Oscilações forçadas e amortecidas

http://dfn.if.usp.br/~rliguori/FEP2196

nal à velocidade.ρx -kx k m 0 Fext x A força de resistência viscosa Fa é proporcioci . e a força externa periódica é dada por Fext=F0cos(Ωt) .Oscilações forçadas e amortecidas Considere um sistema massa-mola imerso em um fluido viscoso e sujeito à uma força exter na periódica. . Fa=-ρx.

onde ω0 = k é a freqüência m m Equação do oscilador forçado e amortecido F0 x+γx+ω0x= cos(Ωt) m 2 .. Equação diferencial linear de segunda ordem não homogênea . γ é a constante de decaimento e Ω é freqüência externa. . cos(Ωt).A equação de movimento será escrita como && = F + F + F = −ρx & − kx + F cos(Ωt) ou seja mx ext a 0 && + ρx & + kx = F cos(Ωt) daí mx 0 && + γx & + ω2 x = 0 x 0 F de natural de oscilação.

Solução Geral x(t)=xh(t)+xp(t) Solução da homegênea Solução particular A solução da homegênea já foi discutida..F x+γx+ω0x= 0 cos(Ωt) m 2 . Por exemplo γ se <ω0 (caso sub-crítico): 2 γ − t x(t) = Be 2 cos(ωt + φ) ω= 2 γ 2 ω0 − . . 4 B e φ constantes definidas a partir das condições iniciais .

Solução Particular Tomemos a equação complexa &&+ γz & + ω2 z = 0 ⇒z 0 m F exp(iΩt) (note que a parte real da equação acima reproduz a equação do oscilador forçado) Tentemos uma solução do tipo z(t)=z0exp(iΩt) (−Ω2 + iγΩ + ω2 )z exp(iΩt) = 0 0 0 m F exp(iΩt) A equação acima só é satisfeita para todo t se: z0 = F 0  1 0   2 2 m ω − Ω + iγΩ    z0 é complexo . . multiplicando e dividindo pelo complexo con jugado.

onde: a= F 0 ω2 − Ω 2 0 2 2   ω − Ω   0    m   2 +γ Ω 2 2      e b=− F 0 γΩ 2 2   ω − Ω   0    m   2 +γ Ω 2 2      Em coordenadas polares a+bi=A(cosϕ+isenϕ)=Aexp(iϕ) b A ) ϕ a .z0 = F 0 = ×  2   2  2 2 m ω − Ω + iγΩ ω − Ω −iγΩ     0  1 ω2 − Ω 2 − iγΩ 0 0    = F 0 ω2 − Ω 2 − iγΩ 0 2 2  ω Ω −    0    m   2 +γ Ω 2 2      Número complexo do tipo a+bi.

a+bi=A(cosϕ+isenϕ)=Aexp(iϕ) A = a2 + b2 e tanϕ = − A(Ω) =        b a 1 F 0 m              1 2 2 ω −Ω   0  2 e ϕ( Ω) = −arctan +γ Ω 2 2 2      γΩ ω2 − Ω 2 0 z(t)=A(Ω)exp{i[Ωt+ϕ(Ω)]}=>xp(t)=Re[z(t)] xp(t)=A(Ω)cos[Ωt+ϕ(Ω)] Equação de um oscilador harmônico de freqüência Ω amplitude A(Ω) e fase inicial ϕ(Ω) .

Ressonância de Amplitude A amplitude A(Ω) da solução estacionária é máxima A(Ω) é máxima quando     2  2 2 2 2 ω0 − Ω   +γ Ω  for mínimo 2   2 d  2 2 2 2 2 ×2Ω + 2γ 2Ω = 0   ω0 − Ω   + γ Ω = 0 ⇒ e 2  ω0 − Ω      dΩ  2 γ  2  2 2 2 A 2  ω0 − Ω   + γ = 0 ⇒ ΩR = ω − 0 2   Efeito da ressonância Amortecime nto fraco → γ << ω0 Próximo da ressonânci a Ω − ω << ω0 0 2 =  ω + Ω  ω − Ω  ≈ 2ω  ω − Ω  ω2 − Ω     0 0           0 0 0 .

A(Ω) ≅        F 0 2 2 2 m 4ω2  ω − Ω  + γ ω     0 0           1 ≅   0        F 2mω 0 0              1 γ  + ω −Ω  0  4   2    2 ϕ( Ω) ≅ −arctan γω  0 2ω  ω −Ω   0 0  ≅ −arctan  γ 2 ω −Ω      0 .

0 s-1. B =2. F0 = 10 N Ω = 5. γ = 0. φ = -0.0 m .0 kg.t 2 x(t)=xh(t)+xp(t) γ x(t)= Be cos(ω0t+φ)+A(Ω)cos[Ωt+ϕ(Ω)] estacionária transiente m =1. ω0 = 5.05 rad.50 s-1.Solução Geral Exemplo: solução da homogênea para <ω0 2 γ .0 s-1. Simulação .

