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Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !

20"0 Ci#ncias da Sa$de

Título
Identificação:
%rande &rea do C'P()* +rea do C'P(* ,ítulo do Pro-eto* Professor .rientador* .ldric/ Joel 0omero Estudante PI1IC!PI2IC* 3orenn4o 5arroc/i 'olding 0odrigues

Resumo: Estudo referente à simulação de reservatórios, com o intuito da escolha da malha de drenagem de um campo petrolífero depletado, produzindo mediante ação de um mecanismo de recueração especial denominado injeção contínua de vapor. tilizou!se o soft"are comercial #$%R# &'(), *+++, para efetuar a simulação num-rica do reservatório, .ue dentre outras informaç/es fornece a o0tenção da curva de produção acumulada de óleo para cada geometria proposta. 1s crit-rios determinantes utilizados para escolha da configuração da produçãoforam 0aeados em tra0alhos anteriores com intuito de validar o modelo de 62ual 3ell #team %ssisted )ravit4 2rainage 7 8 9:S;%9 como sendo o (ue mais se ade(ua a este tipo de recuperação de /idrocar<onetos) 5alavras chave: simulação de Reservatórios,injeção contínua de vapor, #$%R#, 23#%)2.. 1 – Introdução 'a engen/aria de reservat=rios otimi4ar a e>plotação de um campo petrolífero significa desenvolver uma estrat?gia (ue permita produ4ir a maior (uantidade de /idrocar<oneto possível dentro dos limites físicos e econ@micos e>istentes) ; solução desse pro<lema englo<a v&rios parAmetros do reservat=rio e do sistema de produção do campoB sendo <astante comple>a devido ao grande n$mero de vari&veis envolvidas no processo* n$mero de poçosB espaçamento entre os poços Clocali4açãoDB sistema de in-eção de fluidos para recuperação suplementarB n$mero de sondasB etc) 'a visão de pro-etos de e>ploraçãoB a otimi4ação da e>ploração de um campo petrolífero visa ac/ar estrat?gias de produção (ue se-am economicamente mais rent&veisB ou se-aB a decisão de investir ou não em um determinado campo deve considerar as incerte4as t?cnicas e econ@micas) ;s incerte4as t?cnicas estão associadas E e>ist#nciaB volume e (ualidade de uma -a4idaB o (ue gera a necessidade de se investir em o<tenção de informaçFes so<re o campo antes de desenvolv#Glo) ;s incerte4as econ@micas estão associadas com o preço do petr=leoB ta>a de cAm<io e movimentos gerais da economia) E>istem ainda as incerte4as políticasB (ue se referem a características e peculiaridades de cada região) 9ependendo do grau e tipo de incerte4aB os investimentos podem ser reali4ados ou adiadosB na espera de mel/ores condiçFes C;ssunçãoB 20"0D) . campo de petr=leo uma ve4 desco<ertoB delimitado e avaliadoB passa pela fase de estudos de desenvolvimento) . desenvolvimento de um campo petrolífero pode ser entendido como o con-unto de açFes necess&rias para colocar o campo em produção de tal forma a e>trair a maior (uantidade possível do =leo e>istente no reservat=rioB isto ? ma>imi4ando o fator de recuperação dentro dos limites físicos determinados)

"

