Jonathan Black

A HISTÓRIA SECRETA DO MUNDO
Tradução: Ryta Vinagre Editora Rocco 2009

Sumário
Introdução 1. No Princípio Deu o!"a ua i#age# $ % uni&er o atra&' do e pe!"o 2. (#a )re&e *a#in"ada pe!o )o +ue ,ntigo I#aginando-no na #ente do antigo .. % /ardi# do 0den % c1digo do 23ne i $ Entra o 4en"or da Tre&a $ % po&o da 5!ore 6. 78ci5er9 , 7u: do ;undo , #açã do de e<o $ (#a guerra no *'u $ % egredo do dia da e#ana =. % Deu e +ue ,#a&a# ;u!"ere % Nep"i!i# $ , engen"aria gen'tica da "u#anidade $ % deu e -pei>e $ , "i t1ria origina! da orige# da e p'cie ?. % , a inato do Rei Verde @ i e % íri $ , ca&erna da ca&eira $ % Pa!Adio B. , Era de 4e#i-deu e e Cer1i % antigo $ , a#a:ona $ Eno+ue $ C'rcu!e 9 Te eu e /a ão

D. , E 5inge e o *ontro!e do Te#po %r5eu $ D'da!o9 o pri#eiro cienti ta $ /1 $ , o!ução do enig#a da e 5inge 9. ,!e>andre o 2rande Neo!ítico No' e o #ito de ,t!Entida $ % TiFete . , con+ui ta da @ndia por Ra#a $ % Ioga 4utra de Pantan<a!i 10. % *a#in"o do ;ago , Fata!"a de Goroa tro contra o podere da tre&a $ , &ida e a #orte de Hri "na9 o pa tor $ , aurora da Idade da Tre&a 11. , *o#preen ão da ;at'ria I#"otep e a Era da PirE#ide $ 2i!ga#e " e EnIidu $ ,Fraão e ;e!+ui ede+ue 12. , De cida J Tre&a ;oi ' e a *aFa!a $ ,Ienaton e 4atã $ 4a!o#ão9 4aFA e Cira# $ % rei ,rtur e o c"aIra da coroa 1.. , Ra:ão - E co#o *o!ocar- e ,ci#a De!a E!ia e E!i eu $ I aía $ % Fudi #o e ot'rico $ PitAgora 7ao-T ' 16. % ;i t'rio da 2r'cia e de Ro#a % ;i t'rio de E!3u i $ 41crate e eu dae#on $ P!atão9 o #ago $ , identidade di&ina de ,!e>andre9 o 2rande $ % *' are e *ícero $ , a cen ão do #ago 1=. , Vo!ta do Deu 4o! % doi #enino /e u $ , #i ão c1 #ica $ *ruci5icação na ,#'rica do 4u! $ % ca a#ento #í tico de ;aria ;ada!ena 1?. , Tirania do Pai da Igre<a % gn1 tico e o neop!atoni ta $ % a a inato de CipAcia $ Kti!a e o >a#ani #o $ (# to+ue de :en 1B. , Era do I !ã ;ao#' e 2aFrie! $ % Ve!"o da ;ontan"a $ Caroun a! Ra "id e , #i! e u#a noite $ *"ar!e#agne e o Par i5a! "i t1rico $ , catedra! de *"artre 1D. % De#Lnio 4AFio do Te#p!Ario , pro5ecia de /oa+ui# $ % a#ore de Ra#1n 7!u!! $ 4ão Mranci co e o )uda $ Roger )acon :o#Fa de To#A de ,+uino $ , adoração do te#p!Ario a )ap"o#et

19. 7ouco de ,#or Dante9 o tro&adore e a pai>ão J pri#eira &i ta $ Ra5ae!9 7eonardo da Vinci e o #ago da ItA!ia rena centi ta $ /oana dN,rc $ RaFe!ai e o ca#in"o do !ouco 20. % Co#e# Verde por TrA do ;undo *o!o#Fo $ Do# Oui>ote $ Pi!!ia# 4"aIe peare9 Mranci )acon e o Co#e# Verde 21. , Era Ro a-cru: , 5raternidade ger#Enica $ *"ri tian Ro encreut: $ Cierony#u )o c" $ , #i ão ecreta do Dr. Dee 22 *ato!ici #o %cu!to /acoF )oe"#e $ % con+ui tadore e a *ontrarre5or#a $ Tere a9 /oão da *ru: e InAcio de 7oio!a $ % ;ani5e to Ro a-cru: $ , )ata!"a da ;ontan"a )ranca 2. , %rigen %cu!ta da *i3ncia I aac NeQton $ , #i ão ecreta da #açonaria . E!ia , "#o!e e a cadeia de tran #i ão $ % +ue rea!#ente acontece na a!+ui#ia 26. , Era da ;açonaria *"ri top"er Pren $ /o"n E&e!yn e o a!5aFeto do de e<o $ % triun5o do #ateria!i #o $ 2eorge Pa "ington e o p!ano ecreto para a No&a ,t!Entida 2=. , Re&o!ução ;í tico- e>ua! % cardea! Ric"e!ieu $ *ag!io tro $ , identidade ecreta do conde de 4t. 2er#ain $ 4QedenForg9 )!aIe e a origen e>uai do ro#anti #o 2?. % I!!u#inati e a , cen ão da Irraciona!idade % !!!u#inati e a Fata!"a pe!a a!#a da #açonaria $ , origen ocu!ta da Re&o!ução Mrance a $ , e tre!a de Napo!eão $ % ocu!ti #o e a a cen ão do ro#ance 2B. , ;orte ;í tica da Cu#anidade 4QedenForg e Do toi'& Ii $ Pagner $ Mreud9 /ung e a #ateria!i:ação do pen a#ento e ot'rico $ , origen ocu!ta do #oderni #o $ % Fo!c"e&i #o ocu!to $ 2and"i 2D. Ouarta9 Ouinta9 4e>ta-5eira % ,nticri to $ Entrando no&a#ente no Fo +ue antigo $ % )uda ;aitreya $ , aFertura do ete e!o $ , No&a /eru a!'#

,gradeci#ento

Intro u!"o
E ta ' u#a "i t1ria do #undo +ue durante 'cu!o 5oi en inada e# a!gu#a ociedade ecreta . Pode parecer !ouca de u#a per pecti&a atua!9 #a #ereceu a con5iança de u#a parce!a e>traordinaria#ente grande de "o#en e #u!"ere +ue 5i:era# "i t1ria. % "i toriadore do #undo antigo no conta# +ue o te#p!o p8F!ico e# !ugare co#o TeFa 9 E!eu i e 05e o9 do pri#1rdio da ci&i!i:ação egípcia ao

co!ap o de Ro#a9 tin"a# recinto acerdotai 5ec"ado . % e tudio o c!A ico e re5ere# a e te recinto co#o a e co!a de ;i t'rio . 7A9 a t'cnica de #editação era# en inada J e!ite po!ítica e cu!tura!. 4eguindo ano de preparação9 P!atão9 0 +ui!o9 ,!e>andre o 2rande9 *' ar ,ugu to9 *ícero e outro 5ora# iniciado nu#a 5i!o o5ia ecreta. E# di5erente 'poca 9 a t'cnica u ada por e ta Re co!a R en&o!&ia# pri&ação en oria!9 e>ercício re pirat1rio 9 dança agrada 9 teatro9 droga a!ucin1gena e di5erente #aneira de redirecionar a energia e>ua!. E ta t'cnica pretendia# indu:ir e tado a!terado de con ci3ncia durante o +uai o iniciado podia# &er o #undo de no&a #aneira . Oua!+uer u# +ue re&e!a e a e tran"o o +ue aprendera dentro do recinto era e>ecutado. Ia#F!ico9 5i!1 o5o neop!atoni ta9 regi trou o +ue aconteceu a doi rapa:e +ue #ora&a# e# 05e o. Nu#a noite9 incitado por Foato de 5anta #a e prAtica #Agica 9 de u#a rea!idade #ai inten a e re p!andecente no interior do recinto 9 e!e e dei>ara# !e&ar pe!a curio idade. 4oF o #anto da e curidão9 e ca!ara# o #uro e caíra# do outro !ado. 4eguiu- e u# pande#Lnio +ue pLde er ou&ido e# toda a cidade. Pe!a #an"ã9 o corpo de!e 5ora# encontrado diante do portSe do recinto. No #undo antigo9 o en ina#ento da e co!a de ;i t'rio era# guardado co# o #e #o rigor co# +ue ão guardado o egredo nuc!eare de "o<e. No 'cu!o III9 o te#p!o do #undo antigo 5ora# 5ec"ado J #edida +ue o cri tiani #o tornou- e a re!igião do#inante do I#p'rio Ro#ano. Tratou- e o perigo da Rdi e#inaçãoR dec!arando- e e te egredo co#o "er'tico 9 e ua di&u!gação pa ou a er cri#e capita!. ;a 9 co#o &ere#o 9 o #e#Fro da no&a e!ite go&ernante9 inc!u i&e o !ídere da Igre<a9 agora co#eça&a# a 5or#ar ociedade ecreta . , porta 5ec"ada 9 e!e continuara# a en inar o egredo antigo . E te !i&ro re8ne e&id3ncia +ue #o tra# +ue u#a 5i!o o5ia antiga e ecreta9 co# orige# na e co!a de ;i t'rio 9 5oi pre er&ada e a!i#entada ao !ongo do 'cu!o pe!a ociedade ecreta 9 o +ue inc!ui o *a&a!eiro Te#p!Ario e o Ro a-cru:e . E# deter#inado período e ta 5i!o o5ia 5icou ocu!ta do p8F!ico9

#a e# outro #o#ento 5oi co!ocada J p!ena &i ta de todo - e#Fora e#pre de u#a #aneira +ue não poderia er recon"ecida pe!o !eigo . To#e co#o e>e#p!o o 5ronti pício de , "i t1ria do #undo9 de 4ir Pa!ter Ra!eig"9 puF!icado e# 1?169 e# e>po ição na Torre de 7ondre . ;i!"are de pe oa pa a# diaria#ente e# 5i!a por e!e9 dei>ando de &er a caFeça de Fode e outra #en agen codi5icada do de en"o. 4e u# dia &oc3 e perguntou por +ue o %cidente não te# o e+ui&a!ente ao e>o tEntrico e>po to no #uro de #onu#ento "indu 9 co#o no te#p!o de H"a<ura"o na @ndia *entra!9 pode er +ue !"e intere e aFer +ue u#a t'cnica anA!oga - a arte caFa!í tica do Iare::a - e tA codi5icada e# grande parte da !iteratura e da arte ocidentai . Vere#o ta#F'# +ue o en ina#ento ecreto oFre a "i t1ria do #undo in5!uencia# a po!ítica e>terna do atua! go&erno norte-a#ericano co# re!ação J Europa *entra!. 4erA +ue todo papa ' #e #o cat1!icoT )e#9 não da 5or#a i#p!i ta +ue &oc3 pode pen ar. Nu#a #an"ã de 19.99 u# <o&e# de 21 ano e ta&a andando pe!a rua +uando u# ca#in"ão e apro>i#ou de!e e o atrope!ou. En+uanto e ta&a e# co#a9 e!e te&e u#a e>peri3ncia #í tica e #agadora. Ouando &o!tou a i9 recon"eceu +ue e a e>peri3ncia9 e#Fora ten"a urgido de 5or#a ine perada9 era o +ue e!e "a&ia ido !e&ado a e perar co#o 5ruto da t'cnica +ue !"e 5ora# en inada por eu #entor9 ;iec: !aQ Hot!ore:yI9 u# #e tre ro a-cru: do dia de "o<e. *o#o con e+U3ncia de a e>peri3ncia #í tica9 o <o&e# e uniu a u# e#inArio9 tornou- e po terior#ente Fi po da *rac1&ia e #ai tarde o papa /oão Pau!o II. Co<e e# dia9 o 5ato de o e>-c"e5e da Igre<a cat1!ica ter ido iniciado no reino e piritua! oF a 'gide de u#a ociedade ecreta ta!&e: não e<a tão c"ocante co#o era no pa ado9 poi a ci3ncia a u#iu o !ugar da re!igião co#o principa! agente de contro!e ocia!. 0 a ci3ncia +ue decide no +ue de&e#o acreditar V e o +ue u!trapa a e e !i#ite . Tanto no #undo antigo co#o na era cri tã9 a 5i!o o5ia ecreta 5oi #antida e# egredo9 a#eaçando co# a #orte o +ue a di&u!ga&a#. ,gora9 na era p1 -cri tã9 a 5i!o o5ia ecreta ainda ' cercada de pa&or9 #a a a#eaça ' de R#orte ocia!R9 não de e>ecução. , crença e# eu

principai dog#a 9 co#o o incita#ento por parte de ere de encarnado ou +ue o cur o da "i t1ria ' #ateria!#ente in5!uenciado por caFa!a ecreta 9 5oi rotu!ado de Firutice9 na #e!"or da "ip1te e 9 e na pior ' a pr1pria de5inição do +ue ' a !oucura. Na e co!a de ;i t'rio 9 o candidato +ue de e<a&a# ingre ar era# oFrigado a cair nu# poço9 o5ria# a pro&ação da Agua9 era# e pre#ido por u#a porta #uito pe+uena e tra&a&a# di cu Se de !1gica truncada co# ani#ai antropo#1r5ico . I o !e#Fra a!go ao !eitorT 7eQi *arro!! ' u# do #uito e critore de "i t1ria in5anti V outro ão o ir#ão 2ri##9 ,ntoine de 4aintE>up'ry9 *. 4. 7eQi e o criadore de % #Agico de %: e ;ary Poppin V +ue acredita&a# na "i t1ria e na 5i!o o5ia ecreta . *o# u# #i to de pro aí #o de ordenado e pueri!9 e te e critore procurara# o!apar o Fo#- en o9 a &i ão #ateria!i ta da &ida. E!e +ueria# en inar a criança a pen ar J a&e a 9 a o!"ar tudo de caFeça para Fai>o e pe!o a&e o9 e a e !iFertare# da 5or#a e taFe!ecida e 5i>a de pen a#ento. Entre outro e pírito ir#ão e tão RaFe!ai e /onat"an 4Qi5t. , oFra de!e te# u# a pecto de concertante: o oFrenatura! não ' u#a +ue tão crucia!9 ' i#p!e #ente u# 5ato FA ico. % oF<eto i#aginArio ão con iderado ao #eno tão reai +uanto o oF<eto co#un do #undo 5í ico. 4atírico e c'tico 9 e te e critore u# tanto iconoc!a ta o!apa# o pre upo to do !eitore e uF&erte# a atitude rea!i ta . , 5i!o o5ia e ot'rica não ' dec!arada de #aneira e>p!ícita e# nen"u# !ugar de 2argEntua e Pantagrue! ou e# , &iagen de 2u!!i&er9 #a Fa ta ca&ar u# pouco para tra:3-!a J !u: do dia. E te !i&ro #o tra +ue u# n8#ero e panto o de pe oa 5a#o a 9 e# toda a "i t1ria9 cu!ti&ou e# egredo a 5i!o o5ia e ot'rica e o e tado #í tico en inado na ociedade ecreta . Pode- e argu#entar +ue9 co#o tai pe oa &i&ia# e# 'poca na +uai ne# o #ai in truído do cidadão de 5ruta&a de todo o Fene5ício inte!ectuai proporcionado pe!a ci3ncia #oderna9 ' per5eita#ente natura! +ue *ar!o ;agno9 Dante9 /oana dN,rc9 4"aIe peare9 *er&ante 9 7eonardo da Vinci9 ;ic"e!ange!o9 ;i!ton9 )ac"9 ;o:art9 2oet"e9 )eet"o&en e Napo!eão ti&e e# crença +ue "o<e ão de acreditada . ;a eria de urpreender +ue #uito no te#po atuai ainda u tente# o #e #o con<unto de

crença 9 não 1 o !ouco 9 o #í tico o!itArio ou o e critore de oFra 5anta io a 9 #a o 5undadore do #'todo cientí5ico #oderno9 o "u#ani ta 9 o raciona!i ta 9 o !iFertadore 9 ecu!ari:adore e 5!age!o da uper tição9 o #oderni ta 9 o c'tico e o troci ta T 4eria po í&e! +ue a #e #a pe oa +ue tanto 5i:era# para 5or#ar a &i ão de #undo #ateria!i ta e cienti5ici ta de "o<e acredita e# ecreta#ente e# outra coi aT NeQton9 Hep!er9 Vo!taire9 Paine9 Pa "ington9 MranI!in9 To! t1i9 Do toi'& Ii9 Edi on9 Pi!de9 2and"i9 Duc"a#p: eria &erdade +ue e!e 5ora# iniciado e# u#a tradição ecreta9 +ue aprendera# a crer no poder da #ente oFre a #at'ria e +ue e!e era# capa:e de e co#unicar co# e pírito incorp1reo T % Fi1gra5o recente de ta per ona!idade não #enciona# e&id3ncia de +ue e!e e ta&a# intere ado ne e tipo de id'ia. Ouando 5eita no pre ente a#Fiente inte!ectua!9 e# gera! a #enção ' #eno pre:ada9 tai ati&idade ão con iderada u# pa ate#po9 u#a aFerração te#porAria9 id'ia di&ertida co# +ue a per ona!idade pode# ter Frincado ou u ado co#o #etA5ora para eu traFa!"o9 #a nunca !e&ara# a 'rio. Por'#9 co#o &ere#o 9 NeQton e# d8&ida a!gu#a 5oi u# a!+ui#i ta praticante e# toda ua &ida adu!ta e con idera&a a a!+ui#ia eu traFa!"o #ai i#portante. Vo!taire participou de #agia ceri#onia! e# todo o ano e# +ue do#inou a &ida inte!ectua! da Europa. 2eorge Pa "ington in&ocou u# grande e pírito no c'u +uando 5undou a cidade +ue teria eu no#e. E +uando Napo!eão di e +ue era guiado pe!o a tro 9 não era #era 5igura de !inguage#W e!e 5a!a&a do grande e pírito +ue !"e #o trou eu de tino e o tornou in&u!nerA&e! e #a<e to o. (# do oF<eti&o de te !i&ro ' #o trar +ue9 !onge de ere# #oda pa ageira ou e>centricidade enig#Atica 9 ta#pouco incidentai ou irre!e&ante 9 e ta id'ia e tran"a 5or#ara# a 5i!o o5ia e encia! de #uita pe oa +ue 5i:era# "i t1ria e9 ta!&e: #ai i#portante do +ue i o9 u# de eu oF<eti&o ' #o trar +ue e!e co#parti!"a&a# u#a unani#idade e>traordinAria de prop1 ito . 4e &oc3 tecer a "i t1ria de te grande "o#en e #u!"ere nu#a narrati&a "i t1rica contínua9 5ica e&idente9 repetida &e:e 9 +ue no #o#ento deci i&o da "i t1ria a 5i!o o5ia antiga e ecreta e ta&a pre ente9 ocu!ta na o#Fra 9 5a:endo ua in5!u3ncia er entida.

Na iconogra5ia e e tatuAria do #undo antigo9 a partir da 'poca de Garatu tra9 o con"eci#ento da doutrina ecreta da e co!a de ;i t'rio era denotado pe!o ato de egurar u# perga#in"o enro!ado. *o#o &ere#o 9 e ta tradição continuou no te#po #oderno e "o<e a e cu!tura p8F!ica da cidade do #undo #o tra# co#o ua in5!u3ncia e di e#inou a#p!a#ente. Não "A nece idade de &ia<ar a !ugare di tante co#o Renne -!e-*"Eteau9 J cape!a Ro !yn ou a re#ota 5orta!e:a do TiFete para encontrar í#Fo!o ocu!to de u# cu!to ecreto. No 5ina! de te !i&ro9 o !eitor &erA +ue e te &e tígio e tão J no a &o!ta9 e# no a con truçSe e #onu#ento #ai proe#inente 9 e# igre<a 9 na arte9 no !i&ro 9 na #8 ica9 no cine#a9 no 5e ti&ai 9 no 5o!c!ore9 na pr1pria "i t1ria +ue conta#o a no o 5i!"o e at' no no#e do dia da e#ana. Doi ro#ance 9 % p3ndu!o de Moucau!t e % c1digo da Vinci9 popu!ari:ara# a id'ia de u#a con piração de ociedade ecreta +ue &i a# contro!ar o cur o da "i t1ria. E te ro#ance preocupa# a pe oa +ue ou&e# Foato intrigante de u#a 5i!o o5ia antiga e ecreta9 parte# e# ua tri!"a e ão engo!ido por e!a. ,!gun acad3#ico 9 co#o Mrance Xate 9 do ParFurg In titute9 Caro!d )!oo#9 pro5e or 4ter!ing de ci3ncia "u#ana e# Xa!e9 e ;ar "a Heit" 4uc"ard9 autora do recente e ino&ador !i&ro P"y ;r )!aIe *ried: 4QedenForg9 )!aIe and t"e 4e>ua! )a i o5 4piritua! Vi ion9 pe +ui ara# a 5undo e e cre&era# co# en ate:9 #a a tare5a de!e ' a u#ir u#a aFordage# #oderada. 4e ti&e e# ido iniciado por "o#en #a carado 9 5eito <ornada a outro #undo e &i e# o poder da #ente oFre a #at'ria9 e!e nada re&e!aria#. % en ina#ento #ai ocu!to da ociedade ecreta 1 ão tran #itido ora!#ente. %utra parte ão e crita nu#a 5or#a de!iFerada#ente oF cura +ue i#po iFi!ita a co#preen ão do !eigo . Por e>e#p!o: ' po í&e! dedu:ir a doutrina ecreta do !ongo e oF curo !i&ro "o#Lni#o de Ce!ena )!a&at Iy9 ou do 12 &o!u#e da a!egoria Re!ato de )e!:eFu a eu neto - Do todo e de tudo9 de 2. I. 2urd<ie559 ou do ei cento e tanto &o!u#e do e crito e pa!e tra de Rudo!5 4teiner. Da #e #a 5or#a9 &oc3 pode9 e# te e9 decodi5icar o grande te>to a!+uí#ico da Idade ;'dia ou o tratado e ot'rico de iniciado de a!to

a 9 5unda#enta!#ente9 5ui au>i!iado na co#preen ão de ta 5onte por u# #e#Fro de a!gu#a ociedade ecreta 9 a!gu'# +ue9 no ca o de pe!o #eno u#a de ta ociedade 9 5oi iniciado ao #ai a!to ní&e!. . principai 5onte 5ora# !i&ro co#o . 0 po í&e! encontrar !i&ro de edição do pr1prio autor e ite na internet +ue a5ir#a# 5a:er i o. . Por #ai de &inte ano 9 e ti&e procurando por u# guia conci o9 con5iA&e! e c!aro do en ina#ento ecreto . Decidi e cre&er u# guia eu #e #o por+ue e tou con&encido de +ue e te !i&ro não e>i te. E e te>to pretende# ocu!tar tanto +uanto re&e!a#.ní&e! de período po teriore 9 co#o Parace! o9 /acoF )oe"#e ou E##anue! 4QedenForg9 #a e# todo e te ca o o e crito t3# co#o a!&o a pe oa +ue <A !ida# co# o a unto.a 9 a i# co#o co!ecionadore de +ua!+uer ca#po9 a+ue!e +ue percorre# a !i&raria nu#a Fu ca e piritua! !ogo de en&o!&e# 5aro para o +ue ' R&erdadeiroR9 endo preci o apena dar u#a o!"ada ne e !i&ro e ite para &er +ue a!i não "A u#a inte!ig3ncia norteadora9 nen"u# grande treina#ento 5i!o 15ico e #uito pouca in5or#ação 1!ida. E te entra# co#o re5er3ncia e# nota no 5ina! do !i&ro e não erão con iderado no corpo do te>to por ra:Se de conci ão e c!are:a. .agnu# u# co#entArio oFre o 23ne i 5eito pe!o #í tico e 5i!1 o5o ro a-cru: /acoF )oe"#e9 <unto co# !i&ro de eu co#pan"eiro ro a-cru:e RoFert M!udd9 Parace! o e T"o#a Vaug"an9 Fe# co#o co#entArio #oderno oFre a oFra de!e 5eito por Rudo!5 4teiner e outro .y teriu# . . E ta "i t1ria9 então9 re u!ta de +ua e &inte ano de pe +ui a.

coi a urpreendente . i# co#o a &ertente caFa!í tica9 "er#'tica e neop!atLnica +ue e tão re!ati&a#ente pr1>i#a da uper5ície da cu!tura ocidenta!9 "A ta#F'# ne te !i&ro e!e#ento u5i e id'ia +ue 5!ue# do "induí #o e do Fudi #o e ot'rico 9 a!'# de a!gu#a 5onte ce!ta . De #odo gera!9 a di5erente tradiçSe de todo o #undo e i!u#ina# de 5or#a #8tua. Tin"a u#a propo ta de neg1cio 9 egundo a +ua! de&ía#o reeditar u#a 'rie de c!A ico e ot'rico . i#9 de certo #odo9 e cre&i o !i&ro +ue eu de e<a&a +ue e!e e cre&e e9 Fa eado e# parte no te>to ro a-cru:e +ue e!e #e a<udou a entender. Co<e acredito +ue e!e e ta&a #e educando9 preparando-#e para a iniciação. 0 #ara&i!"o o &er co#o a e>peri3ncia de u# ere#ita no #onte 4inai no 'cu!o II ou de u# #í tico a!e#ão #edie&a! co#Fina# co# a+ue!a de .e de no&o ao !ongo do te#po.e e 5undira#.E ti&e traFa!"ando por ano co#o editor de u#a da #aiore ca a editoriai de 7ondre 9 encarregado de !i&ro oFre u# a#p!o !e+ue de te#a #ai ou #eno co#erciai e J &e:e ta#F'# aciando #eu intere e pe!o ca#po e ot'rico. 7ogo e taFe!ece#o u#a 1!ida a#i:ade e pa a#o #uito te#po <unto . E!e ta#F'# #e apre entou a 5onte encontrada e# outra cu!tura .te>to a!+uí#ico e e#e!"ante para o +uai e!e e cre&eria no&a introduçSe . E# &Aria oca iSe 9 tentei con&enc3-!o a regi trar e a id'ia no pape!9 a e cre&er u#a teoria e ot'rica de tudo. . Não ' #eu de e<o e>agerar a e#e!"ança entre e ta &Aria &ertente 9 ne# pertence ao e copo de te !i&ro identi5icar toda a 5or#a e# +ue e ta #iríade de &ertente e 5undira#9 eparara#. De ta 5or#a9 con"eci #uito autore i#portante +ue traFa!"a# ne te ca#po. . De coFri +ue podia !"e 5a:er pergunta oFre +ua e +ua!+uer coi a e e!e #e contaria o +ue aFia . E!e e recu ou repetida &e:e 9 a5ir#ando +ue9 e o 5i:e e9 Ro "o#en de ca aco Franco apareceria# e #e !e&aria#R9 #a ta#F'# de con5iei de +ue puF!icar e a coi a eria9 para e!e9 +ueFrar <ura#ento o!ene e apa&orante . (# dia entrou e# #in"a a!a u# "o#e# +ue era c!ara#ente de u#a orde# de e>i t3ncia di5erente. Irei #e concentrar no +ue e tA por Fai>o da di5erença cu!turai 9 na+ui!o +ue ugere +ue e a &ertente !e&a# a u#a &i ão uni5icada de u# co #o +ue cont'# di#en Se ocu!ta e a u#a &i ão da &ida e# oFedi3ncia a deter#inado #i t'rio e !ei parado>ai .

a ta#F'# 5oi e# parte por+ue eu não +ueria +ue #e de e# todo e e con"eci#ento. +ua!+uer u# +ue e pere a!go i#i!ar#ente apra:í&e!9 de&o #e de cu!par de ante#ão. Por'#9 para #in"a urpre a9 dec!inei. . *o#o o en ina#ento e ot'rico ão #uito #ai pro5unda#ente ocu!to no %cidente9 e# gera! u o e>e#p!o orientai para au>i!iar na co#preen ão da "i t1ria ecreta do %cidente. E# parte por #edo9 e# d8&ida. tentati&a anteriore de identi5icar u#a R5i!o o5ia pereneR tendia# a ugerir co!eçSe de c"a&Se V Rtodo o#o iguai oF a pe!eR9 Ro a#or ' no a pr1pria reco#pen aR V e ' di5íci! di cordar de!a . E ti&e an iando por e te #o#ento durante #uito te#po. Eu aFia na 'poca +ue #uito rituai de iniciação en&o!&ia# e tado a!terado de con ci3ncia9 at' o +ue J &e:e c"a#a#o de e>peri3ncia Rap1 a #orteR.Qa#i indiano do 'cu!o YY. tradição indiana dA #uito #ai 3n5a e J reencarnação do +ue a tradição u5i9 +ue 5a!a de apena a!gu#a .en o. . .i t'rio e ociedade ecreta de todo o #undo dei>arão #uita gente u!tra<ada e in u!tarão o Fo#. % en ina#ento +ue identi5icarei co#o co#un J e co!a de . . Ta#F'# 5i: <uí:o arFitrArio oFre +ue e co!a de pen a#ento e +ue ociedade ecreta FeFera# na tradição aut3ntica.ary )aIer Eddy9 <unto co# u# #onte de #ateria! conte#porEneo Rp icogra5adoR9 não e tão. Eu +ueria continuar de 5rutando da tentati&a de de coFri-!o por #i# #e #o. Não pretendo di cutir o po í&ei con5!ito entre tradiçSe di5erente . i#9 pe!o Fe# da narrati&a9 c"eguei a u# #eio ter#o9 inc!uindo apena u# pe+ueno n8#ero de reencarnaçSe de per ona!idade "i t1rica 5a#o a . . Não digo co# i o +ue e te !i&ro 5u<a da contro&'r ia. . E ta#F'# não +ueria 5a:er u# <ura#ento +ue #e proiFi e de e cre&er. (# dia9 #eu #entor #e di e +ue eu e ta&a pronto para a iniciação9 +ue e!e #e apre entaria a a!gu#a pe oa . i#9 a caFa!a9 o "er#eti #o9 o u5i #o9 o te#p!Ario e a antropo o5ia e tão a+ui inc!uído 9 #a a ciento!ogia9 a ci3ncia cri tã de . .

0 c!aro +ue dar pro&a di o e>igiria toda u#a FiF!ioteca9 a!go co#o o .a i# o !eitore poderão apreciar #e!"or o +ue e egue.i t'rio 9 e ainda ' en inada na ociedade ecreta de "o<e.RW RPor i o 5oi erigido o oFe!i co egípcio no *entra! ParI9 e# No&a XorI9 no 5ina! do 'cu!o YIY. No ete capítu!o eguinte 9 #uita 5igura do #ito e da !enda ão tratada co#o 5igura "i t1rica . . E te capítu!o pretende# ta#F'# repre entar u# re!ato da &i ão de #undo da ociedade ecreta 9 u#a e p'cie de 4cu!o conceituai .RW RMoi i o +ue deu a *ri t1&ão *o!o#Fo a certe:a de partir e# ua &iage# perigo a ao e>tre#o. E pero +ue a #ente do !eitor &en"a a er agrada&e!#ente &ergada pe!a id'ia e tran"a a+ui apre entada e pe!a re&e!ação do no#e da per ona!idade +ue cu!ti&a&a# e ta id'ia . E pero ta#F'# +ue parte de ta a5ir#açSe e tran"a !e#Fre# a!gu#a coi a9 +ue #uito !eitore &en"a# a pen ar: R4i#9 i o e>p!ica por +ue o no#e da e#ana a u#e# a orde# +ue t3#.0 +ui!L#etro de prate!eira de !iteratura e ot'rica e ocu!ta +ue di:e# e tar trancada no Vaticano.RW R0 o +ue de 5ato co#e#ora#o no Ca!!oQeen.R E# tudo i o9 o oF<eti&o ' #o trar +ue o 5ato FA ico da "i t1ria pode# er interpretado de u#a 5or#a +ua e co#p!eta#ente opo ta J #aneira co# +ue e# gera! o entende#o .E ta "i t1ria do #undo ' e truturada da eguinte #aneira: o +uatro pri#eiro capítu!o tratarão do +ue aconteceu Rno inícioR9 de acordo co# o en ina#ento de ociedade ecreta 9 inc!u i&e o +ue ' propo to no en ina#ento ecreto da e>pu! ão do 0den e da Oueda.RW RI o e>p!ica a con5i Se Fi:arra de adoração ao diaFo 5eita pe!o *a&a!eiro Te#p!Ario . E ta ' a "i t1ria do +ue aconteceu ante do início do regi tro e crito 9 en inada na e co!a de . % *apítu!o D inc!ui a tran ição para o +ue con&enciona!#ente e con idera o período "i t1rico9 #a a narrati&a continua a contar "i t1ria de #on tro e Fe ta 5aFu!o a 9 de #i!agre 9 pro5ecia e 5igura "i t1rica +ue con pirara# co# ere de encarnado para orientar o ru#o do aconteci#ento .a ne te 8nico &o!u#e #o trarei +ue e ta &i ão a!ternati&a e e pecu!ar ' coerente e irre5utA&e!9 tendo ua pr1pria !1gica e a .RW RPor i o 73nin 5oi e#Fa! a#ado.RW R0 por i o +ue a i#agen de u# pei>e9 o aguadeiro e u# Fode co# raFo de erpente ão atriFuída e# toda parte a con te!açSe +ue não ão nada parecida co# e!a .

.#'rica.cu<o re u!tado e# eu ca#po e pecí5ico de pe +ui a #e parece# con5ir#ar a &i ão de #undo e ot'rica9 #e #o no ca o e# +ue não ten"o co#o aFer e ua 5i!o o5ia pe oa! de &ida te# a!gu#a di#en ão e piritua! ou e ot'rica. 4e pudere# penetrar 5undo na #ente9 e!a 5a:e# eu traFa!"o.a 9 oFretudo9 e e ta ' a +ue tão +ue de e<o de tacar9 peço ao !eitore +ue aForde# e te te>to de u#a no&a #aneira V +ue o &e<a# co#o u# e>ercício de i#aginação. i#9 e#Fora e te !i&ro po a er !ido 1 co#o u# regi tro da coi a aF urda e# +ue a pe oa acredita&a#9 u#a 5anta #agoria 'pica9 u#a caco5onia de e>peri3ncia irracionai 9 e pero +ue ao 5ina! a!gun !eitore &en"a# a ou&ir a!gu#a "ar#onia e ta!&e: ta#F'# inta# u#a !e&e re aca 5i!o 15ica9 a uge tão de +ue o +ue e tA a+ui pode er &erdadeiro. Ta#F'# citarei autoridade e# todo o !i&ro9 proporcionando u# ru#o ao !eitore intere ado . E# certo ponto9 e ta ine&itaFi!idade en&o!&e u# e tado a!terado de con ci3ncia9 e ' a i# +ue de&e er. Poi no cerne de todo en ina#ento e ot'rico de +ua!+uer parte do #undo e tA a crença de +ue pode#o ter ace o a 5or#a uperiore de inte!ig3ncia ne te e tado a!terado .ci3ncia9 "i t1ria9 antropo!ogia9 crítica !iterAria .ucedido. . %utra ão e pecia!i ta e# ua di cip!ina .!gu#a de ta autoridade traFa!"ara# de acordo co# a tradição e ot'rica. . . tradição ocidenta! e# particu!ar e#pre de tacou o &a!or de e>ercício de i#aginação +ue en&o!&e# o cu!ti&o e a de!onga e# i#agen &i uai .&irtude de e>p!icar Area da e>peri3ncia "u#ana +ue continua# ine>p!icA&ei para a &i ão con&enciona!. .e#pre pre upondo9 ' e&idente9 +ue o grande p!ano c1 #ico da ociedade ecreta erA Fe#. Ouero +ue o !eitor procure i#aginar co#o eria acreditar no contrArio do +ue o#o !e&ado a acreditar. 0 c!aro +ue +ua!+uer Foa teoria +ue Fu ca e>p!icar por +ue o #undo ' co#o ' ta#F'# de&e a<udar a pre&er o +ue acontecerA no 5uturo9 e o 8!ti#o capítu!o re&e!a o +ue erA . E te p!ano aFrangerA u#a crença de +ue o no&o grande i#pu! o para a e&o!ução urgirA na R8 ia9 +ue a ci&i!i:ação europ'ia entrarA e# co!ap o e +ue por 5i# a c"a#a da &erdadeira e piritua!idade e #anterA ardendo na .

(# dia ' a re&o!ução da Terra e# &o!ta de eu ei>o. (#a &e: +ue9 egundo con ta9 no início não e>i tia# ne# a Terra9 ne# o 4o!9 o autore da )íF!ia . % te#po não pa a de u#a #edida da po içSe &ariA&ei de oF<eto no e paço e9 co#o +ua!+uer cienti ta9 #í tico ou !ouco aFe9 no princípio não "a&ia oF<eto no e paço. # No $rinc%&io D'u( olha (ua ima)'m * O uni+'r(o atra+.e a u# e tado #enta! di5erente e a "i t1ria #ai 5a#o a e #ai con"ecida a u#e# u# igni5icado #uito di5erente. Por e>e#p!o: u# ano ' u#a #edida do #o&i#ento da Terra e# torno do 4o!. *o#o u# do de&oto da 5i!o o5ia antiga e ecreta a5ir#ou de 5or#a tão #e#orA&e!9 RVoc3 de&e er !ouco9 ou não teria &indo a+uiR. CA ta#F'# i!u traçSe de a!gu#a da i#agen #ai con"ecida da "i t1ria do #undo9 o #aiore ícone de no a cu!tura . oFra de!e ta#F'# e re&e!a i#er a na 5i!o o5ia antiga e ecreta.rca de No'9 o *a&a!o de Tr1ia9 a .ona 7i a9 Ca#!et e o crEnio -9 poi toda re&e!ara#9 de acordo co# a ociedade ecreta 9 igni5icado e tran"o e ine perado .( o '(&'lho Era u#a &e: u#a 'poca e# +ue o te#po não e>i tia. Por 5i#9 "A i!u traçSe de arti ta europeu #oderno co#o Ern t9 H!ee e Duc"a#p9 a i# co#o de pro crito a#ericano co#o Da&id 7ync". De con5io de +ue e ta per pecti&a não o a!ar#a. . Na rea!idade9 e a!go ne ta "i t1ria ' &erdade9 então tudo +ue eu pro5e ore !"e en inara# ' co!ocado e# d8&ida.Para a<udar co# o traFa!"o u#a#ente i#portante da i#aginação9 "A i!u traçSe e tran"a e #i terio a integrada e# todo o !i&ro9 a!gu#a +ue ne# 5ora# &i ta anterior#ente 5ora da ociedade ecreta . Indu:a.a E 5inge9 a .

e di:er co# egurança +ue e te pri#eiro e&ento de&e ter ido #uito di5erente do tipo de e&ento co#u#ente con iderado egundo a !ei da 5í ica. *o#o não "a&ia coi a a!gu#a +uando a!go aconteceu pe!a pri#eira &e:9 pode. E!e i#aginara# u# i#pu! o 5orçando a pa age# de outra di#en ão para e ta . En+uanto &oc3 ainda e tA na o!eira e ante +ue e arri +ue a perder #ai te#po co# e ta "i t1ria . Por e>e#p!o: o +ue acontece +uando #e ocorre u#a id'ia . . Poderia e te e>e#p!o cotidiano no contar tudo oFre a orige# do co #oT No princípio9 de&e ter &indo u# i#pu! o de a!gu# !ugar V #a de ondeT Ouando criança 9 todo n1 não no enti#o #ara&i!"ado +uando &i#o pe!a pri#eira &e: cri tai e precipitando no 5undo de u#a o!ução9 co#o e u# i#pu! o e ti&e e 5orçando a pa age# de u#a di#en ão para a eguinteT Ne ta "i t1ria &ere#o +ue o na ci#ento do uni&er o9 a tran ição #i terio a da não #at'ria para a #at'ria9 5oi e>p!icado de ta #aneira para #uito do indi&íduo #ai inte!igente do #undo.!iA 9 e!e não go tarA nada di o.de&o dei>ar c!aro +ue &ou tentar con&enc3-!o a con iderar a!go +ue pode er correto para u# #í tico ou u# !ouco9 #a +ue u# cienti ta não apro&arA.co#o Reu preci o e tender a #ão e a5agar o ro to de!aR V ' +ue u# pu! o a!ta u#a inap e e# #eu c'reFro9 a!go co#o u#a corrente e!'trica de ce por u# ner&o e# #eu Fraço e #in"a #ão e #o&e. . Para o pen adore #ai a&ançado de "o<e9 acad3#ico co#o Ric"ard DaQIin 9 pro5e or *"ar!e 4i#ony de co#preen ão p8F!ica da ci3ncia e# %>5ord9 e . E# outra pa!a&ra 9 a!go de&e ter acontecido ante +ue "ou&e e a!gu#a coi a.pe ar de ta au 3ncia inicia! de #at'ria9 e paço e te#po9 a!go de&e ter acontecido para +ue tudo co#eça e.e e!e conceFera# e ta outra di#en ão co#o a #ente de Deu . Ca&eria entido e# di:er +ue e te pri#eiro e&ento pode ter ido9 de a!gu#a #aneira 9 #ai u# e&ento #enta! do +ue u# e&ento 5í icoT E# princípio9 a id'ia de e&ento #entai gerando e5eito 5í ico pode parecer urpreendente9 #a na &erdade ' a!go +ue &i&e#o o te#po todo.<a#ai +ui era# di:er +ue tudo 5oi criado e# ete dia no entido "aFitua! de RdiaR.

Voc3 erA tentado a ter pen a#ento proiFido e pro&ar 5i!o o5ia +ue o !ídere inte!ectuai de no a 'poca acredita# er "er'tica 9 idiota e !ouca . . E ' i o +ue acontece ne te !i&ro9 por+ue ne ta "i t1ria tudo e tA J a&e a .outro #ateria!i ta #i!itante +ue regu!a# e u tenta# a &i ão de #undo cientí5ica9 a R#ente de Deu R não ' u#a id'ia #e!"or do +ue a de u# &e!"o de caFe!o Franco +ue e e!e&a aci#a da nu&en . .a 5a!Acia antropo#1r5ica..i to '9 e Deu no 5e: J 4ua i#age#. Tudo a+ui e tA in&ertido e pe!o a&e o.e #o +ue ad#ita#o +ue Deu e>i ta9 di:e# e!e 9 por +ue RE!eR eria parecido cono coT Por +ue Ra #ente De!eR eria parecida co# a no aT % 5ato ' +ue e!e t3# ra:ão.. Na pAgina +ue e egue#9 &oc3 erA con&idado a pen ar na 8!ti#a coi a +ue a pe oa +ue protege# e u tenta# o con en o +uere# +ue &oc3 pen e. 0 c!aro +ue não "A #oti&o nen"u#. % argu#ento 5or#ai a 5a&or e contra pode# er . E# outra pa!a&ra 9 a #ente de Deu 1 pode er parecida co# a no a e a no a 5or 5eita J e#e!"ança da De!e . 0 o #e #o e+uí&oco9 di:e# e!e 9 +ue a criança e a triFo pri#iti&a co#ete# +uando pre upSe# +ue Deu de&e er parecido co# e!e . Per#ita-#e tran+ui!i:A-!o: não &ou tentar enredA-!o nu# deFate acad3#ico ne# con&enc3-!o9 por #eio de argu#entação 5i!o 15ica9 da correção de +ua!+uer u#a de ta id'ia proiFida . não er no entido contrArio.

*o!ocar. Cou&e u#a tentati&a or+ue trada de apagar do uni&er o toda #e#1ria9 at' o 8!ti#o &e tígio9 de ta id'ia . No o pen adore #ai a&ançado 5icarão apa&orado 9 e co# certe:a o acon e!"arão a não Frincar co# e ta id'ia de #aneira nen"u#a9 +ue dirA de#orar.e ne!a pe!o te#po +ue !e&arA para !er e te !i&ro. Voc3 +uer +ue ua i#age# de i #e #o9 +ue &oc3 &3 !ogo a!i9 gan"e &ida e e re&i ta de &ida pr1pria e independente. % +ue 5arei ' !"e pedir para e tender ua i#aginação. Ouero +ue i#agine co#o eria &er o #undo e ua "i t1ria de u#a per pecti&a o #ai di tante po í&e! da+ue!a +ue &oc3 aprendeu a ter. I#aginou ere !i&re e criati&o capa:e de a#ar de 5or#a tão inte!igente e pen ar de 5or#a tão a#oro a +ue podia# tran 5or#ar a i pr1prio e ao outro de ua e p'cie e# eu ínti#o.encontrado na oFra acad3#ica padrão apontada na nota de te !i&ro. E!e i#aginou ere #uito parecido co# E!e. Vere#o no capítu!o +ue e egue#9 na "i t1ria do e pe!"o en inada pe!a ociedade ecreta 9 +ue 5oi e>ata#ente i o +ue Deu 5e:. Z &e:e 9 o a#or +ue propaga&a# era +ua e e>tenuante9 #a e# outra e!e con eguia# a!cançar u#a pro5unda 5e!icidade no outro !ado do de e pero9 e9 J &e:e ainda9 igni5icado na !oucura. E!e podia# e>pandir a #ente e aFranger a tota!idade do co #o e9 no 5undo de eu coraçSe 9 podia# ta#F'# di cernir o egredo de eu 5unciona#ento #ai uti!. . e!ite inte!ectua! de "o<e acredita +ue9 e dei>ar#o +ue e!a &o!te# J i#aginação co!eti&a9 #e #o +ue Fre&e#ente9 corre#o o ri co de er arra tado para u#a 5or#a aForígine ou atA&ica de con ci3ncia9 u# !odaça! #enta! +ue no cu tou #uito #i!3nio de !uta para de!e e&o!uir. i#9 eguindo ne ta "i t1ria9 o +ue aconteceu ante do te#poT Oua! 5oi o e&ento #enta! pri#a!T Ne ta "i t1ria9 Deu e re5!etia e# 4i #e #o. . E!e o!"ou9 por a i# di:er9 e# u# e pe!"o i#aginati&o e &iu o 5uturo. 4eu re5!e>o 9 o ere "u#ano 9 ao pouco e por etapa 9 5ora# 5or#ando e rea!i:ando u#a &ida .e na po ição de Deu en&o!&e i#aginar +ue &oc3 e tA 5itando eu re5!e>o nu# e pe!"o.

. Ouando &oc3 c"ora9 o uni&er o e &o!ta para &oc3 e# o!idariedade. % cienti ta de "o<e !"e dirão +ue na "ora de ua #aior ang8 tia não "A entido e# c"orar ao c'u co# eu enti#ento #ai pro5undo e o5rido por+ue &oc3 não encontrarA u#a re po ta re onante ne!e. tare5a "u#ana ' cre cer9 a#adurecer9 aprender a con&i&er co# e ta indi5erença. % cienti ta pode# 5a!ar do #i t'rio e da #ara&i!"a do uni&er o9 de cada partícu!a de!e er !igada J outra partícu!a pe!a 5orça da gra&idade. Pode# apontar 5ato urpreendente co#o o de +ue cada u# de n1 cont'# #i!"Se de Ato#o +ue antiga#ente e ta&a# no corpo de /8!io *' ar. . . Ouando &oc3 e apro>i#a de u#a da grande encru:i!"ada da &ida9 todo o uni&er o prende a re piração para &er +ue ca#in"o &oc3 e co!"era. e tre!a 1 pode# !"e de#on trar indi5erença. E te uni&er o no nutriu ao !ongo do #i!3nio 9 aca!entou-no 9 a<udou a e&o!uir a coi a ingu!ar +ue ' a con ci3ncia "u#ana e guiou cada u# de n1 ao grande #o#ento de no a &ida.independente9 nutrido por E!e9 guiado e incitado por E!e durante !ongo período de te#po. Ne ta "i t1ria9 o uni&er o ' antropoc3ntrico9 cada partícu!a de!e e e tende para a "u#anidade. % uni&er o de crito por e te !i&ro ' di5erente9 poi 5oi 5eito co# a "u#anidade e# #ente.

#ente ' u# acidente da #at'ria9 não e encia! e e>terna J #at'ria V co#o u# cienti ta c"egou a de cre&er9 Ru#a doença da #at'riaR. #at'ria ' #o&ida pe!a #ente "u#ana9 ta!&e: não na #e #a proporção9 #a do #e #o #odo +ue ' #o&ida pe!a #ente de Deu .#a apena no entido u# tanto decepcionante de +ue o Ato#o do +uai o#o 5eito 5ora# 5or<ado co# "idrog3nio de e tre!a +ue e>p!odira# #uito te#po ante da 5or#ação do no o i te#a o!ar. 4erA9 di:e#o 9 +ue u# o# +ue não ' ou&ido por ningu'# pode er ade+uada#ente de crito co#o u# o#T . Ne te uni&er o da #ente-ante -da-#at'ria9 a #at'ria urgiu da #ente de Deu e 5oi criada para proporcionar a condiçSe e# +ue a #ente "u#ana eria po í&e!. Nada acontece no co #o e# u#a interação co# a #ente "u#ana. E# deter#inado #o#ento da in5Encia9 todo no pergunta#o e u#a Ar&ore de 5ato 5a: a!gu# Faru!"o e cair nu#a 5!ore ta re#ota9 onde ningu'# e tA pre ente para ou&ir. De acordo co# e!a 9 u#a Ar&ore 1 cai nu#a 5!ore ta9 #e #o re#ota9 para +ue a!gu'#9 e# a!gu# !ugar e e# a!gu# #o#ento9 e<a a5etado por e!a. . E# 19. +ue tão i#portante ' e ta: e#Fora e!e o adorne# co# a ret1rica do #i t'rio e do a o#Fro9 o uni&er o de!e ' u#a 5orça cega. ociedade ecreta en ina# a &eracidade de a!go e#e!"ante a e ta e pecu!ação. Tudo ne!e e tA &i&o e te# certo grau de con ci3ncia9 reagindo de #aneira en í&e! e inte!igente a no a nece idade #ai pro5unda . . .=9 o 5í ico au tríaco ErQin 4c"r[dinger 5or#u!ou eu 5a#o o e>peri#ento te1rico9 o Rgato de 4c"r[dingerR9 de cre&endo co#o o e&ento #uda# +uando ão oF er&ado . . Por outro !ado9 no uni&er o da #ente-ante -da-#at'ria de crito ne te !i&ro9 a !igação entre a #ente e a #at'ria ' #uito #ai ínti#a. 0 u#a !igação &i&a e dinE#ica. No uni&er o cientí5ico9 a #at'ria &e# ante da #ente. E!e e ta&a adotando o en ina#ento da ociedade ecreta oFre a e>peri3ncia cotidiana e ap!icando-o ao reino uFatL#ico.E!e pode# di:er +ue o#o poeira de e tre!a . #ente "u#ana ainda ' o 5oco do co #o9 +ue a nutre e reage a ua nece idade . .

E# *rLnica .o e5eito p ico o#Atico . Co<e e# dia9 todo 5ica#o J &ontade co# o 5ato de +ue no o e tado e#ocionai a5eta# no o corpo e9 #ai ainda9 +ue e ta e#oçSe arraigada pode# cau ar #udança pro5unda de !ongo pra:o9 ou para curar9 ou para pre<udicar . Ne te uni&er o p ico o#Atico9 o co#porta#ento de oF<eto 5í ico no e paço ' a5etado de #odo direto pe!o e tado #entai e# +ue ten"a#o a!gu#a coi a a &er co# i o.No e>peri#ento de 4c"r[dinger9 u# gato e tA entado nu#a cai>a co# u# #ateria! radioati&o +ue te# =0\ de proFaFi!idade de #atar o gato.^R. E então entra# e# ação !ei #ai pro5unda . No cur o nor#a! da coi a 9 +uando a 5e!icidade e a e perança "u#ana de ati 5ação pe oa! depende# do re u!tado do ro!ar de u# dado9 a !ei da proFaFi!idade ão uF<ugada . E# outra pa!a&ra 9 a !ei da proFaFi!idade 1 ão &A!ida +uando de!iFerada#ente e>c!uí#o toda a uF<eti&idade "u#ana.a #orte ou a oFre&i&3ncia do gato. No uni&er o da ociedade ecreta 9 u#a #oeda +ue gira oF rigoro a condiçSe !aForatoriai ainda darA cara e# =0\ e coroa e# =0\ do ca o 9 de acordo co# a !ei da proFaFi!idade ..^ &er no cerne da coi a 9 a &erdade da coi a V não #eta5orica#ente V #a &er de 5ato9 co#o &er dentro do #eta! e 5a:3-!o derreter9 &3-!o pe!o +ue e!e ' co# pa!a&ra rigoro a e percepçSe &io!enta R. . Mi: i o u#a &e: ].a no uni&er o +ue e te !i&ro de cre&e9 no o e tado e#ocionai ta#F'# a5eta# direta#ente a #at'ria 5ora do no o corpo. ociedade ecreta e#pre u tentara# +ue o #undo cotidiano e co#porta de #aneira e#e!"ante. .. E!e e cre&e +ue e te indi&íduo ão capa:e de R].&o!u#e u#9 a #e#1ria rec'#-puF!icada de )oF Dy!an9 e!e e cre&e oFre o +ue aconteceria e u# indi&íduo #uda e o te#po e# +ue &i&e.o o!"ar#o o gato9 n1 ou o #ata#o 9 ou o a!&a#o . Pode#o #o&er a #at'ria pe!o #odo co#o o!"a#o para e!a. Para tanto9 R&oc3 preci a ter poder e do#ínio oFre o e pírito . . Por'#9 e ta !ei 1 continuarão in&ariA&ei oF condiçSe !aForatoriai . Tanto o gato #orto co#o o gato &i&o per#anece#9 por a i# di:er9 u pen o no te#po co# =0\ de proFaFi!idade at' +ue aFri#o a cai>a para &er o +ue "A dentro de!a9 e 1 então acontece o e&ento rea! ... .

4e &oc3 acreditar +ue a #at'ria &eio ante da #ente9 terA de e>p!icar co#o u#a co#Finação ao aca o de uF tEncia cria a con ci3ncia9 e i o ' Fa tante co#p!icado. 4e9 por outro !ado9 &oc3 acreditar +ue a #at'ria ' precipitada de u#a #ente c1 #ica9 terA o proF!e#a igua!#ente di5íci! de e>p!icar Rco#oR9 de propor u# #ode!o e5ica:. No cerne de ta aFedoria e tA a crença de +ue a origen #ai pro5unda de no a &ida #enta! ta#F'# ão a origen #ai pro5unda do #undo 5í ico9 poi no uni&er o da ociedade ecreta toda +uí#ica ' p ico+uí#ica9 e o #odo co# +ue o conte8do 5í ico do uni&er o reage J p i+ue "u#ana ' de crito por !ei #ai pro5unda e podero a do +ue a !ei da ci3ncia da #at'ria. Oua e não te#o e&id3ncia a eguir +uando conc!uí#o o +ue acredita#o ter acontecido no início do te#po 9 #a a conc!u ão a +ue c"ega#o te# i#p!icaçSe enor#e para no a co#preen ão do 5unciona#ento do #undo. Todo o pen a#ento J a&e a 9 in&ertido e ao contrArio da ociedade ecreta 9 tudo i o ' Fi:arro e de concertante no entido de +ue egue a crença de +ue a #ente precedeu a #at'ria. E tA 5a!ando direta e !itera!#ente de u#a aFedoria podero a e antiga9 pre er&ada na ociedade ecreta 9 u#a aFedoria da +ua! e i#pregnara# grande arti ta 9 e critore e pen adore +ue 5or<ara# no a cu!tura. 0 i#portante perceFer +ue9 por e ta !ei #ai pro5unda 9 +uere#o di:er #ai do +ue o #ero Rgo!pe de orteR +ue o apo tadore e>peri#enta# ou o acidente +ue aparente#ente acontece# e# e+U3ncia de tr3 . E te !i&ro de5ende a teoria de +ue a "i t1ria te# u#a e trutura #ai pro5unda9 +ue o e&ento +ue e# gera! e>p!ica#o co# ter#o po!ítico 9 econL#ico ou de a tre naturai pode#9 de 5or#a #ai pro&eito a9 er &i to e# outro ter#o #ai e pirituai .%F er&e +ue e!e de taca +ue não e tA 5a!ando #eta5orica#ente. . Não9 por e ta !ei a ociedade ecreta e re5ere# a !ei +ue e entre!aça# na tra#a de cada &ida indi&idua! no ní&e! #ai ínti#o9 a i# co#o o padrSe grande e co#p!e>o de orde# da Pro&id3ncia +ue con5igurara# a "i t1ria do #undo.

a o +ue ' inega&e!#ente &erdade ' +ue o c'reFro de te roFL de en&o!&e.IT9 no E tado (nido 9 e!e 5e: roFL capa:e de interagir co# o a#Fiente9 aprendendo e adaptando eu co#porta#ento de acordo co# e!e. . He&in ParQicI ' pro5e or de ciFern'tica da Reading (ni&er ity e u# do principai criadore de inte!ig3ncia arti5icia! do #undo. E!e co#pSe# a!go #uito parecido co# per ona!idade 9 interage# co# outro roFL e to#a# deci Se +ue e tão a!'# de +ua!+uer coi a para +ue . e#anaçSe &ira# gA 9 depoi !í+uido e por 5i# 1!ido .Do acerdote do te#po egípcio J ociedade ecreta de "o<e9 de PitAgora a Rudo!5 4teiner9 o grande iniciado au tríaco do 5ina! do 'cu!o YIY ao início do 'cu!o YY9 e te #ode!o e#pre 5oi conceFido co#o u#a 'rie de pen a#ento +ue e#ana# da #ente c1 #ica. co#eçar pe!a #ente pura9 e ta e#anaçSe de pen a#ento #ai tarde e tornara# u#a e p'cie de proto#at'ria9 energia +ue e torna cada &e: #ai den a e depoi e tran 5or#a e# u#a #at'ria tão et'rea +ue ' #ai 5ina do +ue gA e e# nen"u# tipo de partícu!a. Da+ui a cinco ano 9 di: e!e9 o roFL terão a!cançado o ní&e! de inte!ig3ncia do gato 9 e e# de: ano erão pe!o #eno tão inte!igente +uanto o er "u#ano. E!e ta#F'# e tA pre te a progra#ar u#a no&a geração de co#putadore roF1tico +ue e!e e pera +ue pro<ete# e 5aFri+ue# outro co#putadore 9 cada ní&e! gerando o ní&e! i#ediata#ente in5erior a i #e #o. . De acordo co# o co #1!ogo do #undo antigo e a ociedade ecreta 9 a e#anaçSe da #ente c1 #ica de&e# er co#preendida da #e #a #aneira9 operando nu#a "ierar+uia decre cente9 do princípio #ai e!e&ado 9 #ai podero o e penetrante ao #ai e treito e particu!are 9 cada ní&e! criando e direcionando o ní&e! aFai>o de!e. TraFa!"ando nu#a ri&a!idade a#i to a co# eu conte#porEneo do . Ouando &i He&in ParQicI apre entar ua de coFerta a co!ega no Roya! In titute e# 20019 e!e 5oi criticado por a!gun por ugerir +ue eu roFL era# inte!igente 9 o +ue i#p!ica ter con ci3ncia. E ta e#anaçSe ta#F'# e#pre 5ora# con iderada de certo #odo per oni5icada 9 endo inte!igente e# deter#inado entido.e e# a!go e#e!"ante a u#a 5or#a orgEnica. . E te roFL e>iFe# u# ní&e! de inte!ig3ncia e+ui&a!ente ao de ani#ai in5eriore 9 co#o a aFe!"a .

E te ere .e tão e treita#ente +ue cria# a apar3ncia de u#a #at'ria 1!ida. No ní&e! #ai in5erior da "ierar+uia9 de acordo co# a doutrina ecreta e antiga e# toda a cu!tura 9 e ta e#anaçSe 9 e te 4ere -Pen a#ento da #ente c1 #ica9 co#Fina#. Ta#F'# pode#o no !e#Frar do #e tre tiFetano +ue9 egundo e di:ia9 era# capa:e de 5or#ar u# g3nero de pen a#ento c"a#ado tu!pa por concentração e &i ua!i:ação inten a .co#o a capacidade de 5a:er i#en o cA!cu!o #ate#Atico in tantanea#ente . 0 c!aro +ue de certa #aneira . Do #e #o #odo9 Parace! o9 o #ago uíço do 'cu!o YVI9 e cre&eu oFre o +ue e!e c"a#ou de Ra+ua torR9 u# er 5or#ado pe!o poder da i#aginação concentrada +ue pode oFter &ida pr1pria . ParQicI argu#enta +ue9 e#Fora eu roFL não ten"a# u#a con ci3ncia co# toda a caracterí tica da con ci3ncia "u#ana9 o cãe ta#F'# não a t3#.o roFL e>iFe# u#a con ci3ncia uperior J no a. .pode#o c"a#A-!o de 4ere Pen a#ento V atinge# u#a e p'cie de &ida independente9 parte# e 5a:e# o +ue eu en"or ordenar.5ora# progra#ado . % cãe ão con ciente de u#a 5or#a canina9 e eu roFL 9 egundo e!e di:9 ão con ciente de u#a 5or#a roF1tica. Pode#o pen ar na con ci3ncia da e#anaçSe da #ente c1 #ica e# ter#o e#e!"ante .e &i í&e! e at' tangí&e!.e oF circun tEncia e peciai 9 torna.

atri>. #at'ria di:ia +ue 4ir . #aior parte da reportage# di:ia +ue i#portante cienti ta do #undo e tão cada &e: #ai 5a cinado co# o grau e>traordinArio de intonia 5ina nece Aria para no a e&o!ução.Co<e9 e &oc3 +ui e e encontrar u#a !inguage# para de cre&er e te 5enL#eno e tran"o9 poderia e co!"er a #ecEnica +uEntica9 #a na ociedade ecreta a co#Finação de 5orça in&i í&ei para criar a apar3ncia do #undo #ateria! e#pre 5oi conceFida co#o u#a rede de !u: e cor9 ou .a #atri:.R . 4e e ta tend3ncia continuar9 pode#o i#aginar co#putadore +ue erão capa:e de i#u!ar #undo ta!&e: at' tão co#p!icado +uanto e te e# +ue pen a#o &i&er. i# co#o e te recente de en&o!&i#ento na ci3ncia9 o ro#ance e 5i!#e de a!gu#a 5or#a no ac!i#atara# J id'ia de +ue o +ue con idera#o rotineira#ente co#o a rea!idade pode er u#a Rrea!idade &irtua!R. A /IDA 0 SÓ UM SONHO1 E ta #anc"ete 5oi puF!icada no 4unday Ti#e e# 5e&ereiro de 200=.para u ar u# ter#o a!+uí#ico . DicI9 +ue ta!&e: ten"a ido o pri#eiro e critor a e#ear e ta id'ia na cu!tura pop9 e ta&a i#er o e# aFedoria iniciAtica co# re!ação a e tado a!terado e di#en Se para!e!a . .ta#F'# Fa eado nu# !i&ro de DicI -9 % &ingador do 5uturo9 % 4"oQ de Tru#an e )ri!"o eterno de u#a #ente e# !e#França .a o #aior de!e 5oi . E i to e tA 5a:endo co# +ue e!e pergunte# o +ue ' de 5ato rea!. %utro 5i!#e co# e te te#a 5ora# rodado 9 co#o .inority Report . OS CIENTISTAS MAIS IM$ORTANTES $ER-UNTAM. . . I o u cita u#a +ue tão 5i!o 15ica: erA +ue e ta#o e# ta! i#u!ação9 erA po í&e! +ue o +ue pen a#o er o uni&er o e<a a!gu# tipo de aF1Fada ce!e te e# &e: de a!go rea!T De certo #odo9 pode#o er a criaçSe de ta i#u!ação. P"i!ip H.artin Ree 9 a trLno#o rea! FritEnico9 a5ir#ara: R% co#putadore e&o!uíra# e# a!gu#a d'cada 9 dei>ando de er capa:e de apena i#u!ar padrSe #uito i#p!e para criar #undo &irtuai co# #uito deta!"e . 4eu ro#ance % caçador de androide 5oi 5i!#ado co#o )!ade Runner. .

5i!o o5ia antiga9 do tipo +ue e>p!orare#o ne te !i&ro9 e>p!ica co#o no a e>peri3ncia do uni&er o &e# a er o +ue '. Nu# ní&e! #ai 5unda#enta!9 para +ue a #at'ria ad+uira .i t'rio e da ociedade ecreta .E# . . E#Fora todo o ere +ue &i&e# por trA do &'u da i!u ão 5aça# parte da "ierar+uia de e#anaçSe da #ente de Deu 9 a!gun e>iFe# u#a a#Fi&a!3ncia #ora! perturFadora. % cienti ta e tão 5a cinado co# a 'rie e>traordinAria de e+ui!íFrio entre &Ario grupo de 5atore nece Ario J &ida na Terra. E# eu re!ato de di#en Se +ue e engrena# e e&o!ue#9 o c"o+ue9 a #eta#or5o e e a inter#i tura de grande i te#a 9 e# ua e ca!a9 co#p!e>idade e poder e>p!anat1rio e panto o9 a co #o!ogia antiga ri&a!i:a co# a ci3ncia #oderna. CA u#a di5erença 5unda#enta! entre e te i te#a : e!e e>p!ica# coi a di5erente . E!e 5a!a# e# e+ui!íFrio entre ca!or e 5rio9 u#idade e aride:9 a Terra e tando a ta! di tEncia do 4o! ]e nada a!'# di o^ e o 4o! e encontrando e# deter#inada etapa da e&o!ução ]ne# #ai +uente9 ne# #ai 5rio^. Para a ci3ncia9 o grande #i!agre a er e>p!icado ' o uni&er o 5í ico. Não pode#o i#p!e #ente di:er +ue a 5í ica uF tituiu a #eta5í ica e a tornou redundante.atri>9 &i!Se a#eaçadore e# tra<e e curo po!icia# o #undo &irtua! +ue c"a#a#o de rea!idade a 5i# de no contro!ar para +ue não atrapa!"e#o eu prop1 ito ne5ando . E#Fora a en iFi!idade #oderna ten"a pouca paci3ncia co# a #eta5í ica9 co# o +ue pode parecer u# #onte de aF traçSe reFu cada e arrogante 9 a co #o!ogia do #undo antigo era u#a #A+uina 5i!o 15ica #agní5ica9 co#o concordarA +ua!+uer Fo# "i toriador da id'ia . . % 5ato de a!gun cienti ta i#portante tere# co#eçado no&a#ente a &er po iFi!idade ne ta #aneira #uito antiga de o!"ar o co #o ' u# ina! ani#ador. E te ão o #e #o ere +ue o po&o do #undo antigo e taFe!ecera# co#o eu deu e 9 e pírito e de#Lnio . E# parte9 pe!o #eno 9 e te ' u# re5!e>o preci o do en ina#ento da e co!a de . Para a 5i!o o5ia e ot'rica9 o grande #i!agre ' a con ci3ncia "u#ana. ci3ncia #oderna e>p!ica co#o o uni&er o &e# a er o +ue '.

. . Re5iro-#e a+uia a!go #ai pro5undo9 a a!go e encia!. e>i t3ncia de te e+ui!íFrio ' tão e>traordinAria +uanto9 por e>e#p!o9 o 5ato de o no o p!aneta não e tar #uito di tante ne# #uito perto do 4o!. +ue tão 5unda#enta! ' o 5ato de er nece Ario certo grau de #e#1ria9 ne# #ai 5orte9 ne# #ai 5raco. Por Re+ui!íFrio R #e re5iro a #ai do +ue ter u#a #ente e+ui!iFrada no entido co!o+uia!9 i to '9 ter e#oçSe audA&ei e +ue não ão 5orte de#ai . Vi to da per pecti&a da 5i!o o5ia e ot'rica9 pode#o co#eçar a entender +ue 5oi nece Aria u#a 'rie igua!#ente e>traordinAria de e+ui!íFrio para tran 5or#ar no a con ci3ncia uF<eti&a no +ue e!a 'W e# outra pa!a&ra 9 para dar J no a e>peri3ncia a e trutura +ue e!a te#. Preci a#o da 5acu!dade de perceFer o #undo e>terior por #eio do entido 9 #a ta#F'# ' #uito i#portante +ue não e<a#o oFrecarregado pe!a en açSe +ue pode# ocupar todo o no o e paço #enta!. re po ta9 ' e&idente9 ' a #e#1ria.R %utro e+ui!íFrio ão nece Ario para +ue po a#o pen ar !i&re#ente9 para tecer pen a#ento e# torno de te en o centra! de identidade. E a i# por diante. 4e não ti&' e#o o e+ui!íFrio correto de pro>i#idade e di tancia#ento de no o i#pu! o ínti#o 9 a i# co#o de no a percepçSe do #undo e>terior9 ne te e>ato #o#ento &oc3 não . #e#1ria de&e er 5orte para no per#itir agir e# no e +uecer do +ue +uere#o 5a:er9 para aprender e# dei>ar#o de er a #e #a pe oa9 #a ta#F'# de&e er 5raca para no per#itir continuar a&ançando para o 5uturo. % +ue9 por e>e#p!o9 ' nece Ario para po iFi!itar a narrati&a interna9 a co!eção de "i t1ria +ue co tura#o para 5or#ar no o en o FA ico de identidadeT . Por con eguinte9 te#o a !iFerdade de e co!"er oFre o +ue pen ar. i#9 não podería#o re5!etir ne# i#aginar. 0 preci o +ue eu #e !e#Fre do +ue 5i: onte# para identi5icar a #i# #e #o co#o a pe oa +ue 5e: e ta coi a . Ta#F'# te#o a capacidade de #o&er no o ponto de con ci3ncia e# torno de no a &ida interior . % ro#anci ta ita!iano íta!o *a!&ino9 u# do #uito e critore conte#porEneo +ue eguira# a 5i!o o5ia antiga e #í tica9 co!oca i o co# preci ão: R.coer3ncia9 cada u#a da 5orça da gra&idade e do e!etro#agneti #o de&e ter deter#inado grau ]ne# #ai 5orte9 ne# #ai 5raco^. .co#o o cur or na te!a de co#putador.

Fra"a# .teria a !iFerdade de e co!"er de &iar ua atenção da pAgina +ue agora o!"a e não teria a opção de pen ar e# outra coi a. . I to e tA no cerne do +ue igni5ica &i&er a &ida co#o er "u#ano. . E u#a &e: +ue ten"a#o to#ado a deci ão certa9 o cur o de ação e co!"ido pro&a&e!#ente e>igirA toda a 5orça de &ontade de +ue o#o capa:e 9 ta!&e: pe!o te#po +ue puder#o uportar9 e +ui er#o conc!uí-!o co# uce o. con ci3ncia "u#ana rea!#ente '9 portanto9 u#a e p'cie de #i!agre. Por e>e#p!o: pode#o ter +ue to#ar certa atitude no grande #o#ento deci i&o de no a &ida. *o#o e ta#o pre te a &er9 eu !ídere inte!ectuai identi5icara# #udança uti na con ci3ncia "u#ana co# a #e #a di!ig3ncia +ue o cienti ta #oderno identi5icara# #udança uti no a#Fiente 5í ico. Ouando e trata do ponto #ai e!e&ado da e>peri3ncia "u#ana9 o +ue o p ic1!ogo a#ericano . 0 da e>peri3ncia "u#ana co#u#9 e não uni&er a!9 +ue e tentar#o dedu:ir a coi a correta a er 5eita e# no a &ida u ando toda no a inte!ig3ncia9 e no e#pen"ar#o ni o co# todo o coração9 e e>ercitar#o a paci3ncia e a "u#i!dade9 pode#o . "i t1ria +ue contara# V co# eu aconteci#ento #ítico e oFrenaturai V era u#a "i t1ria de co#o a con ci3ncia "u#ana e&o!uiu. Tenta no con&encer da irrea!idade do e!e#ento 9 #e #o +ue e te e<a# con tante na e>peri3ncia 9 +ue e!a não con egue e>p!icar. .i#p!e #ente . Não "A ine&itaFi!idade no 5ato de +ue no a con ci3ncia te# u#a e trutura +ue po iFi!ita tai !iFerdade 9 oportunidade de e co!"er 5a:er o +ue ' certo9 cre cer e no tornar#o Foa pe oa 9 ta!&e: at' "er1ica V a não er +ue &oc3 acredite na Pro&id3ncia9 i to '9 +ue &oc3 acredite +ue era para er a i#.a !oQ co tu#a&a c"a#ar de Re>peri3ncia cu!#inante R9 at' o e+ui!íFrio #ai re5inado ão nece Ario . E a i#9 de #odo crucia!9 e a condiçSe #ai 5unda#entai da con ci3ncia "u#ana não 5o e# caracteri:ada por e te con<unto de e+ui!íFrio e>cepciona!#ente re5inado 9 não no eria po í&e! e>ercer o !i&re pen a#ento ou o !i&re-arFítrio. ci3ncia #oderna tenta i#por u#a &i ão reducioni ta e e treita de no a con ci3ncia. Entre e te . E#Fora "o<e tenda#o a 5a:er &i ta gro a para e te 5ato9 o antigo e co#o&ia# co# e ta #ara&i!"a.di cernir o +ue de&e er 5eito.

.!gun cienti ta c"ega# a a5ir#ar +ue não &a!e a pena indagar e a &ida te# ou não igni5icado. No cur o de ta "i t1ria9 &ere#o +ue #uita da pe oa #ai inte!igente +ue &i&era# no #undo e tornara# de&oto da 5i!o o5ia e ot'rica. 0 u# i#pu! o "u#ano natura! e perguntar e a &ida te# igni5icado9 e a 5i!o o5ia e ot'rica repre enta o corpo #ai rico e #ai concentrado de pen a#ento a re peito de te te#a. Z &e:e a coi a dão errado e a &ida parece não ter entidoW #a então9 e# outra oca iSe 9 no a &ida parece ter igni5icado. Pode#o ter u#a percepção apurada da precariedade da &ida9 notar a 5aci!idade co# +ue a coi a podia# er di5erente e não 5o e u#a coto&e!ada +ua e i#perceptí&e!9 ta!&e: de outro #undo. %u acontece de a!gu'# decidir não e#Farcar nu# a&ião +ue depoi o5re u# acidente. . Ouando a!go a i# acontece9 pode#o entir +ue Ra!gu'# !A e# ci#aR e tA o!"ando por n1 9 +ue no o pa o 5ora# guiado . . i#9 ante de e#Farcar#o e# no a narrati&a9 ' e encia! +ue ap!i+ue#o u#a di tinção 5i!o 15ica #ai c!ara ao gu#e #ai ua&e do pen a#ento cientí5ico #oderno.n1 5raca a#o nu#a pro&a9 perde#o u# e#prego ou u# ca o de a#or ter#ina -9 #a depoi de coFri#o no o &erdadeiro #'tier ou o &erdadeiro a#or graça a e ta guinada aparente#ente errada.o !ado da parte prAtica e orientada para a ci3ncia +ue te#o e# n1 9 pode#o &er u#a coincid3ncia9 u# aca o reunindo e&ento re!acionado 9 #a e# certa oca iSe 9 de con5ia#o 9 !A no 5undo9 de +ue u#a coincid3ncia não ' e# aF o!uto .credito at' +ue pode er &erdade +ue toda pe oa inte!igente tentou de coFrir oFre i o e# a!gu# #o#ento da &ida. E o +ue ' ainda #ai i#portante9 a ci3ncia9 ne te e pírito reducioni ta9 nega a e>peri3ncia "u#ana uni&er a! de +ue a &ida te# u# igni5icado. Por e>e#p!o: a &ida J &e:e parece ter dado u#a guinada errada . .e!e#ento e tão o poder irrea! da oraçSe 9 a pre#oniçSe 9 a en ação de er oF er&ado9 a e&id3ncia da !eitura de pen a#ento 9 e>peri3ncia 5ora do corpo9 coincid3ncia igni5icati&a e outra coi a &arrida para Fai>o do tapete pe!a ci3ncia #oderna.

Por #oti&o +ue &ere#o adiante9 a +ue tSe +ue di:e# re peito J 5e!icidade ão "o<e e# dia e treita#ente re!acionada a noçSe de a#or e>ua!9 de #odo +ue e# gera! a e>peri3ncia do 5raca o no a#or no dA a en ação de +ue RER. 4ere#o então capa:e de re!acionar a !ei ra:oA&ei +ue rege# o oF<eto +ue pode#o entir co# o co#porta#ento #uito di5erente de 5enL#eno do reino uFatL#ico.u#a +ue tão de aca o. Depoi de 5or#u!ada9 co#preendere#o tudo +ue "A para er co#preendido oFre a e trutura9 a orige# e o 5uturo do co #o. 4ua pergunta con tante ' P%R O(_T ]. . ].. (# rapa: #arca u# encontro co# a na#orada #a e!a não aparece. Na coincid3ncia 9 J &e:e enti#o u#a uge tão9 ape ar de inde5iní&e!9 de u# padrão pro5undo de igni5icado ocu!to por trA da con5u ão da e>peri3ncia cotidiana.e a 5e!icidade do outro !ado do de e pero9 ou +ue o ger#e cre cente do a#or e e conde dentro do 1dio.. E deter#inada &e:e a pe oa de coFre# +ue <u to +uando toda a e perança parece# perdida 9 encontra. para er a i#R..^ por+ue perdi o LniFu 9 di: e!a. Ouer entender a dor +ue !"e aco#eteu. . Tere#o <u ti5icado tudo o +ue e>i te9 poi 9 egundo di:e#9 não e>i te #ai nada. E!e 5ica #agoado e irritado. E# gera! i o e re!aciona co# a Rteoria da corda R9 u#a teoria9 egundo di:e#9 +ue e# Fre&e erA 5or#u!ada9 u#a teoria de toda a 5orça da nature:a +ue co#FinarA a !ei da gra&idade co# a 5í ica do #undo +uEntico. Ouando e!e a !oca!i:a9 interroga-a.nte de poder#o aprender o egredo do iniciado e co#eçar a co#preender ua crença e tran"a oFre a "i t1ria9 ' i#portante dei>ar c!ara a di tinção entre R igni5icadoR9 u ado e# re!ação a +ue tSe re5erente ao igni5icado da &ida9 e R igni5icadoR u ado pe!o cienti ta .^ por+ue aí tarde do traFa!"o. Recente#ente9 urgira# citaçSe de cienti ta i#portante e &ang!oriando de +ue a ci3ncia e tA pre te a de coFrir u#a e>p!icação V ou o igni5icado V para tudo na &ida e no uni&er o..

.P%R O(E a &idaT P%R O(E o uni&er oT V a i# co#o u#a +ue tão de di tinção 5i!o 15ica #uito e!e#entar9 não pode# er re pondida pe!o cienti ta ou9 para er #ai preci o9 pe!o cienti ta +ue age# co# Fa e e# ua capacidade co#o cienti ta ..e co# Ato#oW ou P%R O(E pode er to#ado da 5or#a +ue o rapa: +ueria +ue 5o e re pondido9 u#a +ue tão de tentar de &endar no a INTEN`a%. E ta#o perguntando oFre a intenção por trA de tudo i o.^ por+ue e tou in ati 5eita co# u#a coi a. % 5ato ' +ue todo te#o u# an eio arraigado e ta!&e: inerradicA&e! pe!a re po ta a e ta pergunta no ní&e! da INTEN`a%..ão per5eita#ente &A!ida 9 no entido de ere# re po ta gra#atica!#ente correta J pergunta9 #a +ue dei>a# u# tra&o de decepção na Foca do e tL#ago por+ue não re ponde# J pergunta +ue no 5undo +uere#o &er re pondida.. Ouando pergunta#o P%R O(E9 pode#o er interpretado de dua #aneira : ou co#o na pri#eira re po ta e&a i&a da garota9 co# o #e #o igni5icado de *%. % cienti ta +ue não apreende# e ta di tinção9 por #ai inte!igente +ue e<a#9 ão idiota 5i!o 15ico .].. . ]. 4e perguntar#o RPor +ue e ta#o a+uiTR9 pode#o er i!udido co# re po ta +ue V da #e #a 5or#a +ue a pri#eira re po ta da garota . i#9 a grande pergunta co# P%R O(E . E a i# e!e pre iona e# parar at' +ue con egue o +ue procura ]#ai ou #eno ^: ].%9 i to '9 dar a re po ta nece Aria a u# re!ato de u#a e+U3ncia de cau a e e5eito9 de Ato#o c"ocando..% e!e aconteceu no entido de cau a ee5eito9 de co#o o e!e#ento e condiçSe correto e reunira# e 5or#ara# #at'ria 9 e tre!a 9 p!aneta 9 #at'ria orgEnica e a i# por diante.^ por+ue não +uero #ai te &er. Da #e #a 5or#a9 +uando pergunta#o oFre o igni5icado da &ida e do uni&er o9 não e ta#o perguntando *%. 4e e co!"er#o <ogar 5uteFo!9 c"utar a Fo!a para o 5undo da rede igni5ica . %F&ia#ente pode#o e co!"er outorgar prop1 ito e igni5icado a parte de no a &ida.^ por+ue 5i+uei di traída e não perceFi a "ora.

)a ta eguir e# 5rente. 0 na &erdade9 +uando e trata de con iderar a grande +ue tSe de &ida e #orte9 toda a e+uaçSe da ci3ncia ão pouco #ai do +ue #eio co#p!icado e pro!i>o de di:er RNão aFe#o R. . E te !i&ro 5oi e crito na crença de +ue a!go &a!io o corre o ri co de er apagado por co#p!eto. % #e #o pode er dito do uni&er o. (# uni&er o ateu 1 pode er rep!eto de igni5icado9 #ara&i!"o o ou #i terio o e# u# entido ecundArio e decepcionante . . *o#o re u!tado9 ere#o #eno &i&o do +ue 'ra#o antiga#ente. i#9 +uando ou&i#o o cienti ta 5a!are# do uni&er o co#o Rrep!eto de igni5icadoR9 R#ara&i!"o oR ou R#i terio oR9 de&e#o ter e# #ente +ue e!e pode# e tar u ando e ta pa!a&ra co# certa do e de de one tidade inte!ectua!. . E a i# perde#o parte do en o de e tran"e:a +ue "A e# e tar &i&o. *on iderare#o a aFedoria antiga +ue e +uece#o e &ere#o +ue9 de ua per pecti&a9 #e #o a+ue!a coi a +ue a ci3ncia #oderna no encora<a a con iderar a &erdade #ai 1!ida e con5iA&e! não pa a# de u#a +ue tão de interpretação9 pouco #ai do +ue u# tru+ue de 1tica. E tou ugerindo +ue9 e o!"ar#o o 5unda#ento da condição "u#ana a partir de u# Engu!o di5erente9 pode#o <u!gar +ue a ci3ncia na rea!idade não aFe tanto +uanto a5ir#a aFer9 +ue e!a 5raca a ao e &o!tar ao +ue ' #ai pro5undo e #ai e!e&ado na e>peri3ncia "u#ana.u# go!. No pr1>i#o capítu!o co#eçare#o a no i#aginar na #ente do iniciado do #undo antigo e &ere#o o #undo a partir da per pecti&a de!e .no #e #o entido e# +ue u# i!u ioni ta ' con iderado R#AgicoR. Por +ue e ta#o a+uiT Oua! ' o igni5icado da &idaT E ta pergunta ão e trita#ente irre!e&ante 9 ' o +ue no di:e#.a no a &ida co#o u# todo9 do na ci#ento J #orte9 não pode ter igni5icado e# u#a #ente +ue e>i ta de ante#ão e !"e d3 igni5icado. Co<e o#o e ti#u!ado a dei>ar de !ado a grande +ue tSe de &ida e #orte.

2 Uma Br'+' Caminha a &'lo( Bo(3u'( Anti)o( Ima)inan o4no( na m'nt' o( anti)o( Mec"e o o!"o e i#agine u#a #e a9 u#a Foa #e a9 a #e a idea! e# +ue go taria de traFa!"ar.gora o!"e a #e a rea!. Oue ta#an"o teriaT De +ue #adeira eria 5eitaT *o#o a #adeira eria unidaT 4eria en&erni:ada9 encerada ou e taria cruaT Oue outra caracterí tica teriaT I#agine-a co# a #aior nitide: +ue puder.do conte8do de ua #ente ou do oF<eto +ue perceFe co# o entido T % +ue ' #ai rea!9 a #ente ou a #at'riaT % deFate originado por e ta pergunta i#p!e te# e tado no centro de toda a 5i!o o5ia. . Oue #e a &oc3 pode ter certe:a de con"ecer de &erdadeT Do +ue &oc3 pode ter certe:a . .

No #undo antigo9 o oF<eto do o!"o da #ente era# con iderado a rea!idade eterna da +uai pode#o ter certe:a9 ao contrArio da uper5ície tran it1ria e e>terna !A 5ora. 4e &oc3 o!"ar a i#age# de u#a Ar&ore no #uro de u# te#p!o antigo9 &erA +ue o arti ta não pareceu &er de 5ato co#o o ga!"o e tão unido ao tronco. % +ue de e<o ugerir agora ' +ue antiga#ente a pe oa acredita&a# nu# uni&er o de #ente-ante -da-#at'ria não por+ue pe ara# cuidado a#ente o argu#ento 5i!o 15ico do doi !ado e c"egara# a u#a conc!u ão ra:oA&e!9 #a por+ue e>peri#entara# o #undo de u#a 5or#a #ente-ante -da-#at'ria. % oF<eto não era# tão c!ara#ente de5inido e di5erenciado para e!e co#o ão para n1 . pe oa da 'poca tin"a# u# en o #enor do oF<eto 5í ico . Tende#o a to#ar o oF<eto 5í ico co#o a r'gua da rea!idade. P!atão9 ao contrArio9 c"a#a&a a id'ia de Ra coi a +ue rea!#ente ãoR. . . No te#po antigo 9 ningu'# rea!#ente o!"a&a u#a Ar&ore do #odo co#o 5a:e#o .Co<e9 a #aioria de n1 pre5ere a #at'ria e o oF<eto J #ente e J id'ia . En+uanto o no o pen a#ento ão pA!ido e t3nue e# co#paração co# no a i#pre Se en oriai 9 co# o "o#e# antigo acontecia o contrArio.

. En+uanto conte#p!o #eu enti#ento de 5raca o9 urge# outro i#pu! o V a no ta!gia pe!a 'poca e# +ue a coi a era# #e!"ore 9 ta!&e: +uando #in"a #ãe e eu 'ra#o u# . Di#en Se inteira <a:e# cinti!ante no !ado o#Frio at' do pen a#ento #ai oFtu o e co#u#. E!e ' a!go &i&o9 +ue não pode er identi5icado e# de5initi&o co# a !etra #orta da !inguage#. . *on idere u# pen a#ento aparente#ente co#u# e in igni5icante9 co#o RNão po o #e e +uecer de te!e5onar para #in"a #ãe e ta noiteR. cu!pa +ue eu into por não ter te!e5onado para #in"a #ãe ante 9 co#o agora ei pe!a p icanA!i e9 te# orige# nu# grupo co#p!e>o de enti#ento +ue re#onta# J in5Encia . Por'#9 e no prender#o a e ta &i ão e# &oga9 #e #o +ue Fre&e#ente9 de coFrire#o +ue e!a a5ronta a e>peri3ncia cotidiana. 4e então no concentrar#o #ai 9 pode 5icar e&idente +ue e ta a ociaçSe t3# raí:e e# !e#França +ue tra:e# enti#ento V e pode# at' tra:er eu pr1prio i#pu! o de &ontade. Tende#o a aco#pan"ar a #oda inte!ectua! do#inante9 +ue &3 o pen a#ento co#o nada #ai do +ue pa!a&ra V ta!&e: co# u#a Rpenu#FraR de outra coi a9 co#o enti#ento 9 i#agen e a i# por diante -9 #a e# +ue apena a pr1pria pa!a&ra t3# a!gu# igni5icado rea!. En+uanto in i ti#o e# tentar de5inir e te pen a#ento9 e!e erA di torcido de ta ou da+ue!a #aneira.de e<o9 rai&a9 enti#ento de perda e traição9 depend3ncia e de e<o de !iFerdade. 4e agora tentar#o e>a#inar ta! pen a#ento en+uanto ' tecido e# no o ca#po de con ci3ncia9 e tentar#o pro!ongA-!o a 5i# de !"e !ançar a!gu#a !u:9 ta!&e: po a#o &er +ue e!e tra: u# agrupa#ento #ai 5rou>o de a ociação de pa!a&ra 9 e#e!"ante ao +ue pode &ir J !u: nu# te te de a ociação de pa!a&ra da p icanA!i e.Co<e e# dia9 te#o a tend3ncia a pen ar de 5or#a #uito reducioni ta oFre no o pen a#ento . % pr1prio ato de o!"ar para e!e o #uda9 pro&oca reaçSe 9 J &e:e at' contradit1ria .e u# antigo padrão de co#porta#ento ' reani#ado. 0 por i o +ue 4c"open"auer9 outro proponente da 5i!o o5ia #í tica +ue aparece no corpo de te !i&ro9 di e +ue Ra i# +ue &oc3 tenta co!ocar u# pen a#ento e# pa!a&ra 9 e!e ce a de er &erdadeiroR. (# pen a#ento nunca ' i#1&e!.

Va#o 9 portanto9 i#aginar a n1 #e #o na #ente de a!gu'# de cerca de 2. *o#o e en ina na e co!a de . E!e trou>era# e ta percepçSe para o R#undo rea!R e #udara# o ru#o da "i t1ria9 não 1 in pirando oFra de arte de g3nio 9 #a e ti#u!ando a!gu#a da #aiore de coFerta cientí5ica da "u#anidade.i t'rio 9 teria &i&ido o #undo.=00 ano atrA 9 andando por u# Fo +ue para c"egar a u# !ugar agrado ou a u# te#p!o co#o o de NeQgrange9 na Ir!anda9 ou E!3u i 9 na 2r'cia.i t'rio 9 a "i t1ria do princípio do #undo e de doFra e# u#a 'rie de i#agen de te tipo.nte de con iderar e ta i#agen podero a e e&ocati&a 9 +uero agora o!icitar ao !eitor +ue co#ece a participar de u# e>ercício de i#aginação: procure i#aginar co#o a!gu'# do te#po antigo 9 u# candidato +ue e pera&a pe!a iniciação nu#a e co!a de . *o# certe:a ' u#a 5or#a co#p!eta#ente i!u 1ria9 do ponto de &i ta da ci3ncia #oderna9 de e>peri#entar o #undo9 #a J #edida +ue e ta "i t1ria progredir9 &ere#o e&id3ncia de +ue #uito do grande "o#en e #u!"ere da "i t1ria de!iFerada#ente cu!ti&ara# e te antigo e tado de con ci3ncia. . Vere#o +ue e!e acredita&a# +ue i o !"e per#itia &er co#o o #undo rea!#ente '9 co#o 5unciona9 u# <eito +ue de certa #aneira ' uperior ao #odo #oderno.% AFio do #undo antigo9 "o#en e #u!"ere 9 aFia# traFa!"ar co# e ta di#en Se e por #uito #i!3nio criara# e re5inara# i#agen +ue teria# e>ata#ente e ta 5unção. .

Oue# aFe teria e aFrigado nu#a ca&ernaT Ouando e a&entura&a nu#a ca&erna9 o "o#e# antigo tin"a a e tran"a en ação de e tar dentro de eu pr1prio crEnio9 i o!ado e# eu pr1prio e paço #enta!.e no #undo 5í ico e na con ci3ncia de!e. (#a Fri a contra eu ro to era o ge to de u# deu .at' a &i ão da poeira nu# raio de o!9 o o# do &oo de u#a aFe!"a ou a &i ão de u# parda! caindo V e ta&a pre&i to para acontecer.Para e ta pe oa9 o Fo +ue e tudo ne!e e ta&a &i&o. 4e e!e &i e u#a coru<a9 por e>e#p!o9 não era 1 u# í#Fo!o da deu a9 era a pr1pria . noite9 e!e e>peri#enta&a o c'u co#o a #ente do co #o. Tudo 5a!a&a co# e!e. 4e uFi e ao a!to de u#a co!ina9 e!e entia ua con ci3ncia correr para o "ori:onte e# toda a direçSe 9 para a #arge# do co #o . Parte de!a9 ta!&e: u# dedo de a!erta9 e tendia.e e!e e entia uno co# e!e. Co<e9 +ua!+uer u# de n1 pode e perguntar: R*o#o 5oi +ue ter#inei ne ta &ida9 +ue parece ter pouco ou nada a &er co#igoTR Ta! pen a#ento teria ido inconceFí&e! para a!gu'# no #undo antigo9 onde todo tin"a# con ci3ncia de eu !ugar no co #o. Tudo era u# ca tigo9 u#a reco#pen a9 u# a&i o ou u#a pre#onição. . Tudo o oF er&a&a. 0 i#portante entender co#o o ere "u#ano t3# a5inidade co# o #undo 5í ico de acordo co# o #ai antigo .e ta!&e: e!e anda e u# pouco #ai rApido. Tudo o +ue aconteceu co# e!e . Ouando ca#in"a&a por u#a tri!"a no Fo +ue9 e!e teria tido a 5orte en ação de eguir eu de tino. E pírito in&i í&ei u urra&a# no #o&i#ento da Ar&ore .tena. 4e o açoite de #a a de ar no c'u cria e re!E#pago 9 era u#a ec!o ão da &ontade c1 #ica . E!e acredita&a# de #aneira !itera! +ue .

e +ue a 5or#a co#p!e>a e i#'trica da p!anta era# cau ada pe!o padrSe +ue a e tre!a e o p!aneta a u#e# e# eu #o&i#ento pe!o c'u. . Pu!#ão e a&e ão dua e>pre Se do #e #o e pírito c1 #ico9 #a de #odo di5erente . . % #o&i#ento do p!aneta 9 por e>e#p!o9 e ta&a# in crito no corpo "u#ano9 na cur&a da co te!a e no !e#ni co . En+uanto u# corpo ce!e te to#a u# ca#in"o +ue parece e cur&ar oFre i #e #o para trA 9 co#o u# cadarço de apato9 a #e #a 5or#a ta#F'# ' &i ta no #o&i#ento e# e pira! de u#a 5o!"a +ue cai9 ou de u#a 5!or.i t'rio 9 era igni5icati&o +ue a di po ição do 1rgão interno do corpo "u#ano9 &i to a partir do c'u9 re5!eti e o i te#a o!ar. Para o #e tre da e co!a de . . Na &i ão do antigo 9 toda a Fio!ogia ' a troFio!ogia. Por .do ner&o centrípeto .não e>i te nada dentro de n1 e# a!go corre pondente na nature:a. p!anta Fu!Fo a 9 co#o o tuF'rcu!o 9 era# con iderada particu!ar#ente a5etada pe!a 7ua. ci3ncia cun"ou o ter#o RFiorrit#oR para de cre&er co#o a re!ação da Terra co# a 7ua e o 4o!9 #arcada pe!a e+U3ncia da e taçSe e do dia e eguindo J noite9 ' con5igurada Fio+uí#ica e pro5unda#ente na 5unção de cada er &i&o. % #undo &i í&e! ' a "u#anidade &irada do a&e o. % &er#e 9 por e>e#p!o9 t3# o 5or#ato do inte tino e proce a# a #at'ria da #e #a 5or#a +ue e te 1rgão. 4erA u#a coincid3ncia +ue a ci3ncia #oderna #o tre +ue o pin"eiro cont3# +uantidade inco#u#ente grande de c"u#Fo9 o #eta! +ue o antigo acredita&a# er ani#ado interior#ente pe!o p!aneta 4aturnoT Na antiga &i ão9 a 5or#a do corpo "u#ano era a5etada da #e #a #aneira pe!o padrSe +ue a e tre!a e o p!aneta 5or#a&a# no c'u.a 5or#a de cadarço .ai notada#ente9 ta!&e:9 acredita&a. Por e>e#p!o: e!e &ia# 4aturno 5or#ando a agu!"a do pin"eiro da coní5era . % pu!#Se 9 +ue no per#ite# o #o&i#ento !i&re no e paço co# a !iFerdade de u#a a&e9 t3# o #e #o 5or#ato da a&e . Co<e aFe#o #uito Fe# +ue o 4o! con5ere &ida e poder ao ere &i&o 9 arranca a p!anta da e#ente9 indu:indo-a a e de e#aran"ar para o a!to9 #a o antigo ta#F'# acredita&a# +ue a 5orça da 7ua9 por ua &e:9 tende# a ap!ainar e a!argar a p!anta .

. Por'#9 não preci a#o no prender a e te pre upo to por #uito te#po para &er +ue ne# e#pre e!e co#Fina# co# a e>peri3ncia. 4e de repente o ani#ai no Fo +ue e #o&ia# <unto de 5or#a &io!enta e entra e# e# pEnico9 tin"a# ido #o&ido por Pã. Ouando no o "o#e# nu#a ca#in"ada &ia u# Fando de pA aro &oando co#o e 5o e# u# 19 parecia-!"e +ue o Fando era uno9 #o&ido por u# 1 pen a#ento .e e!e acredita&a rea!#ente +ue era a i#.ta#F'# te# o #e #o n8#ero de dia .920 &e:e por dia9 e e te ' o n8#ero de ano de u# grande ano p!atLnico ]o n8#ero de ano +ue o 4o! !e&a para co#p!etar u# cic!o co#p!eto do :odíaco^. E te en o de inter-re!ação não ' 1 u#a +ue tão de inter-re!ação corpora!.a a!'# de te rit#o #ai 1F&io 9 o antigo recon"ecia# outro rit#o 9 de #aior co#p!e>idade #ate#Atica9 +ue en&o!&e# a regiSe e>teriore do co #o e penetra# na &ida "u#ana. 4e 5or#o incero 9 de&e#o ad#itir +ue9 in&aria&e!#ente9 não con truí#o no o pen a#ento . Co<e tende#o a no crer en"ore de no o pen a#ento ..B2 ano . E!e aFia +ue9 +uando c"ega e J e co!a de . Na &erdade9 e!e e entia #ai pr1>i#o da pe oa +uando co#parti!"a&a eu pen a#ento do +ue +uando e encontra&a pr1>i#o apena 5i ica#ente.i t'rio e eu #e tre e piritua! apre enta e no&o pen a#ento urpreendente a e!e e eu co!ega di cípu!o 9 todo &i&eria# o #e #o pen a#ento 9 co#o e o #e tre e ti&e e erguendo oF<eto 5í ico para +ue todo &i e#. Ouere#o ter o #'rito por ua orige# e pre5eri#o pen ar +ue no o e paço #enta! pri&ado ' in&io!A&e!9 +ue nen"u#a outra con ci3ncia pode in&adi-!o..R e RPerceFi +ue. Para todo n1 9 o pen a#ento cotidiano ta#F'# no ocorre# natura!#ente.. Ta#F'# e e tende J con ci3ncia. No o "o#e# aFia +ue era e>ata#ente i to +ue e ta&a acontecendo9 por+ue e!e e>peri#enta&a #uita &e:e o e pírito uperiore pen ando por inter#'dio de!e e de outra pe oa ao #e #o te#po.e>e#p!o: no padrSe de ono. &ida "u#ana #'dia ou Ridea!R . 4e &oc3 ti&er orte9 pode acontecer de &e: e# . % er "u#ano re pira e# #'dia 2=.R. E# !inguage# co#u#9 di:e#o R%correu#e +ue. Não e trata apena de g3nio co#o NeQton9 Hep!er9 7eonardo da Vinci9 0di on e Te !a 5a!ando da in piração +ue !"e &eio co#o e 5o e e# u# on"o9 e J &e:e !itera!#ente nu# on"o. . .

e por inter#'dio da pe oa . Ve#o o #e #o proce o no ca o de arti ta +ue9 por u# período deter#inado da &ida9 torna#. . rea!idade da e>peri3ncia cotidiana ' +ue o pen a#ento ão rotineira#ente introdu:ido 9 a partir de outro !ugar9 no +ue pre5eri#o con iderar co#o no o e paço #enta! pri&ado.#a a &erdade nua e crua ' +ue o c"i te pro&a&e!#ente a!tou de ua Foca ante +ue &oc3 ti&e e te#po de e!aForA-!o de #odo con ciente.at' +ue o e pírito o dei>ou. Ningu'# podia e opor a e!e 9 +ue oFtin"a# uce o e# tudo o +ue 5a:ia# . . Por e>e#p!o: . E#Fora "o<e pre5ira#o pen ar +ue cada u# de n1 te# u# centro indi&idua! de con ci3ncia !oca!i:ado dentro da caFeça9 no #undo antigo cada pe oa &ia a i #e #a co# b&Ario centro di5erente de con ci3ncia co# orige# 5ora da caFeça. E então9 de repente9 tudo co#eçou a dar errado.e &eícu!o para a e>pre ão de u# deu ou e pírito. % antigo entendia# +ue e te Routro !ugarR era o !ugar de outro a!gu'#9 endo e te a!gu'# u# deu 9 u# an<o ou u# e pírito. 4e "o<e pen a#o natura!#ente e# pe oa pen ando9 no te#po antigo pen a&a#.a +uando o e pírito parte9 u# arti ta <a#ai &o!ta a criar co# a #e #a genia!idade.a u# indi&íduo ne# e#pre ' incitado pe!o #e #o deu 9 an<o ou e pírito.c Vi#o ante +ue e acredita&a +ue o deu e 9 an<o e e pírito era# e#anaçSe da grande #ente c1 #ica .+uando +ue u# c"i te per5eita#ente e!aForado !"e ocorra e pro&o+ue garga!"ada e# eu co#pan"eiro . Então9 ' c!aro +ue &oc3 5ica 5e!i: por e a+uecer na g!1ria . Parece# Rencontrar ua &o:R e criar u#a oFra-pri#a atrA de outra co# a #ão 5ir#e9 J &e:e tran 5or#ando a con ci3ncia de toda u#a geração9 #udando at' o ru#o de u#a cu!tura na "i t1ria. *o#o &ere#o adiante9 o deu e 9 an<o e e pírito pode# pro&ocar grande #udança no de tino de u#a nação. . % +ue e tou !"e pedindo para con iderar agora ' +ue e te grande 4ere -Pen a#ento e>pre a&a#. % 5oco de ta #udança e# gera! erA u# indi&íduo.e pen a#ento per oni5icado .!e>andre o 2rande e Napo!eão 5ora# &eícu!o de u# grande e pírito9 e por a!gu# te#po con+ui tara# tudo o +ue "a&ia pe!a 5rente de 5or#a e>traordinAria. .% 4er-Pen a#ento9 e# outra pa!a&ra .

