Aula 02

Curso: Conhecimentos Específicos p/ TRT-15 - Técnico Judiciário - Especialidade Segurança

Professor: Alexandre Herculano

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

AULA 02: Noções de Planejamento de Segurança: conceito, princípios, níveis, metodologia, modularidade e faseamento, fases do planejamento. Segurança Corporativa Estratégica: Segurança da Gestão das Áreas e Instalações.

1. 2. 3. 4. 5.

SUMÁRIO Noções de Planejamento de Segurança Segurança da Gestão das Áreas e Instalações. Questões comentadas Questões propostas Gabarito

PÁGINA 1 15 47 72 85

Olá meus amigos do Estratégia Concursos! Hoje vamos abordar os seguintes tópicos:  Noções de Planejamento de Segurança  Segurança Corporativa Estratégica: Segurança da Gestão das Áreas e Instalações.

1. Noções de Planejamento de Segurança: conceito, princípios, níveis, metodologia, modularidade e faseamento, fases do

planejamento. Meus caros quando falamos de planejamento de segurança, temos que saber, primeiramente, que ele pode ser aplicado tanto em
30881012423

empresas privadas, estatais, órgãos públicos, etc. É o planejamento que determina, antecipadamente, quais serão os objetivos que deverão ser atingidos e como se deve fazer para alcança-los. Define onde se pretende chegar, o que deve ser feito, quando, como e em que sequência. Assim, planejar significa traçar linhas de ação, conceber um método, estabelecer um modo de elaborar algo ou alcançar um objetivo.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

1 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Dentro de uma organização, o Planejamento de Segurança constitui um processo ininterrupto, dinâmico e flexível de

permanente avaliação e adequação das medidas e procedimentos de segurança dos Ativos, das Pessoas ou dos Recursos Humanos contra riscos e ameaças reais ou potenciais. Requer, portanto,

estabelecimentos de objetivos, definição de métodos e atribuição de responsabilidades. Então meu amigos, toda Organização deve possuir um Plano de Segurança e Programa de Instrução sobre segurança. O Plano de Segurança não pode desprezar medidas para conter as ameaças humanas. Essas são normalmente, provenientes da fraqueza da contra inteligências e do despreparo dos integrantes das organizações. Assim o Plano de Segurança deve levar em consideração:  a deslealdade, atos de hostilidade e subversão;  os descuidos e acidentes;  a sabotagem, espionagem, furto e roubo, dentre outros atos(vulnerabilidades) que possam atingir a organização. Por isso o Plano de Segurança Orgânica de uma organização de conter: segurança das áreas de instalações, segurança do pessoal, segurança da documentação e do material, segurança da informação e da comunicação. Durante nosso curso veremos bem detalhado essa parte.
30881012423

Princípios do Planejamento de Segurança

Caros,

no

planejamento

de

segurança

deve

ter

como

“princípios gerais”:  Adequação aos objetivos da empresa;  Precedência ao controle, à direção e à organização;
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

2 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Ampla penetração, abrangência e capilaridade.

Deve-se buscar constantemente:

 a eficiência - perfeita administração dos meios com minimização de custo;  a eficácia - concussão dos objetivos com otimização de resultados;  a efetividade otimização de resultados globais

duradouros. “princípios específicos”,

E

como

o

planejamento

de

segurança deve ser:  Participativo - envolver todos os segmentos da empresa;  Coordenado - promover intendência entre os segmentos;  Integrado - envolver participação de todos os níveis institucionais para facilitar a exequibilidade;  Permanente - nenhum planejamento é perene.

É muito importante que vocês gravem esses princípios, pois as bancas têm cobrado, de forma literal, nos concursos da área de segurança.
30881012423

Níveis do Planejamento

É necessário que haja planos para que a organização tenha seus objetivos e para que se estabeleça a melhor maneira de alcança-los. Além disso, os planos permitem que a organização consiga e aplique recursos necessários para a consecução de seus
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

3 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

objetivos, facilitam que os membros da instituição executem atividades compatíveis com os objetivos e métodos escolhidos e o progresso feito rumo àqueles seja acompanhado e medido, para que se possam tomar medidas corretivas se o ritmo do progresso for insatisfatório. Então, os primeiros passos do planejamento envolvem a seleção de objetivos para organização a depender do nível de planejamento. Uma vez determinados os objetivos, estabelecem-se programas para sua execução de maneira sistemática. Assim sendo, e tendo em vista possibilitar a implantação, sem a imposição do plano – que pode gerar a incompreensão, resistência e mesmo sabotagens, inviabilizando um planejamento de segurança, convém que se estabeleçam níveis de planejamento compatíveis com o “público alvo” que se pretende envolver. São eles:  Nível institucional (ou estratégico): envolve toda a empresa, porém está mais identificado com a alta administração. Traça filosofia e políticas de segurança e define a missão do departamento responsável;

 Nível departamental (ou tático): busca a otimização dos recursos. É desenvolvido nos níveis organizacionais intermediários e
30881012423

estabelece

meios

necessários

para

implantação de sistema de segurança integrado. Detalha condições, prazos e responsabilidades;  Nível executivo (ou técnico): trata da descrição técnica detalhada do sistema integrado, como também de seus equipamentos, manutenção, instalação e equipes de operação e reparo;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

4 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Nível operativo (ou operacional): trata de manual de operações de segurança propriamente dito, descrevendo normas, condutas, procedimentos de rotinas ou

emergenciais e os seus responsáveis. Define, enfim, como devem ser cumpridas as tarefas.

Esses níveis já foram abordados nas provas de vocês, como podemos ver abaixo:

(FCC) Um dos níveis de planejamento de segurança é o operativo, que trata do manual de operações de segurança propriamente dito, descrevendo normas, condutas,

procedimento de rotina ou emergenciais e os seus responsáveis definindo como deve ser cumpridas as tarefas.

Bom meus amigos, a questão encontra-se correta, literal do que apresentamos, logo, não resta dúvidas que os outros níveis deverão ser gravados. Ok?

Metodologia Então pessoal, como diz o grande Mestre Mandarini “definir
30881012423

método significa escolher uma maneira para alcançar determinado objetivo. Assim, a “metodologia” consiste no estabelecimento de uma sequência ordenada e racional de procedimentos, objetivando a formatação do melhor planejamento de segurança possível. Não constitui condição suficiente, porém necessária para o êxito do planejamento”.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

5 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Por serem várias, apresentamos a seguir uma metodologia, que poderá ser aplicada no todo ou em parte, sofrendo as adaptações que atentam as peculiaridades e limitações impostas a cada situação específica. Assim, “uma” sequência pode ser estabelecida a partir dos seguintes momentos do planejamento, na visão do Mandarini: 1º MOMENTO – Introdução ao Planejamento (planejamento preliminar):  Vislumbrar elementos essenciais, como:    

Estudo sucinto de objetivos, métodos, responsabilidades, recursos e meios (RH e materiais, inclusive orçamentos); Esboço de um calendário inicial e das ações imediatas; Estabelecimentos de medidas e procedimentos de segurança iniciais (confidencialidade e compartimentação); Esboço de critérios genéricos e avaliação. –

MOMENTO

Desenvolvimento

do

Planejamento

(planejamento propriamente dito):

 Reunião e organização de meios (RH e materiais) e seleção de locais;
30881012423

 Definição de modus operandi (métodos);  Coleta de todos os conhecimentos disponíveis, em vigor ou não (planejamentos, normas, metas, diretrizes, sugestões, pesquisas, estatísticas, históricos , etc.);  Avaliação e análise preliminar em todo o conhecimento disponível;  Levantamento de conhecimentos adicionais necessários:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

6 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Organização de busca desses conhecimentos (confecção de questionários, check list, estatísticas, baremas, etc.);

 Organização de equipes e distribuição de encargos;  Estabelecimento de um calendário definitivo minucioso, com fixação de objetivos, prazos e metas;  Busca dos conhecimentos adicionais necessários (trabalho de campo), incluindo: 

Inspeções e relatórios de inspeções; consolidação e análise de relatórios de inspeção;

 Estabelecimento de parâmetros e condições de execução , inclusive modelos, formas e prazos para apresentação de resultados, relatórios e estatísticas;  Estabelecimento de critérios de avaliação de dados e

informações obtidos;  Consolidação e saneamento dos conhecimentos obtidos;  Integração, análise, síntese e interpretação dos

conhecimentos obtidos;  Conclusão de um diagnóstico:
30881012423

  

Levantamento e análise de riscos e ameaças segundo metodologia adequada; Conclusão e formatação de um diagnóstico; Confrontação das “vulnerabilidades” com relação “custo versus benefício”;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

7 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Fixação

de

medidas

e

procedimentos

considerados

adequados;

 Organização da formalização do planejamento. 3º MOMENTO – Conclusão do Planejamento:  Formalização do planejamento:     

Proceder a formalização inicial; Respeitar a forma; Observa a clareza, precisão e concisão; Buscar integração e complementaridade; Buscar modularidade e faseamento;

 Apresentação do planejamento:    

Submetê-lo à apreciação da alta administração; Discutir, retificar, ratificar; Formalizar o planejamento final; Preparar sua implantação (modularidade e faseamento).
30881012423

4º MOMENTO – Execução e Ajustes:  Execução de medidas e procedimentos:   

Implantação modular e faseada do planejamento; Atribuições e responsabilidades; Medidas e procedimentos;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

8 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Ajustes de execução.

5º MOMENTO – Manutenção e Atualização:  Treinamentos e controle de qualidade:   

Programa de treinamentos; Parâmetros de avaliação; Educação para segurança;

 Controle de qualidade e atualização permanentes:  Programa de controle de qualidade.

Não restam dúvidas quanto à necessidade e à atualidade de um planejamento bem estruturado. Porém, nunca é demais destacar alguma de suas vantagens, especialmente aquelas relacionadas com a

oportunidade e o fator tempo. O planejamento proporciona decisões essencialmente mais

oportunas e menos oportunistas, tomadas com muito mais ênfase na análise racional de seus prós, contras e efeitos, do que na mera intuição. Proporciona, também melhor utilização e distribuição do tempo disponível, fixando os prazos necessários e suficientes para Ada etapa do
30881012423

próprio planejamento.

Modularidade e Faseamento do Planejamento

Sempre que possível, é conveniente estabelecer o planejamento da segurança de forma modular e faseada, ou seja, prever sua

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

9 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

implantação , segmento por segmento corporativo, segundo prazos exequíveis e metas alcançáveis. Dessa forma se evita não só o desperdício de recursos, por conta de eventuais ajustes que podem inviabilizar o projeto, como também impactos indesejáveis ao planejamento, comprometendo seriamente sua execução, ou até mesmo torná-lo inexequível.

Fases do Planejamento

Antes de entramos nas fases propriamente ditas, vamos falar um pouco da ação de planejar. Caros, essa ação pressupões seis pontos básicos, são eles:  objetividade: origina todas as outras tarefas, sendo a primeira análise daquilo que se quer, de acordo com os objetivos gerais da empresa;  exequibilidade: possibilidade de se fazer, conjugando o bom senso auxiliado pela informação, envolvendo a pesquisa e as discussões com os grupos;  precisão: o somatório dos resultados anteriores fornece os parâmetros dos resultados concretos do planejamento, medindo o produto final;  unidade: é fator determinante entre os componentes do
30881012423

planejamento, que fazer com que suas etapas se identifiquem com as características do próprio planejamento, quando as sua várias atividades devem estar voltadas para a unidade,

mantendo o equilíbrio;  flexibilidade: permite à equipe de planejamento movimentarse em diversas áreas e, sendo flexível, é adaptável para se lidar com fatores não padronizados;
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

10 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 síntese e especificidade: resultado final do que foi realizado, demonstrando as soluções ou medidas recomendadas. Vocês vão ver a importância do planejamento de segurança, pois esse é a base de todo trabalho sólido desenvolvido por este segmento. A finalidade daquele é minimizar as oportunidades de êxito de todo ataque contemplado, e para isso, devemos ter a relação Custo x Benefício favorável ao potencial das ameaças, só que, por incrível que pareça, este passo é o mais crítico, já que as funções de segurança e proteção, em geral, são consideradas como um "gasto" e não como um investimento. Temos que ter a ideia, que uma responsável análise de custo/benefício permitirá que a alta administração tome suas decisões baseando-se em uma informação completa e confiável e não em especulações. Assim, caros agentes de segurança, temos que ter o cuidado para não confundirmos faseamento do planejamento com as fases do planejamento. O primeiro conceito diz respeito a execução do projeto de segurança, por fases sequenciais, definidas no próprio planejamento estabelecido. O segundo refere-se às etapas que devem ser observadas para o estabelecimento do planejamento propriamente dito, as quais estão intimamente relacionadas com a metodologia de planejamento empregada (momentos do planejamento). É importante ressaltar, entretanto, que mesmo antes do primeiro momento da metodologia apresentada, o da “Introdução”, ao menos um
30881012423

esboço do planejamento já deverá ter sido delineado. Trata-se daquele relativo ao “nível estratégico”, da mais alta administração, que traça a filosofia e as políticas de segurança das empresas. Várias poderão ser as etapas estabelecidas como fases de um planejamento de segurança, haja vista as inúmeras metodologias

aplicáveis e as peculiaridades de cada empresa. Apresentamos a seguir um elenco de fases que, com as devidas adaptações, pode ser utilizado:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

11 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

1ª FASE – Fase do Pré-planejamento:  Planejamento estratégico: estabelecimento da filosofia e fixação das políticas da organização. 2ª FASE – Fase da Introdução do Planejamento:  Planejamento preliminar: ações do 1º momento. 3ª FASE – Fase do Desenvolvimento do Planejamento:  planejamento propriamente dito: ações do 2º momento. 4ª FASE – Fase da Conclusão do Planejamento:  Formalização inicial, apresentação, retificação/ratificação;  Formalização final e projeto de implantação;  Ações do 3º momento. 5ª FASE – Fase da Execução do Planejamento:
30881012423

 Implementação do projeto de execução e ajustes;  Implementação por módulos e fases;  Ações do 4º momento. 6ª FASE – Fase da Manutenção do Planejamento:  Programa de treinamento, avaliação e atualização;
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

12 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Programa de Educação para Segurança;  Programa de controle de qualidade;  Ações do 5º momento.

