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Direito Processual do Trabalho

Aula 1 ­
04/03/2013 •   Perdi. Alguém teria??? Se sim, pode inserir, por favor?

Aula 2 ­ Competência da Justiça do Trabalho
03/09/2013 •  Justiça  do  Trabalho.  Segundo  disposto  na  Constituição,  questões  referentes  á  relação  de emprego.  Outras  relações  além do emprego poderiam ser direcionadas à Justiça do Trabalho se  houvesse  lei  regulando  a  competência  da  justiça.   Exemplos:  1.  Lei  6.019/1974  regula  o trabalho  temporário.  Relação  triangular.  Relação  de   trabalho  e  não  de  emprego.  2.  Trabalho avulso. Triangulação. •  Alteração  do  art.  114  da  Constituição.  Em  2004,  com  a  Emenda  45,  há  uma  mudança. Reforma  do  judiciário. Artigo  114  é  modificado,  em  seu  inciso  I.  Confere maior abrangência à competência  da  Justiça  do  Trabalho.  Toda  relação  de  trabalho.  Entretanto,  ainda  era  preciso ser definir quais seriam os conflitos a serem resolvidos pela Justiça do Trabalho. •  Servidores  públicos.  Surgiram  discussões  sobre o  impacto da reforma, no que se refere a servidores  públicos.  Na  ADIN  3.395/2005  ajuizada  ao  STF  proferiu­se  liminar  (Nelson  Jobim) para  suspender  qualquer  tipo  de  interpretação  de  que  todo  e  qualquer   conflito  envolvendo servidores  públicos  seriam  resolvidos  pela  justiça  do  trabalho.  Ainda  não  foi  julgada. Atualmente,  ações que envolvem servidores públicos  não  estão necessariamente na seara da justiça   do  trabalho.  Apenas  se  o  servidor  público  for  celetista,  a  justiça  do   trabalho  é competente.  Se  ele  não  for  celetista,  depende  de   qual  órgão  ele  pertence,  se  municipal  e estadual ou federal. Em São Paulo, na vara da fazenda pública. •  Relação  de  trabalho.  Nem  todas  as  consequências  jurídicas  da  relação  de  trabalho  serão direcionadas  à Justiça do Trabalho. Ainda  não  está totalmente resolvido. Exemplo. Relação de consumo. •   Leitura sugerida: relações de trabalho e relações de consumo. •  Conceito  de  relação  jurídica.  Nem  todas  as  relações  sociais  são  jurídicas.  Uma relação jurídica  depende  da  preexistência  de  uma  norma   que  regula  a   relação  social.  Segundo Miguel  Reale,  nas  relações  jurídicas,  existem:  1.  Vínculo intersubjetivo. 2. Hipótese normativa. As  normas  jurídicas  são feixes  luminosos  sobre  a  experiência  social.  Segundo  Miguel Reale, há  quatro  elementos  em  toda  relação  jurídica:  sujeito   ativo,  sujeito  passivo,  vínculo  de atributividade e objeto. •  A  relação  de  trabalho,   sendo  uma relação  jurídica,  possui  os  quatro  elementos.  Não  existe consenso  sobre  quem  ocupa  a  posição  passiva  e  ativa.  De  toda  forma,  são  sujeitos devedores  e  credores.  O  vínculo  de  atributividade  refere­se  ao  relacionamento  entre eles,  conferindo  a  ambos   legitimidade  para  exigência  de  uma  obrigação.  Um  desses