No #eio da !u:9 e!e &ia o pr1prio an<o ou deu . Por outro !ado9 e !er#o a !iturgia re#ane cente do antigo Egito9 principa!#ente % !i&ro da aFertura da Foca9 ou con iderar a crLnica guardada no te#p!o da Virgen Ve tai e# Ro#a9 +ue regi tra# a Repi5ania R co#un 9 ou apareci#ento do deu e 9 5ica #uito c!aro +ue na+ue!a 'poca e e pera&a a pre ença do deu e no c!í#a> de ceri#Lnia re!igio a . Ne ta oca iSe 9 e!e teria acreditado +ue rea!#ente e ta&a perceFendo u# er do reino e piritua!. No #undo antigo9 a e>peri3ncia de encontro co# e pírito era tão 5orte +ue não !"e teria ocorrido negar a e>i t3ncia do #undo e piritua!. Co<e parece +ue procura#o e# parar por u#a aut3ntica e>peri3ncia e piritua!9 por'# e ta#o eguro de ter#o tido u#a e>peri3ncia +ue genuina#ente 5aça <u ao no#e. % "o#e# +ue e ta#o eguindo e pera&a +ue o 4er-Pen a#ento +ue &iu 5o e &i í&e! ta#F'# para o outro V o +ue "o<e c"a#aría#o de a!ucinação co!eti&a. .R Co<e9 #uito cri tão acredita# +ue Deu e tA pre ente no angue e no &in"o no c!í#a> da #i a9 e#Fora de u#a 5or#a inde5iní&e! +ue 'cu!o de deFate teo!1gico <a#ai con eguira# re o!&er. Ouando u# pen a#ento &in"a ao "o#e# +ue ca#in"a&a pe!o Fo +ue9 e!e entia ter ido tocado pe!a a a de u# an<o ou pe!o #anto de u# deu . Na rea!idade9 teria ido .e de u#a #aneira #uito #ai i#ponente do +ue no er&iço re!igio o cri tão de "o<e. Para a pe oa do #undo antigo9 a pre ença do deu e in pira&a a o#Fro. Não aFe#o co#o encontrar u# e pírito incorp1reo. Co<e &i&e#o #o#ento de i!u#inação co#o e&ento interiore 9 en+uanto para o antigo e te !"e era# i#po to de 5ora.a u#a &e: no interior do recinto agrado9 e!e podia perceFer não 1 a a a e a onda rodopiante de !u: e energia +ue co#pun"a# o #anto.Da #e #a 5or#a9 e u# e pírito e entre!aça e# u# indi&íduo para criar u#a oFra de arte9 o #e #o grande e pírito pode e tar outra &e: pre ente9 e#pre +ue a oFra de arte ' conte#p!ada por terceiro . E!e entia u#a pre ença9 #e #o +ue ne# e#pre pude e perceF3-!a de #odo direto e deta!"ado. Não aFe#o +ue# e!e ão. Não aFe#o co#o ter u#a e>peri3ncia de a . (# conte#porEneo de )ac" di e: ROuando )ac" toca 1rgão9 at' Deu &e# J #i a.

+ua e tão di5íci! para a pe oa do #undo antigo negar a e>i t3ncia do e pírito co#o eria para n1 decidir não acreditar na #e a e no !i&ro diante de n1 . Na "i t1ria de te !i&ro9 deu e e e pírito contro!a# o #undo #ateria! e e>erce# poder oFre e!e.a!go +ue a ci3ncia #oderna 1 Rde coFriuR e# 199=9 +uando a trLno#o 5rance e 9 u ando radiote!e c1pio potente 9 detectara# a anã &er#e!"a9 uF e+Uente#ente Fati:ada de 4iriu *. .i t'rio . Z &e:e 9 co#unidade inteira ão po uída por u#a con&u! ão de e!&ageria e>ua! incontro!A&e!. Igre<a en ina +ue a crença ' ad#irA&e! por+ue ' di5íci!. Co<e e# dia9 a 5a!ta de e>peri3ncia di5icu!ta a crença e# e pírito de encarnado . Vere#o ta#F'# +ue J &e:e ere de encarnado tran pSe# o !i#ite e pontanea#ente. 4e9 co#o o antigo 9 &oc3 acredita e# u# uni&er o de #ente-ante -da #at'ria9 e acredita +ue a id'ia ão #ai reai do +ue o oF<eto 9 ' #uito #ai 5Aci! aceitar a a!ucinaçSe co!eti&a do +ue e &oc3 acredita e nu# uni&er o de #at'ria-ante -da-#ente V e ne te ca o ' +ua e i#po í&e! e>p!icA-!a . . RoFert Te#p!e9 cu<a ocupaçSe atuai inc!ue# a de pro5e or &i itante de ci3ncia "u#ana 9 "i t1ria e 5i!o o5ia da ci3ncia da (ni&er idade de 7oui &i!!e9 no E(. E te en ina#ento eria aF urdo para o po&o do #undo antigo. +ue tão ' +ue o egípcio antigo não era# ignorante ne# pueri 9 e#Fora po a#o 5icar tentado a con iderA-!o de ta 5or#a.o +ue parece9 +uanto #ai ua crença 5or de proporciona! e# re!ação J e&id3ncia 9 #e!"or. 0 por i o +ue !idar co# o e pírito e#pre 5oi con iderado #uito perigo o.9 e a de pro5e or &i itante de "i t1ria e 5i!o o5ia da ci3ncia na (ni&er idade T ing"ua9 e# Pe+ui#9 de#on trou +ue cu!tura antiga 9 co#o a c"ine a e a egípcia9 tin"a# u#a co#preen ão do uni&er o de certa 5or#a #ai adiantada do +ue a no a. No #undo antigo9 a co#un"ão contro!ada co# o deu e e e pírito era prerrogati&a da e co!a de . . Por e>e#p!o: e!e #o trou +ue o egípcio 9 !onge de ere# pri#iti&o ou retr1grado ne ta +ue tSe 9 aFia# +ue 4iriu ' u# i te#a de tr3 e tre!a . .

e ta#F'# o &ariado padrSe de in5!u3ncia +ue con5eria# direção e 5or#a J "i t1ria. %utro deu e irradia&a# ua in5!u3ncia por #eio de outro p!aneta e con te!açSe . ci3ncia #oderna e tA apena co#eçando a entender o pape! do rin na e>ua!idade.e o pape! do rin no ar#a:ena#ento da te to terona. Z #edida +ue a po içSe do corpo ce!e te #uda&a#9 a!tera&a#. Depoi 9 na d'cada de 19D09 a gigante 5ar#ac3utica uíça Pe!eda co#eçou a rea!i:ar te te +ue #o trara# +ue o #o&i#ento do p!aneta pro&oca# a!teraçSe +uí#ica na o!uçSe de ai de #eta!9 drA tica o Fa tante para +ue e<a# &i ta a o!"o nu9 #e #o +uando e ta in5!u3ncia ão uti de#ai para ere# #edida por +ua!+uer procedi#ento cientí5ico de en&o!&ido at' o pre ente #o#ento.erc8rio9 e entia o e pírito de .arte 5urio o dentro de i9 no rio 5ero: de 5erro 5undido +ue era eu angue. % co#entArio de RoFert Te#p!e oFre te>to 5unda#entai de . E!e entia +ue eu #e#Fro e #o&i#enta&a# co#o o 5!u>o de .ri t1te!e 9 E traFão e outro #o tra +ue e!e &ia# o 4o! co#o u#a e p'cie de !ente atra&' da +ua! a in5!u3ncia e piritua! de u# deu irradia&a do reino e piritua! para o reino terreno. E o +ue ' ainda #ai e>traordinArio9 e ta a!teraçSe drA tica . .(#a da crença e t8pida +ue co tu#a#o atriFuir ao antigo ' a de +ue e!e &enera&a# o 4o!9 co#o e acredita e# +ue o oF<eto 5í ico era u# er enciente. % e tado de eu rin era a5etado pe!o #o&i#ento de V3nu . Vo!tando ao "o#e# +ue ca#in"a pe!o Fo +ue antigo9 &e#o agora +ue9 para e!e9 o e pírito por trA do 4o!9 da 7ua e de outro corpo ce!e te opera&a# e# di5erente parte de ua #ente e de eu corpo. No início do 'cu!o YY9 de coFriu.

No capítu!o eguinte9 cru:are#o o !i#iar da e co!a de .i t'rio en ina&a# +ue9 a i# co#o u#a con ci3ncia na caFeça9 cada u# de n1 te#9 por e>e#p!o9 u#a con ci3ncia no coração9 e#anada do 4o!9 +ue entra e# no o e paço #enta! por #eio do coração. . . ci3ncia #oderna pode e tar pre te a con5ir#ar o +ue o antigo con"ecia# #uito Fe#. . e trutura pro5unda de no a &ida ' de crita pe!o #o&i#ento do corpo ce!e te . Ne te capítu!o <A co#eça#o a u ar a!gun e>ercício de i#aginação e#pregado no en ina#ento e ot'rico. % 5unciona#ento con<unto de te di5erente centro de con ci3ncia no torna &ariada#ente a#oro o 9 irritadiço 9 #e!anc1!ico 9 in+uieto 9 cora<o o 9 en i#e #ado e a i# por diante9 5or#ando e ta coi a 8nica +ue ' a e>peri3ncia "u#ana. . . E de 5ato &erdade di:er +ue V3nu ' o p!aneta do de e<o. i#9 o ai de coFre contido no rin ão a5etado por V3nu 9 endo o coFre o #eta! tradiciona!#ente a ociado a V3nu . e co!a de . Da #e #a 5or#a9 u# tipo de con ci3ncia do rin no ' irradiada de V3nu 9 e pa!"ando.e e# no a #ente e e# no o corpo atra&' do porta! de no o rin .i t'rio e co#eçare#o a eguir a "i t1ria antiga do co #o.aparece# +uando u#a o!ução de a! de #eta! ' e>a#inada e# re!ação ao #o&i#ento do p!aneta co# o +ua! tradiciona!#ente 5oi a ociada. TraFa!"ando por inter#'dio de no o di5erente centro de con ci3ncia9 o deu e do p!aneta e con te!açSe no prepara# para a grande e>peri3ncia 9 o grande te te +ue o co #o +uer +ue en5rente#o . %u9 dito de outra 5or#a9 o coração ' o porta! pe!o +ua! o deu 4o! entra e# no a &ida. 4ou #o&ido a de e<ar por V3nu e9 +uando 4aturno retorna9 ou peno a#ente te tado.

. 4eu en ina#ento ecreto e tão codi5icado no te>to agrado da grande re!igiSe do #undo.ãe9 co#o J &e:e era c"a#ada9 irA e #eta#or5o ear no cur o da "i t1ria e a u#irA #uita 5or#a e #uito no#e di5erente 9 #a no princípio Ra Terra era e# 5or#a e &a:iaR.e ao pri#eiro grande re&er o da 5ortuna da "i t1ria: R. No início9 nada precipita&a do &Acuo a não er u#a #at'ria #ai 5ina e uti! do +ue a !u:9 depoi u# gA e>cepciona!#ente t3nue. Por outro !ado9 "ou&e u#a unani#idade e>traordinAria entre o acerdote iniciado do #undo antigo. narrati&a da )íF!ia continua9 re5erindo. . e curidão e ta&a oFre a 5ace da Terra. E &ere#o ta#F'# +ue e ta "i t1ria ecreta 5a: coro co# o en ina#ento ecreto de outra re!igiSe . E te gA ou n'&oa 5oi a #ãe de tudo +ue &i&e e porta&a tudo o +ue era nece Ario para a criação da &ida.R De acordo co# o e tudio o +ue traFa!"ara# co# a tradição e ot'rica9 e te ' o #odo de a )íF!ia di:er +ue a Deu a . *i3ncia e a Re!igião +ue no início o co #o pa ou de u# e tado de nada para a e>i t3ncia da #at'ria. 4e u# o!"o "u#ano ti&e e &i to a autora da "i t1ria9 teria &i to u#a &a ta n'&oa c1 #ica. Na pa!a&ra +ue e egue#9 &ere#o +ue u#a "i t1ria ecreta da criação e tA codi5icada no 23ne i 9 +ue a!gu#a 5ra e #uito 5a#i!iare pode# er e>p!icada e re&e!ar no&o #undo e>traordinArio de pen a#ento9 &i ta podero a da i#aginação. Deu a . .5 O Jar im o 0 'n O c6 i)o o -7n'(i( * Entra o S'nhor a( Tr'+a( * O &o+o a( 8lor'( . .a a ci3ncia te# #uito pouco a di:er oFre e ta tran ição #i terio a9 ' tudo #uito e pecu!ati&o.ãe 5oi atacada por u# &ento eco +ue +ua e e>tinguiu por co#p!eto o potencia! para a &ida. % cienti ta at' e di&ide# +uando e trata de e taFe!ecer e a #at'ria 5oi criada toda ao #e #o te#po ou e continua a er criada.

. 4ua a&1 e ta&a de #anga arregaçada Frigando na rua9 na 5rente da ca a9 entre o terraço &itoriano da &e!"a Ea t End. 0 i#portante dei>ar +ue e ta i#agen opere# e# no a i#aginação da #e #a #aneira +ue o acerdote iniciado pretendia# +ue opera e# na i#aginação do candidato J iniciação.co#o u#a 'rie de i#agen da i#aginação.a ua !e#França #ai nítida9 a+ue!a +ue e!e #e #o con idera&a a #ai e#ocionante9 ta#F'# 5oi a pri#eira +ue te&e.itc"e!! de u# #anicL#io <udiciArio e depoi 9 egundo a "i t1ria 9 5icou #eio #a!uco. i# teria parecido ao o!"o "u#ano9 #a o o!"o da i#aginação pode &er ne ta grande nu&e# de neF!ina e na te#pe tade terrí&e! +ue a atacou o encoFri#ento de doi 5anta #a gigante co . Cou&e u#a te#pe tade &io!enta9 co#o u# 5enL#eno raro e e petacu!ar oF er&ado pe!o a trLno#o .nte de tentar#o co#preender e ta "i t1ria antiga do co #o ou entender por +ue tanta pe oa inte!igente acreditara# ne!a9 ' i#portante tentar aF or&3-!a co#o eria apre entada no te#po antigo .a #orte de u#a e tre!a #aciça9 ta!&e: -9 e>ceto pe!o 5ato de +ue a+ui9 Rno princípioR9 teria ido e# u#a e ca!a co#p!eta#ente e #agadora9 +ue enc"eu todo o uni&er o. CA a!gun ano 9 &i-#e entaFu!ando u#a con&er a co# u#a da !endAria 5igura do uF#undo de 7ondre 9 u# "o#e# +ue a<udara a !iFertar u# cri#ino o c"a#ado MranI Ro !en"ador !oucoR . Ta#F'# e !e#Fra&a de eu Fraço i#en o 9 graça ao traFa!"o de !a&adeira +ue a<udara a a!i#entA-!o9 go!peando repetida &e:e a outra #u!"er9 #e #o +uando e!a e pro tra&a no c"ão9 incapa: de e de5ender. . E!e #atou o !en"ador !ouco na tra eira de u#a &an co# u# ri5!e de cano errado9 depoi e Fan"ou e# eu angue9 rindo. E!e e !e#Fra&a da !u: de !a#piSe a gA no para!e!epípedo #o!"ado e a a!i&a &oando9 e co#o ua a&1 parecia gigante ca9 pe ada e co# u#a 5orça oFrenatura!.No&a#ente9 ao o!"o "u#ano teria parecido +ue a n'&oa de!icada#ente entretecida +ue e#anara# da #ente de Deu de repente 5ora# urpreendida por u#a egunda e#anação. . E!e e !e#Fra&a de u#a Friga +ue de&e ter &i to +uando tin"a doi ou tr3 ano de idade. .

Precipitandoe oFre a .ãe e#pre eria !e#Frada co#o u#a 5igura a#oro a9 re&igorante9 a+ue!a +ue a!i#enta9 recon5ortante#ente ro!iça e de apar3ncia ua&e9 #a ta#F'# tin"a u# a pecto apa&orante. 0 por i o +ue 4aturno ' o deu da de truição. Z &e:e ' retratado co#o o Pai Te#po e J &e:e co#o a pr1pria . E# outra pa!a&ra 9 graça a 4aturno9 "A u#a !ei de identidade no uni&er o egundo a +ua! u#a coi a e>i te e não ' ne# nada #ai ne# a!go #ai . 4aturno de&ora eu pr1prio 5i!"o . . Poi 9 e a pri#eira e#anação da #ente de Deu eria #eta#or5o eada na deu a da Terra9 a egunda e#anação e tornaria o deu de 4aturno. 4aturno de#arcaria o !i#ite do i te#a o!ar.De&e#o tentar i#aginar a!go e#e!"ante en+uanto conte#p!a#o a dua 5orça titEnica tra&ando co#Fate no início do te#po . 2raça a 4aturno9 u# oF<eto ocupa u# deter#inado !ugar no e paço e# certo te#po e nen"u# outro oF<eto pode ocupar e te e paço9 ta#pouco e te oF<eto pode e tar e# #ai de u# !ugar ao #e #o te#po. 2raça J in5!u3ncia de 4aturno9 tudo o +ue &i&e cont'# a e#ente de eu pr1prio 5i#9 e ' graça a 4aturno +ue a+ui!o +ue no a!i#enta ta#F'# no de tr1i. #orte e tA e# tudo no co #o V tecida no c'u a:u! e Fri!"ante9 nu#a 5o!"a de gra#a9 na pu! ação da 5ontane!a de u# FeF39 na . % +ue a inter&enção de 4aturno introdu:iu na criação 5oi o potencia! para +ue oF<eto indi&iduai e>i ti e# e9 portanto9 a tran ição da ine>i t3ncia da 5or#a para a 5or#a. *o#prido9 o udo9 a pe!e era Franca e e ca#o a9 e tin"a o!"o &er#e!"o e cinti!ante . 4e u#a entidade indi&idua! pode e>i tir ao !ongo do te#po9 então9 por in5er3ncia9 e!a ta#F'# pode dei>ar de e>i tir. Deu a . Na &erdade9 5oi o princípio da !i#itação.ãe Terra9 o 4en"or da Tre&a porta&a u#a 5oice #orta! . 0ra Fe!ico a +uando preci a&a er. .orte. Entre o po&o da antiga Mrígia9 por e>e#p!o9 e!a era !e#Frada co#o *iFe!e9 u#a deu a i#piedo a +ue condu:ia u#a carruage# pu>ada por !eSe e e>igia +ue eu de&oto e entrega e# a u# de!írio tão de &airado e e!&age# +ue acaFaria# por e ca trar. 4eu oponente9 e i o 5o e po í&e!9 era #ai co#Fati&o. Na #ito!ogia egípcia9 4aturno era Pta"9 +ue #o!da a Terra nu#a roda de o!eiro9 e e# #uita #ito!ogia o títu!o de 4aturno ' Re> .re&e!ando ua identidade a +ua!+uer u# +ue <A não a ti&e e adi&in"ado.undo9 ou Príncipe de te #undoR9 de&ido a eu contro!e oFre no a &ida #ateria!.undi9 o Rei do .

!u: e#purra&a de &o!ta a e curidão +ue tin"a ido incuFada oFre a Agua . 2raça a 4aturno9 no a &ida ' di5íci!. No&a#ente9 o 23ne i no di: co#o i to aconteceu: RE di e Deu 9 Maça.ente da +ua! e#anou9 aparece apena e# u#a 5ra e curta9 #a 9 co#o <A ugeri#o 9 a )íF!ia não !ida co# u#a e ca!a de te#po +ue recon"ecería#o "o<e. . % co #o teria per#anecido u# peneirar in5indA&e! de #at'ria #orta por toda a eternidade. E podia ter ido pior. No cur o de ta "i t1ria9 &ere#o +ue 4aturno retornou e# di5erente 'poca e oF di5erente di 5arce para concreti:ar eu oF<eti&o de #u#i5icar a "u#anidade e e>tor+uir-!"e a &ida. /A co#eça#o a interpretar o 23ne i no ter#o da deu a Terra e de 4aturno.a ante +ue po a#o continuar a decodi5icar a "i t1ria FíF!ica da criação9 de&e#o !idar co# u#a +ue tão e pin"o a. *o#o e ta &it1ria 5oi a!cançadaT 0 c!aro +ue "A doi re!ato da criação na )íF!ia. Oue# +uer +ue ten"a ido criado e# u#a da grande re!igiSe #onoteí ta natura!#ente entirA a!gu#a re i t3ncia a i o. 4ua tirania por 5i# 5oi uF&ertida e 4aturno9 e não inteira#ente derrotado9 5oi co!ocado e# >e+ue e con5inado J ua pr1pria e 5era.e a !u:9 e 5e:. % potencia! para a &ida no co #o teria ido e>tinto #e #o ante do na ci#ento. No 5ina! de ta "i t1ria9 ta#F'# &ere#o +ue ' e perada9 para Fre&e9 ua inter&enção #ai deci i&a9 u# e&ento "A #uito pre&i to pe!a ociedade ecreta . No 23ne i 9 a tentati&a do .R .a! de anu!ar o p!ano de Deu no na cedouro9 e te pri#eiro ato de reFe!dia de u# 4er-Pen a#ento contra a . 2raça a 4aturno9 toda e pada te# doi gu#e e toda grina!da ' u#a coroa de e pin"o .!u: no o!"o da pe oa a#ada. Não eria e ta crença po!iteí ta no deu e de e tre!a e . 4e J &e:e enti#o +ue ' di5íci! de#ai uportar no a &ida9 e no #agoa#o e grita#o para a e tre!a e# de e pero9 ' por+ue 4aturno no pre iona at' no o !i#ite .ãe Terra9 ua tentati&a a a ina de e>tor+uir do co #o todo potencia! para a &ida9 continuou por período i#en urA&ei para a #ente "u#ana.e a !u:. . tirania de 4aturno oFre a . % egundo9 no início do E&ange!"o de 4ão /oão9 '9 e# certo a pecto 9 #ai co#p!eto e pode no a<udar a decodi5icar o 23ne i .

Toda a igre<a cri tã ão a!in"ada a trono#ica#ente9 e# gera! para o !e te9 no dia do anto a +ue a igre<a ' dedicada. No cri tiani #o i#pAtico J ci3ncia9 Deu tornou.p!aneta caracterí tica de re!igiSe #ai pri#iti&a 9 co#o a+ue!a do antigo egípcio 9 grego ou ro#ano T *on&enciona!#ente9 o de #enta!idade cri tã pode# de e<ar interro#per a !eitura agora. igre<a cri tã 9 da catedrai de *"artre e 4ão Pedro9 e# Ro#a9 J pe+uena igre<a paro+uiai de todo o #undo9 5ora# con truída e# !ocai de antigo poço e ca&erna agrado 9 te#p!o e e co!a de . E# HarnaI9 no Egito9 ao a#an"ecer do o! tício de in&erno9 u# 5ino raio de o! adentraria o portai do te#p!o e percorreria =00 #etro pe!o pAtio 9 corredore e pa agen at' penetrar na e curidão do 4agrado do 4agrado . . . crença do pri#eiro cri tão re5!etia# i o. grande catedrai 9 de Notre-Da#e9 e# Pari 9 J 4agrada Ma#í!ia9 e# )arce!ona9 ão coFerta de í#Fo!o a tronL#ico e a tro!1gico . Para e!e 9 a e piritua!idade igni5ica&a dia!ogar co# e pírito de &erdade. Igre<a de "o<e prega u# #onoteí #o e>tre#o e radica!.e u#a i#an3ncia indi5erenciada e i#perceptí&e! no uni&er o9 e e piritua!#ente não pa a de u#a en ação &aga e indi tinta de unidade co# e ta i#an3ncia. . . ci3ncia da a troar+ueo!ogia de#on trou +ue e te portai era# a!in"ado co# 5enL#eno a tronL#ico 9 +ue pretendia# a5uni!ar o in5!u>o do #undo e pirituai e# #o#ento propício . E# toda a "i t1ria9 !ocai co#o e te 5ora# con iderado portai para o e pírito 9 5i ura no tecido nor#a! do contínuo e paço-te#po.a o cri tiani #o te# ua origen e# re!igiSe po!iteí ta e a tronL#ica #ai antiga da região e# +ue urgiu. % c!ero #oderno e# gera! e apre a e# condenar a a tro!ogia9 #a ningu'# pode negar9 por e>e#p!o9 +ue todo o grande 5e ti&ai cri tão t3# orige# na a trono#ia V endo a PA coa o pri#eiro do#ingo depoi da 7ua c"eia +ue cai . 4aFer at' +ue ponto per i tiu e ta tradição pode urpreender a!gun cri tão .i t'rio . I to ta!&e: e de&a e# parte J predo#inEncia de u#a ci3ncia +ue dei>a pouco e paço para Deu . . .

.no e+uin1cio da pri#a&era ou e egue a e!e9 ou +ue o Nata! cai no pri#eiro dia depoi do o! tício de in&erno9 +uando o na cer do o! co#eça &i i&e!#ente a eguir a direção contrAria ao !ongo "ori:onte.

' +ue di5erente orden de an<o de&e# er identi5icada co# o deu e da e tre!a e do p!aneta . . Toda a re!igiSe acredita# +ue a #ente &eio ante da #at'ria. )íF!ia e re5ere a #uito ere e pirituai de encarnado 9 inc!u i&e a deu e de triFo ri&ai 9 an<o 9 arcan<o 9 a i# co#o de#Lnio 9 diaFo 9 4atã e 78ci5er. .o +ue 5icou re er&ado para o en ina#ento e ot'rico .+uino e i#aginada &i&ida#ente na arte e na !iteratura por Dante e outro . (#a "ierar+uia de an<o 9 arcan<o e a i# por diante e#pre co#pL a doutrina da Igre<a9 a!udida por 4ão Pau!o9 e!ucidada por eu di cípu!o 4ão Dioní io9 codi5icada por 4ão To#A de ..t' u#a rApida o!"ada no te>to FíF!ico re&e!a +ue a interpretação radica!#ente #onoteí ta da e critura e tA de co#pa ada co# o +ue acredita&a# o autore de te te>to . E# gera!9 e ta doutrina ão o#itida e de con iderada pe!o cri tiani #o #oderno9 #a o +ue o !ídere da Igre<a e ti&era# decidido a upri#ir . Toda entende# +ue a criação ocorreu por u#a 'rie de e#anaçSe 9 e e ta 'rie ' uni&er a!#ente &i ua!i:ada co#o u#a "ierar+uia de ere e pirituai 9 e<a# deu e ou an<o .

e u peitar +ue i to ' u#a interpo!ação de u#a cu!tura e trangeira.n<o. Pode.poca!ip e.E#Fora não ten"a e in5i!trado na congregação #aior9 a erudição FíF!ica #oderna recon"ece +ue a )íF!ia cont'# #uita pa agen +ue de&e# er entendida co#o re5er3ncia a deidade a tronL#ica . pa age# de&e er interpretada co#o RNo princípio o deu e criara# o c'u e a TerraR. pro&a de ua identidade a tronL#ica e tA na i#ag'tica a ociada a e!e : )oi d TouroW 7eão d 7eãoW Kguia d E corpiãoW e . Popu!ar na iconogra5ia "eFraica e cri tã9 proe#inente na arte e na ar+uitetura acra e# toda parte9 e!e ão i#Fo!i:ado pe!o )oi9 o 7eão9 a Kguia e o . No en ina#ento e ot'rico 9 e te +uatro +ueruFin ão o grande ere e pirituai por trA de +uatro da 12 con te!açSe +ue co#pSe# o :odíaco. Por e>e#p!o9 o 4a!#o YIY di:: R.+uArio.í ar#ou Deu para o 4o! u#a tenda9 e e te9 +ua! e po o +ue ai de eu tA!a#o9 e>u!ta co#o u# gigante a percorrer eu ca#in"o. . 4ai de u# e>tre#o do c'u9 e no outro ter#ina o eu cur o.a para +ue ten"a#o o e>e#p!o #ai i#portante e re&e!ador de po!iteí #o no cri tiani #o9 de&e#o &o!tar J "i t1ria da criação contada no 23ne i e no E&ange!"o de 4ão /oão. E te padrão +uAdrup!o de i#Fo!i #o re5erente J con te!açSe ' reprodu:ido e# toda a grande re!igiSe do #undo. (#a pa age# co#o e ta pode er re<eitada por er incidenta! e# re!ação ao principa! corpo teo!1gico da )íF!ia.R % e tudo de ta pa age#9 a ociado a te>to co#parati&o de cu!tura geogra5ica#ente &i:in"a 9 re&e!a +ue e!a de cre&e o ca a#ento do 4o! co# V3nu . . . .a a rea!idade ' +ue depoi de retirada a ca#ada de traduçSe e+ui&ocada e outro tipo de con5u ão9 a pa agen #ai i#portante da )íF!ia pode# er &i ta co#o de criçSe de deidade de e tre!a e p!aneta . 23ne i 1:1 e# gera! ' tradu:ido co#o RNo princípio9 Deu criou o c'u e a TerraR9 #a na rea!idade +ua!+uer erudito da )íF!ia ad#itirA9 #e #o +ue apena +uando pre ionado9 +ue a pa!a&ra RE!o"i#R9 a+ui tradu:ida co#o RDeu R9 ' p!ura!. I to ' u#a ano#a!ia #uito perturFadora9 para a +ua! o c!'rigo 5ora da tradição e ot'rica tende# a 5a:er &i ta gro a9 #a no interior .n<o d . % +uatro +ueruFin e tão entre o í#Fo!o #ai podero o da )íF!ia9 aparecendo e# pa agen 5unda#entai e# E:e+uie!9 I aía 9 /ere#ia e no .

de ta tradição aFe. +ue tão re!e&ante a+ui ' +ue9 de acordo co# a antiga tradição9 o VerFo +ue re p!andeceu na tre&a no E&ange!"o de /oão . .^.e a i# agora &e#o 9 o deu e +ue R5i:era# a !u:R no 23ne i . Portanto9 o .. Pode#o de coFrir ua identidade 9 co#o ugeri9 co#Finando a pa age# no 23ne i co# a pa age# corre pondente no E&ange!"o de 4ão /oão. *erca de +uatrocento ano ante 9 CerAc!ito9 5i!1 o5o grego9 e cre&era: Ro 7ogo ei to '9 o VerFof e>i tiu ante +ue a Terra pude e e>i tirR. RNo princípio era o VerFo9 e o VerFo e ta&a <unto de Deu 9 e o VerFo era Deu ].. .. !u: re p!andece na tre&a e a tre&a não a co#preendera#.e Fe# +ue ne te trec"o "A u#a re5er3ncia a deidade a tronL#ica . Tudo 5oi 5eito por e!e ].ão o ete grande e pírito +ue traFa!"ara# <unto co#o a grande in5!u3ncia e piritua! +ue e#anou do 4o!.^ .R E te para!e!o ' 8ti! por+ue /oão não cun"ou o ter#o eVerFof.ntigo e o No&o Te ta#ento a!ude# ao pape! do deu 4o! na criação9 a i# co#o co#preendia# a re!igiSe do #undo antigo.. E!e e re5eria a u#a tradição <A antiga e# ua 'poca e +ue e!e9 ' e&idente9 e pera&a +ue o !eitore entende e#.

"s vezes parecia vir de todas as direç#es ao mesmo tempo.+ . c$u a leste mudou de branco para rosa e de rosa para dourado.o o!"o da i#aginação9 o 4o! ' u# <o&e# Fe!o e radiante co# u#a caFe!eira !eonina. )ra t%o linda ue ele mal conseguia suportá-la *. Em alguns momentos ele uase pensou ue vin!a da terra sob seus p$s. % 4o! então a+uece a . 4e#pre +ue aparece9 re5ere. Te# #uito no#e . N%o !avia uma m&sica. !an: Algo enfim aconteceu nas trevas.po!o na 2r'cia..teve dificuldade para saber de ue lado vin!a.e a e ta etapa inicia! no re!ato da criação da #ente-ante -da-#at'ria.ãe Terra9 +ue e ta&a oF do#ínio de 4aturno. E tA no pre+ue! de % !eão9 a Fru>a e o guarda-roupa intitu!ado % oFrin"o do #ago. Uma voz começou a cantar. 4urgindo e# e p!endor no #eio da te#pe tade9 e!e a5a ta a e curidão de 4aturno at' +ue e te e torna u# dragão ou erpente gigante cingindo o co #o. A voz se elevou sem parar( at$ ue o ar tremeu com ela *. % +ue e ta#o &endo9 então9 ' o 4o! cantando para criar o #undo. E# ua "i t1ria9 o 4o!-7eão e c"a#a .ãe Terra e !"e con5ere &ida no&a e9 ao 5a:er i o9 dA &a:ão a u# grande e triun5ante rugido +ue re&erFera no !i#ite e>teriore do co #o.. % rugido 5a: co# +ue a #at'ria no 8tero c1 #ico &iFre9 dance e 5or#e padrSe . 'as era( sem comparaç%o( a mais linda voz ue ele ouviu na vida..+ . . Estava muito distante e Digory . . % 4o!-7eão ' u#a i#age# co#u# na arte antiga. No círcu!o ínti#o de grupo e ot'rico 9 e te proce o J &e:e ' con"ecido co#o Ra dança da uF tEncia R.% egundo grande ato no dra#a da criação ocorreu +uando o deu 4o! c"egou para re gatar a . Depoi de u# te#po9 pro&oca a coagu!ação da #at'ria nu#a &ariedade de 5or#a e tran"a . (# re!ato #agní5ico da "i t1ria do 4o!-7eão no ato da criação 5oi e crito ainda na d'cada de 19=0. 7eQi e tA i#er a na doutrina ro a-cru:.a primeira criança a explorar Nárnia .Hri "na na @ndia9 ..!go +ue a e co!a não e ot'rica da crítica !iterAria dei>ara# pa ar ' +ue a oFra de *4. E!e condu: u#a carruage# e ' #8 ico. -e%o andava de um lado para outro nesta .

nece idade era# ati 5eita ante +ue 5o e# entida . % te#po pa ou e a!gun de te 5io co#eçara# a e entre!açar de 5or#a #ai per#anente9 co# o 5ei>e de !u: e di&idindo na 5or#a de Ar&ore . % +ue o #e tre da e co!a de . nature:a produ:ia u# upri#ento in5indA&e! de a!i#ento na 5or#a de u#a ei&a !eito a9 e#e!"ante J +ue encontra#o no dente-de-!eão de . I to era o Paraí o.orria para os lados das colinas como uma onda.e co#o onda de !u: +ue depoi e di o!&ia#. . (#a i#pre ão i#aginati&a di o ta!&e: po a er oFtida !e#Frando co#o era9 para u#a criança9 &i itar u#a grande e tu5a co#o a +ue .terra vazia e entoava sua nova canç%o.e9 unindo. Poi ainda não "a&ia nen"u# e!e#ento ani#a! no co #o.i t'rio 9 o ger#e era# unido e# grande e trutura 5!utuante 9 co#o teia 9 +ue enc"era# todo o uni&er o.!ice no Paí da . 2rande ga&in"a e e tendia# por toda parte. .dão não tin"a de e<o e portanto não tin"a preocupaçSe ne# in ati 5açSe . .+ui "A u#a n'&oa 8#ida e u# &erdor en o!arado e !u#ino o. . . E en uanto andava e cantava( o vale tornou-se verde com a relva.ara&i!"a 9 go ta&a de &i itar no HeQ 2arden .i t'rio +ueria# indicar pe!a &it1ria do deu 4o! 5oi a tran ição i#portante de u# co #o pura#ente #inera! para u# co #o +ue ger#ina&a &ida &egeta!. No Veda 9 o !i&ro agrado da índia9 e ta 5a e da criação ' de crita co#o Ra rede de IndraR9 u#a rede in5inita de 5io !u#ino o e &i&o 9 perpetua#ente entre!açando.!ice 7idde!!9 a #enina +ue in pirou .dão. Na pri#eira e #ai pri#iti&a 5or#a de &ida &egeta!9 egundo a tradição do . Ela se espal!ou a partir do -e%o como um lago. I o por+ue o &a to er &egeta! no coração do co #o9 cu<o #e#Fro #acio e ua&e e e tendia# para o +uatro canto 9 era . .dão &i&ia nu# #undo de pri#a&era inter#inA&e!. 4e &oc3 5o e capa: de pou ar no #eio de tudo i o e depoi e enta e e# u# do grande ra#o &erde +ue e e tendia# para 5ora do ca#po de &i ão9 e e e te grande ra#o e# +ue &oc3 e ti&e e entado de repente e agita e9 &oc3 teria a e>peri3ncia de u# "er1i de conto de 5ada entado nu#a pedra +ue e #e>e e re&e!a er u# gigante.

Na "i t1ria ecreta9 não 1 ' &erdade di:er +ue a+ui!o +ue por 5i# e&o!uiu para a &ida "u#ana pa ou por u#a 5a e &egeta! e co#o o e!e#ento &egeta! ainda ' parte e encia! do er "u#ano de "o<e.a "A u#a di5erença e encia! +ue de&o re a!tar. ."o<e. . . No&a#ente9 e &oc3 pude e &er e ta 'poca da "i t1ria do co #o co# o o!"o 5í ico9 teria 5icado pa #o co# a aFundEncia de 5!ore pa!pitante e 5!utuante . *o# o pa ar do te#po9 a 5or#a &egetai e tornara# #ai co#p!e>a 9 #ai parecida co# a p!anta de "o<e.caFa#o de &er9 por e>e#p!o9 +ue u#a 5a e pura#ente #inera! de e>i t3ncia 5oi eguida por u#a 5a e &egeta! pri#iti&a9 +ue antecedeu u#a era de p!anta #ai co#p!e>a .e#ento de ta aciedade aFençoada c"egara# a n1 na e tAtua da Deu a .ãe de #uito eio . *o#o #e di e u# do #aiore terapeuta "o#eopAtico da 2rã-)retan"a: R% i te#a ner&o o i#pAtico ' a dAdi&a do reino &egeta! para o corpo 5í ico do "o#e#.R % pen a#ento e ot'rico e# todo o #undo e preocupa co# a energia uti +ue 5!ue# e# torno de ta parte &egeta! do corpo9 e ta#F'# co# a R5!ore R de ta . 4e &oc3 retira e o eu i te#a ner&o o i#pAtico do corpo e o e tende e9 e!e 5icaria parecido co# u#a Ar&ore. 4ugeri#o +ue a "i t1ria ecreta da criação encoFre a "i t1ria cientí5ica da criação de #aneira intrigante .

5or#ado nu#a era contro!ada pe!o o!. con ci3ncia de te e!e#ento &egeta! no corpo "u#ano continuou #aior entre o po&o da *"ina e do /apão. 4e &oc3 conte#p!ar u#a e tAtua de u# )uda #editati&o9 &erA a!gu'# +ue e concentrou interior#ente e ta#F'# +ue o centro de ta #editação9 o centro de gra&idade #enta! e e piritua!9 ' a parte in5erior do &entre. % grande centro i#portante do co#ponente &egeta! do corpo "u#ano9 +ue e a!i#enta da onda de !u: e ca!or +ue irradia# do 4o!9 ' o c"aIra do p!e>o o!ar o!ar por ter ido #ago de Ro a ento da a!#aR. Do #e #o #odo +ue na #edicina9 o c"ine e e <apone e tende# a dar grande 3n5a e ao pape! do p!e>o o!ar na prAtica e piritua!.Ar&ore9 o c"aIra +ue age#9 co#o &ere#o 9 co#o 1rgão da Percepção. . % 5ato de o 5!u>o de ta energia não poder er detectado pe!a ci3ncia #ateria!i ta #oderna9 o 5ato de +ue parece operar e# u# reino e +ui&o9 entre o e pírito "u#ano e a carne do corpo ani#a!9 não a torna #eno e5ica:9 co#o ate ta# eguida geraçSe de paciente . I o por+ue e!e e a5a ta da #enta!idade rígida e 5ata! . . #edicina c"ine a co#preende +ue o 5!u>o de energia de ta 5orça &ita! &egeta!9 c"a#ada c"i9 ani#a o corpo9 e a doença urge +uando "A u# F!o+ueio da de!icada rede de energia .

E#Fora ten"a# e popu!ari:ado no %cidente graça a u# in5!u>o de pen a#ento e ot'rico orienta!9 o c"aIra ta#F'# era# centrai na tradição e ot'rica do %cidente e pode# er &i to no pen a#ento egípcio e no "eFraico.do c'reFro e a5unda no centro dentro de i pr1prio V J &e:e c"a#ado de "ara V9 +ue ' !igado a toda 5or#a de &ida. E a i# co#o o cri tiani #o cont'# u#a tradição ocu!ta de deu e da e tre!a e do p!aneta 9 ta#F'# encerra u#a tradição ocu!ta do c"aIra . E!e e tA e concentrando e# e tornar #ai con ciente de er &i&o9 de ua unidade co# todo o ere &i&o . % ete c"aIra . % 1rgão do corpo &egeta! e tão ituado e# n1 ao !ongo do tronco. 4ão co#po to por di5erente n8#ero de p'ta!a V o c"aIra do p!e>o o!ar9 por e>e#p!o9 te# de: p'ta!a 9 e o c"aIra 5ronta! po ui dua p'ta!a .

!'# di o9 nu# e>a#e #ai #inucio o9 pode#o &er +ue a pr1pria )íF!ia cont'# #uita re5er3ncia 9 ainda +ue codi5icada 9 ao c"aIra . .oi ' tradiciona!#ente ão e>p!icado pe!o cri tão de #enta!idade con&enciona! co#o con e+U3ncia de u# #a!-entendido cau ado por u#a tradução rui#.aparece# no e crito de /acoF )oe"#e no 'cu!o YVII9 e9 co#o &ere#o adiante9 no de Tere a de K&i!a9 a anta cat1!ica +ua e conte#porEnea de!e9 e# +ue era# c"a#ado de Ro o!"o da a!#aR. % ca<ado 5!orido de . No 8!ti#o capítu!o9 &ere#o +ue o re!ato da aFertura do ete e!o no .principai V ituado na &iri!"a9 no p!e>o o!ar9 no rin 9 coração9 garganta9 te ta e coroa . . .Fraão 5a: re5er3ncia J ati&ação do c"aIra 9 J aFertura da 5!ore uti ao !ongo da Ar&ore uti!.a 9 na tradição e ot'rica9 e te c"i5re repre enta# a dua p'ta!a do c"aIra da coroa9 J &e:e c"a#ado de Terceiro %!"o.poca!ip e ' na &erdade u#a #aneira de 5a!ar do a&i&a#ento do ete c"aIra e de pre&er a grande &i Se do #undo e piritua! +ue re u!tarão di o. % Rc"i5re R co# +ue 5oi de crito .

de 2raa5 e outro de 0.ai tarde de coFriu. g!Endu!a pinea! ' pe+uena e cin:enta9 do ta#an"o de u#a a#3ndoa9 ituada no c'reFro9 onde a #edu!a e pin"a! penetra..P.i to '9 +uando natura!#ente no torna#o #eno i#aginati&o -9 a g!Endu!a pinea! co#eça u# proce o de ca!ci5icação e . % anato#i ta #oderno 1 pa ara# a co#preender a g!Endu!a pinea! e# 1D??9 +uando 5ora# puF!icado 9 +ua e na #e #a 'poca9 doi artigo 9 u# de C. )a!dQin 4pencer.e +ue a g!Endu!a pinea! ' grande na criança e9 +uando acontece a cri ta!i:ação de &Aria parte do corpo por &o!ta da puFerdade . . Na 5i io!ogia e ot'rica9 +uando te#o u# pre enti#ento9 no a g!Endu!a pinea! co#eça a &iFrar e9 e a di cip!ina e pirituai ão u ada para au#entar e pro!ongar e ta &iFração9 pode ocorrer a aFertura do Terceiro %!"o9 ituado9 ' c!aro9 no #eio da te ta.

#e!atonina ' e encia! para o cic!o ono-&igí!ia e para a #anutenção do i te#a i#uno!1gico.t' agora9 a crítica artí tica não de coFriu a 5onte de ta i#agen . % egípcio c!ara#ente a retratara# co#o u#a erpente uraeu 9 e na !iteratura indiana e!a ' #o trada co#o o Terceiro %!"o da I!u#inação ou o %!"o de 4"i&a. E!e con idera&a# +ue a g!Endu!a pinea! era u# 1rgão de percepção de #undo uperiore 9 u#a <ane!a +ue e aFre para a i!u#inação e a #ara&i!"a da "ierar+uia e pirituai . Ta#F'# aFia# co#o #anipu!A-!a para a!cançar e tado a!terado . de cre&eu-a co#o Ro e 5íncter +ue regu!a o 5!u>o de pen a#entoR.ta#F'# enco!"e.*.rti ta co#o Peter )reuge!9 Cenri . . % cienti ta agora aFe# +ue a #e!atonina ' u# "or#Lnio9 cu<a #aior parte ' produ:ido pe!a g!Endu!a pinea!9 principa!#ente J noite. . .et De )!e e9 a+ui9 Cierony#u )o c" co# 5re+u3ncia retrata&a# criatura proto-"u#ana co# o o cor-de-ro a e cero o .pe ar de a ci3ncia #oderna ter de coFerto a g!Endu!a pinea! re!ati&a#ente tarde9 o antigo co# certe:a aFia# de!a e acredita&a# entender ua 5unção. E!a 5oi repre entada co#o o Fa tão9 +ue tra:ia u#a pin"a no topo9 do eguidore de Dioní io9 e u# anato#i ta grego do 'cu!o IV a. E ta <ane!a pode er aFerta i te#atica#ente por #eio da . .

Pe +ui a recente da (ni&er idade de Toronto #o trara# +ue #editar ati&ando a g!Endu!a pinea!9 u ando #'todo reco#endado pe!o iogue indiano 9 pro&oca a !iFeração de u# 5!u>o de #e!atonina9 a ecreção +ue no !e&a a ter on"o e +ue e# do e #aiore 9 ta#F'# pode cau ar a!ucinaçSe .dão e E&a ta#F'# e reprodu:ia de 5or#a a e>uada9 procriando pe!o u o de on 9 de u#a 5or#a anA!oga J ati&idade criati&a do VerFo. . . Vo!tando J narrati&a da criação e J grande i#agen i#aginati&a codi5icada no 23ne i 9 &e#o +ue de início o corpo de .+uecido pe!o 4o!9 eu #e#Fro &erde ta#F'# co#eçara# a e tingir de ro a.dão. Ouando pre ionado9 +ua!+uer e tudio o do "eFraico FíF!ico terA de ad#itir +ue 23ne i 1:2B9 a pa age# e# gera! tradu:ida co#o RCo#e# e #u!"er E!e o criouR9 igni5ica na &erdade RCo#e# e #u!"er e!e ei to '9 E!o"i#f o eno ingu!arf criara#R. .dão ta#F'# co#eçou a e di&idir e# doi 9 i to '9 e!e era u# "er#a5rodita +ue e reprodu:ia de 5or#a a e>uada.y teriu# .dão9 #o!dada da carti!age# cero a +ue er&ia de o o para .#editação e de outra prAtica ecreta +ue dão orige# a &i Se . . *o#o e cre&eu o grande #í tico cri tão e 5i!1 o5o ro acru: /acoF )oe"#e e# . E te epi 1dio da "i t1ria e tA re!acionado co# o dog#a #açLnico pertinente ao RVerFo +ue 5oi perdidoR9 a crença e ot'rica de +ue9 +uando no 5uturo di tante e te VerFo 5or rede coFerto9 erA po í&e! 5ecundar u ando apena o o# da &o: "u#ana.agnu#9 eu co#entArio oFre o 23ne i 9 Ro +ue ante e tornaria o o9 agora endureceu e e tran 5or#ou e# a!go pr1>i#o da ceraR. . i#9 5oi por e te #'todo de reprodução e#e!"ante ao de u# &egeta! +ue E&a na ceu do corpo de .dão 5ora #uito #acio e a#or5o9 ua pe!e era +ua e tão de!icada +uanto a uper5ície de u# !ago9 #a agora co#eça&a a endurecer. prog3nie de .a o e tado indo!ente do <ardi# do 0den não .dão9 E&a e ua prog3nie não #orria#9 #a de &e: e# +uando i#p!e #ente ia# dor#ir a 5i# de e re5a:ere#. Z #edida +ue e o!idi5ica&a9 .

3n5i 9 no Egito. Cer1doto9 o e critor grego do 'cu!o V a. 4e ti&e e durado9 a "u#anidade <a#ai teria e&o!uído para a!'# da 5a e &egeta!. E# apro>i#ada#ente 6D= a.*.6= co!o ai enta!"e e# #adeira de ere +ue reinara# ante de .*9 J &e:e ' c"a#ado de o Pai da Ci t1ria por ter ido o pri#eiro a pe +ui ar e reunir u# re!ato coerente e oF<eti&o da "i t1ria.9 Cer1doto &i itou .podia durar para e#pre. Percorrendo a 5i!a na co#pan"ia do acerdote 9 e!e c"egou a u#a 'rie de . . 4e#pre "ou&e a intenção de +ue o deu 4o! e epara e da Terra9 #a 1 por un te#po .!i9 e# i#en a cE#ara uFterrEnea 9 #o trara#-!"e 5i!a de e tAtua de antigo rei +ue e e tendia# at' onde a &i ta a!cança&a9 de 'poca +ua e ini#agina&e!#ente re#ota . 0 c!aro +ue nen"u# arte5ato da 'poca e# +ue deu e e proto-"u#ano &i&ia# na 5or#a &egeta! oFre&i&eu9 #a "A pe!o #eno u# regi tro con5iA&e! de tai arte5ato .

E te9 o paraí o do po&o da 5!ore 9 5oi !e#Frado co#o a Era do 4o!.ãe Terra. % egundo ato dra#ati:a&a o na ci#ento do 4o! e ua proteção da . 9 :. Durante a reencenação de te grande e&ento 9 o candidato J iniciação e &ia no #eio do +ue era e# parte u#a peça co# e5eito e peciai e e# parte u#a e ão e pírita..ãe Terra. E ta 5oi a c"a#ada Era de 4aturno.ene 9 o pri#eiro rei "u#ano de!e .ci8'r< A :u= o Mun o A ma!" o '('>o * Uma )u'rra no C. E# u# e tado a!terado9 ta!&e: drogado e co# pouca capacidade de e . E te ere 9 di era# o acerdote 9 na cera# u# do outroR9 i to '9 e# a nece idade de parceiro e>ua!9 pe!o #'todo &egeta! da partenog3ne e. *ada u# do #onu#ento de #adeira tin"a u#a p!aca co# no#e9 "i t1ria e crLnica9 era# u# regi tro de u#a 'poca "A #uito perdida9 de &ida &egeta! da "u#anidade. % pri#eiro ato dra#ati:a&a a opre ão de 4aturno oFre a .i t'rio 9 u# dra#a e# tr3 ato . criação 5oi reencenada na e co!a de .u * O (')r' o o( ia( a ('mana .

De repente9 no c!í#a> do terceiro ato9 o candidato J iniciação na e co!a de . partir de agora o raio &i&i5icante do 4o!9 e# &e: de i!u#inar a partir de dentro9 Fri!"a# para a Terra a partir do c'u. . E te 5oi u# e#preendi#ento condenado por+ue e Fa ea&a nu#a interpretação #oderna e anacrLnica do 23ne i . RE ta&a no 0den9 <ardi# de Deu R9 di: E:e+uie! 2D:1.R % candidato J iniciação teria &i to co# "orror a 5igura e enro!ar cada &e: #ai no tronco &egeta! de . Terra e 4o! e epara#.dão e E&a e ua prog3nie 5!orida e de!icada#ente pa!pitante.9 Re ta&a coFerto de toda a pedra precio a : ardLnica9 topA:io e dia#ante9 cri 1!ito9 Lni> e <a peW a5ira9 carF8ncu!o e e #era!da ].. De de o 'cu!o YVIII +uando u#a &i ão de #undo de #at'ria-ante -da#ente co#eça&a a uF tituir a antiga &i ão de #undo de #ente-ante -da-#at'ria9 a Igre<a tentou conci!iar o re!ato da criação no 23ne i co# a de coFerta da ci3ncia. E!e teria co#preendido +ue e ta&a a i tindo J 'rie de e&ento pe!o +uai a &ida na Terra pa ou tran+Ui!a#ente J 5a e eguinte da e&o!ução. i#age# apre entada J ua i#aginação era de u#a erpente +ue parecia inter#ina&e!#ente !onga9 #i!"Se de +ui!L#etro de!a tecia# eu ca#in"o pe!o co #o9 u#a erpente co# u#a Fe!e:a per&er a.di tanciar do aconteci#ento 9 o candidato era guiado pe!o acerdote nu#a <ornada >a#Enica pe!o #undo e pirituai . . Mica #eno ga o a e #ai !í+uida. No início9 "A o e&ento i#portante a!udido no 5ina! do capítu!o anterior.i t'rio +ue a i te a e e dra#a entiria u# c"eiro de en>o5re9 ta!&e: at' 5ica e #eio cego por u# c!arão co#o o de u# re!E#pago9 J #edida +ue a cena pací5ica e pa tora! era in&adida por u#a 5or#a de &ida e tran"a e 5ai cante9 co# c"i5re e pa&oro a#ente !í&ida.i t'rio 9 o candidato <a#ai "a&ia# &i to nada parecido. Por+ue a "i t1ria da erpente entre!açada na Ar&ore cont'# a i#age# #ai c!ara po í&e! da tran ição da &ida &egeta! para a &ida ani#a! na Terra.gora pa a#o ao terceiro ato9 o te#a de te capítu!o. % teatro +ue con"ece#o "o<e teria aído do centro de . .^ e o ouro. E!a enco!"e e toda ua uper5ície a+uo a ' coFerta por . ..i t'rio grego e e tornado apre entaçSe p8F!ica 9 #a 9 pe!o #eno no pri#eiro dia da e co!a de .dão. *o#o con e+U3ncia9 a Terra e re 5ria e e torna #ai den a.

E# outra pa!a&ra 9 a "i t1ria do !aço entre erpente e Ar&ore ' u#a repre entação9 retida no incon ciente co!eti&o "u#ano9 da 5or#ação da e pin"a e do i te#a ner&o o centra! caracterí tico do ani#ai .% 23ne i não con idera a e&o!ução de 5or#a oF<eti&a9 co#o 5a: a ci3ncia #oderna9 reunindo e&id3ncia geo!1gica 9 antropo!1gica e ar+ueo!1gica de 5or#a i#parcia! e a&a!iando-a oF<eti&a#ente. . % candidato e>peri#enta&a por i #e #o co#o 78ci5er e ua !egiSe in5e tara# a Terra inteira co# u#a praga de erpente 5ai cante .gora a &ida &egeta!9 por a i# di:er9 5or#ou u# Ferço e# +ue a &ida ani#a! poderia na cer. "i t1ria do 23ne i ' u# re!ato uF<eti&o de co#o e&o!uiu a "u#anidade. . No capítu!o anterior9 &i#o +ue a #at'ria de certa 5or#a preparou o terreno e# +ue a &ida &egeta! podia na cer. E!e &ia +ue9 de acordo co# a "i t1ria ecreta9 a Terra co#eçou a 5er&i!"ar de &ida ani#a! pri#iti&a. E ca&açSe recente e# )aia9 na ItA!ia9 onde "A u# i te#a de ca&erna +ue o ro#ano acredita&a# er a entrada rea! para o uF#undo9 parte natura! e parte 5eita pe!o "o#e#9 re&e!ara# o !oca! de u# a!çapão +ue teria arre#e ado o candidato J iniciação nu#a co&a rep!eta de erpente . E te ' o início do epi 1dio crucia! na "i t1ria c"a#ada de a Oueda. Dito de outra 5or#a9 a &ida &egeta! 5or#ou u# !eito e# +ue caíra# a e#ente da &ida ani#a!. Na tradição e ot'rica9 a cE#ara de Fa tada +ue 5ica oF a 2rande PirE#ide de 2i:'9 con"ecida co#o a *E#ara da Pro&açSe 9 tin"a e>ata#ente e ta 5unção. Repetida &e:e &ere#o +ue o re!ato e ot'rico não ' nece aria#ente incoerente e# re!ação ao cientí5ico. Via ta#F'# +ue o de e<o ator#enta&a o pr1prio c"ão9 5a:endo-o e e 5orçar para e erguer9 e perceFia +ue &e tígio de te tor#ento podia# er &i to e# 5or#açSe roc"o a e>pre i&a . % candidato J iniciação teria ido !e&ado a ter9 de u#a 5or#a #uito !itera!9 a terrí&e! en ação de cri e e perigo en&o!&ida na Oueda. . *o#o ugeri#o pe!a i#age# per p'ctica9 e!e &3 o #e #o 5ato de u#a per pecti&a di5erente. De repente9 co#o e 5o e i#pe!ido por u# tre#or de terra9 e!e e &ia caindo nu# Furaco e curo9 !ançado no +ue e!e de i#ediato de coFriu er u#a co&a de erpente .

.a por +ue a tran !ação da &ida &egeta! para a ani#a! de&ia er #arcada por e te tor#entoT % re!ato da catA tro5e no 23ne i de taca e te a pecto ator#entado e# a!gu#a da 5ra e #ai onora do . 0 di e e# eguida ao "o#e#9 ]. TirarA de!a co# traFa!"o peno o o teu u tento todo o dia de tua &ida..ntigo Te ta#ento: RDi e ta#F'# J #u!"er9 #u!tip!icarei o o5ri#ento de teu partoW darA J !u: co# dore ].R Parece +ue9 co#o re u!tado da Oueda9 o ere "u#ano tin"a# de o5rer9 pro perar e #orrer V #a por +u3T . E!a te produ:irA e pin"o e aFro!"o 9 e tu co#erA a er&a da terra...^..^ #a!dita e<a a Terra por tua cau a.

#aioria da pe oa natura!#ente uporia +ue o cri tiani #o ad#ite a e>i t3ncia de apena u# diaFo . Na rea!idade9 1 preci a#o dar u#a o!"ada rApida no te>to para &er +ue o autore da )íF!ia pretendia# a!go Fe# di5erente. p!anta e reprodu:e# por u# #'todo c"a#ado partenog3ne e. . . e&o!ução da &ida ani#a! e eu #'todo caracterí tico de reprodução V o e>o V trou>e con igo a #orte. Z #edida +ue a&ança#o no +ue o 23ne i conta da "i t1ria9 pode#o &er +ue e te acoFerta#ento da origen a tronL#ica e o #onoteí #o radica! da Igre<a #oderna pode# no i#pedir de co#preender co# c!are:a o +ue o te>to antigo tenta no di:er. Vi#o +ue 4atã9 o 4en"or da Tre&a 9 o agente do #ateria!i #o9 de&e er identi5icado co# o deu do p!aneta 4aturno na #ito!ogia grega e ro#ana. .não #orre. i# co#o era# entido 5o#e e de e<o9 ta#F'# o era# a in ati 5ação9 a 5ru tração9 a tri te:a e o #edo.o deu 4aturno9 a deu a Terra e o deu 4o!.ou +ue# aFe co# outro p!anetaT CA u# grande &o!u#e de !iteratura erudita +ue co#para te>to FíF!ico a te>to #ai antigo e conte#porEneo de cu!tura &i:in"a 9 #o trando +ue o doi principai repre entante do #a! na )íF!ia9 4aturno e 78ci5er9 não ão a #e #a . . Oue# ' e te +ue tenta E&aT Oue# ' a erpente +ue in5!a#a o #undo de de e<oT Pro&a&e!#ente todo acredita#o aFer a re po ta de ta +ue tão9 #a ingenua#ente. (#a parte da p!anta cai e u#a no&a p!anta cre ce. No capítu!o anterior9 co#eça#o a &er +ue a Igre<a encoFriu ua origen a tronL#ica 9 co#o o início do 23ne i ocu!ta a "i t1ria do #e #o deu e de p!aneta +ue con"ece#o de outra re!igiSe #ai Rpri#iti&a R . E ta no&a p!anta ' de certa 5or#a u#a continuação da antiga9 +ue a i# V e# certo entido .o diaFo -9 e# outra pa!a&ra 9 +ue 4atã e 78ci5er ão a #e #a entidade. I o ' a!go +ue o e tudio o da )íF!ia ad#ite#9 #a +ue não te# ido tran #itido J congregaçSe .E>i te# #ai &erdade ocu!ta ne ta !inguage# antiga do +ue a ci3ncia #oderna recon"eceria. % proF!e#a ' +ue o encarregado de no o de en&o!&i#ento e piritua! &3# no #antendo nu# ní&e! in5anti! de co#preen ão. 4eria 78ci5er9 a erpente9 o tentador +ue in5!a#a a "u#anidade de de e<o ani#a!9 ta#F'# identi5icado co# 4aturno .

entidade. . 78ci5er e V3nu g. . #açã ' o 5ruto a ociado ao doi .5rodite ' #u!"er e #ai parece rea!çar a &ida. . V3nu g. #açã ' uni&er a!#ente o 5ruto de V3nu por+ue9 e &oc3 cortar u#a #açã e# dua 9 o ca#in"o +ue V3nu traça no c'u .co# 78ci5er na tradição <udaico-cri tã.5rodite9 para o grego .a na rea!idade "A a!gu#a e#e!"ança 5unda#entai . . )íF!ia9 portanto9 identi5ica 78ci5er co# o p!aneta V3nu . De início pode parecer de caFido e+uiparar a deu a V3nu na 2r'cia e e# Ro#a . 78ci5er tenta E&a co# u#a #açã e Pari entrega u#a #açã a V3nu 9 nu# ge to +ue precipita o rapto de Ce!ena e a 2rande 2uerra do #undo antigo. .. Me!i:#ente9 não preci a#o i#ergir ne ta !iteratura9 poi "A u#a dec!aração Fa tante e>p!ícita na pr1pria )íF!ia: I aía 16:129 REntão caí te do c'u9 1 78ci5er9 5i!"o da auroraR. e tre!a da aurora c!ara#ente ' V3nu .5rodite e dedica# ao de e<o ani#a! e J e>ua!idade.

. 78ci5er ' o #a!9 #a ' u# #a! nece Ario.nu# período de +uarenta ano ' a e tre!a de cinco ponta 9 de5inida co# preci ão pe!a po ição da e#ente .erpente e ta&a J e preita. . *o#o con e+U3ncia da inter&enção de 78ci5er na "i t1ria9 o#o ere ani#ado 9 #a no entido de +ue pode#o no !oco#o&er oFre a uper5ície do p!aneta e ta#F'# no entido de +ue o#o #o&ido pe!o de e<o. 4e# a inter&enção de 78ci5er9 a proto-"u#anidade não teria e&o!uído para a!'# da 5or#a &egeta! de &ida. 78ci5er e V3nu ta#F'# ão 5igura a#Fígua . 5i# de in&e tigar #ai pro5unda#ente a a#FigUidade e entender #e!"or o grande e&ento +ue &eio a eguir na "i t1ria ecreta do #undo9 ire#o no &o!tar agora para u#a &er ão a!e#ã pri#iti&a da tradição V3nu g78ci5er +ue apareceu na poe ia #edie&a! e a!cançaria a !iteratura #undia! popu!ar ao er adaptada por Po!5ra# &on E c"enFac" e# Par i5a!. Por trA da i#age# de u#a #u!"er de Fe!e:a í#par9 a apa&orante #u!"er.dão e E&a R aFia# +ue e ta&a# nu R ' di:er +ue e!e e tornara# con ciente de +ue tin"a# u# corpo.uita Fe!a e antiga repre entaçSe de V3nu c"egara# a n1 9 #a "A ta#F'# repre entaçSe terrí&ei . (# ani#a! te# a con ci3ncia de i co#o u#a entidade di tinta +ue ' negada ao &egetai . . Di:er +ue .

4egundo a tradição9 78ci5er dei>ou cair u#a grande e #era!da da te ta. 4ão . I o indica +ue a "u#anidade o5reria cada &e: #ai u#a perda de &i ão do Terceiro %!"o9 o c"aIra 5ronta!. Por +ue J &e:e 9 +uando anda#o para a 5rente9 parece +ue e ta#o andando para trA T Por +ue o +ue #eno de&e#o 5a:er parece indi tinguí&e! da+ui!o +ue de&e#o 5a:erT No 5undo de #eu coração9 ei o +ue de&o 5a:er9 #a ten"o outro e!e#ento e tran"o e# #i# +ue tenta #e de enca#in"ar. Tirou da caFeça de 78ci5er a coroa De ta! #odo +ue de!a a pedra a!tou Oue na terra tornou.i t'rio 9 di: +ue parte de #i# e#pre aFe o +ue ' certo9 #a +ue e# gera! e!a ' do#inada por u#a outra parte +ue ' e cra&i:ada por 78ci5er.. in5!u3ncia de V3nu trou>e u#a propriedade parado>a! e enganadora ao coração do uni&er o. .oderna nunca e>pre a a eguinte pergunta: *o#o a i!u ão9 a i#aginação e a 5orça de &ontade &iera# ao #undoT Para o antigo 9 a i!u ão9 a i#aginação e a &ontade e ta&a# entre a #aiore 5orça do uni&er o9 &i&endo no .%!"ah 78ci5er9 !A e tAh 4e ainda "ou&e e u#o acerdote 4aFeria Fe# +ue digo a &erdade. 4ão Pau!o9 +ue &ere#o ter ido u# iniciado na tradição do . *i3ncia . 78ci5er dotou a #at'ria de u# g!a#our +ue de nortearia a "u#anidade e cegaria a pe oa para a &erdade uperiore . E#Fora9 graça J in5!u3ncia de 4atã9 de #odo gera! a &ida e<a di5íci! de uportar9 ' por cau a da in5!u3ncia de V3nu +ue a &ida co tu#a er di5íci! de entender. % e!e#ento 78ci5er ' in5undido e# #in"a p ico!ogia. De e<o e i!u ão e co#Fina# perigo a#ente e# #i#. E# outra pa!a&ra 9 a i!u ão adentrou o #undo.igue! &iu a ira de Deu . 2raça J in5!u3ncia de 78ci5er9 Rnão 5aço o Fe# +ue +uereria9 #a o #a! +ue não +ueroR ]Ro#ano 9 B:19^. .e a pedra de Par i5a!..

Ouando9 no pri#1rdio 9 a deu a Terra 5oi atacada pe!o deu 4aturno9 o <o&e# 4o! c"egou para proteg3-!a e9 ap1 tra&ar u#a grande Fata!"a no c'u9 derrotou 4aturno. % e tudio o da )íF!ia +ue traFa!"a# 5ora da tradição e ot'rica tendia# a e>p!icar o +ue !"e parecera# doi no#e di5erente para o #e #o Deu co#o re u!tado de dua corrente !iterAria di tinta 9 a corrente de E!o"i# e a corrente de /eo&A9 pro&a&e!#ente datando de di5erente período e #i turada por u# redator po terior. Pode#o acreditar no +ue +uere#o acreditar. Por e>e#p!o: a &ida de a!gu'# +ue con"ece#o pode parecer u# 5raca o in5e!i: ou u# uce o e#ocionante dependendo de co#o e co!"e#o o!"A-!a9 de Fo# coração ou co# #e +uin"e:.ai tarde o 23ne i dei>a de e re5erir a E!o"i# e a pa!a&ra e# gera! tradu:ida co#o RDeu R ' R/e"o&a"R. % candidato J iniciação a +ue# ' re&e!ada a "i t1ria ecreta do #undo <A &iu9 portanto9 u#a grande Fata!"a. Oue# eria o no&o ca#peão para tra&ar e ta egunda Fata!"aT *o#o 5i:e#o co# o con5!ito de 4atã e 78ci5er a 5i# de di tinguir ua origen a tronL#ica 9 de&e#o agora de e#aran"ar outra con5u ão propo ita!#ente criada. Por'#9 o erudito +ue traFa!"a# na tradição e ot'rica t3# u#a e>p!icação #uito #ai i#p!e . E +uando o 5ogo e&ero9 o en>o5re pri#ordia!9 +uei#a a Foca de no o e tL#ago9 ' di5íci! e co!"er#o ter Fo# coração.e paço tridi#en iona! e e# no a #ente. não er +ue e ten"a o cao dentro de i9 não e pode dar J !u: u#a e tre!a +ue dança. E!e agora preci a a i tir a outra e# +ue o ini#igo 5oi a grande erpente +ue de !i:ou para o Paraí o a 5i# de corro#p3-!o. No pri#eiro capítu!o do 23ne i 9 +ue conta# a "i t1ria da criação9 a pa!a&ra e# gera! tradu:ida co#o RDeu R '9 co#o &i#o 9 RE!o"i#R. E!o"i# e /eo&A não ão no#e di5erente de u#a #e #a . Para e!e 9 a "i t1ria da criação 5oi u# re!ato de co#o e ta coi a &iera# a e>i tir. Mriedric" Niet: c"e di e: R.R % er "u#ano <a#ai poderia e tornar !i&re#ente criati&o9 cora<o o ou a#oro o e não 5o e capa: de co#eter erro 9 de &er coi a de #aneira di5erente de co#o rea!#ente ão e de acreditar +ue a coi a ão a!go +ue na &erdade não ão. . 2raça a 78ci5er9 ne# e#pre acredita#o de #odo proporciona! J e&id3ncia .

Para de coFrir a &erdadeira identidade a tronL#ica de /eo&A9 de&e#o &er no&a#ente a iconogra5ia de ua oponente9 V3nu .entidade9 #a entidade di tinta . Ta#F'# preci a#o no !e#Frar +ue9 para o antigo 9 a "i t1ria da orige# do co #o trata&a de co#o a e>peri3ncia "u#ana 5oi 5or#ada9 de co#o a e>peri3ncia ad+uiriu ua e trutura caracterí tica e de co#o o uni&er o 5í ico 5oi 5or#ado. V3nu tradiciona!#ente era repre entada egurando u# e pe!"o9 #a não por &aidade9 co#o e upSe "o<e e# dia. E!o"i# '9 co#o &i#o 9 u# no#e co!eti&o para o 4ete E pírito +ue traFa!"a# <unto co#o o deu do 4o!9 en+uanto /eo&A pa a a e>i tir +uando u# de te ete e epara para de5ender a Terra de V3nu . . . % e pe!"o era u# í#Fo!o do poder da re5!e>ão para #odi5icar o de e<o. E# outra pa!a&ra 9 e!a aForda&a o princípio da nature:a "u#ana e da !ei do #undo natura!. nature:a "u#ana ' 5or#ada de ta! #aneira +ue +ua!+uer poder +ue eu ten"a de re i tir a #eu de e<o ani#ai V o +ue #e i#pede de #e tornar u# #ero ani#a! V te# orige# e# #in"a capacidade de pen ar e re5!etir.

E!e ta#F'# acredita&a# +ue e ta organi:ação ce!e te preci a&a er reprodu:ida9 nu#a e ca!a #enor9 na caFeça "u#ana9 co# a g!Endu!a pinea! repre entando o 4o!. ci3ncia #oderna con5ir#ou +ue a g!Endu!a pituitAria e co#porta co#o u#a o tra.a 7ua. .% deu da re5!e>ão era o deu do grande re5!etor do c'u . E a g!Endu!a +ue podia #odi5icar a &i Se +ue a g!Endu!a pinea! receFia do e pírito e re5!etir oFre e!a eria a g!Endu!a pituitAria. E!e identi5ica&a# pe+uena a!teraçSe e# ua con ci3ncia 9 +ue !"e parecia# #udar co# a po içSe &ariA&ei do 4o! e da 7ua. % acerdote iniciado acredita&a# +ue o co #o preci ou e organi:ar de deter#inada #aneira para criar a condiçSe e# +ue o pen a#ento "u#ano eria po í&e!. 4e &oc3 oF er&ar o tra nu#a Fande<a por u# #3 9 &erA +ue e!a au#enta# e di#inue# co# a 5a e da 7ua. E# toda a cu!tura antiga 9 a 7ua regu!a&a não 1 a 5erti!idade9 #a o pen a#ento. Para +ue a re5!e>ão "u#ana 5o e 5actí&e!9 o 4o! e a 7ua preci ara# e organi:ar no c'u9 de #odo +ue a 7ua re5!eti e a !u: do 4o! para a Terra. . % !eitore e tão con&idado a &eri5icar por e>peri3ncia pr1pria e eu on"o ão #ai nítido +uando a 7ua e tA grande e c"eia. I o pode parecer u#a da coi a #ai !ouca e# +ue a!gu'# <A acreditou9 #a para o antigo corre pondia J e>peri3ncia cotidiana de!e .

% deu da 7ua 5icaria con"ecido pe!o "eFreu co#o /eo&A e co#o .igue! e eu .poca!ip e a5ir#a o eguinte: RCou&e u#a Fata!"a no c'u. Na tradição "eFraica9 a 5orça de /eo&A ão !iderada pe!o arcan<o .ndrL#eda. .igue!. i# co#o o ete E!o"i# agira# para #anter e# >e+ue 4aturnog4atã9 agora u# de te ete e eparou para e tornar o deu da 7ua9 e da!i dirigiu a operaçSe para co!ocar e# >e+ue V3nu g78ci5er. % 7i&ro do . E ta grande Fata!"a c1 #ica contra V3nu 5oi !e#Frada e# cu!tura de todo o #undo9 co#o na "i t1ria da Fata!"a de Hri "na co# Ha!i9 a erpente-de#Lnio9 na "i t1ria da Fata!"a de . % /eo&A do . i#9 no c!í#a> de te grande teatro c1 #ico da criação9 co# a Terra correndo o ri co de e tornar u# in5erno &i&o9 urgiu u#a no&a 5orça para e contrapor a 78ci5er.!A9 o grande deu do não-5arA 9 pe!o #uçu!#ano . . .ntigo Te ta#ento ' u# deu ciu#ento9 co!'rico e Fe!ico o.po!o co# Píton e de Per eu9 u ando eu e cudo co#o e pe!"o9 co#Fatendo o dragão e>ua!#ente &ora: +ue a#eaça&a .

i# co#eçou a era da 7ua.oon-dayf. .R Vi#o então +ue no terceiro grande ato do teatro da criação9 o deu da 7ua oFte&e u#a grande &it1ria..an<o ti&era# de co#Fater o dragão9 e o dragão e eu an<o tra&ara# u# co#Fate ]. tr3 pri#eira 'poca do co #o9 a era #inera!9 &egeta! e ani#a! V a 'poca de 4aturno9 do 4o! e da 7ua V ão recordada no no#e de tr3 dia da e#ana e4aturn-day9 4un-day9 ..^ e o grande dragão9 a pri#iti&a 4erpente9 o edutor do #undo inteiro9 5oi <ogado para a Terra. . E te dia da e#ana 5ora# Fati:ado e# "o#enage# J+ue!e tr3 corpo ce!e te 9 ne ta orde# e# particu!ar9 por e ta 8nica ra:ão. .

. RE +uando o 4o! e pun"a9 e te er %anne retira&a. En inou-!"e a con truir cidade 9 a 5undar te#p!o 9 a co#pi!ar !ei 9 e e>p!icou-!"e o princípio do con"eci#ento geo#'trico. Pe!o pouco 5rag#ento +ue re ta#9 e tA c!aro +ue )ero o9 a i# co#o Cer1doto ante de!e9 e tudara a !i ta de rei in crita na parede do te#p!o e in&e tigara o ar+ui&o acerdotai ecreto .e no&a#ente para o #ar e a!i pa a&a a noite9 poi era an5íFio ].^.R . RDepoi di o aparecera# outro ani#ai co#o %anne ].gora e ta#o pre te a &er u# do epi 1dio #ai oF curo e &ergon"o o da "i t1ria do #undo.? O( D'u('( 3u' Ama+am Mulh'r'( O( N'&hilim A 'n)'nharia )'n.^. )ero o de cre&e co#o a Terra e tornou "aFitada por u#a raça pri#iti&a. ... E então9 u# dia9 urgiu u# #on tro no #ar9 u# ani#a! c"a#ado %anne 9 R .ci'( ..e>uai +ue e reprodu:ia# por partenog3ne e..tica a humani a ' * O( 'u('(4&'i@' * A hi(t6ria ori)inal a ori)'m a( '(&.^.!e>andre o 2rande..cu<o corpo todo era o de u# pei>eW oF a caFeça do pei>e9 "a&ia outra caFeça9 e ane>ado J cauda do pei>e9 p' e#e!"ante ao de u# "o#e#... 4ua &o: e ua !íngua era# articu!ada e "u#ana W e "A repre entaçSe de!e pre er&ada at' o dia de "o<e ]. (# do pri#eiro "i toriadore 5oi u# acerdote FaFi!Lnio da 'poca de . E!e o 5e: di tinguir a e#ente da terra e !"e #o trou co#o co!"er 5ruto W e# u#a9 in truiu-o e# tudo o +ue podia atenuar ua #aneira e "u#ani:ar ua &ida ]. % pouco 5rag#ento re tante do e crito de )ero o cont3# en ina#ento oFre a "i t1ria da origen da terra9 do c'u e da raça de "er#a5rodita 9 o "u#ano pr'.^ RE te #on tro aco tu#ou..e a pa ar o dia e# #eio ao "o#en 9 #a não !"e uFtraía co#idaW e !"e deu di cerni#ento na !etra 9 ci3ncia e arte de +ua!+uer tipo..e #o dentro da ociedade ecreta 9 J &e:e e ergue u# &'u.

!gun e critore #oderno +ue não pertence# J tradição e ot'rica &ira# e&id3ncia de u#a in&a ão a!ienígena e# te#po antigo ne ta i#ag'tica do pei>e. .at ya9 o pri#eiro a&atar de Vi "nu9 e a "i t1ria +ue o antigo 5enício conta&a# de Dagon9 +ue en inou a arte da irrigação J "u#anidade9 e o antigo deu e -pei>e da triFo dagon da K5rica %cidenta!. .e +ue a raça "u#ana o5reu u#a reengen"aria gen'tica por parte de te in&a ore a!ienígena 9 o +ue ' u# Fo# e>e#p!o do #odo co#o a tradiçSe europ'ia ão #a! a<ui:ada por +ue# tenta !"e i#por u#a interpretação #ateria!i ta. 4ugeriu.Ci t1ria e#e!"ante de deu e -pei>e +ue de repente aparecera# e e tornara# o #e tre da "u#anidade pode# er encontrada e# outra tradiçSe 9 co#o na "i t1ria indiana oFre . 4aFe#o at' por P!utarco +ue a pri#eira repre entaçSe de Geu era# de u# "o#e# co# cauda de pei>e9 u#a i#age# +ue oFre&i&eu na #ito!ogia grega na 5or#a de eu ir#ão Po eidon.

]. % 4en"or &iu +ue a #a!dade do "o#e# era grande na Terra9 e +ue todo o pen a#ento de eu coração e ta&a# continua#ente &o!tado para o #a!.4e ti&e e e iniciado e# u# ní&e! Fa tante e!e&ado9 no o candidato J iniciação teria aprendido a &erdade da #at'ria9 a!go #uito parecido co# o +ue &e# a eguir. E te !i&ro de apareceu da "i t1ria e>ot'rica do#inante e# . . No 23ne i "A u#a pa age# +ue a princípio pode dar a i#pre ão de +ue não e re5ere e>ata#ente ao #e #o e&ento pi co o 9 e#Fora ta#F'# trate da in&a ão de ere de outro reino: 23ne i ?:1-=: ROuando o "o#en co#eçara# a e #u!tip!icar oFre a Terra9 e !"e na cera# 5i!"a 9 &ira# o 5i!"o de Deu +ue a 5i!"a do "o#en era# Fe!a W e e co!"era# e po a entre e!a .9 a!gun #anu crito #uito e 5arrapado 5ora# !oca!i:ado e# #o teiro etíope pe!o e>p!orador e coc3 /a#e )ruce9 5or#ão +ue 5e: co# +ue a antiga tradiçSe #açLnica 5o e# <u ti5icada ..R % +ue pode#o 5a:er co# e ta pa age#T . 5ra e a+ui tradu:ida co#o R5i!"o de Deu R '9 e# toda a )íF!ia9 a e>pre ão u ada para o an<o 9 #en ageiro +ue de cia# do c'u . .^ +uando o 5i!"o de Deu e unira# J 5i!"a do "o#en e e!a gerara# 5i!"o 9 e te era# o "er1i 9 tão a5a#ado no te#po antigo .*.9 #a a tradiçSe +ue con idera# ua e>i t3ncia9 eu conte8do e eu en ina#ento 5ora# pre er&ada na #açonaria..o di:er +ue o an<o 5a:ia# e>o co# #u!"ere 9 e taria ta#F'# o 23ne i a5ir#ando +ue e te an<o e reFai>ara# para participar do #undo #ateria!T E +ue ta!&e: ten"a# e ena#orado de!eT *o#o eu di e9 e ta#o tentando penetrar e# u# do epi 1dio #ai oF curo da "i t1ria ecreta e e te cinco &er ícu!o do 23ne i poderia# #uito Fe# continuar de todo i#penetrA&ei e não 5o e pe!o 5ato de e te epi 1dio er tratado #ai p!ena#ente na antiga tradiçSe "eFraica . E então9 e# 1BB.e# particu!ar no 7i&ro de Eno+ue. ..00-600 d..a 9 ne te conte>to9 Rde cerR ta#F'# parece tra:er con igo u# opr1Frio #ora!.

^ E a #u!"ere conceFera#.R .^ E então J 4entine!a 9 o +uai en&iara#-te para rogar por e!e 9 o +uai no princípio e ta&a# no c'u9 di:e: NNo c'u ten e tadoW coi a ecreta 9 entretanto9 não t3# ido #ani5e tada a tiW . E u#a pro&a do tatu do !i&ro /e u *ri to ter c!ara#ente recon"ecido ua concepçSe de u# reino &indouro e do <uí:o 5ina! do #undo.. Ei o +ue o 7i&ro de Eno+ue te# a di:er oFre o an<o +ue a#a&a# #u!"ere : Eno+ue B:1-10: RE aconteceu depoi +ue o 5i!"o do "o#en e #u!tip!icara# na+ue!e dia 9 na cera#-!"e 5i!"a 9 e!egante e Fe!a ..ou 4entine!a ..^ Então e!e to#ara# e po a 9 cada u# e co!"endo por i #e #o9 a +uai e!e co#eçara# a aFordar9 co# a +uai e!e coaFitara#9 en inando-!"e orti!'gio 9 encanta#ento ]. ]. E gera te gigante .. ].+ue!e pro#etido pe!o 7i&ro de Eno+ue. 4oi e pirituai 9 anto e po uidore de u#a &ida +ue ' eternaW &o conta#ina te co# #u!"ere 9 procria te e# angue carna!W coFiça te o angue do "o#en 9 e 5i:e te co#o a+ue!e +ue ão carne e angue 5a:e#W e te 9 contudo9 #orre# e perece#.R .!'# di o9 a e>pre ão u ada e# ua Tran 5iguração9 Re te ' #eu Mi!"o9 o E!eitoR9 pretende #o trar +ue /e u *ri to ' . E +uando o an<o 9 o 4entine!a 9 &ira#-na 9 ena#orara#. .. "i t1ria do an<o reFe!de ' então contada e# deta!"e na pr1pria pa!a&ra de Deu : Eno+ue 1=:2-6W 1?:2-=: RPortanto9 de&ei aFandonar o uF!i#e e anto c'u9 o +ua! per#anece para e#preW deita te co# #u!"ere W &o corro#pe te co# a #u!"ere do "o#en W to#a te para ti e po a W agi te igua! ao 5i!"o da Terra..^.4e# <a#ai ter 5eito parte da e critura cri tã reunida no 'cu!o IV9 o 7i&ro de Eno+ue 5oi no entanto u5iciente#ente e ti#ado pe!o e critore do No&o Te ta#ento para +ue o cita e#9 e&idente#ente &endo-o co#o u#a autoridade co# tatu de a!go e#e!"ante a u#a e critura agrada.ai tarde Eno+ue ' !e&ado e# u#a e>cur ão pe!o *'u 9 onde o an<o reFe!de ...e de!a 9 di:endo un para o outro : Vinde9 e!ecione#o para n1 #e #o e po a da prog3nie do "o#en 9 e gere#o 5i!"o . .a 9 +uando Eno+ue tenta 5a:er i o9 Deu 1 o repudia9 #andando Eno+ue de &o!ta: RVai e di:e J 4entine!a 9 a +ue# te en&iei para rogar por e!e : tu de&e rogar pe!o "o#en 9 e não o "o#en por ti ].pede# a e!e para interceder <unto a Deu e# no#e de!e .

a a!'# de ta pouca uge tSe 5rag#entada e e tran"a 9 "A u# con<unto de per onagen #uito con"ecido de todo n1 . % deu e .contudo ten con"ecido u# repro&A&e! #i t'rio. Ouando a Epí to!a de /uda di: +ue a 4entine!a não tin"a# #antido a dignidade de ua c!a e9 parece e tar e re5erindo a e!a de certo #odo co#o guardiã do te#po. 4egui#o a "i t1ria do pura#ente #ateria! ao &egeta! e ao pri#eiro #o&i#ento de &ida ani#a!. No&a#ente &e#o +ue a narrati&a FíF!ica codi5icou e# ua "i t1ria o #e #o deu e a tronL#ico da 2r'cia e de Ro#a. . #u!"ere +ue edu:ira# o an<o era# de ta! !uFricidade +ue agora eu edutore não de e<a&a# &o!tar ao c'u. % /8piter FeF3 tin"a +ue per#anecer e condido de eu pai9 4aturno.R . Vi#o +ue a )íF!ia cont'# u# re!ato codi5icado da criação e# +ue o principai pap'i 5ora# de e#pen"ado por 4aturno9 pe!a Terra9 pe!o 4o!9 por V3nu e pe!a 7ua. .N Di:e a e!e : NNunca9 portanto9 oFterei pa:.a a 8!ti#a dica +ue re&e!a a identidade ocu!ta de te Ran<o caído R e tA e# eu n8#ero9 apre entado e# u#a da &er Se do 7i&ro de Eno+ue: ete. % an<o +ue e entira# e>ua!#ente atraído pe!a #u!"ere "u#ana ão o deu e do %!i#po. . I o!ado do outro deu e 9 o #enino /8piter &i&ia do !eite de u#a nin5a-caFra e co#ia o #e! de aFe!"a agrada . E i to ten re!atado J #u!"ere na dure:a do teu coração9 e por a+ue!e #i t'rio a #u!"ere e a "u#anidade t3# #u!tip!icado #a!e oFre a Terra.arte e . (# autor do 'cu!o III9 *o##odoriu 9 e cre&eu: R.R 4egundo a Epí to!a de /uda ?:?9 a 4entine!a Rnão tin"a# #antido a dignidade de ua c!a eR.ãe Terra #ante&e /8piter nu#a ca&erna no 5undo do o!o na i!"a de *reta. .erc8rio ta#F'# apareceria# ne ta era.ou Geu 9 co#o era con"ecido pe!o grego tornou.e o rei de todo o deu e . . E# toda a tradiçSe 9 ete ' o n8#ero do grande deu e do i te#a o!ar. era +ue e eguiu eria #arcada pe!a c"egada do deu e do i te#a o!arW /8piter .

. Não con eguira# #atA-!o +uando e!e ainda era u# FeF39 #a não dei>ara# de guerrear co# e!e9 e poradica#ente e e# grande Fata!"a 9 at' +ue por 5i# /8piter o derrotou e o apri ionou no uFterrEneo. E!a aFia +ue o na ci#ento de /8piter re&e!a&a +ue o reino de 4aturno e ta&a c"egando ao 5i#9 #a a tran ição de u#a era para outra ' e#pre do!oro a. Moi u#a era e p!3ndida e e petacu!ar +ue agita a #ente9 in pirando parte da pintura 9 e cu!tura e da !iteratura #ai i#aginati&a ./8piter9 . 4acudia ua #ec"a #agní5ica e toda a Terra tre#ia.erc8rio9 Diana9 .reFe!ara#.i!ton9 +ue aFia tudo da "i t1ria ecreta9 c"a#ou de Ru# uni&er o de .e por a!gu# te#po o go&ernante in+ue tionA&e! do . % raio de /8piter atra&e ou u#a den a n'&oa de te to terona9 a at#o 5era e ta&a carregada de pai>ão ani#a! e!&age#9 da crue!dade de u#ana da 5erocidade Fe tia!.e contra a !i#itaçSe i#po ta por 4aturno. .arte9 . Oueria# engo!ir a no&a &ida e criar o +ue . % titã e#pre eria# o ini#igo de /8piter.ãe Terra e condeu /8piter ne ta ca&erna por+ue tin"a #edo de +ue 4aturno e o titã 9 o 5i!"o e 5i!"a #ai &e!"o de 4aturno9 aparece e# para de truí-!o.. % #ai &e!"o e#pre tenta# per#anecer a!'# do te#po +ue !"e caFe. % o!í#pico &oa&a# pe!o ar para 5a:er proe:a #Agica e derrotara# #on tro terrí&ei .a ta#F'# 5oi u#a era u# tanto ini tra9 carregada de a#FigUidade #ora!. Era# o de&oradore de con ci3ncia .R E# outra pa!a&ra 9 o deu e o!í#pico . Moi o 8nico deu co# 5orça u5iciente para arre#e ar raio . % titã era# o e>ecutore de 4aturno. E# ua oFra-pri#a .onte %!i#po9 rei do deu e e deu de u#a no&a era.po!o9 . *o# o titã apri ionado 9 /8piter tornou.!i9 e ta grande 5orça do #ateria!i #o pa ara# a 5a:er parte da pr1pria e trutura da Terra9 e e#pre +ue o &u!cSe re oa&a# e a#eaça&a# entrar e# erupção9 o antigo ou&ia# ua in ati 5ação.orteR. . n8pcia de *ad#o e Car#onia9 o grande erudito ita!iano e e critor RoFerto *a!a o9 +ue #uito contriFuiu para !e&ar a u# p8F!ico #ai a#p!o o aFer e ot'rico re5erente J rea!idade "i t1rica por trA do #ito 9 co!oca da eguinte #aneira: R%!i#po ' u#a reFe!ião da c!aridade contra a preci ão.tena e o outro . .

% de e<o de .o reunir#o e ta dua coi a 9 c"ega#o a u#a po iFi!idade i#pre ionante. E!e e tuprou Io9 tran 5or#ando-a nu#a &aca. .a e a "i t1ria do deu e -pei>eT *o#o e encai>a ni oT Vi#o +ue #uita #ito!ogia de todo o #undo conta# a e tran"a "i t1ria da c"egada do deu e -pei>e9 e <A #enciona#o o 5ato de +ue at' /8piter9 e# ua pri#eira repre entaçSe 9 era u# de!e .oi ' 9 #a e!e e eu co#pan"eiro o!í#pico dirige# a 5ecundidade e!etri:ante9 a #iríade de criati&idade do #undo Fio!1gico./8piter e tuprou *a!i to e e!a 5oi tran 5or#ada e# ur o. .po!o por /acinto !e&ou o Fe!o <o&e# a e #eta#or5o ear na 5!or e eu e tupro de Da5ne ter#inou na #eta#or5o e de!a e# u# !oureiro. Geu não ' #ora! nu# entido +ue eria recon"ecido por . Vi#o ta#F'# +ue o #ito de /8piter e do outro deu e o!í#pico ão u# re!ato da pro!i5eração da 5or#a ani#ai . *a tigou 7iconte por caniFa!i #o9 tran 5or#ando-o nu# !oFo. 4eria po í&e! +ue o #ito antigo ten"a# ante&i to a de coFerta #oderna da ci3ncia de +ue a &ida ani#a!9 +ue acaFaria por e&o!uir at' a 5or#a "u#ana9 co#eçou co# u# pei>eT . De&e#o oF er&ar +ue todo e te #ito di:e# re peito J pro!i5eração de 5or#a naturai 9 ao aFarrota#ento de cada centí#etro +uadrado de no o p!aneta co# a +ua e in5inita &ariedade de &egetai e ani#ai 9 a Fiodi&er idade +ue ' ua grande g!1ria natura!.

Vi#o +ue o pri#eiro epi 1dio da "i t1ria de&e# er co#preendido e# ter#o da criação ordenada do i te#a o!ar. Para co#preender a "i t1ria do de en&o!&i#ento de ta 5or#a ani#ai 9 de&e#o no &o!tar no&a#ente para a a trono#ia e9 aco#pan"ando a e+U3ncia e# +ue o antigo acredita&a# +ue o p!aneta 5ora# criado 9 c"egare#o a u#a e+U3ncia encadeada V a con te!açSe do :odíaco. E ta e+U3ncia9 +uando oFedecida9 no !e&ou J aurora da &ida ani#a! e da con ci3ncia e ao início da pro!i5eração da 5or#a ani#ai .e para u# no&o p!ano. Depoi e!e pa a J con te!ação eguinte. Para o antigo 9 a 5orça da nature:a 5ica&a# ador#ecida durante o in&erno e depoi de perta&a#9 e>ercendo ua in5!u3ncia outra &e: na pri#a&era. 2raça a u#a !e&e o ci!ação na Terra J #edida +ue e!a gira oFre eu ei>o9 o 4o! no parece cair !enta#ente para trA 9 contra o pano de 5undo da e tre!a . N1 deci5ra#o o c1digo do co #o. E ta#o "o<e na Era de Pei>e e e pera#o o a!&orecer da Era de .i t'rio ouFe e# da e&o!ução de e p'cie #uito #i!"are de ano ante T .gora ire#o de coFrir +ue a e&id3ncia para e te argu#ento9 +ue de início pode parecer i#p!au í&e!9 e tão e crita no c'u e# !u:e re p!andecente 9 para +ue todo &e<a#. . % 4o! a&i&a&a e a con te!ação9 energi:ando-a e au#entando eu poder para con5igurar o #undo e ua "i t1ria.8 ica da E 5era indica# u# no&o #o&i#ento. Z #edida +ue u#a con te!ação e egue J outra e u#a era e egue J outra9 a &ariaçSe in5Lnica da . de coFerta da e&o!ução da e p'cie por DarQin ' u# do grande 5eito cientí5ico da "i t1ria9 co!ocada no ní&e! da de 2a!i!eu9 NeQton e Ein tein 4eria po í&e! +ue o acerdote da e co!a de . % cic!o de podere ani#ado 9 de i#pu! o in tinti&o +ue circu!a# pe!o co #o9 #o&e. . .+uArio.4e i o 5o e &erdade9 eria u#a re&e!ação de 5ato i#pre ionante. (# ap1 outro9 4aturno9 o 4o!9 V3nu 9 a 7ua e /8piter e unira# no traFa!"o de tecer a condiçSe 5unda#entai +ue po iFi!itara# a e&o!ução da &ida na Terra.1?0 ano 9 o 4o! na ce na #e #a con te!ação. Por u# período de cerca de 2. con te!ação e# +ue o 4o! na ce na pri#a&era era portanto #uito i#portante para e!e .

Entre o acad3#ico 9 "A a!gu#a contro&'r ia oFre +uando o antigo to#ara# ci3ncia de!e. % !i&ro #ai ino&ador oFre e te te#a 5oi Ca#!etc . I o por+ue o +ue e ta i#agen i#aginati&a repre enta# ' o início e o de en&o!&i#ento de 5or#a pri#iti&a de &ida. Por'#9 de&e#o continuar a ter e# #ente +ue e te #ito repre enta# o +ue e ta coi a teria# parecido ao o!"o da i#aginação.o tra +ue a prece ão ' codi5icada e# u# deter#inado ar+u'tipo9 e não +ue a uce ão de con te!açSe regente no per#ite &er di5erente ní&ei de #ito e# ua e+U3ncia crono!1gica correta.e a outra. . te e do autore ' +ue u#a da "i t1ria centrai a toda #ito!ogia9 na &erdade a toda !iteratura9 de 0dipo Rei a Ca#!et9 a "i t1ria do 5i!"o de apo ado +ue derrota o tio para con+ui tar o trono do pai9 ' u#a de crição de u# e&ento a tronL#ico: de u#a 'poca prece iona! ucedendo.IT9 e Cert"a &on Dec"end9 pro5e ora de ci3ncia na (ni&er idade de MranI5urt. . 4e a era da pri#eira &ida #arin"a 5oi #arcada pe!a reg3ncia do p!aneta /8piter9 então9 e# ter#o da prece ão da con te!açSe 9 e!a 5oi #arcada por Pei>e .a 9 para u# o!"o 5í ico9 e ta! coi a e>i ti e9 teria parecido co#p!eta#ente di5erente.i!! 5ornece u# #ode!o e encia!#ente e tAtico. E te 5enL#eno ' con"ecido co#o prece ão. . (#a &e: +ue te#o &i to a "i t1ria !e#Frada no #ito 9 e# particu!ar o #ito do deu e do %!i#po9 ' natura! +ue o i#agine#o co#o ere "u#ano anato#ica#ente #oderno . .Pen a#o na 12 con te!açSe do :odíaco oFedecendo a u#a e+U3ncia de acordo co# o #e e do ano9 Krie eguida de Touro9 depoi 23#eo e a i# por diante. I#en a#ente erudita9 a oFra deu início a u# proce o de rede coFerta de u#a di#en ão a tronL#ica de #ito +ue "A #uito 5ora e +uecida 5ora da ociedade ecreta .a Ca#!etc . .i!!9 puF!icado e# 19?9 e e crito por 2iorgio de 4anti!!ana9 pro5e or de "i t1ria e 5i!o o5ia da ci3ncia no . Va#o agora &er e ta e+U3ncia e# ter#o da rea!idade "i t1rica +ue e tA por trA do #ito de /8piter e do outro deu e 9 de acordo co# a tradição e ot'rica. No cic!o #aior9 #edido pe!o apareci#ento de ta con te!açSe no e+uin1cio de pri#a&era9 a con te!açSe e #o&e# Rpara trA RW 23#eo ' eguido de Touro9 depoi de Krie e a i# por diante.

