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FUVEST 2014 Leia o seguinte extrato de uma reportagem do jornal inglês The Guardian, de 22 de janeiro de 2013, para em seguida

atender ao que se pede: O ministro de finanças do Japão, Taro Aso, disse na segunda-feira (dia 21) que os velhos deveriam apressar-se a morrer!, para aliviar a pressão que suas despesas m"di#as e$er#em so%re o &stado' (eus nos livre de uma situação em que vo#) " forçado a viver quando vo#) quer morrer' &u a#ordaria me sentindo #ada ve* pior se sou%esse que o tratamento " todo pago pelo governo!, disse ele durante uma reunião do #onselho na#ional a respeito das reformas na seguridade so#ial' O pro%lema não ser+ re solvido, a menos que vo#) permita que eles se apressem a morrer!' Os #oment+rios de Aso são sus#et,veis de #ausar ofensa no Japão, onde quase um quarto da população de 12- milh.es tem mais de /0 anos' A proporção deve atingir 102 nos pr3$imos 40 anos' Aso, de 52 anos de idade, que tem funç.es de vi#e primeiro- ministro, disse que iria re#usar os #uidados de fim de vida' &u não pre#iso desse tipo de atendimento!, de#larou ele em #oment+rios #itados pela imprensa lo#al, a#res#entando que havia redigido uma nota instruindo sua fam,lia a negar-lhe tratamento m"di#o para prolongar a vida' 6ara maior agravo, ele #hamou de pessoas-tu%o! os pa#ientes idosos que 7+ não #onseguem se alimentar so*inhos' O minist"rio da sa8de e do %em-estar, a#res#entou, est+ %em #ons#iente de que #usta v+rias de*enas de milh.es de ienes! por m)s o tratamento de um 8ni#o doente em fase final de vida' 9ais tarde, Aso tentou e$pli#ar seus #oment+rios' &le re#onhe#eu que sua linguagem fora inapropriada! em um f3rum p8%li#o e insistiu que e$pressara apenas sua prefer)n#ia pessoal' &u disse o que eu, pessoalmente, penso, não o que o sistema de assist)n#ia m"di#a a idosos deve ser!, de#larou ele a 7ornalistas. :ão foi a primeira ve* que Aso, um dos mais ri#os pol,ti#os do Japão, questionou o dever do &stado para #om sua grande população idosa' Anteriormente, em um en#ontro de e#onomistas, ele 7+ dissera; 6or que eu deveria pagar por pessoas que apenas #omem e %e%em e não fa*em nenhum esforço< &u faço #aminhadas todos os dias, al"m de muitas outras #oisas, e estou pagando mais impostos!' theguardian.com, Tuesday, 22 January 2013. Traduzido onsidere as opini!es atri"u#das ao re$erido pol#ti%o japonês, tendo em %onta que elas possuem impli%a&!es 'ti%as, %ulturais, so%iais e e%on(mi%as %apazes de sus%itar quest!es de )*rias ordens: essas opini!es s+o t+o raras ou isoladas quanto podem pare%er, - que as moti)a, - que elas dizem so"re as so%iedades %ontempor.neas, -pini!es desse teor seriam poss#)eis no %ontexto "rasileiro, omo as jo)ens gera&!es en%aram os idosos, /s%ol0endo, entre os di)ersos aspe%tos do tema, os que )o%ê %onsiderar mais rele)antes, redija um texto em prosa, no qual )o%ê a)alie as posi&!es do %itado ministro, supondo que esse texto se destine 1 pu"li%a&+o 2 seja em um jornal, uma re)ista ou em um site da internet. Instruções: 2 3 reda&+o de)e ser uma disserta&+o, es%rita de a%ordo %om a norma4padr+o da l#ngua portuguesa. 2 /s%re)a, no m#nimo, 20 lin0as, %om letra leg#)el. 5+o ultrapasse o espa&o de 36 lin0as da $ol0a de reda&+o. 2 7ê um t#tulo a sua reda&+o.