2 x(t)= A(Ω)cos[Ωt+ϕ(Ω)] x(t)=-Ω A(Ω)cos[Ωt+ϕ(Ω)]=>x=-Ω2x . x(t)=-ΩA(Ω)sen[Ωt+ϕ(Ω)] .. ..Balanço Energético & 2(t) + 1kx2(t) ⇒ dE = x & (mx && + kx) E(t) = 1mx 2 2 dt && + kx = −mγx & + F(t) mx dE = −mγx & 2 + F(t)× x & (t) = −mγx & 2 + P(t) dt O segundo membro desta equação representa o balanço entre a potência dissipada pela força de resistência vis cosa e a potência fornecida pela força externa. Regime estacionário .

em média. . a energia se conserva dE = −mγx & 2 + P(t) = 0 ⇒ P(t) = mγx &2 dt No regime estacionário a potência média fornecida pela força externa é igual a potência média dissipada pela pela força de atrito. Mas x && =-Ω2x e k = mω2 mx 0 dE = −m(ω2 -Ω2 )xx & 0 dt dE = −m(ω2 -Ω2 )Acos(Ωt + ϕ)Acos(Ωt + ϕ)[−AΩsen(Ωt + ϕ)] 0 dt dE = mΩA2( Ω2 − ω2 ) 1AΩsen[2(Ωt + ϕ)] 0 dt 2 Tomando a média sobre um período dE = mΩA2( Ω2 − ω2 ) 1AΩsen[2(Ωt + ϕ)] = 0 0 dt 2 No regime estacionário.&& + kx = −mγx & + F(t).

& 2 = mγA2Ω2sen2(Ωt + ϕ) P(t) = mγx 2 Ω2 γ F 1 0 P = mγΩ2A2 = 2 )2 + γ 2Ω2 ] 2m[(ω2 Ω − 2 0 2 γ F Ω 1 0 ⇒P = Definindo α = 2 2 γ2 ω 1 ω 2m ] 0 0 (α − ) + 2 α ω 1 2 Valor máximo de P ⇒ mínimo do denominado r 1 (α − ) = 0 ⇒ α =1⇒ Ω = ω0 α P =ω Ressonânci a de Potência ⇒ ΩR 0 Ressonânci a de Amplitude 0 ⇒ ΩA = R 2 γ 2 ω0 − 2 Para o amortecimento fraco ( γ << ω0 ) ⇒ ΩA ≅ ΩP R R .

O pêndulo menor oscila com a fre qüência do pêndulo pesado. M Pêndulos idênticos d l ) θ1 1 k m θ2 l m 2 As equações que descrevem o sistema são as seguintes: 2=g && + ω2 x = ω2 (x − x ) ω x 1 0 1 1 2 1 0 l && + ω2 x = − ω2 (x − x ) ω2 = k x 2 0 2 1 2 1 1 m } ) x1 x2 Sistema de equações diferenciais acopladas .Oscilações acopladas d k m Se M>>m => oscilações forçadas.

ϕ1 e ϕ2 são constantes arbitrária s e ω2 = ω2 + 2ω2 0 1 x1(t) = A1cos(ω0t + ϕ1) + A2cos(ω2t + ϕ2 ) Modos Normais x1=x2 mola relaxada x1=-x2 mola distendida ω0 = g l x1 x2 x1 x2 k ω0 = g + 2 l m Modo simétrico Modo assimétrico . A2.Solução do sistema de equações x2(t) = A1cos(ω0t + ϕ1) −A2cos(ω2t + ϕ2 ) A1.

.x2(0)=0 e x1(0)=x2(0)=0 A x1(t) = [cos(ω0t) + cos(ω2t)] 2 A x2(t) = [cos(ω0t) − cos(ω2t)] .Caso Particular Pêndulos partindo do repouso com um deles partindo da posição de equilíbrio . ω2 = ω2 + 2ω2 0 1 2 1 Definindo ω = (ω2 + ω0 ) e ∆ω = (ω2 − ω0 ) 2 ∆ω x1(t) = Acos( t)cos( ω t)] 2 ∆ω x2(t) = Asen( t)sen( ω t)] 2 Simulação A x1 Batimento (∆ω<<ω) t -A x2 t . x1(0)=A .

Outro exemplo de oscilador acoplado Molas relaxadas Oscilações longitudinais Modos normais Modo simétrico x1=x2 ω0 = k m Modo assimétrico ω0 = 3 k x1=-x2 m .

Oscilações transversais – 3 molas igualmente esticadas T0 magnitude da força restauradora => T0=k(a-d) Modos normais Modo simétrico ω0 = T 0 ma Modo assimétrico ω0 = 3T ma 0 .

Modos transversais de 4 partículas .