Pessoal, só lembrando, que essas fases foram destacadas por Mandarini, coloquei aqui, pois as bancas têm retirado algumas questões do livro dele, logo, vale a pena gravá-las. Dentro dessa visão exposta, vamos falar um pouco sobre a educação para segurança, que podemos entender como um programa de disciplinas com direcionado a para de o público interno nos das RH que instituições e na alta às

elaborado

finalidade

desenvolver, de

administração,

uma

mentalidade

segurança

atenda

necessidades corporativas. Busca “educar”, isto é, vai além de simplesmente ensinar procedimentos. Seu objetivo consiste, de fato, em envolver o público interno no esforço corporativo despendido na busca de melhor segurança institucional possível. A educação para segurança é parte integrante das políticas setoriais dos diversos segmentos institucionais e incorpora, na prática, a apresentação do planejamento de segurança elaborado para a instituição. Demonstra a importância da participação de cada RH no seu implemento. O programa de disciplinas abrange uma primeira parte, comum
30881012423

a

todos

os

segmentos

institucionais,

como

procedimentos,

responsabilidades e atribuições em caso de determinados eventos (incêndio, alagamento, visita, inspeção, por exemplo), uma segunda parte, específica, em que cada segmento corporativo(administração, finanças, logística, por exemplo) apresenta medidas e procedimentos de seu interesse, e uma terceira parte, também específica, porém relativa a cada um dos segmentos da segurança corporativa, contendo as
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

13 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

medidas e os procedimentos de segurança de interesse de cada um. Uma de suas disciplinas mais conhecidas são os programas de Segurança do Trabalho, cujo perfil pode ser considerado como exemplo de um “Programa de Educação para Segurança”. Estabelecer um bom programa de educação para segurança significa promover uma modalidade de treinamento de RH,

especificamente voltada para a implantação e desenvolvimento de uma mentalidade sadia de segurança corporativa, que contemple o

comportamento do público interno em situações de caráter geral, dentro e fora da empresa. Para tanto, o programa deverá, além de estabelecer um elenco de disciplinas, cargas horárias, professores e instrutores, prever a realização de painéis, palestras e congêneres, bem como a participação do público interno em eventos nacionais e internacionais de interesse. Assim como ocorre na metodologia e nas fases, a

formalização do planejamento admite variadas formatações. Essa etapa do planejamento é uma das mais importantes e laboriosas, pois implica organizar, ordenar e traduzir para o vernáculo, de forma clara, precisa e concisa, todos as ideias vislumbradas pelos planejadores. Deve observar a forma e a linguagem mais simples e coloquial possível, evitando-se ao máximo tecnicismos e estrangeirismo. A
30881012423

apresentação

deve

possibilitar

atualizações

e

alterações,

permitir

facilidade de manuseio e celeridade de consultas. O formato deve possibilitar sua compartimentação, permitindo a confecção de “extratos” cujo teor possa ser direcionados para públicos alvos específicos, evitandose perda de confidencialidade e desperdício.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

14 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

2. Segurança Corporativa Estratégica: Segurança da Gestão das Áreas e Instalações

Meus amigos (as), quando falamos em Segurança de Áreas de Instalações, podemos dizer que consiste na adoção de medidas e procedimentos de proteção de caráter geral, fiscalização e

controle de acesso a locais considerados perigosos, seja para visitantes, seja para os recursos humanos da empresa. Abrange, também, demarcação, bloqueio e rigoroso controle de acesso a locais considerados sensíveis. Para tanto, avalia as necessidades de segurança de certas áreas, instalações, dependências e ambientes de interesse, o que vai depender do nível de sensibilidade ou periculosidade de cada local em relação ao processo institucional, às pessoas, ao meio ambiente e à sociedade. Assim, dentro desse conceito, precisamos também ter a ideia de medidas de segurança, as quais são necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. Constituem

verdadeiros obstáculos, quer seja por barreiras e equipamentos, quer seja pela ação humana, para inibir, dificultar e impedir qualquer ação criminosa, podemos dividir em:

 Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no
30881012423

sistema

de

segurança

que

visam

inibir

e

impedir

ações

criminosas, bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. Ex: Barreiras perimetrais, circuito fechado de TV, sistemas de alarmes, portas giratórias detectoras de metais, catracas eletrônicas, portinholas (passagem de objetos), clausuras (espaço entre dois portões, que antecedem a entrada

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

15 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

de veículos e pessoas, aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital, íris) etc.).

 Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do agente de segurança, como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações à e dignitários. contato Ex: Identificação com pessoal, empresas

abordagem

distância,

telefônico

fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários, vigilância atenta, posicionar-se em pontos

estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança), redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc.

O agente de segurança deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. Sua atuação tem caráter preventivo, de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional

proporcionarão o sucesso de sua atuação, de modo a se mostrar espontâneo e imparcial, não deixando
30881012423

prevalecer

a

emoção

nos

momentos críticos. Vamos alguns pontos importantes:

Pontos Estratégicos de Segurança

São pontos, no perímetro de segurança, que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança, evitando assim o fator surpresa e, ao mesmo tempo, obter maior ângulo de visão, garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. Ex:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

16 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Pontos elevados, de onde o agente pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações.

Pontos Vulneráveis ou de Riscos

São pontos, no perímetro de segurança, que permitem fácil acesso, sendo, por conseguinte, locais visados para o planejamento de ações criminosas. Ex: Acessos não controlados, ausência de medidas de segurança etc.

Proteção de Entradas não Permitidas

As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões, pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção, ficando em evidência, que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações.

Assim, mediante os conceitos apresentados, temos que saber que o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso, mesmo as pesquisas indicando que, via de regra, as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. A fiscalização, o controle e a vigilância devem ser constantes e
30881012423

abranger todos os pontos do perímetro de segurança, de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa, ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. Várias medidas de proteção devem ser adotadas, incluindo restrição de acesso, a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

17 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Conceito de Áreas, Instalações, Dependências e Ambientes (AIDA)

As dependências e os ambientes podem ser entendidos como pequenos espaços determinados dentro das instalações. Ambos recebem cuidados e propriedades diferentes, em termos de ação de segurança, as quais definirão o perfil de sua importância para o negócio. Sendo assim, dentro da visão do Mandarini: considerando-se que a segurança de instalações compreende um conjunto de ações voltadas para a segurança de determinados “locais” alguns deles exigem medidas peculiares, adequadas à singularidade de cada atividade desenvolvida e ao perfil das vulnerabilidades existentes. Assim, residências, bancos, estações, condomínios, estabelecimentos de comércio a céu aberto, espaços para grandes eventos, estádios, empresas – e nestas, suas pendências, diretorias, gerências, departamento financeiro, CPDs, arquivos e inúmeros outros “locais” – constituem objeto de interesse especial para os profissional de segurança.

Sensibilidade e Periculosidade

Podemos considerar sensíveis todos os materiais, equipamentos,
30881012423

processos, operações, áreas, instalações, dependências e ambientes, cargos ou funções, doados, informação ou conhecimentos cujo valor, natureza ou importância exerça, direta ou indiretamente, grave influência sobre regularidade da atividade institucional. Podemos considerar perigosos todos os materiais, equipamentos, processos, operações, cargos ou funções cujo grau individual de perigo implique, direta ou indiretamente, risco ou ameaça para as instalações, as
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

18 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

pessoas, o meio ambiente ou a sociedade. Pessoal, gravem esses dois conceitos de periculosidade e sensibilidade, pois tem sido questão de prova.

Teoria dos Círculos Concêntricos

Então, sabemos que toda atividade de segurança, também a de Áreas e Instalações temos que partir do mais simples para o mais complexo, do mais próximo para o mais afastado e do mais baixo para o mais alto nível de segurança. Assim, costuma-se esquematizá-la por meio de círculos concêntricos, sendo que o círculo central representa a área ou instalação com nível de segurança mais elevado: Como se vê, de acordo a importância o local, podemos ter as seguintes gradações de ações de segurança, para áreas, instalações, dependências e ambientes, dentro da visão do Mandarini, muito

importante esses conceitos já que as bancas têm cobrado nas provas, vamos a eles:

 Segurança excepcional: AIDA de excepcional sensibilidade ou periculosidade, cujo acesso
30881012423

é

restrito

a

pessoas

estrita

e

institucionalmente envolvidas nas atividades aí desenvolvidas. Local onde são tratados conhecimentos cujo acesso normalmente exige credencial ultra-acesso.

 Segurança elevada: AIDA eleva sensibilidade ou peculiaridade, cujo acesso é restrito a pessoas íntima e institucionalmente envolvidas nas atividades aí desenvolvidas. Local onde são tratados conhecimentos cujo acesso normalmente exige credencial secreto.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

19 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Segurança

mediana:

AIDA

de

mediana

sensibilidade

ou

periculosidade, cujo acesso é restrito a pessoas que tenham relações institucionais envolvidas nas atividades aí desenvolvidas. Local onde são tratados conhecimentos cujo acesso normalmente exige credencial confidencial.

 Segurança

rotineira:

AIDA

de

baixa

sensibilidade

ou

periculosidade, cujo acesso é restrito a pessoas que tenham necessidade de trato funcional ou de negócios com as atividades desenvolvidas nos locais, onde são tratados conhecimentos que não devam ser do domínio público. Normalmente, exigem credencial reservado.

 Segurança

periférica:

AIDA

isenta

de

sensibilidade

ou

periculosidade, que integra os limites do perímetro periférico, a partir dos quais se estabelecem à circulação e o acesso, seja para visitantes, seja para RH. Não exigem credencial de segurança.

Meus caros, a

Segurança de Áreas e Instalações assumem

participar importância as ações perpetradas pelo elemento humano contra o ativo “patrimônio físico” (bens tangíveis) - lembram da nossa
30881012423

primeira aula. São os atos de sabotagem, depredações, acidentes, mau uso deliberado ou imperícia, imprudência, negligência roubo, furto, desvio – enfim, qualquer ação deliberada ou não com potencial para causar dano patrimonial. Além desses elementos diversos, há outros, como as intempéries e os fenômenos naturais, e até alguns imprescindíveis, como a queda de uma aeronave, que também devem ser considerados pela Segurança de Áreas e instalações.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

20 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

É especialmente nessa segurança que a análise de riscos e ameaças e a prevenção de perdas assumem caráter extremamente relevante, em razão dos resultados que proporcionam. A

determinação do tipo e do grau de criticidade do risco ou ameaça a que se submete cada área ou instalação, a aplicação da metodologia de avaliação e a formalização de um diagnóstico, constituem a essência da Segurança de Áreas e Instalações. Exatamente com base nisso é que são estabelecidas ações preventivas, necessárias para a prevenção dos danos potenciais ou reais que ameaçam os ambientes.

Pontos Críticos e Pontos de Riscos

A Segurança de Áreas e Instalações exige que se diferenciem Pontos Críticos de Pontos de Risco, para melhor adequação das ações a serem adotadas. Pontos Críticos são determinadas áreas e instalações que podem sofrer danos reais que provoquem perdas, como um PCD, por exemplo. Pontos de Riscos são áreas e instalações que podem causar danos, ou seja, que constituem, por si mesmas, riscos ou ameaças contra ativos, os RH ou a sociedade – um depósito de inflamáveis, por exemplo. Um e outro sujeitam a perdas, logicamente. Não obstante, no caso dos Pontos Críticos perda é sempre real, ou seja, em face de qualquer evento, haverá necessariamente perda.
30881012423

No caso dos Pontos de Riscos,

entretanto, a perda é sempre eventual, isto é, salvo aquela estritamente relacionada com o bem sinistrado, podem ou não acontecer outras perdas em razão de um evento. Os Pontos Críticos são normalmente ambientes sensíveis, ao passo que os Pontos Riscos são, normalmente ambientes periculosos. Daí tornase extremamente importante relacionar uns e outros pontos, de forma que se possa otimizar a relação custo versus benefício que se estabelece
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

21 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

a partir da execução das medidas e procedimentos de segurança necessário em cada caso. Pessoal, vou trazer agora dois conceitos importantes, destacados pelo Mandarini, e já foram questão de provas, são ele vizinhança e arredores:

 Vizinhança: são os vizinhos mais próximos, ou seja, aqueles cuja proximidade imediata faz com que exerçam influência direta sobre a atividade institucional e, consequentemente, sobre as ações de Segurança de Áreas e Instalações.

 Arredores: são os vizinhos menos próximos, ou seja, aqueles cuja proximidade relativa faz com que exerçam influência indireta sobre a atividade institucional e, consequentemente, sobre as ações de Segurança de Áreas e Instalações.

