CRIMINALÍSTICA

Duas ciências se dedicam ao estudo do crime, que existe desde o inicio da humanidade, são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. Conceito: Criminalística - Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais. Entre suas atribuições, contamse o levantamento do local do delito, a coleta de rovas e as er!cias res ectivas. " criminal!stica estuda o crime de ois de raticado, visando o levantamento de rovas com o objetivo de identi#icar o criminoso ou criminosos, ara colaborar com a investi$ação. Criminologia - %e dedica a estudar as ra&ões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime or toda sua vida. Essas ra&ões odem ser essoais ou s'cio-econ(micas. )or tudo isso, vemos que a res onsabilidade de um *i$ilante que che$a a um local onde houve um crime +homic!dio, roubo, seq,estro, etc.- . muito im ortante. *oltamos a a#irmar, ele deve estar re arado ara reservar esse local ara que sejam mantidos intactos os vest!$ios e ind!cios ali existentes, at. a che$ada da )olicia. /0 um rinci io im ortante a ser conhecido: 12ão h0 crime er#eito, h0 crime mal investi$ado3 e isso ode ocorrer entre outros motivos ela não reservação do local do crime.
LOCAL DO CRIME

Conceito: 4 todo local onde tenha ocorrido um crime revisto elo C'di$o )enal. 5 local onde ocorre um crime deve ser reservado elo vi$ilante, de #orma a ossibilitar 6 )ol!cia a coleta das rovas materiais ara a ação enal. %em re que ocorre um crime, o olicial e o vi$ilante devem tomar rovidências. %e o olicial assumiu a ocorrência, o vigilante n o at!a, odendo a enas auxiliar a edido daquele. 5 vi$ilante atua imediatamente, at. a che$ada da ol!cia, ve& que a se$urança rivada . atividade com lementar 6 se$urança 7blica. "inali#a#e: )rote$er todos os vest!$ios que ossam ser relacionados com a ocorrência: o sus eito instrumento da ocorrência, a #orma de atuação, etc., ara que o erito ossa #a&er a er!cia.
5s locais odem ser classi#icados como:

Internos 8 %ão aqueles con#inados ventos, chuva, etc.-

or

aredes e coberturas9 são rote$idos das intem .ries +sol,

E$ternos 8 %ão os que se encontram a c.u aberto, ex ostos 6 intem .ries . Am%iente Ime#iato 8 :rata-se do local da ocorrência . Am%iente Me#iato 8 ;ocal r'ximo ao ambiente e que tenha vest!$ios que ossam ser considerados na investi$ação .

aquele em que os vest!$ios #oram mantidos inalterados. o isolamento do local do crime.m. seu com leto re$istro. a em resa deve #ornecer ao vi$ilante os equi amentos de isolamento. Ini#&neo 8 4 aquele em que os vest!$ios #oram alterados e não servem adequadamente 6 investi$ação olicial. 5bservar e descrever essoas. " curiosidade das essoas contribui muito ara o desa arecimento de vest!$ios e rovas. inclusive a autoridade olicial. os vi$ilantes tenham condições de #a&er um correto isolamento e conseq. 'or S!%tra( o 8 4 muito comum9 muitas ve&es. em casos es ec!#icos. da autoridade olicial tamb. seus a$entes e. Coletar rovas que estão #ora do er!metro de isolamento e que odem desa arecer antes da che$ada da ol!cia t. ainda que #isicamente estejam se arados. "cionar a ol!cia. desde a ocorrência dos #atos at.m. quais são as rovidências= %alvar vidas.5s locais odem ser classi#icados ainda como: id(neo. rinci almente armas9 caso seja obri$ado a recolhê-los. rinci almente rolo de #ita de isolamento. Elaborar o relat'rio. Deter as artes envolvidas. introdu& suas im ressões di$itais em objetos encontrados no local do crime. de #orma dolosa ou cul osa. :amb. o que não $arante as condições ara a reali&ação do exame ericial. 2ão mexer nos instrumentos do crime. 4 reciso que as autoridades oliciais.cnica. 2ão deixar que essoas não autori&adas entrem no local. r' rio a$ente ode 'or S!%stit!i( o 8 " subtração de um objeto. o retirar do local objetos que interessem 6 investi$ação. 5 isolamento do local do crime tem or rovidências não alterar o estado de conservação das coisas at. )rote$er os vest!$ios que oderão desa arecer. coisas. ?m dos $randes requisitos b0sicos ara que os eritos criminais ossam reali&ar um exame ericial satis#at'rio . "rrolar testemunhas. a #im de que não se ercam os vest!$ios que tenham sido rodu&idos elos sujeitos ativos da cena do crime. 5 des re aro do vi$ilante. ve!culos. substituindo-o or outro. altera $ravemente os ind!cios. o vi$ilante deve saber identi#icar os vest!$ios ara estabelecer o er!metro de . Comunicar ao %u ervisor imediato +Em resa-. inid(neo e relacionado. do olicial.ente reservação dos vest!$ios nos locais de crime. use uma luva e $uarde em saco l0stico lim o e ou local que não altere os vest!$ios. I#&neo 8 . locais es ec!#icos. Dentre os roblemas mais $raves ara os eritos criminais em reali&ar a er!cia em local de crime . bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. Relaciona#o 8 %ão os locais interli$ados numa mesma ocorrência. 5correu o crime ou al$um evento cr!tico.m ode concorrer ara inviabili&ar a boa er!cia. a che$ada dos eritos criminais. o mau isolamento e reservação adequada do cen0rio. 5 local do crime ode ser alterado de três #ormas: 'or A#i( o 8 <uando al$u. )ara tanto. 0rea. >solar o local do crime. armas.

