . Elevado. U aka. . El. Gakia. . . . Biv'upu. . Embargar . Ekaene. . Español. Ebila. lía. Enterrar . Dorado. . . Nakolo. Escalera Escapar Escarcha . Buaba. Ellos. . J J V O C A B U L A R I O . . . Entender .. . Pañole. Enayu. Ikobua. . Banc. . Eclipse . Usasa. Yaba. Ellos no son . Elefante. . Malonga. Yudc. . Espalda. . . Oeokatatc. Entrar . Engañar . . . .

Galopin. . Gato. Flato. . Gesticular . Jala. . . . Gudi. Ió E y a d i p i c l e Ipolo. Bclengue. Gallina. Buo'. Ebungu. Ycdi. . I 1 7 1 Komu. Estotro. . . . Yobo. Flujo (pica— mar. Imoto. . Bea. Bclcngue. Yo. . . Utonclo. . . . Ipapulana. Fuego.. . . Gancho. Gaalo. . . F l e c h a (hallesta). Idanga. Flojo. Gentes.'i. Ikaka. . Bela. •'enga. . Ekai. Em u.. Buhe. Ibcbu. ( h o m bres). Galon de oro. Fermentar. Estrecho (g. Baato. Fruta. Bolombo. Nctcti. . . . . . J Garganta. . VOCABULARIO . . Francés. . . Benguemeke.305 Kspunol Egueno. Fuerte. . Buanga. Ilunga. Gallo. . Fiebre. . lEpokoekai. Estribos Itabayukudi Ekahe. . . Flaco. .) Gastrónomo. . . Fuente. E ibo. . . . Fetiche. F o s a (para cazar. . Eningolondinde. Malonga. . . Fatiga. . Cuba. Ekaoncne. Fusil . . Frió. .. so- F Familia. . Garganta (g. Ebuma. . Ungongo. Fuera.) Estrella. Fumar. . . Ibebo. . . Estrellas (eraticas). . . Jali. Bcbebegu. J Estos. Kubabokoka Inongo. Fosa (para muertos. Ganas. Gacet. Ibudi. Puis.


K.-l-añul

SO»


Kspañul

Giboso. . Gigante. . Gobernador. . Gobierno. . . Goleta. . . . Goma. . G o r d o (carne ). Gota. . Gracias. . Grande. .

Ikulu. Buaba. Gobeni. Ugobeni. Goleta. Dámbue. Mabongo. Toi. Akeba. Buncne.

Grano ( e r u p ción). . Grasa. . Gratis. . Grave. . Grueso. Grupo. . Gruta, . Guerra.. Gustar. .

Ukiangui. Buamu. Anekalonda, Malingtta. Boncnc. Malalemameáimama. Ibeeo. Eduka. Itondo.

H
Habichuela. Hábil. . . Habitación. Hablar.. . Hacer. . Hacha. . Halo (geogr.) . . . . . . . Ujangue. Iyone. Ilika. Ekala. Pá. Boocjui. Ulungumangondi. Pembe. Ebangu. Uñelemuamalaquia. Ibengue. Utoduame. Beteñangapoko. Be abu. Ekei. M uaná o momo.
J

Harina, . Harpon. . Hemorragia. . Herida. . Hermano. . . Heterogéneo. . Hierba.. Hierro. . Hijo. . . . . . .

Hilaridad. ( 1 ) . Hilo. . . . Hinchazón. Hipócrita. . . Hipopótamo. . Historia. . Holandés. . . Hombre. . . Hombro. . Homicida . . Homogéneo. . Hora. . . . Hospital . Hoy. Huevo. Huir. Humo. . . . . . . . . . . . .

Yoo. Ñongue. Itutu. Ikalia, Gubu. Ibungania. Cupini. Momo. Ibeke. Ikito. CFonganengo Yagumbekai. Babuamegánga. Obua. Biké. Ikuea. Ituto.

(1) Cuando un hombre se rie llaman Uyoke, cuando se rien muchos Uyokolindi.
VOCABULARIO

-

:ÏOÏ

I
lOspanol V<m-a
K>.puilOl

Bakuku. Etiquetique. Uganu. Uganu. Itumu. Boyua. Abeninue. Ilebide. Yone. Epekila. A b e n any el o. Iyeye. Ipapulana. Mutua''ayoa ka. Ekito. Impasible. . Butemii. Impericia. . Unuki. Impertinente Yo olide. Implorar. . Iyonide. Impasible. . Anyole. Inaccesible. Y oda. Incendio. . Endilengue— mongo. Inclinar . Lenguekide. ( Ilenguide. Yadikakia. Incombustible. Eboki. Indecente. . .
J r

Idioma Venga. Idiota. . Idólatra, ídolo. . . . Ignición. . Ignominia . Ignorante . Iluminar. . Ilustrado. . Imaginar. . Imberve. . Imitar. . Impaciencia. Imparcial. .

Indecision .

Aneelombo— eayue ake.
J

.

I n d i c a r con bios. . Imuñide. Indicar on mano. Ilebide. Indigestion B u b u l a b uanni. Abeque. Infatigable Masei. Inmediato Bunene. Inmenso. Ibame. Inmersión Inmundicia'(ba sura). Be abu. Insalubre. Enabibedi. Inseparabl Itondono. Interior. Utema. Internar Utema. Intérprete Upakui. Intrigante Unoki. Inundación Toonda. Inútil. . Elombuanane Invasion. Butindaquía. Ir. . . Ibala. Isla . . Ñengue. Itinerario ( c a Yea. mino
J

J
Jabalí. . Jabón. . Jactarse. . . . Grüea. . Sago. . Gruiebo. Jamás. . Jardín. . Jarra . . Nane. . Muanga. . Imogui.

VOCABULARIO

SOS

Jiba . Jornal. Joven.

Ikulii. Ubeni. Uduni.

Junco. . . Junto. . Juramento.

Bubobu. Piele. Peenda.

L
La. . . . Laborioso.. Labios.. L á c t e a (via). Ladrillo. . Lagaña. Lago. . Lagos. . Lágrima. . Laguna. . Lámpara. . Lanza. . Largo. . Laringe. . Lavar. . Le. . . . Leer. Leche. . Lejos. . . Lengua. . Lente. . Leopardo. . Lesion.. Levita. . Literal.. . Libro. . Licencia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Moa. U ai. Elebu. Ukabanganu. Iboma. EboJe. Etima. Vetima. Manongodiba Umboko. Lame. Ikongo. Buaba. Ungongo. Ituka. Bi. Uanga. Manon g o . Masei. Yemi. Eguenu. Yo. Yengue. Groen ene. Ubeni. Eyanganan-gabu. Yo ane.
J J

.

. .

Egua a, Infida. Butano. Buamu. Lambilabeguenu. Líquido. Ibaiagane. Liso. . . Dende. Lo joa. Loco. . . Boma. Lomo. . Ikande. L o n g e v i d a d . . Uduni. Longitud. . Buaba, Lorito. . Co o. Los Indi. Lucifer. Ukuku. Lucro. . Onongocole-na. Lucha. . Yomanu. Vea. Lumbre. . Luna. . . Groonde. Lustre (brillo). B e n g u m b e . Luz Bitua.
J J

L i g a (para c o gerpájaros) Ligadura. . L i m a (intru— mento). Límite. . . Limpio.. Lindo. . Linterna. .

Indamu. Ikata.

VOCABULARIO

»

SO-

LL
K.-pañoI Vun^-ii

K-paíiuI

V(.'ap;-a

Llaga. . Llama. . Llanura.

. . .

. Undonga. . Unguñi. . E anyiboka,
J

Lleva. . Llorar. . Lluvia. .

. . .

. Balanaka. . Bombe. . Buia.

M
Madera. Madre.. . . Maestro. Machete. . Maíz. . . . Malo. . . . Mandíbula. Manga.. Manga (marina. . Mancha. Mano. . Manta. . . Manteca. . Mañana. Máquina. . Mar. . . . Marea. . ¡Marcha!. . . Marinero. . Marrano ( p a — qui cierno).. Martillo. . . Mas. Mástil. . . . Ueaka. Ba, Ñetcti. E n s i n g o ete minde. Media noche. . Bulutema. Medicina. . . B u a n g a , Médico.. Uganga. M e d i d a (de cinEbukuangunta.) . . . Y e y o . Medio. . Ekulu. Iyungulia. Mediodía. . Yobaomiolo. Eno. Meditar. . Yonguide. Efu. M e c h a (de e n Mabule. cender c i Vakc. garro). . Ekanda. Bclapc. Melancolía. Yonguide. Manga. Menear. Iningane. Menos. . . Bu'ole. Eningo. Kceke. Mentir. . Buyoa. Mercancía,. Seile. Dole. Mes. Goonde. Mesa. . . . T a g u l u . Güea. Yiinda. Eame. Mi \ Va. La. Ugunia. Mia Uame.
VOCABULARIO

Etimbe. Yae. Kiapende. Ukuala. Pisti. Bobc. Ubenguna. Emangoi.

Matar. . . . Me Medalla. . . Media (marca)

Español

Vnnp,

Kspañol

Miel. . Mió. . Mios. . Miope. . Misa. Misionero. Mojar. . Mono. . Montar.. Monte. .

. . .

. .

.

. . . . . . . . . .

Boi. Ame. Ibiame. Pobuabetono Sono. Minis. Ibo o. E-'ekc. Falamia. Ukudi.
J

Mosca. . Muela. . . Muerto.. Muchacho.. Muchísimo. Mucho. . Muchos. Mujer. . Muslo. . *

. . . .

.

. . . .

Iquingui. Ikeko. Igüedo. B e m b o ó Muano. Bcito mete. Duingue. Vate. Muayu. Ebiobio.

N
N a d a (nega cion). Nadar. . Naranja. Nariz. . Naufragio A a á fondo) Naufragio(sino v a á fondo) Negligencia. . Negro (color). Negro ( h o m — bre.. Nervio.. Niebla. . Nieve. . Ningunos. Niño. . No. . .
r

o » Bope.iuendi
Liinga. Genga. Bobindo. Unombc. M e a. Bern ¿umbe.
J

Nane. Yoki. Belo i. Biyó.
J

Noche. . . . Nómada. . Nombre. Nos Nosotros. . Nosotros no somos. . . Nosotros s o — mos. Nosotros tenemos. N u b e . .' . . Nublado. . Nudo. . Nuestro. Nuevo. . Número. . .

Bulu. Elengue. Dina. •'okeke. j ue. Babó''ue. Vandf'uc. EmVue. Ebindi. Ibititi. Itinga. lbia u. Ekai. Kia. Maki.
J

Ibebo. Naeioko. Dembe. Ñaue.

O
Obedecer. Obeso. . Dá. Bunene. Obsceno. Obsequio. Eboki. Ibé.
VOCABULARIO

K.-|.;.ik.l

v ™

s

.

Observación. Oculto. . Ocupación.. Odio. . . Ofensa. . Oficial. . . Ojo. . . . Ola. . . . Olvidar. . Opinar. . Oprimir. .

. . . . . . . . .

Igile. Ikuta. E.iabu. Ekola. Ibakicle. Enami. Di'ó. Ibanj'a. Buienc. I])ibia. Ibiña.

Oración. Orangutan. Oreja (una). Orejas (dos). Oro'.. '. . Oscuro. Ostáculo. . Ostinaeion. Otro. . . Oveja. . Oxi'do. . .

. . . . . . . . . . .

Lembó. Kuia. Dito. Mató. Debido. Ibititi. Itumbe. Pimbidc. Upókac. Udombe. Nanga.

p
Parodiar. . Nangapoko. P a r t i r (d ¡V i d i r) llena. Partir ( m a r — Ibala. cliar. . Pasagero (viajero. . . lyabude. Pasar. . Itomba, Bia. Pascar. . Uyopu. Patata. . . . G o n g o . Ikadu. Gunga. Pecho. . Peine. . Bia. Ipenda. Bengá. Pelo. . . . One. Ebumulema. Pequeño. . Dembe. Perder. Iñangue. Pembe. Ukanda, Perezoso. . Pjo'omo. E y a n g a n a n -- P e r m a n e c e r . . Y a g o u i b e c o gubu. diaquidi. Perro. . Paquete (co — Buá, rrco). . Perseguir. . Melé. (íuogo. Igombcgoni-- Pescado. . Paraguas. . Eyaka. Pié be. Itambi. Parir. . . . I y a d e . Piedra. . Hale.
VOCABULARIO

Pabellón. . . Pacífico. . Padre. . Pagar. . Paja. Palabra. P a l m a de aceite. . . . P a l m a de la mano. . P a l m a real. Paloma. . . Palpitación. . Pan. . . . Pantalon. . Papel. .

jangá. Puamia. Paya. Ibé. Gaandi. Ebobo.

Piedras. Piel del animal P i e l (la). . . Pierna. . . . Pintura. Pina. Pipa. Pistola. . . . Plantas (agricultura . Plátano. . . Plato. . . . Plomo. . Pluma. . Pobre. . . .

Malale. Pondoyatito. Ukobo. Ekó. Uelo. Yanga. Pipa. Edukanyalc. Ilia. Ekoi. Epele. .nimbo. Mekoto. Elengue.

Poco. . Pólvora. Pozo. . Precio. .

Bu.iole. Ipita. . . Idango. Apikilakune do. Precios. A p i k i l a k uaindo. Presentar. . Idia, Budongu. Profundo. . Pueblo. Booka, Puente. Ulando. P u e r c o cspin. . ( r u m b a . Puerta. . Yoombe. Punta ( g e o g r . ) í d o l o . Ibanga. Purga. .

.

Que. . Queja. . Quemar. Querella.

Va. Ebobo. Itumba. Ilingua.

Querer Quien. Quieto. Quitar.

(amar) . . . . . . . . .

Itondo. Ya. Uninganake. Ibcnguide.

Rabioso. Rabo. . Rajadura Ralla)-. . R a m a de ar•bol. . Rápido . Rata. . Raton. . Rayo. . Razón.

I p a p u l ana. IT Upupa. Ubandu. Yombo. Malabo. Bubolaque. Botóle. Banababetole (Jadi. Majua.

Recobrar. . Recompensar. Recordar. . Red. . . Reflexionar. Reflujo mar. Registrar. . Rehusar. Reir. . .

Idua. Ibadia. Yonguide. Buya. Ipckilia. Eningochubakande. Itamua. Babajake. Bco.

VOCABULARIO


1 •'. s p a n u t
V o 11 g' a

313


Español

Relámpago. Remar. . . Remo. . . Remordimien to. . . Reñir. . . Repartir. . Reptil. . . Residuo. . Respirar. . Responsable. Retención.. Retorcer. . Retrato. ,. Reverencia.

. Ebelibeli. . Iduka. . Kape. . Yongo. ... Iliiigua. . Ipe e. . Bamba. . Diquia. . Ibeguma. . Bandamaquide. . Pimbide. . Iluda. Be inebebato . Idilc.
J J

Revolución. Rey.. . . Riachuelo. . Rico. . . Rígido. . Rincón.. Rio. . . . Robar. . . Roca. Rodilla. Rojo. Romper. Rostro. . Rugir. .

. . . . . . . . . . , . .

Ebobu. Upulu. Bi óbi ole. Upulu. Boculo. Tungu.
J J

. BÍJÓ.

Iba, líate. Ibongo. Bobeyu. Iñaya, Biv'u. Oyokakate— kanyoeake

Sábana.

Sabio. . Sacerdote. Sal. . . Sr. l a . . Salir. . Saliva. . . Saltar. . . . Salud. . . . Sangre. . Sardina. . Se. . . . Secar. . . . S e g u n d o en mando.. . Selva. . . .

. Unambame kondo. . Anione. . Minis. . Vianga, . Ikenga. . Ipuma.

Male.
Idia. Bitebuamu. Makía. Belolo. E. Ya ide.
J

Iloto. E'iki.

Sentina. Separar. Septentrión. Sermon. Serpiente. . Si. . . . Sierra. . Silencio. Sílice. . Silla. ' . . Sofocarse. . Soy.. . . Sois.. Sol. . . . Soldado. Solitario. . Solo. . .

. . . . . . . . . . . . . . .

Upulungu. Ipaluanide. Gongo. Kalia. Edubuenene. Ucee. Eua a. Diakadó. Ilaleyanyale. Ebunga. Ibeguma. Andumba. Bondibano. Yoba. Soya. Boko. Dipó.
J

VOCABULARIO

314

Sombrero. Somos. . Son. Sonda, . Soñar. . Soplar. . Sordo. .

Bepocolo. Yandi uc. Nendibane. óngue. Epekilia, Ibunguia. Poke.
J J

Su. . . Subir. . Sucio. . Sueño. . Suicida. Subterráneo Sur. . . .

.10.
Poeta, Dindo. Itika. Ikito. Ibcku. Díkó.

T
Tabaco.. . Tabaco. Tabla, . . Etimbc. Talón. . . Ekikindi. Gomo. Tambor. Tapar. . . Icliba. Taparrabo. Unambo. Tardar. . Ibemba. Taza. . . Imagui. Te (pronombre. 0. Tejado. . . Uñua. Tela. . . . Unamba. Inyanye. Temblar. . Temer. . ongo. Tempestad. Ukudi. Tender. . . Yanide. Tendon. Me i a. Tenedor. . Turna. 1 eneis.. Eniñeni. Tenemos. . Ená ue. Vindígüe. Tengo. . Ubandamidi. Testigo. Teta. . . . Dibc. Tiburón. . Konye. tiene. . . . Euayu. Tienen. Euabo.
J J J J

E-fiki. Tierra. . Tigre. . . Yó. . Epepa. Timón. . Tinte. . . Itedi. Tirano. . Dotube. Todo. . . . Bu'epi, Uendibiepi Todos. . . Ikuaka. Toma. . . Buma. Tomate. Ulega. Tonel. . . Ñate. Toro. . . Tonda. Torrente. . Torta. . . . E g o m a . Kudu. Tortuga. . E-'abu. Trabajar. . E abu. Trabajo. Banaka. Trae. I'amba. Traficar. . Trage. . . . Iboto. Transportar. . I b alan a. Tribu. . . . Botomba. Trinquete.. Ugumiamamajo. T r i p a ( b a r r i g a ) Mi a. Tripas ('intes- Mia, tinos. .
J

VOCABULARIO

315
Kspañol

Tromba.

.

Tú. . . . T ú ores. T ú no ores.

Ebumbuyaiv gunya. Obe. Anclóle. Abemo.

Tuerto. . T ú tienes. Tuya. . Tuyo. . Tuyos. .

Dr'oyokoin — ditnbiango Obeotinayo. Eobe. Eobe. Ibiobe.

U
Último.. Un. . . Unir. . Unos. . Madikanidu. Boko. Piole. Umboko. U ñ a de h o m bre.. . . Ñanda. U ñ a d o animal. P o o n d o . Urgencia. . . Mcmbila.

V
Vacio. . Vago. . . . Vaina. . Vamos.. V a p o r de agua V a p o r (paquete). . . . Vara (palo). . Varios. . Vaso ( v e n a ) . . V e l a (de b u que). . . Veloz. . . . V e n acá. Vender.. Veneno. Ventana. . Nano. lenga. Egolo. Oca. Mapapande. Melé. Utumbe. Umboko. MeVa. Ikuku. Bobalake. Baca. I'amba. Ekembe. Muindc. Ver.. . . Verdad., Verdadero. Verde. . Vértigo. Veso. Viaje. . Viajero.. Vibrar. . Viejo. . Viento.. Vientre. Vigilar.. Vino. . . Viruela. Volar. . . Vomitar. . . . . . . . . . . . . Yene. Pókuepókue. Pókuepókue. Etungo. Yangui. Ipíopío. Upuma. Uyupé. Uningane. Utoclu. Ipupc. 1 Ú. ítala. Ibé. Dongo. Ibebc. Duaque.
J

.
. . . . .

VOCABULARIO

Vosotros. . . Bó. V o s o t r o s no sois.. . . Babiñeni. V o s o t r o s sois.. V a n d i b a n o .

V o s o t r os teneis. . . Emiñeni. Voz Yama. Vuestro y Vuestros. . E k a b a n e .

Y
Y Yerba. . . Yo Y o no s o y . . Na. . E'abu. Uniba. . Abomba. Yo soy.. . Y o tengo. . Yuca. . . . Andumba. . Vindigiie. . Ugondo.

Zapatos. Z i g zag (rio). Zurrar, .

Makogo. Bi'obindinamakoto. Iboma,

Zurriaga. . Ukasa, Zurrón (burjaca).. : . Elande.

VOCABULARIO

. Itam. Mabuambuedi. . Inai. . Kama naeyoko. Uno Uos Tres Cuatro Cinco Seis Siete Ocho Nueve Diez Once Doce Veinte Veinte y uno Treinta Cuarenta Cincuenta Sesenta . Yumunayoko. D o s cientos Tres cientos . Y'un. Setenta Ochenta Noventa Ciento Ciento u n o . Ituba. Poco. Kama. Kamanamabumalalonabclomboiba. Mabutuba. Mabumalan. Mabuniabalenayoco. Ciento veinte Ciento treinta y dos. Kamelalo. . Ambuedi. Loguambe. Iba. .— 31Ï — NUMERACIÓN. Mabumanai. Mabuloguambe. . . Ebua. Mabumalalo. . Halo. . . Yumulibalc. NUMERACIÓN . Mabumabale. . . Kamibale. Kamanamabumabala. Mabubua.

T o y e n i naka menai. Toyeni loguambo. Y u m u n a toyeniba p o k o . M a b u m a toyeni búa.— Cuatro cientos Quinientos Seiscientos Setecientos Ochocientos N u e v e cientos Mil Mil uno Mil veinte Mil ochenta y cinco. Toyen. Y u m u n a toyeni. T o y e n i nai. Kamutuha. T o y en i n a m ab u amb u e d i b o l o m b o ctano. . M a b u m a toyeni maai. Mil cuatro cientos. Toycniba. T o y e n i tuba. 31S — Kanienai. T o y e n i tan. M a b u m a toyeni m a b a l o . T o y e n i búa. Toycncnamabumabala. NUMERACIÓN na- . T o y e n i ambuedi. Kamaambucdi. K a m a i tam. K a m a toyeni. Kamibua. Toyenilalo. Toyenaeoko. Kamaloguambo. Y u m u n a toyeni lálo. Mil quinientos o c h o . Toyeni nakamitanu nabe-lombo loguambc. D o s mil Tres mil Cuatro mil Cinco mil Seis mil Siete mil Ocho mil N u e v e mil D i e z mil Once mil D o c e mil T r o c e mil Veinte mil Cuarenta mil N o v e n t a mil Cien mil. Y u m u n a toycnibale.

encon. ¿ Q u é costumbres tienen? . de O b e nabia e l o b y ? Oca baña boca ocaba? B o o c a endenene? Ya yongúe ya clombutcka cmadia andi y o n g u i b i n d o ? e p o k u c piele ¿ ü e qué color son sus h a bitantes? ¿ Q u i é n es su j e f e ? . traremos allí? . FRASES bunabuamu omiba ma- T u m b u a n a k a ba . ár- Ukueli unamibana engala? O k a n o o n a b i ó binene? T Onaetinia? B i mayandio yadi. . ¿ Q u é g o b i e r n o tienen? . . ¿ Q u é religion tienen? ¿ S o n feroces? ¿ D ó n d e está el camino del pueblo? ¿Cuánto ¿Qué tiempo tardaremos en ir? provisiones . L l é v a m e d o n d e hay agua . ¿ D o dónelo vienes tú"? . Yadunebutene? Yalombuecobe eJake? Y^a g o b e n o eyadi? Y i i niequcnidi? Vandi bubé? Y e a c a m b o k a elobi? Y a egumbe ea uekapoi? J Ya boye vemaduamia? O na dabu eabetimbe? Y a t o m b o eaubu e k a l a k c ? Orne o m u k u d i ? ¿ H a y casas de madera? ¿ Q u é lengua se habla allí? ¿ H a y allí montañas? ¿ H a y en ellas boles? ¿ H a y p o r allí rios grandes? ¿ H a y lagos? H o y he c o m i d o bien.— 31» — ALGUNAS FRASES USUALES. agua y . ¿ H a y un p u e b l o aquí? ¿ E l p u e b l o es g r a n d e ? . cerca .

¿Qué anchura tiene este Elcn y a n y u naotimate ekai? E l c n d i baña? lago? ¿Cuál es su f o n d o ? .be c o b o emaclia omanga? Umabialena? O a a k a dendabu? J O a a k a n d e dabu c y a k i e J V a k a k a l o n g a q u c fatele. . . ¿Cuánto hace que habéis llegado? ¿Cuánto tiempo habéis estado en el mar? ¿ A qué venís aquí? . Oka va o n d i n a b e b e d i ? O tena t a b a k u ? I P a k u m b a bimaso bica da. Bitondo ki bolo. Quiero una casa siones Vengo toría ¿ H a y muchas des aquí? ¿Tenéis tabaco? que os mataré un regalo ¿ D e dónde viene este montañas? ¿ H a c i a dónde se dirigen? . Undielenguc elombo. . Y o soy amigo de los buenos Y o soy enemigo dolos malos ¿Cuándo país ¿Llueve mucho? . . . . B'ó biabialoby? D i m a y a ukudito eka mu n e lcnya? Ukekelcna ove? Lie nckina bui carao andi buamu. ¿Queréis una casa? . . .Soy p o b r e pero y o te haré FRASES . llueve en este rio? ¿ C ó m o se llaman aquellas . Y a g u m b e c n o k c oleaba? Y n o k o n dite? bikabe ove nean- N o m e desobedezcáis por- . . enfermedaá poner una facy provi- Elcnye yagumbe ca'oko poc? Yagum. .

¿ C ó m o se ha lago? formado este E t i m a é b a q u i y a le mi ba o b e ? provisioO v e m b a b e y á b e k a tu boka. . A h o r a déjame descansar Y o quiero v e r eso. B i b a J a k a d i u y ene e k a n e . Quiatekane tuya. FRASES . . . dikakamba Inbe Si tú no me das n e s y o quemaré el p u e b l o Y o iré mañana á verte. . Bi kaene deve v a k e . . Ulena b u e a m e ? T e b u a m u o b e tcipe? T e buamu. ¿ C ó m o estáis amigos? ¿Bien y vosotros? M e vá bien. .

Amarrar . . Afilar . . . . . Yuluku. . Bongolá. Nati . Ikata. . . Mueneguanyobu. Diente. Fitinsebo. Mabe e . . . . . . Idioko. . Cuchara. Angoko. Yago. . . Ikó. Dikongo. . . Pindi. . Banya. Maduku. Amigo. . . Dimua. . Yebo. . . . Masó Bisamu Yoku . . . . . . Yoma . . . . Banya. . Gó. VOCABULARIO . . Manunga. . . . Toco . .' . J Mutu. Ayer. . Beber. Magure . . Cocodrilo. Lico. Taba. Ñate . Azagaya. Mányame Banga . . . Eyoka. . . . Uña . . Uschilu. . Decir. Dibengo. Bambú . Many ambo . . . . Blanco. Yogu. Allí . Araña. Elefante. Kao. Banana . . . . Bechi. Guembodi . . .. . Bachi. Diñebo. . Bute. . . . Mutangani . Bacolo. . . . Caña. Guebamba . Madiba . . Cabra. . . . Dikondo. .— sss — VOCABULARIO COMPARATIVO. . . . Itabo Yee. Cuchillo. K-pam. Pebe. Gaandu Toco . . . . Gaandu . . Camino . . . . Botella. . Bute. . . Diseba . Banga. Yela. . Aclia . Dóki. Guionga. . Yela . Dilao. . . Bueno. Londo. . . MiJibo. Búfalo. . Dolor. . . . Dia. Aku. Gaandu . . Coco . Agua. . .I Y a leii^uf V i o Masando Aceite. Dinoto. . Manunga Kaseko Yoobo . Brazalete. Mctangani. Guñebe . . . Bosque. Yon go. . Mamba.

. . Gallina . Lumbre . Digongo. Lluvia. . Mambam. Bi ó. . . . 7 . Dámbue. . Uba. Dimogui. . Indicar . Ñame. Hilo . . . Ñengue. . . . Mucho. Bimbili. . Fusil. Ir. Güyo . . . . . Plátano . . Marfil. Bisamu . Lago. quequi. Ñongue. Noche. VOCABULARIO . . . Ojo. Fuego. Ibenchi. Modiba. . Bibuio . . . Pólvora . Venya. J a valí. Itadi . . . . Llanura. Espalda. . Nano. Buku Viunu . . . . . Golobe . Pita. . Moso. . Viunu. Amoko .333 Enfermo. . . . Yenya . Mukongo. Ñongue . . Pió. . Moambi. Sisa. Monte. . Dibeje. . Guba Dámbue Bibei . Hoy . Gueyego. . . Yaare . . Piedra.. . . Orangutan Pescado. . . . Magoyogo. Itimo. . Mulato . Dimaña. Iberre. . Mf'ibo. . Isla. . . . . Gueyaka. Fiebre. . . . Quemar. . . . Ñaue. . . Gurrugu. * . Y ogo. . . . . Dibuebe. . Koko. Jarra. Bula . . Ñanc . . Guetima. Bisi . Kuia. . Leopardo. Burruguemu. . . Mukakala. Duku. . Bago. . . Kuchu . Pito . No. . J . . Buta. Dámbue. . Sibo Kudu . Bibebu. . . Gudi. . . Ekoi. Ekoi. . . . Ubengue. . . Guea. r . . . Guñorriye Tologo. Fuerte. . . Goma. Ñengue . . . Ibengue. . . Gudi . Yen . . . Lediba. Yego. . . Yego. . Dimoku. . . . . ' Bala. . Diraro. Y aare. Buio . Guedumba Guborro. . . . Keko . . Herida .

Robar. . Biba.. . Treinta. .. T ú tienes. . Hec. Si. Yúgi'ie. . . . Bitan. Indemblano Mi.. Yuca.. Bine. Mabumatati. .. . . .. . . • G uekcmbe. . . . Toyeni. . . Veneno.jll. Goondo. Poó. . Moibiclii. Zurrón. . Kama. Dipea. Mil. Uno. . . . . Güiba. Yo. Me. Sangre. Guibo. Seis.'*. Hoc. . . . . Obcbetlina-guégiie. . Cuatro. . Barre. Dos.. Bitati. Tibú. . Mabumarrarro.. . . Rari'O. . . Maquio.. Tres. . . . Yun. . . Toyeni. . Tanu. Gulenguc. Itlinagüc. . .Val. . . . A'ote. Ilcé. Cinco.* . . (1) No t i e n e n d e s d e seis lia i ta n u e v e y c u e n t a n por grupo de á c i n c o c o m o l o s V e n g a s en g r u p o s do á 10. . . . Tripas. . . Mabumabarre. Mala. Kama. .n-U. Ubondo. Un av. . . . Miela. Biom. Cien. (\) Diez. . . 384 — Vi. Ebombo. . . . . Nai. . . . Kembo.. .. . . . Mabumaba. Veinte. VOCABULABIO . . . Viajero.

. Devoto. . . Desobedecer. Mió. . . VA no es. Abomba Abcmo Abcmone Abenanyelo. . Malo. Siete. T ú no eres. (Sitio do r e l á m p a g o s . El. . Inaccesible. B Ba Baalandc Me. Abeniuve Aboque Acyoka Ajobakandiuloma. . A b o m i n a b l e .) Cualquiera. Sabio. CualquieraGracias. Diarrea. A kabaje Akatonde . Imberbe. . . VOCABULARIO . . T ú eres. (Descenso de lo interior. . . . Valor. El. En. A Abalinduba. . Ciclo. .. Infatigable. Andu A n club u Andumba. Abandonar. Gratis. Avaro. . . . . Anekalondo. Akeba Ambucdi Ame Anabukulu. Amioue Añambe Apikilakiiencdo. . . . . Andimo Andobe Andokilase. Dios. ) Y o no soy. Y o soy. . Ignorante. . Auyolc . E l es. Andi.VOCABULARIO VENGA-ESPAÑOL. .

Domicilio. Nosotros no somos. Banaka Banda maquide. . Estampa. Mucho. . Paloma. Bebuide Bedi Beite Beite mete. Venir. . Fuera. Reptil. Babéjuc Babiñeni Baiku Balanaka Bamba Baba y mangoko. . E l l o s . Brazo. Retrato. . . Eclipse. Quizá. Llorar. F r u t a pequeña comestible.— Baangu Baato Babajakc Babebanc. . . . Reusar. . Responsable. N i e b l a . . Bela Belape Belembo Belengue Belolo Bembe Benda Bengá Benguemeke. A b u e l o . Bengumbe. I n m u n d i c i a . Muchísimo. E s p e j i s m o . Máquina. . Fatiga. . Acá. Llevar. ) Sardina. . Planta do la que so sacan palos para lanzas. Buitre. . Ayer. . Bañaba betole. Benó 386 — . Culebra venenosa de c o l o r de ceniza Raton. F o s a para cazar. . .. Banya Banye Baka Bakakide Bake Bebebegu . Bambú. B r i l l o . F l e c h a que sirve para clavar peces. E l l o s n o son. Pepitas de la palmera del aceite. Gente. A c a s o . Traer. . H i e r v a . . Bejabu Bejinebebato. V o s o t r o s no sois. VOCABULARIO . Arrimar. . Garganta ( g e o g r .. Lastre. Ayer. Basura. . Bane B a n g a mambia.

. Batata. Bijó bijole. Madera. Veloz. Bia Biaja Biejepi Biembo Biio Bijó Bijobindinamakoto. . Bonene Bonga Bongo Bongomo Boodi Booka 3«S — Heir. Provisiones. Rata. Cabra. Bctimbo Betole Bctomba Boyo Bi. . Flato. Miel. . Le. Bela L u z . Naranja. Rojo.. Á r b o l . Negro (color). I d i o m a s de los V a l e n g u e s . Serpiente pitón. M a l o . . Salud. Bitua Biyó Bo Bobalake Bobe Bobcyo Bobindo. Riachuelo. Sois. . A m i g o . Bitebuamu. Boculo Boi Boko Boloji Boma Bomo Bondibune. Grueso. Heterogéneo. Rio. A r r o y o . . Anillo. '.— Beo Bcpokolo Beteñanga p o k o . Todo. Nariz. Zic. Solitario. Zae. Pueblo. . . P a l m e r a del aceite. B r i s a del Oeste. Rígido. Limón. Mientras. Bilis Bingakiandi. Sombrero. . . . Tribu. Amarillo. Mar. Cantar. • . VOCABULARIO . Antorcha. Te. Loco. U n o . Vosotros.

. Buya . Grasa. . Elevado. Jefe. . . Largo. . Buínguc. Bute Buteniu. Acha. . Impericia. También. . J u n c o . Macho. Buincne. Detener. Bueno. Perro. . R o s t r o . . Tomate. B l a n d o . Grande. Butene Butindakia. . Budongu. Bovua Buá Buaba Buamii Buanga. Indigestion. F e t i c h e . . . Invasion. . Dia. Bu'lu Bulutcma. Bujole Bujolo Buju Bujua Bujupu. - . Bungaipenyo. Desgarrar. . . . Anteayer. Menos. Elástico. Buma Bundi Buncne.. Noche. El. tíalud. Butano. R e d p a r a pescar. Cara. • Desidia. Poco. Lluvia. Feroz. Buhé Bubó Bubobu. A c o r o . Amargo. . . Alto. Dedal. VOCABULARIO . . Media n o c h e . Cueva. Bubulabuamu. . Olvidar. . Budu Bui Buia Buimba. Botella. . Lindo. Blanco. Medicina.— a«» B o old Bopejüencli.. . Rápido. Ignominia. Naufragio cuando el b u q u e no v a á pique. Galopin. . . Bubolaguc. Profundo. Bueaka. ' Limpio. Pues. grueso. Acido.

Cafó. Tuerto. Di Pero. Lorito. Cabana. VOCABULARIO . . Edificio. Dabuangunya.. Dabuamcganga. Dindo Sucio. m o n e d a d e m e d i a peseta. . Holandés. Dijo y o k o in di tu biango. Dínde Name de gran tamaño. Callar. Hospital. Didango Fuente. . Dike l l u e v o de gallina. Dcnde Liso. . Ballesta. . Algibe. Dikaka Dejar. Gallina. . Comandante. Dibé Teta. Díbue I d i o m a de los V i c o s . . . Gallo. Dikó Sur (dirección) Dina Nombre. M u c h a c h o . Alemán. D Dabu Casa. . Dijo Ojo. Disú Nigua. . . Dipó Sólo. Dámbue G o m a elástica. . Cupini J . Comu Coóí'e Cuba Cubabokoka. . Dcmbe P e q u e ñ o . Diakadó Silencio.. Co o Comanda. P l a n t a q u e p r o d u c e un fruto venenoso Diguia Residuo. Didoyanyoku.Buyoa S3» - Mentir. D i s c u l p a . Niño.

Relámpago. VOCABULARIO . Ébano. . Delirio. Lagaña. Diversion. mió. Obsceno. D e nosotros. . Nube. Muslo.— sso — ])itó Dobido Dole Dongo Dongomia. Decidido. . Tromba. Se. Delito. Epidemia. . Mercancía. D e ellos. T r o m b a marina. D e él. Fruta. Nueve. F r u t a comestible. D e vosotros. Duaque Dunda Oreja. Embrollar. Ebuma Ebumbuyangunya. Oro. . . Adular. Culebra venenosa. Cono de madera del arpón P o g o . Vomitar. Q u e j a . Calor. E E Eabu Eaju Eame Eañu Kayu Ebabale Ebangu Ebela Ebelibeli Ebemba Ebila Ebimba Ebindi Ebiobio Ebobo Ebobu Ebogo Eboje Eboki Ebuajabu Ebuba Ebua Ebubu Ebuki Ebukuangunya. Arpón. si. Desfiladero. F r u t o encarnado comestible de sabor vinoso. Revolución. M i . Viruela. Dollar. Dinero.

. Llanura. Vaina. Pierna. selva. batalla. Pistola. Silla. Animal muy grande (Rinoceronte?) Estera.— 331 Ebimit|[ema. .iebo Ejíki Ejokolo Ejabu Ejeke Ejibo Ejio Ejuju Ekabe Ekaene Ekai Ekainene Ekala Ekanda Ekanenc Ekaone Ekavane Ekei Ekembe Ekikindi Ekito Ekó Ekoi . . . Palpitación. . Yerba. VOCABULARIO . B o s q u e . M e c h a para encender el cigarro. Este. . Ocupación. . Estómago. Torta. L i m a de hierro. Manta. Lente. Eduka Edukanyale. b a n a n a . . Plátano. Palo campeche. Hierro. Mico. P u n t a de hierro del arpón P o g o . trabajo. Estos. Esotro. Espejo. Hablar. A t a q u e . Guerra. Aquello. Esta. Gacela. Caja. V u e s t r o . Serpiente. E. Veneno. Esto. Impasible. . Ebunga Ebungo Ebungu Edubuenene. T a l o n del pié. Efu Egala Egolo Egoma Eguaja Egueno Eguenu E'ábu E-'anyiboka. . vuestros. Esa. — . banquillo.

VOCAEULARIO el . Eniñeni Tenéis. Cresta de montaña. E n i n g o londinde. Enavea Caliente. F r u t a g r a n d e de sabor á v i n o . E n a b i b e b i d e . Enuangoi M a n g a de chaqueta. Enajue Nosotros tenemos. Errante. Vaso. comestible. . E n y o m b a y o m b a .— Ekola Ekuai Ekulu Ekungula. Escalera. . . . Enabo Ellos tienen. . . Inclinar. . Qué. Planta amarga y diurética. Enaja Sierra de hierro. N ó m a d a . Eningo embakande. . Endondo Albino. Bote. Planta medicinal. B a n c o para sentar. . . E n i n g o eteminde. Insalubre. Trueno. Bajamar. Enami Oficial. Corazón. . Oergon. .. Eningo Marca. Labios. Emiñeni Vosotros tenéis. Elage Elala Elande Elate Elebu Elende Elenguc Elola Elombuanane. Medio. Media marea. de blusa. Epambu Ballesta pequeña para pescar. Tuya. Enayu E l tiene. .. Pleamar. Elungo 333 — Odio. Enangui Colchón. Z u r r ó n . . Emubulema. Burjaca. . E m a g u e n d a . Eno Mano. . Eobe Tuyo. Epaka P e s c a d o . Madero con punta para cazar elefante. Endilengue mengo. . Lancha' P o b r e . . Inútil.

Estotro. Abanico. color. . Libro. Punta del palo del arpón P o g o . F r u t a grande. . Almohada. Etiketike Etima Etimbc Etongo Eyadipiele. Cocodrilo. . comestible. Madera. Esotro. b ó l i d o . Eyomba . G Oiaadi Graalo Gaandi Gaandu Gadi Estrella fugaz. . V e r d e .' Francés. Cocina. Carta. L a g u n a . Paja. E s e . Imaginar. . Eponga Epuncluma. Estotro. F Fala Fatele Flaua Fula . Charca. etc. Pez.Epekilia Epele Epepa Epoko E p o k o ckai. L a g o . P i p a de cuerno. Eyanganangubu. Relámpago. Galon de o r o . Rayo. Peseta. Flor. . Epokueekaine. . . plata. cigarro de hoja plátano. Mas. P>obo. aereolito. . Eyaka Eyamba Eyanganagubu. Etaka Etatama Etcnga 333 - . Cera. Idiota. Plato. Factoría. c o b r e . . A l a c e n a de cocina. Timón. . Papel. Soñar. VOCABULARIO . . T a b l a .

A n d a . . Camisa. C e r d o . Negligencia. Sudoeste (viento) Jactarse. VOSABULARIO aceite de .— Gakia Genga Gofceni Goenene Goi Goleta Gomi Gomo Gongo Gongualañii . D e s o l a r . . Mes. Novio. A v e del tamaño de utia gallina. H Hee Sí. M a n g a marina. Norte (viento) Patata. Javalí. I Iba Iba Ibabu Dos. A p a r a t o para extraer el palma. Goondo Guai Guala Gubu Gudi Güea Gueñe Güese Gúgüe Guiebo Guiia Guiri Gumba Gunga Guogo 334 — . Goolo Goonde. Gabán. . Entrar. Caracol terrestre. Y u c a blanca. comestible Hipopótamo. anda (frase c o m ú n ) P u e r c o espin. Amante. Perseguir. . Gorila. Gobernador. Pecho. Destruir. Fuerte. L u n a (astro). Blusa. . Sandía P l a n c h a . Robar. Levita. Goleta ( e m b a r c a c i ó n ) Arpa pequeña. Tambor.

Mios. Gruta. Calabaza. Tuyos. Respirar con fuerza. .— 335 Ibdia Ibayagane Ibakide Ibala Ibalana Ibame Ibanya Ibate Ibé Ibebe Ibebo Ibebu Ibeguma Ibeke Ibeku Ibemba Ibengue Ibenguide Ibeta Ibiaju Ibiame Ibina Ibiña Ibió Ibiobe Ibititi Iboba I b ojo Ibojomo Iboke. F r i ó . Pegar. Vino. Pago. . Aire. Oprimir. Fiebre. Purga. Subterráneo. Ofensa. . Trasportar. Rodilla. Subir. Cima de m o n t a ñ a . Obsequio. Nublado. Cuello. L i n g o t e . Oscuro. Barranco. Vestido. Ibolo Iboma Ibongo Iboto Ibubele Ibudi Ibueania — . Mojar. Perezoso. I r . nuestras. Tardar. VOCABULARIO . Envidia. Ladrillo. Embargar. Barra. Ensanchar. Trage. A r a ñ a domestica m u y g r a n d e . Recompensar. Fermentar. Zurrar. Ola del mar. Ave. Sofocarse. . Herida. A n o c h e c e r . Nieve. Enemigo. Hombro. Inmersión. Liquido. Quitar. Marchar. Partir. Nuestros. Barrer. Volar.

.— Ibungania . Montar. . I-'ukia Ijá. Vender. Historia. . Ser. Conversar. Familia. . Remar. . . . . . Ijimbide. . O b e d e c e r . Recobrar. . Ikadu Ikaka Ikala Ikalia Ikandc Ikata . R e t e n c i ó n . Igonyc Igüedo Pamba Pañi. Lomo. Bajo. . Proyectil. Embarazo. Observación. . Cuerda libre del a r p ó n p o g o . Cabp p r o m o n t o r i o . Vientre. . Amarrar. . . . . Pequeño. . Presentar. Soplar. H a c e r . . Ijamba Ijenyenye. . Ligadura. . Reverencia. . Ijubia Ijujuinene. Igilc Igombe gombc.. Saltar. F r u t o comestible que lo dá una enredadera. Traficar. . Muerto. . Obstinación. Paraguas. Ijuamia. . . Descender. . íl'iuga Ijio Ijolo Ijoto I j ú . Adorar. . Bala. P u n t a . . . Naufragio en el que el b u q u e so sumerge. Tapar. Insecto que p r o d u c e un chirrido desagradable. .1 33G — Idiba Idilc Idoko ídolo Idua Idubua Iduka. F r u t a grande comestible. Hipócrita. . . Tradición. VOCABULARIO . . . . F r u t a comestible. Preñez. Ibunguia. Desaire. Límite. . Ijalamia. Idi. . Pacífico. . Abierto. . P a l m a de la m a n o . . . .

Ikito Ikiú Ikobua Ikoko Ikongo. . . Licor. Ilebide . Jarra. Vela de b u q u e . Á r b o l del que se sacan cuerdas. Inclinar. Flaco. Ikuta Hale Ilaleyanyale. Habitación. Iloko Hoto Iluda Ilunga Imbole Imogui Iraoto . . . . . Plantar. . . A b s o r b e r . . . E n r e d a d e r a que sirve de cuerda. Toma. H o m i c i d a . . P u n t a de lanza. .. . . indicar c o n la m a n o . Roca. Huir. Iluminar. S e m b r a r . . . . F r u t a medicinal. Mosca. Escribir. . . Sala. .— 3S9 — Ikeko Ikenga Ikingui. . Oculto. . . B e b e r . . S e g u n d o en m a n d o . . P i e d r a de l u m b r e .liba. F r u t a g r a n d e comestible que la dá una enredadera. Ilia Ilika I l i n g u a . Reñir. Jiboso. Ikuea Ikuku Ikula Ikulu Ikumu Ikungu. Ikuaka. Querella. Halo Ilanga Ilangua. Partir. A v a n z a r . . Mosquito. Retorcer. E s c a p a r . . . Muela. . Varillas de b a m b ú de las c a m a s . Leer. Anisado. . Suicida. Bayoneta. VOCABULARIO . . Escocer. Piedra. Ilaleyutakide. Decir. . . Tres. . . Ikongoyanyale. D i v i d i r . fumar. Escollo. T a z a . . Hele llena Ilende Henguidc. L a n z a .

Itam Itambi Itamua Itata Ite Itcdi Itika Itinga. Ganas. Pasar. Seis.. Obstáculo. L o s (art.) Menear. Estrecho. R a b i o s o . Tinte. Vigilar. Canal. Inseparable. Inonga Inongolo Inyanye Iñangue Iñaya Iñongo Ipaluanide. Cuerda del arpa llamada G o m i . Gustar. V i b r a r . I m p a c i e n c i a . Quemar. Pié.— Imuñide Inai Inanguia Indamu Indi Iningane Ink. Perder. Ipapulana Ipe e Ipekilia Ipenda Ipibia Ipiopio Ipita Ipolo Ipuma Itabayukudi. Peine. . Querer. Muchos. Repartir. Dormir. L i g a para c o g e r pájaros y á r b o l que la p r o d u c e . . . Beso. Reflexionar. I n d i c a r c o n los labios. Cuatro. Itomba Itondo Itondono Ituba Itumba Itambe J 838 — . Pólvora. Nudo. Romper. Gesticular. Sueño. Temblar. . . P a s o . Separar. Salir. VOCABULARIO . Acarrear. Cinco. Opinar. Tinta. Estribo de m o n t a ñ a . A m a r . Registrar.

. . A g u j a (geogr. Ignición. Janguame Jenga Jó Joa Jogó Jogñe J o k o i k u d i . Sonda. .Iyóue Iyonide Iyungulia 339 — . Bandera. . . Hinchazón. Afilar. Lavar. P a d r e (cuando está lejos del p u e b l o ) Flojo. . Hábil. Anillo de b e j u c o que sujeta cuerda del arpón p o g o . Imitar. .. Baño. .) P u n t a de la flecha del E p a m b a . Jongo Jué Jumbo Candado. Jangá. J Japengungu. Arrastrar. . Parir. Vago. . V i a j e r o . . VOCABULARIO la . Humo. Cabello. Jokoyambanye. . . . . . Pasajero. . . . Nosotros ( p r o n o m b r e ) Plomo. L o (artículo) Base del palo del arpón p o g o . D e s c a r g a r . Jongue. Mancha. Comer.Itoto Itumu Ituka Ituto Itutu Iya lyabude Iyade Iyeba Iyeye Iyongo. Clavo. Su. . . K Kabagaba Kakuakiomiba. . Plátano p e q u e ñ o y d u l c e . Imposible.

Kuluakide. Remo. Koka Komu Konye Kubia Kué. Concha. Discurso.de Kobote Kodimakoi. Mi ( p r o n o m b r e ) Lámpara. Muchos. VOCABULARIO . Garza.Kama Kalia Kanene Kanaka Kape Keega Keeke Kengo Kia Kiapon. Sermon. Deposición. P á j a r o que ladra c o m o un perrito. Aquel. Orangutan. C a r a c o l de mar. Tiburón. Despensa. Loite . Canal. A v e . Nuevo. Cortar. B a n c o de arena. F l e c h a . Planta cuyas hojas se c o m e n . Cuerda de plátano. . Levakidebabea . Oración. Planta medicinal. Ciento. . Maestro. . . Tortuga. L La Lame Lambilabeguemu Lembé Lcnaka Lenguekide. . Kudu Kuia. Á r b o l del que sacan cuerdas para hacer taparrabos. B a r r a . Alumbrar. . Linterna. . Holandés. . Kulumba Kumba Kumbi Kunongo Kupe Kupini . Estrecho ( g e o g r ) . Inclinar. Marcha. R o d i l l o para arrastrar c a r g a s . A l o c u c i ó n . . A r c o de flecha ó ballesta. Después.

Inmediato. Mubute. Lejos. . Madikanidu Maki . Vena. . 3411 — Ocho. Razón. Número. Sangre. Orejas. Carnero. Cuchillo especial de los vengas. Maséis . Leche. . Mató . M a ñ o n g o dib¡ Mapapande M a p ep li Masei . Majonga. Manga . Cuerno. . Caña. . Mamunga. Carne g o r d a . Male . . Manon g o . Lágrima. Aceite. Zapato. . F r u t a comestible.. . Dientes. . Decena. Mekoto . Malonga . A g u a r d i e n t e . Saliva. Manteca. Mejija. P l u m a de ave. Malda . Ma-'e. V a p o r de agua.— Loguambc. Mubumba . Ultimo. R o m . Mejio. . M Mabongo . F o s a para muertos. Malingüa . Malubanc . Egoista. . A l a de A v e . Grupo. Articulación. Makogo Maku': . Enterrar. Malalemamej umama Malata . Mal) ule. Lujongo . Majua . Dolor. Mar. Mayake Matóla . Tendon. Mejor. A v e blanca de los rios. Nervio. Enfermedad. C o d o . . Mabu . Grave. Fruta. Corazón del m a n g o . VOCABULARIO . Aquí. Arena.

P e s c a d o comestible. V a c í o . Mundundu. Muinde Munda Mundembe. . . . . Misana b o o d i . Mo. . P á j a r o que ahulla c o m o un hostigado.— Mclabe Melé Membila . Crepúsculo. . . . Paquete. R a m a de árbol. Tirano. . Intestino. Cordero. . . Ventana. Mibe Minis . . Mutube J 348 — . . C o n t i g o . . . Ni. Muchacho. Imparcial. Duro. . . M a n g o (fruta) Misionero. . . Hombre. . Y. Vapor correo. V i e n t o . . Hijo. . Ningunos. . . Jamás. Déspota. Barón. Sur. Vientre. . • Moa Momo Muayu Muana Muana omomo. . . Tardin. Agua. Munga Mutua a yoaka. . . Mia Miba. Adolescente. . . Porque. P e s c a d o comestible. . Grande. Muanya Mueve M u e v e masama . Ñengue Nene N i l o l o i n b o . E l (artículo ó p r o n o m b r e ) L a (artículo). . Isla. Urgencia. . P l a n t a medicinal. Tampoco. VOCABULARIO . gato N Na Naeoko Nakalo Nane Nanobe Nayalumbe. M e n y e n y e . Mujer.

