You are on page 1of 2

O PARAPSICÓLOGO Salvador Garcia, como um bom espanhol, quando não é a eu, é !

an" ico reli#ioso$ Com eles é % ou %&$ Salvador era psic'lo#o, e como um bom paracien is a, usava dos seus es udos para comba er o espiri ismo$ (ra s' !alarem de um Cen ro ou )édium, que ele l" ia, dispos o a desmascarar$ ( desmascarou mui os mesmo, pois a maioria é cons i uida de esper alh*es, que vivem +s cus as da boa !é alheia$ ,m dia um ami#o encon rou com Salvador + sa-da do Ins i u o S$ Cipriano de Parapsicolo#ia, e !oi lo#o desa!iando. / Salvador, descobri um Cen ro em que a coisa é ba a a mesmo0 Os caras l" são médiuns no duro$$$ - 1o lo cre2o$$$ Isso são on erias$$$ - (n ão vamos l" comi#o$ 3uero ver se voc4 descobre al#uma !raude l"$ - 5o vo2$$$ 6amos a passar em casa, avisar que iremos demorar$$$ senão mi padre se queda ansioso$$$ - 6amos l"$ Ainda é cedo mesmo$ ( os dois ami#os !oram + casa de Salvador, aprovei aram para um lanche e avisar aos pais do parapsic'lo#o que iriam demorar um pouco, pois iam assis ir a uma sessão esp-ri a$ - 5 u cres que és burla7 8 Per#un ou o pai de Salvador$ - Como n'7 (s odo burla$$$ 6o2 solo para provar a mau ami#o que lo és$ - 9ien$$$ ( os ami#os !oram ao Cen ro (sp-ri a , onde o ami#o apresen ou Salvador aos demais, sem declinar que era um parapsic'lo#o que es ava al- com a !inalidade de inves i#ar al#uma !raude. - O senhor é ar#en ino7 - (spanhol$$$ / Ó imo$ :emos um médiun ar#en ino aqui$$$ Se houver al#uma a!inidade, alve; possa ra;er al#um paren e seu$$$ <" !alecido, na uralmen e$$$ - Oh, es o seria ' imo$$$ Con!orme as pessoas iam che#ando, Salvador ia men almen e classi!icando/as, concluindo que umas eram paran'icas, para!r4nicas, esqui;o!r4nicas, imbecis e ou ros =elo#ios> mais, con!orme aprendera no Ins i u o de Parapsicolo#ia$$ 3uando o presiden e <ul#ou su!icien e o n?mero de médiuns, colocou/os em orno de uma mesa, com as mãos sobre o ampo, ocando/se levemen e uns aos ou ros, a !im de e!e uar/se a corren e medi?nica$ Pediu sil4ncio e leu um recho da 9-blia, ap's o que reci ou a prece Cari as e, em se#uida, solici ou em vo; al a. - Aos nossos bons esp-ri os, nossos Guias de Lu;, nossos ami#os do As ral, solici amos uma especial de!er4ncia $$$ 8 Olhou em orno, na penumbra da lu; suavemen e a;ulada, a é locali;ar Salvador em meio + assis 4ncia$ 8 :emos ho<e um novo irmão que, aparen emen e não cr4 na dou rina de @ardec$$$ Para que esse irmão cons a e a verdade de nossa ci4ncia, solici amos que permi a a um seu paren e, <" desencarnado, que nos visi e ho<e$$$ - Ae; um #es o de a#radecimen o, baiBou a cabeCa, como quem ora silenciosamen e, #uardando com respei o a mani!es aCão espiri ual$ Os médiuns concen rados comeCaram a dar mos ra de irradiaC*es, aumen ando o ri mo das respiraC*es$ Con rariamen e ao que se esperava, não !oi o médiun de descend4ncia espanhola quem se mani!es ou, mas um mula o, re arda "rio, che#ado quase ao in-cio da sessão e que não !ora apresen ado a Salvador. - 9uenas noches, hermanos$$$ GraCas a Dios me !oi dado permisso para lle#ar a é us edes$$$ 9uenas noches, Salvador$$$ - 6iu7 cochichou o ami#o$ 8 Como é que ele sabe seu nome7 - :elepa ia$$$$ simplesmen e elepa ia$ 6o2 a ponerlo + prova$$$ 8 Disse Salvador no seu por u#u4s espanholadoe, em vo; al a$ 8 9uenas noches ami#o$$$ Puede us ed me decir quem és7 - So2 u padre , hi<o mio$$$)e desencarné en (spanha hace dos aEos$$$ - F", h", h", h", h"$$$ 8 Go;ou Salvador$ Como puede us ed ser mi padre, se el es " en mi casa, ahora mismo, vivi o e sano como um pero7 - :e en#aEas, hi<o mio$$$ (s o2 ac"$ - Si, us ed es " ac", mas mi padre es " all"$$$ como di<o , 2 vivo$ (s " l" em mi casa com mi madre$$$ - 1o, no$$$ hi<o mio$$$ L" em u casa es " el marido de u madre$$$ pero 2o so2 u padre$$$ Fa2 al#una di!erenCa en es o$

Y Cunha) .(Nelson C.