Um e outro poderiam ser abordados em qualquer um segmento da Segurança Organizacional, posto que provocam repercussões em todos os níveis da atividade institucional. A opção pela Segurança de Áreas e Instalações se deu por razões meramente didáticas e por ser,

aparentemente, sobre as áreas e instalações que os vizinhos exerçam sua maior influência. Não obstante, chamamos a atenção para outros
30881012423

segmentos, nos quais também pesam bastante esses reflexos. A não ser quando da escolha do local para estabelecimento do negócio, “vizinhos não se selecionam; temos de conviver com eles”. Com base nesse princípio, as ações de segurança devem se ocupar das potencialidades da comunidade onde se localiza a instituição, por mais inconveniente que ela seja, e explorar, todas as contribuições possíveis do relacionamento que, forçosamente, terá que se estabelecer.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

22 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Assim, além de ter atualizado o perfil social, econômico e até político da vizinhança e dos arredores, via controle de indicadores – por exemplo, principais ilícitos, lideranças e facções criminosas atuantes na área, principais lideranças comerciais, comunitárias e políticas -, é imprescindível o estabelecimento de relações cordiais com os departamentos de segurança de outras organizações, com

autoridades e lideranças civis e comunitárias, segmentos da defesa civil, segurança pública e não-pública e instituições privadas de interesse. Embora não seja aconselhável envolver-se com os problemas comunitários locais, as corporações precisam acompanhá-los e bem de perto, para se anteciparem a situações que lhes possam se tornar desfavoráveis e até prejudiciais. Intensificar o recrutamento de pessoal de interesse para otimizar uma rede de informantes eficientes, e/ou promover a infiltração de prepostos em locais mais críticos, no intuito de obter mais informações no momento oportuno, podem ser opções compensadoras em determinadas conjunturas. Entretanto, utilizar RH da vizinhança e dos arredores na Segurança de Áreas e Instalações, nos pontos críticos ou sensíveis ser objeto de ponderável cautela. Em qualquer que seja o segmento da segurança institucional, porém, o emprego de RH da comunidade deve ser sempre visto com criteriosa consideração de prós e contras. Via de regra, no forçoso relacionamento que se estabelece, a
30881012423

tônica deverá recair sempre sobre a busca de uma relação equilibrada, para que a comunidade veja na instituição mais um de seus membros. Essa postura não deve eliminar, entretanto, o inequívoco entendimento de que, como um simples membro comunitário a comunidade não poderá, jamais, submeter a empresa.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

23 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Segurança Passiva de Áreas e Instalações

São ações ou atividades da Segurança de Áreas e Instalações, com caráter eminentemente defensivo, tomadas contra ameaças ou riscos potenciais ou reais. Embora de perfil, evidentemente defensivo, a segurança passiva pode abranger atividades ou ações ofensivas, como emprego de animais, equipes de controle de distúrbios, circuitos eletrificados, agentes químicos e outros. Entretanto, na segurança passiva há que prevalecer o caráter defensivo das medidas e procedimentos adotados. Alguns meios são considerados como de segurança física apenas ocasionalmente – por exemplo, uma câmera ostensiva de circuito fechado de televisão (CFVT), enquanto outros são funcionais e especialmente estabelecidos para agirem como tal. Os RH podem ser considerados como segurança física, desde que hajam caracterizados, ou seja, trajados com indumentárias compatível, portanto ou se utilizando de material que se permita sua identificação e localização e que demonstre sua finalidade. Os meios mecânicos são normalmente as modalidades de

segurança física mais conhecida e utilizada, em particular nas instalações (intraprédios). Nessa categoria incluem-se os diferentes tipos de portas, portões, janelas e basculantes,
30881012423

automatizados

ou

não,

independentemente da forma de acionamento. A categoria abrange também as películas de todo gênero, cortinas e persianas, inclusive resistente a projéteis de arma de fogo (PAF), as cancelas, guaritas e seteiras, os “olhos mágicos”, alarmes e censores, bem como quaisquer outros itens com o mesmo perfil e finalidade. As fechaduras de diversos tipos tornaram-se, mais que outros meios mecânicos de segurança física, um autêntico instrumento de
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

24 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

controle de acesso. Com essa finalidade, hoje largamente utilizada, alcançam elevados níveis de segurança quando associadas a outros meios, como a leitura de impressões digitais, da íris, ou da face, por exemplo. Ainda como meios de segurança física - dentro da visão de Mandarini - internos ou externos, temos variados tipos de barreiras, que são acidentes naturais do terreno, construções ou artifícios normalmente mais apropriados para emprego em áreas. Entre as barreiras naturais encontram-se oceanos, cursos e quedas d’água, lagos e lagoas,

elevações, depressões ou abismos, mangues e alagados, mata, cerrados, áreas desertificadas, geladas ou inóspitas. Entre as barreiras artificiais estão os muros, as cercas, as grades, os alambrados, os tonéis, os cavaletes, os fossos, as valas e os valões, os próprios prédios e construções diversas. Entre as barreiras animais, os aquáticos como os peixes carnívoros (piranhas, tubarões), os voadores, como águias ou falcões, e os terrestres, como gansos, marrecos, galos, cães bravos ou animais selvagens domésticos. As barreiras, naturais ou não, podem ser “agravadas”, isto é, ter seus efeitos fortalecidos. É o que acontece, por exemplo, quando se coloca caco de vidro sobre um muro, quando se explora em conjunto barreiras artificiais e animais (aprofundamento ou alargamento de um lago, seu povoamento com peixes ou animais carnívoros – piranhas,
30881012423

jacarés, outros) ou se integra sistema de barreiras com outros meios (CFTV, alarmes de instrução, controle de acesso, etc.). Pessoal, também dentro da visão de Mandarini, vou falar agora um pouco de segurança eletrônica, que Trata-se de um conjunto de dispositivos técnicos capazes de emitir sinais sobre a ocorrência de eventos locais ou remotos. Tem por finalidade dissuadir atitudes hostis, atividades adversas ou ações que representam riscos ou ameaças para as
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

25 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

AIDA e/ou advertir sobre a sua ocorrência. Os sistemas de segurança eletrônicos atuais compõem-se normalmente de três partes: um sensor, uma central de processamento e uma central de monitoramento. Os sensores são os responsáveis por acusar os eventos, isto é, literalmente “dar o alarme”, denunciando uma ocorrência por intermédio da emissão de sinais eletromagnéticos, sonoros ou de radio frequência. As centrais de processamento recebem e interpretam os sinais emitidos pelos sensores e acionam reações contra eventos, programadas e simples, como alertas sonoros ou ligações telefônicas para o usuário. Podem também acionar reações mais complexas, como processamento e armazenamento ou acionamento de outros dispositivos – trancamento de dependências, desligamento ou acionamento de aparelhos, por exemplo. São normalmente locais, isto é, internas ou muito próximas das AIDA que buscam proteger. As centrais de monitoramento são centros de operação de onde são monitoradas várias centrais de processamento, possibilitando maior nível de interferência nos eventos. Acionam outros dispositivos – segurança pública ou não-segurança pública, defesa civil, pessoal técnico ou próprio usuário – e permitem máxima exploração de suas próprias potencialidades. São normalmente remotas podem dispor a ligação áudio e vídeo com os ambientes monitorados e admitem operação terceirizada. Tendo em vista a existência de diversos tipos de centrais e o
30881012423

conhecimento

altamente

técnico

que

elas

demandam,

seu

estudo

extrapola os objetivos deste livro. No que se refere aos sensores, todavia, é conveniente para a segurança das áreas e instalações que se conheçam alguns tipos de detectores de instrução. Os sensores podem ser internos, mais sensíveis na detecção de eventos, externos ou perimétricos (ou perimetrais), todos bastantes
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

26 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

sensíveis às interferências atmosféricas e climáticas. O que define o tipo de sensor não é, porém, sua localização, mas seu princípio de funcionamento, ou seja, a causa que desencadeia o alarme. Assim, podemos ter os seguintes tipos de detectores de instrução internos, de acordo com o seu princípio de funcionamento, vamos a eles: 

Por abertura: de contato eletromecânico e magnético, consiste num imã que mantém um contato elétrico. O afastamento do imã desfaz o contato elétrico, o que um alarme que pode ser transmitido de diversas formas (fio, rádio, sinal sonoro, visual, etc.), É o tipo mais comumente empregado em portas, janelas, gavetas e objetos em geral. Tem como vantagens ser fácil de montar, não consumir energia e produzir poucos alarmes falsos. Como desvantagens. Constitui uma proteção pontual e é bastante sensível a sabotagens;

Por ruptura: de fibra óptica ou condutora, com transmissão de pulsos por meio físico: cabo de fibra óptica ou cabo tradicional, cuja ruptura, por tração ou corte, provoca a interrupção do fluxo de transmissão e gera um alarme, transmitido de diversas formas;

Por manipulação: de botões, chaves ou qualquer artifício, cujo acionamento se dê pelo próprio usuário na ocorrência de um evento
30881012423

que evidencie risco ou ameaça. Um artifício bastante comum é chamado de botão de pânico, um dos dispositivos normalmente empregados em agencias bancarias e residências; 

Por vibração: de massa metálica, possui cápsulas cuja vibração faz abrir um contato, gerando um alarme transmitido de diversas

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

27 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

formas. Emprega usualmente o mercúrio e é de baixo custo, mas exige ajuste delicado por causa de uma alta sensibilidade. 

Por

movimento:

abrange

várias

modalidades

de

sensores

volumétricos:

-Infravermelho passivo (IVP): são detectores óptico que captam as emissões de radiação infravermelha geradas por qualquer objeto da zona sensoreada. Proporcionam variadas possibilidades de

coberturas ambientais, mas tendo em vista sua alta sensibilidade, exigem cuidados adicionais para evitar alarmes falsos;

-Microondas: são sistemas que exploram o efeito Doppler, ou seja, a reflexão de ondas de alta frequência em objetos. Um transmissor emite um sinal que é analisado por um receptor. Se alguma alteração que caracterize movimento for detectada, um sinal de alarme será gerado e transmitido de diversas formas;

-Ultra-som: são sensores que também se baseiam no efeito Doppler, embora utilizem a reflexão de sinais acústicos de

ultrassom. Tem uso limitado por sua alta sensibilidade em relação às condições e características ambientais;
30881012423

-Misto: os sensores volumétricos internos podem, ainda, reunir, todas as modalidades citadas, ou parte delas. 

Detectores de ruídos: detectam sons incompatíveis com o ambiente, ou objeto que buscam proteger. Usam microfones para analisar o tipo de frequência dos sons emitidos pelo evento, e só

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

28 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

emitem

sinal

de

alarme

conforme

parâmetros

previamente

estabelecidos; 

Sensor de choque ou sísmico: também tem na captação microfônica seu princípio de funcionamento. Neste caso, o alarme funciona de acordo com critérios definidos pela amplitude, pela frequência e pelo tempo de atuação das vibrações e sua propagação por determinadas estruturas;

Detectores de dupla tecnologia: recomendados para locais com expressiva propensão a alarmes falsos por causas diversas, como correntes de ar, reflexos do sol, luminosidade intensa (faróis), pequenos animais (pássaros), etc. nesses casos convém não utilizar sensores infravermelhos passivos comuns, mas os inteligentes ou de dupla tecnologias. O alarme só é gerado quando dois feixes de raios são detectados simultaneamente. Já os segundos empregam um sensor volumétrico, que utiliza o efeito Doppler e um

infravermelho, estabelecendo, pois dois detectores que só geram alarmes quando acionados simultaneamente.

Os detectores de instrução não-internos dividem-se em externos, todos os localizados fora das edificações -, e perimétricos, - aqueles
30881012423

localizados sobre as barreiras físicas do limite perimétrico das instituições. Um exemplo de sensor externo pode ser o infravermelho ativo, sistema que consiste num gerador de relação infravermelha direcionado para um receptor com foto transistor. Este, ante a interrupção do feixe de raios, ativa ao alarme de instrução. Pode ser usado também na segurança periférica.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

29 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Cercas eletrificadas: comportam uma central eletrificadora de análise e efetivação, que envia pulsos elétricos por condutores agregados ás cercas, por vezes capazes de produzir choques. O tempo gera fuga de corrente e aciona o alarme de intrusão. Pode ser apenas de sensoreamento, pelo emprego de diferença de potencial (ddp, ou voltagem) baixíssima, ou de eletrificação, por alta voltagem (cerca de oito mil volts), sem, no entanto,

representar risco de morte, por envolverem corrente contínua de tensão próxima a zero (a eletrificação perigosa é aquela que utiliza a tensão comercial de 110 ou 220 volts que, embora de voltagem baixa, esta sim, capaz de provocar a morte); 

Cabos microfônicos e de vibração: próprios ara cercas e alambrados, detectam variações de forma (tração, compressão), vibrações ou ruptura do meio físico utilizado. São ligados a um circuito de análise e ativação que aciona o alarme em caso de instrução;

Cabos enterrados:

As tecnologias hoje disponíveis são basicamente de três tipos:
30881012423

- Fibras ópticas: empregam cabos ópticos múltiplos do tipo cordão, com pouca resistência mecânica. A detecção ocorre pela

deformação da fibra, ocasionando pela pressão sobre o solo em que o cabo está enterrado. Seu lançamento, em forma de serpentina, é realizado acerca de 10 centímetros abaixo da superfície do solo, necessariamente macio (grama, por exemplo), conferindo uma zona de proteção de três a cinco metros sobre o cabeamento;
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

30 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

- Cabos coaxiais acústicos: cabos especiais que funcionam como microfone linear capacitivo, sensível a ondas de 0 (zero) a 100 Hz (cem hertz), conectados a pré-amplificadores que transformam as ondas mecânicas em sinais elétricos. Seu lançamento é de forma senoidal e o ajuste de sua sensibilidade permite instalação em qualquer tipo de solo (asfalto, concreto, etc.);

- Cabos sensores eletromagnéticos: são os mais sofisticados e de maior confiabilidade, uma vez que proporcionam os menores índices de alarmes indevidos (6%). O sistema consiste na geração de um campo eletromagnético em torno de um cabo, o qual emite sinais por fendas propositadamente existentes em sua blindagem. Os sinais são recebidos por um outro cabo (sensor), também por fendas em sua blindagem. A detecção é volumétrica e obtém com a interferência, causada pela intrusão no campo eletromagnético estabelecido.

