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NILTON, Cássio Luiz. O Impacto das Pequenas Centrais Hidrelétricas - PCH’s no meio ambiente. 2009. 17f.

Trabalho de Conclusão de Curso (Pós Graduação em Formas Alternativas de Energia) - Departamento de Engenharia, Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009. Luiz Carlos Silva Araújo Segundo Cássio Luiz Nilton, em seu trabalho acadêmico “O Impacto das Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCH’s no meio ambiente”, a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL considera pequenos os impactos ambientais decorrentes da implantação de uma Pequena Central Hidrelétrica - PCH. Porém, ele afirma que, no processo de implantação de uma PCH, é muito importante um estudo preciso dos riscos e benefícios das hidrelétricas, não devendo, para isso, a empresa responsável pela construção da barragem, se limitar as exigências da legislação, mas buscar ao máximo proteger o meio ambiente. Nilton alega que, para a elaboração deste trabalho, foram fontes de consulta: artigos públicos, legislações pertinentes, pesquisas em empresas do ramo de energia elétrica e trabalhos elaborados nessa linha de estudo. Também, o autor cita a ANEEL, que considera uma PCH toda hidrelétrica com a capacidade de produção de 1 a 30 MW e um reservatório de no máximo 3Km2. Afirma ainda, que é caracterizado como impacto ambiental toda atividade humana que afeta a sociedade de uma região, provocando alterações físicas, químicas e biológicas no meio ambiente. Diante disso, ele afirma que, para diagnosticar e elaborar o projeto de impactos ambientais na construção e manutenção da hidrelétrica, é importante analisar cartas geográficas do local de implantação da PCH, fotos aéreas, imagens de satélites, etc. Além disso, tem-se a necessidade de cumprir as exigências da Resolução 393 e de se formular o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente – RIMA. Portanto, para a implantação de uma PCH é necessário analisar os possíveis impactos ambientais segundo as leis existentes. De acordo com o autor, a ANEEL regula a implantação das PCH’s por meio de Leis, Resoluções e Decretos. Isto porque estas construções impactam o meio ambiente, prejudicando a história, o turismo e a paisagem do local, além da poluição decorrente, algo verificável nas regiões Sul e Sudeste, onde as matas nativas são pontuais. Por isso, as devastações ilegais, nessas regiões onde são construídas as barragens, são passivas de penalidades, que podem ser financeiras.

mudanças hidrológicas a jusante da represa. Lei 6. Resolução 237. ainda. de 1993. chama a atenção para a importância dos estudos ambientais no intuito de se minimizar a devastação. de 1981. Decreto 750. Decretos e Resoluções. entre outros.938. Ele ainda resalta o desenvolvimento social gerado pelo projeto na região onde é implantada a barragem. Apesar de todos os impactos abordados pelo autor. aumento do potencial de irrigação. Porém. interferência na migração dos peixes. Este rigor é importante na detecção de impactos ambientais como: inundação de áreas agricultáveis. aumento e melhoria da navegação e transporte. são: Resolução CONAMA. por exemplo: produção de enérgica elétrica. Nilton conclui que as PCH’s são. perda de vegetação e da fauna terrestres. algumas das Leis. de 1997. também. Mas as PCH’s oferecem. . aspectos positivos. criação de possibilidades de recreação e turismo. de 1986. a melhor alternativa para a solução do défict energético do país.Segundo Nilton. para implantação de uma PCH. por serem pouco impactantes os efeitos ambientais diante dos benefícios de suas implantações.