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FERRAMENTAS DA WEB PARA A APRENDIZAGEM COLABORATIVA:

WEBLOGS, REDES SOCIAIS, WIKIS, WEB 2.0


Fernando Santamaría González

Trad. de Miriam Salles Campinas (http://miriamsalles.blogspot.com )

Nota da tradutora: Devo destacar que o presente artigo foi escrito em outubro de 2005. Desde então,
com crescimento exponencial, novas ferramentas foram criadas. Para complementar a leitura,
recomendo aos leitores que visitem o blog do autor (www.gabinetedeinformatica.net) onde poderão ser
encontrados diversos posts sobre o tema, assim como artigos e apresentações que pretendo traduzir
nos próximos dias.

1. Introdução: Internet e educação no século XXI.

2. Weblogs:

a) Definição.

b) Tipologias no âmbito educativo.

i) Acadêmicos ou de investigação.

ii) Profesor-aluno.

iii) Weblogs coletivos.

c) Contribução dos weblogs na esfera educativa.

d) O que podemos avaliar nos weblogs.

e) Experiências com weblogs no âmbito educacional espanhol.

3. Wikis:

a) Definição.

b) Aplicações do wiki.

c) Ferramentas para e no ambiente wiki.

4. Redes Sociais.

5. Anexos.

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“O novo sistema de comunicação transforma radicalmente o espaço e o tempo, as dimensões fundamentais da vida humana. Localidades ficam
despojadas de seu sentido cultural, histórico e geográfico e reintegram-se em redes funcionais ou em colagens de imagens, ocasionando um espaço
de fluxos que substitui o espaço de lugares (eu digo: é o espaço internet, o não-espaço e o não-lugar que dilui as cidades e estabelece redes
complexas estrutural e afetvamente mostrando o que alguns autores chamam de rede neural). O tempo é apagado no novo sistema de comunicação
já que passado, presente e futuro podem ser programados para interagir entre si na mesma mensagem. O espaço de fluxos e o tempo intemporal
as bases principais de uma nova cultura, que transcende e inclui a diversidade dos sistemas de representação historicamente transmitidos: a cultura
da virtualidade real, onde o faz-de-conta vai se tornando realidade." [Castells, Manuel. A Sociendade em Rede, p.397]

1. INTRODUÇÃO
A finalidade do processo educativo é proporcionar, às gerações mais jovens, os conhecimentos
necessários para desenvolver-se na sociedade.

A educação deve preparar para a vida, deve integrar a recriação do significado das coisas, a
cooperação, a discussão, a negociação e a solução de problemas. Para tanto deve-se utilizar
metodologias ativas que favoreçam a interação entre os alunos, a interação social e a capacidade de
comunicar-se, de colaborar; a mudança de atitudes, o desenvolvimento do pensamento e a descoberta
do prazer de aprender, ao mesmo tempo em que se incentiva atitudes de cooperação e solidariedade.

Desde a explosão da Internet, a informação está ao alcance de todos. O professor deixou de ser "o
dono da verdade, unico detentor do conhecimento científico". Em conseqüência sua prática precisa ser
redefinida. No século XXI é impossível se pensar em um ensino baseado unicamente na aula expositiva.
As últimas tendências na educação propõem o trabalho em grupo como metodologia predominante, na
qual os alunos são os protagonistas da aula. A interação que se produz na aula não é apenas a do
professor-grupo. É fundamental que ocorra a interação entre aluno e professor e a dos alunos entre si.
Em muitas ocasiões o aluno aprende mais com seu colega do que com o próprio professor. A
comunicação é mais ágil entre os "iguais": a forma de expressar-se depende em grande medida do
conhecimento prévio. Às vezes, o vocabulário do professor não é entendido pelos estudantes, sobretudo
se não se parte do conhecimento prévio dos alunos.

O professor deve ser aquele que ajuda o aluno a amadurecer, a tomar decisões, resolver problemas,
adquirir habilidades mentais e sociais para poder melhorar nossa organização social.

O professor atual tem que encorajar o trabalho em grupo e promover situações que favoreçam o
pensamento autônomo, para que os aprendizes deixem de ser dependentes de qualquer autoridade
acadêmica e possam, por eles mesmos, desenvolver habilidades e recursos próprios. Para que isso
ocorra, o professor dos dias atuais deve conhecer-se, analisar suas próprias motivações para o ato de
ensinar, estar atento a tudo o que ocorre em sua aula, porque será essa a melhor maneira de favorecer
a aprendizagem de seus alunos. Precisa, definitivamente, se converter em um pesquisador de sua
própria atividade. Seu papel na aula deve ser o de intermediário entre o conhecimento e os estudantes,
o incentivador e organizador das atividades da aula.

Atualmente se considera que a aprendizagem é uma atividade social. Um aluno não aprende apenas
com o professor e/ou o livro-texto e não só na escola. Aprende também com muitos outros agentes: os
meios de comunicação, os seus colegas, a sociedade em geral, etc.

