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,rupo de /erviço

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

OBRAS D’ARTE ESPECIAIS EFdi o

GABIÕES DERBA-ES-OAE-21/01

1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a utilização de a!i"es# em o!ras d$arte especiais e%ecutadas em o!ras rodovi&rias so! a 'urisdição do (E)B*. +. ,E-E)*.I(*(E/ Esta especificação a!ran e os a!i"es confeccionados com redes met&licas com dupla torção e mal0a de forma 0e%a onal# produzidas com fio de aço trefilado a frio# recozido e zincado e eventualmente# plastificado. -a e%ecução deste tra!al0o podem ser consultadas as se uintes normas1 2 -B) 3456 2 *rame de aço !ai%o teor de car!ono zincado para a!i"es. 2 -B) 7168 2 9l&sticos : molda em por compressão de corpos2de2prova de materiais termopl&sticos 2 procedimento. 2 -B) 76;+ 2 9l&sticos : atmosfera padrão para condicionamento e ensaio 2 Especificação. 2 -B) 76;5 2 <ateriais pl&sticos : determinação da dureza /0ore por meio de um dur=metro 2 <étodo de ensaio. 2 <B 115> 2 (eterminação da massa espec?fica de pl&sticos com o uso de picn=metro 2 <étodo de ensaio. 2 <B 1158 2 (eterminação de propriedades mec@nicas das matérias pl&sticas 2 <étodos de ensaio. 2 */T< ( 1+>8 2 .oss of plasticizer from plastics Aactivated car!on met0odsB# tests for. 2 */T< ( ++37 2 -onri id vinCl c0loride polCmer and copolCmer moldin and e%trusion compounds# specification for. * rede o!tida por entrelaçamento dos fios D dupla torção# formando2se mal0a 0e%a onal é definida pela dimensão da mal0a e o di@metro do fio alvanizado# mesmo no caso do fio revestido com 9VE. ,a!ião é o elemento fle%?vel# manufaturado com a rede definida acima# que apFs monta em constitui cestos de forma prism&tica ou cil?ndrica. E%istem trGs tipos !&sicos1 +.1 Eai%a

456. & colc$ o é dividido em celas ao lon!o do comprimento por diafra!mas colocados a cada metro e presos à peça de base através de fio em espiral.("orma "acional )taliana) e deve ser 'incado a quente com quantitativos correspondentes às especificaç#es (") *+. que as extremidades seBam laçadas e a peça formada. @evem ser utili'ados em revestimento de taludes. As paredes verticais nas extremidades dos comprimentos de peça (testeiros) devem ser presas à tela de base.94. também. 85+478. 4. "as obras livres das extremidades é passado altemadamente pelas mal$as um fio de diâmetro maior que aquele usado na mal$a da tela. . de modo a reforçar a estrutura e facilitar a colocaç o. ou 5. . est o montados os diafra!mas a uma distância de 8..*78. %ais características satisfa'em plenamente a . finis$ +.onsel$o 0uperior dos %rabal$os 12blicos da )t3lia n.0. por processo mecânico de torç o ou através de fio em espiral contínua.98 !.lass *. tem mal$as menores que àquelas utili'ada na fabricaç o de !abi#es. de modo a criar uma estrutura celular. a :ritis$ 0tandard 0pecification ::0 n. s o !abi#es cuBa característica principal é a redu'ida espessura (5. &s diafra!mas apresentam características i!uais àquelas da rede da qual é constituída a tela da base..-. . &s colc$#es tipo Aeno.ircular do /inistério do . as paredes verticais no sentido do comprimento e sobre as extremidades. A tela da base. A qualidade do fio e !alvani'aç o satisfa'em. etc. canali'aç#es e proteç#es em !eral. vindo este a assumir forma cilíndrica.8+m.4 e ::0 n. quando da monta!em. soft.* Fabi o cilíndrico ou 0aco Fabi o cilíndrico ou saco é constituído de um 2nico pano de tela de forma retan!ular que. & fio utili'ado é do tipo doce reco'ido de acordo com as especificaç#es (") *+.. de forma a !arantir a perfeita uni o entre as telas. as paredes verticais no sentido do comprimento e a tampa.de 4675-78.4 . 5. %ais diafra!mas possuem as mesmas características da rede que constitui o !abi o e s o unidos diretamente à tela de base durante a sua fabricaç o. portos.9.. <ederal 0pecification ==>?>. "ormalmente a caixa é dividida em celas ao lon!o do comprimento por diafra!mas colocados a cada metro e preso à peça principal através de fio em espiral contínua com a funç o de fortalecer a estrutura e de facilitar as operaç#es de enc$imento. é enrolado de modo a se unir os lados maiores do retân!ulo. Ds características do fio s o idEnticas àquelas empre!adas nos !abi#es tipo caixa. (. @evem ser utili'ados para confecç o de muros de arrimo.olc$ o ou /anta É a peça de formato paralelepipédico de pequena altura constituída por pedaços de redes formando a base.55m. obBetivando reforçar as extremidades e possibilitar. ao puxar>se ao mesmo. 4. respectivamente. a tampa e os diafra!mas s o delimitados ao lon!o das bordas por fios de diâmetro maior àquele utili'ado para a rede. seBa da base como também das paredes laterais do elemento.É a peça de formato paralelepipédico constituída por pedaços de rede que formam a base. !eralmente.*5m)C e s o formados por uma rede met3lica de mal$a $exa!onal e dupla torç o que. 0obre uma tela contínua de rede.45m. canais.