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edija uma disserta&+o em prosa. FUVEST 2012 Te"to 1 A #i)n#ia mais imperativa e predominante so%re tudo " a #i)n#ia pol. #ada ve* mais frequentes no =rasil. e. %onsiderando os aspe%tos men%ionados no par*gra$o anterior e. . no m#nimo. projeta uma dada )is+o de mundo. omo toda mensagem. <ro%ure argumentar de modo a deixar %laro seu ponto de )ista so"re o assunto. pois esta determina quais são as demais #i)n#ias que devem ser estudadas na p3lis' :essa medida. que $oram su"stitu#das por !9 de um an:n%io pu"li%it*rio real. se quiser.FUVEST 201 /sta ' a reprodu&+o 8aqui. = 7ê um t#tulo a sua reda&+o. #omo pol.ti#a " #oisa de idiota!' O que podemos #onstatar " que a#a%ou se invertendo o 2 . esse an:n%io. pu"li%ada no ano de 2012. %ol0ido em uma re)ista. no m*ximo. sem as mar%as normais dos anun%iantes. %om letra leg#)el. 20 e. = /s%re)a. então. )eremos que ele expressa uma determinada mentalidade. essa finalidade deve ser o %em do homem' 3rist>teles. tam"'m outros aspe%tos que julgue rele)antes.ti#a in#lui a finalidade das demais.ti#a. Te"to 2 O termo idiota! apare#e em #oment+rios indignados. Instruções: = 3 reda&+o de)e o"ede%er 1 norma4padr+o da l#ngua portuguesa. 3daptado. 30 lin0as. $ormado pela rela&+o entre imagem e texto. a #i)n#ia pol. na qual )o%ê interprete e dis%uta a mensagem %ontida nesse an:n%io. mani$esta uma %erta es%ol0a de )alores e assim por diante. %arrega pressupostos e impli%a&!es: se o o"ser)armos "em.

parlamentos. J..da politi#amente nas atuais #ondiç.i"eiro. a pol. pol.e$ ou su'eradaInstruções: 3 .ti#a' Talve* dev)ssemos retomar esse #on#eito de idiota #omo aquele que vive fe#hado dentro de si e s3 se interessa pela vida no ?m%ito pessoal' @ua e$pressão generali*ada ". 3daptado. vossas #oisas diurnas e noturnas. do seu papel de propositoras de doutrinas' O que não signifi#a que se amplia a li%erdade de opção individual' @ignifi#a apenas que essas funç.ti#as B primordialmente as do mer#ado finan#eiro e do #onsumo' A agenda de opç. Te"to ABLC-@ 73 D<. signifi#a aquele que s3 vive a vida privada.es' Assim esva*iada.es pol. são #oisas pol. ortella e .. #oemas.ti#o' O que vo#) di* tem resson?n#ia.ti#o.ti#a.es mais importantes difi#ilmente pode ser #onstru. tua pele. Em )usca da 'o$%tica. pois a palavra idi>tes.ti#a' Todas as tuas. :ão me meto em pol.es relevantes e. teus olhos. tam%"m. argumentando de modo a deixar %laro o seu ponto de )ista so"re o tema #artici'aç(o 'o$%tica: indis'ens+.pio..ti#as (isto ". na qual )o%ê dis%uta as ideias neles apresentadas. que re#usa a pol. em prin#. nossas.9 EislaFa @zym"orsGa. . em grego.ti#os. um aspe#to pol. teus genes t)m um passado pol.e$lita so"re esses textos e redija uma disserta&+o em prosa. seja para indi%ar suas limita&!es e impasses no mundo atual. #ontroladas) para forças essen#ialmente não pol.ti#as vigentes (por e$emplo.ti#o.ti#o' 8.ti#a!' ?. eleitas e.ti#as' Auerendo ou não querendo. #o$%tica & 'ara n(o ser idiota.es e opç. partidos pol. um mati* pol.3 @omos filhos da "po#a e a "po#a " pol. .es pol. Te"to * -s textos aqui reproduzidos $alam de pol#ti%a. Te"to 4 As instituiç. que di* não > pol. 3daptado.#on#eito original de idiota. governos) vivem ho7e um pro#esso de a%andono ou diminuição do seu papel de #riadoras de agenda de quest. seja para en$atizar sua ne%essidade. o que silen#ia tem um e#o de um 7eito ou de outro.ti#a perde interesse' Hygmunt Iauman. @.es estão sendo de#ididamente transferidas das instituiç.