A s í es. . J . Pelo. No. . . Búfalo. . . N Nakuaka . . D e donde. Ñaue . . Ñetcti. Ellos son. Opeke . Nambimbi. Hoy. Noname Numboko . . Nelo. . . . . Delante. . Ñendibane. Dorado. Oxido. Parodiar. Nate. Ñongue. O búa Obuju O c o katate. . Medalla. L u c r o ganancia. Allí. . Arañar. . Ñeñe . Diablo. . . . . . Homogéneo. Ñui . . T ú tienes. . . • • . Tú. A q u í vamos. Ancla. . . Nan da . E n c i m a de mesa. . . . Okabane Onongokolena. Hilo. O O Oayataburu . Nanga . . . . . Aim. . Derecha. Algodón. Rugir. 343 — Débil. Abeja. .— Nologojooo. 0 onganengo. Ñangapoko. Oué Oyokakatekanyo— eake Te. . . . Ballena. Estrella. Obc Obele Obeotinayo . U ñ a de h o m b r e . Entender. VOCABULARIO . Ñondi . Oka .

Miope. S Sabal Sago Sambañángüe Seile Selik Sigalo Sono Soya . . . Culebra venenosa. . Disputa. Pogo Poke Pókue pókuc. . Cierto. Cerca. . poco . Isla de manglar. Juramento. Sordo. Verdad. U ñ a de animal. Borracho. Arpón. P a d r e (cuando está p r ó x i m o ) . Pobu Poco Poco. Soldado. Polk Pondoyatito . . . E s cierto? Jabón. Pañole Paya Pé Pea Peenda Pembe Penda Peto. . VOCABULARIO . Misa. . Puñal. P i p a de fumar. A l m e n d r a comestible. . Unir. Harina. . .— 344 — P Paquide . Uno. Marinero. . Piel de animal. • . . Pan. Poondo Pooti Pota Puis Acercar. Maíz. Gato. Junto. Cigarro. . Ciego. Piele Pipayeka . . Es verdad. Ponton. Seda. . Español. . Poo Pobuametono.

Torrente. . . Arriar. Tongo . . . TJalo. . . . . . . . Toyen . . . . . Anclar. . . Jornal. Pasta comestible. . Ubenguma Ubeni .. . . . . Animal. . . Tamuaka. Mandíbula. . . . Ubondo . . . . Turna . . • R i n c ó n . . . . Cucliara. . UJika . Tungu . Inundación. Ubumbu.— 345 — T Taanda. . Boquilla de la pipa Aclia. . Confluencia. . . . . Toi . Detonación. . Gota. . Cuerno. Tunguabijó. Agujero. . . Tone . . . . Testigo. Calma atmosférica. . Tenedor. . Ubandamidi Ubandu Ubanga Ubangu . Marfil. Tombo . A g u j a de coser. . Tito. . L i b e r a l . Idioma. . Coco. . A r b u s t o (industrial) Tabaco. Ubake . VOCABULARIO . . Mesa. . Mil. . . . . Udembe . . Ubuidendi. . . Ubibe . Ubana . . Uboki . . . Toko . . Tombo . El. . Lo. . Tonda . . Cayuco. Ensenada. La. Tagulu . Rajadura. . Tabacu. u Ua . . . Boca. . . Aprender. Mas. . .

. . . Enredadera. S a c e r d o t e y feticliero. . . . . . . Ukilikoko. . Pájaro grande. Ukobe Ukobo J — . . Y u c a oscura. . Promontorio. P i e l de H o m b r e . Pez. . Pintura. . . . Longevidad. Cadena. C e n c e r r o . . Ujinguilongo. . . . Medico.be . . . Ujule Ujungue. Religion. Laborioso. . . Ugumia mamajo. . . Serpiente n e g r a . Zurriaga. Alfiletero. . Grano. Trinquete. Plátano m a d u r o .. . Habichuela. . . Ueaka . Collar. Cabrito. Ukanda. . . Udumba. Ukiangui. Tierra. ídolo. . Uganu Ugobeni.— 34G Udom. U angue. . Uduba . Pantalon. . . . VOCABULARIO . . P i p a europea. . . . . . . Azúcar. . Ugoíii Ugulo Ugumba. Acumular Joven. Uieke Ujai Ujaka Ujekc Ujinganakan. . Cabo. . Uelo Uganga. . U anga.. Ugoko Ugondo. . Ujó Ujongo. . . . Ukabanganu. Grito de s o c o r r o . . . Gobierno. Erupción. . . . V i a láctea (nebulosa). P a l o de lanza. . R u i d o del b o s q u e . Instrumento do música. Cañón. . . . . . . . Barrera. Entremetido. . Ukasa Ukeba Ukenda. Esclavo. . . Ukengue. Mástil. Matar. . U d u m a . . Ugumia. . Uduni .

Ukuku. Conmigo. Ulcnguc Ulcsi Ulungu mangonde. TJkuaki Ukuala Ukudi U k u d i maiale. Intérprete. Diablo. . Llaga. Umba Unibande Umboko Umbir'u Un amb a Unamba mekondo. . . Caña dulce. Halo. . Yo. Intrigante. Hombre negro. Palo del a r p ó n . H o r m i g a negra. . U n ambo Unangabambe. . Llama. . Espada. Algunos. Arroz. . Bárbaro. Tejado. . Undongo. B o l a . Desinfectar. Puente. Uñongo Uñua Upakuni Upinga S4Ï — . Tempestad. Cuerda del arpón. G r u p o de hombres armados. . . Unuki Uñelemuamaquia. A r c o iris. Impertinente. Barril. Laringe. . Cuerda. . Lagunas. . Undumba Ungamu. . . . Hemorragia. . . Monte. . . Garganta. . Undicbnki. E j é r c i t o . Detrás. .— Ukodi Ukokoinbo. Tela. . Cerro. Unoki Unornbe Unombe upumake. Varios. . Decapitar. Sábana. T a parrab o. . Quietud. . VOCABULARIO . Cazar. . . Machete. Encima. Baile de los V e n g a s . Uugoko Ungongo Unguñi Uninganake. . Esfera. Ulanda Ulando Ulega Ulenanimabolo. Culebra blanca.

y formula su aspiración en este p u n t o .° Anular de c o m ú n acuerdo. „2. una caldera demasiado grande.colonias e u r o extension derechos comerestá ha libertad de que cio y navegación. Británica. declara que el Gobierno dispuesto á abandonarlos p o r su parte. en siderable provision de artículos alimenticios ú otros dicios remotísimos: facultades innecesarias h o y y peas y la o c u p a c i ó n de la costa casi en toda su por las potencias civilizadas. Así se podrá asegurar la perfecta y to de la obra de la Conferencia. que hagan este servicio alternativamente DERECHO DE VISITA soluta libertad de navegación que debe ser el c o m p l e m e n - hacer desaparecer completamente la trata por mar y du- . que tiene dos objetos: „1. y español así lo h e c h o saber el G o b i e r n o de S. Considera estos c o m o una amenaza constante para la uso por la abolición de la esclavitud en las. M .— 948 — da la amplitud de facultades concedidas por el tratado de 1835 á los comandantes de los cruceros. toda vez que las circunstancias que m o desapareciabdo p o r completo. por lo que se refiere al á la costa occidental de Africa. los tratados relativos tivaron aquel conjunto de disposiciones han derecho de visita. „Estas medidas podrían ser las siguientes: a) Vigilancia por uno ó dos buques de potencias signatarias. que sean eficaces costa occidental de Africa.° Reemplazar las estipulaciones de los tratados s o con la y puedan en bre el derecho de visita por medidas en consonancia el estado actual de las cosas. que tener á los buques y llevarlos ante el p o r encontrar agua en cantidad superior pueden detribunal de á la presas conindes- necesaria para la tripulación.

para j u z g a r . quizá la economía zana en los primeros momentos de su existencia. reglamentos estaban ni con esclavitud formados de común acuerdo por las potencias. las simpatías europeos. ejerciéndose la costa el que de de seis dicha vigilancia á lo largo de las partes de no estén ocupadas ó colocadas b a j o el protectorado una potencia civilizada y donde pueda existir ó de la Comisión Internacional del C o n g o . pero siempre inestable. U n a nueva factoría p o d r í a v e d a d de las mercancías. b) Creación de un tribunal compuesto de cónsules según tablecidos en el C o n g o .— «49 rantc un plazo de un año ó — meses.. pero está hábilmente explotada por los alemanes. E l longarla dependería de la habilidad de los factores y una serie de circunstancias que se escapan al cálculo.) España i m p o r t a (1881) aceite de p a l m a . de g o m a e l á s t i ca p o r valor de c e r c a d e 4 m i l l o n e s .. a l g o d o n e t c .los que buques allí tal esca- que tuviesen á su b o r d o un gran número de negros. m a d e r a s de c o n s t r u c c i ó n DERECHO DE VISITA . á los L a cuenca del Muni es rica y productiva. en el caso de que los capitanes no probasen por voluntad propia y no iban en destino. d e c o c o . nuevos prode (1) sostendrían una situación halagüeña. que tienen escalovivir lononadas factorías servidas por gentes de color á lo largo de los principales rios. pitanes de los buques apresados. (l. Estos cruceros podrían apresar peligro de que se haga la trata por mar. p o r v a l o r de 8 l j 2 m i l l o n e s a n u a l e s . L a hacia los en los precios. á j u i c i o de las potencias solamente .

. Yo'jckc Yoko Yo'ánc Yoká Yoki Yoku Yoma Yomanu. R e c o r d a r . Puerta. . Yunda Yundule. . .. . Name p e q u e ñ o . Yura Yumu Yumuyatoycni. VOCABULARIO . Temor. Lucha. Nos. Espalda. . . Ilustrado. . 350 — . Brazalete do mástil.' Decena de millar. Anzuelo. Licencia. Makako. Encender. Yongo Yoo! Yoobo Yóue Yoyukongo. Escuchar. Diez. Hilaridad. Melancolía. Remordimiento. Claro. . . Nadai'. . . Correr. Sol. . . E l e f a n t e . . Yupa . Implorar.— Yoda Yojolidc. Escarcha. . Yude Yui Yukulide. Yunganake. . . . Yombe Yonguide. Ineendio. . Martillo. . E n f e r m e d a d del y e m b a . Daman.

A u n c u a n d o en sea el m i s m o . un parecido tan extraordinario especialmente en las terminaciones. tendencias de raza y detalles que no tengo datos que me (i) D. Este nombre es Y no desciendo á la reunidos africano. de esté H e leido con gusto las pruebas de la gramática y vocabulario de la lengua v e n g a que acaba V . la misma pronunciación é idéntica c o n s t r u c c c i o n A d e m á s su lengua m e ha sonado siempre al oido si fuera un dialecto del euskaro trabajos topográficos me han ó viceversa y oido como todos mis amigos (pre m e han a c o m p a ñ a d o p o r el país v a s c o n g a d o en e x c l a m a r . del idioma e u s k a r o . porhacen dias. lo que un v a s c o n g a d o . sentido. Esta o b s e r v a c i ó n la he verificado en A f r i c a . muchas palabras. el sentido de la frase no un significado vasco. todos los ó lugar hábitos. Un habla dándole el m i s m o v e n g a que c o n o c e el español. pero sospecho haya también en él una gran analogía. habido entre (Guipúzcoa) un.vascongado (1) B. (Jree que en esos países ha e x p l o r a d o ha habido v a s c o n g a d o s en algun t i e m p o ? A. SINGULAR . cion tan grande.Dialogo B. N o desciendo en la m a y o r í a de ellas. de Arechanedeta y el autor A. Pedro Oar. HECHO. ¿ V . de i m p r i m i r y encuentro entre esa lengua y nuestra euskara. natural libro. una rola. al oir pronunciar el n o m b r e de un término del país. que m e suena al oido c o mo si este idioma africano fuera una derivación. c o n m u y p o c a s alteraciones. c o m p a r a c i ó n de todavía los ciertos fisiológicos costumbres. en casi su totalidad se encuentra al m e c a n i s m o de la que lengua p o r q u e no la c o n o z c o .

E x i s t e una region en el Gainbartiyara centro de A f r i c a que entre el se llama Un ¡/oro y y que está c o m p r e n d i d a singular que fué viaje que proyectaba el Usoiujoru. pero blancos c o m o lo somos los cerca de 5 0 0 0 metros do altitud. los portugueses ó los italianos y no tienen n a d a d o c o m ú n c o n la raza negra.taita. Antes de realizar mi s e g u n d o viajo p o r llamado la atención un hecho que modificara el itinerario del centro de aquel continente. Estas son las únicas noticicias que dio el viajero Stanley de este p u e b l o b l a n c o perdido en el c o r a z ó n de Africa. L o s naturales de Gandul rayara españoles. El hecho me llamó mucho la atención pero guarda en mi asombro fué significa en alta de la nombre el grande al saber que el n o m b r e Gambartayara vascuence (grano que so almacén v la parte casa) y efectivamente la montaña de este n o m b r e sirve d e de del granos á sus rey significa habitantes. c o m o efecOTRO HECHO . E n ella hay una montaña que recibe ó m e j o r dicho dá n o m b r e al país y tiene en su cima una depresión c o m o si fuera un antiguo cráter que se eleva á m u y son b l a n c o s . V i v e n en pequeños pueblos situados do sus cosechas en el llama cráter más elevado para ponerlo á cubierto do las rapiñas vecinos los negros. comprenderá rpie al trabajar Africa sobre este me había causa de al asunto d e b o estar c o n v e n c i d o de que persigo una v e r d a d . y en que el "'d¿-iha vascuence (Andikua) h o m b r e que tiene un origen noble y de títulos. Se alimentan de lecho y en la montaña y guardan el grano de sus - de maíz y se dedican á la cría de g a n a d o s . e x c e p c i ó n hecha del cabello que tiende á rizarse. E l rey do este país so Um M' di-Uta (pronuncióse di-i/ai). p e r o V.

P e r o creo que el idioma de los rirá mucho que dieron descendiente de los origen á este p u e b l o p a r gambaragaras no d i f e parte tiene puntos del que hablan la m a y o r parte de los habi- tantes del A f r i c a central que por otra íntimos de contacto con el v e n g a . de decir c o r r o b o r a la similitud de estos la opinion que y a tengo formada de el idiomas y para que vea V . lbai</aues situado en la orilla de un rio y esta palabra Thai significa al rio. P. nifica en vasco salirse el rio. c u s k a r o .tivanionte lo os así puesto que se cree primeros blancos ticular. BHKI. ui¡ llamamos al hipócrita olía. junto L o s v e n g a s dicen Iba. dos ó dos reces uno. lbuijdijunc es palabra que aplican los vengas pues bien á un lísigIbai quido cualquiera que se sobra. señalar a l g u n a s v o c e s de las muchas de que podría hacer uso. mi a<¡)tí jiai/ii. P u e s todo esto que rae acaba V . Bela llamamos Be/a llaman en el Muni al buitre c o m p a r a c i o n e s .embu. hipòcrita. y a que tengo vocabulario en l a . Iludía. dame y nosotros decimos Elannba. muí. en v e n g a y los v a s c o n g a d o s Buhan a nenia. Xrre traes aquí decimos los v a s c o n g a d o s . Tic visto también en sus mapas un pueblo llamado en e-I idioma. trac. dicen los africanos. Nosal otros tenemos la v o z Bibal.m a n o me permitiré Iludía significa Buhan Muana hermano pues. cuereo. dos y loa V i c o s y dos. dame Vc!. Mi . venga. que no e x a g e r o . hernia na en en vascuence.

E l artículo el empicado en el hombre es el más p o d e r o s o de los palabra v a s c o n g a d a Audi Ukulluba. enfermo? es en v e n g a naufragio. Cuando un objeto se encuentra sobre un y hay temor de que caiga Ubaugaiiakua. es la rajadura ó resquebrajadura euskaro situación y próxima en y el el rey rey hombre traduce And i sinónimo de grande. tienen. a d v e r b i o vasco que Ejake. traes.. centro. y Bid ¡a significa en v e n g a . dicen va à caer. P a r a decir los vengas ¡ja fui por el camino labra Bidiakindi en v a s c u e n c e . Libangauikua elevado. usan di quedaría kiau m u y parecida á Bita ritan. o c u p a n el centro. traer cerca. le llaman -Bisunto haces? sinónimo de ¿estás ó vuelco de la ha ido. Bakak. sobre sitio un monte y Ubandu es en monte. la pacamino. decimos nosotros Ubandu.. arrimar. mido. bien? ¿no estás Bopejueudi embarcación. Uliulu dicen los africanos en el. y en vascuence tienen. noble el medio al portal. Juendi en vascuence caída qué Bahak 'ule. . se al suelo.— 354 — BinyaBinyasigni- El adverbio mientras lo traducen p o r la palabra kiaudi y suprimida su terminación fica mientras. •COMPARACIONES que el hombres. en á la cuadra. E n el i d i o m a v i c o á un enfermo nosotros decimos Bisaiuon. es también p a r e c i d o á Jaukc. el medio de la casa. poderoso puesto animales p a r a estos africanos el más poderoso de los significa grande. sitio los lia significa elevado africanos los en al se es La y que decimos que hay vascos. sobre el ribazo.

Bijakiitdi. subjuntivo es en venga kna. — E s tan curioso t o d o esto que p i d o tenido y dar conocimiento de ella á los B . tienen un lo tienen Badakia. etc.. que v e o Yukuite. se dedique á hacer estudios profundos en cuestión para que.quién sabe? ¡Encierra terios la historia del p u e b l o c u s k a r o ! de este tantos á V. etc.— sss — L a terminación del futuro de Odia y en vascuence E n ñn otras bor vascongado urdiíja. el pues sin alteración alguna se encuentran en ma. BarisaAbch. Ebuki etc. — G r a c i a s . Banaka como muchas palabras marcadísimo Eliabam.. Ebela. nuestro idio- — S i habremos habitado los vascos en a l g u n tiempo continente africano? A . autorizado para ello. Angoko. — E s t á V . autorizahemos de este ción para publicar esta conversación familiar que lectores libro siquiera sea en carácter de confidencia científica.. A . Ebcmb'a. y lo único que deseo os que algun tilo entusiasta en vista de este primer jalón que mos. Wdicntba. también... vascócolocatema mis- QUIEN SABE . las palabras Ekaoite.

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la otra contiene la cama y el cajón con las telas. esteras. INDUSTRIA . la una es la c o c i n a centro y su ctaka ó despensa. del aceite de palma. Lotes. redes. p r e p a ración de la y u c a . t a b a c o y riquezas del dueño ó dueña.XIII. c a y u c o s . b a sijas. I N D U S T R I A A industria del país se r e d u c e á la construcción de chozas y sus enseres. v i n o de palma. armas. extracción de la cera. cestos. obtención de la sal del mar etc etc. fabricación de cuerdas. Contienen dos d e pendencias separadas c o n su piedra en el es el dormitorio que por un tabique. pipas. remos y aparejo. L a s viviendas son rectangulares con tejado á dos a g u a s . y sus dimensiones son p o r lo general d e seis metros y tres metros de lado p o r dos metros de altura.

El asegutejado cuerdas y p u e d e b a m b ú del con otras c o n armazón va también sujeto viento no arranque las rarse que estas v i v i e n d a s están cosidas. niguas y herramientas que el machete y el cuchillo. e s c o r p i o n e s . b r e seis orquillas que levantan metros. A objeto de que el planchas do (uñuu) colocan unos palos que los oprimen p e r o estos p a los contribuyen nero de se crian ratas. L a s puertas de la c h o z a son de tabla y giran sobre p e r nos de madera cerrándose p o r la parte interior p o r m e d i o de pasadores de madera ó d e tarabillas. L a cama enanyui se c o m p o n e do un tablero ó armazón centíen el que van sugotas tiras de b a m b ú il-oho. VIVIENDAS apoyado so- del suelo cincuenta . Este y las paredes son de planchas hechas con las hojas secas y enlazadas unas del b a m b ú con dobladas y sobrepuestas pasadores de bejuco. P o r toda ropa usan una estera ebuniju y algunas veces un mosquitero de tela v i e j a . Para la construcción de las chozas n o emplean más m u c h o al deterioro de las apoderan en p o c o hojas que se tiempo de las pudren c o n la h u m e d a d . pero es preciso advertir que los africanos usan de los dedos y de los dientes para servicios mecánicos á que los e u r o p e o s no p u e d e n aplicarlos. E s c u s a d o es decir que t o d o g é porquerías se por hojas que forman el forro exterior é interior de la c h o z a y lo tanto en gran abundancia arañas de diez centímetros de diámetro. cienpiés.— 35S — derechos L a s chozas las construyen fijando unos pies ijimtihí) sobre los que descansan los palos que han de sostenor el tejado.

afectan bien hechos que con base menor corresponde á la base imitarían L o mismo sucede respecto á las esteras de hilo de plátano que llaman la atención p o r la b o n d a d de la o b r a y m u c h o más teniendo en cuenta que el tegido y trenzado cen estos naturales á m a n o . L a s redes de pescar las construyen con una aguja de los marineros b l a n c o s . la escota. BOTES lo h a cuya forma y manejo lo han aprendido los naturales de la c o s t a . el tajamar y el aun impregnan la codaste. estay de las fibras de y demás las construyen velas l a varias plantas y la lona do las obtienen en las factorías. la botabara y los picos c a n g r e j o y trinquete son de b a m b ú indio. L o s cestos que usan para el transporte de la y u c a son la forma de un dificultad se c o n o truncado del cesto y en cuyo están tan Europa. el b o t a l ó n . sustituyen por un p i c o de b a m b ú que sugetan á de b e j u c o . o b e n q u e s . L o s c a v u c o s se valen de una estera á guisa de vela. L a s palas son madera blanda y en forma de lanza más ó menos según los gustos y opiniones. la relinga. P a r a la fabricación de vasijas y de pipas usan la arcilla. Calafatean embarcación de la misma ancha con la resina que usan para las antorchas que deshecha al calor queda de color n e g r o . S e g ú n el tamaño del bote le colocan una ó dos velas pero lo general es que tengan m a y o r trinquete y foque: los palos. E n algunos casos suprimen la b o t a b a ra y la la pena.— Para 35» — escogen un la construcción de botes y c a y u c o s buen tronco de ceiba que lo v a c í a n ' p o r medio de una p e queña azuela dándole los delgados con bastante p e r f e c c i ó n y dejando simulada la las grietas y quilla.

L a 2>¡¡><i¡/el:<i tiene la forma de nuestras pipas pero el depósito de tabaco es m a y o r y le dan un c o l o r negro hermoso exponiéndola al humo del c a m p e c h e y frotando después con un trapo.— 3«0 — Aquellas no merecen especial m e n c i ó n pero sí las últimas. y llega fresca á la b o c a . lado opuesto c o m o en las L a boquilla está c o l o c a d a pipas ordinarias ó j u n t o recorre toda la en el al d e - pósito en c u y o caso el humo c a v i d a d del cuerno en el que ponen agua algunas veces. L l a m a la atención p o r lo bien hecha y bien torneada. lo laladran y PIPAS cortan un t r o c o l o c a n d o en . L a cloxju consiste en un cuerno de I» I P A S . antílope ó botella de arcilla c o c i d a en el que se sugeta el depósito para el t a b a c o . Pipnyekn. La b o q u i l l a de esta pipa n/iibe es corta y generalmente de madera. A l g u n a s veces y á falta de p i p a zo de la rama de un plátano. lítcnga.

verticales de cabra de la que parten dos m a n g o s que dos cuerpos piel cubiertos con una m a n e j a d o s de arriba á abajo en movimiento alternado. garlopa y uina- .un extremo un carbon el otro extremo. Usan para el efecto de un fucilo de ó cilindros de madera. los elementos escasos con que cuentan y la falta de las herramientas que d e s c o n o c e n p o r c o m p l e t o . L a industria de estos africanos es de cierta importancia relativa y aun do verdadero mérito si se considera la habilidad y paciencia que poseen. L a s armas y los objetos de hierro los fabrican h o y p á mues y bujebas cu la misma forma quo lo hacían antes los vengas. potencia calorífica asombrosa. su cuerdas puesto que les son m u y macerado necesarias y sustituyen y los clavos y tirafondos. pues a u n que el hierro del país es m u y bueno y m u y abundante. el el retorcido á mano con trozos do madera a p o y a n d o las fibras sobro el muslo. El cortado lo hacen á cuchillo. Obtenido el hierro á fuerza afilando sus cortes Actualmente procuran obtener del tráfico escalonado. fuman por de tierra europea á la L o general es que usen la pipa que llaman y jó. el b a r r e n o . envían una p o d e rosa y constante columna de aire á la única salida que tiene el fuelle. lingotes de hierro que los transforman en obtención les cuesta mucho En la fabricación de trabajo. encendido y el tabaco. E l carbon que emplean es vegetal do paciencia y de soplar le hoja p o r medio de martillo dan la forma do y de una lanza (3 de después. distinguen también con ellas armas. el formón. se. R E D U C C I Ó N D E HIERRO más indispen- sables c o m o la sierra.

1 A m p l i f i c a c i ó n 2o. 2 i"ilira de la c u e r d a . la misma cuerda vistas detalles de las fibras que aparecen en la figura 1. 1. C U E R D A D E P L Á T A N O objeto durante seis meses consecutivos me han llevado á las conclusiones siL a fibra del plátano Este africano tiene la propiedad de estar girando en uno y otro sentido constantemente. o. L o s e x perimentos que he verificado á este guientes: 1. L a cuerda que extraen del plátano os m u y creo que si lo cultivaran está c o n esmoro y operaciones c o m o r e c o m e n d a d o por la practicaran obtendrían cuerdas superiores á las fabricadas con c á ñ a m o de Rusia. 2. a m p l i f i c a c i ó n 500. movimiento se trasmite por igual á toda la . Ciieriln de plíítniín. II Detalles de las libras del n ú n i . P e r o lo estraño en estas libras es que una vez d e s p r e n didas y limpias se están moviendo constantemente. un trozo do una cuerda de plátano de un centímetro de diámetro vista eon una amplificación de 2 5 . E l a d j u n t o g r a b a d o al microscopio representa: 1." í?.— 3«3 — resistente y las experiencia. libras de con una amplificación de 5 0 0 ." libra.

" A un aumento de amplitud y v e l o c i d a d en el m o una disminución en velocidad y vimiento. la madera.—Proyección horizontal. correspondo amplitud. el cristal. — F i b r a l i u m c i l c c k l a y (¡lira seca. el m á x i m o den de medio 7. el marfil y 8. 4." E l hierro. L o s descansos no e x c e segundo. — S e c c i ó n t r a s v e r s a l . la guta- percha.o El movimiento — puesto rpie h a y no es uniforme aumentos de v e l o c i d a d ." nada el número y amplitud medias de las oscilaciones. (i. de amplitud y verdaderos d e s c a n sos en que la fibra p e r m a n e c e inmóvil. los metales no alteran ni varían en p o r minuto. L a h u m e d a d paraliza por c o m p l e t o los m o v i m i c n CUERDA DE PLÁTANO .— 363 o. ó. A l g u n a s veces se observa regularidad en el m o v i - M o v i m i e n t o s «le u n a libra del plátano. Parle superior. Parlo i u í e r i o r .° E l número medio de oscilaciones es de diez y seis veintidós." miento. la loza.

y en longitud lia oscilado entre cinco y seis centímetros. CUERDA DE PLÁTANO c o n lustre y resbaladizo. Ninguna variación en los movimientos he apreciado entre las o b s e r v a c i o nes verificadas durante el dia y mientos se acentúan las hechas p o r la n o c h e movic c o n luz artificial. tre de madera ligera y con médula. L a cascara del c o c o la emplean . E l adjunto g r a b a d o representa en su parte superior las posiciones que tomó la vortical de dichos fibra (proyección horizontal) de la en fibra una de las sesiones. D e ella se sacan esde pesca y sondaje. Caña b r a v a . H i g u e r a silveshúmeda (estendida) y seca pio con una amplificación (retorcida) vista al m i c r o s c o produc- Productos industriales. y en su parte inferior la p r o y e c c i ó n movimientos. para cazar m o n o s . celcntes carretes Vbaiifja. Mahelr.— 364 — tos de la libra. para lo que se sirven también de la arena de la p l a y a . L a corteza del c o c o se usa para limse frota queda Coco. sin e m b a r g o sospecho que los c u a n d o aumenta la intensidad ] ¡ c a luz. y el aspecto poderosa. piar los suelos de tabla. a p r o v e c h a n d o para puños ellos. p e r o c u a n d o se seca p o r c o m p l e t o c o m i e n za á moverse en la misma forma que antes de m o j a d a . L a s libras que be usado estaban secas pues tendrían lo menos un par de años de extraídas del árbol. el c a y a d o q u e tiene esta planta bajo de tierra. Otuolv. Igualmente sospecho que la fibra es atraída p o r el hierro c o m o si algo de magnetismo entrase en la ción de sus movimientos. Si después de este fregado el piso con un trozo de tronco de plátano j u g o s o . Sacan de ella buenos bastones de cuando es j o v e n y delgada.

INDUSTRIA fetiche y man- . Yuca. la/ondo. É b a n o . Vastóla. Teka. Sándalo. la ponen en agua unas la rallan después y depositan otra v e z Palo bubí. L o cortan para el c o m e r c i o usan para ellos en la fabricación de algun gos de armas. Da Fractu- una m a d e r a blanca y bastante blanda que y otras de embarcaComo la usan para la construcción de c a y u c o s ciones y para las palas ó remos de los mismos. es la antorcha de que se sirven durante la n o c h e . Del corazón él e m b a r c a del en y tronco que sólo se lo se sacan bastones de o o l o r caramelo 3* traslucientes. c o m o m a d e r a tintórea algunas v e c e s . L a emplean en las costas para veinte agua en almidón. Ubi/a.(¡liando la planta lia g e r m i n a d o su madera es más dura. Resina p á m u e . L o extraen de la selva para el c a m b i o y lo usan c o m o combustible. T a m bién fabrican con esta m a d e r a los banquillos sientan y los m a n g o s de los machetes. L a mezclan con cenizas y el todo introdu- cen en la corteza de una rama do árbol y dándole ca intensidad luminosa y que despide m u c h o h u m o . hoja carnosa da un arbusto que Es l a . lista resina es bastante agradable. durante tiene la reextraen. Ceiba. Madera muy buena. ceiba tiene un tronco gigantesco obtienen ciones de m u c h a eslora. Vea. L a pelan. por uno de sus extremos p r o d u c e una llama r o j i z a do p o - madera m u y sistente y la usan para palos y m a n g o s de lanzas. N o lie visto el árbol de donde pura y despide un lo la olor fuego Esta hacer horas. rado queda lleno do púas y brinzas. del c a c a o . como Lo dos horas colándola y p o n i é n d o l a á secar.

• C o n su corteza partida en tiras delgadas ha- cen cuerdas después de haberla raspado p o r su parte esterior. ra cuerdas. puesto que c o n él enganchan telas y tabaco desde la p a r E n r e d a d e r a que hecha un fruto largo c u b i e r el to de una piel delgada y q u e b r a d i z a c u a n d o está seca. Indamu. Bejuco. Yembayakai. Á r b o l de cuyas ramas sacan los en la corteza. los interior contiene un tejido c o m o el de un estropajo de essuelos E n r e d a d e r a de la selva que sirve de c u e r d a . para las flechas del e p a m b u . L a corteza del b a m b ú se parte en fibras que usan los naturales para extraer las niguas y piadientes. Sirve también c o m o pasadores para sujetar las planchas de hojas de b a m b ú con las chozas. pasadores horquifactorías. Itiuubu. (Jumba. en las planchas de los tejados y p a r a hacer una lla que les sirvo de instrumento de r o b o en las te exterior del edificio en que están guardadas.— Banye. Idoh). A r b u s t o del que arrancan la corteza ame m u y parecida á la pita y les sirve para hacer cuerdas que resultan m u y resistentes. Tactndei. Es 366 muy tapar — cuando seca el resistente frascos meollo el que sirve para en sustitución al púas. negros vapara es liéndose de incisiones hechas cojer pájaros. parto y da m u y buenos resultados para fregar y vajilla. para como lim- c o r c h o . Á r b o l c u y a corteza parten en tiras y maceran INDUSTRIA que cubren los tejados de E s otra enredadera que la preparan p a - un líquido blanquecino y p e g a j o s o con el que untan mimbres . Bambú.

Imbole. Ugoni. cuerdas. Yahia. M a n g r e . su que corte- INDUSTRIA . tapa- fabrican sus Á r b o l que da un fruto encarnado y pequeño.anda. T a m b i é n extraen de za c o c i é n d o l a un tinte negro bastante b u e n o . de D e la corteza do sus ramas sacan fibras que sirven N o m b r e de una enredadera que sirve de cuerda. E s otra enredadera que la usan c o m o c u e r d a . resistentes Con las tiras de la corteza del ('timba rabos las tribus del interior. que las de cáñamo. Usan su madera para postes y espees cialmente si lian de estar en agua. E n r e d a d e r a de la que sacan cuerdas. Miraguano. Etanda. Lo extraen de la palmera lo mezclan con ceniza y se sirven de ella c o m o de y e s c a p a ra encender c o n piedra y eslabón. Ikumu. E n t e r r a d a esta m a d e r a se le cae la corteza y queda el c o r a z ó n tan d u r o imposible meter un c l a v o . El.— StíH — obteniendo cuerdas más.

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O a a l o . cl de sólo il/aguya. el de Bermuda. de Vlaivja. Bitanga. Yiudtnujitv.C O S T U M B R E S - L i ó n o s los habitantes de esta z o n a tienen dos n o m b r e s . el de Dihamhi.U S O S . Ukambala. L a s mujeres tienen S a l u d o s . el el de Boíniy un M a k o k o . p o r ejemplo. l:a. el n a d o . U n o de ellos es dinario. entre Elonibuaugani. recibe n o m b r e de Diduiujo. U m b i l i p o n g ü e . nombre. supongamos á dos SALUDOS . el de Jkdibeli. P a r a comprenderlo mejor. MOIKJUU'I. el de Miisin/ja. L l saludo varía en la forma según las circunstancias. el de el determiorsaludo. y el otro sirve para A s í . p o r él se c o n o c e n en el trato mis servidores. Imama. E b o j i . el de Masmmbtda. en el saludo Blasón.

corta Berrondo. C u a n d o se ignora el n o m b r e persona. va saludando pronuncia en v o z muy alta. . de una nom- gente.'? y ella dá*'"su b r e para que se la salude c o m o á los demás. petía: gritería hubiera Didango. van Cuando distancia que las separa es de unos d o s pasos. el que es exclamaría: rior en edad. Dldango. á cada una se la mismo. Si el que saluda viene de otros paises. mucha diría U k a m b a l a mientras Berrondo. espantosa. v e z de encontrarse estos entonces d o s solos. L a s mujeres se saludan ordinariamente loaui. y c o m o movidas al c o m p á s de sus palabras. Masnnia. pero cuando se encuentran dos c o n Bolo y Boque hace mucha la amigas tiempo no se han visto. pues entonces el saludo se ven continuamente los individuos varía ordinario es que hemos segunda contestación Ac. oka—oka. casi á gritos. el que á su vez hace lo m i s m o .. lo individuos cerrando en un paréntesis ludo. Si en ni asuma. entonces Didango.. lentitud.. de f o r m a : — D i d a n g o citado.. brillan sus ojos enseñan su exclamando con aguda v o z : ¡Sahaaaaaaa! las tribus valengues os Boraui-ae. pueblo Si estos dos individuos residen en un mismo están viendo continuamente. E l o m b u a n g a n i (Didango) y Ukambala (Berrondo). aquél contesta: Aseo—Didango Si hay varias personas. el n o m b r e r e p e tido del otro. masuma. S A L U D O S preciosa carrera otra Los de b l a n c o s dientes y se echa la una cu brazos y do la E l saludo entre Borouape-ae. se acercan una á otra c o n diciendo en melancólica voz ¡6—ir-—ir-—ié.. se animan sus i-ostros... que . se la pregunta: ¿Gombingüe. Berrondo.- 3*0 su nombre de say se Bolo No asco. Bohemi. dice U k a m b a l a . aquél reuna supe- formando siempre. su saludo — c o n t e s t a c i ó n Ac.

usan de y los vengas. unas mismas Los pámues aa ames ver etique- palabras en sus saludos. ©ac«M-íasEl negro es Bolo-ac —Bolo ani-ao al suelo. id. pasión . Bolo-ae. id. id. con lágrimas en los ojos hacer que en ellos se disipara el miedo mi piel clara. id. SALUDOS. Nadie pasa sin saludar. idid. eran puestos p o r sus madres delante de mí para que les producía Borani-ae—Boronape-ae Bolomé-ae—Bolo—ae. saludan con las siguientes palabras: Ami. id. Bolomó-ac L o s b a p u k u s saludan c o m o •pfulu—Ami. Sería ra. id. bijas y b u n d e m u s . Venga Valenguc Itemu Vico Bija Bundemu B u j e b a — id. Curioso p o r extremo la á esta gente saludándose c o n todo el rigor de ta. id.— 3 Ï 1 — itemus. Pfulane aa a m p í a l o gran cazador cador puesto que reúne todas las c o n d i c i o n e s que el arte e x i g e . id. N o p u e d e omitirse una palabra. pf'ulano significa mira. que t e m b l a n d o . id. id. sobriedad. paciencia extraordinaria. constancia que raya en SALUDOS terquedad. astucia. y t a m p o c o nadie sale sin decir algo que indique su deferencia á los demás. es to una falta pronunciar g r a v o y m u y mal mirada la persona que en olla i n c u r r i e nadie entra sin al menos el Bolo. v i c o s . id. „7:>Vt> Utaugani„ ( A d i ó s b l a n c o ) me solían decir y la los n i vista ñ o s . resistencia á la fatiga. y gran p e s - P a m u o — A m i . id. id.

pero so quema con facilidad y p r o d u c e b u e nos resultados. L a carga que h e d í a n al fusil es g r a n d e . nitanto que agarrado ésto p o r su b o c a y estando ésta al tura del dedo p u l g a r lo que pólvora ser significa forma vel del dedo índice sale la baqueta del cañón hasta la alque la cantidad de una de columna do suelen contenida en el cañón cinco á seis centímetros de altura. pues apoyan la culata en la mano que la c o l o c a n d e r e c h a lo que significa que más que á la ARMAS izquierda á la altura de los ojos y disparan con la c o m o d i d a d y al . y de varias abrazaderas c o m o la espingarda. L a p ó l v o r a es de g r a n o grueso. L o s medios con que la caza y la pesca son prueba del i n g e n i o g r a n d e que p o seen estos africanos. L o s proyectiles pedazos de hierro y piedras esféricas hierro. y do aves. mineral de N o emplean. si b i e n dine- ro de esta en la forma de la caja y culata. la trampa (japengungu) (indamu) sólo sirvo para la caza del elefante y del l e o p a r d o . la Hecha (epambit) para red (Iniga) y ol anzuelo (yoobo) E l fusil que usan los africanos os de chispa muy largo.que se la i m p o n e la necesidad de alimentarse. de gran calibre y resistente. la misma p o s t u r a que los europeos. el arpón {pogo) para la pesca en p a r a la general. oido delicado y conocimiento completo cuenta de las para costumbres de la caza. la l i g a pequeños. p e c e c i l l o s . la para pájaros pesca de la tortuga. vista d e s a rrollada. del leopardo y del búfalo. El fusil de chispa gale de f a b r i c a c i ó n europea y la azagaya (¡hongo) b o s q u e . al disparar el arma. al p r o p i o t i e m p o es ligero. (uliiugo) emplean del elefante. el c e p o para la captura do monos. la fosa (hela) la lo usan para la caza en la caza del en el jabalí.

T i e n e n muchas clases de cepos y artes c o g e r aves y monos pero sólo citaré uno que por lo s e n c i llo merece m e n c i ó n . pequeño agujero practicado al efecto. A un c o c o le extraen. toda la carne del i n t e r i o r lo atan á rama una c u e r d a de b e j u c o m u y larga y lo c u e l g a n do la de un árbol. hierro {ilvnyó) cuya longitud afianzan el varía de dos á tres metros y que pertenece á un árbol q u e E n el extremo de este palo en forma de lanza y c u y a longitud varía d e alcanza á p e q u e ñ a s que produce son de diez á cincuenta centímetros. distinguen su a g u j e r o .— 3*3 — deseo de los buenos resultados del tiro atienden al espíritu de conservación que se les lia impuesto en vista de la f r e cuencia con que revientan estas armas. h a c e un ARMAS . por un é introducen y u c a y nuez madura de palmera. olfatean las golosinas q u e contiene y al fin hay uno que intenta meter la m a n o q u e c o m o al p r o p i o tiempo essupremo apenas c a b e p o r el a g u j e r o . Cuelgan este aparato de la rama de un árbol y lo comunican por medio de una c u e r d a c o n una tabla que colocan sobre el sendero frecuentado p o r los se en las para elefantes. desprende el uJtiiiyo y penetra por su p r o p i o peso pequeños espaldas del elefante quedando herido de muerte. P e r o quieren los demás llevarse el c o c o . Cuando uno de estos animales pisa la tabla. sus extremos un h i e r r o E l u/iinyo consiste en un trozo cilindrico de madera de tiene en uno de triangular m u y l a r g o . L o s monos son los primeros que se a p e r c i b e n del c o c o . Esta arma la lanzan c o n la m a n o derecha y si bien es cierto que distancias en c a m b i o gran p r o f u n d i d a d y gran peso que y las heridas extension. L a a z a g a y a consiste en un palo (iikenda) llaman (baanyii).

A esta vara le llaman ulaiida. el arpón de la vara.— 3Ï4 — fuerzo para que n o se lo arrebaten y entra su mano en la cavidad apoderándose del c e b o . Se dirigen á b a n c o s sobre los que hay dos ó tres brazas de agua y c u a n d o descubren una tortuga en el fondo del mar. se d e s a r r o l l a cogen E n t o n c e s se desprende la c u e r d a y el c o n o de madera flotando á m a n e r a de b o y a marca la dirección de la tortuga á la que siguen y cuando ha p e r d i d o las fuerzas ó ha q u e d a d o m u e r t a . v a n tros h o m b r e s . P o r el vara (egomba). L a pesca del sibide pez m u y ARPÓN grande que se encuentra . E n un p e q u e ñ o c a y u c o . bre de la vara tiene n o m b r e de igonije siete metros estando sugeta L a cuerda al salir de longitud y r e c i b e el p o r su estremo á un hierro en punta que es el arpón y que lo llaman ejokolo si so usa para tortugas y ebanga si es para p e c e s . Este arpón lo aseguran en la punta de la vara jago y queda el aparato dispuesto á funcionar. E n una de sus puntas tiene un cono macizo do madera (abogó) sugeto c o n cuerdas. Se c o m p o n e de una vara de tres metros de longitud y c u y o diámetro es m a y o r en el centro que en los extremos. el arponero le dispara el pogo penetra la p u n t a de hierro en el animal que h u y e c o n vertiginosa r a p i d e z . dos r e m a n d o en p o p a y uno en la p r o a l l e v a n d o en la mano derecha el arpón. Cuando intenta sacarla no puede y en esta posición es c o g i d o p o r el cazador. E l arpón para la pesca de la tortuga es un instrumento m u y ingenioso. vórtice de esto c o n o Una cuerda (timbando) sale la punta baja de la me(jogó) lidel c o n o de madera á lo largo de la vara á la que está unida p o r dio de otra cuerda y en la parte inferior de la vara p o r un anillo de b e j u c o (kabagaba).

L o s anzuelos los construían antes do la l l e g a d a de los europeos á estas costas pero h o y les es más b a r a t o y más c ó m o d o obtenerlos de las factorías ó do sus agentes de color que penetran al interior. L a caza del elefante. fragio. la del búfalo. cha es do b a m b ú y le llaman banya. pues hay que tener en c u e n desviación de la flecha al entrar en el agua que v a r í a t a m bién según la inclinación del disparo. L a red y el anzuelo no necesitan e x p l i c a c i ó n puesto q u e ambas artes son de p r o c e d e n c i a europea si bien la p r i m e ra que les era desconocida la construyen hoy con gran perfección. La flepladispade la del copara entro las rompientes de la costa la hacen a r p ó n poyo sólo que entóneos necesitan las condiciones marineras que poseen para evitar un momento dejan la e m b a r c a c i ó n adrizada y E l cpamba. es una pequeña ballesta hecha m u y flexible y sugeto p o r una cuerda de chnjoJMyainbanya. yas tranquilas en que el agua no pasa de un metro ran esta arma contra los pecccillos ta la refracción que varía según la lo difícil de dar en el b l a n c o . bres la paciencia extraordinaria que han necesitado aprender el manojo de esta arma tan imperfecta.— 3*5 — también desplegar c o n el todas un nauagua. L a s condiciones necesarias para ir á dar muerte ARTES DE PESCA bran bastantes pecccillos con lo que demuestran estos h o m - . accidente que les importa m u y p o c o p u e s t o que en sin do de un p a l o la fle- bejuco. y la punta E n las orillas de los rios y en las próximos. Apesar posición del pez. el m o v i m i e n t o pescado y la dificultad en hacer una buena puntería. la del l e o p a r d o y la del gorila á tiro son las más peligrosas y temidas puesto al e l e que en ellas rara v e z deja de correr sangre humana.

poseer un arma de fuego y no tener la barazada. A p a r e c e al fin un cazador en el claro que o c u p a el elef a n t e . tos á disparar sus largas espingardas. E n este m o m e n t o se o y e una desc a r g a atronadora y antes de que se disipe después una tercera y. una de los cazadores tiene un centonar de. levanta la cabeza y gira sobre sí mismo presentándose de frente p o r el lado en que se figura oir algun ruido. pero á medida que avanza en lida por otro lado y p o r otro hasta que se convence dirección c o m p r e n d e que se acerca al peligro y b u s c a saque está rodeado y que es preciso defenderse. después otro por el lado opuesto. E l animal se revuelve en todas direcciones bien p o r q u e el color de su taparrabo hasta que se fija en uno bien p o r q u e ha avanzado más que los demás. narices y orejas. ni dan un paso en falso. el animal se a p e r c i b e por el olfato de que ma y se decide á huir. Entonces arrolla la trompa. son: valor. ni tropiezan. á un mujer e m si- o j e o p o r el basque guiendo las huellas con gran c u i d a d o y c u a n d o d e s c u b r e n C u a n d o el c í r c u l o de hay gente p r ó x i . L o s cazani pidores avanzan vigilando con ojos. no p r o ducen r u i d o . CAZA DEL ELEFANTE .— 396 — finite. du- y le enviste con fiereza.unos tiros sueltos. metros de d i á m e t r o . agilidad para huir ó para ascender árbol. deja libres sus poderosas armas.) Es c r e e n c i a m u y g e n e r a l i z a d a q u e c u a n d o un h o m b r e c a s a d o t i e n e á su m u j e r en c i n t a y a c u d e á la c a z a del e l e f a n t e p i e r d e la m u j e r y ei I n j j .) U n a partida de hombres dan el al elefante lo rodean p o r c o m p l e t o . san la rama seca: parecen una banda de demonios dispues- le llama la atención el h u m o otra. luego otro y otro. todo ello ha (1. (1.

levanta v i o parte feroz en línea igno- lentamente la cabeza. Este. sea en la rama de un derosos colmillos. sea cu tierra. E l elefante dá un salto. L o s cjuc han sus numerosas heridas y unas v e c e s lo pierden y otras cobran al c a b o de dos ó tres dias ele persecución. enganchados y volteados ó pisoteados q u e d a n d o sus cuerpos deshechos en tierra ó colgados de las copas de los árboles. toma que las afiladas garras desenvainadas. con la b o c a abierta presentando sus p o fosforescente. se tiene que acercar metro de la fiera. la dirección que va á seguir el animal y sucede que uno. E n c a m b i o para la c a z a puesto que el cazador va sólo. hasta que lo ven. b u s c a n d o la precision GAZA D E L B Ú F A L O pelo. E n la caza del búfalo hay también sus cogidas y sus v í c timas pero al iiu son m u c h o s los cazadores y el valor del leopardo y del gorila es necesario más sangre á del cofria un dislectivo se adquiero con f a c i l i d a d . U n ligero temblor de la piel recorro c o m o una o n d a se sabe cuál es el momento en que se va á arrojar del sobre disparo. E l l e o p a r d o . N o t o dos los cazadores tienen tiempo de huir puesto que ran.— 39* — ráelo ele s e g u n d o . se retuerce y recta atropellando todo lo que encuentra á su paso. se . E n el claro del b o s q u e quedan otros dos ó tres heridos ó muertos por los proyectiles do sus c o m p a ñ e r o s q u e d a d o sanos persiguen al animal que se desangra ó por lo p o r haber reventado el fusil que d i s p a r a r o n . las orejas plegadas y el rabo notablemente engrosado p o r la rigidez que la espalda de la fiera y su actitud es tan decisiva el c a z a d o r . y su vida depende del paro. con la mirada feroz. dos ó tres hombres son a l c a n z a d o s . con el no acierto espera al c a z a d o r . árbol.

E l gorila una vez que descubro al c a z a - dor y lo vé avanzar.— 3*8 — a c e r c a con cautela. L a caza del gorila es también p e l i g r o s a pero no tanto c o m o la del l e o p a r d o . no espera c o m o el leopardo sino que avanza feroz dispuesto á deshacer á su enemigo entre sus poderosos brazos. con más violencia de tal de c o s t u m b r e . ó si respira con anCuando ha estrechado la distancia que si avanza más se precipita la fiera sobre deseo el centro del c o r a z ó n y dispara dando él. aban- . pero si no CAZA DEL GORILA sale. apunta al pecho de la fiera b u s c a n d o con el un costado al propio t i e m p o . E l leopardo al oir la d e t o n a ción y sentir el proyectil cu sus carnes se precipita sobre el cazador. el cazador queda aterrado pero si conserva desgatillar. Si el tiro sale. lleva el fusil quo ha sido escrúpulo en disposición de disparar y en los ojos do la ñera p r o c u r a D e s g r a c i a d o si le lato el corazón siedad c a r g a d o con clavada que modo el á la vista sondear sus intenciones. E l cazador espera y cuando tiene á la fiera á dos metros de distancia estira los brazos y mete el canon del fusil en su b o c a disparando al propio t i e m p o . sin p r o d u c i r movimientos. no sale el tiro y la fiera ha p e r m a n e c i d o en su algo de v a l o r p u e d e retirarse a n d a n d o hacia atrás y sin perder la puntería hasta que se oculta á ios ojos del l e o p a r d o . L a lucha está y a entablada desdo este momento y la huida es imposible. cscusado es decir que el g o r i la queda muerto instantáneamente. puesto. cierra un salto ojo izquierdo. bruscos que llamen la atención. puesto que la puntería está siempre asegurada. da el primer salto en v a g o y si no queda m u e r to agarra á su enemigo en un segundo salto entablándose Si al una lucha en que la primera v í c t i m a es el h o m b r e . ó si le tiembla la m a n o .

— :Ï*!> — dona cl escogido. el tamaño ha del que las ha p r o d u c i d o . si el la dirección que seguía. si era viejo i> j o v e n . animal c a z a d o r e s . d e d u c e n d e la cimiento de la pista de un animal. con la ducirlas según opinion de un cazador del país. y en ciertos casos si era m a c h o ó h e m b r a . deducen de su p o s i c i ó n . la é p o c a en que las lamiéndose ó arrascándose. he dicho que los habitantes del Muni son grandes conofigura. C o m o prueba de lo que llevo ofrezco el a d j u n t o arreexpresión g r a b a d o que representa. recoge mira. dimensiones y situación relativa. c a z a d o r su fusil y h u y o veloz á subirse p o r lia visto el y sus tronco de un árbol delgado que de antemano L a ñera después de haber m o r d i d o y colmillos el canon del fusil. las /pie huele también. etc. Sea que las huellas es- producido. pero en lo que más sobresalen es en el tén en tierra ó en y e r b a . El y las balas. Después entonces el cazador sus compañeros Ya se burlan de estas operaciones vuelve de sus ridiculas mollino y corrido al pueblo aventuras. do la actitud que tuvo este animal en el m o m e n t o de p r o L a guerra es frecuente entre l a s tribus que H U E L L A S . si tenía h a m b r e ó no dicho etc. posición animal estaba sorprendido. las huellas de un l e o p a r d o . m a r c a d o con con cuidado. si huía. copiadas del natural y c o n glo á escala. sentado. olor del tabaco repay na tanto á éste animal que al sentirlo dá (laye con rabia el fusil y lletodo á un donde se marcha y na su canon con tierra y piedras y concluye tirando rio ó á una laguna. lo examina 'el zurrón del cazador] saca la pólvora las /vuele y concluye 'por sacar la pipa un salto arrojando todo al suelo. si cazaba. si iba s ó l o ó a c o m p a ñ a d o . Guerras. c o n o c e n si estuvo echado.

no se etc. es d e s c o n o c i d a en estas c o m a r c a s africanas. un m a t r i m o n i o hombre á á disgusto. L o s vengas que son pendencieros p o r naturaleza y que poseen el valor colectivo neralmente en el mar. etc. r o b o . la L a ambición que es la causa de las guerras en los países civilizados. c a r g a n d o con e m p u j e sobre la marinería española. que es esta gente recibió el rio Muni el n o m b r e de Jíio delpelirjru los franceses le llaman JJaiujcr. C u a n d o el un t a m b o r este puchero lejano. P o r lo belicosa y sanguinaria á veces. E s casus belli un d i v o r c i o . penetrando entre sus lilas y derribando á tierra al c o m a n d a n t e . un otro.- :tno - habitan cl país del Muni y á olla a p e l a n á resolver con las armas los asuntos más b a l a d í s . Tales y aun h o y han sido las cruel- d a d e s y asesinatos que se han cometido en su entrada. E n tiempo amenazaron c o n otras ocasiones han entrar al degüello abordado buques defendidos p o r h o m b r e s b l a n c o s y no h a c e m u c h o en un b u q u e francés si el capitán volvía á hacerles p r o p o s i c i o n e s de c o m p r a ó adquisición de la isla de Coriseo. Una v e z declarada la g u e r r a á un pueblo ó á una tribu colocan sobre cuatro pies d e r e c h o s un gran p u c h e r o de produce sobre otro forma de tambor. etc. un engaño. un débito que envidia. en m u y alto grado se baten g e han dado Sin e m b a r g o en tierra también muestras de valor atacando á una factoría europea hiriendo á su dueño. fetichero aplicando la oreja siente dentro del p u c h e r o un ruido v i e n e n los una cantidad de como el que guerreros y echan agua que extraen de operación c o l o c a d o al efecto. Después de esta puchero misterioso en la p r o a del GUERRAS c o l o c a n el c a y u c o y creen que se . una amenaza de un satisface.