. MATERIAIS aracter!sticas. 3.aralelas da mal&a e medida do interior de uma tor+ão ao e-terior da outra. se re)ere * dist#ncia entre duas tor+"es ."e a mal&a est3 relacionado na tabela $.3 %o )io da borda 1s gabi"es devem a.resentar )ios longitudinais da borda de di#metro maior 2ue o )io da mal&a. como no desenvolvimento lateral da .onde * largura do .vio entre )abricante e consumidor. largura e altura9 uma mal&a 8%7 no b7 olc&ão ou manta: Admite/se uma toler#ncia no com.rimento nominal 8tabela 07.São utilizados em obras de emergências: estivos em terrenos moles. determinada calculando/se a m.e+a aberta. 3. 1 di#metro deste )io est3 relacionado na tabela $.rimento e na largura de uma mal&a 8%7 e na altura de 0.rotetor de <= 8<oli loreto de =inila7 . no caso dos gabi"es ti.iral 2ue .odem ser )ornecidas de.ano de tela.e+a 2ue corres. 3.adr"es dos gabi"es estão indicados na tabela 0. 1utras dimens"es .rimento. etc.5 %o )io de amarra+ão e atirantamento 1 )io de amarra+ão e atirantamento dos gabi"es têm o di#metro como relacionado na tabela $. colc&ão ou manta e nas bordas laterais no caso dos gabi"es ti. Tal medida . As toler#ncias nas dimens"es são as abai-o relacionadas: a7 ai-a: admite/se uma toler#ncia no com. dimens"es e toler#ncias: 3.o saco.ostas transversalmente na te-tura da rede.6 %o gabião As dimens"es .endendo de acordo . 3.iral 1 )io es.0 %o )io da mal&a 1 di#metro do )io 2ue com.5 cm9 c7 Saco: Admite/se uma toler#ncia de uma mal&a 8%7. 3. tanto no com.4 %o )io es.adr"es . 3.rimento da . %o revestimento .r.o cai-a. situado ao longo das bordas livres. 3. 2ue deve ser 3: cm maior 2ue o com.$ %a mal&a da rede A dimensão '%( da mal&a.rimento e na largura de com.rende os dia)ragmas e eventualmente os testeiros * base das cai-as e colc&"es tem o di#metro como relacionado na tabela $. relacionada na tabela I.dia das medi+"es '%( retirada sobre dez mal&as consecutivas e dis.