s mecanismos de flu>o de vapor estão intimamente relacionados com os efeitos t?rmicos e temperatura da roc/a reservat=rio e propriedades do fluido) . in-eção de vapor ? um m?todo comple>o de deslocamento de =leo (ue envolve simultaneamente transporte de calor e massa) . ideia principal deste pro-eto ? analisar a efici#ncia de diversas estruturas de in-eção de vaporB levando em conta o maior fator de recuperação gerado para cada configuração utili4ada no interior do reservat=rio) Para a verificação direta dos tipos de in-eção de vaporB <em como os parAmetros relacionadosB ser& utili4ado o softIare comercial S.leKm do deslocamento por vapor de um =leo vol&tilB a alta temperaturaB as fraçFes mais leves do =leo residual pode 2 .PIB con/ecido como =leos pesados) .ipos de configuraçFes de poços) C5oreiraB 200HD) .utro mecanismo <&sico inerente E in-eção de vapor ? a e>pansão do =leo do reservat=rioB a (ual adiciona energia para e>pulsar os fluidos do mesmo) .s principais características do reservat=rio a(uecido pela in-eção de vapor são* aumento da temperatura da roc/a reservat=rio e do fluido por condução e convecçãoJ redução das viscosidades do =leo e da &guaJ aumento do volume do fluido e da roc/aB al?m da redução de suas densidadesJ vapori4ação das fraçFes leves do =leo <ruto e redução de forças interfaciais CSantanaB 200 D) .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 'este tra<al/oB o pro<lema consiste em definir a mel/or distri<uição de poços utili4ando o m?todo de recuperação de in-eção de vapor CFigura "D) Com <ase nesta Figura "B podeGse identificar v&rios modelos encontrados na literatura de distri<uição de poçosB a partir dos (uais ocorrem in-eção contínua de vapor para incrementar o fator de recuperação de poços maduros) .0 8 6Enhanced 1il Recover46D) Este m?todo utili4a o calor para redu4ir a viscosidade do =leoB (ue em conse(u#ncia mel/ora a mo<ilidadeB e assimB facilita a condução do mesmo para o poço produtor C5oreiraB 200HD) .. processo de in-eção de vapor ? considerado o mais eficiente e econ@mico entre os m?todos de recuperação mel/orada CE.0S) Figura " 8 . in-eção de vapor ? aplicada em campos de /idrocar<onetos com <ai>o grau .

0SB simulador (ue ? referencia mundial na &rea de Engen/aria de 0eservat=rios) MG 9esenvolver e consolidar a lin/a de pes(uisa 6.Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de ser vapori4adas) Essas fraçFes se condensam (uando em contato com a formação mais friaB formando um solvente E frente do vapor) 2 – Objetivo .5!CEU'ES!UFES) HG Familiari4ar e aprimorar o m?todo científico de pes(uisa do alunoB desenvolvendo ao mesmo tempo o senso crítico e profissionalismo do graduando e futuro profissional da ind$stria do petr=leo) L .5!CEU'ES!UFES) NG Fortalecer o grupo de pes(uisaB registrado no C'P(B 6Produção e Processamento de Petr=leoB %&s e Energias 0enov&veis7 e>istente no Curso de Engen/aria de Petr=leo do 9EC. o<-etivo deste tra<al/o ? determinar a estrat?gia de produção =tima dentre as diversas propostas e>istentes) .nalisar a importAncia da escol/a apropriada da estrat?gia de drenagem de um campo com influ>o de &gua na ma>imi4ação do fator de recuperação) 2G Compreender a importAncia do parAmetro do reservat=rioB produção acumulada de =leoB no processo decis=rio da escol/a da alternativa de produção mais apropriada) LG Utili4ar e compreender o potencial e as limitaçFes do softIare comercial S.s variaçFes das propostas estão relacionadas com as estrat?gias assumidas para a drenagem do reservat=rioB sendo (ue estas estrat?gias estão intrinsecamente relacionadas com a distri<uiçãoB geometria dos poçosB n$mero de poços e as condiçFes de operação de produção) 0essaltaGse (ue os parAmetros geol=gicos do reservat=rio utili4ado na simulação foram pr?Gesta<elecidos atrav?s da revisão <i<liogr&fica) Como o<-etivos específicos citamGse* "G.coplamento PoçoG0eservat=rio7 no 9EC..