A sociedade se transforma em um rítmo frenético e como disse Claxton (1990) "a maior parte dos
conhecimentos escolares não nos ensinam a sobreviver no mundo da informação e da tecnologia
informacional. Em conseqüência, a escola e as instituições educacionais em geral, só irão sobreviver se
fizerem um esforço para estar atualizada e dar ao aluno a formação necessária no processo de
adaptação à sociedade e a capacidade de tranformá-la."

O presente ano de 2005 mostra um ponto de inflexão na evolução da web: surge a web 2.0 com um
grande potencial para a utilização e desenvolvimento de ferramentas colaborativas que facilitarão tanto
o trabalho de equipes de professores e/ou pesquisadores como a aula. Em seguida vamos descrever
uma série de ferramentas colaborativas que nos parecem interessantes para esse propósito.

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2. WEBLOGS

Definição

Um weblog ou blog é uma página web com notas colocadas em ordem cronológica inversa, de forma
que a anotação mais recente é a que primeiro aparece. Na esfera educativa são chamados de edublogs.

Depois da I Encuesta de bloggers y lectores de blogs (2004), se diz: “Um weblog é, antes de tudo, uma
forma livre de expressão, de criação e compartilhamento de conhecimento”.

De acordo com os aspectos sociais dos blogs, encontramos duas definições:

Os blogs são, na atualidade, o serviço mais famoso da Internet para publicação pesssoal na web, já
que possibilitou que milhões de pessoas escrevessem, compartilhassem suas vivências, suas
aflições, desejos pessoais e seus interesses profissionais.

Os blogs são um meio de comunicação coletivo que promove a criação e consumo de


informação original e veraz, e que provoca, com muita eficiência, a reflexão pessoal e social sobre
temas que interessam aos indivíduos, aos grupos e à humanidade.

Tal como mostra o gráfico, atualmente existem aproximadamente 20 milhões de blogs em toda a rede
mundial com um crescimento de 70.000 novos blogs a cada dia [vía technorati]. Estas cifras
astronômicas nos mostram que os blogs são um meio de comunicação e publicação de enorme êxito.
Esta ferramenta de caráter colaborativo, como edublog, é um instrumento ideal para os alunos, porque
tem uma característica motivante: saber que seus posts são lidos e comentados por muitos leitores.
Pode potencializar, no aluno, a análise e a reflexão. A possibilidade de poder compartilhar experiências,
conhecimentos e conteúdos vai criando, no aluno, o hábito de aprender coletivamente e o faz dono de
seu processo de aprendizagem enquanto elabora seus posts.

Tipologias no âmbito educativo

Estabelecer uma taxonomia para os diferentes blogs que se pode encontrar se revela uma tarefa
delicada e imprecisa. Podemos dizer que são tantas quanto são os objetivos curriculares que se
encontram no mundo da educação. A Wikipedia diferencia quatro tipos de edublogs: blogs

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colaborativos de classe, blogs de classe, blogs de investiigação e blogs de estudantes ou de
professores. Fazendo uma síntese das classificações de autores que têm estudado o tema (Tíscar Lara,
Lorenzo García Aretio e J. Carrera Plaza), estabelecemos a seguinte classificação:

• Acadêmicos ou de investigação

• Professor-alunos

• Weblogs coletivos

Acadêmicos ou de investigação: neste setor podemos incluir blogs de investigação de diversos


departamentos, com linhas de estudo, projetos e perspectivas de desenvolvimento. Têm um perfil de
conteúdo fechado entre os profissionais de um centro com interesses comuns.Também podemos
agrupar aqui os blogs de ensino entre educadores, que permitem debater e compartilhar experiências
em sua área de atuação com professores de outros centros. Seria interessante haver blogs dos
professores que descrevessem seus modelos de formação e sua metodologia ou prática pedagógica.

Estes blogs também podem servir como alicerce para a colaboração entre diferentes centros para a
elaboração de material curricular ainda que, nesses casos, o correio eletrônico possa ser mais
utilizado. Um exemplo é o Aulablog. Entendemos que algo interessante, para os centros universitários e
de Educação Secundária, seria, por exemplo, criar blogs de atividades de extensão cultural e
universitária.

Professor-alunos: este tipo de edublogs é um dos que mais nos interessa. Também aqui se
encontram diversas formas de utilização e de modalidades. Uma das mais utilizadas é aquela que serve
para organizar o processo de aprendizagem: no blog se publicam os aspectos formais que tenham
relação com a matéria ou com a disciplina que se vai ensinar. O professor, de forma resumida, pode
incluir as propostas de trabalhos, de temas e de atividades (como webquest) que serão realizados,
pode incluir links interessantes para ampliar formação, orientações para o estudo, etc. O edublog deve
ser aberto a debates e comentários dos alunos. Deste modo o professor pode receber essas
informações como feedbacks, o que pode levá-lo a redesenhar suas propostas para a matéria.