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. Ha f i l a d o durmiendo. Ha estado sentado.HUELLAS DE LEOPARDO. H a d a d o ii n s a l l o . ?c osla I o arrascaiido H a m a r c h a d o al t r o t o .

y en el posee odia número de cabezas de se impuneel la soravanse de miras pero cambio si triunfa furor. á no meter x u i d o c u a n d o za y á cortar el m a y o r ataca. cráneos de no hacen invulnerables pero lo creen asi soldado europeo ciertos amuletos. la el machete. T o do su afán es sorprender al enemigo para matar mente. h u y e n con sus a c e i t e s y calaveras para salvar la v i d a . en sus lanzas. antes ha- puesto que el pámue cree que el ser c o b a r d e es la ta más g r a n d e que p u e d e caer sobre él. E l venga y el burn se bate generalmente de n o c h e . L o s escudos y las ballestas han d e s a p a r e c i d o . E l fusil y la lanza han quedado descritos y de que hacían uso sólo blaré de las demás armas. GUERRA» . todo lo fian al filo de sus machetes y cuando educación afrenlanza. E l p á m u e guerrea durante cl dia y anuncia No b u s c a la sorpresa sino que al contrario esto lleva ventajas al v e n g a pues no valor natural de raza y aun el en valor de la baldo la el ataque. el puñal y el acha. L a s armas que usan en la guerra son el fusil. ó el valor.— 381 — como para el lo c r e e el mismo fin. cuando le colocan Otras tribus sacan el tambor sagrado y los los enemigos muertos en c a m p a ñ a y milagroso pero siempre en el figuran terreno nada las preocupaciones para se y de Tintan de si en la aceite lucha el de los hechos triunfa el espíritu de conservación. E x i s t e perfecta union y unidad plan de guerra se reduce á guardar el secreto presa que so prepara.

armas varía entre sesenta y de la agarre el v e determinadas veinte atadas. ochenhoja L a longitud de estas. que depositan en una bárbaro. E l puñal pota varía en forma y tamaño. Estas armas las construyen los pámues y bujebas estos últimos son mejores artífices y saben temple. L o mismo que los machotes van unidos á un mango corto de madera dura. A m b a s armas tienen vainas do m a d e r a piente. usaron y algo pero buen L o s hay lanceolada entre any las i m p r e g n a n en delgado. de hoja de hoja ondulada y sus dimensiones oscilan y cuarenta centímetros. c a b e z a s de basija m o l i é n d o l o p e r P a r a esto c o g e n varias plantas venenosas y otras t r i dar un fectamente y convirtiendo el t o d o (taja) en una pasta á la ARMAS . L o s vengas no envenenan las armas pero las bus se valen do este p r o c e d i m i e n t o serpientes. chos y cortos y largos y estrechos. E l acha uholie recuerda p o r su forma á las que de acha empotrado en un palo de madera dura los primeros h o m b r e s . es simplemente un hierro en f o r m a e n c o r v a d o en la dirección del filo del acha. U n a cuerda do la que penden algunos tas de dos chapas y forradas generalmente de piel do serles sirve para llevarlas colgadas del h o m b r o . p o r medio de cuerdas fuertemente compuesfetiches.— 389 — E l machete ukuaki es un arma terrible de dos y filos. de a g u z a d a punta y que termina en su parte inferior p o r dos orejas desde las que arranca un m a n g o corto ta centímetros. Suelen tenor la parto inferior labrada y á lo largo unas ranuras para que neno activísimo de que ocasiones.

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Pnñal. .

— 383 — por bastande para los en ella que agregan algo de agua haciéndolo hervir te tiempo. ARMAS ENVENENADAS . Creo que entre los este caso se halla el strophantus vegetales hispidos de ó x i d o usan consistencia é impregnan que que p r o d u c e este de efectos de un v e n e n o cardiaco y muscular c o m o he tenido ocasión de v e r en un daman á quien inoculé en el l o m o p r o d u c i é n d o l e la muerte (vuelta á los noventa y cinco segundos y la veneno ojos) de los los paralización movimientos á los ciento veinte ó sea á los dos minutos. Después añaden arcilla coloreada hierro para darle más sus armas.

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(uuambo) camisa de percal ó una usan una pieza de tela pequeña á la cintura y muslos y sobre ésta se colocan TRAJES . A l g u n a s veces se colocan la túnica desde los h o m b r o s y otras de cintura para abajo dejando al descubierto el p e c h o ó cubriéndolo con una camiseta de punto L a s mujeres que sujetan (¡joi).T R A G E S — P E I N A D O S - os tragos quo usan las en relación con la tribus que están de costa son de tela fabricación europea y se reducen en los h o m b r e s á una pieza de metro y de larga (¡boto) que se rodean al rodilla. pero no todos usan esta prenda. Un sombrero de fieltro negro (bepocóló) les medio cuerpo sirve por b a j o de los brazos y les cae hasta la para defender la cabeza del sol.

la gran cantidad do pelo llega á formar una MODAS habitan los árbol que bosques llaman á distancia de los rios sólo usan un p e q u e ñ o t a p a r r a b o d e cuerdas extraídas del muy de con dibujos de c o l o - prenda no masa o x t r a o r - . L o s negros do la Sierra y los que percal ó de las cuinha. y en casa c o n buenas batas. L o s hombres y especialmente los que trabajan en las factorías y cuentan con un sueldo usan en general blusas ó americanas y pantalon. que los hombres sujetándola p o r los sobacos y ciñéndosela bien al cuerpo para que se c o n o z c a n L o s habitantes de la costa gustan vestirse á la e u r o p e a y se ven en E l o b e y y en Coriseo damas negras con níficos vestidos de seda. zapato de llas y pañuelo en la cabeza. levitas antiguas. L o s pámues de ciertas localidades se trenzan el pelo en mechoncitos que quedan rígidos y los dan el aspecto de diablos: lo más c o m ú n es que no se peinen y en este caso. preciosos charol etc. bordadas magzapatisombreros. Si p o c a variedad se observa en los trajes puesto que estos son sencillísimos y so reducen á una sola sucede lo mismo con el peinado. E n 188-1 preferían el encarnado. el amarillo y el negro y eran apreciados los sombreros de fieltro color do coniza grandes alas y las camisetas blancas res en la pechera. Existe la m o d a c o m o en otras partes y los colores más apreciados en 1875 eran el azul. lentes. bastones. b l a n c o y n e g r o .la túnica lo mismo sus formas. relojes y botas de r u i d o . p e r o no faltan tipos que en alguna fiesta sacan á relucir sombreros de c o p a .

y unsue Ho In tribu P á m u e . (iucuime De la t r i b u P á m u e . . Slasaka A l b i n o ile la t r i b u lie los Itemus.

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Etlma B a p u k u de A y e . .EDila V e n g a ile Coriseo. K\ ' i n i h a V i e i i «leí Masai. V< Ui llcimi ilel L'tonyo.

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E n este caso usan también sobre las orej a s las trenzas formando espiral ó caracol. L o s cauris con su dura c o n c h a de forma esférica beza de los golpes de arma b l a n c a . Otro peinado m u y en uso consisto en sacar siete rayas ó más que parten de la coronilla de la cabeza c o m o si fueran radios do un une c í r c u l o . E l pelo contenido entre las rayas se r e c o g e y f o r m a n d o quilla en la parte superior. A s í se o b s e r va que algunos se dejan un mechón de pelo sobre la frente y un c o r d o n p o r la parte posterior de PEINADOS la cabeza entera- . E n algunas ocasiones dejan las trenzas c o l g a n d o y son tan largas que les llegan á los muslos. E n los arranques de estas trenzas se colocan otras que afectan la forma especial. el guerrero cabezas. y los burns en general gustan más de afeitarse la cabeza p o r ciertos sitios. E l que no se separa de su fusil usa un peinado que p u e d e calificarse de artístico pues es una c o m b i n a c i ó n de trenzas enlazadas en cauris que echadas hacia atrás y sujetas unas con otras forman una especie de c a s c o g u e r r e r o . También se dejan una raya que parte de la coronilla á la frente y otras dos que vienen á parar sobre las orejas. E l pelo que q u e d a entre estas rayas lo ondulan en dirección normal á dichas rayas. E n v e z de raya central sustituyen según el gusto p a r ticular un trozo de pelo cuya sección afecta la del resto por dos forma rayas triangular y que está separado defienden la ca- bien marcadas.— dinaria sobre sus 389 -pam ue j o v e n . vicos etc. L o s itemus. E l peinado del v e n g a consiste en abullonar el pelo sujetándolo con unas trenzas que parten de ambas orejas en dirección á la nuca.

L a sortija (u/anga deinòe) la usan las mujeres fabricación europea en la costa.. otros so chón aislado como el ina'omd lo lleva y otras veces y más se afeitan totalmente de los árabes.— 388 — dejan el m e - mente parecido al de ciertos frailes. C o m o en estas operaciones tardan á voces m u c h o s dias ¡tal es el número de trenzas y sus combinaciones que gastan algunas! permanecen peinadas meses enteros. r e sultando de este a b a n d o n o la p r o d u c c i ó n de ciertos b i c h o s que el autor ha visto matar con los dientes repetidas v e c e s . los collares de b r o n c e brazaletes. y aun abanico para los lo valen aparecer de de y y que demuestran bosques y os que la picara vanidad existe también on nuez de palmera perfección con bastante . con Africa. las agujas para el p e l o . C u a n d o este interior dolor querida. L a s sortijas.y de latón en el interior. las tallan gusto. mechón es triangular suele indicar luto en la persona quo especialmente en el la cabeza para expresar el que les ha ocasionado la muerte do una persona cer el p e l o . el tatuage son los medios de que se más bellos ó más ricos que otros. E n algunas partes he visto peines emplean para arreglar el pelo pero Se afeitan con cuchillos bien afilados pero sin h u m e d e toscos (i-panda) que está en más uso el despeinarlo con una aguja larga y peinarlo por medio del cosido. X o fundan el arte de como complemento. P a r a construir estos adornos chin una sección á la nuez ADORNOS hermosearse en el peinado y en que apelan á los ó de adornos los el los c o l o r e s de sus trajes sino cuentas.

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.líbuiií.'! Ilancii.. Tombo A g u j a liara el p e l o .

E x t r a í d o s los dos casquetes el interior esta fruta p r o c e d e n á pulimentar los llo los a d o r n o s que ha de llevar. L o s collares (ujatuja) son de cuentas de vidrio m u y en uso entre los v e n g a s y otras tribus d e pero los pámues y bir'ébas del interior usan latón de una pieza m u y pesados toscamente que y la están costa. debido probablemente á que con las herramientas que los brazaletes menos. de y collares labrados estas que sujetan sobre el cuello á fuerza de martillazos. A s í que tanto en los anillos como en grupos de líneas paralelas m u y p r ó x i m a s que tran en un punto con inclinación de 4¡Y' ó indica el adjunto g r a b a d o . (1) M e ha llamado m u c h o la atención el gentes (1) P a r a q u i t a r l e á una m u j e r p á m u e u n o d e e s t o s c o l l a r e s tuve que t o m a r sus puntas con los cañones de dos fusiles y h a c i e n d o p a l a n c a c o n s e g u í d o b l a r l o lo s u f i c i e n t e para q u e p u diera salir d e l c u e l l o . operación que de en de de p a l m e r a con un cuchillo bien es m u y costosa p o r la dureza extraordinaria los extremos y vaciada la parte blanda que de la m a d e contieno cantos ya ra que constituye la nuez. Estos c o m o la sortija y á tallar en su superficie esterna con el dicho o b e d e c e n á un estilo y tienen tendencia cuchillevo la c u r observa trazan encuencomo al mosaico dominando siempre la línea recta y m u y rara v e z emplean les es m u y difícil tallar curvas. se se va. ADORNOS .— S8» — afilado.

L o s brazaletes de hilo de latón delgado. pero una v e z que están hechos los surcos del d i b u j o pasan p o r ellos un hierro calentado al que ennegrece el marfil y dá m a y o r vista á los de bajo relieve que en él han ejecutado. Rara v e z hallan a d o r n o s en el brazalete p e r o b a r g o existen algunos profusamente a d o r n a d o s . la suelo cinco ó seis centímetros.— »»o — no llagan uso de los huesos do los animales muertos te aprovechan letes. so usan tal para las piernas y algunas mujeres tienen número de' terminatrabajos ellos que cubren desde la garganta del pié á la ción de la pantorrilla c o m o signo de r i q u e z a . C a b o L o p e z . de marfil (gohn.vendérmelo p o r q u e lo apreciaba fué extraído de un colmillo de elefante que pesó noventa libras y con c u y o colmillo fué herido un hermano s u y o . L o s colocan siempre en ñecas y en caso de necesidad hacen uso de ellos rompe-cabezas.) latón (bonga). E l tallado en el marfil es sencillo y lo practican . y únicamente del elefan- ferior y hueca de los dientes del elefante y su tamaño d e pende del que tenía el diente. las usan las que las han t o m a d o de mujeres v e n g a s . TATÚAGE . L o s brazaletes son de dos clases. E n una ocasión he visto un brazalete calado c u y o mucho sin de trapues raiz muerte más bajo costó según dijo su p o s e e d o r más de un año. L o s primeros los obtienen de anchura la parte ser las como sin ó de inde mude emlos colmillos para sacar de ellos para brazala fabricación de ciertos objetos.tamrojo bién c o n cuchillos. L a s agujas para el pelo (tombo). N o quiso.

sino pámues se marcan el vientre. los b r a z o s y á v e c e s p a l d a con dibujos variados que no o b e d e c e n p r i c h o . E l abanico (epepa) es también prenda de que he visto se c o m p o n e n de un trozo de elefante sujeto á un m a n g o de ébano bre. pero esta operación desuso. v a c a y e n d o en TATUAGE . L o s v i c o s se marcan dibujos pero prefieren á los círculos. A d e m á s se afilan los dientes valiéndose llos en c u y a operación deben sufrir m u c h o chos con esto se horadan la nariz palo del que cuelgan hilos llenos de y dos no puesto cuchisatisfecon que un ha cuyos atravesándola de Conchitas y extremos sujetan á las orejas. pero b a r g o lo usan. E l tatuage (ii/uiigulia) está en p o c o uso. L a operación debe ser m u y dolorosa la practican con la punta de un c u c h i l l o . E n casa emplean el abanico para soplar los triángulos. estado m u y generalizada en otros tiempos. L a longitud de estas agujas es de diez á d o c e tros y se las colocan atravesadas en el pelo con gracia y coquetería.— 391 ó — de hueso perfectamente centímeno poca y los oreja Estas agujas son de marfil talladas y caladas c o n dibujos n e g r o s hechos á f u e g o . en la sien sin emLos caque distintos la esal adorno de á circular profusamente tala l u m - llado.

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c e falalgia. m e ha molestado m u y á m e n u d o . E N F E R M E D A D E S - L escorbuto. l a v á n d o m e c o n a g u a fresca. E l escorbuto. congestion y la fiebre intermitente. falta de los v e g e - tales frescos en las comidas. lo atribuyo del hígado son las enferme- que principalmente he p a d e c i d o en mente á los alimentos curados y á la lentes resultados p o r medio del L a urticaria. L o he c o m b a t i d o c o n mercurius. la disentería. ocasionada p o r el uso diario d e los p e s c a - dos. gastralgia. la urticaria. dades Africa. m e ha atacado diferentes en su forma benigna. que principalexcev e c e s . p e r o sin necesidad de apelar á ningún tratamiento ha d e s a p a recido en p e r í o d o s d o cuatro y cinco dias. ENFERMEDADES .XVI. c o m o alimento.

3»4 — en el que empezó á manifestarse estando rio A y e . c o m o un síntoma de y la segunda. son los principales inflamación del especies de s í n c o p e s . Esta enfermedad ha d e s a p a r e c i d o . Pasó al estado c r ó n i c o y la traté c o m o á una perniciosa disentérica. después de un sueño p r o l o n g a d o . L a cefalalgia. liebre. Cólicos intensos. la congestion del hígado y la gastralgia las considero. cámaras de falsas membranas teñidas de bilis y de sangre.L a disentería. ENFERMEDADES . pero al iin. es la enfermedad que m e lia h e c h o p a d e c e r m á s crueles dolores y la que se lia resistido con más v e h e m e n cia á todo tratamiento. rio en los dolores. L o s medicamentos que usaba no p r o d u c í a n efecto. el sulfato do quinina en fuertes dosis (1). p u d o concluir c o n una enfermedad que había acabado c o n mis fuerzas en tres meses de duración. la he considerado siempre c o m o uno de los s í n t o mas do la hemicránea estoy sujeto á p a d e c e r p o r na manifestarse al c a b o de según los casos. que m e ha hecho que p e r d e r muchos dias de trabajo. y m e turaleza. la primera. E l l a m e molesta considerable. c o m o una huella de ésta. sed extraordinaria. Por i'iltimo. la que me ha atacado c o n más frecuencia ha sido la fiebre inter- (1) En u n a o c a s i ó n llegué á tomar m u y c e r c a de ¿ g r a m o s . para v o l v e r á un p e r í o d o sumió más ó menos largo en una tristeza é irascibilidad hizo caer en una i m p r e s i o n a b i l i d a d nerviosa m u y que también desapareció al variar de clima y a l i m e n t a c i ó n . delisentí y que n i n g u n a enflaquecimiento. accidentes que d u d a mo dejaron acerca de la naturaleza de la enfermedad que p a d e c í a . vientre. P e r o de todas las enfermedades no la disentería. gran debilidad. localizadas.

en sus tipos cuotidiano. septimano y remitente. A l fondear la goleta Edetana en la bahía de la Concepción ( F c r n a n d o . terciano. A l g u n a s veces se presenta esta enfermedad bajo la forma epidémica. c o g i e r o n la fiebre diez y n u e v e marineros e s p a ñ o l e s y dos krumanes. se desarrolla en generalmente á las mí una fiebre c u y o s p r ó d r o m o s siento venticuatro horas. paseamos p o r las selvas y cruzamos algun pantano. (1) A l siguiente dia supo que en Coriseo habían muerto v a rios. salud. que si durante la n o che paso dos horas b a j o una platanera. H a y temporadas cu la isla de F c r n a n d o . U n c o m p a ñ e r o mío c a y ó c o n una r e m i tente en el momento de pisar los pantanos del B o n n y . Nuestra salud no se resintió. pero b e n i g n o que el que presentan en época (1) Los temperamentos rácter. S e g ú n las noticias que p u d o adquirir. con el gráfico ninguna no o b e d e c e n á causa m e t e o r o l ó g i c a . durante la é p o c a abundan más las calenturas. Estos periodos que p o r fortuna son bastante largos. cuartán o. P a r e c e q u e en estos climas. lluviosa.P ó o ) . L o s oficiales y y o estuvimos en tierra.P ó o . H e o b s e r v a d o . en que los enfermos no caben en el hospital y. L a raza 110- biliosos sufren liebres de peor ca- F I E B R E S .— 395 — mitente.. durante los cuales la generalidad c a m b i o s . D u r a n t e una sola noche he visto m o r i r cuatro negros en el islote E l o b e y . tienen un carácter más seca. que en n o m b r e de " r a c h a s aquella Isla se c o n o c e n fiebres. g o z a do de muy buena vice versa. L o s miasmas de los pantanos ejercen algunas v e c e s una influencia repentina. es do creer que la fiebre que atacó á estos desdichados era una perniciosa comatosa..

las fiebres que p a d e c e son más b e n i g n a s i así que suele decirse con algun fundamento que p a s a d o el primer año de prueba no debe uno temer fermedad de que trato. nada ha bastado cuando he sido una ocasión tuve cinco víctima de las fiebres en intermitientes. la apoderan de terminan un i n d i v i no desape- intensidad de aquéllas. en mi estómago habían siete gramos de sulfato de quinina.— 39© — gra es también víctima de esta enfermedad p e r o la resiste mejor que la blanca. d e m a c r a d o y débil. el sulfato métodos. (1) L a higiene más estricta. Estas ríodos más ó menos largos. son. E l agrapurgante. Las causas dentes. y en g e neral todos los excesos. L a calentura no desaparecía. L o s ancianos casi se libran de ella. el enfriamiento. las primentes. T o m é un purgante. kSe lia o b s e r v a d o que los j ó v e n e s s o n más propensos á padecer la fiebre. las preparaciones arscnicales. Disminuirá la parecerán por c o m p l e t o . no ha hecho más que (1) El oticio da panadero es mortal ea estos climas. el último entrado más d e cinco acceso fué grave. y entonces ha seguido. los v o de quinina por varios fermo. y la enfermedad terminó para no aparecer en el transcurso de más do tres meses. la quina. la e x p o s i c i ó n morir de la e n á la humedad ocasionales más evipasiones d e - durante la n o c h e ó al sol durante el dia. son suficientes para hacer cesar las fiebres cuando se duo. F I E B R E S . en otras ocasiones. a b a n d o n a el régimen que hasta H e ensayado h o m e o p a t í a . la coloradla v i d a muelle y sedentaria. pero después do generalmente c u a n d o el e n los purgantes. E n dias. los p r e servativos. ni medicamento alguno. A medida que el europeo pasa más t i e m p o en estos países. mitivos.

este m e d i c a m e n t o lia sido ineficaz. H e seguido el método de Trouseau g r a m o de sulfato gativos. 1 5 . y 3 0 dias. 3. consigue neutralizar los la quinina he (1) Para hacer desaparecer el mal gusto de usado !a corteza de naranja. 7. 5. FIEBRES . pero no cura. una h o r a L o s resultadas no han puesto que la fiebre ha siguiente de 4 al inmediato y b a j a n d o en esta f o r m a . E l sulfato de quinina l o he t o m a d o en pildoras de pan de un d e c i g r a m o . de (i d e c i g r a m o s al he t o m a d o 7 d e c i g r a m o s . ni preserva. disuelta en ginebra y en r o m . Consiste esto en la ineficacia del m e dicamento? ó es que c o m o la causa de la fiebre obra cons tantemente sobre la naturaleza. Otras veces he e m p l e a d o c o m o profilaxis dosis de 8 decigramos en dos dias. T o d o s los médicos que han están conformes en que el único nalmente se debe emplear tratado fiebres africanas. en ciertos casos. que r a c i o medicamento de miga de f u m a r . Tres g l ó b u l o s de china lian sido suficientes. en agua con ácido sulfúrico en ellas es la quinina y sin e m b a r g o se sabe que la quinina salva de la muerte en la m a y o r parte de los casos. satisfactorios sin muy g r a m o s y al siguiente dia p o r la mañana 4 sido t a m p o c o continuado 2. tomando dosis intervalos del de 1. 4. 10. para evitar el desenvolvimiento de la en otros. (i. envuelto en un papel y aún sin v e h í c u l o a l g u n o ( 1 ) . con resultados ne- desarrollándose disminución en los intervalos. 8. de quinina y d e j a n d o fiebre. tan sólo modifica. D e s q u e s del acceso después otros 7 d e c i decigramos.— 39* — var el mal. disminuye la g r a v e d a d y dá al paciente r e sistencia para sufrir.

2 0 . E l experimento p o r lo tanto es el único camino del p r o g r e s o . c o m o una curiosidad que consta en mis diarios. Setiembre. delirio. F e b r e r o 1. vómitos. — F i e b r e . E r u p c i ó n .. — P a s é el mes completo expresando las fechas y característica empírica de esta enfermedad. . id.—Molestias palúdicas que se iniciaban á las 3 de la tarde. bien libre y espedito p o r el espíritu de fatal de nuescierto sino lo obstruyera á cada momento escuela ó personal á que y o llamo facultad tra alma. — I d . Cito. grandes dolores de c a b e z a . . Enero 2 8 . — F i e b r e . J u l i o . el número de fiebres que he sufrido en Africa. F i e bres y disentería.. sufriendo a m a g o s de fiebres y fiebres fuertes. — F i e b r e .. p o r el farc o n estos precisas y de gran v a descubierto mitentes en p o c o tiempo con el uso de T e n g o p o r otra parte noticias lor de la eficacia de un específico macéutico de Vitoria. hasta el 8 de O c t u b r e . D i c i e m b r e 8 . Urtubi ¿ p o r q u e no se habían de hacer ensayos formales en las costas de A f r i c a y otros medicamentos? L a Medicina es ciencia de o b s e r v a c i ó n . „ • „ 1 2 . FIERRES . 22. E n v e n e n a m i e n t o .-—Id.efectos del medicamento? H e visto concluir con las interpleodaijo. Diarreas. 1 4 . . „ . L a observación so a p o y a en el hecho y éste se p r o duce por el experimento. id. delirio p r o l o n g a d o . 4. U n a dosis de sulfato de quinina. delirio. 19. envenenamiento. A g o s t o . 187o .. id. =2'7gramos. 1870 „ „ „ Octubre 1 4 . id. Sr. — A m a g o .

- 39» - Febrero 2 7 . 4 . n 10. Grandes dolores d e cabeza. „ 2 8 . — F i e b r e s de p o c a i m p o r t a n c i a p e r o c o n delirio. 3 . Dosis de quinina. A b r i l 2 3 . M a r z o 1 9 . 6 . Sulfato de 2 1 . 4. I m p e r i o s a necesidad de abandonar el país. 28. 2 5 . fuerte. — F i e b r e fuerte. quinina p o r el m é t o d o T r o u s e a u . 3 0 . — F i e b r e s . — F i e b r e . 2 4 . 3. — F i e b r e s . „ 5. — F i e b r e s c o n delirio.—Molestias palúdicas. 29. 30. Gran delirio. A c c e s o p o r la tarde. Casos d e fiebre amarilla en la costa d e A f r i c a . dosis de sulfato de quinina (Pelletier 1'8 gramos. — M o l e s t i a s palúdicas. „ „ „ . 1'2 mañana. 1 3 .. 2 2 . Agosto deplorable. Junio 4 . — F i e b r e biliosa. — A m a g o d e fiebre. 7'3 g r a m o s . Cantidad total en los 5 dias. E s t a d o p o r la Julio 3. 8 . — F i e b r e gramos. — F i e b r e pequeña. Abril 2 . Mayo 8. 3 1 . 6 . Grandes dosis de sulfato de quinina.— „ id. 7. Pródromos 1 0 . — F i e b r e s de p o c a duración. Diciembre 3 . 2 6 . — F i e b r e s . delirio.—Fiebres. Setiembre 2. — F i e b r e biliosa. biliosas. 2 9 . „ „ E n e r o 5. — F i e b r e s fuertes. FIEBRES . Grandes dolores de c a b e z a .

el viaje de regreso tuve Sulfato de quinina en dosis de 1'7 g r a m o . . Dolores de cabeza. 2 5 . E l e v a c i ó n de temperatura. id.. id. 27. — A m a g o de liebre. . Diciembre. 21. id. miento. . — F i e b r c c i l l a de p o c a importancia. Julio 1. 1 0 . C. — F i e b r e p e q u e ñ a sin frió.— 400 . „ .—Fiebre. — F i e b r c c i l l a de corta 1 0 . etc. id. A g o s t o 2 . D o l o r e s de cabeza. — F i e b r e fuerte. abortada. — A m a g o de liebre. . N o v i e m b r e 2. vómitos fuertes. 17.—Fiebre 14.. — F i e b r e s fuertes. id. „ —1879. — F i e b r e s . id. Quebrantamiento. Junio 8 .. Bisulfato de quinina M .— 20. R o b b i n s . FIEBRES . „ . tifoideas. 2 0 .—Molestias palúdicas. „ „ 8. declarados..—Durante 25 accesos de liebre. 2 7 . E n el viaje de regreso sufrí varios a c c e E s p a ñ a de noventa á cien accesos.—Fiebres c o n síntomas de Kessou sos y en más ó menos Octubre 29. 9 . „ — Quebranta- 1 5 .. 1 5 . — F i e b r e s biliosas m u y fuertes. 11. 2 7 . 2 7 .. — A m a g o s de fiebres. duración. — M o l e s t i a s palúdicas. (i.— id.— „ .. 3. 17. 31.—Fiebre.—Fiebre 2 0 . 4 . 30.. — id.

lín m i suirundo v i a j e perdí c e r c a d e uu c e n t í m e t r o en e s t a t u r a y s e i s k i l o g r a m o s eu p e s o q u e p o c o d e s p u é s r e c u p e r é R E S U M E N . de 110 manifestaciones sentido en E s p a ñ a en los años 1 8 7 8 — 1 8 7 9 . las f a c c i o n e s se a c e n t u a r o n m á s y la nariz. se h i z o m á s r e c t a .— 1885—1881). Sumando á estos accesos las molestias to que en realidad no son otra que he sufrido en A f r i c a que con unos 150 que he cosa que que también toman el carácter de p e q u e ñ o s accesos p u e s fiebres. \) D u r a n t e ¡ni p r i m e r v i a j o c r e c í un p e n t í m e t i v . q u e d a d o . da un total de 2 0 0 . palúdicas van terminando p o r c o m p l e t o (1) H e sufrido en Africa ochenta accesos de fielos cuales 5G han sido fuertes y palúdicas resulta fiebre de F e b r e r o bres de todos tipos de graves especialmente los de los dias 27 al 31 de 1 8 7 0 . p e r d í el c->Un <l jl s e m b l a n t e y el p e l o v i g o r o s o de la j u v e n t u . Mil — sufrido en E s p a ñ a n u que felizmente E n estos años lie molestias merosas JimUnen. M e d i n a . W o l v a y K o m i g s d o r f e r á los m é d i cos de la A r m a d a Sres. D e s d e las páginas de este libro envío un cariñoso s a l u do á los alemanes Mr. L a cantidad de sulfato de quinina que he t o m a d o c o m o medio curativo y profiláctico . 0 1 2 del tiempo do permanencia en el Golfo de G u i n e a . el v i g o r y resistencia de mi constitución y el estado lastimoso en q u e ha . l .300 g r a m o s . F u e r a sobradamente ingrato si no en esta ocasión el testimonio do tributara tanto con crusto que en ó intecelo agradecimiento asciende próximamente á justicia se merecen los amigos que con rés han trabajado por d e v o l v e r m e la salud. Esta cifra representa haber estado e n f e r m o . 1885 — 1 8 8 G — 1 8 8 7 . Cifra espantosa que prueba hasta la evidencia. Nuñez y G u i n e a . Nuches.

Tomás Ladrcra á mis b r a v o s expedición á los q u e me lian tenido en sus b r a z o s . el la leche. El a p e t i t o e s m a y o r q u e en E u r o p a y v i a j a n d o s e d e s a r r o l l a m u e l l í s i m o . c o m b i n a n d o los alimentos vegetales c o n los animales. L a s c o m i d a s deben ser nutritivas. manga naitoudo ¡Boncoro y okandiandini y o n o tenía conciencia umba con Elombuangani. c i r c u n s t a n c i a q u e a t r i b u y o á la falta d e s a l . y en fin D . dosis de una eopita todas d e L a b a r r a q u e . los helados y las grasas ejercicio activo es de lo más conveniente.^ . E l d o r m i t o r i o . U n durante buen vino es casi necesario ( 1 ) . ó dos granos de sulfato de quinina disuoltos en algun l i c o r ó envueltos en medio papelito de fumar. la n o c h e . E l sueño n o d e b e p r o l o n g a r s e más de seis horas.de s u p e s o d e e s p í r i t u . con ventaja.— al doctor Adrian 40S — Ladrcra y don c o m p a ñ e r o s de Ossorio y los Sres. (1) rio A t o d o s . en las m a ñ a n a s . C o m o preservativos p u e d e n usarse los v i n o s el qiiiniuin y entre ellos. E l c u e r p o y el espíritu han d e estar en constante y agradable o c u p a c i ó n . m e han c o n d u c i d o en sus h o m b r o s p o r las selvas y m e han m e d i c i n a d o á su m a n e r a c u a n d o de mis actos. los pasteles. no debe tener c o m u n i c a c i ó n c o n el exterior y d á en la cual se haya depositado una cucharada d e la d i s o l u c i ó n de c l o r u ro de ó x i d o de sodio. resultados c o l o c a r en él un vaso c o n agua. el chocolate. Yongui bo'üe\ y o os r e c u e r d o cariño y aprecio béis prestado! todos los b u e n o s servicios q u e m e h a quinados. son p e r j u d i c i a l e s . HIGIENE .los v i n o s q u e se traen á e s t o s p a í s e s es n e c e s a - a ñ a d i r .

adicionado no son tan calurosos. además p u r g a n t e salino. los c u a l e s sudor. puede que las asefie- (1) A l r e g r e s o á H u r o p a hay q u e t o m a r p r e c a u c i o n e s y e s p e c i a l m e n t e las p e r s o n a s q u e han t e n i d o p o c a s fiebres en A f r ica. en la ca. es el s o m b r e r o r e c o m e n d a d o para estos p a í s e s . ó pith hat de los ingleses. ó de no hacerlo así. antes filtro. No un Cierellas. h e chos con el sabon hidrofugue debe beberse el agua del d o c t o r Menotti. D e b e procurarse m u d a r al m o m e n t o los vestidos h ú m e d o s . guir en un continuo ejercicio puedan ser sustituidos por corporal hasta tanto países y es region quina. E n polvo de pantanosos es conveniente llevar. gurarse. ésto preserva. Siguiendo este régimen desde el p r i n c i p i o .— AOS — E s un veneno el hacer uso de licores después de h a b e r c o m i d o frutas (1) L o s vestidos serán de franela. Se d e b e n e v i t a r los e n f r i a m i e n t o s á q u e se e n c u e n t r a p r o p e n s o p o r la e x t r a o r d i n a r i a f a c i l i d a d en s u d a r q u e se a d q u i e r e en los c l i m a s t r o p i c a l e s . las un niguas. Loa h e l a d o s y el u s o d e l a g u a f r e s c a d e s p u é s d e l c h o c o l a t e p r o d u c e n la f i e b r e . ligero Una v e z al mes p u e d e tomarse. de los de otros secos. permitiendo el paso del sin haberle trozo de c a r b o n molido ó sin pasarla p o r un Está perfectamente demostrado q u e las aguas tas aguas necesitan cocerse para p o d e r hacer uso de son una d e seque muy útil las principales causas de la fiebre. Iíl u s o d e i o s l i c o r e s es t a m b i é n p e r j u d i c i a l y s o b r e t o d o el e x c e s o en los placeres. E n é p o c a de lluvias p u e d e n usarse los i m p e r m e a b l e s . un saquito que contenga también espolvorear la planta interna epigástricalcetines c o n flor de azufre. HIGIENE . y el saracó. para la m a y o r í a de los individuos. c o n ventajas.

T R A T A M I E N T O . según la deque dede en desno es cuchase vaso otra y organización de la persona. (1) til s u l f a t o do q u i n i n a . c é n t r a l o que os do esperar. Si se r e p r o d u c e . Cuando se sienten los p r ó d r o m o s . L o p r o b a b l e es regular. de l·i m a r c a P o l l e t i o r . apelóse al sulfato de quinina y dése una dosis de un g r a m o . es e! q u e se c o n s i d e r a m e j o r par los e u r o p e o s « u las c o s t a s d e A f r i c a . Continúese de la enfermedad diaria fiebre del una cucharada durante o c h o dias. ó el tipo de la fiebre. es la declinación del acceso actual. se rada de agua. ó sea c u a n d o so la cabeza y disminuye naturalmente e l los síntomas do la cesación temporal decir. E l resultado es satisfactorio. Si la d e forma regular. que varían ben tomar tres glóbulos de china disueltos en una la fiebre no se desarrolle.— 404 — foral an- brcs que p a d e z c a n no serán de forma perniciosa y no marán esos p e r í o d o s largos y penosos paciente y quo so resisten á todo tes lo liemos d i c h o . Si ceso. en despeja son aun el ac- sudor. no se corta con el uso plántago. y se ve que es do forma esto que consumen como tratamiento. Se toma una c u c h a r a d a en la a p i r e x i a este m o d o hasta que desaparezca pués se sigue' t o m a n d o los primeros síntomas del acceso siguiente. Espérense sus efectos. lo c u a l no dejaría de ser un c a s o rarísimo. ó más se repiten los accesos después de cierto tiempo. cuando el pulso siga agitado y la piel ardiente. lo distante que sea posible del acceso siguiente. Estos do l a fiebre. adminístrese la fiebre un ligero y rápido purgante y dése otro g r a m o de quinina ( 1 ) en las mismas condiciones que el anterior. y disuél- v a n s e algunos glóbulos del planta c/o en m e d i o agua. se repite. pero si á pesar do clara el acceso.

los viajeros y misioneros que c o n o c e n las cosas de Africa. la franela y combaten el a l g o d ó n . p e r o he leido también en otros libros opiniones distintas y contradictorias más ó menos fundadas en r a z o n a VESTIDOS . No cabe duda respecto á la materia de que se han de c o m p o n e r los vestidos de los europeos que visitan el continente africano. más de sesenta accesos he p a d e c i d o ahora g o z o de una salud i n m e j o r a b l e . merece la salud. huella alguna de tanta e n f e r m e d a d . proclaman la lana. los comerciantes. H e p r o c u r a d o e n t e rarme de las causas que motivan esta creencia general y al p r e g u n t a r se m e h a contestado que vistiendo de franela tienen menos fiebres que usando el algodón. D e todos m o d o s . el país d o n d e se ha A l g u n a s de las reglas que a c a b o de citar son te empíricas. he enla tratan haber autotocado A l consultar las obras que tratan de este asunto contrado confirmada esta opinion c u a n d o res que tienen autoridad para hablar por se que comprende atención en los los tener c o n todo aquello sin en la costa que conserve especial paises africanos puesto epic de ella depende muchas veces esperimentalmente las ventajas é inconvenientes que p r o p o r c i o n a n en A f r i c a el uso de c a d a uno de estos dos t e g i dos. resultados es nar.— apélese a la h o m e o p a t í a y 405 — los medicamentos abandocontraído puramentey búsquense más indicados. poro clan excelentes resultados en casi t o d o s los casos. L a sección do la H i g i e n e . aplicata cuidados higiénicos que hay que que se aplica al c u e r p o . la fiebre regular no es de mer. en el plazo más b r e v e . L o s marinos. L o que dá mejores la enfermedad.

D e esta manera se e x p l i c a el p o r q u é se nota al c o n t a c t o de la mano durante la n o c h e .— 40B — alientos de escaso valor. (1) es cos de temperatura y que si bien es cierto que la sumergida en agua a b s o r v e m a y o r cantidad en c a m b i o c u a n d o se trata de la h u m e d a d queña. E l a l g o d ó n . que la franela a d q u i e algodón sumergida en agua durante m u c h o tiempo absorve cantidad de líquido que el que a b s o r v e el a l g o d ó n en m i s m o tiempo é igual v o l u m e n de materia y textura. H e o b s e r v a d o . que en A f r i c a n o existen en general c a m b i o s . L a principios. son causas q u e . b i e n d o que los enfriamientos y las humedades los resultados de los esperimentos. que tener en cuenta que la diferencia se d e b í a de ocasionales de la p r o d u c c i ó n de la fiebre. VESTIDOS . por c u y a c i r c u n s t a n c i a s e d e b e e c o n o m i z a r en A f r i c a el l a v a d o d e las r o p a s . en suposiciones gratuitas ó en lana esperimentos de gabinete. siempre. q u e e s t á n c o n s t i t u i d a s p o r este t e j i d o y en t o d o c a s o h a c e r u n l i g e r o l a v a d o s u perficial c o n a g u a t'ria y s i n j a b ó n ni a m o n i a c o c o m o r e c o m i e n dan a l g u n o s . m a y o r h u m e d a d en la fra- il) L a f r a n e l a a d q u i e r e m a y o r e s p r o p i e d a d e s de a b s o r c i ó n á m e d i d a q u e s e l a v a . enfria menos el cutis y condensa el sudor.b r u s de l í q u i d o . Mis observaciones están reñidas en el fondo re y p i e r d e calor con más rapidez que el c o n s e r v a el y produce con y estos que más el Sa- calor. es mala c o n d u c t o r a del calor. atmosférica n o la absorve c o m o el a l g o d ó n sino que la retiene en su p r i mera c a p a sin permitirle atravesar el tejido. a b s o r v e m u c h o un gran a b r i g o . dicen. p a r e c e c o m o tejido más higiénico el a l g o d ó n . polproclamar hay Sin e m b a r g o conductibilidad muy pefranela del calórico entre el a l g o d ó n y la franela.

No es indiferente ni la materia ni la f o r m a de esta prenda de v e s tir.— 40Ï — nela que en el a l g o d ó n . Conviene igualmente que tenga un círculo VESTIDOS . que sus alas defiendan la cara y cuello del sol y que estos detalles no sean un estorbo. visible y destacaba menos decienpo al razonamiento de que vistiendo de azul o s c u r o criados negros. lo que es m u y prudente en los viajes E l sombrero es prenda que hay que estudiar" y escojer si se quiere librar de insolaciones y mojaduras. R e s p e c t o á la forma c o n v i e n e que sea do c o p a alta p a ra que medie la m a y o r distancia posible entre su parte el al superior y la cabeza. blanca ó emplear franela teñida de azul para americana y la p r o p i e d a d que tienen los colores de absorver está reñido que rechazar existe enobemis por debe pero entre la relación En esto entre esta y la radiación del calórico. trar p o r m u c h o la costumbre que y o hice mia me hacía menos estos paises. p r o p i o tiempo. el p o r q u é una p e r s o n a que siente el reumatismo con v e s t i d o de a l g o d ó n se alivia c a m b i a p o r el d e franela. E l a l g o d ó n en todo caso es conveniente c o m o terior pero n u n c a en Africa como ropa también m u y generalizada la pantalon y esto también parece los c o r p ú s c u l o s miasmáticos p o r costumbre que de exterior. para caminar p o r las selvas entre mato - rrales y ramas. el p o r q u é ropeos de las costas de A f r i c a se encuentran ha demostrado que se tienen m e n o s nela puesto que esta no permite el fiebres c u a n d o lo eufrescos fralos comerciantes más durmiendo en c o l c h ó n d e lana y el p o r q u é la e x p e r i e n c i a vistiendo paso á la humedad r o p a inEstá la la para con tan perniciosa en los bosques y en las costas.

2. E n su defecto el salaeó es el (I) Un r e m e d i o eficaz c o n t r a los p r i m e r o s s í n t o m a s de la i n s o l a c i ó n es a p l i c a r á los o i d o s y por d e t r á s d e l p a b e l l ó n de la o r e j a c u a l q u i e r l i c o r en el q u e se ha e c h a d o sal c o rn u ii. S o m b r e r o negro de médula v e g e t a l . (1) P a r a formarse una idea de la i m p o r t a n c i a que tiene el sombrero citaré el promedio de varias lie verificado.— to* — interior y un ventilador exterior para ra de la cabeza. Id. azul oscura. S u p o n i e n d o la temperatura del aire á la sombra de 34° centígrados.° Que el sombrero n e g r o de fieltro no se puede lluvia no interior d e ventilación. S o m b r e r o jipijapa ricana. 1. SOMBREROS . y al sol de 53° una persona que sobre permanece su cabeza somsentada al sol durante una hora sentirá brero ó cubierta que se describe: Gorra b l a n c a usada por los Fernando Póo." Q u e el sombrero de jipijapa sería el más de fabricación ame37" convecírculo que eslo marineros en 49" 44° 41° 38° observaciones que que se establezca una corriente de aire que v e n g a á disminuir la temperatu- las temperaturas que se citan según sea la clase de Salaeó Pit hat de los ingleses fabricado de D e d o n d e so deducen las consideraciones siguientes: niente si no fuera por las lluvias y p o r carecer de o f r e c e m a y o r e s garantías puesto que la tropea. fieltro.

pintado. (1) (1) Se c a e el a l m a ¡i los pies al v e r á l o s m a r i n e r o s e s p a ñ o l e s d e d i c a d o s en F e r n a n d o P ó o al v a l d e o del b u q u e . d e l d e s t i n o fatal q u e t e n í a n r e s e r v a d o . A l e m a n i a ." muerte c o m o he tenido ocasión de presenciar en dos españoles. etc. t e s t i g o s de t o d o lo q u e l l e v o d i c h o . los o f i c i a l e s m e j o r a n el r a n c h o de s u s s u b o r d i n a d o s g a s t a n d o de su b o l s i l l o p a r t i c u l a r . en la d e s e s p e r a c i ó n á tiernas a m a n t e s . d e j a n d o en la h o r f a n d a d á i n o c e n t e s c r i a t u r a s . p e r o mi v o z no a l c a n z a r á un s o l o p a s o y m e l i m i t o á relatar el h e c h o tal y c o m o lo h e v i s t o . En F e r n a n d o P ó o t i e n e n la s a l u d en B a s i l é á 300 m e t r o s s o b r e el m a r . A l l í están á c e n t e n a r e s . h i j o s q u e r i d o s de la p a t r i a q u e cual ingrata. p o r q u e c o m p r e n d e n q u e la p é r d i d a de u n h o m b r o no es una baja q u e so a r r o j a á los g u s a n o s . p e r o esta c o n d u c t a h u m a n i t a r i a no es s u f i c i e n t e m u c h a s v e c e s y las v í c t i m a s i n o c e n t e s de una ley e s t ú p i d a v a n á b l a n q u e a r el s u e l o de la s e l v a . I n g l a terra.a r m a d a . al p i n t a d o d e l c a s c o á t o d a s las faenas r u d a s d e las q u e e s t á n e x e n t o s l o s m a r i n o s de otras n a c i o n e s en l a s c o s t a s d e A f r i c a . de s u s e s c e s o s y a b u s o s . al s e r v i c i o de b o t e s . es una s u ma de l á g r i m a s y d e s d i c h a s á la p a r q u e una s u m a de r e s p o n s a b i l i d a d e s q u e n o se p u e d e n e l u d i r . Q u e es un crimen permitir que la marinería ñola use gorrillas blancas ni azules en F e r n a n d o y m e n o s á las horas de m a y o r calor y en las faenas de servicio de botes. p o r q u e se m e unirían l o s b i z a r r o s o l i c i a l e s de m a r i n a y l o s m é d i c o s de l a . m a d r a s t r a ha d e j a d o m o r i r . L a a l i m e n t a c i ó n q u e los dan es m u y defic i e n t e y los i n f e l i c e s p a s a n s u t i e m p o d e c a m p a ñ a entre el h o s p i t a l y la c u b i e r t a del b a r c o h a l a g a n d o el ú n i c o p e n s a m i e n to q u e t i e n e n el regreso á la pàtria á la q u e v u e l v e n p r e m a t u r a m e n t e e n v e j e c i d o s . de su m a l a s u e r t e . t i e n e n b u q u e s en las c o s t a s de A f r i ca y dan en ellas á s u s m a r i n e r o s un t r a t o y u n a a l i m e n t a c i ó n a d e c u a d a al c l i m a . de las m a las c o n d i c i o n e s del p a í s . q u e han s i d o v í c t i m a s del c l i m a . n a d a de e s t o es v e r d a d . c u la i n d i g e n c i a á d e s v a l i d o s a n c i a n o s . á u n o s k i l ó m e t r o s de la c o s t a . F r a n c i a . Por q u é España no i m i t a este a c t o de h u m a n i d a d a u n q u e s ó l o sea por e g o í s m o ? Si mi p e r s o n a t u v i e r a a l g u n a a u t o r i d a d oficial protestaría c o n e n e r g í a en la s e g u r i d a d de o b t e n e r l e s r e s u l t a d o s q u e d e s e o . L o s m e d i c o s se d e s e s p e r a n y p r o t e s t a n de las o r d e n a n z a s . en la v i u d e z á h o n r a d í s i m a s e s p o s a s . no se diga. N o . ACTO VITUPERABLE . N o .— 40» seguida de espa- usar en A f r i c a sin exponerse á una insolación o. e n t e r r a d o s bajo una c r u z d e p a lo. d e j a n d o en el c e m e n t e r i o á a l g u n o s d e s u s c o m p a ñ e r o s .

el sug é n e r o . el relente. el v i a j e r o Osear Lenz. del plátano g o n d o . las reglas higiénicas que se prescriben aún más difícil evitar ciertas causas ocasionales do la b r e .° Usar r o p a interior de a l g o d ó n y exterior de franeUsar media de lana b u r d a (lana N o c o m e r frutas del país deben de pastor) caso para hacer y del el ali- la. C a l z a d o de d o b l e suela y y en t o d o macho uso de la y u c a oscura.— 410 — Es difícil. (1). sino del vino bueno en cortas cantidades en las c o m i d a s .. dor. REGLAS HIGIÉNICAS pies . las privaciones de todo de los mosquitos ó de otros insectos y es fie- de los las pasiones deprimentes. etc. cocido complementar (1) L o s q u e d a n tan del i c a d o s q u o so u l c e r a n c o n f r e c u e n c i a y el s u d o r en l a s j o r n a d a s es tan c o p i o s o q u e e m p a p a la r o p a e x t e r i o r h a s t a el p u n t o d e c h o r r e a r c u a n d o se retuerce!. m u y difícil seguir en la práctica do viajes de e x p l o r a c i ó n . 4. filtrado y N o dormir más de cinco ó seis horas y permancadicionado unas gotas de tintura de árnica. (2) engrasado. la atmósfera de los pantanos. la a c c i ó n rayos solares. el pié y pantorrilla." 5. pero c u a n d o menos es factible el disminuir de una manera considerable practicando las reglas siguientes: 1.. las causas debilitantes c o m o la fatiga.° 2.° (3. Cubrir la c a b e z a c o n un salacó de c o p a elevada. c o m o son las mojaduras. las ulcesu número raciones de los pies etc. etc. (2) E s t a es la r e g l a m á s d i f í c i l d e s e g u i r en la p r á c t i c a .° N o hacer uso de los licores. L a caza y el arroz mento. p e ro c o n fuerza de v o l u n t a d se c o n s i g u e c o m o lo lia c o n s e g u i d o c o n e x t r a o r d i n u r i o s r e s u l t a d o s para la s a l u d . la p i c a d u r a venenosos.° 3. N o b e b e r agua sin antes haberla c o c i d o .