As modalidades abordadas admitem outras fontes para acionar seus princípios de funcionamento, como raios laser ou células

fotoelétricas, por exemplo. O mais importante, porém, ao tratar dos meios eletrônicos, é lembrar que aos gestores de segurança compete
30881012423

apenas saber das modalidades existentes e acompanhar sua rápida evolução. Os aspectos e possibilidades eminentemente técnicos de cada tipo de segurança eletrônica existente devem ser buscados com os especialistas, estes sim, por necessidade de ofício, obrigado a conhecer técnica e profundamente o assunto, assim vamos a outros conceitos:

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

31 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Circuitos fechados de televisão (CFTV), ou internos (CITV): são sistemas integrados de som e imagem que permitem monitorar ambientes próximos ou remotos em tempo real. Operam com armazenamento de áudio e vídeo de vários ambientes

simultaneamente, possibilitando expressiva economia de meios de toda natureza das áreas, instalações, dependências e ambientes.

 Monitoramento por satélites: permite monitorar

ambientes

estáticos, pela transmissão de imagens e sons gerados pela CFTV remotos, ou ativos móveis (automóveis, caminhões, etc.), por meio da utilização dos sistemas de posicionamento global (GPS). No caso dos ativos moveis, além da localização, permitem ativação ou desativação, por intermédio de acionamento de terminal

previamente instalado no próprio ativo.

 Porteiro eletrônico: são sistemas de intercomunicação passiveis de transmitir áudio e vídeo. De baixo custo, fácil instalação e ampla utilização, atuam especificamente na segurança residencial.

 Portões e portas automáticos: são sistemas de abertura e fechamento que utilizam várias modalidades de acionamento (controle, teclado, cartão, vos, etc.), alguns de baixo custo e
30881012423

utilizadas na segurança residencial, outras de custo elevado, complexa instalação e operação. São implementados por RH altamente técnico e especializado (é o caso de controles de acesso mais sofisticados, como os biométricos, por exemplo).

O uso da eletrônica na Segurança de Áreas e Instalações se consolidou na era do conhecimento, integrando hoje o segmento moderno
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

32 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

da Segurança Organizacional. Seus sistemas proporcionam maior níveis de segurança, racionalizam custos e possibilitam, ainda, significativa econômica de meios. Não obstante, a segurança eletrônica padece um acelerado e constante processo de obsolescência de seus sistemas, razão pela qual sua utilização e, em particular, sua atualização requerem minucioso estudo e ponderada consideração quanto a vantagens e desvantagens de sua opção. Outra atividade muito importante na Segurança de Áreas e Instalações é o controles de acesso, que compreendem todas as atividades, medidas e procedimentos dos quais resultem, específica e acessoriamente, limitação e/ou controle de circulação e de acesso, de tudo e de todos, mo âmbito de uma instituição. Limita e controla, portanto, não só a circulação e o acesso ao RH, mas de veículos, visitantes, material, documentos, inclusive de dados e informações (os “conhecimentos”). Logo, quaisquer procedimentos, meios, agentes ou artifícios podem ser utilizados como limitadores e/ou controladores de circulação e acesso. Algumas restrições que constituem importantes formas de controle, de fato resultam de rotinas estabelecidas, porém, com outros fins específicos. São resultados de caráter meramente acessório, representando na verdade subprodutos dos objetivos que prioritariamente tais restrições buscam alcançar. Outras, ao contrário, tem necessária e principalmente a finalidade
30881012423

de limitar e controlar a circulação e o acesso de tudo e de todos, fazendoo mediante emprego de meios especificamente designados para esse fim. Na Segurança de Áreas e Instalações, a limitação e controle se estabelecem mais intensamente sobre a circulação das pessoas, tanto RH, como visitantes, sobre o transito de veículos, orgânicos ou não, e sobre o acesso ao ambiente organizacional, quaisquer que sejam. Para tanto,

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

33 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

variadas

modalidades

de

controle

de

acessos,

procedimentais

ou

propriamente ditos, podem ser utilizas. Os controles de acesso procedimentais, como sugere o próprio nome, são restrições impostas por meio de procedimentos. As limitações de circulação ou acessos que impõem são acessória, isto é, resultam de ações desencadeadas com outra finalidade (uma secretária, por exemplo, além de secretariar, controla o acesso à sala do seu chefe). Assim, consideram-se controles de acessos procedimentais, protocolos, adesivos, auxiliares, buttons, crachás, credenciais, passes de transito livres e códigos de cores, alem do uso de uniformes, convenções, normas gerais de ação, isto é, tudo que, empregado, tenha como consequência específica ou acessória alguma forma de restrição à circulação e/ou ao acesso, devem ser tratados quando da normatização dos procedimentos. Já os controle de acessos propriamente ditos são meios empregados com a finalidade especifica de estabelecer restrições à circulação e/ou ao acesso. Diferentemente dos controles procedimentais, estabelecem limitações resultantes de sua própria destinação. Considerando a natureza do meio empregado, os controles de acesso propriamente ditos podem ser pessoais, instrumentais ou mistos. Os primeiros empregam especificamente os RH como meio de controle; os segundos, meios materiais diversos; e os últimos, a combinação de ambos para exercer as restrições a que se destinam. Logo, um vigilante
30881012423

em atividade de ronda constitui um controle pessoal; uma cancela automática, um controle instrumental; se operada por RH, um controle misto. Os controles pessoais podem ser totais ou parcialmente exercidos por pessoal orgânico ou terceirizados, ou ainda, por ambos, de forma simultânea, reservando-se para o RH das próprias instituições aqueles controles considerados mais sensíveis e importantes. Embora constitua
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

34 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

uma das modalidades mais simples e menos técnicas, é das mais empregadas, e, não raro, a única possível de ser utilizada com eficiência e eficácia em determinadas situações. Os controles instrumentais são exercidos por uma grande

variedade de meios e vão desde os mais simples, como uma singela cancela ou até mesmo o próprio relógio de ponto, aos mais complexos, como os sistemas biométricos de leitura da íris ou da face. Vários são os fatores que influenciam na escolha do tipo de instrumento a ser utilizado. Não obstante, alguns fatores têm maior importância, em razão das limitações que impõem. Logo, o nível de segurança exigido pela ainda, a intensidade do fluxo (seja de pessoas, veículos ou bens), as exigências tecnológicas e de RH, o ramo de atividade, o grau de sensibilidade dos segredos da empresa e a vizinhança/arredores são, decerto, algumas variáveis importantes, do ponto de vista técnico, na avaliação dos controles a serem instalados. Outros fatores, de natureza diversa, são igualmente importantes, como a filosofia e as políticas de segurança, o porte da empresa, a disponibilidade de recursos financeiros, o planejamento estratégico, o momento comercial da empresa e de seu segmento de atividade. Enfim, considerações menos técnicas e mais conjunturais, todavia determinadas para a escolha da modalidade de controle – ideal ou, ao menos, circunstancialmente adequada.
30881012423

Ao profissional de segurança cabe dominar profundamente o emprego das modalidades de controle procedimentais e pessoais, uma vez que estão intimamente relacionadas com sua atividade-fim. No que se refere aos controles instrumentais, cabe ao profissional conhecer as possibilidades operacionais gerais dos tipos mais comuns, inclusive as tecnologicamente mais avançadas, reservando as características técnicas para especialistas devidamente cadastrados, em listagem própria e
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

35 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

atualizada. Em face do exposto, apresentamos, a seguir, alguns tipos de controle de acesso que empregam RH ou meios instrumentais.

Trataremos inicialmente dos diversos meios para verificação das formas de identificação dos usuários. São sistemas simples e rápidos, mais voltados para a checagem da autenticidade dos instrumentos de identificação apresentados (cartões, identidades funcionais ou crachás) e das informações neles inseridas (senhas, números, tarjas magnéticas ou códigos de barras) do que propriamente para identificação individual do usuário, novamente destacamos do livro do Mandarini:

 Portarias: normalmente, mais do que simplesmente controlar, orientam o acesso das pessoas e dos veículos para a AIDA, desejadas. É exatamente a partir delas que se iniciam os controles procedimentais (adesivos, buttons, crachás e uniformes, por

exemplo) e todas as atividades passam a se sujeitar as demais regras de segurança da instituição. Pode ser principal ou secundaria e empregam meios específicos de controle, particularmente por pessoas, que não pode ser desviado para qualquer outro fim. Devem evitar o emprego de controle mais sofisticados e técnicos. A continuidade de fluxo é uma de suas principais preocupações, especialmente nos momentos de pico (entrada e saída de RH). Não devem abriga recursos (pessoas, materiais, equipamentos, etc.)
30881012423

que não sejam estritamente necessários à sua rotina de trabalho. Assim, dependências como controle do CFTV, sala dos vigilantes, de motoristas, auxiliares e sala de armas, salvo imperiosa necessidade ou absoluta falta de opção, não devem ser localizadas nas portarias;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

36 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Cancelas: mais apropriadas para controle de veículos. Podem ser manuais ou automatizadas e, por serem altamente vulneráveis, convém que sejam integradas a outros meios, além dos que empregam apenas pessoal (CFTV e catracas, por exemplo);

 Portas, portões e portais: mais apropriados para controle de pessoas. Assim como as cancelas, podem ser manuais ou

automatizados e, por sua alta vulnerabilidade, convém que sejam integrados a outros meios, além dos que só empregam pessoal (CFTV e catracas, por exemplo). Os diversos sistemas podem utilizar portas duplas (chamadas controle de eclusas ou

simplesmente eclusas), giratórias (normais ou torniquetes) ou corrediças, entre outras, porás detetoras de metais, inclusive associadas a detectores manuais (“frigideira”) e máquinas de raiosX;

 Claviculário: os locais especialmente designados para guarda de dispositivos utilizados no acesso a dependências e no uso de veículos e equipamentos (chaves, cartões, senhas, etc.). Prestamse para reunir e/ou escolher dispositivos utilizados diariamente (Chaves de veículos, por exemplo) ou manter sobre rígido controle as copias (segundas vias) de dispositivos em uso, para o caso de
30881012423

extravio, roubo, furto, etc. devem ser atualizados e avaliados sistemática e rotineiramente, além de salvaguardados por

procedimentos e medidas que garantam sua inviolabilidade e rigoroso controle de sua utilização;

 Guaritas: mais utilizadas nos limites perimetrais, áreas externas, afastadas ou locais ermos, convém que sejam suspensas, cobertas
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

37 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

por outros itens de segurança (CFTV, por exemplo), possuam meios de comunicações e permitam o acionamento de alarmes, além de proporcionarem um nível mínimo de conforto para o usuário;

 Catracas: usualmente empregado no controle de acesso a pessoas, exigem, para tanto, apenas seu direcionamento. Normalmente requerem uma atividade anterior (cadastramento com captura de imagem, por exemplo) (cartão, que bilhete, distribua crachá, um funcionamento de

acionamento

etc.).

Informatizadas,

facultam um grande volume de dados de interesse dos profissionais de segurança;

 Rondas: são sistemas de avaliação móveis, que fazem verificações das medidas estabelecidas e realizam checagens sobre o

cumprimento ou não dos procedimentos previstos. Contemplam todas as modalidades de controle de acesso ou de segurança empregados e são normalmente definidas de forma sistematizada, embora admitam realizações inopinadas;

 Cartões: são sistemas bastantes empregados hoje, pelo baixo custo e a variedade de possibilidades que oferecem os softwer que lhes dão suporte. Podem se r de memória (de contato) ou de
30881012423

proximidades (sem contato), para leitura de códigos de barras, de tarjas magnéticas ou e chip inteligente. Oferece confortável nível de segurança para determinados ambientes. Sua principal

vulnerabilidade, porém, está na possibilidade de uso por pessoas não autorizadas, seja por clonagem, extravio ou roubo.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

38 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 “Passa-pacotes”: são sistemas voltados para controles de acesso de volumes, que impedem o contato pessoal entre entregador e recebedor, permitindo apenas a entrada do objeto. Podem ser agravados com equipamentos de raios-X ou detectores de metal, de explosivos, etc;

 Porteiros utilizados,

eletrônicos dependendo de

(com da

vídeo

ou

não): conferem

largamente variadas grau de

tecnologia Tendo em

possibilidades

controle.

vista

alto

vulnerabilidade que empoem, entretanto, convém que

sejam

protegidos e agravados com outros meios de segurança disponíveis (CFTV e botões de pânico, por exemplo).