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L. García Areitio (2005) propõe diferentes tipos de blogs administrados pelo professor/docente, de
forma que:

O professor

a) se limite a oferecer orientações e disponiblizar materiais eletrônicos de sua autoria ou links da


própria rede.

b) proponha debates sobre alguns dos pontos relevantes do tema que se está estudando.

c) proponha debates sobre novas questões não trabalhadas no seu plano de ensino ainda que
relacionadas com o mesmo.

Ou os alunos:

d) Resolvam problemas propostos pelo professor.

e) Desenvolvam trabalhos colaborativos dentro de pequenos grupos.

Este tipo de edublogs pode ser fechado para a escrita do professor ou aberto de forma que os alunos
também escrevam artigos ou posts, porém, não estariam dentro dos objetivos do processo de ensino
aprendizagem. Poderia haver, nesses casos, uma dispersão de assuntos e comentários se não forem
colocadas algumas regras básicas para funcione de acordo com a proposta do professor. Existem CMS’s
(Content Management System), como b2 Evolution, que permitem múltiplos blogs.

Weblogs coletivos ou aluno-aluno: Poderíamos orientar de diversas maneiras as interações aluno-


aluno e professor, porém focaremos algumas das características inerentes à essa metodologia:

• São um método de trabalho colaborativo e de trabalho em grupo.


• Produzem uma estrutura horizontal (vários blogs sobre o mesmo assunto) para debater, analisar
e conjugar diferentes experiências de produção e distribuição de conteúdos.
• Incentivam a participação ativa e o debate entre os alunos.

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Muitas das atividades citadas em outros tipos de blogs podem ser desenvolvidas nos weblogs coletivos,
mesmo que estes se caracterizem por serem mais coletivos ou entre grupos. Nesse caso existem
experiências e estudos que asseguram esse ponto referente à categoria aluno-aluno:

"Os alunos da disciplina desenvolvem seus próprios blogs de aula, utilizando-os como meio de
comunicação com os professores e como plataforma de publicação dos exercícios do curso. Mesmo
assim, cada aluno cria e mantém um blog pessoal sobre um tema de seu interesse que desenvolve e
avalia como um projeto final" (Orihuela y Santos, 2004).

Neste caso, o do formato weblog, seria dispensável usar todos os elementos que normalmente se
utilizam nos blogs (blogroll, sindicação, RSS/ATOM, links permanentes, categorias, comentários,
trackback (ou referências cruzadas), etc.). Veja o glossário.

Contribuições dos weblogs na esfera educativa

• São excelentes ferramentas para a alfabetização digital já que permitem o contato com todos
os elementos de um blog (blogroll, categorias, trackback, …)
• Integram diferentes níveis de redação e escrita se forem usados como uma redação jornalística.
• Permitem valorizar novas formas de aprender, que alguns autores têm chamado ler-escrever.
• São ferramentas colaborativas assíncronas que potencializam a coesão do grupo e a interação
professor-aluno.
• Permitem disponibilizar um espaço para fontes de pesquisa (webgrafias e bibliografias) da área
de conhecimento.
• Facilitam a constante atualizacão de conteúdos através de agregadores (RSS/ATOM). Desta
maneira, o professor pode ter acesso a todas atualizações feitas pelos alunos.

O que podemos avaliar com os weblogs

Os weblogs são instrumentos de primeira linha para a avaliação formativa e contínua já que permitem
avaliar:

• A redação e a qualidade da escrita hipertextual (links): capacidade de criar ligações, forma de


redigir, de fazer comentários, etc.
• O nível de análise e crítica no tema tratado. Um dos elementos que deve ser avaliado é o grau
de consciência crítica sobre a ciência e os fatos, assim como a capacidade de transformar a
informação e os dados em conhecimento. (Gutiérrez Martín, 2003).
• A capacidade do aluno de trabalhar em grupo e desenvolver estratégias de colaboração.
• A capacidade e a qualidade de postear ou colocar artigos na rede.
• O modo de colocar as idéias no post.
• A capacidade de inserir pluggins ou agregadores (tagclouds, últimos comentários, etc.).

Se possível, é interessante se colocar um medidor de acessos. Eles motivam os estudantes quando


mostram que seus posts são lidos desde localidades geograficaficamente distantes.

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Experiências com weblogs no âmbito educacional espanhol

Não existem tantos quanto em países anglo-saxões, porém há alguns projetos interessantes.

Na esfera universitária cabe citar o trabalho que tem sido realizado por José Luis Orihuela na Facultad
de Comunicación da Universidade de Navarra. Os alunos utilizam os blogs como meio de comunicação
com os professores e como plataforma de publicação dos exercícios do curso. Além disso, cada aluno
tem o seu próprio blog pessoal. As conclusões tiradas desse experimento são muito positivas.