.. partir dos con/ecimentos o<tidos na primeira etapa do PI2IC!PI1ICB inicialmente efetuouGse a caracteri4ação do reservat=rio de acordo com os modelos propostos por 5oreira C200HDB definindo a mal/a de drenagem do campo) .0S podeGse o<ter um a-uste /ist=rico e uma previsão de produção para o campo) .s simuladores de reservat=rios são programas de computador para a resolução de e(uaçFes de escoamentoB de massa e calor em meios porosos (ue o<edecem a determinadas condiçFes iniciais e de contorno) .. simulação de reservat=rios ? uma ferramenta muito importante para modelar o escoamento em meios porososB au>iliar na caracteri4ação de reservat=rios e identificação de <arreiras e de propriedades pr=>imas ao poço) 9este modoB atrav?s do uso do simulador S.0SB o (ual ser& utili4ado na pr=>ima etapa no pro-eto) 0eali4ouGse um estudo te=rico referente ao softIare comercial S.$pacB 2002J PradoB 200LB 5oreiraB 200HDB comprovando sua importAncia como ferramenta na &rea de simulação de reservat=rios) .0S) Para uma utili4ação posterior foi reali4ado um estudo so<re a teoria utili4ada no softIare S..0S) Um dos resultados mais importantes o<tidos com o S..0S ? a curva de produção de =leo para um período ap=s da depleção do campoB evidenciando o efeito do vapor) Para os estudos de casos reali4ados nesse tra<al/o foram utili4ados reservat=rios similares aos de tra<al/os anteriores C..p=s esta etapaB foram definidas as e(uaçFes (ue governam o escoamento dos fluidos no reservat=rio CCoss?B " LJ 0osa et al)B 200HD) .0S CC5%B 2000DB atrav?s da utili4ação de um manual -untamente com estudos de caso de tra<al/os científicos (ue se <asearam em simulaçFes de reservat=rios C.Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 3 – Metodologia 9urante a primeira etapa de desenvolvimento do pro-eto vinculado ao PI2IC G UFESB uma e>tensa pes(uisa <i<liogr&fica foi efetuada cu-o o<-etivo principal foi a compreensão do m?todo de in-eção de vaporB de forma cíclica e contínuaJ as e(uaçFes (ue regem o pro<lema proposto e estudo de simulação de reservat=rioB levando em consideração a parte t?rmicaB a (ual ? respons&vel por governar este mecanismo de in-eção) Inicialmente reali4ouGse um estudo dos tipos de in-eção de vapor eB ap=s a compreensão deste m?todoB analisouGse em v&rias literaturas as configuraçFes de poços e>istentes em diferentes estudos de casoB para assim aplicar no simulador S. configuração dos poços no reservat=rioB foi <aseada em um arran-o fornecido por 5oreira C200HD) 0essaltaGse (ue o o<-etivo deste tra<al/o ? determinar (ual geometria ser& mais efica4 (uando trataGse da in-eção contínua de vapor em um campo depletado) M .ssunçãoB 20"0DB facilitando a implementação do modelo no simuladorB <em como a compreensão do processo de deslocamento do =leo e a interpretação dos resultados) . solução das e(uaçFes governantes foi o<tida mediante a simulação num?rica de reservat=rios de petr=leoB com o uso do softIare S.

Dado geol!gico "ro"o to "ara o #odelo $o#og%neo De crição Permea<ilidade Porosidade Pressão inicial Profundidade &alore L00 m9 em todas as direçFes 0B20 " 00 PPa Q00 m N .s dados geol=gicos propostos estão descritos na .s simulaçFes foram <aseadas em um modelo completamente /omog#neoB a fim de garantir (ue o resultado se-a <aseado apenas no efeito da distri<uição de poços) .a<ela 2) Tabela 1 .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de Figura 2 G 5odelo do reservat=rio) 'estes reservat=rios ? o<servado apenas uma camada "00O saturada em =leo em condiçFes de su<GsaturaçãoB sendo desconsiderada a presença de outros mecanismos de produção Ca(uíferosB capas de g&sD) Foi analisado um modelos de reservat=rioB o (ual possui uma dimensão areal de L00 metros > L00 metrosB e dimensão vertical de L0 metros) .a<ela "B e são mantidos constantes em todo o reservat=rio) . grid proposto foi o<tido atrav?s do teste de mal/aB sendo composto por 2N c?lulas > 2N c?lulas na seção areal e N c?lulas na seção vertical) .utros dados utili4ados em relação ao vapor estão descritos na .

