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A IDÉIA DE "INDÚSTRIA CULTURAL " - A instituição-fenômeno conhecida como Indústria Cultural recebeu esta denominação de Adorno e Horkheiemer, integrantes

da chamada "Escola de rankfurt", na colet!nea de ensaios A "ial#tica do Esclarecimento$ %ara os autores, a &uestão da cr'tica ( indústria cultural est) em descobrir *or&ue, a*esar da desconfiança e ambig+idade &ue emana da mesma, as *essoas continuam a se dei,ar le-ar *elas relaç.es culturais da Indústria, ou se/a, *or&ue continuam mantendo esse sistema$ CULTURA E OBRA DE ARTE - %ara &ue fosse *oss'-el chegar ao termo "Indústria Cultural", Adorno, Horkheimer e 0arcuse trataram inicialmente do tema da cultura, lembrando inclusi-e da antiga diferença, at# ho/e difundida na Alemanha, entre cultura 1o mundo das ideias2 e ci-ili3ação 1o mundo da re*rodução material2$ 4 tema da cultura foi analisado *rofundamente *or 0arcuse em 5678, *or ocasião da *ublicação do artigo Car)ter Afirmati-o da Cultura &ue, sendo estudado nos dias atuais, mostra as ra'3es da Indústria Cultural &ue começa-a a fi,ar-se$ UMA NOVA FORMA DE SUBMISSÃO - Ao longo do tem*o, o sistema de dicotomia entre ci-ili3ação e cultura mostrou-se fr)gil na manutenção da submissão dos trabalhadores, fa3endo com &ue ocorresse uma mudança nos *adr.es de organi3ação da *rodução cultural$ "essa forma surgiu a Indústria Cultural como conhecemos ho/e9 A obra de arte entra na era de sua re*rodutibilidade t#cnica 1:en/amim2$ 4s bens culturais descem dos altares, dei,am de ser bens de consumo da elite burguesa *ara serem bens de consumo de massa$ ;o entanto, a a*arente reconciliação entre cultura e ci-ili3ação não # -erdadeira$ A cultura, agora mercadoria, *assa a ter meramente um -alor de troca 1*rodutor2 e de uso 1consumidor2$ %ode-se entender a Indústria Cultural, *ortanto, como o modo de *rodução art'stica, segundo o conte,to ca*italista, le-ando-se em conta a*enas sua lucrati-idade e seu -alor de mercado$ A ERA DA REPRODUTIBILIDADE - <elacionado ao tema da *rodução de bens culturais, em 567=7> :en/amim *ublica A 4bra de Arte na era de sua re*rodutibilidade ?#cnica, onde discorre sobre duas categorias de an)lise da obra de arte9 o -alor de culto 1*resente fortemente em esculturas religiosas2 e o -alor de e,*osição 1&uadros, esculturas, etc$2$ A&ui, :en/amim fala sobre a "aura", um ti*o de in-@lucro &ue en-ol-e a obra de arte, *ercebida, artisticamente, somente ao contato real$ %ara o autor, essa "aura" *assa a desa*arecer na medida em &ue ocorre a re*rodução em massa de um bem cultural$ :en/amim do &ue as dos outros$ %ara ele, Adorno, Horkheimer e 0arcuse continuaram -endo a obra de arte a*enas como uma *romessa de felicidade, baseando-se em um conceito burguAs de arte no &ual fenômenos art'sticos como o /a33, o surrealismo, o filme contem*or!neo, etc$ não tAm lugar$ CONVIVENDO COM A INDÚSTRIA CULTURAL HOJE - 0uito do &ue Adorno, Horkheimer, 0arcuse, :en/amim e Habermas discorreram em seus artigos continua tendo grande -alia$ A função de alienação da Indústria Cultural nunca este-e tão -i-a$ A tele-isão, um dos meios de comunicação mais *o*ulares, cum*re essa missão com lou-or9 *rogramaç.es cada -e3 mais -oltadas *ara o "entretenimento descom*romissado", sal-o raras e,ceç.es, a/udam na sedimentação de uma sociedade &ue não critica ou &ue critica *ouco$ B certo &ue a re*rodução de bens culturais # muito útil no sentido de am*liar o *úblico das obras de arte$