%o. . quando necessário.%oEaterro. em cor com os proFetos e com !om rau de aca!amento de perfei. n%o frá eis.+> . (s pedras devem ser maci. (s escava.%o da o!ra. mesmo no &miolo) deles. onde devem ser implantados os a!i"es. 3.%o de estrutura. pedras calcárias. enchimento. dia!asios.%o. !asaltos.os s%o !asicamente escava. procede/se aos servi. o #ndice de vazios neles 2 menor que no monte de pedras. se undo o ensaio &'os (n eles). arruma. maior que o volume eom2trico do a!i%o. 3o caso em que ocorra movimenta.%o da !ase da mesma.O revestimento protetor de PVC. etc.%o. 0516P(7038O9 Para a coloca. de maneira tal que se tenha uma superf#cie suficientemente plana para a sua implanta..%o e fechamento dos a!i"es 2 necessário a utiliza. este percentual deve ser acrescido. etc. excluindo/se moledo. assim sendo 2 requerido um volume de pedra cerca de 3+. @. 0A0C1BCO (pDs a loca.= .as. Os aterros ou reaterros devem ser executados o!edecendo as normas de proFeto. ( quantidade destas ferramentas individuais 2 fun. 3os locais onde exista enrocamento eEou restos de estruturas de anti os muros."es do proFeto.uindastes< / 'uvas< / (licate normal< / (licate de corte< / (licate e cortadora tipo )tele rafista)< / Pequena alavanca< / 7arreta de =. arenitos. deve ser executado em todos os fios.%o mec4nica.a!i"es tipo caixa Os a!i"es caixa permitem o levantamento de estrutura eom2trica.8 Do material para enchimento Deve ser utilizado para enchimento dos a!i"es materiais provenientes das rochas selecionadas com #ndice de des aste $ a!ras%o.. menor ou i ual $ *+. *.os preliminares de implanta.%o do n?mero de operários. !locos de concreto. 0xclui/se terminantemente o enchimento dos a!i"es com areia ou terra. -ace a a!ertura das malhas dos a!i"es n%o pode ser utilizado material de ranulometria inferior $ a!erturas das malhas."es devem o!edecer $s especifica. capa de pedreiras. 0stes servi. sendo necessário o empre o de pedra !ritada com maiores dimens"es para n%o ocorrer fu a de material de dentro do a!i%o. podendo serem usados ranitos. 1ma vez que as pedras s%o arrumadas no interior dos a!i"es. @. limpeza e re ulariza. Devem ser re ularizadas a !ase eEou taludes.%o de: / . estes materiais devem ser arrumados de forma tal que se tenha a superf#cie acima descrita Gos vazios de enrocamento devem ser preenchidos com pedras de dimens"es menoresH.

para execução da camada superior. (abaritos mal escorados. >erminando o assentamento de uma primeira camada de caixas. Na face externa da estrutura em gabiões caixa <face a vista=.. pois. mal aprumados. mantendo#se as tampas abertas inicia#se a colocação das pedras. não se podendo usar obviamente pedras de taman o menor -ue a mal a dos gabiões. mal alin ados. sendo esta altura facilmente determinada pela posição dos sarrafos dos gabaritos. 0evantados os gabaritos. d) uma laçada simples e uma dupla. !aralelamente " operação da colocação e alin amento dos gabaritos. sem estic)# los demais para não provocar a deformação da rede dos gabiões. estes devem ser bem escorados. recomendamos colocar os gabaritos também ao longo do par+metro interno da obra. . amarrando#as por todas as -uinas.m&. Os gabaritos são móveis e são removidos para a frente. *om mão#de#obra pouco experimentada na execução de obras com gabiões. sempre amarrando#os entre si pelas -uinas. Da mesma forma pode ser iniciada a obra p. amarrando#os entre si como j) dito. ao lado da obra. . e. alternativamente. amarração dos gabiões entre si d)#se pelas es-uinas do paralelep/pedo. a posição dos sarrafos. 1nsistimos no fato de -ue os gabiões fi-uem bem encostados aos gabaritos. -ue devem ser novamente alin ados e aprumados em acordo com o projeto. somente após fec adas as caixas. correspondente a 468 da altura do gabião $para gabiões com altura de 4m& ou a 469 $para gabiões de altura de :. procede#se a amarração entre si $usualmente % peças& dos gabiões caixa. ou gabiões não cuidadosamente encostados aos gabaritos e mal c eios. escoramento tracejado. na mesma camada ou para cima. O comprimento dos gabaritos deve ser determinado em função do cronograma de execução da obra. procedendo#se ao levantamento da ?egunda camada de gabiões.5 t f6m7 para o granito. costurando#se com um só arame -ue. fec am#se as tampas.ssentamos os gabiões va'ios contra os gabaritos. estando os gabiões bem c eios. *oloca#se uma primeira camada de pedras arrumadas. seguir. como j) descrito. .r diferentes frentes. . favorecem a deformação da obra j) durante a execução. indica também a posição da colocação dos tirantes. seguindo a ordem das mal as. com costura. va'ios.s pedras devem ser arrumadas dentro dos gabiões $ não simplesmente jogadas ou despejadas& de modo -ue fi-ue o menor n2mero poss/vel de va'ios3 a pedra arrumada d) um peso espec/fico de 4. O acabamento do par+metro externo de uma obra em gabiões caixa é igual ao dos muros de alvenaria de pedra. da mesma forma como j) descrito para a primeira camada. . após o -ue colocam#se os tirantes. Devem ser obedecidas as medidas indicadas no projeto. removem#se os gabaritos. deve ser usadas pedras cujo taman o abranja 8 mal as inteiras.Na face do paramento externo da estrutura em gabiões caixa são colocados gabaritos de sarrafos. encostam#se neles os gabiões va'ios.