"Além dos controles até aqui apresentados, é possível utilizar outros, especificamente voltados para a identificação

individual dos usuários, o que dificulta sobremaneira as fraudes praticadas contra as varias formas de identificação de identidades. Para tantos, esses controles empregam sistemas de identificação biométricos, que comparam as características físicas apresentadas por um usuário com as correspondentes armazenadas em um
30881012423

determinado

banco

de

dados,

identificando-o ou não como um dos usuários cadastrados. Assim, apresentamos a seguir algumas modalidades de equipamentos que realizem a citada leitura biométrica"

 Identificação da íris: consiste na identificação da parte colorida dos olhos, a qual, guarda características individuais que são únicas para cada pessoa. É extremamente precisa, pois a íris não sofre alterações pelo tempo ou por lesões.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

39 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Identificação de retina: consiste na identificação da parte do fundo do olho, que, tal qual a íris, guarda características individuais também únicas para cada pessoa. É a identificação biométrica mais precisa, embora provoque um certo desconforto no momento da leitura;

 Identificação

datiloscópica:

consiste

a

identificação

das

impressões de todos ou de um dos dedos, as quais guardam características individuais igualmente únicas para cada pessoa. Por ser uma modalidade de identificação mais antiga, é um sistema mais barato e muito utilizado, embora admita uma margem de erro de aproximadamente 5% (cinco por cento);

 Identificação de face: consiste na leitura de pontos delimitadores da face para definição de tamanhos, proporções, formas, e distancias. Identifica as pessoas, ainda que a face tenha sido alterada por barba, bigodes, sobrancelhas, cor ou cortes de cabelo diferentes. É uma técnica muito nova e que não causa desconforto algum por ser uma modalidade de leitura pró-ativa, ou seja, que dispensa o usuário a dirigir-se ao ponto de identificação (pode ser realizado a distância);
30881012423

 Geometria da mão: consiste na utilização de imagens de geometria da mão, palma e dedos por scanners, para identificar as pessoas. O funcionamento é analógico e exige posicionamento correto da mão para a leitura;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

40 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Identificação de voz: consiste na utilização de análise de padrões de voz para a identificação das pessoas. É um sistema já bastante utilizado, até mesmo em telefonia celular, embora exija perfeita reprodução do padrão de voz utilizado e sofra grave influência dos sons nos locais, que podem até viabilizar seu emprego;

 Senhas: embora não haja consenso sobre tal entendimento, podem ser considerados como uma “espécie” de identificação biométrica, uma vez que, embora não identifiquem o usuário por meio de suas características físicas, o fazem por intermédio do reconhecimento de uma senha individual, alfanumérica. Têm sido muito utilizadas e proporcionam um nível de segurança confortável para determinados ambientes.

Abordamos alguns dos controles de acesso mais utilizados. Porém, há ainda uma modalidade de controle eminentemente pessoal que não pode se esquecida. Trata-se do controle de acesso exercido por certos profissionais, como ascensoristas, porteiros, recepcionistas, secretaria, chefes de gabinetes e ainda agentes de segurança estáticos ou móveis, que incluem até o emprego de animais. A ação desses profissionais localiza-se, decerto, em uma zona “cinzenta” que se estabelecem entre os controles pessoais e os procedimentais. Isso, entretanto, não impedem
30881012423

que exerçam as efetivas restrições à circulação e o acesso de pessoas, bens ou conhecimentos. Tais restrições são de inequívoca importância, visto que proporcionam expressiva economia de meios e permitem participação “filtrando” no direcionamento e controle de rotina institucional, destas, os aspectos considerados mais relevantes para

encaminhamento às pessoas certas. Constituem, portanto, uma forma

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

41 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

efetiva de controle de acesso e circulação, que não deve ser jamais desprezada. No que se diz respeito aos controles de acesso, cabe ainda desatacar os cuidados que devem ser dispensados à manutenção, reparo e conservação dos meios físicos. As condições a serem estabelecidas para cada uma dessas ações deve ser objeto de cuidadosa ponderação, para que não gerem vulnerabilidades evitáveis. O mesmo cuidado deverá ser dispensado ás verificações constantes de seu funcionamento,

especialmente dos meios com tecnologia mais sensíveis. Embora a instalação e a conservação da iluminação sejam, sem dúvida, atribuições de administração patrimonial, seus reflexos sobre as atividades corporativas são de particular interesse para a SGAI. Assim, se a existência diz respeito à administração, as eventuais deficiências são de interesse da segurança, quem cabe minimizar riscos e ameaças que podem propiciar uma má iluminação. A permanente avaliação das condições e do estado da iluminação normal e de emergências (geradores, das instituições, circuitos, bem etc.), como faz de parte seus das

componentes

chaves,

atribuições da Segurança de Áreas e Instalações, que deverá estabelecer uma rotina de inspeções, verificações e checagens. Essa sistemáticas vai assegurar a luminosidade necessária para a manutenção de excelentes padrões de segurança em situação de normalidade ou pelo menos,
30881012423

padrões mínimos desejáveis, em situações de sinistros ou emergências. Mais do que simplesmente cuidar das condições de luminosidade, a essa segurança compete zelar por toda a segurança do sistema de iluminação. Além de garantir a melhor utilização da própria luz natural, responsabiliza-se pela luzes de emergência, plantas de distribuição, comandos de acionamentos, pontos de controle, geradores, pessoal responsável, procedimentos normais e em situações de sinistros ou
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

42 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

emergências. Engloba, enfim, todos os itens da iluminação que possam, de forma direta e indireta, contribuir para minimizar riscos ou ameaças ao ambiente. Interessam a Segurança de Áreas e Instalações, por exemplo, as condições de acesso e segurança de locais como o de instalação de gerador, os de geração de pontos de controle de Luiz ou de dispositivos de acionamentos, dos locais onde são guardados plantas, esquemas ou congêneres. Interessam informações sobre responsabilidades e limites de competência: quem reponde, opera ou controla determinado dispositivo ou função, como deverão ser realizados reparos ou desencadeados determinados procedimentos, listagens em endereços e telefones de RH responsáveis, instruções sobre acionamento, operação e desligamento de sistemas, etc.

Segurança Ativa de Áreas e Instalações.

Sendo bem mais breve, são ações e atividades de segurança, com caráter eminentemente ofensivo, tomadas contra ameaças ou riscos potenciais ou reais. Embora de perfil evidentemente ofensivo, e mais propriamente voltada contra riscos ou ameaças reais, a segurança ativa
30881012423

pode abranger atividades ou ações defensivas, como emprego de animais, equipes e equipamentos de filmagens, alarmes de instrução e agentes descaracterizados, etc. não obstante, na segurança ativa de Áreas e Instalações há que prevalecer o caráter ofensivo das medidas adotadas. A mais importante medida ativa da segurança é, sem dúvida, o acionamento dos órgãos de segurança pública e de defesa civil, sempre que oportuno, cabível e, principalmente, quando não for desaconselhável,
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

43 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

pois há ocasiões em que convém não agir com publicidade. Assim, conforma anteriormente destacado, deve-se explorar ao máximo as possibilidades e potencialidades dos órgãos públicos competentes,

reservando-se à Segurança de Áreas e Instalações apenas as situações em que a interferência do Estado não seja considerada adequada, oportuna, cabível ou suficiente. Fica claro, assim, que a essa segurança deve procurar restringir suas atividades ao espaço privado, ou seja, a área intramuros, evitando tanto quanto possível agir fora dos limites das instituições, salvo nas situações de emergência (estritamente decorrer destas) que possam causar perdas à instituição. Inúmeras outras medidas ativas, como diz o Mandarini. podem ser tomadas, como as que seguem:

 Reforça de vigilantes: aumento do número de postos fixos, do contingente de vigilantes em reserva ou em sobreaviso, do volume de rondas e/ou o número de rondantes, do numero de vigilantes móveis, a pé ou transportados (automóveis e motocicletas);

 Reforço de armamento: aumento do poder de fogo dos vigilantes, pelo aumento da quantidade ou variedade da munição empregada e das disponíveis, ou pela substituição de calibres (32’ por 380mm ou 9mm por 12’), de tipos (Revolver por pistola, carabinas por shut
30881012423

gun, arma curta por arma longa, repetição por automática(;

 Reforço de animais: uso ou aumento do número de animais na SGAI, utilizando-o para o ataque (cães), para alarme (gansos, marrecos) ou ação (cavalos);

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

44 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Reforço de equipamentos: aumento da quantidade empregada de rádios, telefones, viaturas, motocicletas, helicópteros, coletes, bastões de ronda, binóculos, equipamentos de visão noturna, luxes de emergência, lanternas e CFTV, entre outros;  “Força de reação”: baseado em locais compatíveis, dentro ou fora das ainda, utilizando de destacamentos treinados, equipados e armados para ação rápida e eficaz;

 Ação de desinformação: desencadeamento de ações cujo perfil possibilite iludir, enganar, ludibriar, induzir ao erro ou ocultar fatos, atos, estratégias ou verdadeira intenções;  Ações “tipo polícia”: desencadeamento de ações propositalmente ostensivas, cujo perfil demonstre força e desencoraje a iniciativa de ações adversas contra as áreas e instalações;

 Rede de informantes: intensificações de ações de informantes e colaboradores;

 Instituição de meios para denuncia anônima: disponibilizarão de urnas, caixas, telefones, e-mails, e equipes para recebimento e
30881012423

processamento de denuncias;

 Lista de chamadas: confecção de minuciosa lista de responsáveis, órgãos púbicos, privados e de segmentos institucionais de interesse, com nomes, contatos, telefones e endereços atualizados.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

45 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

A lista apresentada não esgota, mas exemplifica, algumas medidas ativas que podem ser tomadas. É importante salientar, entretanto, que qualquer que seja a medida ativa adotada, esta não exclui o emprego das medidas adversas que podem e devem ser tomadas em conjunto, especialmente entre alterações de cenário que modifiquem os níveis de segurança desejáveis, ainda que de forma, pouca expressiva. Agora meus amigos vamos fazer alguns exercícios para gravarmos melhor os conceitos abordados, até a próxima aula!

30881012423

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

46 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Questões comentadas

01) (FCC - Técnico Judiciário) Com relação ao planejamento da segurança corporativa, é correto afirmar: (A) Não cabe à segurança física a atenção e interferência nas questões de prevenção e combate a incêndios, uma vez que são preocupações inerentes às brigadas de incêndio. (B) A dissimulação é uma das características mais importante da segurança física; com a utilização dessa estratégia, os equipamentos não ficam expostos, os agentes de segurança são preservados, não há agressão visual, nem intimidação ao ambiente da empresa com a presença ostensiva de tais entes. (C) O planejamento, embora deva ser fracionado em níveis (operacional, técnico, tático e estratégico) exige a participação e o comprometimento de todos em uma empresa, principalmente dos mais altos escalões, ainda que estes sejam os que menos operacionalizam e executem as ações de segurança. (D) Uma vez identificado, analisado seus efeitos e consequências, nenhum risco poderá ser assumido sob pena de falha no planejamento da segurança. (E) O acionamento dos órgãos de segurança pública é um dos últimos serviços a ser empregado na execução de atividades de segurança;
30881012423

cabendo a interferência da segurança física e patrimonial em situações nas quais a atuação não seja adequada, como nos casos de exposição da imagem ou quando já foram esgotados os meios próprios da empresa.

Comentários: Gabarito: C.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

47 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Então, após a leitura do material ficou tranquilo responder esta questão, embora sabemos que o planejamento deve ser fracionado em níveis, temos que saber que sem o apoio da alta cúpula da organizacional ele não terá bom êxito, com isso fica claro percebemos o que diz os “princípios específicos”, o planejamento de segurança deve ser:  Participativo - envolver todos os segmentos da empresa;  Coordenado - promover intendência entre os segmentos;  Integrado - envolver participação de todos os níveis institucionais para facilitar a exequibilidade;  Permanente - nenhum planejamento é perene.

02) (FCC - Técnico Judiciário) Em relação ao planejamento de segurança nas instalações, considere: I. Deve ser participativo e exige o comprometimento de todos os segmentos e níveis da empresa, do planejamento à execução, e não apenas do segmento responsável pela segurança. II. Deve ser fracionado em níveis de acesso à informação, compatíveis com o grau de envolvimento que se pretenda fornecer a cada segmento da empresa. III. Para implantação, não deve ser dividido em módulos ou fases, o que permitiria ações de resistência a mudanças ou sabotagens. É correto o que consta APENAS em
30881012423

(A) II e III. (B) I e II. (C) I. (D) II. (E) I e III.

Comentários:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

48 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Gabarito: B. Pessoal, não resta dúvida que o item III está errado, pois vimos que o planejamento de segurança Sempre que possível, é conveniente estabelecê-lo de forma modular e faseada, ou seja, prever sua implantação , segmento por segmento corporativo, segundo prazos exequíveis e metas alcançáveis. Dessa forma se evita não só o desperdício de recursos, por conta de eventuais ajustes que podem inviabilizar o projeto, como também impactos indesejáveis ao planejamento, comprometendo

seriamente sua execução, ou até mesmo torná-lo inexequível. Assim a reposta é a letra B, já que o item I e II, vão ao encontro do que discutimos em aula.

03) (FCC - Técnico Judiciário) Em relação ao planejamento da segurança: I. Ao se considerar a prevenção como uma das premissas das ações de planejamento da segurança, uma medida de grande valia é a previsão de aulas e palestras sobre educação de segurança voltadas para todo o público interno, sem exceções, com a finalidade de desenvolver uma mentalidade prevencionista de segurança. II. O acionamento de entes externos, como órgãos de segurança pública,
30881012423

ainda que possa expor uma instituição ao público; podem ser elencados casos específicos que requeiram acionamento imediato desses órgãos. III. A fim de evitar imposições, resistências ou até sabotagens, a execução de um programa de segurança não deve ser dividido em fases, tampouco fracionado em níveis de conhecimento por parte dos

envolvidos, uma vez que se busca atingir todo o público interno.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

49 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

É correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e II, apenas. (D) I e III, apenas. (E) I, II e III.

Comentários: Gabarito: C. Viu pessoal como as questões se repetem, logo ficou fácil de perceber que o item III está errado, pois vimos que o planejamento de segurança Sempre que possível, é conveniente estabelecê-lo de forma modular e faseada, ou seja, prever sua implantação , segmento por segmento corporativo, segundo prazos exequíveis e metas alcançáveis. No caso do item I, está correto, não resta dúvida que a educação no planejamento de segurança é muito importante, além de caráter preventivo é fundamental para uma boa execução, já o item II, sabemos que é notório que os órgãos de segurança pública atua numa abrangência superior, pois a segurança institucional muitas vezes fica limitada a área organizacional e embora atuando nessa área, algumas das atividades fogem de sua competência, tendo assim que acionar aqueles.
30881012423

04) (FCC - Técnico Judiciário) Um plano de segurança de uma instituição, contém, além de uma sequência de procedimentos a serem tomados para diversas situações, as seguintes características: I. Ser de posse restrita à alta administração da instituição, que deve passar instruções verbais aos responsáveis pela segurança da empresa sempre que solicitados.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

50 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

II. Escrito em linguagem técnica, porém simples, concisa e precisa, evitando-se termos complexos e rebuscados, bem como estrangeirismos. III. Considerar em sua confecção fatores internos da edificação, bem como fatores externos como a vizinhança da edificação e rotas para pontos estratégicos em caso de emergências.