) PLANTAS MEDICINALES . ulceraciones de los pies y el Estas dos últimas especialmente producen tandad y el beri-beri lo atribuyen á beri-beri. alcoholismo. pulsación tumultuosa etc. á c u y o estudio se d e d i c a n . c o n o c e n la p r o p i e d a d m e d i c i n a l muchas plantas. enfermedad del sueño. la enfermedad hemorroidal. p e r ni traidores p o r hacondición. en estos son satisfactorios c u a n d o se hace de potasio (solución de L u g o l . morinedema alguna envenenamientos paciente. 9.—Los feticheros q u e s o n los m é dicos de estos países.° nado. L a ten c o n v o m i t i v o s pero sin obtener resultados. no cuenta con infieles que v e n d a n su ciencia. tienen la respiracon ción. enfermedades los intestinos. á fuerza de repetidos ensayos de y conociúniuso de combacambio bromuro después de causar no pocas víctimas. la sífilis.° Evitar en lo posible las otras causas Privai'se p o r c o m p l e t o de los placeres.cer durante la vigilia en actividad corporal 6 7. de los ríñones. Los mientos que adquieren. d o l o r l o c a l i z a d o en las analogía las observadas en a l g u n caso de i n t o x i c a c i ó n . la cual.. postración de los m i e m b r o s .° 8. un d e c i g r a m o de sulfato d e quinina ó qui- productoras en el p a í s es • de de la fiebre y a que no se p u e d e n eludir p o r c o m p l e t o . tencionados puesto que los síntomas del de las articulaciones de los pies. . profiláctico vino el planta go. A d e m á s do las enfermedades citadas existen el reumatismo. fiebres eruptivas y continuas. T o m a r todos los dias c o m o medio intelectual. del h í g a d o . los c o m u n i c a n fectamente montada. b a j o n i n g u n a RESUMEN camente á los que ingresan en la asociación. dificultad en rodillas. c o r b u t o .

la Los en el país. que se arrima al guardan fuego en el j u g o de la h o j a mala horas en hasta que se calienta conducse echa to- perfectamente. ceta y los cuernos de antílope para vegigatorios. y lo vínico que he p o d i d o anotar ha sido lo que t o d o s das las plantas para poderlas clasificar.—Para las siguientes: cogen unas que supcion y instrumen- calmar los dolores cólicos. Se i n c o r p o r a n estos dos cuerpos c o n un p o c o de agua y se acercan al g o .— 41» — por sorprenderlos por adquirir saben tolancomo lagüeña que sea. y aseguran dígenas que no han visto un caso de resistido á dos dosis repetidas de esta c o c c i ó n . además un cido se c o m e á cualquier hora del dia. L a s principales plantas medicinales son Elate. so r e d u c e n al cuchillo. la h o j a del plátano es m u y tora del c a l ó r i c o . Kiunbi. y parte de las raspaduras se platanera. y aun esto sin conseguir los ejemplares de tos quirúrgicos que emplean. desprovista de corteza. he ofrecido fuertes regalos noticias de las plantas y estudiarlas. aunque i g n o r o á qué planta pertenecen. Cuando empieza á hervir se añade un plátano sin corteza. T o d o ha sido inútil. Se treinta hojas de esta planta y se machacan perfectamente. L a misma operación se hace aparte. y en la cantidad o c u p a medio vaso con el ejonelo que tiene unas almendras. y partido en pequeños trozos. D e s p u é s de veinticuatro el contenido en un vaso de agua y puede PLANTAS MEDICINALES ayunas . Se raspa la raíz de esta planta. Cuando está t o d o c o cólico que se haya hacer que desaparezcan las nubes de los ojos.—Purgante para expulsar las lombrices y para y una los fueverde pesin- c a d o cualquiera c o n un p o c o de sal. M u c h o he trabajado en sus ensayos.

el upoko en cualquier parte c u e r p o .y se m e z c l a n cantidad igual á la de la m a n o . aplica una piedra que ha sido ciente se cer así todo un h o m b r e sano se calentada de antemano. d e b i e n d o que permane- A s e g u r a n los indígenas. ción que se repite seis ó siete v e c e s en un dia do con a g u a . tres ò la en un p i c o s del mundundu. P u e d e n lavarse también los ojos m u y á m e n u - TMacora — P a r a los dolores de riñones. Si al dia siguiente no PLANTAS MEDICINALES . administrarse á pe- seis de la mañana. clirysobotrya. Esta b e b i d a se doce ya puede toma á las con la almendra yondo que c a b e en se depositan echándole una vasija con agua y se p o n e á c o c e r . A las cinco de la tarde se toma una n u e v a dodiez de la n o c h e se v u e l v e tuvieran leche en los c o m e r . la secreción prensan Asclepiadea. no c o m i e n d o sol. de la cuatro palma poco de las á las Chlorocodon?— madres en Para que favorecer crían. Se c o g e un y grueso del m u s l o . U n a v e z m e z c l a d o s . del tamaño se le g o l p e a c o n un palo y se c o l o c a duro hasta sobre El pasi un del después manejable sobre dia. Se leche en las molida. echado algunas dos ó tres. los y del uno Para vaso p a r a para los adultos. Aquellos sólo p u e d e n tomar dos dos dias. que queda m u y sienta trozo de esta enredadera. siente violentos dolores. sal. en la que se han la savia del UpoJio. Rumbi. Mundundu. A sis del m u n d u n d u y alimento. L a s dosis son de medio hasta los la puesta niños y de dias. dicha piedra.marse p o r la mañana. éstos tres dosis en igual número disipar las nubes de los ojos se echan sobre dosis en mismos operadurante gotas de dos ó tres gotas de la savia de la raíz del Rumb i.

Tinnea buto. Balsamoclenelron? Su teñir busto c u y a corteza la cuecen y usan contra los c ó l i c o s . Rurscrácea. Hele es el n o m b r e parecida en. A r b u s t o de dos tros de altura. Añílele. L a dosis de esta cucharadas por dia. se los frota. Pasiflora—Para evitar m u c h a s de del e m b a r a z o . al de esta agua á pasto. N o sólo el fruto tienen agua. Poyo. antiscorbúticct? Rosacea. que m e z c l a d a después de hervido el t o d o . lluvia. Árbol Less. L a infusion de sus hojas se toma contra L o usan c o m o e v a c u a n t e . el escor- A r b u s t o espinoso que p r o d u c e un fruto PL ANTAS MEDICINALES esfé- . cetiopica. Pcirinarium? Vernonia Xilopia seneyalensis. figura y c o l o r . Cálela. con hojas de yuca a g u a al sol. p u e d e sustituir. p e q u e ñ o y de b e me- llo fruto m e d i c i n a l . Calanga.— chos. también las hojas de la savia. Sus hojas son m u y amargas y tónicas. al Hele. Pterocarpus rojo que tinctorius. las incomodiá una Se y las concon con últien que dan hora estado picadas y que dades fruta hayan líele. y una propiedades dichas. algunos casos. Lulu. sirve para madera y para de produce curar l 50 úlde Planta herbácea m í altura. de 414 en en — hora. desde los de tomate. tiene deposita se b e b e en una botella que contenga agua de esta planta en partes primeros meses misma iguales del e m b a r a z o . Píicinus communis. un p o l v o ceras. . ventaja en m a c o c c i ó n es de cuatro á seis intervalos iguales. D á unos frutos aromáPequeño articos y ardientes que se usan c o m o m e d i c i n a .tamaño. Bui. Olio.

E l l í q u i d o entomofobo tiene la propiedad de matar á los ahuyentar á los que insectos que sufren su contacto y de ENTOMOFOBO cantidad y a c t i v i d a d del . supuración. Sabido es que en A f r i c a se sufre m u c h o c o n los m o s q u i tos. con las niguas y . L a s c o n sus en picaduras los pies y niguas penetran son causa de ulceraciones graves. L a fruta del b e j u c o tiene mucha simiente c u a n d o está seca es picante. no p e r m i ten el descanso por la noche y llegan á p r o d u c i r la fiebre.— 415 — natuy rico del tamaño de avellanas y de color v e r d e . E m p l e a n dosis de á 5 ó G de estas simientes tomadas al interior para hacer desaparecer los dolores cólicos. G r e g o r i o B e r m e j o del instituto de Vitoria. Usan c o m o purgante uno de los muchos Batata. Bejuco. Crotón. Bongo. emplean la para que no so cierren las heridas y salga exterior produce es e^ N o terminaré este capítulo sin antes dar á c o n o c e r un líquido llamado entomofobo por su autor D . L o s primeros mortifican durante el dia. E l efecto que de un cáustico e n é r g i c o . y los insectos v e n e n o s o s p r o d u c e n una escala de padecimientos variados de m a y o r ó menor g r a v e d a d según sea la veneno que inoculen. L o s rales lo usan para darse fricciones contra el reuma. L a s raspas de este fruto las al granos que contiene este vegetal en el fruto. c o n la m o r d e d u r a de insectos v e n e nosos. T a m b i é n las emplean moliéndolas y mezclándolas con agua. para hacer un emplasto que aplican á la frente de un febril.

E l o l o r despide es m u y otros d o s modos agradable.— llegan á percibir su olor. Es un líquido turbio y sus c o m p o n e n t e s que entrar a l g u n a sustancia o l e a g i n o s a puesto que se v e f l o - tar en las c a p a s superiores. E n su c o m p o s i c i ó n no entra á la economía ningún principio ofensivo contrario p u e d e usarse tintura tónica y sino que antes al este líquido en gotas c o n agua c o m o una aperitiva. con este líquido no p i e r den el olor peculiar que le es p r o p i o sino al c a b o de o c h o á diez horas. P o r primera i m p r e s i ó n recuerda el de la resina quemada pero definiéndolo se llegan á separar olores. D o es aroma m u y permanente puesto que todos humedecidas lige- ramente las manos. entomosus C r e o que no le sería difícil al autor garantizar el fobo de toda d e s c o m p o s i c i ó n valiéndose de los m u c h o s m e dios c o n o c i d o s que h a y para ello y que no destruyan propiedades. el del alcanfor y el del e s p l i e g o . 1 tu — pero sí liaré constar debe N o claré su c o m p o s i c i ó n puesto autor. p o r e j e m p l o . entre que todavía os un secreto del sus apreciables p r o p i e d a d e s . en un vaso de agua que contenga monas y otros infusorios para que mueran á los p o c o s m i n u t o s . Su actividad es tal que basta liecliar unas gotas de él. L o s insectos que se encuentran en sus guaridas salen al exterior y mueren cuando se les fobo circunstancia echa el l í q u i d o entornoque m e hizo pensar en aplicarlo á la caza y captura de insectos que se hallan e s c o n d i d o s e n t r e las cortezas de los árboles. E s alterable p e r o para su d e s c o m p o s i c i ó n es preciso que transcurra un año en nuestros climas. en las resquebrajaduras de las ENTOMOFOBO .

la galleta. basta introducir en ellas un trozo de Igual algodón e m p a p a d o en el líquido entomofobo. de los insectos y rociarla la tierra que le r o d e a los edificios es suficiente arrojar á estos insectos algunas pulverizaciones P u e d e emplearse también para la limpieza de la cabeza y en fin para combatir todas las molestias y aun e n f e r m e dades debidas á los parásitos.— 419 — (200 son rocas ó en cuevas. no hacen práctico este procedimiento en los viajes de e x ploración. pero la gran cantidad de líquido g r a m o s ) que h a y que emplear cuando las g u a r i d a s tortuosas ó tienen comunicaciones y salidas p o r otro l a d o . P a r a preservar de la putrefacción ó deterioro las r o p a s . P a r a defender los vegetales do la acción basta escarbar un p o c o con el entomofobo. comerciantes. p r o c e d i m i e n t o se seguirá para hormigas. P a r a librarse p o r t o d o un dia de los mosquitos es suficiente frotarse una cuello y cara. tan efiy tan rápidos que no temo en recomendarlo viajeros y cazmente á las personas que vayan á climas los marinos. á Africa misioneros y escito costas de ENTOMOFOBO . p r e s e r v a r de los evitar los tesola v e z c o n éste liquidólas manos insectos. colecciones y pieles en las cajas. P a r a defenderse de las para en rribles efectos que p r o d u c e el comején con el líquido de que se trata. P a r a librarse de las niguas se frotan los pies c a d a d o s ó tres dias. el arroz y otras provisiones. L o s efectos del líquido entomofobo eficaces son tan seguros. al autor á que mande muestras á las tropicales.

tomada del manantial de G r a n j a do c u y a agua se surte la p o b l a c i ó n y botella de vidrio y cerrada y 1884. Iiidrotimétrico. tanto de la b o n d a d de las aguas de nuestra Ferha v e en las de su n a n d o P ó o . L a botella número 2 contieno agua L Giménez. p r e sento á continuación el análisis que do estas aguas rificado el distinguido profesor D . 2 O c t u b r e de 1 8 8 4 . lo que garantiza desde dotación en de los buques de guerra. al menos en varias otros lugares de Africa. . perfectamente ANÁLISIS trasparente. líquido la i estaban perfectamente cerradas y lacradas. c o m o la que nos o c u p a . que en ot B o u d e t . aguas luego E n ellas no existe la materia orgánica. sus las instrucciones Boutron senta gran precision y agua potable. sus obtendrá pingües beneficiós desvelos. c o m o de las lluvias en el país del Muni. depositada lacrada en N o v i e m b r e de lluvia tomada coen de un tejado de b a m b ú media hora después de menzado este f e n ó m e n o meteorológico.— 418 — al- d o n d e en vista de los buenos resultados que sin duda guna dará. isla de en recompensa á C o m o c o m p r o b a n t e curioso do todo lo que llevo dicho. la conla una de tieno agua de F e r n a n d o P ó o . L a botella número 1 á que se refiere el análisis. E l agua que de lo han sido por siguiendo las botellas 1 y el procedimiento do exactitud en las dos haber en el Muni se ha r e c o n o c i d o . R u p e r t o p r o p o r c i o n e s en que se encuentran b o n d a d y excelentes cualidades. L a s botellas que contenían en ellas aparecía diferentes y ol En aguas. F u é tomada. p r e resultados.

no se observó olor era agradable: c o m o era uno de los y de la temperatura elevada á que en el trayecto alguno. para si así era. lo que á esto no sea pertinente. caracteres. tan sólo se refiere á su g r a d o de potabilidad. p o r el tiempo en que se hizo ción. que no es el o b j e t o ahora explicar. y á pesar del tiempo por el trascurrido Sr. de ácido c a r b ó n i c o y de sustancias minerales y estar e x e n t a de materias orgánicas. pezamos p o r averiguar. grumos. la de operaestas y no inodora. de sabor grato.no existía depósito alguno. averiguar este dato. Sacando el líquido de las fondo un sepaen que fueron era botellas. prescindimos hablar de todo diferentes de cocer en el cristalina. disolver el j a b ó n bien las l e g u m b r e s . Iradier. condición. y principales análisis. habían el fines sabor del p o r esdesde que fueron llenadas en A f r i c a estado expuestas. determinar su p r o p o r c i ó n . expusimos las aguas ANALISIS . verano. y para p r o c e d e r con m é t o d o . y los principales. tener en disolución una cantidad conveniente de aire. C a d a uno de los i n d i c a d o s caracteres. aunque esta no es de gran fé. cristalina. radas fácilmente. inodora. naturaleza estado de alteración y su insalubridad. templada invierno. las dos presentaban los mismos caracteres. C o m o el análisis que nos p r o p o n í a m o s hacer aguas. y fresca. son: grato sabor. A l abrir las botellas. en la 2 tenía en el sedimento de arena y pequeñas pajas. P a r a que un agua sea p o t a b l e . si contenían sustancias orgánicas. sirve para determinar en el análisis emy la riqueza de las aguas. fresca en sin el debe formar tener á sus diferentes aplicaciones.

oxalate amónico y filtrar. y sólo tencia. disuelto p r e s c i n d i e n d o de detallar las operaciones resul- 1. dando el permanganato tásico. y hervido el cloruro aúlíquido. í) lü agua en su filtrada . pasamos al análisis drotimétrico natural. Para en fracciones c o n s e r v a n d o el a g u a six trasparencia grato. después y determinar el grado luego de el oxalato amónico y filtrada. importante cantidad. á una temperatura que siendo la del v e rano. análogo resultado.— 480 pació do 2 0 dias.5 filtrada .) estado 17. D e s c o n t a d o este primer p u n t o . A l cabo de estos dias. no existía sustancia o r g á n i c a en exis- hiel por sufi- al estado filtrada. del agua determinando su g r a d o de hervida que y el g r a d o que tiene después de tratada precipitar por la anterior son había indicios de su el agua sujeta al análisis. añadimos unas gotas de rico hasta tomar el tinte amarillo. en las primeras p o r c i o n e s gusto aseguen rarnos más de que no contenían sustancias orgánicas. la destilamos y destiladas. poen la coloración no se modificó. no fué menor nunca en las condiciones de observación de 20° c. y ácido tado siguiente: Aejua de la botella (número G r a d o hidrotimétrico del natural P r e c i p i t a d a p o r el oxalato amónico y D e s p u é s de hervida y ANÁLISIS aguas. lo que v i n o á demostrar que cantidad importante. y que reen el agua. operaciones cientes p a r a r e c o n o c e r la riqueza d é l a s nesia. dio el y presentan las sumas de acciones de las sales de cal y m a g carbónico libre.

clase de Secliman.028 0. distintas del bonato Sales de magnesia car0.133 Vitoria y A g o s t o 1. a 0. Después de precipitar por el y Hervida y D e s p u é s de precipitar la lato a m ó n i c o y D e d o n d e se d e d u c e : A c i d o carbónico libra—lit Carbonato de cal Sulfato y demás sales de cal.° de 1 8 8 7 .223 Estas aguas están incluidas en la 1.082 0.062 0. 0. lit Carbonato de cal Sulfato y cloruro de cal Sales de magnesia Agua Grado tural. ANÁLISIS . p o r último c o m o c o m p o s i c i ó n en un litro de agua.015 Oramos.209 de la (botella número 2) na21 oxalato amónico 8 12 oxa5 filtrar filtrada anterior p o r el filtrar hidrotimétrico del agua al estado 0. A c i d o c a r b ó n i c o .005 Gramos.007 0.120 0. 0. P r o f . RUPERTO GIMÉNEZ.— 431 P r e c i p i t a d a la anterior nico y Hechas las operaciones por — el oxalato amó6 se obtiene filtrada correspondientes.

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dad no abunda y la emigración especialmente parte ha disminuido de una manera notoria.X V I I . A s í que la p o b l a c i ó n en esta e m b a r g o no se crea que p o r afirmar es más fecunda. en c a m b i o cu el continente pámue por la invasion que m u c h o más fuerte y más fecunda que fecundi- de las islas aumentando de la raza la otra. Sin de la bahía. es considerable. POBLACIÓN . lo es en absoluto. dan una idea a p r o x i mada de la verdad. P O B L A C I Ó N . la raza p á m u e E l cuadro adjunto exime de toda e x p l i c a c i ó n .H I S T O R I A - ( . L a densidad la de la p o b l a c i ó n es m u y pequeña./{v^ { > f H f e ^ | ¡ | A R A °1 conocimiento de la población algunos datos eme aunque poincom- ^í&ikÈÉSMw seo ¡jip cosa en estos paises.

L o s de la b o c a d e l r i o M u n i p e r t e n e c e n a la casà H a t t o n v C o o k s o n de co- .0 1721 10 186 3 2 ' ? 50000? 50003? 52484 (1) L o s i n d í g e n a s le l l a m a n Manye á la isla de C o r i s e o E n C o r i s e o h a b í a en 1875 d o s m i s i o n e r o s a m e r i c a n o s v u n a l e m á n c o n s u s e s p o r a s L o s h a b i t a n t e s b l a n c o s de E l o b e y P e q u e ñ o sor.124 14 i) o 40000 40003r 423731 1884 7 9 o 1280 20751 795 1280 ¿ 0 7 5 Blancos ilsgros 62 1162 ¡176 1. Tcial. a g e n t e s v d e p e n d i e n t e s de v a r i a s ' c a s a s m e r c i o . 1869 92 101 193 193 1)2 92 ÏOÏ 8 80 mancos ¡le 5 res i) 5 8 4 2 1559 50 719 3 104 136 240 240 116 14 96.1241 220 220 104 136 1.ISLA E (1) ISLA D S E L M ISLA O S E L O B I Í P S Q U I S O CUEX'GA DEL ~M\ Risúaen C93I5CÜ GRANDS Tola! Total Total Pueblas •jbitoles Raza.124 96.1 105 6 8 4 5 1564 2 717 8 84 1875 Blancos ¡lejíos 58 82a 1177 2 0 0 0 826 1180 •2006 12 2 5 0 112 .

495 — del pueblo venga otras L a s noticias que tengo son más precisas que las que rae lian comunicado tribus. valengues etc. y los pámues. A h o r a descubrieron el mar hacia el ano putos y en este caso sería 1700 el principio según mis LMIGRACION . inteligente tas tribus son de la misma raza. sino que realmente va o c u delante. el pueblo pániuc ó dualla p o r q u e en realidad e s pueblo debió verificarse con lentitud c o m o h o y se verifica y en su movimiento se llevaron p o r delante á los vengas. bién han tomado parto en esta emigración. sino que vicos. pero todas ellas coinciden en un punto.— Historia. del por los siglo mino p o r medio de las armas. hemos de deducir que estos p u e b l o s han empleado más do 2 0 0 años en llegar á las costas. b a l e n g u c s . E n diez años ó sea desde 1875 de que ca- al 1884 ha avanzado el pueblo pámue en dirección al mar. Se estableció un m o - vimiento de avance entre las poblaciones que habitaban la region central de A f r i c a y este movimiento en mi c o n c e p to lo inició un p u e b l o fuerte. los gas solos los que han v e n i d o del interior. ! ) 0 k i l ó m e t r o s . Esta emigración no ha terminado y he tenido ocasión de presenciarla y estudiar el tiempo en que se verifica. por lo tanto. vengas cómXVII. A l p r e g u n tarlos á los naturales del Muni do donde han venido s e ñ a lan al N N E . vicos itemus etc. como indicando que han emigrado de las r e giones centrales de Africa. p o d e r o s o . N o son. L a emigración y lleno de este de v i g o r . los ventamba- pukus. lo que parece razonable puesto que el p á m u e no so abre pando y poblando los países que encuentra bien. c o m o ellos aseguran y se admiten acabo de citar c o m o unidades do tiempo las y cifras distancia. Si p r o c e d e n d é l a s regiones del centro A f r i c a .

cuando los pámucs c o m e n z a r o n á emigrar del centro á las costas. el vencer vida ó su no permiten propiedad. telas r i quísimas y licores de delicioso sabor. y que los adveritr c o n d i c i ó n de carácter del pámue. ¿Cuál ha sido y es la. así c o m o quiera. T o d a s mis investigaciones en busca que esta materia no han dado resultados. la i n d e p e n d e n c i a hasta el punto do odiar el espíritu de asociación que sólo ta c u a n d o se trata de defender su P o r otra parte las tribus de A f r i c a imposible realización. abrir demasiado las puertas á la credulidad. á un extraño y hubiera sido empresa de c o n las armas. E l p á m u e entonces se atrevió á vivir en la primera aldea p r ó x i m a y cuando estuvo seguro. Más verosímil parece que estos p u e b l o s vieron noti cia de la existencia de hombres blancos tripulando grandes b a r c o s c o m e r c i a b a n con los i n d í g e n a s de las costas p r o p o r c i o n á n d o l e s armas poderosas. el paso. s o b r a d a m e n t e p r o b a d a . A d m i t i r por humana. avanzó más y o c u p ó otro pueblo siguiendo el sistema. tendencia conocida tuque es. S u p o n e r que p o r c o nocimiento de la existencia del mar han ido en su es creer en una opinion que está reñida con han seguido el camino aparente del Sol el costumbres y m o d o de ser de estas gentes. pero sin causa carácter. pueblos y de la tribu del lumismo del pueblos que o c u p a b a n centenares de l e g u a s . P a r e c e más atrevidos se unieran para ir en b u s c a frecuentados p o r los b l a n c o s . en mi humilde opinion. asociándose al principio EMIGRACIÓN á las costumbres . formó y a un b a r r i o y so consideró más fuerte que los primeros p o b l a d o r e s gar. causa de esta emigración"? Es m u y difícil averiguarlo. pero es de de lo los natural países que es acepque esta noticia despertara la codicia y el deseo.

parece c o r r e s p o n d e n á los v e n g a s . han ido absorviendo p o b l a c i o n e s dio del v i g o r y fecundidad de su raza. y han conseguido encontrar la orilla del m a r . H a c i a el año 1700 llegaron las primeras avanzadas del pueblo v e n g a á la costa del rio C a m p o . D e esta sin castigarlos. L o s negros que describió D a p p e r on su obra ( 1 6 8 7 ) y D a v i t y en 1 7 6 0 .— 4a* -movimiento manera. (1) y Yikue en su ora punta hijo que enUna y o Benito y el q u e d a r o n en rio Muni cerca de la confluencia del C o n g o a y de las m o n - que salió A la costa J a n y e . sin sin temor estableciéndose en otra aldea. 1 HISTORIA . F i g u r a b a c o m o rey de los V e n g a s del c o m o rey de los vengas del B e n i t o . p a í s y cuando fueron muchos continuaron su c o n t r a y e n d o relaciones c o n sus vecinos. otro rey de los vengas Muni Ekela. A esta é p o c a corresponden los datos históricos p r e c i s o s que he tomado en el país. p o r el espíritu emprendedor y belicoso que estos autores les atribuían. (I/ L o s v e n g a s d i e r o n el n o m b r o de su rey likela al rio M u n i . del San de C a b o San Juan mientras que otros se ta ñ as U k o n go lo mun imb e. pero murió á los p o c o s dias sucediéndole Biidipó. so han llevado p o r delante pueblos estériles y debilitados y que so diezman y desaparecen. por memolestarlos.. IJOS subditos do E k e l a fueron los primeros vengas que construyeron c a y u c o s y con ellos descendieron el rio M u ni y descubrieron las islas de E l o b o y contraron habitadas por h o m b r e s quienes llamaron kapini y que tenían y Coriseo muchos blancos (holandeses) á esclavos.

E l j e f e negro se enfureció. en falleció el rey E k e l a . se presentó en el rio un barco holandés ciryo capitán encargó á E k e l a p o r c i o n a r a ciertos p r o d u c t o s del país. rio y en la punta septentrional de la b o c a . L a Coriseo. la de G a b c n g ü e á la que perteneció E k e l a .- 45ÍS la noticia del descubrien propar- C u a n d o v o l v i e r o n al M u n i eon miento. y la de Bilió. los vengas de la costa marchó á habitar los islotes E l o b e y la segunda á la isla de que tuvieron noticias de la existencia de las islas de Coriseo y E l o b e y construyeron c a y u c o s . éste creyó que lo engañaban y apresó á dos hijos de E k e l a levando y haciéndose á la mar p r e c i samente una hora antes de llegar E k e l a con los e n c a r g o s . á U n a g o . E n vida de estos reyes había cerca de Batangas dos Rumbe y Mudo los ingleses y á E k e l a . D e s establecieron donde se dividieron primera Sigui en los v e n g a s en dos bandos capitaneados p o r dos familias. subió ala ladrón d e s ú s hijos y en efecto el barco pués de este hecho b a j a r o n por e l . pero venga tió con alguno de los suyos al interior á fin de cumplir el c o m o ] tardara muchos dias en regresar. tribus fuertes y poderosas que se llamaban siqui que iniciaron un movimiento de avance hacia el Sur HISTORIA . Durante estos acontecimientos. pero antes de efectuar esto. rey rey de los holandeses. El rey encargo del capitán b l a n c o . dedicándose á viajar y á comerciar con los europeos. A B u d i p ó le llamaban rey de los portugueses. E n t o n c e s punta de castigo una roca para el en pidiendo á los espíritus justicia para él y holandés varó se un b a n c o y fué saqueado y q u e m a d o p o r los vengas. E k e l a decidió salir del pais para establecerse le l a s islas.

el sitio en que hacalamibanda de su hijo C o m b a quien admirado al ver un árbol gigantesco que nació y creció m i l a g r o s a m e n t e en bían enterrado á su p a d r e . lo que consiguió tiempo y entonces factorías. y llegó al Cabo sando una de sus hijas. que duró cuatro años. vY la p o r la familia B o j o d i c o n la que estableció parentesco muerte de B u d i p ó quedó g o b e r n a n d o la familia. B u d i p ó tuvo que abandonar e m i g r a c i ó n de los de San Juan. dades. en Coriseo y en B e l o k ó b u e del C a b o Esteras. E f e c t i v a m e n t e vaticinó desgracias y apareció en el país una l e o p a r d o s tan numerosa que t o d o s los dias atacaban á los h o m b r e s sembrando el espanto y la consternación p o r las aldeas. L o s vengas culparon á los burns (tribus del interior) de la aparición de los leopardos y esto dio motivo á una g u e rra cruel.— 489 i m p e l i e n d o á los — prudentemente vengas quo se retiraron hasta el rio B e n i t o . C o m b a había muerto en un HISTORIA combato y su hermano . habitado impulsado p o r la vengas hacia entonces ca- el Sur. U n a g o v i e n d o que en su país reinaba la miseria so d e c i dió á celebrar una entrevista con el rey de fluencia necesaria para minios marca numerosas la tribu de U l u n g u en Cabo L o p e z á fin de conseguir de este la i n atraer á su c o m a r c a á los barcos viendo Pero establecidos en sus d o permanecieron esta poco coingleses. L a s bajas que tuvieron los vengas fueron tan considerables que sólo una centésima parte de aquellos guerreros pudieron librarse de los machetes enemigos y de los dientes de los l e o p a r d o s y huyeron aterrados á refugiarse en los islotes E l o b e y . espantosa.

n o t u v o éste el m i s m o t a c t o y le i n c e n d i a r o n la f a c t o r í a .— 430 — los v e n g a s con el nombre B a n e fué e l e g i d o r e y de t o d o s de B o n c o r o I y residencia en E l o b e y . p i l o t o y a c r e d i t a d o c a p i t á n a f r i c a n o . los primeros que establecieron factorías y tuvieron relaciones c o m e r c i a l e s c o n l o s h a b i t a n t e s d e la isla y los d e la c o s t a v e c i n a en el C o n t i n e n t e . E n t o n c e s fué c u a n d o B o n c o r o seguido (1) C o n m o t i v o d e h a b e r p u b l i c a d o en el B o l e t í n d e la S o c i e d a d G e o g r á f i c a d e M a d r i d Fragmentos de un Diario de Viajes l o s n o m b r e s de e s t o s d o s e s p a ñ o l e s . c o n t i n u ó en la f a c t o r í a . p e r o c u a n d o reunió á su p u e b l o para a n u n c i a r l e sus Simon y factorías islotes E l o b e y dos espatex- Francisco-(relacion en la parte m e r i d i o n a l p r o p ó s i t o s . B o n c o r o (pliso entregar sus territorios á los dos e s p a ñ o les. el n. q u e p o r c a s u a l i d a d a p o r t ó allí. » HISTORIA . m a n t e n i e n d o i m p o r t a n t e s r e l a c i o n e s c o n l o s n a t u r a l e s . P o r l o s d e 1831 ó 1835 s a b ó d e la H a b a n a c o n b u q u e p r o p i o y e f e c t o s d e t r a t a . p e r o e n f e r m ó d e las fiebres del país y t u v o q u e r e g r e s a r á la H a b a n a . e n M e n o r c a . F r a n c i s c o V i n e n t . q u e lo m i s m o q u e S i m ó era m e n o r q u i n . c o m o a d i c i ó n á las n o t i c i a s d e D . E n este t i e m p o l l e g a r o n á los ñoles llamados Baltasar tual) ( 1 ) y establecieron de la isla de C o r i s e o . V i n e n t . M a n u e l I r a d i c r n o s e s c r i b e lo siguiente: «Quizá c o n v e n d r á dejar c o n s i g n a d o a l g o q u e atañe á los dus e s p a ñ o l e s q u e este v i a j e r o n o m b r a B a l t a s a r S i m o n y F r a n c i s c o . d o n d e f a l l e c i ó el a ñ o d e 1877. a l a r g a d o p o r las c a l m a s e c u a t o r i a l e s . « B a l t a s a r S i m ó y no S i m o n .° 10 de O c t u b r e d e 1879 d e esta i m p o r t a n t e p u b l i c a c i ó n d i c e l o s i g u i e n t e : « U n o de nuestros c o n s o c i o s . e n c a r g a n d o de l o s n e g o c i o s á D. y d e s p u é s de un p e n o s o v i a j e de c i e n t o y t a n t o s d i a s . s a l v á n d o s e c o n s u g e n t e en el i n t e r i o r fie la Isla h a s t a q u e t u v i e r o n o c a s i ó n d e r e g r e s a r á C u b a . p u d o a b o r d a r á C o r i à c o y allí e s t a b l e c i ó s u f a c t o r í a . h u b o un gran motin á c o n s e c u e n c i a de h a b e r s e d i v i d i d o las opiniones y estar m u y escitados los ánimos p o r las sangrientas luchas que se entablaban c o n los comerde ciantes ingleses. establecido en Menorca. a d o n d e le l l e v a r o n las c o r r i e n t e s . pero a s í c o m o el p r i m e r o s u p o e s t a r en a m i s t o s a a r m o n í a c o n el c r u c e r o i n g l é s d e a q u e l l a c o s t a . era n a t u r a l d e C i n d a d e l a .

E n esta época ( 1 8 5 8 ) se presentaron en la bahía de C o HISTORIA . y B o n k o r o I I sucesor de B a n c en Cabo San Juan. Cuando B o n c o r o so retiró al C a b o gobernando la parte Sur de de San Juan quedó dependía quedando desdo los les e x p i d i ó en n o m b r o de la Reina Isabel I I cartas d e naeste dia considerados las subditos tic E s p a ñ a todos los habitantes á quienes distribuyó de la costa mencorrespondientes Coriseo. Juan José de llamamiento á todos L e r c n a quien hizo un los jefes de las tribus que se extenespañoles como dían desde el rio del C a m p o hasta el C a b o Estoicas ó E s teras y habiendo manifestado que deseaban ser cionalidad.— 431 — sus adeptos no titubeó en volver á o c u p a r las costas del C a b o San Juan exponiéndose á las represalias de los burns eon el fin de conseguir ser español lo que consiguió ai lin. pues el 14 de Marzo de 1843 apareció á la vista un b u q u e español el bergantiu Nercion en la bahía do 14 cañones que B o n c o r o guerra el alcanzó con su veloz piragua y c o n d u j o á buen fondeadero de Coriseo. El padre de Muele por envidias sin duda. cionada banderas. en el C a b o aclamavengas que lo ron p o r rey. Muele padre de C o m b e n y a m a n g o mientras que la parte oriental de K a k a t o n d o n i . declaró la guerra á su hijo asociándose á M u n g a h o m b r e de influencias y de valor. E l lin de esta guerra fué el que Muele se retirase con los suyos al país de Esteiras en d o n d e y a había otros Bolokóbue. M a n d a b a el b u q u e de capitán de N a v i o D . Muerto K a k a t o n d o n i quedó M u n g a de rey de Coriseo. Durante este p e r í o d o de luchas se marcharon de la isla los comerciantes españoles.

T a m b i é n se presentó una diputación del país situado al N o r t e del C a b o San Juan solicitando la i n c o r p o r a c i ó n á España de los p u e b l o s que representaban puesto que no habían tenido tiempo de acudir con oportunidad al llamamiento que D . Juan José de L e r e n a . Carlos C h a con les hi ciera desde E l o b e y . Gra riña. B o n c o r o I I fué suyo Manuel nombrado G o b e r n a d o r y un hermano testimonio de sumisión y Boncoro fué llevado á E s p a ñ a á besar las manos á la Reina Isabel I I en respeto. II so presentó á b o r d o del bergantín Gratina de nacionalidad . M u n g a contestó que HISTORIA . B o n k o r o I I se e n c o n t r a b a en E l o b e y G r a n de en c u y a isla m a n d a b a . varios niños los colegios españoles. se presentaron los f r a n c e ses frente á esta isla intimando á M u n g a á que la F r a n c i a la soberanía do su territorio. Se les refrendó también los d o c u m e n t o s e x p e d i d o s p o r ] ) . C u a n d o la escuadra m a n d ó un b o t o con un oficial al cab o San Juan. Carlos Chacon pañolas.— 43» - risco los b u q u e s do guerra Vasco Xiiuez de Jhdhoa.Boncoro que había sido el G o b i e r n o de E s p a ñ a G o b e r n a d o r de las posesiones es- eon su carta e x p e d i d a por L e r c n a y p o c o después se presentó M u n g a con los mismos documentos y al siguiente dia varios otros j e f e s de la costa cuyas cartas de n a c i o nalidad española fueron refrendadas. z a r p a d o la escuadra escediera á que fueron e d u c a d o s en P o c o tiempo después de haber pañola de la bahía de Coriseo. T a m b i é n se llevaron á F e r n a n d o P ó o c o n el p e r miso de sus padres. y el j e f e de la e x p e d i c i ó n determinó entonces ir á f o n d e a r frente á esta isla. Cartagenera y Sania María al mando del Capitán de nombrado por fragata D .

sumisión á España que r e - al G o b i e r n o do S.Viendo los franceses en este j e f e africano un h o m b r e resuelto y decidido. p o r echárselos de encima les contestó fuera de Coriseo que hicieran lo que gustaran nada. Bessierus. F e l i p e de la G á n d a r a mandó la g o l e t a Cérea con las pagas que el G o b i e r n o de E s p a ñ a daba á los jefes (80 pesos á M u n g a . E l II. variaron de opinion y p r o pusieron la ocupación del islote E l o b e y . E n pero que él no respondía de efecto los franceses o c u p a r o n á E l o b e y G r a n d e n o m b r a n do de j e f e á un tal Yeli I b a p o . P o c o tiempo después se establecieron los misioneros es- pañoles on la isla de Coriseo fundando escuelas y capillas y predicando y enseñando á los naturales. rey O tambo quien al ver españoles solicitó le extendiesen cartas de n a c i o n a lidad española que habían tenido en la actualidad de las dos carecían do francesas en otro tiempo pero que por e x t r a v í o . Como ellas M o n s . E l rey I b a j á de una c o m a r c a vecina so presentó también solicitando n a c i o n a l i dad española y la o b t u v o del Sr. p e r o en vista de la entusiasta y decidida actitud do aquel pueblo que protestó de los franceses. P . pero sabedor de este s u c e so el g o b e r n a d o r D . HISTORIA . el misionero español titubeó al p r i n c i p i o . 4 0 á B o n c o r o y 2 0 al do E l o b e y ) y deshizo el convenio francés con I b a p e si bien á éste lo m a n t u v o en su puesto do j e f e español. M u n g a . formuló un mitió después acta de. M . Martinez Sanz. Obispo de Calípolis y vicario apostólico Guineas y el presbítero José M a ría Pussol se opusieran á esta determinación.— 4SS — era español y que por lo tanto no podía acceder á la p e t i ción que le hacían. M a r tinez Sauz visitó el país de Bolokóbue encontrando en >San José de V e n g a al sucesor do Muele.

Jaime con ébano. Miguel murientarde Jaime de se presentó un gran b a l a n d r o A n t o n i o Cuca español m a n d a d o p o r don en el país durante estableció que c o m e r c i ó también algun tiempo. y el capitán ins o r p r e n d i e r o n p o r la noche á la al capitán y lo lledo lo ocurrido glés á fin de evitarlas se trasladó á la b o c a del Muni. amarraron varon c o n s u b u q u e á E l o b e y . tripulación del bergantín. Pantaleon L . D. Más perniciosa. N.— 4S4 — P o c o tiempo después de haber m a r c h a d o de Coriseo la goleta Céres. A n t o n i o Trillos factorías comerciales pero los b a p a k u s le p e g a r o n un b a lazo en una refriega y con este motivo so presentó la g o l e ta de F e r n a n d o P ó o tín español y c u y o comandante castigó d u r a m e n t e un b e r g a n hasta que p o r c o n s e j o s á los culpables. Otro español I_). con gran descontento de los motivo hubo varias reyertas con M u n g a . L e s p u e s de estos sucesos llegaron á la bahía de Coriseo dos y do buques D. sustituyendo á I b a p e que había muerto. de c u y o comandante castigó á los delincuentes y aconsejó al inglés comerciase en E l o b e y y dejase á A y a c al trente de la factoría. Con este encontró en el mar á un v e n g a A y a c que tripulaba un c a ra comerciar con ventajas. Antes de zarpar el b u q u e español n o m b r ó su comandante p o r rey de E l o b e y Grande.so y u c o y le pidió presentó un bergantín inglés c u y o . c a p i t á n lo llevase á un punto en el que p u d i e llevó al islote E l o b e y corisqueños. A y a c lo C h i c o . comerciaron una fiebre capitanes D . Más tarde llegó al rio Benito estuvo comerciando HISTORIA . L a noticia A y l l o n mandó la goleta Wadras llegó á F e r n a n d o P ó o y el G o b e r n a d o r ! ) . A y a c se unió á un tal I n y c n y c . á B o d u m b a que actualmente continúa en el p o d e r . mallorquinos cuyos N.

435


P ó o se retiró al C a b o San cal.

del G o b e r n a d o r de F e r n a n d o Juan en d o n d e tomó c o m o coro á quien p a g ó c o n bahía de Coriseo. un Este fué el último b u q u e

práctico para la bahía á B o n barril de vino y otro de mercante español que visitó la

Establecida p o r los ingleses una línea regular de v a p o res por la costa de Africa, todavía no m u y bien c o n o c i d a , tuvieron la desgracia de perder uno de sus mejores b a r c o s , que c h o c ó con una peña llamada Ungoto frente al p r o m o n torio B a n g ü c . L o s v e n g a s y los burus asaltaron el b u q u e náufrago y robaron y se llevaron hasta las puertas del v a p o r . L a goleta española se presentó en bahía para hacer justicia. M u n g a estaba enfermo é invitó á los españoles á pasar á tierra lo que efectuaron, tomando declaraciones, haciendo mucho preso y castigando con la vehemencia que el-caso requería á los principales p r o m o v e d o r e s del a b o r daje al v a p o r inglés. P o c o tiempo después y á consecuencia de disgustos habidos con un factor inglés do E l o b e y , atacaron y b l o q u e a ron su factoría,
IJOS

hiriéndolo

y matándole

varios criados.

vengas se enfurecieron de tal m o d o que atacaron á la al comandante que dio al en tierra, c u y a v i d a se debió á un valiente v e n g a el Secretario de la un

marinería española resistiendo el fuego del cañón y derribaron Colonia garrotazo

D . A n s e l m o Gazulla y á un b a y o n e t a z o que

soldado nuestro (catalán) le p r o p i n ó acto c o n t i n u o . P o r fin se hicieron las paces en Coriseo establecimiento de p u e b l o en el p r o h i b i e n d o el abriislote E l o b e y P e q u e ñ o y

estableciendo en él una guarnición española á c u y o

g o se establecieron varias factorías alemanas é inglesas.
HISTORIA

436

A Munga, le sucedió C o m b e n y a m a n g o á quien c o n o c í en 1875. E r a un buen sugeto y m u y e s p a ñ o l . D u r a n t e el primer p e r í o d o de su mando murió do un cáncer en el estóm a g o , B o n c o r o I I de Cabo San Juan, el 2o de D i c i e m b r e de 1 8 7 4 sucediéndole B o n c o r o I I I E b ó j i que actualmente gobierna aquel país. C o m b e n y a m a n g o tuvo sus enemigos y uno do ellos B o b e lo declaró la guerra varias ble que se verificó en vida de ditos o b l i g ó á los alemanes bajar á la mitad los p r e c i o s que tomasen las algunos casos. C o m b e n y a m a n g o era tan español que en una ocasión hecho me demostró la veces. E l hecho más n o t a C o m b e n y a m a n g o fué el tu(con sobrado fundamento) á

multo del 8 do E n e r o de 1S7(>. E l rey al frente do sus s u b de los artículos de venta y á posee este p u e b l o en

g o m a s contadas en vez do pesadas. Este energía que

se presentó en F e r n a n d o P ó o á d o n d e fué en

una l a n c h a es-

corriendo los mayores riesgos por la mar, para manifestar al G o b e r n a d o r que los franceses del G a b o n se habían tablecido en punta B u c n e y parte de la b a h í a eo, territorios que eran españoles. (1) A C o m b e n y a m a n g o sucedió I n y e n y e muy el país pero que por eso no se libra de sufrir derechos á reinar, c o m o son M e d i k o en la querido las en mortifide Coris-

caciones que le p r o p o r c i o n a n otros jefes que se creen c o n parte oriental También mismo de la isla y K o t o k o t o en la parte septentrional.

I n y e n y e ha demostrado ser muy español y e n d o lo

(1) C u n b e n y n m a n g o i b a infesta lo de n i g u a s y se r o n en F e r n a n d o P ó o de una m a n e r a c o n s i d e r a b l e .
HISTORIA

propaga-

— 43*

que su antecesor á F e r n a n d o P ó o á dar cuenta de que los franceses con el v a p o r Measange habían o c u p a d o Junio de 18S4 una b u e n a parte del N E . de la Coriseo que era española. C o m o la goleta de G o b e r n a d o r de la Colonia, los v e n g a s el G de de esretibahía guerra

pañola se presentó después en la bahía y en ella

venía el

esperaban la

rada de los franceses de los terrenos que habían o c u p a d o P e r o al v e r que no se formularon protestas ni reclamaciones, c o m o les había prometido la autoridad P ó o , sufrieron tal d e c e p c i ó n y perdieron de F e r n a n d o su amor tanto

p o r E s p a ñ a que p o c o s dias después de marchar la goleta, estuvieron tentados de c e d e r á la petición del c o m a n d a n te de otro b u q u e de g u e r r a francés que fondeó frente ala isla, entregando su país ala F r a n c i a . P e r o I n y e n y e \egumhepañold siempre español levantó su v o z , a n i m ó á los tiextranjebios, reunió á los valientes y amenazó al b u q u e lo encontraban fondeado en aquellas aguas. Estos son los principales acontecimientos que'se han v e rificado en el seno de la tribu do los vengas bastante más civilizado de lo que se cree aprecio y quiero entrañablemente. y y que á quien consyo tituyen la Historia de este p u e b l o tan amante de España,

ro con entrar al abordaje al salir el Sol el dia siguiente, si

HISTORIA

— 43»
Civilización. en este descosido


apuntado ánimo el

D e s p u é s de las ideas que he Libro, no estando en mi

profundizarlas con seriedad, por no ser materia o p o r t u n a de esta relación, terminaré haciendo u n a s ligeras consideraciones que creo importantes y convenientes. M u c h o se ha h a b l a d o , se ha escrito y se ha sobre el continente africano. H a y quien cree, primera mente hablando, que A f r i c a fué la zados de nuestro planeta, y discutido geológica-

tierra emer-

gente y que en ella aparecieron los primeros seres o r g a n i c o m o quiera que en estratos más antigua de vecinos se han encontrado testimonios de la presencia del h o m b r e , deducen que la raza africana es la de la creación, contando, p o r lo años de existencia. L a tradición no admite tan grande antigüedad y gra. N o falta historiador que trate de p r o b a r que los gros son los descendientes degenerados de razas res, mientras que famosos teólogos aseguran que de Cham, malditos p o r D i o s , siempre tas afirman que, p o r razones fisiológicas que han se linemenos 33 millones

mita á conceder unos miles de años de vida á la raza n e superiolos hijos en el

vivido

mismo estado de salvajismo y de barbarie. L o s racionalisemanadas progresan de lecon yes divinas, son los negros espíritus

tal lentitud, que necesitan más siglos para llegar al estado intelectual y moral en que h o y se encuentran los h o m b r e s blancos, que los que requiere la desaparición de la raza.

Sea de esto lo que quiera, limitándonos á los h e c h o s d e observación, sabemos que desde los tiempos históricos existe la raza africana y que h o y se encuentra p o c o más ó menos en el mismo estado que en aquellas edades.
CONSIDERACIONES

439


aislados esfuerzos, cierto. mode p r e -

E u r o p a lia hecho gigantescos, pero

para llevar á estos países las semillas de

la ci vilizacion y sentido

del progreso. ¿ Q u é ha conseguido? Bien p o c o p o r A l g o de perfección intelectual, m u y p o c o de ral, en los negros de las costas, y t o d o á c a m b i o ciosas vidas, de martirios horrorosos, de sumas calvario, cada e x p e d i c i ó n al interior un

considerade san-

bles. Cada factoría ha sido un cementerio, cada capilla un reguero gre. L o s viajeros que se salvaron en sus largas e x p e d i c i o nes al interior han visto p e r d e r una á una las los bagajes, y en una lucha constante con los acémilas y hombres y de fati-

con los elementos, han llegado á la costa rendidos

ga, llenos de miseria, enfermos, y con los restos de su c a ravana diezmada por la fiebre'y por los c o m b a t e s . ¡ C u á n tos europeos han encontrado manglar de la costa! su tumba en el pestilente misioneros ¡Cuántos esqueletos de

blanquean colgados en los árboles de los sacrificios! ¡Qué suma de esfuerzos individuales, qué de hechos heroicos, de a b n e g a c i ó n , de valor sublime perdidos en las so ledades do las selvas ó en el silencio del desierto! L a b u l l i ciosa y alegre p o b l a c i ó n europea ignora todo esto, sido preciso que se sucedan centenares de víctimas y lia para es-

fijar su atención en el continente n e g r o y pensar en m o d i ficar el sistema que hasta la fecha se ha s e g u i d o para tudiarlo, colonizarlo y civilizarlo. E n "medio de las serenas noches tropicales y c u a n d o bras en el suelo de los b o s q u e s , encienden todavía la los una

luna llena brilla en el zenit, p r o d u c i e n d o misteriosas s o m africanos las sagradas hogueras, y , al sonido fatídico del

destemplado t a m b o r de guerra, danzan alrededor de
CONSIDERACIONES

440


articuToda-

v í c t i m a h u m a n a que inmolan cortándole todas las laciones. A ú n caen centenares de cabezas v í a se elevan, en medio de nubes de que el p u e b l o el dia de la muerte de un j e f e p o d e r o s o . insectos,

se reparte pirámides y rojos ma-

de cráneos h u m a n o s , pertenecientes á prisioneros de c o n s tantes y sangrientas batallas. A n t e ídolos negros corre la sangre, y se i n v o c a la p r o t e c c i ó n del espíritu fagia... N o busquéis en Á f r i c a una civilización bien definida: la música nada de arquitectura; n a d a de historia; ninguna tradición; carencia de escritura, de industria; los cantos y nada dicen: es, en una p a l a b r a , la raza del p e r í o d o cuaternario de la tierra, que v i v e aún en pleno siglo x i x . H a y algo, no c a b e d u d a , hay algo que se escapa al análisis de nuestros actuales m é t o d o s de investigación, y que sostiene desde el principio de los siglos el atraso j i s m o de los p u e b l o s negros. C o l o c a d j u n t o s americano, á un africano, un n e g r o australiano, y gar p o r sus trajes, p o r sus fisonomías, y salvaindio un salá un

lo para q u e presida los actos más repugnantes de antropo-

v a j e de N u e v a Guinea ó de las islas de Salomon, y á j u z p o r sus ademanes y más próximo al lenguaje, creeríais q u e el africano está

h o m b r e c i v i l i z a d o ; y, sin e m b a r g o , s o b r e la raza indígena de A m é r i c a levantó E s p a ñ a en cortísimo tiempio una n u e v a civilización; el australiano de nuestros dias está en fraternal contacto con la ilustrada todos los dias el fruto de sus Inglaterra; en los archiEn piélagos oceánicos, el comerciante y el misionero r e c o g e n trabajos civilizadores. c a m b i o , el africano n o ha a v a n z a d o un paso en el c a m i n o de la p e r f e c c i ó n moral é intelectual, á pesar de contar m i CONSIDER ACIÓN ES

441


el continuo em-

Hones de años de existencia y de sufrir bate de la civilizada E u r o p a . . .