E ta 5oi a era da e&o!ução do an5íFio 9 criatura 5!utuante gigante ca 9 parecida co# o go!5in"o #oderno 9 #a co# #e#Fro pa!#ado e a 5ronte co#o !anterna. 4e a &ida pri#iti&a na Terra .e do a!to9 e!a ainda aparece e# a!gun r'ptei 9 co#o a e p'cie de !agarto Tatuara da No&a Ge!Endia. .e da uF tancia e#i!í+uida na uper5ície da Terra. era prece iona! eguinte 5oi a Era de . i#9 &e#o no&a#ente +ue o grego e o egípcio a i# co#o o grego e o "eFreu 9 adora&a# o #e #o deu nu#a roupage# cu!tura! di5erente.a &ida +ue por 5i# e&o!uiria para a &ida "u#ana .a u#iu u#a 5or#a pri#iti&a de pei>e9 5oi por+ue u# deu a u#iu e ta 5or#a e9 por a i# di:er9 perpetrou a &ida na Terra co# e!a.a!go parecido co# a Agua-&i&a atua!. . No Egito9 e te e&ento #iracu!o o9 o na ci#ento da &ida ani#a!9 era con"ecido co#o o na ci#ento de C1ru 9 e a pri#eira repre entaçSe de te9 co#o a+ue!a de /8piter9 era# #etade "o#e#9 #etade pei>e. % antigo co#preendia# e te i#pu! o e&o!uti&o co#o u# deu . . E ta 5oi a 5or#a pri#iti&a e e#FrionAria do pei>e . E ta !anterna era a g!Endu!a pinea!W pro<etando.+uArio.Ouando o 4o! co#eçou a uFir na con te!ação de Pei>e 9 u#a no&a 5or#a conden ou.

Z #edida +ue a uper5ície pantano a da Terra co#eça&a a endurecer e e tornar parecida co# a terra eca9 co#eçou a 5a e eguinte do de en&o!&i#ento da 5or#a "u#ana.co#o a!gun ani#ai pode# 5a:er. De&e#o i#aginar a 5a!a de te "u#ano -an5íFio parecida co# o Fra#ido de u# cer&o. deu a Terra ainda !"e di:ia o +ue 5a:er por c!ari&id3ncia. R!anternaR ainda era o principa! 1rgão de percepção da criatura proto"u#ana . i#9 a !ei natura! e #ora! era# a #e #a coi a. No a #e#1ria co!eti&a do unic1rnio '9 c!ara#ente9 de u#a criatura caçada. E co#o a !ei do de en&o!&i#ento natura! ainda não "a&ia# ido 5i>ada por co#p!eto9 o "u#ano ta#F'# podia# 5a!ar co# &egetai de u#a 5or#a +ue9 co#o #o tra# a antiga aga do /udeu 9 pode 5a:er Ru#a Ar&ore produ:ir 5ruto ou e piga de trigo 5icare# a!ta co#o o cedro do 7íFanoR. E!e aterrori:a&a# o re to da criação. % 5erro de . . % "u#ano co# caFeça de !anterna #ai tarde 5ora# idea!i:ado co#o unic1rnio . E te 5oi o início da Era de *apric1rnio9 +uando o proto"u#ano de en&o!&era# panturri!"a e #e#Fro para ra te<ar e rea!i:ar o de e<o ani#ai +ue ne!e ger#ina&a#.arte +ue !e&ou J e&o!ução do ani#ai de angue +uente.u 'e de *!uny9 e# Pari 9 na +ua! o unic1rnio pou a a caFeça no co!o de u#a &irge#. E te de e<o de regrado era# o dragSe da #ito!ogia.ãe Terra9 #a o #undo e ta&a e tornando u# !ugar perigo o. % ere "u#ano podia# procurar re58gio no co!o da . .arte c"egou na 'poca da tran ição do an5íFio e#e!"ante a !agarto da Era de *apric1rnio para o ani#ai terre tre e +uadr8pede da Era de 4agitArio. E ta &erdade "i t1rica ' Fe!a#ente retratada na 5a#o a tapeçaria do . De acordo co# a aFedoria antiga9 5oi a c"egada de . 4en í&e! ao ca!or e ao 5rio de outro ere &i&o 9 pr1>i#o ou di tante 9 a !anterna podia intuir a nature:a ínti#a de!e . ..arte gerou o angue &er#e!"o e proporcionou a condiçSe +ue po iFi!itaria# o egoti #o .e não 1 no entido de u# i#pu! o audA&e! para . Vi#o +ue o de e<o e>i tiu origina!#ente de 5or#a independente da "u#anidade9 e a i# continuara#9 de integrado na 5or#a proto-"u#ana. E te proto-"u#ano podia# intuir ta#F'# a nature:a do &egetai 9 a&a!iando ua ade+uaFi!idade co#o a!i#ento ou re#'dio .

. Z #edida +ue continua&a a endurecer e e tornar #ai den a e #ai eca9 a Terra enco!"ia ainda #ai 9 e a i# u# er podia pro perar apena a cu ta de outro.arte9 ta#F'# "A u#a parte crue! na nature:a "u#ana +ue ni to e rego:i<a e e>u!ta e# oFrigar u# co#pan"eiro "u#ano a e uF#eter9 e>peri#entando a eu5oria +uando ' do#inante oFre o outro 9 +uando ' capa: de e>ercer ua 5orça de &ontade e# re triçSe . Tornou.oFre&i&er. 2raça a .e parte da condição "u#ana +ue a!gu'# #a! con iga e #e>er e# pre<udicar9 ou at' #atar9 outra criatura &i&a.

Moi co#o re u!tado da in5!u3ncia de . E!e 5oi c!ara#ente o #en ageiro e e criFa do deu e 9 con"ecido co#o Cer#e para o grego e Tot para o egípcio . E ta 5or#a de interpretar ou decodi5icar a )íF!ia &eio J tona entre o neop!atoni ta e o pri#eiro caFa!i ta 9 e 5oi e!ucidada por grupo co#o o ro a-cru:e .erc8rio ta#F'# #o!dou #e#Fro #ai 5ino e #ai apto 9 #e!"or para o ere "u#ano e !oco#o&ere#9 &i&ere# e traFa!"are# <unto .y teriu# . .ntropo 15ica ta!&e: po a rei&indicar er u#a aut3ntica oFre&i&ente da &erdadeira &ertente ro a-cru:. 2rande parte do +ue e ti&e#o con iderando pode er encontrado9 por e>e#p!o9 no e crito do 'cu!o YVII de RoFert M!udd ]#uito in5!uente no Paraí o perdido de . % traFa!"o de e!ucidar e te co#entArio e reconte>tua!i:ar a aFedoria do ro a-cru:e no te#po #oderno 5oi rea!i:ado pe!o grande e tudio o e iniciado au tríaco Rudo!5 4teiner9 cu<a 4ociedade .*on5or#e o proto-"u#ano &irara# criatura terre tre 9 ta#F'# pa ou a er nece Aria a criação de no&a #aneira de o "o#e# e co#unicar.erc8rio +ue o t1ra> e&o!uiu. .i!ton^ e pouco depoi 9 no co#entArio de /acoF )oe"#e oFre o <ene i 9 o <a #encionado . E te capítu!o 5oi u# co#entArio do 23ne i 9 !e&ando e# conta tradiçSe para!e!a 9 co#o a egípcia e a grega.agnu#. E!e ta#F'# era o deu do tru+ue e do rouFo.

(#a co#preen ão da e&o!ução ordenada da e p'cie te&e orige# #i!"are de ano ante de DarQin partir no C. Para e!e 9 a "i t1ria do #undo 5oi e crita na e tre!a . .4 )eag!e.e +ue a ci&i!i:açSe antiga do #undo #o trara# u#a con onEncia e>traordinAria +uando e trata&a de i#agen a ociada co# a e+U3ncia da con te!açSe do :odíaco. E a con onEncia ' ainda #ai e>traordinAria +uando e con idera +ue e a di triFuição da e tre!a 9 e &i ta da uper5ície da Terra9 +ua e não ugere tai i#agen . E ta "i t1ria ecreta 5oi codi5icada no :odíaco9 e crita por iniciado co#o /acoF )oe"#e e RoFert M!udd9 e pre er&ada e rea!i:ada no te#po #oderno por grupo e ot'rico 9 #a e#pre e #uito de!iFerada#ente de u#a 5or#a +ue era di5íci! de er co#preendida pe!o +ue era# de 5ora. . E a i#9 o +ue e# gera! e con idera u#a id'ia #oderna +ue pL 5i# J uper tição antiga ' na rea!idade u#a id'ia antiga. rea!idade ' +ue o antigo &ia# ne ta e+U3ncia da con te!açSe a "i t1ria da e&o!ução da "u#anidade e do #undo9 co!eti&a#ente !e#Frada e co#preendida.Por'#9 #e #o 5ora da tradição e ot'rica9 recon"ece.

% 5a cínio por e ta id'ia !e&ou a u# intere e reno&ado na caFa!a e e# outra tradiçSe ocidentai 9 e a<udou a incitar a #oda do e piritua!i #o.U!!er 5oi u# <o&e# erudito a!e#ão e#pregado pe!a *o#pan"ia da índia %rientai na d'cada de 1D60 para tradu:ir o Rig Veda9 ante de er reco#pen ado co# u#a cAtedra e# %>5ord.a> . . .. orige# da e p'cie 5oi puF!icada e# 1D=9. E!e tradu:iu o !i&ro agrado do %riente e# 1= &o!u#e 9 tornando a doutrina e ot'rica orientai a#p!a#ente di poní&ei pe!a pri#eira &e:. Cou&e re&ira&o!ta +ue ti&era# i#p!icaçSe i#portante para a co#preen ão +ue te#o de no a pr1pria 5i io!ogia e con tituição #enta!. *o#o &ere#o adiante9 #uito inte!ectuai i#portante 9 inc!u i&e cienti ta 9 acredita&a# +ue "a&ia a!go na 5i!o o5ia e ot'rica e +ue a ci3ncia e o oFrenatura! u# dia e uniria#. .E então9 no 'cu!o YIY9 +uando o te>to agrado do "induí #o 5ora# tradu:ido pe!a pri#eira &e: na !íngua europ'ia e aFerta#ente puF!icado 9 grande parte do con"eci#ento e ot'rico9 +ue ante 5ora cuidado a#ente ad#ini trado e contro!ado9 agora &a:a&a para a con ci3ncia do p8F!ico. E# 1DB69 *"ar!e DarQin co#pareceu a e Se e pírita co# a ro#anci ta 2eorge E!iot.uito do grande inte!ectuai do período e intere ara# e# tentar ap!icar a #etodo!ogia cientí5ica ao 5enL#eno e pirituai e e piritua!i ta . De acordo co# a doutrina ecreta9 o ani#ai e&o!uíra# para 5or#a +ue no ão 5a#i!iare "o<e9 in5!uenciado pe!a e tre!a e p!aneta 9 o !eSe pe!a con te!ação de 7eão9 por e>e#p!o9 o touro pe!a con te!ação de Touro. Ta#F'# 5oi #uito a#igo de DarQin9 co# +ue# #ante&e u#a corre pond3ncia regu!ar. Mriedric" . Ri&a! de DarQin9 .E. Na "i t1ria ecreta9 a e&o!ução da e p'cie não 5oi o progre o con tante upo to pe!a ci3ncia. Pa!!ace participou de &Ario e>peri#ento contro!ado oFre e piritua!i #o9 acreditando +ue e te 5enL#eno podia# er #edido e &eri5icado 9 da #e #a 5or#a +ue outro tipo de 5enL#eno era# #edido e &eri5icado por outra ci3ncia . Cou&e Feco e# aída9 início 5a! o e at' tentati&a de!iFerada de aFotage#. *oFra 9 aran"a 9 Fe ouro e criatura para itAria 9 por outro !ado9 5ora# 5or#ado oF a in5!u3ncia #a!igna do !ado negro da 7ua.

e +ue o "aFitante acredita&a# +ue era# e tAtua de #iao-t '9 o gigante da tradição c"ine a. .erc8rio era . 5a#o a e tAtua da i!"a de PA coa ta#F'# de&e# regi trar a a!tura rea! de gigante "i t1rico .? e 9 #etro de a!tura. No 'cu!o YIY9 regi trou.*9 ta#F'# regi trou tradiçSe da e tirpe do 4entine!a 9 .5egani tão9 não era# tr3 e tAtua gigante de )uda9 #a tr3 e tAtua e# ta#an"o natura! de gigante de =29 . % te>to antigo +ue de cre&e# e ta era ta#F'# dão grande 3n5a e ao gigante . .!e>andre o 2rande9 4i!eno di: +ue Ro "o#en cre cera# e atingira# o doFro do ta#an"o do #ai a!to "o#en de ua 'poca9 e &i&era# o doFro de ua idadeR. .aneto9 u# "i toriador egípcio do 'cu!o III a. E# u# DiA!ogo entre o rei .% p!ano c1 #ico era de +ue toda a 5or#a Fio!1gica do #undo ao pouco 5o e# incorporada J "u#anidade9 +ue pretendia er o coroa#ento da criação. E então "ou&e a aFerraçSe e# aída .ida e 4i!eno9 +ue oFre&i&eu de 5or#a 5rag#entada da 'poca de . De acordo co# a tradição ecreta9 e te #e #o deu e 9 o #e #o ere &i&o 9 5ora# !e#Frado pe!o grego c!A ico e# u#a 5or#a #ai e&o!uída e #ai recente.o "o#en de u#a perna 19 o "o#en #orcego9 o "o#en -in eto e o "o#en co# raFo. Por e>e#p!o: con5or#e a parede do te#p!o egípcio 9 a deu a do p!aneta V3nu era Cator9 +ue tin"a caFeça de &aca9 e o deu do p!aneta . Z #edida +ue !e&ara# a "u#anidade a 5icar cada &e: #ai pr1>i#a da anato#ia "u#ana +ue con"ece#o 9 o deu e adotara# a 5or#a proto-"u#ana parcia!#ente ani#ai !e#Frada pe!o u#eriano 9 egípcio 9 per a e FaFi!Lnio 9 at' +ue por 5i# a u#ira# a 5or#a anato#ica#ente per5eita !e#Frada pe!a 8!ti#a grande ci&i!i:açSe do #undo antigo9 o grego e o ro#ano . Na &erdade9 a tradiçSe de u#a raça antedi!u&iana pode# er encontrada e# todo o #undo9 do Dana&a e Daitya da @ndia ao #ao-t ' da *"ina. % autor do 7i&ro de Eno+ue9 +ue e cre&e na tradição "eFraica9 e P!atão9 e cre&endo na tradição grega9 concorda# +ue ne te te#po pri#iti&o e antedi!u&iano urgiu u#a raça de gigante . Na tradição ecreta9 a e tAtua gigante de )a#ian9 recente#ente de truída no .n8Fi 9 co# caFeça de cão. roupage# +ue o dei>a&a parecido co# Fuda era 5eita de ge o e di:e# ter ido acre centada po terior#ente.

E ta !iteratura de 5anta ia repre enta u# 5!u>o no pre ente de u#a #e#1ria co!eti&a de te período9 +uando o "o#e# &i&ia na Terra co# gigante 9 dragSe 9 ereia 9 centauro 9 unic1rnio 9 5auno 9 Atiro . Na "i t1ria ecreta9 portanto9 não ' correto di:er +ue o "o#e# de cende do #acaco9 #a +ue o #acaco repre enta u#a degeneração da "u#anidade.. E ta 5oi9 portanto9 a era !e#Frada no grande #ito e encontra eco na !iteratura de 5anta ia9 co#o % en"or do an'i 9 de /. . 0 c!aro +ue nen"u#a da criatura 5aFu!o a dei>ara# a!gu# &e tígio no regi tro 51 i!.Re!e ]. Na "i t1ria ecreta9 a 8!ti#a criatura a encarnar ante do "u#ano 5ora# o #acaco .. To!Iien9 ou o !i&ro de NArnia9 de *..^ a!'# de outro #on tro 9 co#o todo o tipo e#e!"ante a dragSe R. i#9 por +ue o grande "o#en e #u!"ere da "i t1ria9 +ue 5ora# iniciado na ociedade ecreta 9 acredita&a# ne!e T Por +ue u#a pe oa inte!igente ne# e+uer co#eçaria a Frincar co# a id'iaT . E!e urgira# por+ue a!gun e pírito "u#ano encarnara# cedo de#ai 9 ante +ue a anato#ia "u#ana e ti&e e aper5eiçoada.^ gerara# ere "u#ano de dua a a 9 a!'# de outro co# +uatro a a e dua 5ace 9 ere "u#ano co# u# corpo e dua caFeça 9 e outro tin"a# a parte uperior de caFra e c"i5re oFre ua caFeça W outro po uía# pata de ca&a!o atrA e p' de "o#e# na 5renteW "a&ia ainda outro 9 di:e#9 +ue 5ora# touro co# caFeça de "o#e# e cãe de +uatro caFeça 9 cu<o raFo urgia# co#o cauda de pei>e de ua co ta 9 ]..R.R. 7egiSe de anSe 9 í!5ide 9 nin5a 9 dríade e outro ere e pirituai #enore er&ia# ao deu e e "u#ano co# o +uai con&i&ia#9 tra&a&a# Fata!"a e J &e:e e apai>ona&a#. 7eQi .4.

4ei o +ue acontece9 por'#. % egípcio in+ue tiona&e!#ente acredita&a# +ue eu deu #ai i#portante andara entre e!e no te#po antigo 9 !iderara-o e# Fata!"a e o go&ernara co# aFedoria e Fondade. Na pa agen eguinte 9 u ei o re!ato de P!utarco co#o Fa e9 entre!açando co# #ateria! adiciona! de outra 5onte . E!e !i&rou a terra de 5era predadora e derrotou e>'rcito in&a ore .e no pAtio e "A u# !ago arti5icia! circu!ar ao !ado de!e .. % reinado de % íri 9 e#Fora a todo te#po oF ata+ue de e trangeiro 9 eria !e#Frado co#o u#a era de ouro. +ueda de te grande guerreiro não e deu e# co#Fate co# #on tro ne# no ca#po de Fata!"a9 #a de&ido ao ini#igo e# eu #eio. % íri era u# grande caçador9 u# R4en"or da Mera R V !e#Frado na #ito!ogia grega co#o irion9 o caçador9 e na #ito!ogia e candina&a co#o Cerne9 o caçador . 4eu no#e e tA re!acionado co# a in e#inação. R%Fe!i co i#en o de pedra de taca#. Me!i:#ente9 pode#o up!e#entar e te re!ato pro&ocante co# a "i t1ria de % íri contada pe!o +ua e conte#porEneo de Cer1doto9 P!utarco9 u# acerdote iniciado do %rAcu!o de De!5o .i t'rio 9 o Rito Negro +ue ce!eFra a #orte e a re urreição de u# er cu<o no#e não ou o pronunciar.o &o!tar de u#a ca#pan"a #i!itar9 % íri 5oi receFido por #u!tidSe +ue o ap!audira#9 pe!o popu!ac"o +ue o a#a&a. 0 ne te !ago9 J noite9 +ue o egípcio encena# o . #ai não digo.e u# grande guerreiro. Cer1doto de cre&eu u#a &i ita a u# antuArio onde e di:ia +ue % íri e ta&a enterrado. Preci a#o co#eçar i#aginando u# #undo e# guerra9 pi!"ado por #on tro e ani#ai e!&agen .. .a a "i t1ria do 8!ti#o deu a go&ernar co#o rei da Terra ' regi trada e# ua &er ão #ai co#p!eta na tradição egípcia9 e não na grega. Ta#F'# 5oi u#a era de 5e!icidade do#' tica e ci&i!. . R%urienR igni5ica 3#en9 e o +ue "o<e c"a#a#o o cinturão .A O A((a((inato o R'i /'r ' B(i( ' O(%ri( * A ca+'rna a ca+'ira * O $alá io No período de crito pe!o #ito do %!i#po9 o deu e anda&a# entre o "o#en . .

Depoi do <antar9 4et anunciou u# <ogo. ROue# couFer Fe# ne ta arcaR9 di e e!e9 RpoderA 5icar co# e!a. E!e era u# en&iado de 4atã. E!e 5i:era u#a Fe!a arca9 u# tanto parecida co# u# cai>ão9 #a con5eccionada de cedro co# re&e ti#ento interno de ouro9 prata9 #ar5i# e !a:urita. Depoi 4et e eu eguidore carregara# a arca para a #argen do Ni!o e a !ançara# na Agua . Teria e!e dado a 4et u# #oti&o para #atA-!oT Pode er +ue e!e não ten"a preci ado de #oti&o nen"u#. Di:e# a!gun +ue % íri e ti&era dor#indo co# a Fe!a N'5ti 9 de pe!e e cura9 e po a de 4et e ir#ã de ua pr1pria e po a9 I i . Ne e #eio-te#po9 @ i 9 eparada de eu "o#e# e depo ta do trono9 cortou o caFe!o9 e cureceu a 5ace co# car&ão e &agou pe!a uper5ície da Terra procurando eu a#ado #arido. . .de irion ' u# eu5e#i #o. No te#po antigo 9 e!e era u# p3ni +ue e torna&a ereto J #edida +ue o no&o ano progredia.e de!e para e#pre. R*aFe e# #i# co#o a pe!e co# +ue na cihR . % íri aceitou u# con&ite do ir#ão 4et para u# <antar de ga!a e# co#e#oração J &it1ria. arca 5!utuou no Ni!o por &Ario dia e &Aria noite 9 indo parar na co ta da atua! 4íria. R*aFehR9 gritou e!e.R (# por u#9 o con&idado tentara#9 #a era# gordo de#ai 9 #agro de#ai 9 a!to de#ai 9 Fai>o de#ai . Na 'poca9 e ta Ar&ore 5icou 5a#o a por eu e p!endor e o rei da 4íria a derruFou e co# e!a enta!"ou u# pi!ar +ue 5ica&a no #eio de eu pa!Acio. % íri era u# i#orta! e 4et aFia +ue não podia #atA-!o9 #a e!e podia9 egundo acredita&a9 !i&rar. Por 5i#9 % íri uFiu ne!a e e deitou. dica da ani#o idade de 4et e tA contida e# eu no#e. E ta coi a de&e# no a!ertar para o 5ato de +ue "A u#a 5orte &ertente e>ua! na "i t1ria +ue e egue. ]% !eitore perceFerão de i#ediato co#o e ta "i t1ria9 . (# p' de ta#arindo no&o e tenro a!i cre ceu9 en&o!&endo a arca co# eu ra#o 9 e u# dia a en&o!&eu por inteiro9 encerrando-a a#oro a e protetora#ente e# eu tronco.a eu pra:er co# a &it1ria e e &aiu +uando 4et 5ec"ou a ta#pa9 #arte!ou o prego e preenc"eu cada 5enda co# c"u#Fo derretido .o #eta! de 4atã. Depoi de u# te#po9 a u#iu o e#prego de er&a na corte de u# rei e trangeiro.

. Decidido a dei>ar #arge# para +ue eu ir#ão oFre&i&e e9 e!e atacou % íri co# u# pra:er e!&age#9 reta!"ando-o e# 16 pedaço di5erente 9 +ue depoi e condeu e# egredo e# di5erente !ugare . i#9 a &i8&a I i partiu e# &iage# no&a#ente. ]% !eitore #açLnico ta!&e: e te<a# ciente de +ue e!e e c"a#a# de RMi!"o da Vi8&aR e# parte co#o u# #arco de ua participação na Fu ca de @ i .^ . En+uanto e!a e ta&a deitada dor#indo9 e!e atacou o ca a! de a#ante . .origina!#ente u# dra#a agrado no te#p!o do Egito9 c"egou a n1 de 5or#a u# tanto adu!terada co#o a panto#i#a *indere!a. .^ . I i re&e!ou ua &erdadeira identidade de rain"a e con&enceu o rei a cortar o pi!ar e dei>A-!a !e&ar a arca. E!e e eu Fando #a!igno caça&a# J !u: da 7ua e9 nu#a &i ão9 4et de repente &iu I i anin"ando % íri .a @ i <a#ai dei>ou de ter e perança de encontrar eu "o#e# e u# dia eu podere #Agico a !e&ara# a &er % íri na arca no interior da Ar&ore9 no #eio do pr1prio pa!Acio e# +ue e!a traFa!"a&a9 o pa!Acio do rei írio.!i9 pretendia u ar ua arte #Agica para re u citar o #arido. E!a partiu de Farco e de e#Farcou na i!"a de *"e##i 9 no de!ta do Ni!o.a 4et ta#F'# tin"a podere #Agico .

pri#eira #8#ia. E!a c"egara# a u#a i!"a e# . E!a então e in e#inou de!e e de ta #aneira C1ru 9 o no&o . Por 5i#9 @ i con5eccionou u# p3ni de ouro e o prendeu ne!e. E!a recuperara# toda 9 e>ceto o p3ni 9 +ue 5oi de&orado por u# pei>e do Ni!o. . .e tre do uni&er o9 5oi conceFido. E!a ta#F'# a#a&a % íri e "a&ia e tran 5or#ado nu# cão para a<udar a !oca!i:ar e ca&ar a terra para recuperar a parte do corpo de % íri .@ i u a&a ete &'u para e di 5arçar do !acaio de 4et e 5oi au>i!iada por N'5ti .Fido 9 no 4u! do Egito9 e a!i9 nu#a noite9 @ i e N'5ti unira# a parte re#ane cente e# Fandagen 9 u ando u# !ongo pedaço de !in"o Franco. E!a não 5oi capa: de tra:3-!o por inteiro de &o!ta J &ida9 #a re&i&eu % íri e>ua!#ente para +ue e!a pude e e co!ocar por ci#a de!e9 tocando-o co# de!icade:a en+uanto en&o!&ia eu p3ni na 5or#a de u# pA aro at' +ue e!e e<acu!ou.

% íri 9 en+uanto i o9 &i&ia no uF#undo co#o rei de te e 4en"or do . C1ru depSe 4et e o up!anta. Não #e de#orarei ne te a pecto de % íri por+ue o ní&e! de igni5icado no #ito re!acionado co# a 5erti!idade pa ou a er a#p!a#ente apreciado no #ai de ce# ano de de % ra#o dourado9 de 4ir /a#e Mra:er. % egípcio 5a:e# pe+uena #8#ia co# aco de !in"o rec"eado de #i!"o Foneca de #i!"o. % proF!e#a ' +ue e!e tendia a er apreciado J cu ta de todo o re to. % +ue i o igni5icaT *o#o pode#o decodi5icarT E# certo ní&e!9 parece repre entar a uce ão de u#a con te!ação por outra na prece ão do e+uin1cio . 0 por i o +ue % íri &e# a er adorado no Egito co#o u# deu da co!"eita e da 5erti!idade no &erão.r#a#ento9 anuncia a inundação do Ni!o +ue re&i&eu o #undo &egeta!9 a i# co#o o #undo ani#a! e "u#ano . Depoi 9 na pri#a&era9 ' rea!i:ada u#a operação #Agica e e!e re urge9 tanto e>ua!#ente +uanto de u#a 5or#a +ue 5erti!i:a o #undo todo.ito do deu -rei re urrecto era# contado e# todo o #undo9 de Ta#u: e . % apareci#ento da e tre!a 4iriu no "ori:onte9 depoi de #e e ocu!ta9 era u# ina! para o antigo egípcio de +ue % íri e# Fre&e re urgiria e +ue a inundação do Ni!o e ta&a para c"egar.rtur. 4eguia# o #e #o padrão. .C1ru cre ceu para &ingar a #orte do pai #atando eu tio 4et. REu ou a p!anta da &idaR9 di: o % íri do te>to da pirE#ide . % rei ' 5ata!#ente 5erido no genitai e9 en+uanto e tA deitado9 o5rendo9 a terra co#eça a 5icar e t'ri!. E!e 5oi repre entado co# #ai 5re+U3ncia ne te pape! pe!o egípcio 9 e# gera! co# u#a 5ace &erde9 pe ada#ente en5ai>ado e aparente#ente i#1&e!9 #a e#anando u# poder +ue ' i#Fo!i:ado e# ua in ígnia rea!9 carregando o ganc"o e o c"icote. .arduI J "i t1ria do rei pe cador a ociada a Par i5a! e ao cic!o do rei .!itera!#ente u#a +ue tão de &ida ou #orte. E# outro ní&e!9 ta!&e: o #ai 1F&io9 e te ' u# #ito da 5erti!idade oFre o cic!o anua! da e taçSe . Ouando #o!"ado9 o #i!"o ger#ina atra&' do aco9 o +ue repre enta&a +ue o grande deu e ta&a rena cendo.orto . % an iado apareci#ento anua! de irion no %riente9 e de ua con orte @ i 9 con"ecida por n1 co#o 4iriu 9 a e tre!a #ai Fri!"ante do .

4aFe#o 9 por P!utarco9 +ue na . Não +ueria# a u tA-!o9 #a edu:ira# Dioní io a air de u# Ferço ocu!to nu# nic"o no 5undo da ca&erna. En+uanto i o9 . Todo concorda# +ue a #ãe do pe+ueno deu era a . .tena urgira p!ena#ente 5or#ada da caFeça de Geu 9 o Dioní io rena cido urgiu co#p!eta#ente de en&o!&ido da co>a de Geu . Para entender a rea!idade "i t1rica por trA de ta narrati&a #i terio a e a "i t1ria para!e!a de % íri 9 ' nece Ario +ue no !e#Fre#o +ue9 ne te re!ato da "i t1ria do uni&er o9 a #at'ria 1 era precipitada da #ente c1 #ica por período #uito .tena entrara na ca&erna e# er &i ta e arreFatou o coração do #enino-caFra ante +ue 5o e co:in"ado e co#ido. E te egredo era u# egredo "i t1rico. . 5onte di corda# +uanto J paternidade de Dioní io. Para c"egar#o a e ta &erdade9 preci a#o agora &er u#a "i t1ria igua!#ente e tran"a e perturFadora do #ito grego .!gun di:e# +ue eu pai era Cer#e 9 outro di:e# ter ido Geu . Dioní io9 a i# co#o Geu 9 repre enta a e&o!ução de u#a no&a 5or#a de con ci3ncia9 e #ai u#a &e: o titã e ta&a# decidido a e!i#inA-!o ainda no início. De repente9 o titã caíra# e# ci#a de Dioní io e o di!acerara#. 7e&ou-o a Geu 9 +ue cortou u# Furaco e# ua co>a9 in eriu-o e# eu corpo e o co turou. .tirara# o pedaço e# u# ca!deirão 5er&ente de !eite9 depoi arrancara# a carne de eu o o co# o dente .ntigUidade % íri 9 o 8!ti#o deu -rei a go&ernar a Terra9 era co#parado a Dioní io9 o 8!ti#o do deu e o!í#pico .ãe Terra e +ue9 co#o aconteceu co# Geu 9 e!a e condeu o FeF3 Dioní io nu#a ca&erna. Depoi de u# te#po9 a i# co#o . E!e coFrira# o ro to co# ge o Franco para +ue ningu'# ouFe e +ue e!e era# o 5i!"o de cara negra do deu -cor&o.E#Fora a turFa egípcia +ue e ag!o#era&a no pAtio do te#p!o entende e a "i t1ria de % íri ne te ní&e! do #ito da 5erti!idade9 "a&ia outro ní&e! uperior9 con"ecido apena pe!o acerdote no antuArio interno9 o Rito Negro cu<o egredo Cer1doto a5ir#ou con"ecer. Ve#o 9 de no&o9 +ue o titã ão de&oradore de con ci3ncia.

e u#a Farreira #aior ao !i&re 5!u>o da #ente c1 #ica. E te ainda era o #undo regi trado na .o pouco 9 por'#9 a #at'ria e tornou #ai den a. . "i t1ria de % íri gDioní io ' a etapa eguinte ne te proce o9 ta!&e: a #ai deci i&a9 +uando parte da grande #ente c1 #ica9 a con ci3ncia uni&er a!9 ' di&ididae aF or&ida no corpo do indi&íduo . . . .eta#or5o e do poeta-iniciado %&ídio9 +uando a 5or#a a tronL#ica de ere "u#ano e ani#ai não era# 5i>a co#o ão agora9 u# #undo de gigante 9 "íFrido e #on tro . Ta#F'# preci a#o !e#Frar de no&o +ue9 e#Fora po a#o &er #uita da grande 5igura do #ito 9 deu e e "o#en co# u#a anato#ia e#e!"ante J no a9 e!e 1 aparece# a i# ao o!"o da i#aginação. 4e não 5L e#o e>c!uído do #undo e pirituai e da grande #ente c1 #ica9 e no a co#po ição corpora! não 5i!tra e o +ue adentra9 no a #ente eria co#p!eta#ente tonta e oFrecarregada.!ongo e 1 de #aneira #uito gradua! e ta&a e de en&o!&endo para o tipo de o!ide: co# +ue e ta#o 5a#i!iari:ado "o<e. *on5or#e endurecia9 a #at'ria torna&a. % "o#e# agora tin"a a!gu# e paço e# i no +ua! pen ar. % ere "u#ano #ai a&ançado e# ter#o anatL#ico e ta&a# de en&o!&endo o doi o!"o +ue te#o "o<e9 #a a 7anterna de % íri ainda e pro<eta&a do #eio da te ta9 onde o o o do crEnio ainda não "a&ia endurecido. ca!ota 1 ea do crEnio endureceu9 5ec"ando a 7anterna de % íri 9 oF truindo a i# a grande #ente c1 #ica. % #undo parecia #uito di5erente ao o!"o 5í ico +ue e&o!uía# ne ta 'poca. De acordo co# a aFedoria antiga9 en+uanto não "a&ia Farreira ao e pírito 9 deu e e an<o +ue paira&a# no a!to9 não "a&ia po iFi!idade de o er "u#ano de 5rutarde pen a#ento ou de arFítrio !i&re e indi&iduai 9 +ue di tingue# a con ci3ncia "u#ana. E a +ue tão i#portante a e ter e# #ente a+ui ' +ue9 ape ar de ter ido precipitada da #ente9 a #at'ria era e tran"a J #ente. % +ue aconteceu ao pouco 9 então9 5oi +ue J #edida +ue a #at'ria endurecia9 e&o!uía# dua di#en Se para!e!a 9 o #undo e piritua! e o #undo #ateria!9 o pri#eiro &i to pe!a 7anterna de % íri e o 8!ti#o pe!o doi o!"o .

% acad3#ico tende# a dei>ar pa ar o ní&e! urpreendente#ente !itera! na a!egoria de P!atão.. 0 5unda#enta!9 e +ui er#o co#preender o +ue e tA acontecendo a+ui9 aFandonar u#a 5or#a #ateria!i ta de pen ar9 de &er a coi a 9 por a i# di:er9 e# no#e do outro e>tre#o do te!e c1pio. . *o#o e ta#o di tante do te#po e# +ue a pe oa acredita&a# no idea!i #o9 para n1 ' di5íci! apreciA-!o co#o u#a 5i!o o5ia de &ida e ti#u!ante9 e# &e: de apena u#a teoria eca co#o poeira. . De 5or#a #ai e pecí5ica9 &oc3 acredita +ue a . % aconteci#ento do !ado de 5ora da ca&erna !ança# o#Fra na parede9 +ue o pri ioneiro upSe# er a rea!idade.!egoria da *a&erna9 de P!atão.ente c1 #ica criou o uni&er o #ateria! a 5i# de dar J #ente "u#ana a 5or#a +ue e!a te#. 4e ' u# idea!i ta9 &oc3 acredita +ue o uni&er o 5oi criado pe!a . . caracterí tica +ue de5ine a &ida "u#ana9 ua rea!i:ação #A>i#a9 e ta#F'# do co #o9 ' a capacidade de pen ar. % crEnio ' u# a#Fiente e curo e rígido9 recoFerto de carne.a a pe oa +ue acredita&a# no idea!i #o &i&ia# o #undo de u#a 5or#a idea!i ta e ta#F'# entendia# o idea!i #o co#o u# proce o "i t1rico. % c'reFro ' o oF<eto 5í ico #ai co#p!e>o9 uti!9 #i terio o e #iracu!o o con"ecido no uni&er o. De acordo co# a doutrina ecreta9 o co #o criou o c'reFro "u#ano para +ue 5o e capa: de pen ar e# i #e #o. .ente para a #ente . i#age# ar+uetípica de te #ode!o da condição "u#ana ' a . ca&erna a+ui ' a ca!ota 1 ea do crEnio. % oF<eto 5í ico 9 por outro !ado9 ão #era o#Fra ou re5!e>o de ua rea!idade #ai e!e&ada. Pri ioneiro ão acorrentado na ca&erna de #odo a 5itare# u#a parede9 e# +ue po a# e &irar. E ta ' u#a e>po ição da 5i!o o5ia +ue o acad3#ico c"a#a# de idea!i #o9 +ue u tenta +ue a #ente c1 #ica e o pen a#ento 9 ou 4ere -Pen a#ento +ue de!e e#ana# idea ^9 ão a rea!idade uperior. P!atão 5oi u# iniciado e teria ido Fe# con ciente do #ecani #o de!icado de o#Fra e re5!e>o +ue acontece dentro do crEnio "u#ano9 a 5i io!ogia e a p ico!ogia ocu!ta da doutrina ecreta.

(# crEnio "u#ano &irou a!go #eio &i&o9 #eio #orto. partir daí9 aFre. Na "i t1ria ecreta ta#F'# "A u#a di#en ão e peci5ica#ente e>ua! ne te de en&o!&i#ento. De acordo co# a aFedoria antiga9 o p3ni 5oi a 8!ti#a parte do corpo "u#ano a a u#ir ua 5or#a atua! de carne9 e ' por i o +ue o arti ta na ociedade ecreta 9 co#o .. .ic"e!ange!o e 4ignore!!i ir#ão iniciado de 7eonardo da Vinci9 co tu#a&a# retratar o p3ni do "o#en da #ito!ogia co#o u# &egeta!. . Ne te grande #o#ento deci i&o da "i t1ria9 a i# co#o o p3ni torna&a.e u#a terrí&e! terceira di#en ão. . "u#anidade entregou. *o# a 7ua e# eu !ugar9 re5!etindo a !u: do 4o! para a Terra9 e co# e te proce o endo reprodu:ido no #icroco #o dentro do crEnio "u#ano9 co# a #at'ria tendo por 5i# e tornado den a o Fa tante para +ue a #ente "u#ana R e 5ec"a eR9 c"ega#o ao ponto e# +ue a anato#ia e a con ci3ncia "u#ana a!cançara# u#a 5or#a +ue recon"ecería#o "o<e.e carne9 o "o#e# não podia #ai e propagar pe!o antigo #'todo de partenog3ne e. No a con ci3ncia agora te# a e trutura +ue te# por+ue o corpo ce!e te e a!in"a# aci#a de n1 da #aneira +ue o 5a:e#. 0 por i o +ue ' u# a>io#a da doutrina ecreta +ue o início da #orte 5oi o na ci#ento do pen a#ento. "i t1ria idea!i ta da criação ' a "i t1ria de te proce o9 e o grande aconteci#ento ne ta "i t1ria 5ora# gerado pe!o 4o!9 a 7ua9 o p!aneta e e tre!a . % acerdote do . CA9 por'#9 #ai u#a +ue tão a er con iderada.i t'rio acredita&a# +ue J #edida +ue a 7anterna de % íri e retira&a oF a coFertura 1 ea do crEnio e co#eça&a a ocupar a po ição +ue "o<e con"ece#o co#o a g!Endu!a pinea!9 o p3ni de carne e pro<etou. .e inteira#ente J e>ua!idade ani#a!. % o o "u#ano endurecera# e e tornara# #ateriai . condiçSe 5unda#entai +ue po iFi!itara# +ue o "o#e# re5!eti e9 i to '9 +ue pen a e9 agora e ta&a# e# eu de&ido !ugare .

Ouando co#eçara# a a u#ir caracterí tica ani#ai 9 co#eçara# ta#F'# a &i&er u# antego:o da #orte. Ouando era# criatura &egetai 9 o proto-"u#ano não tin"a# e>peri3ncia da #orte. di#en ão con ciente e ponderada no "o#e# 1 ' po í&e! por u#a repre ão parcia! de te proce o &itai . Di:ia. % pen a#ento "u#ano ' u# proce o !eta!9 re tringindo ao #e #o te#po o cre ci#ento e a !onge&idade. E ta 5oi u#a e>peri3ncia co#o a do ono c"eio de on"o . % organi #o "u#ano RrouFaR 5orça +ue no ani#ai ão u ada para o cre ci#ento e a e truturação Fio!1gica 9 e a cana!i:a para criar a condiçSe nece Aria para o pen a#ento. Depoi de u# te#po9 e!e Rde pertaria#R no&a#ente no #undo #ateria!.ão e# grande parte incon ciente . E te on"o9 #e #o +uando acontecia e# ono #uito pro5undo9 não da&a #ai ao "o#e# o re5rig'rio pe!o +ua! an ia&a. Z #edida +ue o o o "u#ano e o corpo da Terra endurecia# e e torna&a# a!go pr1>i#o do +ue ão .De acordo co# a doutrina ecreta9 "A u#a opo ição 5unda#enta! entre &ida e pen a#ento.e +ue e te ' u# do #oti&o para +ue o "o#e# e<a9 co#parati&a#ente9 u# ani#a! doentio. % proce o &itai do "o#e# V dige tão9 re piração e o proce o de cre ci#ento9 por e>e#p!o . .

!i9 e!e pa aria por u#a 'rie de pro&a de 5orça e pot3ncia9 inc!u i&e correr . .i t'rio nu#a cE#ara uFterrEnea9 o rece#-regenerado 5ara1 iria a u# pAtio #ai 5re+Uentado. % c"a#ado da #orte era cada &e: #ai a!to9 at' +ue e tornou +ua e e #agador."o<e9 o "o#e# pa a&a a e #o&er co# #eno !iFerdade e9 na &erdade9 peno a#ente. % ono e apro5undou at' 5icar i#i!ar J #orte9 e depoi e tornou #orte. Depoi de uportar u#a ceri#Lnia de #orte e rena ci#ento da e co!a de .gora o "o#e# a5ina! e ta&a enredado no cic!o e!&agen da &ida9 #orte e rena ci#ento9 cic!o e# +ue a criatura de&e# #orrer para aFrir ca#in"o para no&a geraçSe . % erudito con eguira# reunir re5er3ncia te>tuai co# enta!"e no co#p!e>o da PirE#ide e# degrau e# HarnaI9 perto do *airo9 a 5i# de entender a!go do +ue de&e ter acontecido no rituai RCeF-4edR +ue acontecera# a!i. E!e agora &i&ia# e# u# !ugar e# +ue o pai de&ia# #orrer para dar !ugar ao 5i!"o 9 onde o rei de&ia #orrer para dar !ugar a u# uce or #ai no&o e #ai &igoro o. .

*"ega#o a u#a 'poca e encia! na "i t1ria ecreta do #undo9 +uando a #at'ria precipitou da #ente e endureceu a ta! ponto +ue o crEnio "u#ano a u#iu u#a 5or#a #uito parecida co# a de "o<e. (# er "u#ano condu:ido a u#a a!a de trono podia &er outro er "u#ano entando. Cer1doto de&e ter te te#un"ado a!go #uito e#e!"ante e te&e per#i ão para &er o Rito Negro do egípcio .a o Terceiro %!"o ainda era #uito #ai ati&o do +ue atua!#ente e não e tornara &e tigia!. . E#Fora o "o#e# não ti&e e #ai ace o i!i#itado ao #undo e pirituai 9 e!e poderia &er o rei no&a#ente co# eu terceiro o!"o e9 e o 5i:e e9 poderia &er u# deu entado a!i. (# príncipe c"a#ado .r<una o &e<a co#o e!e ' ao o!"o da &i ão9 e# ua 5or#a upre#a e di&ina. % #aior regi tro "i t1rico da perda "u#ana da capacidade de e>ercer e te #odo dup!o de percepção e tA no te>to agrado "indu do )"aga&ad 2ita. . percepçSe do #undo #ateria! era# tão &í&ida +uanto a percepçSe do #undo e piritua!.e diante de!e9 ou pe!o #eno o +ue parecia er u# "o#e#. . condição "u#ana 5oi #udando e# #uito ní&ei di5erente . No c!í#a> da ceri#Lnia de iniciação +ue e ta#o aco#pan"ando9 o candidato ta#F'# teria &i to a!go parecido V a #orte de u# grande deu . E a i# Hri "na9 o coc"eiro +ue o condu:iria J contenda9 per#ite +ue . Tre#endo de a o#Fro e pa #o9 e!e &3 o o!"o de Hri "na co#o o 4o! e a 7ua9 &3 +ue Hri "na enc"e de radiEncia todo o c'u e a Terra9 co#o e ti&e e a !u: de #i! 1i 9 +ue e!e ' &enerado por in8#ero outro deu e e +ue e!e cont'# e# i toda . % eguinte re!ato de u#a te te#un"a ocu!ar do acri5ício de u# deu -touro na índia &e# de u# &ia<ante FritEnico do 'cu!o YIY: ROuando o go!pe ' dado9 eparando a caFeça do corpo da &íti#a9 o cí#Fa!o e e!e&a#9 o ta#Fore Fate#9 a tro#Feta ão oprada e todo da congregação9 ao grito 9 !a#Fu:a# o corpo de angue9 ro!a# ne!e e9 dançando co#o de#Lnio 9 aco#pan"a# ua dança co# cançSe 9 a!u Se e ge to oF ceno .r<una e ta&a c"eio de d8&ida J &' pera da Fata!"a. 4e o 5ara1 5raca a e ne te te te 9 o5reria a #e #a #orte angrenta do touro.co# u# touro para tentar pro&ar +ue9 co#o e!e pr1prio grita&a e# rito 9 R4ou !i&re para correr pe!a terraR.

% AFio da .R De no&o no depara#o co# 5ra e +ue co#pSe# u#a id'ia de rena cer +ue pode parecer e tran"a#ente 5a#i!iar ao cri tão . Não #e tran 5or#arei e# &er#e 9 terei #eu er9 &i&erei9 &i&erei.r<una. 4aFia +ue o #undo interior9 ace í&e! ao terceiro o!"o9 era o &erdadeiro9 e o eguidore de % íri agora e apega&a# ao #undo angrento9 c"eio de dor e #orte. . RNão de5in"arei9R proc!a#a e!e no 7i&ro do #orto 9 Rnão apodrecerei9 não putre5arei. Depoi di o9 Hri "na e retrai para ua 5or#a "u#ana e #o tra a 5ace co#u# e genti! para tran+Ui!i:ar o apa&orado . E!e pretendia er u# pouco a&i!tante. Ne e #o#ento9 % íri de coFre +ue te# o +ue o cri tão c"a#a# de R&ida eternaR. Na "i t1ria de % íri 9 &i#o co#o a 5orça do e>o9 da #orte e do pen a#ento e tornara# cada &e: #ai entre!açada para criar a coi a 8nica +ue ' a con ci3ncia "u#ana.undo E>teriorR.i t'rio e ociedade ecreta . +ue tão principa! ne ta "i t1ria ' +ue % íri rena ce não na &ida co#u#9 #a e# u# e tado uperior de con ci3ncia. Portanto9 o #ito de % íri te# #uito ní&ei de igni5icado9 #a ' oFretudo u# #ito oFre a con ci3ncia.diante9 &ere#o e ta t'cnica e# deta!"e 9 #a e ta ' u#a Area di5íci! para n1 por+ue no a co#preen ão da e>ua!idade tende a ocorrer nu# ní&e! #uito #ateria!i ta. De de o te#po antigo 9 e ta t'cnica e ti&era# entre o egredo #ai Fe# guardado na e co!a de . % íri pode9 da #e #a #aneira9 ter po iFi!itado e ta e>peri3ncia a a!gu'# +ue ten"a entrado na a!a de eu trono e# TeFa .ntigUidade9 "o#en e #u!"ere 9 co#preendia# co#o a #orte e a e>ua!idade ão nece Aria para +ue ur<a o pen a#ento9 e co#o entendia# +ue e ta 5orça 5ora# entre!açada nu# proce o "i t1rico9 ta#F'# entendia# +ue o pen a#ento con ciente podia er u ado para #anipu!ar a 5orça do e>o e da #orte a 5i# de a!cançar e tado #ai e!e&ado . E!e no in5or#a +ue de&e#o todo #orrer . /acoF )oe"#e de cre&eu u# #undo de pedra recortada9 #adeira enta!"ada9 de #anto reai 9 carne e angue co#o R.#a para rena cer. . .a #ara&i!"a do co #o.

*ada partícu!a de e per#ato:oide contin"a u#a partícu!a da pri#a #at'ria da +ua! tudo era 5eito9 u#a partícu!a +ue podia e>p!odir co# incrí&e! ca!or aFra ador e 5or#ar todo u# no&o #acroco #o. &ia# a e>ua!idade co#o a!go +ue no i#pe!e para o grande #o#ento de no a &ida9 por+ue &ia# +ue o e>o contro!a de +ue# na ce#o 9 co#o deter#ina a pe oa por +ue# no enti#o atraído . (# "o#e# no #undo antigo podia &er u#a #u!"er a +ue# de e<a&a e er to#ado por u# de e<o a u tador e do#inador. % ado!e cente de no a 'poca pode# perceFer a!gu#a re&erFeração do enti#ento antigo +uando o pri#eiro aFa!o da e>ua!idade tra:e# en açSe &ee#ente 9 u#a no&a inten idade e u# de e<o do!oro o9 entido no peito9 de aFarcar o #undo todo.tin"a ta#F'# outra di#en Se 9 .e o e per#a co#o u#a e>pre ão da &ontade c1 #ica9 o poder gerador ocu!to na coi a 9 o princípio organi:ador de toda a &ida. % de e<o no torna oF tinado . Na &i ão da #ente-ante -da-#at'ria9 e ta di#inuição da outra pe oa pe!o #odo co#o a perceFe#o pode er u#a &erdade !itera!. Ouere#o cur&A-!o a no a &ontade e i to ' u#a in5!u3ncia do E pírito de %po ição. Para o antigo 9 o i#pu! o e>ua! ta#F'# era u#a e>pre ão de u#a &ontade +ue e ta&a a!'# do indi&íduo. E!e aFeria +ue pe!o re to da &ida eria #o!dado pe!a reação de!a. E!e aFia +ue o de e<o e>ua! +ue o i#pe!ia para e ta #u!"er não era apena Fio!1gico j co#o e con idera "o<e e# dia .a o de e<o ' e#pre u cetí&e! J corrupção. E!e ta#F'# aFia +ue a raí:e de eu de e<o tin"a# origen #uito pro5unda e u# tanto anteriore J ua &ida pre ente.Por e>e#p!o: "o<e no ' #uito di5íci! &er a pintura e enta!"e do 5a!o ereto +ue adorna a parede de te#p!o "indu ou egípcio e i#aginar co#o o antigo pretendia# +ue e!e 5o e# Rinterpretado R9 poi no #undo #oderno a e piritua!idade 5oi9 para a #aioria da pe oa 9 de &incu!ada do e>o. . . #aneira co#o o!"a#o para a pe oa a5eta a con tituição p ico!1gica e +uí#ica de!a . . Ouando de e<a#o a!gu'#9 n1 o Rrei5ica#o R9 para u ar u# ter#o de /ean-Pau! 4artre. ci3ncia #oderna no en inou a con iderar o i#pu! o e>ua! co#o a!go i#pe oa!9 +ue te# u#a &ontade independente da no a9 co#o u#a e>pre ão da &ontade de oFre&i&er da e p'cie . % +ue de e<a#o 9 po uí#o e# no a i#aginação. No #undo antigo9 co#preendia.

Co<e aFe#o +ue9 +uando o!"a#o u#a e tre!a di tante9 e ta#o &endo a!go +ue aconteceu "A #uito te#po9 de&ido ao te#po +ue a !u: !e&ou para dei>ar a e tre!a e c"egar J Terra. % antigo aFia# de outra &erdade9 a de +ue9 +uando e!e conte#p!a&a# ua pr1pria &ontade9 ta#F'# e ta&a# o!"ando a!go +ue 5ora 5or#ado #uito ante de e!e na cere#. % antigo aFia# +ue e#pre +ue e entia# e# 5u ão co# outro er "u#ano no ato e>ua!9 todo u# Fando de .e pirituai e agrada . *o#o e o p!aneta do a#or o ti&e e guiado para e te encontro9 ta#F'# o outro grande deu e do c'u teria# preparado e ta e>peri3ncia para e!e por #uito #i!3nio e #uita encarnaçSe .

CA ainda #ai u#a pecu!iaridade na "i t1ria de % íri 9 u#a o#Fra e cura e# u#a "i t1ria <A o#Fria. /A aco#pan"a#o a "i t1ria da Oueda. E!e aFia# ta#F'# +ue a 5or#a co#o 5a:ia# a#or teria u# e5eito no co #o pe!o #i!3nio +ue e eguiria#. Na #ito!ogia cri tã9 e ta #e #a 5igura9 e te #e #o i#pu! o e piritua!9 reaparece co#o . N'5ti 9 então9 ' u#a 5igura +ue repre enta u#a 5or#a o#Fria de aFedoria9 decaída #a capa: de redenção.ada!ena.aria . Moi a e te e!e#ento #Agico no ato e>ua! +ue Ri!Ie e re5eriu +uando e cre&eu +ue Rdua pe oa 9 unida na noite9 con&oca# o 5uturoR. Vi#o +ue a . Vi#o +ue I i tin"a u#a ir#ã9 N'5ti 9 e "a&ia u#a uge tão de i#propriedade e>ua! por parte de % íri 9 u#a +ueda e>ua! da graça 9 ta!&e:. . Ouando 5a:e#o a#or9 e ta#o interagindo co# grande podere c1 #ico 9 e9 e decidir#o 5a:er i o con ciente#ente9 pode#o participar de te ato #Agico.con te!açSe e ta&a en&o!&ido.ai tarde9 por'#9 N'5ti u ou eu podere #Agico para a<udar @ i na Fu ca pe!a parte do corpo de % íri e a<udou ta#F'# a uni-!a no&a#ente.

Co<e di:e# +ue e tA e condida e# .+ue todo preci a#o tocar o 5undo roc"o o9 &i&er o pior +ue a &ida te# a o5erecer9 para !utar co# no o de#Lnio 9 te tar o !i#ite de no o inte!ecto e &ia<ar para o outro !ado da !oucura. E!a ta#F'# enta!"ou u#a e tAtua de Pa!a e# #adeira preta para "o#enageA-!a.a 4o5ia . % grego +ueria# aFer o +ue o troiano aFia#. Vi&e#o nu# #undo decaído.Oueda não 5oi a +ueda de e pírito "u#ano no #undo #ateria! pree>i tente . .nat1!ia a #ante&e e# ua capita!9 Tr1ia era a #aior cidade do #undo.tena9 a deu a da aFedoria do grego . Ouando a carregara# e# triun5o9 a !iderança da ci&i!i:ação do #undo pa ou para e!e . . Na #ito!ogia cri tã V e na doutrina ecreta da Igre<a .a Terra o5reu e 5oi punida por ter decaído9 ao ter eu pr1prio e pírito apri ionado no uFterrEneo dentro de!a.a u# dia . E ta e tAtua9 c"a#ada de Pa!Adio9 enta!"ada pe!a #ão de u#a deu a e Fan"ada por ua !Agri#a 9 era re&erenciada co#o u# oF<eto co# o poder de #udar o #undo na . De preocupada 9 e!a co tu#a&a# Frincar na p!anície de .tena para recon"ecer o !ado o#Frio de i #e #a9 a i# co#o de certo #odo N'5ti repre enta o !ado o#Frio de @ i . Z &e:e c"a#ada de 4o5ia9 notada#ente na tradição cri tã9 e ta aFedoria 1 ' a!cançada +uando de ce#o por !ugare e curo e de#oníaco da Terra e ta#F'# de n1 #e #o .ntigUidade.tena tin"a u#a #eia-ir#ã9 u#a #enina de pe!e e cura c"a#ada Pa!a 9 +ue e!a a#a&a #ai do +ue a +ua!+uer outra pe oa.ntigUidade I i era identi5icada co# . .ai tarde e!a 5oi enterrada oF Ro#a e# toda ua g!1ria9 at' +ue o i#perador *on tantino a tran 5eriu para *on tantinop!a9 +uando e ta e tornou o centro da e piritua!idade no #undo. partir daí9 e!a pa ou a e c"a#ar Pa!a . i# co#o #iríade de e pírito no a<uda# a cre cer e e&o!uir9 outro 9 igua!#ente nu#ero o 9 ta#F'# traFa!"a# para no de truir e ao pr1prio tecido de no o #undo. Ouando o po&o de .' u# e+uí&oco #uito 5Aci! e co#u# i#aginar i o V9 #a a Oueda pe!a +ua! o corpo "u#ano e tornara# #ai den o J #edida +ue o #undo #ateria! e torna&a #ai den o. . 4aFe#o 9 por P!utarco9 +ue na .nat1!ia9 5a:endo <ogo 9 tra&ando !uta de Frincadeira co# !ança e e cudo . E de&ido a N'5ti . .tena e di traiu. E!a e corregou e #atou Pa!a 9 per5urando-a por acidente.

.*. Parecia +ue o grande deu e 9 co#o Geu ou Pa!a .po!o e .i t'rio 9 en ina&a.i t'rio 9 teria co#preendido +ue a pri#eira da tr3 dina tia era a #ai antiga geração de deu e criadore V 4aturno9 Reia9 (rano V9 a egunda geração endo co#po ta por Geu 9 eu ir#ão e 5i!"o 9 co#o . 4ua &i ita J uper5ície da Terra e tornara# pouco 5re+Uente e 5uga:e . a e tran"a e tAtua de #adeira do rei +ue go&ernara# ante de +ua!+uer oFerano "u#ano9 o acerdote egípcio di era#-!"e +ue ningu'# podia entender e ta "i t1ria e# aFer da Rtr3 dina tia R. 2rande 5orça co#o e ta e cre&e# a "i t1ria do #undo at' o pre ente.e +ue ne ta &i ita e!e 9 por .tena9 1 5a:ia# entir ua pre ença e inter&in"a# direta#ente no a unto "u#ano e# te#po de cri e. % cu!to a N'5ti 9 <unto co# eu e+ui&a!ente grego e cri tão9 5oi u#a da corrente #ai o#Fria e podero a do ocu!ti #o. Partir daí o deu e uperiore encontraria# di5icu!dade para de cer aFai>o da 7ua.000 a. Na e co!a de .a!gu# !ugar do 7e te Europeu9 e ' por i o +ue9 recente#ente9 a grande pot3ncia #açLnica procurara# contro!ar e ta região. E ta 8!ti#a ' o te#a de te capítu!o. C A Era ' S'mi4 'u('( ' H'r6i( O( anti)o( * A( ama=ona( * Eno3u' * H. Ouanto #ai e!e&ado e ine5A&e! o deu 9 #ai di5íci! era co#pri#i-!o na rede cada &e: #ai e treita de nece idade 5í ica +ue recoFria a Terra. Z #edida +ue a #at'ria e torna&a #ai den a9 e por+ue #at'ria e e pírito ão ini#igo 9 a pre ença do deu e era cada &e: #eno con tante.rcul'(< T'('u ' Ja("o Ouando Cer1doto 5icou de norteado *%. .credita&a. .tena9 e por 5i# a geração de e#ideu e e "er1i . 4e Cer1doto ti&e e ido u# iniciado na e co!a de .e +ue &iria u#a #udança deci i&a ne te entido por &o!ta de 1.

%correra# grande guerra entre ere "u#ano e e>'rcito de outra criatura errante de 'poca anteriore .u#a triFo de #ineiro de í!e> do Neo!ítico . .acidente9 dei>a&a# para trA u# &i co e tran"o e e>traterre tre9u#a p!anta +ue não pode cre cer no o!o da Terra9 #a +ue cre ce natura!#ente na 7ua. . guerra entre o centauro e o !Apita .on tro #arin"o ta#F'# a!tara# para a #argen para arra tar o #e#Fro da triFo +ue c"ega&a# perto de#ai .rra tara# a noi&a e a e tuprara# . . 4e# a pre ença do deu e uperiore para repri#i-!a9 a prog3nie de 4aturno9 co# apar3ncia de carangue<o9 +ue 5ora apri ionada na ca&erna uFterrEnea 9 co#eçou a gan"ar a !u: do dia de no&o9 in5e tando a uper5ície da Terra e pi!"ando a "u#anidade. 2igante !e&a&a# o gado e J &e:e ta#F'# preda&a# a carne "u#ana. % centauro 5ora# con&idado ao ca a#ento do !íder do !Apita 9 #a 5icara# in5!a#ado ao &er o corpo Franco e e# pe!o da #u!"ere !Apita . Na !uta +ue e eguiu9 u# rei !Apita 5oi #orto e a i# co#eçou u#a "o ti!idade +ue durou geraçSe .e ta#F'# a ua da#a de "onra e padrin"o . .' regi trada no 5ri o do Partenon.

*on5or#e a +ueda da "u#anidade continua&a9 o #e #o aconteceu co# a nature:a. 7eSe e !oFo co#eçara# a atacar ere "u#ano . . .Z #edida +ue o o o e torna&a# #ai den o 9 o #undo ani#a! co#eçou a entir eu pe o. (#a a#a:ona preci a&a #atar u# "o#e# ante de oFter per#i ão para e ca ar. .!'# di o9 p!anta &eneno a e&o!uíra#9 co#o o acLnito. . p!anta de en&o!&era# e pin"o para arran"ar e di5icu!tara# a co!"eita do 5ruto .d+uiriu dente e garra &er#e!"a . % 5ri o do Partenon ta#F'# regi tra Fata!"a contra a a#a:ona 9 u#a raça de guerreira +ue 5ora# a pri#eira a #ontar ca&a!o e# Fata!"a . criação e e gotou e o ani#ai 5icara# &io!ento 9 u#a &e: +ue preci a&a# !utar pe!a oFre&i&3ncia. E!a era# #agní5ica e repre enta&a# u#a no&a 5or#a de co#porta#ento "u#ano9 poi <unto co# a po iFi!idade de #orrer . ( ando ar#adura de pe!e e portando e cudo e# 5or#ato de #eia-!ua9 ua ca&a!aria cei5a&a 5i!eira de o!dado a p'.

Z &e:e ente# a .a ' c!aro +ue "a&ia ar#adi!"a ni o.e per&er aR. . *aía u#a o#Fra oFre a re!açSe "u#ana . 4e no corta# 5undo ou co# 5re+U3ncia9 #orre#o . 4e# a!gu# i o!a#ento9 nen"u# er "u#ano pode &i&er co#o indi&íduo9 ningu'# poderia entir na te ta o 5ogo ardente +ue i#pe!iu *ai#. 4e no corta#9 angra#o . .!gun ere "u#ano co#eçara# a ter pra:er co# i o...dão e E&a9 +ue era# co#o ra#o da #e #a Ar&ore. .gora era po í&e! +ue u# centro de con ci3ncia acredita e e tar eparado de outro. Da #e #a 5or#a +ue ería#o oFrepu<ado pe!o #undo e pirituai e e!e não 5o e# 5i!trado 9 e não "ou&e e u# 5i!tro para a e#patia9 entiría#o a dor de todo co#o a no a e a i# ería#o co#p!eta#ente e #agado pe!o o5ri#ento do outro . R4ou por&entura eu o guarda do #eu ir#ãoTR9 perguntou *ai#9 +ue repre enta a e&o!ução da no&a 5or#a de con ci3ncia. E ta pergunta nada teria igni5icado para .&eio ta#F'# a de #atar. "i t1ria #o tra +ue o "o#e# te# pa&or de ere "u#ano co# outra 5or#a de con ci3ncia9 o +ue e# gera! con idera# di5íci! de to!erar. *o# o 5ec"a#ento do crEnio "u#ano e o entre!aça#ento do 1rgão de percepção e piritua!9 o "o#en agora e ta&a# apartado não 1 do deu e +ue paira&a# aci#a de!e 9 #a u# do outro . . % 7i&ro de Eno+ue de cre&e co#o a uper5ície da Terra 5icou coFerta de e>'rcito e# guerra e a5ir#a +ue Ra carne "u#ana tornou.

ai J 5rente9 &ere#o +ue9 de de o te#po de .u trA!ia ou a tentati&a do na:i ta de e!i#inar o cigano . Terra 5icou #ai 5ria9 rígida e perigo a de #uita #aneira di5erente . . Tí5on urgiu do #ar e eguiu direito para o %!i#po9 cu pindo 5ogo pe!a Foca e F!o+ueando o 4o! co# ua a a de #orcego. . % #aior e #ai apa&orante do #on tro 9 prog3nie de 4aturno9 c"egou por 8!ti#o. Geu tentou atingi-!o co# raio 9 #a Tí5on o a5ugentou.a o #e#Fro de erpente do #on tro en&o!&era# o #e#Fro de Geu 9 do#inando-o .gora o "o#e# e ta&a !i&re para co#eter erro 9 e co!"er o #a! e de 5rutar de!e. Não #ai receFia toda a nutrição e piritua! do eio rep!eto de ei&a !Actea da . Depoi de pa ar de certo ponto9 não "A co#o &o!tar. . 41 preci a#o pen ar no trata#ento dado pe!o europeu ao a teca 9 o +ua e genocídio do aForígine na . *o#o Tí5on não e dei>a&a &encer9 Geu então pegou a 5oice de í!e> +ue *rono u ara para ca trar (rano. partir de e #o#ento9 teria# +ue co!ocar e# ri co o +ue #ai &a!ori:a&a#9 ou o perderia#. . . E te ponto9 co#o de coFrira#9 preci a&a er a!cançado. .nece idade de erradicA-!o da 5ace da Terra. .+ue tin"a# e tornado Fruta!i:ada por e te no&o #undo e de en&o!&era# a carapaça dura e protetora do "AFito. E!a de coFrira# coi a de agradA&ei ta#F'# oFre i #e #a .ãe Terra. Tin"a caFeça de a no e9 +uando aiu do #ar9 o deu e &ira# +ue aFai>o da cintura não "a&ia nada9 a não er u#a #a a eno&e!ada de #i!"are de erpente . % #undo 5icou #ai e curo9 u# !ugar de parado>o 9 onde o opo to e encontra# e onde ' do!oro o er "u#ano9 u# #undo +ue ape!a por "eroí #o.Frir e a carapaça e e>por a parte en í&e! de!a #e #a a #e!"or parte9 +ue a trou>e J &ida de no&o . E!a de coFrira# +ue a e trada J 5rente e#pre eria a o!ada pe!o ri co da #orte #a +ue #orreria# e não pega e# e a e trada.era u# proce o angrento e do!oro o9 +ue pouco podia# en5rentar. !ei natura! e a !ei #ora! não era# #ai a #e #a coi a. .oi ' 9 o <udeu e ta&a# na &anguarda da criação de no&a 5or#a de con ci3ncia. pe oa !uta&a# para oFre&i&er e J &e:e e &ia# !e&ada ao !i#ite do uportA&e!.

*ad#o !"e di e +ue não era nada e co#parado J #8 ica +ue e!e podia 5a:er co# u#a !ira9 #a in5e!i:#ente a corda de ua !ira e ta&a# +ueFrada . . Tí5on !"e entregou o ner&o de Geu e *ad#o !"e di e +ue preci a&a &o!tar para ua caFana de pa tor para co!ocar a corda na !ira. E# eguida . E!a 5ora !e&ada por Geu 9 di 5arçada de touro Franco. 4e# <a#ai ter ou&ido #8 ica9 Tí5on 5oi "ipnoti:ado por e te e tran"o o#. 23ne i =:21-26. Pode parecer +ue e tão inteira#ente au ente do re!ato FíF!ico #a 9 de acordo co# a antiga tradição pre er&ada na ociedade ecreta 9 *ad#o de&e er identi5icado co# Eno+ue9 o pri#eiro "o#e# na tradição "eFraica a +ue# o deu e ape!ara# por a<uda.ão a narrati&a #ai 5a#o a da "i t1ria "u#ana. Moi a i# +ue Geu recuperou eu ner&o e pLde urpreender o #on tro9 derrotando-o e enterrandoo oF o #onte Etna. duração tota! da &ida de Eno+ue 5oi de tre:ento e .po!o e Pã urgira# da o#Fra e e!aForara# u# p!ano. Depoi 9 #antendo o rei do deu e i#oFi!i:ado9 Tí5on cortou todo o ner&o de Geu 9 +ue ' i#orta! e portanto não pode er #orto9 #a e# o ner&o e!e era i#potente. % . Tí5on !e&ou o ner&o e e retirou para u#a ca&erna a 5i# de curar eu 5eri#ento . % +ue ' i#portante oF er&ar a+ui ' +ue Geu 1 5oi a!&o co# a a<uda de u# "er1i. % deu e agora preci a&a# do "o#e#.po!o e Pã pro#etera# a *ad#o +ue9 e e!e o a<uda e9 ua Fu ca e taria encerrada.atu a!'#.p1 o na ci#ento de . % #ito do "er1i grego .ntigo Te ta#ento cont'# apena a!gu#a pa!a&ra enig#Atica oFre Eno+ue. . REno+ue &i&eu ?= ano 9 e gerou . .gora .atu a!'#9 Eno+ue andou co# Deu durante tre:ento ano 9 e gerou 5i!"o e 5i!"a .rapida#ente9 e arrancara# a 5oice de ua #ão . Pã deu ua 5!auta a *ad#o e9 di 5arçado de pa tor de o&e!"a 9 o "er1i 5oi tocar para o 5erido Tí5on.*ad#o9 C'rcu!e 9 Te eu e /a ão . Mora# ao encontro de *ad#o9 o "er1i caçador de dragSe 9 +ue &aga&a pe!a Terra e# Fu ca de ua ir#ã Europa.

Pri#eiro9 o #o#ento deci i&o aparece# +uando grande pen adore co#o 41crate 9 /e u *ri to e Dante re5!ete# pe!a pri#eira &e: oFre a!go +ue ningu'# <a#ai "a&ia cogitado. #u!tidSe an ia&a# por ua &o!ta9 #a 9 +uando e!e retorna&a9 eu ro to Fri!"a&a co# ta! inten idade +ue era de agradA&e! o!"A-!o9 e a i# a pe oa preci a&a# de &iar o o!"o . . E# eguida e!e en ina&a apena u# dia por e#ana9 depoi u# dia por #3 e por 5i# u# dia por ano. E# u# de!e 9 o 7i&ro do /uFi!eu9 Eno+ue de coFre o e crito do 4entine!a 9 #a e ta ' u#a tradução can"e tra. % +ue e di: +ue e!e de coFriu9 e +ue igni5ica +ue in&entou9 ' a pr1pria !inguage#. Era de agradA&e! o!"ar eu e#F!ante re!u:ente e ua pre ença in+uietante. Eno+ue ' u#a . 4egundo9 o #o#ento crítico urge# +uando o pen a#ento ão regi trado e in crito de 5or#a inde!'&e!9 poi pre er&a# parte da aFedoria antiga +ue corre o ri co de e perder para e#pre.e enta e cinco ano . tradição "eFraica apre enta Eno+ue co#o u#a 5igura e tran"a. Eno+ue andou co# Deu 9 e de apareceu9 por+ue Deu o !e&ou. princípio9 Eno+ue pa a&a u# dia en inando J #u!tidão9 depoi 5ica&a tr3 dia o:in"o. . Ni to e!e pode no !e#Frar do /e u do E&ange!"o 9 cati&ando grande #u!tidSe #a entindo a nece idade de e retirar e 5icar o:in"o co# o grande ere e pirituai +ue e re&e!a# para e!e. geração de /ared9 pai de Eno+ue9 5oi a 8!ti#a a e>peri#entar u#a &i ão ininterrupta da geraçSe uce i&a de deu e 9 an<o e e pírito +ue e#anara# da #ente de Deu . % +ue Eno+ue 5a:ia e# ua &igí!ia o!itAria T Vere#o repetida &e:e +ue o grande #o#ento crítico da "i t1ria ão cau ado por doi tipo de pen a#ento.R CA pouca coi a a!'# di o #a 9 co#o <A &i#o 9 e>i te u#a tradição !iterAria oFre Eno+ue na !iteratura "eFraica9 inc!u i&e a!gun !i&ro +ue ão #uito citado no No&o Te ta#ento. . . % +ue Eno+ue e ta&a pre er&ando na pri#eira !inguage# e no pri#eiro #onu#ento de pedra9 o círcu!o de pedra #ai antigo 9 era e ta &i ão da "ierar+uia do ere e pirituai +ue paira&a# no a!to. Na o!idão9 Eno+ue pLde co#ungar co# o deu e e an<o co# u#a c!are:a +ue a "u#anidade perdia rapida#ente.

!i #eu o!"o ta#F'# &ira# o egredo do raio e do tro&ão9 e o egredo do &ento 9 do or&a!"o e da nu&en . I o por+ue9 de acordo co# a doutrina ecreta9 toda !inguage# e originou do Fati #o do corpo ce!e te . E!e ce!eFrou a "ierar+uia ce!e te não apena e# #onu#ento de pedra9 #a na in&enção da pr1pria !inguage#. .e aturado co# o p1 da terra.R % 7i&ro de Eno+ue re!ata +ue9 e# ua 8!ti#a &i ão e>tAtica9 e!e 5e: u#a e>cur ão pe!o c'u 9 pe!a di5erente e 5era de c'u9 pe!a di5erente orden de an<o +ue !A &i&e# e por toda a "i t1ria do co #o. (# n8#ero cada &e: #enor de pe oa con eguia egui-!o. Eu ta#F'# &i o receptAcu!o da 7ua e do 4o!9 de onde e!e &3#9 para onde e!e &ão. E!e aFia +ue a !inguage# en5ra+uece a #e#1ria9 a i# co#o o proce o de pen a#ento en5ra+uece# a a8de. !inguage# e a arte agora per#itia# +ue o "o#e# e apropria e de e pen a#ento c1 #ico .da #aiore 5igura da "i t1ria ecreta do #undo por+ue 5e: u# re!ato co#p!eto do +ue podía#o c"a#ar9 e# ter#o atuai 9 de eco i te#a do #undo e pirituai . En+uanto Eno+ue 5a!a&a9 e!e o!"ara# para o a!to e &ira# u# ca&a!o de cendo do c'u nu# 5uracão. . . E!e di e: R. E!e pre&iu u#a catA tro5e i#inente +ue de truiria tudo o +ue 5oi 5eito pe!a "u#anidade9 a não er o +ue e!e !e&a&a e# ua caFeça e o 1!ido #onu#ento de pedra. Eno+ue e i o!a&a cada &e: #ai na #ontan"a 9 onde o o!o era in1 pito e o c!i#a9 te#pe tuo o. Por i o e!e ' !e#Frado não 1 co#o *ad#o na tradição grega9 #a co#o Idri na tradição AraFe e Cer#e Tri #egi to na tradição e ot'rica egípcia. Eno+ue #ontou no ca&a!o e ca&a!gou para o c'u.!ta#ira9 na E pan"a9 ta#F'# ' u#a de crição de e #e #o corpo ce!e te .!i eu &i o !ugar de onde e!e ae# e torna#. Na &erdade9 a arte pri#iti&a +ue encontra#o na 5a#o a ca&erna de 7a cau>9 na Mrança9 e .!i eu &i o receptAcu!o de #adeira no +uai o &ento ão eparado 9 o receptAcu!o do grani:o9 o receptAcu!o da ne&e9 o receptAcu!o da nu&e# e a pr1pria nu&e#9 a +ua! continua&a oFre a Terra ante da criação do #undo. . Por 5i#9 Eno+ue e &o!tou para o +ue re ta&a do Fando #a!trapi!"o de eguidore +ue con eguira# aco#pan"A-!o e# ua ca#in"ada pe!a #ontan"a. E te ão o pen a#ento da grande #ente c1 #ica9 ondu!ando por todo o co #o.

gora era po í&e! o!"ar no o!"o de a!gu'# Fe!o e er !udiFriado pe!o +ue e &ia. . .por+ue não era propria#ente "u#ano. C'rcu!e era ator#entado pe!o de e<o tanto +uanto pe!o e pírito +ue tenta&a# contro!A-!o.% +ue e ta "i t1ria da a cen ão de Eno+ue ao c'u no conta ' +ue e!e não #orreu co#o u# er "u#ano .riadne por Te eu e de /a ão por . e>ua!idade 5icara capcio a. % perigo da i!u ão 5oi agra&ado pe!o a#or pe!a i!u ão. % 12 traFa!"o de C'rcu!e #o tra#-no pa ando por u#a e+U3ncia de pro&açSe criada por uce i&o e pírito +ue regia# a con te!açSe . . E9 no 5undo do #eu coração9 po o aFer o +ue ' o +u3 V #a u# e pírito per&er o #e 5a: +uerer to#ar a deci ão errada. C'rcu!e +ueria 5icar 1 para cuidar de ua &ida #ateria! e de 5rutar do pra:ere #undano .edeia re&e!a +ue a !igação e piritua! entre a pe oa <A e ta&a e tornando neFu!o a. "i t1ria do a#or de C'rcu!e por De<anira9 de . *o#o outro e#ideu e e "er1i da tradição grega9 Eno+ueg*ad#o era u# an<o +ue ocupa&a o corpo de u# "o#e#. (#a 5igura de a<eitada9 gro eira e J &e:e ri í&e!9 C'rcu!e e ta&a di&idido entre 5orça c1 #ica opo ta . Ouando o!"a#o e# eu !indo o!"o 9 pode#o e perar encontrar a!i o pr1prio egredo da &ida. %&ídio ta#F'# #o tra +ue Ero co#eçou9 J #edida +ue o deu e e retira&a#9 a 5a:er ua e trepu!ia . 0 u#a 'rie de pro&açSe pe!a +ua! todo "o#e# pa a9 e de #odo gera! a uporta . Co<e9 e no apai>ona#o por u#a pe oa Fonita9 pode#o #uito Fe# &er a Fe!e:a co#o u# ina! de grande aFedoria e piritua!. .FeFer9 5e te<ar9 Frigar -9 #a 5oi repetida#ente interro#pido por eu de&er de eguir o de tino e piritua!. Na "i t1ria do deu -"o#e# C'rcu!e 9 &e#o a +ue pro5undidade a "u#anidade pode cair. (#a grande perturFação p í+uica e#pre cerca a grande Fe!e:a. "i t1ria de C'rcu!e 9 Te eu e /a ão ão con"ecida de#ai para +ue a conte#o a+ui9 #a a!gun a pecto t3# igni5icado e pecia! para a "i t1ria ecreta. % +ue ' #e!"or para #i# e o +ue ' pior para #i#9 a+ui!o +ue #ai de&o 5a:er e a+ui!o +ue #eno de&o 5a:er 5icara# #uito e#e!"ante .

I aac NeQton re&e!ou parte da aFedoria ecreta de ua ir#andade +uando di e +ue a Fu ca pe!o Ve!ocino9 a i# co#o o traFa!"o de C'rcu!e 9 #o tra o progre o do 4o! pe!o igno do :odíaco.a ta#F'# co#Fatia# #on tro reai de carne e o o. % +ue e!e não re&e!ou9 e#Fora . % e critore #oderno procura# e!i#inar a i#portEncia de te te>to 9 ap!ainando-o para tornA-!o #ai natura!i ta . .edu a9 pode#o &er +ue na 'poca de Te eu a ta>a de #eta#or5o e parecia e tar e redu:indo. &ida de C'rcu!e 9 então9 i!u tra a dor de er "u#ano. 0 &erdade +ue9 e# certo ní&e!9 ua a&entura repre enta# o co#eço do entendi#ento da "u#anidade co# a rea!idade da #orte. Por outro !ado9 o . Na "i t1ria de Per eu9 cada epi 1dio en&o!&e podere oFrenaturai ou tran 5or#açSe #Agica . .inotauro9 o "o#e# co# caFeça de touro9 ao +ue parece ' u# oFre&i&ente raro ou errante de u#a 'poca anterior. i#9 pode er tentador &er a <ornada ao uFterrEneo e#preendida por C'rcu!e 9 Te eu e %r5eu co#o i#p!e #etA5ora . Ouando e!e !uta&a# co# #on tro e de#Lnio 9 e ta&a# en5rentando 5orça +ue in5e ta&a# eu pr1prio ere 9 a carne "u#ana corro#pida9 o !aFirinto e curo do c'reFro "u#ano. Para a en iFi!idade #oderna9 o 5ato de er u#a a!egoria torna #eno pro&A&e! +ue e<a u#a de crição preci a de e&ento reai .inotauro co# o #ito #uito #ai antigo de Per eu e a g1rgona . 2uerra era# tra&ada para tentar rouFar o con"eci#ento R antuArio internoR de triFo ri&ai e9 e# certo ní&e!9 a Fu ca de /a ão pe!o Ve!ocino de %uro 5oi u# e>e#p!o de ta! incur ão. Para o antigo 9 +ue acredita&a# +ue cada coi a +ue acontecia na Terra era guiada pe!o #o&i#ento de e tre!a e p!aneta 9 +uanto #ai u#a narrati&a tra:ia e te padrSe Rpo'tico R9 #ai &erdadeiro e rea!i ta era o te>to.incon ciente#ente9 co#o C'rcu!e . . E!e ' o "o#e# co#u#9 pre o nu# círcu!o de dor. 4e co#parar#o a "i t1ria de Te eu e o . . 8!ti#a a&entura +ue o e#ideu e e "er1i 5i:era# <unto de&e ta#F'# er interpretada co#o "i t1ria.a ao tentar#o i#aginar a a&entura de C'rcu!e 9 Te eu e outro 9 não de&e#o i#aginA-!a co#o <ornada pura#ente interiore ou #entai 9 co#o pode#o pen ar "o<e. .

4e &oc3 conte#p!ar e te período de Eno+ue9 C'rcu!e e /a ão co# o o!"o da ci3ncia9 não &erA nen"u# do grande aconteci#ento de crito ne te capítu!o. erpente de cende da erpente de 78ci5er9 +ue origina!#ente engendrou a corrupção na p ico!ogia da "u#anidade9 enro cada na Ar&ore do <ardi# do Eden. Não &erA "er1i ou #on tro urgindo do #ar9 ne# deidade e pectrai co#o Geu 9 ou a #agia negra +ue pro&ocou a +ueda de i#p'rio . (#a erpente enro cada nu#a Ar&ore pretende i#pedir /a ão de pegar o Ve!ocino. . . Vere#o adiante +ue o a!+ui#i ta da Idade . Oue# aFe e coi a #ai i#portante ocorrera# por Fai>oT % +ue a "i t1ria ecreta pre er&a ' u#a !e#França da e>peri3ncia uF<eti&a9 da grande e>peri3ncia +ue tran 5or#ara# a p i+ue "u#ana. .a 9 e con eguir !"e uFtrair o Ve!ocino9 /a ão con+ui tarA grande podere . VerA apena o &ento e a c"u&a e# u#a pai age# #e!anc1!ica e natura!9 e# +ue o 8nico &e tígio "u#ano ão9 na #e!"or da "ip1te e 9 a!gun arte5ato nada i#pre ionante e 5erra#enta pri#iti&a 5eita de pedra.induFita&e!#ente e ti&e e ciente di o9 era +ue o Ve!ocino repre enta o e pírito ani#a! +ue 5oi tota!#ente puri5icado por catar e e por i o Fri!"a co#o ouro.a ta!&e: a ci3ncia 1 no #o tre o +ue aconteceu na uper5ície. E!e poderA contro!ar ua pr1pria p ico!ogia9 in5!uenciar te!epatica#ente a p i+ue de outro e at' tran 5or#ar a #at'ria.'dia9 e depoi NeQton9 agira# co# Fa e ne ta percepção. i#9 o te>to da Fu ca de /a ão9 e crito por . Então9 o +ue ' #ai rea!T % +ue no conta #ai oFre a rea!idade do er "u#ano ne te período9 o re!ato cientí5ico ou o re!ato e ot'rico codi5icado no #ito antigo T Poderia# e te ní&ei de &erdade ou rea!idade e tar pre ente no e&ento de "o<e9 #a au ente da con ci3ncia orientada pe!a ci3ncia +ue u a#o para tra5egar pe!o engarra5a#ento 9 uper#ercado e e-#ai! T .po!Lnio9 de&e er !ido co#o u# #anua! de iniciação e co#o u# re!ato "i t1rico &erdadeiro. . 4erA capa: de pedir +ue eu e pírito dei>e o corpo +uando e!e +ui er9 co#unicare !i&re#ente co# deu e e an<o 9 da #e #a 5or#a +ue a pe oa de 'poca anteriore .

D A E(8in)' ' o Control' o T'm&o Or8'u * D. .rgo 9 na+ue!a +ue pro&ou er a 8!ti#a ac!a#ação de e#ideu e e "er1i 9 eu Farco contin"a #uita da grande 5igura da 'poca9 inc!u i&eC'rcu!e e Te eu. 4ua #8 ica era tão Fe!a +ue9 a!'# de encantar "o#en e ani#ai 9 podia 5a:er Ar&ore e at' pedra e #o&ere#. alo< o &rim'iro ci'nti(ta * J6 * A (olu!"o o 'ni)ma a '(8in)' Ouando /a ão parte no .a entre o uper-"er1i #u cu!o o "a&ia u# co# podere #uito di5erente 9 u#a 5igura de tran ição +ue aguarda&a u#a &ida depoi +ue o e#i-deu e e "er1i parti e#9 +uando o "o#e# teria de &i&er por contra pr1pria. %r5eu &in"a do norte9 tra:endo o do# da #8 ica. .

e por Eurídice9 #a no dia do ca a#ento e!a 5oi #ordida no torno:e!o por u#a coFra e #orreu. .rgo e 5e: ador#ecer o dragão +ue guarda&a o Ve!ocino de %uro.e. % grande iniciado +ue pre er&ara# e ta "i t1ria para n1 +ueria# +ue entend3 e#o +ue %r5eu 5raca ou por+ue tentou 5a:er o +ue todo Fo# "er1i "a&ia 5eito . *antando e tocando ua !ira9 e!e encantou a grande pedra +ue a#eaça&a# e #agar o . Por 5i#9 e!e c"egou ao !oca! onde o Rei do 4uFterrEneo #antin"a ua a#ada pre a.o de cer cada &e: #ai 9 %r5eu encontrou o &e!"o e "orrendo Far+ueiro *aronte9 +ue de início e recu ou a !e&A-!o pe!o rio E tígio at' a terra do #orto . . . .a ' c!aro +ue %r5eu9 no 8!ti#o #inuto9 J #edida +ue a !u: do 4o! Fatia e# eu ro to9 ta!&e: co# receio de ter ido enganado pe!o rei9 &irou. *ego pe!a tri te:a9 %r5eu de ceu ao 4uFterrEneo. . Ca&ia u#a pe+uena condição. % rei não 5oi ine+ui&oca#ente en5eitiçado por %r5eu9 poi a !iFertação +ue !"e garantira não era incondiciona!.e para a encarnação eguinte.e!e tentou e a egurar.Na &iage# co# /a ão9 e!e a<udou o "er1i +uando a 5orça Fruta não te&e uti!idade. %utro "er1i #ai #u cu!o o ti&era# uce o e# ua e#preitada 9 tra&ando co#Fate 5erren"o no !i#ite de ua 5orça e re i t3ncia9 endo cora<o o e <a#ai de i tindo. .a o te#po e ta&a# #udando. %r5eu encantou ta#F'# o de#Lnio terrí&ei cu<a tare5a era retirar do e pírito do #orto o de e<o ani#ai degenerado +ue ainda e agarra&a# a e!e . Eurídice &o!taria ao #undo do &i&o e %r5eu pude e !e&A-!a e# o!"ar para trA e e certi5icar de +ue e!a o eguia.a *aronte 5oi en5eitiçado pe!a !ira9 a i# co#o *'rFero9 o cão de tr3 caFeça cu<a tare5a era proteger o ca#in"o para o 4uFterrEneo . E!e &iu o a#or de ua &ida er arrancado repentina#ente de!e9 de cendo pe!a pa agen de pedra9 5ora de &i ta9 de aparecendo no 4uFterrEneo co#o u#a r' tia de 5u#aça. Era u#a eparação do!oro a da+ue!e a +ue# a#a#o . E ta&a decidido a não aceitar a no&a 5or#a de &ida e #orte e decidido a recuperA-!a. #orte agora era a!go terrí&e!9 e não #ai o de can o Fe#-&indo9 +uando o e pírito e recupera&a e e reno&a&a9 preparando.o &o!tar9 apai>onou. .

Pode er ta#F'# +ue ua #8 ica ten"a perdido parte do encanto9 poi e!a não i#pediu +ue u# Fando de Facante 9 a eguidora de Dioní io9 !ança e#. *irce e . 4e *ad#ogEno+ue deu no#e ao p!aneta e J e tre!a 9 5oi %r5eu +ue a #ediu9 e ao #edi-!a in&entou o n8#ero . E!e não u a&a #agia.edeia preci ara# traFa!"ar para a!cançar eu 5eito .o criar u# i te#a de notação9 %r5eu e ta&a dando orige# J #ate#Atica.ai adiante9 &ere#o u#a a#FigUidade e#e!"ante e# #uito grande cienti ta . En+uanto 5!utua&a9 o a!gueiro c"orSe to#a&a# a #argen .inotauro9 #orto por Te eu9 +ue e uniu J Fu ca pe!o Ve!ocino de %uro. Ne a 'poca9 não &e#o #ai a #udança aparente#ente tran+Ui!a de 'poca anteriore ou a tran 5or#ação de +ue# no o5ende e# aran"a 9 a!ce ou p!anta .^ D'da!o 5icou 5a#o o por ter 5eito a a de cera e pena para +ue e!e e o 5i!"o9 ícaro9 5ugi e# de *reta.e oFre e!e e o di!acera e# #e#Fro por #e#Fro. /ogara# ua caFeça no rio e e!a 5!utuou corrente:a aFai>o9 ainda cantando. E!e ta#F'# pro<etou o !aFirinto e ' re pon A&e! pe!a in&enção da erra e da &e!a de Farco. Portanto9 "o<e o recon"ecería#o co#o in&entor9 engen"eiro e ar+uiteto. . ci3ncia 5oi u#a ino&ação da 'poca9 a i# co#o a #agia. E ta era a ap!icação de u#a 5or#a cientí5ica de pen ar ao oFrenatura!. %r5eu ' u#a 5igura tradiciona! por+ue por u# !ado ' u# #Agico co# o poder de #o&er pedra co# a #8 ica9 #a por outro ' u# precur or da ci3ncia. %utro repre entante da tran ição +ue aconteceu na 'poca de %r5eu 5oi D'da!o. Por 5i#9 a caFeça de %r5eu 5oi re gatada e co!ocada nu# a!tar de u#a ca&erna9 onde #u!tidSe &in"a# con u!tA-!a co#o a u# orAcu!o. oita&a 9 então9 re5ere#.edeia procurou a<uda9 con e!"o e proteção. . . ]4aFe#o +ue e!e 5ora# conte#porEneo por+ue e te era guardião do .e J a cen ão pe!a ete e 5era do i te#a o!ar9 +ue na antiguidade era# e enciai para todo pen a#ento e toda e>peri3ncia. .edeia9 e *irce9 co# +ue# . E# &e: di o9 &e#o a e po a de /a ão9 . *onceito podia# er #anipu!ado 9 preparando o terreno para a co#preen ão cientí5ica do uni&er o 5í ico. E>i te# oito nota #u icai e# u#a oita&a9 #a de certa 5or#a na &erdade ão apena ete9 u#a &e: +ue a oita&a nota e#pre repre enta a e!e&ação J oita&a eguinte.

tena 9 e da te#pe tade terrí&ei +ue per eguira# . 4e a in&enção da pa!a&ra e do n8#ero per#itiu +ue o "o#e# co#eça e a #anipu!ar o #undo natura!9 ta#F'# !"e deu a id'ia de er capa: de #anipu!ar o #undo e piritua!. . #8 ica originada por %r5eu eria u# FA! a#o para curar o doente e o e pírito perturFado da "u#anidade ao !ongo do #i!3nio . 7ida&a co# e!i>ire #Agico e aFia o egredo do encanta#ento de erpente . % #ito do !oFi o#e# origina!9 7icaon9 +ue incitou a inundação de Deuca!ião9 da enc"ente pro&ocada por Po eidon na p!anície trAcia9 !e&ando .+ue o #Agico con idera&a# #ai 5Acei de #anipu!ar. E!a u ou 5eitiço e Faga de <unípero para Forri5ar na pA!peFra do dragão.!gun #ago ta#F'# tentara# cur&ar o grande deu e J ua &ontade9 atraí!o Para aFai>o da 7ua.tena a tran 5erir ua cidade para onde "o<e 5ica . %r5eu pode ter 5raca ado egundo o padrSe do "er1i con&enciona!9 #a ua in5!u3ncia na "i t1ria 5oi #aior e #ai pro!ongada do +ue a de C'rcu!e 9 Te eu e /a ão. No 5ina! de e período9 a "u#anidade e a nature:a e ta&a# doente .a ainda parecia# torturante#ente pr1>i#o e era# e!e .edeia onde +uer +ue e!a 5o e9 ão de criçSe da catA tro5e a#Fientai re u!tante da prAtica de #agia negra.co#o acontece agora . . . *on5or#e o #undo #ateria! e aden a&a e o ere do #undo e pirituai era# ince ante#ente e>pu! o 9 #e #o o e pírito #ai in5eriore 9 o e pírito da nature:a9 a í!5ide 9 dríade 9 nAiade e gno#o 9 tornara#.oFrenaturai 9 u ando poçSe 9 5eitiço e encanta#ento . 4e a pe oa e ta&a# e tornando i o!ada do deu e e ta#F'# u#a da outra 9 e e!a e ta&a# e e gotando por u# a#Fiente e#pre in1 pito e a &e:e "o ti!9 e e a i#aginação de!a era in5e tada de i#pu! o per&er o e Fe tiai 9 tudo i o agora podia er contra-atacado pe!a in5!u3ncia e t'tica oFre a i#aginação9 não 1 por inter#'dio da #8 ica9 #a da !iteratura9 da pintura e da e cu!tura.e e +ui&o . Parecia# de aparecer no regato 9 Ar&ore e roc"a 9 &oando para a 8!ti#a !u: do a#an"ecer. .edeia deu a /a ão u#a poção &er#e!"a co#o o angue9 5eita do u#o do aça5rão9 para aca!#ar o dragão +ue guarda&a o Ve!ocino. In pirar i#agen de Fe!e:a9 &erdade e a#or 5unciona&a na "u#anidade .

. Na 5or#a e crita +ue c"egou a n1 9 a "i t1ria de /1 ' u# do 8!ti#o te>to do . C'rcu!e tin"a ido o di&erti#ento do deu e 9 #a 5oi /1 +ue# gritou ao c'u e# de a5io. . /1 era u# "o#e# Fo#9 e no entanto perdera todo eu din"eiro. *o#p!eta#ente 19 e!e 5oi coFerto por u#a praga +ue !"e cau a&a p8 tu!a . E!a era# #ai podero a do +ue +ua!+uer en ina#ento #ora! aF trato e e>p!ícito. Ta!&e: a e>pre ão artí tica #ai podero a da cri e e piritua! do 5ina! da era do "er1i e te<a na )íF!ia. &ida não ' <u ta. %r5eu 5oi o 5undador #ítico do #i t'rio grego +ue i!u#inaria# e in piraria# o grego antigo .e# u# ní&e! aFai>o da+ue!a da #ente con ciente.ntigo Te ta#ento9 #a e# ua orige# ' u#a da parte #ai antiga . En+uanto i o9 o #a! pro pera&a.o contrArio de C'rcu!e 9 e!e tin"a a !inguage# para 5a:er i o. "i t1ria de /1 c"egou a n1 não por e!e ter ido u# grande !íder ou ter rea!i:ado grande proe:a 9 #a por+ue 5oi o pri#eiro "o#e# a ter u# pen a#ento #uito i#portante e pro5unda#ente &erdadeiro: . . 4eu 5i!"o e 5i!"a #orrera#.

.Co<e não te#o d8&ida de +ue te#o 5!e>iFi!idade #enta! u5iciente para e co!"er o +ue pen ar. . Por'#9 ante da in&enção da !inguage#9 a grande rea!i:ação de a 'poca9 ta! 5!e>iFi!idade não teria ido po í&e!. Vi#o ante +ue o pen a#ento ' e# i u# proce o en5ra+uecedor. i#9 a !inguage# trou>e u#a no&a 5or#a de con ci3ncia.. E!a não +ue tiona&a# e a noçãoV e ne# podia#. E!e co#eçou a perceFer incoer3ncia . !inguage# ta#F'# no torna en5er#iço 9 #eno &i&o e #eno eguro e# no a andança pe!o #undo. .gora a !inguage# per#itia +ue /L retrocede e.!'# da &antagen +ue trou>e9 a !inguage# dei>ou o #undo #ai 5rio9 #ai e curo e #ai engano o. .nte de /1 a pe oa ac"a&a# +ue tudo o +ue !"e acontecia era para ter acontecido9 +ue "a&ia u# prop1 ito di&ino e# tudo. Po iFi!ita +ue no retire#o do +ue ' 5i ica#ente pre ente e pode no per#itir 5rag#entar a e>peri3ncia9 pre ente ou não9 e# parte +ue pode#o #anipu!ar. De certo #odo9 pode#o co!ocar a e>peri3ncia na orde# +ue de e<ar#o .. . CA u# e!e#ento a!ienante ne te proce o. . &ida ' in<u ta. !inguage# per#ite +ue no di tancie#o do #undo.