se lhe #or ne$ada restalhe tão somente $ravar suas caracter!sticas e assa-las 6 ol!cia lo$o que se #a& resente no local. a obtenção de uma descrição con#i0vel do sujeito do crime. #ormalmente tra&idos aos autos do inqu. serve ara ajudar a elucidar qualquer crime que venha a ocorrer em seu setor. ois durante seu turno de serviço. tendo que se #a&er resente no inqu. quando sur$e de um com lexo de ind!cios analisados ela autoridade com etente que or dedução conclui da existência da verdade. e$ada. que não se ode duvidar de sua verdade. 5 car0ter reventivo do trabalho do vi$ilante . evidência. tem a res onsabilidade de reservar a inte$ridade de essoas e atrim(nio. 5 *i$ilante no desem enho de suas atividades deve estar sem re atento a tudo que ocorre 6 sua volta. <ualidade daquilo que . %omente o olicial. circunstAncia conhecida. quando o criminoso con#essa o crime e esta circunstAncia . Arrolamento #e testem!n-as: a maioria das essoas que resenciam a uma cena de crime tende a desa arecer ara não servir de testemunha. coisas e #atos em seu local de trabalho. Evi#+ncias: . O )!e s o vestígios* @arca ou sinal deixado.rito olicial e de ois no rocesso enal. vest!$io rovado em relação ao #ato e autoria9 #oc!mental quando h0 documento escrito. M/TODOS DE O0SER1A23O4 MEMORI5A23O E DESCRI23O 4 de $rande im ortAncia que o homem de se$urança a lique re$ras de observação e descrição de essoas. #eito.ericial quando rodu&ida or eritos criminais. cabe ao se$urança rocurar trabalhar em condições #!sicas adequadas. declarações e interro$at'rios9 #e con. al. E ode ser: material quando h0 elemento #!sico. consubstanciada em laudo ericial9 testem!n-al. casaco. como laca de ve!culo. de ind!cios e de rovas. quando resultante de de oimentos. basicamente. *est!$ios se di#erenciam de evidências. %e a testemunha se a#astou do local o vi$ilante deve rocurar relacionar elementos ara sua locali&ação. a certe&a obtida ela observação e racioc!nio. 5 vi$ilante deve habituar-se a discriminar a distancia e o sentido da ori$em de um som. investido no oder de ol!cia de se$urança 7blica ode exi$ir a identi#icação do cidadão9 o vi$ilante a enas ode solicitar a identi#icação. não odendo ser contestada ou re#utada. condi&ente com as demais rovas dos autos do rocesso9 circ!nstancial. clara e mani#esta or si mesma.iss o.rito olicial ara se constituir em rova a #im de se che$ar ao conhecimento do #ato delituoso e a uração da autoria. elemento material encontrado no local do crime +cor o. 'rova: . a artir dessa observação que. bolsa-. dever de cidadão e não h0 nenhum constran$imento em se e#etuar o arrolamento. que . instrumento do crime que ode vir a rovar a autoria ou a cul abilidade do acusado. que . In#ício: . mas . evidente. . a demonstração da existência da verdade real. Com rova o #ato e indica o autor do crime. " visão e a audição são os sentidos mais utili&ados na observação. ?m dos roblemas mais comuns nas investi$ações oliciais . daquilo que todos odem veri#icar. ara sua melhor erce ção visual e auditiva. deve saber identi#icar: 'essoas4 Materiais e 1eíc!los6 . "ssim. devendo esta reali&ar a identi#icação da testemunha. Bealmente. $arantindo o bem estar de todos. #ormul0rio9 . 5 vi$ilante que exercer suas atividades numa ortaria. #oto$ra#ia.m disso. um inc(modo. o vest!$io.isolamento.

As. barba e etc. As. Ex. deve-se artir da observação $eral.: ?so de 'culos. sinais de nascença. etc. ti o de bi$ode.ectos Gerais %ão caracter!sticas $erais do indiv!duo. assando ara as ectos ormenori&ados e sinais articulares.'rincí. boca. uma observação direta. Sinais 'artic!lares %ão verdadeiros detalhes que di#erenciam uma essoa das demais e que são de #undamental im ortAncia ara sua identi#icação. se #or o caso. manchas. " visão e a audição são os sentidos mais utili&ados na observação.s dos meios t.: "s ectos #!sicos.cnicos conhecidos. sem muitos detalhes. "ssim cabe ao vi$ilante rocurar trabalhar em condições #!sicas adequadas e iluminadas ara sua melhor erce ção visual e auditiva. vestu0rio. cicatri&es.. altura. "ssim. idade e etc.: :i o de cabelos. o vi$ilante deve observar esses ontos b0sicos. cor dos olhos. numa situação embaraçosa ou de assalto.ios 07sicos #e O%serva( o <uando se observa uma essoa com o objetivo de osterior identi#icação. "quilo que #oi visto de imediato. ausada e bem #eita. )ortanto. atrav. rodu&ir os traços #ision(micos de qualquer essoa. que estão a arentes e odem ser descritas se bem observadas. a um retrato #alado. Ex. che$ando at. raça. Ex. de#eitos #!sicos. evidentemente. .ectos 'ormenori8a#os %ão caracter!sticas mais detalhadas. a rinc! io. ossibilitar0. ti o de nari&.

A'OSTILA DE CRIMINALÍSTICA .