A contener la i m p a c i e n c i a del misionero y van dirigidas las anteriores

comerciante

consideraciones, y al m i s m o que

tiempo, á calmar el entusiasmo y la fogosidad de t e m p e ramentos j ó v e n e s y llenos de fé, que, si c o m p r e n d e n la alta misión que les lleva á las playas africanas neraciones, tendrán el valor y la a b n e g a c i ó n bles, para sufrir todos contratiempos dado en A f r i c a . H o y sabemos, por una desgraciada experiencia, sistema de enviar e x p e d i c i o n e s al interior, el de taciones civilizadoras en puntos lejanos sin q u e el que se levantan empeza-

rá á dar frutos después del constante trabajo de cien g e indispensapaso los reveses, todos los infortunios y formidables á cada

crear es-

comunicación indígenas el dar

segura con la costa, c o m o lo hizo en un principio la A s o ciación internacional africana, y el de educar á que se distribuyen después p o r el plan de, Mr. Steer, obispo de Z a n z i b a r , grandes resultados, ni estos cios que se h a g a n . Estimo más conveniente empezar la o b r a civilizadora no Continente, según pueden

corresponderán á los

sacrifi-

desde la costa misma, y, dando cada vez pueblo por pueblo, rada. D e esto tribu p o r tribu,

m a y o r e s límites nada

al c a m p o de acción, penetrar gradualmente en el interior, sin dejar atrás p o r concluir, y asegurando siempre el camino para la retim o d o se formará un núcleo; su influencia bienhechora será una realidad; el contacto lo sostendrá y

sus condiciones de existencia serán mayores á medida que se v a y a n ensanchando sus límites de a c c i ó n . — L o s granos
CIVILIZACIÓN

-

44S

-

de arena diseminados en la llanura f á c i l m e n t e son

arras-

trados p o r la brisa; pero cuando están reunidos f o r m a n d o un m o n t ó n , con dificultad v e n c e el viento la cohesión m o lecular, y se hace imposible el derrvrmbamiento. E l c o m e r c i o y la p r e d i c a c i ó n de las sabias m á x i m a s del cristianismo son las dos palancas p o d e r o s a s de la c i ó n . E l c o m e r c i o crea necesidades, y trae el hábito del trabajo, base del del h o m b r e . Si el c o m e r c i a n t e comprendiera la d o b l e misión que tiene que cumplir en los países salvajes, los lizadores serían más rápidos y que el negocio, resultados c i v i eficaces. D e s g r a c i a d a m e n t o d o s sus continúa europeo civilizap o r ' consecuencia;

perfeccionamiento in-

telectual. L a religion influye directamente en la m o r a l i d a d

te, hasta ahora el c o m e r c i o africano no ha visto otra cosa y á él y para él ha consagrado esfuerzos. E m p e z ó p o r la c o m p r a de h o m b r e s y nebra. T a l c o m o h o y está en A f r i c a , no montado de el c o m e r c i o admitir,

envenenando lentamente la raza negra c o n el r o m y la g i p o d e m o s menos penosamente se

impresionados, que es perjudicial al p r o g r e s o y desarrollo de los n e g r o s . P a r a ser beneficioso á este p r o g r e s o , haría necesario disminuir considerablemente la
7

A enta de

esos v e n e n o s alcohólicos que, p o r fatales resultados ganismo.

analogía de c o l o r y saginebra, y que tan

b o r , se llaman aguardiente de caña y

p r o d u c e n en las costumbres y en el or-

L a s misiones religiosas, desgraciadamente, no han v e n i do á un acuerdo sobre un sistema ni han discutido el sistema más ú n i c o de predicación, en Africa conveniente

para la p r o p a g a c i ó n de la fe. A s í o b s e r v a m o s , p o r un lado
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— 443


polí-

misioneros transformados en comerciantes ó agentes exteriores, y que sólo habla á los p o r otro se encuentran sacerdotes en inteligencias obtusas y

ticos de un G o b i e r n o , que predican una religion de formas sentidos, mientras que que tratan de inculcar misterios más

primitivas los

grandes é incomprensibles, e x p l i c a d o s en un lenguaje lleno de parábolas y más incomprensible aún (1). El cristianismo es tan grande, tan resplandeciente y tan sencillo, que puede ser c o m p r e n d i d o instantáneamente p o r el salvaje más d e g r a d a d o ; pero no se trata aquí solamente de hacerlo c o m p r e n d e r , sino de hacerlo creer y p r a c t i c a r , y para esto es preciso luchar c o n antiguas religiones, c o n inveteradas costumbres, con arraigadas supersticiones y necesario de un temcon las pasiones desenfrenadas del h o m b r e . E n esta, c o m o en todas las grandes obras, es empezar p o r el principio, y , c o m o si se tratara

c o m b a t e formidable, estudiar el terreno, t o m a r las mejores posiciones y afilar cuidadosamente las armas m e j o r pladas. N o se p u e d e c o n o c e r bien á un p u e b l o sin estudiar

(1) R e c u e r d o q u e un m i s i o n e r o de F e r n a n d o P ó o , d e c í a en u n o de s u s s e r m o n e s , d i r i g i é n d o s e á v a r i o s n e g r o s q u e a p e n a s c o m p r e n d í a n el e s p a ñ o l « v e n i d á m i , q u e o s d a r é el p a n c u a n d o estéis h a m b r i e n t o s ; v e n i d á m i , y os d a r é el a g u a c u a n d o e s t é i s s e d i e n t o s ; y o seré el a l i m e n t o de v u e s t r a s a l m a s .. .» C o n c l u i d o el s e r m o n , el a u d i t o r i o en m a s a s e d i r i g i ó á casa del s a c e r d o t e , p i d i e n d o el pan q u e les h a b í a o f r e c i d o , ó en su d e f e c t o , l e s e r a lo m i s m o g a l l e t a ; a g u a n o q u e r í a n p o r q u e ya la t e n í a n en l o s r í o s , y en t o d o c a s o p r e f e r í a n el r o m . C u a n d o se e n t e r a r o n d e l s e n t i d o de la p r o m e s a , q u e e l l o s l l a m a b a n e n g a ñ o , a r m a r o n un a l b o r o t o q u e c o s t ó t r a b a j o reprimir.
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su idioma ( 1 ) ; este e s pues, el primer paso del misionero. E l conocimiento del idioma dá confianza y ánimo en la empresa, facilita la observación y el estudio; en u n a p a l a bra, p r o p o r c i o n a elementos poderosos. E l estudio deteniy do, serio y formal de la religion del país y de las c o s t u m bres de sus moradores, da el c o n o c i m i e n t o de los vicios virtudes de un p u e b l o , de sus sus tendencias y aspiraciones; datos importancia y trascendencia, todos ellos d e inclinaciones y gustos, do suma p a r a , manejados c o n d i p l o escritura,

macia, dirigir la obra religiosa p o r un camino s e g u r o . L a enseñanza del idioma nacional, de su lectura y de libros, facilita á los indígenas servicio del c o m e r c i o medios de abre ancho c a m p o á la p r o p a g a c i ó n de las ideas p o r m e d i o c o l o c a r s e al permiso extraordie u r o p e o , nacionaliza (con manera

de la A c a d e m i a de la L e n g u a ) de una para escoger entre los indígenas religion.

naria, ¡y quién s a b e ! — c o n o z c o varios c a s o s — p u e d e servir nuevos apóstoles de la

Poseídos estos coeficientes, al t i n o , talento y d i p l o m a c i a del misionero c o r r e s p o n d e todo l o demás. N o c a b e el p r o c e d i m i e n t o empleado. N o soy y o quien d e b e r e c o m e n d a r á esos mártires de la religion, la perseverancia, la inquebrantable fé y la tole(1) L o s m i s i o n e r o s n o r t e - a m e r i c a n o s han t r a d u c i d o al v e n ga p á r r a f o s de la B i b l i a y c u e n t o s m o r a l e s y r e l i g i o s o s , y h a n p u b l i c a d o u n D ir. lio no rg of the English and venga languages. d i v i d i d o en d o s p a r t e s . ( N e w - Y o r k . M i s i ó n h o u s e , 23, C e n t r e S t r e e t , 1879.) N u e s t r o s m i s i o n e r o s j e s u í t a s se o c u p a r o n en e s t e e s t u d i o , pero s u s t r a b a j o s no se c o n o c e n y os s e n s i b l e Tamb i e u han p u b l i c a d o Heads of Mpongwc grammar. Gabon West A f r i c a - N e w - Y o r k . Misión house etc.
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duda

que el éxito en una empresa está siempre en relación c o n

445

r a n c i a , — m u c h a tolerancia;—antes p o r el contrario, ele ellos necesito consejos, p o r creerme incapaz ele imitarlos en sus santas, peligrosas y casi sobrehumanas experiencia m e ha empresas; p e r o la evangelizacion conveniente, y más enseñado que no es indiferente á l o s que creo más más

resultados el procedimiento seguido en la de los africanos, y cito aquel más tardíos, pero estables. más

en la completa seguridad de que ha de dar frutos, quizás seguros, completo

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III. DERECHOS DE ESPAÑA .

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ante mí. „ o c h c n t a se encuentra un documento-protesta q u e ndo á la letra. á los dos dias del mes de N o v i e m „ b r c de mil ochocientos ochenta y cuatro..D O C U M E N T O S x vista de ciertos hechos de usurpación. dice a s í : — C o p i a del d o c u m e n t o . — E n la is„ l a de E l o b e y p e q u e ñ o .—Certifico: Escrituras públicas. han PROTESTA- . Notario „habilitado de Santa „Póo y todas „protoc. no estando facultados modo. Don .olo corriente de Isabel de Fernando que en el al folio copiasus dependencias. extendimos para dos obrar de protestas y otro iguales )cuya c o p i a conservo y es c o m o sigue: " D . Notario habilitado de Santa „Isabel de F e r n a n d o P ó o y todas sus dependencias.Bcrnabé Giménez B l á z q u e z . B e r n a b é Giménez B l á z q u e z .

y U t i m b o í n y e n y e . al mismo tiempo. el primero . prioridad de c o m e r c i o .San Juan. reconoto„ c i e n d o en ella la soberanía que de antiguo ejerce en p a c i ó n .. con el objeto de que dicha Sociedad e l c PROTESTA .. jefe también del territorio .) I).Ossorio y Zabala. delegados de la S o c i e d a d . D . se le facilite d o c u m e n t o ... j e f e de la isla de E l o b e y „ g r a n d e y el quinto.y pabellón español para g o z a r de las ventajas de los subd i t o s españoles á c u y a N a c i ó n j u r a pertenecer. en la bahía de Coriseo.. do Ovicrey Cabo de I n devuel- setecientos „ d e la isla de Coriseo. quien se presenta con una esta protesta documento. en su p r o p i o n o m b r e .. según cédula. el cuarto.. por prioridad de o c u protección. do V e g a de R i v a d e o . según cédula personal que m e e x h i expedida „r¡a. prioridad de „ y así. Manuel Iradicr B u l f y y las guiña. K i m b a t o do V i t o r i a on A itor „ p r o v i n c i a do Á l a v a . v i e n e solicitan.personal con vecino Ossorio y Z a b a l a . sus subditos Africanis- mencionados. el segundo. el tercero..— 4-1S — Don AmaBo-' .ochenta. así c o m o E y a b o W h i t e j e f e del pueblo „ b a n d e r a y un d o c u m e n t o francés que le ha sido t o con aquella ante los testigos que firman . Africanistas y Colonistas y á los jefes de española posesiones „ españolas anteriormente citados. con el número sesenta y cuatro. en el de todos „ c o n los señores D e l e g a d o s de la t a s y los jefes de los territorios españoles Sociedad de rció el litoral de la bahía de Coriseo. . Amado de " E l dicho j e f e E y a b o . e x p e d i d a en V e g a de R i v a d e o .do.bc.. „protestan contra la legalidad y validez del transcrito d o c u m e n t o francés.y que c o p i a d o literalmente dice así: (copla del d o á los Sres. p r o v i n c i a do el número .comparecido D o n Manuel Iradicr y Bul t'y y ndo „ d u m b a y Elage B o n k o r o .

— S i g u e ..nuel Iradicr . — E l Jefe B o d n m b a . — M a EyaInyenye. ( i ) . Antonio S a n g u i ñ c d o y D .— 44» — necenuesque „ v c á debido tiempo al G o b i e r n o español. permitidme que. — E l Jefe Ossorio y Z a v a l a .. — B e r n a b é G i m é n e z . — A m a d o . — Santa . — Y enterados „ p r o c c d í por su acuerdo á la lectura íntegra. p e r o lirinó y con b u e n a letra en el d o c u m e n t o e s p a ñ o l . — S i g u e una Isabel . — C o n lo que termino . D o m i n g o Irabota. "Notaría de D .—Siguen las r ú b r i c a s . minar con este asunto tan árido. — E l Jefe B o n k o r o . — A n t e m í . del en derccuyo último j.Bulfy. —Eyabo AA'hitc. mayores de ... ¡.—Domingo Irabota.go. — S i g u e n las r ú b r i c a s .1 )0. c o m o es s a r i o .—Testigo.¡Isabel. — H a y un sello en .. os dé cuenta para terque Santa do los hemos e x t e n d i d o nosotros relativos á las anexiones y n o m - (1) liste j e f e q u e ha r e c o r r i d o g r a n parte de la c o s t a de A f r i ca se n e g ó á i i n n a r el d o c u m e n t o f r a n c é s p r o t e s t a n d o no s a b e r e s c r i b r en t e s t i m o n i o d e r e s i s t e n c i a .contenido se ratifican y firman. — E l j e f e „ y c n y e .¡bcr escribir. . ¡ c u a t r o .—TestiSanguineFernando de . esta reclamación á fin de que éste defienda esta protesta t r o s justos y sagrados derechos é intereses en toda la b a -.. poniendo en su lugar la señal de la c r u z .. .cho que la ley les c o n c e d e para leer por sí esta protesta. siendo testigos don .— A n t o n i o . n o haciendo esto „los jefes de Cabo San Juan y E l o b e y grande p o r no sa. .edad. d o .hía de C o r i s e o .una c r u z . — S i g u e n las rúbricas.Póo á veinte de N o v i e m b r e de mil ochocientos ochenta y .—Utinibo Incruz. : PROTESTA . sin e x c e p c i ó n para s e r l o ./firman los expresados comparecientes. Bernabé G i m é n e z . — „ D c todo lo cual doy f é . Y y a que copio documentos.¡tinta que dice.

el j e f e t u a d o en del p u e b l o territorio. E l entregado da uno de los jefes sometidos dice así: 1 ! D .y en virtud de las facultades que les han sido conferidas „ y del contrato celebrado en el dia de h o y con el j e f e del „ p u e b l o de situado en declararon p r o p i e d a d jefe y do dial un . B e r n a b é Giménez B l á z q u e z ... — E n el pueblo de „de ante mí.. c o m o delegados de la Sociedad cs- ... Manuel Iradier y B u l f y ndo Ossorio y Zabala. el infrascrito escribano.pañola de Africanistas y colonistas.— 450 — á ca- bramientos do gobernadores políticos.) L a s escrituras de los contratos hechos con los j e f e s tán ajustadas al siguiente m o d e l o : l . á los Notario dias del habilitado mes de „ d e Santa Isabel de F e r n a n d o P ó o y todas sus d e p e n d e n . ados sus sucesores á no arbolar otro pabellón q u e el espa„ ñ o l y á no acatar otras leyes que las de dicha N a c i ó n de „ E s p a ñ a á que p e r t e n e c e n .Santa Isabel de F e r n a n d o P ó o y todas sus dependencias. c i a s . D o n Manuel CONTRATOS ..( S i g u e n la fecha.cha S o c i e d a d de Africanistas todo el territorio c o m p r e n „ d i d o bajo la autoridad del dicho . él y á todos los que le sucedan „sueldo anual de pesetas.. tribu siy de otra la parte do los Sres. . firmas es- D o n B e r n a b é Giménez Blázquez.. las . Notario habilitado de y D. residente en Madrid. . do una „ parte. .. con „el competente número de testigos c o m p a r e c i e r o n . „ — C e r t i f i c o : que D. autorizado para la actuación civil y criminal. Notario habilita- d l o de Santa Isabel de F e r n a n d o P ó o y todas sus d e p e n d e n c i a s .do tV nombraron „ m i s m o g o b e r n a d o r político de dicho territorio. Ama- .y los sellos.. quedando obligados asignanél y t o - en el m a n d o .

Jradicr Bulfy y D o n A m a d o — Ossorio y Zabala... declaran que aceptan." N o m b r a r . declara desde „ s i e m p r c nulo y de ningún valor cualquier acto que el d e c l a r a n t e ó alguno d e s ú s sucesores otorgase ejecutase. á dicho j e f e . e x p e d i d a en V o g a de R i v a d e o . en su virtud. .eual están autorizados para otorgar este c o n t r a t o . — 2 .. Amado Ossorio y Z a b a l a .— 451 .cncaminado á c e d e r á otra Sociedad particular ó g o b i o r . c o .no.. según ..ambos en representación de la personal con el núde la ci.nombran. según cédula .... residente „manifcstó sor el único en Madrid. vecino cédula ¡. y de Q u e so coloca y arbootro para Africanistas territorio ahora ó -.bajo la protección de dicha Sociedad .Colonistas.Africanistas y Colonistas. comprometiéndose.lar y á no permitir que so arbole „ q u e las de dicha Nación. con el número sesenta y c u a t r o . todo ó parte del territorio ó soberanía que en él ejer. c o m o por la .oxpedida en Vitoria. „ p r o v i n e i a de O v i e d o . p o r herencia do sus padres y..pabellon que el español. — E l j e f e del pueblo y territorio l i a d o . Sociedad española por . g o b e r n a d o r político r i o de su m a n d o . á no en su .personal que m e e x h i b e . " Regalar de presente del presente territo- mercancías CONTRATOS . . así como á no acatar otras leyes.mcro setecientos ochenta.el primero de V i t o r i a . dijo: . y el segundo. en n o m b r e de la g m a s derechos que el j e f e trasficre á la misma Soeiecon la „ d a d de Africanistas y Colonistas.. .obligacion siguiente: 1. c o n v i n i e n d o á los tip o s del dicento y al bien de sus g o b e r n a d o s g o z a r de las „ ventajas de los subditos españoles.. — P o r su parte los Sres. Manuel Iradicr „D.. . p r o v i n c i a de Á l a v a .. D . en la Bulfy y representación que „ostentan. t o d o el territorio y d o - . de V e g a de R i v a d e o .

¡solicitándola del G o b i e r n o de E s p a ñ a ... manifestaron que las a c e p t a b a n .¡pesetas. en el cual constan todos los e x t r e m o s . en c u y o contenido se ratifican. G o l f o de Guinea etc. efe. ciónos que preceden. G o b e r n a d o r general de las posesiones españolas del hallándose vacante el desfino de cacique que desempeñaba Yeli E l o b e y que ha fallecido en el año anterior." .(Vicnc n y (demostraciones de adhesion. un sueldo . y 4.° Gestionar eon todos los recarta de Nacionalidad. etc.so arboló en el mismo local en q u e s o celebró el contrato ácontinuación • etc. á la lectura.testigos por los concurrentes). por su a c u c r .—Así lo otorgan.de para leer por sí este documento. Atendiendo á las circunstancias Grande que concurren en el K i m b a t o Boclumba y m o r e n o . firmado y anual de Socie- q u i s i t o s legales la entrega de la ..¡sellado por mí y por los señores D e l e g a d o s de la „ d a d do Africanistas..{Siguen las firmas IJ la fecha.¡como por la presente le asignan..cías p o r valor de . eonecfirman. .} .por valor de pesetas. haciéndole entrega de un d o c u m e n t o .¡do.. hechas . „ c n prueba de ello el j e f e . — 3.. — d o n Pantaloon L ó p e z de la T o r r e A y l l o n .) 7 Entre los documentos que no presentaron algunos j e f e s del país figuran como más importantes.dc este c o n t r a t o . — E n t e r a d a s las dos partes de las c o n d i .. los siguientes: " G o b i e r n o de F e r n a n d o P ó o y sus dependencias.) y dichos señores entregaron al j e f e m e r c a n pesetas y una bandera española q u e el relato de Jas muestras de alegria. -¡reí/celos. siendo Y enterados del derecho que la ley les .. p r o c e d í . vecino de E l o b e y Brigadier de C a b a llería. he tenido á bien n o m b r a r l e para dicho destino con sujeción á las CONTRATOS ... Asignarle..

Otro d o c u m e n t o de 24 de A b r i l de . Teniente de Teniente coronel de Navio de Edetuiui.. José Montes de O c a . DOCUMENTOS g r a v e s . Alfonso N I I n o m los que sean 6 de Setiembre do cualquiera m a l permitiendo que la A u t o r i d a d á la L e y . Alejandro 1. no le aplique castigo alguno más que el española tenga á bien disponer queño. Edi-ünia fondeadero de E l o b e y P e 1873.. á de . n o m b r o á Cueñc del p u e b l o de M a b u n o de la punta U k o k o .„ " G o b i e r n o General de F e r n a n d o P ó o y sus D e p e n d e n c i a s .—En Fernando n o m b r e de S.—Pantaleon L. Grande. — D .1882 e x p e d i d o p o r I ) .— 45» — Autoridades e s p a ñ o l a s . M.—Alejandro bro j e f e de C h u c u á J a n g o g o para que entienda en los n e g o c i o s y pueda comunicar con el G o b i e r n o Montes de Oca..Ory y Armada.. — María de con arreglo A b o r d o de la goleta. primer j e f e del mismo. — J o s é .—Nombraf a v o r de Kimbato miento de Jefe del E l o b e y María García. — D a d o en J a n g o g o el 2 4 de A b r i l de 1 8 8 2 . "D. el R e y D . — D a d o en el pequeño E l o b e y á 12 do (Setiembre de Bodumba. a 1864. Oiy. clase de la Infantería de Marina y Comandante de la goleta do guerra C o m o delegado del G o b e r n a d o r General de F e r n a n d o P ó o y en uso de las facultades que m e competen. contrayendo la obligación se de presentar al G o b e r n a d o r do E l o b e y á hechor ó delincuente de sus pueblos. José Montes de Oca n o m b r a n d o á Choli j e f e del distrito de U k o k o . Ayllon. el cual será o b e d e c i d o y respetado p o r t o dos los habitantes del mismo. G o b e r n a d o r de < • Póo.

A n t o n i o Cano n o m b r a n d o á Itika Otro del 2 4 A b r i l de 1 8 8 2 e x p e d i d o por el G o b e r n a d o r General D . clase de la Nacional. C o m a n dante de la goleta de guerra Prosperidad y delegado del Iltmo. P o r cuanto la m a y o r parte de los habitantes del distrito de Y o k e y su Jefe I k i m o . n o m b r a n d o á B e g u d u m e N'guellc primer jefe del N o y a etc. Juan Montes de Oca y A c e ñ e r o . con las medallas de Africa. P o r estos documentos y otros m u c h o s que se ve que las autoridades españolas no han cartas de nacionalidad á los reyezuelos eran además españoles desdé el año p o d r í a citardistribuido pues las tenían y 18-13 y p o r lo tanto se han limitado á nombrar jefes en los distritos de la b a h í a o y e n d o antes. nador General D . solicitan nueva carta de N a c i o nalidad española y una bandera para arbolarla DOCUMENTOS en su t e - . etc. se estendió un documento sustitutivo que dice así: 1 : D . Coronel a graduado Armada con dos de E j é r c i t o . C o r i s eo y demás Dependencias españolas en la Costa central de Africa. Otro del 15 de M a y o de 188-1 e x p e d i d o p o r el del distrito de Mángala. G o b e r n a d o r do F e r n a n d o P ó o . A n n o b o n . condecorado cruces de la Marina de la D i a d e m a P e a l . C u b a y la de D . Teniente do N a v i o de 1. lo que es m u y c o mún entre estas gentes.— 454 — nombrando Goberjefe Otro del mismo G o b e r n a d o r y misma fecha á P a n d e j e f e del distrito de P a n d e . Carraca. Sólo una vez en estos últimos años y en vista de h a b e r se estraviado una carta de nacionalidad. José Montos de O c a . Sr. para esto la opinion do los naturales. Benemérito de la Patria. A l f o n s o X I I .

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A . Octubre. Octubre. Rio Bañe. Kororo. Lolley. Tenía bandera y documento del 24 de Abril de 1882. 1. Octubre. Rio Combu^. W . Elate. Irabota. Pámue. FECHAS. L o l l e y . Octubre. Ualo. id. Denguedengue. (q. Octubre. Sanguiñedo. Irabota. Neengue. Mayane. Imama. Imama. Sanguiñedo. Bilibo. 1884. SITUACIÓN. L o l l e y . ( m ) W .. MI 71 77 77 Bolabatodu. Mebelo. Id. Dibue. Muni. Mángala. Id. Vico. Bosua. Id. á los jefes de Elobey G r a n d e . Pámue. Díbue. 24 Octubre J7 77 77 77 77 7) 71 71 J7 77 77 1884. Budipó. R i o Mayane. Octubre. Chuku. Vico. Lolley. adquiridos comprometidos para el contrato pertenecientes á jefes que han protestado. Manuel Iradier y I > . Sanguiñedo. Id. L u u m o . ( j . Irabota. Scott. Id. Ukoko. Orilla izquierda del Utamboni. (o) i " 77 j J7 27 77 77 7? 77 Octubre 71 71 77 77 1884. Imama. Muni. Boonye. Sigui. Dsechuku. Ibai. Maboni. Utoca.) R i o Metombe (Utamboni. 1884. id. tes. Imama. Pámue. W . A . de pueblos id. Ukoko. Id. Vico. A . L o l l e y . D o c u m e n t o francés del 6 de Junio de 1884. Id. Y e k e . Y ico. Id. Rio Bañe. Yambique. Bola. Bibilen. José Montes de O c a . Gaadi. Itemu. Valengue. Sanguiñedo. Irabota. Rio Noya. Rio Ibota. Tenía bandera y documento del 15 de M a y o de 1884. Sanguiñedo. Combeñongo. Orilla derecha del rio Noya. PUEBLOS. I m a m a . Mamboma.) Imama. (p) L o l l e y . Pámue. Bilibo. Octubre. M'gongomo.150 pesetas. L o l l e y . 1884. Imama. Imama. . Esyam-Luk. . Alejandro María de Ori. Vico. Ualo. Rio M o a . Imama. Rio N o y a . A .° Noviembre 1884. Mamboma. Mavame. M'belle. . Ti •fí 71 77 71 77 71 77 71 77 77 77 TJ Ti y) t) 1) ' 71 . Baangatanga. Vico. Id. Id. R e g a Bandera. Tenía bandera y el documento se le r o m p i ó . 17 Octubre 30 77 77 Octubre Octubre Octubre Octubre Octubre 77 77 77 77 1884. . Imama. Mependa. Imama. L o l l e y . Imama. Utoka. Sanguiñedo. Octubre. Sueldo. Octubre. Cojo. Id. Muni. y D . Sanguiñedo. Ukoko. Masai. Akanda. Itemu. M'koko. Lolley. Pámue. Cojo. Yoke. Matinga. Imama. B o c a izquierda del R i o Bañe. Itemu. Gambé. L o l l e y . M'kangañe. A . Octubre. Damatanga. dado por D . Imama. A . (g) Octubre. Pámue. Sanguiñedo. Lolley. Costa del Buru. Octubre. Yebou. Sanguiñedo. Bibilen. . Interior del rio N o y a . Bikosa. Pámue. Sanguiñedo. Bundemu. Octubre. Octubre. Costo del Buru. Lolley. 77 71 71 77 77 77 77 71 77 17 28 77 Octubre 77. Sanguiñedo.° 10 17 30 17 30 30 25 29 29 29 25 25 25 25 25 25 25 29 23 23 23 23 19 22 26 26 20 26 27 27 22 22 27 Octubre. ' Manda en 6 pueblos que son: Boonga. Ekoi. Imama. Goondo. Itemu. D . (f) O c t u b r e . Sanguiñedo. por D . China. Gueela. Noondo. Sanguiñedo. Imama. Yumukuoti. Ikombo. D . 1884. los do este pueblo son B u j e b a s . Ngwelle. Vico. Imama. A . Vico. por cuyos contratos cedieron diolios jefes á España y á nombre de la Sociedad de Africanistas y Colonistas. dado por el G o b e r n a d o r D .) Orilla izquierda del Utamboni. (y) Pueblo de piratas. Manda en Sigui. Sanguiñedo del Gabon de 6 de Maout de 1883. Yoli. Mayade. Octubre. A . Bundemu. 71 77 77 77 71 77 77 2 Noviembre 1887. Octubre. I b a b u . U b i l i k Eet. Itemu. Id. Bela. Booko. Gumiendo. feon tres pne. Boonga. id. Alto U t o n g o . Id. Mángala. Bongoa.< blos no m u y lejos de Mabenye. L o l l e y . Utome. Ibelo. 1884. Imama. Id. Octubre. Itemu. (k) D . Gambé. Irabota. Mángala. Id. B o c a izquierda del Cóngoa. Vidoko. Id. Mayenye. J o s é Montes de Oca. Orilla derecha del rio Utamboni. Begudume. Irabota. Octubre. Moa. Ugola. Dipo. A . de Iyenye B o d u m b a y B o n c o r o . A . Sanguiñedo. Octubre. A . Vico. p o r contratar. Imama. Masai. Imama. Sigui. Id. Bosua. Bongüe. Pámue. E s el propietario de la B o c a izquierda del rio C ó n g o a . (e) Octubre. Sanguiñedo. A . 77 Valengue. uno de 1874. Imama. Vico. Elate. A . Inguina. TRIBUS. I m a m a . (P) Tenía documento del 24 de Abril de 1882. A . ) 25 77' 77 Octubre 7? 77 1884. A . Lolley. A . Mamboma. Rio 60 20 30 30 30 30 30 20 20 20 20 20 20 20 20 20 30 30 25 25 25 25 20 20 30 30 30 30 30 30 30 30 30 100 60 80 70 80 80 80 60 80 80 80 60 60 00 60 60 60 80 80 60 60 70 80 60 60 80 80 80 80 80 60 60 80 80 25 25 10 10 10 10 10 10 10 10 10 15 15 71 77 77 71 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 25 25 25 25 24 24 24 24 24 24 24 24 24 24 24 2 i Octubre. Imama. Pámue. Id. Sanguiñedo. Quenedit. Imama. Mángala. D . Babia de Coriseo. Sanguiñedo. Imama. Bini. D . Octubre. M'kangañe.n 1 " ' í " Ti 77 77 71 77 17 30 18 77 Schoke. que han protestado de la soberanía francesa. Total 94. ( v ) Id. Sanguiñedo. . Irabota. (g) Tenía documento del 28 de Jubo de 1876. M . Irabota. J Importe de los sueldos dados á los jefes Importe de los regalos distribuidos á los jefes contratados. Octubre. Itemu. I m a m a . Meneke. Vico. (k) Propietario de I b e l o . Pámue. Yeke. Sanguiñedo. D . Octubre. Octubre. Imama.( y ) Id. Octubre. Octubre. " Id. (e) Recibió de los franceses una bandera que dice la hizo él para una factoría francesa d e su pueblo. Betumagombende Ya. Babango. Viombo. Añame. id. Bia-Bia. A . A . D . 77 77 2G 77 77 77 Octubre 77 1884. Damatanga. Mayan ga. id. • » Rio C o n g ü e . Vico. Orilla izquierda del rio Muni. Imama. Inguina. Octubre. Imama. Bini. L o l l e y . Octubre. Octubre. H > . A . Utome. A . ídolo. Sanguiñedo. Boonye. Sanguiñedo. Sanguiñedo. Bahía de Coriseo. Vico. Endemba. Guembé. 71 77 77 71 71 77 71 71 71 11 30 30 30 20 20 20 20 20 20 30 30 30 60 30 00 30 30 30 30 L o l l e y . ii 1 • I (!) (•) (t) («) (V) (*) Manda también en Masambu. habiéndoselos prometido á la vuelta y habiéndoseles regalado alguna cantidad. Sanguiñedo. Rio Noya. Booko. dado por el Gobernador D . Alejandro María d e Ori. D. Metombc. Vico. Lolley. (n) Manda en varios pueblos del mismo n o m b r o . 71 77 30 17 77 77 Octubre Octubre 77 77 77 77 1884. Octubre. Meboko. Bamayo. Elambie. Vico. A . Kororo. dado por D . Rio Noya. Vico. Gombue. Itemu. Mekamiyane. Orilla derecha del rio U t o n g o . Unonga. Imama. Noya. Mabica. M'belle. Mángala. (Utamboni. Id. i d . A . Imama. Sanguiñedo. Id. Metombe. Rio Noya. id. Mabenye. Octubre. Irabota. Juan Montes de Oca. Bongoa. Meduma. Imama. Doongui. A . Assa. Otoomo. Botika. ítala. Bangüa. Besse.) 27 77 71 71 77 7) 77 7) 77 Octubre 7» 77 Í7 77 1884. Amado Ossoi·lo. A n t o n i o Cano. Total jefes 101. B o c a izquierda del rio Muni. Vico. Yalengue. Rio Congüe. M'kangañe. Iduma. I m a m a . R i o Muni. Bekue. Choli. de los Bundemus. Angose.) Rio Bilibo (Utamboni. 71 : ?7 77 77 21 77 Octubre 77 77 1884.070. Mángala. Bongüe. 77 77 77 7) 77 77 77 77 77 77 ¥l 77 r\6$P 77 77 i 0. Pámue. id. Paande. Bija. Assa. (j) Tenía bandera y documento roto. Bosua. Bela. 77 77 7) 77 77 77 77 77 77 77 B o c a izquierda del rio C ó n g o a . Ikopu. Sanguiñedo. (z) Id. Ukoko. Lolley. A . Pámue. A . D . Orilla izquierda del rio Orilla derecha del rio Orilla izquierda del rio Orilla izquierda del rio Muni. Imama. 25 38 28 28 29 29 27 27 24 27 27 27 27 27 28 28 28 Octubre. Regalo dera. » . Iquique. Imama. D . Bukébuqué. Vico.300 kilómetros cuadrados. T Mángala. (s) Imáma. JEFES.Mapako. Irabota. Octubre. Sanguiñedo. Iduma. Octubre. R i o Congüe. A . Pámue. L o l l e y . Vico. Mapako. Vico. Esuugüe. Meduma. (1) Imama. Gueemangos. Bola. M'koko. Id. Kororo. Id. Badcdi. Octubre. Id. L o l l e y . Vico. I b u m b i a y M a k u l b a b a . Itika. . Irabota. Sanguiñedo. Octubre. (h.000 habitantes. Kororo. / Estos jefes pidieron documento y bandera. Costa del Buru. Yoli. Octubre. Ebookambañe. Mayane. Imama. L o l l e y . Díbue. Valeugue. Irabota. Imunga. Noondo. Guembó. * Vico. D . Budipupuata. Congoa. Costa del Buru. JEFES. r (a) (b) RESUMEN. Uganga (mujer. Id. Hale. pueblos y tribus á que pertenecen. Yalengue.. y otro de 1876. Yalengue. Masai. (Utamboni. Mangomue. Lolley. L o l l e y . Id. Itemu. Id. Sanguiñedo. Ibai. Irabota. Mayoemilangue. Kororo. Makumañe. Vico. Vico. Bia. R i o Congüe. Gaata. A . Bela. Valengue. Pámue. Scott. Ikino. A . Y e k e . FECHAS Y TESTIGOS. I m a m a . Octubre. Isuru. Babango. Itemu. Imama. Gaande. Itemu.Antonio Sanguiuedo. Octubre. José Montes de O c a . Imama. Kororo. Mabenye. Makumañe. Octubre. Id. i 77 (77 77 [ 71 29 19 77 77 77 77 Octubre Octubre 7) 77 77 77 1884. (i) Tenía bandera y documento de 24 de A b r i l de 1882. . Imama. Ikombo. Ikombo. Sanguiñedo. A . Eyabo. Octubre. (d) Octubre. 7) Yostodu. 71 1884. M'gongomo. Masai. Sanguiñedo. Gombue. Id. 5. Octubre. * Gumiendo. Itemu. Fula. Imama. . Imama. Pámue. Mabenye. Testigos A . Rio Mayane. Usoombe. Itemu. Sanguiñedo. id. Yote. dado p o r el G o b e r n a d o r D . Sanguiñedo. Ikombo. Id. Mángala. 71 71 71 77 77 77 77 77 77 77 77 29 77 77 25 77 77 Octubre 77 77 J7 77 77 77 1884. Octubre. Extension aproximada del territorio adquirido Número de jefes con los que se ha contratado Id. por D Juan (f) Montes de Oca.' Ebookambañe. Octubre. Sanguiñedo. Octubre. A . Unonga. Besse. Vico. Utamboni. TERRITORIOS. Id. Vico. Sanguiñedo.) Octubre. A . Iduma. id. Neengue.' A . pero p o r falta de tiempo no se les dio. Id. Mabica. TERRITORIOS SITUACIÓN.) Rio Utamboni. . Octubre. Imama. B o c a derecha del rio Muni. I m a m a . A . Itemu. A . de los Díbues. 24 Octubre. Neende. Lolley. Meke. Vico. Itemu. Lolley. Octubre. Octubre. Pámue. Kueñe. Id. D . BanSueldo. 170 id. Irabota. Isla de Ibelo. 1884. A .RELACIÓN IVO JYIIIV A. Octubre. Sanguiñedo. Imama. Sanguiñedo. Comba. Octubre. Itemu. Sanguiñedo. 77 77 77 77 7) 77 77 77 i 77 77 L o l l e y . 20 30 20 20 20 20 20 20 30 20 20 20 20 30 30 30 20 30 20 30 30 30 30 30 30 30 3J 60 80 60 60 60 60 60 60 80 60 60 60 40 60 80 80 60 80 60 80 80 80 80 80 60 60 80 60 60 60 50 60 60 80 00 50 80 80 60 100 80 100 60 •80 80 80 71 71 71 71 71 77 17 77 71 77 -a 77 77 77 71 71 77 77 17 17 26 30 30 17 17 17 17 18 30 30 1. dado p o r D .„ Id. Rio Utamboni. Tecndc. Octubre. Id. Petalondo. Lolley. Sanguiñedo. por D . ( x ) id. Orilla derecha del rio Muni. Boñubue. Makana. A . A . Imama. Octubre. José Montes de Oca. cou la fecha de los contratos celebrados y sueldos convenidos con D. Imama. Vico. Id. Besakane. Ibai. TRIBUS. Itemu. Yeko. te) (*) Tenía documento del 0 de Setiembre de 1 8 8 3 . Mayane. 80 11 10 104 13 10 200 13. Octubre. faltando el trozo de la fecha. } * b & (z) A estos jefes se les hizo un regalo pero no se les dio documento ni bandera. (n) Lolley. Imama.) Uliko. 77 Tratado verbal. id. Bekanda. A . D . FECHAS Y TESTIGOS. Itemu. Valengue. Bi'ja. Mayame. Koke. Neende. Koke. E n el mismo documento se le asigna á su hermano A p o l o 15 pesetas anuales mientras viva Besse. A . Yalengue. Sanguiñedo. Bedekaki. Ekome. I b e m b a y Noya. Sanguiñedo. Sanguiñedo. Pámue. comprometidos para el contrato. Gaandu. Noya. Dibé. (e) Noviembre. 77' IP Octubre 77 24 71 1884. Id. Bosua. Rio N o y a . ( u ) Rio N o y a . Octubre. L de los jefes. Cerca de Mabenye. Octubre. 1884. Imama. Id. Masai. Yambique. Id. Octubre. A Sanguiñedo. Scott. ítala. id. L o l l e y . Valengue. Octubre. Octubre. Sanguiñedo. (o) Este B u b e y su hermano Abeñe son los propietarios de la isla G a a n d e . Mayane. Id. Orilla izquierda del rio U t o n g o . B e l o m b o . Coriseo y Cabo San Juan 300 2. enclavados entre rios y 'ien el curso alto. Id. A . Orilla izquierda del rio U t o n g o . Petalondo. escribano y O. Lolley. Isla de Gaande. Imama. A . id. Octubre. (q) Su mujer se llama Y a n g a m y es l viuda del propietario de los terrenos de S c h o q u e . Hale. Valengue. Sanguiñedo. Mepinga. Dongo. Id. Pámue. Vico. Rio N o y a . ( b ) Octubre. Maboni. Id. PUEBLOS. (a) Octubre. Itemu. Gola. a Protesta de él nuestra. Boya.—Documento francés Protesta de él y de los demás citados arriba. ante los Sres. UtomeUtome. Octubre. Manda en Bia y en Mekume. por D .600 id. (i) A . Sanguiñedo. Vidoko. 77 77 7) n 30 77 Octubre _ 77 77 1884. L o l l e y . Makana. Mabiyani. id. Octubre. Octubre. Endemba. A . Yabenga. Imama. Lolley. Koku. Lolley. Pámue. 26 27 77 77 7) 71 71 71 Octubre Octubre 77 77 77 77 77 77 1884. Denguedengue. Id. Octubre. Sanguiñedo. Irabota. Kororo. (t) Costa del Buru. Toondc. 17 n n ?i Octubre 77 77 1884. (1) (m) Manda en Ualo y en Banye. Udembe. Pámue. Itemu. Bangüe. Gaadi. . L o l l e y . Ulombe. Octubre. Masai. de los Valengues. Dibé. 6. D . Meboko. Octubre. h Total pueblos 321 P o b l a c i ó n aproximada en todo el territorio. á b o r d o de " L a Verdadero jefe. Ukoko. Iduma. Mumbuadiquito. Rio Utamboni. Yalengue. Octubre. Ibai. Id. Bela. Rio Makumañe. Imama. Ibota. Imama. L o l l e y . A . Dona. Ibongo. A . Octubre. Tenía bandera y dos documentos. Sanguiñedo. M'kangañe. Mapako. Id. Octubre. L o l l e y . Pámue. Id. Mokolo. Otoomo. Meneke. Kororo. L o l l e y . Vico. FECHAS. \ Mesange. Octubre. Id. Iduma. Bernabé Giménez Blázquez. 50. Lolley. Cojo. Manda en tres pueblos y tema documento de 24 de A b r i l de 1882. (r. A . José Montes de O c a . Itemu. Biome. Octubre. Ukoko. su soberanía y territorio. Vico. Bija. Bangüe. Octubre. Bolabatodu. Bube. 1884. Id. Imama.

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q u e d a n d o sus habitantes y los extrangeros que en él residan.—Juan españolas. M. M . ridad del citado j e f e . sugetos y las leyes vigentes de las Colonias b o r d o de la Prosperidad ¡V 28 do Julio Distrito de obligados á 1870. he hecho esta concesión m a n i festando á los Comandantes de los buques sadas y en n o m b r e de S. — C a r t a de Nacionalidad E s p a ñ o l a e x p e d i da á favor de los habitantes del de P u n t a Y e k e . DOCUMENTOS . C. que por las circunstancias e x p r e declaro parte de la Monarquía E s p a ñ o l a al distrito que abraza la a u t o se permita arbolar otro pabellón que el español.— 455 — rritorio. sin que de guerra que integrante en ella á dicho punto llegaren.—Dado á Montes de O c a . á n o m b r e de S.

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R O Z A M I E N T O S L 18 do Junio de 1884 escribí al P r e s i - dente de la Sociedad de Africanistas y C o lonistas de Madrid. Presidente del Consejo de Ministro de E s t a d o . P r e s i d e n t e Ministros la siguiente instancia: " E x c m o s . F r a n cisco de Ooello. anejo. Ü . „A arios p e r i ó d i c o s y r en los tediride Sociedad del Consejo Ministros y república lla- revistas dichas ALARMA de la de vecina un a n u n c i a n estos dias que los negros territorio m a d o Benito. Sr. según noticias. L a gió con este motivo al Sr. anunciándole que los franfranecscs habían o c u p a d o militarmente la boca del rio Benito enclavada rritorios españoles desde el año 184. Sres.'). á la colonia . E x c m o .

y la punta de Santa Clara p o r el S. E s p a ñ a so see en esta parte de A f r i c a . p o r las tribus de T Mo'omas. Pellón especial de F o m e n t o y Sr. dal de sus aguas. tiene e x c e p c i o n a l importancia. Y a l c n g u e s gas. y éste. pues su origen en una espontánea y solemne anexión. Lerena. tribus o c u p a n . E n toda la costa del Golfo de G u i n e a no se ó más territorio de este n o m b r e que el del rio E y o Franconoce Benico- to. no pueden ser puestos en d u d a . los en 15 de Marzo de 1 8 4 3 . pertenece á la nación española. p o r su situación en el pañola. la o c u p a c i ó n del rio Benito no INSTANCIA cauPana- centro. Rodriguez. desde 1 8 4 3 . lian solicitado 3 * obtenido su anexión á cia. M a s a n g o s . dirigida por el Carlos Chacon.del G a b o n . es- p r ó x i m a m e n t e . r e c o n o c i d o después implícita ó naciones que poseen colonias en Guinea. B a p u c u s . „E1 m e n c i o n a d o rio por la extension de su curso. tanto sobro el rio Benito m o sobre toda la costa c o m p r e n d i d a entre la desembocatienen hecha y y Vensese- dura del rio del ('ampo por el N. „ A d e m á s . y el ñor G o m e z de San J u a n . c o m o tuvo también ocasión de c o n firmarlo la e x p e d i c i ó n de 1858. Dichas C a m b e s . y explícitamente Gobernalo han las todas dor de aquellas posesiones D . „ L o s derechos do España. do la region continental de la Guinea verá seguro que obligada á cuanto po- abandonar en plazo más ó menos b r e v e todo es un hecho .. Comisario que fué en F e r n a n d o P ó o . p r o x i m i d a d á las dos bahías de vi a y Coriseo. según declaración de los naturales. ante el comandante del Nervión gún los trabajos del Sr. toda la z o n a c o m p r e n d i d a entre los dos límites citados. siendo si se deja en manos extrañas. y sobro t o d o . A icos.

MARTÍN FERREIRO. E E . Sr. „A1 p r o p i o tiempo. y a p r o v e c h a n d o la eficacia una de las conclusiones ce así: " E s urgente . de cuyas Santa consesus Clara de la pe- aislado. REPARÁZ.1a parte de tierra firme que en dicho Guinea Consejo de Ministros Excmo. se han o c u p a d o de INSTANCIA prelas vecina R e p ú - . presidente. y celo del G o b i e r n o . E . con otra del tenor siguiente: de la Sociedad española de Presidente Africanistas y Colonistas. sino ol último do una cuencias lian sido haber fronteras los franceses ido desde avanzando la punta lentamente hasta el rio I m a n a .o FRANsecretario límites e x t r e m o s ¡.¡corresponde á España.. patriotismo incierto. que se servirá tomar las debidas formaciones.u. y que caso de que presentará francés.. que d i instalar destacamentos los Golfo militares do . p o r los escritores de la blica que. c o n la m a y o r aprobadas greso español de G e o g r a f í a en N o v i e m b r e último. „ E s t a S o c i e d a d espera confiadamente el hecho del bahía de Coriseo. resulte al las reclamaciones procedentes Gobierno ocasión por presenel Conen de te. apoderándose así de gran parte ro francesa do h e c h o ..„ A esta comunicación contestó el Sr. Presidente del directiva. u n o de los islotes E l o b e y y en . . en periódicos y revistas..— general.Madrid 2\) de Junio de 1 8 8 4 — L o s ponentes. la cual de derecho es h o y española. JOAQUÍN COSTA.— 45? — larga serie. Goxz. tiene el h o n o r de r e c o m e n d a r á V V .— Por la junta CISCO COELLO.La alarma p r o d u c i d a en la S o c i e d a d d é l a d i g n a sidencia de V . .

encaminadas á anexionarse á Francia. no se había de él.. seguir las huellas de F r a n c i a y declarar suyos SOLUCIÓN .. en virtud de la a c e p tada formal sumisión de las tribus que los o c u p a b a n . „ D i o s guarde á V . el Sr. . y p u d o Alemania. muchos Julio de 1884. P o ro el G o b e r n a d o r de F e r n a n d o P ó o . tengo la Sociedad do Africanistas. do Estado no formuló las reclamaciones to del G o b i e r n o . c o m o los q u e desde el 1 5 de M a r z o d e 1843 se comprenden cutre los do España. para su conocimiento y el de los individuos años. Ministro do Ultramar no abrió la mación instada p o r la Sociedad de Africanistas.—ANTONIO CÁXOVAS el de el h o n o r de m a - nifestarlo.— 458 — • del territorio no llamado deben gestiones atribuidas á los negros Bonito. el hecho denunciado era cierto. q u e inforFraná y y p r o c e d í a n . incitada p o r el mal ejemplo alentada p o r el silencio y el a b a n d o n o de las autoridades españolas. y menos salir á la defensa del enterado territorio conocimien- el Sr. no lia recibido ningún cesa ni otro Estado atonten á los territorios do las noticias opiniones documento propieta- de sus autores. E . E . pertenecientes rio Bonito y e x igualmente E s p a ñ a .. considerarse con sólido fundamento. A s í lo estima el G o b i e r n o ipic cu o o i i l i r m a oiicial ni espera ni p u e d e suponer q u e la R e p ú b l i c a franrio c o n o c i d o . .Lo quo en respuesta á la c o m u n i c a c i ó n que sobre particular me lia dirigido V . Ministro uil cautela ni. ni tenor que la lian motivado otro valor que el de las cion do lo que se dice. cia p u d o arraigarse en el territorio del tenderse p o r los limítrofes. ó no había creído necesario ponerlo cu nacional (pie tenía el deber de guardar. Desgraciadamente.—Madrid DEL 10 do CASTILLO.

en vista de él. entre los dos E l o b e y c s el v a p o r de la marina francesa Basilic. Srcs. al girar su visita de o r d e nanza al n u e v o de la goleta Liíjcra. tenecía á F r a n c i a . 1 ) .— 45» — incorporados los territorios españoles que no habían sido á la nación francesa. L a llevando á r e m o l q u e una lancha. Espinosa. F r a n c i s c o Ooello y I ) . E l Sr. rio Muni. Espinosa pasó á b o r d o y el c o m a n d a n t e del Basilic para pedir una e x p l i c a c i ó n . y el dia "24. Sr. Montes tie Oca. Inmediatamente CARTA D E francés contestó que tenía entendido que aquel país persalté á tierra p a r a sa- ELOBEY . la manera de c o n j u r a r los desastres que amenazan al p o r v e n i r colonial de España. se hallaba en aquel instante v a r a d a y á medio pintar.íraudo 10 de A b r i l de 1 S S 5 . Ya iremos viendo en este capítulo las tristes c o n s e c u e n cias que se relatan en cartas recibidas de aquel país. A p r o v e c h a n d o la m a r c a de la n o c h e . E l dia 253 del mes p a s a d o se presentó. y ustedes discurrirán. á las c i n c o de la tarde. " E l o b e y (. L o encontramos anclado dentro del rio en P u n t a B o t i k a (legua y media tierra la bandera do la desembocadura) y o n d e a n d o en francesa. también de lancha cañonera que había q u e d a d o aquí al g o b e r n a d o r . fué puesta á flote. á b o r d o vapor. y sin detenerse en esta bahía se internó en n u e s t r o m a n d o del oficial Sr. Espinosa y y o en seguimiento del b u que francés. Muy señores mios y amigos: V o y á darles cuenta de un suceso gravísimo que acaba de ocurrir en este país. s a l i mos de aquí el Sr. á las n u e v e de la mañana. Joaquin Costa.

sacar la b a n d e r a española que tenía Basilic Oido esto. les c o m u n i c a m o s tenciones de los mañana siguiente en una semana. I g u a l las i n p r e v e n c i ó n hicimos á la en la numerosa p o b l a c i ó n de K a n g a ñ e . CARTA DE ELOBEY . c o m o ustedes saben. de u n t e s t i g o p r e s e n c i a l . medio dia fondeamos j u n t o al p u e b l o horas después llegó el Basilic y ancló á c u y o j e f e ordenamos que no arriase el p a b e l l ó n español p o c o más abajo. subdito — de E s p a ñ a d e s d o hace muellísimo tiempo. A l de K o r o r o . los f r a n c e s e s d i e r o n al jefe i n d í g e n a p a r a q u e a r r i a r a la b a n d e r a e s p a ñ o l a . y embarcándome en un c a y u c o m e dirigí al p u e b l o . y encomendé á G a a n d u que la mantuviese así hasta nues_ A d e l a n t á n d o n o s al b u q u e francés nos internamos p o r el rio N o y a . A d v e r t í que no o n d e a b a y a en éste la b a n d e r a española (1) c o m o p o c o s instantes antes de la l l e gada del v a p o r Basilic francés. A la vista también de la gente del mandé al j e f e indígena de K o r o r o que inmediata- (1) S e g ú n c a r t a q u e t e n g o en mi p o d e r . y habiendo r e u nido allí b u e n número de jefes.— 460 bev del regulo tes de nuestro Gaandu. u n a c u b a d o c a ñ a y 25 d u r o s . y que. lo hice guardada y la enarbolé en el p u e b l o . M . los franceses an- contra su voluntad y sin pedirle papeles españoles (acta de a n e x i ó n y n o m b r a miento de g o b e r n a d o r político con sueldo). regalándole á él r o m y t a b a c o . afluente caudaloso del Muni. cuatro franceses. lo que habían hecho arribo: m e dijo que. IRADIEIÍ. frente á otro p u e b l o que lleva asimismo el n o m b r e de K o r o r o . habían c n a r b o lado la bandera tricolor. á la vista del tro regreso. pertenece también á la S o c i e d a d de A f r i c a n i s tas: hicimos n o c h e en el p u e b l o de Masai.

n o s d e el comandante francés d e tuvimos al costado del Basilic. — A g r e e z . le village d E k o d o d o . . — L e lieutenant de vaisseau. Continuamos nuestro c a r t a viaje de regreso s e g u i d o s p o r la d e e l o b e y . le 25 Mars 1 8 8 5 . ce pavilion n est pas arriero. e t c . Espinosa s e dirigía al Basilic para contestar de palabra á la carta a n t e rior. j e nouveaux partirai p o u r le G a b o n á tin d y reeevoir des o r d r e s . Mientras esto sucedía. L e s traites f a i t g dans ce village ont óté ratifies par le g o u v e r n e m e n t de la republique française. desde allí pasó á K o r o r o . et entre autres. Cuando y o regresaba del p u e b l o .mente volviese á izar había retirado p o r q u e nuestro pabellón. el Sr. ai ordre de considérer plusieurs lequel le Basilic villages le capitairiviére n e . E s p i n o s a r e c i b í a una carta del tenor siguiente: " A b o r d du Basilic. y a de n o c h e . d o n e contre le fait d o n t j e viens d' etre témoin. mi c o m p a ñ e r o Sr. J e v o u s informe que si dans une demi-heure. d avoir fait arborer sur ce village' le pavilion espagnol á m o n arrivée au m o u i l l a g e . capitaine du Basilic. — J ai 1 honneur de v o u s informer officiellement q u e j de la T e m b o n i c o m m e français. V . A la m a ñ a n a siguiente salimos con dirección á E l o b e y : v i m o s con a s o m b r o que la bandera francesa o n d e a b a en K o r o r o . devant et mouillé. sentarla al g o b e r n a d o r del cía al español que formulase una protesta. y contestó que lo pasaba en aquellos m o m e n t o s un tornado y temía que se le echase á perder la tela . monsieur le capitaine. pero el Sr. — M r . y d i j o al j e f e indígena que tuviese guardada la bandera. J e proteste. contestando que y a lo liaría directamente al g o - b e r n a d o r de F e r n a n d o P ó o . au mouillage d E k o d o d o . . E s p i n o s a se n e g ó . o f r e c i e n d o p r e G a b o n . R o g e y .