.R .^ /1 e re5ere9 ' c!aro9 J R7anterna de % íri R. Na "i t1ria ecreta9 portanto9 pe!a pri#eira &e: ' po í&e! deter#inar a data de grande e&ento . . R%nde e ta&a tu9 +uando eu con truía a 5undaçSe da TerraT Ouando a e tre!a da #an"ã canta&a# <unta a!egre#ente e todo o an<o c!a#a&a# por a!egriaT %u entra te tu at' a origen do #ar9 ou pa ea te no #ai pro5undo do aFi #oT %u de coFrira#. ROuando a tua !E#pada !u:ia oFre #in"a caFeça9 e a tua !u: #e guia&a na tre&a . % pri#eiro círcu!o de pedra não #arca&a# apena a di po ição da "ierar+uia de deu e e an<o 9 #a a po içSe de e tre!a e p!aneta .ate#Atica e a !inguage# 5ora# in&entada na 'poca do "er1i 9 a i# co#o a a trono#ia .. % 5i!"o e 5i!"a de /1 !"e 5ora# de&o!&ido 9 endo +ue a 5i!"a u ando guir!anda de ouro. % pri#eiro cinturão deu a /1 a capacidade de entender a !inguage# do an<o 9 o egundo9 o egredo da criação9 e o terceiro9 a !inguage# do +ueruFin .R ]/1 29:2-6. No te ta#ento ap1cri5o de /19 e!e 5oi reco#pen ado por ter con ci3ncia do +ue não aFia9 con ci3ncia do +ue "a&ia perdido.outra rea!i:ação atriFuída a Eno+ue. Entre a pata do !eão da e 5inge de 2i:'9 &o!tada para o !e te9 "A u#a grande pedra +ue tra: a eguinte in crição: RE te ' o 7ugar E p!3ndido do Pri#eiro Te#po .a Deu repreendeu /1 por co#preender tão pouco.e-te a porta da #orte9 ou &i te a porta da o#Fra da #orteT %nde e tA o ca#in"o da #orada da !u:T E +uanto J tre&a 9 onde e tA o eu !ugarT E tu +ue ata o !aço da P!3iade 9 ou +ue de ata a corrente do irionTR % +ue a!&ou /1 5oi +ue e!e tin"a a en ação +ue todo te#o +uando e ta#o ciente de u# on"o #ara&i!"o o9 +uando tenta#o tra:3-!o de &o!ta #a não con egui#o . E!e e ta&a ciente de +ue a e>peri3ncia "u#ana co#o u# todo e ta&a de certo #odo di#inuindo. Co<e a pa!a&ra Rap1cri5oR te# a ociaçSe pe<orati&a 9 #a na &erdade te# u# igni5icado ocu!to V ou e ot'rico.8 ica9 a .

undo9 e!e não e ta&a pro5eti:ando a cruci5icação de *ri to9 co#o . Ne ta data a e 5inge de corpo de !eão e o!"ar &o!tado para o !e te teria condu:ido J aurora da Era de 7eão.no V o cic!o co#p!eto de 2=. incronia de te doi cic!o 9 o anua! e o 1tico9 aconteceu e# 11. Ouando P!atão e cre&eu no Ti#eu +ue a . .6=19 10.undo era cruci5icada no *orpo do .6?0 ano ]o te#po +ue !e&a o ca!endArio egípcio9 de . e 5inge incorpora a +uatro con te!açSe cardeai do :odíaco9 o +uatro canto do co #o .% #i terio o Pri#eiro Te#po 9 ou Gep Tepi9 era# u#a e>pre ão +ue o egípcio u a&a# e# a!u ão ao início do te#po .7eão9 Touro9 E corpião e .0D19 B.920 ano do :odíaco.+uArio . . .6=1 a. Por u#a proe:a e>traordinAria de recon tituição9 +ue rea!i:ou en+uanto e ta&a entre a pata da e 5inge9 RoFert )au&a! con eguiu deter#inar a data do Gep Tepi.*.6=1 a.* )au&a! perceFeu de i#ediato +ue e ta data coincidia# co# o co#eço de a!gun do grande pro<eto de con trução do doi !ado do Ni!o. E# eguida )au&a! dedu:iu +ue na data de 11. o cic!o 1tico e anua! coincidia# co# u# terceiro cic!o9 o 2rande .0D1 a.* de&ido a u#a tradição e ot'rica de +ue a e 5inge "a&ia ido con truída ne ta 'poca ou #e #o ante .?= dia 9 para &o!tar a entrar e# incronia co# o início do cic!o anua!9 #arcado pe!a a cen ão "e!íaca de 4iriu ^.BD1 a.!#a do .!'# di o9 ta#F'# ocorreu a e!e +ue ne ta data de 11. Na #ito!ogia egípcia9 a M3ni> c"egou para #arcar o início de u#a no&a era9 e a M3ni>9 ou a a&e )ennu9 ' o í#Fo!o do cic!o 1tico de 1. e 5inge9 de acordo co# a "i t1ria ecreta9 ' u# #onu#ento +ue ce!eFra a pri#eira &e: e# +ue o +uatro e!e#ento e unira# e a #at'ria a5ina! e o!idi5icou.e o +uatro e!e#ento +ue <unto co#pSe# o #undo #ateria!. % início de te cic!o era c!ara#ente #uito i#portante para o egípcio antigo . E# ua #ito!ogia9 Gep Tepi 5oi #arcado pe!a a cen ão do #undo pri#ordia! a partir da Agua e pe!a de cida ne!e da M3ni>.*.e direta#ente aci#a do cur o do Ni!o e a!i e e pe!"a&a. a Via 7Actea9 +ue tin"a i#en o igni5icado na cu!tura antiga de todo o #undo co#o o Rrio de a!#a R9 itua&a. Tentando dedu:ir +ue cic!o pode ter ido o Rpri#eiroR9 e!e de início 5oi atraído pe!a id'ia de +ue podia er 10. .1?09 6.261 e 2.

. E!e #ata o pai e e torna a#ante da #ãe.a a Ridade R a+ui ta#F'# ão outra 5or#a de e&ocar a e&o!ução da "u#anidade. % 5or#ato da e 5inge ' u# #onu#ento a e ta e&o!ução.a!gun apo!ogi ta cri tão upu era#. . e 5inge9 portanto9 te# u# !ugar #uito e pecia! na "i t1ria contada pe!o idea!i #o. . e 5inge ' derrotada pe!a a t8cia de 0dipo e e !ança nu# precipício. i# a e 5inge #arca o 5ina! da Era da . (# FeF3 anda oFre +uatro perna 9 cre ce e pa a a andar oFre dua 9 at' +ue 5ica tão &e!"o +ue ' nece Aria u#a terceira perna9 ou u#a Fenga!a.eta#or5o e9 a 5i>ação da 5or#a Fio!1gica +ue con"ece#o 9 Fe# co#o a 5i>ação da !ei da nature:a. 4e o +ue de 5ato aconteceu 5oi e ta 8!ti#a o!idi5icação da #at'ria9 eria# in&A!ido 9 ' e&idente9 o #'todo de datação atuai 9 co#o o carFono 169 u ado para deter#inar crono!ogia antiga . E!a #arca o ponto e# +ue 5ina!#ente e 5or#ou a #at'ria 1!ida +ue "o<e con"ece#o 9 depoi de onda ap1 onda de e#anaçSe da #ente c1 #ica. . #orte da e 5inge ' u#a 5or#a de #o trar +ue ne ta 'poca o deu e do e!e#ento 9 a+ue!e +ue organi:a# o princípio do uni&er o9 5ora# aF or&ido co# uce o no corpo "u#ano. 41 então a !ei da 5í ica 5ora# co!ocada e# #o&i#ento e a partir de te ponto a data pudera# er deter#inada 9 poi o grande re!1gio do co #o a5ina! e a<u tou e# eu padrão co#p!e>o de 1rFita . . E encia! J !enda de 0dipo ' o de tino terrí&e! +ue e!e e pera&a e&itar #a não con eguiu. ci3ncia #oderna pre upSe e# eu cA!cu!o o +ue o antigo não i#aginara#9 i to '9 +ue a !ei naturai era# &A!ida e# todo o !ugare e e# toda a 'poca . . E por i o +ue ta!&e: e<a o #aior ícone do #undo antigo. #edida +ue a !ei da nature:a e tornara# 5i>a e #ecEnica 9 o er "u#ano 5oi apri ionado por e!a . e 5inge e>ige +ue 0dipo deci5re u# enig#a: R% +ue anda oFre +uatro perna 9 depoi e# dua e e# eguida oFre tr3 perna TR 4e e!e não con eguir re ponder9 a e 5inge o #atarA9 #a e!e interpreta correta#ente co#o u# enig#a re!acionado J idade do "o#e#. E!e e ta&a !e#Frando e te #o#ento crucia! na "i t1ria do #undo da #aneira +ue o idea!i #o o conceFia9 +uando a con ci3ncia por 5i# ' 5i>ada na #at'ria 1!ida. . Ta#F'# . .

No 23ne i 9 ' u# do +ueruFin +ue F!o+ueia o ca#in"o de &o!ta ao Eden9 e o egípcio c"a#a&a# a e 5inge9 5eita de +uatro +ueruFin 9 de R"uR9 +ue igni5ica protetor.*9 e 1 então o corpo "u#ano9 a+ue!e +ue "o<e con"ece#o 9 e #ateria!i:ou p!ena#ente e# &o!ta do e pírito "u#ano.9 e a ' +ua e e>ata#ente a #e #a 'poca e# +ue o reino do e#i-deu e c"egou ao 5i#.*.aneto no 'cu!o III a. Na rea!idade9 o cA!cu!o de ( "er 5oi o produto de u#a 'poca e# +ue o #ateria!i #o e ta&a con+ui tando terreno .i#pede o ca#in"o de &o!ta.*9 e te 5o e o 8!ti#o &e tígio de u#a uper tição antiga. Vere#o adiante +ue9 de acordo co# a doutrina e ot'rica9 a #at'ria 5oi precipitada da #ente "A pouco te#po e +ue e!a 1 e>i tirA por u# Fre&e inter&a!o. 0 intere ante oF er&ar +ue9 de acordo co# o cA!cu!o de . . E!e acredita&a# +ue a a!#a "u#ana e>i tiu por era i#en urA&ei ante de 11.6=1 a.e a i# ta#F'# u#a interpretação e treita e !itera! da )íF!ia +ue pareceria aF urda ao antigo . E!a e di o!&erA no&a#ente da+ui a apena 9 #i! ano 9 +uando o 4o! na cer e de no&o encontrar o o!"ar da e 5inge na con te!ação de 7eão.006 a. 0 u# #a!-entendido co#u# +ue e# 1?=09 +uando o Fi po ( "er ca!cu!ou a data da criação da "u#anidade e# 6. No en ina#ento da ociedade ecreta 9 &i&e#o nu#a pe+uena i!"a de #at'ria nu# &a to oceano de id'ia e i#aginação. *o# i o e!e +ueria# di:er +ue e!a i#pedia +ua!+uer de !i:e de &o!ta J antiga 5or#a de procriação.

]*o#o &i#o no *apítu!o =9 e ta inter&enção de u# deu -pei>e ' u# re!ato codi5icado da e&o!ução9 co#u# na #ito!ogia de todo o #undo. ' o mito ' AtlFnti a * O TiG't' * A con3ui(ta a Bn ia &or Rama * O( Io)a Sutra( ' $antan>ali 4e &oc3 te# u# con"eci#ento uper5icia! do #ito da . Ve<a#o o re!ato p!atLnico.^ .*.P!atão.?00 a. % acerdote egípcio contara# a 41!on9 e tadi ta e ad&ogado da geração do Fi a&L de P!atão9 oFre u#a grande i!"a no .t!Entico de truída cerca de 9 #i! ano ante 9 por &o!ta de 9.E Al'@an r' o -ran ' N'ol%tico No. .t!Entida9 pode ter 5icado co# a i#pre ão de +ue 1 e>i te u#a 5onte antiga para e ta !enda . ci&i!i:ação de ta i!"a 5oi criada pe!o deu Po eidon e po&oada pe!o de cendente de ua união co# u#a Fe!a #u!"er c"a#ada *!eito.

% te#p!o tin"a# te!"ado de #ar5i# e pinAcu!o de prata e ouro. i!"a 5ora# uF#er a at' +ue 1 re tara# pe+uena i!"ota 9 co#o u# e +ue!eto e pro<etando do #ar. &ida na i!"a de .t!Entida era# go&ernada por de: rei 9 cada u# co# eu reinado9 endo +ue no&e era# uF er&iente ao go&ernante da i!"a #aior.ri t1te!e 9 R41 P!atão . i# co#o a i!"a principa!9 e ta ci&i!i:ação at!ante ta#F'# go&erna&a &Aria i!"a #enore na região.t!Entida e# gera! era idí!ica. Na rea!idade9 a &ida era tão Foa +ue por 5i# a pe oa não uportara# #ai e 5icara# in+uieta 9 decadente e corrupta 9 procurando por no&idade e poder. 4i#9 e ta narrati&a da de truição de .t!Entida eria i#pro&A&e! e P!atão 5o e o 8nico e critor c!A ico a tratar do te#a. 4oFre i o9 di e . % te#p!o centra!9 dedicado a Po eidon9 tin"a e tAtua de te deu 9 inc!u i&e u#a de!e de p' nu#a carruage# pu>ada por ei ca&a!o a!ado e 5!an+ueada por centena de nereida ca&a!gando go!5in"o . .t!Entida9 e a!i o decapita&a#.e u#a o5i ticada ci&i!i:ação9 do#e ticando ani#ai e!&agen 9 #inerando #etai e con truindo te#p!o 9 pa!Acio 9 pi ta de corrida 9 ginA io 9 Fan"o p8F!ico 9 edi5ício go&erna#entai 9 porto e ponte . . Doi regato de Agua 5!uía# pe!a terra9 u# de Agua +uente e outro de Agua 5ria. Na 'poca9 de en&o!&eu.!i #ora&a *!eito9 e eu po&o de 5ruta&a de a!i#ento +ue cre cia# e# aFundEncia na i!"a.uita parede era# coFerta de #etai V Fron:e9 e tan"o e u# #eta! &er#e!"o9 +ue no ' de con"ecido9 c"a#ado orica!co. #aior i!"a era do#inada por u#a !inda e 5'rti! p!anície e u#a grande co!ina. Então Geu decidiu puni-!a .. Depoi 9 u# grande terre#oto engo!5ou9 no decorrer de u# dia e u#a noite9 tudo o +ue oFrara. . i!"a de . Para #anter *!eito para i #e #o9 Po eidon tin"a u#a 'rie de canai circu!are e# &o!ta da co!ina. . . Touro pera#Fu!a&a# !i&re#ente pe!a 5!ore ta de co!una de te te#p!o e a cada cinco ou ei ano o de: rei +ue go&erna&a# a i!"a 5ica&a# a 1 no te#p!o para caçar o touro e# u ar +ua!+uer ar#a. . E!e captura&a# u#9 !e&a&a#-no para a grande co!una de orica!co9 onde e ta&a# in crita a !ei de .

upondo. De&e#o interpretA-!a 9 di: e!e9 co#o "i t1ria de #igraçSe +ue acontecera# J #edida +ue e deteriorara# a condiçSe na i!"a de . Por'#9 u# pouco de pe +ui a #o tra +ue a !iteratura c!A ica e tA rep!eta de re5er3ncia J . *o#o no re!ato de P!atão e na narrati&a FíF!ica9 "A u#a i#p!icação a+ui de +ue o 2rande Di!8&io pretendia de truir a #aior parte da "u#anidade9 u#a &e: +ue eu de en&o!&i#ento dera errado.t!Entida urgir do #ar9 e depoi a uF#ergiu de no&oR9 o +ue +ueria di:er +ue P!atão i#p!e #ente in&entou toda a "i t1ria.toda en&o!&e# <ornada para o %riente. Proc!o a5ir#a +ue tre:ento ano depoi de 41!on9 *rantor9 guiado pe!o acerdote de 4ai 9 &iu co!una recoFerta de "ier1g!i5o +ue conta&a# u#a "i t1ria de .e9 i to '9 +ue e!e ta#F'# não ten"a# in&entado. . .ri t1te!e 9 e cre&eu oFre u#a i!"a paradi íaca e#e!"ante e# eu !i&ro Da #ara&i!"a +ue ou&i.5e: . Rudo!5 4teiner re a!tou +ue a "i t1ria de e#ideu e e "er1i ."A outra +ue ' de con"ecida9 de i#en idão incrí&e!9 onde &a ta ca#pina de 5!ore e pa to a!i#enta# reFan"o de 5era de &ariado ta#an"o e 5orça e onde o "o#en ão dua &e:e #ai a!to e &i&e# dua &e:e #ai do +ue o "o#en co#un . I to e coaduna co# o re!ato de P!atão e# re!ação ao n8#ero de reino . (# "i toriador grego do +uarto 'cu!o a.*ad#o9 Te eu9 /a ão . (# +ua e conte#porEneo de P!atão9 agora con"ecido co#o p eudo.t!Enticof "A ete pe+uena i!"a e tr3 grande 9 u#a da +uai era dedicada a Po eidonR.t!Entida e ante da catA tro5e de5initi&a. E9 ' c!aro9 "A o #ito grego do 2rande Di!8&io.arce!o9 +ua e conte#porEneo de P!atão9 recorre c!ara#ente a 5onte antiga +uando e cre&e +ue RNo oceano e>terior eo .t!Entida.9 Teopo#po de *1 9 re!ata u#a "i t1ria contada por .*.R *o#o <A &i#o 9 Eno+ue e o #ito e !enda de #uita cu!tura do #undo regi trara# a predo#inEncia de gigante ante do 2rande Di!8&io. "i t1ria de Deuca!ião ' #uito #ai antiga do +ue P!atão.Europa9 K ia e 7íFia eK5ricaf .ida de Mrígia du:ento ano ante de P!atão9 egundo a +ua! Ra!'# da con"ecida parte do #undo .t!Entida9 por e>e#p!o na oFra de Proc!o9 Diodoro9 P!ínio9 E traFo9 P!utarco e Po idLnio9 e inc!ue# #uito e!e#ento +ue não e tão e# P!atão e parece# &ir de 5onte anteriore . % "i toriador grego .

Co<e o ar+ue1!ogo do #undo uF#arino e tão de coFrindo o re to de ci&i!i:açSe de #uita parte do p!aneta +ue 5ora# coFerta por di!8&io cau ado pe!o derreti#ento do ge!o no 5ina! da Era 2!acia!. %utra cu!tura antiga concorda# co# o re!ato de P!atão. % e critor e pe +ui ador 2ra"a# CancocI9 +ue #uito te# 5eito para +ue tionar no o pre upo to acad3#ico oFre a .*. geo!ogia atua! no di: +ue J #edida +ue a ca!ota de ge!o derretera#9 u#a 'rie de inundaçSe irro#peu do norte.t!Entida. Po eidon ta#F'# era o deu do #ar 5urio o9 deu do uFterrEneo 9 da pro5unde:a &u!cEnica 9 cu<o rugido de touro indica&a catA tro5e c!i#Atica . /A oF er&a#o a uge tão de +ue a i!"a de . a trono#ia co#p!e>a e o5i ticada de ta triFo a#ericana per#itiu +ue o pe +ui adore #oderno data e# a inundação e# cerca de 11.t!Entida o5rera# &Aria inundaçSe cata tr15ica por u# !ongo período ante +ue a 8!ti#a i!"a uF#ergi e co#p!eta e de5initi&a#ente.:t!anR9 Ra terra no #eio da AguaR. .t!Entida9 de&e#o no !e#Frar do +ue &i#o no *apítu!o = .#'rica regi trara# +ue e!e &iera# de R. .:t!an da 4ete *a&erna R.*. Po eidon e ta&a e# ação tanto no início co#o no 5i# da "i t1ria de . .Ouando P!atão e cre&e oFre Po eidon9 o pri#eiro deu -rei de . . De acordo co# a tradiçSe co#pi!ada pe!o in&a ore e pan"1i 9 a "u#anidade +ua e 5ora e!i#inada por u#a grande inundação e teria perecido e não 5o e por u# acerdote e ua e po a9 +ue con truíra# u# Farco 5eito co# u# tronco oco9 e# +ue ta#F'# re gatara# e#ente e ani#ai . I o pode e tar a u#a grande di tEncia da data dada por P!atão9 9.9 #a a +ue tão crucia! a+ui ' +ue a dua data 5i>a# a inundação no 5ina! da Era 2!acia!. Era retratada co#o u#a grande pirE#ide de degrau 9 cercada por ei pirE#ide #enore .?00 a.+ue Po eidon era a 5or#a origina! #eio-pei>e de Geu -/8piter.a"aFa!ipura#9 na índia. &e:e e ta terra era c"a#ada de R. E# aFri! de 20029 "i t1ria de #ergu!"adore 9 contada por pe cadore !ocai 9 5ora# u ada para !oca!i:ar a cidade perdida do 4ete Pagode na co ta de . % a teca da .?00 a. e trutura e#e!"ante a te#p!o +ue 5ora# encontrada ão #uito #aiore e #ai co#p!e>a do +ue e peraría#o do 5ina! da Era 2!acia! ]o Neo!ítico^9 ou a No&a Idade da Pedra.

aron du Vai9 pre idente da 4ociedade do . No #ito grego +ue no c"egara#9 não oFre&i&eu nen"u#a de crição deta!"ada do aconteci#ento +ue pu era# e te arte5ato oF o #ar e o re!ato FíF!ico ' caracteri tica#ente Fre&e9 #a e te pode er up!e#entado e e c!arecido por narrati&a de outra cu!tura 9 e# particu!ar a 4u#'ria9 e re!ato do %riente Pr1>i#o.u eu de Egipto!ogia de . Não caFe a #i# re&e!ar e te egredo9 #a e pero +ue ta!&e: . E!e ta#F'# aparece no re!ato #e opotE#ico9 e# +ue ' c"a#ado de .erto dia No$ estava numa cabana de /unco uando ouviu uma voz vindo pela parede ue o alertava de uma tempestade ue eliminaria a !umanidade.a"aFa!ipura#9 pro&a#o +ue o #ito e tão certo e o acad3#ico errado R. Eu #e #o &i arte5ato recuperado do !eito oceEnico da co ta a#ericana do . 3udo ue crescia no c!%o( tudo ue nele pastava( as aves do c$u( o gado e os animais selvagens ue perambulavam em campo aberto( ele colocou no barco.tra"a i 9 e no FaFi!Lnio9 +ue o Fati:ou de (pnapi "ti#.ia#i9 decida #o trar ao #undo o +ue e!e te#.t!Entico V a c"a#ada pedra de 4cott V e 5i+uei con&encido de +ue ua reprodução eria #uito di5íci! para a tecno!ogia de "o<e9 +ue dirA "A 11 #i! ano 9 +uando a Area e# +ue tão e ta&a uF#er a.a a+ui9 e# . Nen"u# erudito conte ta +ue a!gu#a de ta narrati&a de cu!tura #ai antiga proporcionara# #ateria! +ue er&iu de 5onte para a "i t1ria FíF!ica. . % cru:a#ento de a di5erente &er Se cria u#a &er ão a#p!iada da "i t1ria FíF!ica: . No$ e sua fam0lia constru0ram uma grande embarcaç%o feita de /unco( calafetando-a por fim com betume para torná-la 1 prova d2água. Derrube a cabana de /unco e construa um barco( ele ouviu."i t1ria antiga9 a5ir#ou ne ta 'poca +ue RPor #uito ano argu#entei +ue o #ito de di!8&io do #undo #erece# er !e&ado a 'rio9 u#a opinião re<eitada pe!a #aioria do acad3#ico ocidentai . E!e#ento +ue no ão 5a#i!iare da )íF!ia9 co#o a arca9 a po#Fa e o ra#o de o!i&eira9 aparecera# no re!ato u#'rio pri#iti&o 9 e# +ue No' ' c"a#ado de Giu udra. E# ter#o de de ign9 a pedra de 4cott #o tra# caracterí tica +ue ão e>traordinaria#ente e#e!"ante ao arte5ato egípcio . Depois( por seis dias e seis noites a .

% Dioní io +ue de&e er identi5icado co# No' ' #uito di5erente do Dioní io Gagreu anterior9 o Dioní io o Ve!"o9 cu<o de #e#Fra#ento conta#o no *apítu!o ?. .t!Entida9 pa ando pe!a Europa9 para a @ndia co# o oF<eti&o de en inar ao #undo todo a arte da agricu!tura9 a co!"eita de a5ra 9 o cu!ti&o do &in"o e a e crita. No s$timo dia( ouvindo os ventos começarem a diminuir( No$ abriu uma /anela e a luz atingiu seu rosto. E ta 8!ti#a9 ' e&idente9 5oi en inada por Eno+ue9 #a agora "a&ia o perigo de e perder na de&a tação pro&ocada pe!o di!8&io.a o +ue 5a:er co# a e tran"a "i t1ria de ua nude: e e#Friague:T Para encontrar entido ni o9 de&e#o no &o!tar para a tradição +ue identi5ica No' co# a !endAria 5igura grega de Dioní io o /o&e#. . . . 0 inteira#ente ade+uado +ue No' ten"a e tornado agricu!tor9 poi a ar+ueo!ogia no di: +ue a agricu!tura co#eçou ne te período9 o Neo!ítico.e e apareceu nu no #eio de ua tenda. aguaceiro( a tempestade e a inundaç%o dominaram a superf0cie da 3erra. Ouando No' e ua 5a#í!ia de e#Farcara# e co!ocara# o p' e# terra eca9 a!go #uito e tran"o aconteceu. mundo estava em sil4ncio( pois toda a !umanidade tin!a voltado ao barro. Preci a#o de e#Faraçar di5erente 5io de "i t1ria re!acionada co# dua 5igura de #e #o no#e.tempestade grassou e seu barco foi agitado pelas ondas. Tendo FeFido &in"o9 e#Friagou. RNo'9 +ue era agricu!tor9 p!antou u#a &in"a.. % doi 5i:era# contriFuiçSe #uito di5erente para a "i t1ria "u#ana e# dua 'poca di tinta . % di!8&io cata tr15ico +ue +ua e de truiu a "u#anidade ' !e#Frado todo ano pe!o &i&o e pe!o #orto no Dia de Minado ou no Ca!!oQeen. Na Ing!aterra9 ainda no 'cu!o YIY9 o a!deSe e &e tia# co#o o #orto 9 co# #A cara 9 e o!ta&a# #ur#8rio co# o !AFio 5ec"ado 9 i#itando o o# 5eito pe!o #orto &i&o 9 o +ue originou9 e# ing!3 9 a pa!a&ra R#u##er R9 R#a carado R. E *a#9 &endo a nude: de eu pai9 aiu e 5oi contar a eu doi ir#ão R ]23ne i 9:20-22^. Dioní io ' o no#e de doi indi&íduo di tinto 9 u# deu e9 #ai tarde9 u# e#ideu .. Depoi do di!8&io9 Dioní io o /o&e#9 e# gera! retratado nu# Farco9 &ia<ou da .

t!Entida. Vi#o +ue o genitai 5ora# a 8!ti#a parte da anato#ia "u#ana a e&o!uir para ua 5or#a atua!9 e o 5i!"o de No' e ta&a# curio o para de coFrir oFre ua origen . "i t1ria curio a do 23ne i 9 do 5i!"o de No' &endo o 1rgão genitai do pai en+uanto e!e dor#ia F3Fado9 ta#F'# e re5ere ao en5ra+ueci#ento de te proce o. I o #o tra +ue Dioní io ta#F'# en inou a e&o!ução ecreta da 5or#a "u#ana9 ou e<a9 o de en&o!&i#ento da e pin"a enci#ada pe!a g!Endu!a pinea! +ue <A con idera#o . . . /A encontra#o eguidore de Dioní io.Dioní io e eu eguidore carrega&a# o tir o9 u# Fa tão co# erpente enro!ada 5eito "era e +ue no topo tra:ia u#a pin"a e#e!"ante J g!Endu!a pinea!. 4eria# e!e 5i!"o de u# er "u#ano ou de u# e#ideu 9 de u# "o#e# ou de u# an<oT . % 5auno 9 Atiro e toda a turFa de Dioní io repre enta# o ere e>tra&iado de . 4ão o 8!ti#o re#ane cente de u# proce o de #eta#or5o e da 5or#a . Facante de regrada e e!&agen di!acerara# . "i t1ria oFre e te indi&íduo na tradiçSe grega e "eFraica V Dioní io o /o&e# e No' V e tão re!acionada co# a u&a e a e#Friague:.

Oua! í#Fo!o e>terno do i#pacto do pen a#ento "u#ano organi:ado na nature:a ' #aior do +ue o ca#po de trigoT . (# do re u!tado di o ' +ue e!e co#preendia# +ue di5erente p!anta t3# e5eito di tinto na Fio!ogia9 na 5i io!ogia e na con ci3ncia "u#ana . Nu# e tado de e#Friague: e>tAtica9 a Facante 5ora# po uída por u# deu .gora a tare5a do !ídere da "u#anidade eria 5or<ar a no&a con ci3ncia orientada pe!o pen a#ento. % +ue &i#o na tradiçSe grega e "eFraica oFre o início da agricu!tura ' u#a de crição de u#a 5or#a de con ci3ncia no&a e #ai ponderada. E!e in trui a pe oa para +ue9 +uando c"egare# ao !ugar +ue co!oni:arão9 Rdrene# a Agua9 5i>e# po te de 5ronteira9 depoi 5aça# . No Gend-.&e ta a !iteratura agrada do :oroa tri #o9 a 5igura de No'gDioní io ' c"a#ada de Xi#a. % po&o pri#iti&o e#pre &i&era# e# intonia co# a parte &egeta! de ua nature:a. E!e di: J pe oa co#o con truir u# po&oado V u# R&arR -9 u# !ugar cercado9 u#a e p'cie de 5orta!e:a R+ue aFrigue "o#en 9 gado9 cãe 9 a&e e c"a#a ardente R.#e#Fro por #e#Fro de %r5eu co# o dente e a un"a .

E!e in ta eu po&o a Re>pandir a terra cu!ti&ando-aR.ca a 9 parede de Farro9 e teira e cerca R. .a a de crição #ai co#p!eta e tA no grande 'pico indiano9 o Ra#ayana. % acerdote nati&o J &e:e #antin"a# enor#e coFra ou . No&a#ente9 &e#o u#a ang8 tia co# re!ação a u#a &o!ta a 5or#a anL#a!a de 'poca anteriore 9 co#o o gigante .t!Entida 5ora# co#p!eta#ente e!i#inado 9 o e#igrante &ia<a&a# para no&a terra ainda ocupada por triFo aForígine . Ve#o a reação de Dioní io ao +ue encontrou ne ta no&a terra na proiFição do caniFa!i #o e do acri5ício "u#ano. E a #e #a <ornada ta#F'# ' de crita no Gend-. % poeta 'pico grego Nono de cre&eu a #igração de Dioní io para a índia. En+uanto o po&o de .!go +ue 5ica c!aro por e ta narrati&a ' +ue a grande #igraçSe para o %riente não 5ora# #udança para territ1rio de aFitado . Não de&eria "a&er Rne# repre ão ne# &i!e:a9 ne# 5rou>idão ne# &io!3ncia9 ne# poFre:a ne# derrota9 e# 5raca o 9 dente !ongo 9 gigante ou +ua!+uer u#a da caracterí tica do e pírito do #a!R. .&e ta co#o Ra #arc"a do Ra# na índiaR.

Depoi da con+ui ta da índia9 e!e te&e o #undo a eu p' .R En+uanto Ra#a e decidia9 4ita de apareceu e# #eio J Ar&ore . % Ra#ayana narra a conc!u ão da <ornada de Ra#a co# a con+ui ta da índia e a to#ada do *ei!ão9 o 8!ti#o re58gio de Ra&ana. Ci t1ria oFre a &ida de 4ita depoi de e epi 1dio ugere# +ue e!a 5oi 5e!i:9 co#o pro#eteu o an<o da guarda.R E!a e a<oe!"ou "u#i!de#ente e !"e o5ereceu u#a coroa cinti!ante . Pode#o &er Ra#a co#o u# . . Ca&ia a!go #uito #oderno na a#FigUidade e incerte:a de a "i t1ria.a e recu are eu a#or9 e!a &i&erA pe!o re to da &ida !i&re e 5e!i: na Terra9 e teu e pírito in&i í&e! a go&ernarA. E ta&a andando pe!a 5!ore ta nu#a noite de !uar +uando u#a !inda #u!"er &eio e# ua direção. Ra#a 5e: u#a ponte oFre o #ar entre o continente indiano e o *ei!ão co# a a<uda de u# e>'rcito de #acaco 9 i to '9 "o#inídeo 9 o de cendente do e pírito "u#ano +ue e apre ara# a reencarnar cedo de#ai e 5ora# condenado a de aparecer. E e!e ta#F'# te&e u# on"o. pe!e de!a era Franca co#o a ne&e e e!a u a&a u#a coroa #agní5ica. % Ra#ayana de cre&e co#o Ra#a e eu eguidore de repente in&adira# e te te#p!o co# toc"a e e>pu! ara# acerdote e #on tro . .a <u to ne ta "ora o an<o da guarda de!e u urrou-!"e ao ou&ido: R4e co!ocare e ta coroa na caFeça9 não #e &erA #ai . . . Por 5i#9 depoi de u#a Fata!"a +ue durou 1. E e to#are e ta #u!"er e# teu Fraço 9 e!a &i&erA u#a 5e!icidade +ue a #atarA de pronto.o reinado +ue !"e 5ora negado.!e>andre o 2rande neo!ítico. . princípio e!e não a recon"eceu9 #a depoi e!a di e: R4ou 4ita9 pegue e ta coroa e go&erne o #undo co#igo. Ra#a não tin"a po e 9 era u# nL#ade.pterodAti!o 9 oFre&i&ente raro de te#po ante-di!u&iano 9 +ue era# adorado co#o deu e e e a!i#enta&a# do corpo do cati&o . 4eu reinado repou a no 5undo do #are . E!e nunca &o!tara# a e &er9 &i&endo o re to de ua &ida eparado . Então 4ita 5oi aFdu:ida por Ra&ana9 o #ago do #a!. E!e apareceria e# a&i o entre o ini#igo 9 J &e:e co# o arco rete ado9 J &e:e e# +ua!+uer de5e a9 a não er por ua capacidade de petri5icA-!o co# eu o!"ar de !1tu a:u!-c!aro. Não te&e a &ida de u# rei9 #a &i&ia no ca#po co# a a#ada 4ita. dia 9 Ra#a #atou Ra&ana ateando-!"e 5ogo.

% !eitor da "i t1ria pro&a&e!#ente concordarA co# 4ita +uando e!a argu#enta co# Ra#a +ue ' per5eita#ente correto +ue e!e aceite a coroa +ue !"e 5oi uFtraída de de eu na ci#ento. Ra#a tentou a<udar o "o#e# a e&o!uir !i&re#ente.Pode#o &er u# parado>o +ue e tA no cerne da condição "u#ana. . Ra#a pode ter oFrigado o +ue ' Fo# e correto a eu po&o go&ernando-o co# #ão de 5erro9 #a dei>ou +ue e!e decidi e# por i #e #o .e>pande# a i#aginação #ora! e e ti#u!a# a inte!ig3ncia #ora!. Todo a#or9 e &erdadeiro9 en&o!&e ren8ncia. "i t1ria de Ra#a no incita a &er a!'# do con&enciona!9 a no i#aginar na #ente do outro e ta#F'# a pen ar por n1 #e #o .a então a deci Se urpreendente de Ra#a . *o# ua perícia no arco9 eu ro to Fonito9 o o!"o a:ui e o peito de !eão9 Ra#a ' de #uita #aneira parecido co# o "er1i de crito pe!o #ito grego 9 co#o C'rcu!e 9 #a na "i t1ria de Ra#a "A9 diga#o 9 a!go de no&o.não to#ar a coroa +ue ' de!e por direito e não e ca ar co# a #u!"er +ue a#a . "i t1ria de Ra#a ta#F'# no !e&a de &o!ta J id'ia de +ue9 egundo a "i t1ria ecreta9 o co #o 5oi 5or#ado a 5i# de criar a condiçSe e# +ue a pe oa &i&eria# o pen a#ento !i&re e o !i&re-arFítrio. % pen a#ento e ot'rico e#pre procurou o!apar e uF&erter o #odo de pen a#ento con&encionai 9 "aFituai e #ecEnico .e inc1gnito ao po&o. Por outro !ado9 a "i t1ria de Ra#a cont'# u# e!e#ento de urpre a #ora!.ai tarde &ere#o +ue roteiri ta 9 dra#aturgo e ro#anci ta i#er o no pen a#ento e ot'rico9 de 4"aIe peare e *er&ante a 2eorge E!iot e To! t1i9 e ti#u!ara# a i#aginação #ora!9 u#a da pecu!iaridade da &erdadeira !iteratura uperior. C'rcu!e 5oi o!icitado a e co!"er entre a &irtude e a 5e!icidade9 e não ' de urpreender +ue ten"a e co!"ido e ta 8!ti#a. . Ra#a '9 portanto9 o ar+u'tipo do e>i!ado ou Rrei 4ecretoR9 ou ainda R5i!1 o5o 4ecretoR9 +ue in5!uencia o ru#o da "i t1ria não do trono9 #a #i turando. . 4e a grande arte e a !iteratura proporcionara# padrSe 9 u# en o de !ei +ue opera# para a!'# do pen a#ento con&enciona!9 a grande arte e ot'rica trou>e e ta !ei para perto da uper5ície da con ci3ncia. . .

. Da 5orta!e:a na #ontan"a do TiFete 5!uía# regato de e piritua!idade &i&a +ue e unira#9 gan"ara# 5orça9 pro5undidade e !argura e e tornara# u# rio podero o co#o o 2ange 9 +ue a!i#enta toda a @ndia. . E!e &ia# co# . Ne a 'poca 5oi 5undada a pri#eira grande ci&i!i:ação indiana9 a #ai antiga e e piritua!i:ada da ci&i!i:açSe p1 -di!u&iana . E##anue! 4QedenForg9 te1!ogo9 dip!o#ata e in&entor ueco do 'cu!o YVIII . . 4anto . .i t'rio .!gun di:e# +ue 4"a#Fa!a 1 pode er a!cançada por #eio de u# t8ne! uFterrEneo9 outro +ue e!a e>i te e# outra di#en ão9 e# +ue u# porta! ecreto e aFre e# a!gu# !ugar na região.Ra#a ' u# e#ideu 9 #a di pen a o pape! de go&ernante do #undo.go tin"o 5oi o #aior te1!ogo cri tão depoi de 4ão Pau!o e9 a i# co#o e te9 era iniciado e# u#a e co!a de .o 5ina! da <ornada9 o e#igrante de coFrira# 4"a#Fa!a9 u#a grande 5orta!e:a e piritua! na região #ontan"o a do TiFete.e ta#F'# o #aior #açLnico e ot'rico de eu te#po -9 e cre&eu +ue o R.!gu#a tradiçSe di:e# +ue o tiFetano de cende# direta#ente do at!ante . E!e e cre&eu oFre o !ugar onde &i&ia# Eno+ue e o anto 9 u# paraí o terre tre tão e!e&ado +ue não 5oi a!cançado pe!o di!8&io.22B a. Ne ta "i t1ria do #undo e crita na e tre!a 9 a era eguinte te&e início J #edida +ue o 4o! urgia na con te!ação de *Encer9 e# B.nne-*at"erine E##eric"9 #í tica cat1!ica a!e#ã do 'cu!o YIY9 ta#F'# e cre&eu oFre u# #onte do Pro5eta 9 onde &i&ia# Eno+ue9 E!ia e outro +ue não #orrera# da 5or#a co#u#9 #a Ra cendera#R9 e onde ta#F'# podia# er encontrado unic1rnio +ue oFre&i&era# ao di!8&io. % 5undadore tin"a# pouco apego ao rec'#-criado #undo #ateria!9 +ue e!e &ia# co#o R#ayaR9 u#a i!u ão +ue a#eaça&a oF curecer a rea!idade uperiore do #undo e pirituai . Teto do #undo9 o TiFete ' o #aior e #ai a!to p!atL cercado por e!e&ada cadeia #ontan"o a . % deu e ou #e #o o e#i-deu e não #ai e entaria# e# trono co# corpo de carne e o o.undo PerdidoR de&ia er procurado entre o AFio do TiFete e da TartAria.*.

.po!Lnio de Tiana e 4t. % e&ange!"o cont3# a!gu#a citaçSe de 5onte indiana #ai antiga e outra id'ia +ue e originara# !A. Depoi de Ra#a re<eitar a coroa9 nen"u#a per ona!idade do#inou e te período. Vi&ia# no pr'dio de Farro . En+uanto Ra#a era u# "er1i dado J ação9 +ue co#Fatia #on tro 9 partia e# a&entura !onga e perigo a e 5unda&a cidade 9 eu uce ore 9 J &e:e c"a#ado de o 4ete 4AFio 9 ou o ri "i 9 tin"a# #uita tran+Ui!idade e at' certa inati&idade. Não con truíra# edi5icaçSe de pedra. 2er#ain9 &ia<ara# para a índia e# Fu ca de a a tra!idade. % Fan"o ge!ado e outra 5or#a de tortura autoin5!igida do a ceta pode# er &i to co#o parte do e 5orço para e #anter con ciente do #undo e pirituai . 2raça ao uce o de te e#preendi#ento9 a índia ainda ' a #aior depo itAria de con"eci#ento e piritua! do #undo9 e# particu!ar +uando e trata da 5i io!ogia ocu!ta. (#a !i&raria ocidenta! ainda po ui e# e to+ue #ai !i&ro oFre #i tici #o deri&ado do %riente do +ue da tradição ocidenta!. partir da d'cada de 19?09 para #uita pe oa do %cidente a re!igião indiana proporciona&a u# con"eci#ento e piritua! prAtico9 inc!u i&e di cip!ina e pirituai e guia atra&' do #undo e pirituai 9 +ue e!a não con egue# encontrar na igre<a. % grande #e tre do %cidente9 co#o PitAgora 9 . *o#o recente#ente #e di e u# iniciado do #ai a!to ní&e!9 R4e &oc3 &i itar a índia "o<e9 não poderA dei>ar de entir +ue o ar ainda crepita de a tra!idadeR. (# e 5orço con ciente 5oi 5eito por e!e 9 en+uanto o &'u ainda era re!ati&a#ente tran parente9 para !e#Frar a 5eiçSe do #undo e piritua! e i#pri#i-!a de #aneira inde!'&e! na con ci3ncia "u#ana. 4ir /o"n Poodru55e9 o acad3#ico e pecia!i ta e# En críto +ue tradu:iu pe!a pri#eira &e: o te>to tEntrico no 'cu!o YIY9 e cre&eu +ue at' a &enerA&e! tradição u5i recorreu J aFedoria "indu a re peito do en ina#ento oFre o c"aIra 9 por e>e#p!o.no ta!gia u#a 'poca e# +ue e te &'u de #at'ria entre a "u#anidade e a "ierar+uia e pirituai ainda não "a&ia ido !ançado.

CA u# ditado na *aFa!a +ue di: o eguinte: RTudo o +ue &oc3 &iu9 at' a 5!or9 toda a&e9 toda pedra pa arA e e tornarA p19 #a o +ue &oc3 &iu ne!e não pa arA. . % #e #o pode er dito de Re piritua!R9 e# gera! u ado por pe oa +ue +uere# e <actar de ere# Foa ou 'tica de u#a 5or#a ca!oro a9 &aga e ta!&e: p eudo#í tica.ai tarde9 e te con"eci#ento eria co!ocado e# pa!a&ra e tran #itido ora!#ente de geração para geração at' +ue por 5i# o Veda 5ora# e crito .e co#o a e#ente ão pre er&ada e# todo o in&erno pe!o #e #o ere e pirituai . 4entia# e a pe oa era# i#pAtica ou não por ua re piração. . % +ue de 5ato igni5ica Re piritua!R ' a capacidade de &er9 ou&ir e e co#unicar co# o e pírito 9 a i# co#o o adepto indiano . Di e#o ante +ue o #ateria!i ta e apropriara# de #odo e+ui&ocado de pa!a&ra e e>pre Se co#o Ro igni5icado da &idaR9 u ando-a nu# entido ecundArio e u# tanto de one to. % ri "i &i&ia# o 5!u>o e re5!u>o da in5!u3ncia e piritua! co#o u#a re piração gigante. 41 co#ia# #at'ria &egeta!9 <a#ai carne. Nada do ri "i dura&a9 a não er o +ue e!e aFia#.ou e# i#p!e aFrigo retorcido na 5or#a de raí:e e ga&in"a . . E!e ta#F'# podia# e co#unicar de #aneira ocu!ta . Nada de &ia&a o adepto de ua conte#p!ação. % o!"ar de!e podia a5ugentar erpente e aca!#ar !eSe e tigre . antiga ci&i!i:ação indiana era co#o o reino in5erior do c'u. Era# capa:e de &er a ação do ere e pirituai na Terra9 co#o e!e a<uda&a# a e#ente a ger#inar na pri#a&era9 a 5!ore a 5!ore cer no &erão9 a Ar&ore a dar 5ruto no outono . 4entado de perna cru:ada para +ue a o!a do p' 5ica e# &o!tada para ci#a9 e!e não tin"a# o de e<o de entir a gra&idade9 o i#pu! o para Fai>o e reduti&o do #undo #ateria!9 #a e &o!ta&a# para o #undo e pirituai . . E!e &aga&a# !i&re#ente9 con truindo apena o aFrigo #ai 5rAgei 9 co#endo 5ruta e FeFendo o !eite de eu reFan"o . % adepto era# capa:e de &erter eu con"eci#ento na a!#a do outro e# u# 5!u>o ince ante de i#agen .o re pirar o #e #o ar de a!gu'#9 e!e podia# entir a &ida interior de ta pe oa. I to9 acredita&a# e!e 9 era aF or&er a agonia da #orte do ani#a!.R E te ' u# ditado +ue eria i#pAtico ao ri "i .

!'# da 1? p'ta!a do c"aIra cardíaco9 o adepto &ia# 101 art'ria uti e !u#ino a partindo da #e #a Area9 co#o raio de u#a roda.prendendo a contro!ar o en &egeta!i ou corpo et'rico9 e!e poderia# contro!ar ta#F'# a re piração9 a ta>a de dige tão9 at' o Fati#ento cardíaco e o 5!u>o do angue9 !e&ando a proe:a inacreditA&ei pe!a +uai o adepto indiano ão 5a#o o . E aFia# en&o!&er o outro nu# 5ei>e protetor de a#or +ue e#ana&a do c"aIra cardíaco de!e . . Entendia# +ue toda &ida "u#ana re pira te#poraria#ente para o #undo de #aya ou a i!u ão9 e ai de!a9 u# proce o +ue e repete ao !ongo da era . E era por e ta rota da art'ria #'dia +ue o e pírito partiria atra&' da coroa e airia do corpo na #orte. De te #odo9 o ca#in"o para ci#a ' i!u#inado de Fai>o9 por #eio de u# coração radiante. % adepto ta#F'# entendia# +ue #ergu!"ar 5undo na conte#p!ação do c"aIra do p!e>o o!ar per#itia +ue e!e perceFe e# a coi a co# c!ari&id3ncia. E!e entendia# +ue por u#a co#Finação de te doi 1rgão o "o#e# podia perceFer o #o&i#ento de oF<eto #ateriai e# re!ação a outro no e paço e ta#F'# ter u# en o da pa age# do te#po. %utra uFia para o o!"o e +uerdo e corre pondia J 7ua e ao pa ado.E!e i#ergira# na con ci3ncia &egeta!9 no proce o 5í ico . art'ria do #eio uFia do coração e pa a&a pe!a coroa da caFeça. De certa 5or#a9 ta#F'# 5oi u# período indo!ente +ue teria de ter#inar para +ue o progre o acontece e.acordar9 dor#ir9 re pirar9 digerir . . E ta ci&i!i:ação indiana antiga 5oi de certo #odo u# eco do #undo &egeta!9 c"eio de !u: o!ar e Agua9 do período anterior J eparação do 4o! e da Terra. Via# grande Fando ou cardu#e de a!#a endo in pirado e e>pirado <unto da &ida #ateria!.+ue &i#o +ue ão o don do reino &egeta! concedido ao corpo "u#ano. . Tr3 de!a 9 a #aiore +ue e!e &ia#9 uFia# para a caFeça.co#o a capacidade de parar o coração 1 co# o pen a#ento. . (#a uFia para o o!"o direito e corre pondia ao 4o! e ao 5uturo. Para o antigo 9 toda &ida pu! a9 te# rit#o ou re pira.

#edida +ue o deu e e a5a ta&a#9 a pe oa preci ara# encontrar #aneira de egui-!o . Z &e:e e pen a&a +ue e ta energia era u# er e#e!"ante a u#a coFra9 +ue uFia para o crEnio pe!a e pin"a e da&a u#a #ordida nu# ponto !oca!i:ado atrA da ponte do nari:. . E ta #ordida !iFera&a u# 5!u>o e>tAtico9 . E 5oi a i# +ue na ceu a ioga.inda podia# aparecer co#o e pectro e#i#ateriai ou 5anta #a 9 #a #e #o i o e ta&a acontecendo co# u#a 5re+U3ncia cada &e: #enor.Vi#o +ue o grande ere de "ierar+uia uperiore não podia# #ai aparecer no corpo 5í ico9 co#o 5i:era# anterior#ente na .t!Entida. No auge da #editação9 u# <orro de energia9 pro&eniente da Fa e da e pin"a9 &ia<aria para ci#a atra&' da art'ria #'dia9 pa ando pe!o coração e eguindo at' a caFeça. . No 5ina! de a era9 a pe oa 1 podia# &3-!o co# o o!"o 5í ico u#a ou dua &e:e e# toda a &ida.

(# do #enore !i&ro do #undo9 #a u# do #ai podero o 9 ' c"a#ado o Ioga 4utra de Pantan<a!i.9 e e deu e !e&a&a# o co #o para a 5a e eguinte da e&o!ução "u#ana9 con5or#e o 4o! entra&a no igno de 23#eo . E>i te# coi a +ue 1 o iniciado #ai a&ançado e #ai e!e&ado con egue# 5a:er.co#o u# cordão de corrente !u#ino a 9 B00 #i! c"a#a re p!andecente +ue parecia# #i!"Se de aFe!"a .t!Entida uF#er a para a @ndia9 agora co#eça&a a e #o&er para o oe te9 co#o continua a 5a:er "o<e e# dia.0?B a. E!e di: +ue ' po í&e! con"ecer &ida pa ada concentrando. % adepto e &eria# e# outra di#en ão9 +ue de início parecia con i tir e# u# podero o oceano de onda gigante de !u: e energia . % ri "i en inara# +ue o oF<eti&o da e>i t3ncia ' a e&o!ução de todo o co #o e +ue a e#ente de toda e ta tran 5or#ação e tão no corpo "u#ano.9 #a te# orige# no en ina#ento do ri "i . E# =. Moi e crito e# ua 5or#a 5ina! por &o!ta de 600 a.*. 4eria puro re5!e>o de no o de e<o acreditar +ue &oc3 ou eu pode#o rea!i:ar e ta 5açan"a de e <eito. Pantan<a!i di: ao !eitor para e concentrar na 5orça do e!e5ante e a i# atingi-!a.e no pa ado. % i#pu! o para a e&o!ução da "u#anidade +ue e #o&era para !e te9 da .*. % re to de n1 1 erA capa: de rea!i:A!a e# encarnaçSe 5utura . #edida +ue e!e e aco tu#a&a# co# o #undo e piritua!9 e a 5orça aparente#ente i#pe oai co#eça&a# a e de5inir na &e te e>teriore do deu e e por 5i# a 5ace do deu e urgiria# na !u:9 a #e #a 5ace do deu e da e tre!a e p!aneta co# +ue no 5a#i!iari:a#o no 8!ti#o capítu!o . .a e>peri3ncia #í tica pre!i#inar e# toda a tradiçSe . .

000 a.. Viu u#a i#en a nu&e# e de!a urgira# dragSe 9 !oFo e coFra +ue tentara# arrancar o 5i!"o de eu corpo. . % rei e ta&a decidido a apun"a!ar o FeF3 #a 9 +uando ergueu a #ão 5icou #i terio a#ente para!i ado. % Foato era# aFundante na co#unidade9 acu ando a <o&e# #u!"er de Fru>aria9 a5ir#ando +ue a te#pe tade e a pe te era# oFra de!a. En+uanto ua &o: e #aecia9 e!a &iu u#a pirE#ide de !u: de cendo do c'u. . . % rei e ta&a do#inado por u# círcu!o de 5eiticeiro +ue o con&encera# de +ue o #enino de&ia #orrer. De ta pirE#ide urgiu u# #enino egurando u# Fa tão na #ão e +uerda e u# perga#in"o na direita. De&e#o i#aginar ua #ãe &i&endo nu#a pe+uena co#unidade agríco!a9 co#o a +ue 5oi de enterrada e# `ata! CUyUI.*.#H O Caminho o Ma)o A Gatalha ' Ioroa(tro contra o( &o 'r'( a( tr'+a( 4 Ioroa(tro< tamG. E!e 5oi at' a ca a da <o&e# #ãe e encontrou o FeF3 o:in"o no Ferço. 4eu o!"o Fri!"a&a# co# u# 5ogo interior9 eu no#e era Goroa tro.*.ai tarde9 #andou u# de eu er&o raptar o #enino e aFandonA-!o nu# de ca#pado in5e tado de !oFo . .a J #edida +ue o #on tro e apro>i#a&a#9 a criança 5a!ou de dentro de eu 8tero e a recon5ortou.!gun autore do #undo antigo itua#-no e# cerca de =. Era o auge de u# in&erno e>cepciona!#ente rigoro o +uando urgiu a pe te.a a a!cateia +ue o rei e pera&a +ue 5o e di!acerar a criança &iu a!go no o!"o de!a e 5ugiu apa&orada. . criança cre ceu e e tornou o <o&e# do on"o da #ãe. % na ci#ento do pri#eiro Goroa tro de encadeou te#pe tade de 1dio. I o e de&e ao 5ato de "a&er #ai de u# Goroa tro. . E>i te# di5erente e co!a de pen a#ento oFre a 'poca de Goroa tro.ai tarde9 no +uinto #3 de ua ge tação9 e!a te&e u# pe ade!o.9 en+uanto outro 9 co#o P!utarco9 e# ?00 a.0?B .*. .9 na região +ue "o<e con"ece#o co#o Irã9 5oi &aticinado o na ci#ento de u# grande no&o !íder.m conh'ci o como Iaratu(tra4 * A +i a ' a mort' ' Jri(hna< o &a(tor * A aurora a I a ' a( Tr'+a( E# =.

De#Lnio atira&a#. 4e a era indiana 5oi u#a recapitu!ação da 'poca paradi íaca9 ante da eparação da Terra e do 4o!9 e ta no&a era per a era u#a recapitu!ação do período Fe!ico o9 e# +ue o dragSe de 78ci5er in5e tara# a &ida na Terra.gora a 5orça do #a! e rea5ir#a&a#9 !iderara por . % co #o 5oi in&adido por "orda de de#Lnio +ue e curecera# o c'u .e entre o "o#en e o e ca!Se uperiore da "ierar+uia e pirituai . Não era #ai po í&e! &i&er co# egurança no Paraí o9 da #aneira co#o a pe oa &i&era# na 'poca indiana. 4e a era indiana 5oi u#a 'poca e# +ue a 5i io!ogia ecreta da "u#anidade 5oi .a a 5orça do #a! aFia# +ue eu #aior ini#igo "a&ia de cido J Terra. . . Era de 23#eo 5oi de di&i ão. E ta&a# apena gan"ando te#po."ri#an ]o 4atã da tradição :oroa tri ta^..

Ouando dor#i#o 9 perde#o a con ci3ncia ani#a!. I o te# dua con e+U3ncia i#portante . .o #edo do cao de truti&o +ue ra te<a na #argen da &ida9 +ue pode no aco#eter da e curidão e>terior do aca#pa#ento ou da e curidão +ue no do#ina +uando e ta#o dor#indo. Pe!a pri#eira &e:9 o5ria# a e p'cie de #edo +ue E#i!e DurI"ei# c"a#ou de ano#ia . Ne e #o#ento deci i&o da "i t1ria9 a pe oa co#eçara# a 5icar in egura nu# ní&e! +ue "o<e c"a#a#o de e>i tencia!. Tin"a# #eno certe:a de +ue &i&ia# nu# co #o +ue era e# 8!ti#a anA!i e Fene&o!ente9 onde tudo 5icaria Fe# no 5i#. "orda de de#Lnio contra o +uai Garatu tra !iderou eu eguidore ta#F'# 5ora# c!a i5icada por e!e. No en ina#ento da ociedade ecreta 9 a con ci3ncia ani#a! V ou o e pírito V aparece 5!utuando 5ora do corpo durante o ono. . Pode ta#F'# e tar e perando por n1 e# no a #orte. . pri#eira ' +ue o e!e#ento ani#a! de no o corpo &o!ta a u# e tado &egetati&o.i#pre a na #e#1ria "u#ana9 ' a e ta era per a +ue no &o!ta#o +uando Fu ca#o o con"eci#ento da de#ono!ogia. I o 5or#a a Fa e da c!a i5icaçSe +ue a ociedade ecreta u a# atua!#ente.

. No on"o 9 perceFe#o o #undo e pirituai 9 onde o#o aFordado por an<o 9 de#Lnio e pe!o e pírito do #orto . Então acorda#o reani#ado .gora e!e prepara&a# Goroa tro para ua #i ão. E!e ão o e pírito do 4o!9 c"a#ado de E!oi#. Goroa tro te&e de dar no&enta pa o para cada no&e do e pírito gigante en+uanto e te de !i:a&a oFre o o!o pedrego o9 !e&ando Goroa tro a u#a c!areira ocu!ta por roc"a e Ar&ore . . /A encontra#o e te e pírito cinti!ante . . . (#a criatura e piritua! gigante ca e re!u:ente &in"a para receF3-!o e !"e pedia +ue o egui e. Na 5ronteira9 e!e te&e u#a &i ão. Pri#eiro di era#-!"e +ue e!e de&ia pa ar pe!o 5ogo e# e +uei#ar. Depoi de ano no e>í!io9 o <o&e# Goroa tro entiu a nece idade de &o!tar ao Irã.!i9 u# círcu!o 5or#ado por outro ei e pírito e#e!"ante paira&a# aci#a do c"ão. Então e!e aFrira# eu tor o e !"e #o trara# o egredo do 1rgão interno 9 e# eguida o 5ec"ara#."ri#an .Não #ai o!apada pe!a perturFaçSe da con ci3ncia ani#a! ou pe!o e5eito de en5ra+ueci#ento do pen a#ento9 a 5unçSe corporai contro!ada pe!o e!e#ento &egeta! ão reno&ada . No ono #ai pro5undo9 o Terceiro %!"o pode e aFrir e &er o interior do #undo e pirituai 9 #a 9 +uando acordado 9 e +uece#o-no di o. egunda ' +ue9 de !igado da percepçSe en oriai do corpo9 o e pírito entra nu# e tado a!ternati&o de con ci3ncia9 +ue ' u#a e>peri3ncia do #undo e piritua! uF!unar.e# eu peito9 #a e!e o5reu e# i!3ncio. E te grupo cinti!ante e &irou para receFer Goroa tro e o con&idou a dei>ar te#poraria#ente o corpo 5í ico para e <untar a e!e .inda a i#9 o on"o podia# conter in piraçSe de e pírito 9 5rag#ento de &ida pa ada e at' !e#França de epi 1dio da "i t1ria. Micara# 5antA tico e c"eio de igni5icado e tran"o e di torcido . Goroa tro depoi tirou o c"u#Fo do peito e de&o!&eu-o ca!#a#ente a e!e . Na 'poca de Goroa tro9 a nature:a "u#ana "a&ia e entre!açado na #at'ria e era tão corro#pida +ue o on"o e tornara# ca1tico e de di5íci! interpretação. .o #eta! de . %u ao #eno 5oi o +ue o "o#e# e>peri#entou na 'poca do ri "i . Depoi &ertera# c"u#Fo derretido .

Goroa tro &o!tou J corte e pregou o +ue o grande e pírito !"e re&e!ara#.ai tarde9 tornou.a Goroa tro e capou da pri ão e ta#F'# da tentati&a de a a inA-!o. 4oFre&i&eu e tra&ou #uita Fata!"a contra a 5orça do #a!9 !uta e# +ue !ança&a eu podere #Agico contra o podere de 5eiticeiro do #a!. . . % rei a +ue e!e e dirigia era no&o #a 9 a i# co#o eu predece or9 era pre a de #ini tro cru'i . Di e ao rei +ue o e pírito do 4o! +ue criara# o #undo traFa!"a&a# na tran 5or#ação do #e #o9 e +ue u# dia o #undo eria u# &a to corpo de !u:. Goroa tro era u#a 5igura perigo a e u# tanto de concertante9 preparada para co#Fater o 5ogo co# 5ogo. .e o ar+u'tipo do #ago9 co# u# c"ap'u a!to9 #anto de e tre!a e u#a Aguia no o#Fro. Não +ui ou&ir e ta Foa no&a e e dei>ou con&encer pe!o #ini tro a co!ocar Goroa tro na pri ão.

go tin"o entre eu iniciado . Oue# te#e e a #orte9 di e e!e9 <A e ta&a #orto.*. ura .9 iniciado pe!o uce ore #itraico de Goroa tro9 regi trou +ue depoi de u# período de <e<u#9 #orti5icação e e>ercício #entai rea!i:ado na o!idão9 o candidato eria oFrigado a nadar pe!a . Oueria !"e con5erir o podere oFrenaturai nece Ario para !utar pe!o Fe#.i t'rio +ue inc!uiu 4anto ."ri#an ou .E!e !e&ou eu eguidore a gruta i o!ada e ocu!ta na 5!ore ta. *o# pro&açSe iniciAtica apa&orante 9 Goroa tro preparou eu eguidore para en5rentar o de#Lnio de . . .!i9 e# ca&erna uFterrEnea 9 e!e o iniciou. 4aFe#o oFre e ta pri#eira e co!a de .enipo9 5i!1 o5o grego do 'cu!o III a.i t'rio por+ue e!a oFre&i&eu por #i!3nio no uFterrEneo da P'r ia ante de &ir J tona co#o o #itraí #o9 u# cu!to iniciAtico popu!ar entre o o!dado ro#ano 9 e no&a#ente no #ani+ueí #o9 u#a e>tinta re!igião de .

. . Igua!#ente i#portante era e>peri#entar a eparação entre a parte ani#a! e &egeta!9 co#o acontece depoi da #orte. pe oa +ue aprende# a on"ar con ciente#ente9 i to '9 +ue t3# a capacidade de pen ar e e>ercer a 5orça de &ontade +ue e# gera! 1 de 5ruta#o e# &igí!ia9 pode# de en&o!&er podere +ue ão R oFrenaturai R egundo a de5iniçSe atuai . 4e &oc3 puder on"ar con ciente#ente9 u# dia poderA andar pe!o #undo e pirituai +uando +ui er9 co#unicando. (#a parte i#portante de ta preparação era indu:ir no candidato a e>peri3ncia con ciente da eparação entre a parte ani#a! de ua co#po ição e a parte &egeta! e #ateria!9 co#o acontece no ono. Pe!o ato de dei>ar o corpo9 o candidato aFia9 e# +ua!+uer po iFi!idade de d8&ida9 +ue a #orte não era o 5i#. Da #e #a 5or#a9 a ci3ncia 1 te# a e>p!icaçSe #ai 5rAgei e +ue tionA&ei para a "ipno e. Ta#F'# &ere#o +ue #uita da grande de coFerta cientí5ica 5ora# re&e!ada a iniciado en+uanto e!e e encontra&a# ne te e tado a!ternati&o de con ci3ncia. PoderA ta!&e: &ia<ar a outra parte do #undo #ateria! e &er coi a de !ugare e# +ue &oc3 não e tA pre ente e# corpo a c"a#ada &iage# a tra!.e !i&re#ente co# o e pírito do #orto e outro ere de encarnado . % iniciado +ue con"eci t3# don in+ue tionA&ei para !er #ente +ue e tão #uito a!'# da capacidade de reprodução e# e>peri#ento de R!eitura 5riaR de cienti ta c'tico . I o por+ue9 e#Fora a "ipno e po a er u ada de 5or#a incon&eniente por arti ta popu!are 9 origina!#ente e!a era V e ainda '9 e# eu .Agua9 pa ar pe!o 5ogo e pe!o ge!o.o e>peri#entar o !i#ite e>teriore do #edo9 o iniciado e ta&a preparado para o pior +ue podia acontecer9 tanto e# &ida co#o ap1 a #orte. E# outra pa!a&ra 9 a iniciação en&o!&ia o +ue "o<e J &e:e c"a#a#o de Re>peri3ncia ap1 a #orteR. % grande iniciado do 'cu!o YVI9 Parace! o9 +ue9 co#o &ere#o 9 a!gun a5ir#a# er o pai da #edicina e>peri#enta! #oderna e da "o#eopatia9 di e +ue era capa: de &i itar outra pe oa e# on"o . % #eio oFrenaturai de in5!uenciar a #ente ão outro do don +ue a iniciação pode con5erir. 4eria !ançado nu#a co&a de erpente e cortado no peito por u#a e pada para +ue eu angue e corre e.

. E te &ia<ante 5oi "ipnoti:ado pe!o o!"ar de u#a erpente. Ta#F'# di:ia# +ue J &e:e e!e 5a:ia i o co# !a&radore 9 depoi enta&a. . ). No 'cu!o YVII9 o cienti ta e a!+ui#i ta /. Via<ante no 'cu!o YY contara# "i t1ria de !oFo +ue era# capa:e de para!i ar ua &íti#a e e&itar +ue e!a grita e#9 #e #o +uando a &íti#a não tin"a con ci3ncia de +ue e ta&a endo oF er&ada.a ey. No !oga 4utra de Pantan<a!i9 e te poder de in5!uenciar a #ente de terceiro ' u# do podere c"a#ado &iF"uti. Na cidade:in"a de *roQForoug"9 a #eno de 9 +ui!L#etro de onde e cre&o9 &i&eu u# AFio e curandeiro c"a#ado Pígtai! )adger9 ainda !e#Frado pe!o "aFitante !ocai . &on Ce!#ont di e +ue Ru# "o#e# pode #atar u# ani#a! 5itando-o por 1= #inuto R. E>p!icada de #aneira de5initi&a apena no ter#o da #ente-ante -da-#at'ria9 e!a te&e orige# co# o ri "i da @ndia e e# t'cnica praticada pe!o acerdote do Egito no proce o de iniciação. % a!deSe tin"a# #edo de!e por+ue e di:ia +ue e te "o#e# a!to9 corpu!ento e de o!"ar 5ero: podia para!i ar a pe oa apena co# o o!"ar. . E!e i#ergiu cada &e: #ai pro5unda#ente nu# ono R ona#F8!icoR oF ua in5!u3ncia 5a cinante. repre entaçSe do Terceiro %!"o na te ta de iniciado egípcio por #eio da erpente enro cada indica o poder de air e atacar o +ue &3. Depoi 9 outra pe oa na 5e ta Fa!eou a erpente9 +ueFrando eu poder oFre e!e9 +ue entiu u# go!pe na caFeça9 co#o e ti&e e ido atingido por u#a Fa!a. "i t1ria de u# &ia<ante do 'cu!o YIY 5oi regi trada por u# a#igo de 2eorge E!iot9 o iniciado 2era!d . /A &i#o +ue9 nu#a 5i!o o5ia de #ente-ante -da-#at'ria9 pode#o a5etar u#a pe oa no ní&e! uFatL#ico pe!o #odo co#o a o!"a#o .e e co#ia o a!#oço de!e e# e inco#odar +ue ainda e ti&e e# a!i.u#a prAtica ocu!ta. No 'cu!o YVIII9 &ia<ante europeu na @ndia 5ica&a# #ara&i!"ado co# a capacidade +ue o adepto tin"a# para !ançar a!gu'# nu# e tado i#ediato de cata!ep ia 1 pe!o o!"ar.5unda#ento . . in5!u3ncia da #ente era u ada para 5in Fen'&o!o 9 #a 9 con5or#e o #undo e torna&a u# !ugar #ai perigo o9 e!a teria ido u ada tanto para a de5e a co#o para o ata+ue.

Não por+ue u# candidato du&ida e de +ue "a&ia &ida ap1 a #orte V e ta id'ia teria ido i#pen A&e! na 'poca V9 #a por+ue te#ia o +ue eria e ta e>peri3ncia. #edida +ue a parte &egeta! e epara do corpo #ateria!9 a dua co#eça# a e de integrar. de integração da parte &egeta! !e&a o e pírito a &i&er u#a anA!i e da &ida +ue acaFou de conc!uir. . E# princípio9 e!e te#ia +ue o de#Lnio de +ue 5ugiu a &ida toda e ti&e e# J ua e pera. iniciação #o tra&a ao candidato co#o 5a:er a <ornada depoi da #orte co# egurança. . Na #orte9 por outro !ado9 a parte &egeta!9 +ue organi:a a 5unçSe FA ica da &ida9 parte co# o e pírito ani#a!. . No ono9 o e pírito ani#a! dei>a para trA a parte &egeta! e #inera! do corpo.% en ina#ento iniciAtico #ai i#portante t3# re!ação co# a &i&3ncia do #undo e pirituai depoi da #orte. . porção &egeta! da nature:a "u#ana te# #uita 5unçSe 9 inc!u i&e a de guardar !e#França . .

Da e 5era !unar9 o e pírito de encarnado &oa para o reino de . 0 i#portante ter e# #ente +ue o con"eci#ento con+ui tado na iniciação não ' eco ne# aF trato9 #a e>i tencia!.e e# #uita oportunidade 5ora de &i ta. E# eguida J ua <ornada pr1diga na Terra9 o e pírito não pode er reunido ao Pai ante de er puri5icado.ntoine de 4aint-E>up'ry9 a doutrina ecreta ' pre er&ada9 J &e:e e# !i&ro +ue 1 o iniciado con egue# !er . E ta região9 V onde o e pírito te# +ue uportar e te proce o do!oro o de Puri5icação por u# período +ue dura cerca de u# terço do te#po +ue pa ou na Terra9 ' c"a#ada de Purgat1rio na tradição cri tã.. . porção &egeta! e di ipa e e de !iga do e pírito ani#a! e# +ue tão de dia .erc8rio9 de !A para V3nu e de !A ara o 4o!. 0 i#portante ter e# #ente +ue e e en ina#ento era co#u# na E co!a de . E ' o Ha#a!oca ]Rregião do de e<oR^ do "indu . % iniciado te# u#a e>peri3ncia 5ora do corpo +ue ' arreFatadora. CA u# e>traordinArio dito atriFuído ao #e tre EcI"art. *orre ponde ao uFterrEneo do egípcio e grego . . #eno +ue e<a purgado ne te ca#in"o9 o e pírito não pode a cender a e 5era uperiore e ou&ir ua #8 ica. No te>to antigo 9 o iniciado aprende o no#e ecreto do e pírito +ue guarda# a entrada de cada e 5era e o oca ionai aperto de #ão ecreto e .#í tIo a!e#ão do 'cu!o YIII: R4e co#Fatere a #orte9 entirA o de#Lnio arrancando tua &ida9 #a e ti&ere a atitude correta diante da #orte9 poderA &er +ue o de#Lnio ão na rea!idade an<o !iFertando teu e pírito. E!e &3 por trA da apar3ncia e aFe +ue o de#Lnio 9 e# eu !ugar de direito9 t3# u# pape! ine ti#A&e! no +ue pode#o c"a#ar de Reco!ogiaR do #undo e piritua!.R (# iniciado te# a atitude correta diante da #orte.orto c egípcio 9 pa ando pe!a caFa!a cri tã da Pi ti 4op"ia e pe!a bDi&ina *o#'dia b de Dante9 a oFra #oderna co#o b% Pe+ueno Príncipec do 5ranc3 . Do b7i&ro do .!i e!e ' atacado por de#Lnio +ue !"e e>purga# de todo o de e<o i#puro 9 corrupto e Fe tiai 9 todo o i#pu! o de &ontade para o #a!.i t'rio de toda a cu!tura do #undo antigo e 5oi perpetuado no #undo #oderno pe!a ociedade ecreta . Depoi o e pírito pa a para a e 5era uF!unar.ri tide 9 ku#a !u: +ue ningu'# +ue não ten"a ido iniciado con eguiria de cre&er ou co#preenderl. E# eguida9 o e pírito &i&e9 co#o co!ocou o orador grego .

pu!eio9 do 'cu!o II9 di e +ue no proce o de iniciação o . Pi ti 4op"ia i#agina +ue e ta e 5era ão 5eita de cri ta! e o guardiSe da entrada de ta e 5era ão arconte ou de#Lnio . E# toda a re!igiSe antiga 9 o er +ue guia o e pírito "u#ano pe!o uFterrEneo e o a<uda a pa ar pe!o de#Lnio guardiSe ' o deu do p!aneta .outro inai e 51r#u!a nece Ario para con eguir entrar. tare5a de guiar o e pírito "u#ano para o a!to ' a u#ida por u# grande er cu<a identidade ta!&e: po a urpreender. Na 8!ti#a parte de ta a cen ão e piritua! pe!a e 5era ce!e tiai 9 o guia +ue i!u#ina o ca#in"o ' 78ci5er. Na eco!ogia e piritua! do co #o9 78ci5er ' u# #a! nece Ario9 tanto ne ta &ida por+ue e# 78ci5er o "o#e# não entiria de e<o . . 4e# 78ci5er9 o e pírito #ergu!"aria e# co#p!eta e curidão e não co#preenderia a a cen ão.co#o no a!'#. No #eio da <ornada pe!a e 5era 9 "A u#a troca.a o iniciado na e co!a de . % e critor ro#ano .i t'rio guarda# u# e tran"o egredo. .erc8rio. .

ente c1 #ica.e pírito en5renta o deu e do c'u e# todo o e p!endor de &e!ado de!e .R Depoi o e pírito de&e reco#eçar a de cer pe!a e 5era 9 preparando. . .*. uinto portal ele a deixou passar e l!e restaurou o colar de seu pescoço. s$timo portal ele a deixou passar e l!e restaurou a grande coroa de sua cabeça. . 0 u#a <ornada do!oro a9 perturFadora e can ati&a. . % e pírito "u#ano ainda reage inten a e ca!oro a#ente a e ta "i t1ria9 entendendo-a co#o &erdadeira nu# entido pro5undo. . 'ti#a 5ada9 +ue repre enta 4aturno ou 4atã9 o e pírito . % re!ato eguinte 5oi co#pi!ado de 5rag#ento de taFu!eta antiga 9 datada ta!&e: do terceiro #i!3nio a. .e !i&re de toda a a#FigUidade . segundo portal ele a deixou passar e l!e restaurou as pulseiras de suas m%os e p$s. . P!utarco e cre&e: R. terceiro portal ele a deixou passar e l!e restaurou a faixa ue cingia sua cintura. #edida +ue de ce9 o e pírito receFe u#a dAdi&a de +ue preci arA +uando reentrar no p!ano #ateria!. "i t1ria conta +ue9 na 5e ta para co#e#orar eu na ci#ento9 ei 5ada dera# pre ente J prince a para a<udA-!a a ter u#a &ida 5e!i: e ati 5at1ria.a para co#preender o conte8do e ot'rico de . . .a en5i# u#a !u: #ara&i!"o a Fri!"a e# no a recepção9 !inda ca#pina c"eia de canto e dança9 u#a o!enidade de reino agrado e apariçSe anta . . Fe!a ador#ecida ' nece Ario pen ar de u#a #aneira J a&e a . Fe!a ador#ecida. .e para a encarnação eguinte. primeiro portal ele a deixou passar e l!e restaurou o manto ue cobria seu corpo.9 e ca&ada no Ira+ue no 5ina! do 'cu!o YIY: . % e pírito a cende pe!a e 5era de /8piter e 4aturno9 pa a pe!a e 5era da con te!açSe e por 5i# ' reunido J 2rande . sexto portal ele a deixou passar e l!e restaurou os brincos das orel!as. uarto portal ele a deixou passar e l!e restaurou os ornamentos de seus seios.e #o "o<e9 toda criança ' !e#Frada de ta dAdi&a no conto de 5ada .

pa!a&ra-c"a&e ' Rcon cienteR. Ouando acorda9 e!a #orreh Na rea!idade9 <A &i#o u# parado>o e#e!"ante na "i t1ria de % íri 9 cu<a #aior parte e dA no #undo e piritua!. . 4e tai en ina#ento ão Fe# gra&ado no e pírito do indi&íduo9 o e pírito e tarA preparado para a participação con ciente9 <unto co# o grande ere na preparação para u#a no&a encarnação. E# outra pa!a&ra 9 graça J inter&enção de 4atã9 o "o#e# ao pouco perde +ua!+uer con ci3ncia9 e por 5i# +ua!+uer !e#França9 de ua 'poca entre a "ierar+uia ce!e tiai : RNo o na ci#ento não pa a de ono e e +ueci#ento. . E ta "i t1ria #o tra# +ue e ta &ida e o a!'# ão regido pe!o p!aneta e e tre!a . E!e 1 e tA #orto para @ i +uando e tA &i&o no p!ano #ateria!. . De&e# no a!ertar para outra di#en ão #uito i#portante do en ina#ento iniciAtico .R Ne ta "i t1ria9 portanto9 de&e#o entender +ue a 5e ta do início da narrati&a ocorreu no #undo e piritua! e ' apena +uando ador#ece +ue a Fe!a e tA &i&a no p!ano #ateria!. Ouando % íri ' pre o ao cai>ão e# +ue e encai>a co#o e 5o e ua pe!e9 o cai>ão ' ua pe!e.do #ateria!i #o9 a#a!diçoa a criança co# a #orte9 co#utada a u# !ongo período de ono. iniciação prepara o candidato para o encontro co# o guardiSe da di5erente e 5era no ca#in"o de a cen ão e de de cida. E ta ete 5ada ão9 c!ara#ente9 o ete deu e da e 5era p!anetAria . % +ue e tA J a&e a ne ta "i t1ria ' +ue o ono #orta! e e# on"o 9 a #a!dição da 5ada do #a!9 repre enta a &ida na Terra.

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a <ornada do 4o! pe!o #e e do ano e na prece ão do e+uin1cio .anda#o e# círcu!o inter#inA&ei traçado para n1 pe!o p!aneta e e tre!a . Re&e!a co#o e!e opera# +uando e ta#o de perto 9 +uando on"a#o e +uando e ta#o #orto . . Não 5icare#o #ai pre o 9 a cendere#o 9 não no #o&ere#o e# círcu!o9 #a nu#a e pira! a cendente. E e não pude e# ta#F'# teria# de o5r3-!a e# ua encarnação eguinte. . Goroa tro &e tiu u# #anto coFerto de e tre!a e p!aneta para er&ir co#o u# #arco do con"eci#ento +ue !"e 5oi pa ado pe!o grande e pírito do 4o!. Ouando o candidato &o!ta&a# a entrar no corpo9 depoi de ua e>peri3ncia 5ora de!e9 tin"a# a per#i ão de Goroa tro para e>p!orar o 5unciona#ento interior de eu corpo de u#a #aneira +ue a pe oa 1 poderia# de coFrir pe!a aut1p ia 9 #i!"are de ano depoi . E te era o con"eci#ento +ue e!e tran #itia na iniciação. E te ' o oF<eti&o da iniciação: tornar a e>peri3ncia cada &e: #ai con ciente9 redu:ir a 5ronteira da con ci3ncia. iniciação en&o!&e 5or<ar u# re!aciona#ento con ciente e ati&o co# e pírito de encarnado e u# con"eci#ento e>i tencia! de co#o e!e traFa!"a# e# no a &ida e depoi de!a. Vi#o +ue a "i t1ria +ue e ti&e#o e>a#inando9 co#o o traFa!"o de C'rcu!e 9 ão e truturada de acordo co# di5erente cic!o a tronL#ico . No&a#ente9 a di5erença era +ue o antigo 9 de acordo co# eu "AFito de &er a &ida da 5or#a #ai uF<eti&a po í&e!9 não con"ecia# a anato#ia "u#ana de #odo aF trato e conceitua!9 #a a e>peri#enta&a#.a não er +ue pude e# aprender e e tornar con ciente de!a . +ue tão ' +ue o #e #o padrSe +ue e trutura# a &ida na Terra ta#F'# e trutura# o #undo e pirituai . Moi a i# +ue o .a e puder#o no tornar con ciente de te círcu!o 9 e puder#o no con cienti:ar da ati&idade da e tre!a e do p!aneta e# no a &ida de u#a 5or#a #ai ínti#a9 não ere#o 9 de certo #odo9 apri ionado por e!e . E# no a &ida indi&idua! ..e co!eti&a . C'rcu!e e /1 o5rera# pro&açSe e# ua &ida na Terra +ue 5ora# regi trada na "i t1ria do #undo9 #a ta#F'# ti&era# +ue o5rer a #e #a pro&açSe depoi da #orte .

*o#o criador de e #onu#ento de pedra9 Goroa tro pode er &i to co#o u#a e p'cie de i#age# e pecu!ar e p1 -di!u&iana de Eno+ue. . Na tran ição do e>to para o +uinto #i!3nio a.*. De no&o a "u#anidade e ta&a endo arrancada de i #e #a.antigo ouFera# da g!Endu!a pinea! #uito ante +ue e!a 5o e Nde coFertaR pe!a ci3ncia #oderna. Da #e #a 5or#a +ue a retirada do deu e durante o período indiano oFrigou a "u#anidade a pen ar e# #aneira de egui-!o 9 agora era nece Ario ter a orientação do deu e para +ue a "u#anidade de coFri e no&a 5or#a de procurar por e ta orientação.9 a "u#anidade co#eçou a con truir o grande círcu!o de pedra +ue e>i te# at' o dia de "o<e.

Pouco ante do 5ina! do +uarto #i!3nio9 na ceu Hri "na. Na d'cada de 19=09 o pro5e or . ]Vere#o Fre&e#ente +ue Hri "na9 % íri e Goroa tro ão retratado pre ente na Nati&idade9 e#Fora di 5arçado 9 na 5a#o a pintura da Rena cença. .i to '9 e pirituai .t' "o<e "A !e#Frete pungente no pe+ueno te#p!o do :oroa tri #o e# op' de #ontan"a 9 onde u#a c"a#a ' #antida ace a #a corre o ri co per#anente de er apagada. (#a &e: +ue o antigo o!"a&a# a e tre!a e p!aneta co#o regu!adore da &ida na Terra9 ' natura! +ue ten"a# de5inido ua #edida #ate#Atica originai do #undo 5í ico tendo co#o re5er3ncia e te corpo ce!e te .?0 &e:e durante o te#po nece Ario para u#a e tre!a e de !ocar por u# do . Recente#ente9 RoFert 7o#a 9 da (ni&er idade de 4"e55ie!d9 de#on trou +ue e ta unidade de #edida deri&a&a de u#a unani#idade e u#a preci ão e tonteante e# di5erente parte do #undoW u# p3ndu!o +ue o ci!e . De de então9 i to 5oi &eri5icado por u#a a#p!a anA!i e e tatí tica do #onu#ento . . % ano era . % podere do #a! e#pre a#eaçara# de truir Goroa tro.^ E&idente#ente9 e!e não de&e er con5undido co# o deu da guerra9 o pri#eiro Hri "na at!ante +ue tra&ou u#a Fata!"a 'pica para derrotar a 5orça de 78ci5er9 .% círcu!o #ega!ítico de pedra +ue co#eçara# a e e pa!"ar pe!o %riente Pr1>i#o9 Norte da Europa e Norte da K5rica pretendia# #edir o #o&i#ento do corpo ce!e te .22D a.o BB ano 9 Goroa tro 5oi a a inado e# eu pr1prio a!tar. E a i# a #ate#Atica e# ua origen não era apena "o!í tica9 no entido de +ue con idera&a o ta#an"o9 o 5or#ato e o #o&i#ento da Terra e ua re!ação co# o corpo ce!e te 9 era ta#F'# a e>pre ão de u# i#pu! o e piritua!.?0 grau e# +ue e di&ide a c8pu!a ce!e te terA preci a#ente 6196= centí#etro de e>ten ão9 e>ata#ente a #etade de u#a R<arda #ega!íticaR..!e>ander T"o#9 da (ni&er idade de *a#Fridge9 perceFeu +ue o #onu#ento #ega!ítico de pedra de todo o #undo 5ora# con truído de acordo co# u#a unidade co#u# de #edida9 +ue e!e c"a#ou de R<arda #ega!íticaR.*. E te pa tor e pro5eta 5oi de certo #odo o precur or de /e u *ri to.

Han a continuou a per eguir o oFrin"o9 tentando caçA-!o co#o a u# ani#a! e!&age#9 #a 9 J #edida +ue e torna&a adu!to9 Hri "na era protegido por pa tore e e condido na co!ina e na 5!ore ta 9 onde prega&a u# e&ange!"o de não &io!3ncia e a#or por toda a "u#anidade: RRetriFui o #a! co# o Fe#9 e +uece teu pr1prio o5ri#ento pe!o do outroR e Rrenuncia ao 5ruto de teu traFa!"o . Hri "a e ta&a di:endo coi a +ue ningu'# <a#ai "a&ia dito. %u&iu u#a #8 ica ce!e tia! de "arpa e &o:e e9 no #eio de u# c!arão de #iríade de !u:e 9 &iu o deu 4o! aparecer para e!a na 5or#a "u#ana.do de e<o e da i!u ão.+ue teu traFa!"o e<a tua reco#pen aR. E!e go ta&a de tocar 5!auta e 5a:er a dança do a#or para e!a .+ue!a +ue &iria a er ua #ãe9 a &irge# De&aIi9 era cada &e: #ai ator#entada por e tran"a &i Se . (# dia e!a dor#iu u# ono e>tAtico. . E# u#a oca ião9 e!e a &iu en+uanto e Fan"a&a# no rio Xu#ana9 rouFou ua roupa e uFiu nu#a Ar&ore9 onde e!a não poderia# a!cançA-!o. Ma:ia i o de de criança. . Han a era u# a a ino de criança +ue caça&a o 5i!"o do poFre . E!e de 5ruta&a de u#a &ida rura! i#p!e 9 pregando #a e&itando o con5ronto direto co# Han a. %5u cada por e!e9 e!a perdeu a con ci3ncia. E# outra9 e!e e ta&a dançando co# #uita !eiteira +ue de e<a&a# . (# de#Lnio 53#ea Putana9 cu<o eio era# c"eio de &eneno9 pu>ou-o para e!a9 #a Hri "na ugou eu eio co# ta! 5orça +ue e!a entrou e# co!ap o e caiu #orta. . Ouando Hri "na na ceu9 u# an<o a!ertou De&aIi de +ue o ir#ão de!a9 Han a9 tentaria a a inar o #enino9 então e!a 5ugiu da corte para &i&er entre o pa tore ao op' do #onte . Toda a !eiteira !ocai era# !ouca#ente apai>onada pe!o <o&e# e Fe!to. Entre o #uito títu!o de Hri "na9 "a&ia o de Ro &a+ueiroR e Ro en"or da !eiteira R. Ouando c"egara# ao ou&ido de Han a9 e te en ina#ento o en5urecera# ainda #ai 9 torturara#-no no E#ago de eu e pírito.andou u#a erpente gigante de cri ta &er#e!"a para #atar o oFrin"o9 #a Hri "na con eguiu #atar a erpente9 e #agando-a co# o p' .eru.gora e ta 5orça penetrara# #ai 5undo na nature:a "u#ana e degenerara# e# u# de e<o por ouro e pe!o derra#a#ento de angue.

at"ura9 onde Han a &i&ia9 di 5arçado de ca#pone e poFre para participar de u# 5e ti&a! de at!eti #o.a Han a não e dei>ou enganar pe!o di 5arce do ir#ão e9 +uando e!e entrara# na co#petição de !uta9 Han a <A "a&ia preparado doi gigante para #atar o doi . Por 5i#9 Hri "na decidiu e !i&rar do di 5arce9 air do e conderi<o e en5rentar Han a. Ouando indagada por Hri "na9 e!a pronta#ente !"e deu u# pouco9 e#Fora não pude e arcar co# i o9 e e!e a curou de ua de5or#idade e a tornou Fe!a.at"ura9 Hri "na 5oi ac!a#ado co#o o a!&ador pe!o po&o +ue o receFeu co# 5!ore e co# guir!anda . 4e 5raca a e#9 u# e!e5ante enor#e e ta&a po tado para e #agA!o . Han a o e pera&a . (# dia9 e!e e o ir#ão entrara# na cidade de . Na oca ião9 Hri "na e o ir#ão &irara# a #e a e# todo e e capara#.egurar ua #ão9 e a i# e!e e #u!tip!icou e# #uita 5or#a para +ue cada u#a de!a acredita e dar a #ão ao &erdadeiro Hri "na. Ouando entrou no&a#ente e# . . *on"ecera# u#a garota de5or#ada c"a#ada HuF<a9 +ue carrega&a unguento e per5u#e para o pa!Acio.

## A Com&r''n("o a Mat.102 a.ria Imhot'& ' a Era a( $irFmi '( * -il)am'(h ' Enki u . E te ão Fu cado por e acreditar +ue ten"a# a capacidade de con5erir o poder de perceFer coi a inace í&ei J con ci3ncia co#u# e cotidiana. RVoc3 rouFou #eu reino di e Han a9 R#ate-#e *o# a recu a de Hri "na. *o#o &ere#o no *apítu!o 269 o #açLnico co#e#orara# o 5i# pr1>i#o da Ha!i Xuga erigindo #onu#ento gigante co no centro de cada grande cidade do #undo ocidenta!. E>a#inare#o a &ida e a 'poca do 78ci5er encarnado no capítu!o eguinte. En+uanto Hri "na #orria9 outro grande per onage# c"ega&a J idade adu!ta9 u# portador da !u: +ue encarnou9 a i# co#o .102 a. 4e o iniciado de ociedade ecreta entra&a# e# e tado a!ucinat1rio e# +ue e co#unica&a# co# ere de encarnado 9 &ia# o .. ociedade e>i te "A grupo e# +ue ão praticada t'cnica ecreta para entrar e# e tado a!ternati&o de con ci3ncia. AGra"o ' M'l3ui(' '3u' De de +ue . #i! ano depoi /e u *ri to encarnaria.*9 co#eça&a a Ha!i Xuga V a Era da Tre&a . % proF!e#a ' +ue do ponto de &i ta da con ci3ncia cotidiana de "o<e9 criterio a e rea!i ta de u#a 5or#a e# precedente 9 tudo +ue ' &i to no e tado a!ternati&o '9 +ua e por de5inição9 i!u 1rio. Han a ordenou +ue eu o!dado o prende e# e o a#arra e# a u# cedro. Na tradiçSe ocidenta! e orienta!9 e ta grande #udança c1 #ica co#eçou e# . E!e 5oi #artiri:ado pe!o ar+ueiro de Han a.. (#a yuga ' u#a di&i ão de u# grande ano9 e u# cic!o prece iona! co#p!eto contin"a oito yuga . Na e curidão +ue e 5or#a&a9 urgiu u#a !u:.na praça principa!9 co# eu '+uito.* e ter#inou e# 1D99. #aioria da pe oa pa a por e ta con truçSe con"ecida e# aFer +ue ão 5ar1i para a "i t1ria e a 5i!o o5ia propo ta ne te !i&ro. . *o# a #orte de Hri "na no ano .

na ci&i!i:ação u#'ria do#inada pe!o "er1i touro 2i!ga#e "9 no Egito do cu!to ao touro de % íri e na *reta da corrida de touro . .*.*. Ne# o grande iniciado con egue# &3-!o de 5or#a +ue e apro>i#e da co#p!eta c!are:a. No terceiro #i!3nio a.i t'rio !e&ara# a "u#anidade a a!gu#a proe:a inigua!A&ei de engen"aria9 do te#p!o de )aa!FecI9 no 7íFano9 +ue inc!ui e# ua con trução u# F!oco de granito enta!"ado pe ando cerca de #i! tone!ada e +ue ne# o guinda te #ai podero o do #undo con egue erguer9 J 2rande PirE#ide de 2i:' e outra pirE#ide #eno con"ecida da *"ina.9 o po&o da *"ina &i&ia u#a e>i t3ncia triFa! e nL#ade9 e9 de acordo co# Rudo!5 4teiner9 5oi e# u# de eu aca#pa#ento +ue na ceu u# indi&íduo e>traordinArio. E!e ' en&o!to e# #i t'rio. . . Cou&e u# e&ento o#Frio #a i#portante na *"ina. E a grande 5açan"a da engen"aria ou a grande de coFerta cientí5ica T Ne te capítu!o9 eguire#o o de en&o!&i#ento de u#a era e# +ue a grande iniciati&a da e co!a de .5ina!9 grande parte da arte9 at' a grande arte9 po ui u# e!e#ento de 5anta ia. No a #enta!idade #oderna pre5ere &er re u!tado #ai concreto . era de ta ci&i!i:açSe ' a Era de Touro9 +ue e inicia no princípio do terceiro #i!3nio a. No início de ta era9 parecia +ue a pri#eira grande ci&i!i:açSe Frota&a# repentina#ente do nada . 4e# nen"u# Fo# #oti&o +ue a "i t1ria con&enciona! po a deter#inar9 u# grande n8#ero de pe oa co#eça&a a &i&er <unto e# cidade #uito organi:ada 9 co# porte e>traordinArio 9 Fri!"anti #o e co#p!e>idade t'cnica.5uturo e in5!uencia&a# o ru#o da "i t1ria9 então e ta coi a era# apena i o V a!ucinaçSe .i!"are de ano depoi 9 outro uF!i#e er ce!e tia! . .a e e !"e 5o e# #o trado re u!tado concreto T *o#eça#o a &er +ue e te e tado in pirara# parte da arte p!A tica 9 da !iteratura e da #8 ica uperiore 9 #a tudo i o pode er de pre:ado por a!gu'# ocupado e# 5a:er de te e tado apena u#a +ue tão de &ida da i#aginação9 e# nen"u#a i#portEncia para o a pecto prAtico da &ida.

Não "A ta#pouco a noção de u#a orde# da Pro&id3ncia.de ceria J Terra e encarnaria co#o /e u *ri to9 e ne te #o#ento9 então9 78ci5er ta#F'# encarna&a. "i t1ria ecreta propSe +ue a e>i t3ncia de ta 5or#a de aFedoria ten"a ido o re u!tado da encarnação e do #ini t'rio de 78ci5er. E te !i&ro 9 co#pi!ado por &o!ta de .a 78ci5er9 de de o na ci#ento9 5oi criado inteira#ente no con5in de u#a e co!a de . Por e>e#p!o: não "A a uge tão de +ue o Fo# co#porta#ento de&e er reco#pen ado ou o #au co#porta#ento punido9 a não er por iniciati&a "u#ana. 2raça a 78ci5er9 pa ou a er po í&e! pen ar no n8#ero e# nen"u#a . . Por e>e#p!o: tradiciona!#ente9 a iniciação na *aFa!a 1 era per#itida ao +uarenta ano 9 e o candidato J iniciação na e co!a de PitAgora preci a&a# &i&er i o!ado e e# 5a!ar por ano ante +ue ua educação pude e co#eçar. #aior parte da iniciaçSe na di cip!ina e pirituai acontecia entre a in5Encia e a idade adu!ta9 e depoi &in"a# #uito ano de preparação. Tornou.e a pri#eira pe oa capa: de pen ar de 5or#a co#p!eta#ente raciona! oFre a &ida na Terra. .na rea!idade9 no #e #o entido +ue o erudito acad3#ico e FíF!ico u a# +uando 5a!a# da R aFedoria do !i&ro da )íF!iaR. 0 c!aro +ue e tou u ando R aFedoriaR nu# entido e pecí5ico . Vi#o no *apítu!o D +ue %r5eu in&entou o n8#ero . (# círcu!o de #ago traFa!"a&a de #aneira inten i&a e# ua educação9 per#itindo +ue e!e participa e da ceri#Lnia #ai ecreta e #o!dando ua a!#a9 at' +ue ao +uarenta ano e!e a5ina! te&e u#a re&e!ação.00 a. . E ta aFedoria ' inteira#ente prudencia! e prAtica9 acon e!"ando-no no +ue de&e#o 5a:er para a!cançar no o pr1prio Fe#.ucedida9 #a 9 ao contrArio do en ina#ento contido e# outro !i&ro FíF!ico 9 não "A ne!e u#a di#en ão #ora! ou re!igio a.=00 ano ante . na 5or#a +ue agora con"ece#o 9 era# o 5ruto de u#a #aneira de pen ar +ue e de en&o!&eu apro>i#ada#ente 2.i t'rio . .a na 'poca de %r5eu era i#po í&e! pen ar e# n8#ero e# pen ar e# eu igni5icado e pirituai . . aFedoria contida9 por e>e#p!o9 no 7i&ro do Pro&'rFio ou no Ec!e ia te ' u#a co!etEnea de regra para a 5e!icidade e a &ida Fe#. % na ci#ento de 78ci5er 5oi o co#eço da aFedoria.*.

a o +ue torna a 2rande PirE#ide ainda #ai e>traordinAria9 +ua e #iracu!o a9 de acordo co# a "i t1ria ecreta9 ' o 5ato de +ue e!a 5oi a pri#eira con trução egípcia. No 'cu!o YIY9 ar+ue1!ogo +ue e ca&a&a# por Fai>o de te #onu#ento de coFrira# u# dep1 ito de te ouro ecreto 9 e!ado a!i de de a 5undação da pirE#ide9 +ue 5icara# con"ecido co#o Ra coi a i#po í&ei de I#"otepR. Vi:ir do rei egípcio D<o er9 I#"otep era 5a#o o co#o con trutor9 e cu!tor e produtor de &a o de pedra. . .=00 a. . *o# pe coço de gira5a e Farriga9 #e #o "o<e e# dia ' di5íci! entender co#o dei>a&a# oco o cri ta! de roc"a de te &a o . 2rande PirE#ide 5ica a #eia "ora de carro de 4a++ara.conotação i#F1!ica9 a pen ar ne!e apena co#o #edida de +uantidade9 independente de +ua!+uer concepção de +ua!idade.a e ta grande onda de #udança9 e ta 5or#a re&o!ucionAria de pen ar9 tin"a &indo do E>tre#o %riente.*. % e tudio o do 'cu!o YIY 5icara# #ara&i!"ado oFretudo co# o &a o e ugerira# +ue eria i#po í&e! reprodu:i-!o u ando a "aFi!idade #anuai da 'poca. % "i toriadore con&encionai di:e# +ue a con truçSe do egípcio progredira# de de a i#p!e tu#Fa de u# pa&i#ento9 c"a#ada #a taFa 9 . . In+ue tiona&e!#ente a #ai #agní5ica con trução do #undo9 e!a e de taca ne ta encru:i!"ada da "i t1ria9 orientada para o ponto cardeai co# u#a preci ão e>traordinAria. c!'pio9 e+uipara&a.e a I#"otep9 +ue &i&eu por &o!ta de 2. 4aFe#o por P!utarco +ue o 5i!"o de %r5eu9 . pe oa agora era# !i&re para #edir9 ca!cu!ar9 5a:er e con truir.etropo!itan . % #undo não preci a de outra de crição de ua #agni5ic3ncia. .!gu#a de ta Rcoi a R e tão e# e>po ição "o<e no . Z &e:e repre entado co# u# #anto coFerto de e tre!a e oca iona!#ente egurando ta#F'# u# perga#in"o9 I#"otep 5oi 5a#o o na .u eu# de No&a XorI. Ta#F'# era c"a#ado de *"e5e do %F er&adore 9 +ue e tornaria o títu!o do u#o acerdote de Ce!i1po!i . )a ta di:er +ue9 e#Fora e# princípio e<a po í&e! recon truí-!a "o<e9 i o e tropiaria a econo#ia #ai rica do #undo e ta#F'# !e&aria a engen"aria atua! ao !i#ite de ua capacidade 9 e# particu!ar na e>atidão de ua orientaçSe a tronL#ica .ntigUidade co#o u# grande #e tre con trutor e ar+uiteto da pirE#ide e# degrau de 4a++ara.

pa ando pe!a re!ati&a co#p!e>idade da pirE#ide e# degrau 9 at' c"egar J co#p!e>idade e o5i ticação da 2rande PirE#ide9 e# gera! datada de 2.=00 a.*. Na au 3ncia de re!ato te>tuai da 'poca e co#o e ta con truçSe não cont3# #ateria! orgEnico +ue po a er datado por carFono9 e ta#F'# por+ue at' agora não "ou&e nen"u# #'todo de datação para a pedra cortada9 e ta data parecia er u#a 5or#a en ata de interpretar a e&id3ncia . No início de te !i&ro9 ugeri +ue e ta ' u#a "i t1ria J a&e a e de caFeça para Fai>oW e egundo a doutrina ecreta9 a 2rande PirE#ide 5oi con truída e# ..=00 a.*.9 ante da 5undação da grande ci&i!i:açSe do Egito e da 4u#'ria9 nu#a 'poca e# +ue a 8nica con truçSe era# o círcu!o de pedra e outro #onu#ento Rcic!1pico R. De&e#o i#aginar co# e panto o po&o da Idade da Pedra &e tindo pe!e ani#ai e portando 5erra#enta de pedra pri#iti&a na 2rande PirE#ide. De acordo co# a "i t1ria ecreta9 a pirE#ide e# degrau e a outra pirE#ide #enore não repre enta# u#a a cen ão9 #a u# dec!ínio. *on&enciona!#ente9 a 2rande PirE#ide era &i ta co#o u#a tu#Fa. *o#o u#a &ariação de te te#a9 incitada pe!a "a te e treita +ue aponta# da c"a#ada *E#ara do Rei e da Rain"a para deter#inada e tre!a 9 e!a era &i ta co#o u#a e p'cie de #A+uina au>i!iar na pro<eção do e pírito do 5ara1 #orto de ua tu#Fa para o !ugar de repou o ce!e tia!. 4egundo e ta &i ão9 a 2rande PirE#ide ' u#a e p'cie de gigante ca #A+uina de de encarnação. Do ponto de &i ta da "i t1ria ecreta9 e ta interpretação ' anacrLnica. Era u#a crença uni&er a! ne ta 'poca +ue todo o e pírito "u#ano 9 ap1 a #orte9 &ia<a&a# pe!a e 5era p!anetAria at' a e tre!a . Na &erdade9 co#o &i#o 9 o &i&o tin"a# ta! e>peri3ncia &i&ida do #undo e pirituai na 'poca de #aneira i#i!ar a co#o eria di5íci! para n1 não acreditar na rea!idade do !i&ro ou da #e a J no a 5rente. De&e#o no &o!tar para outra parte e# Fu ca de u#a e>p!icação para a 5unção da 2rande PirE#ide. , e 3ncia da antiga ci&i!i:ação egípcia ' +ue e!a tenta&a co#preender a #at'ria. Nota#o i o e# eu i#pu! o ino&ador para cortar e enta!"ar pedra.