Tiscar Lara iniciou, durante o curso de 2004/05 na Universidade Carlos III, uma experiência de
compartilhar conhecimentos e estratégias blogueiras em suas aulas com alunos de
jornalismo.(http://www.blogs.ya.com/ciberperiodismo/).

Na Universidade de Málaga, Sonia Blanco na disciplinas de Cominicação Audiovisual também tem


compartilhado experiências.

No ensino secundário há, atualmente, centenas de experiências. No Aulablog21 há muitos exemplos:


http://www.aula21.net/aulablog21/index.php/archives/category/weblogs_en_el_aula

Um blog que tem obtido em certo reconhecimento é o do Instituto Padre Manjón de Granada em
http://2dmanjon.blogia.com/

3. WIKIS

Definição

Um wiki (wiki wiki que significa "rápido" em havaiano) é uma página web colaborativa. É
elaboorada através do trabalho coletivo de diversos autores. É similar a um blog na sua lógica e
estrutura, porém nesse caso qualquer um pode editar seus conteúdos mesmo que estes tenham sido
criados por outra pessoa. Permite que se veja todos os rascunhos ou modificações do texto até que se
tenha a versão definitiva. O termo wiki se refere tanto ao site web como ao software utilizado para criar
e manter o site. O primeiro wiki foi criado por Ward Cunnigham em 1995. O melhor exemplo de wiki é a
famosa enciclopédia GNU Wikipedia.

Os wikis precisam de um certo controle que é realizado pelos próprios autores. Essas mudanças,
segundo a Wikipédia (http://es.wikipedia.org/wiki/Wiki), são:

• Correções de estilo, ortografia e gramática.

• Correções na parte técnica: links, imagens não visualizadas, etc.

• Correções no que diz respeito às normas e objetivos do wiki.

• Soluções para os possíveis atos de vandalismo por pessoas anônimas que apagam conteúdos,
introduzem erros, colocam conteúdos impróprios no ítem, etc. Este é um trabalho que pode ser

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feito pelos usuários do wiki que podem acompanhar as "mudanças recentes" e o histórico das
mudanças feitas no ítem.

A funcionalidade desta ferramenta colaborativa é de grande interesse para a educação. Permite ter o
histórico de um documento com todas as correções possíveis. A capacidade de edição dos arquivos
pode servir como ferramenta para criação de cópias de segurança. É um ponto importante e
interessante para o trabalho colaborativo quando se quer elaborar um trabalho que tenha muitos
pontos ou entradas (glossários, dicionários, enciclopédias, escrita de anotações, ramos de uma
determinada ciência, trabalhos de investigação desenvolvidos em países diferentes, etc), que podem
ser redigidos por diferentes pessoas.
Alguns dos wikis mais conhecidos são: MediaWiki (o software da Wikipedia,
http://www.mediawiki.org), TikiWiki (http://tikiwiki.org), PhpWiki (http://phpwiki.sourceforge.net),
WikkaWiki (http://es.wikipedia.org/wiki/WikkaWiki). Outro muito configurável e de ambiente muito
visual é o Wikiwyg (http://www.wikiwyg.net). Todos estes devem ser instalados em um servidor para
que possam funcionar.

Para quem não tem a possibilidade de instalar o wiki em um servidor, temos serviços gratuitos, ou com
baixo custo, que através do preenchimento de um simples formulário nos oferecem o serviço wiki,
como o seedwiki (http://www.seedwiki.com), Wiki mailxmail (em espanhol,
http://wiki.mailxmail.com), Foodpad (em inglês), porém o mais simples é
(http://www.foopad.com/account/about). Um dos serviços de criação de wikis mais interessantes, com
o motor MediaWiki (em espanhol) é eapuntes (http://www.eapuntes.com) e nele podemos ver a
construção de um dicionário de termos relacionados com o jornalismo e meios de comunicação
(http://diccionarioperi.eapuntes.com/index.php/Portada).

Existe uma tabela comparativa de alguns wikis instaláveis para que se decida qual o mais conveniente
para a proposta de trabalho a ser desenvolvida. http://wiki.splitbrain.org/wiki:compare

Ferramentas para o ambiente wiki

Existe uma ferramenta de busca de entradas wiki no MetaWiki (http://es.wikipedia.org/wiki/MetaWiki)


e uma lista de todos os wikis criados até o momento no Wiki4All
(http://wiki4all.com/catalog/Main_Page).

Um exemplo da utilidade para a esfera educativa, que no momento está um pouco parada, são os
projetos que começam a surgir com a licença GNU na Fundação Wikimedia: Wikilivros
(http://es.wikibooks.org/wiki/Portada) e Wikiversidade (http://es.wikibooks.org/wiki/Wikiversidad).