E n cambio el órdenes del Basilic v o l v i ó al M u n i cl dia 3 0 con n u e v a s g o b e r n a d o r del G a b o n : p e r m a n e c i ó allí nueve dias. á fin de dar cuenta de lo sucedido al g o b e r n a d o r . hasta ayer.lancha de v a p o r francesa. salió del M u n i llegamos á E l o b e y . escribo al Sr. el Basilic. F o n d e a m o s otra vez en Punta B o t i k a : salté á t i e r r a c o n mi c o m p a ñ e r o de viaje. español hace p o c o . E n b r e v e r e - nando P ó o . Montes de O c a . H a c e de esto trece dias. á p e nes. } . y ni la goleta ha parecido p o r aquí ni la lancha ha regresado á E l o b e y . y asiento h o y de una a d u a n a mañana francesa. y probablemente hecho los franceses en otros con fecha lugares paña) y prometídole instalar allí un destacamento militar c o m o el que tienen en rio B e n i t o . rio cuando u n o del pueblo me dijo C o m p r e n d í el misteq u e el comandante atrasada. dándole cuenta do la nueva e x p e d i c i ó n del Basilic correré otra v e z nuestros territorios de esto r i o para p o n e r CARTA DE ELOBEY . . y n o h u b o medio de hacerles v o l v e r sar de los recados quo les enviamos. el j e f e G a a n d u y su familia habían huido al b o s q u e . Espinosa c o n su lancha c a ñonera á F e r n a n d o P ó o . temerosos de c o m p l i c a c i o al p u e b l o . que ha de pasar p o r Santa Isabel de F e r al M u n i .es de creer que p o r este mismo correo r e c i b a noticias detalladas de ello nuestro g o b i e r n o . en q u e lo v i salir otra v e z al mar y fondear en el sitio de la costa llamado Punta B u e n o . A l dia si- t o m a n d o la d i r e c - ción del Norte. 2 7 . supuse que hacia el B e n i t o ó el Batanga. c o m o han pertenecientes á E s - francés lo había entregado un p a p e l escrito (una carta de anexión. E l mismo dia m a r c h ó el Sr. A las cinco d é l a tardo guiente. Junto c o n esta carta. Viraos q u e el Jiasilic remontaba el rio N o y a .

situadel rio N o y a . N a d a digo á ustedes una carta anterior. todas estas p o s e En abandonar do una v e z irrisión siones. incluso en las islas.. Shelly c o n y conferenció D E los delincuentes. ó de lo c o n t r a r i o . y ahí m u c h a a c t i v i dad y m u c h a firmeza y energía en las he de suponer hechas á F r a n c i a p o r causa de las usurpaciones escandalosas del año pasado y que hayan dado y a el resultado a p e t e c i d o . Ossorio se d i c e lo si- inglesa J o n H o l t en esta se quejó de que d'os una de p u e b l o s p á m u c s . le h a b í a n r o b a d o la c a r g a de un bote que m a n d a b a á Inmediatamente la lancha cañonera. e t c . como 4«S — comandante francés. dos en la b o c a del Muni. tan críticas c o m o estas.— en claro lo h e c h o p o r el es difícil a d i v i n a r l o . — A m a d o Osario. p r o n t o acaba se les plantarnos en todo esto país. en cosa m u y l o g r a r á el intento si nuestro dirse p o r tomar la tener valor para tas y objeto de circunstancias g o b i e r n o no de d e c i - en serio. • Q u e d a suyo afectísimo. hacía falta aquí un reclamaciones que c r u c e r o de los mejores p o r lo menos. en las cuales estamos siendo b l a n c o de c h a n z O l l e p o r parte de los e x t r a n j e r o s . CARTA E L O B E Y .. tonces. aunque no L o s franceses se han p r o p u e s t o sulos medios. p o r q u e y a tuvo ocasión de notificárselo en L a situación E n carta posterior del mismo guiente: " E l representante isla ( E l o b e y ) de la casa D r . parando. y n o reno reparan. sus factorías con fué allá el oficial español Sr. de los rumores que c o r r e n acerca no ha variado desde enm e e x t r a ñ a no del rio Benito.

. ni p u se hallan esta- b r e es T o k u ) . S u c e d í a esto en los últimos dias de Setiembre de 1 8 8 5 . y dos pequeños barcos de aviso entrada se de del flotirio lo la estación francesa venía de a y u d a b a n á ponerse otra vez á flote. p o r q u e los tales pueblos no hace más b l e c i d o s allí. cita varios tratados de ellos en 1 8 4 2 . y d i c e p o r q u e ni se llaman en la izquierda. anunció Fernando tenía de que c o n los indígenas coloca- dos y a b a j o el protectorado de F r a n c i a . del rio. fuego nuestros saltaron en tierra sobre la lancha. sino Pues bien. R o m e ra. con una protesta que r e c i b i ó el g o b e r n a d o r interino Sr. c o m o ellos dicen (su v e r d a d e r o n o m B o t i k a . y huyeron al b o s q u e . d e la estación naval del G a b o n .'El lla Le Lapreide había encallado en la Muni.. los amenazó. uno que se hallan situados á la d e r e estocs una pura falsedad. E n t o n c e s . los dos p u e b l o s castigados so hallan celebrados p o r en territorio francés. „ A l mes siguiente se presentó en F e r n a n d o P ó o un b a r co do guerra f r a n c é s . c u a n d o la llegada de un b u q u e español que P ó o con una misión dirigida p o r intención de celebrar tratados un médico. P a r a p r o b a r que F r a n c i a con a q u e l l o s cha del rio M u n i . L a REVISTA FRANCESA presencia . y aun hicieron.— KM — p e r o no p u d o rescatar sino una p arte de la carga r o b a d a . E n una revista francesa hemos leido lo siguiente: " E s c r i b e n del G a b o n k La Gironde·. los é incendiaron los dos p u e b l c c i l l o s . indígenas en fechas diferentes. ni se encuentran á la derecha p o c o más abajo de Punta que siete meses que dieron celebrar contrato alguno en 1 8 4 2 .

M e d i a hora más tarde pasamos al lado en este sitio. E n el puente bandera. . L l e g a m o s al p u e b l o de Massai á las seis y c u a r t o . y que parte de p i a n d o . piar la parte de su diario que se refiere á este y dice así: basta incidente. se- los tres b u q u e s de guerra franceses gún nos dicen. y para demostrar su inexactitud. m u c h o antes de llegar cerca de él. Muni el de del él. D i c i e m b r e 8 . DIABIO D E O S S O R I O para arreglar a l - . al j e f e de la comisión española. cata-vientos era m u y g r a n d e . que m e dijo nuestro oficial era un respuesta que no m e d e j ó muy satisfecho.—A la una de la tarde salimos para el yo en oficial de la cañonera española y seguimiento la boca de dicho b a r c o . ó haciendo su tripulación su costado. enrollaflameaba porque cata-vientos. y es que. Dia 10. limnos avis- que sin pararse en estas aguas entró en el rio M u n i . que nombre Laprade.—A las n u e v e de la mañana subimos en la ca- ñonera y p o r tres horas dicho río N o y a . parecía v e r que c o m e n z a b a n esta faena cuando nos taron de lejos. lo avis- y vimos quo estaba s o b r e el gran b a n c o de fango que hay estaba porque que limpiaba. Dia 9. de esta isla de E l o b e y . haciéndonos pensar cipio que la habían arriado. Esta noticia se refiere evidentemente al cual se viajero co- D r . notando nosotros además otra ron la bandera al p a l o . p o r la parte N. y á las c i n c o de la tarde de este dia tamos f o n d e a d o en el rio N o y a . — A las tres de la tarde se ta un b a r c o de la marina de guerra francesa. Ossorio. enfrente de U t a m b o n i . en particulariun prinotra para dad. d o n d e pasamos la n o c h e . la hizo otra v e z al mar sin haber d e s e m b a r c a d o .- 465 hizo reflexiona] . . presenlleva el " 1 8 8 5 .

observamos que y a no limpiaban su tado. p e r o no así. Lapra- y á las diez y media v o l v i m o s á pasar al laclo del de. Una hora después se DIARIO D E rio. p o r los factores que al a n o c h e c e r del que p r o b a b l e m e n t e iba á dar y supimos dia anterior suceso. que estaba en la misma posición que anteriormente y á Elobey entonces había buque. sabiendo aquí con tierra bastantes objetos con el fin do flote. Dia 12.— MS (i — pueblos gimas cuestiones que tenían los indígenas de los situados unas 12 millas más arriba del tarde b a j a m o s á dormir á este p u e b l o . en el U t a m b o n i .—Me dijo el factor alemán de R i o Benito ó que que ne- el j e f e del puesto francés de allí le había manifestado tenía orden de hacer fuego sobre cualquier blanco gro que arbolase una bandera española en este b o c a ó en sus cercanías. que la tenía c o m o el primer dia. y después de arreglar un palaber p u e b l o de K a n g a ñ e . llegamos á la una de la tarde r o r o . Dia 13. d o n d e d o r m i m o s . Continuamos en d i r e c c i ó n l l e g a n d o aquí á las dos de la tarde. y que y a había intentar media Entramos á Ko- seguridad echado en ponerse mañana. para- con la bandera desplegada. y al pasar al lado del Lapraile hora más tarde. pasado para C a b o n un bote perteneciente á dicho noticia del que viniesen á prestarle auxilio. ayer. en su aparece barcos la tarde dos Basilic con dirección al presentan OSSORIO otros .—Salimos de Massai para el Utamboni de Massa i. Dia 11. A las tres de entre esta isla y la costa el v a p o r Muni. y que estaba amarrado á cuatro anclas.—Salimos de K o r o r o á las siete do la el b a r c o francés estaba v a r a d o . A l a á las cosen el que á o c h o de la mañana.

servicios Hasta el dia 23 de D i c i e m b r e no salió para G a b o n el de m o d o que estuvo v a r a d o unos catorce dias. Dia 15. Ossorio da cuenta con fecha 1880 de dos í m e v o s 22 de por Junio los de atropellos cometidos frandel rio y he ceses contra siibditos y territorios españoles. también franceses. Shelly.— Hit — que vienen asimismo del Ba- de v a p o r . p o r á buscarretiró al volvería y desde Ikika. cesitaba. el comandante francés se pronto se daba á partido. del j e f e allí le e n v i ó n u e v o mensaje p o r c o n d u c t o DIARIO DE OSSORIO . E l p o r el v a p o r de guerra Basilic. se presentó primero.. E l D r . no sin amenazarle con que le incendiaría el p u e b l o si no acta de anexión que y o le había e x p e d i d o p o c o antes. de el guepara del averiguado después que era cierto. Dia 14. que la ellos mandándole coman- presentarse copia hacer entrega de la bandera española y de tres veces contestó al emisario que fueran rio Benito. A l pasar p r ó x i m o á esta isla. á ofrecer al comandante del Laprade. aquí h a c e aldijo. la á tierra: visto esto. de particular. siguiendo el mismo camino que éste.—Nada v a p o r Laprade. para el Muni. G a b o n .—El oficial Shelly salió á las o c h o de la sus este contestó que no mañalos n e - na en la cañonera. g u n o s dias quejándose de los " U n o de los jefes franceses: me D o t e (dice) el llamado B u e c h e .. no saltó á tierra el c o mandante francés á pagar la visita al Sr. y que son un p o c o más pequeños que dicho silic. que el b u q u e rra Basilic llegó á la vista de su dante le envió un recado p u e b l o .

E l segundo atropello se debió á un tió regalos á A arios de los jefes T cañonero b o n . y refiere c o n minuciosos detalles tante suceso. que penetró en el rio Muni el dia 3 de J u n i o . habían documento para y la b a n d e r a española que los viajeros de aquella entregado L o ocurrido más tarde en los fondeaderos de P u n t a B o tica lo ha dado á c o n o c e r una carta inserta en el Vascongado. que nosotros consideramos c o m o nuestro y que los franceses nos disputan. del Ga- uno de los sometidos p o r F r a n c i a pero B u e c h e lia seguido resistiéndose. o b s e r v a n d o que en la Punta Botica. del comandante el rio le entregaron á su comandante un oficio prebilbaino Porvenir tan i m p o r - superior de los establecimientos franceses en el G o l f o ... di_ ciéndole que el aviso que lo había traído estaba en M u n i . N o queremos hacer p o r nuestra cuenta el relato. L a Ligera se dirigió al rio al amanecer del dia siguienorilla izquierda sólo se el citado' veían de te. así c o m o en los tres f o n d e a d e r o s comprendiendo NUEVOS comandante ROZAMIENTOS . y banderas españolas.— 468 — en la costa española. sobre todo la orilla i z q u i e r d a . el fé de notario p ú b l i c o . Iradier y Ossorio les ditar su nacionalidad. firiendo trascribirlo literalmente del periódico que dice así: " A l llegar á E l o b e y la Ligera el dia 2 de A g o s t o 18SG. p o r diación de la Sociedad ele Africanistas y Colonistas. y les m a n d ó rasgar Sres. indígenas que se reparsomemeante la Sociedad acre- tieron á E s p a ñ a en N o v i e m b r e del año pasado.

convinieron L A P R A D E . pero no á la petición de que se arriasen las b a n deras. manera dejase colocar energía m e r e c e á lo el los m a y o r e s elogios. dijo que no p o d í a acceder ra p o d í a estar allí arbolada. entregando su al de nuestro b a r c o un pliego del francés en el que manifestaba que. cuya le nuestro á de la colisión español. nando el español la responsabilidad que se del amenazaba si se trataba de tocar al pabellón dió el comandante del Laprade el pabellón de su país al lado protesta. haciendo observar cuánto transigía sobre le marcaban sus instrucciones. c o m o que no permitiría no fuera pasando el y frandeclique pide p o r encima de las fuerzas que m a n d a b a . E L en lo d i c h o . insistió pedido. E l comandante de la Ligera. A los p o c o s momentos fondeó cerca de nuestro b a r c o el aviso francés Laprade.— 469 -- cuánto debía contrariar esto á los franceses. f o n d e ó delante del principal atentado. c u y o comandante m a n d ó que se arriasen inmedialas baná la tamente una protesta pidiendo de ellos para protegerlos de cualquier deras de aquellos pueblos. Contestó el comandante de la Ligera se tocase á la bandera española. llevaba el comandante del órdenes para que se enarbolase allí su pabellón. insistió cés fundándose en l o terminante de sus órdenes. y á los p o c o s momentos salió el aviso para á recibir órdenes. E l de la Lajera contestó protesta. V o l v i ó el o. pero manteniéndose mandante de \a Ligera. siendo comandante Gabon superior pueLaprade comandante aquellos blos territorio francés. bandeoficial lo que el c o por hn p o r q u e aquel era territorio español y sólo nuestra todavía francés.

ha demos dejar pasar carta de L i b r e v i l l e ( G a b o n ) .—El una "Bulletin de la Societé de G é o g r a p b i e commerciale de París.— 4*0 — que en que c a d a cual protestaría de las banderas del otro viese arboladas. Bata y p e c c i o n a r los destacamentos tranjero desde h a c e m u c h o s m e s e s . desde la orilla izquierda del rio C a m p o Lapradc Benito. que factorías y misiones en los de su c o m e r c i o inglés tres lugares que he citado antes. un misionero antes estuvo en Coriseo. E l comandante sin que se hubiera no se v e o n d e a r o t r o ciales del Laprade dia 15 de este mes sólo á Librebuque exMaunet e n c o n t r ó presentado en él un el país tranquilo. " H a b i e n d o m a n i f e s t a d o el g o b e r n a d o r interino de F e r nando P ó o al j e f e superior de los establecimientos franceses del G o l f o de G u i n e a que consideraba toda la costa. L o s ofia c o g i d o s con j ú b i l o en los pueblos: los indígenas p e r m a n e c e n afectos á nosotros y solicitan el establecimiento de torías inglesas y americano.. toda aquella costa todos hasta el c a b o E s - teiras. que obtienen crecidos beneficios. que no p o sin citar. „E1 Lap ráele ha vuelto el ville. E n fueron p a b e l l ó n que el de F r a n c i a . porque España y Francia en el Golfo publicado ele Guinea. enseña el EL LAPRADE . lo que no ofrecía inconveniente sólo se veían en el rio b a n d e r a s españolas. c o m o territorio español. fechada en 28 de Setiembre de 1 8 8 6 . n ú m e ro 2 de este año. dicho j e f e francés envió el á visitar los diferentes lugares de la costa é i n s militares de C a m p o . A l Norte del rio B e n i t o ... Hasta ahora sólo h a y f a c alemanas.

„ Otro rozamiento E n los primeros coa los franceses mes en el rio Muni. E n t o n c e s . el s u b g o b e r n a d o r de E l o b e y le c o n m i n ó á que lo destruyese i n mediatamente. un edificio de p o c a consistencia en la orilla del Muni. al . do que l a C o m i s i o n m i x t a de límites d e c l a r e suficientemente discutido el [imito y se p r o c e d a al arreglo MR. pero obtiene m u y e s caso resultado. una sión española les enseña su l e n g u a . „En el O g o u é se va desarrollando el c o m e r c i o . según las noticias oñciales c o m u n i c a d a s á la se h a b í a r e d u c i d o á lo siguiente: y otro español. sostendrían el statu quo sobre los territorios disputados á E s p a ñ a p o r F r a n c i a y no permitirían v i o l a c i ó n alguna. inmediato. m o s trándose satisfechas las dos casas francesas que h a y e s t a blecidas en el r i o . levantado.— á los 4 * t •mi- indígenas. por insignificante que fuera. E n consecuencia. P e r o lo s u c e - H a b i e n d o construido M r . D u a r t ante las francesas del Gabon. Contra esta resolución de nuestras autoridades se alzó M r . al Norte del cabo de San J u a n . el j e f e de un cañonero francés pidió e x p l i c a c i o nes amistosas á nuestras autoridades. negociante francés. ó en DUART su defecto. Duart. c o r r i ó el rumor por Madrid de que había ocurrido un entre un cañonero dido. y éstas le contestaron que hasta tanto que otra cosa resuelva la C o n f e r e n c i a de París.— conflicto prensa. y las Mr. dias del francés de Julio de 1 8 8 7 . D u a r t derribó el edificio que había autoridades francesas del G a b o n se dieron p o r satisfechasEsto prueba una vez más la urgencia. — B .

que no se i m p o n e ningún territorios. aún n o p u b l i c a d a . lo mismo que en E u r o p a . no busque F r a n c i a en una reforma últimos tiempos su c o l o n i a de sustitución fiscal.. Ossorio: " S i ha decaído en estos G a b o n . La el r e m e d i o en una debieran sostener unos y otros allí. y que mortifican á una nación del todo c o m o España. así españoles c o m o fran- ceses.. y t o d o el secreto' de q u e florezca el comercio en nuestros rios que queremos reivindicar. y no tendrá motivo para sentirlos celos injustos que ahora siente al ver la enorme riqueza que sustenta nuestra islcta de E l o b e y . ni la peligrosa tentación de adquirirla con sus acaso no dependencias do tierra firme p o r medios lícitos. hermana de Francia. Siga F r a n c i a esa misma norma de conducta. el señor minaba su conferencia de territorio. para establecerse en nuestras costas de la bahía de Coriseo hasta el rio del C a m p o . r e c o r d a r e m o s el párrafo con que terúltima. c o m o huyen ción ni á la e x p o r t a c i ó n . las casas de comercio e x tranjeras. en esos territoestriba sencillamente en d e r e c h o g r a v o s o á la importasus posesiones. y no huirán de ahora. más que amiga. CUESTIÓN DE ADUANAS .— 4?» arbitraje. H a c e dos años que — están a g u a r d a n d o con an- siosa espectacion en aquel pais. sino más bien interior de su administración decadencia c o m e r c i a l del G a b o n y del O g o u é nace de los altos derechos de aduanas que en mal hora establecieron para las factorías extranjeras. que c o n c u l c a nuestros derechos. una solución cualquiera que les permita saber á qué atenerse y p o n g a término á esa serie de choques y de r o zamientos que periódicamente c o m p r o m e t e n las buenas relaciones de v e c i n d a d que A este propósito.

M ." E n una é p o c a que n o me han p o d i d o precisar. Martinez Saenz y este sacerdote e x tendió nuevas cartas de nacionalidad española á favor de O t a m b o y de I b a j a . 3. L o s franceses se retiraron á E l o b e y G r a n d e y n o m b r a r o n á Y e l i I b a p e g o b e r n a d o r francés de la isla. Antes de p a r p a r a que en p r u e b a d o sumisión y tir. la escuadra española c o m p u e s ta de los b u q u e s bergantín Gravina. á año o c u p a r o n los franceses el territoque era I b a p e j e f e español de E l o b e y G r a n d e . E n el mismo rio de B o l o k ó b u e al Sur de la bahía de Coriseo. al G o b i e r n o de S. F e l i p e d e la G á n y n o m b r ó . el rey O t a m b o entregó al misionero español el b á c u l o respeto lo diese á la R e i n a Isabel I I . cuyas copias remitió insignia de autoridad rey de otra tribu costera inmediata. 1. b í a sido n o m b r a d o j e f e y subdito á Muele protestó de la o c u p a c i ó n español. sentaron goleta Cartagenera los franceses y barca decididos isla de Coriseo. habitado p o r v e n g a s y r e g i d o p o r Muele que haespañol el 17 de Marzo francesa c u a n d o vio en de 1 8 4 3 p o r D . Otambo q u e sucedió sus playas al R . Juan José de L e r e n a . siendo así que B o n c o r o I I era el rey d e esta tierra n o m b r a d o m u c h o s años de dara se presentó con la goleta los franceses 2.° Wad ras. Balboa. p o r los españoles protestó del acto antes.° E n 1858 y después d e haber zarpav a p o r Vasco Nuñez de Senda María se p r e á tomar posesión de la do d e la bahía de Coriseo.—• 4 Ï 3 — ltesiimeii. P . E l G o b e r n a d o r D. v o l - vieron los franceses á sondear los ánimos de M u n g a p o r si R E S U M E N . en c o n v e n i o c o n B o n c o r o . renunciando al fin al v e r la actitud del rey M u n g a que les manifestó q u e aquellos territorios eran españoles y que los defendería c o n las armas.

4." etc.° mango Muerto M u n g a le sucedió en el m a n d o C o m b o n y a según n o m b r a m i e n t o hecho p o r el G o b e r n a d o r de Coriseo para tantear á este rey sobre c e tenía á v e c e s un c a r á c - F e r n a n d o P ó o y D e p e n d e n c i a s y entonces los franceses se presentaron en sión de la isla. ¡Rasgo de patriotismo digno de ser a d m i r a d o ! R E S U M E N . fué declarado territorio francés el país bahía de Coriseo que venía siendo territorio español de el año 1 8 4 3 . pero el j e f e v e n g a repitió lo que antes les hab í a dicho y se retiraron. tre B o l o k ó b u c y la punta B u e n e p r ó x i m a al rio Muni á no llegaron p o r temor á manifestarse Cuando C o m b e n y a m a n g o tuvo noticia de este acto tripuló una ligera embarcación y con gran peligro de su v i d a r e corrió con ella los 3 5 0 kilómetros que lo separaban de F e r n a n d o P ó o para dar parte al G o b e r n a d o r General de lo que ocurría. le terr'doire el crura le droit de conquer E n vista de que la o c u p a c i ó n del B e l o k ó b u e y del E b o k o no habían sido objeto de protesta p o r parte de las A u t o r i d a d e s españolas. en vista de lo cual v o l v i e r o n los franceses al G a b o n sin obtener resultado. C o m b e n y a m a n g o ter brutal que demostró en aquella ocasión. que el que percibía del G o b i e r no español. m a y o r p o r lo tanto. se decidieron los franceses á a n e c sionarse la costa de la bahía de Coriseo donde c o m p r e n d i d a endemasiado. mediante una cantidad que pagarían en el acto y un sueldo de 100 pesos. declarando tener derecho á exploter nes que sereiient sur les arbres 6.° E n A g o s t o de 1 8 8 3 . siendo G o b e r n a d o r del G a b o n de E b o k o situado en el f o n d o de la desles mi- el capitán de F r a g a t a Mr. E . 5.— 4*4 — estaba dispuesto á entregarles la isla de Coriseo. Masson.

los ü P e r o c o m o este h e c h o q u e d ó también sin protesta. construyeron lo que un fuerte en punta B u e n e . hicieron regalos (he visto entre otros una c o n d e c o r a c i ó n que le dieron á un corisqueño) y prometieron grandes cosas. 8. vio el fuerte de m a d e ra. algo de patriotismo. Medico. Boncoro.° Cuando nuestro b u q u e de guerra hizo r u m b o al pretendien- Norte se presentaron los franceses en Coriseo do o c u p a r la isla en n o m b r e de F r a n c i a . lo que (1) U n m i s i o n e r o n e g r o d e C o r i s e o se d i s t i n g u i ó t a n t o q u e le a m e n a z a r o n c o n m a t a r l o e n c u a n t o se p r e s e n t a r a e n la C o l o n i a del G a b o n y m e s u p l i c ó h i c i e r a p r e s e n t e esta a m e n a z a q u e h a b í a s u f r i d o . si no estoy e q u i v o c a d o el li) m a n d a d a p o r el mismo G o b e r n a d o r de la C o del a c t o . Nuestro b u q u e de M a y o de 1 8 8 4 . los oficiales se pusieron rojos de cólera y la goleta volvió á Fernando P ó o . L o s habitantes de la isla alentados p o r I n y e n y e . franceses C o m b e n y a m a n g o h a b í a muerto y reinaba I n y e n y e en C o riseo quien al saber ocurría m a n d ó e n c e n d e r m á con energía y veriquina á un v a p o r alemán que estaba en E l o b e y y se p r e - sentó con él en F e r n a n d o P ó o á reclamar de una v e z con los enojosos ficando. para más tarde v o l v e r al G a b o n . apareció en la bahía de Coriseo la g o leta Ligera lonia c o m o requería la g r a v e d a d de guerra se acercó á punta B u e n e . Imama (1) y otros m u c h o s . amenazaron al b u q u e francés c o n entrar al a b o r d a j e si no l e v a v a durante la n o c h e .7. no á reclamar sino á visitar á los franceses y darles una p r u e b a de amistad y c a r i ñ o . al G o b e r n a d o r d e F e r n a n d o P ó o para q u e é s t e a b r i e s e u n a i n f o r m a c i ó n s o b r e el h e c h o y r e c l a m a s e de las A u toridades francesas. para c o n c l u i r sucesos que se estaban U n o s meses después. SESUMEN X . en n o m b r e de España. distinguió la b a n d e r a tricolor.

13. c o m o lo efectuó el 15 de b o c a del rio Benito que pertenecía también á E s p a ñ a desde 1 8 4 3 . En 1884 ocuparon los franceses oficialmente la de E s p a ñ a . estos los franceses c o n el b u q u e Mesange te de navio M r . En vista de esta resistencia de los vengas se fueron m a n d a d o p o r el tenienJoseph á los je1884). etc. y firmó claramente la protesta que formulé á su petición y que trasmití á la S o c i e d a d de Africanistas para que ésta lo hiciese al G o b i e r n o A b r i l de 1 8 8 5 . D . V o g t ' d Hunolstien F é l i x . obligaron dando fecha porque atrasada así me obligaron de fes E y a b o é I n g u i n a á tomar unos d o c u m e n t o s de cesión (G de Junio lo manifestaron Eyabo una p r u e b a de ello c u a n d o n o quiso firmar el d o c u m e n t o francés. al fondo de la b a h í a de Coriseo y de soberanía con Digo jefes. E l 24 de M a r z o de 1885 se presentó el b u q u e de g u e r r a francés Basilic en P u n t a B o t i k a (rio Muni y terriRESUMEN . par todo el valle r e g a d o p o r el rio lo que no pudieron conseguir p o r habernos adelantado. 10. alegando no saber escribir. E d m o n Jean Baptiste R o z i e r y los subalternos Mr. E n el mismo año se disponían los franceses á o c u Muni y sus afluentes. en este p r o p ó s i t o . A m a d o Ossorio y y o . 11 L o s alemanes se a p o d e r a r o n de la costa Española desde rio C a m p o hasta el C a b o San J u a n en Julio y A g o s to de 1 8 8 4 . los delegados de la S o c i e d a d de Africanistas.— 43© — así se efectuó librándose todos de un conflicto q u e h u b i e ra traido por causa 9. D e s c h a m p s .° la enemistad de dos naciones y t o d o lo demás que la enemistad p r o d u c e . 12.

E l 3 de A g o s t o de 1886 se presenta el aviso franen el rio Muni p i d i e n d o al c o m a n d a n t e de la m a n d e arriar las banderas españolas que o n - cés Laprade goleta Ligera deaban sobre los pueblos ribereños. 18.— 49* — torio español) a r b o l a n d o la b a n d e r a francesa y al siguiente dia la arboló en K o r o r o (rio U t a m b o n i pañol) siendo objeto 14. Espinosa G o b e r n a d o r de E l o b e y . lo que no p u d o efectuar p o r la enérgica actitud del j e f e n e g r o . E l c o m a n d a n t e espaRESUMEN . ciertos puntos M u n i a p o y a d o s en datos inesactos c o m o se ha visto. de 1 8 8 5 . en su b o c a ó en sus cercanías. le entregase el d o c u m e n t o y la b a n d e r a de E s p a ñ a . francés 13 de D i c i e m b r e rio Benito asegura de aquel rio tenia la orden de hacer f u e g o sobre cualquier b l a n c o ó n e g r o que arbolase una b a n d e r a española en este rio. reclaman los franceses sus de la orilla izquierda del derechos sobre 15. E n 3 de J u n i o de 1886 penetra un cañonero francés en el rio M u n i y después de hacer varios regalos á a l gunos de los j e f e s indígenas les m a n d ó rasgar el d o c u m e n to y la bandera española que nosotros les h a b í a m o s d a d o en 1 8 8 4 . 17. En Octubre de una protesta de 1885 y territorio esenérgica p o r p a r t e del D r . E l factor al D r . Ossorio y del Sr. O s s o r i o . E l 8 de D i c i e m b r e de 1885 entra en el rio M u n i con propósitos análoalemán del Basilic. 19. El buque de guerra francés Basilio se presenta (Junio 1 8 8 6 ) en el rio D o t e e x i g i e n d o p o r dos v e c e s y c o n amenazas al j e f e B u e c h e que tiene carta de n a c i o n a l i d a d española e x p e d i d a p o r el D r . Ossorio que el j e f e del puesto el v a p o r de guerra francés Laprade g o s á los del 16.

Y no hablo de las o c u p a c i o n e s de B a t a y de algunos otros puntos de la costa española. construyó en el Muni un p e q u e ñ o edificio sin permiso de las autoridades españolas so protesto de que aquel país era francés. sont cette ile deux m a n d s et 1' a u t o m a t i o n obtenue par e u x cVétablir un toujours faits évidemment RESUMEN . 2 2 etc. ploitée du golfe de Guiñee. monsieur D u a r t . El escriben del G a b o n Gonnnereia- ñol. des Debeds 20 de Setiembre 1 8 8 4 . p o ro sostuvo con energía los derechos de E s p a ñ a .20. E n total tiene España u n o s 3 0 0 k i l ó m e t r o s de costa en el Golfo de Guinea. p o r no alargarme demasiado. no contestó á semejante petición.1880 una carta al BiiVelin de la Socicté de Geographic le de París Gabon d a b a el Laprade recorrió la costa diciendo que el c o m a n d a n t e Maunet que m a n desde el rio C a m p o al muy partidarios do á los indígenas encontrando F r a n c i a y viendo ondear banderas francesas p o r todos lad o s y ninguna española. LO Q U E SE H A downed ESCRITO. E n M a y o de 1887 un negociante francés. 21. verificadas pollos franceses. E l G o b e r n a d o r español de E l o b e y le o b l i g ó á derribarlo. 28 de Setiembre de . les A l l e deinex- L ' a n n e x i o n de la riviére des Camerouns par pot de c h a r b o n á F e r n a n d o P o . c o m o es natural. de los cuales fueron ocupados por franceses y alemanes más de 2 0 0 kilómetros.

un puissant voisin ct que le toire espagnol de la bahíe de Coriseo allait otro entro Camerouns á f'AUemagne et le G a b o n á la On a done alors pensé á n o u v c a u á fairc v o l o i r toirc ct F e r n a n d o P o surtout ct il a etc fait des demarches dont nous avons cu dans France. connaissance. " E n los círculos diplomáticos de Berlin se A l e m a n i a y F r a n c i a se hallan y a de acuerdo en la minación do sus posesiones respectivas de Batanga á G a b o n . mesures assurrer E n c o n t r a m o s on Le Temps el periódico do M r . A l e m a n i a se c o m p r o m e t e á no pasar cierto límite en dirección al C o n g o . y F r a n c i a Alemania toda libertad dentro de esta. et que la deliberation á por é sur los á prendre pour coloniser ces possesions prospérité. B cu quion ne se p r e o c u p e pas outre mesure E s p a g n e des possessions africaines du p a y s . déjá uno consequence de ces demarches'? O n a n n o n c c mer out cu á la Granja une longuc conference espagnolcs et avec du M. but que le Est-ce terri- connexes et qui devaint appeler battention du Cabinet Madrid.. deter- más allá de dejar á P R E N S A F R A N C E S A . region.. sur on n ' a la cóte res ce ce petit manqué de remarquer q u ' o n allait avoir golfo de Biafra.— 4*» — de en pas du erré terri. Cánovas del Castillo et los ministres d'Etat et d ' o u t r c g o u v e r n e u r general dos possessions golfo lour do Guineo. F e r r y : • 2 0 E n e r o de 1885 una Dice dice y noasí quo el ticia que bien merece la atención del G o b i e r n o .

et le territoire situé au n o r d j u s q u ' á la riviére Muni. L e s dernier par le Ministére lequcl marine. entro un des commandants français du G a b o n et les indigenes d ' E l o b e y — c o m p r e n n o n t . les colonies. sur le continant m o m o une certaine étendue de cotes s'étcndant au n o r d j u s q u ' a u Rio del C a m p o . et au sud j u s q ' á tentrionale de notre colonie du G a b o n . oú elle confine au nouvel de 0 établissement sepNord. sur la la 40. i_o QUE SE HA DICHO . que les posssesions espagnoles de la còte Coriseo et E l o b e y — c e t t e derniére derequisition cente et m è m e . s'il faut s'en sés antérieurement á la rapporter á ments. Quant a u x A l l e m a n d s . par suite premiere de et du répaschefs golfe de Guinée. en outre des iles F e r n a n d o . le notice de allemand de B a t a n g a . L e s A l l e m a n d s . p u b l i é han ct notablement .la de notre de precis o ú doit ètre placee cotte derniére frontiére. O n sait.— Bulletin 48© — de M a r s e l l c . ils sont établis sur la golfe de Guinée. au confluent du B ó n o u é j u s q u e s ct y c o m p r i s I b i . appeléo aussi r i v i é r c D a n g e r . qui. on ne s'entend pas sur cuments officiels français. Sud. A n n o b o n . — L e s A n g l a i s o c c u p e n t tonto la cote comprise entre L a g o s et la rive occidentale tout le D e l t a du Niger et los du Rio del R e y . p u i s rives du fleuvejus q u ' á L o partió Rey ct du la k o j a . Seulement. o la frontiére o á 0 4 0 . l e s A n g l a i s et les E s p a g n o l s dans le g o l fe de G u i ñ e e . c o m p r e n n e n t dans les limites ment tout 1' estuari do M o u d a h . de propiété contestable. plus certains traites docudol occupation cspagnolc. s'étend entre le R i o rive g a u c h e du v i e u x Calabar. — J u l i o . ele lei Societé de Geoejrapliie Setiembre 1 8 8 5 . dans établisseccllc-ci sc j c t t e riviere R h a m b o é .P o . point do.

Comercial.— Les géographes 481 — au contrairc. soit par entente directo. tandis qu'elle á vol d'Elobey. d'oiseau le cheflieu de l'établissemens du G a b o n . que dcstraités avec les chefs nes leur ont acquis. soit par voie l d'arbitrage. L a limite sud du territoire espagnol s» trouvorait portee j u s q u ' á quinze kilometres seuleinent de serait éloignée de s o i x a n t e . ou m o de la riviere de Muni. pas plus de p a g n o l s que de la nòtre. á la pointe plus occidentale de la petite presqu'ilc qui separe l'cstuaire du G a b o n de 1' cstuaire de Mundah. avant que la creation à intérèts importants ne v i e n e c o m pliquier les solutions. — 3 0 La Gazette Géoyraphiijue más Q U E et l'Expio rat ion. il n'y en a pas eu jusqu'á c e j o u r . c o m m e le ainsi en le medes esLibreville. situé un peu au sud du cap littoral de hestuaire de M u n d a h j u s q u ' a u cap protectorat de tout Santa Esteiras. font la comme á l'embouchure la plupart part precises des d o c u m e n t s offlciels franoais. notables 9 E HA una de las en revistas geográficas L O que DICHO so publican . D-'occupation effective. des 1 8 4 3 . le ra. Revista de la S o c i e d a d de G e o g r a f i a Abril 1880. en espaynoles indigele la Cla- espagnols pretendent b r o c h u r e publiée c o m m o en fait foi une récemment trancáis par le lieutenant Sorela: les Possessions de la cote de Guiñee.d i x kilometres selon q u ' o n la placerait á la pointe font plusieurs cartes allomandes. II est á désirer que dos delimitations soient ñxées.

así c o m o sobre las Muni en 188-1. dudando de su exactitud. sin d u d a — a ñ a d e — s a b e r si admitido realmente. Según La Gazette.— 4sa — E u r o p a . eh. los sededo A l e m a n i a ha Di- convención proce- la M e m o r i a . L a misma ilustrada revista anuncia la aparición Memoria del Sr. L O Q U E S E HA DICHO . hace apenas algunos rechos de E s p a ñ a sobro teritorios que la 2-1 de D i c i e m b r e r e c o n o c e c o m o nuestros. Oct exemple des " P l u s recentement encore. . P. cuando terminemos la p u b l i c a c i ó n de de la al volespañola meses. á les le Ministére de la Marino ct des Colonies. el epígrafe de Nueraspretcnsiones de Francia en el bajo golfo do Guinea. y j u z g á n d o l a m u y interesante ofrece apreciaciones dentes. " y ría m u y curioso. Notices slatistiqucs sur les Colonies Francaises public por VI. on r e c o n u u notre sonverainité. I s a m b e y . 11-7. sobre los peligros que para E s paña pudieron implicar los términos ambiguos en que está redactada la c o n v e n c i ó n franco-alemana do 2-1 do ciembre último. . points situis an N o r d du G a b o n . dio nuestra REVISTA al G o b i e r n o y á los h o m bres de Estado españoles. las noticias á quo nos hemos referido. les chefs de Sangatang et d' éti suivi p o r c e u x de la riviere D a n g e r (Muni) et E l o b e y . dedica un interesante artículo al aviso que. Iradier sobre la e x p e d i c i ó n ver sobre ella. son r e p r o d u c c i ó n casi textual d e las disposiciones de la c o n v e n c i ó n franco-alemana.

sont marquess sur la cote par le Rio C a m p o . c r trimestre 1887. —Les limites du C o n g o frailK ALTBIIUqui 1c du en pre- Lint ¡Ir* du. Mis datos so fundan y en documentos NKR. qui leur sort de frontiérc au C a m e r o u n . hasta siempre en ausencia de los buques al último españoles. P a r a poner en práctica deseo c o m e n z a r o n por solicitar de los indígenas. ofreciendo después. blancos casos al n o haslas no de que hacerlo así y al obrar c o m o han o b r a d o . dit M.Congo franeáis. Esta c o n d u c t a no es noble ni leal. ct Sud. po r presentarse rodeados de der. par le T c h i l o a n g o . se han atrevido á reclamar y aún á exigir. creían con derechos á estos clamado p o r c o n d u c t o de su G o b i e r n o seriedad y con la energía que estos Si los franceses haber con se rela territorios debían al nuestro exigen. eáis. las Autoridades lonia y quién sabe si los curas ó misioneros apoderarse do las islas de Coriseo. D . oficiales.— Bulletin de la Societé de G e o g r a p h i c o. p o r par con sigilo y cautela. de E l o b e y . observaciones propias en relaciones de testigos senciales.— 4S3 — de Marseille. y dan o r i g e n á las siguientes reflexiones. amenazando más tarde. ni protes- taba. de esta C o han demos- trado desde tiempos m u y antiguos un vehemente deseo de de la costa este ocupopero que de la Bahía y del rio M u n i . demuestran ta la evidencia á los ojos de los negros y costas de A f r i c a y á los ojos de todo el m u n d o trataban de anexionar territorios p r o p i o s sino de CONSIDERACIONES usurpar . separe au N o r d de la colonic allomando de cote des possessions portugaises de Cahinda. en vista de que España no hablaba. sauf quclqucs points. contestes. L o s franceses del G a b o n .

E n 1886 los p o n e n responsabi- lidad. p o r q u e no p u e d e llamarse política c e r nada. alentados quizá p o r nuestro silencio. c o m o y al fin en 1887 los niegan. H a r t o castigo llevan en su falta y s o b r a d a impúsoles la P r o v i d e n c i a al negarles b l e a m o r patrio. E n cuanto á la conducta seguida p o r los v e n g a s PATRIOTISMO el elevado mere- . en los escritos también v e m o s que suben de tono p o r g r a dos. faltando patriotismo d o b l e m e n t e punible cuando se o c u p a n c a r g o s acontecimientos cualquiera q u e sea su naturaleza. á dejar q u e los acontecimientos p o r sí y ante sí y á aceptar H a b l a r í a m u c h o pero se las consecuencias á no hade estos resuelvan habien falta d e hemos cierta visto en en las duda ostennoticias q u e h e p u b l i c a d o .— 4*4 — territorios ágenos. el diapason. P o r q u e n o podrán ocultar p r o d u c e el temor cuando no se obra que en sus que actos flota m u y á las claras a l g o c o m o la indecision A s í c o m o en los hechos han ido s u b i e n d o bien y á c o n c i e n c i a . eludiendo siblemente á la v e r d a d . p e r o al fin los niegan sin disputa. P o r ahora repetiré lo q u e salhe dicho públicamente en M a d r i d . n o . P o r otra parte ciertas autoridades españolas han d e mostrado tanto abandono y apatía que raya oficiales de importancia. D e mis labios n o á su deber durante ciertos acontecimientos drán palabras de recriminación hacia los q u e han faltado que se h a n pena y noverificado en A f r i c a c o n detrimento de nuestro n o m b r e y dignidad. ¿ Q u é política han seguido c o n los naturales q u e tan nuestros territorios? Ninguna. E n 1 8 8 4 y 1 8 8 5 reconocían nuestros derechos.

Gaandu kamitjanl. ni les habían dado nuevos nombramientos de j e f e s p o r fallecimiento de los anteriores N o p o r esto deja de haber entre ellos malos españoles que h a y que vigilar. A ellos debe España el que p o r nosotros. son de esos africanos políticos dispuestos c r o . E S P Í A S . WUltant. Noya y á para esto do Viombo. amiga. ni les habían m a n d a d o un misionero. Budipupuataé Ikoiubo en I n g u i n a . Ellos se han batido posiciones extrañas de entrega d e s ú s territorios. circunsmepagado reclamamuchos y ses que no habían visto un español. cuando hacía sus haberes. ni les habían ciones. olios han rechazado con fiera actitud en servemos todavía nuestras posesiones.0/roZ>rt en D o m b é . han desp r e c i a d o las riquezas q u e i e s han ofrecido. Pero aunque el cartas otros á cierto no constituye derecho. L o » o » Meen Punta B o t i k a . un acto de mala fé. y tancias bien tristes por cierto. un motivo de una de una reclamación. en el O g o u é y en una violación do un derecho. ni les habían ni les habían cumplido muchas p r o mesas. ni les habían oido en sus quejas puesto una factoría. una territorios una nación protesta y de F r a n c i a ? D i r í a que era una usurpación falta de territorios.— 4S5 conpro- ce en justia un aplauso. ¿ Q u é del G a b o n si los españoles diría y dejar cartas de nacionalidad si en ello tienen algun de que sus Gobernador extendiesen nalidad á los centenares de jefes que carecen de el K o m o en el B o k o é . Atujóse en el alto U t a m b o n i . Koto en Coñsco^I/ranja en Jondo. el K r u m a n en el algunos tomar luocufuera nacioella en otros. D e esta gente se han valido los franceses par algunos territorios de la costa so protesto j e f e s carecían de documentos.

el G o b i e r n o sabe que rechos reconocidos á la posesión de del G o l f o de Biafra. no y dense las órdenes oportunas para perdamos establecer tiempo llegar.— H e de creer que los 486 que vengo ó relaperno se á acontecimientos tando han sido d e b i d o s á la influencia individual sonal y que el G-abinete de París no tiene noticia de ellos. medio demostradede Ale- oficiales " E l país sabe. desde el rio m a n i a han o c u p a d o estas costas. statu un en averiguaciones que tardarán muchos meses en aislados que han realizado. espadel entenel rio tanto y o suplico al país. á la S o c i e d a d de ten p o d e r o s a v o z pidiendo al G o b i e r n o á p i d i e n d o r e c o n o z c a n parte integrante del ñ o l toda la costa del G o l f o de Biafra C a m p o . F r a n c i a quo en Coriseo y Muni y háganse al G o b e r n a d o r de a q u e llas colonias las preguntas convenientes. la S o c i e d a d E s p a ñ a tiene á la b a h í a y la costa continental Campo Coriseo y que ignorando estos derechos. y opino p o r q u e el G o b i e r n o de la R e p ú b l i c a F r a n c e s a querrá hacerse solidario de ciertos actos consecuencia de la presión de ciertos Cuatro veces he protestado de estos de la prensa y en la última. de Africanistas. p e r o á que la Geografía. mientras Sociedad levaninmediataAlemania. D e j e m o s á un lado los acontecimientos del Muni. si bien p o r una A u t o r i d a d de la Nación elementos actos haber por que existen hace m u c h o tiempo en L i v r e ville. hasta un punto al Sur del Cabo que mente formule una reclamación á F r a n c i a y á desde territorio Esteras. M e parece que no es necesario saber más. después de do nuestros derechos decía Geográfica sabe. diendo en esto las islas adyacentes y la nueva RECLAMACIÓN provincia . á la prensa toda.

— 48» — continuidad. pero que las regale con dignidad.. tibieza. A l e m a n i a abandona todas las Geografía c o p i o de Comeren la y Caque sal- acuerdo cuestión de límites entre las posesiones del G a b o n ocupaciones había hecho al Sur del R i o C a m p o si bien d e j a n d o á v o los derechos que puedan alegar á E s p a ñ a ventilo. A h o r a falta que se p o n g a n de acuerdo E s p a ñ a . por su y R e y . para que sirviendo de resolviese con arreglo á j u s t i c i a . y para este efecto existe n o m b r a d a ACUERDO para que los parte Frany cia r e c o n o c e la o c u p a c i ó n alemana entre los ríos.. nacional. E l statu quo vino al fin y un principio de arreglo se inició c o m o se verá por el siguiente párrafo que los números 12 á 15 de la Revista de cial. pero todo sin admitir solución de cambio. es preferible que el G o b i e r no regale nuestras colonias del A f r i c a tropical solicitante. D e no obrar en esta forma. sólo lágrimas y miserias p o d r í a acarrear. permutación ó cosa parecida entienden no que encubrir una zancadilla diplomática. se e x p o n e á conducir al tal. de tener siempre en cuenta q u e á obrar con tajosas á una clase ó á un partido. que dado el espíritu de raza y á la país á al primer ha y porque debilidad y y arbitra en este litigio.C a m p o Francia una c o m i s i ó n . sirviera para de del Muni. n o nos faltai-á una potencia amiga que creo escogeríamos p o r unanimidad de pareceres. Si los G o b i e r n o s Francia y Alemania encontrar suficientes razones para aceptar esta reclamación. " F r a n c i a y A l e m a n i a han v e n i d o á un marones. particularmente con F r a n c i a . á posponer ciertas razones acomodaticias honra una venhonor digni- situación de i n m a c u l a d a dad que posee.

" 38 misma de li"Ha lo siguiente: ocupa en llegado á nuestra noticia que la Comisión de co-española reunida en París y que se los derechos de una y otra nación en límites frandiscutir del hasta se los territorios G o l f o de Guinea. Ossorio) y la de ahora costeada p o r la misma mente al mejor éxito de las n e g o c i a c i o n e s F r a n c i a . „ E s p o r a m o s . y asegura que pasará dicho asunto á decision de un a r b i t r o . y que terminen pronto una manera satisfactoria aquellas ambas para conferencias naciones. Necesidad mites. Ossorio) contribuirán eficazpendientes c o n sido expulhabría Guinea. V e a m o s ahora lo que ha hecho vista á que he a l u d i d o .. gas y vecinas así en E u r o p a c o m o en Africa. F e r n a n d e z D u r o .—Hemos de disoleer la Comisión franco leido on un periódico española esta Comisión do la del España Golfo de Africanistas el G o b i e r n o (Montos de O c a . sin e m b a r g o .) COMISIÓN DE LIMITES . L a primera ción llevada á cabo p o r la S o c i e d a d de dicr. á no ser por ellas sada irremediablemente Costa. „ E s de lamentar que fuera éste el resultado después de tantos meses de debates y que no se encuentro llegar á ningún arreglo amistoso ni extraña situación en que se • encuentran medio con de la de terminar aquellos pueblos no sean de ami- que pronto hará un año que arbolan a m b o s pabellones.. no llega á ningún acuerdo.— Joaquin de límiRe- tes. U de M a y o de 1887.— 48S — al G o b i e r n o español el expedi(Iray por de límites en la cual representará vice-presidente Sr. (AY Li/iend... tomando datos también del n. que estas versiones ciertas.

.. duros más no dominio y Aqua 21. cobra lonial. 4.000 pesos anuales. y la nación evitado los enormes dispendios que la citada tes: Primer-plcniponenciario. duo.250 pesos. decía que " e n último e x t r e m o . 9. (Abril 1880): el verbo "funcionar. U n oficial del Consejo de E s t a d o . los siguien- igpleBell coaño! su- 1. 1. S e g u n d o delegado t é c n i c o .. en de D i d o Imperio de un las se h u habría principiaComisión le ocasiona y son. LIMITES . desde el Gabon la situación dad dirigió á la P r e s i d e n c i a del Consejo de Ministros do cada uno do los trayectos do costa que cierran hasta á enumerar los títulos do d e r e c h o para reivindicar el primero de que España el Si se la jurídica el N í g e r . rencia de B e r l i n . que p a r e c í a entonces indicado el arbitraje que en el caso presente.500 pesos.550 compra Alemania los tres reinos vasto ¡más (Camarones). es por un hace costaron base de cuantía decir.000 pesos. . S e g ú n informes COMISION DE autorizados. c u y a noramos). e x p o n i e n d o senada de Biafra. S e g u n d o plenipotenciario. p o r c o n c e p t o sólo de personal. L a Comisión está funcionando está constituida y desde queremos decir. ó sea (sin contar los gastos de material.550 de á lo duros que por un año. P r i m e r delegado t é c n i c o . pudiera inducir á error á nuestros lectores. la Comisión ejecutiva de nuestra extensa c o m u n i c a c i ó n . y asistían más armás ellos(Punta de Santa Cla- ra hasta el rio I m a m a ) . 3. se habría do p o r d o n d e h a b r á que concluir. n u n c a h a estado biese aceptado entonces esto criterio.800 pesos.— 480 — antes de la ConfeSocieuna enal Con fecha IS de Octubre de 1 8 8 4 . 8.

sin primelo c o n hablar A la más escrila ende por quinceMr. rivalizando nitarios. sobre materia tan c o m p l e j a y arcana! Francamente á una negociación así. lo COMISIÓN DE LIMITES menos que le . Y así sucesivamente. variante que la de tocarles á los franceses entregar otra sesión. ha de causar en su organismo un trabajo y tan continuado: ¡un escrito mensual. c o m o nosotros. con el sentido de todos los dias y no se les ce de un vicepresidente cualquiera ó de discurran palaalcanrecitar etc. y hace más de un mos que hallaba francesa.. se reúnen todos en un local el tiempo n e cesario para saludarse. s u p o n g a m o s . suspendidas sólo tal causa las conferencias. los ros á los segundos un escrito. No fermo el presidente de siempre se es to y á los españoles el prometer que lo contestarán en nal esa función: cabalmente en estos dias la D e l e g a c i ó n están Rialle.'?. entro sin que llevan manos. prometer éstos que tostarán en la sesión inmediata.— 400 — españoles con puestas Conferencias de los comisionados los comisionados franceses so reducen á lo siguiente: Cada l o dias. á lin de que reparen con el descanso que. franhumade vanegociaalcance un bra de misterios diplomáticos: ¿ p o r ventura está al ciario segundo la faena de entregar un escrito la fórmula consagrada "dans la A h o r a llegará el verano y prochaine se suspenderán on las y plenipoten- séance ciones. entregar. y una palabra del asunto quincena siguiente so repite la despedirse. entre los e s t r a g o s tan intenso cinco per- sonas tan sólo. p o r q u e es de advertir que tanto el g o b i e r n o cés c o m o el español. misma escena. cosa que sólo encontrarán f u e ra de razón aquellos que. conceden á sus sentimientos dos meses comisionados cación.