Ta#F'# &e#o a no&a re!ação co# a #at'ria na prAtica da #u#i5icação. Nunca e ta#o #ai pronto para atriFuir crença idiota ao antigo do +ue +uando !iga#o a #u#i5icação egípcia e o e!aForado oF<eto co!ocado no t8#u!o a u#a upo ta crença de +ue o e pírito rea!#ente podia +uerer u ar e te oF<eto ap1 a #orte. % entido de ta prAtica de epu!ta#ento9 de acordo co# o pen a#ento e ot'rico9 era +ue e!a e>ercia# u#a e p'cie de attação #agn'tica oFre o e pírito e# a cen ão e o a<udaria# a a!cançar u#a reencarnação rApida. ,credita&a- e +ue9 e 5o e pre er&ado9 o corpo de cartado continuaria endo u# 5oco para o e pírito +ue o "a&ia dei>ado9 e>ercendo u#a atração +ue o pu>a&a para a Terra no&a#ente. , e>p!icação e ot'rica da 2rande PirE#ide ' e#e!"ante. Vi#o no *apítu!o B +ue o grande deu e 9 ac"ando cada &e: #ai di5íci! encarnar9 retirara#- e para a 7ua9 &i itando a Terra co# u#a a iduidade decre cente. , 2rande PirE#ide ' u#a gigante ca #A+uina de encarnação. , ci&i!i:ação egípcia9 #uito di5erente da orienta!9 +ue en inou +ue a #at'ria ' #aya9 ou i!u ão9 repre entou u# grande i#pu! o na e&o!ução "u#ana. % egípcio dera# início J grande #i ão e piritua! do %cidente9 J &e:e c"a#ada de a!+ui#ia9 #açonaria u5i ou9 e# outra ociedade ecreta 9 de a %Fra. , #i ão era traFa!"ar a #at'ria9 cortA-!a9 cin:e!A-!a9 i#Fuí-!a de intenção at' +ue cada partícu!a de #at'ria do uni&er o 5o e traFa!"ada e e piritua!i:ada. , 2rande PirE#ide 5oi a pri#eira #ani5e tação de te i#pu! o. De di5erente #aneira 9 e ta "i t1ria trata da con ci3ncia. Pri#eiro9 5oi contada e# &Ario grupo +ue ti&era# co#o oF<eti&o atingir e tado a!terado de con ci3ncia. 4egundo9 e ta "i t1ria upSe +ue a con ci3ncia #udou co# o te#po9 e de 5or#a #uito #ai radica! do +ue ad#ite# o "i toriadore con&encionai . Terceiro9 e!a ugere +ue a #i ão de te grupo ' !iderar a e&o!ução da con ci3ncia. Nu# uni&er o +ue na ceu da #ente9 o 5i# e o oF<eti&o da criação ' e#pre a #ente.

Ouero #e concentrar agora no egundo de te ca#in"o e #o trar +ue a!gun acad3#ico e cre&era# recente#ente e# apoio J &i ão e ot'rica de +ue a con ci3ncia co tu#a&a er #uito di5erente do +ue ' "o<e. Na 'poca do urgi#ento da ci&i!i:ação egípcia9 por &o!ta de ..2=0 a.*.9 na ce a ci&i!i:ação u#'ria na terra entre o Tigre e o Eu5rate . Na pri#eira cidade da 4u#'ria9 "a&ia e tAtua e# "o#enage# a ance trai e a deu e #enore no !are da 5a#í!ia . Z &e:e #antin"a- e u# crEnio co#o u#a Rca aR +ue podia er "aFitada por u# e pírito #enor. En+uanto i o9 o e pírito #uito #aior +ue protegia o intere e da cidade &i&ia na Rca a de deu R9 u#a con trução no #eio do co#p!e>o do te#p!o. Z #edida +ue e ta cidade cre cia#9 ta#F'# e de en&o!&ia# a ca a de deu 9 at' +ue e tornara# :igurate 9 grande pirE#ide retangu!are e e# degrau 9 con truída de ti<o!o de argi!a. No #eio de cada :igurate "a&ia u#a grande cE#ara onde re idia a e tAtua do deu 9 re&e tida de <1ia 9 #etai precio o e en&o!&ida e# tecido de !u#Frante . De acordo co# te>to cunei5or#e 9 o deu e u#'rio go ta&a# de co#er9 FeFer9 e ta#F'# de #8 ica e dança. , co#ida era co!ocada e# #e a e o deu 5ica&a o:in"o para de 5rutA-!a. Depoi de u# te#po9 o acerdote entra&a# e co#ia# o +ue re ta&a. % deu e ta#F'# preci a&a# de ca#a para dor#ir e de 5rutar de e>o co# outro deu e . Para tanto9 tin"a# de er Fan"ado 9 &e tido e untado co# per5u#e . , i# co#o acontecia co# o oF<eto tu#u!are do Egito9 o oF<eti&o de ta prAtica era tentar o deu e a "aFitar o p!ano #ateria!9 !e#Frando-!"e do pra:ere en uai +ue era# negado no #undo e pirituai . , aFe!"a ' u# do í#Fo!o #ai i#portante da tradição ecreta. , aFe!"a aFe# con truir ua co!#eia co# u#a e p'cie de g3nio pr'-con ciente. , con trução da co!#'ia incorpora dado e>cepciona!#ente di5ícei e preci o . Por e>e#p!o: toda a co!#'ia incorpora# o Engu!o de rotação da Terra. % e!o ci!índrico do i#p'rio de ta 'poca #o tra# 5igura co# corpo "u#ano e nin"o de aFe!"a na caFeça. I o por+ue ne te período9 con idera&a- e +ue a con ci3ncia de u# indi&íduo era co#po ta por centro de con ci3ncia di5erente 9 co#o de cre&e#o no *apítu!o 2. Tai centro podia# er co#parti!"ado ou

at' tran 5erido de u#a #ente para outra9 co#o u# en>a#e de aFe!"a +ue &ai de u#a co!#'ia para outra.

E# 19B?9 5oi puF!icada u#a Fri!"ante anA!i e de te>to u#'rio e de outro te>to antigo pe!o pro5e or de "i t1ria /u!ian /ayne 9 de Princeton. T"e %rigin o5 *on ciou ne in t"e )reaIdoQn o5t"e )i-*a#era! ;ind a5ir#a&a +ue o "o#e# não tin"a u#a concepção de u#a &ida interior ne e período. Não po uía# &ocaFu!Ario para tanto9 e ua narrati&a #o tra# +ue caracterí tica da &ida #enta!9 co#o a &ontade9 o pen a#ento e o enti#ento9 +ue para n1 de certo #odo ão gerado RdentroR de n1 #e #o 9 para e!e era 5ruto da ati&idade de e pírito ou deu e dentro e e# torno do corpo. E te i#pu! o !"e acontecia# por in<unção de ere de encarnado +ue &i&ia# de 5or#a independente de!e W não urgia# dentro de!e #e #o de acordo co# ua pr1pria &ontade. 0 intere ante +ue a anA!i e de /ayne encontre re onEncia no re!ato e ot'rico de "i t1ria antiga 5eito por Rudo!5 4teiner. Na cido na Ku tria e# 1D?19 4teiner repre enta u#a corrente genuína de pen a#ento ro a-cru: e ' o #e tre e ot'rico do te#po #oderno +ue 5e: o re!ato #ai deta!"ado da e&o!ução da con ci3ncia. ,t' onde ten"o con"eci#ento9 a pe +ui a de /ayne ão independente de ta tradição. Ta!&e: e<a #ai 5Aci! apreciar a anA!i e de /ayne co# re!ação J #ai con"ecida #ito!ogia grega. Na I!íada9 por e>e#p!o9 nunca encontra#o ningu'# entado

pen ando no +ue 5a:er9 co#o "o<e. /ayne #o tra +ue não e>i te intro pecção para a pe oa da I!íada. Ouando ,ga#3#non rouFa a a#ante de ,+ui!e 9 e te não decide e repri#ir. E# &e: di o9 u# deu o aForda9 a!ertando-o para não atacar ,ga#3#non. 4urge outro deu para con o!A-!o e ' u# deu +ue u pira de audade por Ce!ena. % acad3#ico #oderno tende# a interpretar e a pa agen co#o de criçSe Rpo'tica R de e#oçSe ínti#a 9 e# +ue o deu e era# co#o o í#Fo!o +ue pode# er criado por u# poeta #oderno. , !eitura c!ari&idente de /ayne #o tra +ue e ta ' u#a interpretação atua! da con ci3ncia no te>to e crito por pe oa cu<a 5or#a de con ci3ncia era #uito di5erente. E /ayne não ' o 8nico a de5ender e ta opinião. % 5i!1 o5o /o"n Pí do#9 de *a#Fridge9 e cre&eu: R% grego não 5a!a&a# do perigo de repri#ir o in tinto 9 #a pen a&a# e# contrariar Dioní io ou e +uecer Po eidon por ,tena.R

No 8!ti#o capítu!o de ta "i t1ria9 &ere#o +ue a 5or#a antiga de con ci3ncia continuou a pro perar #uito depoi do +ue propSe /ayne . No #o#ento9 por'#9 +uero aFordar u#a di5erença igni5icati&a entre a anA!i e de /ayne e o #odo co#o o pr1prio antigo entendia# a coi a . /ayne de cre&e o deu e +ue

contro!a# o ato do "o#e# co#o Ra!ucinaçSe auditi&a R. Para e!e 9 o rei da 4u#'ria e o "er1i da 2r'cia ão aco#etido por i!u Se . Na &i ão antiga9 ao contrArio9 e!e c!ara#ente não era# #era i!u Se 9 #a ere &i&o e independente . /ayne acredita +ue todo #undo na 'poca de Co#ero9 e ante de!e9 &i&ia nu# #undo de i!u ão9 at' +ue9 egundo ua concepção9 o !ado direito do c'reFro con+ui tou upre#acia oFre o e +uerdo. Na opinião de /ayne 9 cada indi&íduo9 e#Fora acredita e er oF<eto de atenção de u# deu igua!#ente pre ente a todo o outro 9 era na rea!idade pre a de u#a i!u ão particu!ar. % proF!e#a de ta &i ão ' +ue9 a i# co#o a a!ucinaçSe 9 não ' con en ua!9 eria de e e perar +ue e ta pe oa &i&e e# nu# a#Fiente tota!#ente ca1tico e FArFaro9 caracteri:ado pe!a co#p!eta inco#preen ão #8tua. % p i+uiatra c!ínico de "o<e de5ine# u# e +ui:o5r3nico co#o a!gu'# +ue não con egue di tinguir entre i#agen e on gerado interna e e>terna#ente. , !oucura c!ínica pro&oca u#a ang8 tia inten a e incapacitante9 co# a deterioração da &ida do#' tica9 ocia! e ocupaciona!. E# &e: di o9 a pe oa de ta 'poca con truíra# a pri#eira ci&i!i:açSe p1 di!u&iana co# di tinçSe entre orden de acerdote 9 #i!itare 9 agricu!tore 9 co#erciante e #anu5aturadore . , 5orça de traFa!"o organi:ada con truíra# grande edi5ício p8F!ico 9 canai 9 5o o e9 ' c!aro9 te#p!o . E>i tia# econo#ia co#p!e>a e grande e>'rcito di cip!inado . Para +ue a pe oa ten"a# cooperado9 co# certe:a a a!ucinaçSe era# co!eti&a . 4e a &i ão de #undo antiga era u#a i!u ão9 de&e ter ido e# #a a9 u#a i!u ão +ua e in5inita#ente co#p!e>a e o5i ticada. % +ue tentei apre entar at' agora ' a "i t1ria do #undo co#preendida pe!o po&o antigo 9 +ue tin"a# u#a &i ão de #undo de #ente-ante -da-#at'ria9 +uando todo &i&ia# co!eti&a#ente e# interação co# deu e 9 an<o e e pírito . 2raça a Mreud e a /ung9 todo e ta#o 5a#i!iari:ado co# a id'ia de +ue no a #ente cont'# co#p!e>o p ico!1gico independente de no o centro de con ci3ncia9 e portanto de certo #odo pode# er con iderado autLno#o . /ung de cre&eu e e i#portante co#p!e>o p ico!1gico co# ter#o re!ati&o J #aiore deidade p!anetAria 9 Fati:ando-o co# o ete principai ar+u'tipo do incon ciente co!eti&o.

*ontudo9 +uando con"eceu Rudo!5 4teiner9 +ue acredita&a e# e pírito de encarnado 9 inc!u i&e e# deu e p!anetArio 9 /ung o de pre:ou9 con iderandoo e +ui:o5r3nico. Vere#o no *apítu!o 2B +ue no 5ina! de ua &ida9 +ua e ante de #orrer9 /ung 5oi a!'# do !i#ite at' onde &ai o con en o cientí5ico #oderno. E!e conc!uiu +ue e te co#p!e>o p ico!1gico era# autLno#o no entido de +ue era# de todo independente do c'reFro "u#ano. , i#9 /ung 5oi u# pa o a!'# de /ayne . Dei>ando de &er o deu e co#o a!ucinaçSe V indi&iduai ou co!eti&a V9 e i# co#o inte!ig3ncia uperiore 9 e!e adotou a 5i!o o5ia antiga da #ente-ante -da-#at'ria. % !eitor de&e er acon e!"ado a dar o #e #o pa o. E i#portante +ue e te<a e# guarda contra +ua!+uer i#pre ão de +ue ta!&e: V para er <u to V e ta &er ão da "i t1ria e<a de a!gu#a #aneira coerente9 ou +ue pareça &erdade de u#a 5or#a po'tica ine pecí5ica ou9 pior9 de u#a 5or#a e piritua!. E i#portante por+ue Fa ta u# !ap o #o#entEneo de concentração ne te entido e &oc39 e# perceFer de início e co# o coração !e&e e o andar !'pido9 co#eça a de cer a e trada +ue !e&a direto para o #anicL#io. 2i!ga#e "9 o grande "er1i da ci&i!i:ação u#'ria9 5oi rei de (ruI e# apro>i#ada#ente 2.100 a.*. 4ua "i t1ria ' rep!eta de !oucura9 e#oçSe e>tre#a 9 ang8 tia e a!ienação. % grande poeta Rainer ;aria Ri!Ie a c"a#ou de Ro 'pico do pa&or da #orteR. , "i t1ria apre entada a+ui 5oi e# grande parte reco!"ida de taFu!eta de argi!a e ca&ada no 'cu!o YIY9 #a parece +ua e co#p!eta. No início de ua "i t1ria9 o <o&e# rei ' c"a#ado de Rtouro >ucroR. E!e e>p!ode de energia9 aFrindo pa agen na #ontan"a9 ca&ando poço 9 e>p!orando9 indo para a Fata!"a. E!e ' #ai 5orte do +ue +ua!+uer outro "o#e#9 Fonito9 cora<o o9 u# 1ti#o a#ante contra +ue# nen"u#a &irge# e tA egura - #a o!itArio. E!e an eia por u# a#igo9 a!gu'# +ue !"e e<a u# igua!. E então o deu e criara# EnIidu. Era tão 5orte +uanto 2i!ga#e "9 #a era e!&age#9 co# pe!o e#aran"ado por todo o corpo. Vi&ia entre o ani#ai e!&agen 9 co#ia co#o e!e e FeFia no regato . (# dia9 u# caçador 5icou cara a cara co# e ta e tran"a criatura no Fo +ue e contou a 2i!ga#e ".

Ouando ou&iu a "i t1ria do caçador9 2i!ga#e " ouFe +ue e te era o a#igo +ue e!e e pera&a e preparou u# p!ano Fri!"ante. In truiu a #ai Fe!a pro tituta do te#p!o a ir nua ao Fo +ue9 para encontrar o e!&age# e do#e ticA-!o. Ouando e!a 5e: a#or co# e!e9 e!e e e +ueceu9 co#o 2i!ga#e " aFia +ue aconteceria. , partir de então9 +uando o ani#ai e!&agen e depara&a# co# EnIidu9 e!e perceFia# a di5erença e não corria# #ai co# e!e - corria# para !onge de!e. Ouando 2i!ga#e " e EnIidu e con"ecera# no #ercado e# (ruI9 "ou&e u#a !uta de ca#peSe . , popu!ação toda e reuniu e# &o!ta para &er. 2i!ga#e " por 5i# &enceu9 !ançando EnIidu de co ta e# tirar e+uer u# p' no c"ão. , i#9 u#a 5a#o a a#i:ade deu início a u#a 'rie de a&entura . E!e caçara# pantera e !oca!i:ara# o #on truo o CaQaQa9 +ue guarda&a o ca#in"o da 5!ore ta de cedro . Ouando #ai tarde aFatera# o touro do c'u9 2i!ga#e " co!ocou o c"i5re na parede de eu +uarto. ;a então EnIidu 5icou #uito doente. 2i!ga#e " 5icou entado <unto ao !eito de!e por ei dia e ete noite . Por 5i#9 caiu u# &er#e do nari: de EnIidu. 2i!ga#e " coFriu o ro to do &e!"o a#igo co# u# &'u e rugiu co#o u# !eão +ue perdeu o 5i!"ote . ;ai tarde9 e!e pera#Fu!ou pe!a e tepe9 c"orando9 co# #edo de +ue a #orte e ti&e e co#eçando a roer ua entran"a . 2i!ga#e " ter#inou na ta&erna do 5i# do #undo. Oueria perder a caFeça. Perguntou J Fe!a garçonete co#o c"egar a Giu udra +ue9 co#o &i#o 9 ' outro

no#e para No' ou Dioní io. Giu udra era u# e#ideu +ue nunca #orreu de 5ato. 2i!ga#e " 5e: u# Farco co# &ara coFerta de Fetu#e9 do #odo co#o ainda "o<e ' u ado pe!o AraFe 9 e partiu para encontrar o pro5eta. Giu udra di e: RRe&e!arei a ti u# egredo9 u# egredo do deu e . CA no 5undo do #ar u#a p!anta +ue per5ura co#o a ro a. 4e con eguire tra:3-!a J uper5ície9 erA <o&e# no&a#ente. 0 a p!anta da eterna <u&entude.R Giu udra e ta&a en inando-o a #ergu!"ar no #are +ue coFria# a ,t!Entida9 a co#o encontrar o aFer e ot'rico perdido na 'poca do di!8&io. 2i!ga#e " a#arrou pedra no p' 9 da #e #a #aneira +ue o pe cadore de p'ro!a !ocai 9 de ceu9 pegou a p!anta9 !iFertou- e da pedra e uFiu J uper5ície e# triun5o. ;a 9 en+uanto e ta&a de can ando na praia9 u#a coFra entiu o c"eiro da p!anta e a rouFou. 2i!ga#e " e ta&a inteira#ente #orto. Ouando !e#o e ta "i t1ria de 2i!ga#e "9 pode#o 5icar intrigado ao &er +ue e!e 5raca a no te te ap!icado pe!o grande !íder da "u#anidade. CA u# to+ue de ang8 tia cu<a di e#inação ainda #aior pode er ou&ida na ci&i!i:açSe FaFi!Lnica e #e opotE#ica +ue e de en&o!&era# e do#inara# e a região. Na #orte de 2i!ga#e "9 e ta#o na 'poca do #aiore :igurate . , "i t1ria da Torre de )aFe!9 a tentati&a de con truir u#a torre +ue e e!e&a e ao c'u e a con e+Uente perda de u#a 8nica !inguage# +ue uni5ica e toda a "u#anidade repre enta# o 5ato de +ue9 J #edida +ue co#eçara# a e &incu!ar a eu pr1prio e pírito tute!are e an<o +ue o guia&a#9 a naçSe e triFo perdera# de &i ta o deu e uperiore e a grande #ente c1 #ica +ue con5ere u# 1 de tino a toda a di5erente parte do uni&er o. % :igurate repre enta# u#a tentati&a #a!5adada de uFir ao c'u por #eio #ateriai . , Torre de )aFe! 5oi con truída por Ne#rod o *açador. % 23ne i c"a#a Ne#rod de Ro pri#eiro potentado da TerraR. % ar+ue1!ogo Da&id Ro"! identi5icou de 5or#a con&incente Ne#rod co# o "i t1rico En#er-Iar ]REn#er o *açadorR^9 o pri#eiro rei de (ruI +ue e cre&eu ao rei &i:in"o de ,ratta e>igindo

o paga#ento de triFuto no +ue e acredita +ue ten"a ido a pri#eira carta +ue oFre&i&eu no #undo.

Ne#rod 5oi o pri#eiro "o#e# a procurar o poder para Fene5ício pr1prio. De ta &ontade de poder &iera# a crue!dade e a decad3ncia. Na tradição "eFraica9 u#a pro5eciado na ci#ento i#inente de ,Fraão incitou Ne#rod a dar início a u# in5anticídio e# #a a. De&e#o entender por i to +ue e!e praticou o acri5ício de FeF3 9 enterrando o corpo na 5undaçSe de ua grande con truçSe . Va#o agora aco#pan"ar a "i t1ria ecreta de ,Fraão por &o!ta de 2.000 a.*.9 &agando entre o arran"a-c'u de ua (r nati&a ](ruI^. E!e decidiu partir nu#a Fu ca9 tornar- e u# nL#ade do de erto para rede coFrir o en o do +ue ' di&ino9 +ue e ta&a pre te a e perder. Ouando &i itou o Egito9 o 5ara1 !"e deu u#a de ua 5i!"a 9 Cagar9 co#o er&a para 4ara9 e po a de ,Fraão. Cagar deu a ,Fraão eu pri#eiro 5i!"o "o#e#9 I #ae!9 +ue &eio a e tornar o pai da naçSe AraFe . Pode- e in5erir a partir di o +ue ,Fraão aprendeu o grande con"eci#ento iniciAtico co# acerdote egípcio . % ca a#ento ne ta 'poca e# gera! acontecia# dentro de u#a triFo ou na 5a#í!ia a#p!iada. Podere oFrenaturai era# re!acionado ao angue9 e o ca a#ento entre pe oa de #e #o angue 5orta!ecia o podere 9 a!go +ue co tu#a&a 5a:er parte da tradição de cigano 9 por e>e#p!o. % ca a#ento de indi&íduo de di5erente triFo podia en&o!&er troca de podere e con"eci#ento. Oue 5or#a de iniciação ,Fraão pode ter receFido no EgitoT

+ue ainda eria praticado por iniciado da e co!a de . (#a te te#un"a de u#a ceri#Lnia de iniciação praticada no poeta ir!and3 P. No 5ina! de tr3 dia 9 o candidato Rrena ceR9 torna. % iniciado +ue rea!i:a&a# e te tipo de ceri#Lnia aFia# co#o #o!dar o corpo &egeta! do candidato para +ue 5o e capa: de u ar con ciente#ente eu 1rgão da percepção +uando retorna e ao corpo #ateria!. Xeat de cre&eu +ue u#a 'rie de ino 5ora# tocado durante a ceri#Lnia para #arcar o e tAgio . ). No ono do te#p!o . . E!e &eria a i #e #o &o!tando a i9 ap1 ter ido !e&ado por u# er de caFeça de ani#a! nu#a &iage# por !onga pa agen e atra&' de u#a 'rie de cE#ara . .!'# de contro!ar a 5unçSe corporai &itai 9 co#o o c"aIra 9 ão o 1rgão do corpo &egeta!. Na 5i!o o5ia e ot'rica9 o corpo &egeta! ' de e>tre#a i#portEncia.=00 ano depoi e ainda ' praticado e# a!gu#a ociedade ecreta de "o<e V9 +ue# e ti&e e doente poderia dor#ir no te#p!o. % e pírito de Xeat podia er &i to Fri!"ando co# di5erente grau de inten idade no di5erente e tAgio 9 cada u# de!e ta#F'# #arcado por di5erente padrSe de cor. E tA cercado de iniciado +ue o co!ocara# nu# tran e e#e!"ante ao ono pro5undo. E te ono duraria tr3 dia 9 te#po e# +ue o iniciado traFa!"aria e# eu corpo &egetati&o de u#a 5or#a +ue não di5ere do proce o de iniciação. Ne te tran e9 e!e pode# retirar eu corpo &egeta! V e co# e!e eu corpo e piritua! ou ani#a! V do corpo 5í ico9 de #odo +ue e!e paira co#o u# 5anta #a oFre a entrada da tu#Fa. Oue# pa a e por e te proce o poderia ter &i Se #uito rea!i ta 9 orientada pe!o iniciado . E# di5erente etapa 9 . i#9 e te corpo 5or#a o porta! entre o #undo 5í ico e o e piritua!9 e9 +uando e ti#u!ado 9 o c"aIra pode# con5erir podere de percepção e in5!u3ncia oFrenaturai 9 a i# co#o a capacidade de e co#unicar co# e pírito de encarnado e podere curati&o .e u# iniciado9 o +ue ' #arcado pe!o "iero5ante pegando-o pe!a #ão direita e pu>ando-o do cai>ão. Pri#eiro9 eria i#er o na co#p!eta e curidão.De&e#o i#aginar o candidato J iniciação deitado nu#a tu#Fa de granito. Pareceria +ue e!e e ta&a perdendo toda a con ci3ncia9 +ue e ta&a #orrendo.i t'rio 2.

Depoi de ua e tada no Egito9 . V3 u#a !u: e>traordinAria e inten a Fri!"ando por entre a 5enda e# torno da Feira do porta!. i# co#o no ca o de Eno+ue9 "A apena u#a curta #enção a .!tí i#o9 #andou tra:er pão e &in"o9 e aFençoou .e!+ui ede+ue9 rei de 4a!e# e acerdote do Deu .eria de a5iado e a#eaçado por outro deu e e de#Lnio co# caFeça de ani#a!9 inc!u i&e crocodi!o #on truo o +ue o di!aceraria#.Fraão pe!o Deu a!tí i#o +ue criou o c'u e a terrah )endito e<a o Deu .ãe e eu 5i!"o e# #ente produ: #i!agre de cura. E# toda a era e e# todo o !ugare e>i tira# pe oa +ue acredita&a# +ue #editar co# e ta i#age# da Deu a . E# eguida a u#a !uta 5ero: e angrenta9 e!e e ta&a andando por u# &a!e ]+ue o e tudio o da )íF!ia "o<e identi5ica# co# o &a!e do Hidron^9 +uando encontrou u# e tran"o c"a#ado .Fraão 5oi para o oe te9 para a região +ue con"ece#o "o<e co#o Pa!e tina. E!e então grita: RDei>e#-#e entrarh Dei>e#-#e +ue #e e piritua!i:e9 dei>e# eu #e tornar puro e píritoh Preparei-#e pe!o e crito de TothR Por 5i#9 da onda de !u: urge u#a &i ão da Deu a .e!+ui ede+ue na )íF!ia9 #a dei>a a en ação de a!go nu#ino o e i#portante +ue 5ica e# er dito. Preci ou ar#ar e treinar eu er&o para re gatar o ir#ão +ue 5ora capturado por Fandido !ocai .Fraão9 di:endo9 N)endito e<a .e!+ui ede+ue. No 7i&ro do #orto do Egito9 o candidato pa a por e te guardiSe do portai proc!a#ando: REu ou o gn1 tico9 ou a+ue!e +ue aFehR E ta ' u#a 51r#u!a #Agica +ue e!e u a no proce o de iniciação e poderA u ar no&a#ente depoi da #orte.e ta#F'# outra 'poca9 e# +ue a Terra e o 4o! erão reunido 9 +uando a Terra erA de no&o tran 5igurada pe!o 4o!.ãe a#a#entando eu 5i!"o. 23ne i 16:1D-20: R.9 ante +ue a Terra e o 4o! e epara e#9 +uando a Terra era i!u#inada de dentro pe!o deu 4o!9 u#a 'poca ante de +ua!+uer in ati 5ação9 doença ou #orte. E!e e apro>i#a do antuArio interno.!tí i#o +ue entregou o teu ini#igo e# tua #ão hR E te en o de a!go nu#ino o ' re5orçado por u#a #i terio a pa age# do No&o Te ta#ento9 . E ta ' u#a &i ão curati&a por+ue no !e&a de &o!ta J 'poca paradi íaca +ue &i#o no *apítu!o . E no 5uturo &3. .

e!+ui ede+ue9 rei de 4a!e#9 acerdote do Deu . E te .!tí i#o9 +ue aiu ao encontro de .e!+ui ede+ue.Fraão +uando e te regre a&a da derrota do rei e o aFençoouW ao +ua! .Fraão o5ereceu o dí:i#o de todo o eu de po<o 9 '9 con5or#e eu no#e indica9 Rei de /u tiça e depoi 9 rei de 4a!e#9 i to '9 Nrei de pa:NW e# pai9 e# #ãe9 e# genea!ogia9 a ua &ida não te# co#eço ne# 5i#W co#parA&e! oF todo o ponto ao 5i!"o de Deu 9 per#anece acerdote para e#pre9 ]..R .CeFreu 9 ?:20-B:1B: R/e u entrou por n1 co#o precur or9 Pontí5ice eterno9 egundo orde# de .e!+ui ede+ue.. Poi e tA e crito: Tu ' acerdote eterna#ente9 egundo a orde# de .^ 5oi con tituído não por pre crição de u#a !ei "u#ana9 #a por ua i#orta!idade.

I ac tin"a &inte e doi ano +uando eu pai o !e&ou ao a!to de u#a #ontan"a para acri5icA-!o no a!tar de .e notar co# c!are:a +ue a!go e tran"o e tA acontecendo.Pode.e!+ui ede+ue.gora9 co# a !E#ina e# ua pe!e9 e!e e pergunta e o iniciado +ue o t3# e# eu poder aFe# +ue e!e #entiu para e!e .e!+ui ede+ue ' No'9 o grande !íder at!ante +ue en inou a agricu!tura9 o cu!ti&o do #i!"o e do &in"o J "u#anidade9 +ue nunca #orreu de 5ato e #udou. . E!e aFe9 e agora co#eça a pen ar ni o9 +ue 5e: coi a +ue não de&eria ter 5eito9 +ue não 5e: coi a +ue de&eria ter 5eito9 +ue não "A cura para e!e. E!e ta!&e: ten"a entendido +ue irA uportar u#a #orte i#F1!ica9 #a de repente !"e ocorre +ue pode "a&er u#a #udança de p!ano . E!e acaFa de e condenar J #orte por ua pr1pria Foca e ' co#p!eta#ente incapa: de e ocorrer. E# certa 5or#a de iniciação9 ' #uito i#portante +ue9 e# deter#inado ponto da ceri#Lnia e ta!&e: Fre&e#ente9 #a co# tota! con&icção9 o candidato acredite +ue &ai #orrer. Na tradição caFa!í tica9 a identidade ecreta de .e!+ui ede+ue9 de&e#o e>a#inar u# epi 1dio po terior e# +ue e!e9 de acordo co# a tradição antiga9 e ta&a pre ente9 e#Fora i to não e re&e!e na &er ão FíF!ica. E!e agora reaparecia a 5i# de er o #e tre e piritua! de . 0 e&idente +ue e te indi&íduo #i terio o9 +ue te# a capacidade de &i&er para e#pre9 não ' u# er "u#ano co#u#. No 5undo e!e aFe +ue não te&e 5orça de &ontade u5iciente para cu#prir o <ura#ento +ue 5e:. Pode#o ter u# eco d'Fi! de ta e#oçSe de #edo e piedade e !er#o u#a grande trag'dia co#o 0dipo rei ou Rei 7ear.e para outra di#en ão. e ta a!tura9 e!e perceFe +ue preci a de a<uda oFrenatura!. Na iniciação9 o candidato ' oFrigado a entir a trag'dia de ua pr1pria &ida9 u#a tre#enda nece idade por . .Fraão9 para iniciA-!o e# u# ní&e! #ai e!e&ado. Para entender o en ina#ento iniciAtico de . Ta!&e: e!e ten"a 5eito o <ura#ento #ai o!ene 9 na dor da #orte9 de +ue e!e e e#endarA e &i&erA egundo ideai e!e&ado .

I o igni5ica +ue I ac 5oi iniciado e# u# ní&e! +ue entende a nece idade de ta 5a e !unar eguinte de de en&o!&i#ento "u#ano. .e da &ida da a!#a triFa! ou co!eti&a para de en&o!&er o !i&rearFítrio indi&idua! e o !i&re pen ar.9 o "i toriador Diodoro da 4icí!ia de cre&eu u# te#p!o e 5'rico do 4o! no norte9 dedicado a .*. No 'cu!o IV a. En+uanto a 5aca de . *"ega#o J grande era de te te#p!o do 4o!9 cu<o e>e#p!o ainda oFre&i&e# e# 7uneFerg9 na .i t'rio de . % c"i5re no arFu to repre enta# o c"aIra 5ronta! de dua p'ta!a . . e&o!ução do !i&re-arFítrio e do !i&re pen ar por 5i# per#itirA +ue o "o#e# ten"a u# pape! con ciente na tran 5or#ação do #undo.e!+ui ede+ue por tr3 ano e #eio. Co<e o e tudio o acredita# +ue e!e de cre&ia 4tone"enge ou9 #ai pro&a&e!#ente9 *a!!ani "9 no e>tre#o norte da E c1cia. *o#o .!e#an"a9 *arnac9 na Mrança9 e 4tone"enge9 na Ing!aterra.e!+ui ede+ue ' u# acerdote do .a 9 de +ua!+uer 5or#a9 de&e#o entender a a ociação co# .i t'rio do 4o!. . % <udeu erão guiado por /eo&A9 o grande e pírito da 7ua9 o grande deu do Rnão-5arA R +ue a<uda a "u#anidade a e&o!uir a partir da e>peri3ncia ani#a! e e>tAtica9 a5a tando. I ac per#anece na e co!a de .ãe.Fraão co#eça&a a cortar a garganta de I ac9 u# an<o o uF tituía por u# Fode cu<o c"i5re tin"a# 5icado pre o e# u# arFu to.Fraão9 para de en&o!&er o c'reFro co#o u# 1rgão do pen a#ento.po!o.e!+ui ede+ue9 o grande u#o acerdote do .Fraão age de ta 5or#a por+ue e te #odo de &i ão teria +ue er acri5icado. Por ora9 a percepção do #undo e pirituai de&e dor#ir pe!o Fe# da #i ão do ance trai de .ou doi c"i5re <A e#aran"ado na #at'ria. . Na "i t1ria ecreta9 e te acri5ício do c"aIra 5ronta! acontece no a!tar de .catar e.po!o co#o u# an eio pe!o rena ci#ento do deu 4o! a partir do 8tero da Deu a .i t'rio do 4o!9 de&e#o i#aginar +ue e ta e co!a cont'# u# círcu!o de pedra e# eu recinto . E!e co#eça a <u!gar ua pr1pria &ida co#o o de#Lnio e an<o a <u!garão depoi da #orte.

E# gera!9 e!e não dei>ara# &e tígio 5í ico 9 &i&endo apena na i#aginação co!eti&a9 pre er&ada apena no 5iapo re#ane cente de "i t1ria e na i#agen e pa!"ada pe!o #undo.. E ti&e#o aco#pan"ando u#a "i t1ria do #undo e# +ue9 pe!a pri#eira &e:9 a &ida de grande "er1i cu!turai de todo o #undo .dão9 /8piter9 C'rcu!e 9 % íri 9 No'9 Goroa tro9 Hri "na e 2i!ga#e " ..5ora# entre!açada e# u#a narrati&a crono!1gica. % cerco de Tr1ia #arca o início da a cen ão da grande:a da ci&i!i:ação grega9 +uando o grego apro&eitara# a iniciati&a da ci&i!i:ação ca!daica-egípcia e 5or<ara# eu pr1prio ideai . . outra grande contriFuição para o de en&o!&i#ento do pen a#ento &eio9 ' e&idente9 do grego .

Ve#o a #udança de con ci3ncia de +ue trata a "i t1ria do cerco de Tr1ia na 5a#o a pa!a&ra de . de coFerta da ruína de Tr1ia pe!o ar+ue1!ogo a!e#ão Ceinric" 4c"!ie#ann na d'cada de 1DB0 e#pre 5oi contro&er a. pre ença da Fe!e:a e>cepciona! pode indu:ir a u# e tado a!terado de con ci3ncia9 e a iniciati&a #a cu!ina e# gera! 5ora# a ociada a #u!"ere #uito Fonita 9 ta!&e: e# parte por+ue a participação de!a inten i5ica a t'cnica e>uai ecreta da e co!a . .a a partir de agora &ere#o +ue #uita 5igura !endAria 9 +ue a #aioria da pe oa pre upSe +ue e<a# inteira#ente a-"i t1rica 9 na &erdade dei>ara# &e tígio 5í ico 9 egundo a ar+ueo!ogia recente. 4e eu pude e e tar co# e a pe oa Fe!a9 pen a#o 9 #in"a &ida eria ati 5at1ria.. ca#ada ar+ueo!1gica +ue e!e e ca&ou pro&a&e!#ente data de . . . po e de Ce!ena per#itiria +ue o grego a&ança e# para a 5a e eguinte da ci&i!i:ação. 4i#9 pode#o nutrir e ta pro#e a nu# entido cru ou Fana!9 #a ta#F'# pode#o 5a:er o #e #o nu# entido #ai pro5undo. grande Fe!e:a pode no parecer #í tica9 co#o e guarda e o aro#a da &ida.9 no 5ina! da Era do )ron:e9 ' coerente co# a narrati&a de Co#ero.R % "er1i da 2r'cia e de Tr1ia a#a&a# &i&er ao 4o! e 5oi terrí&e! +uando e!e de repente e apagou e eu e pírito 5ora# #andado para a terra da o#Fra 9 a e curidão do %cidente. % grego !utara# por+ue +ueria# !e&ar a e tAtua9 c"a#ada de Pa!Adio9 5eita pe!a #ão de . No #undo antigo9 era# tra&ada guerra pe!a po e de con"eci#ento agrado e iniciAtico9 e# parte de&ido ao podere oFrenaturai +ue con5eria#.200 a.tena.. .+ui!e : R. .nte er e cra&o na terra do &i&o do +ue rei da o#Fra . E te 5oi o Rpa&or da #orteR de 2i!ga#e " inten i5icado a u# ní&e! +ue parece +ua e atua!. e ' antiga de#ai para er a de Co#ero9 #a "o<e grande parte do e tudio o concorda +ue a ca#ada re!acionada a 1.*. De&e#o con iderar a !uta pe!a po e de Ce!ena da #e #a #aneira. .000 a. Co<e pode#o &er Ra pro#e a de 5e!icidadeR na 5ace de a!gu'# Fe!o9 para u ar u#a e>pre ão de 4tend"a!.*.

Moi (!i e 9 Rde rApida agacidadeR9 +ue derrotou o troiano 9 con&encendo-o a aceitar de pre ente u# ca&a!o de #adeira +ue contin"a o!dado e condido e# eu interior. Não 5oi o cora<o o e 5orte "er1i .%F er&e +ue . Nen"u#a .nte da 2uerra de Tr1ia9 todo di&idia# o #e #o #undo de pen a#ento .a na 'poca da 2uerra de Tr1ia a pe oa 1 e ta&a# co#eçando a air da #ente co!eti&a +ue egui#o anterior#ente9 andando pe!o Fo +ue antigo +ue &i#o /ayne de5inir.+ui!e 9 o 8!ti#o do e#i-deu e 9 +ua e in&encí&e!. .+ui!e não e tA du&idando da rea!idade da &ida ap1 a #orte9 #a ua concepção de ta e&idente#ente não &ai a!'# da e#i&ida pa&oro a da e 5era uF!unar. %utro podia# &er o +ue &oc3 e ta&a pen ando. Do ponto de &i ta da p ico!ogia #oderna9 ' i#p!e #ente irrea! upor +ue a!gu'# poderia er tão cr'du!o. E!e perdeu u#a &i ão da e 5era ce!e tiai uperiore . . Pode#o &er de outro Engu!o e te #o#ento deci i&o para a con ci3ncia e no perguntar#o +ua! do "er1i de 5ato &enceu a 2uerra de Tr1ia para o grego . Co<e e# dia9 a "i t1ria do *a&a!o de Tr1ia parece +ua e co#p!eta#ente i#p!au í&e!.

#entira teria ido po í&e!. . E# %:y#andia 9 do poeta ro#Entico Percy )y "e 4"e!!ey9 e!e e tornou o ar+u'tipo do go&ernante terreno +ue pa a a acreditar +ue ua rea!i:açSe durarão para e#pre .a urgiu u# proF!e#a. *eci! ). %utro a pecto notA&e! ão o regi tro "i t1rico egípcio e>traordinaria#ente Fe# pre er&ado +ue oFre&i&era# na parede do te#p!o 9 e# taFuieta e papiro 9 endo e enciai para co!ocar nu# conte>to crono!1gico a ci&i!i:açSe &i:in"a +ue dei>ara# regi tro e re to #eno co#p!eto ..000 ano .000 ano . 2rande con trutor e# 7u>or e . pe oa interagia# co# u#a inceridade terrí&e!. a data do cerco de Tr1ia ta#F'# ' a data do pri#eiro ardi! da "i t1ria. Tradiciona!#ente9 o 3>odo do "eFreu do Egito te# ido ituado no reino do 5ara1 Ra# ' II u# do #aiore go&ernante do Egito e u# do #ai e>pan ioni ta . *o#pare-a co# a ci&i!i:ação cri tã europeua#ericana9 +ue at' agora te# apena cerca de 2. % ar+ue1!ogo de coFrira# +ue e procurar#o por &e tígio do "eFreu no reino de Ra# ' II9 ou e procurar#o 9 por e>e#p!o9 por &e tígio da +ueda de /eric1 ou do Te#p!o de 4a!o#ão na ca#ada ar+ueo!1gica corre pondente 9 não encontrare#o aF o!uta#ente nada.Fu 4i#Fe!9 eu #onu#ento ta#F'# inc!ue# o i#en o oFe!i co +ue "o<e e tA na P!ace de !a *oncorde9 e# Pari . .i!!e co# certe:a pen a&a a i#. ci&i!i:ação egípcia ta!&e: e<a a #ai Fe#.( ' a CaGala * Ak'naton ' Sat" * Salom"o< SaGá ' Hiram * O r'i Artur ' o chakra a coroa .oi ' . . Tin"a# u# entido +ue perde#o 9 de +ue e# tudo o +ue 5a:ia# participa&a# de e&ento c1 #ico .. de .ucedida na "i t1ria regi trada9 tendo durado #ai de .R*on iderai #in"a pa!a&ra 9 1 Podero o9 e de e peraihR Pode#o pen ar +ue ' u# oponente digno de . . #2 A D'(ci a K( Tr'+a( Moi(.

66B a.*. Ro"! encontrou pro&a co#p!e#entare e# u# re!ato de .*. . (# e5eito co!atera! incidenta! da no&a egipto!ogia .*.e digo Rincidenta!R por+ue e e erudito não t3# intere e re!igio o pe oa! . .rtapano9 "i toriador <udeu do 'cu!o III a.5oi +ue9 +uando co#eçara# a procurar por &e tígio da "i t1ria FíF!ica de 600 ano ante 9 o ar+ue1!ogo de ca#po 5i:era# de coFerta en acionai .oi ' 5oi criado co#o príncipe egípcio no reino de Ne5er"otep I9 e# #eado do 'cu!o YVI a.I o !e&ou a u# con en o entre o acad3#ico de +ue o #ito 'pico da origen do <udeu era# Rapena #ito R9 no entido de +ue não tin"a# 5unda#ento na rea!idade "i t1rica. condição "u#ana no dA u#a capacidade e>traordinAria para acreditar no +ue +uere#o W #a 9 para +ue# não te# u# 5orte #oti&o para acreditar +ue a "i t1ria FíF!ica não pa a# de Rconto de 5ada R9 e a no&a e&id3ncia ' #uito con&incente. ( ando retro-cA!cu!o a tronL#ico 9 a oF er&açSe de V3nu regi trada no te>to #e opotE#ico +ue e coaduna# co# a )íF!ia e co# regi tro egípcio re#ane cente 9 Da&id Ro"! apre entou 5orte e&id3ncia de +ue . E!e na ceu por &o!ta de 1.*.2=0 a. PerceFera# +ue9 no período da Terceira Dina tia Inter#ediAria9 doi rei +ue o e tudio o acredita&a# ter e ucedido no trono "a&ia# na &erdade go&ernado na #e #a 'poca.rtapano . E!a re&e!a +ue .=60 a.*. e o _>odo aconteceu e# apro>i#ada#ente 1. I o RencurtouR a crono!ogia do antigo Egito e# cerca de 600 ano . *on"ecida co#o Rno&a crono!ogiaR9 e!a ao pouco con+ui ta terreno9 #e #o e# #eio J geração #ai antiga de egipt1!ogo . +ue pode ter tido ace o a regi tro agora perdido de te#p!o egípcio .oi ' não &i&eu por &o!ta de 1. Va!e a pena parar por u# #o#ento e perguntar o +uanto e a pe oa +ueria# +ue a "i t1ria 5o e# in&erídica e o +uanto ua con&icçSe era# 5unda#entada nu#a e p'cie de pra:er ado!e cente pe!a uF&er ão da con&icçSe tradicionai T Na d'cada de 19909 u# grupo de <o&en ar+ue1!ogo 9 da Ku tria e de 7ondre 9 c"e5iado por Da&id Ro"!9 co#eçou a +ue tionar a crono!ogia con&enciona! do Egito.9 não endo portanto conte#porEneo de Ra# ' II.

E ca&açSe no ní&e! corre pondente J 'poca de Dudi#o e re&e!ara# o re to de u#a co!Lnia e trangeira de e cra&o ou traFa!"adore . De enterrar pedra e cerE#ica pode no 5unda#entar na rea!idade "i t1rica9 #a para entender o +ue de 5ato ' i#portante e# ter#o "u#ano 9 co#o era e tar !ã9 +ue ' a+ui!o +ue a e>peri3ncia "u#ana pode o5erecer de #ai e!e&ado e pro5undo9 de&e#o no &o!tar de no&o para a tradição ecreta. Por 5i#9 Ro"! #o trou +ue o 5ara1 do _>odo 5oi o uce or de H"enep"re 9 Dudi#o e. 0 ine&itA&e! +ue eu en ina#ento ten"a# e originado do a#Fiente "i t1rico.aneto9 +ue identi5icou Ce!i1po!i co#o a e co!a de . /etro era u# u#o acerdote a5ricano V era etíope V9 guardião de u#a FiF!ioteca de . . % e pírito de&e dec!arar a % íri +ue te&e u#a &ida Foa e depoi negar ao 62 <ui:e do #orto ter co#etido u#a !i ta de ato i#orai e pecí5ico : RNão rouFei9 não #atei9 não dei 5a! o te te#un"oR e a i# por diante.anda#ento . Por e>e#p!o: o Encanta#ento 12= no 7i&ro do #orto de cre&e o <u!ga#ento do #orto .R % en ina#ento de . Ci torica#ente igni5icati&o oFre .oi ' 5oi in truído e# toda a ci3ncia do egípcio .oi ' . I o 5oi regi trado pe!o "i toriador egípcio . E a co!Lnia pode ter ido con truída para e pe!o "eFreu .contou +ue o Rpríncipe . .to B:229 +uando o ap1 to!o E te&ão di:: R.oi ' ' o #odo co#o e!e reconte>tua!i:a a aFedoria antiga co# o oF<eti&o de !e&ar a "u#anidade J 5a e eguinte da e&o!ução da con ci3ncia.o re a!tar e te 5ato9 #in"a intenção não ' depreciar .oi ' FeFera# na aFedoria egípcia. 0 c!aro +ue i o ' anterior ao De: .i t'rio de!e.oi ' con"eceu u# #e tre AFio.e u# ad#ini trador popu!ar oF o reinado de H"enep"re 9 uce or de Ne5er"otep I. Ouando 5ugiu para o e>í!io no de erto9 . Ta#F'# "A poço 5undo e e&id3ncia de epu!ta#ento apre ado e e# #a a9 +ue pode# er &e tígio da praga FíF!ica . *o#o príncipe egípcio9 .i t'rio egípcio .ou o 5oi então e>i!ado +uando 5oi oF<eto da in&e<a do 5ara1. E tA con5ir#ado e# .co#o a +ue ão #encionada no Papiro do )rooI!yn9 u# decreto rea! +ue autori:ou a tran 5er3ncia de grupo e#e!"ante na #e #a 'poca.oi ' 5oi iniciado no .ou o R tornou.

o &er a arça ardente9 .oi ' e #o trou u# 5eitor rigoro o9 de certa 5or#a #ai rigoro o do +ue o 5ara1 .ou &ara . Ouando .oi ' ca ou. % 5ara1 ordenou +ue o #ago da corte repeti e# a proe:a9 #a 9 ao 5a:ere# i o9 a coFra de . . En+uanto e de enro!a&a a Fata!"a de &ontade entre .oi ' e o ir#ão . E# deter#inado #o#ento9 5ora# ca tigado por u#a praga de erpente 5ero:e e .oi ' de ceu da #ontan"a co# a taFu!eta de pedra.oi ' "e ita&a diante da #agnitude da tare5a +ue tin"a pe!a 5rente9 Deu 5orta!eceu ua deter#inação: RTo#a e# tua #ão e ta &ara9 co# a +ua! operarA prodígio .a então9 en+uanto . 0 a e ta iniciação +ue a!ude a "i t1ria da arça ardente.oi ' u ou o pr1prio ca<ado .arão engo!iu a+ue!a +ue e!e criara#. .ai tarde9 ap1 de i tir de con&encer o 5ara1 a !iFertar eu po&o9 +uando o !e&ou para o de erto do 4inai9 . % +ue i o igni5icaT De con5io +ue #uito !eitore <A e tão u# pa o adiante9 #a a !enda popu!ar de +ue e te ca<ado 5oi enta!"ado na #adeira +ue pro&in"a da Ar&ore do /ardi# do Eden aponta para u# igni5icado #ai pro5undo. .para orientar o ru#o do aconteci#ento : para tra:er 5ogo e grani:o do c'u9 pro&ocar u#a praga de ga5an"oto 9 di&idir o #ar Ver#e!"o9 Fater nu#a pedra e de!a retirar Agua.oi ' 9 agora u# adepto9 ta#F'# era capa: de do#inar e #anipu!ar o co #o +ue o cerca&a.arão de repente atirou a &ara no c"ão.R Ouando &o!tou ao Egito9 . .oi ' pretendia pedir ao 5ara1 para R!iFertar #eu po&oR.arão entrara# na a!a do trono. Do#inando-o e #anipu!ando-o co#o e e!e tre pa a e o pr1prio corpo9 . . 4eu po&o não con eguia &i&er de acordo co# ua orden . . % ca<ado 5a: parte da di#en ão &egeta! do co #o.taFu!eta de pedra. E!a e tran 5or#ou nu#a coFra.oi ' &iu +ue a arça ardente não era con u#ida pe!o 5ogo9 e ta 5oi u#a &i ão do e!5 +ue não ' de truído pe!o 5ogo purgati&o +ue e pera do outro !ado da epu!tura.oi ' te&e u# enti#ento de +ue tin"a #i ão9 u# i#pu! o para traFa!"ar pe!o Fe# #aior da "u#anidade9 !e&ar todo a u#a terra e# +ue 5!uí e# !eite e #e!.oi ' e o 5ara19 .e co# a 5i!"a de!e9 /etro o iniciou e# u# ní&e! uperior. Ouando .

anda#ento a partir da per pecti&a da doutrina e ot'rica9 &ere#o +ue #ai igni5icati&a ' a 5or#a co#o o doi pri#eiro #anda#ento proiFia# o u o de i#agen na prAtica re!igio a e ape!a&a# ao <udeu para +ue não ido!atra e# outro deu e .oi ' prendeu u#a erpente de Fron:e nu# Fa tão erguido "ori:onta!#ente. % ca<ado +ue . % oF<eti&o da antiga re!igiSe era di#inuir a con ci3ncia.oi ' e co# u# c"a#ado para u#a #udança de enti#ento .R *!ara#ente9 /oão e tA &endo a erpente de Fron:e co#o u# pre Agio da cruci5icação de /e u *ri to.oi ' deu a eu po&o 5oi a cu!pa. 4e o!"ar#o o De: .oi ' !e&antou a erpente do de erto9 a i# de&e er !e&antado o 5i!"o do "o#e#. Depoi de . . R7e&antarR te# o entido de er tran 5or#ado ou tran 5igurado.:16^ co#enta e ta pa age# do . Era i o +ue . #ora!idade urge na "i t1ria co# .Fraão9 .oi ' ta#F'# e ta&a a<udando a criar a condiçSe +ue po iFi!itaria# o pen a#ento aF trato.oi ' u ou para punir o egípcio e di cip!inar eu po&o era u#a i#age# da erpente-78ci5er9 de con ci3ncia ani#a!9 +ue 5oi corrigida e uF<ugada pe!a 5orça de &ontade de u#a di cip!ina #ora! #uito di5íci! de er #antida. erpente de Fron:e 5oi 5undida9 e a i# pre5igura9 co#o ugere /oão9 a tran 5iguração do corpo #ateria! da "u#anidade.ntigo Te ta#ento: R*o#o . . .oi ' tenta&a i#p!antar u# no&o tipo de re!igião +ue e a5a ta e da prAtica da re!igiSe #ai antiga 9 co# ua ceri#Lnia e!aForada e do#inadora 9 o 5ragor do to+ue de cí#Fa!o 9 a nu&en o5u cante de 5u#aça e ído!o 5a!ante .oi ' e ta&a preocupado e# uF tituir por u#a co#un"ão ponderada e #ai con ciente co# o di&ino. /oão ]. *o# e ta proiFição da i#agen 9 . Para a!&A-!o 9 .#ortai ]N8#ero B-19^. % adoradore con eguia# ace o ao #undo e pirituai 9 #a de 5or#a de contro!ada9 na grande &i Se opre i&a e tu#u!tuada +ue o eguidore de % íri tin"a#. i#9 a grande dAdi&a +ue . .

Repito +ue não pretendo depreciar .oi ' ne# a *aFa!a ao oF er& ar +ue e!a urgiu de u#a tradição #ai antiga9 o i te#a de n8#ero #í tico do egípcio . *aFa!a ' tão a#p!a co#o Igre<a +uanto a #aior re!igião do #undo.% De: .g?6. Co<e o cienti ta recon"ece# +ue o *o##a de PitAgora 9 o Pi e a Proporção de %uro9 a i# co#o a e+U3ncia de MiFonacci9 e treita#ente re!acionada9 ão . % cA!cu!o #ate#Atico 5eito no Egito antigo não c"egara# at' n1 9 #a a co#preen ão de!e da #ate#Atica uperior oFre&i&eu na arte egípcia. . Na tradição e ot'rica9 e!e ta#F'# en inou a *aFa!a9 o en ina#ento #í tico e ecreto do <udaí #o9 a etenta ancião . Era# para toda a pe oa . 4e in&erter#o e te n8#ero e di&idir#o ?6 por ?. Por e>e#p!o: o o!"o de C1ru era repre entado co#o o o!"o ud<at9 +ue agora aFe#o er co#po to por &Ario "ier1g!i5o +ue repre enta# 5raçSe +ue o#a# u# rota de ?.oi ' . E>a#inare#o di5erente a pecto de!a. N8#ero #uito co#p!e>o 9 co#o o *o##a de PitAgora 9 Pi e Mi ]J &e:e e te 8!ti#o ' deno#inado a Proporção de %uro^9 ão con"ecido co#o n8#ero irracionai .9 c"egare#o ao +ue era c"a#ado de Ro #aior egredo do egípcio R9 o *o##a de PitAgora .anda#ento e a outra !ei do _>odo e do DeuteronL#io 5or#a# o en ina#ento p8F!ico de . E tão no 5undo na e trutura do uni&er o 5í ico e era# &i to pe!o egípcio co#o o princípio +ue contro!a# a criação9 o princípio pe!o +uai a #at'ria ' precipitada da #ente c1 #ica.

(#a con trução 5eita egundo tai #edida eria idea!. Para o egípcio 9 e te n8#ero ta#F'# era# a "ar#onia ecreta do co #o e e!e o incorporara# co#o rit#o e proporçSe na con trução de pirE#ide e te#p!o . 0 c!aro +ue o grande te#p!o do Egito e tão rep!eto de 5or#a &egetai 9 co#o o pi!are e# 5or#ato de <unco do grande "ipo ti!o de HarnaI. . 0 e>uFerante na nature:a9 na e pirai da ga!A>ia 9 no 5or#ato de a#onita e na organi:ação da 5o!"a de u# cau!e.con tante uni&er ai +ue de cre&e# padrSe co#p!e>o na a trono#ia9 na #8 ica e na 5í ica. e pirai ão 5or#ada de acordo co# e ta e+U3ncia.a 5oi a &ida &egeta! +ue deu proporção ao #e#Fro "u#ano9 a &ida &egeta! +ue tran 5or#ou . . (# corredor9 u#a o!eira de porta9 u#a <ane!a +ue ti&e e a Proporção de %uro eria ine5a&e!#ente agradA&e! ao e pírito "u#ano. Por e>e#p!o: a e+u3ncia de MiFonacci ' u#a 'rie e# +ue cada n8#ero ' a o#a de doi n8#ero precedente .

E>i te# !igaçSe co#p!e>a .oi ' .oi ' . por 1669 c"egare#o #uito perto . (# te#p!o era con truído para er o corpo de u# deu 9 não #eno do +ue i o. pa!a&ra "eFraica para 5i!"o ' 669 a co#Finação de pai e #ãe.. % "eFreu ao contrArio do egípcio 9 não dei>ara# u#a "erança ar+uitetLnica rica.r&ore do *on"eci#ento ' 2. 4e e cre&er#o e te &er ícu!o u# aFai>o do outro9 de #odo +ue a B2 !etra apareça# e# co!una 9 e e e# eguida !er#o u#a co!una de cada &e:9 encontrare#o o B2 no#e ecreto de Deu . *ada !etra "eFraica ' ta#F'# u# n8#ero. % e pírito do deu &i&ia no corpo &egeta! e #ateria! +ue o te#p!o corpori5ica&a9 a i# co#o o e pírito "u#ano re ide e# eu corpo &egeta! e #ateria!.9 e a pa!a&ra para #ãe te# &a!or de 61. E 5ica ainda #ai perturFador. . 4e o #undo ' pen a#ento #ateria!i:ado9 então9 de acordo co# a *aFa!a9 a pa!a&ra e !etra 5ora# o #eio pe!o +uai aconteceu e te proce o. pa!a&ra "eFraica para pai te# u# &a!or nu#'rico de .co te!a e a 5e: cur&a de acordo co# u#a agradA&e! 51r#u!a #ate#Atica cu<a reprodução preocupa&a particu!ar#ente o con trutore de te#p!o . % *apítu!o 16 do _>odo cont'# tr3 &er ícu!o . !etra "eFraica 9 portanto9 t3# propriedade #Agica e o padrSe +ue 5or#a# na e critura de &e!a# ní&ei 9 na &erdade panora#a 9 de igni5icado ocu!to. % #i tici #o de!e co# re!ação ao n8#ero no c"egou codi5icado na !inguage# do !i&ro de .ntigo Te ta#ento9 atriFuído tradiciona!#ente a . . % &a!or nu#'rico da e>pre ão "eFraica para /ardi# do Eden ' 166.. . Deu criou o #undo #anipu!ando e 5a:endo padrSe co# a !etra "eFraica do a!5aFeto. 4e di&idir#o 2. % a!ep"9 o RaR "eFraico9 repre enta o n8#ero 19 Fet" repre enta o 2 e a i# por diante.. % grande !i&ro da *aFa!a ' o Go"ar9 u# a#p!o co#entArio oFre o cinco pri#eiro !i&ro do . % &a!or nu#'rico da .a +uatro ponto deci#ai . +ue tão ' +ue o te#p!o egípcio 5ora# con truído de te #odo por+ue o deu e não con eguia# #ai "aFitar corpo de carne e o o.do &a!or da proporção de ouro 5ih . .199 20 e 21 V e crito 9 cada u#9 co# B2 !etra .

5o e codi5icado no te>to +ue te#o . Pagner re5ere. No&a#ente9 não caFe a #i# re&e!ar e te egredo9 #a u# e tatí tico de *a#Fridge #o trou-#e o re u!tado da ap!icação de u# Rc1digo de a!toR e>tre#a#ente co#p!e>o9 &eri5icado por u# pro5e or de #ate#Atica da (ni&er idade de *a#Fridge. % re u!tado puF!icado inc!ue# a!gun no#e de 5igura p1 -FíF!ica da "i t1ria "eFraicaW contudo9 não encontrara# nen"u#a proporção9 ne# e+U3ncia de 5ra e 9 ta#pouco nada +ue pude e er !ido co#o u#a #en age#. #8 ica de )ac" re&e!a egredo 9 ta#F'# ão #en agen e#e!"ante ao 4a!#o .e a e!a +uando a!ude J tradição de +ue 4ieg5ried aprendeu a !inguage# da a&e FeFendo o angue do dragão. % 5rag#ento +ue e!e #e #o trou era# e#e!"ante ao 4a!#o . (#a 8!ti#a po iFi!idade en+uanto ainda e ta#o ne te te#a: erA +ue todo 5a!a#o a !inguage# &erde o te#po todoT Oue# aFe a 8nica di5erença entre n1 e o grande iniciado co#o 4"aIe peare e<a de +ue e!e o 5a:ia# de #aneira con cienteT . . (#a pe +ui a recente de u# grupo ocu!ti ta #o trou +ue )ac" co#pL a!gu#a da #e!odia #ai Fe!a do #undo V co#o a 5a#o a R*"aconneR dando a cada nota o &a!or de u#a !etra do a!5aFeto. I#agine e u# !i&ro inteiro . % traFa!"o ino&ador de Pit:tu#9 Rip e Ro enFerg tin"a co#o oF<eti&o encontrar c1digo de tran crição u ando e+U3ncia e+uidi tante de !etra .Na 8!ti#a d'cada 9 o #ate#Atico t3# e dedicado J tare5a de de coFrir #en agen ci5rada no te>to do !i&ro de . 4erA +ue cada u# de te te>to ta#F'# teria di5erente ní&ei de igni5icadoT (#a rea!i:ação de a e tA a!'# da capacidade da inte!ig3ncia "u#ana nor#a!.ontpe!!ier9 a i# co#o 4"aIe peare9 a5ir#ara# ter e crito ne!a. E taria i o a!'# da inte!ig3ncia "u#ana nor#a!T No círcu!o e ot'rico 9 J &e:e a !inguage# i#Fuída de ní&ei de igni5icado ' c"a#ada de R!inguage# &erdeR ou R!inguage# da a&e R.ou u#a 'rie de !i&ro . RaFe!ai e No trada#u 9 conte#porEneo na (ni&er idade de .oi ' .

Ienaton anunciou o 5ec"a#ento do te#p!o #ai #agní5ico do #undo9 e# HarnaI9 e a 5undação de u# no&o centro de cu!to .Ienaton 5oi !e&ado para o recinto do te#p!o e !A 5oi criado co# u# en o de #i ão c1 #ica e# #ente.Ienaton era# uti #a perigo a#ente di5erente .Ienaton9 . % cic!o 1tico te# 1. % início do reinado de .oF e ão9 i!u Se 9 paran1ia. % auge do I#p'rio No&o do Egito9 o reino do pai de . Ouando . Na #ito!ogia egípcia9 cada no&o início de te cic!o &iu a &o!ta da a&e de )ennu9 a M3ni> anunciando o na ci#ento da no&a era e de u#a no&a organi:ação. . Depoi do na ci#ento de tr3 5i!"a 9 a rain"a Ti deu a .o contrArio da )aFi!Lnia9 onde o rei agia# de 5or#a independente do c!ero9 re u!tando e# e>tre#o de crue!dade de p1tica9 o 5ara1 do Egito go&erna&a# oF a 'gide de acerdote iniciado .6?0 ano .Ienaton9 &i ta co#o u# ato de indi&idua!i #o radica!9 e tA de todo e+ui&ocada. 0 po í&e! +ue u#a co#Finação de te 5atore ten"a contriFuído para eu ato 9 +ue a#eaça&a# ro#per todo o progre o da e&o!ução "u#ana. .a Mreud #o trou ter u#a interpretação e+ui&ocada +uando a5ir#ou +ue a 5onte do #onoteí #o de . Daí e conc!ui +ue a concepção popu!ar da re&o!ução de .#en15i u# 5i!"o "o#e#. 4aFe#o agora +ue .Ienaton coincidiu co# o co#eço do cic!o 1tico. E te de5eito ta#F'# pode !e&ar a into#a de in taFi!idade #enta! . *o#o &ere#o 9 e!a in5!uenciou a 5or#ação do pen a#ento de!e. .Ienaton na ceu co# u# de5eito cro#o L#ico +ue !"e da&a u#a apar3ncia e tran"a9 "er#a5rodita e at' oFrenatura!: co>a 5e#inina e u# ro to a!ongado +ue podia er interpretado co#o et'reo9 at' e piritua!. E te 5oi u# do #aiore cic!o a tronL#ico +ue #o!dara# a "i t1ria9 de acordo co# a teo!ogia acerdota!.oi ' &eio pri#eiro.oi ' 5oi o 5ara1 egípcio . Ta!&e: por+ue e!e 5o e e perado "A #uito te#po9 ta!&e: por+ue e ta&a c!aro +ue eu pai não &i&eria por #uito te#po9 o #enino +ue &iria a e tornar . id'ia de #onoteí #o de .#en15i III9 parecia indicar u#a era de pa: e pro peridade ainda #aiore 9 +ue &eria a con trução do te#p!o #ai #agní5ico do #undo antigo9 #e #o +ue não e+Ui&a!e e# J rea!i:ação ingu!ar da 2rande PirE#ide.4ig#und Mreud tin"a u# pro5undo intere e pe!a *aFa!a. .Ienaton.

4eu pri#eiro ato 5oi con truir u# no&o te#p!o para . Depoi e!e dec!arou +ue o outro deu e não e>i tia# de 5ato e +ue .ton9 o deu do di co o!ar. Tu cria te o #undo de acordo co# Teu de e<o V todo o "o#en 9 o gado e o ani#ai e!&agen R9 dec!a#ou . ROuão di&er o ' o +ue Tu 5i:e te.. . 4eu te#p!o 5ora# e>tinto e derruFado 9 e o 5e ti&ai popu!are e# "o#enage# a e!e 5ora# dec!arado uper tiçSe . .o proiFir todo o outro deu e e .a por trA da poe ia9 por trA de toda a inte!ig3ncia c!ara e +ua e #oderni ta e e condia u#a !oucura #ono#aníaca.ton era o 8nico Deu &erdadeiro. E!e +ueria a!terar o ei>o da Terra. % #undo ' p!eno de Tua criatura . *o#o con e+U3ncia9 a arte do reinado de . Do #e #o #odo +ue o #onoteí #o de "o<e9 o de .*. Por de5inição9 o #onoteí #o aFo!iu outro deu e . 4eu ato eguinte9 apoiado pe!a #ãe9 a rain"a Ti9 5oi con truir u#a grande no&a capita! e para !A en&iar9 e# Farcaça 9 o go&erno todo.Ienaton aFo!iu o 5or#a!i #o "ierAr+uico da arte egípcia tradiciona!9 co# eu ní&ei de deidade . RIncontA&ei ão Tua oFra R9 entoa Da&i.#onRA. No grande pAtio de te no&o te#p!o 5ica&a ua peça centra!9 u# oFe!i co +ue tin"a u#a pedra de )enFen no topo9 onde pou aria a !endAria M3ni>.Ienaton parece natura!i ta de u#a 5or#a +ue <u!ga#o 5Aci! de apreciar.e tende a aFo!ir outro e pírito e outra 5or#a de inte!ig3ncia de encarnada .Ienaton era #ateria!i ta. RTu 5i:e te toda tão aFia#ente. E ta 5oi a dec!aração de u# #onoteí #o de certo #odo #uito parecido co# o #oderno.21 a.ton oFre&i&era# e parece#9 o +ue ' e>traordinArio9 anteceder o 4a!#o de Da&i.!gun de eu Fe!o "ino a .Ienaton.Ienaton dec!arou er di&ino e a orige# de toda Fondade.e ' de ta e>peri3ncia9 co#o <A di e#o 9 +ue trata a e piritua!idade. . ProiFiu.e a adoração de @ i 9 % íri e .e u#a capita! apro>i#ada#ente a #eio ca#in"o entre HarnaI e 2i:'9 não 5oi u# capric"o de u# indi&íduo e>c3ntrico9 #a u# rei iniciado agindo por de tino c1 #ico. .Ienaton. i#9 o #onoteí #o tende a er #ateria!i ta no entido de +ue ' propen o a negar a e>peri3ncia do e pírito . Para a #enta!idade conte#porEnea9 "A a!go de atraente na re5or#a de . . i#9 5oi o 4o! 5í ico +ue .R . E!e e ta&a e preparando para a &o!ta da a&e de )ennu e# 1. arte da 'poca de .

e de eu reinado co#o u# e&ento etiano. )rinca&a co# a <o&e# 5a#í!ia9 co#pun"a "ino e e recu a&a a ou&ir +ua!+uer notícia rui# re!acionada J in+uietação do po&o ou J reFe!iSe na co!Lnia do Egito9 +ue a#eaça&a# a upre#acia egípcia na região.Ienaton !ogo e tornou u#a cidade 5anta #a e cada #onu#ento a e!e9 cada de crição9 cada #enção ao no#e de . Depoi ua #ãe9 Ti9 +ue e#pre !"e deu apoio9 ta#F'# 5a!eceu. Por 5i#9 o co!ap o &eio de dentro.000 ano de cre ci#ento tran+Ui!o e Fe!o do e pírito "u#ano e a #uita +ua!idade +ue e&o!uíra# de de então. CA pouco te#po9 4au! 5oi identi5icado co#o u# per onage# "i t1rico +ue aparece e# carta de rei a . .Ienaton con egui e con&erter a "u#anidade ao #ateria!i #o9 teria# e perdido para e#pre o .Ienaton e co!ocara# no trono o <o&e# #enino +ue o #undo con"eceria co#o TutanIa#on.a 9 co#o aFe#o por .Ienaton. E#Fora não ten"a# oFre&i&ido no #e #o e tado de con er&ação de a!gun te#p!o egípcio 9 nen"u# te#p!o a&u!ta na i#aginação co!eti&a co#o o Te#p!o de 4a!o#ão.ton..!gun e tudio o #oderno &ira# . . .a ape ar de 5a:er de i o 5oco de toda prAtica re!igio a9 e!e e reco!"ia cada &e: #ai no !aFirinto de pAtio de eu pa!Acio9 co# a Fe!a e po a Ne5ertiti e eu a#ado 5i!"o .ton na Terra9 e!e na &erdade e ta&a tornando redundante todo o c!ero e uF tituindo-o e>c!u i&a#ente por i #e #o. *o# 1= ano de reinado9 #orreu a 5i!"a +ue e!e ido!atra&a9 ape ar de toda a oraçSe +ue 5e: a .Ienaton co#o u#a 5igura pro5'tica e at' anti5icada. E!e !ea!#ente !"e e cre&ia# co# . . capita! de . I#ediata#ente9 o acerdote co#eçara# a re taurar TeFa . Doi ano depoi 9 o acerdote #atara# . 4et '9 c!ara#ente9 4atã9 o grande e pírito do #ateria!i #o9 +ue e#pre tenta de truir a &erdadeira e piritua!idade.aneto9 ' igni5icati&o +ue o egípcio !e#Fre#. E Ne5ertiti de aparece do regi tro da corte.dec!arar a i #e #o o 8nico &eícu!o para a aFedoria e a in5!u3ncia de . 4e .Ienaton 5oi i#piedo a e i te#atica#ente e!i#inada.

E#Fora a con trução9 de acordo co# a e&id3ncia da #edida apre entada no .nte do progre o 5eito pe!a no&a crono!ogia de Da&id Ro"!9 acredita&a. % +ueruFin 9 cu<a a a e e tendia# e# proteção oFre e!a9 era#9 co#o &i#o 9 repre entante de con te!açSe do . % re to da ar+uitetura de e ti!o 5enício +ue pode er ido con truída por Cira# 5ora# e ca&ado no e trato corre pondente J e a 'poca.*. No 5o!c!ore <udaico9 o reinado de 4a!o#ão 5oi tão e p!3ndido +ue o ouro e a prata e tornara# co#un co#o pedra de rua.ic"ae! Ra# ay e# 1B. Moi pro<etado para guardar a .? V9 4a!o#ão regi trou eu con"eci#ento #Agico e# u# !i&ro ecreto +ue #ai tarde deitou a 5undaçSe do 4egundo Te#p!o e# /eru a!'#.*.e +ue 4a!o#ão9 e de 5ato 5oi u# per onage# "i t1rico9 &i&eu na Idade do Merro. . Por e ta identi5icaçSe no regi tro de cu!tura &i:in"a 9 pode#o agora di:er co# con5iança +ue Da&i V RTaduaR V tornou.Fi559 co#o ar+uiteto do pro<eto. % no#e de 4au! e tA ne ta carta co#o R7aFyaR9 o rei de CaFiruR. Tran 5erir 4a!o#ão para o 5ina! da Idade do )ron:e #o trou.006 a.e per5eita#ente ade+uado.e o pri#eiro a uni5icar a triFo de I rae! e# u# 1 reino +uando e tornou oFerano de /eru a!'# e# 1.re!at1rio de aconteci#ento !ocai . Na tradiçSe ecreta da #açonaria V +ue con"ece#o de u#a oração do ca&a!eiro .!iança9 +ue contin"a a tAFua de .ntigo Te ta#ento9 não pareça #aior do +ue u#a igre<a paro+uia!9 era rep!eta de orna#ento de #agni5ic3ncia e# para!e!o. .rca da . 5igura de 4a!o#ão re!u: na i#aginação popu!ar co#o a incorporação de toda a #agni5ic3ncia e aFedoria do rei V e9 na tradição ecreta9 co#o o regu!ador #Agico do de#Lnio .a co#o ne ta 'poca o <udeu não tin"a# a tradição de con truir te#p!o 9 poi era# u# po&o nL#ade9 4a!o#ão pre5eriu e#pregar u# 5enício9 Cira# .9 #a #orreu ante de poder con truí-!o9 e a i# e ta tare5a 5icou para eu 5i!"o9 +ue agora aFe#o +ue 5oi agrado rei de /eru a!'# e# 9B1 a. E te era u# grande proF!e#a9 poi a ar+ueo!ogia não pLde encontrar no re to de te período nen"u#a e&id3ncia da ri+ue:a e do pro<eto de con trução pe!o +uai 4a!o#ão e#pre 5oi 5a#o o.oi ' . . E# eu centro 5ica&a o 4agrado do 4agrado 9 re&e tido de p!aca de ouro e incru tado de pedra precio a .

No canto do a!tar9 +uatro c"i5re repre enta&a# a 7ua9 e u# ca tiça! de ouro co# ete !u#e V u#a c!ara repre entação do 4o!9 da 7ua e do cinco principai p!aneta de cada !ado.de Fron:e derretido. .!e>andria9 tin"a# Rp!anetArio R9 repre entaçSe #ecEnica do #o&i#ento do p!aneta 9 no topo . rain"a de 4aFA &i itou 4a!o#ão9 #a ta#F'# e ta&a curio a para con"ecer o "o#e# +ue pro<etara u# te#p!o tão #iracu!o o. De i#ediato9 todo o #uito traFa!"adore e ag!o#erara# no te#p!o co#o 5or#iga .endo a e #era!da a 8nica pedra no#eada. E!e 5ora# di po to a i# para #arcar o ponto #ai di tante do na cer do 4o! no e+uin1cio e9 de acordo co# /o e5o "i toriador <udeu do 'cu!o I9 e co# *!e#ente9 o pri#eiro Fi po de . .Fi559 e!a te&e a en ação de +ue u# #eta! e derretia dentro de!a.oi ' e# u# #a tro9 ta! i#age# de 5undição de&e no a!ertar para a pre ença de prAtica ecreta dedicada a tran 5or#ar a 5i io!ogia "u#ana. CA u#a ri&a!idade uF-reptícia entre 4a!o#ão e Cira# .ou9 egundo o *orão9 u#a 5onte .Fi55 e# a!gu#a tradiçSe ecreta . E!e o c!a i5icou de acordo co# tr3 grau 9 o aprendi:e 9 o a ociado e o #e tre . . E!a perguntou a Cira# co#o e!e con eguiu tra:er a Fe!e:a do c'u para a Terra na ar+uitetura do te#p!o. No&a#ente9 a i# co#o na erpente de Fron:e pre a por . % #anto do acerdote era# decorado co# pedra precio a +ue repre enta&a# o 4o!9 a 7ua9 o p!aneta e a con te!açSe .Fi55 &e#o u# a!erta de co#o tudo pode dar errado. Cira#9 o #e tre con trutor9 e#pregou u#a ir#andade de arte ão para rea!i:ar eu pro<eto . E!e re pondeu erguendo u#a cru: de Tau9 u#a cru: no 5or#ato da !etra RtR. Ro#ã decorati&a ão #encionada &Aria &e:e na narrati&a FíF!ica. caracterí tica #ai e>traordinAria do te#p!o parece ter ido u# #ar .cinturão do :odíaco. E +uando entiu e# i o o!"ar de Cira# . % Pi!are de /a+ui# e )oa: #edia# a pu! ação do co #o. Ni o9 &e#o id'ia de 5raternidade +ue u# dia e di e#inaria# para a!'# do e trita#ente e ot'rico e tran 5or#aria# a organi:ação de toda a ociedade. E na "i t1ria do a a inato de Cira# .

Por'#9 para co#eçar#o a entender o egredo de Cira#9 de&e#o perguntar a n1 #e #o 9 e# ra:ão de todo o e!e#ento a tronL#ico no pro<eto e decoração do te#p!o9 +ua! era ua orientação e pecí5ica. Tr3 do traFa!"adore de Cira# tin"a# in&e<a de eu podere ecreto . Ouando e!e e recu ou a re&e!ar eu egredo 9 e!e o a a inara#9 co# cada u# do traFa!"adore dando-!"e u# 5orte go!pe na caFeça9 o +ue pro&ocou u#a "e#orragia.De no&o a i#age# de u# in eto. Di:. .i t'rio e na ociedade ecreta de de então t3# ido egredo #enore . Decidira# tentar con"ecer o egredo do #ar derretido.e +ue a!gun egredo #orrera# co# e!e e ainda e tão perdido 9 e +ue o egredo di&u!gado na e co!a de . *o#o acontece na i#age# da co!#eia9 te#o a+ui u#a i#age# de 5orça e pirituai +ue Cira# era capa: de co#andar. CA tradiçSe 9 pre er&ada no Ta!#ude e no *orão9 +ue di:e# +ue o te#p!o 5oi con truído co# a a<uda de u# #i terio o in eto9 c"a#ado de 4"a#eer9 capa: de ca&ar a pedra. E#Fo cara# Cira# ao 5ina! do dia9 en+uanto e!e dei>a&a o te#p!o. CA u#a uge tão de e!e#ento e>ua! no re!ato da en ação de ard3ncia de 4aFA e a cru: de Tau.

E ta 5igura J &e:e ' &i ta co#o u# pentagra#a9 J &e:e co#o u#a e tre!a de cinco ponta 9 e oca iona!#ente9 co#o &ere#o +uando in&e tigar#o o ro acruciani #o9 co#o u#a 5!or de cinco p'ta!a 9 a ro a. .ou V3nu .Doi pe +ui adore #açLnico independente 9 *"ri top"er Hnig"t e RoFert 7o#a 9 traFa!"ara# ne ta orientação9 a co#eçar pe!a pi ta de +ue Cira# &in"a da Menícia9 onde a deidade principa! era .cinco apareci#ento no c'u #atutino e cinco no c'u &e pertino . tarte . V3nu ' o 8nico p!aneta a de en"ar u#a 5igura co#p!eta#ente regu!ar.5or#a u# padrão de cinco ponta . E c!aro +ue i o ta#F'# te# !igaçSe co# o deta!"e da decoração9 <A #encionado 9 a ro#ã9 +ue ' a 5ruta de V3nu 9 e a e #era!da9 a pedra precio a de!a.!e>andria9 a cortina +ue i o!a&a o 4agrado do 4agrado era cortada no 5or#ato de u#a e tre!a de cinco ponta 9 +ue e#pre 5oi u# í#Fo!o de V3nu 9 poi a e!ip e de V3nu e# eu cic!o de oito ano . De acordo co# *!e#ente de . i# co#o ' u# í#Fo!o de V3nu 9 o pentagra#a ' #uito igni5icati&o na geo#etria por+ue V co#o re&e!ou 7uca Pacio!i9 #e tre de 7eonardo da Vinci na .

0 o início da proporção de ouro9 u# do n8#ero irracionai e #Agico +ue de cre&e# a precipitação da #ente na #at'ria.a "A #ai do +ue i o. . . .ou V3nu V e# eu poente &e pertino. Na tradição #açLnica9 a !o<a t3# co#o #ode!o o Te#p!o de /eru a!'#. a ociaçSe co# V3nu e #u!tip!ica#9 u#a di#en ão aFrindo. . (#a de!a di: +ue o no#e origina! da cidade era (r "a!e#W RurR igni5ica R5undada porR e R4"a!e#R ' u# no#e antigo para . Na doutrina ecreta e antiga9 o p!aneta e e tre!a contro!a# e ta precipitação de #at'ria. /A &i#o o n8#ero 19?. capacidade "u#ana de pen ar 5oi 5or<ada a partir de u# e+ui!íFrio entre V3nu e a 7ua V e a 7ua9 co#o &i#o 9 ta#F'# aparece e# de ta+ue no pro<eto do a!tar do Te#p!o. *inco cic!o de V3nu de =D6 dia acontece# durante e>ata#ente oito ano o!are 9 o +ue igni5ica +ue u# cic!o de V3nu corre ponde a 19? cic!o o!ar.rtur te# a!gu# 5unda#ento "i t1rico9 e te re#onta J RIdade da Tre&a R +ue e eguiu J retirada .e!e incorpora a proporção de ouro e# cada parte. !enda de 4a!o#ão encontra# eco di tante na I!"a )ritEnica .e para outra co#o o uni&er o -Fo!"a da ci3ncia #oderna. . (# #e tre #aço# ' erguido para o rena ci#ento de 5rente para a !u: de V3nu no e+uin1cio. tarte . . Era a #e #a #i ão +ue a #açonaria a u#iria no 'cu!o YVII9 na aurora da era #oderna do #ateria!i #o. . E ta geo#etria agrada opera no te#po e no e paço. Tendo e# #ente a identi5icação de V3nu co# 78ci5er9 a princípio e a a ociaçSe pode# parecer u# tanto de concertante . #i ão de 4a!o#ão era !e&ar a "u#anidade a u# #undo #ai #ateria! e o#Frio9 #antendo &i&a a c"a#a da e piritua!idade. !o<a #açLnica cont3# Agua -5urtada 9 a!in"ada de ta! #aneira +ue a !u: de V3nu a atra&e a e# deter#inado dia i#portante .a 9 na "i t1ria e ot'rica9 78ci5er e#pre ' u# #a! nece Ario.#ate#Atica9 e# eu !i&ro oFre a proporção di&ina . . e tre!a de cinco ponta de V3nu ' repre entada aci#a da cadeira ceri#onia! do grão-#e tre e o iniciado e cu#pri#enta# e# u# aFraço ceri#onia! e 5raterno de cinco ponta . % #eio acad3#ico atua! tende a u tentar a &i ão de +ue9 e a !enda de . CA #uita eti#o!ogia ri&ai do no#e /eru a!'#.

e argu#entado de 5or#a intrigante +ue a 5igura "i t1rica por trA da !enda de .er!in9 o #ago da 5!ore ta de *e!idon9 5oi u# re#ane cente da 'poca do círcu!o de pedra.rtur era u# rei o!9 cercado pe!o do:e ca&a!eiro do :odíaco e ca ado co# V3nu 9 endo 2uine&ere a 5or#a ce!ta de Venera ou V3nu .da #e #a #aneira +ue 4a!o#ão !iderou o de!e . E!e a<udou . Ne te ca o9 . 4eu #entor e piritua!9 . .pe!a tre&a . .*. (#a coroa i#Fo!i:a&a +ue certo grau de iniciação tin"a ido a!cançado e +ue o iniciado era coroado co# o 5ogo F8dico.i t'rio do 4o!.a o rei .e +ue o rei e#itia u#a !u: tão in uporta&e!#ente inten a +ue e!e preci a&a 5icar atrA de u#a cortina durante a audi3ncia co# o 8dito . Cer1doto regi trou +ue9 no Irã9 acredita&a.rtur origina! &i&eu e# Tintage! pouco ante de 4a!o#ão9 por &o!ta de 1.100 a.9 +uando a co#unidade rurai pací5ica da Idade do )ron:e FritEnica 5ora# ani+ui!ada pe!o po&o da Idade do Merro #ai #i!itari ta e #ontan"3 .rtur era %Qain DdantgQynne9 genera! e coc3 +ue derrotou o a>Se pagão na )ata!"a de )adon e# 6B0.do ro#ano da 2rã-)retan"a9 +uando u# genera! cri tão tra&ou Fata!"a g!orio a #a in8tei para repe!ir o in&a ore pagão . 4ua coroa era u# c"aIra da coroa e# c"a#a 9 para a i# !iderar eu po&o . % pr1prio rei .rtur a #anter &i&o o . Te#.rtur teria ido u# títu!o co# o igni5icado de bo ur oc.

rtur9 eu con e!"o era# ad&er o e uF&er i&o . i# co#o Goroa tro9 co#Fatia o 5ogo co# 5ogo. Depoi de 4a!o#ão9 o reino de I rae! co#eçou a e de #e#Frar no&a#ente. Ouando preci ou e capar de no&o para a 5!ore ta9 e ta&a 5ugindo pe!a pr1pria &ida .e co# /e:eFe! e co#eçou a erguer a!tare e# "o#enage# a )aa! ]o no#e cananeu para 4aturnog4atã^. . De en&o!&eu. Di:ia# coi a de agradA&ei e i#popu!are +ue ningu'# +ueria ou&ir.e!+ui ede+ue e . E te 8!ti#o 5ato indica +ue E!ia e ta&a endo iniciado na 5or#a de aFedoria de Goroa tro. % Rcor&oN era u# do grau de iniciação e# eu #i t'rio . Depoi de ou&ir o con e!"o de Deu para e e conder na 5!ore ta e FeFer a Agua de u# riac"o9 e!e 5oi a!i#entado por cor&o .e u#a in tituição c"a#ada o pro5eta . Pode#o i#aginA-!o prague<ando contra a te#pe tade9 u#a co#Finação de 7ear co# o 7ouco. E!ia tra&ou e &enceu u#a Fata!"a9 in&ocando o 5ogo do c'u 9 contra o pro5eta de )aa!. E!ia era u# "o#e# #e!odra#Atico9 o pro5eta +ue &i&ia #ai pr1>i#o da 5ronteira da !oucura.er!in e . 4eu pape! era acon e!"ar o rei 9 por'#9 ao contrArio do re!aciona#ento entre .Fraão ou . % rei de I rae!9 . Z &e:e pen a&a. E# oca iSe po teriore 9 in&ocou o 5ogo do c'u para #atar tropa de o!dado en&iado por /e:eFe! para capturA-!o. E!ia era u# "o#e# &ee#ente9 e tran"o e o!itArio9 +ua e u# &agaFundo9 +ue &e tia u# cinto de couro e u# #anto !ongo. E>i te ta#F'# u#a e tran"a "i t1ria egundo a +ua! E!ia re u citou u#a <o&e# ao e deitar por ci#a de!a e in5undi-!a co# eu e pírito.e +ue era# !ouco .e para Deu . CA "i t1ria de di&er a pro&a de eu cari #a . E!e e &iu nu#a #ontan"a e# #eio a u#a &io!enta te#pe tade.!terca&a# e de!ira&a#.ua c!ari&id3ncia9 ua capacidade de tornar a!uFre u# poço &eneno o9 de 5a:er o 5erro 5!utuar9 de curar u# !epro o.rico * $itá)ora( * :ao4T(. ."aF9 ca ou. .#5 A Ra="o 4 E como Colocar4(' Acima D'la Elia( ' Eli('u * I(a%a( O Gu i(mo '(ot.

% #e tre e atra aria. E!e ta#F'# aFia +ue Deu não e ta&a ne te 5ogo. Por'#9 receFeu u#a #en age# te!epAtica para não ir at' !A.Por 5i#9 e!e de #oronou e>au to e dor#iu oF u# <unípero9 onde on"ou co# u# an<o. E!ia aFia +ue Deu não e ta&a ne te &ento e con eguiu c"egar e# egurança a u#a ca&erna. De repente9 u#a <ane!a +ue da&a para a rua e i!u#inou co# o 4o! e o #e tre e #ateria!i:ou diante de!e. Depoi de u# te#po9 a te#pe tade e o 5ogo di#inuíra# e9 co# a c"egada da #an"ã9 tudo 5icou ca!#o. . % di cípu!o e perou no "ote!.a apareceu u# 5orte &ento9 +ue acudiu a #ontan"a e pro&ocou a +ueda de enor#e pedregu!"o e# ua direção. De repente9 u# re!E#pago atingiu o c"ão Fe# na 5rente de ua ca&erna9 pro&ocando u# c!arão ruido o na &egetação9 e a!i o #ante&e pre o.oi ' ou&indo a &o: da arça ardente9 por'# #ai Fai>a e +ua e uF!i#inar.utoFiogra5ia de u# iogue9 de Para#a"an a Xogananda9 puF!icada pe!a pri#eira &e: e# 196?9 e!e de cre&e u# epi 1dio e# +ue e!e de&eria e encontrar co# eu #e tre e piritua!9 4ri XuIte Qar9 na e tação de tre# !oca!.a para entender o &erdadeiro igni5icado da #i ão de E!ia ' nece Ario entender ua #orte. Moi u#a e&o!ução de . Depoi 9 en+uanto ainda e ta&a e curo9 e!e uFiu o #onte CoreF e# Fu ca de Deu 9 co#o o an<o "a&ia !"e dito. E#Fora 5o e u#a 5igura e>uFerante e at' in u!tuo a9 E!ia 5oi o pro5eta de u#a no&a interioridade. Na #ara&i!"o a . . Para tanto9 pri#eiro no &o!tare#o para a @ndia. . CA te te#un"o oFre adepto indiano capa:e de e de #ateria!i:ar e #ateria!i:ar egundo a pr1pria &ontade. % #e tre e>p!icou +ue não era u#a aparição9 +ue e!e e ta&a a!i e# carne e o o9 +ue 5ora di&ina#ente ordenado a dar e ta e>peri3ncia rara ao di cípu!o. 4urgiu a e tre!a #atutina e 5oi então9 no ua&e ar da #an"ã9 +ue E!ia ou&iu a &o: ainda 5raca de Deu . Para#a"an a Xogananda tocou a 5a#i!iare andA!ia de !ona !aran<a enro!ada co# corda e entiu o roçar do tecido ocre do #anto do #e tre. %nde ante a pe oa tin"a# u# en o do#inador do di&ino9 agora teria# de e cutar co# #uita atenção9 praticar a di cip!ina #enta! e orientar a atenção para con eguir di cerni-!a.

Voc3 pode não aceitar e e re!ato9 entend3-!o co#o u# dito popu!ar9 #a 9 de acordo co# a doutrina ecreta9 ' po í&e! entender. No pen a#ento caFa!i ta9 a carruage# por #eio da +ua! E!ia a cende ' c"a#ada de . E!e aprendeu a de encarnar e encarnar +uando Fe# de e<a e. 2urd<ie55 di e +ue a+ui!o +ue ' &erdadeira#ente nece Ario para e tornar #e tre de i #e #o ne ta &ida ' o +ue ' nece Ario para oFre&i&er co#o er con ciente na outra &ida.^ . Vere#o adiante +ue o pen adore cri tão c"a#aria# e ta carruage# de corpo da Re urreição.E!ia !e&ou e te do# para a 5a e eguinte. I. % iniciado con"ece# a t'cnica ecreta por #eio da +uai energia #uito uti pode# er cri ta!i:ada para +ue não e di per e#.nte 9 parecera +ue E!ia "a&ia repudiado E!i eu. E!e e uniu ao co!egiado de #e tre +ue a cendera#9 +ue ão in&i í&ei na #aior parte do te#po #a &o!ta# J Terra e# 'poca de grande #udança e cri e . uce ão de E!ia por E!i eu não 5oi de pro&ida de a#FigUidade. iniciação e preocupa tanto co# a &ida ap1 a #orte co#o co# e ta &ida. ]Vo!tare#o a &er co#o i o 5unciona +uando con iderar#o a &ida e a oFra de 4"aIe peare. No 'ti#o !i&ro da Rep8F!ica9 P!atão di:: R. . Por u# proce o #i terio o9 a conce ão do #anto deu a E!i eu u#a parte #aior do poder de E!ia . % grande iniciado traFa!"a# no corpo &egeta! de #odo +ue e!e não e di o!&a depoi da #orte9 per#itindo +ue o e pírito e# a cen ão reten"a a pecto da con ci3ncia +ue 1 ão po í&ei durante a &ida na Terra. E!e e a5a tou J pre a e9 ao a!cançA-!o9 E!i eu di e: RVo!te. % grande iniciado do 'cu!o YY 2. % +ue eu !"e 5i:TR Teria e!e &i to e# E!i eu a!go +ue aFa!ou ua certe:aT . *o#o Eno+ue e No' ante de!e9 E!ia não #orreu9 não do #odo co#u#.+ue!e +ue na pre ente &ida ão incapa:e de apreender a id'ia do Fe#9 de cerão ao Cade ap1 a #orte e dor#irão e# eu do#icí!io o#Frio. .R No 5ina! da &ida9 E!ia 5oi !e&ado ao c'u nu#a carruage# de 5ogo.erIaFa". Z #edida +ue E!ia a cendia9 eu #anto e corregou e 5oi to#ado por E!i eu9 +ue E!ia e co!"era co#o eu uce or.ai tarde9 E!i eu ' oF<eto de :o#Faria de u# grupo de rapa:e por er careca e u a eu poder para in&ocar doi ur o do Fo +ue9 +ue o .

9 I aía proc!a#ou: R% po&o +ue anda&a na tre&a &iu u#a grande !u: por+ue u# #enino na ceu9 u# 5i!"o no 5oi dadoW a oFerania repou a oFre eu o#Fro 9 e e!e e c"a#a *on e!"eiro ad#irA&e!9 Deu 5orte9 Pai Eterno9 Príncipe da Pa:.e u#a no&a co#preen ão tran cendente do 5unciona#ento do uni&er o. E!e degenerara# e a terra 5icou e t'ri!. % oFerano do doi reino e eu po&o não con eguira# 5a:er o +ue !"e 5oi o!icitado. % conceito de 2raça co!ocou o pro5eta e# u#a ituação #uito #eno Fe!ico a. E# =. Du:ento ano depoi 9 na 'poca do pro5eta I aía 9 de en&o!&eu. 0 co#o e o pro5eta ainda e ti&e e en&o!&ido nu#a Fata!"a #orta! co# )aa!. % pro5eta &ira# a 2raça operando de ta #aneira e# ua &ida nu# ní&e! #i!itar e po!ítico9 na a cen ão e +ueda e depoi na no&a a cen ão de eu pe+ueno reino .*.ataca# e o #ata#. . E!e ta#F'# pro5eti:ara# ua repetição no #aiore cic!o c1 #ico da "i t1ria.a por oFra da 2raça de Deu 9 urgiu u#a rai: da terra de&a tada.R % conceito de 2raça urgiu de te en o pro5'tico da "i t1ria.=0B a. .

ntigo Te ta#ento ão a pa!a&ra re onante de .R . I aía repudia&a e ta &i ão.Ro !oFo erA "1 pede do cordeiro9 e a pantera e deitarA ao p' do caFrito. Di e a eu po&o +ue /a&' !"e re&e!ou a 2raça +uando o e co!"eu9 "aFi!itando-o a oFedecer9 ao purgA-!o de eu pecado 9 a!&ando-o +uando e!e 5ora# tei#o o e de oFediente 9 e pe!a pro#e a de !"e re taurar a antiga g!1ria9 e#Fora e!e não #erece e# i o.Para o eguidore de )aa!9 contudo9 a &ida era o e>ercício do poder. . (#a &e: co#preendido e e a#or di&ino9 eria 1 u#a +ue tão de te#po para +ue e ta co#preen ão aFri e u#a no&a di#en ão no a#or de u# er "u#ano por outro. i# co#o &iria a e cre&er no 5ina! do 'cu!o YVI o raFi caFa!i ta Cayyi# Vita! oFre . % a#or c!e#ente de /a&' <a#ai poderia er e>igido9 co#prado ou con+ui tado9 di e e!e.geu9 Gacaria e . . 8!ti#a pa!a&ra do .*.Ru# reno&o airA do tronco de /e 'R. (# grande e pírito de i!u#inação perpa a&a #enta!idade di tinta e &Aria cu!tura di5erente ao #e #o te#po. E!e ta#F'# tin"a u#a grande &i ão do 5i# da "i t1ria9 J +ua! &o!tare#o #ai adiante . .a!a+uia ao pro5eti:ar a &o!ta de E!ia 9 +ue ainda "o<e ' e perado a cada ano na PA coa9 +uando ' co!ocado u# !ugar J #e a para e!e no <antar9 co# u#a taça de &in"o e a porta aFerta. % príncipe 4idarta na ceu nu#a 'poca e nu# !ugar caracteri:ado por pe+ueno e tado +ue e ta&a# e# guerra e# 7u#Fini9 no atua! Nepa!. I aía tin"a u# grande en o da "i t1ria e da orte 5utura de I rae! . tradição pro5'tica #orreria por &o!ta de 6=0 a.a e# di5erente parte do #undo9 outra iniciati&a e>traordinAria e ta&a# e aFrindo a outra di#en Se na condição "u#ana. .a!a+uia 9 o pro5eta 1 con eguia# &er o ní&ei #ai in5eriore do c'u e apena de u#a 5or#a #uito ocu!ta. E!e acredita&a# +ue9 e rea!i:a e# a prAtica re!igio a correta V acri5ício e ceri#Lnia #Agica V9 podia# con&encer eu deu e a 5a:er o +ue o!icita&a#. E u# a#or dado e# co#p!eta !iFerdade.