Está correto o que consta em (A) II, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III.

Comentários: Gabarito: D. Amigos o planejamento de segurança tem que ser

participativo, lembram dos princípios:  Participativo - envolver todos os segmentos da empresa;  Coordenado - promover intendência entre os segmentos;  Integrado - envolver participação de todos os níveis institucionais para facilitar a exequibilidade;  Permanente - nenhum planejamento é perene.
30881012423

Logo, item I errado!!! já os item II

está corretos, pois a

formalização do planejamento admite variadas formatações. Essa etapa do planejamento é uma das mais importantes e laboriosas, pois implica organizar, ordenar e traduzir para o vernáculo, de forma clara, precisa e concisa, todos as ideias vislumbradas pelos planejadores. Deve observar a forma e a linguagem mais simples e coloquial possível, evitando-se ao
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

51 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

máximo tecnicismos e estrangeirismo. A apresentação deve possibilitar atualizações e alterações, permitir facilidade de manuseio e celeridade de consultas. O formato deve possibilitar sua compartimentação, permitindo a confecção de “extratos” cujo teor possa ser direcionados para públicos alvos específicos, evitando-se perda de confidencialidade e desperdício. E o item III também correto, já que não resta dúvida que temos que considerar na confecção do plano de segurança os fatores internos da edificação, bem como fatores externos como a vizinhança da edificação e rotas para pontos estratégicos em caso de emergências.

5) (FCC - Técnico Judiciário) Um dos níveis de planejamento de segurança é o operativo, que (A) envolve toda a empresa, porém está mais identificado com a alta administração, traçando filosofias e políticas de segurança e definindo a missão do departamento responsável. (B) trata da descrição técnica detalhada do sistema integrado, como também de seus equipamentos, manutenção e equipes de operação e reparo. (C) busca a otimização dos recursos, estabelecendo meios necessários para implantação de sistema de
30881012423

segurança

integrado,

detalhando

condições, prazos e responsabilidades, sendo desenvolvido nos níveis organizacionais intermediários. (D) trata do manual de operações de segurança propriamente dito, descrevendo normas, condutas, procedimentos de rotina ou emergenciais e os seus responsáveis, definindo como devem ser cumpridas as tarefas. (E) envolve a área técnica intermediária, responsável por demarcar e instituir as políticas e missões de segurança da empresa.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

52 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Comentários: Gabarito: D. Pessoal, olha a importância de gravarmos esses níveis!!! Então, os primeiros passos do planejamento envolvem a seleção de objetivos para organização a depender do nível de planejamento. Uma vez determinados os objetivos, estabelecem-se programas para sua execução de maneira sistemática. Assim sendo, e tendo em vista possibilitar a implantação, sem a imposição do plano – que pode gerar a incompreensão, resistência e mesmo sabotagens, inviabilizando um planejamento de segurança, convém que se estabeleçam níveis de planejamento compatíveis com o “público alvo” que se pretende envolver. São eles:  Nível institucional (ou estratégico): envolve toda a

empresa, porém está mais identificado com a alta administração. Traça filosofia e políticas de segurança e define a missão do departamento responsável;

 Nível departamental (ou tático): busca a otimização dos recursos. É desenvolvido e
30881012423

nos

níveis

organizacionais para

intermediários

estabelece

meios

necessários

implantação de sistema de segurança integrado. Detalha condições, prazos e responsabilidades;  Nível executivo (ou técnico): trata da descrição técnica detalhada do sistema integrado, como também de seus equipamentos, manutenção, instalação e equipes de operação e reparo;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

53 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 Nível operativo (ou operacional): trata de manual de operações de segurança propriamente dito, descrevendo normas, condutas, procedimentos de rotinas ou

emergenciais e os seus responsáveis. Define, enfim, como devem ser cumpridas as tarefas.

6)

(FCC

-

Técnico

Judiciário)

com

relação

aos

princípios

e

características que norteiam o planejamento da segurança corporativa, é correto afirmar que deve ser (A) fracionado em níveis de acordo com a profundidade que se pretenda envolver cada um, porém não pode ser participativo nem integrado, limitando-se exclusivamente ao segmento da segurança, devido à sensibilidade do objeto tratado em questão. (B) participativo, envolvendo todos os segmentos da empresa; porém, é importante que se estabeleçam níveis de acordo com o cargo do público alvo desse planejamento (dentre os próprios segmentos da empresa) de acordo com a profundidade que se pretenda envolvê-los. (C) perene e rígido, devendo sofrer poucas ou nenhuma alteração em função do próprio objeto tratado: a segurança das instalações e seus ocupantes, cabendo à empresa e às pessoas terem a flexibilidade necessária em se adaptarem aos métodos de segurança tidos como necessários.
30881012423

(D) fracionado em níveis de acordo com o público alvo que se pretenda envolver, exigindo, para seu sucesso efetivo a maciça participação do nível operacional executante, necessitando de pouca ou nenhuma participação dos níveis mais elevados (a não ser efetivamente no caso das empresas prestadoras de serviço de segurança em si). (E) participativo e integrado, envolvendo todos os diversos segmentos de uma empresa; porém, por se tratar de uma questão sensível, não pode
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

54 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

estar fracionado em níveis, cabendo a um único nível as questões estratégicas, táticas e operacionais da empresa.

Comentários: Gabarito: B. Então amigos, sem dúvida é a letra B, lembram? No planejamento de segurança deve ter como “princípios gerais”:  Adequação aos objetivos da empresa;  Precedência ao controle, à direção e à organização;  Ampla penetração, abrangência e capilaridade. Deve-se buscar constantemente:  a eficiência - perfeita administração dos meios com minimização de custo;  a eficácia - concussão dos objetivos com otimização de resultados;  a efetividade otimização de resultados globais

duradouros. E como “princípios específicos”, o planejamento de segurança deve ser:  Participativo - envolver todos os segmentos da empresa;  Coordenado - promover intendência entre os segmentos;  Integrado - envolver participação de todos os níveis
30881012423

institucionais para facilitar a exequibilidade;  Permanente - nenhum planejamento é perene.

7) (FCC - Técnico Judiciário) Ao efetuar um planejamento de segurança de uma edificação e de seus ocupantes, alguns princípios e
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

55 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

características já enraizados na doutrina de segurança devem ser seguidos. Alguns deles têm como fundamento e justificativa a própria garantia de segurança e preservação desse ramo peculiar de atividade − a atividade de segurança; ou seja, é o princípio que garante “a segurança das atividades de segurança”. Assinale a alternativa que descreve o princípio que fundamenta essa necessidade apresentada. (A) A implantação das atividades de segurança em uma empresa não deve adotar uma metodologia, sob pena de engessar suas atividades em métodos já existentes. (B) A execução e o conhecimento das atividades de segurança devem ocorrer em níveis, de acordo com o grau de envolvimento que se deseja permitir a cada ente da empresa. (C) A implantação das atividades de segurança em uma empresa não pode ser fracionada em módulos, ao contrário, deve ser aplicada em sua totalidade. (D) A execução e o conhecimento das atividades de segurança devem ocorrer em uma única fase, ou etapa, evitando-se o desgaste de culturas já existentes. (E) A implantação das atividades de segurança em uma empresa deve ocorrer de forma abrangente e irrestrita, a fim de atingir todos os segmentos dessa empresa.
30881012423

Comentários: Gabarito: B. Vocês não podem errar mais estas questões, são batidas!

8) (CESPE- Técnico Judiciário) Na elaboração do plano de segurança de uma organização, devem ser priorizadas: as áreas de controle de
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

56 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

acesso,

de

circulação

e

perímetros;

os

controles

internos

e

a

identificação; as áreas restritas, os armazéns e os estacionamentos; e as áreas de carga e descarga.

Comentários: Gabarito: C. Pessoal a questão está correta, aprofundaremos mais esse assunto na parte de segurança de áreas e instalações, ok?

9) (FCC - Técnico Judiciário) Os gestores da Área de Segurança, para implementação de um Plano de Segurança na organização ‘X”, têm notória ciência de que o planejamento deve: (A) Ser eficiente prevendo táticas operacionais relativas somente à segurança das instalações, de telecomunicações e de informática. (B) Ser eficaz, privilegiando obrigatoriamente o gerenciamento de crises. (C) Respeitar a cultura da Organização, na medida em que se gerencie somente a segurança de dignitários. (D) Ter relação custo x benefícios favorável ao potencial das ameaças.

Comentários: Gabarito: D.
30881012423

Amigos a importância do planejamento de segurança é a base de todo trabalho sólido desenvolvido por este segmento. A finalidade daquele é minimizar as oportunidades de êxito de todo ataque

contemplado, e para isso, devemos ter a relação Custo x Benefício favorável ao potencial das ameaças, só que, por incrível que pareça, este passo é o mais crítico, já que as funções de segurança e proteção, em geral, são consideradas como um "gasto" e não como um investimento.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

57 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Temos que ter a ideia, que uma responsável análise de custo/benefício permitirá que a alta administração tome suas decisões baseando-se em uma informação completa e confiável e não em especulações.

10) (FCC - Técnico Judiciário) Ao planejar a execução de segurança de áreas e instalações de uma organização, os responsáveis devem atentar para alguns princípios, que são: I. Existe segurança perfeita, total e absoluta; II. Um dos objetivos, no planejamento da segurança, é capacitar os componentes da segurança para evitar ou retardar ao máximo uma possibilidade de ação criminosa contra a organização; III. Capacitar os componentes de segurança a reagir, no menor tempo de espaço possível, objetivando a neutralização de possíveis agressões às áreas; IV. Segurança é prevenção; prevenção é treinamento; treinamento é perfeição total; V. O investimento em segurança é inversamente proporcional ao risco que se corre.

(A) I, II e IV apenas. (B) II, IV e V apenas. (C) II e III apenas. (D) III, IV e V apenas. (E) I, II, III, IV e V.
30881012423

Comentários: Gabarito: C.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

58 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Amigos não existe segurança perfeita e treinamento não é a perfeição total, quando falamos em execução do planejamento, sabemos que buscar “educar”, isto é, vai além de simplesmente de ensinar procedimentos. Seu objetivo consiste, de fato, em envolver o público interno no esforço corporativo despendido na busca de melhor segurança institucional possível. A educação para segurança é parte integrante das políticas setoriais dos diversos segmentos institucionais e incorpora, na prática, a apresentação do planejamento de segurança elaborado para a instituição. Demonstra a importância da participação de cada RH no seu implemento. E capacitando os componentes da segurança estamos evitando o máximo as ações de grupos criminosos, assim, ensinando os componentes a reagir, no menor tempo de espaço possível, objetivando a neutralização de possíveis agressões às áreas.

11) (FCC - Técnico Judiciário) Para implantação de um Plano de Segurança de Área e Instalações deve-se procurar abranger variados parâmetros determinantes da segurança, que são: I. Obter o apoio do alto escalão da Organização. II. Existência de um Plano Estratégico de Segurança. III. Integração do Sistema de Segurança com sistemas externos à Organização.
30881012423

IV. Existência de um Departamento de Segurança que englobe as Funções de Planejamento, Execução, Controle e Auditoria. V. Implementação de recursos Tecnológicos e Materiais, adequados as características da Organização. (A) I, II e IV apenas. (B) I, II, III, IV e V. (C) III e V apenas.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

59 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

(D) II, III e IV apenas. (E) I, II, IV e V apenas.

Comentários: Gabarito: B. Então meus amigos, com todo o exposto ficar fácil responder esta questão, principalmente quando falamos da ação de planejar e dos princípios, como podemos reproduzir novamente: A ação de planejar pressupões seis pontos básicos, são eles:  objetividade: origina todas as outras tarefas, sendo a primeira análise daquilo que se quer, de acordo com os objetivos gerais da empresa;  exequibilidade: possibilidade de se fazer, conjugando o bom senso auxiliado pela informação, envolvendo a pesquisa e as discussões com os grupos;  precisão: o somatório dos resultados anteriores fornece os parâmetros dos resultados concretos do planejamento, medindo o produto final;  unidade: é fator determinante entre os componentes do planejamento, que fazer com que suas etapas se identifiquem com as características do próprio planejamento, quando as sua várias atividades devem
30881012423

estar

voltadas

para

a

unidade,

mantendo o equilíbrio;  flexibilidade: permite à equipe de planejamento movimentar-se em diversas áreas e, sendo flexível, é adaptável para se lidar com fatores não padronizados;  síntese e especificidade: resultado final do que foi realizado, demonstrando as soluções ou medidas recomendadas.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

60 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Bem como devemos nos ater aos princípios do planejamento de segurança, sejam eles "gerais" ou "específicos": O planejamento de segurança deve ter como “princípios gerais”:  Adequação aos objetivos da empresa;  Precedência ao controle, à direção e à organização;  Ampla penetração, abrangência e capilaridade. E como “princípios específicos”, o planejamento de segurança deve ser:  Participativo - envolver todos os segmentos da empresa;  Coordenado - promover intendência entre os segmentos;  Integrado - envolver participação de todos os níveis institucionais para facilitar a exequibilidade;  Permanente - nenhum planejamento é perene.