http. 10C11C200D' Adaptado' Texto 3 -nde n+o 0* pensamento a longo prazo. Jorge Gahar.o"erto Iurle ?arx. %om letra leg#)el. o sen0or n+o estar* mais aqui para )erM. no 3terro do Alamengo.o"erto Iurle ?arx plantou a 'a$ma ta$i'ot. 7eixamos de nos re%on0e%er na o"riga&+o de )i)er em nome de qualquer %oisa que n+o n>s mesmos. per#odo em que produzem %er%a de uma tonelada de sementes. 30 lin0as. um impulso de %errar $ileiras. Hio de Janeiro. 2004' Adaptado' Texto 4 3 %ultura do sa%ri$#%io est* morta. $i%ar om"ro a om"ro ou mar%0ar no mesmo passo. elas $lores%em uma :ni%a )ez na )ida. um )isitante teria %omentado: L omo elas le)am tanto tempo para $lorir. 20 e. #it' por G' =auman. Trazidas do @ri LanGa pelo paisagista .• • • 3 reda&+o de)e o"ede%er 1 norma padr+o da l#ngua portuguesa. teria dito: L3ssim %omo algu'm plantou para que eu pudesse )er. I' JipovetsKL. ini%iam um longo pro%esso de morte. no m*ximo. 0DC12C200D' Adaptado' Texto 1 Jm grandioso e raro espet*%ulo da natureza est* em %ena no . FUVEST 2011 O%serve esta imagem e leia #om atenção os te$tos a%ai$o' . G' =auman' Vidas desperdiçadas. 200D' 4 . ou 'a$ma ta$i'ot. /s%re)a. %er%a de %inquenta anos depois de plantadas. 7ê um t#tulo a sua reda&+o.or/'ha um)racu$i0era. em A arte da vida' Hio de Janeiro. um sentimento de irmandade.CCve7a'a%ril'#om'%r. di$i%ilmente pode 0a)er um senso de destino %ompartil0ado. . -s rela%ionamentos desta%am4se so"retudo pela $ragilidade e pela super$i%ialidade. estou plantando para que outros tam"'m possam %ontemplarM.io de Janeiro. /m seguida. ent+o %om mais de N0 anos. Jorge Gahar. http. 3 solidariedade tem pou%a %0an%e de "rotar e $in%ar ra#zes. no m#nimo.paisagista.CCEEE'a%ap'org'%r' Paisagem Escrita' no 1F1. Trata4se da $lora&+o de palmeiras Texto 2 Kuando .

em prosa. o mundo atual teria es#olhido o #aminho oposto' Mom %ase nas ideias e sugest. que. sa#rifi#a! a pr3pria vida para #riar novas vidas. a imagem de a%negação forne#ida pela 'a$ma ta$i'ot. que a plantou. 3daptado."rOimagensOdataOmediaOP3O6NP2janela. so%re o seguinte tema. 200D' 'nstruç(es) P Jem%re-se de que a situação de produção de seu te$to requer o uso da norma padrão da l. de #erto modo. 5 .Momo mostram os te$tos 1 e 2. " reforçada pelo altru.jpg. mas para o dos outros' &m #ontraposição. redi7a uma dissertação argumentativa.smoN de Ho%erto =urle 9ar$. O altruísmo e o pensamento a longo pra o ainda t!m lugar no mundo contempor"neo# N Altruísmo O s'm' Tend)n#ia ou in#linação de nature*a instintiva que in#ita o ser humano > preo#upação #om o outro' $icion%rio &ouaiss da língua portuguesa . não para seu pr3prio proveito.ngua portuguesa' P A redação dever+ ter entre 2* e 3* linhas' P () um título a sua redação' FUVEST 2010 Um mundo 'or imagens Aonte: 0ttp:OOFFF. 3%essado em 1NO10O200Q.imotion.%om.es presentes na imagem e nos te$tos aqui reunidos.