 Essa decisão. POR FAVOR? •  Conflito  de  competências.  Súmula  736. porém. pode inserir. Aula 3 ­ 10/09/2013 •   Perdi.  STF  fez  regra  de  modulação.  Exceção  à  regra  de  vinculação com base na relação de  emprego.  mas  hoje  isso  não   é  possível.  O  objeto  é  o  modo  como  a  pessoa  estabelece  a relação de trabalho.  Regras. •  Artigos  652  e  653.  Dissídios resultantes  de  contratos  de  empreitada.   Competência  da  justiça  do  trabalho. seriam  remetidos  para  a  justiça  do  trabalho.  Problema.  Competência  funcional  do  juiz  do  trabalho. •  Antes. CASO ALGUÉM TENHA ANOTAÇÕES. Relator Ministro Carlos Aires Brito.  Inciso  III.vínculos  é  o  emprego. •  Artigo  650. a regra geral prevista na primeira parte do inciso  I  do  artigo  109[1]  não  trata. Quando o  interesse  é  apenas  do empregado e empregador.  só   podendo  ser  estendida  ou   restringida   por  lei.  Conflito  negativo  de  competência.  segurança. Aula 5 ­ Audiência 01/10/2013 .  Matéria  especializada  que  merece  ser  decidida  na  justiça  do trabalho.  seria  na  justiça  do  trabalho  e  se  fosse  em relação ao INSS. Culpa  e  nexo  causal  entre o  ato  do  empregador  e  que  deu  ensejo  ao  dano  que  o trabalhador alega  ter  sofrido  no  trabalho.  Comerciante viajante.  Casos  que   ainda  estavam  na  primeira  instância.  Jurisdição  de  cada  vara do  trabalho  abrange todo o território da comarca em que tem  sede.  CLT.  Virada  no  entendimento  do STF  na matéria.  Competência  da  localidade  em  que  a  empresa  tenha  agencia  ou  filial  e  a  que  o empregado esteja filiado. PODERIA INSERIR.  Referências  que  não  se  justificam mais. Artigo 109 da constituição federal.  Anterior  à  emenda  constitucional  n°  45.  Antes  estava restrito  ao   pequeno  empreiteiro.  Descumprimento  pelo empregador  por  normas  de  saúde.  caso  fosse  em  relação  ao  empregado.   A   relação  de  causalidade  é  a  relação  de trabalho.  Casos  novos  ajuizados  depois da publicação do acórdão seriam remetidos à justiça do trabalho.  Querem  criar  novas varas fora da Barra Funda.  EU  PERDI   A  PRIMEIRA  PARTE   DA  AULA  E  NÃO  ENTENDI  O  QUE  ANOTEI  DA SEGUNDA (!!!!). Alguém teria??? Se sim. seria na vara cível de justiça do trabalho.  Artigo  653. Na relação de emprego. •  Artigo  659.  Exceção da justiça federal das causas de dano no trabalho. por favor? Aula 4 ­ Competência da Justiça do Trabalho 17/09/2013 GENTE. é mediante subordinação.  mas  existem  outros. afronta o artigo 650.  A  relação  jurídica  entre  o  empreiteiro  é   regida  pelo  código  civil.

 791. Necessidade do  envolvimento  do  preposto  com  a  atividade  da   empresa.  Tentativa  de  reconciliação  e  julgamento. Lei . •  Audiência  de  julgamento.  Audiência  de  instrução.  Na ausência do reclamante na 2ª audiência não gera arquivamento da ação.  Preposto  deve  ter  conhecimento  dos  fatos  porque  suas  alegações terão  força   legal.  a  ação poderá ser novamente  apresentada.  Pode  ser  considerada  como  confissão.  arquivamento  da  ação. Necessidade do adequado armazenamento do que foi dito na audiência. Aula 6 ­ Audiência 08/10/2013 •  Oralidade. pode ser nomeado um preposto (§ 1º  do   art.  Súmula  122[5]. Art.  segundo  o  professor. •  Crítica ao método de julgamento de transcrição dos depoimentos ditados pelo juiz. mas não foi levada adiante.  Houve projeto de reforma do art. Prerrogativa para ambas as partes  para a  não  assistência técnica  de  advogado  (ius  postulandi).  Algumas  varas   dividem  a   audiência.  Exceções:  1.  Intimação  para  depor  e  com testemunhas.  Segundo  o  professor. •  Ata  de  audiência.  2. Comparecimento  pessoal  das  partes  é  exigência  legal  (art.•  Artigo 791 da CLT. Art. •  Divisão  da  audiência.  embora  ainda  consista  em  confissão. •  Nos  processos  de  rito  sumário  (até  dois   salários  mínimos).  Juiz  deveria.  Mesmo  que  presente  o  advogado  munido  de procuração.  Impossibilidade  de locomoção.  Entretanto. 54 da Lei Complementar nº 126/2003[4]. Possibilidade de adiamento da audiência em caso de apresentação de atestado   médico  que  comprove  a  incapacidade   de  locomoção. Início e andamento  do processo.  Micro  ou  pequena empresa.  Reclamação  de empregado  doméstico.  O   advogado  pode  não  comparecer.  o   reclamante  ficará  responsável  pelas  custas processuais.  juntar as provas trazidas com a contestação.  Representação  serve  para  tentativa   de  conciliação  e  para  prestação  do depoimento  pessoal  em  nome  do  empregador. Súmula 377[3].  No  caso  de  ausência   do reclamante.  esse  entendimento  está  errado  porque  confunde  revelia com  confissão.  Entretanto. Faz­se  a  exigência de  que  o preposto seja  empregado também.  não  há  necessidade  de resumo. •  Consequências  da  ausência.  Pode  ser  preposto  que  não  seja  empregado.  Mas  com  o advogado presente.  843  da  CLT). Artigo 851 da CLT[9].  Revelia  é  ausência  de  defesa. •  2ª  parte  da  Súmula   122.  Utilização  das  informações  num  eventual recurso.  Nesse  caso.  Necessidade  de  comparecimento  à  audiência  segundo  a jurisprudência.  essa  possibilidade  não  está  prevista  na CLT. caso haja julgamento.  Revelia.  Proteção  ao  empregado. •  Ata poderá até ter a própria decisão.  Pode  ser  que  o  representante  jurídico  não tenha  condições  de  comparecer.  843 da  CLT[2]).  Problema  da  necessidade  de  transcrição  para  a  documentação  dos atos praticados durante a audiência.  Registro  dos  depoimentos. 844[6].  Concentração  dos  atos  em  audiência. há o ânimo  de comparecer.  Atestado  médico  que  confirme  imobilidade. Súmula 9[7] e 74[8].  No caso do empregador.