12) (FCC - Técnico Judiciário) Dentro do Planejamento de Segurança devemos buscar a eficiência, a eficácia e a efetividade, entendendo esta por: perfeita administração dos meios com minimização de custo.

Comentários: Gabarito: E. A primeira parte da questão está correta, só que ao conceituar efetividade o examinador colocou o conceito de eficiência, logo a questão
30881012423

está errada. Abaixo destaquei os conceitos:

 a eficiência - perfeita administração dos meios com minimização de custo;  a eficácia - concussão dos objetivos com otimização de resultados;

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

61 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

 a

efetividade

-

otimização

de

resultados

globais

duradouros. 13) (CESPE – Técnico judiciário) As medidas dinâmicas consideradas necessárias ao controle e à segurança física e patrimonial de instalações incluem barreiras perimetrais, sistemas de alarme, iluminação e

vigilância.

Comentários: Gabarito: E. Essa ficou fácil, dinâmica não, né? Estamos falando aqui de medidas estáticas. 14) (CESPE – Técnico judiciário) Um plano de segurança física e patrimonial deve levar em conta os seguintes aspectos, entre outros: vias de acesso, adjacências do estabelecimento, barreiras perimetrais,

portões, janelas, iluminação, corpo de vigilância, sistemas de alarme, estacionamento de veículos, número de empregados e pontos críticos.

Comentários: Gabarito: C. Sem dúvidas todos os meios elencados na questão vão ao
30881012423

encontro de um plano de segurança física patrimonial.

15) (CESPE – Técnico judiciário) O controle de entradas permitidas apoia-se basicamente em dois sistemas: o de identificação e o de guarda.

Comentários:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

62 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Gabarito: C. Isso mesmo, o controle apoia-se nesses dois sistemas.

16) (CESPE – Técnico judiciário) As barreiras naturais não podem ser utilizadas como mecanismo de prevenção de acidentes e de segurança do patrimônio público, devido à impossibilidade de controle humano sobre esses obstáculos.

Comentários: Gabarito: E. Vimos que com as barreiras naturais é possível o controle humano.

17) (CESPE – Técnico judiciário) A identificação de funcionários mediante o uso de crachás é considerada atualmente o único método eficaz para o controle de entradas, devendo ser abolidos os demais dispositivos, por falta de segurança.

Comentários: Gabarito: E.
30881012423

Então, vimos tantas possibilidades de controle de acesso, logo, o uso de crachás não é o único meio eficaz de controle de acesso. Ok? 18) (FCC – Técnico Judiciário) Para aprimorar a segurança de qualquer instalação predial, deve ser controlada, nos portões, a entrada de
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

63 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

A) todos, sem exceção. B) reparadores, apenas. C) militares, apenas. D) visitantes, apenas. E) funcionários, apenas.

Comentários: Gabarito: A. O controle de acesso não é discricionário, precisamos

identificar todos, sem exceção. –

19)

(FCC

Técnico

Judiciário)

A

dissimulação

é

uma

das

características mais importante da segurança física; com a utilização dessa estratégia, os equipamentos não ficam expostos, os agentes de segurança são preservados, não há agressão visual, nem intimidação ao ambiente da empresa com a presença ostensiva de tais entes.

Comentários: Gabarito: E. Lembram que quando falamos em segurança, temos que pensar em prevenção e equipamentos, como câmeras, por exemplo, dentro da visão de segurança passiva em áreas e instalações, são de
30881012423

caráter preventivo. Ok? 20) (FCC – Técnico Judiciário) Sob a ótica da segurança física e patrimonial, são exemplos de ponto crítico e de ponto de risco existentes em uma edificação, respectivamente: A) arquivos de processos judiciais e reservatório de incêndio. B) servidor de rede de computadores e reservatório de água potável.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

64 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

C) guarita de entrada e tanque de GLP (gás liquefeito de petróleo). D) caldeira e central de circuito interno de TV. E) central de processamento de dados e cabine primária de energia elétrica.

Comentários: Gabarito: E. A Segurança de Áreas e Instalações exige que se diferenciem Pontos Críticos de Pontos de Risco, para melhor adequação das ações a serem adotadas. Pontos Críticos são áreas e instalações que podem sofrer danos reais que provoquem perdas, como um PCD, por exemplo. Pontos de Riscos são áreas e instalações que podem causar danos, ou seja, que constituem, por si mesmas, riscos ou ameaças contra ativos, os RH ou a sociedade – um depósito de inflamáveis, por exemplo. 21) (FCC – Técnico

Judiciário) NÃO é considerada

medida

preventiva de segurança física o emprego, em uma edificação, de A) câmeras de circuito fechado de televisão dissimuladas. B) portas rotatórias com detectores de metais. C) muros com fossos alagados. D) catracas com senhas. E) animais de vigia, como cães bravos.
30881012423

Comentários: Gabarito: A. Então dentro de segurança de áreas e instalações, quando falamos de segurança passiva, dentre tantos dispositivos, temos:

circuitos fechados de televisão (CFTV), ou internos (CITV) - que são sistemas integrados de som e imagem que permitem monitorar
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

65 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

ambientes

próximos

ou

remotos

em

tempo

real.

Operam

com

armazenamento de áudio e vídeo de vários ambientes simultaneamente, possibilitando expressiva economia de meios de toda natureza das áreas, instalações, dependências e ambientes. Logo, não podemos falar de circuito dissimulado, ok? Os demais dispositivos enquadram-se na prevenção.

22) (FCC – Técnico Judiciário) A segurança física e patrimonial de uma instalação poderá ser feita por agentes ostensivamente trajados e pessoal em atividade de inteligência.

Comentários: Gabarito: C. Como vimos em nossas aulas, tanto agentes agindo

ostensivamente como por meio de agentes em atividades de inteligência podemos considerar como segurança física e patrimonial de uma instalação. 23) (FCC – Técnico Judiciário) A fim de bem realizar a segurança física e patrimonial, é importante que o profissional A) nunca saia do seu posto, preferencialmente junto à porta de saída.
30881012423

B) esteja atento principalmente aos funcionários que circulam sem crachá nas dependências da instituição. C) tenha pleno conhecimento do local onde atua, tendo identificado e mapeado as áreas e conteúdo de risco. D) estabeleça forte amizade com as pessoas da recepção, a fim de obter informações privilegiadas acerca dos frequentadores do local.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

66 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

E) altere constantemente sua rotina, a fim de que ninguém saiba efetivamente onde ele possa estar dentro das instalações.

Comentários: Gabarito: C. É a atuação inteligente do agente de segurança, como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e

dignitários. Ex: Identificação pessoal, abordagem à distância, contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários, vigilância atenta, posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança), redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso), assim como conhecer o local onde atua. 24) (FCC – Técnico Judiciário) As medidas de prevenção a entradas de pessoas não autorizadas são aquelas que visam impedir ou detectar a entrada de alguém cujo objetivo seja praticar ato contra o patrimônio na instalação. Nesses casos, a peça mais importante no esquema de segurança é a(o) A) barreira perimetral. B) iluminação. C) comunicação. D) serviço de guarda. E) alarme.
30881012423

Comentários: Gabarito: D. Pessoal, uma das atividades mais importante é o serviço de guarda no controle de acesso, que compreendem todas as atividades,
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

67 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

medidas

e

procedimentos

dos

quais

resultem,

específica

e

acessoriamente, limitação e/ou controle de circulação e de acesso, de tudo e de todos, mo âmbito de uma instituição. Limita e controla, portanto, não só a circulação e o acesso ao RH, mas de veículos, visitantes, material, documentos, inclusive de dados e informações (os “conhecimentos”). Logo, quaisquer procedimentos, meios, agentes ou artifícios podem ser utilizados como limitadores e/ou

controladores de circulação e acesso.

Algumas restrições que

constituem importantes formas de controle, de fato resultam de rotinas estabelecidas, porém, com outros fins específicos. São resultados de caráter meramente acessório, representando na verdade subprodutos dos objetivos que prioritariamente tais restrições buscam alcançar.

25) (FCC – Técnico Judiciário) Em relação aos controles de acesso: I. Destinam-se a controlar o acesso e circulação apenas de pessoas e veículos que se dirijam para a instalação que os possuem. II. Devem controlar a forma de acesso e circulação de pessoas, veículos, materiais e até informações existentes na instalação que os possuem. III. São medidas de controle de acesso desde grandes barreiras
30881012423

físicas como portões e guaritas até as mais simples e menores como credenciais e crachás. Está correto o que se afirma APENAS em A) II e III. B) I e III. C) I. D) II.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

68 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

E) III.

Comentários: Gabarito: A. Então, como vimos na explicação anterior, o controle de acesso não se restringe só em pessoas e veículos que se dirijam para a instalação. Logo, II e III estão corretos. 26) (FCC – Técnico Judiciário) O emprego do serviço de vigilância patrimonial de uma instalação/empresa está correto em A) atividades direcionadas e restritas à segurança das pessoas, de forma a não se envolver em outras, como combate a incêndio e evacuação de emergência. B) rondas a pé realizadas apenas no interior das edificações, em corredores, acessos e halls de maior circulação de pessoas. C) monitoramento de imagens e operação de recursos eletrônicos de vigilância como circuito fechado de TV (CFTV) de responsabilidade de um técnico em eletrônica especializado, que não faz parte da equipe de vigilância patrimonial. D) postos fixos de trabalho criados para diversas finalidades, dentre elas a vigília de um local específico ou um controle de um acesso. E) rondas externas aos limites perimetrais da instalação visando a
30881012423

repressão imediata da ordem pública.

Comentários: Gabarito: D. Quando falamos em vigilância patrimonial, dentre tantas atividades, temos que ter em mente o controle de acesso, através de um posto fixo, que compreendem todas as atividades, medidas
69 de 85

e

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

procedimentos dos quais resultem, específica e acessoriamente, limitação e/ou controle de circulação, de tudo e de todos, no âmbito de uma instituição. Logo resposta letra D, as demais estão flagrantemente erradas, por tudo que falamos em aula. –

27)

(FCC

Técnico

Judiciário) Uma

das

mais importantes

atribuições do Técnico de Segurança é zelar pela segurança física e patrimonial das instalações. Para que essa atribuição seja realizada é necessário que A) ocupe uma posição fixa junto à entrada do edifício para vigiar os movimentos de entrada e saída do prédio. B) seja bastante simpático e comunicativo estabelecendo diálogo com todos os frequentadores do Tribunal. C) restrinja as áreas de circulação de funcionários e usuários para facilitar seu trabalho de permanente vigilância. D) mantenha sempre próximo de si a arma já engatilhada ou qualquer outro objeto que garanta sua segurança. E) conheça detalhadamente todas as dependências do Tribunal

identificando o que deve ser protegido e quem oferece risco.

Comentários: Gabarito: E.
30881012423

Então, viram como as questões repetem, logo não podemos deixar de treinar, Ok. A atuação do agente de segurança, como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. Ex: Identificação pessoal, abordagem à distância, contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários, vigilância atenta, posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança), redobrar
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

70 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso), assim como conhecer o local onde atua.

30881012423

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

71 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Questões propostas

01) (FCC - Técnico Judiciário) Com relação ao planejamento da segurança corporativa, é correto afirmar: (A) Não cabe à segurança física a atenção e interferência nas questões de prevenção e combate a incêndios, uma vez que são preocupações inerentes às brigadas de incêndio. (B) A dissimulação é uma das características mais importante da segurança física; com a utilização dessa estratégia, os

equipamentos não ficam expostos, os agentes de segurança são preservados, não há agressão visual, nem intimidação ao

ambiente da empresa com a presença ostensiva de tais entes. (C) O planejamento, embora deva ser fracionado em níveis (operacional, técnico, tático e estratégico) exige a participação e o comprometimento de todos em uma empresa, principalmente dos mais altos escalões, ainda que estes sejam os que menos operacionalizam e executem as ações de segurança. (D) Uma vez identificado, analisado seus efeitos e consequências, nenhum risco poderá ser assumido sob pena de falha no

planejamento da segurança. (E) O acionamento dos órgãos de segurança pública é um dos últimos serviços a ser empregado na execução de atividades de
30881012423

segurança;

cabendo

a

interferência

da

segurança

física

e

patrimonial em situações nas quais a atuação não seja adequada, como nos casos de exposição da imagem ou quando já foram esgotados os meios próprios da empresa.

02) (FCC - Técnico Judiciário) Em relação ao planejamento de segurança nas instalações, considere:
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

72 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

I. Deve ser participativo e exige o comprometimento de todos os segmentos e níveis da empresa, do planejamento à execução, e não apenas do segmento responsável pela segurança. II. Deve ser fracionado em níveis de acesso à informação, compatíveis com o grau de envolvimento que se pretenda fornecer a cada segmento da empresa. III. Para implantação, não deve ser dividido em módulos ou fases, o que permitiria ações de resistência a mudanças ou sabotagens. É correto o que consta APENAS em (A) II e III. (B) I e II. (C) I. (D) II. (E) I e III.

03) (FCC - Técnico Judiciário) Em relação ao planejamento da segurança: I. Ao se considerar a prevenção como uma das premissas das ações de planejamento da segurança, uma medida de grande valia é a previsão de aulas e palestras sobre educação de segurança voltadas para todo o público interno, sem exceções, com a finalidade de desenvolver uma mentalidade prevencionista de
30881012423

segurança. II. O acionamento de entes externos, como órgãos de segurança pública, ainda que possa expor uma instituição ao público; podem ser elencados casos específicos que requeiram acionamento imediato desses órgãos. III. A fim de evitar imposições, resistências ou até sabotagens, a execução de um programa de segurança não deve ser dividido em
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

73 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

fases, tampouco fracionado em níveis de conhecimento por parte dos envolvidos, uma vez que se busca atingir todo o público interno. É correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e II, apenas. (D) I e III, apenas. (E) I, II e III.