%onstroem4se imagens. 5o %otidiano. Bnstru&!es: T Lem"re4se de que a situa&+o de produ&+o de seu texto requer o uso da modalidade es%rita %ulta da l#ngua portuguesa.nia <ellegrini. es%ol0a a'enas uma. T 7ê um t#tulo para sua reda&+o.ros. T 123 ser* a%eita reda&+o em $orma de )erso. %omo tema de seu texto. em negrito. 3daptado. instituições e situações. por meio da qual a alma dos indi)#duos o$ere%e solu&!es apaziguadoras aos pro"lemas.s#m"olo ' %on%e"ido %omo uma s#ntese equili"radora. lan&ando m+o de argumentos e in$orma&!es que deem %onsistên%ia a seu ponto de )ista. so"re os mais )ariados aspe%tosS %onstroem4se imagens. 3o in)'s de nos rela%ionarmos diretamente %om a realidade. D %omo se $i%*ssemos suspensos entre a realidade da )ida di*ria e sua representa&+o.3 imagina&+o sim">li%a ' sempre um $ator de equil#"rio. . so"re 'essoas. 5a %i)iliza&+o em que se )i)e 0oje. e redija uma disserta&+o em prosa. Ril"ert 7urand. 7entre as possi"ilidades de %onstru&+o de imagens enumeradas a%ima. 0atos. as mais di)ersas. a qual de)er* ter entre 20 e 30 lin0as. que nos al%an&am %om mais poder. T. por exemplo. $a%ilidade e rapidez. $i. ' %omum su"stituir4se o real imediato por essas imagens. FUVEST 2004 6 . dependemos %ada )ez mais de uma )asta gama de in$orma&!es.

Aonte: 0ttp:OOpt.jpg. o termo. Adaptado' As fronteiras geogr+fi#as são pass. espe#ialmente do espaço' &$'. a linha divis3ria entre duas +reas. o #"u não tem f' 4 7eri)a&+o: sentido $igurado' o limite. Qavia patrulhas em toda a f' 2 o mar#o. o limite. da #i)n#ia. fronteiras do pensamento. Qavia #hegado > f' da de#)n#ia' Ronte. O rio servia de f' entre as duas fa*endas' 3 7eri)a&+o: por extens+o de sentido.es.ti#os de um ou mais grupos de pessoas' Al"m do signifi#ado geogr+fi#o. o fim. 5icion+rio 6ouaiss da 7%ngua #ortuguesa . dependendo dos movimentos so#iais e pol. pa. utili*ando informaç.orgOFiGiOBmagem:Iaarle45assauU$rontiV 3V3PreU%a$ V 3V3Q.es e argumentos que d)em #onsist)n#ia a seu ponto de vista' 7 . 30O0WO200P.FiGipedia. a parte lim. +ronteira su%stantivo feminino 1 parte e$trema de uma +rea. estados.veis de #ont. e$istem fronteiras psi#ol3gi#as. o fim de algo de #unho a%strato' &$'. o termo fronteira! " utili*ado tam%"m em sentido figurado. quando se refere a diferentes #ampos do #onhe#imento' Assim. 6ara a #i)n#ia.nua mo%ilidade. a raia. regi. e redi7a uma dissertação em prosa.trofe de um espaço em relação a outro' &$'.si#o. es#olha uma ou at" duas delas. f. região et#'. espe#ialmente. da linguagem et#' Mom %ase nas id"ias sugeridas a#ima. #omo tema.ses et#' &$'.