á fin de interesar á la nos han contestado que no existen más títulos de que los que y a c o n o c e m o s y hemos publicado. Caso de que fueran necesarios ó dujesen á algo tantos escritos (y tenemos más de un podrían redactarse en Madrid que en París. cuestión y la prueba graduarse en los estrados internacionales litigio d e la justificación Nosotros hemos derecho. y sin e m b a r g o . las negociaciones se siguieron didido. á los comisionados españoles. y v e r el más lince en qué varía la esencia y la negociación p o r q u e sean la plenipotenciarios sus no lia tivo para ponerlo en duda). pues acaso todo. ó p r o n t o y no se nos o b l i g u e á p a g a r l o cosa á que estamos a b o c a d o s . E l asunto de las Carolinas de derecho bastante más difícil. si tal vez no mejor_ eficacia especiales y era viceharto ha de del peun en vez de ser el e m b a j a d o r español ó un cartero quien los entregue al g o b i e r n o francés ó á versa. lo p e r d a m o s en su mitad. pagado sea vez noti- en más de su justo p r e c i o . una el cual como envolvía caso. más c o m p l i c a d a que en el presente m e n o r cuantía p o r lo que respecta á rectamente entre los dos G o b i e r n o s . delegados. y los diez á E s p a ñ a le cuesta sólo de Comisión contienda.. Pues doce de enque la presen- dar fuerza p o r este c a m i n o á las gestiones diplomáticas.- 49 i — conmode do falta es la seriedad. resumen de sus alegatos. y parece faltan t o d a v í a . y qué escritos son esos? C o n lo que territorio lo ha dia de h o y . ó tonces ¿á qué los diez ó d o c e escritos que van tados p o r cada una de las partes. si al fin ha de resultar que. una segunda nuestras según cias. lo mismo. encima de eso. y no una v e z sola. los n e g o c i a d o r e s no piensan p o d e r dar p o r COMISION D E LIMITES termina- . calculando hasta el el ya opinion y derecho.

y es tanto más significativa.. y que serán menos las dificultades internacionales entre ambas p o t e n c i a s . que guro habrían pedido el telón hace y a m u c h o tiempo si fisco les dejara alguno para enterarse de estas cosas. M u é v a n l e á compasión al Sr. se cuenta el señor marqués de Croizier.. c u a n to que la da en aplicación práctica á las cuestiones dientes entre los dos países. y a parlamento no le m u e v e n . que sí median.—Entre los amigos más entusiastas y constantes que España tiene al otro lado P i r i n e o . p r e de la "Société á la Académique que la en Indomareviste pendel Su adhesion doctrina sidente é inspirador Chinoise. Moret. E n una carta del día mes t'iltimo dirigida á la Sociedad cial de M a d r i d . de una gran a u t o r i d a d . b a s taría esa de índole económica para justificar y proponga el que el un al seel Sr. UN VOTO FRANCES . dice lo siguiente: " Y o espero que nuestro Gobierno comprenderá cada que dia En de Geografía 29 Comer- interesa á F r a n c i a caminar de acuerdo c o n E s p a ñ a en t o - das las cuestiones africanas. teria de política franco-española sustentamos.— 4»S — la fecha en da la negociación hasta dos años después de que se inició. Y la S o c i e d a d de Geografía Comercial ¿para cuándo g u a r d a sus iniciativas y sus'bríos? Un voto francés del á favor de España. otras razones. los contribuyentes. Cuando no mediasen. Ministro de Estado llame á sus delegados la n e g o c i a c i ó n desde Madri d ó continúe que de á Francia arbitraje.

lo tes de un todo h o m o g é n e o .. C o m o V . es la m e j o r política que p o d e m o s hacer. en Cabo B l a n c o . y p o r de contado. de su autonomía. debe F r a n c i a dejar á España carta b l a n lo somos en E u r o p a . Pirineos. de la gridad de su territorio y de su patriotismo colonial. „ V e r d a d e s son estas que confío han de ser das m u y en b r e v e á este lado de los son y a en España.— 493 — estableciCocomo ha disus una inte- Marruecos. en ca. inglés ó italiano. buenos vecinos. nuestras dos naciones son p a r que destinos son solidarios y traducir esa solidaridad en mútua garantía de su honor.. P r o c u r e m o s ser vecinos en el continente negro riseo y rio Muni. deben comprender cho en una de sus crónicas. d e b e m o s unos y otros impedir t o d o miento alemán. comprendicomo lo UN VOTO FRANCES .

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los dos E l o b e y e s y la parte de terrenos c o n m a d a p o r la margen izquierda del rio do este n o m b r e POSESIONES ESPAÑOLAS . de G e o g r a f í a colonial y c o m e r c i a l de 1 8 8 3 y incuestionable gítimos derechos que tiene E s p a ñ a sobre las islas de tinentales c o m p r e n d i d o s desde la P u n t a del C a m p o .N U E S T R O S D E R E C H O S on no dar lugar á falsas interpretaciones nacidas de la diferencia de estilo mito á bajo Guinea reproducir los datos me litrade docuespañol que leAnforen expuestos p o r D. José G ó m e z San Juan en su Posesiones que fué españolas aceptado del del Golfo como c o n el los mento a n e x o á la M e m o r i a oficial estoy en un todo c o n f o r m e . V a m o s á demostrar de un m o d o Congreso . n o b o n . Coriseo.

q u e aunque variable. los catalanes. los veses y los m o r o s mismos habían recorrido m u c h o s puntos de la costa occidental del A f r i c a . con una extension al interior del país. basta P u n t a de Santa Clara q u e es la más avanzada de la margen derecha del gran rio Grab on en su r e s p e c t i v o d e s a g ü e . d e b í a estudiadas las vías d e riqueza do esta parte una extension d e 5 0 0 leguas. el privilegio de comerciar en la costa de A f r i c a p o r de dos millones de reis cada uno había de estos por procada en de anuales. de tres picos q u e son unos cerros elevados sobre u n a larga altiplanicie p r e c i t a d o rio del C a m p o . en el mes de N o v i e m b r e espacio d o c i n c o años. D e s d e principios del siglo y XV genopartir doblaque da o r í del gen á tres regulares afluentes p o r la orilla izquierda los portugueses. y á partir desde Sierra L e o n a . de m o d o que. longar sus investigaciones á razón de cien leguas en uno. á del O r o . al terminar su contrato. siguiendo la divisoria de las Sierras del Cristal. p u e d e considerarse paralela á la misma. e x c e p c i ó n hecha de los p r i m e ros á quienes les c u p o la satisfacción de que los estimulase su p r o p i o rey D . pero sin que se sopa que ninguno de ellos reconocido de C a b o Espartel hasta el de tres Puntas. y a descubierta Costa.. á razón 1 4 6 9 .M a s e y . A l f o n s o V . pero á c o n d i c i ó n de q u e en P e d r o de Cintra y p o r Soeiro de años. los mallorquines. así c o m o el R i o ra el c a b o de San P a b l o . natural de L i s b o a . y p r o l o n g á n d o s e en el mismo r u m b o hasta llegar al límite N. Cordillera de U k u d i . á contar desde la costa. c o n c e d i e n d o á Fernam de G ó m e z . Descubrimiento. DESCUBRIMIENTO dar p o r de costa .— — la la p e q u e ñ a bahía que forma su desagüe al m a r .

luchando c o n las calmas. que en el mismo reinado de D . primer mercado de oro y a descubierta al N E . este que servían del do E n el año de 1470 los navegantes de Santarem. territorios que so halla el c a b o de L o p e G o n z a l v e z . tan frecuentes en el nea.el de su descubridor F e r n a n d o P ó o . cubierta de descubriesen bosques de E n e r o buen y de buenos f o n d e a d e r o s en sus costas. á p o r haberle c o m e n z a d o con este descubrimiento. y que después t o m ó sucesor de .. cerca del P i ó de San Juan. pequeña. hermosos 1. E n siguiente año do 1471 descubrieron otra la que dieron por n o m b r e Do a uno-bou. del c a b o regresaban de haber visto y donde do Tres se en la indicada costa do recorrido los estableció El puntas. tivamente fué tan b u e n o . Juan II de P o r t u g a l . del E c u a d o r . DESCUBRIMIENTO la isla Antonio. Estos mismos e x a m i n a r o n T o m á s apóstol." más ó sea la isla de este n o m b r e . P o r último el rey I ) . las brisas las corrientes del N. E l dia 17 del mismo mes de E n e r o . avistaron á del P r í n c i p e . Fcrnam por do P ó o la isla que llamaron H e r m o s a . A l siguiente año de 1 4 7 2 fué descubierta .— 49 ? 1 — á los navebasta país á y el cabo S. que llegaron á la A l d e a ma. llegaron p o r cuenta de éste basta el de Palmas. d a n d o p o r resultado que el día de Diciembre. A l f o n costa mismo S. que es el 21 de con Golfo atenta detención G o l f o de Benin. E e r n a m G ó m e z . situado á 2 P e d r o de E s c o b a r y Juan de o gantes y tal a p o y o . Juan prestó tales servicios so se descubrió el país de El Mina y toda la el cabo de Santa Catalina. GuiSanto y del año* efecSael Mina cuando en E l p r í n c i p e I ) . á que le dieron el n o m b r e de San por ser el santo del dia.

terrenos Sierra L e o n a y del C a b o de Buena E s p e r a n z a . C o m o á los ingleses no bastase lo que habían entablaron negociaciones c o n los portugueses y ses que p o c o á p o c o les fueron cediendo otras localidades de menor cuantía. Alfonso V . del caudaloso rio Benin y así como la g o y el paso del cabo de las T o r m e n t a s . para evitar las agresiones de tribus salvages y favorecer la e x p o r t a c i ó n del oro más productos del país. las costumbres de aquellos tiempos. hasta que deseosos los de P o r t u g a l de quo terminasen las sangrientas Póo España contienacorda1777 Doña das que sostenían sus subditos en a m b o s m u n d o s . aparte extendiendo de esta dominio factorial p o r toda la costa gion del m u n d o . O c u p a c i ó n n o r l o s p o r t u g u e s e s . ñalando límites á los descubridores. los ocupado.•D . 498 — en su grandiosa del C o n - alentó á los navegantes empresa y consiguió que se descubriese la costa peranza. holandeses y franceses imitaron su conducta. holandede de su relos y poseAfri- ingleses. p o r Bartolomé D i a z . celebrar un tratado que firmó la reina OCUPACIÓN ron sus respectivos G o b i e r n o s en 1. intervino la Santa Sede para evitar disputas. h o y de Buena E s exploración de las dela construcción del fuerte y San J o r g e de la E l m i n a . C e s i ó n si E s p a ñ a P o r espacio de tres siglos reyes de conocida posey y y e r o n los portugueses nuestras islas de F e r n a n d o de A n n o b o n .° de O c t u b r e de de P o r t u g a l PORTUGUESA . siguiendo teose- verdaderamente cráticos. A medida que los portugueses hacían sus descubrimientos y t o m a b a n sión de aquellas comarcas de la costa occidental del ca que p o d í a n serles útiles para el c o m e r c i o .

de Marzo del siguiente año d e 1 7 7 8 .200 proyectiles de hierro f u n d i d o . el V i r e y de B u e n o s . en la que i b a n 2 0 cañones de hierro de diferentescalibres. suavizar la forma y m o d o c o n que hasta entonces se hacía el c o m e r c i o de negros y utilizar sin Esta de m e n o s c a b o de los intereses de P o r t u g a l cuantos p r o d u c tos diesen aquellos países y conviniesen á España. Carlos III.A i r e s . en 28 de F e b r e r o aprestó una e x p e d i c i ó n al mando del c o n d e de Argelejos. cesión p o r parte de P o r t u g a l fué á cambio de la isla Santa Catalina y poseía en la costa oriental de la A m é r i c a del Sur.entrar basta de aquellas final en conellas. p o r el cual el p r i m e ro de los reinos cedía á E s p a ñ a las islas de F e r n a n d o P ó o y de A n n o b o n . á c o n d i c i ó n de que había do cesario para la trata. facultándola á la v e z para n a v e g a r merciar en los puertos del rio G a b o n . á la resolución negociade 1 7 7 7 . de minuciosos anticipándose acontecimientos. OCUPACIÓN ESPAÑOLA .— 499 — con fecha 11 María I y el r e y de E s p a ñ a D . y que mientras los españolesse realizaban Sin. distrito. veerse el Brasil p o r espacio de cuatro años del tabaco n e E l dia 2 4 del mismo mes de Marzo de 1 7 7 8 q u e d a r o n ultimadas y cerradas estas negociaciones. D o m i n g o . Camarones. siendo franco y libre el c o m e r c i o ser de admitiesclapro- Colonia del Sacramento que E s p a ñ a con igua- v o s entre ambos países. C a b o F o r m o s o y otros de aquel y coSanto para introducir á la v e z en estos parajes las dulzuras de nuestra santa religion. Ocupación p o r detalles signar ciones.27 cureñas para los mismos. L o s buques de E s p a ñ a y P o r t u g a l debían dos en los puertos del A r c h i p i é l a g o de Guinea les ventajas.

arbolando la entrega. 0 0 0 duros sequiar á los naturales y demás gastos del m o m e n t o .000 piedras chispa. y después de dejar á su paso p o r la p o r t u guesa del P r í n c i p e á ' 7 i enfermos y cuatro muertos. v o r a . 2. y p o r evitar el que huyesen al interior c o m o lo cían á la presencia de las tropas y b u q u e s allí surtos. cirujanos y varios car- obreros con. 4 0 . victoreando al R e y por siete v e c e s . sus respectivas herramientas. dos capellanes. OCUPACIÓN Abril v otros autores ESPAÑOLA . T o m a r o n posesión oficial de la isla el dia 2 4 del m i s m o mes. f o n d e a n d o en una hermosa ensenada á que dieron el n o m b r e de San que era el del R e y de E s p a ñ a . E l dia 25 salieron para tomar posesión oficial de la isla de A n n o b ó n . 4 0 tiendas de campaña. 30 fusiles. con sus cajas de instrumentos y do dos medicinas y además los necesarios para un año do p e r m a n e n c i a cada una. que de la la no les artihabandera española en presencia de las autoridades guesas de marina que eran las que hacían h a c i e n d o las salvas de o r d e n a n z a por el susto portuCarlos. pero c o m o los n e g r o s (1) Usera o p i n a p o r q u e fué el l o de el 2 1 . — N . l l e g a ron á la isla el dia 20 de N o v i e m b r e . víveres para tres meses ra dos c o m p a ñ í a s de infantería do' 5 0 hombres 2 0 artilleros con un oficial. del A .— 500 — 100 quintales de de de pólviaje pa- 1Ü0 botes de metralla. llevando á g o de un empleado de contaduría 1 0 0 . causaban á los negros indígenas el estruendo llería. 0 0 0 cartuchos de fusil. Esta e x p e d i c i ó n no p u d o salir p o r efecto del mal po hasta el dia 17 de A b r i l de 1778 (1) llegando la íi isla n a n d o P ó o después de b a b o r hecho escala en para o b - tiemFerdel P r í n c i p e el dia 21 del mes de O c t u b r e .

ni violentar á los del país. en n ú m e r o de 3 . tomó el m a n d o de la e x p e d i c i ó n del G o l f o de G u i n e a el teniente c o r o n e l de artillería D . Muerto el b r i g a d i e r teniente coronel del regimiento i n fantería de Sevilla de las tropas españolas en B u e n o s . para t o m a r de A n n o b o n . a t e n d i d o á que d e 5 4 7 hombres q u e formaban la e x p e d i c i ó n . le i n en u n dultó p o r Real orden de 2 5 de M a y o de 1 7 8 5 . tomándolas en c o n s i d e r a c i ó n .indígenas. que arrestando á P r i m o de R i v e r a se h i cieron á la vela. M. ACTO DE REVELION plazo tan corto c o m o el que estuvieron para las tomas d e los restantes e s t a - . la cual le fué entregada c o n las f o r m a l i d a d e s estipuladas p o r el capitán de la marina portuguesa C a e t a no de Castro. habían muerto 3 7 0 h o m b r e s . Recibidas éstas disgustos salió de F e r n a n d o P ó o después d e m i l posesión las circunstancias posesión p o r entonces este hasta favoreciesen importante O c t u b r e d e 1 7 7 7 se le dieron instrucciones desde el R e a j c o n sus p r o p i o s soldados. se opusieron á dejar de ser portugueses. el c o n d e de A r g e l e j o s . llegaron á M o n t e v i d e o . J o a orden de 2 0 d e quin P r i m o de R i v e r a . Este sargento acudió al R e y manifestando las causas de su c o n d u c t a . y S. se a c o r d ó r e e m b a r . 0 0 0 .A i r e s . posesión. p r o v o c a n d o un tumulto que n o era polític o reprimir.. car á la gente y n o tomar que acto. y p o r fin. después de incidentes e x t r a ñ o s á este asunto. pero las enfermedades que tanto en esta isla c o m o en la de F e r n a n d o P ó o venían d i e z m a n d o á los e x pedicionarios y la sublevación que c o n este m o t i v o p r o v o có entre las tropas el sargento Jerónimo Martin p o r fin del año de 1 7 8 2 . al q u e p o r Real sitio de San L o r e n z o .

pero los ingleses. después de r e c o j e r de S i e rra L e o n a ros preparar una c o m p a ñ í a de pasase á la residencia de tropas africanas y los o b r e Póo para edificar y procurando prohibiendo aquel tribunal. (1) y (1) N o m b r e q u e d a b a n al p i c o m á s e l e v a d o de la i s l a . lín la c i m a d e esta m o n t a ñ a . con el dedicarse á atraer las volunta- en que h o y está Santa Isabel. claro es que no capitán Sir R i c a r d o 27 de Junio con fecha del mismo tuvo mas que llegar. so pretexto de establecer en la de F e r n a n d o P ó o el tribunal contra la trata do negros. el que fué el n o m b r a d o año. Fernando atraerse la voluntad pecie con de los indígenas. 503 los n u l o s trabajos que fuerzas para D e s d e esta é p o c a no se v o l v i ó á o c u p a r E s p a ñ a de aquellas islas.a v i s o . c o n fecha tratando entre ambas de una traslación de d o m i n i o . o c u p a r el sitio que ellos edificaron.126 (3. que se eligiese un oficial de r e c o n o c i d a experiencia y discreción p a ra que en un b u q u e de guerra.ban enfermos y sin requería su posición. OCUPACIÓN INGLESA pies .t y sus tablas. lil d o c u m e n t o m á s i m p o r tante dice así: « M e m o r i a s d e las v i s i t a s a n t e r i o r e s q u o se han h e c h o al p i c o de f e m a n d o P ó o . n o m b r e de Clarence. se dispuso p o r el A l m i r a n 19 de E n e r o de 1 8 2 7 . naciones p o r ser más sana que Sierra L e o n a . y c u a n d o se estaba tazgo inglés.100 m e t r o s ) m e d i d o s p o r m í en 1877 c o n u n h i p s ó m e t r o Regnau'. cualquiera autoridad oficial en la isla. se e n c u e n t r a n e n t e r r a d o s v a r i o s d o c u m e n t o s en una b o t e l l a d e p o s i t a d a por l o s v i a j e r o s q u e h a n l l e g a d o á a q u e l l o s p a r a j e s d e s i e r t o s . estar que entrase en tratados ó arreglos políticos de ninguna esaquellos que pudieran c o n ejercicio de Owen. s e g ú n n o t a s q u e e x i s t e n en la b o t e l l a . pero necesarios. q u e t i e n e 11. después de mil tentativas. y c o m o ésta estaba abandonada p o r c o m p l e t o .

Maillot. H a u b a n v AV. . p r o c u r a r o n con paso firme y c a u t e l o sos cuidados enterarse de la situación y circunstancias de cuanto allí tenía España. F. 1802 — D r . R i c a r d o P o v e l . M a n u e l Corsini. 18(j'2 — l o d o A b r i l . Fernando A g u i l a r . material para 16 casas. N. — 1 3 de A b r i l . 1 8 7 7 . Harold o R e y l e t i . M a n u e l I r a d i c r y A u drés S t r a t h e r s . l i . y Robertson en 1 8 1 9 . M i g u e l B e n a v e n t e . R. A n s e l m o G a z u l l a . Pedro R o d r i g u e z y José Muñoz G a v i n a . José Estrada. todo lo medio de un preparado se apoderase Chvcn de F e r n a n d o P ó o . Luis García Tejero. así que el c o m o d o r o Bullen y el capitán Lavcson en 1 7 8 3 . Jlion H o l t y Andrés Strathers.cróf. — C a p . y n o se y n o t i c i a s de o t r a s q u e han d e s a p a r e c i d o pero c u y o r e c u e r d o se c o n s e r v a .—23 de Marzo. 1 8 0 1 . 1800 —A de A b r i l . perseverando en su obra. R o v . F r a n k W i l s o n . los gobernantes aquellas posesiones. B u r t o n y Jlion L a n g l a ' t . armas para infantería y piezas de regular calibre para la defensa del p u e r t o . H e n r y R o e . 1870 —VA de A b r i l . 1871 — 3 0 de D i c i e m b r e . AV. G e o T h o m s o n . 1862. 180:! — 1 2 da F e b r e r o .— sos — des de los n e g r o s . DEL A . OCUPACIÓN INGLESA . J u l i a n P e l l ó n y R o d r i g u e / . T. A n s e l m o G a z u l l a . Boornet y D. á pesar de la e n o r m e mortandad Ávidos que experimentaron los de este país de ingleses p o r arrebatarnos efecto de las calenturas. G u s t a v o Mam y f e o d o s i o N o e l i . T e o d o ñ o Noel i. l l e v a n d o en el navio Edén y en un trasporte varias piezas d e s m o n tadas de artillería para la construcción y artillado de un 10 fuerte. Esta e x p e d i c i ó n llegó á la isla el 27 de O c t u b r e . fueron los que prepararon su G o b i e r n o por los ánimos de los negros y expusieron á cual les indujo á que mano hábilmente las ventajas de la posición para el c o m e r c i o verdadero g o l p e de y protección do sus buques. » 1810 — VA G o b e r n a d o r Bee.

— 504 — continuará este punto p o r no convenir al objeto. pero España carecía de establecimientos c o m o los de Sierra L e o n a y de' los recursos pecuniarios que son siempre necesarios para el planteo. instalando en ella el t r i b u n a l m i x t o contra la trata. y trató de cubrir su al español las instrucciones responsabilidad al capitán ante E u r o p a . E n este estado las cosas. Fernando Póo A n n o b ó n continuaba abandoen los o c u p a d o p o r los ingleses. y que desde allí se extendiesen p o r el continente africano del m i s m o m o d o que lo estaban h a c i e n d o los protestantes. E l g o b i e r n o inglés c o m p r e n d i ó su acto de fuerza s o b r e nuestras posesiones. y puertos de la costa africana que sostenían algun c o m e r c i o c o n E u r o p a . c o m u n i c a n d o c o n fecha 28 de Junio do 1 8 2 7 que h a b í a dado O w e n . d e s c o n o c í a n hasta bellón nacional. Mientras esto acontecía trataba de organizar en la en F e r n a n d o P ó o . dando á la isla t o d o el carácter ingles que aún conserva y conservará en adelante mientras E s p a ñ a no p r o c e d a á su verdadera colonización eficaz. bastando s a b e r que desde esta fecha los ingleses o c u p a r o n nuestra posesión. así es q u e t u v o que desistirse de tan importante empresa. que realmente era la única eme p o d í a haber dado algun fruto entre aquellas gentes. y que su objeto era solamente el que se c s t a b l c c i e RBSTITUCION los colores de nuestro p a - . en R o m a se isla do A n n o b o n una casa de de un modo resuelto y misioneros católicos que difundiesen la fé do Jesucristo e n tre aquellos p o b r e s é ignorantes salvajes. instalación y continuación de las p r i m e r o s pasos dados en tan importante asunto. Diferentes v e c e s se intentó esto. nado.

Gobierno español con f e c h a por la isla el que se permutase á F e r n a n d o c o n o c i d a también n e g o c i a c i o n e s más reconociderecho y de de grandes discusiones fué Inglaterra el incuestionable mejor más rios que tenía E s p a ñ a á las precitadas islas de A n n o b o n C r a b situada en el mar de las Antillas j u n t o á la isla española de P u e r t o . P e r o insistentes los ingleses en poseer á la s e g u n d a do estas islas y conservar en ella á la Junta m i x t a y á los d e pósitos de esclavos que p r o c e d í a n de las presas á los b a r cos negreros.— 505 - se c ó m o d a y decorosamente en F e r n a n d o P ó o la comisión m i x t a contra la trata negrera. cincuenta mil libras esterlinas ó sean cuatro milonos setecientos cincuenta mil reales p o r las dos islas de F e r n a n d o P ó o y de A n n o b o n y con fecha 17 de Julio del mismo año de PROPOSICIONES . y L l e g a el año de abandonadas nuestras los ingleses con fecha 4 de Julio de este año vuelven á insistir en sus anteriores propósitos y ofrecen á E s p a ñ a . C o n tal motivo E s p a ñ a entabló las enérgicas y después do oficialmente p o r Fernando Póo. 1839. p o r su clima y p o r estar frente á los desagües de los caudalosos del continente. p o r su m e j o r situación en el centro de la costa occidental del A f r i c a . hasta c u y a fecha continuaban posesiones del G o l f o de G u i n e a . c o m o así lo efectuaron en el siguiente año de 1832. á lo que nuestro G o b i e r n o se n e g ó terminantemente y c o n tal m o t i v o I n g l a t e r r a dio p o r teranunció que iba á retirar c\ minadas las n e g o c i a c i o n e s y tribunal y los depósitos de esclavos á Sierra L e o n a d o n d e antes había estado. propusieron al 20 de Octubre de 1S31 P ó o p o r la isla de V i e q u e s .R i c o .

en el año les permitiese establecer no p u e pontones de 18G2 pidieron al c o m o almacenes de c a r b o n para abastecer á sus buques á c u y a petición se a c c e d i ó . D. S r . N.K v a n s . c u y a p r o posición de venta se firmo con focha de 4 de A b r i l de 1841 p o r el G o b i e r n o español. y tanto las Cámaras c o m o la p r e n sa (1) de todas opiniones. siendo aceptada p o r el inglés en 2 9 de M a y o del mismo año. protestaron de semejantes p r o y e c t o s y con fecha 19 de A g o s t o del mismo año so c o m u nicó al G o b i e r n o inglés que se retiraban aquellas p r o p o siciones. c o n c l u y o el G o b i e r n o español por con-: las dos islas p o r la suma de sesenta mil libras esterlinas con destino al p a g o de los intereses de las obligaciones contraidas p o r E s p a ñ a en los t r a t a d o s de 12 de M a r z o de 1 8 2 3 y 28 de O c t u b r e de 1828. pero en v e z de aquellos almacenes flotantes lo que mandaron fué un navio do guerra c o n toda la dotación de c o m b a t o necesaria á su i m p o r t a n c i a de tal p r o c e d e r el G o b i e r n o español militar.e n e s t e a s u n t o . Entablan nuevas negociaciones con este objeto y sentir en la venta de de Junio de 18-10. E l dia 9 de Junio se dio cuenta á las Cortes españolas de estas n e g o c i a c i o n e s . e x i n i n i s t r o .— 5oe — 1 8 3 9 se les contestó p o r nuestro G o b i e r n o de un m o d o corona en 9 terminante que no se pensaba en d e s m e m b r a r ala de E s p a ñ a de aquellas posesiones. t o m ó una p a r t o a c t i v í s i m a . o p o n i é n d o s e c o n e n e r g í a á ia v e n t a do n u e s t r a s islas p o r un p u ñ a d o d e l i b r a s e s t e r l i n a s q u e a d e u d á b a m o s á la L e g i o n L a c y . PROPOSICIONES D E COMPRA . P e d r o K^aña. l l e n o de p a t r i o t i s m o . P e r o tan tenaces en poseer aquellas islas c o m o de formarse perfecta G o b i e r n o español que idea. DEL A . y en vista (1) FA E x c m o .

— SO? — retiró el permiso que había c o n c e d i d o con otro o b j e t o bien distinto. c u y a m e d i d a no dio el resultado que hubiera sido do desear.° de Octubre de 1842. E n vista de cuanto queda expuesto d u d a que en todos sentidos es E s p a ñ a no la cabe la única menor nación que es dueña y propietaria incuestionablemente de las islas de A n n o b o n y de F e r n a n d o P ó o . invitando á todas las personas y c o r p o r a c i o n e s que tuviesen antecedentes sobre este asunto que se sirviesen manifestarlos. e x p i d i ó la real orden de 1. p r o c e d i e r o n á la destrucción y q u e m a de las factorías que había. que dista de aquella unas 5 0 leguas. sin duda por lo p o c o frecuentado de aquellos mares y el temor que imprime la visita de aquellas bravias é inhospitalarias costas. de los dos Elobcycs y de los terrenos continentales desde el rio del C a m p o hasta el rio Clabon. U n suceso singular vino á dar motivo para que se p r a c ticase un reconocimiento sobre la costa de la b a h í a de C o riseo y de las costas inmediatas. V a á demostrarse del mismo m o d o que E s p a ñ a es i g u a l mente propietaria y exclusiva dueña de las islas de Coriseo. en tráfico desaparecieron de allí aquellos terrenos un y desde entonces los p o c o s españoles que mantenían en ellas a l g u n produciendo disgusto grandísimo entre los n e g r o s que fomentaban aquel c o m e r COUSION . E n efecto. E l Capitán inglés D e n m a n de acuerdo con el d o r D o h e s t y so pretexto de serles necesario g r a n d e c i m i e n t o de la C o l o n i a de Sierra L e o n a Gobernael enel poseer para los terrenos inmediatos al Rio Gallinas. descoso el G o b i e r n o español de c o n o c e r bien las posesiones del G o l f o de Gíniñea.

á c u y o un asiento A l llegar á tierra le señalaron que mientras como que aquellas de no querían tratos c o n estos p o r q u e no les p a g a b a n lo que llepro sentaban. E l G o b i e r n o español trató de inquirir las causas de e s tos sucesos y al efecto mandó á D . 15 de M a r z o de 1 8 4 3 . validos de este protesto incendiaron los ingleses españoles costas no perteneciesen directamente y ñolas p o r q u e seguirían la misma suerte parte intelas del rio establecerse factorías espa- que habían c o l o c a d o bajo una palmera y al sentarse t o d o s NUEVAS OCUPACIONES . Comenzadas las investigaciones. A l siguiente dia. no p o d í a n Gallinas. su g a n a n c i a y c o m o d i dades relativas á su c o n d i c i ó n . la marino militar de r e c o n o c i d a instrucción.— sos — ció y tenían. que los del país v a b a n . c o m o es consiguiente. avisaron al señor L e r e n a que le esperaban en la playa más de 5 0 0 personas. especialmente los que nada les habían h e c h o . Juan J o s é de Lerena. cabezas de familia que deseaban verle y deseo accedió. U n cañonazo anunció á los habitantes de Coriseo la lleg a d a de un b u q u e de guerra español y en seguida salió hizo el servicio do p r á c donde pudo anel punto una c a n o a c u y o patron B o n c o r o tico y c o n d u j o al b u q u e hasta vela y dando vista á la isla de Coriseo el dia 14 de M a r z o clar c ó m o d a m e n t e y á resguardo de los v i e n t o s . haciéndose á de 1843 á las d o c e y media de la mañana. A l propio tiempo manifestaron grante de España. razón p o r la que les hacían fuego c u a n d o se aquellos establecimientos. resultó quo los naturales manifestaron que los españoles no se h a b í a n m e z c l a d o nunca en cuestiones c o n los ingleses. hablarle.

de la isla de de 4 0 Coriseo dos hombres. eje. Bapucus. Vicos. c u y a superficie es c o m o la de E s p a ñ a . sí. :i Isabel I I . que quiere decir en a q u e llos idiomas. y ser todos ellos españoles desde aquel m o m e n t o . que si tenían p ó l v o r a y fusiles no consentirían que los ingleses saltasen en tierra p o r que todo se lo llevaban. capitán T e r m i n a d a esta espontánea anexión regresó el OCUPACIÓN cuan- . Va1 eugues y Vengas. eje. unánime y g e neral por parto de todos los cabezas de familia de los reinos de Moltoma. E n seguida se r e c o r r i ó toda la isla y los sitios en d o n d e habían existido factorías españolas incendiadas p o r los i n gleses. E l dia 17 se les libró carta de a n e x i ó n y nacionalidad española á todos sus habitantes y el n o m b r a m i e n t o de p r á c ticos y jefes de las dos partes de la isla á los fieles n e g r o s Boncoro y Jorge. colocas á las mujeres y á todos se les dio a g u a r asta-bandera botes pies de altas. Mazenigos. el Sr. Entonces se les repartió tabaco en hoja á los cigarros puros diente en copas de cristal. y al S. á lo q u e unánimemente contestaron á una v o z y sin vacilar gé. se r o n al N. que querían ser españoles y que bleciesen allí para comerciar. agasajando á los habitantes de la aldea y á tos encontraron en las costas. Cumies.formaron al rededor de él y le manifestaron por conducse esta- to de B o n c o r o . E n vista de esta actitud tan espontánea. sí. A l siguiente dia 16. sí. d o n d e se arbolaron banderas españode las repartiendo otras muchas para los diferentes los prácticos. L e r e n a les preguntó si querían r e c o n o c e r p o r su R e i n a y Soberana á D .

uso de mediano aunque de escolantes condiciones. toda vez que bergantín de guerra Xervion para luchar do 14 cañones.150 dias salido del F e r r o l y había p e r m a n e c i d o 40 dias en las aguas del g o l fo de Guinea y Bahía do Coriseo y 101 n a v e g a n d o sin h a ber perdido ni un sólo h o m b r o . 17 do M a r z o do l<S4i). los rcinezuelos de Aío/ioina. D e s d e esta m e m o r a b l e época pertenecen á España su libérrima voluntad y p o r todo el m u n d o c o n o c i d a . p o r la de margen izquierda del Ido del Campo. OCUPACIÓN mis- particular la . el de Viro*. son asimismo de E s p a ñ a p o r pertenecer á ellos y haberse a n e x i o n a d o con los mos sin que j a m á s haya o c u r r i d o sobre esto más p e q u e ñ a duda. nadie ha puesto en duda nuestros derechos á los paises m e n c i o n a d o s y términos y a relatados y como los islotes do que ni nadie puede ponerlos ante una a n e x i ó n hecha en la f o r m a Elobey so en hay grande y chico'. la isla de Coriseo verificó la anexión y todas las demás isletas donde Vcdeiajues y el de Ve» ¡jas que limita al S. estaba en á la vela c o n los vientos y las corrientes maniobrar sobre aquellos mares. Lerena. y así sucesivamente el Bajrueus. que sig u e el anterior reino p o r el S . por cubierta civilizado re- limitado al N. lo cual es m u y notable tanto tiempo. el de L a v a l . 510 — Ma- llegando á C á d i z el dia 15 de quo había y o de 1S4Í5 cuando hacía . c u y o en la n a v e g a c i ó n se hizo en el buque. con la margen derecha del lila la costa de estos pequeños reinos.— ríe navio Sr. el de Alazanejos. D e s d e esta fecha. el de Cambes. el de Gabon. en los que p o r su latitud no es p o s i b l e q u e los marineros b l a n c o s puedan sin grandes fatigas.

resultó «pie aquellos cuatro pueblos que constituyen la v e c i n d a d de San Juan no pertenecían á ningún reino emigrados de las mismas tribus de C o r i s e o . Pasando p o r alto todos los accidentes de la e x p e d i c i ó n . de que y a se ha hecho mérito y B o n c o r o que lo era de situados bían nia de en el Cabo los territorios de los la de San entro de en Juan. con expidió nueva carta de el nacionalidad dificulChaproclamaban y de que Cabo eran Gobernador comprendiendo OCUPACIÓN . M . de Cádiz una expediVascoy podon siguientes: v a p o r Xí'ítc. entre práctico gentes so titulaba R e y porque realmente era hijo del R e y Coriseanos cuatro los que isla cuales solicino haceremoCoriseo pasara y á tando la i n c o r p o r a c i ó n á España sido la representados anexión pueblecillos constituyeron de suyo la asamblea do los cabezas general familias en la hermano al propio tiempo pidió que bel I I .E n 1. de que eran libres y que su anexión no podía en ningún tiempo ofrecer reclamaciones ni tades y que los habitantes espontáneamente á E s p a ñ a y se llamaban españoles. colonización planteada y demás circunstancias chico que el en Ferespasus nando P ó o y A n n o b o n . sólo se indicará que al j e f e ñol se le presentó en la isla de E l o b e y B o n c o r o . que fué n o m b r a d o G o b e r n a d o r do las sesiones españolas de G u i n e a . goleta Carhnjenera al mando del capitán de fragata Carlos Chacon. la reina Doña Isa- Hechas las oportunas averiguaciones. bcrgantin Gravin i.z de Bullion. pues. E n vista.) Je A b r i l de 1858 salió ción compuesta de los b u q u e s barca Sania ufaría. un España para besar las manos á S.

D e m o s t r a d o no sólo p o r la libérrima indígenas que aquellos territorios E s p a ñ a . pues la goleta que le c o n d u c e da un paseo p o r llos casi o l v i d a d o s dominios. disidencias Chacon persoconun nombró á Boncoro I I . haciéndose visita solamente c u a n d o se efectúa el relevo del G o b e r n a dor. tinentales é islas a d y a c e n t e s . E n fin de 1859 se construyó antes les había librado D .—N. Juan José de L c r c n a . OCUPACIÓN . DEL A . fundado sin duda en que á la muerte ro I I . T e n i e n t e . y Iradier. de alguna D. una sola lancha máquina del perímetro de la isla de F e r n a n d o P ó o . sino también p o r q u e j a m á s diendo de los límites que quiere dar voluntad do son los de de aque- continentales nación el Sr. quedando sólo para representar á incapaz p o r su tamaño y fuerza de tamtan salir la aquella España de para estación vapor extensos c o m o lejanos países. p o c o se verifica h o y p o r la supresión de naval.— 518 — propio tiempo con la que aquellos p u e b l o s y r e c o g i e n d o al Con este m o t i v o y para evitar nas que no fuesen del país. de E u r o p a ni de A m é r i c a lo han puesto en duda. que fué el dia 23 de D i c i e m b r e prescinManuel Boncono acla- 1874 (1) Fué trasportado al islote Elobey y establecido en él un puesto militar en 1885.G o b e r n a d o r de Coriseo y sus territorios en la isla de Coriseo p e q u e ñ o edificio destinado para el alojamiento de un destacamento español el cual ha p e r m a n e c i d o dó retirar en definitiva dejando los allí r e l e v á n d o se de cual en manver á se cada tres meses hasta E n e r o de 1 8 7 5 (1) que naturales la nuestras tropas sino c u a n d o la goleta estacionada en F e r n a n d o P ó o hacía su correspondiente visita.

pañía de Jesús. y que se anexionasen por no de Yongo y Combo situados á ambas orillas del rio acaso por m u c h o tiempo en el país á B o n c o r o I I I . y han extendido numerosos nombramientos d e n u e v o s r é g u l o s . el país del Muni mediante y c o m o quiera que contratos c e l e comarcas brados con los jefes indígenas que poseen estas la adquisición fué hecha en virtud do (2) lis c i e r t o q u e y o fijé e s t o s l í m i t e s . le hizo poseer para lo que es compatriotas. Vico y Masango P u n t a lleude en cl N. LIMITES . hasta el desagüe del Ilio reinos Imama de en cuyos límites son desde los los haber en pueblos Muni. (1) Posteriormente y en diferentes aquel instrucción m u y superior al que poseen sus razón que fué educado p o r los misioneros españoles de la Marina todo lo país. adquirimos para E s paña y á n o m b r e de la S o c i e d a d de Africanistas. tanto Jos c o han r e n o v a d o mandantes de los b u q u e s de guerra española c o m o los G o bernadores de F e r n a n d o P ó o ó de E l o b e y cían de ellas p o r habérseles algunas cartas de n a c i o n a l i d a d española á j e f e s que c a r e extraviado las anteriores. L a s c o n s i d e r a c i o n e s q u e se c i t a n h u e l g a n p o r c o m p l e t o — N . un grado semisalvajcs ocasiones. p e r o lia de t e n e r s e p r e s e n t e (pie l i a b l e de l í m i t e s d e h e c h o y no de d e r e c h o . Vedcngue. y después sirvió en nuestra tando con tal motivo á E u r o p a y A m é r i c a . E n los últimos meses del año 1 8 8 4 . con un fondo de territorio limitado p o r esto no quiere decir que no reinezuclos indicados.marón p o r su j e f e á su hijo U k a m b a l a c o m o le llaman en el país ó sea Manuel B o n c o r o I I I más que los Venga. demás visto á Comvisicual de el S. el d o c t o r Ossorio y y o . del A .

Bernabé G i m é n e z . nuestra adquisición se halla por c o m p l e t o visoria de aguas quo dentro do las L e y e s y al a b r i g o de separa la c u e n c a del rio M u n d a y P ó o Sr. ante el E s c r i b a n o N o t a rio de F e r n a n d o P ó o D . el G o b e r n a d o r do F e r n a n d o P ó o clió traslado de esta comunicación Ship Company que ciembre. D .n o v e n ta escrituras de contratos celebrados con los jefes del país del Muni en virtud de las cuales España y una cedían su soberanía á extensa c o m u n i c a c i ó n en la que le d a b a cuenta de las anexiones de territorios quo en n o m b r e de la S o c i e d a d de Africanistas y Colonistas de Madrid habíamos verificado en la c u e n c a del rio Muni. que dio fé d o ellos. NUEVA OCUPACIÓN . E l límite Sur de estas anexiones fué la diMuni de la del G a b o n . Salvador Guinea. siendo tan grande el entusiasmo que por España gentes que uno de los oficiales de aquella goleta (1) escri(1) D. A n t o n i o Cano toda discusión.— 514 - la libérrima voluntad do los jefes. E n 13 de D i c i e m b r e de 1884. recibió en la entrada Africanistas. con la asignación do sueldos y demás f o r m a l i d a d e s legales que se exigen en estos casos. E l G o b e r n a d o r de F e r n a n d o recibió de mis manos en 27 de N o v i e m b r e de 1884. que se presentaron con sus demostraron aquellas del rio Muni á varios jefes pertenecientes la Sociedad de correspondientes documentos y banderas. E l 17 do D i c i e m b r e Ligera 188-1.el comandante de la goleta á territorios de al Ministerio do Ultramar enviándola p o r el v a p o r inglés Niger de la Compañía A f r i c a n a Steam( A l e x Sinclair 31 James street-Liverpool) salió de F e r n a n d o P ó o el 2Í) del mismo mes de D i - de estación en F e r n a n d o P ó o .

una comunicación los firmada de E n e r o de 1885) recibió el nuevo G o b e r n a d o r le daba cuenta de á España. n u e v o s territorios que habíamos a n e x i o n a d o i n c l u y é n d o l e una lista de los j e de c u y a c o m u n i c a c i ó n dio t a m bién cuenta al G o b i e r n o . D i c h o G o b e r n a d o r Sr." de 1 8 8 5 . José Montes de mí y en la que jos sometidos Oca. Montes de Oca declaró oficial la anexión del territorio del Muni en F e b r e r o de 1885 y r e frendó los d o c u m e n t o s que h a b í a m o s o t o r g a d o á los j e f e s indígenas é i n c o r p o r ó á E s p a ñ a el territorio de treinta j e fes en el rio X o y a . Sr. E l 10 de A b r i l Ministros 1. D e todo lo cual dio cuenta también al Gobierno. cuentas de gastos de la e x p e d i c i ó n . la Memoria y. A la llegada á F e r n a n d o P ó o de la corbeta de guerra rnlfoiaÇ'N 1). El comandante Sr.. Presidente del Consejo de Tina c o m u n i c a c i ó n en la que se pedía: (¿no se declarase subditos españoles á los noventa COMUNICACIÓN . la S o c i e d a d de Africanistas y Colonistas dirigió al E x c r a o ..bió on su libro de Memorias " tenidos por la Comisión P o r estas manifestaciones p o d e m o s apreciar el v e r d a d e r o valor do los resultados o b de la Sociedad de Africanistas y Colonistas que afortunadamente ha asegurado nuestros d o minios en el Muni y sus afluentes. E n l o de F e b r e r o de 1885 di cuenta á la S o c i e d a d de de las anexiones que h a b í a m o s copias legalizade a n e x i ó n cele- Africanistas y Colonistas das de noventa verificado en el rio M u n i . y entregué las escrituras de contratos b r a d o s c o n los jefes indígenas de dicho país del M u n i . AValdo Perez dio cuenta al Fepor G o b e r n a d o r de F e r n a n d o P ó o de este acontecimiento. I).

U t o n g o . 2. la Sociedad Geográfica de Madrid elevó una exposición al E x c m o . U t a m b o n i PETICIÓN . al Norte con la divisoria de aguas de los rios Benito y Muni y al Sur con la divisoria de los rios M u n d a y G a b o n y Muni y G a b o n ." á la Nación en la lista que se a c o m p a ñ a . Ossorio y por mí con los jefes de las tribus que pueblan los territo. de la pidiendo que activase las gestiones el Cabo Santa para la reivindicación del litoral del Golfo de G u i n e a dese m b o c a d u r a del rio C a m p o hasta Africanistas y que Clara. ó bien. Congoa. Ministro do Ultramar los noventa tratad o s celebrados en N o v i e m b r e último p o r el D r .° Q u e se notifique á las potencias la a n e x i ó n á E s paña de los territorios y tribus de que queda hecho mérito y c u y o conjunto linda al Este con la vertiente oriental de la Sierra del Cristal. y la Muni-Benito al N. la divisoria M u n d a . rios de los rios Muni.G a b o n al S.jefes c o m p r e n d i d o s porar ellos. que se extienda á ellos la j u r i s d i c i o n del s u b . E n 2G de M a y o de 1 8 8 5 . Presidente del Consejo de Ministros. é i n c o r española los territorios o c u p a d o s p o r Que so constituya en esos territorios un s u b g o b i e r - no dependiente de la autoridad superior de F e r n a n d o P ó o . si esto fuere suficiente para los efectos i n t e r n a c i o nales. E l 12 de A g o s t o de 1885 una comisión de la Junta D i rectiva de la Sociedad española de Africanistas y Colonistas entregó al Sr.g o b e r nador de Coriseo. que no demorase su sanción á las adquisiciones de la Sociedad de declarase formalmente sobre los territodesde luego el protectorado de E s p a ñ a rios c o m p r e n d i d o s entre la Sierra de Cristal al E . N o y a . Sr. . 3.

el curso del rio C a m p o al Norte. Después de verificada la anexión á E s p a ñ a de la c u e n ca del Muni. de c u y o país tuve que retirarme p o r el g r a v e estado de mí salud. mediante contratos c e lebrados con los jefes indígenas y en virtud de su l i b é r r i ma voluntad puesto que eran independientes hasta esa f e cha. bijas y de territorio de más de c i n - cuenta mil kilómetros cuadrados. Montes de Oca. al Oeste y un Noya-Gabon comprendidos al Sur. r e c o r r í a el del rio Campo y Benito obteniendo p o r tratados la soberanía de muchos jefes indígenas á q u i e nes dejó d o c u m e n t o s y banderas. mosecties. En resumen: la S o c i e d a d española de Africanistas y C o lonistas ha obtenido para España. llegaron á la S i e rra del Cristal y v o l v i e r o n p o r el rio Benito.B a ñ e etc. a n e x i o n a n d o á España nuevas tribus y nuevos territorios i n d e p e n d i e n tes del interior en los meses de A g o s t o . Setiembre y O c t u b r e de 1 8 8 5 . á fin de que sirvieran de justificantes á la c o m u nicación que la misma S o c i e d a d dirigió en 10 de A b r i l último al E x c m o . RESUMEN . Sr. penetraron en el país Presidente del Consejo de Minis- regado p o r el rio Muni y sus afluentes. las lonentre. Ossorio el curso que en Enero de 1886.}()" de gitud del meridiano bundemas. binchas. súlioras. L a s tribus que ¡tennis. ocupan una extensión viüengim. pámues. los territorios del interior de A f r i c a Munda-Gabon costas y Muni G a b o n . sekianis. que habitan estas comarcas son vicos. mientras D r . dibues. üssorio y el G o b e r n a d o r de F e r n a n d o P ó o Sr. de la isla de H i e r r o . tros. la divisoria de aguas españolas límite aún no demarca- do con exactitud al Oeste pero que alcanza al . el D r .

Tribus. del rio M u n d a . n 2 4 Octubre 1772 26 Noviembre 1 7 7 2 8 4 3 1: Marzo 1 Ídem Ídem. . r 6. Vengas. Isla de A n o bon Territorio del rio del C a m p o .650 Ebelle. de la bahía de Bata. 2. 17 E l o b e y p e q u e ñ o G Bo eb lo ób ek rn au de o. . TI Boko. . Eyo. Dikes. i m p o r t a n (. . TOTAL. más Autoridad.? 35 !) Isla de F e r n a n d o P ó o . ? ? Bata. del M u n i 5 0 2 km. . Id. 680 Sotóme.<• Población de Fecha anexión. Mohomas. Ídem. Ukoko.071 17 Santa I s a b e l . Indigenss. Id. Venps. Venjas. B i j a s . ídem. ! \ t ï e n ^. Islas de Coriseo y E l o b e y . Id. del c a b o San Juan . Sumies. 1. . español antes de 1884. ídem. i j ( Buhis. Gobernador . . . Id. . de la bahíaí L del M a n i 2 0 8 k m . . Sesanis. „ Esunjas. ' Vicos. de Coriseo.6 lerrílorio Kilómetros cuadrados. San A n t o n i o .495 710 . lder. Momas. . 1 350 . .} S. Choli. B a P"™' Valenjues. Bonkoro.

territorio c anexionado 1884-86. Goola. del M o m b é . 1. 024 Badadi. Octubre Idem. Bijas.010 1. Gaadi. 2. P á m u e s . 18. llemus. del B a ñ e . Buhetias. 50. Utanga. Pámues. llemus. . 250 Biome. .280 Mayoemilangite. I d e m del B a j o U t a m b o n i . . Vicos. Gaandu.120 Botika. lS.TOOlEnan g á y e l a etc.300 Bía. I d e m del U n g o n g o . . Vicos-Pámues. . M o m b é Benito Id. I d e m del U t a m b o n i m e d i o . L a n y a . I d e m del A l t o U t a m b o n i . 1. Pámues. Bedekaki. . . Cliucu. Vicos. X a m a etc. . Bunderaus. Vicos-Pámues. D i k e l a n i etc. Besse. Benito.000 Enero'lSSG. .050 1. Bujebas. . Mangómue. Anosto á OctubrelSS T OTAL. Bá. Vidoko. 1.000 E l u m a etc. . llemus.004 1. I d e m del M o a I d e m del N o y a I d e m del Muni Id. . Ikopn. Cojo. í d e m Paluviole í d e m de Bá. n . Yambique. Bá. I d e m del U t o n g o Ü28 1. à lispaña por la Sociedad de ¿africanistas en T e r r i t o r i o del C o n g o a . . del C a m p o . Vicos. .488 Mabenye.080 Mugues.040 1. Vicos. Pámues. Vicos-Pámues.