Na plataforma Web 2.0 existem também algumas aplicações de office que são os chamados editores de
texto colaborativos, mas que na realidade são wikis já que conservam o histórico do texto com todas as
modificações feitas. Cabe destacar:
Google Docs: http://docs.google.com

Writeboard: http://writeboard.com/

Zoho Writer: http://www.zohowriter.com

São ferramentas de ambiente office que permitem trabalhos colaborativos com interface limpa e de boa
usabilidade como o caso do Writeboard. Esse é o que mais nos chama a atenção ainda que o Writely
seja, sem dúvida, melhor quanto ao desenho, sua navegação não é muito clara e não funciona no
navegador Safari.

Maiores informações em http://en.wikipedia.org/wiki/Wiki

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4. REDES SOCIAIS

O termo redes sociais vem da teoria dos "Seis graus de separação". Dois pesquisadores norte-
americanos, nos anos 50, Ithiel de Sola Pool (MIT) e Manfred Kotchen da IBM (com seu livro “Contacts
and Influence”), pretendiam demonstrar a relação matemática de probabilidade de "ser conhecido entre
um conjunto de pessoas"; e enunciaram: "dado um conjunto de N pessoas, qual é a probabilidade de
que cada membro esteja conectado a outro membro por ki, k2, k3, ......, kN ligações?". A verdade é
que estiveram muito fechados nesta teoria. Uma década depois, essa teoria matemática foi se
infiltrando em outros ramos do conhecimento como a sociologia. Stanley Milgran a reformulou com
enfoque nas Ciências Sociais e a denominou "o problema do mundo pequeno". Selecionou, ao acaso,
várias pessoas do meio oeste americano que enviaram embrulhos a um lugar desconhecido, situado a
várias milhas de distância em Massachusetts. Os remetentes conheciam o nome do destinatário final,
sua ocupação e localização aproximada. Foi indicado a quem deveria ser repassado o pacote: uma
pessoa conhecida por eles mas, que dentre os seus amigos, era o que tinha maior probalidade de
conhecer diretamente o destinatário. Esta pessoa deveria fazer o mesmo e assim sucessivamente até
que o pacote fosse entregue diretamente ao destinatário final. Os participantes esperavam que a cadeia
incluiria centenas de intermediários, mas a entrega de cada pacote levou, em média, apenas cinco ou
sete intermediários. As descobertas de Milgram foram publicadas no "Psychology Today" e inspiraram a
frase seis graus de separação.

As redes sociais na Internet, ou software social, estão cada vez mais comuns. Há centenas de sites na
web que potencializam os contatos entre as pessoas (Orkut, Friendster, Tribe, Rize, Linkedln, etc.).

Na esfera educacional dispomos de alguns desses ambientes sociais para se ter contato com alunos ou
antigos alunos ou para colocá-los em contato uns com os outros. Um dos exemplos é o facebook (em
inglês), outro é o Ning que também pretende integrar o mundo acadêmico numa ferramenta
metasocial. É uma marca de atuação teórica, mais que uma posição metodológica. As teorias sobre isso
são amplas e nos servem como eixo teórico.

Todas estas ferramentas já foram socializadas, tanto que hoje já podemos falar em "software social".
Um excelente artigo de Nacho Rojo mostra as discussões sobre a utilidade das redes sociais e sobre a
exposição de dados pessoais que podem acarretar problemas de privacidade.

5. ANEXOS
BIBLIOGRAFÍA GENERAL

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2003.

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• Claxton, G. Teaching for learning. London: Cassel Educational Limited, 1990.

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innovación de la enseñanza universitaria. Málaga: Ediciones Aljibe, 2004.

9
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• os%20en%20colaboraci%F3n

• Flichy, P. Lo imaginario de Internet. Madrid: Tecnos, 2003.

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Análisis de los proyectos de las diferentes comunidades autónomas del estado español para la
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• Catuxa. Etiquetas o categorizas. Em:


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Sobre web 2.0

• Martin. Acumulative Web 2.0 definition ... Em:


http://phaidon.philo.at/martin/arcahives/000298.html. [Consultado em 03/09/2005].

• Torre, A. de. Web educativa 2.0: volviendo a la lectura-escritura. En:


http://www.adelat.org/medi/presen/web_20.pdf. [Consultado em 03/09/2005].

• Wichoo. Tim Berners-Lee, la web y los blogs Em:


http://www.microsiervos.com/archivo/internet/tim-berners-lee-y-los-blogs.html. [Consultado
em 05/09/2005].

Sobre wikies

• Otros. Proyectos colaborativos y cooperativos en Internet. Em:


http://www.eduteka.org/ProyectosColaborativos.php. [Consultado em 30/08/2005].

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GLOSSÁRIO

Termo Definição

RSS, formato de arquivo derivado do XML usado para a


RSS distribuição de conteúdos (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

É um formato XML similar ao RSS. Foi criado para


resolver a confusão criada pela existência de standars
similares para sindicação (RSS y RDF) e criar uma API e
um formato de sindicação mais flexivel. Sem dúvida, os
detratores deste formato opinam que mais que resolver o
problema de múltiplos standars, foi criado um novo que
ATOM
convive com os anteriores que se pretendia trocar.