E!e traFa!"a&a# ne!e9 #o!da&a#-no9 condu:ia#-no a 5or#a capa:e de perceFer o . Então9 certo dia e!e aiu do pa!Acio rea! e &iu a!go +ue nunca te&e per#i ão para &er .e c"egar a ta! !iFertação e a ta! a5inidade pe!o #undo e piritua! +ue <a#ai erA nece Ario reencarnar V e a i# ' po í&e! e tornar9 co#o 4idarta9 u# )uda. Depoi de tr3 dia e tr3 noite 9 perceFeu +ue a &ida ' o5ri#ento9 +ue o o5ri#ento ' pro&ocado pe!o de e<o por coi a terrena 9 #a +ue ' po í&e! c"egar J !iFertação de todo de e<o.9 ano 9 e!e e entou oF u#a Ar&ore )odi na #argen do rio Neran<ara9 decidido a não e #e>er at' co#preender. . % *a#in"o ictup!o pode parecer i#po i&e!#ente noFre e #ora!i:ador para a #enta!idade ocidenta! #oderna. % ca#in"o para a co#preen ão . 4idarta decidiu dei>ar o pa!Acio .para encontrar entido ne te o5ri#ento. 5i!o o5ia e ot'rica en ina eu iniciado a a!cançar a tran 5or#ação p ico!1gica u ando t'cnica prAtica para #anipu!ar a 5i io!ogia "u#ana.a i# co#o a e po a e o 5i!"o . I to repre enta u#a #udança "i t1rica na prAtica iniciAtica. No ca o do *a#in"o %ctup!o do )uda9 e ta oito prAtica ão e>ercício para e ti#u!ar oito da 1? p'ta!a do c"aIra da garganta. E!e 5icou apa&orado.t' o 29 ano 9 e!e &i&eu #i#ado pe!o !u>o. No rituai de iniciação praticado na 2rande PirE#ide9 por e>e#p!o9 o candidato era co!ocado nu# tran e pro5undo e#e!"ante J #orte9 depoi u# círcu!o de iniciado V co# cinco integrante V erguia eu corpo &egeta! para 5ora de eu corpo 5í ico.. *ada nece idade ua era atendida ante +ue co#eça e a inco#odA-!o9 e cada &i ão era u# de!eite. Por'#9 procurou #ai e de coFriu +ue eu po&o e ta&a doente e #orrendo. . Na &erdade9 pode.u# &e!"o.5oi c"a#ado pe!o )uda de Ro *a#in"o ictup!oR9 +ue en&o!&ia a crença correta9 a con&icção9 o en ina#ento9 a ação9 o &i&er9 a intenção9 o pen a#ento e a conte#p!ação correto . Ta#F'# parece u# tanto aF trato9 at' in&iA&e!. Vi&endo entre a ceta por ete ano 9 não con eguiu encontrar o +ue procura&a no ioga utra de Pantan<a!i e no en ina#ento do de cendente do ri "i .a o en ina#ento do )uda t3# u# a pecto e ot'rico e9 co#o todo o en ina#ento e ot'rico 9 t3# u# ní&e! de igni5icado +ue ' e#inente#ente prAtico.ou a i!u#inação . E então9 +uando tin"a .

!gun #'diun de no o te#po o5rera# grande trau#a na in5Encia. &e:e acontece co#o con e+U3ncia de u# trau#a e>tre#o na in5Encia9 pro&ocando u#a 5enda na p i+ue9 atra&' da +ua! o e pírito e precipita# de 5or#a de contro!ada. . 4e +ui er er capa: de contro!ar o #undo9 de&e. 4e#pre 5oi po í&e! +ue a pe oa oFti&e e# e te podere 9 #e #o +ue não ten"a# ido iniciada . . Z &e:e a pe oa ad+uire# podere pe!a prAtica de u#a #agia +ue ou ' negra ou pe!o #eno não e tA intoni:ada co# o oF<eti&o e pirituai #ai e!e&ado 9 co#o o +ue e>i te# na &enerada e co!a ecreta +ue #ant3# &i&a u#a tradição aut3ntica9 antiga. E>i tia o perigo de o detentor de intençSe #a!igna ad+uirir o podere oFrenaturai con5erido pe!a iniciação. Por outro !ado9 o oF<eti&o do *a#in"o ictup!o ' a iniciação co#o parte de u# de en&o!&i#ento #ora! protetor e contro!ado. *o#o a pe oa e ta&a# 5icando cada &e: #ai independente do #undo e pirituai 9 "a&ia o ri co de +ue o podere de u# indi&íduo upera e# eu de e<o de 5a:er a coi a certa e u A-!o co# api3ncia. . Ouando e ta !u: 5!ui para o c"aIra 5ronta!9 e!e e aFre co#o u#a 5!or ao 4o!.#undo uperiore de #odo +ue9 +uando o corpo &egeta! a5unda&a no&a#ente no corpo 5í ico e o candidato de perta&a9 e!e rena cia nu#a no&a 5or#a de &ida #ai e!e&ada. % c"aIra da garganta ' o 1rgão da 5or#u!ação da V aFedoria e piritua!. % eguidore do )uda pa ara# a participar con ciente#ente de ua pr1pria iniciação9 traFa!"ando eu pr1prio c"aIra de #aneira con ciente. Parte de te traFa!"o era &i&er u#a no&a 5or#a de &ida #ai #ora!9 Fa eada na co#pai>ão por todo o ere &i&o . . % perigo e# tudo i o ' o não iniciado9 #e #o o Fe#-intencionado9 ter di5icu!dade para recon"ecer o e pírito co# o +uai e tA e co#unicando. Na 5i io!ogia de u# iniciado9 5!ue# corrente de a#or do c"aIra cardíaco9 pa ando pe!o c"aIra da garganta9 at' i!u#inar o c"aIra 5ronta!. E!e conecta o c"aIra do coração ao c"aIra 5ronta!.e pri#eiro e>ercitar o contro!e oFre i #e #o. +ue tão ' +ue o candidato egípcio 5ica&a incon ciente ao !ongo de todo o proce o.

I o por+ue e ta pe oa &3e# a "u#anidade co# o o!"o do a#or. Ouando #orreu9 o )uda "a&ia a!cançado eu oF<eti&o.Todo pode#o &er u# eco di o e# no a pr1pria &ida. . Não eria nece Ario reencarnar. 4e &oc3 con"ece a!gu'# co# u#a nature:a e piritua! e>tre#a#ente re5inada9 ' pro&A&e! +ue e!a e<a 5e!i:9 orridente9 ri on"a9 +ua e in5anti!. 41 o ato de o!"ar a#oro a#ente para a!gu'# pode tra:er J tona e ta +ua!idade e a<udA-!a a 5!ore cer. 4e o!"ar#o a!gu'# co# o o!"o do a#or9 &ere#o Foa +ua!idade +ue não ão perceptí&ei ao outro . .a não +uero di:er co# i o +ue e!e não 5a:ia #ai parte da "i t1ria9 co#o &ere#o +uando e>a#inar#o a Rena cença ita!iana.

tena .e ta#F'# +ue u# dia e!e di e a un pe cadore +ue ti&era# u# dia i#produti&o para !ançar a rede no #ar u#a 8!ti#a &e:9 e e# eguida a rede +ua e arreFentara# de tanto pei>e . E!e ta#F'# u a&a a #8 ica para curar. Era u# grande curandeiro9 J &e:e recitando deter#inado &er o de Co#ero +ue e!e acredita&a tere# grande poder9 a i# co#o o #í tico cri tão &iria# a recitar &er ícu!o do 4a!#o e do E&ange!"o de /oão.*9 en+uanto o pri#eiro F!oco de #Ar#ore era# e#pi!"ado na . Di:ia. % 5i!1 o5o grego E#p'doc!e . Da #e #a 5or#a +ue /e u *ri to9 nada do +ue e!e e cre&eu c"egou a n1 9 1 a!gun dito e co#entArio reunido 9 a!'# de a!gu#a "i t1ria e crita por eu di cípu!o . Nen"u# indi&íduo te&e #aior in5!u3ncia na e&o!ução do pen a#ento e ot'rico ocidenta!.PitAgora na ceu na pr1 pera i!"a grega de 4a#o por &o!ta de =B= a.cr1po!e9 e# . Durante a &ida9 PitAgora era con iderado u# e#ideu .e a u# deu rio e u#a &o: c"a#ou por e!e da Agua: REu &o a8do9 PitAgora hR *onta&a.e +ue e!e tin"a o poder de e tar e# doi !ugare ao #e #o te#po9 +ue u#a Aguia Franca !"e per#itiu a5agA-!a9 +ue e!e certa &e: dirigiu.

De acordo co# o idea!i #o9 a e ta a!tura da "i t1ria do #undo c"ega#o a u# #o#ento deci i&o. PitAgora podia dotar eu di cípu!o de u#a grande &i ão do #undo e pirituai 9 +ue e!e depoi interpretaria.e +ue PitAgora era o 8nico er "u#ano capa: de ou&ir a .i t'rio . .di e +ue PitAgora podia curar o doente e re<u&ene cer o &e!"o .e# *rotona9 no 4u! da ItA!ia.a pri#eira de &Aria . PitAgora procura&a inteti:ar o pen a#ento e ot'rico de todo o #undo nu#a Rco #o-concepçãoR aFrangente . . . Do pri#eiro en ina#ento di cur i&o9 urgiria# a #ate#Atica9 a geo#etria9 a a trono#ia e a #8 ica. . Ca&ia u#a 5orte 3n5a e na ginA tica co#o 5or#a de co!ocar e# "ar#onia o tr3 corpo "u#ano V #ateria!9 &egeta! e ani#a! -9 e o candidato de&ia# per#anecer e# i!3ncio por ano a 5io. E# eu te#po9 di:ia.9 PitAgora e de entendeu co# Po!ícrate 9 o go&ernante de p1tico de 4a#o .2 a. *"egou. Ta#F'# e tudou co# o #ago da )aFi!Lnia e co# o de cendente do ri "i na índia9 onde oFre&i&ia a !e#França do grande prodígio +ue e!e c"a#a&a# de Xai&anc"arya.o +ue 7eiFni:9 #ate#Atico e caFa!i ta do 'cu!o YVII9 #ai tarde c"a#aria de 5i!o o5ia perene.8 ica da E 5era 9 conceFida co#o u#a e ca!a de nota di5erente 9 cada u#a . % candidato J iniciação e# ua co#unidade tin"a# de pa ar por ano de treina#ento9 inc!u i&e u#a dieta e tran"a +ue inc!uía e#ente de papou!a9 de gerge!i# e de pepino9 #e! i!&e tre9 5!ore de narci o e pe!e de ceFo!a-a!Farrã9 da +ua! o uco preci a&a er tota!#ente e>traído.*.e a di:er +ue podia contar a "i t1ria do #undo de de o princípio. #i ão de PitAgora era regi trA-!o co#o conceito ante +ue de aparece e# por inteiro. 5i!o o5ia de PitAgora 9 portanto9 dA início ao proce o de tradução da &i ão pri#ordia!9 a con ci3ncia pict1rica da "u#anidade antiga9 e# ter#o aF trato e conceituai . E!e pa ou 22 ano aprendendo o egredo do acerdote iniciado egípcio . Por &o!ta de =. %Frigado a e e>i!ar9 e!e criou u#a pe+uena co#unidade . i# co#o )uda9 e!e e !e#Fra&a de encarnaçSe pa ada . grande id'ia ou pen a#ento +ue e#ana&a# da #ente c1 #ica e ta&a# +ua e ocu!to pe!a #at'ria criada. 4ua aFedoria era re u!tado de ano de pe +ui a e iniciaçSe #8!tip!a na e co!a de .

(# conceito +ue ta!&e: nunca ten"a ido articu!ado ante por+ue9 at' então9 5ora parte da e>peri3ncia cotidiana de todo . P!utarco di:ia +ue R. Z #edida +ue de cre&ia# o e!e#ento racionai na &ida9 PitAgora e eu eguidore co#eçara# a 5or#u!ar u# conceito para!e!o. E!e perceFeu +ue #arte!o de di5erente ta#an"o produ:ia# di5erente on . 0 5Aci! con iderar i o co#o u#a to!ice #í tica9 #a a "i t1ria de co#o e!e co#pa ou a pri#eira e ca!a #u ica! parece aut3ntica.de!a 5eita pe!o ete p!aneta J #edida +ue e de !oca&a# pe!o e paço. Por u# proce o de tentati&a e erro9 deter#inou +ue a nota #u icai co# o on #ai Fe!o para o ou&ido "u#ano corre ponde# a di5erente pe o . % en ina#ento da e co!a de . Não ' por aca o +ue per ona!idade co#o PitAgora 9 NeQton e 7eiFni:9 a+ue!e +ue #ai 5i:era# para a<udar a "u#anidade a entender a rea!idade do uni&er o 5í ico9 ta#F'# ten"a# penetrado 5undo no pen a#ento e ot'rico.i t'rio re!acionado co# o !ado raciona! eria# 8tei na con trução de cidade 9 no de en&o!&i#ento da ci3ncia e da tecno!ogia9 a i# co#o para e truturar e regu!ar o #undo e>terior. E!e depoi ca!cu!ou +ue e!a era# proporcionai entre i de u#a #aneira #ate#atica#ente preci a.+ue!e +ue con"ece a &erdade uperiore 9 con idera de pouco #'rito o &a!ore N 'rio N da ociedade. *erto dia9 PitAgora e ta&a andando pe!a cidade +uando ou&iu o #arte!ar de #eta! nu#a Figorna. eternidade ' u#a criança FrincandoR. . I o por+ue e# d8&ida ' &erdade +ue9 co#o notara# e te grande pen adore 9 e o!"ar#o a &ida co# a #aior uF<eti&idade po í&e!9 e# &e: de oF<eti&a#ente9 co#o 5a:e#o na ci3ncia9 urge# a!gun padrSe . Ne e ponto9 no na ci#ento do pen a#ento raciona!9 a e co!a de .i t'rio nutria# o contrArio. E# ua 5or#a e>p!ícita9 o en ina#ento irraciona! eria con5inado J e co!a . Moi de te cA!cu!o de PitAgora +ue e originou a oita&a #u ica! +ue entende#o e de 5ruta#o "o<e e# dia. Vo!tando para ca a9 in ta!ou u#a tAFua de #adeira na a!a e pendurou u#a 'rie de pe o nu#a e ca!a a cendente. Ma!ar no a unto 5ora de!a era perigo o e podia atrair "o ti!idade. % conceito era o eguinte: a &ida 1 pode er e>p!icada e# ter#o racionai at' certo ponto9 poi e>i te ta#F'# u# &a to e!e#ento irraciona! na &ida.

#uito di5erente . , &ida &i ta de #odo oF<eti&o pode er raciona! e u<eita J !ei naturai 9 #a 9 +uando &i&ida uF<eti&a#ente9 ' irraciona!. ,o di&idir a e>peri3ncia de ta #aneira9 PitAgora per#itiu +ue pen A e#o co# #ai c!are:a a re peito da dua di#en Se . % di cípu!o de PitAgora aprendia# a &i&er a5a tado da ociedade9 a!ternando entre o 3>ta e #í tico e a anA!i e inte!ectua!. PitAgora 5oi o pri#eiro a e di:er u# a#ante da aFedoria9 i to '9 Ru# 5i!1 o5oR. Por'#9 da #e #a #aneira +ue 41crate e P!atão depoi de!e9 PitAgora e ta&a #ai pr1>i#o de u# #ago do +ue de u# pro5e or uni&er itArio atua!. 4eu di cípu!o 5ica&a# pa #o co# e!e. ,credita&a# +ue tin"a o poder de 5a:3-!o on"ar o +ue e!e de e<a e e +ue ta#F'# podia reorientar a con ci3ncia de!e na &igí!ia e# u# Ati#o. PitAgora atraiu a 58ria "o#icida da+ue!e +ue 5ora# e>c!uído de eu círcu!o #ai ínti#o. Recu ou- e a ad#itir u# "o#e# c"a#ado *iron e# ua e co!a de ;i t'rio de&ido ao co#porta#ento de cuidado e i#perio o do #e #o. *iron incitou u#a turFa contra PitAgora . E!e in&adira# o edi5ício onde e reunia# PitAgora e eu eguidore e ateara# 5ogo. Todo e# eu interior #orrera#. Na 'poca de PitAgora 9 outro doi 5i!1 o5o de di5erente !ado do #undo9 CerAc!ito na 2r'cia e 7ao-T ' na *"ina9 &iera# Fre&e#ente J tona da "i t1ria tentando de5inir raciona!#ente a di#en ão irraciona! da &ida. Não pode#o atra&e ar o #e #o regato dua &e:e 9 di e CerAc!ito. CA u#a "i t1ria de +ue *on58cio procurou 7ao-T ' e pediu para er iniciado. 7ao-T ' o re<eitou e :o#Fou de!e e# ra:ão da #i tura de #aneira in inuante e a#Fição de #edida de *on58cio. De&e er u#a "i t1ria ap1cri5a9 #a c"a#a atenção para u#a &erdade i#portante: o con5ucioni #o e o taoí #o repre enta# o pen a#ento e>ot'rico e e ot'rico na *"ina. *on58cio pa ou ano reunindo a aFedoria tradiciona! c"ine a. ;ai tarde9 e a co!etEnea eria adotada por !ídere c"ine e co#o #anuai de go&erno. % dito de *on58cio ão e#inente#ente racionai . (#a &iage# de 1.000 +ui!L#etro co#eça co# u# 8nico pa o. Va!ori:e #ai a tare5a do +ue o pr3#io. 4e não puder cu#prir eu oF<eti&o 9 adapte-o . E a i# por diante.

Pode#o co#parar *on58cio co# Rudyard Hip!ing. ,#Fo era# er&o do i#p'rio. 4e o #ateria!i #o cientí5ico de cre&eu tudo +ue "A na &ida9 o poe#a R4eR9 de Hip!ing9 eria a 8!ti#a pa!a&ra oFre a condução da &ida e a 5i!o o5ia e ot'rica não teria nada a no en inar: 5e $s capaz de forçar coraç%o( nervos( m&sculos( tudo A dar se/a o ue for ue neles ainda existe. E a persistir assim uando( exausto( contudo( 6esta a vontade em ti( ue ainda te ordena7 8ersiste9 5e $s capaz de dar( segundo por segundo( Ao minuto fatal todo valor e bril!o. 3ua $ a 3erra com tudo o ue existe no mundo( E - o ue $ ainda muito mais - $s um :omem( meu fil!o9 % proF!e#a ' +ue9 e#Fora e>i ta# oca iSe e# +ue a #e!"or coi a a er 5eita ' tentar co# todo e#pen"o e não de i tir9 "A outra 9 co#o %r5eu de coFriu por i pr1prio9 e# +ue ' prudente de i tir e eguir a corrente:a. Z &e:e 9 +uando con egui#o o +ue +uere#o 9 1 5a:e#o a&ançar ainda #ai . E# outra oca iSe 9 a 8nica #aneira de #anter u#a coi a ' renunciando a e!a. *o#o a5ir#a 7ao-T ': Por+ue o i!u#inado e dei>a 5icar para trA 9 e!e a&ança. Por+ue de i te9 e!e con+ui ta Por+ue ' aFnegado9 e!e e ati 5a: , +uietude ' a en"ora do de a o ego. Trinta ano depoi da #orte de PitAgora 9 u# enor#e E>'rcito per a9 oF o co#ando de Yer>e 9 in&adiu a 2r'cia. Na 'poca9 no pri#eiro ano do 'cu!o V a.*.9 a 5orça per a 5ora# derrotada e e>pu! a pe!o atenien e e# ;aratona e depoi por u#a a!iança entre ,tena e E parta e# ;ica!e.

PitAgora "a&ia in tituciona!i:ado a di cu ão aFerta de opçSe e a to#ada de deci Se co!eti&a oFre +ue tSe +ue di:ia# re peito a toda a co#unidade V o +ue "o<e c"a#a#o de po!ítica. , partir daí - e no e paço criado pe!a a!iança E parta-,tena - urgiria o carAter ingu!ar da cidade-e tado grega de ,tena .

#9 O( Mi(t,rio( a -r,cia ' ' Roma
O( Mi(t,rio( ' El7u(i( * S6crat'( ' ('u a'mon * $lat"o< o ma)o * A i 'nti a ' i+ina ' Al'@an r' o -ran ' * O( C,(ar'( ' C%c'ro * A a(c'n("o o( ma)o( En+uanto identi5ica#o no atenien e u# do# para o pen a#ento indi&idua! !i&re9 &e#o e# E parta o de en&o!&i#ento da &ontade indi&idua!9 a 5orça co#petiti&a e a ad#iração pe!o "o#en 5orte . % "er1i criara# o e paço para o 5!ore ci#ento da cu!tura grega9 +ue no 'cu!o V a.*. co#eçou a e taFe!ecer o padrSe de Fe!e:a da 5or#a e o rigor do inte!ecto +ue a pira#o atingir de de então. E ta era a 2r'cia do grande iniciado : o 5i!1 o5o P!atão e ,ri t1te!e 9 o poeta Píndaro e o dra#aturgo 415oc!e e Eurípide . , #ai 5a#o a de toda a e co!a de ;i t'rio 5ica&a e# E!3u i 9 u# po&oado a a!gun +ui!L#etro de ,tena . % e tadi ta ro#ano *ícero9 e!e #e #o u# iniciado9 diria +ue o ;i t'rio de E!3u i e o +ue 5!uiu de!e co#pun"a# o #aior !egado de ,tena ao #undo ci&i!i:ado. RE!3u i R &e# de Re!aunoR9 +ue igni5ica Reu &en"oR9 i to '9 Reu &en"o a erR. Oua e nada re ta do antuArio - oFre&i&era# apena a!gu#a pedra di per a e a!gun pain'i de eu interior V9 #a u#a de crição da 'poca 5a!a de u#a parede e>terna de pedra cin:a-a:u!ada e e# #arca . Dentro9 "a&ia e tAtua pintada e 5ri o de deu a 9 5ei>e de grão e 5!ore de oito p'ta!a . (# re!ato a5ir#a +ue "a&ia u#a aFertura no teto do antuArio interno +ue proporciona&a a 8nica 5onte de !u:.

% ;i t'rio ;enore era# ce!eFrado na pri#a&era. En&o!&ia# rito de puri5icação e dra#ati:açSe de "i t1ria de deu e . (#a e tAtua de u# deu coroado co# #urta e portando u#a toc"a era !e&ada e# proci ão e# #eio a canto e dança . % deu era acri5icado e #orto ao !ongo de tr3 dia . Ouando repre enta&a# o deu acri5icado urgindo por entre o #orto 9 o "iero5ante e candidato reunido grita&a#: Iac"o h Iac"o ! 5ac"o hR Ta#F'# "a&ia u# e!e#ento aFerta#ente e>ua! ne ta ce!eFraçSe . P e!o9 erudito Fi:antino9 e cre&eu +ue V3nu 5oi retratada aindo do #ar entre repre entaçSe #1&ei de genitA!ia 5e#inina 9 e +ue depoi di o aconteceu o ca a#ento de Per '5one e Cade . *!e#ente de ,!e>andria regi trou +ue era encenado o e tupro de Per '5one9 e ,tenAgora a5ir#ou +ue9 durante e te dra#a Fi:arro9 &io!ento e +ua e urrea!9 e!a era retratada co# u# c"i5re na te ta9 ta!&e: i#Fo!i:ando o Terceiro %!"o. Ta#F'# "A re!ato de u# !eite ceri#onia! endo &ertido de u# &a o de ouro no 5or#ato de u# eio. E# certo ní&e!9 i o oF&ia#ente e tA re!acionado co# a adoração da Deu a ;ãe9 #a de&e no a!ertar para o 5ato de +ue nu# ní&e! #ai pro5undo e ta ceri#Lnia di:ia# re peito J &ida e J #orte. 4aFe#o por PitAgora +ue a Via 7Actea 5oi conceFida de u# rio &a to ou de u# grupo de e pírito . % e pírito do #orto 9 e#e!"ante a e tre!a 9 a cendera# pe!o porta! de *apric1rnio e uFira# pe!a e 5era 9 ante de de cere# para o #undo #ateria! pe!o porta! de *Encer. Píndaro a5ir#ou: RMe!i: ' o "o#e# +ue &iu o ;i t'rio ante de er epu!tado oF a terra9 por+ue e!e aFe o +ue acontece +uando ce a a &ida.R 415oc!e di e: RTr3 &e:e 5e!i:e ão a+ue!e +ue &ira# o ;i t'rio ante de #orrere#. Terão a &ida ap1 a #orte. Todo o outro e>peri#entarão apena o o5ri#ento.R P!utarco 5a!ou +ue o +ue #orre# &i&e# pe!a pri#eira &e: a #orte +ue o iniciado <A e>peri#entara#. % ;i t'rio ;aiore 9 ce!eFrado no e+uin1cio de outono ou pr1>i#o de!e9 era# precedido de no&e dia de <e<u#9 depoi do +uai o candidato J iniciação receFia# u#a FeFida podero a c"a#ada IyIeon. 0 c!aro +ue a 5o#e e>tre#a pode !e&ar a u# e tado &i ionArio9 ou pe!o #eno a u#a propen ão a ter a!ucinaçSe . Depoi de <e<uar por tanto te#po9 o candidato

FeFia e a #i tura de ce&ada to tada9 Agua e 1!eo de poe<o9 +ue pode er narc1tica e ingerida e# +uantidade u5iciente.

% ;i t'rio en&o!&ia# a pe oa na e>peri3ncia #ai inten a 9 no #edo #ai de &airado 9 no "orrore e 3>ta e #ai o#Frio . P!utarco de cre&e o terror da+ue!e +ue e ta&a# pre te a er iniciado 9 co#o e e ti&e e# a ponto de #orrer9 o +ue9 ' e&idente9 de certa 5or#a e ta&a#. I#agine e &oc3 ti&e e &i to apre entaçSe dra#Atica de e&ento oFrenaturai apa&orante no ;i t'rio ;enore e agora acredita e +ue e ta coi a iria# acontecer para &a!er9 +ue &oc3 iria participar de u# teatro e# +ue eria #orto9 e de certa 5or#a rea!#ente #orreriah % re!ato de Proc!o ugere# +ue o candidato era# atacado pe!a R5or#a precipitada de Fando de de#Lnio terreno R. E#Fora ne a 'poca 5o e #uito di5íci! para o ere e pirituai #ai e!e&ado 9 ou e<a9 o deu e 9 e pre#ere#- e e# u# reino #ateria! den o9 era re!ati&a#ente 5Aci! para o e pírito in5eriore 9 co#o de#Lnio e e pírito do #orto . % candidato de&ia er en&ergon"ado9 punido e torturado por de#Lnio . Pau Enia 9 e# ua

De crição da 2r'cia9 conta de u# de#Lnio c"a#ado EurLno#o 9 cu<a pe!e preta-a:u!ada parecia a de u#a #o ca e +ue de&ora&a a carne de cadA&ere putre5ato . De&e#o a i#i!ar i o co#o u#a &erdade !itera!T *o#o di e#o ante 9 e ta ceri#Lnia de iniciação era# e# parte ritua! e teatro e e# parte e ão e pírita. % 5ato de +ue a droga tin"a# i#portEncia na con<uração de e de#Lnio não igni5ica nece aria#ente - do ponto de &i ta idea!i ta - +ue e!e era# i!u 1rio . Ta#F'# de&e#o no !e#Frar de +ue na índia rura! ainda acontece# ceri#Lnia re!igio a per5eita#ente re peitA&ei - co#o a adoração de e pírito in5eriore 9 o Preta 9 )"ut 9 Pi ac"a e 2and"ar&a - +ue n1 9 do %cidente9 c!a i5ica#o co#o e Se e pírita . , e co!a de ;i t'rio preocupa&a#- e e# con5erir ao candidato u#a e>peri3ncia e piritua! aut3ntica9 o +ue9 no conte>to da 5i!o o5ia idea!i ta9 igni5ica u#a e>peri3ncia genuína do e pírito - pri#eiro o de#Lnio e o e pírito do #orto 9 por 5i# o deu e . No 'cu!o V a.*9 era #uito di5íci! para u# deu e# corpo #ateria! a5etar direta#ente a #at'ria9 co#o #o&er u# oF<eto pe ado. ;a o acerdote iniciado podia# pronunciar pa!a&ra #Agica nu#a nu&e# de 5u#aça +ue e#ana&a de u# 5ogo acri5ica!9 e J &e:e aparecia a 5ace de u# deu . Har! &on EcIart "au en9 teo o5i ta do 'cu!o YVIII9 regi trou a 5u#igaçSe #ai e5ica:e para cau ar apariçSe : cicuta9 #ei#endro negro9 aça5rão9 a!o'9 1pio9 #andrAgora9 a!oru#9 e#ente de papou!a9 a a-5'tida e a! a. , e tAtua +ue parece# #iracu!o a#ente &i&a 9 pe!a +uai o grego ão 5a#o o 9 urgira# na e co!a de ;i t'rio . , 5unção origina! de!a era a<udar a tra:er o deu e J Terra. Pe!o u o anterior da e tAtua no Egito e na 4u#'ria9 aFe#o +ue e pretendia +ue o deu e a ocupa e#9 &i&e e# ne!a co#o eu corpo 5í ico e !"e de e# &ida. 4e &oc3 e co!oca e diante da e tAtua de ,rte#i e# 05e o9 a ;ãe Terra apareceria oFre &oc3 co#o u#a grande Ar&ore. Voc3 teria u#a en ação de er aF or&ido pe!a #atri: &egeta! do co #o9 o grande oceano de onda de !u:9 e de e tar uno co# e!e.

, e tAtua parecia# re pirar e e #e>er. Di:ia- e +ue J &e:e e!a 5a!a&a# co# a pe oa . Depoi de &Aria pro&açSe 9 o candidato Fe#- ucedido podia a cender a u# !ugar c"eio de !u: #8 ica e dança . Dioní io V )aco ou !ac"o V aparecia nu#a &i ão radiante e Fe!a de !u:. ,ri tide o %rador contou: RPen ei ter entido a apro>i#ação do deu e o to+uei9 eu e ta&a e# a!gu# !ugar entre a &igí!ia e o ono. ;eu e pírito e ta&a tão !e&e - de u#a 5or#a +ue 5ugiria J co#preen ão de +ue# não 5oi iniciado.R Por e ta !e&e:a de e pírito e!e e re5ere a u#a e>peri3ncia 5ora do corpo. Ta#F'# parece c!aro +ue o deu e J &e:e ocupa&a# corpo et'reo e &egetai no c!í#a> do ;i t'rio e a i# aparecia# co#o e pectro ou 5anta #a !u#ino o . , i#9 o proce o de iniciação con5eria o con"eci#ento e>i tencia! pe oa!9 direto e inegA&e! de +ue o e pírito podia &i&er 5ora do corpoW e9 ne te e tado9 o

candidato e torna&a u# e pírito entre o e pírito 9 u# deu entre o deu e . Ouando Rrena ciaR no #undo #ateria! cotidiano9 +uando era coroado co#o iniciado9 retin"a #uito do podere di&ino de percepção e capacidade de in5!uenciar o aconteci#ento .

, e>peri3ncia da iniciação era9 portanto9 #í tica. Por'#9 co#o &i#o no ca o de PitAgora 9 o con"eci#ento prAtico e at' cientí5ico ta#F'# e re&e!a&a i#p!ícito ne ta e>peri3ncia. Depoi da iniciação9 o "iero5ante e!ucidaria o +ue o no&o iniciado acaFara de &i&er9 con u!tando re&e!açSe #i terio a e# u# !i&ro 5eito de dua taFu!eta de pedra9 c"a#ado o 7i&ro da Interpretação. E!e e>p!ica&a# co#o e 5or#ara# o #undo #ateria! e o corpo #ateria! e "u#ano9 e co#o o doi era# dirigido pe!o #undo e pirituai . Para a<udA-!o e# eu en ina#ento 9 o "iero5ante ta#F'# u a&a í#Fo!o . E te inc!uía# o tir o 5eito de <unco9 J &e:e co# &Ario n1 e co# u#a pin"a no topo. Ca&ia ta#F'# o RFrin+uedo de Dioní ioR - u#a erpente dourada9 u# 5a!o9 u# o&o e u#a ponta

girat1ria +ue produ:ia o o# R%#R. *ícero &iria a e cre&er +ue9 +uando e pa a a entend3-!o 9 o #i t'rio ocu!to t3# #ai a &er co# a ci3ncia natura! do +ue co# a re!igião.

Ta#F'# "a&ia u# e!e#ento pro5'tico ne te en ina#ento . , 8!ti#a iniciação e# E!3u i e>igia +ue o candidato co!"e e u#a e piga de trigo &erde9 erguida e# i!3ncio. 0 c!aro +ue e# certo ní&e! o ;i t'rio era# agríco!a e tin"a# a e>pectati&a de u#a Foa co!"eita. ;a "a&ia outro ní&e!9 re!acionado J co!"eita de a!#a . E te trigo era a e tre!a 4pica9 a e#ente di&ina na #ão e +uerda da deu a &irge# da con te!ação de Virge#. E tou 5a!ando9 ' c!aro9 da deu a +ue o egípcio c"a#a&a# de @ i . % grão +ue e!a egura antecipa a grande R e#enteiraR c1 #ica. Viria a er tran 5or#ado e# pão da (!ti#a *eia9 i#Fo!i:ando o corpo &egeta! e# /e u *ri to e ta#F'# a di#en ão &egetati&a9 ou o e tado a!terado de con ci3ncia +ue9 de acordo co# o cri tiani #o e ot'rico9 todo de&e#o Fu car9 e +ui er#o encontrA-!o !A. No&a#ente9 &e#o +ue a di#en ão &egetati&a do co #o ' o 5oco do pen a#ento e ot'rico. Na 5i!o o5ia de P!atão9 a a!#a ' a #ediadora entre o corpo #ateria! e o

e pírito ani#a!. 4e +ui er#o dei>ar para trA o #undo #ateria! e entrar no #undo e pirituai 9 e ta di#en ão &egetati&a de&e er o #oti&o de no a %Fra. E>i te# outra #aneira de o e pírito in5!uenciare# o aconteci#ento . Todo +ue conte#p!a# u# do Fu to re#ane cente de 41crate pode# perceFer o a pecto &i&o e atírico de ua 5i iono#ia. Na tradição ecreta9 41crate 5oi u#a reencarnação do grande e pírito +ue ante &i&era no corpo de 4i!eno.

41crate J &e:e 5a!a&a de eu dae#on9 u# e pírito Fo# +ue o guia&a pe!a &ida. Co<e e# dia9 e te pode parecer u# conceito e tran"o. ;a o re!ato a eguir ta!&e: e<a repre entati&o do dae#on no te#po #oderno . 0 u# incidente contado por u# di cípu!o do 5i!1 o5o e ot'rico ru o P.D. %u pen Iy9 +ue in5!uenciou a 5or#ação de #uito do grande e critore e arti ta do 'cu!o YY9 inc!u i&e o poeta e dra#aturgo T.4. E!iot9 o ar+uiteto MranI 7!oyd Prig"t e o pintore Ha:i#ir ;a!e&itc" e 2eorgia %NHee5e.

R E!e então e perguntou de onde &in"a a &o:.E e "o#e#9 u# ad&ogado9 5oi ou&ir u#a pa!e tra de %u pen Iy nu#a ca a a oe te de 7ondre . % oF<eti&o de toda 5i!o o5ia9 di: e!e9 ' en inar a #orrer.i t'rio in5!uenciara# a e&o!ução da con ci3ncia. 4urgira# de ta in tituição re!igio a não 1 a e cu!tura e o teatro9 #a a 5i!o o5ia9 a #ate#Atica e a a trono#ia9 a i# co#o a id'ia de po!ítica e #edicina. 41crate 5oi u# "o#e# guiado de ta 5or#a por ua con ci3ncia. . Na peça de E +ui!o e 415oc!e 9 o pri#eiro dra#aturgo a tere# a oFra . E!e #orreu tendo perdoado eu e>ecutore .e con tante#ente a guerra re!igio a 9 a In+ui ição9 a repre ão ao pen a#ento cientí5ico e atitude patriarcai re triti&a . *ita#.ci#a de tudo9 a e co!a de . Por 5i#9 encontrou u#a e>p!icação no en ina#ento de %u pen Iy. Não e aFe ao certo9 #e #o entre a e co!a ecreta 9 e 41crate 5oi ou não u# iniciado. % <ura#ento contra o uicídio ' u# do #ai 5erren"o 5eito pe!o iniciado .e !ugar-co#u# di:er +ue a re!igião te# u# e5eito negati&o e at' de truti&o na "i t1ria "u#ana.i t'rio 9 u#a parte centra! da re!igião organi:ada do #undo antigo. Va!e a pena !e#Frar +ue a!gu#a da #aiore g!1ria da cu!tura "u#ana t3# orige# na e co!a de . "i t1ria con&enciona! dA pouca 3n5a e J e&o!ução da con ci3ncia9 #a pode#o &3-!a e# ação no&a#ente e o!"ar#o a #udança no teatro grego.tena e de não acreditar no deu e 9 41crate co#eteu uicídio to#ando cicuta. Tornou. E ta &o: era de eu pr1prio eu uperior. (# do grande oF<eti&o do proce o de iniciação +ue e!e e &iu e#preendendo era a!terar ua con ci3ncia para +ue e!e 5o e capa: de ou&ir e ta &o: o te#po todo. . E!e !e&ou adiante o grande pro<eto de tran 5or#ar e# conceito a aFedoria in tinti&a do eu ani#a! e in5erior9 e ua 5i!o o5ia9 co#o a de PitAgora 9 não ' #era#ente acad3#ica. Ta#F'# ' u#a 5i!o o5ia de &ida. .o air de !A9 con5u o e c"eio de d8&ida 9 u#a &o: dentro de!e di e: R4e dei>ar de ter contato co# i o9 e tarA 5a:endo a!go de +ue e arrependerA pe!o re to da &ida. Ouando 5oi acu ado de corro#per a <u&entude de .

9 e a repro&ação 5oi interna!i:ada e receFeu u# no#e. De acordo co# ta! &i ão9 Eurípide 5oi i#p!e #ente a pri#eira pe oa a !"e dar no#e.i t'rio de E!3u i 5or<ara# e ta no&a di#en ão da e>peri3ncia "u#ana. Ouando &e#o u#a grande produção de u#a da trag'dia in pirada pe!a e>peri3ncia da iniciação .t' c"egar#o a e te ponto9 não con"ecere#o o igni5icado da &ida.*.pode#o captar u# eco de e proce o.*.e enri<ecido e carrega a!go +ue parece u#a carapaça de proteção. No o corpo ani#a! 5oi corro#pido. Pa a#o 9 por'#9 a 5icar J &ontade co# e ta carapaça. . . % dra#aturgo grego da&a# a eu p8F!ico u#a e>peri3ncia +ue era e#e!"ante J iniciação9 e a 5or#a de!e de traFa!"ar9 e encia!#ente iniciAtica9 ' Fa eada nu#a co#preen ão da nature:a "u#ana. R41 "A u#a coi a +ue pode oFre&i&er a toda a pro&açSe da &ida: u#a con ci3ncia tran+Ui!a. Do #e #o #odo9 no 5undo "A u# a co por n1 #e #o +ue no i#pede de &i&er p!ena#ente o #o#ento pre ente9 de &i&er a &ida e# ua p!enitude. grande arte dra#Atica #o tra +ue não enti#o e>ata#ente o +ue a con&enção no di: para entir. No pen a#ento J a&e a da tradição e ot'rica9 o #oti&o para +ue não "a<a9 at' e a a!tura9 uge tão de con ci3ncia e# nen"u# do anai da e>peri3ncia "u#ana ' +ue o . Tornou. . E# Cip1!ito9 de Eurípide 9 de 62D a. . Para5ra eando 4au! )e!!oQ9 e!a a#p!ia u# pouco #ai a condição "u#ana. Não pode#o a#ar ou er a#ado de &erdade ante +ue a carapaça de in eto e<a aFerta pe!o proce o agoni:ante da iniciação.t' 5ica#o dependente de!a. Ouando a i ti#o ao teatro grego9 o#o puri5icado por catar e.i t'rio 9 a #a!dade re u!ta e# per eguição por de#Lnio a!ado c"a#ado Erínia ou M8ria 9 co#o na %re teia9 de E +ui!o9 de 6=D a.R Na "i t1ria con&enciona!9 upSe.e po í&e! graça a #uito derra#a#ento de angue9 tortura9 rouFo9 in<u tiça V e9 no 5undo9 aFe#o di o.enti#ento 9 pen a#ento 9 &ontade9 percepção.e +ue a pe oa e#pre 5ora# agui!"o ada pe!a con ci3ncia. .0dipo rei ou Rei 7ear por e>e#p!o . .a no a &ida 5Aci! e ocio a tornou.interpretada 5ora da e co!a de .o tra-no no&a 5or#a de er .

.E#Fora e<a di5íci! entender e aceitar a!gu#a id'ia do grego 9 outra pode# parecer 1F&ia J pri#eira &i ta9 at' pa ageira 9 a ponto de pen ar#o +ue ne# &a!e# a pena er #encionada . 8ara entender por ue $ uma provocaç%o e at$ espantoso dizer essas coisas( coisas ue c!ocam o mundo e( por conseguinte( v4m sendo lembradas !á s$culos( temos ue v4-las no contexto de uma nova e pr. Da mesma forma( uando 5. Entre a!gun dito atriFuído a PitAgora e tão: 6espeite a si mesmo acima de todas as coisas e n%o ceda 1 tentaç%o( a n%o ser uando concordar em ser infiel a si mesmo.crates disse( Uma vida n%o examinada n%o $ digna de ser vivida( ele estava se dirigindo 1s pessoas ue 1 uela altura n%o tin!am a faculdade para o pensamento abstrato( com a ual se tefletia sobre a pr.spera noç%o a respeito do ser. Esta foi a grande dádiva ue 5.crates deu ao mundo.pria vida.

. . *o#o ugeri e a pe oa &i&ia# o #undo de u#a 5or#a idea!i ta. 4e o #undo não pa a de u#a e p'cie de "o!ogra#a gigante9 e!e não poderia er de !igadoT No Princípio do con"eci#ento "u#ano9 o Fi po )erIe!ey9 o #ai in5!uente 5i!1 o5o do idea!i #o ing!3 9 de5endeu u#a &er ão de idea!i #o egundo a +ua! a #at'ria não te# e>i t3ncia independente da percepção . .e a principa! 5igura da 5i!o o5ia grega. 4eu DiA!ogo ão a #aior e>pre ão da 5i!o o5ia da #ente-ante -da-#at'ria9 c"a#ada idea!i #o9 +ue e tA no cerne de te !i&ro. Na "i t1ria ecreta9 at' e a 'poca todo &i&era# o #undo de u#a 5or#a idea!i ta.9 pertenceu a u#a da pri#eira geraçSe +ue aprendeu i te#atica#ente a !er.ri t1te!e 9 di cípu!o de P!atão9 deu o a!to 5i!o 15ico para a+ui!o +ue !e&aria ao #ateria!i #o9 a 5i!o o5ia do#inante de "o<e.cade#o9 e# . . Todo acredita&a# ni o e# pen ar9 por in tinto.cade#ia no <ardi# do t8#u!o de . 41 pa ou a er nece Ario a u# grande iniciado conceitua!i:ar a &i ão de #undo idea!i ta e regi trA-!a e# ter#o i te#Atico por e crito +uando a con ci3ncia e&o!uiu para u#a 5a e e# +ue a pe oa podia# conceFer o ponto de &i ta contrArio.a co#o #at'ria de 5ato "i t1rico9 não ' a po ição u tentada pe!a grande #aioria da pe oa +ue acreditara# no idea!i #o e# toda a "i t1ria. 0 #uito 5Aci! interpretar #a! o idea!i #o de P!atão. P!atão na ceu e# 62D a. E!e 5undou a .tena . E!e natura!#ente no parece in5erir +ue9 e o #undo #ateria! ' u# precipitado de no o proce o #entai 9 de&ía#o poder #anipu!ar o #undo de u#a 5or#a #uito patente e direta 1 de pen ar ne!e.e e ta ' a &er ão de idea!i #o #ai con"ecida do e tudante de 5i!o o5ia na uni&er idade ang!o-a#ericana .*. 5or#a de con ci3ncia de todo era ta! +ue não e +ue tiona&a e a id'ia eria# u#a 5or#a #ai e!e&ada de rea!idade do +ue o oF<eto .Ouando 41crate #orreu9 eu di cípu!o P!atão tornou. 5acu!dade de i#aginar era #uito #ai 5orte do +ue a 5acu!dade de pen ar9 +ue na 'poca co#eça&a a e de en&o!&er. .

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Ouando con idera# o grande pen a#ento c1 #ico +ue ondu!a# pe!o #undo9 o princípio ati&o por trA da apar3ncia da coi a 9 #uito idea!i ta e perguntara# at' +ue ponto ' ade+uado con iderA-!o ere con ciente co#o n1 .E!e acredita&a# +ue o oF<eto da i#aginação era# #ai reai do +ue o oF<eto do entido .e ainda acredita# . #aior parte da pe oa +ue acredita&a# no idea!i #o co#o 5i!o o5ia de &ida acredita&a na #at'ria endo precipitada da #ente co#o u# proce o "i t1rico +ue aconteceu ao pouco e por !ongo período de te#po. E ta a ociação pode parecer gro eira#ente antropo#1r5ica para a #enta!idade atua!.credita&a# +ue a &ida era igni5icati&a e o co #o tin"a igni5icado. Ta!&e: e<a 2oet"e +ue# #e!"or ten"a 5a!ado a re peito do +ue parece er u# idea!i ta do te#po #oderno .#a i to não igni5ica nece aria#ente +ue o 8!ti#o 5o e de todo irrea!. Ta#F'# acredita&a# . . . *ícero e NeQton não era# ne# 5orte#ente po!iteí ta 9 ne# 5orte#ente #onoteí ta . % +ue NeQton c"a#ou de Inte!!igencer 9 2oet"e c"a#ou de Ra .ãe R. . E!e e cre&eu oFre entir a pre ença rea! de intercone>Se &i&a co# o #undo natura! e cone>Se &i&a co# outra pe oa 9 e#Fora e ta cone>Se não po a# er #en urA&ei ou &i í&ei .i t'rio 9 encontrara#9 e# e tado a!terado de con ci3ncia9 e te Inte!!igencer de encarnado .a 9 co#o 5ato "i t1rico9 a pe oa +ue acredita&a# no idea!i #o co#o 5i!o o5ia de &ida e#pre tendera# a acreditar e# e pírito 9 deu e e an<o . Idea!i ta co#o *ícero e NeQton não con idera&a# e te RInte!!igencer R9 para u ar u# ter#o cun"ado por NeQton9 ne# gro eira#ente i#pe oa! ne# pe oa!. E +ue a!go co#o a +ua!idade "u#ana 9 na &erdade a!go co#o a con ci3ncia "u#ana9 e#pre ' Fa eado na e trutura do co #o. % uni&er itArio de "o<e9 +ue deFate# o pr1 e contra do idea!i #o9 de&e# <u!gar di5íci! e+uiparar a id'ia p!atLnica co# deu e e an<o 9 co#o e ti&e#o 5a:endo.+ue o "o!ogra#a9 por a i# di:er9 erA de !igado9 #a de no&o ao pouco e por período igua!#ente !ongo de te#po. E o iniciado da ociedade ecreta 9 a i# co#o o da e co!a de . . E e cre&e acerca do grande e pírito uni&er ai +ue #ant3# tudo unido.

R 2oet"e 5a!a ainda da cone>Se &i&a uF<acente a cada 5enL#eno.. REu e ta&a tão in+uieta no #eu +uartoR9 di:ia e!a9 R+ue não pude dei>ar de &ir para cA. Não aFe#o o +ue e agita na at#o 5era +ue no cerca9 ne# co#o e re!aciona co# no o e pírito. e# +ue o Te#p!o de E5e o 5oi incendiado por u# !ouco....+ o mago deve entrar em seu dom0nio( se uiser obter poder de uma forma de ser *.^ (#a a!#a pode ter in5!u3ncia deci i&a oFre outra por #eio de ua pre ença i!encio a9 da +ua! po o re!acionar #uito e>e#p!o .!e>andre9 na ceu no #e #o dia de . (#a coi a ' certa pode#o oca iona!#ente e tender o tentAcu!o de no a a!#a para a!'# de eu !i#ite corp1reo ].Todo n1 anda#o no #i t'rio . No 'cu!o V a. P!utarco oF er&ou +ue o 5i!"o de Me!ipe9 .=? a. E# gera! acontece co#igo +ue9 +uando e tou ca#in"ando co# u# con"ecido e9 e ten"o u#a i#age# &i&a de a!gu#a coi a e# #ente9 e!e de 8Fito co#eça a 5a!ar da #e #í i#a coi a.. 3odas as almas e formas do ue foi( ou do ue será( pairam como nuvens no vasto espaço de seu domic0lio( *. :abitando a eterna obscuridade e a solid%o( essas '%es s%o seres criativos< s%o o princ0pio criador e sustentador do ual prov$m tudo o ue tem vida e forma na superf0cie da 3erra. No +uarto 'cu!o9 a#Fa 5ora# do#inada pe!a . E# #in"a <u&entude9 &i&i e>e#p!o u5iciente +uando9 e# #in"a ca#in"ada o!itAria 9 entia u# 5orte de e<o pe!a co#pan"ia da #u!"er a#ada e pen a&a ne!a at' +ue e!a de 5ato &in"a #e encontrar. Ta#F'# con"eci u# "o#e# +ue pode nu# Ati#o i!enciar u# grupo en&o!&ido nu#a con&er a apena co# o poder da #ente9 e# di:er u#a pa!a&ra.*.tena e E parta !uta&a# pe!o do#ínio da região. .. 5e/a lá o ue for ue deixe de respirar volta-l!es como natureza espiritual e elas o preservam at$ a ocasi%o de sua exist4ncia renovada.9 .^.+.. Todo te#o 5orça e!'trica e #agn'tica e# n1 W e e#ana#o 9 co#o o pr1prio #agneto9 u# poder atraente ou repu! i&o ]..*.acedLnia9 go&ernada pe!o roFu to Me!ipe II... *o# o a#ante 9 e te poder #agn'tico ' particu!ar#ente 5orte e age #e #o J di tEncia.

. 4e#pre 5unda&a cidade -e tado no #o!de grego 9 di&u!gando a po!ítica e a 5i!o o5ia "e!3nica .!e>andre e&itar +ue a con ci3ncia rec'#-e&o!uída9 5oi<ada por iniciado co#o P!atão e Eurípide 9 5o e a oFerFada pe!a #aior ri+ue:a9 grande:a e poder #i!itar da K ia.!e>andre e .ãe Terra9 o podere +ue con5igura# o #undo natura!. Era parte da #i ão de . E# &e: de dedu:ir a &erdade oFre o #undo a partir de princípio i#ateriai e uni&er ai 9 . Me!ipe procurou pe!o #aior inte!ecto da 'poca para er tutor de eu 5i!"o e e co!"eu o #aior di cípu!o de P!atão9 .i t'rio en ina&a u#a aFedoria +ue !"e era 8nica9 e por i o .. Depoi &arreu o u! pe!a 4íria e a Menícia9 ante de con+ui tar o Egito9 onde 5undou a cidade de . (# dia o Fe!o e de te#ido rapa:9 co# o o!"o e# Fra a e a <uFa !eonina9 do#ou u# ca&a!o 5ero: e #agní5ico c"a#ado )uc'5a!o9 +ue nen"u# do generai de Me!ipe con eguiu #ontar.!e>andre +uando e!e na ceu.ri t1te!e . .!e>andre e e taFe!eceu co#o go&ernante de g3nio e co#andante #i!itar in uperA&e!.6 a.ri t1te!e . Dedu:iu a !ei 5í ica por #eio de u# proce o de aF tração.!e>andre criou o #aior i#p'rio +ue o #undo &ira.e o &eícu!o para a 5i!o o5ia de .*. *o#o P!atão deu u#a e>pre ão 5or#a! e conceitua! ao idea!i #o9 era ine&itA&e! +ue eu opo to !ogo 5o e 5or#u!ado.oi ' e PitAgora 5ora# iniciado e# #ai de u#a e co!a.9 !iderou u# e>'rcito at' a K ia9 derrotando o per a na )ata!"a de I o9 e#Fora o per a upera e#9 e# ter#o nu#'rico 9 eu e>'rcito e# de: para u#.ai particu!ar#ente9 e!e de&ia e&itar . E# .ri t1te!e pLde portanto in&entar toda u#a 5or#a #oderna e inteira#ente no&a de de cre&er o podere ocu!to +ue dão 5or#a J nature:a. . .*ada e co!a de .ri t1te!e reuniu e c!a i5icou a in5or#açSe do #undo #ateria!.i t'rio !igado ao Te#p!o de E5e o en ina&a# o #i t'rio da . De certo #odo9 o e pírito de ta e co!a entrou e# .!e>andria. Me!ipe 5oi a a inado +uando o 5i!"o tin"a apena 12 ano 9 #a de i#ediato . % "iero5ante da e co!a de .ri t1te!e e recon"ecera# co#o e pírito a5in .!e>andre pa aria a &ida toda tentando identi5icar e te e!e#ento di&ino dentro de!e. E# gera! e di:ia +ue o I#p'rio Ro#ano proporcionou u# &eícu!o para a di e#inação do cri tiani #o9 e da #e #a 5or#a . E te9 então9 tornou.

!e>andre.nda#o !i&re#ente pe!a uper5ície da Terra9 e# con5!ito . Dor#i#o pro5unda e paci5ica#ente oFre a 5o!"a da 5!ore ta. .!i e!e deFateu co# 5i!1 o5o FrE#ane 9 o de cendente do ri "i .!e>andte &o!tou a derrotar o per a 9 de truindo a antiga capita! de Per 'po!i 9 ante de entrar no .+ue a no&a raciona!idade 5o e e!i#inada pe!a antiga c!ari&id3ncia ritua!i ta e pe!a con ci3ncia 5igurati&a.1 a.9 .2 a..*. Pouca &e:e na "i t1ria u# indi&íduo 5oi capa: de cur&ar todo o #undo J ua &ontade. E# . E# a!gun do paí e +ue con+ui tou .ri t1te!e dera a .+ui!e . *"egou.e +ue o c"i5re ceri#oniai +ue e!e pa ou a u ar 5o e# u#a #arca +ue indica&a i o.e +ue e!e +ua e #orreu ne ta e>pedição9 e#Fora i o po a er u#a re5er3ncia a u#a R#orte #í ticaR.d#itido a oF er&ar o rito agrado e iniciAtico do FrE#ane 9 o acerdote de . 4e ti&' e#o a!gu#a po e #ateria!9 no o ono eria perturFado. E!e J &e:e e &ia co#o u# e#ideu co#o .t' +ua e o 5i# de ua &ida9 parecia +ue ningu'# podia e co!ocar e# eu ca#in"o. . CA u#a "i t1ria de +ue .#on-Geu . E toda a no a nece idade ão uprida co#o u#a #ãe +ue nutre eu 5i!"o co# eu !eite.!e>andre +ue e!e era 5i!"o de .9 partiu nu#a e>pedição ao Te#p!o de .*.5egani tão e por 5i# na índia. E# di5erente 'poca 9 a5ir#ou. .!e>andre #andou u# 5i!1 o5o grego c"a#ar u# #e tre FrE#ane para ir at' e!e9 o5erecendo u#a grande reco#pen a e a#eaçando decapitA-!o e e!e e recu a e. .e +ue Per eu e C'rcu!e 5ora# eu ance trai 9 de acordo co# tradiçSe &ariada . % +ue ' certo ' +ue e!e 5oi Rrecon"ecidoR pe!o acerdote e iniciado !A.#on9 no oA i de 4iQa9 no de erto9 cerca de D00 +ui!L#etro a oe te de .!e>andre 5icara# pa #o ao &er a e#e!"ança +ue a ceri#Lnia tin"a# co# a de!e pr1prio .. % 5i!1 o5o a5ina! !oca!i:ou o FrE#ane na pro5unde:a da 5!ore ta e receFeu a eguinte re po ta eca: R% FrE#ane não te#e# a #orte ne# de e<a# o ouro. 4upun"a.e a e pecu!ar +ue o acerdote teria# dito a .R E te 5oi u# raro go!pe de re<eição a . . Di:.!e>andre u# e>e#p!ar da I!íada de Co#ero9 +ue e!e #ai tarde pa ou a aFer de cor.3n5i 9 no Egito. *o#o ugeri9 toda a &ida de . E# .!e>andre pode er &i ta co#o u#a Fu ca para entender a orige# de te poder di&ino.

nte di o9 a re!igião de u#a pe oa era deter#inada pe!a raça ou pe!a triFo. . (# cidadão podia ter i te#a de crença #uito di5erente para e co!"er: o cu!to o5icia! do deu e p!anetArio 9 a adoração neoegípcia de 4erApi 9 o epicuriani #o9 o e toici #o9 a 5i!o o5ia do peripat'tico e o cu!to per a do #itraí #o.9 Ro#a era a capita! do #undo e u# &1rtice de id'ia . Ouando pen a#o e# Ro#a9 i#agina#o a o5i ticação e a grande:a9 #a ta#F'# a paran1ia. In pirado por PitAgora 9 41crate 9 P!atão e . Pe!a pri#eira &e: na "i t1ria9 e co!"er u# de e i te#a de crença podia er u#a +ue tão de deci ão pe oa!.!e>andre 1 e #anti&era unido graça a eu #agneti #o pe oa!. No *orão9 e!e aparece co#o D"u!Oarnayn9 +ue igni5ica Ra+ue!e de doi c"i5re R. pe oa podia# e co!"er de acor do co# a e&id3ncia ou podia# e co!"er o +ue +ueria# acreditar. pri#eira re!igião #i ionAria e pro e!iti ta por &o!ta de 22 a. . % Fudi #o urgiu co#o .e!e era !e#Frado co#o u# "o#e# de c"i5re . .!e>andre ignorou o con e!"o do a tr1!ogo da )aFi!Lnia para não entrar pe!o portSe de ua cidade.ri t1te!e 9 a pe oa de en&o!&ia# a capacidade para o pen a#ento deduti&o e induti&o.ri t1te!e .!e>andria. % #onge Fudi ta e o FrE#ane indiano co# certe:a ta#F'# c"egara# a . E# 160 a. .o . E!a ta#F'# era# capa:e de pe ar argu#ento contrArio . Dua e#ana depoi 9 #orreu de 5eFre.*. Para o não iniciado 9 o #undo e pirituai era# u#a &i ão +ue e #aecia9 dei>ando &e tígio 5raco +ue di5icu!ta&a# eu di cerni#ento e ua certe:a. 4e co#parar#o a 2r'cia de P'ric!e co# a ro#a do c' are 9 &ere#o ne ta 8!ti#a o #e #o tipo de po#pa de p1tica9 de rituai e!aForado e i#pre ionante co# 5u#aça9 incen o e to+ue de cí#Fa!o +ue . ano 9 .. *o# a a cen ão do I#p'rio Ro#ano9 portanto9 c"ega#o J era da 5' inaut3ntica9 de u# cetici #o e u# cu!ti&o con ciente da en iFi!idade +ue era# inteira#ente no&o .*. . 7ogo 5icaria e&idente +ue o i#p'rio de .gora a condição "u#ana e ta&a #udando.!e>andre e .a 9 de acordo co# a "i t1ria ecreta9 e te c"i5re ão o c"i5re de u# caçador +ue <A con"ece#o 9 e o doi grande a#igo 2i!ga#e " e EnIidu9 eparado pe!a #orte precoce de EnIidu9 5ora# reunido +uando reencarnara# co#o .

% reinado .a co#o ad+uirira a iniciação J 5orça e e# u#a preparação ade+uada9 e!e não podia identi5icA-!o apropriada#ente.e a /8piter9 C'rcu!e 9 Dioní io e . (#a &e: +ue "a&ia ido iniciado9 *a!ígu!a aFia e co#unicar co# o e pírito da 7ua e# eu on"o . Da #e #a 5or#a9 .i t'rio a iniciA-!o e a i# de coFrira# a antiga t'cnica iniciAtica re!acionada ao deu 4o!. /8!io *' ar erradicou o druida e# ra:ão de eu en ina#ento oFre o . *a!ígu!a re5eria.po!o co#o eu deu e ir#ão 9 J &e:e aparecendo co# roupa e>tra&agante para e a e#e!"ar a e!e . % c' are oFrigara# a e co!a de .i t'rio do 4o! .gora era# e#pregado para "ipnoti:ar a pe oa a acreditare# +ue &Ario #e#Fro enig#Atico e e tran"o da e!ite go&ernante era# na &erdade deu e . .ante era# u ado para "ipnoti:ar a pe oa para +ue oFedece e# a )aa!.de +ue o deu 4o! !ogo &o!taria J Terra. 4e a pe oa não pude e# !er o inai do te#po9 e!e ta!&e: pude e e capar repre entando a i #e #o co#o o deu 4o!. .ugu to proiFiu a a tro!ogia9 não por de crença9 #a por+ue e angu tia&a co# o +ue o a tr1!ogo podia# &er e crito no c'u.

. *upido e apai>ona por e!a e #anda #en ageiro con&idando-a a e encontrar co# e!e J noite e# eu pa!Acio no a!to da co!ina. *upido e P i+u3 tra:e# a!erta con"ecido e #uito con&encionai oFre o perigo da curio idade9 #a +ue ta#F'# po ue# u# ní&e! de igni5icado e ot'rico e "i t1rico. *o#o &i#o 9 e ca&açSe da entrada ao uFterrEneo e# )aia9 no 4u! da ItA!ia9 re&e!ara# pa agen ecreta e a!çapSe u ado para con&encer o candidato de +ue &i&ia# e>peri3ncia oFrenaturai . E!a &ai 5a:er a#or co# u# deu h .a "A u#a condição. Mica de!iciada ao de coFrir o deu <o&e# e g!orio a#ente Fe!o9 #a ne te #o#ento u#a gota do 1!eo 5er&ente cai e# *upido e e!e acorda. E carnece de!a e !"e di: +ue não ' co# u# Fe!o e <o&e# deu +ue e!a 5arA a#or9 #a co# u#a erpente gigante ca e "orrenda.i t'rio e ta&a# caindo e# decad3ncia. P i+u3 ' u#a <o&e# !inda e inocente. % a#or do doi de&e acontecer na co#p!eta e curidão. P i+ue de&e con5iar +ue e tA de 5rutando do a#or de u# deu . Na e curidão 5u#acenta e entorpecente9 o acerdote &e tido de deu e urgiria# da o#Fra oFre o candidato 5orte#ente drogado co# a!ucin1geno .a a ir#ã #ai &e!"a de P i+ue 5ica co# ci8#e.pu!eio9 0 u#a da #aiore oFra iniciAtica do período ro#ano. RoFert Te#p!e recon tituiu a ceri#Lnia de iniciação de ta 5a e decadente e derradeira. *erta noite9 P i+ue não re i te e9 en+uanto *upido dor#e u# ono p1 -coito9 egura u#a !E#pada a 1!eo aci#a de!e. P i+ue ' Fanida de ua pre ença para e#pre. e co!a de . Era# e# grande parte . % a no de ouro9 de . *ont'# u#a "i t1ria #ara&i!"o a re!acionada J &ida do e pírito. E ta ' a "i t1ria do Nep"i!i#9 da entrada na condição "u#ana da erpente do de e<o ani#a! V #a contada do ponto de &i ta "u#anoh . % dup!o igni5icado de ta "i t1ria ': o deu de 5ato ' u#a erpente "orrenda.de !oucura de Nero c"egou a u# c!í#a> +uando e!e perceFeu +ue a5ina! e!e não era o deu 4o!. Pre5eriu +uei#ar o #undo todo a per#itir +ue &i&e e outra pe oa #aior do +ue e!e.

di5erença era +ue no 5ina! de ua iniciação9 +uando o candidato re urgia J !u: do dia9 o acerdote o in+uiria# e9 e e!e não acredita e e# ua i!u Se e# a #ai !e&e o#Fra de d8&ida9 e!e o #ata&a#. .e para e co!a ainda #ai ocu!ta 9 +ue opera&a# de #odo independente do cu!to iniciAtico da 'poca9 o ger#e da e&o!ução inte!ectua! e e piritua!. . En inara#-!"e9 egundo di e9 Ra &i&er co# a!egria e #orrer co# e perançaR. Tentara# argu#entar +ue todo o "o#en na ce# ir#ão e +ue o e cra&o de&e# er !iFertado . *ícero era u# "o#e# o5i ticado e urFano9 e u#a da #aiore 5orça da re5or#a do I#p'rio Ro#ano. *ícero e 43neca9 a#Fo pro5unda#ente en&o!&ido no e toici #o9 procurara# #oderar a ego#ania de eu en"ore po!ítico . % "o#en !eai de Ro#a9 o &erdadeiro iniciado 9 reco!"era#. E!e con idera&a ua iniciação e# E!3u i a grande e>peri3ncia de 5or#ação de ua &ida.e5eito e peciai a u tadore 9 o +ue inc!uía at' Foneco 9 co#o u# tre#5anta #a de "o<e.

4e &oc3 !er a !iteratura da 'poca9 co#o o E&ange!"o do No&o Te ta#ento9 ne!e &erA +ue o #undo &i&ia u#a epide#ia de de#Lnio .e da 5or#a #ai Fe!a e et'rea .edeia pro&a&e!#ente cita 51r#u!a #Agica &erdadeira u ada pe!o #ago negro da 'poca. 43neca ta#F'# acredita&a ne ta co#un"ão c1 #ica do e toico 9 a i# co#o na capacidade do adepto de #anipu!ar e ta co#un"ão para eu pr1prio 5in .edeia ' capa: de dirigir eu poder de 1dio concentrado co# ta! 5orça +ue pode #udar a po ição da e tre!a . Não de&e#o i#aginar e te deu e co# corpo co#o o no o W R&e te#. % te#p!o re+ueria u# . % u#o acerdote do Te#p!o de /eru a!'# u a&a pe+ueno ino pre o ao #anto para +ue o goF!in +ue &i&ia# na o#Fra pude e# ou&ir ua apro>i#ação e e conde e# ua 5or#a "orrenda .R E!e e cre&e9 ta#F'#9 +ue Rpode#o &er o prop1 ito #ai e!e&ado e ínti#o de!e no #o&i#ento da e tre!a e p!aneta R. E te #e #o e pírito #o&ente do co #o dA J pe oa Ra ra:ão e u#a inte!ig3ncia uperior J do pr1prio deu e R. 4u tenta&a +ue #e #o o #ai ridícu!o do #ito pode er interpretado de #aneira a!eg1rica.E#Fora *ícero &i e co# de con5iança a crença uper ticio a e 58tei da p!eFe e# deu e &enai 9 e!e ta#F'# era to!erante co# re!ação a e!a . Ne ta Era do De encanto9 pe!a pri#eira &e: ' po í&e! con iderar +ue o deu e ta!&e: não e>i ta#. 4ua peça . En+uanto a e!ite inte!ectua! Frinca&a co# o ateí #o9 a pe oa e dedica&a# a 5or#a atA&ica de ocu!ti #o +ue 5a:ia# u o do 5ato de o de#Lnio e outra 5or#a in5eriore de &ida e piritua! ere# atraído pe!o &apore do acri5ício de angue. E# . % +ue re tou 5oi a crença no ní&ei in5eriore do e pírito 9 o e pírito do #orto e o de#Lnio . nature:a do deu e e!e 5a: u#a e>po ição apai>onada da id'ia e toica do e pírito e# #o&i#ento pe!o uni&er o9 a 5orça norteadora +ue indu: a p!anta a procurar nutrição na terra e con5ere ao ani#ai o entido 9 o #o&i#ento e o in tinto9 +ua e e#e!"ante ao raciocínio9 para ir e# Fu ca do +ue ' Fo# para e!e . Na peça9 . Integrante da e!ite inte!ectua!9 o epicuri ta e ta&a# 5or#u!ando a pri#eira 5i!o o5ia #ateria!i ta e ateí ta . Ouando a #a+uinaçSe po!ítica de Ro#a a5ina! a!cançara# *ícero9 e!e e toica#ente de piu o pe coço para a e pada do centurião.

*o#o &ere#o 9 ua #i ão era p!antar no crEnio "u#ano a e#ente de u#a &ida interior +ue e tornaria a no&a arena da e>peri3ncia e piritua!. . *o#o o deu e agora não era# #ai &i&ido co#o R!A 5oraR no #undo #ateria!9 era nece Ario +ue o deu 4o!9 o VerFo9 de ce e J Terra.#'rica do 4u!9 e# u#a par1dia Fi:arra9 u# #ago negro era pregado nu#a cru:. . #? A /olta o D'u( Sol O( oi( m'nino( J'(u( * A mi(("o c6(mica Cruci8ica!"o na Am.i te#a de drenage# &a to e co#p!e>o para !idar co# o #i!"are de !itro de angue acri5icai +ue 5!uía# a cada dia. E ta 5oi u#a grande cri e.rica o Sul * O ca(am'nto m%(tico ' Maria Ma al'na Na Pa!e tina9 c"egara. 4egundo o p!ano c1 #ico9 o e pírito "u#ano de&ia# atingir a indi&idua!idade9 de&ia# er capa:e de pen ar !i&re#ente9 e>ercer o !i&re-arFítrio e e co!"er a +ue# a#ar. E ta e#eadura daria urgi#ento ao en o +ue todo te#o "o<e de +ue cada u# de n1 &i&e dentro de u# Re paço interiorR.a e ta e&o!ução tin"a eu ri co . Para criar a condiçSe para tanto9 a #at'ria e tornou #ai den a at' +ue cada e pírito a5ina! e i o!ou e# eu pr1prio crEnio. % a#or +ue unia . E# todo o #undo9 era# to#ada #edida cada &e: #ai de e perada . "u#anidade poderia e tornar de todo de !igada do #undo e piritua! e ta#F'# "a&ia o perigo de o "o#en 5icare# co#p!eta#ente de !igado un do outro . E na . P!utarco e cre&eu contra o acri5ício "u#ano de u#a 5or#a +ue i#p!ica +ue e!e era co#u#. pe oa não e entia# #ai ere e pirituai 9 poi o e pírito "u#ano corria o perigo de er apagado por inteiro.e a u# grande #o#ento crítico na "i t1ria. % pen a#ento e a &ontade do "u#ano não era# #ai tota!#ente contro!ado por deu e 9 an<o e e pírito 9 co#o 5ora# por #i!"are de ano ante no cerco de Tr1ia. .

Vi#o na dua tradiçSe o pri#1rdio da oFrigação #ora! co#o u# ca#in"o para a di cip!ina e o de en&o!&i#ento indi&iduai .triFo e 5a#í!ia 9 u# a#or p í+uico de angue e in tinti&o co#o o +ue &incu!a a a!cat'ia 9 5oi en5ra+uecido no no&o crEnio endurecido 9 na no&a a!deia e cidade . R/a#ai dei>e +ue o 5uturo o perturFeR9 proporia o i#perador e t1ico .oi ' 9 u#a regra para a &ida e# co#unidade co# i#po içSe rigoro a 9 o!"o por o!"o9 dente por dente. /e u Fen Pandira9 !íder do e 3nio 9 podia pregar a pure:a e a co#pai>ão uni&er a!9 #a da per pecti&a de u# #o&i#ento para e i o!ar por co#p!eto do #undo.R E ta pa!a&ra e tão c"eia de 5a tio. E te egundo C1ru 9 e te RC1ru -por-&irR9 eria u# no&o rei do deu e 9 +ue traria u#a no&a pre crição.e ia .gora o e toico de Ro#a dera# ao indi&íduo u# tatu !ega! e po!ítico na 5or#a de direito e de&ere . % e t1ico podia# en inar a re pon aFi!idade9 #a para e!e i o era u# de&er e# nen"u#a a!egria.e grande parte do en o de +ue &a!ia a pena &i&er a &ida. . *"ega#o ta#F'# J oFrigação de entir a co#pai>ão por todo o ere &i&o en inada por )uda. No antuArio interno do grande te#p!o egípcio 9 o candidato J iniciação &ia# @ i dando de #a#ar ao FeF3 C1ru .arco . % Fan"o de angue no *o!i eu não #o tra&a# u#a concepção de &a!or9 +ue dirA a antidade da &ida "u#ana indi&idua!. . "u#anidade e entia arra tada por u#a #ar' de o5ri#ento. Pode#o i#aginar co#o a pe oa an ia&a# para +ue a!gu'# di e e: RVinde co#igo9 &1 9 o opri#ido 9 eu &o darei repou o. Era c"a#ado de o Deu Pa tor9 o *ordeiro de Deu 9 o 7i&ro da Vida e a Verdade e a Vida. E!e pro#eteu +ue eu pecado eria# puri5icado en+uanto i#agina&a a &inda do . I aía di:ia a eu po&o para tornar reto o ca#in"o do 4en"or. . .R Vi#o o candidato J iniciação &er a e piga de trigo &erde no antuArio interno e# E!3u i e aprender a de e<ar o Rte#po da e#eaduraR.o identi5icar#o o de en&o!&i#ento e# direção a u# en o de identidade indi&idua!9 c"ega#o J !ei de . ironia9 então9 era +ue9 a i# +ue 5oi 5or#ada a identidade "u#ana indi&idua!9 perdeu. Na Ouarta Ec!oga9 o poeta- .ur'!io co#o 5i!o o5ia de &ida V Rtu o encontrarA 9 e ti&er de er9 co# a #e #a ar#a da ra:ão +ue te ar#a# "o<e contra o pre ente.

(# do #ago ' PitAgora reencarnado9 tendo ido iniciado pe!o pro5eta Danie!. .aria de&e#o entir a pre ença de I i W +uando o 4o! urge na con te!ação de Pei>e 9 o igno de /e u 9 a con te!ação no "ori:onte opo to ' Virge#. e tte!a +ue guia o #ago ' o e pírito de Goroa tro ]Ra e tre!a douradaR^. E# ..itraW anunciado por u#a e tre!a do %riente9 co#o C1ru W anda&a oFre a Agua e a!i#enta&a =. 0 di5íci! encontrar no E&ange!"o +ua!+uer ato ou dito atriFuído a /e u +ue não ten"a ido prenunciado de a!gu#a #aneira.a 9 na "i t1ria ecreta9 e te ' u# #o&i#ento uni&er a! de con&erg3ncia9 en+uanto todo o co #o !uta&a para dar J !u: o no&o deu 4o!.eu Fa tão i#Fo!i:a o Terceiro %!"o. % Foi e o a no repre enta# a dua era +ue !e&ara# J no&a Era de Pei>e V a era de Touro e de Krie . ..e do #orto 9 co#o E!i euW e>ecutado nu#a Ar&ore9 co#o . .iniciado ro#ano Virgí!io pre&iu a &inda do "o#e#-deu 9 o 4a!&ador. Z &e:e a tradição ecreta tende a &er a coi a co# u#a i#p!icidade pueri!.dLni W a cendeu ao c'u9 co#o C'rcu!e 9 Eno+ue e E!ia . R. .R Na rea!idade9 a &ida de /e u *ri to da +ua! to#a#o con"eci#ento pode parecer u#a co!c"a de reta!"o de aconteci#ento da &ida da+ue!e +ue &iera# ante de!e: na cido de u# carpinteiro e de u#a Virge#9 co#o Hri "naW na cido e# 2= de de:e#Fro9 co#o . % an<o +ue anuncia o na ci#ento ao pa tore ' o e pírito do )uda. E# /o '9 o patriarca +ue carrega u# Fa tão torto9 &e#o % íri . Oua!+uer u# +ue pre5ira a crítica Acida decidirA &er i o co#o u#a pro&a de +ue ua &ida 5oi u#a 5icção.^ erão puri5icada toda a #Acu!a de no o pa ado de #a!dade. ca&erna e# +ue e co tu#a repre entar /e u *ri to e# eu na ci#ento ' o crEnio o udo e# +ue e tA pre te a er incitado u# no&o #i!agre da con ci3ncia.o &er#o a grande i#age# i#aginati&a da Nati&idade co#o 5oi de crita na arte #aior da "i t1ria e decodi5icando-a de acordo co# a doutrina ecreta9 pode#o &er co#o toda a "i t1ria ecreta do #undo 5oi condu:ida a e te ponto. % FeF3 na #an<edoura te# o corpo &egetati&o !u#ino o de Hri "na.000 pe oa co# u# pe+ueno ce to9 co#o )udaW rea!i:a&a cura #i!agro a 9 co#o PitAgora W erguia. Era de %uro &irA do a!to9 co#o eu de cendente pri#og3nito R9 e cre&eu e!e9 R]. .

Por outro !ado9 na tradição ecreta e te proF!e#a não e>i te9 poi e ta dua narrati&a de cre&e# a in5Encia de doi #enino /e u .% doi E&ange!"o co# narrati&a da in5Encia de /e u 9 7uca e . E te #enino tin"a# u# parente co #i terio o.ateu 9 apre enta# re!ato #uito di5erente 9 de 5ato incoerente 9 a co#eçar pe!a genea!ogia di tinta atriFuída a /e u 9 o te#po e o !oca! do na ci#ento e a &i ita do pa tore e# 7uca e do #ago e# . No te>to gn1 tico Pi ti 4op"ia9 conte#porEneo do !i&ro canLnico do No&o Te ta#ento e con iderado de igua! autenticidade por a!gun e tudio o 9 "A u#a .ateu . E#Fora po a er atenuada pe!a Igre<a9 o te1!ogo acad3#ico ad#ite# +ue9 u#a &e: +ue e te re!ato entra# e# con5!ito9 ao #eno u# de!e de&e er 5a! o V ta!&e: u#a conc!u ão de agradA&e! para +ue# acredita +ue a E critura t3# in piração di&ina. Não era# g3#eo 9 #a era# +ua e id3ntico .'dia9 +ue de de então e perdeu. E ta ' u#a di tinção rigida#ente pre er&ada na arte da Idade .

.^. . Encontra-o erigindo e taca no &in"edo.l Ne te trec"o9 o autor do E&ange!"o de 4ão /oão co#para a criação do co #o pe!o VerFo co#o a #i ão de /e u *ri to9 o VerFo encarnado.. . tradição ecreta +ue regi tra o proce o uti! e co#p!e>o pe!o +ua! 5ora# reunida a 5or#a e a con ci3ncia "u#ana te# para!e!o no regi tro do proce o e>tre#a#ente co#p!e>o pe!o +ua! e 5e: a encarnação do VerFo. .iniato no arredore de M!orença e na pintura de #uito iniciado 9 inc!u i&e )orgonono9 Ra5ae!9 7eonardo da Vinci e Verone e.^ e a !u: re p!andece na o #undo 5oi 5eito por e!e9 e o #undo não o con"eceu. % #enino e o!"a# #ara&i!"ado e e aFraça#.. . Te#endo +ue 5o e u#a e p'cie de de#Lnio9 e!a a#arra o #enino na ca#a9 depoi &ai ao ca#po procurar por /o ' e /e u . RNo princípio era o VerFo9 e o VerFo e ta&a co# Deu e o VerFo era Deu ].. Toda a coi a 5ora# 5eita por e!e ]. *o#o a5ir#a o Pi ti 4op"ia9 R&1 &o torna te u# e o #e #o erR. econo#ia e piritua! do co #o e>igia +ue e!e a i# o 5i:e e para +ue o #enino e ti&e e pronto para receFer o e pírito de *ri to no Fati #o.e tran"a "i t1ria re!acionada a e ta dua criança . E ta tradição do doi #enino /e u 5oi #antida pe!a ociedade ecreta e pode er &i ta no porta! norte de *"artre 9 no #o aico e# aF ide de 4an .aria &3 u# #enino +ue e parece tanto co# /e u +ue e!a natura!#ente o to#a por eu 5i!"o.a então e te #enino a de concerta9 pedindo para &er o 5i!"o de!a9 /e u .. /oão apre enta e ta egunda #i ão co#o u#a e p'cie de egunda criação.. % tr3 &o!ta# para ca a. Ne e re!ato9 era nece Ario +ue u# do doi #enino /e u 9 +ue porta&a o e pírito de Hri "na9 acri5ica e ua identidade indi&idua! de 5or#a #i terio a para o Fe# do outro.

Vi#o u#a in inuação da &ida interior na &o: Fai>a e ca!#a ou&ida por E!ia . E ta e#ente da e piritua!i:ação ger#inaria e criaria o e paço +ue eria a no&a arena e# +ue o deu e poderia# e #ani5e tar.R . Por #uita centena de ano 9 5ora# reunida a condiçSe oF a +uai eria po í&e! u# en o de identidade indi&idua!9 +ue "o<e J &e:e c"a#a#o de ego.Nu#a 'poca e# +ue o (ni&er o #ateria! e tornara tão den o +ue o deu e não podia# e #ani5e tar na uper5ície da Terra9 o deu o! de ceu. . . 4ua #i ão era p!antar u#a e#ente.+ui <a: o ponto crucia!9 e# gera! de pre:ado 5ora da tradiçSe ecreta : /e u *ri to criou a &ida interior. No 7i&ro de /ere#ia 9 da #e #a 5or#a9 o en"or di:: R*o!ocarei #in"a #ão na parte interna e no coração de!e e cre&erei. Ta#F'# te#o o en o de +ue o outro t3# o in5inito dentro de i..a o p!antio da e#ente do 4o! "A #ai de 2.a e# a ..000 ano 5oi o e&ento deci i&o no proce o +ue !e&ou cada u# de n1 a &i&er9 dentro de n1 #e #o 9 u# co #o de ta#an"o e &ariedade in5inito .

+ue ningu'# <a#ai entira. E!e entia a dor do outro co#o a ua pr1pria.R % en ina#ento e ot'rico trata# oFretudo do a#or da 5or#a correta. 4e<a ne te ní&e!9 no do Rpe+ueno ato ignorado e e +uecido de genti!e:a e a#orR ou na Rpe+uena &iaR de 4anta Tere a de 7i ieu>9 do ca#in"o da autonegação e do ato de caridade na pe+uena coi a 9 a no&a per pecti&a cri tã e concentrou na &ida interior. Ouando o pai !e&ara# /e u ao te#p!o9 na 'poca do de apareci#ento de te e pírito a5i#9 e!e e #o trou #uito AFio. . Depoi +ue u# indi&íduo ou u# pe+ueno grupo de en&o!&e u#a no&a 5acu!dade9 u# no&o #odo de con ci3ncia9 e# gera! e!a e e pa!"a pe!o #undo co# u#a &e!ocidade e>traordinAria. E te proce o ' c"a#ado de tau#aturgia9 ou #agia di&ina. E!e e ta&a e>peri#entando a!go .ontan"a9 o c1digo #orai anteriore 9 co#o a !ei de .B-D: ROue# a#a o pai ou a #ãe #ai do +ue a #i# não ' digno de #i#. % a#or ante de *ri to era triFa! ou 5a#i!iar.gora o indi&íduo era# capa:e de &encer o !aço de angue e e co!"er !i&re#ente a +ue# a#ar. % +ue o outro /e u tran #itiu a e!e 5oi a capacidade de !er a #ente9 de &er no 5undo da a!#a do outro 9 de &er co#o e re!aciona&a# co# o #undo e pirituai e aFer o +ue 5a:er ou di:er para +ue a coi a 5o e# certa para e!e .inter&enção do deu 4o!9 o ego teria ido u# ponto autocentrado pe+ueno e rígido9 operando i o!ada#ente9 preocupado apena e# ua pr1pria reco#pen a i#ediata9 e# e aFrir a intere e e>terno +ue não o #ai in5eriore . Moi o +ue /e u +ui di:er +uando9 e# . *ada er "u#ano teria e tado e# guerra co# o outro . .o do# da e#patia . Nen"u# indi&íduo teria a noção de +ua!+uer outro co#o u# centro de con ci3ncia independente. (# indi&íduo eria !i&re para tran cender o !aço de ua e>i t3ncia i o!ada e co#parti!"ar o +ue acontecia na nature:a ínti#a do outro .oi ' ou at' o #ai antigo c1digo de .5ir#a# +ue9 +uando coopera#o co# a 5orça #i ericordio a +ue 5or#a# o co #o9 a 5orça 5!ui atra&' de n1 de u#a 5or#a +ue pode#o no tornar con ciente de!a.:.ateu 10:. 4e co#parar#o co# o 4er#ão da . /e u *ri to introdu:iu u# no&o tipo de a#or9 u# a#or #i ericordio o Fa eado no do# da e#patia.29 pareceu negar a i#portEncia de ua pr1pria #ãe para E!e e +uando di e e# .arco .

4e# e!a9 o deu e e#pa!idece# e o poder de!e de no a<udar ' redu:ido..Fençoado o poFre de e pírito9 ]. Na interpretação e ot'rica do #ito grego 9 a a#Fro ia9 o a!i#ento do deu e 9 ' o a#or "u#ano. Nu# uni&er o idea!i ta9 a intenção ' #uito #ai i#portante do +ue no uni&er o #ateria!i ta. R.^ o puro de coração ]..e +ue era# apena regra para regu!ar o co#porta#ento do . Não pode#o tran 5or#ar e ta parte pe!o e>ercício do !i&re-arFítrio9 por #ai +ue in i ta#o 9 por+ue a corrupção de no o e!&e ani#ai e>tra&a ou para no o e!&e &egeta! e #inera!. Nu# uni&er o idea!i ta9 e dua pe oa rea!i:a# o #e #o ato oF a #e #a circun tEncia 9 #a u#a te# Fo# coração e a outra não9 a con e+U3ncia ão #uito di5erente . % en ina#ento #orai do E&ange!"o 9 por outro !ado9 dirige#e ao e tado interiore .Ca#uraFi9 e&idencia...^ a+ue!e +ue c"ora#9 ].e +ue a repetição diAria de u# e>ercício de #editação por 21 dia ' nece Aria para rea!i:ar u#a #udança pro5unda e# no o "AFito . Pode#o 9 ' c!aro9 re i tir ao de#Lnio e ade trar no o e!&e ani#ai #ai FA ico da #e #a #aneira +ue ade tra#o u# cão V por u# proce o de repetição. *ontudo9 ainda "A u#a parte #ai pro5unda de no o e!&e ani#ai +ue e tA aFai>o do !i#iar da con ci3ncia e ' inace í&e! a e!a...não adorar ído!o 9 não rouFar9 não #atar9 não co#eter adu!t'rio etc. . De a!gu#a #aneira #i terio a9 o e tado de no a a!#a 5unda#enta o re u!tado de no o 5eito 9 a i# co#o o e tado e!e&ado da a!#a de u# grande pintor 5unda#enta ua pintura .^.R Ouando /e u *ri to di e REu9 por'#9 &o digo +ue +ua!+uer u# +ue atentar nu#a #u!"er para a coFiçar9 <A e# eu coração co#eteu adu!t'rio co# e!aR9 e!e e ta&a di:endo a!go +ue ningu'# "a&ia 5a!ado: no o pen a#ento #ai ínti#o ão tão reai +uanto o oF<eto 5í ico . No cri tiani #o e ot'rico e #í tico9 o an<o ão atraído at' n1 e pedir#o ua a<uda9 #a e não o 5i:er#o e!e cae# nu# e tado &egetati&o i#per5eito e +ue# opera e# n1 ão o 5anta #a e de#Lnio +ue e in inua# e# &o!ta de no o ere in5eriore . No en ina#ento e ot'rico 9 di:ia.undo E>terior . % +ue pen o Rpri&ada#enteR te# u# e5eito direto oFre a "i t1ria do co #o.^ o #eigo 9 ]...

Ta#F'# ' u# 1rgão da percepção. . % deu 4o! te# a capacidade de atingir a parte #ai #ateria! da "u#anidade e por i o 5oi e crito +ue RNen"u# de eu o o e +ueFrarãoR.Fençoado ão o puro de coração9 poi e!e &erão Deu . Re&i&e #aneira de e ter con ci3ncia do #undo e pirituai +ue era# co#un na pri#eira 5a e da .ur'!io. (# coração a#oro o pode #e dar a e>peri3ncia con ciente do coração do co #o9 da inte!ig3ncia a#oro a +ue &3 a!'# do . Não e tou cu#prindo #eu de&er en+uanto parte de #i# e re ente de!e. Não e tou agindo de 5or#a 5ria9 e# entu ia #o ou autenticidade. .e o 1rgão de ta percepção9 tanto no %cidente co#o no %riente9 ' o c"aIra cardíaco. iniciação 5or<a u#a no&a 5or#a de con ci3ncia.Preci a#o de au>í!io oFrenatura! para puri5icar e tran 5or#ar e ta parte de n1 .R % a#or opera na &ontade da #e #a #aneira +ue o podere da percepção. #i ão do deu 4o!9 portanto9 era i#ergir na #at'ria #ai pro5unda9 introdu:indo ua in5!u3ncia e piritua! tran 5or#adora. E u#a percepção &erdadeira de u#a rea!idade uperior .undo E>terior e o contro!a. 0 por i o +ue o c"aIra cardíaco 5!ore ce +uando o a#or #e 5a: agir de acordo co# #in"a con ci3ncia. % +ue eu a#o &erdadeira#ente e aFrirA para #i# e re&e!arA eu egredo . En&o!&er a!gu'# e# a#or ' u# e>ercício de i#aginação. Não e tou9 então9 agindo co# 5a tio9 co#o . R. E a i to +ue e re5ere a e trada para E#a8 9 onde o di cípu!o +ue "a&ia# acaFado de recon"ecer co# +ue# tin"a# encontrado di era#: RNão ardera# no o coraçSe dentro de n1 en+uanto e!e no 5a!ou na e tradaTR Ouando o c"aIra cardíaco 5!ore ce e Fri!"a9 pode#o perceFer o .arco . E c!aro +ue a i#aginação não de&e er con5undida co# a 5anta ia. E tou agindo por a#or e de&oção. Ouando de 5ato a#a#o a!gu'#9 e ta#o di po to a 5a:er +ua!+uer coi a por e a pe oa.undo E>terior de u#a 5or#a oFrenatura!. % !1tu de 12 p'ta!a e irradia para 5ora da região do coração e en&o!&e a+ue!e +ue e co!"e#o a#ar.

e&o!ução "u#ana9 #a agora co# no&o e!e#ento .i t'rio . . Para entender #e!"or o e&ento i#portante de crito no e&ange!"o 9 de&e#o o!"ar o en&o!&i#ento de /e u co# a e co!a de .+ui!e 9 #a co# u#a di5erença 5unda#enta!. % iniciado da e co!a de PitAgora era# capa:e de pen ar e# ua e>peri3ncia e pirituai de u#a #aneira ponderada e conceitua! +ue teria ido i#po í&e! para Ouatrocento ano depoi 9 a iniciaçSe de /e u *ri to introdu:ira# u# no&o e!e#ento9 aFrindo di#en Se no&a e e tonteante no a#or. Por e>e#p!o: a iniciaçSe de PitAgora +ue dera# a tLnica J era de a cend3ncia do grego e de Ro#a e preocupa&a# co# o a!cance de u# e tado de con ci3ncia +ue en&o!&ia a !i&re co#unicação co# o #undo e pirituai 9 u#a ocorr3ncia cotidiana para9 diga#o 9 2i!ga#e " ou .

I o ' i#portante para a no a "i t1ria por+ue a!gu#a parte e tão re!acionada co# o en ina#ento ecreto . .R (# re!ato #ai urpreendente e re&e!ador do en&o!&i#ento de /e u no en ina#ento ecreto ' encontrado nu#a carta e crita no 'cu!o II por *!e#ente9 Fi po de .. &1 &o ' dado aFer o #i t'rio do reino de Deu 9 #a ao +ue e tão de 5ora toda e ta coi a e di:e# por parAFo!a .orton 4#it"9 pro5e or de "i t1ria antiga da (ni&er idade de *o!u#Fia: *. De #odo #ai e>p!ícito9 /e u di: e# .. De coFerta contro&er a 9 "o<e a#p!a#ente aceita pe!o e tudio o da )íF!ia #a +ue ainda não 5ora# 5i!trada para a congregação #aior9 #o tra# +ue e>i te# a!gun te>to cri tão pri#iti&o 9 de coFerto na Pa!e tina na d'cada de 19=09 co# &er Se da pa!a&ra de /e u +ue pro&a&e!#ente ão #ai pr1>i#a do originai do +ue a &er Se contida no +uatro E&ange!"o . E te te>to 5oi de coFerto e# 19=9 na e tante da FiF!ioteca do .o teiro de . Ouando /e u a!erta contra !ançar Rp'ro!a ao porco R e!e parece e tar 5a!ando de e conder a!gu#a &erdade agrada da #u!tidão.!e>andria.arco 6:11: R.ar 4aFA9 perto de /eru a!'#9 pe!o Dr. 'as uando 8edro morreu como mártir( 'arcos veio a Alexandria trazendo suas anotaç#es e as de 8edro( das uais transferiu para seu antigo livro as coisas ade uadas para o progresso do con!ecimento( e desta maneira comp=s um evangel!o espiritual para o uso da ueles ue estavam ..gora ire#o in&adir u# territ1rio acad3#ico #uito Fe# protegido.+ ent%o 'arcos( durante a estada de 8edro em 6oma( escreveu um relato dos feitos do 5en!or( sem( por$m( declarar todos eles nem sugerindo a ueles secretos( mas escol!endo os ue /ulgava mais &teis para aumentar a f$ dos ue estavam sendo instru0dos. E a!gun de te te>to cont3# pa!a&ra +ue não aparece# e# nen"u# E&ange!"o. % E&ange!"o ugere# +ue /e u deu a eu eguidore pre5erido en ina#ento +ue não era# para di&u!gação p8F!ica. E o 5ato de +ue te>to co#o o E&ange!"o de 4ão To#A conten"a# &er Se R#ai &erdadeira R da pa!a&ra FíF!ica ' u# #oti&o para acreditar +ue a parte inteira#ente não FíF!ica de te te>to pode er aut3ntica.

E continuou com ele na uela noite( pois @esus l!e ensinou o mist$rio do reino de Deus. ..A 'as os disc0pulos a repreenderam.!e>andria então cita e ta &er ão R#ai e piritua!R do E&ange!"o de . E( vindo( prostrou-se ela diante de @esus e disse7 ABil!o de Davi( tende piedade de mim. E depois( erguendo-se( voltou ao outro lado da @ord?nia *. E @esus( enfurecendo-se( saiu com ela para o /ardim onde estava a tumba e( indo diretamente para onde encontrava-se o /ovem( estendeu a m%o e( pegando a m%o dele( ergueu-o. E depois de seis dias @esus l!e disse o ue fazer e 1 noite o /ovem veio a ele( tra/ando uma roupa de lin!o por sobre o corpo despido.arco : E foram eles a >et?nia( e lá estava certa mul!er cu/o irm%o !avia morrido..+ e ao morrer deixou sua composiç%o para a igre/a em Alexandria( onde ainda $ cuidadosamente preservada...+.sendo aperfeiçoados *. 'as o /ovem( ol!ando-o( amou-o e começou a implorar para seguir com ele. % Fi po de .

i t'rio . . Oua! 5oi a iniciação de 7A:aro9 do ponto de &i ta do pr1prio 7A:aroT Oua! era a 5or#a a!ternati&a de con ci3ncia +ue con5eriaT % !eitore pode# e urpreender ao aFer +ue te#o a re po ta a e ta pergunta .poca!ip e de 4ão /oão o Di&ino.+ue!e de n1 criado no cri tiani #o pode# ac"ar #ai 5Aci! recon"ecer e ta coi a e# cu!tura e trangeira 9 e# parte e# d8&ida de&ido ao #aior 5oco i#po to pe!a di tEncia9 #a ta#F'# por+ue e ta#o #eno con ciente de pi ar e# terreno agrado. De acordo co# a doutrina ecreta9 a aFertura do ete e!o e o grande e&ento &i ionArio +ue e egue# ão de crito no .Para a u cetiFi!idade de "o<e9 e ta "i t1ria . dica e tão !A.arco a!udiu a u#a iniciação nu#a e co!a de . Na "i t1ria ecreta9 o "o#e# c"a#ado 7A:aro do E&ange!"o de /oão e cre&eu depoi o .e J re&i&i5icação do ete c"aIra . Preci ei c"egar co# cuidado a e te ponto. . % te>to #ai agrado do cri tiani #o ão pro5unda#ente ocu!to : .poca!ip e9 re5erindo. .e no E&ange!"o de /oão .s meigos !erdar%o a terra A f$ remove montan!as 8eça e l!e será concedido.+ue parece er u#a &er ão #ai deta!"ada da "i t1ria de 7A:aro !e&antando. 7A:aro ter e !e&antado do #orto era &i to tradiciona!#ente co#o u# re!ato codi5icado da iniciação. E#Fora a!gun po a# ac"ar pouco pa!atA&e!9 a rea!idade ' +ue o en ina#ento de /e u *ri to FeFera# na 5i!o o5ia antiga e ecreta9 e i to ' igua!#ente &erdadeiro a re peito de eu dito regi trado na )íF!ia e de ua pa!a&ra rec'#-de coFerta .pode parecer de cre&er u#a !igação "o#o e>ua!9 #a 9 co#o &ere#o +uando e>a#inar#o #ai c!ara#ente a nature:a da ceri#Lnia de iniciação9 e# d8&ida . 7A:aro R#orreR por tr3 dia e +uando /e u *ri to o !e&anta9 e!e 5a!a R7A:aro9 &en"aR9 +ue o "iero5ante u a&a# na 2rande PirE#ide +uando9 depoi de tr3 dia 9 e tendia# a #ão para !e&antar o candidato da tu#Fa aFerta na cE#ara do rei.

% #eigo co# certe:a não "erdarão a terra e +ue# pede não erA atendido pe!a 5orça de crita pe!a ci3ncia. % cri tiani #o !iFera! #oderno tentou conci!iar. I o ta#F'# ' #agia.!'# de parado>ai 9 #i terio a e irracionai 9 de cre&e# o +ue ' #uito i#pro&A&e! de acordo co# a !ei da proFaFi!idade e apre enta# o uni&er o e co#portando de u#a 5or#a +ue eria co#p!eta#ente i#po í&e! e a ci3ncia de cre&e e tudo +ue e>i te. No ter#o da 5i!o o5ia e da teo!ogia da 'poca9 e te tipo de #agia di&ina ou tau#aturgia .ontan"a #encionada anterior#ente ão de criçSe de co#o o oFrenatura! opera no uni&er o. % proF!e#a ' +ue 5o#o educado para er cego a e!e . 4e &oc3 5i:er &i ta gro a para o conte8do oFrenatura! da "i t1ria de /e u *ri to e da a cen ão do cri tiani #o9 ainda terA de ad#itir u# aconteci#ento e>traordinArio +ue preci a de e>p!icação.a o te>to #uito c!ara#ente di: +ue /oão )ati ta ' E!ia rena cido ou e<a9 reencarnado. Ouando9 no E&ange!"o de /oão9 narra.e +ue /e u *ri to u a a!i&a para 5a:er u#a pa ta e ap!icar no o!"o de u# cego9 i o não ' u#a ação pura#ente di&ina9 no entido de u# in5!u>o e# #ediação do e pírito9 #a u#a #anipu!ação da #at'ria a 5i# de in5!uenciar ou contro!ar o e pírito. Ne# a &irtude ne# a 5' erão reco#pen ada V a não er por oFra oFrenatura!. Não de&e#o &er e ta coi a de 5or#a anacrLnica. No&a#ente9 não e ta#o depreciando /e u *ri to ao 5a:er e a oF er&ação. .e e# papiro #Agico pree>i tente e# grego9 egípcio e ara#aico. % 5a!ecido Cug" 4c"on5ie!d9 .CA u#a con5u ão de!iFerada do !ídere da Igre<a +uando e trata de te e de outro dog#a centrai da 5' cri tã. Deu !ugar J ci&i!i:ação da +ua! agora de 5ruta#o 9 u#a ci&i!i:ação de !iFerdade e# precedente 9 pro peridade para todo 9 ri+ue:a cu!tura! e progre o cientí5ico.era a ati&idade #ai e!e&ada a +ue u# er "u#ano podia a pirar. Poi e a!go #i!agro o aconteceu ou não na+ue!e canto oF curo do %riente Pr1>i#o no pri#eiro ano do 'cu!o I9 eu e5eito na "i t1ria do #undo não te# para!e!o e# a!cance e pro5undidade. % No&o Te ta#ento e tA c"eio de en ina#ento ocu!to e e ot'rico 9 a!gun e>p!ícito . . .e co# a ci3ncia #eno pre:ando ua di#en Se ocu!ta 9 #a a pa!a&ra do 4er#ão da .orton 4#it" e outro acad3#ico #o trara# +ue o #i!agre de /e u 9 e# particu!ar na 5or#a da pa!a&ra +ue e!e u a&a9 Fa eia#.