Propriedades 1RP mínimo no produtor CSpaD 1RP m&>imo no in-etor CSpaD 2a4ão m&>ima de in-eção CmT!dD 2a4ão m&>ima de produção CmT!dD . informação necess&ria ? menor do (ue a e>igida na modelagem composicionalB o (ue torna a simulação menos comple>a e por tanto mais r&pidaB sendo (ue para certa fai>a de valoresB não /averia grande diferença entre os resultados encontradosB o (ue -ustifica a utili4ação desse modelo CC5%B 200QD) 'a . and %ndvanced 5rocesses Reservoir #imulatorDB um simulado num?rico trif&sico de m$ltiplos componentes da C5% C'omputer (odelling )roupD desenvolvido com a finalidade de simular recuperaçFes t?rmicas de =leo) Para o an&lise dos resultados utili4ouGse os p=sGprocessadores 0ESU3. foi definida como dado de entrada com o valor de " 00 PPa) Por fimB estipulouGse (ue a pressão de in-eção fosse igual a HQ M PPa) .0S C #team.a<ela L são apresentadas as propriedades dos fluidos do reservat=rio e as características roc/asGfluido do sistema) 2ale ressaltar (ue esses valores e correlaçFes foram determinados atrav?s das revisFes <i<liogr&ficasB limitandoGse os valores dentro das especificaçFes CC5%B 200QD) Tabela 3 – .PRICS da C5%B permitindo o acompan/amento dos resultados das simulaçFesB apresentando a variação de v&rios parAmetros ao longo do tempo em todas as c?lulas da mal/a) .emperatura de vapor CUCD . processo foi reali4ado atrav?s do simulador comercialB S.Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de Tabela 2 – 'ondiç(e de o"eração )Moreira* 2++.a<ela 2B a pressão do reservat=rioB considerandoGse um reservat=rio pouco profundo onshore.ítulo do vapor COD &alor N L HQ M "00 200 2M0 VQ Para o modelo proposto são necess&rios dados provenientes de an&lises P2.s (uatro tipos de configuração utili4adas neste tra<al/o são* aD Poços verticais in-etores ao lado do poço produtor /ori4ontal H .PI W "ND Pg!mL "00O 20O L0O Em relação Es pressFes (ue regem a fluidodinAmica do reservat=rioB seus valores foram esta<elecidos ap=s consulta e>tensa na literatura disponível) Como descrito na ..S e o %0.emperatura do reservat=rio 9ensidade do =leo 9ensidade da &gua Saturação inicial de =leo Saturação de =leo irredutível Permea<ilidade do g&s em lí(uido conato &alore QVoC HNB2N Pg!mL C.ro"riedade do fluido utili/ado De crição . $hermal. e da produção) .

l?m dissoB o desenvolvimento de um camin/o preferencial para o escoamento entre o poço vertical e o produtor /ori4ontal cria um curtoG circuito para a massa de vaporB ocasionando uma produção e>cessiva de vapor e outros diversos pro<lemas operacionais) Figura L* %eometria do modelo descrito) <D Poços verticais in-etores so<re o poço produtor /ori4ontal 5oreira C200HD citou a configuração apontada pela Figura M) .l?m de se tornar necess&rio mais de um in-etor para co<rir toda a e>tensão do poço /ori4ontalB aumentando os custos do empreendimento) V . C" MD propuseram a configuração indicada pelo es(uema da Figura LB onde o vapor ? in-etado por poços verticais na mesma profundidade do produtor /ori4ontalB mas locali4ados a uma distAncia significativa dele) . vapor deve fa4er uma varredura entre os poços verticais in-etores e o /ori4ontal produtorB transferindo calor ao =leo im=vel e diminuindo sua viscosidade para o escoamento) ContudoB em arenitos inconsolidadosB as altas pressFes re(ueridas para a in-eção e o escoamento do vapor em direção ao poço /ori4ontal tam<?m alteram as tensFes no reservat=rioB aumentandoB assimB o movimento de areiaB (ue ini<e a produção de =leo no poço produtor) .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 1o<Xn et al. vapor ? in-etado por poços verticais na mesma formaçãoB mas imediatamente so<re o poço produtor /ori4ontal) . aplicação deste processo ? limitadaB pois em reservat=rios pouco espessos de =leo pesado não /& espaço vertical suficiente para permitir a locação de um in-etor vertical so<re o produtor /ori4ontalB especialmente se a<ai>o e>istir um a(Yífero) Com a in-eção diretamente so<re o produtorB o potencial de deslocamento de areia para o poço produtor aumenta) .