A IDÉIA DE "INDÚSTRIA CULTURAL " - A instituição-fenômeno conhecida como Indústria Cultural recebeu esta denominação de Adorno e Horkheiemer, integrantes da chamada "Escola de

etc$ não tAm lugar$ CONVIVENDO COM A INDÚSTRIA CULTURAL HOJE .em*lo. fa3endo com &ue ocorresse uma mudança nos *adr. Adorno.ceç. um ti*o de in-@lucro &ue en-ol-e a obra de arte. a/udam na sedimentação de uma sociedade &ue não critica ou &ue critica *ouco$ B certo &ue a re*rodução de bens culturais # muito útil no sentido de am*liar o *úblico das obras de arte$ Ho/e. um dos meios de comunicação mais *o*ulares. entre cultura 1o mundo das ideias2 e ci-ili3ação 1o mundo da re*rodução material2$ 4 tema da cultura foi analisado *rofundamente *or 0arcuse em 5678. na colet!nea de ensaios A "ial#tica do Esclarecimento$ %ara os autores. esculturas.ar le-ar *elas relaç. graças ( tecnologia do com*act disc e do r)dio. mostra as ra'3es da Indústria Cultural &ue começa-a a fi. Horkheimer e 0arcuse trataram inicialmente do tema da cultura. somente ao contato real$ %ara o autor. o surrealismo. *ercebida. com a tecnologia dos "ar&ui-os m*7" e a tele-isão.to ca*italista. *or&ue continuam mantendo esse sistema$ CULTURA E OBRA DE ARTE . segundo o conte. *or e. as *essoas continuam a se dei. *ra não citar a internet.*osição 1&uadros. sendo estudado nos dias atuais. dei. agora mercadoria. le-ando-se em conta a*enas sua lucrati-idade e seu -alor de mercado$ A ERA DA REPRODUTIBILIDADE . essa "aura" *assa a desa*arecer na medida em &ue ocorre a re*rodução em massa de um bem cultural$ :en/amim do &ue as dos outros$ %ara ele. at# ho/e difundida na Alemanha.es cada -e3 mais -oltadas *ara o "entretenimento descom*romissado". *or ocasião da *ublicação do artigo Car)ter Afirmati-o da Cultura &ue. o sistema de dicotomia entre ci-ili3ação e cultura mostrou-se fr)gil na manutenção da submissão dos trabalhadores. lembrando inclusi-e da antiga diferença. etc$2$ A&ui.%ara &ue fosse *oss'-el chegar ao termo "Indústria Cultural". .o entanto. a a*arente reconciliação entre cultura e ci-ili3ação não # -erdadeira$ A cultura. *assa a ter meramente um -alor de troca 1*rodutor2 e de uso 1consumidor2$ %ode-se entender a Indústria Cultural.am de ser bens de consumo da elite burguesa *ara serem bens de consumo de massa$ . onde discorre sobre duas categorias de an)lise da obra de arte9 o -alor de culto 1*resente fortemente em esculturas religiosas2 e o -alor de e.0uito do &ue Adorno.es. *ortanto. em 567=7> :en/amim *ublica A 4bra de Arte na era de sua re*rodutibilidade ?#cnica. artisticamente.o entanto. a &uestão da cr'tica ( indústria cultural est) em descobrir *or&ue. &ual&uer *essoa *ode ou-ir grandes nomes da música sem *recisar ir a um shoC. Horkheimer. 0arcuse. Horkheimer e 0arcuse continuaram -endo a obra de arte a*enas como uma *romessa de felicidade. cum*re essa missão com lou-or9 *rogramaç. :en/amim fala sobre a "aura".rankfurt". &ue *ossibilita a transmissão de shoCs -ia sat#lite em tem*o real de &ual&uer lugar do mundo$ .<elacionado ao tema da *rodução de bens culturais. sal-o raras e. como o modo de *rodução art'stica.es de organi3ação da *rodução cultural$ "essa forma surgiu a Indústria Cultural como conhecemos ho/e9 A obra de arte entra na era de sua re*rodutibilidade t#cnica 1:en/amim2$ 4s bens culturais descem dos altares. ou se/a. a*esar da desconfiança e ambig+idade &ue emana da mesma.ar-se$ UMA NOVA FORMA DE SUBMISSÃO . o filme contem*or!neo.Ao longo do tem*o. Adorno. baseando-se em um conceito burguAs de arte no &ual fenômenos art'sticos como o /a33. o &ue se tem ofertado *ara as massas atualmente em todos os ti*os de arte # o "gosto m#dio"9 o *adrão de consumo.es culturais da Indústria. :en/amim e Habermas discorreram em seus artigos continua tendo grande -alia$ A função de alienação da Indústria Cultural nunca este-e tão -i-a$ A tele-isão.