Está ainda em desenvolvimento e já recebeu diferentes


nomes. Atualmente é Atom. A última versão do standar é
Atom 1.0, publicada em julho de 2005 (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

É uma rede em que vários sites se associam para


Sindicação
compartilhar conteúdo e aplicações (Fonte: buzoneo).

XML XML é a sigla do inglês eXtensible Markup Language


(llinguagem marcada, ampliável ou extensiva)
desenvolvida pelo World Wide Web Consortium (W3C).

É uma versão simples de SGML. Seu objetivo principal é


desenvolver uma página web mais semântica. Uma das
principais funções seria a de suceder o HTML, separando
a estrutura de conteúdo e permitindo o desenvolvimento
de módulos, compatíveis com certa unidade e
simplicidade da linguagem (objetivo que vem sendo
desenvolvido através da especificação XHTML), tem
outras aplicações entre as quais se destaca seu uso como
padrão para o intercâmbio de dados entre diversos
aplicativos ou software com linguagens próprias como no
caso do SOAP.

Como o HTML, se baseia em documentos de texto puro


nos quais se utilizam etiquetas (tags) para delimitar os
elementos do documento. Sem dúvida, XML define estas
etiquetas em função do tipo de dados que está
descrevendo e não da aparência final na tela ou na cópia
impressa, além de permitir novas etiquetas e ampliar as

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existentes.

São várias as linguagens desenvolvidas em XML com a


finalidade de ampliar suas aplicações. Podemos
considerar fundamentais: XHTML, XSL-FO y XSLT, XLink,
XPointer e Schema. Existem também versões para usos
específicos, como MathML (fórmulas matemáticas), SVG
(gráficos vectoriales), RSS (agregador de noticias), o
XBRL (para informação financeira) (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

É uma coleção de links de weblogs para divulgar outros


weblogs. Os autores de weblogs podem definir diferentes
critérios para incluir outros weblogs no seu blogroll.
Blogroll
Habitualmente, é uma lista de outros weblogs que os
próprios autores visitam com freqüência (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

Programa de computador que serve normalmente para


adicionar funções a outros programas para prover
alguma função particular ou muito específica. Este
programa adicional é executado pelo aplicativo principal.
Os plugins típicos têem a função de reproduzir
determinados formatos de gráficos, reproduzir dados
multimídia, codificar/decodificar emails, filtrar imagens
plugin
de programas gráficos...

ou
Atualmente estão muito difundidos, o primeiro plugin foi
desenvolvido em 1987 para o programa HyperCard de
plug-in Macintosh.

São utilizados como uma forma de expandir programas


de forma modular, de modo que se podem acrescentar
novas funcionalidades sem afetar aquelas já existentes e
sem afetar o desempenho do programa principal (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

Do inglês Application Programming Interface (Interface


de Programação de Aplicativos), é um conjunto de
rotinas e padrões estabelecidos. Representa um método
para conseguir abstração na programação, geralmente
(mas não necessariamente) entre os níveis inferiores e
superiores do software. Uma das principais funções de
uma API consiste em proporcionar um conjunto de
API funções de uso geral, por exemplo, para abrir janelas ou
ícones na tela. Desta forma, os programadores se
beneficiam das vantagens da API fazendo uso de sua
funcionalidade, evitando-se o trabalho de programar tudo
desde o principio. As APIs são abstratas: o software que
proporciona uma certa API geralmente é chamado
de implementação dessa API. (Fonte:
http://es.wikipedia.org).

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No desenvolvimento do software, um framework ou
arcabouço é uma estrutura de suporte definida em que
um outro projeto do software pode ser organizado e
desenvolvido. Tipicamente, um framework pode incluir
Framework
programas de apoio, bibliotecas de código, linguagens de
script e outros softwares para ajudar a desenvolver e
juntar diferentes componentes do projeto. (Fonte:
http://es.wikipedia.org.).

Palavra ou aplicativo web que está na moda e que se


propaga de maneira rápida entre os usuários
buzzword
destas ferramentas de plataforma web 2.0. Se propagam
nos fóruns, comentários e artigos.

Web 2.0 se refere à transição que se percebe na Internet


desde as webs tradicionais aos aplicativos web
destinados a usuários. Os que propagam essa
web 2.0
postura esperam que os serviços da Web 2.0 substituam,
em muitos casos, os aplicativos de office. (Fonte:
http://es.wikipedia.org.).

Tradução do termo inglês folksonomy, é um neologismo


que dá nome à categorização colaborativa por meio de
etiquetas simples no espaço de nomes, sem hierarquias
nem relações de parentesco pré-determinados. Se trata
de uma prática que ocorre nos ambientes de software
social cujos maiores expoentes são os sites
compartilhados como del.icio.us (links favoritos), Flickr
(fotos), o 43 Things (desejos).