isto é. exclu+dos os trabalhos de escavação. "iafragmas% . $s diafragmas que j# v2m presos ao fundo do gabião pelo fabricante. 5sualmente estes gabiões são colocados no sentido longitudinal da obra. As mantas podem ser enchidas j# no seu lugar definitivo ou adjacente 4 obra e posicionados com equipamento adequado./ 7abiões cil+ndricos ou tipo saco . ao arm#!los. deve!se observar se as juntas ficarão a prumo. para depois amarr#!los aos da camada assentada. ao lado das medidas dos gabiões. ap3s o enchimento.& 7abiões manta ou 8olchões 9ão enchidos de maneira an#loga 4 dos gabiões caixa. -o caso de canali ações. $s diafragmas dividem os gabiões em compartimentos internos iguais. . 4 tampa dos gabiões. reaterro. conforme deve ser descrito na execução dos gabiões tipo saco. 6. "ada a flexibilidade e elasticidade dos gabiões va ios. antes de se amarrar os gabiões va ios da segunda camada aos da camada inferior. exige que a estrutura com gabiões caixa seja levantada com as juntas a prumo. gabião /x0x0)"1.colocação de cutelo1. os projetos especificam gabiões com diafragmas internos. 8uidados especiais devem ser tomados no sentido de não se deixar pedras =soltas> dentro dos gabiões. dispensando a utili ação dos gabaritos face a pequena espessura dos gabiões. $ rendimento da mão!de!obra na execução de uma estrutura com gabiões caixa não deve ser inferior a% de & a 'cm( homem)* horas de obra acabada. provocando sub!pressões. quando as mantas vão estar revestindo os taludes e o fundo de canis.A boa regra de gabionagem. poderão mover!se e por atrito com a rede de arame dos gabiões atacar a proteção dos arames e até estourar a rede dos gabiões. etc. não tendo portanto a finalidade de estabili ar taludes e)ou encostas. para que esta. 6. são amarrados aos lados dos gabiões caixa.m certos casos. . da forma j# descrita e.stas devem estar com uma inclinação compat+vel com o ?ngulo de atrito interno do talude de implantação dos gabiões mantas. Para isto.# nas obras de proteção de costas e defesas mar+timas. escreve!se a sigla )" . onde a solicitação do impacto das ondas sobre as pedras pode ser considerada. $s gabiões mantas ou colchões tem a finalidade de proteger e revestir taludes. com os lados dos gabiões caixa alinhadas a prumo com relação aos da camada inferior. compactação. aconselha!se utili ar pedras lamelares na face externa dos gabiões dispostas de maneira tal que o plano que contém a lamela esteja paralelo 4 superf+cie dos taludes e)ou fundo do canal. deve ser f#cil alinhar as juntas a prumo. com os constantes movimentos de mares e ondas.6<m e que as pedras também sejam lamelares s3 que colocados de forma tal que o plano que contém a lamela esteja perpendicular ao sentido de arrebentação das ondas . -este caso. é recomend#vel que se utili e gabiões mantas com diafragmas espaçados de <.ex. :al recomendação justifica!se quando se pretende melhorar a efici2ncia hidr#ulica dos canais redu indo os coeficientes de rugosidade do canal.