*o# /e u *ri to9 o indi&íduo co#eçou a e>peri#entar o en o +ue todo te#o agora de +ue9 <unto ao co #o i!i#itado e in5inita#ente &ariado !A 5ora9 dentro de n1 "A u# co #o igua!#ente rico e i!i#itadoW /e u *ri to ta#F'# introdu:iu o en o +ue cada u# de n1 agora te# de u#a "i t1ria narrati&a pe oa! +ue e entre!aça na "i t1ria gera!. *ada u# de n1 &i&e cri e de d8&ida e encontra redenção pe oa! .#uito di5erente da con ci3ncia triFa! de geraçSe anteriore de <udeu ou a con ci3ncia da cidade -e tado do grego . *ada u# de n1 pode cair co#o a "u#anidade te# caído.nte da 'poca de /e u *ri to9 "a&ia #uito pouco en o da i#portEncia do indi&íduo9 da antidade da &ida indi&idua!9 do poder tran cendente da !i&re e co!"a de u#a pe oa a#ar outra. . E c!aro +ue a!gu#a de ta id'ia 5ora# pre agiada por Hri "na9 I aía 9 )uda9 PitAgora 9 7ao-T 'W #a o +ue era ingu!ar ao cri tiani #o9 a R e#ente de #o tardaR p!antada por /e u *ri to9 era a id'ia da &ida interior..

de aFri! de . % +ue "ou&e co# a cruci5icação e a re urreição de /e u *ri to 5oi +ue pe!a pri#eira &e: e e proce o de iniciação ocorreu co#o u# e&ento "i t1rico no p!ano #ateria!.*. .9 +uando9 no !ugar do crEnio 9 21!gota o deu 4o!9 5oi pregado na cru: da #at'ria.i t'rio 9 de Garatu tra a 7A:aro9 o candidato tin"a# de pa ar por u#a R#orte #í ticaR durante tr3 dia e depoi pe!o rena ci#ento. .% . R#orteR então era u# aconteci#ento rea!9 #a no p!ano e piritua!.ini t'rio de /e u *ri to durou apena tr3 ano 9 do )ati #o J 4e>ta-5eira 4anta9 e# . Vi#o +ue na e co!a de . % candidato era co!ocado nu# tran e pro5undo9 e#e!"ante J #orte9 por tr3 dia 9 ao !ongo do +uai eu e pírito &ia<a&a para o #undo e pirituai 9 tra:endo con igo con"eci#ento e poder para o #undo #ateria!. d. E então9 na Tran 5iguração9 o deu 4o! co#eçou a e tran 5or#ar ne a #at'ria9 co#eçou a e piritua!i:A-!a.

. Depoi da #orte9 o e pírito "u#ano perdia# a con ci3ncia J #edida +ue co#eça&a# ua a cen ão pe!a e 5era ce!e te uperiore . . % &i&o e o #orto teria# de andar <unto para +ue a grande #i ão c1 #ica9 a %Fra9 pude e er conc!uída. . % re u!tado era +ue e te e pírito 9 e# ua reencarnaçSe eguinte 9 &o!ta&a# da <ornada e# nen"u#a con ci3ncia. 0 u#a "i t1ria +ue caiu no e +ueci#ento9 parte do proce o pe!o +ua! perde#o o en o da di#en ão e piritua! do co #o. E ta&a i!u#inando u# ca#in"o +ue podia er eguido pe!o #orto atra&' do in5erno .conteceu i#ediata#ente ap1 ua #orte na cru:. . iniciação e#pre e preocupa e# i!u#inar tanto a <ornada ap1 a #orte co#o a <ornada da &ida.o de cer ao in5erno9 /e u *ri to e ta&a eguindo o pa o de % íri . No 'cu!o ante de /e u *ri to9 o en o "u#ano do a!'# 5ora redu:ido a u#a e>pectati&a de u#a e#i&ida #e!anc1!ica de o#Fra no reino uF!unar9 4"eo!.% !ado o#Frio de e grande e&ento e tA contido na "i toria da &iage# de *ri to ao in5erno.

'dia e J arte da Rena cença. 4e a #orte de /e u *ri to aconteceu nu# ní&e! co #o!1gico9 de&e#o no perguntar o +ue a 5e: acontecer nu# ní&e! "i t1ricoT Ouai 5ora# a cau a i#ediata da cruci5icaçãoT E#Fora /e u *ri to ten"a in truído 7A:aro e# particu!ar9 eu rena ci#ento9 e o 5ato de e!e er c"a#ado a u#a no&a &ida9 5oi u# e&ento p8F!ico. % 4o! depoi e eparou da Terra9 pro&ocando ua #ateria!i:ação e eu re 5ria#ento. E ta ' a &i ão c1 #ica da #i ão de /e u *ri to +ue in pirou o pri#eiro cri tão 9 a %Fra +ue a<udou a dar 5or#a J grande igre<a da Idade . E!a e perdeu no cri tiani #o #oderno e e ot'rico.De acordo co# a doutrina e ot'rica9 a "i t1ria do #undo pode er re u#ida da eguinte #aneira: Cou&e u#a Era de %uro9 +uando a Terra e o 4o! era# unido e e te deu 5or#a J Terra. Não aconteceu9 . % deu do 4o! &o!tou a in5undir eu e pírito na Terra para +ue todo o co #o u# dia e de #ateria!i:a e e de no&o e torna e e piritua!i:ado.

co#o toda a iniciaçSe anteriore 9 no recanto protegido de u#a e co!a de . % +ue pouca pe oa aFe# E +ue outro ini#igo e ta&a operando do outro !ado do #undo. Ca&ia atingido e e poder graça a &Ario acri5ício "u#ano . % angue ' u# #i t'rio a u tador9 di: e!e. Ca&ia u# iniciado Frandindo u#a #agia #ai negra e #ai podero a do +ue a 5or<ada pe!o c' are .i t'rio patrocinada pe!o E tado. . % ato de iniciar 7A:aro e# p8F!ico 5oi re&o!ucionArio9 indicando o ro#pi#ento do !aço +ue prendia o iniciado J e!ite go&ernante.i t'rio e preparou o ca#in"o para a ociedade ecreta . /e u *ri to ta#F'# repre enta&a u#a a#eaça J e!ite de Ro#a. % ocu!ti ta aFe# +ue o er "u#ano pode er #orto de deter#inada #aneira +ue o e pírito "u#ano e<a uF<ugado. % o!dado +ue o &e tira# co# u# #anto p8rpura e co!ocara# u#a coroa de e pin"o e# ua caFeça não tin"a# outro rei9 nen"u# outro deu a!'# de *' ar. % c' are era# o grande ini#igo ocu!to de /e u *ri to. E!e :o#Fara# de /e u *ri to en&o!&endo-o no #anto p8rpura +ue era u ado co#o u# ina! de iniciação no #i t'rio de . No círcu!o ocu!to 9 ta#F'# e aFe +ue o #ago negro pode# u ar a a!#a e e pírito do outro 9 ua &íti#a acri5icai 9 co#o &eícu!o . 4egundo Rudo!5 4teiner9 e e #ago tentara oFter podere oFrenaturai por &Aria encarnaçSe e agora a#eaça&a per&erter todo o ru#o da "i t1ria. coroa de e pin"o 5oi u#a Atira J grina!da con5erida a u# candidato +uando a!cança&a a iniciação no #i t'rio de E!3u i . % 5i!1 o5o e pan"o! /o ' %rtega y 2a et 5a!a da !iFeração de e pírito +ue o derra#a#ento de angue tra:. . *o#o con e+U3ncia9 /e u *ri to 5e: ini#igo #ortai entre o aduceu 9 +ue contro!a&a# a di&u!gação do con"eci#ento iniciAtico e# no#e da e!ite go&ernante.dLni . Vi#o co#o grande iniciado co#o E!ia dera# 5or#a a eu pr1prio e!&e &egeta! e ani#a! de ta! #aneira +ue podia# e tornar &eícu!o u ado para &ia<ar pe!o #undo e pirituai . *arrega a &ida e9 +uando ' derra#ado e u<a o c"ão9 toda a pai age# en!ou+uece e 5ica e>citada. Moi o início do 5i# da e co!a de .i t'rio e ne# /e u *ri to 5oi u# "iero5ante de u#a da e co!a de .

.o acri5icar u# grande n8#ero de &íti#a 9 criou u# e>'rcito para i no #undo e pirituai .e (it:i!opotc"t!i9 co#o aFe#o pe!o *1dice M!orentino de 4a"agun9 u# do pouco 5rag#ento +ue oFre&i&eu ao con+ui tadore .% grande ini#igo9 u# #ago9 era portanto capa: de contro!ar a pe oa depoi da #orte. . E!e na ceu de u#a &irge# e depoi de eu na ci#ento a 5orça do #a! con pirara# para #atA-!o. Por 5i#9 con eguiu cruci5icA-!o. *"a#a&a. Na &irada do #i!3nio9 u# "er1i 4o! 5oi #andando J Terra para co#Fat3-!o.a (it:i!opotc"t!i oFre&i&eu J pri#eira tentati&a de #atA-!o e9 ap1 #uita pro&açSe 9 e#preendeu u#a guerra #Agica de tr3 ano contra o #ago negro. *o#o o "er1i 4o! anteriore 9 eu na ci#ento 5oi pro5eti:ado. .

#'rica do 4u! 5oi cruci5icado9 aFriu.Ouando /e u *ri to 5oi cruci5icado9 5oi de encadeado u# i#en o poder para e piritua!i:ar a Terra.ar e!"a.e apena co# eu !ongo caFe!o rui&o . .editerrEneo e# u# pe+ueno Farco..INC.. E!a e# gera! ' de crita co#o penitente9 nua9 coFrindo. Por 5i#9 5ora# parar nu#a praia e# u# !oca! a !e te da atua! cidade de . Ouando9 ao #e #o te#po9 o grande #ago negro da .ada!ena. % E&ange!"o de Me!ipe cont'# uge tSe intrigante oFre o re!aciona#ento de /e u *ri to co# . (#a pintura de Mra )arto!o#eo e# u#a pe+uena cape!a perto de M!orença #o tra .ada!ena co# u# cEntaro de 1!eo9 u ado para ungir o p' de /e u *ri to. !enda dourada9 de /acoFu de Voragine9 a #ai popu!ar co!etEnea de "i t1ria de anto da Idade . ..a i o parece er u#a re5er3ncia ao *Entico do *Entico 9 RDei>e +ue e!e #e Fei<e co# Fei<o da FocaR e a i#9 ta#F'#9 ao Ra#or +ue ' #ai 5orte do +ue a #orteR. ..^. Pou a nu#a pedra co# a eguinte in crição: EN*%NTREI .aria .aria . . R/e u a a#a&a #ai do +ue todo o di cípu!o e co tu#a&a Fei<A-!a co# 5re+U3ncia ].R Depoi 9 #i terio a#ente9 a narrati&a e 5rag#enta.ada!ena9 +ue aiu do Farco9 pa ou o 8!ti#o trinta ano de ua &ida. 4ete de!e 5icara# J deri&a no . No centro de u# grande pen"a co +ue e ergue na praia ainda ' po í&e! &er a ca&erna onde .'dia9 de cre&e a per eguição a u# deter#inado grupo de cri tão e# /eru a!'# depoi da #orte de /e u *ri to..7. .e u# &1rtice +ue arra tou con igo a grande corrente da "i t1ria do #undo9 o e>tre#o do Fe# e do #a!.O(E7E O(E .

#A A Tirania o( $ai( a I)r'>a O( )n6(tico( ' o( n'o&latoni(ta( * O a((a((inato ' Hi&ácia * Ltila ' o @amani(mo * Um to3u' ' I'n No en ina#ento ecreto da e co!a 9 a &ida e a #orte do deu 4o! #arcara# o ponto #'dio da "i t1ria ecreta. Para #uita pe oa +ue &i&ia# na 'poca9 a #agnitude de te e&ento e# d8&ida di5icu!taria +ue o co!oca e# e# per pecti&a. % di cípu!o pri#eiro e dão a #ão 5or#ando u#a roda9 depoi gira# e# círcu!o e# &o!ta de /e u *ri to.risto7 E eu salvaria . E#Fora não ten"a ido perceFido pe!o croni ta o5iciai da 'poca9 no 5ina! do te#po e te e&ento erA &i to co#o o grande pi&L da &irada da "i t1ria.e i o co# a pro!i5eração de eita na d'cada +ue e egue# J #orte de /e u *ri to. % te>to u# tanto 5rag#entado do . Nota.!gun ta!&e: ti&e e# u#a &aga id'ia do +ue rea!#ente 5oi a grande re&o!ução +ue aconteceu no #undo e pirituai 9 #a na au 3ncia do tipo de autoridade uni5icada e in tituciona! do "iero5ante da e co!a de . /A 5a!a#o do E&ange!"o de 4ão To#A 9 co# ua &er Se #ai aut3ntica da pa!a&ra de /e u 9 e do re!ato do Pi ti 4op"ia oFre o doi #enino /e u .uito te>to gn1 tico ão tão antigo +uanto o !i&ro no No&o Te ta#ento9 a!gun co# u#a !egiti#idade e&idente. Depoi de u# !ongo período de aride: e piritua!9 #uito co#eça&a# a de 5rutar da inten a e>peri3ncia9 e#Fora atA&ica9 do #undo e pirituai . . Na !iturgia +ue aco#pan"a e ta dança9 /e u *ri to ' o iniciador e eu inter!ocutor ' u# candidato J iniciação.to de 4ão /oão o5erece u# o!"ar 5a cinante da prAtica interna do grupo de /e u *ri to.andidato7 Eu seria salvo . .i t'rio 9 e ta no&a e>peri3ncia 5ora# interpretada de &Aria #aneira . (#a dança circu!ar ' de crita. .

MicarA #ai 5Aci! de entender J #edida +ue pro eguir#o . .risto7 E eu perfuraria .i t'rio cri tãogo iriano de #orte e re urreição. Depoi di o9 *ri to di:: R% +ue ou agora parece er +ue não ou9 #a o +ue ou9 &erei +uando &iere .andidato7 Eu seria libertado .andidato7 Eu devoraria . % E&ange!"o de 4ão Me!ipe 5a: re5er3ncia a cinco rituai 9 endo o 8!ti#o e #aior de!e o ritua! da cE#ara nupcia!.ai tarde a Igre<a de tacaria o carAter 8nico da re&e!ação cri tã e a di tEncia de /e u *ri to e de eu en ina#ento de tudo +ue &eio ante .andidato7 Eu n%o ten!o lar e ten!o lares N%o ten!o lugar e ten!o lugares N%o ten!o templo e ten!o templos. . .uito do pri#eiro cri tão co#preendia# o cri tiani #o de acordo co# o +ue aprendera# na e co!a de . 4e ouFere o5rer9 terA o poder de não o5rer.risto7 E eu seria devorado % .andidato7 Eu seria perfurado .to de 4ão /oão u a# a !inguage# de 5or#a parado>a! e at' aF urda.i t'rio do Egito9 da 2r'cia e de Ro#a. % dançarino gira# e# torno do deu 4o!9 nu#a i#itação do p!aneta . .to de 4ão /oão ão in pirado por u#a &i ão c1 #ica de /e u *ri to co#o o deu 4o! retornado.pena 5rag#ento da parte eguinte oFre&i&era#9 #a parece# e re5erir a u# . Por'#9 para o pri#eiro cri tão era natura! &er o cri tiani #o co#o u#a e&o!ução do +ue 5oi 5eito ante e u#a rea!i:ação de pro5ecia antiga .R (#a dança "indu e# "onra a Hri "na ' de crita co#o Ru#a dança circu!ar no entido do 4o!R. 4eria e ta u#a prAtica ritua! e>ua! co#o a +ue acontecia# no te#p!o do Egito9 da 2r'cia e da )aFi!LniaT .risto7 E eu libertaria . 4aiFa então o5rer e terA o poder de não o5rer.. I o de&e no a!ertar para o 5ato de +ue o .

% #ai e#po!gante de te encontrou e>pre ão repre entati&a no neop!atoni #o.% pri#eiro papa da Igre<a9 *!e#ente de . E# 4oFre a de#ora da <u tiça di&ina9 P!utarco9 +ue 5oi #uito in5!uenciado pe!o neop!atoni #o9 di: +ue apar3ncia po ue# o di5erente e pírito &i to no início da <ornada ap1 a #orte. No 'cu!o II9 a+ue!e +ue agora c"a#a#o de neop!atoni ta co#eçara# a con&erter a id'ia de P!atão nu#a 5i!o o5ia &i&a9 u#a 5i!o o5ia de &ida9 at' #e #o u#a re!igião co# ua pr1pria prAtica e pirituai . En inara# ao di cípu!o #ai a&ançado o +ue c"a#a&a# de di cip!ina arcani9 +ue con i te e# prAtica de de&oção +ue "o<e c!a i5icaría#o co#o #agia. 0 i#portante !e#Frar +ue9 e#Fora con idere#o P!atão de u#a 5or#a acad3#ica eca9 eu te>to tin"a# tatu de e critura para eu eguidore no 'cu!o +ue ucedera# ua #orte.!e>andria9 pode ter con"ecido a!gu'# +ue ten"a tido contato co# o ap1 to!o . %utro era# #o +ueado V &i Se e>traordinAria V9 a!picado de ponto !í&ido co#o &íFora W e outro ainda tin"a# arran"Se 5raco R.uito co#preen i&e!#ente9 P!atão con&ertera e# conceito u#a e>peri3ncia de #ente-ante -da-#at'ria do #undo. E!e e preocupara# e# de cre&er a e>peri3ncia e piritua! &erdadeira. Pa agen +ue "o<e ão con iderada #ero e>ercício aF tru o de !1gica aF trata era# u ada por neop!atoni ta praticante e# ua de&oçSe . P!otino9 o #aior neop!atoni ta na e co!a de .!e>andria9 era u# #í tico praticante. P!otino di e9 ta!&e: co# certo de pre:o9 +ue Por5írio não tin"a a!cançado e e 5eito ne# u#a &e:h % neop!atoni ta +ue &iera# depoi de!e 9 Ia#F!ico e /a#F!ico9 dera# grande de ta+ue J i#portEncia . *!e#ente e eu di cípu!o %rígene acredita&a# na reencarnação9 por e>e#p!o. % pri#eiro !ídere cri tão co#o %rígene e *!e#ente era# erudito +ue participa&a# do a&anço inte!ectuai de ua 'poca.5ir#a +ue o 5a!ecido ' cercado por u# en&o!t1rio +ue parece u#a c"a#a9 #a Ra!gun era# co#o a !u: da 7ua c"eia9 e#itindo u#a cor ua&e9 contínua e uni5or#e. . % neop!atoni ta não e <u!ga&a# criadore de id'ia 9 apena e cre&ia# co#entArio para e c!arecer o +ue P!atão +ui di:er. . 4eu di cípu!o Por5írio contou &er &Aria &e:e o #e tre e# arrouFo de 3>ta e9 uni5icado co# Ro (#R.

a!'# de an<o e arcan<o 9 era5in 9 +ueruFin 9 trono 9 do#inaçSe 9 pote tade 9 &irtude 9 principado . Por e>e#p!o: o Rpodere R de 4ão Pau!o .reopagita9 di cípu!o de 4ão Pau!o. no&e orden +ue e!e de cre&eu pode# er co#parada ao ra#o da Ar&ore do ep"irot" V e co# a di5erente orden de deu e e e pírito da antiga re!igiSe po!iteí ta e a tronL#ica .!e>andria9 re&e!ou a e trutura co#u# de toda a re!igiSe . Cer#'tica era# to!erante co# outra tradiçSe 9 e# parte de&ido a u# pre upo to uF<acente de +ue toda a tradiçSe e &o!ta&a# para o #e #o deu e p!anetArio e aFria# o ca#in"o para o #e #o #undo e pirituai . Ia#F!ico inc!u i&e dei>ou de criçSe deta!"ada de ua &i Se . . . E te i te#a 5oi e>po to por Dioní io9 o .da prAtica te8rgica 9 i to '9 J #agia do Fe#. 4ão Pau!o ugeriu di5erente orden de an<o . Xuri 4toyano&9 pe +ui ador de reno#e do In tituto ParFurg9 con5ir#ou-#e "A pouco te#po +ue a #aioria do erudito ad#ite ua origen egípcia genuína . . P!otino e!aForou u#a #eta5í ica e>tre#a#ente co#p!e>a de e#anaçSe do tipo +ue #enciona#o no *apítu!o 1. Na "i t1ria ecreta9 por'#9 o e crito "er#'tico e caFa!í tico +ue co#eçara# a aparecer ne ta 'poca ão con iderado a pri#eira e>pre Se i te#ati:ada e regi trada de tradiçSe antiga 9 +ua e toda orai .e +ue a Cer#'tica e originara# co# Cer#e Tri #egi tu 9 u# antigo AFio egípcio9 #a 5ora# e crita e# grego e reunida ne ta 'poca e# 62 &o!u#e . E!e 5a: a!u ão a u# i te#a ao +ua! e pera&a9 ' e&idente9 +ue eu !eitore co#preende e#. interpretação a!eg1rica da e critura 9 urgida co# o erudito <udeu Mi!on de . 0 de 5ato po í&e! traçar para!e!o entre a &Aria e#anaçSe de P!otino9 o deu e da Cer#'tica e a e 5era do c'u de crita no Pi ti 4op"ia. Na *aFa!a9 J &e:e e con idera +ue a e#anaçSe da #ente c1 #ica o ep"irot" V 5or#a# u#a e p'cie de Ar&ore en+uanto de ce#9 a Ar&ore do ep"irot". 4upSe. % neop!atoni #o in5!uenciou outra tradiçSe 9 e# e pecia! por ua aFordage# i te#Atica9 particu!ar#ente a *aFa!a e o "er#eti #o. % "er#eti #o e a *aFa!a era# &i to por a!gun erudito co#o u# neop!atoni #o de +ua!idade re pecti&a#ente egípcia e "eFraica.

% #aior do pai da Igre<a9 4anto .r&ore da Vida caFa!í tica co# o en ina#ento u5i e 5e: !igaçSe entre o ep"irot" e o c"aIra da tradição "indu. nature:a c1 #ica da &i ão de .de&e# e+Ui&a!er ao deu e do i te#a o!ar do grego e ro#ano 9 endo o Podere da 7u: o e pírito do 4o! e o Podere da Tre&a o deu e da 7ua e do p!aneta . e tudio a <udia ReFecca Henta c"egou a co#parar a a cen ão pe!o portSe da aFedoria na . .o 12 ano 9 u# er apareceu para e!e.go tin"o9 era u# iniciado de u#a e co!a de . . .ani na ceu e# 21= na região +ue "o<e con"ece#o co#o Ira+ue.ani ta#F'# pode er &i ta e# eu increti #o9 e# eu re!ato do grande e&ento da "i t1ria e no pap'i uF!i#e repre entado por Goroa tro9 )uda9 o pro5eta "eFreu e /e u *ri to. 0 i#portante ter e# #ente +ue não e ta#o 5a!ando de aF traçSe 9 #a de e>peri3ncia &i&ida .ani+ueí #o. . Todo idea!i #o9 todo o i te#a re!igio o de toda a cu!tura &3e# a criação co#o u#a 'rie de cendente de e#anaçSe da #ente c1 #ica. E te #i terio o er +ue e!e pa ou a c"a#ar o 23#eo re&e!ou a . . . E!e aprendeu oFre o entre!aça#ento da 5orça da tre&a na criação do co #o e +ue a 5orça do #a! +ua e triun5ara# na grande Fata!"a c1 #ica entre o Fe# e o #a!.i t'rio per a c"a#ada . 0 i to +ue !e&a J a tro!ogia9 J a!+ui#ia9 a t'cnica e prAtica #Agica para +ue e c"egue a e tado a!terado . % *ri tiani #o 5oi 5or<ado a partir de e>peri3ncia iniciAtica e crença e#e!"ante .ani u# grande #i t'rio ocu!to: o pape! do #a! na "i t1ria da "u#anidade. no&e "ierar+uia de an<o J &e:e era# di&idida e# tr3 parte 9 e +uando 5a!ou e# er e!e&ado ao Terceiro *'u9 4ão Pau!o +ui di:er +ue tin"a ido iniciado e# ta! a!to ní&e! +ue te&e e>peri3ncia pe oa! direta do ere e pirituai e>a!tado 9 o era5in 9 +ueruFin e trono . .a o +ue ' di tinta#ente e ot'rico ' a identi5icação de ta e#anaçSe 9 co# o e pírito da e tre!a e p!aneta de u# !ado e a 5i io!ogia ocu!ta de outro.

.R % en o de 4anto .go tin"o &iu9 co# Ro o!"o #i terio o da a!#aR9 u#a !u: #ai 5orte do +ue a !u: do inte!ecto. REntrei e# #in"a a!#a #ai ínti#a e &i9 a!'# de #in"a &i ão e de #in"a a!#a9 a !u:.go tin"o 5oi u# re!ato aFrangente da doutrina da Igre<a no ter#o do p!atoni #o. Não e preocupou apena co# aF traçSe eterna .% uni&er a!i #o do iniciado preocupa&a o d' pota !ocai .go tin"o da pa age# do te#po . 4ua *on5i Se #o tra#-no torturado pe!a noção da pa age# do te#po9 o +ue e perceFe na 5ra e a eguir9 +ue por ina! ' #uito citada: R% 4en"or 5e:-#e ca to V #a não aindaRW e ta#F'# e# eu !a#ento pungente e# outro #o#ento de e>peri3ncia &i ionAria: R1 )e!e:a tão antiga e tão no&a9 tarde de#ai eu &o a#ei.ani 5oi protegido por doi rei 9 #a o uce or de!e o per eguiu9 torturou-o e por 5i# o cruci5icou. . con ci3ncia e!e&ada +ue o iniciado te# da 5orça do #a! e#pre e tA u<eita a interpretaçSe e+ui&ocada . % +ue e# gera! a "i t1ria con&enciona! da Igre<a atenua ' +ue e te re!ato e Fa eou na e>peri3ncia direta e pe oa! do iniciado. .R . i#portante rea!i:ação inte!ectua! de .

ugu to .er!in9 u#a 5igura apa&orante +ue e>pu! ou toda a erpente da Ir!anda co# eu Fa tão9 en>otou de#Lnio e !e&antou o #orto . Tendo ido capturado e &endido co#o e cra&o9 4ão Patrício #ai tarde partiu nu#a #i ão para di&u!gar o enti#ento pe!a antidade da &ida "u#ana +ue /e u *ri to introdu:ira no cur o da "i t1ria do #undo.diante &ere#o +ue e!e co#preendeu co#o e de doFraria# a uce i&a 5a e da "i t1ria do #undo +uando e>a#inar#o ua pro5ecia da 5undação da *idade de Deu . .a ta#F'# era u# #ago na tradição de Garatu tra e . 4ão Patrício re&e tiu a pro5ecia c1 #ica ce!ta da &o!ta do deu 4o! co# o con"eci#ento "i t1rico da &ida e da oFra de /e u *ri to. . . "i t1ria da 5undação da Igre<a de Ro#a e ua di e#inação pe!a autoridade do #oriFundo I#p'rio Ro#ano 5oi e crita pe!a Igre<a e por eu ini#igo .!gu#a crença e prAtica de te e de outro cri tão pri#iti&o &iria# a er con iderada "er'tica pe!a Igre<a de Ro#a. Na arte ce!ta9 #oti&o entre!açado ta#F'# repre enta&a# a onda de !u: +ue caracteri:a# a pri#eira 5a e da e>peri3ncia #í tica e# toda a tradiçSe . Z &e:e o #e#Fro de u#a congregação ta#F'# tenta# proiFir crença co#o 5e: o i#perador . . E a ta#F'# 5oi a era do grande #i ionArio cri tão . E!e !utou para aFo!ir a e cra&idão e o acri5ício "u#ano. % cri tiani #o ce!ta entre!açou "aFi!#ente e!e#ento pagão e cri tão . Ouando a pe oa e preocupa# pro5unda#ente co# a #e #a coi a 9 +uando parti!"a# o +ue o te1!ogo e>i tencia!i ta Pau! Ti!!ic" c"a#ou de RpreocupaçSe 8!ti#a R9 J &e:e e!a ão incri&e!#ente en í&ei a di5erente #ati:e de opinião.não por+ue acredite# +ue e<a# 5a! a 9 #a por+ue acredita# +ue ão &erdadeira .tran #ite u#a percepção e ot'rica da "i t1ria. di5erença de opinião pode# !e&ar a cri#e por 1dio9 e a i# no o #aior ini#igo não ' o con+ui tador e trangeiro +ue aparece no "ori:onte co# !Agri#a angrenta &incando eu ro to9 #a u# ir#ão ou ir#ã co# +ue con&i&e#o na congregação. % cri tiani #o 5oi aceito de pronto pe!o ce!ta . % i#petuo a#ente independente ce!ta continuaria# a in i tir na pri#a:ia da e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai e de en&o!&eria# tradiçSe e ot'rica independente de Ro#a. . % .

*on tantino pode ter tido e perança de +ue a no&a e rigoro a re!igião do I#p'rio Ro#ano9 a<udaria a di#inuir o dec!ínio #a e!e continua&a angu tiado co# u#a pro5ecia do %rAcu!o 4iFi!ino de +ue Ro#a &o!taria a er a o#Frada por !oFo e rapo a . . )ene5ício po!ítico induFitA&ei ad&iera# de e ato. . . % cri tão c!ara#ente aFia# de no&a a!egria e ati 5açSe 9 no&a 5or#a de e tar no #undo. *o#o &i#o 9 o ro#ano 5i:era# da crue!dade u# cu!to. % ro#ano era# i#piedo o e a i#piedade era u#a &irtude #a cu!ina.i#perador *on tantino a5ir#a&a +ue no #eio da noite9 ante de tra&ar u#a Fata!"a co# reFe!de 9 e!e te&e u# on"o e# +ue /e u *ri to !"e apareceu e di e para co!ocar o ina! da cru: e# ua Fandeira de Fata!"a9 co# a eguinte in crição: R*o# e te ina!9 &encere#o . .+ui e ta&a u#a no&a 5or#a de con ci3ncia.+ui e ta&a# pe oa capa:e de &i&er e# ua #ente . Era# i!u#inada de dentro por u# entu ia #o e u#a certe:a da e>peri3ncia e piritua!. E>a!ta&a# a i#po ição do poder9 !e&ada a eu e>tre#o 9 por u# ou outro "o#e#. De&e ter ido tão perturFador e intrigante +uanto u# pig#eu e# Papua No&a 2uin' encontrando pe!a pri#eira &e: u# e>p!orador europeu centena de ano depoi . Pen e e# co#o u# iniciado cri tão de&e ter parecido e tran"o a u# ro#ano. E!e então dec!arou o cri tiani #o co#o a re!igião o5icia! do i#p'rio e doou o Pa!Acio 7aterano ao Fi po de Ro#a. no&a 5or#a de con ci3ncia +ue 5ora iniciada e# /eru a!'# e ta&a e e pa!"ando co# grande &igor pe!o i#p'rio e *on tantino tirou pro&eito di o9 o5erecendo a !iFerdade a +ua!+uer e cra&o +ue e con&erte e e &inte peça de ouro a +ua!+uer u# +ue <A 5o e !i&re.R *on tantino oFedeceu e o reFe!de 5ora# derrotado . Ca&ia #undo tota!#ente no&o por trA da+ue!e o!"o . . i#9 a e>a!tação cri tã da doçura e da "u#i!dade &irou tudo de perna para o ar.

Por orde# do 5i!"o de *on tantino9 #u!"ere e criança era# . . Depoi e!e a enterrou de no&o no !oca! da cidade +ue receFeria o no#e de *on tantinop!a.E!e decidiu tentar oF truir e ta pro5ecia tran 5erindo o e pírito de Ro#a para outra !oca!i:ação e 5undando u#a capita! a!ternati&a.2=9 o concí!io de Niceia decidiu +uai e&ange!"o 9 entre o #uito e# circu!ação9 era# aut3ntico . . i#9 oF u# pi!ar de p1r5iro9 e!e de enterrou o Pa!Adio9 a antiga e tAtua da deu a +ue9 co#o &i#o 9 5oi !e&ada de Tr1ia para a 5undação de Ro#a. Moi epu!tada oF o #e #o pi!ar9 #a agora enci#ada por u#a e tAtua do deu 4o!9 coroada co# o cra&o da &erdadeira cru: na 5or#a de u#a e p'cie de ni#Fo. E te i#Fo!i #o9 incorporando en ina#ento iniciAtico re!acionado ao deu 4o!9 teria ido co#preendido pe!o iniciado de toda a re!igiSe . E# . % 'dito i#periai ta#F'# proiFira# prAtica pagã . i#9 ta!&e: 5o e u# tanto irLnico +ue a Igre<a co#eça e9 oF a 'gide de *on tantino9 a repri#ir o en ina#ento iniciAtico e a redu:ir o en ina#ento e>ot'rico a dog#a .

% Panteão e# Ro#a tin"a u#a Fe!e:a uF!i#e e c1 #ica9 ao contrArio de +ua!+uer igre<a 5eita oF enco#enda. /u!iano9 oFrin"o de *on tantino9 c"egou ao poder e# ."ri#an .!e>andria.a ante de con eguir cu#prir ua #i ão9 /u!iano 5oi a a inado por u# eguidor de *on tantino e u#a no&a era de 4aturno te&e início9 +uando o con"eci#ento da &erdade9 a e piritua!idade iniciAtica9 a5ina! eria re!egado J c!ande tinidade.aria. . *on5i cou a propriedade do R"er'tico R e e apo ou de eu te#p!o . Tendo ido criado co#o di cípu!o do 5i!1 o5o neop!atoni ta Ia#F!ico9 co#preendia Fe# a #i ão do er +ue c"a#a&a de Rdeu do 4ete Raio R. . /u!iano !iderou u#a ca#pan"a #i!itar na P'r ia.ou 4atã -9 o e pírito do #ateria!i #o.credita&a +ue o cri tiani #o procura&a negar a rea!idade do deu e +ue e!e con"ecera por #eio da iniciação.i t'rio #ani+ueí ta ediada na P'r ia. E!e deu direito iguai a todo o 8dito 9 independente#ente de ua crença re!igio a 9 e per#itiu a reaFertura do te#p!o pagão . E# eu interior9 u#a e tAtua do deu era u pen a do teto por u# í#ã. E te te#p!o a todo o deu e 5oi con&ertido por Teod1 io e# u# te#p!o do #onoteí #o. Teod1 io 5ec"ou a e co!a de .a!i#entada J 5orça9 co# a Foca #antida aFerta por u# di po iti&o de #adeira en+uanto o pão con agrado era en5iado goe!a aFai>o.p1 tata9 +ue igni5ica Ra+ue!e +ue de cartou a 5'R. . E!e aFia o Fa tante para entender +ue a #i ão do deu 4o! e ta&a a#eaçada e +ue o #i t'rio interiore do #ani+ueí #o di:ia# re peito ao egredo da guerra entre o deu 4o! e .i t'rio e e# .?1 e re&erteu a #ar' de into!erEncia re!igio a. E tAtua de @ i 5ora# dedicada a . % i#perador Teod1 io iniciou u#a po!ítica i#p!acA&e! de repre ão a +ua!+uer u# +ue di corda e da !in"a i#peria! da doutrina cri tã. Ta#F'# "a&ia FiF!ioteca +ue . /u!iano e cre&eu u#a 5a#o a po!3#ica contra o cri tiani #o !i#itado e dog#Atico +ue e de en&o!&era na 'poca de *on tantino9 e ' por i o +ue e critore cri tão po teriore &iera# a c"a#A-!o de o .91 itiou o 4erapeu#9 na . E ta con trução agrada9 co# u# grande te#p!o a 4erApi co# nu&en no topo9 era u#a da #ara&i!"a do #undo antigo. i# co#o o grego "a&ia# itiado Tr1ia para contro!ar o con"eci#ento iniciAtico +ue a!i e ocu!ta&a9 /u!iano +ueria entender o con"eci#ento ecreto da e co!a de .

aFriga&a# a #aiore co!eçSe de !i&ro do #undo. Por 5i#9 Teod1 io &o!tou ua atenção para a e co!a neop!atLnica de 5i!o o5ia ediada e# . Nu#a tarde de 616 +uando CipAcia aía de u#a a!a de au!a9 u# grupo de #onge &e tido de preto a oFrigou a de cer de ua carruage#9 de piu-a e a arra tou pe!a rua at' u#a igre<a pr1>i#a a ee a Pu>ara# pe!a o#Fra 5ria at' o a!tar. . Nu#a at#o 5era per5u#ada por incen o 9 o #onge e reunira# oFre o corpo de!a9 agora coFerto por tra<e preto 9 e a di!acerara# #e#Fro por #e#Fro. grande per ona!idade do neop!atoni #o na 'poca era u#a <o&e# c"a#ada CipAcia.!e>andria9 a #aior #antenedora do !egado inte!ectua! da e co!a de .i t'rio . E!a atraía u#a grande #u!tidão e# ua au!a . E!a adora&a nadar9 ca&a!gar e e ca!ar #ontan"a .e ta!&e: #ai i#portante .i t'rio e a5ir#a&a9 a i# co#o o pai9 +ue nen"u#a tradição ou doutrina i o!ada podia a5ir#ar er a dona e>c!u i&a da &erdade. Era !inda9 inte!igente e !ogo angariou 5a#a co#o in&entora de in tru#ento cientí5ico 9 inc!u i&e u# oF<eto para #edir a gra&idade e pecí5ica de !í+uido .a ' igua!#ente &erdade .+ue9 de de a 'poca de 4ão Pau!o e 4anto . Mi!"a de u# i#portante 5i!1 o5o e #ate#Atico9 5oi educada co# au!a de 5i!o o5ia9 #ate#Atica9 geo#etria e a trono#ia. 0 de#a iado 5Aci! &er a Igre<a co#o a crue! repre ora do !i&re pen a#ento e ro#anti:ar grupo pro crito e e co!a antino#iana co#o a neop!atoni ta e gn1 tica .go tin"o9 o #aiore !ídere da Igre<a 5ora# . De de eu pri#1rdio 9 a "i t1ria da Igre<a te&e &Ario !ídere praticante de #agia negra e outro iniciado +ue aFu ara# de eu podere oFrenaturai para 5in egoí ta . . 4oFre&i&era# apena a!gun 5rag#ento de eu e crito 9 #a e!a era #uito con"ecida por ter u# do inte!ecto #ai Fri!"ante da 'poca. Me!i:#ente9 #uito !i&ro 5ora# contraFandeado ante +ue o 4erapeu# 5o e co#p!eta#ente incendiado e ua e tAtua agrada 5o e# arra tada pe!a rua . Ver ada na aFedoria de P!otino e Ia#F!ico9 e>p!ica&a co#o o cri tiani #o e&o!uiu a partir do en ina#ento da e co!a de . 4eu pai de en&o!&eu u#a 'rie de e>ercício para tornar o corpo da 5i!"a u# receptAcu!o ade+uado para u#a #ente Fri!"ante.

E!e aFia# +ue era nece Ario upri#ir +ua!+uer co#preen ão da reencarnação no %cidente. . E# eu e crito 9 não "A &e tígio do e&ange!"o do a#or uni&er a! introdu:ido por /e u *ri to.iniciado da #ai a!ta orde#9 +ue procurara# guiar a "u#anidade de acordo co# o p!ano di&ino de!ineado ne te !i&ro. Por outro !ado9 o neop!atoni ta 9 e#Fora de e# egui#ento J oFra de PitAgora e P!atão9 con&ertendo e# conceito a e>peri3ncia direta do #undo e pirituai 9 parecia# não ter nen"u#a con ci3ncia da grande re&o!ução +ue pre encia&a#. De acordo co# o p!ano c1 #ico9 o %cidente de&eria er o nin"o do en o do &a!or da &ida "u#ana indi&idua!9 e# e&o!ução ne ta 'poca.uita crença . Da #e #a 5or#a9 a 3n5a e gn1 tica na e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai 9 di tinta da aceitação pa i&a de dog#a aF trato 9 e ta&a a!in"ada co# o i#pu! o introdu:ido por /e u *ri to9 #a #uito gn1 tico ta#F'# era# #i antropo &ee#ente 9 de u# <eito +ue contraria a #i ão de tran 5or#ar o #undo #ateria! preconi:ada por /e u .

Pri co #o tra Kti!a &i&endo nu#a ca a i#p!e de #adeira co# tAFua encerada 9 guarnecida por u#a cerca de #adeira.!gun e ti#u!a&a# erpente +ue e arra ta&a# por eu corpo nu 9 outro FeFia# angue #en trua!9 di:endo REi a+ui o angue de *ri toR9 e "a&ia a+ue!e +ue acredita&a# +ue ua #agia e>ua! !e&aria ao na ci#ento de criatura di&ina . .e# u#a tige!a de #adeira e co#eu nu# prato de #adeira. E!e de&a tou o territ1rio ante in&adido por godo e &Enda!o e con truiu u# i#p'rio +ue e e tendia da p!anície da K ia *entra! ao Norte da 2A!ia. Kti!a9 o R5!age!o de Deu R9 tornou. .!gun gn1 tico acredita&a# +ue /e u *ri to não "a&ia caído tanto a ponto de "aFitar u# corpo 5í ico9 +ue e!e tin"a &i&ido na Terra apena co#o u#a e p'cie de 5anta #a9 e pratica&a# e>tre#o Fi:arro de #orti5icação e de&a idão co#o 5or#a de de integrar o pr1prio entido #eno pre:ado do corpo e ter ace o ao #undo e pirituai .#oderada#ente . (# i#p'rio e# con tante e>pan ão na *"ina pro&ocou u# e5eito do#in1 e# toda a K ia *entra! e Europa. E!e FeFeu .e u#a a!cun"a para FarFaridade9 #a u# re!ato e# pri#eira #ão de u#a &i ita ao aca#pa#ento de Kti!a por u# "i toriador grego9 Pri co9 no dA u# +uadro #uito di5erente.+ue a eita gn1 tica to#ara# de ua a&entura no #undo e pirituai ta#F'# era# 5antA tica . Ro#a +ueria e!i#inar a di5erença doutrinAria . con&icção e o prop1 ito #ora! cri tão 5ora# 8tei para *on tantino e Teod1 io9 uni5icando o i#p'rio e o 5orta!ecendo a partir de dentro9 nu#a 'poca e# +ue "orda de FArFaro do %riente a#eaça&a#. 4oF pre ão do E>tre#o %riente9 godo 9 &i igodo e &Enda!o in&adira# parte da Europa9 c"egando a Ro#a ante de e retirare# no&a#ente. Depoi 9 no egundo +uarto do 'cu!o V9 a triFo #ong1i nL#ade 5ora# uni5icada oF u# grande !íder9 Kti!a o Cuno. Não de#on trou e#oção . . E teira de !ã er&ia# de tapete e Kti!a V !itera!#ente Rpe+ueno paiR V receFeu eu &i itante &e tido co# roupa i#p!e de !in"o9 e# adorno de pedra precio a ou ouro. Depoi pro eguiu pe!o Norte da ItA!ia e in&adiu *on tantinop!a. %utro e ca tra&a# e depoi e gaFa&a#9 E tou #ai #orto do +ue tuR.

Deu-!"e a opção de e ca ar co# u# de eu "o#en ou então ir para o e>í!io.durante a con&er a9 a não er +uando eu 5i!"o #ai no&o c"egou9 a +ue# e!e a5agou e o!"ou co# ati 5ação. Di:ia. % ro#ano te#ia# Kti!a #ai do +ue a +ua!+uer outro ini#igo. e a a!tura9 Kti!a acredita&a ter rea!i:ado ua a#Fição de con+ui tar o I#p'rio Ro#ano e go&ernar o #undo..inda +ue Kti!a não 5o e o #on tro &ora: da i#aginação popu!ar9 ' &erdade +ue teria ido de a tro o para a e&o!ução da con ci3ncia "u#ana e e!e ti&e e con eguido ani+ui!ar o I#p'rio Ro#ano. Ta#F'# in&oca&a# a a!#a co!eti&a de carní&oro 9 o !oFo e o ur o 9 a entrar ne!e e !"e dar podere oFrenaturai . Ouando in&adiu territ1rio ro#ano 9 re&erteu a ro#ani:ação9 de#o!indo con truçSe ro#ana 9 e ta#F'# to#ou #i!"are de !iFra de ouro de Ro#a e# triFuto .ircea E!iade a c"a#ou de Rt'cnica arcaica de 3>ta eR V para e co!ocar e# tran e: o Fater rit#ado de ta#Fore e a dança9 a "iper&enti!ação9 a . .e co# e!e. % >a#ã 9 da 'poca da in&a Se FArFara at' o pre ente9 u ara# u#a &ariedade de t'cnica . Kti!a não per#itia +ue eu po&o &i&e e e# territ1rio ro#ano ou co#pra e produto ro#ano . Tudo i o pretendia con&ocar o Fata!"Se do #orto 9 o 5anta #a de eu ance trai 9 para +ue !uta e# co# e!e . Ouando e# 6=2 a5ina! te&e Ro#a e# ua garra 9 o i#perador #andou 7eão9 Fi po de Ro#a9 reunir.e ta#F'# +ue9 +uando con+ui tou a cidade cri tã de *orinto9 Kti!a 5icou o5endido ao &er u#a pro tituta e# cada e +uina. *o#o e ta#o con iderando a in&a Se FArFara do %riente9 e te ta!&e: e<a u# Fo# #o#ento para no deter#o no >a#ani #o. pa!a&ra >a#ã &e# do uF tanti&o tungue-#ongo! para Ra+ue!e +ue aFeR. % 5uturo papa negociou u# acordo co# Kti!a egundo o +ua! Con1ria9 5i!"a do i#perador9 eria ua e po a <unto co# u# dote de #i!"are de !iFra e# ouro. Kti!a e eu po&o pratica&a# o >a#ani #o. . . % grande rugido apa&orante de u# e>'rcito "uno entrando e# Fata!"a era co#po to pe!o ui&o de cãe 9 o Fater de ar#a e o on de tro#Feta e ino . E# toda a Fata!"a 9 Kti!a era guiado V aFia#ente9 co#o e &iu V por eu acerdote ->a#ã .

Terceiro9 e te padrSe e #eta#or5o eia# e# 5or#a 9 #ai co#u#ente erpente e criatura #eio "u#ana e #eio ani#ai 9 +ua e e#pre co# corpo 5!e>í&ei e e#i-tran parente .por e>e#p!o9 o IyIeon e# E!3u i e a nin5eia a:u! to#ada <unto co# o 1pio e a rai: de #andrAgora no Egito antigo. E# gera! &i&e. 2regg /acoF 9 da Macu!dade de . % cienti ta ta#F'# i o!ara# u#a en:i#a no c'reFro +ue indu: e te e tado de tran e. pe +ui a parece ugerir +ue 2\ de n1 t3# u# ní&e! natura!#ente a!to de di#eti!tripta#ina no c'reFro9 o u5iciente para no proporcionar e tado de tran e e pontEneo e in&o!untArio .i t'rio . . Por 5i#9 +uando o tran e di#inui9 o >a#ã te# a en ação de de 5rutar de podere oFrenaturai 9 co#o a capacidade de curar9 in5or#açSe oFre ini#igo 9 in5!u3ncia #enta! oFre ani#ai e o do# da pro5ecia. Pri#eiro9 u#a e>tinção do #undo do entido e u#a en ação de <ornada pe!a tre&a . Tudo i o pode parecer co#Finar per5eita#ente co# o re!ato de iniciaçSe na e co!a de .edicina de Car&ard9 di e +ue9 Rpe!o u o de t'cnica >a#aní tica 9 pode#o entrar e# e tado ance trai podero o de con ci3nciaR. % antrop1!ogo perceFera# +ue o re!ato de e>peri3ncia >a#aní tica de #uita cu!tura di5erente #o tra# u#a progre ão +ue eguiu a #e #a 5a e .e u#a dor inten a9 co#o e o corpo e ti&e e endo de #e#Frado. Para o re to de n1 9 e a t'cnica antiga ou i#i!are ão nece Aria . E tudo recente de Pi!!ia# E#Foden9 pro5e or de Fio!ogia da (ni&er idade do E tado da *a!i51rnia9 e de outro pe +ui adore aponta# para a proFaFi!idade de +ue 5ora# u ada droga para indu:ir e tado de tran e no centro de . . 4egundo9 u# #ar de !u:e 9 #uita &e:e co# u#a rede incon tante de padrSe geo#'trico V a #atri:.auto#uti!ação 5ren'tica9 a pri&ação en oria!9 a de idratação9 a pri&ação de ono e ta#F'# p!anta p icoati&a 9 inc!u i&e a aya"ua ca9 o cacto peiote e o 5ungo ergot.i t'rio +ue &i#o a+ui. Ta#F'# parece pro&A&e! +ue todo te#o ní&ei #ai a!to at' a ado!e c3ncia9 +uando ocorre u# proce o de cri ta!i:ação9 coFrindo a g!Endu!a pinea! e iniFindo ua 5unçSe .

uita pintura produ:ida pe!a cu!tura >a#aní tica co#o regi tro de eu tran e ão incri&e!#ente Fe!a 9 #a não dão o #e #o panora#a #agní5ico e aFrangente do #undo e pirituai encontrado 9 por e>e#p!o9 no teto do te#p!o de Ed5u ou Mi!ae. i#9 na &i ão do #e tre e ot'rico #oderno 9 todo >a#ani #o9 +uer e<a da antiga "orda de "uno ou #ong1i ou a+ue!e praticado pe!o ango#a na K5rica do 4u! de "o<e9 repre enta u#a degeneração de u#a &i ão pri#ordia! #agní5ica. . Na "i t1ria ecreta9 a &i ão pri#ordia! da "u#anidade era co#p!e>a9 o5i ticada e #agní5ica9 e 1 #ai tarde degenerou para o ani#i #o9 o tote#i #o e o >a#ani #o.a na opinião de e ot'rico #oderno 9 o e>e#p!o do >a#ani #o 1 no er&irA e não tentar#o entender a e co!a de .!'# di o9 o ere encontrado pe!o >a#ã parece# er de ní&ei in5eriore 9 e# &e: do deu e p!anetArio #ai e!e&ado co# +ue# co#unga&a# o acerdote do te#p!o. % oF<eti&o de ta e&o!ução era Fe!o V +ue a pe oa 5o e# capa:e de oFter a!egria a partir da 5orça e da uperioridade inte!ectua! de!e e +ue pude e# e co!"er e #o&i#entar co# !iFerdade9 poder e a#or não 1 pe!o #undo #ateria!9 #a pe!o #undo e pirituai . % con u#o de droga c!ara#ente co#pSe grande parte da prAtica >a#ani ta #oderna9 #a ' proiFido pe!a #aioria do #e tre e ot'rico #oderno co#o u# #eio de a!cançar o #undo e pirituai . % oF<eti&o de te #e tre ' a!cançar a e>peri3ncia do #undo e pirituai co# a inte!ig3ncia e a 5acu!dade crítica inc1!u#e ao #A>i#o9 na &erdade e!e&ada . triFo de Kti!a pratica&a u# >a#ani #o +ue !"e deu ace o ao #undo e pirituai +ue #uito c!'rigo pode# in&e<ar9 #a era u# ace o e# u# e tado atA&ico. . Entrar no #undo e pirituai co# droga 9 por outro !ado9 ' agir e# a preparação ade+uada e pode aFrir u# porta! para u#a di#en ão de#oníaca +ue depoi ' di5íci! de er 5ec"ada. . .i t'rio e a ociedade ecreta . *ontraria&a o i#pu! o da e&o!ução da con ci3ncia "u#ana +ue tin"a ido de en&o!&ido por PitAgora e P!atão e agora receFia no&a direção por inter#'dio de /e u *ri to e Pau!o. .. Na "i t1ria con&enciona!9 o pri#eiro e tAgio da re!igião 5ora# #arcado pe!o ani#i #o e pe!o tote#i #o9 depoi e&o!uíra# para a co#p!icada co #o!ogia da grande ci&i!i:açSe antiga . De no&o &e#o +ue na "i t1ria ecreta tudo e tA in&ertido e J a&e a .

Deu e o deu e parecia# pouco #ai do +ue id'ia aF trata e &a:ia 9 en+uanto a &igoro a re5!e>ão oFre a &ida e ta&a no reino da ci3ncia e da tecno!ogia9 na teoria atL#ica de 7ucr'cio9 e# pro<eto i#pre ionante de engen"aria a+ueduto 9 i te#a de drenage# e e trada co# #i!"are de +ui!L#etro . Pa e ta&a #orto "A #uito e o orAcu!o caíra# e# i!3ncio. 4o5rera u#a grande "e#orragia na a!. 4e e te cidadão ti&e e e co!"ido não e ca!ar9 e!e poderia ter captado uge tSe +ue e#ana&a# da corrente uFterrEnea do pen a#ento.i t'rio para a era da ociedade ecreta 9 da direção do cur o da "i t1ria pe!a e!ite po!ítica . Pode#o i#aginar co#o a &ida podia parecer aF urda a u# cidadão do I#p'rio Ro#ano no te#po de eu dec!ínio.+ue urgia# e# toda parte. Entretanto9 e e te cidadão ti&e e e i#portado e# ou&ir a a piraçSe #ai ínti#a de eu e pírito9 poderia ter perceFido +ue e e co#ando e&ero e #ecEnico da engrenagen da nece idade9 e ta no&a 5or#a do #undo9 deu re!e&o a a!go #uito e#e!"ante a eu opo to9 c"a#ado e# toda parte de Ro ca#in"o e# no#eR.R E ta 5a#o a 5ra e do pri#eiro pai da Igre<a a 5a!ar !ati#9 Tertu!iano9 in5!uenciou #uito pen adore no 5ina! do 'cu!o YIY e na pri#eira #etade do 'cu!o YY.Ouando9 e# 6=. . Na #an"ã do ca a#ento9 Kti!a 5oi encontrado #orto. E# #eio a e ta con<untura crítica9 pa a#o da era da e co!a de . E!e &i&ia nu# #undo de encantado9 onde parecia# du&ido a a grande certe:a e pirituai e# +ue 5ora# 5unda#entada a ci&i!i:açSe do #undo antigo.credito por+ue ' aF urdo. % de!icado cre ci#ento inicia! de u#a no&a 5a e da con ci3ncia "u#ana e ta&a pre te a er cortado pe!a rai:. certe:a e pirituai tin"a# ido uF tituída pe!a dura rea!idade po!ítica e econL#ica.9 Kti!a e preparou para ce!eFrar eu ca a#ento co# u#a <o&e# de Foa 5a#í!ia e pe!e #acia9 e!e9 +ue <A po uía centena de e po a 9 era u# "o#e# no auge da &ida e c"eio de pot3ncia9 pre te a oF er&ar o 5i# do I#p'rio Ro#ano. E!a não corre pondia# #ai J e>peri3ncia de!e. R.

capacidade de pen a#ento aF trato 5oi e de en&o!&endo por #eno de #i! ano 9 in pirada por PitAgora 9 *on58cio e 41crate . (# no&o e tado de e pírito . . . % tc"Nan trou>e u# no&o en o ad#oe tat1rio e# re!ação J !i#itaçSe do pen a#ento aF trato. % rapa: e eu co!ega di cípu!o !utara# para entender o +ue o #onge di:ia. E# re po ta a u#a pergunta oFre o igni5icado de :en9 u# #onge !e&antou u# dedo. (# rapa: na tur#a co#eçou a i#itA-!o e depoi di o9 e#pre +ue a!gu'# di cutia o en ina#ento de te #onge9 e te rapa: erguia o dedo nu#a :o#Faria i#pr1pria.a na oca ião eguinte e# +ue o rapa: co#pareceu J au!a9 o #onge o pegou e decepou eu dedo. E!e e tA &endo o #undo da per pecti&a da con ci3ncia &egeta!9 centrada no p!e>o o!ar9 não no crEnio. 0 por #eio de ta con ci3ncia &egeta! +ue e ta#o conectado indi&idua!#ente a todo o outro ere &i&o do co #o.para a!go #uito #ai uF&er i&o9 pro&eniente de Fai>o. . Depoi 9 na *"ina9 no doi 'cu!o eguinte 9 o Fudi #o e o taoí #o e 5undira# na criação de u#a 5i!o o5ia de i!u#inação e pontEnea e intuiti&a c"a#ada tctian V ou :en9 co#o pa ou #ai tarde a er c"a#ada no /apão. En+uanto e!e corria ao grito 9 o #onge c"a#ou por e!e.!ice no Paí da . Ne te #o#ento o rapa: 5oi i!u#inado.ara&i!"a e na co!agen de Hurt 4c"Qitter e ta&a a u#indo a &ida da a!#a de iniciado . i 9 no Fu5Se de 4"aIe peare9 na oFra corro i&a de RaFe!ai 9 na Viagen de 2u!i&er9 e# . E te conto crue! não ' u# epi 1dio "i t1rico9 #a u#a da c!A ica 5AFu!a de :en9 5or#u!ada na 'poca da "e#orragia na a! de Kti!a. % Fudi #o e di5undiu da @ndia para a *"ina co# a &i ita do 2Dm patriarca do Fudi #o9 )od"id"ar#a.a o rapa: de repente con egue &er o #undo a partir do ponto de &i ta de u# e tado a!terado de con ci3ncia. % rapa: e &irou e o #onge retriFuiu o o!"ar e ergueu o pr1prio dedo. Pode#o i#aginA-!o 5ran:indo a te ta no e 5orço para apreender inte!ectua!#ente a i!u#inação.+ue pode er encontrado na &ida do <ogra! de Deu 9 Mranci co de . E ta cone>Se pode# er i#aginada co#o ga&in"a de .

. i# co#eçou a era de ouro da #agia AraFe. % ri o urge +uando &oc3 de repente &3 o co #o in&ertido e J a&e a .uito c"egara# J P'r ia9 onde o rei H"u raQ on"a&a e# 5undar u#a grande acade#ia co#o a+ue!a +ue in pirou a ci&i!i:ação grega.ri t1te!e 9 inc!u i&e o agora perdido tratado a!+uí#ico. % rapa: ' i!u#inado por+ue9 do ponto e &i ta de a outra 5or#a de con ci3ncia9 o dedo do #onge pertence a e!e tanto +uanto ao #onge.ri t1te!e 5oi ap!icada con<unta#ente ao #undo #ateria! e ao #undo e pirituai . E a "i t1ria co#eçara# a tecer ua in5!u3ncia #Agica na "i t1ria do #undo no 'cu!o VI.rAFia9 en+uanto o !i&ro de eu 5eitiço era# puF!icado e# toda parte9 !i&ro +ue contin"a# u urro de de#Lnio . *orria# Foato de #A+uina autL#ata e &oadora e e conderi<o de ouro +ue urgia por geração e pontEnea9 de 5eitiço podero o +ue eria# reunido e# !i&ro proiFido . Toda a in5Encia ão i!u#inada por u#a &i ão da #agia .de g3nio 9 !E#pada #Agica e aFracadaFra. % #undo todo !ogo e taria oF o encanto da . . E# u# 5er#ento inte!ectua! +ue pegou e!e#ento de neop!atoni #o9 gno tici #o e "er#eti #o9 a #etodo!ogia de . 0 ne ta con ci3ncia9 a R!u: a!'# da !u: do inte!ectoR9 para citar 4anto .u#a grande Ar&ore c1 #ica e cada p!e>o o!ar co#o u#a 5!or na Ar&ore. /u tiniano 5ec"ou a e co!a re tante de 5i!o o5ia grega9 pro&ocando a 5uga do #e tre 9 +ue !e&ara# co# e!e te>to co#o o e crito de . %utra #aneira de &er i o ' encarar e ta con ci3ncia &egeta! co#o u#a di#en ão di5erente9 o #undo entre o #undo e o porta! para o #undo e pirituai . categoria nor#ai de pen a#ento "u#ano ão inade+uada para e>p!icar i o. . No início da egunda #etade do 'cu!o V9 u# no&o en o de aF urdo entra&a no #undo e a partir de então9 no grande iniciado da ociedade ecreta 9 no %cidente e no %riente9 e#pre "a&eria u# to+ue de :en. . 4oF o co#ando de /u tiniano9 u# go&ernante 5orte9 o I#p'rio )i:antino e e>pandiu9 c"egando a recuperar territ1rio do FArFaro .go tin"o9 +ue de&e entrar +ua!+uer u# +ue de e<e e tornar i!u#inado.

eca u#a criança c"a#ada . Tran 5or#ou.e co# u#a &i8&a rica de . Ouando tin"a ei ano 9 perdeu o pai e 5oi contratado co#o pa tor de o&e!"a . Teria a "i t1ria da puri5icação do te#p!o tocado nu#a 5erida de!eT .rAFia preci a&a de u# pro5eta9 a!gu'# co#o /e u *ri to9 +ue pude e purgar a pe oa da uper tiçSe e da corrupção e a uni e e# torno de u# 1 prop1 ito c1 #ico. E!e &ia a pe oa intere ada apena e# gan"ar din"eiro9 no <ogo9 na corrida de ca&a!o e na e#Friague:.rAFia era po&oada por triFo >a#ani ta 9 cada u#a de!a adorando eu pr1prio deu e e e pírito W no #eio de te rede#oin"o9 ao !ado da *aaFa9 5ica&a u#a tenda agrada +ue aFriga&a centena de ído!o . ' -aGri'l * O /'lho a( Montanha( * Haroun al Ra(hi ' A( mil ' uma noit'( * Charl'ma)n' ' o $ar(i8al hi(t6rico * A cat' ral ' Chartr'( Do a!to do #undo e pirituai 9 u#a 5igura e&era e a#eaçadora o!"a&a e e de en&o!&i#ento .retirada de u#a 5onte +ue I #ae! 5i:era Frotar da areia.eca9 para a 4íria.e nu# "o#e# de o#Fro !argo 9 caFe!o preto e cre po e u#a FarFa atra&' da +ua! cinti!a&a# o5u cante dente Franco . En+uanto condu:ia co#Foio de ca#e!o a !ugare co#o a 4íria e o Egito9 ouFe do <udaí #o e de "i t1ria oFre /e u *ri to. Tornou. % centro re!igio o de . E# =B09 na ceu e# . Depoi 9 ao 2= ano 9 ca ou. E#Fora agora ti&e e de certa #aneira recuperado tudo o +ue perdera co# a #orte do pai 9 .eca ta#F'# e tornara corro#pida pe!a &enda da Agua agrada . .e ter caído na Terra &indo do i te#a e te!ar de 4iriu .ao#'9 tudo i o parecia indo!3ncia.eca9 en i#e #ado9 e# aFer co#o tudo i o poderia er rea!i:ado9 +uando u# an<o apareceu diante de!e e .ao#' e con&enceu de +ue a .o o!"o de . .ao#'. . Ne a 'poca9 a .e condutor de ca#e!o 9 tran portando a e peciaria e per5u#e 9 +ue era# a e pecia!idade de .ao#' e ta&a entado na co!ina +ue cerca&a# .eca era u#a grande pedra de granito preto c"a#ada *aaFa9 +ue e# a!gu#a tradiçSe di:ia.ao#' e ta&a in ati 5eito.eca e e tornou u# do cidadão #ai rico e re peitado da cidade.#C A Era o I(l" Maom.

ai tarde . Pode#o ou&ir ne te #ateria!i #o e>tAtico o pri#eiro u urro da era #oderna. . i# co#eçou u#a 'rie de con&er a ange!icai +ue e tran 5or#ara# no *orão.ao#' u#a tAFua de ouro e !"e pediu para +ue a !e e. E!e re u#iria eu credo ne te ter#o rea!i ta : 'eus ensinamentos s%o simples.ao#' para e co!"er u# re5re co. Durante ua con&er a ange!icai 9 o arcan<o 2aFrie! pediu a . .ao#' e co!"eu o !eite9 +ue o ocu!ti ta c"a#a# de uco da 7ua. Alá $ o Cnico Deus 'aom$ $ 5eu profeta Abandonai a idolatria N%o roubeis N%o mentis N%o calunieis E /amais vos intoxi ueis 5e seguirdes meus ensinamentos( seguireis o Dsl%. 0 #uito igni5icati&o9 do ponto de &i ta do e oteri #o9 +ue o an<o +ue ditou o *orão a .ao#' 5oi J cidade e pregou o +ue 2aFrie! !"e en inara co# u#a inceridade ardente e u# poder irre i tí&e!. % A!coo! eria proiFido no I !ã.e. Ouando de a5iado a rea!i:ar u# #i!agre +ue pro&a e +ue ua pregação tin"a in piração di&ina9 recu ou. .!A tin"a erguido o c'u e# recorrer a pi!are 9 5e: a terra9 o rio 9 a 5igueira9 a ta#areira e a o!i&eira . 2aFrie! anuncia o poder do pen a#ento para contro!ar a pai>Se "u#ana e uF<ugar a 5anta ia9 .!A ' o no#e #uçu!#ano para /eo&A9 o grande deu da 7ua e do pen a#ento.R 2aFrie! então #o trou a .ao#' de coFriu +ue con eguia !er.ao#' 5o e 2aFrie!9 tradiciona!#ente o arcan<o da 7ua. .e +ue e ta coi a <A era# #i!agre e&idente .ao#' prote tou +ue era ana!5aFeto9 #a +uando 2aFrie! !"e ordenou u#a egunda &e:9 .di e: R4ou o an<o 2aFrie!. . Di e +ue .

ao#' co# a #etodo!ogia cientí5ica de . . Na Idade .'dia V a grande Era do I !ã -9 o i#pu! o e>ua! teria ido repri#ido para +ue au#enta e a capacidade "u#ana de pen ar.'dia. Mi:era# grande progre o na a trono#ia9 na #edicina9 na 5í ica e na #ate#Atica9 uF tituindo o can"e tro nu#erai ro#ano pe!o i te#a +ue u a#o "o<e. co#Finação do #onoteí #o radica! de .ri t1te!e 9 +ue i#pregnara o pen a#ento AraFe9 !ogo e e pa!"ou pe!o g!oFo9 indo da E pan"a J 5ronteira co# a *"ina.e eu deu ' o grande deu do não-5arA 9 repre entado na iconogra5ia #uçu!#ana pe!o cre cente !unar. (#a da coi a +ue torna u#a re!igião Fe#.o i#pu! o pe!a con+ui ta continuou a u#a ta>a i#pre ionante.edina co# o di cípu!o . Do ponto de &i ta da "i t1ria e ot'rica9 a &erdade ' pratica#ente u#a i#age# e pecu!ar di o. .ao#' no #ercado de .Fu )e"r e tornou eu uce or . Para organi:ar eu adepto 9 e!e 5ugiu para a cidade de . . E a 5i# de upri#ir o e>agero da 5anta ia gn1 tica9 o !ídere re!igio o i#pu era# ua autoridade oFre o po&o. E# ?299 &o!tou a .ucedida ' e e!a 5unciona no #undo9 i to '9 e tra: Fene5ício #ateriai . pregação de .eca e no +uatro ano at' ua #orte e taFe!eceu o contro!e oFre o re to da .ou Rca!i5aR . .F or&endo no&a id'ia e di e#inando-a 9 o AraFe FeFera# no :oroa tri #o9 no Fudi #o9 no "induí #o e na ci3ncia c"ine a9 inc!u i&e na 5aFricação de pape!.'dia9 entrando pe!a Idade .rAFia. Do ponto de &i ta da "i t1ria ocidenta! con&enciona!9 a Europa e ta&a itiada pe!o #uçu!#ano inci&i!i:ado na 8!ti#a parte da )ai>a Idade . % pen a#ento ' u# proce o #orta! +ue e a!i#enta de energia &i&i5icante .eca incitou u#a tra#a para a a inA-!o. % i#pu! o e#eado ne a 'poca9 +ue cre ceria# e tran 5or#aria# toda a Europa e toda a raça "u#ana9 &in"a# do I !ã.Fu )e"r. Ouando .

.4egundo eu pr1prio re!ato 9 o u5i #o tin"a origen antiga 9 at' pri#ordiai .ou Ir#andade da .5undada no *Auca o9 na K ia *entra!9 durante a pri#eira grande #igração p1 -.t!Entida.Fe!"a .ai tarde o u5i #o 5oi9 e# d8&ida9 in5!uenciado pe!o gno tici #o e pe!o neop!atoni #o. % i !ã e ot'rico de5endia a i#er ão de i #e #o no a pecto #ai 5e#inino9 ua&e e e#ociona! da &ida e piritua!9 +ue encontraria e>pre ão na pro5u ão da poe ia u5i. 4e "a&ia u#a tend3ncia no i !ã a e tornar dog#Atico e paterna!i ta e# eu período de triun5o9 o u5i #o repre enta&a u# i#pu! o contrArio9 u# 5a cínio pe!a tend3ncia J &e:e per&er a e parado>ai de ta ou da+ue!a 5or#a do e pírito. . .!gu#a tradiçSe re#onta# ua origen J Ir#andade 4ara#ong .

Por+ue e aFria# por co#p!eto J corrente c1 #ica9 o u5i podia# er de &airado 9 i#pre&i í&ei e de concertante . +ue tão do +ue con titui a R i #e #oR ta#F'# ' i#portante no u5i #o.!i e a 5i!"a de . prAtica oF in trução de u# #e tre u5i en&o!&e# e>ercício re pirat1rio e #8 ica para atingir u# e tado a!terado. RDeu e tA #ai perto do "o#e# do +ue a &eia <ugu!ar de teR9 di: u# &er ícu!o do *orão ]=0:1?^. . % candidato era# iniciado na aFedoria ate#pora! e ad+uiria# podere ecreto .!i9 era para e!e co#o /oão para /e u *ri to9 receFendo e tran #itindo o en ina#ento ecreto . 4ir /o"n Poodru55e9 tradutor do 'cu!o YIY do principai te>to tEntrico 9 ta#F'# re&e!ou u#a tradição u5i co# u# para!e!o na 5i io!ogia ocu!ta. .ao#'9 ..ontan"a . 4ete grau iniciAtico era# en inado !A. 2rande parte da prAtica u5i en&o!&e a uF#i ão de te 5a! o eu9 de ta 5a! a &ontade. % cun"ado de . . Vere#o adiante +ue o u5i #o te&e u#a in5!u3ncia 5orte9 e#Fora e# grande parte incon5e a9 oFre a cu!tura ocidenta!. (# do iniciado +ue urgiu na *a a da 4aFedoria 5oi Ca an I-4aFFa"9 o 5a#o o Ve!"o da . % u5i #o en ina&a o proce o J &e:e do!oro o de Rde pertarR9 de e tornar con ciente de i e da corrente c1 #ica e #í tica +ue no atra&e a9 tornando-no #ai p!ena#ente &i&o . % +ue e# gera! i#agina#o er no o pr1prio eu9 en ina o u5i #o9 na rea!idade ' u#a entidade +ue opera de 5or#a independente de n1 9 +ue co#pSe a #aior parte de no o #edo 9 5a! a 5i>açSe 9 a&er Se 9 preconceito 9 in&e<a 9 orgu!"o 9 "AFito 9 preocupaçSe e co#pu! Se . No entanto a #aioria de n1 9 di traída por no o 5a! o eu9 não e tA con ciente di o. Ne ta tradição u5i9 o centro de poder tin"a# no#e Fe!o e intrigante 9 co#o *oração de *edro e *oração de 7írio. % u5i oFedecia# J !ei i !E#ica9 #a acredita&a# +ue e!a era a ca#ada #ai e>terna do en ina#ento e ot'rico.raFi di e +ue u# #e tre u5i ' a!gu'# +ue re&e!a u#a pe oa para i pr1pria.ao#'9 MAti#a9 e taFe!ecera# o +ue 5icou con"ecido co#o I#p'rio Matí#ida9 go&ernando grande parte da K5rica do Norte e do *airo9 onde criara# u#a e co!a de 5i!o o5ia e ot'rica c"a#ada *a a da 4aFedoria. % grande e critor u5i IFn .

E!e 5undou u#a pe+uena eita +ue e# 1090 con+ui tou o ca te!o de . Na rea!idade9 Ca an proiFiu toda a uF tEncia ineFriante 9 c"egando a e>ecutar u# de eu pr1prio 5i!"o por e e#Friagar.ontan"a da&a a eu <o&en eguidore droga +ue o 5a:ia# dor#ir durante dia . 4eu Ca "i "i# . . Ta#F'# proiFiu a #8 ica. Ouando acorda&a#9 &ia#. a ino .!a#ut dua &e:e . Entre eu po&o9 tin"a 5a#a de er u# "o#e# agrado e a!+ui#i ta9 u# iniciado capa: de contro!ar e&ento e# todo o #undo por #eio oFrenaturai . Era u# !ugar re!u:ente9 onde u# .!a#ut na #ontan"a ao u! do #ar *A pio9 no +ue "o<e ' o Irã. De ua 5orta!e:a na #ontan"a9 en&iou eu agente ecreto a todo o canto do #undo para 5a:er cu#prir ua orden 9 e>ercendo u# contro!e de titereiro oFre go&ernante di tante . Ouando acorda&a#9 era# !e&ado de no&o at' Ca an9 con&encido de +ue o &e!"o tin"a o poder de #andA-!o de &o!ta ao Paraí o nu# Ati#o.e nu# Fe!o <ardi# +ue !"e di era# er o Paraí o.in5i!tra&a#. E!e era# cercado de Fe!a #u!"ere +ue !"e toca&a# #8 ica e !"e da&a# tudo o +ue +ui e e#.. Tornou. . &i ão ocidenta! de Ca an e# d8&ida ' di torcida por u#a pa age# no re!ato da &iagen de .e e# corte e e>'rcito . I o ape ar do 5ato de9 ap1 c"egar e e taFe!ecer ua corte a!i9 1 ter aído de eu +uarto no . . E!e a5ir#ou +ue o Ve!"o da .arco Po!o. i#9 +uando Ca an +ueria a!gu'# #orto9 eu a a ino o 5aria# de Foa &ontade9 aFendo +ue o Paraí o eria ua reco#pen a certa. No 'cu!o YY9 o ar+u'tipo do "o#e# +ue parece !ouco9 #a na &erdade contro!a todo o #undo de ua ce!a9 apareceu co#o o Dr.aFu e no 5i!#e pro5unda#ente e ot'rico de Mrit: 7ang.e ca!i5a na ca a do &inte ano e !ogo 5e: de )agdA a cidade #ai e p!3ndida do #undo9 con truindo u# pa!Acio í#par9 er&ido por centena de corte ão e e cra&o 9 e 5or#ando u# "ar'#. Oua!+uer u# +ue pen a e e# de oFedecer a Ca an era encontrado #orto na #an"ã eguinte. Depoi de tr3 dia 9 era# #andado de &o!ta ao ono. Caroun a! Ra "id 5oi outro do per onagen e>traordinArio e irre i tí&ei de a 'poca.

a depoi de +uin"ento ano de cati&eiro9 e!e <urou +ue #ataria a+ue!e +ue o !iFerta e. Na Idade . *urio o9 o pe cador aFre o cEntaro e de 8Fito ergue. ."o#e# podia &i&er cada pra:er +ue o #undo tin"a a o5erecer9 entediar.e co# e!e e an iar por no&idade . #i! e u#a noite 9 e!e J &e:e e capu!ia di 5arçado por u#a porta ecreta do pa!Acio a 5i# de ou&ir o +ue eu po&o di:ia e de coFrir o +ue rea!#ente a popu!ação pen a&a. Ouando e!e o iça a Fordo9 &3 +ue o #eta! e tA gra&ado co# o triEngu!o entre!açado do 4e!o de 4a!o#ão. % #aior de!e 9 c"a#ado de o Picatri>9 5a cinaria &Aria da per ona!idade #ai in5!uente de ta "i t1ria9 inc!u i&e Trit3#io9 Micino e E!ia .eR. *onta +ue ap1 du:ento ano e!e <urou +ue reco#pen aria eu !iFertador co# poder. . pa!a&ra R/innR igni5ica Re conder. . #i! e u#a noite e!e atraiu para ua corte todo o grande e critore 9 arti ta 9 pen adore e cienti ta da 'poca. E# u#a da "i t1ria #ai 5a#o a 9 u# pe cador do #ar Ver#e!"o pega u# grande cEntaro de 5erro na rede. "#o!e.a o pe cador di: +ue não acredita +ue o /inn e ti&e e rea!#ente dentro do cEntaro e a i# o e pírito9 para pro&ar9 torna.e por todo o c'u9 de #odo +ue a 8nica coi a +ue e!e pode &er ' a e curidão. .e de!e u# &apor negro9 e pa!"ando. Era cu!ti&ada entre o po&o AraFe u#a teoria e u#a prAtica para !idar co# e a entidade 9 +ue di:ia# &i&er e# ca a arruinada 9 e# poço e oF ponte . Então o /inn di: ao pe cador para e preparar para #orrer. Depoi o &apor e conden a na 5or#a #on truo a de u# /inn9 +ue di: ao pe cador +ue 4a!o#ão o apri ionou no cEntaro.!'# di o9 era Fe# con"ecido o apri iona#ento de e pírito e de#Lnio e# a#u!eto 9 an'i e pedra u ando inai #Agico 9 co#o o 4e!o de 4a!o#ão. Pode parecer apena u#a "i t1ria to!a para criança 9 #a para o ocu!ti ta e tA c"eia de aFer e ot'rico. .e de no&o &apor negro e #ergu!"a nu#a e pira! !enta para dentro e ne e #o#ento9 ' c!aro9 o pe cador 5ec"a a ta#pa.'dia9 e te aFer9 e# grande parte de orige# AraFe e preocupado particu!ar#ente co# a potencia!i:ação de ta!i #ã por #eio a tro!1gico 9 eria reunido e# #uito #anuai 5a#o o de #agia. *orria o Foato de +ue9 co#o conta# e# . Potentado orienta! de turFante da i#aginação de todo n1 e ca!i5a de .

. Ru#i prote tou +ue o "o#e# de&ia er #ai a#Ficio o do +ue o ani#ai e depoi de apareceu. . No #eio .e9 +uando adu!to9 o #aior poeta da corte. Tin"a u# e tran"o o!"ar e di e +ue o e pírito de #anto &erde o !e&ara# para outro #undo . Moi a i# +ue na ceu a der&i>e . Ru#i c"orou9 ge#eu e e#agreceu. (# dia e ta&a ca&a!gando9 eguido pe!o a!uno 9 +uando 5oi aFordado por u# der&i>e. 4"a# i TaFri: tin"a 5eito no#e in u!tando >e+ue e "o#en anto 9 poi di:ia +ue eria guiado e>c!u i&a#ente por Deu .o +ue o torna&a i#pre&i í&e! e J &e:e u#a pre ença do#inadora e at' perturFadora. (# dia e!e e ta&a andando pe!a rua9 pa ando por u#a ouri&e aria9 e ou&iu a Fatida rit#ada de u# #arte!o oFre pedra de ouro. Ru#i co#eçou a repetir o no#e de . % doi "o#en e aFraçara# e 5ora# #orar <unto nu#a ce!a9 onde #editara# por tr3 #e e . Ouando o outro gritara# de u to9 e!e de repente reapareceu atrA de!e . Micou de o!ado.B ano 9 agora u# <o&e# pro5e or uni&er itArio9 Ru#i era adorado por eu a!uno . % #anto &erde pode# ter ido a o#Fra de ei H"idir9 o Co#e# Verde9 u# er podero o capa: de e #ateria!i:ar e de #ateria!i:ar co#o Fe# entende e. *ada u# de!e &ia o +ue procura&a pe!o o!"o do outro.!A e de repente co#eçou a girar e# 3>ta e.o ei ano 9 adotou o "AFito de <e<uar e ta#F'# co#eçou a ter &i Se . % re!ato #ai co#u# era de u# <ardi# #ecEnico #iracu!o o 5eito de #etai precio o 9 contendo a&e #ecEnica +ue &oa&a# e canta&a#. .Ru#i tornou. Via<ante &o!ta&a# co# "i t1ria da &ida na corte9 de centena de !eSe pre o e# corrente 9 de u# !ago de #erc8rio e# +ue "a&ia u#a ca#a de couro9 in5!ada de ar e adornada co# 5ai>a +ue unia# +uatro co!una de prata no canto . Di:ia# o u5i +ue o Co#e# Verde &in"a e# au>í!io da+ue!e +ue e ti&e e# nu#a #i ão e pecia!.e&!e&i9 a orde# de der&i>e rodopiante do u5i .a o a!uno de Ru#i 5icara# tão enciu#ado +ue u# dia e#Fo cara# 4"a# i e o #atara# a 5acada . CA u#a "i t1ria +ue di: +ue u# dia e!e e ta&a Frincando co# u# grupo de criança +ue per eguia# u# gato de te!"ado e# te!"ado.o . . #agní5ica ci&i!i:ação do AraFe ao #e #o te#po 5a cina&a e apa&ora&a a Europa #edie&a!. Era u#a pre ença de concertante at' +uando criança.

No entanto9 con eguiu i#por ua &ontade no cur o da "i t1ria.agno9 u# pre ente co# eda 9 cande!aFro de Fron:e9 per5u#e e u# <ogo de >adre: de #ar5i#. (#a e>p!icação parcia! pode e tar nu#a de coFerta 5eita e# )agdA e# 19. (# ar+ue1!ogo a!e#ão9 Pi!!ia# Hoenig9 e ca&a&a o e goto do pa!Acio +uando de coFriu o +ue e!e i#ediata#ente identi5icou co#o u#a Fateria e!'trica pri#iti&a pe!o #eno do início da Idade . E!e &i&ia e dor#ia co# a !ança9 acreditando +ue !"e da&a podere de pre&er o 5uturo e 5or<ar o pr1prio de tino. Era u# pre ente +ue pretendia i#pre ionar *ar!o .agno "erdou a !ança de 7ongino9 u ada para per5urar o corpo de /e u *ri to na cru:. 4ua &i ão da Morta!e:a Europa não 1 #ante&e u# en o cri tão de identidade diante da in&a ão i !E#ica co#o protegeu eu po&o contra noFre tirEnico e corrupto .arte!9 Pepino e *ar!o . Para #uito 9 e te prodígio parecia# necro#ancia.agno con+ui tou di&er a &it1ria oFre o #uçu!#ano . E!e e gri#ia ua agrada e pada /oyeu e para i#pedir +ue in&adi e# o Norte da E pan"a e ta#F'# para proteger a rota do peregrino a 4antiago de *o#po te!a. E>i tia# na 5ronteira entre a #agia e a ci3ncia. Na cido e# B629 *ar!o .agno9 o i !ã poderia ter e!i#inado o cri tiani #o da 5ace da Terra.agno co# a uperioridade da ci3ncia AraFe e a ri+ue:a de eu i#p'rio.andou ta#F'# u# e!e5ante e u# re!1gio dNAgua +ue #arca&a a "ora pe!o gote<a#ento de Fo!a de Fron:e nu#a tige!a e pe+ueno ca&a!eiro #ecEnico +ue aía# por pe+uena porta . *o# cerca de doi #etro de a!tura e o!"o a:ui 5ai cante 9 era u# "o#e# de "AFito i#p!e e #oderado . Ouando u#a co!ega criou u#a r'p!ica9 de coFriu +ue podia gerar u#a corrente e!'trica +ue recoFria de ouro u#a e tatueta de prata e# #eno de #eia "ora. *ar!o .?.'dia.de!e9 5ica&a u#a grande Ar&ore de ouro cu<o 5ruto era# pedra precio a incri&e!#ente grande +ue repre enta&a# o p!aneta . Na pri#eira d'cada do 'cu!o IY9 *ar!o . E# D029 Caroun a! Ra "id #andou ao acroi#perador ro#ano9 *ar!o . . 0 pe!o e crito de u# do #aiore #ago do Rena ci#ento9 Trit3#io9 aFade de 4ond"ei#9 +ue aFe#o da e tran"a "i t1ria do 4agrado TriFuna!9 ou TriFuna! . 4e não 5o e por tr3 geraçSe de rei 5ranco 9 *ar!o .agno tin"a u#a pre ença 5í ica i#ponente.

(# noFre +ue e co!"e e oFedecer J inti#ação c"egaria o:in"o e tarde da noite no !ugar de ignado9 J &e:e u#a encru:i!"ada i o!ada.a carado aparecia# e co!oca&a# u# capu: e# ua caFeça9 ante de !e&A-!o para er interrogado.agno e# BB0 co# c1digo e inai ecreto para e>c!uir o não iniciado . entença era pro5erida. #eia-noite9 o capu: era retirado e o noFre ta!&e: e &i e nu#a &a ta cE#ara uFterrEnea9 de 5rente para o /ui:e 7i&re 9 #a carado e &e tido de preto. . .4ecreto de /ui:e 7i&re 9 5undado por *ar!o . Tenta&a# e proteger co# guarda-co ta #a ine&ita&e!#ente e &ia# #orto a go!pe da caracterí tica adaga cruci5or#e do 4agrado TriFuna!. .!gun noFre de oFedecia# J inti#açSe . . . Z &e:e con"ecido co#o o 4o!dado 4ecreto da 7u:9 e te "o#en #a carado prega&a# u#a inti#ação no portSe do ca te!o cu<o dono pen a&a poder &i&er aci#a da !ei.

. 4eu 5or#ato octogona! antecipa o #uro +ue cercaria# a No&a /eru a!'#9 de acordo co# a nu#ero!ogia e ot'rica do .rtur &i&e e re pira a "i t1ria de *ar!o . E ta !igação FritEnica ' i#portante na "i t1ria ecreta.e ter ido #uito u ado por *ar!o .agno ainda pode# er &i ta na cape!a . (# ina! da autenticidade de ta "i t1ria ' +ue o pri#eiro capítu!o do E&ange!"o de 4ão /oão 5oi inc!uído no Enc"iridion co#o o encanta#ento #ai podero o. Vi#o +ue o rei . entrada ' pe!a Porta do 7oFo9 Fati:ada co# o !oFo !endArio +ue enganou o DiaFo e o e>pu! ou da cape!a.agno9 +ue o !e&a&a pre o a i nu# a+uin"o de couro. "i t1ria do 2raa! +ue 5ora# acre centada .poca!ip e de 4ão /oão.!pe . E!e ' u# de5en or da 5' +ue #ant'# o pagão ao !argo co# a a<uda de u#a ar#a +ue con5ere in&enciFi!idade e de u# círcu!o de ca&a!eiro 5i'i 9 ou pa!adino 9 co#o ão con"ecido no ca o do i#perador ro#ano. . .agno inc!ue# a reunião do grande erudito da cri tandade nu#a tentati&a de 5a:er 5rente J corte de Caroun a! Ra "id.ac"en.co# receita de proteção contra &eneno 9 5ogo9 te#pe tade e ani#ai e!&agen V +ue urgiu na "i t1ria e>ot'rica no início do 'cu!o YVI9 #a di:ia.ne>a ao pa!Acio de!e9 era a #aior con trução do #undo ao norte do .agno.agno. De te 9 o #aior erudito ta!&e: ten"a ido .rtur origina! &i&eu na Idade do Merro9 u# ca#peão do deu 4o! nu#a 'poca de tre&a i"&a i&a .ci#a de!e9 a R*oroa de 7u:e R9 u# cande!aFro gigante co e# 5or#ato de ro a9 pende co#o u# 5u!gurante c"aIra da coroa. rea!i:açSe de *ar!o . % Enc"iridion do papa 7eão era u# !i&ro de 5eitiço . % e pírito do rei . .E a ociedade ecreta não era oF&ia#ente e ot'rica ou arcana e# ua 5i!o o5ia9 #a o #oti&o da cE#ara #ortuAria aponta para !enda da iniciação uFterrEnea de *ar!o . E te &er ícu!o ainda ão u ado pe!o praticante e ot'rico .agno. . No #eio da cape!a "A u# e +ui5e de ouro #aciço contendo o o o de *ar!o . % &i itante +ue o!"a a ga!eria do c"ão ao teto &3 o trono i#ponente do acro-i#perador ro#ano9 5eito de !a<e i#p!e de #Ar#ore Franco. E&id3ncia #ai 1!ida do pen a#ento iniciAtico de *ar!o .!cuin de XorI.

i#aginação do pr1prio Par i5a! 5icou e# Fra a. Estava treinando atirar lanças uando ouviu um estr$pito( um c!iado( um ba ue. E!e dei>ou ua #ãe9 arra ada9 e partiu e# Fu ca de a&entura . /a#ai uperou o pai ne# o tio 5a#o o.agno9 2ui!"er#e de %range9 +ue co#Fateu o arraceno e# *arca onne e# BD. De repente( viu cinco cavaleiros saindo a cavalo das árvores em armaduras completas( os elmos bril!ando ao sol. (# dia9 Par i5a! e ta&a Frincando o:in"o no Fo +ue +uando u# grupo de ca&a!eiro pa ou ca&a!gando por e!e.e upor +ue a "i t1ria de Par i5a! ' u#a a!egoria9 #a na "i t1ria ecreta e!e era u# "o#e# de carne e o o9 u#a reencarnação de .agno ão Fa eada e# aconteci#ento "i t1rico . . *riado para er i!&icu!tor9 Par i5a! &i&eu co# a #ãe no con5in da 5!ore ta9 !onge do g!a#our da &ida na corte e do perigo da ca&a!aria. . E#Fora não ouFe e di o9 e!e era oFrin"o de u# do pa!adino de *ar!o . % epi 1dio ' de crito e# u#a pa age# de *"r'tien de Troye +ue in tiga a i#aginação: Ervores explodiam em fol!as( 0ris floresciam e pássaros cantavam uando o fil!o da vi&va entrou na floresta virgem e isolada. Pode. E ta Fata!"a cu tou #uito ao #uçu!#ano 9 +ue e retirara# da Mrança para a E pan"a.. Ele /amais vira nada parecido e pensou ter uma vis%o de an/os.ao cEnone da 'poca de *ar!o . Nunca eria u# ca&a!eiro co#o Ro!ando9 5a#o o e# ua 'poca9 u# ca&a!eiro cu<a proe:a re p!andecia# e# todo o c'u e era# ce!eFrada no regi tro o5iciai 9 #a eu 5eito !ocai 9 ua Fata!"a pri&ada 9 #udaria# o cur o da "i t1ria. Então u# dia9 co# a c"egada do crep8 cu!o9 e!e ca&a!ga&a <unto a u# rio +uando encontrou doi pe cadore e perguntou e e!e aFia# onde e!e poderia encontrar . ouro( prata( branco e azul de seus tra/es dançaram diante de seus ol!os.ani9 o 5undador do #ani+ueí #o no 'cu!o II. 4ua <ornada era de o!idão e 5raca o. Por conta de todo o eu ideai 9 Par i5a! era u# ca&a!eiro to!o. 4ua #i Se e# gera! era# rep!eta de #a!-entendido e acidente .

. En+uanto Par i5a! enta&a.Fo#inA&e!9 o aFordou.e depoi o pr1prio 2raa!. No c!í#a> de ua Fu ca9 Par i5a! &3 pri#eiro a !ança de 7ongino . Depoi do <antar9 Par i5a! caiu e# ono pro5undo. E!e não tin"a u# coração puro.a u# dia u#a &e!"a 5eia a . E!e o orientara# a ir para u# ca te!o no a!to de u#a co!ina. Ta#F'# te&e +ue cru:ar a ponte Perigo a9 u#a e pada gigante ca +ue coFria o 5o o.agno . Era o ca te!o do Rei Pe cador9 . *o#o &ere#o 9 e ta &ariaçSe pode# er conci!iada . E!a e>p!icou +ue o paí e ta&a o5rendo por+ue9 +uando te&e u#a &i ão do 2raa!9 e!e não 5e: a pergunta +ue teria curado o Rei Pe cador e re taurado a 5ortuna do reino. % +ue de&e#o e>trair de ta "i t1riaT % e!e#ento &i ionArio de&e er co#preendido co#o u# re!ato de u#a ceri#Lnia de iniciação. Ne a &er ão e!e ta#F'# parece ter a propriedade da pedra 5i!o o5a! do a!+ui#i ta .#5orta 9 +ue tin"a ido 5erido e angra&a na co>a .aFrigo. Parecia +ue u# rei crue!9 H!ing or preparara u#a ar#adi!"a para .a ' e&idente +ue o 5ato de e te aconteci#ento ere# i#F1!ico ou a!eg1rico não igni5ica +ue não e<a# entendido ta#F'# co#o &erdade !itera!. E# a!gu#a &er Se da !enda9 e!e ta#F'# en5rentou u#a 'rie de pro&açSe . Par i5a! #ai tarde 5oi aceito na corte e 5e: 5a#a.#5orta o +ue o a5!igia e partiu na Fu ca do 2raa!9 J +ua! todo o outro ca&a!eiro "a&ia# ido negado . pro&açSe e &i Se de Par i5a! acontece# nu# tran e pro5undo.e tentado por u#a !inda de#Lnio. 4aiu a ca&a!o e de coFriu +ue a !a&oura tin"a# #orrido e o paí tornara.u# !e#Frete da !igação co# *ar!o . . 4ir 7ance!ot 5raca ara9 por e>e#p!o9 por cau a de eu a#or por 2uine&ere.e u# !ugar er#o.#5orta 9 en&o!&endo u#a e p'cie de tentação e>ua!9 e con eguira !"e in5ringir e te 5eri#ento . Ouando acordou9 de coFriu +ue o ca te!o e ta&a de erto. Moi a#eaçado por 5era e!&agen !eSe . E# ua egunda &i ita ao ca te!o do 2raa!9 Par i5a! perguntou a .e para <antar9 urgiu u#a proci ão #ara&i!"o a9 co# pa<en carregando u#a !ança en angUentada e u#a tige!a re!u:ente. . . % +ue9 então9 ' o 2raa!T Vi#o na pri#eira &er ão ger#Enica da "i t1ria +ue o 2raa! ' u#a pedra.

ai particu!ar#ente9 guardou o angue de *ri to9 5oi u ado para co!"3-!o en+uanto &ertia de eu corpo na cru: e depoi 9 i#Fo!ica#ente9 na (!ti#a *eia. Na &erdade9 a!ude ao pape! da parte &egeta! de no a nature:a co#o receptAcu!o &i&o de no o e pírito ou con ci3ncia. *o#o &i#o 9 o angue ' a caracterí tica da con ci3ncia ani#a! e na 5i io!ogia ocu!ta a parte ani#a! de no a nature:a e anin"a na parte &egeta! de no a nature:a ou ' !e&ada por e!a .E!e Fri!"a9 regenera9 torna o o e carne no&a#ente <o&en e9 na pa!a&ra de Von E c"enFac"9 Ro5erece tanto da doçura e do de!eite do #undo +ue parece o reino do c'uR. % egredo do 4anto 2raa!9 então9 não ' +ue repre ente u#a !in"age# de angue. I to9 co#o <A ugeri9 contrariaria a doutrina e ot'rica da reencarnação. 0 u# cA!ice ou receptAcu!o para o 5!uido corporai agrado . Para entender o +ue de 5ato ' o 2raa!9 de&e#o no !e#Frar de +ua! ' ua 5unção9 ou&ir co# cuidado o +ue no conta a "i t1ria con"ecida. . 0 c!aro +ue e e ta pedra +ue caiu da te ta de 78ci5er ti&e e ido #o!dada para 5or#ar u#a tige!a9 ta#F'# teria ido u#a pedra co# in5!u3ncia. E ta Fu ca pe!o 2raa! ' a Fu ca por u# .co#o por u# cA!ice.

Rudo!5 4teiner9 ta!&e: o #aior #e tre do 'cu!o YY9 di e +ue todo traFa!"o e ot'rico 'rio co#eça co# o traFa!"o oFre o et'rico9 i to '9 o corpo &egeta!. .receptAcu!o puro9 ade+uado para tran portar u#a 5or#a uperior de e pírito9 e a pro&açSe e# ua Fu ca en&o!&e# certa t'cnica e ot'rica de puri5icação do corpo &egeta!.

.#5orta !e&a o paí a e tornar e t'ri!. de&oçSe pri&ada de iniciado a5eta# o de tino da naçSe .a e a t'cnica de tran 5or#ar no o corpo &egeta! e>i tia# de de o te#po antigo 9 o +ue "a&ia de no&o e di5erente na t'cnica en&o!&ida na iniciação do 2raa!T E# eu egundo encontro9 +ue 5oi pro5unda#ente igni5icati&o9 co# o Rei Pe cador 5erido9 Par i5a! 5a: a eguinte pergunta: R% +ue &o a5!ige9 ir#ãoTR I o #o tra u#a co#Finação de co#pai>ão a!truí ta e .2raça J Oueda9 no o e!5 ani#a! tornou. #í tica a!e#ã e #i!agreira do 'cu!o YY T"ere e Neu#ann &i&eu por cerca de +uarenta ano co# nada #ai do +ue u#a "1 tia con agrada por dia. . di#en ão "i t1rica de ta narrati&a e tA contida no #odo co#o o 5eri#ento de . t'cnica e ot'rica pretende# arregi#entar e ta a<uda. 5or#a da narrati&a ta#F'# ' igni5icati&a. .'dia9 o grande iniciado in piraria# i#agen #ara&i!"o a e eria ne ta i#agen #entai +ue o deu e re piraria#. No te#p!o e na e co!a de . .+ui9 então9 e tA o início de u# no&o i#pu! o para a !iFerdade de pen a#ento +ue #arcou o princípio do 5i# da era da autoridade da Igre<a. Preci a#o de a<uda oFrenatura!.i t'rio do pri#eiro te#po 9 e tAtua #ara&i!"o a era# e cu!pida e deu e era# con&ocado a "aFitA-!a W na Idade . "i t1ria da oFtenção do 2raa! por Par i5a! ' apre entada co#o a &i ão i#aginati&a ínti#a de Par i5a!.u# e pírito !i&re e curio o +ue era no&o no 'cu!o VIII. . . 4e a di#en ão &egeta! da "u#anidade ' puri5icada9 natura!#ente no tornare#o #ai parecido co# &egetai .e de#a iado corro#pido e o#o e cra&o de no o c'u e>ua! Na rea!idade9 no o e!5 ani#a! ' tão corrupto +ue e>tra&a a para no o corpo &egeta! e #ateria!9 e e tA a!'# de no o poder puri5icA-!o . Ouando Par i5a! te# a &i ão do 4anto 2raa!9 e ta ' u#a &i ão do corpo &egeta!9 ou da a!#a9 +ue 5oi tão tran 5or#ado pe!o enti#ento #ora! e pe!o +ue tiona#ento inte!ectua! +ue e tA apto a portar u#a 5or#a uperior de e pírito9 o E pírito de /e u *ri to.o +ue ' #ai i#portante . . % anto J &e:e pode# &i&er co# +ua e nada9 1 co# a !u: do o!9 co#o a p!anta . . .

ri t1te!e 9 a i# co#o a a trono#ia e a a tro!ogia9 e pa!"ara#. . . E!a +ueria er a 8nica guardiã da c"a&e do Reino. No p1rtico norte da catedra! de *"artre 9 5undada e# 102D9 . . % 5rontão ta#F'# tin"a u# Fo# e>e#p!o de u#a &e ica .agno nunca #orreu rea!#ente9 e!e e pera para &o!tar e# te#po de nece idade.rtur9 *ar!o . e>peri3ncia do #undo e pirituai 5oi uF tituída pe!o dog#a a er i#po to J 5orça. % poder e a ri+ue:a da Igre<a au#enta&a#.*o# a #orte de *ar!o .e para o norte9 !e&ando J 5or#ação da pri#eira uni&er idade da Europa9 toda Fa eada no #ode!o i !E#ico. a tro!ogia +ue o i !ã tra:ia de &o!ta J Europa9 depoi de ter ido e>pu! a por Ro#a &Aria centena de ano ante 9 node er &i ta no i#Fo!i #o do p1rtico oe te .o pei>e de Pei>e e o doi *a&a!eiro Te#p!Ario de 23#eo . % e tudo da #ate#Atica9 da geo#etria e da ci3ncia natura!9 in pirado parcia!#ente pe!a traduçSe do AraFe e pe!a pre er&ação da oFra de . E# D?99 no %ita&o *onci!io Ecu#3nico9 a Igre<a 5ec"ou a porta para o #undo e pirituai e aFo!iu a antiga di tinção entre a di#en ão &egeta! da a!#a e a di#en ão ani#a! do e pírito.agno e# D169 eu i#p'rio e de integrou co# rapide:9 #a a id'ia de u#a Europa uni5icada oFre&i&e at' "o<e. .e!+ui ede+ue aparece egurando o 2raa!. .!#a e e pírito 5ora# dec!arado a #e #a coi a e o re u!tado di o 5oi +ue o #undo e pirituai 9 ante encontrado na .gora e!a en5ati:a&a a unidade da parte de encarnada do er "u#ano. En+uanto i o9 u#a in5!u3ncia i !E#ica &ita!9 parte inte!ectua!9 parte e piritua!9 continua&a a 5!uir pe!a Europa por inter#'dio de centro de erudição co#o To!edo e 4icí!ia. . i# co#o o rei . 7e&ou ta#F'# ao araFe co da ar+uitetura g1tica9 in5!uenciado pe!a 5or#a &egetai intricada da ar+uitetura da #e +uita . Igre<a a princípio dera 3n5a e J crença de +ue a pe oa tin"a u#a 8nica &ida9 repri#indo en ina#ento oFre a reencarnação9 e de tacou u# deu 9 repri#indo o con"eci#ento de ua origen a tronL#ica .i a9 &iera# a parecer u#a aF tração &a:ia.

riadne9 +ue inter5ere para a!&ar Te eu9 '9 no conte>to de *"artre . .e +ue e!a 5oi con truída nu# !oca! agrado para a Deu a .uita outra igre<a cri tã t3# !aFirinto anteriore ao 'cu!o YVIII #a 5ora# de truído e# ra:ão de ua a ociaçSe pagã .ana9 +ue dA J !u: o rei 4o! e por cu<a interce ão pode#o dar J !u: no o eu uperior. *"artre ' u#a 5u ão e# pedra do #i tici #o i !E#ico co# a antiga e piritua!idade ce!ta e o cri tiani #o neop!atLnico. e>pre ão Rno o rei 5oi para o ca te!o e# e pira!R era u#a 5or#a de di:er +ue e!e #orreu.riadne e o .nte +ue 5o e retirado para a<udar a 5aFricar can"Se na Re&o!ução Mrance a9 u#a p!aca de Fron:e no #eio retrata&a Te eu9 .ãe. (# do outeiro epu!tado e# NeQgrange9 na Ir!anda9 ainda era c"a#ado de Ro ca te!o e# e pira!R pe!o "aFitante !ocai na d'cada de 19=09 de&ido a u#a e pira! enta!"ada no porta! de entrada. *on truído e# 12009 te# cerca de 12 #etro de diE#etro. . % !aFirinto #ai 5a#o o da Europa e tA 5i>ado no c"ão da na&e. .pi ei 9 u# Terceiro %!"o +ue &3 o #undo e pirituai entrando no #undo #ateria!. 0 c!aro +ue o !aFirinto ão antigo arte5ato pagão 9 cu<o re#ane cente ão encontrado não 1 e# Hno o 9 #a e# CaQara9 no Egito9 e e# #uito !aFirinto ao ar !i&re cortado na re!&a da Ir!anda9 da 2rã-)retan"a e da E candinA&ia. .to de 4ão /oão. . 7oca!i:ada no a!to de u#a co!ina e Furacada de t8nei e ca&erna antiga 9 acredita. E ta ' a c"a&e para entender o i#Fo!i #o ecreto do !aFirinto e da pr1pria catedra! de *"artre . (#a &irge# negra9 +ue 5a: a!u ão J adoração entre @ i 9 #ãe do deu 4o!9 e .aria9 #ãe de /e u *ri to9 ainda pode er &i ta na cripta. % oF<eti&o9 co#o e# +ua!+uer ati&idade iniciAtica9 ' entrar nu# e tado a!terado e# +ue o e pírito &ia<e pe!o #undo e pirituai 9 &i&endo a <ornada no a!'# en+uanto ainda e e tA &i&o. 4e &oc3 entrar no !aFirinto e eguir a p'9 irA e &er andando nu#a e pira!9 pri#eiro para a e +uerda9 depoi &o!tando para a direita a #edida +ue e #o&e para o centro.inotauro. % peregrino +ue egue# e ta rota e en&o!&e# nu#a dança e#e!"ante J de /e u 9 de crita no .