As folcksonomias surgem quando vários usuários


folksonomia colaboram na descrição de um mesmo material
informativo. Por exemplo, no del.icio.us muitas pessoas
estão guardando a wikipedia, marcando-a com diferentes
tags, porém coincidindo na referência, wiki e
encyclopedia.

De acordo com sua formação etmológica, folcksonomia


(folc+taxo+nomía) significa literalmente "classificação
gerenciada pelo povo" (Fonte: http://es.wikipedia.org.).

Exagero; mensagem comercial na qual se exagera as


descrições e se distorce a verdade. Vem do inglês
hype
“hyperbole”, ou seja, um exagero ou hipérbole nos
ambientes artísticos e da moda.

AJAX Acrônimo de Asynchronous JavaScript And XML (em


inglês «JavaScript y XML assíncronos»). Técnica de
desenvolvimento web para criar aplicativos interativos
pela combinação de três tecnologias existentes:

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• HTML (o XHTML) y Folhas de Estilo em Cascata
(CSS) para apresentar a informação;

• Document Object Model (DOM) e JavaScript, atua


dinamicamente junto com os dados, e

• XML y XSLT, para interação e manipulação de


dados de maneira desincronizada com um servidor
web (ainda os aplicativos AJAX possam usar outro
tipo de tecnologias, incluindo texto puro, para
realizar este trabalho).

Como o DHTML ou LAMP, AJAX não é uma tecnologia em


si, mas é um termo que engloba um grupo de tecnologias
que funcionam conjuntamente.

Os aplicativos AJAX usam navegadores web que


suportam as tecnologias mencionadas acima. Entre
estes estão o Mozilla Firefox, Internet Explorer, Opera e
Safari (Fonte: http://es.wikipedia.org.).

Ruby é uma linguagem de scripts para uma programação


orientada a objetos, é rápida e de alto nivel. Foi criada no
ruby on Rails
Japão em 1993 por Yukihiro Matsumoto (Fonte:
http://es.wikipedia.org.).

Sigla de Content Management System (Sistema


de Gestão de Conteúdo), permite a criação e
adminstração de conteúdos, principalmente nas
páginas web.

Consiste numa interface que controla um ou vários


bancos de dados onde se hospeda o conteúdo do site. O
sistema permite gerenciar de forma independente o
conteúdo e o layout do site. Assim é possível gerenciar o
conteúdo e dar-lhe, a qualquer momento, um layout
CMS diferente ao site sem ser necessário formatar novamente
todo o conteúdo. Além de permitir que vários editores
publiquem material no site de forma controlada e fácil.
Um exemplo clássico são os editores que carregam o
conteúdo no sistema e outro de nível superior que
permite que estes conteúdos sejam visíveis para todo o
público.

Alguns sistemas CMS são Apache Lenya, Phpnuke,


WCMS, Mambo, TikiWiki, typo3, Drupal, WordPress y
Plone (Fonte: http://es.wikipedia.org.).

wiki Um wiki ou WikiWiki (de «wiki wiki», que significa


«rápido» na língua havaiana) é:

• Uma coleção de páginas web de hipertexto, que

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podem ser visitadas e editadas por qualquer
perssoa (em alguns se exige o registro como
usuário) e a qualquer momento. Uma versão web
de um wiki também se chama WikiWikiWeb. Se
trata de um simples jogo de palavras, já que as
iniciais são «WWW» como na World Wide Web.

• Um aplicativo de informática colaborativa em um


servidor que permite que os documentos ali
alojados (as páginas wiki) sejam escritos de forma
colaborativa no navegador e que, através de uma
notação espedífica do formato, se possa formatar
o documento, criar links, etc. Quando alguém
edita uma página wiki, as modificações aparecem
imediamente na web, sem passar por nenhum
tipo de revisão prévia (Fonte:
http://es.wikipedia.org.).

Sigla de Friend Of A Friend. É um projeto da Web


semântica para descrever relações através de XML e
FOAF
RDF que podem ser facilmente interpretadas por
máquinas (Fonte: http://es.wikipedia.org.).

É um conceito que surgiu no mundo dos weblogs (diários,


blogs.)

trackback Se trata de um link inverso que permite conhecer


que links são indicados em um determinado post, desse
modo se avisa a outro weblog que um de seus posts está
sendo citado. (Fonte: http://es.wikipedia.org.).

Etiqueta na linguagem do mercado de informática


(Fonte: http://es.wikipedia.org.).