04) (FCC - Técnico Judiciário) Um plano de segurança de uma instituição, contém, além de uma sequência de procedimentos a serem tomados para diversas situações, as seguintes

características: I. Ser de posse restrita à alta administração da instituição, que deve passar instruções verbais aos responsáveis pela segurança da empresa sempre que solicitados. II. Escrito em linguagem técnica, porém simples, concisa e precisa, evitando-se termos complexos e rebuscados, bem como estrangeirismos. III. Considerar em sua confecção fatores internos da edificação, bem como fatores externos como a vizinhança da edificação e
30881012423

rotas para pontos estratégicos em caso de emergências. Está correto o que consta em (A) II, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

74 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

5) (FCC - Técnico Judiciário) Um dos níveis de planejamento de segurança é o operativo, que (A) envolve toda a empresa, porém está mais identificado com a alta administração, traçando filosofias e políticas de segurança e definindo a missão do departamento responsável. (B) trata da descrição técnica detalhada do sistema integrado, como também de seus equipamentos, manutenção e equipes de operação e reparo. (C) busca a otimização dos recursos, estabelecendo meios

necessários para implantação de sistema de segurança integrado, detalhando condições, prazos e responsabilidades, sendo

desenvolvido nos níveis organizacionais intermediários. (D) trata do manual de operações de segurança propriamente dito, descrevendo normas, condutas, procedimentos de rotina ou emergenciais e os seus responsáveis, definindo como devem ser cumpridas as tarefas. (E) envolve a área técnica intermediária, responsável por

demarcar e instituir as políticas e missões de segurança da empresa.

6) (FCC - Técnico Judiciário) com relação aos princípios e
30881012423

características

que

norteiam

o

planejamento

da

segurança

corporativa, é correto afirmar que deve ser (A) fracionado em níveis de acordo com a profundidade que se pretenda envolver cada um, porém não pode ser participativo nem integrado, limitando-se exclusivamente ao segmento da

segurança, devido à sensibilidade do objeto tratado em questão.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

75 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

(B) participativo, envolvendo todos os segmentos da empresa; porém, é importante que se estabeleçam níveis de acordo com o cargo do público alvo desse planejamento (dentre os próprios segmentos da empresa) de acordo com a profundidade que se pretenda envolvê-los. (C) perene e rígido, devendo sofrer poucas ou nenhuma alteração em função do próprio objeto tratado: a segurança das instalações e seus ocupantes, cabendo à empresa e às pessoas terem a flexibilidade necessária em se adaptarem aos métodos de

segurança tidos como necessários. (D) fracionado em níveis de acordo com o público alvo que se pretenda envolver, exigindo, para seu sucesso efetivo a maciça participação do nível operacional executante, necessitando de pouca ou nenhuma participação dos níveis mais elevados (a não ser efetivamente no caso das empresas prestadoras de serviço de segurança em si). (E) participativo e integrado, envolvendo todos os diversos segmentos de uma empresa; porém, por se tratar de uma questão sensível, não pode estar fracionado em níveis, cabendo a um único nível as questões estratégicas, táticas e operacionais da empresa.

7) (FCC - Técnico Judiciário) Ao efetuar um planejamento de
30881012423

segurança de uma edificação e de seus ocupantes, alguns princípios e características já enraizados na doutrina de segurança devem ser seguidos. Alguns deles têm como fundamento e justificativa a própria garantia de segurança e preservação desse ramo peculiar de atividade − a atividade de segurança; ou seja, é o princípio que garante “a segurança das atividades de
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

76 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

segurança”. Assinale a alternativa que descreve o princípio que fundamenta essa necessidade apresentada. (A) A implantação das atividades de segurança em uma empresa não deve adotar uma metodologia, sob pena de engessar suas atividades em métodos já existentes. (B) A execução e o conhecimento das atividades de segurança devem ocorrer em níveis, de acordo com o grau de envolvimento que se deseja permitir a cada ente da empresa. (C) A implantação das atividades de segurança em uma empresa não pode ser fracionada em módulos, ao contrário, deve ser aplicada em sua totalidade. (D) A execução e o conhecimento das atividades de segurança devem ocorrer em uma única fase, ou etapa, evitando-se o desgaste de culturas já existentes. (E) A implantação das atividades de segurança em uma empresa deve ocorrer de forma abrangente e irrestrita, a fim de atingir todos os segmentos dessa empresa.

8) (CESPE-

Técnico

Judiciário) Na

elaboração do

plano

de

segurança de uma organização, devem ser priorizadas: as áreas de controle de acesso, de circulação e perímetros; os controles internos e a identificação; as áreas restritas, os armazéns e os
30881012423

estacionamentos; e as áreas de carga e descarga. 9) (FCC - Técnico Judiciário) Os gestores da Área de Segurança, para implementação de um Plano de Segurança na organização ‘X”, têm notória ciência de que o planejamento deve:

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

77 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

(A) Ser eficiente prevendo táticas operacionais relativas somente à segurança das instalações, de telecomunicações e de

informática. (B) Ser eficaz, privilegiando obrigatoriamente o gerenciamento de crises. (C) Respeitar a cultura da Organização, na medida em que se gerencie somente a segurança de dignitários. (D) Ter relação custo x benefícios favorável ao potencial das ameaças.

10) (FCC - Técnico Judiciário) Ao planejar a execução de segurança de áreas e instalações de uma organização, os

responsáveis devem atentar para alguns princípios, que são: I. Existe segurança perfeita, total e absoluta; II. Um dos objetivos, no planejamento da segurança, é capacitar os componentes da segurança para evitar ou retardar ao máximo uma possibilidade de ação criminosa contra a organização; III. Capacitar os componentes de segurança a reagir, no menor tempo de espaço possível, objetivando a neutralização de

possíveis agressões às áreas; IV. Segurança é prevenção; prevenção é treinamento; treinamento é perfeição total;
30881012423

V. O investimento em segurança é inversamente proporcional ao risco que se corre. (A) I, II e IV apenas. (B) II, IV e V apenas. (C) II e III apenas. (D) III, IV e V apenas. (E) I, II, III, IV e V.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

78 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

11) (FCC - Técnico Judiciário) Para implantação de um Plano de Segurança de Área e Instalações deve-se procurar abranger variados parâmetros determinantes da segurança, que são: I. Obter o apoio do alto escalão da Organização. II. Existência de um Plano Estratégico de Segurança. III. Integração do Sistema de Segurança com sistemas externos à Organização. IV. Existência de um Departamento de Segurança que englobe as Funções de Planejamento, Execução, Controle e Auditoria. V. Implementação de recursos Tecnológicos e Materiais,

adequados as características da Organização.

(A) I, II e IV apenas. (B) I, II, III, IV e V. (C) III e V apenas. (D) II, III e IV apenas. (E) I, II, IV e V apenas.

12) (FCC - Técnico Judiciário) Dentro do Planejamento de Segurança devemos buscar a eficiência, a eficácia e a efetividade, entendendo esta por: perfeita administração dos meios com
30881012423

minimização de custo. –

13)

(CESPE

Técnico

judiciário)

As

medidas

dinâmicas

consideradas necessárias ao controle e à segurança física e patrimonial de instalações incluem barreiras perimetrais, sistemas de alarme, iluminação e vigilância.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

79 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

14) (CESPE – Técnico judiciário) Um plano de segurança física e patrimonial deve levar em conta os seguintes aspectos, entre outros: vias de acesso, adjacências do estabelecimento, barreiras perimetrais, portões, janelas, iluminação, corpo de vigilância, sistemas de alarme, estacionamento de veículos, número de empregados e pontos críticos. –

15)

(CESPE

Técnico

judiciário)

O em

controle dois

de

entradas o de

permitidas

apoia-se

basicamente

sistemas:

identificação e o de guarda. 16) (CESPE – Técnico judiciário) As barreiras naturais não podem ser utilizadas como mecanismo de prevenção de acidentes e de segurança do patrimônio público, devido à impossibilidade de controle humano sobre esses obstáculos. 17) (CESPE – Técnico judiciário) A identificação de funcionários mediante o uso de crachás é considerada atualmente o único método eficaz para o controle de entradas, devendo ser abolidos os demais dispositivos, por falta de segurança. 18) (FCC – Técnico Judiciário) Para aprimorar a segurança de
30881012423

qualquer instalação predial, deve ser controlada, nos portões, a entrada de A) todos, sem exceção. B) reparadores, apenas. C) militares, apenas. D) visitantes, apenas. E) funcionários, apenas.
Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

80 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

19) (FCC – Técnico Judiciário) A dissimulação é uma das características mais importante da segurança física; com a

utilização dessa estratégia, os equipamentos não ficam expostos, os agentes de segurança são preservados, não há agressão visual, nem intimidação ao ambiente da empresa com a presença ostensiva de tais entes. 20) (FCC – Técnico Judiciário) Sob a ótica da segurança física e patrimonial, são exemplos de ponto crítico e de ponto de risco existentes em uma edificação, respectivamente: A) arquivos de processos judiciais e reservatório de incêndio. B) servidor de rede de computadores e reservatório de água potável. C) guarita de entrada e tanque de GLP (gás liquefeito de petróleo). D) caldeira e central de circuito interno de TV. E) central de processamento de dados e cabine primária de energia elétrica. 21) (FCC – Técnico

Judiciário) NÃO é considerada
30881012423

medida

preventiva de segurança física o emprego, em uma edificação, de A) câmeras de circuito fechado de televisão dissimuladas. B) portas rotatórias com detectores de metais. C) muros com fossos alagados. D) catracas com senhas. E) animais de vigia, como cães bravos.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

81 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

22) (FCC – Técnico Judiciário) A segurança física e patrimonial de uma instalação poderá ser feita por agentes ostensivamente trajados e pessoal em atividade de inteligência. 23) (FCC – Técnico Judiciário) A fim de bem realizar a segurança física e patrimonial, é importante que o profissional A) nunca saia do seu posto, preferencialmente junto à porta de saída. B) esteja atento principalmente aos funcionários que circulam sem crachá nas dependências da instituição. C) tenha pleno conhecimento do local onde atua, tendo

identificado e mapeado as áreas e conteúdo de risco. D) estabeleça forte amizade com as pessoas da recepção, a fim de obter informações privilegiadas acerca dos frequentadores do local. E) altere constantemente sua rotina, a fim de que ninguém saiba efetivamente onde ele possa estar dentro das instalações. 24) (FCC – Técnico Judiciário) As medidas de prevenção a entradas de pessoas não autorizadas são aquelas que visam impedir ou detectar a entrada de alguém cujo objetivo seja praticar ato contra o patrimônio na instalação. Nesses casos, a
30881012423

peça mais importante no esquema de segurança é a(o) A) barreira perimetral. B) iluminação. C) comunicação. D) serviço de guarda. E) alarme.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

82 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

25) (FCC – Técnico Judiciário) Em relação aos controles de acesso: I. Destinam-se a controlar o acesso e circulação apenas de pessoas e veículos que se dirijam para a instalação que os possuem. II. Devem controlar a forma de acesso e circulação de pessoas, veículos, materiais e até informações existentes na instalação que os possuem. III. São medidas de controle de acesso desde grandes barreiras físicas como portões e guaritas até as mais simples e menores como credenciais e crachás. Está correto o que se afirma APENAS em A) II e III. B) I e III. C) I. D) II. E) III. 26) (FCC – Técnico Judiciário) O emprego do serviço de vigilância patrimonial de uma instalação/empresa está correto em A) atividades direcionadas e restritas à segurança das pessoas, de forma a não se envolver em outras, como combate a incêndio e evacuação de emergência.
30881012423

B) rondas a pé realizadas apenas no interior das edificações, em corredores, acessos e halls de maior circulação de pessoas. C) monitoramento de imagens e operação de recursos eletrônicos de vigilância como circuito fechado de TV (CFTV) de

responsabilidade de um técnico em eletrônica especializado, que não faz parte da equipe de vigilância patrimonial.

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

83 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

D) postos fixos de trabalho criados para diversas finalidades, dentre elas a vigília de um local específico ou um controle de um acesso. E) rondas externas aos limites perimetrais da instalação visando a repressão imediata da ordem pública. –

27)

(FCC

Técnico

Judiciário) Uma

das

mais importantes

atribuições do Técnico de Segurança é zelar pela segurança física e patrimonial das instalações. Para que essa atribuição seja realizada é necessário que A) ocupe uma posição fixa junto à entrada do edifício para vigiar os movimentos de entrada e saída do prédio. B) seja bastante simpático e comunicativo estabelecendo diálogo com todos os frequentadores do Tribunal. C) restrinja as áreas de circulação de funcionários e usuários para facilitar seu trabalho de permanente vigilância. D) mantenha sempre próximo de si a arma já engatilhada ou qualquer outro objeto que garanta sua segurança. E) conheça detalhadamente todas as dependências do Tribunal identificando o que deve ser protegido e quem oferece risco.

30881012423

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

84 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino

Conhecimentos Específicos p/ TRT 15 (Técnico - Segurança) Teoria e exercícios comentados Prof. Alexandre Herculano Aula 2

Gabarito

1-C 7-B 13-E 19-E 25-A

2-B 8-C 14-C 20-E 26-D

3-C 9-D 15-C 21-A 27-E

4-D 10-C 16-E 22-C

5-D 11-B 17-E 23-C

6-B 12-E 18-A 24-D

30881012423

Prof. Alexandre Herculano

www.estrategiaconcursos.com.br

85 de 85

324.210.188-03 - Ewerton dos Santos Tangerino