%9) Q .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de Figura M* %eometria do modelo descrito) cD Poço /ori4ontal in-etor ao lado do produtor /ori4ontal Ruang e Rig/t C" Q D apresentaram a configuração e>i<ida pela Figura NB segundo o (ual o vapor ? in-etado por um poço /ori4ontal disposto paralelamente e ao lado do poço /ori4ontal produtorB afastado por uma consider&vel distAncia do mesmoB podendo os poços estar locali4ados na <ase ou levemente mais elevados (ue o fundo do reservat=rio) EntretantoB esse es(uema de in-eção pode não ser vanta-oso se a distri<uição da saída do vapor para dentro do reservat=rio não for controlada) . vapor in-etado pelo poço /ori4ontal pode não ser distri<uído uniformemente no reservat=rioB pois a entrada de vapor ? controlada pela /eterogeneidade do reservat=rio em toda a e>tensão do poço) Figura N* %eometria do modelo descrito) dD Poço /ori4ontal in-etor so<re o produtor /ori4ontal ou drenagem gravitacional com in-eção de vapor para dois poços /ori4ontais C9:GS.%9D So< a configuração e>i<ida pelo es(uema da Figura HB o poço /ori4ontal in-etor ? locali4ado na mesma formaçãoB mas disposto paralela e diretamente so<re o /ori4ontal produtorB sendo esta configuração a(ui denominada 8 62ual 3ell #team %ssisted )ravit4 2rainage7 G 9:S.

%9B o =leo ? drenado em escoamento apro>imadamente paralelo ao do vapor c/egando ao poço produtor ainda a(uecidoB eB em conse(Y#ncia da diferença de densidadeB o vapor tende a criar um camin/o atrav?s do =leo) .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de Figura H* %eometria do modelo descrito) 1utler e Step/ens C" Q"D patentearam este processoB onde uma cAmara crescente de vapor se forma so<re o /ori4ontal in-etor eB nestaB o =leo a(uecido ? drenado para o poço produtor situado logo a<ai>o) Zuando o vapor ? continuamente in-etado pelo poço superiorB o =leo ? a(uecido e forma uma cAmara de vapor (ue cresce para cima e para os lados do reservat=rio) . processo 9:GS. temperatura dentro da cAmara se mant?m essencialmente igual E temperatura do vapor in-etadoB e na interface com o =leo frio o vapor se condensa en(uanto o calor ? transferido ao =leo) 9esta formaB o =leo (uente e o vapor condensado drenam por gravidadeB at? o produtor /ori4ontal) .%9 apresenta uma vantagem significativa (uando comparado ao processo de in-eção contínua convencional) 'a in-eção contínua convencionalB o =leo ? empurrado para uma 4ona fria e a sua mo<ilidade ? redu4ida E medida (ue o mesmo se afasta da 4ona de vapor) En(uanto (ue no processo 9:GS.