- 580 España. . sus territorios del G o l f o d e G u i n e a con prioridad á Prescindiré que en esta á las ocasión de la isla de F e r n a n d o P ó o y me limitaré son el objeto E n muchas ocasiones los habitantes del territorio español desde el rio C a m p o hasta la bahía de Coriseo han p e dido la intervención de la goleta de guerra do comerciales de extranjeros castigar á los delincuentes siempre á las A u t o r i d a d e s justicia. C o n este m o t i v o se presentaron ADMINISTRíCION DE nacional D . dras defendió en la bahía d e Coriseo. de guerra i n - buques JUSTICIA . los intereses m e liWaL a goleta do un establecidos y españolas Fernando P ó o para arreglar sus diferencias. L a C o m p a ñ í a inglesa de navegación p o r la costa de la bahía de Coriseo y fué saqueado vengas. creo Senda Teresa defendió en la costa entre el Benito y el C a m p o los intereses d e varios c o m e r c i a n t e s extranjeros y este territorio á pagar una i n d e m n i z a c i ó n . A d m i n i s t r a c i ó n de j u s t i c i a . A n t o n i o T r i l l o s . siendo D . p a r a p r o t e g e r intereses en el país y para encontrando á hacer malhechores. vicos y valengues. Pantaloon L o p e z A y l l o n . o b l i g a n d o á los naturales de occi- dental de Africa. en otras A h o r a veamos los actos que ha verificado Naciones. dispuestas Gobernador capitán que la un inglés que fué apresado y maltratado p o r los v e n g a s . otras posesiones del Golfo de Guinea de este libro. p e r d i ó uno de sus vapores en la entrada p o r los b a p u k u s . Son muchísimos los casos que p o d r í a citar pero mitaré á enumerar los más importantes. Otra goleta de estación en F e r n a n d o P ó o .

L o s alemanes en vista pidieron auxilio al G o b e r n a d o r de F e r n a n d o En Octubre de arregló los asuntos.— 581 — gloses y franceses pero r e c o n o c i e n d o á estas tribus c o m o españolas comprendieron. que nuestras Autoridades fuego eran sobre á los las que en derecho debían hacer justicia y se retiraron de la bahía. acorraló á las tribus y nuestro en el G o l f o de Guinea aplicó severísimos representante castigos p r o m o v e d o r e s del abordaje dado al b u q u e inglés. arreglando rencias entre los indígenas y haciendo presos y do á los c u l p a b l e s . E n los meses do A b r i l á A g o s t o de 1 8 8 5 . el G o b e r n a d o r español dispuso que Strohom que el r e y cuarenta al un criminal que había las Lidife- castigan- G a a n d u del rio Muni le había r o b a d o un b o t e c a r g a d o de marineros atacasen los pueblos de aquel rey á fin de r e s catar lo r o b a d o y defender los intereses de los extranjeros establecidos en nuestros territorios. 1 8 8 4 rescatamos los D e l e g a d o s de la casa inS o c i e d a d de Africanistas. E l 2 2 de A g o s t o de 1885 atacaron nuestros marinos p u e b l o de Y o s t o d u para aprender dado muerte á su mujer. Nuestros marinos c u m ADMINISTR ACIÓN DE JUSTICIA . una considerable cantidad de mercancías robadas por los pámues del U t a m b o n i . p o r reclamación de la glesa de H a t t o n y C o k s o o n . E l 2 4 de Setiembre habiéndose q u e j a d o . en justicia y á satisfacción de todos. la goleta gera hizo muchos viajes p o r la costa. Mr. representante de la casa inglesa J h o n H o l t . de mercancías. L a goleta do guerra española hizo los rebeldes. E n 1870 o b l i g a r o n los vengas á los alemanes establedel Póo y motín éste cidos en E l o b e y á bajar á la mitad la tarifa de precios de los artículos europeos.

F r a n c i s c o V i n e n t p o r los An- E l no haberse desarrollado el c o m e r c i o español en estos países. al derecho de visita que se c o n c e d i ó á Inglaterra en 1 8 3 5 . continuando evangelizacion y Jesuítas. L o s primeros europeos que los pámues del rio N o y a comerciaron pory los los en este país fueron á seguida del descubrimiento. C o l e g i o s dejado de p r o d u c i r beneficios. Jaime N. pero naha die p o d r á negar nuestra prioridad de c o m e r c i o al q u e desenvuelto posteriormente F r a n c i a . las quienes llamaron á los españoles á este fin. comenzada entusiasmo P a r a demostrar con cuánto acogieron COMERCIO . M i g u e l N.- 5 •{ '2 — un nu- plicron estas órdenes después de haber sostenido trido fuego con los ladrones.sucedicndolcs los holandeses ingleses. Evaitgelizacioii. En en 1885 se instalaron enseñanza y Escuelas. D . recuerdan vengas son D . de la en el país d e s d e la 15 de Julio de 1 8 7 1 .—Instrucción. los tugueses y españoles. Comercio.. o b e d e c e á una causa de todos c o n o c i d a . que si bien no dieron todo el resultado que se esperaba no p o r también nuestros por misioneros la los o b r a de Padres los Cabo San Juan y Coriseo. A n t o n i o C u c a . tonio trillos y otros en épocas más recientes. Baltasar Simó y D . esto han F u n d a r o n templos. D . E l 10 de D i c i e m b r e la tas cuestiones suscitadas Autoridad entre española de E l o b e y violen- arregla con sujeción á las leyes de la Colonia. L o s comerciantes españoles que años 1 8 3 4 ó 1 8 3 5 . y D . Compañía de Jesús se establecieron instalación de la C o l o n i a hasta el L o s P P . D .

" P r e p a r a d a s y a convenientemente las cosas „secretario y un catequista para Gabon que „ I s a b e l m e e m b a r q u e en la n o c h e del 27 de M a y o . de aquella que y „habíamos general llenó de liique á manisimpadonde una hora tierra. les y a comenzaron „presentársenos los principales „ e l v e r en su p l a y a misioneros f e s t á n d o n o s todos la gran satisfacción „ q u e permaneciésemos allí j o s y allegados del R e y sin pasar O tambo causaba Un españoles más rogándonos adelante. P . „ p o c o más tarde vinieron con la misma pretension los h i que manda en -aquél del m e impofué „ p a í s . Bessierus O b i s p o de Calípolis c a r i o A p o s t ó l i c o de las dos Guineas. c o m o en la isla de Coriseo para con los españoles. D e s p u é s de una n a v e g a c i ó n de diez g a m o s á G a b o n . A l segundo „ u n a canoa que nos facilitó la „ c o m p a ñ í a de un sacerdote de misión de Gabon que „nuestra llegada (sábado 7 de Junio) nos e m b a r c a m o s la misma había „servirnos de intérprete. distante „unas 18 leguas. Martinez Sanz.preciso pasar en V e n g a el d o m i n g o : en una capillita que MISIONEROS .80 leguas y en d o n d e diariamente hay facilidad de pasar „ á Coriseo. A l l í fuimos recibidos amistosa y „dialmente p o r Mr. y todos se mostraban i n c o m o d a d o s c u a n d o j o r m o d o que nos era posible les hacíamos v e r la sibilidad en que nos encontrábamos de „ C o n estas visitas se pasó la tarde del sábado y complacerles.. y este viaje aunque penoso nos „ consuelo. pues encontramos tanto en ría Venga „ e i m o s escala.— 583 — copiaré una en dista dias y dia y relaSanta c o n mi unas llecorVide en en de vengas á nuestros primeros misioneros ción hecha p o r el E . c o n dirección á Coriseo. N o bien hacía desembarcado en Venga.. nos .

gun tiempo á esta parte p o r falta de sacerdotes estaba de alque la allí el „sirvan. P e r o la t r a partida seguía todavía agitándose „ l o r toda la tarde del d o m i n g o y en con de menos de mi cadel cuestión nues- bastante canoa. aunque abandonada. A nuestra salida do la capilla y a „ r e y Otambo a c o m p a ñ a d o como de unas v e i n t e j e t o que las recibidas el dia anterior. no echaron „firma y quedaron satisfeehos.."tiene alli la misión francesa. autorice les ofrezco „ a q u í una misión española tan pronto c o m o m e sea competentemente „trísimo Sr.. V i c a r i o A p o s t ó l i c o de las dos G u i n e a s „ y a jurisdicción esta costa corresponde. el Santo S a c r i f i c i o . celebramos nuestro intérprete y y o . y fínicamente p u d e „siguiente: " E l infrascrito superior „las instancias con que m e „ I b a j á y sus siibditos „ b l e siempre que me asedian de los conseguir de c a b a . resolvieron oponerse decididamente á nuestro e m „ m e permitiesen salir dejándoles p o r escrito la obligación la misión „islas españolas del Golfo de Guinea. Más sin personas: vino „ p o r demás sería decir que esta visita tenía el mismo o b tarde „tambien con igual solicitud el rey I b a j á de una „ v e e i n a . ..barque para Coriseo. cuando y a estábamos dentro de la „ g r u p o s vinieron á oponerse á nuestra nuevos marcha. " A este escrito de mano de mi secretario quisieron a ñ a "diese y o la señal do la Cruz.. alegando „ p a r a justificar esta oposición los serios temores q u e a b r i g a b a n de que fuésemos detenidos en Coriseo y n o se nos MISIONEROS . y c o m o t o d o s viesen mi negativa comarca apoque las convencer- l e de las justas y poderosísimas razones en que la . para v e r m e libre de reyes O t a m b o é establecer posiI'lusá cuel de V e n g a . la m a d r u g a d a „lúnes.

E l primer dia y gran „siguiente le empleamos en recorrer algunos amuedel parte pueblecitos desigde la ad- „ d e los muchos que hay en la isla y cuando c e r c i o r a d o y a „ d e que mis misioneros serían allí bien recibidos y n a d o el sitio más oportuno para la construcción para „casa é iglesia que eran los objetos principales q u e m e h a b í a n llevado á Coriseo.— 5«5 — se zanjó sugeto m u y y una permitiendo los principaá las nos rerelacionado llegamos eran infundamanifes- .Coriseo y l u e g o p u d i m o s c o n o c e r que no eran d o s los temores de los v é n g a n o s .permitiese v o l v e r . nada ó cinco de „ o c u r r i ó m e j o r que c o m p r a r desde luego una casa que cuatro MISIONES . Guillemar..de admitir „ á los americanos. Estos tienen en la isla cuatro estaciones „ricamente adornadas. p r i n c i p a l m e n t e desconfiando de nuestra venida. que diedisputa de bastante acalocon me pumis r a d a entre el S o r . P a r a calmar los la sinceridad misioneros.. servidas por otros tantos misioneros „ c u y a s casas aunque de madera son m u y buenas y „ b l a d a s con m u c h o lujo. V i c t o r i o y sus amigos. m e disponía r o n por de pronto lugar á una „ánimos dejándoles alguna prenda „ q u e se les ofrecía la venida de los „ d i e r a servir para habitación de regresar v e r t i m o s síntomas i n e q u í v o c o s de desconfianza. Esta dificultad l e s de V e n g a llamado V i c t o r i o .pero que al fin no habían p o d i d o m e n o s . „ viniese con nosotros hasta Coriseo uno de „ t a m b i e n en aquella isla. ¡Tan grandes „simpatías que las primeras familias de esta isla t a r o n hacia los españoles! Aquellas buenas gentes „aseguraron que por espacio de cinco años se habían „los que habían de ir de E s p a ñ a según les había sistido á admitir ninguna clase de misioneros esperando á ofrecido „el Sr. E n t r e d o c e .

„ c o m p a ñ e r o s y un local que pudiese convertirse en l l a . T o d o se hizo en p o c o más de dos „al efecto una de las mejores casas horas, que había que

capiy esdiBonIbajá igledique de-

eligiéndose visto, yo gran

„ a u n q u e esta medida no surtió todo el efecto m e r a b a sirvió m u c h o para que no „ficultad á nuestra partida, y se rey .,con que uno de los hijos del dieron difunto por

se opusiese

satisfechos Fernando

llamado á del rey y casa, el gran

„ c o r o , viniese con nosotros á G a b o n y luego „ P ó o . E l rey Otambo y los representantes .,no querían ser menos que los de Coriseo sia y demás dependencias necesarias

pretendieron establcci-

„ q u e allí c o m o en la isla dejase y o c o m p r a d a para de Xo

,,micnto de la misión española. Híceles notar la f e r e n c i a que había entre ellos y la isla „ p c r t e n e c e á la c o r o n a de E s p a ñ a . (1.) fué

Coriseo sus

menester

„más para que todos á una v o z me manifestasen ..hice sobre este particular las reflexiones que creí l i e n t e s , y el presbítero D . José „ d e la misión do G a b o n que ,.ver los inconvenientes que me podía M a r í a Pussol acompañaba, tener para remití cuando

d e o s de ser a g r e g a d o s cual los de Coriseo á E s p a ñ a . L e s convehizo una individuo les ellos

„determinación de esta clase. A pesar de todo „ e n su propósito: formulé un acta que „ G o b i e r n o de S. M. Y a al despedirnos

insistieron después al se estaba báen que

„ d a n d o fin á la sesión, el rey O t a m b o m e entregó su

culo,

insignia de la autoridad

que

ejerce

para yo

„muestra de rendimiento y sumisión le hiciese

llegar

(1) líl P , M a r t i n e z S a n z i g n o r a b a q u e a q u e l l a s g e n t e s españolas.
ANEXIÓN

eran

.,á los pies de S. M . la reina de España c o m o tuve „ n o r de hacerlo.,, f«nstos. Los que se han hecho

el h o -

en las Colonias del hijos y

G o l f o de Guinea son do gran consideración. V i n o E s p a ñ a siempre generosa proligando sus cosas. L o s 15 primeros meses regida por la Marina c o n p e r s o nal suficiente, se dedicó el G o b i e r n o de la Colonia á la o r ganización cu sentido E s p a ñ o l de la p o b l a c i ó n , y á la construcción de casas y edificios para el servicio de la A d ministración. L a Misión de B E , P P . Jesuítas que al mismo tiempo se estableció con toda la amplitud que quiso, e m p e z ó su plan y régimen para convertir á los indígenas, y atraer al g r e mio Católico á los Protestantes de varias sectas que todos los de la población. Parecióle p o c o al G o b i e r n o E s p a ñ o l lo que se hacía p o r las Colonias y considerando que estaba modestamente dotada de empleados y que estos eran de poca posesión en 1." de Setiembre do 1 8 5 9 . Grandes esperanzas tenía el G o b i e r n o nistro de la Guerra y Ultramar eran en bles á la expedición. Una ojeada de en estos territoextremo los favorarios pues la e x p e d i c i ó n Gándara y las seguridades del M i funcionarios gerarquía, envió una e x p e d i c i ó n al mando de un Brigadier q u e tomó eran riquezas, y sin estudio ni plan e m p e z ó á consumir ambas

que la c o m p o n í a n y del material que se remitió, demuestran los gastos que se iban á ocasionar, así c o m o que, v e r daderamente de utilidad para el país, solamente enviaban C o l o n o s y Misioneros; pero desgraciadamente
G A S T O S

sin

planes

53S

ni ideas a c e r c a de las condiciones higiénicas de estos países y de la riqueza que hay en ellos. N o p u e d o decir nada p o r ahora, de los p r i m e r o s nea, fomentar sus riquezas y favorecer to estado de las cantidades la raza estos gastos hechos para asegurar nuestro d o m i n i o en el G o l f o de G u i indígena, paises á prebasta con saber que fueron extraordinarios, p e r o el adjuninvertidas en contar desde la é p o c a en que e m p e z a r o n á formarse supuestos hasta que estos fueron

r e d u c i d o s p o r necesidad

de economías ala cantidad mínima de quinientas mil p e s e tas, demuestra evidentemente que E s p a ñ a á pesar de atravesar situaciones tristísimas que todos c o n o c e m o s , ha posesiones de Africa.
A Ñ O S . ['USUTAS.

he-

cho sacrificios do gran mérito p o r sostener y fomentar sus

1859 1800 1801 1802 1803 1804 1865 1866 1807 1868 1869 1870 1871 1872 1873 1874

1372892,00 1478774,25 1081743,10 1522809,40 1522800,00 1570600,00 1390140,00 1901015,00 1368702,50 1242115,00 700525,00 706525,00 706525,00 700525,00 706525,00 706525,00 ha

E n estos gastos no van incluidos los q u e la marina
GASTOS

5«0

--

efectuado para armamento de los b u q u e s que han v e n i d o destinados á estas Colonias. E n resumen p u e d o asegurar q u e España,- á contar año 1 7 7 7 hasta la fecha, lleva gastados más de millones de pesetas en sus posesiones nea y ha p e r d i d o m u y cerca de dos mil h o m b r e s rificó, durante la o c u p a c i ó n y en los trabajos de zacion y d e enseñanza. del cincuenta víctimas evanjeli-

del G o l f o d e G u i -

de las enfermedades del país, en las expediciones que v e -

Exploraciones científicas y estudios del país.
Sin tener en cuenta los valiosos estudios hechos en estos territorios del G o l f o de Guinea p o r los diversos G o b e r n a dores, p o r D . Julian P e l l ó n y R o d r i g u e z , p o r el v i z c o n d e de San R o m a n , p o r los R R . P P . Jesuitas, p o r D . J o s é S i dro y S u r g a y p o r otros españoles que lo han visitado completo p u e d o asegurar que la e x p l o r a c i ó n y el estudio entre el Cabo Esteras y el r i o C a m p o ,

de las islas de Coriseo, E l o b e y y territorio q u e se e x t i e n d e hasta una z o n a considerable del interior so debe á tres españoles entre los cuales tengo el honor de c o n t a r m e . Y estos estudios y estas e x p l o r a c i o n e s p o r la f o r m a que se verificaron considerable. Africa española. L o s más importantes principios del derecho internacional, sancionados p o r las p o t e n c i a s y que se refieren á la soberanía de un Estado sobre un t e rritorio cualquiera, son los siguientes: Descubrimiento: ciada {animo plícito, e x p l í c i t o .
'EXPLORACIONES

en

significan

un esfuerzo de patriotismo

prioridad, nacionalidad. — Posesión:

ini-

dominii),

prolongada.—Reconocimiento: i m -


Basada en estos

530


que son la norma para el americana del N O . y en la

principios,

respeto mutuo d é l o s pueblos, Inglaterra r e c o n o c i ó en 1789 los derechos de España sobre la costa en la cuestión N o o t h k a S u n d . Fundándose en la prioridad de descubrimiento posesión prolongada, p r o c l a m ó Rusia su soberanía sobre el

Norte de A m é r i c a y N E . de Asia. E n 1 8 2 7 , atendiendo el g o b i e r n o inglés á los d e r e c h o s de E s p a ñ a sobre F e r n a n d o P ó o , basados en la por tratado, fuerza. L o s Estados_ Unidos de A m é r i c a consiguieron do I n g l a terra el dominio del O r e g o n i n v o c a n d o prioridad brimiento, prioridad de posesión, etc. Maluinas, que perteney de posesión. descubridependende descuocupación, escusable y que tenía adquisición do etc., renunció á su posesión, p o c o todos los caracteres do un acto

P a r e c i d o hecho sucedió en 1 7 4 4 c u a n d o la G r a n Bretaña intentó apoderarse de las islas cían á E s p a ñ a
7

p o r derecho

de

descubrimiento

A einte años después, ocupadas estas islas por F r a n c i a , fueron devueltas á E s p a ñ a , que alegó prioridad miento g posición geográfica cia del territorio continental del Archipiélago hispano-americano. en 1870 y á facomo

El litigio de la isla B o l a m a fué resuelto g a d o prioridad miento. de descubrimiento,

v o r de Portugal y en contra de Inglaterra, por haber alede posesión reconoci-

L a misma suerte c u p o á Portugal en la cuestión L o r e n e o Marqués, y quedó prioridad beranos, soberana do esta parte reivindicaciones geográfica do Africa ele derechos con relación por soá de descubrimiento, reconocimiento,

situación

AFRICA

E S P A Ñ O L A

los dominios

portugueses

y prioridad

de iniciación

de pose-

sión, r e c o n o c i d o por F r a n c i a en 2 4 de Julio de 1 8 7 5 . E x c u s a d o es citar más detalles. E n la conciencia de t o dos está que España, envuelta en contiendas p o l í t i c a s , luchando atravesando una é p o c a de angustias horribles, en el p e r i g c o de su nado ni Golfo de gloriosa é inmensa órbita histórica, al olvido sus posesiones con desesperación p o r su propia existencia, no ha a b a n d o relegado africanas del Guinea; antes al contrario, ha gastado en ellas

sumas considerables, ha p e r d i d o en ellas hijos predilectos, ha e x t e n d i d o con más ó menos acierto los elementos civilizadores de que p o d í a disponer y ha defendido siempre y salvado de una catástrofe cierta los intereses de ingleses, franceses y alemanes establecidos en estas c o m a r c a s . P o r otra parte, las p u b l i c a c i o n e s extranjeras han r e c o n o c i d o siempre nuestros derechos completos, y así lo atestiguan Sir R a w s o n W . Geographical'Society, A b r i l 1885 1 8 8 4 . E l Export, Soeieté de (en parte). R a w s o n . Proceedings Journal des Débats, of the Royal N o v i e m b r e 1 8 8 4 . Reeue Geographic/tie, 29 Setiembre

órgano de la Union Central de G e o g r a f í a 20 Diciembre 1884. de París. Bulletin. Commerciale

comercial en A l e m a n i a . The Graphic, Geographie T o m . V I I , 1 8 8 4 - 8 5 , etc. etc.

D e t o d o lo e x p u e s t o se deducen c o n toda imparcialidad las conclusiones siguientes: i.° Q u e España es poseedora de la isla de Fernando P ó o y de A n n o b o n : P o r p r i o r i d a d de d e s c u b r i m i e n t o . — A d q u i s i c i ó n p o r tratado con P o r t u g a l . — O c u p a c i ó n . — P o s e s i ó n p r o l o n g a d a . — C o l o n i z a c i ó n . — R e c o n o c i m i e n t o de las potencias.
AFRICA ESPAÑOLA

2."

Q u e España es poseedora de toda la bahía de C o -

riseo y el territorio del C a b o San Juan: Prioridad de descubrimiento en r e l a c i ó n . — P r i o r i d a d de comercio.—Anexiones Ocupación.—Posesión nocimiento.—Situación minios. o.° Q u e España es poseedora de toda la costa desde el en r e l a c i ó n . — A n e x i o n e s rio del Campo hasta el C a b o San J u a n : Prioridad de descubrimiento demandadas por sus h a b i t a n t e s . — P r o p i e d a d del suelo de subditos e s p a ñ o l e s . — P r i o r i d a d de administración de justicia y defensa de intereses e x t r a n j e r o s . — R e c o n o c i m i e n t o . 4.° Q u e E s p a ñ a es poseedora de los territorios continentales del interior c o m p r e n d i d o s entre el rio C a m p o y la divisoria de aguas M u n d a , Muni, N o y a - G a b o n : P o r prioridad de d e s c u b r i m i e n t o . — P r i o r i d a d de estudio y exploración.—-Anexiones con relación á sus dominios. demandadas p o r sus habitantes.—Administración de j u s t i c i a . — S i t u a c i ó n geográfica demandadas por sus h a b i t a n t e s . — prolongada.—Civilización.—Recogeográfica c o n relación á sus d o -

F r a n c i a ha dicho que o b r á b a m o s de mala fe al a d q u i r i r territorios para E s p a ñ a nes en G u i n e a . R e c h a z o c o n todas mis fuerzas esta injusta inculpación. L a s anexiones las verificamos en 1 8 8 4 - 1 8 8 5 y E n e r o de 1886 y la Comisión internacional de Límites no e m p e z ó á funcionar hasta el 26 de A b r i l de 188(i. P o r lo tanto o b r a AFRICA ESPAÑOLA

en los momentos en que litigi aba

con esta N a c i ó n s o b r e cuestión de límites de sus p o s e s i o -

— 533


que nadie se atreverá pasión esque con-

mos en uso de un perfecto derecho le d o m i n a .

á negar si es que no quiere demostrar que alguna P e r o v a m o s á suponer que la Comisión tuviera funcionando desde 1 8 8 4 . E n virtud de qué derecho p o d í a F r a n c i a de

límites

impedir

^os españoles o c u p a s e n los territorios del interior del

tinente habitados p o r tribus libres é independientes y q u e no habían visto desde que se h i z o el m u n d o más e u r o p e o s que los D e l e g a d o s de la S o c i e d a d de Africanistas? taba en aquella é p o c a y continúa h o y se atrevería á decir que el su país en los momentos proceder que el viajero del viajero No e s Brazza francés á otra

adquiriendo para F r a n c i a territorios del interior? Y quién no era n o b l e , puesto que estaba verificando en ésta anexiones

discutía con

nación, la posición y figura de una linea, de un límite? E c h e F r a n c i a una mirada á la bahía de Coriseo y d i g a con franqueza la opinion que le merecen los actos que los suyos han verificado. V e a sus buques de se cuando nuestras goletas zarpaban V e a el Basilic, el Lapvade la Messangc, do el jMuni y nuestras hermosas islas, ciones de c a m b i o , de c o m p r a , obligando ¡Ab! Nadie que tiene tejado de vidrio debe tirar p i e d r a s al a g e n o . ¡Que siempre la irreflexión y la ligereza en el obrar han d a d o resultados fatales! ¿ Q u é quiere F r a n c i a ? ¿qué desea Francia?
ASUNTOS ENOJOSOS

guerra Lciuic

acercaraguas. visitanproposiy

de aquellas el haciendo

ofreciendo, a m e n a z a n d o

Francia?

¿qué

pide

534


suyas? rio son Que la en su

Q u e las islas de Coriseo y E l o b e y son

bahía de Coriseo es de su p r o p i e d a d ? Q u e el tiempos inmemoriales? Q u e Bata y el C a m p o dominio?

Muni y de

sus afluentes le pertenecen? Q u e el Benito lo adquirió

E n d ó n d e ; cuándo p o d r á demostrar sus derechos? El que un j e f e de la costa de Á f r i c a haya p e r d i d o la presente entreguen por una una tebanque en el carta de nacionalidad española ó no m o r , y el que á buenas ó á malas le

dera y un documento del que se saca

copia y en el no á

se diga. T o d o el país en veinte leguas á la r e d o n d a que este j e f e ejerce su d o m i n i o (el p o b r e j e f e más que en su aldea que se c o m p o n e de media chozas) es nuestro. N o s o t r o s tenemos les mines c/iie serenen sur le territoire per les arbres derecho

manda exploter ele eou-

d o c e n a de

et aura le droit

E l que esto suceda en un

país adquirido este Eshijos

legítimamente p o r E s t a d o c o n o c i d o y en el que predilectos, ha e v a n g e l i z a d o , ha c o m e r c i a d o , ha trado justicia, etc., etc. ¿ c o n s t i t u y e d e r e c h o ?

tado ha derramado sumas considerables, ha p e r d i d o

adminis-

E l que á una carta de n a c i o n a l i d a d impuesta á un j e f e n e g r o que no se atreve p o r un laclo á manifestar rrica de aguardiente y v e i n t i c i n c o ó treinta duros tituye d e r e c h o ? E l decir que settlement nous affirmons n' avoir jamais vu clans metis que que es bale subdito de Nación c o n o c i d a , y por otro á p e r d e r una

ofrecen, se le p o n g a una fecha de veinte años atrás, ¿ c o n s -

ce pays ctneun navire de guerre etranger des navires de guerre Français,

á la France,

fundados sin d u -

da en que sjempre se han presentado en ausencia de nuesASUNTOS ENOJOSOS

-

535

otra cosa, ¿constila

tros b u q u e s , y d i g o esto por no decir misión católica del G a b o n ?

tuye derecho aunque lo diga el mismo padre Martin de

El que un negociante francés, llámese P a u l Costurier ó c o m o quiera, p o n g a una factoría en K o r o r o en 1 8 8 4 , ¿ h a y derecho para considerar este punto y el curso de portante rio que pasa p o r él visitado antes, por nuestras lanchas cañoneras, c o m o á la R e p ú b l i c a francesa? ¿Constituye derecho el citar en au traites ei cec quelque protection du gobemement notrt• territoire.... nation que un documento que el la j e f e tal y los suyos dijeron nous libres de tout ce so it, francais et le faison posee leer y engagements elemandons era de somera in ele espa1843, Juno que desde un imveces doscientas

perteneciente

c u a n d o precisamente este j e f e España sabiendo

ñol, v i v í a en territorios que lio de 1876, y p o r último,

había refrendado sus d o c u m e n t o s españoles en 28 quiso firmar en el papel francés, de este acto y firmó claramente en protestó ante

escribir de

nosotros

esta protesta

y a tiene conocimiento el G o b i e r n o de E s p a ñ a . ¿ E s quizá algun derecho el asegurar c o m o D u l o u p (1) que los vengas son nombre] que ningún blanco las te años etc.? Pues si así fuera, antes los misioneros tribus apenas que ha estudiado probaría españoles habían antes de tenía una dice M. G. de

conocidas

científicamenveinticuatro estudiado que yo M. liacer estu-

la tribu de los vengas y que siete años D u l o u p fuera á Coriseo á pasar diada la tribu á que alude.
(1)

semana p a r a

estudios (considera canívales á los v e n g a s )

B o l e t í n de la S o c i e d a d G e o g r á f i c a de L i l l e .
ASUNTOS ENOJOSOS

53«

— Guiral en una de su Memoria Francia, decision, prejefe quicon

E l escribir c o m o lo hace Mr. que en el rio D o t e le aseguraron por la Francia cisamente estos indígenas son

dirigida al Ministro de Instrucción t a m p o c o constituye

Pública derecho do

los indígenas subditos

porque Bueche, le

español á quien el comandante francés del Basilic so arrebatar la bandera y documentos, no las armas aquellos territorios. T a m p o c o constituye derecho el protestar

consiguiéndolo

p o r q u e B u e c h e y los suyos se dispusieron á defender

olieialmente do 1885 verifiprotesta situados desde el esde

c o m o lo hizo la Autoridad francesa en O c t u b r e có en el Muni, p o r q u e los p u e b l o s á que alude la ni tienen el n o m b r e que en esta consta, ni d o n d e en ella se dice, ni pertenecen á están Francia

de un acto de justicia que un comandante español

año 1842 p o r q u e se fundaron en M a r z o do 1 8 8 5 . Ni hace fuerza, ni disminuye nuestros cribir desde el Gabon á las Sociedades derechos, el Geográficas 28

F r a n c i a , cartas que c o m o la que recibió el que el lo de dicho ates regresó tas comprendidas ejue se hubiera presentado ra epie la de Francia,

Setiembre

de 188(3 la S o c i e d a d de Geografia Comercial de París dice el LAPBADE de visitar las cosy el Cabo Esteras buque sin extranjero bandefalsedad de entre el rio Campo

en ellas un sólo

desde he/ce muchos meses ni haberse izado en ella- otra t o d o lo que constituye una pues la goleta de guerra csptiñohxLifjera

estuvo en estas costas (Agosto

y en el rio Muni y Coriseo en el mes anterior cía en su puesto desde el año anterior y

1 8 8 6 ) y la lancha cañonera española de E l o b e y p e r m a n e ondeaba el p a b e llón de España en Coriseo, en el M u n i , en C a b o San Juan,
ASUNTOS ENOJOSOS

B e n y e n g u e . de la riviere Danger (Muni) et des les Elobegs.. les chefs de Sangatang notre souocrainitc. P. había al A m e n a z a d o por la policía francesa Libre-villc. Menclua. 147 Cli. para ir al G a b ó n : alguembarcaciones y atraviesan un trozo de b o s q u e para descender l u e g o al mismo G a b o n . en N a m e . E l mismo efecto p r o d u c e el leer nada menos que en Notices statistiques sur les colonies Ministere reconnu de la Marine recentemeut francaises public sar de lo que diga I l i k a y todos los demás espías que e x i s las le Plus on ecux situés falsedad que ha par et des Colonies. VI. para atribuirse derechos al rio M u n d a p o r q u e verificada esta union no existiría de aguas. et d' Isambey par points una el Cet exemple it etc suivi encore. q u e navegan en pequeñas canoas. etc. pero varan sus Estciras. ten á lo largo de la costa. U n hecho. • au Nord du Gabon. divisoria huido durante la n o c h e con una p e q u e ñ a e m b a r c a c i ó n : ASUNTOS ENOJOSOS . E n la noche del 28 de D i c i e m b r e de 1875 llegó á E l o b e y un inglés e n c a r g a d o de las factorías de las casas de C o o p e r . B o k a . D u b a .peligroso p o r sus rompientes. Scott y compañía de de Glasgow. no doblarían el c a b o nos toman la linca del T i n i . P e r o no hay tales uniones: si existiesen. Esta es la v e r d a d que so p u e d e p r o b a r . los n e g r o s . acabará de demostrarlo.— en 53? — el D o t e . ape- L o n g o . de que he tenido noticia. T o d o lo que constituye de tal naturaleza que el autor. el inspirador y autorizado este escrito quedan en una situación lastimosa. P o r último y para concluir con estos asuntos enojosos he de manifestar que t a m p o c o tiene importancia el haber p i n tado en los mapas una union entro los rios Tini y U k ó y u c m y la del C o ' i t con el E k o i .

Si el primer rio ó el Cohit ofreciehablo. to. cargaron sus llegar á las inmediaciones del arroyo h o m b r e s con la canoa y la llevaron á través de las hasta llegar al T i n i . p o r lo t a n - mientras á ser de Conferencia de á no Berlin y mientras la Comisión H i s p a n o F r a n c e s a v e n í a un acuerdo justo y equitativo. que E s p a ñ a no p u e d e consentir.— 539 — Tini. energía y en fin porque. no debía hablar q u e fuese consultado. y p o r él n a v e g a r o n pasando al ran la comunicación c o n el G a b o n . h u b i e r a seguido aquellos itinerarios. Nación amiga en E u r o p a querrá serlo también en Africa. p o r q u e espero que F r a n c i a . p o r q u e sé que derechos. p o r q u e creo que c o m p r e n d e r á y r e c o n o c e r á nuestros bitro que los r e c o n o z c a . p o r q u e armi desautorizada do exploraciomaestoy c o n v e n c i d o de que si esto uo sucede tendremos v o z unida á la de mis dignos c o m p a ñ e r o s nes encontrará eco en el país y en la prensa de todos p o r q u e el g o b i e r n o obrará con tices y formará opinion y la opinion es fuerza irresistible. casi seguro que no existe el enlace señalado Hasta ahora he callado p o r q u e he creido se ventilaban los asuntos Coloniales en la que de selvas Muncpiien da y desde él á E l o b e y . el fugitivo. he estudiado después. E s . ni consentirá que 1c desmembren de sus ricos territorios africanos en parte he descubierto y e x p l o r a d o .ni ha consentido. H o y han v a r i a d o las circunstancias: corre el rumor la disolución de la Comisión de límites en vista de quo no hace nada práctico y de que v a gastando inútilmente b a s tantes miles de duros y he creido un deber mió hablar N o he dicho t o d o lo que sé y ojalá no llegue el caso de tener que decirlo. ASUNTOS ENOJOSOS .

Vitoria 31 de A g o s t o de 1 8 8 7 . he dado á c o n o c e r último deber á que estoy o b l i g a d o . . en este libro y defenderé en todas ocasiones y circunstancias c o m o JVLANUEL JRADIER.ho adquirido para mi Patria.

.

Tempestades. L o s M a s s a n g o s . Discos del Sol. Observaciones pluviométricas. C a n a les. R i o Utongo y Utamboni. Iluminaciones crepusculares. H u m e dad relativa. L u z . Bordes lunares. . METEOROLOGIA. L u z cinérea. E f e c t o d e las t e m p e s t a d e s . Tempestad. H u m e d a d . Tension ael vapor. Vientos. Vientos. Quintante y Brújula. Coriseo. E l o b e y P e q u e ñ o . Tempestades. Termómetro é Higrómetro. Anemómetro. Anuncios de tempestad. Tempestad miasmática. Tempestades. Espectro solar. Cuadros Generales. Arco-Iris. P e r - . C o r r i e n t e s y m a r e a s . Cordilleras. Crepúsculos. R é g i m e n . d e l M u n i . P l a n o s . Síntomas de tempestad. (•¡rallados: P l a n o d e C o r i s e o . (IDICE GENERAL ANALÍTICO DEL TOBO II. Elobey Grande. Lluvia. Resumen general. Nubes. 1. Nubes radiadas. T r i b u s . Color del Sol. F e n ó m e n o lunar. . El M e k o n k o . Temperatura. Teoría. I l u sión de óptica. Dirección de los vientos Velocidades de l o s vientos. Espectros lunares Refracción. Vientos y nubes. Instrumentos. Lluvia. L a C o s t a . I 'afinas P a í s Capitulo I . Resumen por meses. P l a n o d e E l o b e y P e q u e ñ o . Telémetro y Plomada. Rocío. Bahía de Coriseo B a n c o s . Rio Congiie. Nubes. Intercapitiilos: Geografia. Temperatura y Humedad. Tornados. Evaporatorio y Pluviómetro Fotómetro y Espectroscopio. Niebla. Observaciones termométricas. DESCRIPCIÓN GEOGRÁFICA. E l a P A R T E .ÁFRICA VIAJES Y TRABAJOS D E LA A S O C I A C I Ó N EUSKARA LA EXPLORADORA. Observatorio. P l a n o d e E l o b e y G r a n de y E l o b e y P e q u e ñ o . El I n t e r i o r . T r o m b a s m a r i n a s . Vientos. Luz nocturna. 1 Capitulo I I . Halos.

Sangre. Diferencias orgánicas 175 Capitulo V .t u r b a c i o n e s m a g n é t i c a s . Matrimonio. I n f l u e n c i a s del c l i m a . RELIGION. Mediciones. A n g u l o facial. Diámetros aparentes d e los astros. El rey. Capítulo I V . Consideraciones 201 G r a n a d o s : F e t i c h e s . Espectroscopio. C e r e m o n i a s . Cavidad olecraniana. E lh a b i t a n t e d e l M u n i . Cráneos. PRODUCCIONES. Vista. C o m p r o b a c i ó n 2í Grabados: C o l u m n a s de vapor. Autoridades. Plantas Granad*): P e c e s d e la b a h í a d e C o r i s e o .Modas. C u r va c o m p a r a t i v a d e d e s v i a a í o n e s . El espíritu. Ondulación d e los bordes d e la L u n a . R e y e s . 15" II P A R T E . D e s v i a c i o n e s d e la p l o m a d a . F e t i c h e r o s . T r o m b a s m a r i n a s (2 g r a b a d o s ) . I n v e r s i o n d e la b r ú j u l a . E n g a ñ o . Capítulo V I . M ú s i c a . I n d i c a c i o n e s d e la p l o m a d a . . Articulados. Í n d i c e cefálico. F e n ó meno de refracción. Ca pitillo I I I . Festividad. U n a g r a n v e r d a d . R e l i g i o n . Rosa de los vientos d i bujada p o r un africano. Sentimientos Mentira. Rocas. R e s u m e n final. P a c tos. C o s m o g o n í a . Nubes radiadas. M e s m e r i s m o . Moluscos. ANTROPOLOGIA. F o r m a d e la T i e r r a s e g ú n l o s habitantes del Muni. Nube de aspecto c o metario. I n s t r u c c i ó n . D i b u j o . L a criada 215 . Coleccione?. Idea de D i o s . ESTADO SOCIAL. H e c h o s c o n f i r m a t o r i o s . F e t i c h e s . Memoria. E s t a c i o n e s . F e n ó m e n o lunar. Discos del Sol. El Y e m ba I n s t r u c c i ó n . C r í m e n e s . P r e d i c i o n d e l t i e m p o . FACULTADES. Invasion. Diálogo instructivo 187 G r a n a d o s : D i b u j o s c o m p a r a t i v o s d e u n h o m b r e fósil y de un africano Capitulo V . Vertebrados. S e n s i b i l i d a d .

Peinados d e m u j e res. G u e rras. I n s t r u m e n t o s . A g u j a . I m p o r t a c i ó n . TRAJES. Cuerda d e p l á t a n o . Etenga. Pescados. Adverbio. Vocabulario español.Página Capitulo V I I . S a l u d o s A r m a s . C o r o a f r i c a n o . A r tículos. Cocina. C o m p a r a c i ó n . Ñamo. P e i n a d o s A d o r n o s . Cuchara de madera. L e n g u a Venga. Caza del elefante. M o v i m i e n t o d e una fibra d e l p l á t a n o . B o t e s .—PEINADOS. T e n e d o r d e m a d e r a . Exportació Artículos e s pañoles.ge 385 Grabado: Peinados de h o m b r e s . I n d u s t r i a . IDIOMA. R e d u c c i ó n del h i e r r o . C a n c i o n e s . C a z a d e l g o r i l a . F r a ses. Alimentos. Pipayeka. A r p ó n . Capítulo \ í í .—COMERCIO. Vocabulario venga-español. Capítulo X I V . Adjetivos. I n s t r u m e n t o s d e m ú s i c a . Brazalete. H u e l l a s . Verbo. Y u c a . C o m u n i c a c i o n e s 229 Capitulo " « I I Í . vico y m a s sango. Conjunción. . A r m a s envenenadas 369 Grabados: Huellas de leopardo. 283 Capítulo X I I I . 2Ò9 Grabado: Coro africano. Pacotilleros. M o d a s .—COSTUMBRES. Precios. Verbo. Plátanos G o m a elástica. Géneros y números. Armas. M ú s i c a . O t r o h e c h o . Cuerda de plátano 357 Grabados: Pipas. Sortija. Género. Capítulo X V . Hecho s i n g u lar. Aceite d e palma. Canivalismo. A g r i c u l tura. P i p a s . Pronombres. Numeración. Adornos. Derecho de visita. Tatua. 259 ( • r a í m a l o s : Moneda de hierro. V i v i e n d a s . . USOS. ¡ Q u i é n s a b e ! .—MÚSICA. Comidas. v a l e n g u e . ALIMENTACIÓN. INDUSTRIA. AGRICULTURA. Clasificación. . A r t e s de pesca. Vocabulario español-venga. B a i k s . . Numeración. Caza d e l b ú f a l o . Trajes. F i r m a d e S c h o k e . Número. Capitulo I X CANCIONES.

POBLACIÓN. Prensa f r a n c e s a . Población. Ocupación inglesa. Nueva ocupación. Resumen. Historia. ROZAMIENTOS. P r o p o s i c i ó n de c o m p r a . NUESTROS DERECHOS. R e glas higiénicas. C o municación. Capitulo X V I I I . Enfermedades. Exploraciones. Petición. Espías Reclamación. T r a t a m i e n to. Gastos. ENFERMEDADES.faginas Capitulo X V I . A d m i n i s t r a c i ó n de j u s t i c i a . D i a r i o de O s s o r i o N u e v o s r o z a m i e n t o s .—HISTORIA. Ocupación. C o m e r c i o . M i sioneros. C o n sideraciones. . Higiene. Resumen. C o l i s i ó n . Africa española. Patriotismo. Vestidos Sombreros. Ocupación española. Emigración. Plantas medicinales. DOCUMENTOS. A l a r m a Instancia. Límites. Entomofobo. 457 Capitulo X X . Restitución. Análisis 393 Capitulo X V I I . N u e v a s o c u p a ciones. C u e s t i ó n de a d u a n a s . E l L a p r a d e . Mr. Ocupación portuguesa. Asuntos enojosos 495 G r a b a d o : P l a n o d e l país del M u n i . Fiebres. C o m i s i ó n de l í m i t e s . Protesta. D e r e c h o sd e E s p a ñ a . A c u e r d o . R e s u m e n . Carta de Elobey Revista f r a n c e s a . Posesiones españ o l a s . L o q u e se lia d i c h o . Contratos. c Posesiones ospañolas. Consideraciones lización Civi423 III P A R T E . Anexión. . A c t o de revelion. Proposiciones. Aeto vituperable. D o c u m e n t o s 447 Capitulo X I X . Un v o t o f r a n c é s . D u a r t . Descubrimiento. Resumen. Solución.

DESCRIPCIÓN GEOGRÁFICA.. L a C o s t a . . Elobey Grande. H u m e dad relativa. R e s u men por meses. Vientos. V i e n t o s . Evaporatorio y Pluviómetro Fotómetro y Espectroscopio. Observatorio. E f e c t o d e las t e m p e s t a d e s . L u z . Niebla. Nubes. Resumen general. R i o Utongo y Utamboni. El País d e lM uní. Lluvia. R é g i m e n . P l a n o s . T e o r í a . 1. C r e p ú s c u l o s . Discos del S o l . F e n ó m e n o lunar. Tempestades. Nubes radiadas. Tempestad. Observaciones termométricas. S í n t o m a s d e t e m p e s t a d . A n u n c i o s d e tempestad. Termómetro é Higrómetro. Temperatura. Instrumentos. Capitulo I . Iluminaciones crepusculares. Tension üel vapor. 1 Capitulo I I . Anemómetro. T r o m b a s m a r i n a s . E l o b e y P e q u e ñ o . Tempestad miasmática. Luz nocturna. METEOROLOGIA. Espectro solar. Coriseo. Lluvia. Quintante y Brújula. Espectros lunares Refracción. Halos. El M e k o n k o . Dirección de los vientos V e l o c i dades de l o s vientos. C a n a les. Cordilleras. Telémetro y Plomada. Plano de Elobey G r a n de y E l o b e y P e q u e ñ o . Vientos y nubes. Tempestades. Iiitercapítulos: Geografia. P l a n o d e E l o b e y P e q u e ñ o . Tornados. Tempestades. a P A R T E . P e r - . C o r r i e n t e s y m a r e a s . Crralmtlos: Plano de Coriseo. C o l o r del S o l . Rocío. Rio Congüe. Temperatura y Humedad. T r i b u s . ÍNDICE GENERAL ANALÍTICO DEL T0N10II. L o s M a s s a n g o s . El I n t e r i o r . Arco-Iris. Bordes limares.ÁFRICA VIAJES Y TRABAJOS D E LA A S O C I A C I Ó N EUSKARA LA EXPLORADORA. Vientos. H u m e d a d . Nubes. Bahía de Coriseo B a n c o s . I l u sión de óptica. L u z c i n é rea. Cuadros Generales. . Observaciones pluviométricas.

I n v e r s i o n d e la b r ú j u l a . P a c tos. 25 Capítulo I I I . II El P A E T E . F e n ó m e n o de refracción. Vertebrados. Moluscos. del Muni. Festividad. El rey. La criada 215 . Nube de aspecto c o metario. I n d i c a c i o n e s d e la p l o m a d a . Sentimientos Mentira. Modas. E s p e c t r o s c o p i o . Í n d i c e cefálico.t u r b a c i o n e s m a g n é t i c a s . I n f l u e n c i a s del c l i m a . Ceremonias. S a n g r e . Memoria. R e s u m e n final. Mediciones. E n g a ñ o . Rosa de los vientos d i bujada por un africano. R e y e s . Planta-157 G rallad o : Peces d e la b a h í a d e C o r i s e o . C o s m o g o n í a . M e s m e r í s m o . ESTADO SOCIAL. C o m p r o b a c i ó n Grabados: C o l u m n a s de vapor. F e t i cheros. O n d u l a c i ó n d e los b o r d e s de la L u n a . T r o m b a s m a r i n a s (2 g r a b a d o s ) . El Y e m ba I n s t r u c c i ó n . Rocas. Diferencias orgánicas 175 Capitulo V. Cráneos. Coleccione?. Fetiches. RELIGION. Instrucción. D i s c o s del S o l . F e n ó m e n o lunar. E s t a c i o n e s . Dibujo. Articulados. E e l i g i o n . M a t r i m o n i o . D i á m e t r o s aparentes d e los astros. Música. A u t o r i d a d e s . Consideraciones 201 Grabados: Fetiches. habitante Capítulo I V . Capítulo V I . A n g u l o facial. E l espíritu. F o r m a de la Tierra s e g ú n los habitantes del Muni. C u r va c o m p a r a t i v a d e d e s v i a a i o n e s . Sensibilidad. PRODUCCIONES. I n v a s i o n . Diálogo instructivo 187 Grabados: D i b u j o s c o m p a r a t i v o s de u n h o m b r e fósil y de un africano Capitulo V . FACULTADES. D e s v i a c i o n e s d e la p l o m a d a . Crímenes. Cavidad olecraniana. ANTROPOLOGIA. V i s t a . H e c h o s c o n f i r m a t o r i o s . P r e d i c i o n d e l t i e m p o . Una gran v e r d a d . Nubes radiadas. Idea de D i o s .

I n d u s t r i a . H u e l l a s . 2Ò9 Grabado: Coro africano. Pescados. . V e r bo. . F r a ses. Vocabulario español-venga. Número. V i v i e n d a s . Clasificación. Géneros y números. Brazalete. TRAJES.—PEINADOS. . Modas. C a z a d e l b ú f a l o .—MÚSICA. .—COMERCIO. I n s t r u m e n t o s . Exportació i . A r t í c u l o s e s pañoles. Adverbio Conjunción. Numeración. P i p a s . Pipayeka. O t r o h e c h o . ¡ Q u i é n s a b e ! . INDUSTRIA. I m p o r t a c i ó n . T e n e d o r d e m a d e r a . I n s t r u m e n t o s de m ú s i c a . A r tículos. Comidas. Peinados Adornos. Y u c a . . F i r m a d e S c h o k e . S a l u d o s A r m a s A r p ó n . Hecho s i n g u lar. 283 Capítulo X I I I . G u e rras. Género. Verbo. Sortija. C o r o a f r i c a n o . Ñame. Pronombres. Numeración. C o m u n i c a c i o n e s 229 Capítulo f< I I I . Capítulo X V . Tatuage. 385 Grabado: Peinados de h o m b r e s . Capítulo X I I . Caza del elefante. IDIOMA. Armas. . ALIMENTACIÓN. Pacotillero?. C o m p a r a c i ó n . M ú s i c a .Página Capitulo V I I . L e n g u a Venga. C a n c i o n e s . B o t e s . A g r i c u l tura. Adjetivos. R e d u c c i ó n del h i e r r o . B a i l e s . Trajes.—COSTUMBRES. 259 (•••abatios: M o n e d a d e h i e r r o . C a z a d e l g o r i l a . USOS. Cuchara de madera. Capítulo X I V . A r m a s envenenadas 369 Grabados: Huellas de leopardo. v a l e n g u e . Adornos. . vico y m a s sango. Vocabulario español. A r t e s de pesca. . Cuerda de plátano 357 Grabados: Pipas. Vocabulario venga-español. Derecho de visita. Peinados d e m u j e res. Plátanos G o m a elástica. Üanivalismo Cocina. A g u j a . Cuerda de p l á t a n o . M o v i m i e n t o d e u n a fibra d e l p l á t a n o . Precios. AGRICULTURA. Aceite d e palma. Capitulo I X CANCIONES. Alimeatos. Eteuga.

C o n sideraciones. Emigración. C o l i s i ó n . C o m i s i ó n d e l í m i t e s . C u e s t i ó n de a d u a n a s . Petición. N u e v o s r o z a m i e n t o s . P r o p o s i c i ó n de c o m p r a . ENFERMEDADES. A c t o de r e v e l i o n . Resumen. L o q u e se ha d i c h o . . Ocupación port u g u e s a . Ocupación. Un v o t o f r a n c é s . A l a r m a I n s t a n c i a . NUESTROS DERECHOS. Protesta. Restitución. C a r t a de E l o b e y Revista f r a n c e s a . M i sioneros. N u e v a s o c u p a ciones. Mr. POBLACIÓN. Resumen. Africa española. Gastos. Entomofobo. DOCUMENTOS. 495 . Patriotismo. Resumen. Prensa f r a n c e s a . D o c u m e n t o s 447 Capitulo X I X . Capitulo X V I I I .Capitula X V I . Nueva ocupación. D e r e c h o s« l e E s p a ñ a . Proposiciones. Posesiones españ o l a s . Anexión. Población. D i a r i o de O s s o r i o . Consideraciones lización Civi423 III P A R T E . D u a r t . A c u e r d o . ROZAMIENTOS. Vestidos Sombreros. . Ocupación inglesa. Descubrimiento. Contratos. Espías. T r a t a m i e n to. Exploraciones. Asuntos enojosos . Posesiones ospañoias. R e c l a m a c i ó n . Límites. . R e glas higiénicas. Higiene. Acto vituperable. Historia. C o m e r c i o . A d m i n i s t r a c i ó n de j u s t i c i a . R e s u m e n . E l L a p r a d e . Plantas medicinales. S o l u c i ó n . Fiebres. G r a b a d o : P l a n o del país del M u n i . O c u p a c i ó n e s p a ñ o l a . Análisis 393 Capitulo X V I I .—HISTORIA. 457 Capitulo X X . Enfermedades. C o municación.