$bservar os cuidados visando a preserva*ão do meio ambiente. relacionados a seguir= 5. $ gabião saco pode ser lan*ado no seu lugar definitivo atrav&s de e%uipamento %ue pode ser dragline ou pá-carregadeira sobre esteira.nsito de má%uina. no leito dos rios e em %ual%uer outro lugar onde possam causar pre+u !os ambientaisA f@ 1 área afetada pelas opera*ões de constru*ão e e#ecu*ão deve ser recuperada. devem ser tomados cuidados para evitar %ue as esteiras estraguem a malha dos gabiões. .> ?uando os agregados forem obtidos mediante e#plora*ão de ocorr. "onforme se enchem os sacos de uma e#tremidade para outra. colocam-se tirantes internos. Não há necessidade de se arrumar cuidadosamente as pedras de forma dos gabiões saco.Estes são enchidos ao lado da obra.ncia %ue a mesma terá de percorrer. $ rendimento da coloca*ão dos sacos & fun*ão do tipo de e%uipamento. Deve-se somente colocar as pedras de forma a evitar o m nimo de va!io poss vel.ncias $bra4A b@ Deve ser evitada locali!a*ão da pedreira em área de preserva*ão ambientalA c@ 1 e#plora*ão da pedreira deve ser plane+ada de modo a minimi!ar os danos inevitáveis e possibilitar a recupera*ão ambiental ap2s a retirada de todos os materiais e e%uipamentosA d@ ?uando a pedra for ad%uirida de terceiros. $s tirantes permitem %ue o saco mantenha um certo paralelismo no seu corte longitudinal. mediante a limpe!a do canteiro de obras devendo tamb&m ser efetuada a recomposi*ão ambiental.ivro de $corr.8. +unto ao Brgão competenteA e@ C vedado o lan*amento do refugo de materiais usados na fai#a de dom nio. nas áreas lindeiras. -ma pá-carregadeira coloca 3/ a 0/m(. dependendo da dist. cu+a c2pia deve ser ar%uivada +unto ao 3. no decorrer das opera*ões destinadas < e#ecu*ão de gabiões. deve ser e#igida a documenta*ão atestando a regularidade das instala*ões e da opera*ão da pedreira.s)%uatro homens para engatar e desengatar os sacos coloca apro#imadamente '/m( de sacos por 8 horas. 5. "om o intuito de evitar este fato pode-se +ogar pedrisco e)ou de pedra na fai#a de tr. $ rendimento da mão-de-obra para encher os sacos & de apro#imadamente ' m( por homem)8 horas. devem ser considerados os aspectos seguintes= a@ 1ceita*ão da pedra s2 deve ser concedida ap2s a apresenta*ão da licen*a para a e#plora*ão da pedreira. "aso se utili!e pá-carregadeira ou %ual%uer e%uipamento com esteiras. 1p2s a coloca*ão dos sacos com guincho & aconselhável %ue se 3compacte4 os sacos com o au# lio de um peso visando regulari!ar e conformar a estiva formada. sendo o enchimento feito com pedra a granel na granulometria descrita no item 3. compreendendo-se os trabalhos de atirantamento e costura dos sacos cheios.ncias indicadas no pro+eto. -m guincho com o au# lio de tr. 61NE7$ 1689EN:1.

a. <.Ti&o. ACEITAÇÃO O material !e%e ser onsi!era!o a eito #$an!o aten!er aos re#$isitos !esta es&e ifi a3ão. e.er alg$m re#$isito" retiram>se o$tras tr:s amostras !o mesmo lote e efet$a>se no%a ins&e3ão !o re#$isito não aten!i!o.6e!i3ão !as !imensões !as &e3as.6e!i3ão !o !i1metro !os fios !a mal0a e !a bor!a !. CONTROLE E ACEITAÇÃO 7. 6E/IÇÃO Os gabiões ti&o ai(a" ti&o manta e os gabiões il9n!ri os !e%em ser me!i!os &or metro @bi o !e ./imensão !a mal0a.es /. Ca!a far!o !e%e ser a!e#$a!amente i!entifi a!o om o n+ orres&on!ente e mais. se 0o$%er aten!imento &ara as tr:s amostras" o lote !e%e ser a eito. !. a. 7. .1 Gabião Os gabiões são normalmente forne i!os em far!os" #$e !e%em &esar no m'(imo 1.)))*g" on%enientemente amarra!os &ara &ermitir e asseg$rar o se$ man$seio e trans&ortes normais.5 Ins&e3ão A ins&e3ão !e%e abranger os seg$intes itens.Re%estimento" o$" !o fio om 24C.6e!i3ão !a mal0a . =$an!o a amostra não satisfi. b./imensões !os gabiões. ?. f.Ins&e3ão %is$al !o lote" no #$e se refere ao as&e to !a re!e !os gabiões" %isan!o %erifi ar !efeitos grosseiros. 7.7.2resen3a o$ não !e !iafragma" no aso !a ai(a. b.7 Amostragem 8ma &e3a a a!a lote !e 1) far!os o$ fra3ão !e%e ser retira!o omo amostra &elo E(e $tante no lo al !a obra./i1metro !o fio !a mal0a. As mal0as es ol0i!as &ara me!i3ões !e%em estar afasta!as !as bor!as !e $ma !ist1n ia m9nima !e tr:s %e.

1).ser%i3o e(e $ta!o. 2AGA6ENTO O &agamento !e%e ser feito" a&As a a eita3ão e a me!i3ão !os ser%i3os e(e $ta!os" om base nos &re3os $nit'rios ontrat$ais" os #$ais !e%em re&resentar a om&ensa3ão integral &ara to!os as o&era3ões" trans&ortes" materiais" &er!as" mão>!e>obra" e#$i&amentos" en argos e e%ent$ais ne ess'rios B om&leta e(e $3ão !os ser%i3os. .