%9) Inicialmente foram construídos todos os modelos propostos para o teste <aseado no tra<al/o de 5oreira C200HDB como descrtio na seção anterior) Com <ase nos dados apresentados na metodologia deste tra<al/o criouGse reservat=rios com 20 anos de produçãoB por?m a an&lise efetuada <aseouGse em apenas nos "0 $ltimos anos) 'este período foi aplicada a in-eção contínua de vapor em todos os reservat=riosB com intuito de avaliar o fator de recuperação final de cada m?todo) . segundo gr&fico mais <ai>o foi caracteri4ado pela configuração <aseada na estrutura 6cD7B por?m este rece<e um incremento do fator de recuperação ainda maior (ue o anteriorB mostrando (ue a perfuração /ori4ontal em camadas mais centrali4adas redu4 o efeito da segregação sofrida pelo deslocamento de g&s) Como modelo ideal seria interessante utili4ar esta segregação para favorecer a manutenção de pressão no reservat=rioB deste modo as configuraçFes 6<D7 e "0 ..0S foram e>traídos para o E[CE3B resultando na comparação apresentada na Figura V) Figura V* Comparação do fator de recuperação para os M casos simulados) Como pode ser o<servado na Figura VB todos os modelos apresentados resultaram em um aumento significante do fator de recuperação final do poçoB o valor mínimo deste incremento ocorreu no caso 6aD7 descrito anteriormente) Segundo alguns autores isto se deve ao movimento preferencial do fluido por partes superios do reservat=rioB devido a segregação gravitacional (ue ocorre durante a in-eção de g&s pelos poços verticais in-etores) .s dados gerados pelo simulador S.Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 0 .1e ultado e Di cu (e 9iversas simulaçFes foram utili4adas at? se atingir os resultados ade(uados para o caso proposto) 'este capítulo serão apresentados apenas os resultados pertinentes com o o<-etivo deste pro-etoB o (ual se <aseia na -ustificativa de um mel/or fator de recuperação para o m?todo 9:GS.

pesar de simplesB o resultado foi motivo de-ustificativa para aplicação deste modelo em futuros tra<al/osB al?m de propocionar um entendimento da utili4ação desta ferramendoB podendo contrui<uir para ocasiFes futuras) "" .s resultados foram consider&veisB de modo (ue am<os o<tiveram fator de recuperação maior (ue os outros modelos) Por?mB o modelo 6dD7B como propospo por 5oreira C200HDB apresentou fator de recuperação cerca de MO acima do modelo 6<D7B de modo (ue a in-eção contínua por poços /ori4ontais so<repostos gerou uma camada mais e>tensa de g&sB criando uma capa de g&s favor&vel a este aumento) Como o<-etivo deste pro-etoB ficou provado (ue a aplicação de in-eção contínua de vapor possui um mel/or resultado utili4ando poços /ori4ontais so<repostos) 0essaltaGse (ue outras an&lises devem ser feitas como sugestFes para tra<al/os futurosB como apresentadas na seção a seguir) .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 6cD7 se <asearam neste aspecto) Em outras palavrasB definiuGse uma tentativa de gerar uma capa de g&s não natural no reservat=rioB promovida pela in-eção de vapor) .

<em como avaliar a mel/or configuração para ser utili4ada em campos petrolíferos de <ai>o grau .0S do grupo C5%) .lterar as propriedades do reservat=rioB permitindo atingir características mais reaisJ .timi4ar a produção para outros arran-os de camposJ alteraçFes nas propriedades do reservat=rioB fa4endo an&lises associadas a modelos mais /eterog#neosJ Ela<oração de uma modelagem econ@micaB avaliando custos de poçosJ . a (ual e>iste um poço /ori4ontal in-etor so<re um poço produtor tam<?m /ori4ontalB assim de acordo com Santana C200 DBo mecanismo de drenagem gravitacional atua significativamente no sistema de produção) .lterar o la4out de produçãoJ .PI C=leos pesadosD) Como encontrado na literatura a mel/or configuração foi S.ssimB definiuGse as principais geometrias de poços encontradas na literatura para tra<al/ar com in-eção de vaporB permitindo avaliar (ual seria mais efica4 e retornaria maiores efeitos produtivos do campoB levando em consideração o fator de recuperação e ta>as de 1S:) 9urante este pro-etoB foi possível o<servar o (uão eficiente ? a in-eção contínua de vapor em poços onshore.utros parAmetros (ue podem influenciar na produção e na otimi4ação) "2 .%9 C62ual 3ell #team %ssisted )ravit4 2rainage6..0S) Foi possível o<servar a manutenção da pressão durante todo o período produtivo do campoB determinada pela e>pansão do vapor d\&guaB gerando maiores ta>as de produçFes de =leo) Este efeito foi respons&vel por aumentar o fator de recuperação em (uase L0O) Um fator de recuperação de L0O para um poço depletadoB ou muitas ve4es 6es(uecido7B ? um parAmetro significativo o (ual -ustifica o retorno de investimento no campo) Uma recuperação final foi atingida em torno de H0O de =leoB um valor consider&vel (uando estamos tratando de reservat=rios operando sem mecanismos de recuperação) Para sugestFes de tra<al/os futuros podeGse listar* • 5aior discreti4ação do reservat=rioB fornecendo assim resultados mais precisosJ .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de 2 – 'onclu ão Inicialmente a metodologia proposta consistiu em apresentar o modelo do reservat=rio utili4adoB <em como as propriedades do softIare S.oda simulação foi reali4ada no S...