Instrução que se escrreve ao elaborar uma página HTML


da mesma forma que "<p>" indica o começo de um
tag ou tags
parágrafo de texto. Cada um dos comandos que
aparecem em uma página é interpretado pelo programa
navegador para que se visualize a página na tela de
forma adequada (Fonte:
www.xpress.com.mx/glosario_t.jsp).

tagging Tagging refers to adding style information or semantic


information to a piece of content with HTML or XML tag
attributes or unique style or semantic tags. Tags are the
delimited markup information that surrounds content, eg,
. Most CM systems have created their own proprietary
tag names and delimiters to indicate sites in a content
template where a content element is to be embedded.
(See Templates) The tag is then replaced by the actual
content element for delivery as HTML, for example
(Fuente: webcontent-

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m1.com/m1/en/support/Library/glossary).

Conjunto de atividades necessárias para a criação e uso


de um ambiente de formação a distância através do uso
e-learning
de tecnologias da informação e comunicação. (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

Processo de formação no qual estudantes e os


educação a distância formadores estão separados geograficamente (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

Rede que utiliza a tecnologia de Internet para conectar a


extranet rede local (LAN) de uma organização com outras redes
externas (Fonte: www.elearningworkshops.com).

Processo de aprendizagem em que a interação aluno-


professor não coincide no tempo e no espaço, ocorre de
forma intermitente e não simultânea. As discussões e a
formação assíncrona participação de todos os envolvidos ficam registradas e o
usuário pode estudá-las detalhadamente antes de enviar
suas contribuições. (Fuente:
www.elearningworkshops.com).

Processo de aprendizagem online que acontece em


formação síncrona tempo real, a interação aluno-tutor conincide no tempo.
(Fonte: www.elearningworkshops.com).

Espaço virtual criado na Internet ou em uma Intranet no


qual os usuários podem enviar e discutir mensagens com
fórum
outros participantes. (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

Sigla de Learning Management System. Software que


automatiza a administração de ações de formação:
LMS gestão de usuários, gestão e controle de cursos, gestão
de serviços de comunicação, etc. (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

SCORM Sigla de Shareable Content Object Reference Model.


SCORM é um produto da iniciativa do Departamento de
Defesa dos EUA através de ADL. SCORM é um modelo de
referência que estabelece um modo de desenvolver e
gerenciar a distribuição de objetos digitais de
aprendizagem.

• Reutilizável: modificável por diferentes

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feramentas.

• Acessível: pode ser publicado e encontrado por


diferentes sistemas.

• Interoperável: capaz de funcionar em diferentes


sistemas servidor e cliente.

• Duradouro (persistente): não requer modificações


significativas para ser adaptado a um novo
sistema.

(Fonte: www.elearningworkshops.com).

Sigla de Aviation Industry Computer-Based Training. Foi


a primeira associação a desenvolver especificações
AICC para CBT. A maioria dos padrões das suas especificações
foram incorporados ao SCORM (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

Sigla de Computer Based Training (Treinamento baseada


no computador). Normalmente o material educativo é
CBT disponibilizado em CD-ROM e, diferente da educação
online, não precisa de conexão com a Internet (Fonte:
www.elearningworkshops.com).

Sigla correspondente a European Credit Transfer and


Acumulation System (Sistema Europeu de Transferência
de Créditos). É um sistema de créditos acadêmicos
centrado no estudante. Se baseia no número de créditos
ECTS necessários para que um estudante alcance os objetivos
de um programa. Estes objetivos se especificam,
preferncialmente, em termos de resultados acadêmicos
e das competências que devem ser adquiridas. (Fonte:
www.usc.es/eees/glosario/index_glosario.htm).

O Espacio Europeo de Educación Superior é um dos


objetivos da União Européia no que se refer à
coordenação das políticas e normas legislativas, tanto em
relação ao desenvolvimento
econômico quanto ao progresso e bem-estar dos
EEES cidadãos no âmbito da educação. A construção do EEES
se consolidou com a Declaración de Bolonia (1999), na
qual os ministros europeus instaram os países membros
da União Européia a desenvolver e implantar, em seus
países, um conjunto de resoluções. (Fonte:
www.unizar.es/eees/).

intranet Rede de uso interno de uma organização, desenvolvida

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segundo os protocolos de comunicação da Internet.

(Fonte: www.elearningworkshops.com).

Link permanente a um post ou artigo de um blog. Como


os novos artigos substituem os antigos, é importante
permalink haver ligações que apontem para cada artigo
independente dele aparecer ou não na página principal
do blog.(Fonte:www.injef.com/php/index.php).

Sigla de Web Based Training (Treinamento Baseado na


Web). Conteúdo educativo disponibilizado através de um
WBT
navegador web, tanto na Internet como em
uma Intranet.(Fonte: www.elearningworkshops.com).

XHTML Friends Network (XFN) is a simple way to


represent human relationships using hyperlinks
developed by Global Multimedia Protocols Group. In
recent years, blogs and blogrolls have become the fastest
XNF
growing area of the Web. XFN enables web authors to
indicate their relationship(s) to the people in their
blogrolls simply by adding a 'rel' attribute to their <a
href> tags (Fuente: http://es.wikipedia.org.).

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