chegue em sua casa. são bons e. 566HI <J"FE<. não # *oss'-el crer &ue o ideal seria.em*lo.o entanto.istem meios de entretenimento &ue informam ao mesmo tem*o &ue di-ertem$ %rogramas de ?E como o Eitrine da ?E cultura. &ue tem as formas de se comunicar como atração *rinci*al. *ra não citar a internet. es&uecer seu *a*el de *rotagonista da hist@ria$ %ara isso. chegue em sua casa. *or e. &ue um o*er)rio ao fim de um dia desgastante de trabalho. &ue introdu3 em suas letras mensagens de conscienti3ação social.em*los$ 4 ser homem não de-e. &ue um o*er)rio ao fim de um dia desgastante de trabalho. de-e estar a *ar do mundo em &ue -i-e. assista a um *rograma do estilo "<oda Ei-a". *adrão esse geralmente "infectado" com a subst!ncia narcoti3ante &ue os frankfurtianos tanto criticaram$ Dogicamente. o &ue se tem ofertado *ara as massas atualmente em todos os ti*os de arte # o "gosto m#dio"9 o *adrão de consumo. at# *or uma &uestão de saúde$ E. graças ( tecnologia do com*act disc e do r)dio. assista a um *rograma do estilo . &ual&uer *essoa *ode ou-ir grandes nomes da música sem *recisar ir a um shoC.em*lo. rancisco9 Comunicação e ?eoria Cr'tica da Gociedade$ %orto Alegre9 Edi*ucrs. ou shoCs musicais de gru*os como 4 <a**a.em*lo. no entanto. :)rbara9 A ?eoria Cr'tica9 4ntem e Ho/e$ Gão %aulo9 Ed$ :rasiliense. &ue *ossibilita a transmissão de shoCs -ia sat#lite em tem*o real de &ual&uer lugar do mundo$ . 5666 Ho/e. com a tecnologia dos "ar&ui-os m*7" e a tele-isão. fa3endo uso da Indústria Cultural contra ela mesma9 informar-se *ara criticar$ :I:DI4F<A IA<EI?AF.*adrão esse geralmente "infectado" com a subst!ncia narcoti3ante &ue os frankfurtianos tanto criticaram$ Dogicamente. *or e. não # *oss'-el crer &ue o ideal seria. *or e. ou leia uma re-ista "Ee/a" ou ainda &ue -) a um bar com os amigos discutir *ol'tica internacional$ 4 ser humano merece e *recisa de entretenimento.

istem meios de entretenimento &ue informam ao mesmo tem*o &ue di-ertem$ %rogramas de ?E como o Eitrine da ?E cultura. rancisco9 Comunicação e ?eoria Cr'tica da Gociedade$ %orto Alegre9 Edi*ucrs. :)rbara9 A ?eoria Cr'tica9 4ntem e Ho/e$ Gão %aulo9 Ed$ :rasiliense. fa3endo uso da Indústria Cultural contra ela mesma9 informar-se *ara criticar$ :I:DI4F<A IA <EI?AF.em*los$ 4 ser homem não de-e. es&uecer seu *a*el de *rotagonista da hist@ria$ %ara isso. &ue tem as formas de se comunicar como atração *rinci*al. de-e estar a *ar do mundo em &ue -i-e. &ue introdu3 em suas letras mensagens de conscienti3ação social. at# *or uma &uestão de saúde$ E. no entanto. ou leia uma re-ista "Ee/a" ou ainda &ue -) a um bar com os amigos discutir *ol'tica internacional$ 4 ser humano merece e *recisa de entretenimento."<oda Ei-a". são bons e. 5666 . ou shoCs musicais de gru*os como 4 <a**a. 566HI <J"FE<.