) 9)J Engen/aria de 0eservat=rios de Petr=leo) 0io de Janeiro* Ed) Interci#nciaB 200H) G S. – 1efer%ncia 3ibliogr4fica G .B 0)P)S)J Comparação entre Estrat?gias de Produção Utili4ando Poços 2erticais e Rori4ontais) 9issertação C5estrado em Engen/aria de Petr=leoDB Faculdade de Engen/aria 5ecAnicaB U'IC.B 0ic/ard 9ouglas 0i<eiro) In-eção de 2apor .CREC./e %ravitX 9rainage of Steam Reated ReavX .02.5E.il to Parallel Rori4ontal :ells7B Journal of Canadian Petroleum .B 0) S) e [.1`'B 3) 5)B 1) I) 'aES:U and P) 9) S.3E0 0) 5)B S.'% :) S)J RI%R.B P 5))J .'.S.:SI'SB 5)J .l<ertaB .) C)J Plane-amento e otimi4ação do desenvolvimento de um campo de petr=leo por algoritmos gen?ticos) [[II Encontro 'acional de Engen/aria de ProduçãoB Paran&B .il Special Interest %roup Slugging it .Universidade Federal do Espírito Santo Programa Institucional de Iniciação Científica Jornada de Iniciação Científica 200 !20"0 Ci#ncias da Sa$de .SSbB 0)J 1asics of 0eservoir Engineering) Paris* Editions .9B 2000) G RU.u>iliado por 9renagem %ravitacional em Poço cnico) Campinas* Faculdade de Engen/aria 5ecAnicaB Universidade Estadual de CampinasB 200H) "H0 p) 9issertação C5estradoD) G P0.F.SSU']^.aB 6Converting a Rori4ontal :ell PrimarX Pro-ect to Steam 8 blan\s Steam 9rive Pilots at Cactus 3aPe7B Presented at t/e CI5 ReavX .B ..ut ForumB CalgarXB .n&lise . 5) .?cnicoGEcon@mica 9a E>plotação 9e 0eservat=rios 9e Petr=leo Com _nfase 'a In-eção 9e Polímeros CPro-eto de %raduação em Engen/aria de Petr=leoDB Universidade Federal do Espírito SantoB ESB 20"0) G 1.2IE0B J) .EPRE'S 9) J) 6.utu<roB 2002) "L ..B S) 0) 8 Estudo da segregação gravitacional no processo de in-eção de vapor em reservat=rios /eterog#neos 8 9issertação de mestrado UF0'B Programa de P=sGgraduação em Ci#ncia e Engen/aria de Petr=leo) +rea de Concentração* Pes(uisa e 9esenvolvimento em Ci#ncia e Engen/aria de Petr=leoB 'atalG0'B 1rasil G .B 5) 5) 1) 0J P.3R.pplied Petroleum 0eservoir Engineering) Segunda edição) 'eI JerseX* Prentice RallB " ") L) G C.9.) J)B C.'.) 6Parallel Rori4ontal :ells7 Canadian Patent ")2H0)Q2H e United States Patent M)V00)VV B Sep) " Q ) G 5.5PB SPB 200L) G 0.ec/nologX) MGHB " Q") G C0.pril 20B " M) G 1U.0EI0.CB `) JJ 2E33.SC.cP.B 5) ..0S User\s %uide) Computer 5odeling %roup 3.B 1) C) e R.ec/nipB " G S.