 Processo eletrônico.  exceto  as  de falência. •  Lei n° 11.  quando  os  empregados  poderão  fazer­se representar pelo Sindicato de sua categoria.  o  preposto  deve  ser  necessariamente  empregado  do reclamado. ou pelo seu sindicato. já que basta rever as imagens para  saber  o  que  aconteceu.  Juiz  retransmite  ao depoente.   devidamente  comprovado.  O  advogado  deveria  perguntar  diretamente  ao  depoente. 109.  Sistema  de  gravação  Fidelis  deve  ser esclarecido às partes e é vedada  a  divulgação  não  autorizada. com registro.  não  for possível  ao  empregado  comparecer  pessoalmente.  54. [4]  Art.  nos  casos  de Reclamatórias  Plúrimas  ou  Ações de  Cumprimento.  ou  qualquer  outro  preposto que tenha conhecimento do fato.  É  facultado  ao  empregador  de  microempresa   ou  de  empresa  de  pequeno  porte . e cujas declarações obrigarão o proponente. •  As  mudanças  no  procedimento   deveriam  modificar  o  processo  de  perguntas  e respostas.  Preposto  ­  Exigência  da  Condição  de  Empregado.419. da CLT. independentemente  do  comparecimento  de  seus   representantes  salvo. §2º do CPC[12]. •  Benefícios.952 alterou o artigo 170 do CPC[10]. Artigo 169.  843  ­  Na  audiência  de   julgamento  deverão  estar  presentes  o  reclamante e o reclamado. Divulgação aos advogados das partes e para outros advogados.  Advogado  pergunta  ao  juiz. Redução do  nível de tensão.  entidade  autárquica  ou  empresa  pública  federal  forem interessadas  na  condição  de  autoras.  Artigo  416  do CPC[13] já veda perguntas ruins. 843.   “Dispõe  sobre  a  documentação  dos  depoimentos  por  meio  do  sistema audiovisual e realização de interrogatório e inquirição de testemunhas por videoconferência.n° 8. Inteligência do art. §  2º  ­  Se   por  doença  ou  qualquer  outro  motivo  poderoso. § 1º. Alteração do artigo 417 do CPC[11] faculta às partes a gravação própria. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; [2]  Art.   Dificuldade  de  conciliar  publicidade  com  privacidade.  Fidelidade  no  registro  das  ocorrências  e  facilidade  para  revisão  por  parte  das instâncias superiores do judiciário. [3]  Súmula  377  do  TST.  rés.” [1] Art. •  Resolução  105  do  CNJ. Juiz dita para o escrevente.  Exceto  quanto  à reclamação   de  empregado  doméstico.  assistentes  ou  oponentes.  Sistema  eletrônico  de   gravação  com  desnecessidade  de transcrição. Aos juízes federais compete processar e julgar: I  ­  as  causas   em  que  a  União. que aprovou a utilização de outros métodos em juízo ou tribunal. §  1º  ­  É  facultado  ao  empregador  fazer­se  substituir  pelo  gerente. •  Processo  de  perguntas  e  respostas.  poderá  fazer­se  representar  por  outro empregado que pertença à mesma profissão.