nos s+o transmitidos. o que leu e ou)iu. sem a%res%entar a"solutamente nada de :til. de outras afirmaç. de expressar qualquer opini+o que seja. 7is%ordo. na )erdade.es que #ont)m verdades' Países se unem em pro-eto da O/0 8 . ' um idiota que ou)iu $alar algo e simplesmente repassa. ' di)ulgada aos quatro %antos do mundo. preo%upadas %om a )erdade.Procure seguir estas instruç(es) S Jem%re-se de que a situação de produção de seu te$to requer o uso da modalidade es#rita #ulta da l. D pre%iso )igiar o $uturo para sa"ermos separar o joio do trigoYY.evista Ve-a. eletroni%amente. D mais uma %onseqZên%ia dessa id'ia que a maioria das pessoas tem so"re a li"erdade de expressar o que "em quiser. antes de serem emitidas. se ' um espe%ialista %ompro)ado. #apa#idade de diferen#iar o%servaç. para n+o a%reditarmos em tudo o que ' es%rito e dito por a#. .n%ia e preo%upa&+o %om a )erdade ' ne%essidade %ada )ez mais premente num tempo que todos os gurus %0amam de /ra da Bn$orma&+o. todos os dias.es equivo#adas. na realidade. na maior parte das )ezes.fi#o' NN . pro$undamente. )ista %omo um direito de todos. para n+o sermos enganados. p*ginas de renomadas Jni)ersidades. 3umentar nossa )igil.n%ia epistêmi%aY ' a preo%upa&+o que todos n>s de)er#amos ter %om rela&+o a tudo o que lemos. Coje "oa parte dos sites de "us%a indexam tudo o que en%ontram pela $rente 1 internet. de tanto lixo e ru#do sem signi$i%ado que. %omo se opini!es n+o pre%isassem se "asear no rigor %ient#$i%o. 0FC10C2005' Adaptado' N Vigil"ncia epist!mica O #apa#idade de fi#ar atento e per#e%er se uma afirmação tem ou não valor #ient. alguns desses sites de "us%a de)eriam %olo%ar. Todos pre%isamos estar muito atentos a dois aspe%tos %om rela&+o a tudo o que ou)imos e lemos: = se quem nos $ala ou es%re)e %on0e%e a $undo o assunto. Kualquer opini+o emitida.ngua portuguesa' S () um t. aos outros. @tephen Tanit*.eparar o -oio do trigo O no #onte$to. nos primeiros lugares. /stamos. ou)imos e aprendemos de outros seres 0umanos. mentiras mesmo. 7e $ato. desses gurus. na /ra da 7esin$orma&+o. sem que exista o menor %uidado %om a pre%is+o e seriedade do que se emite. mesmo que se trate de uma grande "o"agem ou de e)idente in)erdade. por parte das $ontes que %olo%am mat'rias na rede. que dever+ ter entre 20 e F0 linhas' FUVEST 2008 Xigil. se sa"e do que est* $alandoS = se quem nos $ala ou es%re)e.tulo para sua redação.

redi7a uma (U@@&HTAVWO &9 6HO@A. do a%elerado en)el0e%imento e da perpetuidade dos no)os %ome&os. / aquilo so"re o que a in$orma&+o mais in$orma ' a $luidez do mundo 0a"itado e a $lexi"ilidade dos 0a"itantes.#ias so%re o mundo digital' Mom %ase nesses te$tos e em outras informaç.Tesouros in$ormati)os de )*rios pa#ses estar+o dispon#)eis gratuitamente para qualquer internauta. na primeira $ase.a%esso 1 Bn$orma&+o 8em sua maioria.es e id"ias que 7ulgar pertinentes. . in%lusi)e português. . $otogra$ias e manus%ritos. uma ini%iati)a da -5J.noti%i*rio T essa parte da in$orma&+o eletr(ni%a que tem maior %0an%e de ser %on$undida %om a )erdadeirarepresenta&+o do mundo l* $ora ' dos mais pere%#)eis "ens da eletr(ni%a. 3daptado. argumentando de modo #laro e #oerente' 9 . #au$o. eletr(ni%a9 se tornou o direito 'nstruç4o) Os te$tos apresentados tra*em refle$. 3 Estado de S. %om a $orma&+o da Ii"liote%a 7igital ?undial. %om textos expli%ati)os em sete l#nguas.portal ter*. 0umano mais zelosamente de$endido. ' em si mesma uma importante in$orma&+o: a transmiss+o das not#%ias ' a %ele"ra&+o %onstante e diariamente repetida da enorme )elo%idade da mudan&a. 02O10O200[. GLgmunt =auman' 1odernidade 2í3uida' Adaptado' . ser* poss#)el %onsultar li)ros.es e not. ?as a pere%i"ilidade dos noti%i*rios. %omo in$orma&+o so"re o mundo real. 5a segunda $ase. 3 Ii"liote%a 5a%ional "rasileira ' uma das parti%ipantes. a partir deste mês. mapas.

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