 observar­se­á o disposto nos §§ 2o e 3o do art. facultando­se às partes a sua gravação.  nãoo  importa arquivamento do processo. [9]  Art. 170.  na  qual  deveria  depor.  II  ­  A prova  pré­constituída  nos  autos  pode  ser  levada  em conta para confronto com a confissão ficta (art.  entretanto. ou  de outro método idôneo. [6]  Art. será  dispensável.  A  ausência  do reclamante.  Quando  se  tratar  de  processo  total  ou  parcialmente  eletrônico. a juízo do presidente.  motivo  relevante. o resumo  dos  depoimentos. 169 desta Lei.  Os  atos  e  termos do  processo serão datilografados ou escritos  com tinta escura e indelével. a decisão. o escrivão certificará. estenotipia ou outro método idôneo de documentação.  contado  da  audiência  de  julgamento. ainda que não possuam vínculo trabalhista ou societário. É lícito o uso  da taquigrafia.  I  –   Aplica­se  a   confissão  à  parte  que. datilografado ou registrado por taquigrafia.  expressamente.  assinando­os as  pessoas  que  neles  intervieram.  devidamente  assinada. Parágrafo  único  ­  Ocorrendo. § 1o  O depoimento será passado para a versão datilográfica quando houver recurso da sentença ou noutros casos. de 2006).  pelo  presidente  ou  juiz.  é  revel. [11] Art.  não  comparecer  à  audiência  em  prosseguimento. do poder/dever de conduzir o processo. pelo magistrado. na íntegra.  quando  adiada  a  instrução  após  contestada  a  ação  em  audiência. de que constará.fazer­se  substituir  ou  representar  perante  a  Justiça  do  Trabalho  por  terceiros  que  conheçam dos fatos.  400. [5]  Atestado  Médico  ­ Ausência do Empregador em Audiência – Revelia. será assinado pelo juiz. Quando  estas  não  puderem  ou não quiserem firmá­los.  devendo  constar  da  ata  a conclusão do Tribunal quanto à  matéria  de fato. a ocorrência.   poderá  o  presidente  suspender  o julgamento. §  2º  ­  A  ata  será.  junta  ao  processo.  851  ­  Os tramites de instrução  e julgamento da reclamação  serão resumidos em ata.   § 1º ­ Nos processos de exclusiva alçada das Juntas. [8]  Confissão.  a  impossibilidade  de   locomoção  do  empregador  ou  do  seu preposto no dia da audiência. §  2º. designando nova audiência. ausente à audiência  em  que  deveria  apresentar  defesa.  os  atos  processuais . que deverá  declarar. de ofício ou a requerimento da parte. nos autos. [12]  Art. pelo depoente e pelos procuradores. (Incluído pela Lei nº 11.  e  o  não­comparecimento  do  reclamado  importa  revelia. não afetando o exercício.  expressamente  intimada  com  aquela cominação.  no  prazo improrrogável  de  48  (quarenta  e  oito)  horas.  podendo  ser  ilidida  a  revelia  mediante  a  apresentação  de atestado médico.  CPC).  169. em  qualquer juízo ou tribunal. quando o juiz o determinar.  I. § 2o  Tratando­se de processo eletrônico.  III­  A  vedação à  produção  de  prova  posterior  pela  parte confessa somente a ela  se aplica. [10] Art.  e  assinada pelos juízes classistas presentes à mesma audiência. [7]  Ausência  do   Reclamante   ­   Audiência  ­  Arquivamento  do  Processo. O depoimento. § 1º.  não  implicando  cerceamento  de  defesa  o   indeferimento  de  provas posteriores.  além  de confissão quanto à matéria de fato.  844   ­   O  não­comparecimento  do  reclamante  à  audiência   importa   o  arquivamento  da reclamação. É vedado usar abreviaturas. A reclamada.419. ainda que presente seu  advogado munido de  procuração. 417. da estenotipia.

  (Incluído  pela  Lei  nº  11.  sob pena de preclusão.  mediante  registro  em  termo  que  será assinado  digitalmente  pelo  juiz  e  pelo  escrivão  ou  chefe  de  secretaria.  primeiro  à parte. [13]  Art.  na  forma  da  lei.  não lhes  fazendo  perguntas  ou considerações impertinentes.  e  depois  à  parte  contrária.419. §  1o  As   partes  devem  tratar  as  testemunhas  com  urbanidade.  cabendo.  eventuais  contradições   na  transcrição  deverão  ser suscitadas  oralmente no  momento  da  realização  do  ato.praticados  na  presença do  juiz  poderão  ser  produzidos  e armazenados de modo integralmente digital  em  arquivo  eletrônico  inviolável.  No   caso  do  §  2o  deste  artigo. É vedado usar abreviaturas. (Incluído pela Lei nº 11. de 2006).  que  a  arrolou.  registrando­se  a  alegação  e  a  decisão  no  termo. Parágrafo único. §  2o  As  perguntas  que  o juiz  indeferir  serão  obrigatoriamente  transcritas no termo. . devendo  o juiz decidir  de  plano. capciosas ou vexatórias.419.  formular  perguntas  tendentes  a  esclarecer  ou completar o depoimento.  416. de 2006).  bem  como  pelos advogados das partes. se a parte o requerer. §  3º.  O  juiz  interrogará  a  testemunha  sobre  os  fatos   articulados.