% &itra! ro a9 +ue e# eu círcu!o #ai e>terno e>iFe o igno do :odíaco9 repre enta o c"aIra e# 5u!gor9 co#o de&e 5icar +uando c"ega#o ao centro do !aFirinto da &ida9 en5i# dançando co# a . % &itrai da Idade .ndr' Vanden )roecI +ue o &er#e!"o e a:ui Fri!"ante do &itra! de *"artre não 5ora# oFtido e# +ue 5o e e#pregada pig#entação +uí#ica9 #a u#a eparação do e pírito &o!Ati! do #etai +ue e!e te tou co# o 5a#o o a!+ui#i ta Mu!cane!!i e ta#F'# encontrou e# caco de &idro de enterrado por e!e pr1prio no Egito. Não por aca o a .% !aFirinto de *"artre pode a i# er &i to co#o u#a e p'cie de #anda!a ou au>í!io J #editação e J oFtenção de u# e tado a!terado. % &idro e>traordinArio e !u#ine cente de *"artre 5oi 5aFricado por iniciado #edie&ai da a!+ui#ia9 +ue aprendera# o egredo co# o AraFe 9 cu<a t'cnica não con egui#o reprodu:ir "o<e. 4c"Qa!!er de 7uFic:9 grande egipt1!ogo9 e>p!icou a eu Fi1gra5o . Na geo#etria agrada da catedra!9 o !aFirinto ' e pe!"ado por outra #anda!a9 o grande &itra! ro a.8 ica da E 5era .'dia aparecera# pri#eiro no IrãgIra+ue no 'cu!o YI.

Então9 e# 10B?9 o #uçu!#ano turco to#ara# /eru a!'#. E#Fora pude e# e retirar9 e#pre acaFa&a# por co#Fater at' a #orte. *riado entre a pri#eira e a egunda *ru:ada9 tornara#. *o#o o ca&a!eiro +ue tin"a# partido e# Fu ca do 2raa!9 e te <urara# 5a:er de i receptAcu!o digno para carregar o angue de *ri to. % i !ã urdia eu ca#in"o no tecido de todo o #undo9 tanto e ot'rica co#o e>oterica#ente.catedra! de *"artre 5oi de crita co#o u# cadin"o a!+uí#ico para a tran 5or#ação da "u#anidade. E!e era# #ai d1cei do +ue cordeiro 9 #ai . #D O D'mMnio SáGio o( T'm&lário( A( &ro8'cia( ' Joa3uim * O( amor'( ' Ram6n :lull S"o Nranci(co ' o Bu a * Ro)'r Bacon =omGa ' Tomá( ' A3uino * A a ora!"o o( t'm&lário( a Ba&hom't E# 10B? o turco #uçu!#ano to#ara# /eru a!'# e co#eçara# a per eguir peregrino cri tão . Não de&ia# ter nada a!'# de u#a e pada e di&idia# toda a outra po e . E# 11199 cinco ca&a!eiro e ta&a# oF a !iderança de Cugo de Payen no !oca! da cruci5icação. % *a&a!eiro Te#p!Ario ou a %rde# do PoFre 4o!dado de *ri to e do Te#p!o de 4a!o#ão9 para !"e dar o títu!o co#p!eto9 e#pre u ara# ca!çSe de couro de cordeiro por Fai>o da roupa co#o í#Fo!o de ua ca tidade e era# proiFido de cortar a FarFa. . 4ão )ernardo de *!air&au>9 5undador da orde# #onA tica ci tercien e e o c!'rigo #ai in5!uente da 'poca9 e cre&eu a Rorde#R9 ou o !i&ro de regra do te#p!Ario 9 e# 112D9 e a i# e tornara# 5or#a!#ente u#a orde# re!igio a.e a tropa de c"o+ue do cri tiani #o. Nunca pedia# c!e#3ncia ao ini#igo e 1 e retira&a# e a de &antage# 5o e de tr3 para u#. 5i# de proteger o peregrino 9 e!e e a+uarte!ara# no +ue acredita#o ter ido o !oca! do e tAFu!o <unto ao Te#p!o de 4a!o#ão. )ernardo e cre&eu +ue o te#p!Ario de con"ecia# o #edo9 +ue Rapena u# de!e co!oca&a #i! para correrR. % cru:ado !iFertara# /eru a!'# e a perdera# no&a#ente.

e u#a corda9 co!ocada no pe coço do candidato. In&entara# carta de cr'dito para +ue o din"eiro pude e er tran 5erido e# ri co de er rouFado por !adrSe . (# cordeiro era acri5icado e de eu corpo 5a:ia. De certa 5or#a9 5ora# o precur ore do Fanco 9 e enciai na preparação para a a cen ão da c!a e #ercanti . . . ceri#Lnia de iniciação do te#p!Ario c!ara#ente reunia# di5erente tradiçSe 9 inc!u i&e o u5i #o e a aFedoria a!o#Lnica do te#p!o.i#p!acA&ei do +ue !eSe e tin"a# Ra #an idão do #onge e o &a!or de ca&a!eiro R. e&id3ncia ar+ueo!1gica parece# con5ir#ar +ue o te#p!Ario pode# ter tido u# #oti&o incon5e o para ua orde# . *"a#ada de *o#pagnon du De&oir9 e ta gui!da era# re pon A&ei pe!o pro<eto de con trução do te#p!Ario 9 #antin"a# o c1digo de 'tica e protegia# a &i8&a e o 1r5ão de eu integrante . E te con5ronto co# de#Lnio na iniciação &o!taria# para a o#Frar o te#p!Ario 9 #a por cerca de du:ento ano eu e prit de corp e e trutura organi:aciona! rígida tornara#-no e>traordinaria#ente Fe#.e J orde#9 aFrindo #ão de eu direito a propriedade 9 o te#p!Ario 5icara# #uito rico . % te#p!o de!e e# Pari e tornou o centro da 5inança 5rance a . . E te t8nei tin"a# ido aFerto e# roc"a #aciça nu#a direção +ue o teria !e&ado direta#ente ao upo to !oca! do 4agrado do 4agrado .e ca&ar o !oca! do te#p!o. E!e "a&ia ido oFrigado a <urar +ue ua intençSe era# co#p!eta#ente pura na dor da #orte e agora e pergunta&a e o grão-#e tre podia &er igni5icado ocu!to e# ua a!#a V e taria e!e pre te a #orrerT % candidato uporta&a# pro&açSe apa&orante co#o a+ue!a a +ue e uF#etia# o candidato J iniciação por Garatu tra9 en&o!&endo con5ronto co# 5orça de#oníaca #edon"a 9 a 5i# de +ue e ti&e e# preparado para en5rentar a #orte ou +uai +uer "orrore +ue encontra e# na &ida e depoi da #orte.ucedido na in5!u3ncia do a unto #undiai 9 e não e# ua orientação.rte5ato te#p!Ario 5ora# de coFerto e# t8nei Fe# aFai>o de!e. *o#o #uito noFre unira#. . % te#p!Ario ta#F'# 5ora# patrono da pri#eira gui!da de co#'rcio independente da Igre<a e da noFre:a. E!e era !e&ado J cE#ara de iniciação por e ta corda.

ntigo Te ta#ento te# u# 5orte en o da ação de Deu na "i t1ria9 #a o +ue ' e peci5ica#ente caFa!i ta no pen a#ento de /oa+ui# ' ua interpretação do te>to FíF!ico e# re!ação ao co#p!e>o i#Fo!i #o nu#'rico e J ua &i ão do +ue e!e c"a#ou de Kr&ore da Vida. E!e e ta&a tentando entender o . 0 c!aro +ue o .e na tradição ora! +ue encontrara e# ua a#i:ade co# . % co#entArio pro5'tico +ue &iria# de!e in5!uenciaria# o pen a#ento e piritua! e o grupo #í tico de toda a Europa na Idade .e co# o #e #o9 co#o e!e pr1prio a5ir#ou9 #a era derrotado.'dia9 e #ai tarde o ro a-cru:e . i#9 a Igre<a não eria #ai nece Aria9 poi e ta eria u#a era de !iFerdade e a#or. *o#o /oa+ui# era u# iniciado9 ta#F'# "a&ia u#a di#en ão a tro!1gica e# eu . Ricardo trou>e a no&a o#Fria : ROue #ar' o#Fria e conde#. . E# 1190-919 Ricardo *oração de 7eão9 neto de 2ui!!au#e de Poitier 9 o pri#eiro tro&ador9 e ta&a &o!tando da terceira *ru:ada.!p"on i9 <udeu con&ertido e pan"o!. Parou para &i itar u# ere#ita na #ontan"a9 +ue gan"a&a 5a#a por eu do# de pro5eti:ar. . Nu#a #an"ã de PA coa9 e!e acordou u# no&o "o#e#9 tendo receFido a 5acu!dade de co#preender.e oF a+ue!e "AFitohR Na cido nu#a pe+uena cidade da *a!AFria e# cerca de 11.!p"on i.poca!ip e de 4ão /oão9 deFatia.ntigo Te ta#ento repre enta&a a Era do Pai9 +ue u cita&a #edo e oFedi3ncia9 e e o No&o Te ta#ento repre enta&a a Era do Mi!"o9 da Igre<a e da 5'9 então a rea!idade da Trindade ugeria a c"egada de u#a terceira era9 a Era do E pírito 4anto. CA u#a di#en ão caFa!í tica no e crito de /oa+ui#9 e#Fora o !i&ro centrai da *aFa!a ainda não ten"a# ido puF!icado 9 ta!&e: re u!tado de ua a#i:ade co# Petru . E!e a5ir#ou +ue e o .=9 /oa+ui# &i&eu co#o ere#ita por #uito ano ante de ingre ar e# u#a aFadia e por 5i# 5undar na #ontan"a ua pr1pria aFadia de Miore. E!e puF!icou u# diagra#a de ta Ar&ore du:ento ano ante +ue u#a id'ia e#e!"ante 5o e puF!icada pe!o caFa!i ta 9 pro&a&e!#ente Fa eando.No 5ina! do 'cu!o YII9 urgia# outro de a5io J upre#acia da Igre<a.a o a pecto do en ina#ento de /oa+ui# +ue con+ui tou o pen a#ento #edie&a! 5oi ua teoria da trindade.

.rie 5oi a Era do Pai9 a de Pei>e 9 a Era do 5i!"o9 e a de . E!ia eria o precur or do .ntigo Te ta#ento9 no 7i&ro de .R % aro#a da 5!ore tra: J #ente do . RPara rea!i:ar o de e<o ne te #undo ]. *o#o &ere#o 9 a pro5ecia de /oa+ui# ainda 5a cina# a ociedade ecreta de "o<e.. . /oa+ui# pro5eti:ou +ue "a&eria u#a 'poca de tran ição da egunda para a terceira era9 +uando u#a no&a orde# de "o#en e pirituai educaria# a "u#anidade9 +uando E!ia reapareceria9 egundo 5oi pro5eti:ado no 8!ti#o &er ícu!o do .nticri to encarnaria ante do início da terceira era.+uArio9 a Era do E pírito 4anto.enti#ento9 i#aginação9 co#preen ão e &ontade. /oa+ui# ta#F'# pro5eti:ou +ue o .#ante o 5edor #a!igno do rico e &i 9 da &e!"ice e da !a cí&ia9 da in ati 5ação e do orgu!"o.pen a#ento9 e# gera! #itigada pe!o co#entari ta da Igre<a. Te&e u#a &ida de preocupada9 de pra:ere .a!a+uia .e ia 9 &indo para anunciar a grande ino&atio. Ra#1n 7!u!!9 ou Rai#undo 78!io9 doctor i!!u#inatu 9 5oi u# #i ionArio <unto ao #uçu!#ano cu<o pen a#ento era aturado de id'ia i !E#ica . E# eu !i&ro #ai 5a#o o9 % !i&ro do a#igo e do a#ado9 e!e pergunta: ROuando erA a "ora e# +ue a Agua +ue 5!ui para Fai>o de&e #udar ua nature:a e uFirTR E!e 5a!a do .^ 4e &ire u# a#ante e# tra<e 5ino 9R di: e!e9 R aciado de co#ida e ono9 aFerA +ue ne te "o#e# &3 a danação e o tor#ento. De a . .#ante caindo entre e pin"o 9 #a +ue !"e parece# 5!ore e# u# !eito de a#or.= e 5oi criado co#o pa<e# da corte rea!. E ta a cen ão #í tica ' a!cançada traFa!"ando no +ue e!e c"a#a de o podere da a!#a . E te c"o+ue #arcou o início do proce o de con&er ão de 7!u!!. E!e na ceu e# Pa!#a9 capita! de .a!!orca9 e# 12.e ta&a endo de&orado por u#a doença #a!igna. E!a o re<eitou9 #a u# dia re pondeu ao &er o +ue e!e !"e #andara con&idando-o para u# encontro. R% +ue ' a in5e!icidadeTR9 pergunta e!e. 7!u!! e cre&eu a re peito de uFir a e cada da "u#anidade para c"egar J g!1ria na nature:a Di&ina. Era de .<udou-o a co#por ua &i ão do #undo co#o u# !ugar de e>tre#o o ci!ante 9 e# +ue a apar3ncia pode #uito Fe# #a carar eu opo to . (# dia9 coFiçando u#a da#a geno&e a e de e<ando-a !ouca#ente9 entrou co# eu ca&a!o na igre<a de Eu!a!ia9 onde e!a re:a&a. Ouando e!e c"egou9 e!a de 8Fito !"e e>pL o eio .

#aneira9 a<uda&a a 5or<ar a 5or#a pro5unda#ente pe oa! da a!+ui#ia9 +ue9 co#o &ere#o 9 eria o #aior #otor da Europa e ot'rica. .R En+uanto prega&a ao #uçu!#ano na K5rica do Norte9 5oi cercado por u#a #u!tidão9 !e&ado para 5ora da cidade e apedre<ado at' a #orte. Mranci co na ceu nu# #undo e# +ue o er&o padecia# de u#a poFre:a e>tre#a e onde o de5or#ado 9 ido o 9 de tituído e !epro o era# tratado co# u# de d'# caFa!. % c!ero rico &i&ia con5orta&e!#ente J cu ta do er&o e per eguia +ua!+uer u# +ue di corda e de!e. E# u# de eu enunciado #ai e&ero 9 a5ir#ou: R4e di ere a &erdade9 1 to!o9 erA e pancado por "o#en ator#entado 9 repro&ado e #orto.

E# 102?9 Mranci co era u# <o&e# rico e# . E# eguida9 co#eçou a andar <unto de!e9 co#p!eta#ente do#e ticado. i 9 na ItA!ia. &ida e a 5i!o o5ia de Mranci co 5ora# &irada pe!o a&e o. E!e pa ou a &er a i#portEncia da e>peri3ncia de não ter Fen . (# dia9 e!e e ta&a ca&a!gando +uando eu ca&a!o de repente e#pinou e e!e e &iu o!"ando u# !epro o. (# gri!o cricri!a&a +uando e!e pedia. Tin"a apena &inte ano e u#a &ida de preocupada e indo!ente9 e&itando +ua!+uer contato co# o o5ri#ento9 tapando o nari: e &i e u# !epro o. Ouando u# !oFo grande e 5ero: aterrori:ou a cidade #ontan"o a de 2uFFio9 Mranci co 5oi at' !A para encontrA-!o. . . Mranci co ouFe então +ue9 a i# co#o 4ão Pau!o na e trada de Da#a co9 e!e te&e u# encontro co# o *ri to a cendido. . .!gun ano atrA 9 u# e +ue!eto de !oFo 5oi encontrado enterrado oF o c"ão da igre<a de 4an Mrance co de!ia Pace9 e# 2uFFio. 4e co#parar#o o #i tici #o de Ra#1n de 7!u!! co# o de 4ão Mranci co9 &ere#o +ue u#a #udança pro5unda acontecera e# u# período de te#po #uito . E!e co#eçou a &er co# toda c!are:a +ue o E&ange!"o reco#enda&a# u#a &ida de poFre:a9 dedicada a a<udar o outro 9 e# po uir Rouro ne# prata e# ua Fo! a9 e# carteira9 ca aco ou apato para ua <ornadaR.R 4ão Mranci co entiu +ue a dua e>peri3ncia era# ine5A&ei . PA aro e reunia# para ou&i!o pregar. (#a &o: +ue e#ana&a de u# cruci5i>o pintado na Igre<a de 4an Do#enico9 perto de . E!e de #ontou e +uando #eno e pera&a e ta&a egurando a #ão en angUentada do !epro o9 Fei<ando a Foc"ec"a e o !AFio +ue upura&a#. 0 i#po í&e! não &er o para!e!o co# a &ida do príncipe 4idarta. coi a +ue po uí#o no prende# e a#eaça# go&ernar no a &ida. E!e tran 5or#ou tanto ua nature:a na di#en Se ani#a!9 &egeta! e9 co#o &ere#o Fre&e#ente9 #ateria! +ue o ani#ai reagia# a e!e de u#a 5or#a #ara&i!"o a. 4entiu o !epro o e a5a tar de ua #ão e9 +uando ergueu a caFeça9 &iu +ue o !epro o "a&ia de aparecido. poFre:a9 diria e!e9 igni5ica nada ter9 nada de e<ar e no entanto po uir toda a coi a no e pírito da !iFerdade. i 9 di e-!"e: RVA9 Mranci co9 e re taure #in"a *a a9 +ue co#o pode &er cai e# ruína . % !oFo correu para Mranci co9 #a +uando e te ordenou +ue não 5eri e ningu'#9 o !oFo e deitou a eu p' .

pe+uena 5!ore de 4ão Mranci co9 a5ir#a +ue e!e de coFriu o +ue e tA ocu!to na nature:a co# eu coração en í&e!.o en ina#ento de co#pai>ão uni&er a! do )uda.gora9 e#Fora o )uda não encarna e de no&o9 eu e pírito a<udou a re5or#ar o cri tiani #o9 in pirando u#a de&oção i#p!e e a co#pai>ão por todo o ere &i&o . . pri#eira Fiogra5ia de 4ão Mranci co9 . 7ogo depoi da #orte de 4ão Mranci co9 urgira# proF!e#a na orde# +ue e!e 5undara9 a do 5ranci cano . E!e entendeu +ue /e u *ri to o e ta&a en&iando para u#a no&a #i ão. E!e tin"a u#a &i ão e>tAtica do co #o conceFido pe!o idea!i #o9 tudo criado e a!terado pe!a "ierar+uia ce!e tiai . -ouvado se/as( meu 5en!or( pela Drm% -ua e pelas Estrelas Fue no c$u as formaste . % papa pediu +ue a orde# a u#i e no&a re pon aFi!idade 9 en&o!&endo a po e de propriedade e o #ane<o de din"eiro. Perto do 5i# de ua &ida9 Mranci co e ta&a #editando no #onte 7a Verna9 re:ando do !ado de 5ora de ua ce!a de ere#ita9 +uando de repente todo o c'u e enc"eu de !u: e u# era5i# de ei a a apareceu para e!e. . Toda a criação canta e# uní ono no *anto do Ir#ão 4o! e da Ir#ã 7ua: -ouvado se/as( meu 5en!or( com todas as tuas criaturas Especialmente o sen!or Drm%o 5ol Fue clareia o dia. .laras( preciosas e belas.nte 9 o e pírito do cri tiani #o au>i!iara na e&o!ução do Fudi #o. % #i tici #o de Mranci co ' o #i tici #o da coi a naturai e i#p!e 9 do ar !i&re e do cotidiano. Mranci co perceFeu +ue e te grande er tin"a o #e #o ro to &i to no cruci5i>o pintado +ue o en&iara para ua #i ão. Para Mranci co9 toda a coi a era# &i&a .curto. Introdu:ira u# e pírito de entu ia #o9 propiciando a rea!i:ação no #undo #ateria! . .uito 5rade &ia# e ta deter#inação co#o u#a tran gre ão da &i ão de 4ão .

Mranci co e 5or#ara# grupo di idente 9 c"a#ado de 5ranci cano e piritua!i:ado 9 ou Mratice!!i. de outuFro . Moi por i o +ue o eguidore de 4ão Mranci co pa ara# a er per eguido e #orto co#o "er'tico .e +ue o era5i# +ue #o trou o e tig#a a Mranci co !"e di e +ue ua no&a #i ão eria cu#prida depoi da #orte. (#a &e: por ano9 no ani&er Ario de ua #orte . Na 'poca e# +ue &i&era# Ra#1n e Mranci co9 no&o e di5erente i#pu! o pe!a re5or#a e puri5icação da prAtica re!igio a cre cia# e# #uita parte da Europa9 na Iugo !A&ia9 na )u!gAria9 na 4uíça9 na .e# .e!e de&eria !iderar o e pírito do #orto da e 5era !unare para a "ierar+uia #ai e!e&ada . .!e#an"a9 na ItA!ia e oFretudo no 4u! da Mrança. (# 5a#o o a5re co de 2iotto #o tra 4ão Mranci co u tentando a Igre<a. Para i #e #o e para +ue# era de 5ora9 e!e parecia# a no&a orde# de "o#en e piritua!i:ado +ue /oa+ui# pro5eti:ara +ue &eria o 5i# da Igre<a. *ontinua#o 9 a i#9 &endo +ue a iniciação e preocupa tanto co# a &ida depoi da #orte +uanto co# e ta &ida. 4e Mranci co a!&ou a Igre<a do co!ap o co#p!eto9 podería#o di:er +ue e!e con eguiu ua re5or#a co#o a &o: do cruci5i>o !"e pediuT No cri tiani #o e ot'rico9 acredita&a.

E todo u# e>'rcito de pri ioneiro 5oi +uei#ado &i&o e# . *"egando J cidade de )':ier 9 o cru:ado e>igira# o cerca de +uin"ento cAtaro +ue !A re idia#. No a po e ão co#un .rnaud-.#aury co#o poderia# di tinguir o cAtaro do outro 9 di:. Ouando u# do o!dado perguntou ao !egado papa! . Re<eita&a# u# i te#a de acra#ento +ue 5a:ia da Igre<a a 8nica inter#ediAria entre Deu e o po&o. *ortara# eu nari:e e o !AFio uperiore 9 depoi o cegara#9 e>ceto u#9 +ue !iderou u#a proci ão ao ca te!o.dotara# o #artírio.7A9 o cAtaro atacara# a corrupção da Igre<a.ont 'gur9 no a!to de u#a #ontan"a9 entregara#.e +ue e!e re pondeu co# u#a 5ra e +ue 5a:ia eco J "i t1ria: R. E# 120D9 o papa Inoc3ncio III ordenou u#a cru:ada contra o cAtaro .R E# )ra#9 e!e parara# para capturar outro ce# re5'n . E# 7a&aur9 deti&era# no&enta ca&a!eiro 9 en5orcara#-no 9 depoi o e 5a+ueara# por+ue e ta&a# de#orando de#ai para #orrer. /a#ai co#e#o carne. E!e en ina&a# +ue o #undo era crue!9 de u#a 5or#a +ue ugeria +ue e!e 9 a i# co#o o gn1 tico 9 era# do#inado .ate a todo 9 Deu encontrarA o De!e. Não aFe#o e e te te ouro era co#po to por ouro9 re!í+uia ou era a doutrina ecreta9 #a ta!&e: e<a 5Aci! de#ai ro#anti:ar o cAtaro . .iner&a.R Tin"a# apena u#a oração9 o Paino o9 e eu ritua! de iniciação9 o con o!a#entu#9 era u# adeu a u# #undo #a!igno. RNão dor#i#o co# no a e po a 9 #a a a#a#o co#o a no a ir#ã . . E# 12669 o pouco "er'tico +ue re ta&a#9 +ue oFre&i&era# a u# cerco de no&e #e e ao ca te!o de .e. Da #e #a #aneira +ue o te#p!Ario e 4ão Mranci co9 renunciara# J po e #ateriai e cu#pria# rigoro o &oto de ca tidade. 4egundo a !enda9 +uatro #onge "a&ia# e capado do re58gio na #ontan"a u# dia ante 9 !e&ando con igo o te ouro ecreto do cAtaro . RVa!ori:a#o a &irgindade aci#a de tudoR9 di e u#a te te#un"a. Du:ento #onge cAtaro de cera# a #ontan"a e andara# para o 5ogo +ue o aguarda&a. Igre<a 5oi oFrigada a agir. Ouando o po&o e recu ou a a+uie cer9 todo 9 #uito #i!"are 9 5ora# aFatido . % dog#a centra! de!e 9 co#o o do gn1 tico 9 i#pun"a +ue e!e de&ia# e #anter co#p!eta#ente puro de u# #undo crue!. % cAtaro não tin"a# igre<a de #adeira ou pedra.

!Ferto !"e deu &ida oprando encanta#ento #Agico ne!e e pro5erindo oraçSe . Di:ia.!Ferto na ceu e# 119. . 7ogo ap1 o na ci#ento9 e!a 5oi aFrigada e criada por 12 AFio . % curto te>to . .parente#ente9 era u# #enino oFtu o at' +ue9 in pirado por u#a &i ão da Virge# .e +ue con truiu u# e tran"o autL#ato +ue e!e c"a#ou o . % 12 a<udara# a preparA-!o para ua encarnação eguinte9 +uando e!e tran 5or#aria a 5ace da Europa.aria9 co#eçou a e dedicar a eu e tudo co# ta! :e!o +ue !ogo e tornou o #ai 5a#o o 5i!1 o5o da Europa. *o#o o #enino era #antido e# tota! i o!a#ento do #undo e>terior9 o #oradore não pudera# &er nada +ue pro&a e a nature:a #i!agro a de!e9 dotado de u# e pírito de ta! 5orça e Fri!"o +ue eu pe+ueno corpo tornou. Igre<a de Ro#a repri#iu o cAtaro co# 5orça #A>i#a9 #a o &erdadeiro pen a#ento e ot'rico da 'poca e ta&a #ai perto de!e do +ue a &eia <ugu!ar.por u#a 5i!o o5ia orienta! de 1dio ao #undo e a#or J #orte.on a!&at9 na 5ronteira da Mrança co# a E pan"a.e tran parente. E tudou a ci3ncia de . tAFua de e #era!da de Cer#e Tri #egi tu 9 contendo o a>io#a "er#'tico centra! ]Ro +ue e tA aci#a9 ' co#o o +ue e tA aFai>oR^9 c"egou J tona pe!a pri#eira &e: na "i t1ria e>ot'rica co#o parte de ua FiF!ioteca. . % 12 "o#en o iniciara# por &o!ta de 12=6 e e!e #orreu !ogo e# eguida V tendo co#parti!"ado ua &i ão e piritua! co# a+ue!e +ue o criara#.. . . 0 +ua e certo +ue e!e ten"a e>p!orado #'todo de adi&in"ar a pre ença de #etai no interior da terra por #eio de t'cnica ocu!ta . No 8!ti#o ano do 'cu!o YIII9 na ceu u#a criança 5raca e en5er#iça. No re!ato de Rudo!5 4teiner9 e e AFio &i&ia# nu#a con trução +ue pertencera ao te#p!Ario e# . Era 5eito de Fron:e e outro #etai e!ecionado e# 5unção de ua corre pond3ncia #Agica co# o corpo ce!e te .ri t1te!e 9 5í ica9 #edicina9 ar+uitetura9 a tro!ogia e a!+ui#ia.ndroide9 capa: de 5a!ar e ta!&e: at' de pen ar e e !oco#o&er por ua pr1pria &ontade.

.+uino9 +ua e .+uino cu!#inou co# ua i#en a 4u##a T"eo!oçica ta!&e: a oFra de teo!ogia #ai in5!uente <A e crita. .!Ferto 5oi o guia e piritua! de To#.ndroide de eu #e tre por+ue9 egundo a!gun re!ato 9 acredita&a +ue e!e 5o e diaF1!ico.!i e!e 5oi deitado nu# t8#u!o. Por 5i#9 doi ancião aparecera# para guiA-!o e #o trara#-!"e u#a &i ão do Paraí o. Parece +ue To#A de 5e: e# pedaço o . . Ne a noite9 %Qen 5oi &i itado por 1= "o#en +ue &e tia# #anto Franco e +ue o a!ertara# de +ue e!e e ta&a pre te a e#preender u#a &iage#. !1gica de&oraria a re!igião9 toda a &erdadeira e piritua!idadeT . . No nono dia9 5oi ad#itido na cE#ara uFterrEnea Rda +ua! <a#ai retorna +ue# ne!a entraR.. 8nica !u: &in"a de u#a pe+uena aFertura. Pouco depoi 9 u# Fando de de#Lnio apareceu.. ano #ai no&o do +ue e!e. . E!e o egurara# oFre u#a 5ogueira9 ante de !"e #o trar cena de tor#ento e#e!"ante J de crita por Virgí!io.&erro' a5ir#a&a +ue a !1gica ari tot'!ica pro&a&a o aF urdo do cri tiani #o. %Qen <e<uou por no&e dia 9 &agando pe!o #o teiro e to#ando Fan"o de puri5icação ritua!. 4aFe#o +ue e te tipo de iniciação oFre&i&eu na Idade .ri t1te!e ao p' do #e tre9 #a de coFriu +ue o #aior ari tot'!ico de todo era u# #uçu!#ano.!Ferto .agno para encontrar #etai 9 e# gera! ão #eio de a!udir a iniciaçSe no uF o!o.!Ferto . . oFra de To#A de .+uino 5ora J (ni&er idade de Pari para e tudar . de .agno pro&a&e!#ente e de&e ao 5ato de .ndroide <a#ai para&a de 5a!ar. "i t1ria de &iagen ao uFterrEneo9 co#o a de .'dia graça a u# re!ato de u# ritua! ocorrido na Ir!anda +ue c"egou a n1 por tr3 di5erente 5onte . De acordo co# outra 5onte 9 i o ocorreu por+ue o . (# o!dado c"a#ado %Qen9 +ue er&ia ao rei ing!3 4tep"en9 5oi ao #o teiro de 4ão Patrício9 e# Donega!. 4eu oF<eti&o era tentar #o trar +ue a 5i!o o5ia e o cri tiani #o não ão apena co#patí&ei . .e!e e i!u#ina# . !enda de +ue .!Ferti9 +ue cont'# o egredo do 5undaçSe da catedrai e ua !in"a 5oi o ar+uiteto da catedra! de *o!Lnia e!e er o autor de 7iFer *on tructionu# operArio #açon 9 inc!u i&e a ca#ada da a tronL#ica .

E!a de cre&e# o #e #o proce o9 ape ar de u ar #'todo di5erente . Para entender #e!"or i o9 ' 8ti! co#parA-!o co# eu conte#porEneo Roger )acon.+uino +ue 5or#u!ou pe!a pri#eira &e: a doutrina da tran #utação do pão e do &in"o.+uino9 co#o .#utua#ente. .+uino 5or#u!ou ua doutrina na 'poca e# +ue co#eçara# a circu!ar a "i t1ria do 2raa!. .ri t1te!e tradu:ido .+uino e )acon era# repre entante do i#pu! o da 'poca: 5orta!ecer e re5inar a 5acu!dade da inte!ig3ncia. Do #uito te>to a!+uí#ico atriFuído a e!e9 o e tudio o ad#ite# pe!o #eno u# co#o induFita&e!#ente genuíno. E>i tia anterior#ente a capacidade de pen a#ento aF trato e pro!ongado9 de 5a:er #a!aFari #o co# conceito 9 #a 5oi Fre&e e !i#itou.+uino por 1 er capa: de !er . Co<e a a!+ui#ia pode parecer u#a ati&idade e tran"a e in igni5icante. Moi . . Não "A d8&ida +ue To#A de . Na &erdade9 ' #uito 5a#i!iar a todo o cri tão +ue co#parece# J igre<a por+ue ' o +ue e di:ia acontecer no c!í#a> da #i a.)acon :o#Fa&a de . #i a cau a não 1 u#a no&a di po ição de e pírito9 u#a no&a deter#inação para agir #e!"or9 #a u#a #udança 5i io!1gica &ita!. 0 i#portante ter e# #ente +ue eu triun5o 5oi a!cançado +uando con iderado a partir da per pecti&a da e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai . .agno9 era a!+ui#i ta e acredita&a er po í&e! uti!i:ar o poder de e pírito de encarnado para rea!i:ar #udança no #undo #ateria!. Não ' por aca o +ue . E#Fora 5o e# ini#igo ..+uino ' u#a 5igura e encia! na "i t1ria ecreta graça a eu grande triun5o inte!ectua! oFre . .#Fo encontrara# #agia no pen a#ento.!Ferto .+uino ap!icou o Fi turi ana!ítico #ai a5iado para pen ar o #undo e pirituai . Moi capa: de c!a i5icar o ere da "ierar+uia ce!e tiai 9 a grande 5orça c1 #ica +ue cria# a 5or#a naturai e no a e>peri3ncia uF<eti&a .&erro' 9 +ue e&itou +ue a Europa 5o e do#inada de #aneira precoce pe!o #ateria!i #o cientí5ico &Aria centena de ano ante . % +ue e!e de cre&eu ' e encia!#ente u# proce o a!+uí#ico e# +ue a uF tEncia do pão e do &in"o e tran 5or#a# e u#a tran uF tanciação para!e!a acontece no corpo "u#ano.e a . 4u##a cont'#9 por e>e#p!o9 o en ina#ento do Ouatro E!e#ento 9 a!cançado co# u# inte!ecto &i&o e penetrante9 e# &e: de u# ree#Fara!"a#ento in en ato de dog#a #orto .

+uino c!a i5icara +uando e>p!orou a capacidade oFrenaturai da #ente. .+uino e )acon. R4e# a e>peri3nciaNN9 di e )acon9 R' i#po í&e! aFer a!gu#a coi a. % doi ap!icara# a anA!i e e a !1gica rigoro a e eu #i tici #o era #uito di5erente do #i tici #o e>tAtico e i#pen ado do cAtaro .tena de 41crate 9 P!atão e .ri t1te!e ante de e e>tinguir de no&o. % doi co!oca&a# a e>peri3ncia aci#a da categoria de tradição antiga e #orta e a#Fo era# "o#en pro5unda#ente re!igio o +ue procurara# re5inar ua crença re!igio a co# Fa e na e>peri3ncia. (#a no&a tradição9 &i&a e #ai duradoura9 urgiu co# .R )acon era #ai prAtico9 #a in&ocou entidade da #e #a "ierar+uia e pirituai +ue ..

a e# d8&ida ' &erdade +ue )acon tin"a podere +ue e ta&a# a!'# da capacidade de e>p!icação da ci3ncia conte#porEnea. E pode# er 5eito carro +ue e #o&a# nu#a &e!ocidade ine ti#A&e! e# ani#ai para pu>A-!o . )acon ocupa&a. E!e e cre&eu e# 12B0: R0 po í&e! 5a:er #A+uina de na&egação +ue não preci e# de "o#en para na&egA!a 9 de #odo +ue enor#e Farco de !ongo cur o po a# na&egar e# nen"u# "o#e# no !e#e e a u#a &e!ocidade #aior do +ue e e ti&e e# c"eio de "o#en traFa!"ando.e a i#age# de u# #ago. TraFa!"a&a dia e noite e# de can o e# eu apo ento na uni&er idade9 +ue eria aFa!ada por e>p!o Se de te#po e# te#po . . E!e #andou ua oFra co#p!eta ao papa *!e#ente IV na #ente de u# rapa: de 12 ano c"a#ado /o"n9 +ue e!e en inara a decorar todo o eu #uito !i&ro e# a!gun dia .e co# o #'todo para de en&o!&er a 5acu!dade #entai de 5or#a +ue a !ei naturai po a# er #anipu!ada .iraFi!i 9 J &e:e aparecia na rua de %>5ord e# tra<e i !E#ico . Toda #agia ' u# poder da #ente oFre a #at'ria. E# Roger )acon9 a 5acu!dade da inte!ig3ncia e da i#aginação era# #uito de en&o!&ida e cada u#a de!a au>i!ia&a a outra. )acon u a&a u# #'todo +ue en&o!&ia oraçSe e í#Fo!o #Agico . *o#o e ta#o co#eçando a &er9 a 5i!o o5ia e ot'rica preocupa.(# <o&e# erudito de %>5ord no ano 12=09 Roger )acon decidiu9 a i# co#o PitAgora ante de!e9 aFer tudo o +ue "a&ia para e aFer. *on"ecido co#o Doctor . Ta#F'# tin"a u# e pe!"o #Agico +ue !"e per#itia &er D0 +ui!L#etro e# +ua!+uer direção9 por+ue e!e9 ao contrArio de +ua!+uer outro na 'poca9 co#preendia a propriedade da !ente . Roger )acon tornou. Da #e #a 5or#a9 5oi capa: de en inar "eFraico ao a!uno e# +ue tão de e#ana para +ue e!e pude e# !er a e critura . Oueria reunir e# ua pr1pria #ente tudo +ue aFia# o erudito da corte de Caroun a! Ra "id.A+uina &oadora pode# er con truída de 5or#a +ue u# "o#e#9 entado no #eio da #e #a9 &ire u# .e rea!i:ando e>peri#ento prAtico 9 co# #etai e #agneti #o9 por e>e#p!o. . De coFriu a p1!&ora de 5or#a independente do c"ine e e a u tou o a!uno ao acender u#a !u: e# u# cri ta! para produ:ir u# arco-íri 9 a!go +ue at' e a 'poca a pe oa acredita&a# +ue 1 Deu podia 5a:er.

9 To#A de . .e9 co#o &ere#o 9 ' e encia!#ente de ta 5ronteira +ue trata a a!+ui#ia. )acon era u# 5ranci cano +ue9 a i# co#o o 5undador de ta orde#9 an ia&a por u# #undo #e!"or e #ai Frando para o poFre e o de po uído . % uni&er o ' a criação da i#aginação de Deu .R E# 12B.in tru#ento pe!o +ua! Faterão a a arti5iciai ].^R.a i#aginação9 co#o &i#o no *apítu!o 19 5oi a pri#eira e#anação e ' e!a +ue no per#ite interpretar a criação e #anipu!A-!a. Para o e oteri ta e ocu!ti ta a i#aginação ta#F'# ' i#portante9 poi ' a grande 5orça criadora no uni&er o. Para o idea!i ta 9 a i#aginação ' a 5acu!dade de apreender u#a rea!idade uperior.'dia9 e te "o#e# e>traordinArio tin"a u#a &i ão co#p!eta do #undo tecno!1gico #oderno criado pe!a ci3ncia e>peri#enta!. Na Idade .+uino9 perto da conc!u ão de ua i#en a 4u##a T"eo!ogica9 e ta&a to#ando a #i a e# u#a igre<a e# NApo!e +uando te&e u#a e>peri3ncia #í tica do#inadora.R Ti&e#o uge tSe do treina#ento da i#aginação e# 7!u!! e )acon. )acon e cre&eu u# tratado c"a#ado % e pe!"o da a!+ui#ia e go ta&a de !e#Frar u# dito de u# grande erudito da *aFa!a9 4ão /erLni#o: R0 po í&e! encontrar #uita coi a inacreditA&ei e +ue e tão a!'# do !i#ite da proFaFi!idade e ainda a i# ão &erdadeira . . 0 c!aro +ue o idea!i ta tin"a# u#a &i ão #ai e>a!tada da i#aginação do +ue o #ateria!i ta . di cip!ina de treina#ento da i#aginação ' e encia! J prAtica e ot'rica9 J iniciaçSe da ociedade ecreta e9 e# d8&ida9 J #agia.. Da #e #a 5or#a +ue o a!+ui#i ta AraFe +ue o in5!uenciara#9 )acon traFa!"a&a na 5ronteira entre a #agia e a ci3ncia . CA u# trec"o e# % no#e da ro a9 de (#Ferto Eco9 e# +ue 2ui!"er#e de )a Ier&i!!e9 o "er1i de Eco ao e ti!o 4"er!ocI Co!#e 9 e>p!ica +ue e>i te# dua 5or#a de #agia9 a do DiaFo9 +ue procura pre<udicar o outro por #eio i!ícito 9 e a agrada9 +ue rede coFre o egredo da nature:a9 u#a ci3ncia perdida do antigo .. E!e e cre&eu: R% +ue #e 5oi re&e!ado agora torna tudo o +ue e cre&i não #ai digno para #i# do +ue u# #onte de pa!"a.

podero a tran 5or#açSe #Agica no #undo #ateria! 5ora do corpo pode# er 5eita por iniciado +ue aFe# traFa!"ar e te podere criadore da i#aginação. 4ão )ernardo de *!air&au>9 +ue e cre&eu o !i&ro de regra do te#p!Ario 9 reco#enda&a u# treina#ento i te#Atico da i#aginação. % pri#eiro te>to caFa!í tico de cre&e# a 22 !etra do a!5aFeto "eFraico co#o podere criadore . RNo princípioR9 então9 Deu co#Finou e ta !etra e# padrSe 9 a!terando ua po ição e co# e!a 5or#ando pa!a&ra 9 e ne te proce o de enro!ara#. . E!e reco#enda&a retirar. E ta ' u#a #aneira de di:er +ue a i#aginação não 1 5unda#enta o de e<o co#o te# o poder de tran 5or#ar no a nature:a #ateria!.e toda a di5erente 5or#a do uni&er o. aFordage# i te#Atica da ociedade ecreta pretendia co#Fater i o.e a u# apo ento tran+Ui!o9 &e tido co# u# #anto Franco9 adotando po tura rituai e pronunciando o no#e .Fra"a# . . 0 c!aro +ue "A u# ri co e# toda e ta 3n5a e na i#aginação +ue a dei>a perigo a#ente pr1>i#a da 5anta ia. criati&idade "u#ana9 e<a #Agica ou não9 ' re u!tado de u#a cana!i:ação e pecí5ica do podere da i#aginação. .Fu!a5ia propL +ue o iniciado participa e do proce o criador9 co#Finando e reco#Finando a !etra "eFraica da #e #a #aneira.Fra"a# . Na E pan"a do 'cu!o YII9 u# caFa!i ta c"a#ado . % tratado a!+uí#ico 9 por e>e#p!o9 de cre&e# o e per#a co#o 5ruto da i#aginação. #agia pode parecer garantia de auto-i!u ão. 4e#pre "A o ri co de +ue e te traFa!"o de i#aginação &en"a# a ter#inar apena e# i!u Se . (# iniciado indiano aprende de de #uito pe+ueno a praticar &er u#a coFra diante de i co# ta! concentração +ue pode por 5i# 5a:er co# +ue o outro a &e<a# ta#F'#. . In&ocando i#agen do na ci#ento9 da in5Encia9 do #ini t'rio e da #orte de /e u *ri to9 &oc3 pode in&ocar eu e pírito.Fu!a5ia e tendeu e# eu e crito a id'ia do &erFo criador de Deu . 4e &oc3 i#agina e9 diga#o 9 u#a cena do#' tica en&o!&endo /e u *ri to9 a pane!a 9 a roupa 9 ua apar3ncia9 a !in"a de eu ro to9 a e>pre ão e# ua 5eiçSe 9 eu enti#ento +uando e!e e &ira e para o!"ar para &oc39 e depoi 9 e de repente &oc3 Fani e a i#agen &i uai 9 poderia re tar apena o &erdadeiro e pírito de *ri to..

#agia agrada de . #aioria do encanta#ento pro#etia a ati 5ação de de e<o egoí ta 9 5o e# e>uai 9 de &ingança ou a de coFerta de te ouro . c"a&e de 4a!o#ão.de encanta#ento co#o % te ta#ento de 4a!o#ão e . preparação de #ateriai co#o cera de aFe!"a9 o angue de u# ani#a!9 p1 de #agnetita9 en>o5re e ta!&e: o c'reFro de u# cor&o podia er eguida de u# ato de puri5icação.e #o ante 9 entre o egípcio 9 di:ia. ceri#Lnia e# i9 ta!&e: en&o!&endo 5oice 9 Fa tSe 9 e pada 9 era rea!i:ada e# 'poca propícia para in&ocar u# er de encarnado.Fraão o /udeu en ina&a a incitar te#pe tade 9 !e&antar #orto 9 andar oFre a Agua e a er a#ado por u#a #u!"er. .e +ue o deu 4o!9 RA9 criara o co #o u ando pa!a&ra de poder e e di:ia +ue o con"eci#ento de ta pa!a&ra da&a poder ao iniciado não 1 ne ta &ida9 #a ap1 a #orte. Di:ia.Fra"a# . .' #uito antiga. prAtica de traFa!"ar co# igno e inai #Agico te# a#p!o de ta+ue na tradição "eFraica e e tornou di e#inada na Idade .e ta#F'# oFre o #undo #ateria! .'dia co# a #e c!a de e!e#ento egípcio e AraFe . .Fu!a5ia ta#F'# reco#enda&a u ar o no#e de Deu de 5or#a diagra#Atica. . De ta #aneira poderia er a!cançado u# e tado de tran e e>tAtico e &i ionArio V e9 co# e te e tado9 podere ecreto .di&ino de Deu . id'ia da Rpa!a&ra de poderR +ue da&a# ao iniciado do#ínio oFre o #undo e pirituai .e +ue 4a!o#ão tin"a e te do#ínio9 e e# eu te#p!o9 o no#e Tetragra##aton V +ue ' o #ai agrado e podero o no#e de Deu V 1 podia er pronunciado u#a &e: por ano9 no dia da E>piação9 e apena pe!o u#o. .de #odo +ue eu portador9 con ciente#ente ou não9 eria a5etado pe!o er de encarnado9 para o Fe# ou para o #a!. % re u!tado podia er +ue u# ane!9 ou ta!&e: 1 u#a tira de pape!9 5o e in crito co# o ina! ou ruFrica . Co<e a Igre<a 5a: u#a di tinção c!ara entre a pouca ceri#Lnia e trita#ente regu!ada +ue pretendia# in&ocar podere e pirituai no conte>to de u# te#p!o e toda a outra ceri#Lnia +ue pretendia# in&ocar ou e taFe!ecer contato co# e pírito de encarnado +ue não e ta&a# oF ua 'gide. Tudo i o de&ia er rea!i:ado u ando inai e padrSe de !etra caFa!í tica . .acerdote no 4agrado do 4agrado . E ta 8!ti#a era# . i# 5oi de&ido J di5u ão de #anuai . . E# #eado do 'cu!o YIV9 .gra#Atica . Do !ado de 5ora9 tro#Feta e cí#Fa!o e&ita&a# +ue outro ou&i e#. .

% ino da igre<a podia# a5ugentar tro&Se e de#Lnio . Tira de pape! tra:endo 51r#u!a #Agica era# in erida e# te!"ado co#o proteção contra o 5ogo. Deu tin"a u# p!ano para a "u#anidade +ue di5erente orden de ere de encarnado e encarnado e ta&a# .'dia9 todo acredita&a# ne ta "ierar+uia e pirituai .#u!eto +ue da&a# proteção contra raio e a5oga#ento era# 5eito co# &e!a da igre<a. . Agua Fenta era e pargida no ca#po para garantir u#a Foa co!"eita.ai tarde o apo!ogi ta cri tão tentara# 5a:er u#a di tinção entre a prAtica !egíti#a da Igre<a9 u#a +ue tão de up!icar a ere e pirituai de ní&e! uperior +ue podia# concordar ou não co# u#a o!icitação9 e a #agia conceFida co#o u# proce o #ecEnico en&o!&endo a #anipu!ação de 5orça ocu!ta .rotu!ada de Rocu!ta R9 o +ue e# gera! igni5ica #agia negra no <argão cri tão #oderno. . Por #eio de ta ati&idade 9 a pe oa acredita&a# poder e co#unicar co# a orden de ere de encarnado +ue contro!a&a# o #undo #ateria!. . . % pão con agrado era &i to co#o u#a cura para o doente e u# pre er&ati&o contra a pe te. % Fati #o podia re taurar a &i ão a u#a criança cega e a &igí!ia por toda a noite no antuArio podia indu:ir a on"o &i ionArio e a cura +ue eguia# a tradição do R ono do te#p!oR de5endida por E cu!Apio. . 4uF<acente a toda prAtica da Igre<a e 5unda#entando a prAtica e piritua!9 e ta&a a crença de +ue repetir u#a 51r#u!a9 co#o u#a oração9 ou rea!i:ar u#a ceri#Lnia tin"a o poder de in5!uenciar e&ento #ateriai para o Fe# ou para o #a!.a!diçSe 5or#ai era# pronunciada para a5a tar !agarta . E#Fora a "i t1ria 5o e &i ta in+ue tiona&e!#ente co#o u# proce o da Pro&id3ncia9 não o 5oi de u#a 5or#a 5ina!i ta. #agia ta#F'# ' u# proce o incerto de in&ocação de e pírito 9 inc!u i&e a!gun de ní&ei #uito e!e&ado . . % rituai era# rea!i:ado oF a 'gide da Igre<a para tentar garantir9 por e>e#p!o9 Foa a5ra ou o uce o nu# due!o. Oue a oração era e5ica:9 +ue a Pro&id3ncia reco#pen a&a o Fon e punia o #au 9 era# crença e e>peri3ncia uni&er ai . Na Idade . Re!í+uia agrada era# 5etic"e +ue opera&a# #ara&i!"a .'dia9 ta! di tinção não teria ido prAtica. Na Idade .a i o en&o!&e u# #a!-entendido.

con eguira# 5ugir. No te#p!o de Pari 9 o então grande centro 5inanceiro da Mrança9 encontrara# u#a cE#ara ecreta contendo u# crEnio9 doi o o de 53#ur e u#a #orta!"a Franca . E!e con5e ara# &er e te ído!o co# u#a FarFa co#prida9 o!"o cinti!ante e +uatro pata . In+ui ição acu ou o ca&a!eiro capturado de oFrigar o no&iço a cu pir e pi otear a cru: de *ri to.<udando a re&e!ar9 u# p!ano codi5icado na )íF!ia e e!ucidado pe!o pro5eta . 4c"on5ie!d aFia da ci5ra ..Fo!ição9 dando u# 5i# ao ca&a!eiro te#p!Erio e todo o ati&o de!e 5ora# apreendido pe!a #onar+uia. outuFro de 1.de 7a Roc"e!!e9 na co ta at!Entica .anu crito do .0B9 o rei do #undo 5ina!#ente pa ara# a erradicar in5!u3ncia e ot'rica 9 te#ero o de +ue e ti&e e# cre cendo #uito a!'# de eu contro!e .T). (# certo )ernard de Vardo #o trou u#a cai>a de #adeira e# +ue guarda&a o o o ca!cinado +ue tin"a# caído de eu p' en+uanto era# to tado nu#a 5ogueira. 4c"on5ie!d #uito 5e: Para e>p!icar ao e tudio o cri tão a origen <udaica 9 uFe ti#ada ou inco#preendida 9 do No&o Te ta#ento. Oua! era a &erdade por trA de a con5i Se T Ti&e o pri&i!'gio de traFa!"ar co# Cug" 4c"on5ie!d9 o grande erudito do . Ta#F'# 5ora# acu ado de odo#ia e adoração a u# ído!o de caFeça de Fode c"a#ado )ap"o#et. Mugira# para a E c1cia9 onde &i&era# oF a proteção do rei reFe!de9 RoFert t"e )ruce.orto9 pouco ante de e!e #orrer. Na e>ta-5eira 1. 4oF pre ão de Mi!ipe o /u to9 o papa *!e#ente puF!icou u# Decreto de . Ta#F'# aFia +ue e ta ci5ra 5ora u ada para . 41 a!gun ca&a!eiro . Pouco ante do a#an"ecer9 o ene cai da Mrança9 agindo oF a orde# do rei 5ranc3 Mi!ipe o /u to9 dirigira#. .parecendo diante de u#a co#i ão papa!9 o ca&a!eiro di era# +ue con5e ara# oF tortura.4C9 e# +ue a pri#eira !etra de u# a!5aFeto ' uF tituída pe!a 8!ti#a9 a egunda pe!a Pen8!ti#a e a i# por diante.+ue ' e>ata#ente o +ue encontrare#o e in&adir#o u# te#p!o #açLnico de "o<e. .a era u# p!ano +ue podia dar errado a +ua!+uer #o#ento.e ao te#p!o e J "o pedaria do te#p!Erio e prendera# cerca de 1= #i! pe oa . . e>ta-5eira 1. .ar . ainda ' !e#Frada co#o u# dia #a!igno.

. No anai da ociedade ecreta 9 e ta ' u#a &erdade "i t1rica i#portante. ode de Píndaro e 4a5o ão e>pre Se de a#or ro#Entico. Na "i t1ria con&enciona!9 a pe oa e apai>ona&a# e e a#a&a# ro#antica#ente de de o início do te#po . De coFriu a pa!a&ra RQi do#R9 aFedoria9 codi5icada e# )ap"o#et. per oni5icação da aFedoria +ue o te#p!Ario con5e ara# co#unga era9 por'#9 o deu de caFeça de Fode da aFedoria #undana. .e a &ida ap1 a #orte . Moi a#or J pri#eira &i ta.gora o engen"o o torturadore da In+ui ição era# capa:e de cau ar ta! dor e# ua &íti#a +ue no&a#ente e!a entra&a# nu# e tado a!terado de con ci3ncia9 e 5oi então +ue !"e apareceu #ai u#a &e: o rei-de#Lnio )ap"o#et9 de ta &e: e# triun5o. . #E :ouco( ' Amor Dant'< o( tro+a or'( ' a &ai@"o K &rim'ira +i(ta * Ra8a'l< :'onar o a /inci ' o( ma)o( a Itália r'na(c'nti(ta * Joana OArc * RaG'lai( ' o caminho o louco Na M!orença de 12B69 o <o&e# Dante &iu pe!a pri#eira &e: a !inda )eatri:. .criptogra5ar #en agen no 7i&ro de /ere#ia e e# a!gun .anu crito do .orto. % in tinto o !e&ou a e>peri#entar a ci5ra na pa!a&ra )ap"o#et. E!a não e>iFe# a dor irre5!etida da eparação9 o pra:er e>tAtico no apareci#ento do a#ado e o o!"ar 5i>o +ue caracteri:a e tar apai>onado "o<e e# dia.ar . Ma: parte de no a co#po ição Fio!1gica9 egundo di:e#.tin"a a o5erecer. E!e na &erdade e ta&a# en5rentando o pior +ue a &ida e a #orte tin"a# a o5erecer. . De de a 'poca de Goroa tro9 a ceri#Lnia de iniciação indu:ia# e tado a!terado e# +ue o candidato uporta&a pro&açSe apa&orante 9 era atacado por de#Lnio e preparado para pa ar pe!o pior +ue e ta &ida . "i t1ria ecreta9 por'#9 entende +ue e ta ode do grego antigo ão e trita#ente e>uai .

Dante e cre&eu de ua pri#eira &i ta: RE!a &e tia u# !indo e de!icado #anto car#i# pre o co# u# cinto e9 no #o#ento e# +ue a &i9 digo co# toda inceridade +ue o e pírito +ue a#a na pro5unde:a #ai ínti#a , #eu coração co#eçou a tre#er de ta! 5or#a +ue do#inou todo #eu er9 ] o início e o 5i# da 5e!icidade de #in"a &ida e re&e!ara para #i#.R ;ai tarde e cre&eu +ue9 +uando a &iu pe!a pri#eira &e:9 pen ou +ue por u# #i!agre u# an<o tin"a e #ateria!i:ado na Terra. 4eria u# erro interpretar i o no ter#o da con&enção po'tica. Na Di&ina *o#'dia9 e!e de cre&eu a en ação de e tar tota!#ente aF orto no o!"o de!a e di e +ue a carga er1tica +ue de!e receFeu !e&ou-o ao Paraí o. No&a#ente9 i o não ' #era 5anta ia po'tica. % er1tico e o #í tico e entre!aça&a# de u#a 5or#a no&a no %cidente. Dante e )eatri: e ca ara# co# outra pe oa e e!a #orreu <o&e#. % +ue "o<e pen a#o er o a#or ro#Entico9 co# eu an eio #í tico e en o de de tino - a en ação de +ue de&ia er a i# V9 deri&a do 5er#ento #í tico do i !ã. , i# co#o pode#o entender +ue a co#preen ão caracteri tica#ente cri tã do genero o a#or ao pr1>i#o e de en&o!&eu a partir do conceito de graça do pro5eta "eFreu 9 agora a co#preen ão do agrado pe!o #undo #oderno era i!u#inada por e tado a!terado de con ci3ncia a!cançado por #í tico u5i co#o IFn ,raFi. 4eu re&o!ucionArio , interpretação do de e<o e>pre ou o a#or e>ua! e# ter#o de a#or di&ino. % u5i e>pre ara# u# enti#ento <a#ai entido e a i# criara# a condiçSe para +ue todo enti e# o #e #o. % in tinto er1tico tin"a ido repri#ido por #ai de 1.000 ano . , energia e>uai 5ora# cana!i:ada no de en&o!&i#ento do inte!ecto "u#ano. Na 'poca de To#A de ,+uino e )acon9 e e de en&o!&i#ento e ta&a co#p!eto. E!aForada durante &igí!ia noturna 9 a 4u##a T"eo!ogica de ,+uino te# #ai de 2 #i!"Se de pa!a&ra e i!ogi #o e pre#ido e# eu te>to9 te te#un"ando a capacidade do in5!e>í&e! 5oco inte!ectua! +ue o #aiore 5i!1 o5o de "o<e ac"aria# di5íci! igua!ar. Incitado por u# i#pu! o +ue &in"a da ,rAFia9 a pe oa co#eça&a# a ter u# no&o pra:er no #undo #ateria!9 u# pra:er en ua! na !u:9 na cor9 no e paço e no

to+ue da coi a . % ponto de e&o!ução da con ci3ncia "u#ana pa ou da ce!a #onA tica para o <ardi# do pra:ere . (# cinti!ar e>ua! e di5undia por tudo. , ocupação i !E#ica da Europa durou #ai te#po na E pan"a. Então9 J #edida +ue a Fri!"ante ci&i!i:ação da E pan"a #ouri ca e e pa!"a&a para o norte9 e ta no&a 5or#a de er e di5undia para o re to do #undo9 pri#eiro pe!o 4u! da Mrança. No 'cu!o YII9 a Pro&ença e o 7anguedoc tornara#- e a região #ai ci&i!i:ada da Europa. Poeta pro&ençai c"a#ado de tro&adore adaptara# a po'tica AraFe-anda!u:9 in pirado por eu e p!endor er1tico. E#Fora não 5o e e ot'rico9 T"e Pandering 4c"o!ar 9 de Ce!en Padde!!9 ainda ' u# re!ato c!A ico de te período de tran ição. E!a conta a "i t1ria de u# aFade +ue ca&a!ga co# u# <o&e# #onge +ue pe!a pri#eira &e: te# per#i ão para air do #o teiro. Ouando pa a# por a!gu#a #u!"ere na e trada9 o aFade di:: - 4ão de#Lnio . - Pen ei - di e o <o&e# #onge - +ue era# a coi a #ai !inda +ue <A &i. % pri#eiro tro&ador a aparecer no cur o da "i t1ria e>ot'rica 5oi 2ui!!au#e9 conde de Poitier e du+ue de ,+uitEnia9 +ue co#eçou a co#por cançSe de a#or terna e an io a +uando &o!tou da *ru:ada . ;a 9 e#Fora ten"a ido corte ão9 e te 5!ore ci#ento precoce e di5undiu por toda a c!a e . Entre o tro&adore 9 )ernart de Ventadorn era 5i!"o de padeiro e Pierre Vida! era 5i!"o de pe!eteiro. Ta!&e: co#o re u!tado da in5!u3ncia de "o#en co#o e te 9 a poe ia agora 5o e c"eia de oF<eto &ernAcu!o - apo 9 coe!"o 9 #a+uinaria agríco!a9 ta&erna 9 po#Fo e# +ueda9 e pin"o crepitante e u# ro to anin"ado oF u# Fraço. % poeta tro&ador ,rnaud Danie!9 a +ue# Dante de cre&eu co#o il miglio fabbro9 gaFa&a- e Rda caça de !eFre co# u# Foi9 reunindo o &ento e nadando contra a #ar'R. E!e e tA 5a!ando9 da #aneira de ordenada caracterí tica do pen adore e ot'rico 9 oFre o podere +ue a iniciação !"e con5eriu. ,!'# de atra&e ar a Farreira de c!a e9 o tro&adore re&ertera# a uF<ugação tradiciona! da #u!"ere ao "o#en . Na poe ia do tro&ador9 o "o#en e 5a:e# e cra&o da #u!"ere . % ca a#ento 5uncionaria co#o u# agente de contro!e ocia!9 #a agora o tro&adore e ti#u!a&a# u#a no&a 5or#a de a#or +ue não

era arran<ada9 #a e pontEnea9 e podia 5!uir entre a pe oa de di5erente po içSe ociai . % a#or tornou- e uF&er i&o9 co#o a pr1pria ociedade ecreta . E tar apai>onado de ta no&a #aneira 5a:ia co# +ue a pe oa e enti e# #ai &i&a . Era u#a 5or#a no&a e inten a de con ci3ncia. Na poe ia a#oro a do tro&adore 9 e ta no&a 5or#a de er podia er a!cançada e con eguí e#o pa ar por &Aria pro&açSe V atra&e ar o in5erno e a #ar' a!ta9 encontrar u#a pa age# pe!o !aFirinto9 co#Fater e aFater 5era e!&agen . Era preci o re o!&er enig#a e e co!"er o co5re certo.

/A pA!ido e torturado pe!a d8&ida9 o a#ante tre#e +uando a5ina! pode 5icar na pre ença da a#ada. *on u#ido9 a!cança u# e tado a!terado de con ci3ncia +ue con5ere podere oFrenaturai . Oue# a#a &erdadeira#ente aFe +ue o a#ante e tão de 5ato e tocando +uando e o!"a# 5undo no o!"o . E# outra pa!a&ra 9 a e>peri3ncia de e apai>onar não 1 5oi introdu:ida pe!o iniciado no cur o da con ci3ncia "u#ana co#o receFeu a e trutura pro5unda do proce o de iniciação. , !iteratura do tro&ador ta#F'# ' c"eia do i#Fo!i #o da iniciação. % í#Fo!o #ai popu!ar do tro&adore 9 a ro a9 pro&a&e!#ente te# orige# no u5i #o9 onde era u# í#Fo!o9 entre outra coi a 9 da entrada no #undo e pirituai e u#a a!u ão e&idente ao c"aIra . Na 5a#o a "i t1ria % rou>ino! e a ro a9 o pA aro repre enta o an eio pe!o +ue "A de di&ino no e pírito "u#ano. Ta#F'# "A a+ui u# ní&e! inega&e!#ente e>ua! de igni5icado9 !igado J +ua!idade en uai e carnai da ro a. , uFi+Uidade da ro a na poe ia de a#or do tro&adore de&e no a!ertar para a pre ença de t'cnica e ot'rica 9 ta!&e: a!+uí#ica - co#o acredita&a E:ra Pound - de 3>ta e e>ua!. 2ui!!au#e de Poitier e cre&eu: ROuero reter #in"a da#a para reno&ar #eu coração de ta! #odo +ue eu não po a en&e!"ecer. E!e &i&erA ce# ano na po e da a!egria de eu a#or.R % i#pu! o por trA do na ci#ento da Rena cença era e>ua!. Dei>e#-#e e c!arecer o +ue e tou di:endo: a con ci3ncia "u#ana 5oi tran 5or#ada e pa ou a outro ní&e! de e&o!ução por+ue a!gu#a pe oa rea!i:ara# o ato e>ua! de u#a no&a #aneira. E!a 5i:era# a#or pe!a pri#eira &e:. Pode#o pen ar +uando c"ega#o ao e tado a!terado de con ci3ncia +ue ' o orga #o ou e te ' antagLnico ao pen a#entoT Pode#o - e de&e#o V 5a:er a #e #a pergunta a re peito de u# 3>ta e #í tico. 4ociedade ecreta e grupo "er'tico co#o o cAtaro 9 o te#p!Ario e o tro&adore e ta&a# en inando t'cnica de 3>ta e #í tico. 4eria a 5acu!dade do pen a#ento "u#ano9 de di5íci! con+ui ta9 5orte o u5iciente para oFre&i&er a e e 3>ta e T

Na Di&ina *o#'dia9 Dante !e&ou o i#pu! o er1tico-e piritua! do tro&ador a outro ní&e!. E>pandiu eu a#or por )eatri: e aFarcou todo o co #o. No início da Di&ina co#'dia9 Dante de cre&e +ue e!e e ta&a perdido nu# Fo +ue o#Frio +uando 5oi encontrado por Virgí!io9 u# do grande iniciado do #undo antigo. Virgí!io !e&ou Dante por u# porta! +ue tra:ia no a!to a pa!a&ra R,Fandone Toda E perança ,+ue!e +ue ,+ui EntrarR. Virgí!io depoi o !e&a a u# in5erno co#o a+ue!e de crito na Eneida V contendo per onagen +ue <A &irnn e# no a "i t1ria. E!e cru:a# o rio ,+ueronte e entra# no reino da o#Fra Encontra# o <ui: do #orto 9 ;ino 9 e *'rFero9 o cão de tr3 caFeça . Entra# na cidade de Di 9 co# eu #inarete 9 encontra# a tr3 M8ria e o ;inotauro ,nda# pe!a #argen do !ago de 4angue e# +ue o &io!ento e tão i#er o inc!u i&e ,ti!a9 o Cuno. ,tra&e a# a 5!ore ta da Carpia e a p!anície de areia e ca!dante. Encontra# o 5a#o o #ago e coc3 ;ic"ae! 4cott9 Ni#rod e então no círcu!o #ai pro5undo do In5erno9 Dante &3 o +ue e!e pri#eiro ac"ou er u# #oin"o de &ento. Era# na &erdade a a a de 78ci5er. Teria ido per5eita#ente co#preendido pe!o conte#porEneo de Dante +ue i o9 a pri#eira parte de eu poe#a9 de cre&ia u#a &iage# rea! ao uFterrEneo - e# outra pa!a&ra 9 +ue Dante "a&ia pa ado por u#a iniciação no uFterrEneo. E!e ta!&e: ti&e e ido condu:ido por u#a 'rie de pro&açSe e ceri#Lnia co#o a +ue &i#o +ue o ca&a!eiro %Qen uportou e# Donega!.

RVirgí!ioR pode #uito Fe# ter ido a #A cara para o iniciador de Dante na &ida rea!9 u# e tudio o c"a#ado )runetto 7atini. ,o &ia<ar co#o e#Fai>ador da E pan"a9 7atini !A encontrou tr3 AFio da tradiçSe "eFraica e AraFe. 4ua grande oFra % !i&ro do te ouro inc!uía en ina#ento ocu!to oFre a +ua!idade p!anetAria de pedra precio a . % não iniciado e# gera! não con eguia apreciar &irtude iniciAtica da de crição do co #o 5eita por Dante9 +ue di:ia +ue o círcu!o do in5erno +ue de ce# e# e pira! na outra direção ão caracteri:ado pe!a propriedade p!anetAria . , oFra de Dante 5oi e crita para er interpretada e# &Ario ní&ei di5erente - o a tro!1gico9 o co #o!1gico9 o #ora! e at'9 di:e# a!gun 9 o a!+uí#ico. , i# co#o o Botu!at e u# #ode!o anterior9 o 7i&ro do ;orto egípcio9 e# certo ní&e! a Di&ina co#'dia ' u# guia para a &ida ap1 a #orte9 e# outro ' u# #anua! de iniciação. Nu# terceiro ní&e!9 ' u# re!ato do #odo co#o a &ida no #undo #ateria! - e ta#F'# ap1 a #orte - ' conceFida por e tre!a e p!aneta . , Di&ina co#'dia #o tra +ue <A e ta#o con truindo u# Purgat1rio9 u# In5erno9 para n1 #e #o e# outra di#en ão +ue cru:a co# no a &ida cotidiana +uando acredita#o pia#ente ne ta &ida. /A e ta#o o5rendo9 ator#entado por de#Lnio . 4e não a pirar#o pa ar J e pira! uperior da "ierar+uia ce!e tiai 9 e no Rcontentar#o R co# o uce o e pra:ere pura#ente terreno 9 <A e tare#o no Purgat1rio.

% ro#ance % retrato de Dorian 2ray9 de % car Pi!de9 tornou- e parte da con ci3ncia p8F!ica. Todo aFe#o +ue Dorian9 !indo e 58ti!9 #ant'# u#a pintura e# eu 1tão +ue e deteriora e e torna #on truo a en+uanto e!e a5unda nu#a &ida de de&a idão. No 5ina! do ro#ance9 a decad3ncia na pintura de repente a5!ige Dorian. 4egundo Dante9 todo o#o Dorian 2ray criando-no co#o #on tro e e!aForando ca tigo #on truo o para n1 #e #o . % +ue torna a &i ão de Dante inco#para&e!#ente uperior J de Pi!de ' +ue e!e #o tra +ue cada u# de n1 cria u# paraí o e u# in5erno dentro de i e ta#F'# o +ue no a ini+uidade 5a:e# na e trutura e na te itura do #undo. E!e &ira o #undo pe!o a&e o e re&e!a o e5eito #edon"o de no o pen a#ento #ai ínti#o e o 5eito +ue #ai e conde#o . 4egundo Dante9 tudo o +ue 5a:e#o ou pen a#o a!tera #ateria!#ente o uni&er o. (#Ferto Eco c"a#ou o poe#a de Dante de Ra apoteo e do #undo &irtua!R. E# 16.99 u# e tran"o #i terio o c"a#ado 2e#i to P!et"on e gueirou- e para dentro da corte de *o i#o de ;edici9 go&ernante de M!orença. P!et"on !e&a&a o te>to 2rego perdido de P!atão. Por oFra do de tino9 e!e ta#F'# carrega&a &Ario te>to neop!atLnico 9 a!gun "ino 1r5ico e9 o +ue era #ai intrigante9 a!gu# #ateria! e ot'rico upo ta#ente datado do Egito da pirE#ide . P!et"on &in"a de )i:Encio9 onde ainda pro pera&a u#a tradição e ot'rica e neop!atLnica +ue re#onta&a ao início do pai da Igre<a9 co#o *!e#ente e %rígene - u#a tradição +ue Ro#a repri#ira. P!et"on con eguiu incitar *o i#o co# a id'ia de u#a !in"age# de aFer uni&er a! #a ecreto +ue recua&a at' ante de e pri#eiro cri tão 9 a P!atão9 %r5eu9 Cer#e e o orAcu!o ca!daico . E!e 5a!ou a *o i#o oFre u#a 5i!o o5ia perene de reencarnação e encontro pe oai co# o deu e da "ierar+uia 9 +ue podia# er oFtido e# ceri#Lnia e no canto ritua! do Cino de %r5eu. Moi e te ape!o J e>peri3ncia pe oa! inten a +ue in pirou a Rena cença. *o i#o de ;edici e#pregara o erudito ;ar i!io Micino para tradu:ir o docu#ento de P!et"on9 a co#eçar por P!atão9 #a +uando ouFe do #ateria! egípcio9 *o i#o di e a Micino para dei>ar P!atão de !ado e tradu:ir o docu#ento egípcio .

% e pírito +ue P!et"on introdu:iu na ItA!ia co# ua traduçSe de te>to "er#'tico di5undiu- e co# rapide: entre a e!ite cu!tura!. % apetite pe!a no&a e>peri3ncia9 <unto co# u#a re!ação reno&ada e &ita! co# o #undo e pirituai 9 ' re!atado pe!o #ago ita!iano 2iordano )runo. E!e e cre&e de u# a#or +ue pro&oca R uor e>ce i&o9 grito +ue en urdece# a e tre!a 9 !a#ento +ue re&erFera# na ca&erna do In5erno9 tortura +ue a5!ige# de e tupor o e pírito &i&o9 u piro +ue 5a:e# o deu e de #aiare# de co#pai>ão9 e tudo i o por a+ue!e o!"o 9 a+ue!a Francura9 a+ue!e !AFio 9 a+ue!e caFe!o9 a+ue!a re er&a9 a+ue!e orri o curto9 a+ue!e o!"ar de e gue!"a9 a+ue!e 4o! ec!ip ado9 a+ue!a repu! a9 a+ue!e dano e a+ue!a di torção da nature:a9 u#a o#Fra9 u# 5anta #a9 u# on"o9 u# encanta#ento tentador co!ocado a er&iço da geração ]...^R. E ta ' u#a no&a nota na !iteratura. , !iteratura da Rena cença ' i!u#inada por e tre!a e p!aneta . % grande e critore da Rena cença ita!iana in&ocara# e ta energia pe!o u o inte!igente e di!igente da i#aginação. , i# co#o Ce!en Padde!!9 Mranc3 Xate não era e ot'rica - ou9 e era9 não deu nen"u#a pi ta e# eu e crito - #a graça J ua pe +ui a #eticu!o a e J anA!i e Fri!"ante9 e a do e tudio o do In tituto ParFurg +ue eguira# eu pa o 9 te#o u#a co#preen ão deta!"ada da de coFerta e ot'rica da Rena cença e de co#o in pirara# a arte p!A tica e a !iteratura. , traduçSe do te>to "er#'tico por ;ar i!io Micino 5a!a&a# da 5or#ação de i#agen e# ter#o e ot'rico : RNo o e pírito9 e aF orto na oFra e na e tre!a por inter#'dio da i#aginação e da e#oção9 une- e ao e pírito do #undo e ao raio da e tre!a por #eio do +uai o #undo e piritua! age.R % +ue Micino e tA di:endo ' +ue e &oc3 i#aginar co# a #aior p!enitude e nitide: +ue puder o e pírito do p!aneta e o deu e e te!are 9 então9 co#o con e+u3ncia de te ato de i#aginação9 o poder do e pírito pode 5!uir por &oc3. Vi#o no capítu!o anterior +ue a Idade ;'dia 5oi u#a era de #uita #agia. E# eguida9 pen adore e ot'rico e ocu!ti ta co#eçara# a con truir i#agen e# ua #ente na +uai deu e e e pírito podia# "aFitar e a!i &i&er9 da da #e #a #aneira +ue ante o con trutore de te#p!o e centro de ;i t'rio do #undo antigo produ:ia# oF<eto 9 co#o e tAtua 9 para +ue o ere de encarnado

u a e# co#o corpo . Na ItA!ia9 o arti ta da Rena cença +ue tin"a# crença e ot'rica co#eçara# a recriar a i#agen #Agica de ua #ente co# tinta e pedra.

Na Idade ;'dia9 a di e#inação de #anuai de #agia 5oi u#a ati&idade inteira#ente c!ande tina e uFcu!tura!. , !iteratura "er#'tica #ai a#p!a#ente puF!icada na Rena cença da&a in truçSe de co#o con truir ta!i #ã co# o 5i# de atrair a in5!u3ncia do #undo e pirituai +ue 5ora# apreendida pe!o arti ta da 'poca. , !iteratura "er#'tica e>p!ica&a +ue a in5!u3ncia ocu!ta podia# er #ai e5ica:e e 5o e# con tituída de #etai ade+uado ao er e piritua! in&ocado V ouro para o deu do 4o!9 por e>e#p!o9 prata para o deu da 7ua. , core 9 5or#a 9 "ier1g!i5o e outro inai particu!are de no&o e re&e!a&a# i#pAtico a deter#inado ere de encarnado . (# crítico de arte 5a!ou da predi!eção de 4andro )ottice!!i Rpor ton #enore R e por core #ai !e&e 9 o +ue ugere u#a +ua!idade et'rea9 co#o e e!e e ti&e e de cre&endo ere de outro reino +ue ainda não e #ateria!i:ara# inteira#ente. Pode#o &er a in5!u3ncia de Micino na pintura de )ottice!!i popu!ar#ente con"ecida co#o a Pri#a&era9 +ue i!u tra o proce o da criação da #at'ria con5or#e a e#anaçSe uce i&a da e 5era p!anetAria da #ente c1 #ica. ,

pri#a&era e# i #o tra&a u#a propen ão e>traordinAria a &i&er e re pirar na #ente da+ue!e +ue &ira# a pintura de de então. % arti ta neop!atLnico da Rena cença ac"a&a# e tar rede coFrindo egredo antigo . 4eguindo P!atão9 acredita&a# +ue todo aprendi:ado era u# proce o de !e#França. No a #ente ' u#a protru ão da grande #ente centra! c1 #ica no #undo #ateria!. Tudo o +ue 5oi &i&ido ou pen ado na "i t1ria e tA no Fanco de dado da #ente c1 #ica V ou ta!&e:9 para er #ai e>ato9 &i&e agora nu#a e p'cie de eternidade. 4e P!atão tin"a ra:ão9 e te !i&ro <A e tA dentro de &oc3h 0 co# a ,!ta Rena cença ita!iana +ue c"ega#o J id'ia do g3nio e#inente - não 1 )ottice!!i9 #a 7eonardo da Vinci9 Ra5ae!9 ;ic"e!ange!o. % g3nio ' a!gu'# tota!#ente i o!ado de n1 pe!a #agni5ic3ncia e c!are:a de ua &i Se 9 e ta!&e: e<a ade+uado +ue e te 5!ore ci#ento ten"a acontecido na ItA!ia9 poi 5oi u#a continuação da tradição de &i Se e>tAtica de /oa+ui# e 4ão Mranci co. , i# co#o o anto 9 o grande arti ta J &e:e era# porta-&o:e de grande ere e pirituai . De acordo co# a tradição e ot'rica9 o pintor Ra5ae! 5oi direta#ente in pirado pe!o arcan<o Ra5ae!. , #ão +ue pintou a oFra -pri#a tin"a orientação di&ina. ;a "A u#a tradição #ai e tran"a e #i terio a - de +ue a indi&idua!idade +ue encarnou co#o Ra5ae! tin"a ante encarnado co#o /oão )ati ta. 4egundo 4teiner9 i o e>p!ica por +ue Ra5ae! não produ:iu pintura i#portante oFre e&ento po teriore J #orte de /oão )ati ta. 4ua oFra -pri#a 9 +ue retrata# a ;adona e o #enino co# u#a +ua!idade e tran"a e ingu!ar#ente atraente9 5ora# na rea!idade pintada de #e#1ria. ;uito #ago #ora&a# na ItA!ia durante a ,!ta Rena cença. E# gera! traFa!"a&a# dentro da 5raternidade 5ec"ada do ate!i3 de u# arti ta9 onde o arti ta e o progre o e piritua! podia# er guiado e eguir de #ão dada . Por e>e#p!o: o #ate#Atico e "er#eti ta 7uca Pacio!i9 o pri#eiro a e cre&er aFerta#ente oFre a 51r#u!a ecreta por trA do pentagra#a &enu iano9 5oi u# do #e tre de Da Vinci na Rproporção di&inaR.

% interior de u# te#p!o9 por e>e#p!o9 aparece co#o a &í cera do #e #o. .!Ferti era oFcecado pe!a nature:a e pe!a 5or#a naturai 9 e a incorpora&a de #aneira #uito inco#u# e# eu traFa!"o. E!e ta#F'# era autor de u# do !i&ro #ai e tran"o e# ita!iano: Cypneroto#ac"ia Po!ip"i!i9 a "i t1ria proto urea! de Po!ip"i!o ]o títu!o pode er tradu:ido apro>i#ada#ente co#o Ro a#ante de #uita coi a e# ua !uta pe!o a#or e# u# on"oR^.!Ferti 5oi o ar+uiteto do Pa!Acio Ruce!!ai9 e# M!orença9 u# do #ai antigo pr'dio c!A ico da ItA!ia rena centi ta9 e da 5ac"ada de 4anta . .e c!aro no 5ina! da "i t1ria9 +uando o "er1i 5ina!#ente ' unido J ua a#ada nu#a 'rie de rito #í tico no Te#p!o de V3nu .!Ferti e tA reco#endando9 a i#9 u#a e p'cie de e>peri#ento contro!ado de pen a#ento co#o 5or#a de 5aci!itar u#a no&a 5or#a de pen ar . Ouando &e#o 9 por e>e#p!o9 dua &er Se da Virge# da Pedra 9 e ta #e #a oF e ão aparece na 5or#a e piritua!#ente e>pre i&a da pai age#9 u# e>e#p!o c!aro da in5!u3ncia de .e er in pirado pe!a co#FinaçSe de 5or#a +ue pode# ugerir o e tado a!terado de con ci3ncia. 7eon )atti ta .%utro #ago +ue aFe#o +ue te&e in5!u3ncia oFre Da Vinci ]por+ue e te po uía a!gun de eu !i&ro e o #encionou e# ua anotaçSe ^ 5oi u# ar+uiteto de u#a geração anterior. 4ua a#ada ' o!icitada pe!a acerdoti a a agitar u# recipiente co# u#a toc"a e# c"a#a . "i t1ria e de doFra co# a !1gica de u# on"o. E!e per egue a a#ada por u#a e tran"a pai age# "aFitada por dragSe e outro #on tro 9 atra&' de u# !aFirinto +ue o !e&a a con truçSe #ara&i!"o a +ue ão #eio de pedra9 #eio de organi #o &i&o .!Ferti oFre 7eonardo da Vinci. % 5ato de a cana!i:ação de energia e>uai e tar en&o!&ida torna.aria No&e!!a9 ta#F'# e# M!orença.!Ferti propSe +ue a no&a ar+uitetura da Rena cença9 e# cu<a criação e!e 5oi 5unda#enta!9 ten"a a !1gica de u# on"oW e# &e: de eguir o precedente de 5or#a er&i! e iniFida9 o ar+uiteto de&ia# operar nu# no&o e tado #enta! !i&re9 e# +ue nada ' proiFido9 e# +ue o ar+uiteto dei>a#. % "er1i de perta no dia e# +ue te# de partir para u#a a&entura9 #a te# u# on"o.e não 1 na ar+uitetura. I o pro&oca u# e tado de tran e e# Po!ip"i!o. . . E# certo ní&e!9 Cypneroto#ac"ia ' u# #ani5e to da ar+uitetura. .

^ 5oi #orta #uita &e:e e aprendeu o egredo do t8#u!o9 #ergu!"ou e# #are #ai pro5undo e continua ua +ueda dia ap1 dia ].. Po!ip"i!o e a a#ada pro&a# do 5ruto de ta Ar&ore. Oue# con egue e>p!icar eu poderT % grande crítico de arte e e oteri ta do 'cu!o YIY Pa!ter Pater e cre&eu oFre a oFra: R4ua caFeça ' a+ue!a oF a +ua! o 5in do #undo urge#N e a pA!peFra ão u# tanto 5atigada .ona 7i a... 4ão tran portado para u# e tado ainda #ai e!e&ado de con ci3ncia.Depoi ' ace a u#a Facia e# 5or#ato de conc"a9 c"eia de e per#a de Fa!eia9 a!#í car9 1!eo de cEn5ora9 1!eo de a#3ndoa e outra uF tEncia 9 po#Fo ão acri5icado e nin5a dança# e# &o!ta do a!tar. Ta!&e: a #ai #i terio a de toda a oFra -pri#a da Rena cença ita!iana e<a a .^.. E!a ' #ai &e!"a do +ue a roc"a entre a +uai e a enta9 ]. 0 Fe!e:a 5or<ada da carne9 depo itAria9 c'!u!a por c'!u!a9 de e tran"o pen a#ento 9 de&aneio 5antA tico e inten a pai>Se ].R . Ouando a Fe!a a#ada ' o!icitada a e 5regar o c"ão e# torno da Fa e do a!tar9 o pr'dio todo entra e# con&u! ão e u#a Ar&ore irro#pe de ci#a do a!tar. % poder &u!cEnico da !iFido 5oi cana!i:ado pe!a acerdoti a-iniciada de #odo +ue 5ora# uF&ertida toda a regra proiFida de co#porta#ento9 de #ora!idade e de criati&idade9 inc!ui&e a !ei da nature:a.^...

R. .Pater ta!&e: e te<a ugerindo o +ue e!e aFe. @ i retirou. . E!a ' !i&re para e de !igar do pre#ente #undo do entido e e dei>ar !e&ar. R. E!a te# o +ue /. Vi#o ta#F'# +ue e# 1.ona 7i a ' na &erdade #ai antiga do +ue o deu e .ona 7i a &e#o pe!a pri#eira &e: a pro5unda a!egria de a!gu'# +ue e>p!ora a &ida interior.. No ro to da . No início do 'cu!o YV9 ap1 o co #o ga tar 'on tentando criar condiçSe +ue po iFi!ite# a re5!e>ão no entido +ue entende#o "o<e9 e!a en5i# urgiu. oFra-pri#a de 7eonardo da Vinci ' u# ícone na "i t1ria "u#ana por+ue regi trou o #o#ento de te pa o na e&o!ução da con ci3ncia.000 a. .*. . Vi#o anterior#ente +ue a 7ua e eparou da Terra a 5i# de re5!etir o 4o! na Terra I e po iFi!itar a re5!e>ão "u#ana.e da Terra para a 7ua co# o oF<eti&o de e tornar en"ora de te proce o de re5!e>ão. To!Iien e# outro conte>to c"a#ou de u# o!"o interior de i#pedido9 #1&e!9 de !igadoR.

u eu#9 e!a 5oi criada para9 ca o co#ungue#o co# e!a9 5a!ar cono co. *o#o acontece oca iona!#ente na "i t1ria9 +uando grande ere do #undo e pirituai co!oca# e# ação eu podere e# u# deter#inado indi&íduo9 e!a não podia er conte tada. *ontara#-!"e ua #i ão. Ouando e# 2D de aFri! de 1629 /oana c"egou ao arredore de %r!ean 9 agora ocupada pe!o ini#igo9 a tropa ing!e a Fatera# e# retirada diante da <o&e# e de eu pe+ueno Fando de adepto . c!aro +ue ' +ua e i#po í&e! 5icar o:in"o no 7ou&re co# a .igue! apareceu para /oana e !"e di e +ue e!a teria guia e pirituai . 7onge do Fri!"o e da #agni5ic3ncia da corte da Rena cença ita!iana no Norte pouco o5i ticado da Europa9 outro e pírito e 5a:ia entido. ano de idade9 u#a #enina +ue #ora&a e# u# c"a!' i#p!e e r8 tico na Mrança9 no arFori:ado &a!e do 7oire9 co#eçou a ou&ir &o:e e ter &i Se . . % arcan<o . 41 +uin"ento de!e derrotara# u# e>'rcito ing!3 de #i!"are de "o#en de u#a 5or#a +ue o capitão de /oana de cre&eu co#o #iracu!o a. /oana ainda era pouco #ai do +ue u#a criança +uando c"egou J corte do de!5i#. . e pada +ue e!a de cre&eu V co# tr3 cru:e di tinta V 5oi de coFerta atrA do a!tar da igre<a pr1>i#a de 4ainte-*at"erine-de-MierFoi . . E!e !"e pregou u#a peça9 dei>ando +ue u# corte ão enta e no trono 5ingindo er e!e9 #a /oana &iu a &erdade e e &o!tou direta#ente para o de!5i#.ona 7i a #a 9 co#o b% 7o"anc no )riti " . #enina re!utou e# concordar9 di:endo +ue pre5eria 5icar <unto da #ãe. *on&encido por /oana9 e!e a e+uipou co# u# ca&a!o Franco e u#a ar#adura Franca9 J +ua! u ou oFre a e!a por ei dia e noite e# de can o. /oana te&e u#a &i ão de u#a e pada e condida nu#a igre<a.a a &o:e torna&a#e cada &e: #ai in i tente .ona 7i a9 então9 cria u# e paço #Agico e# +ue pode "aFitar o e pírito de I i .o 12 ou 1. Nada podia det3-!a9 e#Fora e ti&e e e# ituação Fa tante in5erior. .. . Ouando u# e>'rcito ing!3 in&a or parecia pre te a to#ar a cidade de %r!ean 9 e!a !"e di era# para ir J cidade &i:in"a de *"inon e encontrar o de!5i#9 "erdeiro do trono da Mrança9 e da!i !e&A-!o para er coroado na catedra! de R"ei# . .

Mrança e a Ing!aterra e ta&a# pre a e# con5!ito "a&ia centena de ano e9 e#Fora na 'poca a Ing!aterra ti&e e a &antage# do ponto de &i ta #i!itar9 era do#inada cu!tura!#ente9 e# ua !íngua e !iteratura9 pe!o 5rance e . % ing!e e a con idera&a# u#a ini#iga9 #a 9 de acordo co# a per pecti&a da "i t1ria ecreta9 eria a Ing!aterra +ue #ai e Fene5iciaria da açSe de in piração di&ina de /oana dN. Traída por eu pr1prio po&o9 /oana 5oi &endida ao ing!e e . Moi interrogada oFre ua &o:e .R Moi co#o e o grande podere e pirituai +ue a tornara# in&io!A&e! agora a de erta e# e de repente a 5orça de opo ição e precipita e# oFre e!a para oFrepu<A-!a. 0 di5íci! pen ar e# u# e>e#p!o #ai c!aro da in5!u3ncia do #undo e pirituai no cur o da "i t1ria #undia!.0 de #aio de 16.e para outro e di e: ROuei#a#o u#a anta.rc . (# o!dado ing!3 &irou. . 4ua #i ão 5ora cu#prida e# #eno de tr3 #e e . Re pondeu +ue J &e:e era# aco#pan"ada por &i Se e !u:e 5orte 9 +ue e!a a acon e!"a&a#9 a!erta&a#-na e !"e da&a# in truçSe deta!"ada 9 e# gera! &Aria &e:e ao dia.0 /oana 5oi +uei#ada nu#a 5ogueira no #ercado de Rouen9 ao norte da Mrança.Por in i t3ncia de /oana9 o de!5i# 5oi coroado rei da Mrança e# R"ei# . Ta! 5a#i!iaridade tran+Ui!a9 e a co#unicaçSe tão pro5unda e deta!"ada co# o #undo e pirituai 5ora da 'gide da Igre<a9 5oi caracteri:ada co#o Fru>aria e e# . /oana ta#F'# podia pedir eu con e!"o e receFia re po ta #inucio a para ua pergunta . 2eorge )ernard 4"aQ9 +ue era pro5unda#ente intere ado na 5i!o o5ia e ot'rica9 e cre&eria +ue Rpor trA do aconteci#ento "a&ia 5orça e&o!uti&a +ue tran cende# no a nece idade co#un e u a# a pe oa para 5in #ai tran cendente do +ue #anter e a pe oa &i&a 9 pr1 pera 9 re peitA&ei 9 egura e 5e!i:e R. 4e# o corte de /oana entre Mrança e Ing!aterra9 não teria ido po í&e! a contriFuição particu!ar#ente ing!e a para a "i t1ria do #undo V o rea!i #o p ico!1gico de 4"aIe peare e a 5i!o o5ia to!erante e de prendida de Mranci )acon.

No&o de en&o!&i#ento po!ítico &ia# a a cen ão de e tado do Norte9 agora podero o 9 +ue e tornaria# &eícu!o para no&a 5or#a de con ci3ncia. . 4eu grande ro#ance 2argEntua e Pantagrue! conta "i t1ria de gigante +ue cria# tu#u!to pe!o #undo9 cau ando e trago co# eu apetite gigante co . E!e ta#F'# pintaria u# retrato de i co#o iniciado9 egurando u# cardo e# 5!or9 cinti!ando de or&a!"o9 o uor da e tre!a 9 co#o u# ina! de +ue eu 1rgão de &i ão e piritua! e ta&a# e aFrindo para u# no&o a#an"ecer.nte de DUrer9 ningu'# rea!#ente o!"ara u#a pedra e u# #onte de re!&a de u#a 5or#a a +ue "o<e da#o &a!or. Mrançoi RaFe!ai 9 na cido perto do 5ina! do 'cu!o YV9 anda&a pe!a rua e treita de *"inon cerca de cin+Uenta ou e enta ano ap1 a pegada de /oana tere# de aparecido.% pintor . . % "aFitante do Norte e &ia# e# de &antage# co# re!ação ao paí e #ai rigoro a#ente cat1!ico do 4u!. E ta a+uare!a 5oi a pri#eira nature:a-#orta <A pintada. &iage# de DUrer ta#F'# de&e er &i ta co#o u# ina! de +ue o i#pu! o para a e&o!ução da con ci3ncia "u#ana e ta&a e tran 5erindo para o Norte da Europa. Não "a&ia nada +ue !e&a e a i o na "i t1ria da arte. En+uanto Dante9 "aFitante do u!9 "a&ia e crito a!#e<ando a!titude e pirituai 9 todo pra:er de RaFe!ai parece e tar no #undo #ateria!9 pe!o #eno J pri#eira &i ta.poca!ip e co#eçara# a in pirar ua >i!ogra&ura . Vi Se e tran"a do . a!egria oFtida co# oF<eto cotidiano +ue 5oi caracterí tica do tro&adore agora receFia u#a no&a !eitura de RaFe!ai . . 2argEntua cont'# u#a !onga !i ta de oF<eto +ue e pode u ar para !i#par o tra eiro9 inc!uindo a #A cara de &e!udo de u#a da#a9 o ca +uete de u# pa<e#9 e#p!u#ado ao e ti!o uíço9 u# gato9 A!&ia9 5unc"o9 5o!"a de e pina5re9 !enç1i 9 cortina 9 u# 5rango9 u# cor&o #arin"o e u#a !ontra. 4ua &ida e oFra ' ani#ada pe!o e pírito do tro&adore .!e#an"a depoi de u#a &iage# J ItA!ia9 onde 5oi iniciado no aFer e ot'rico da gui!da de pintore .!Frec"t DUrer e ta&a &o!tando para a . No ca#in"o9 parou para pintar u# a#ontoado de tur5a. .

!onga !uta para de pertar para o #undo #ateria!9 +ue co#eçou co# N<o'9 a5ina! ' conc!uída e o re u!tado ' puro de!eite. RaFe!ai a#a o #undo e e# eu e crito anda# de #ão dada o a#or ao oF<eto e o a#or J pa!a&ra .'dia. . RaFe!ai ' u# #í tico9 #a não ao e ti!o oFrenatura! da Idade .!i9 parece pouco audA&e! a 5i!o o5ia de negação do #undo de5endida pe!a Igre<a. R4orria e en5rente co# ou adia o +ue &ierR9 di e RaFe!ai . % ri o9 a a!egria e o Fo# "u#or era# u#a cura para a #ente e o corpo. Por i o e!e +ueria# di:er +ue tin"a# encontrado no&o ca#in"o para o #undo e pirituai e +ue9 +uando &o!tara#9 &ira# a &ida pe!o a&e o.#Fo podia# er tran 5or#ado . % tro&adore e cre&era# oFre a !oucura de e tar apai>onado e a!gun e cre&era# oFre i #e #o co#o !ouco e in ano . . % a#or pe!a !u: e pe!o ri o9 por co#ida e FeFida9 pe!a !uta e por 5a:er a#or i#pe!e# ua pro a rica e con5u a. Na pAgina de RaFe!ai 9 o #undo não ' o !ugar terrí&e! +ue a Igre<a 5e: parecer.a "A u#a 5urti&a tend3ncia iniciAtica para o +ue procura# por e!a. . . (#a pro5u ão de coi a e a cun"age# de no&o ter#o tran Forda# da pAgina ..

RaFe!ai i#aginou u#a co#pan"ia de iniciado cu<a con ci3ncia ' tão tran 5or#ada +ue e!e e tão a!'# do Fe# e do #a!.ndr' )reton. No 5ina! de 2argEntua e Pantagrue!9 depoi de #uita &iagen de e>p!oração por #uito #are 9 durante a +uai &ira# #uita #ara&i!"a 9 !utara# co# "o#en 5e!ino 9 e>'rcito de a! ic"a e gigante +ue de&ora&a# #oin"o 9 no o "er1i c"ega# en5i# a u#a i!"a #i terio a.Para o tro&adore 9 a rea!idade cotidiana parecia #uito di5erente9 e RaFe!ai tran 5or#ou e a no&a #aneira de &er e# u#a narrati&a9 criando u# e ti!o uF&er i&o de "u#or +ue e tornaria caracterí tico de e critore iniciAtico co#o /onat"an 4Qi5t9 Vo!taire9 7eQi *arro!! e . % a!+ui#i ta do 'cu!o YY Mu!cane!!i e>p!icou +ue por e ta c"egada RaFe!ai de e<a di:er +ue eu "er1i e ta&a# entrando na .+uando &o!ta ao #undo #ateria!.Fadia de T"e!e#a9 +ue te# a in trução RMaça o +ue ti&erde &ontadeR in crita no a!to de eu portão. E# ua "i t1ria9 o "er1i encontra# a . .ua con&ençSe 9 ua #ora!idade .atri:. .!'# de de coFrir +ue era capa: de tu#u!tuar o #undo e pirituai co# a !iFerdade rec'#-encontrada9 RaFe!ai ' incapa: de !e&ar a 'rio o pre upo to da pe oa oFre i o .

.R . .erc8rio ' de crito co#o R5i>o9 5ir#e e #a!eA&e!R9 i to '9 e#i o!idi5icado no proce o de tran #utação a!+uí#ica.n ari9 RineFriai-#e co# o &in"o de Vo o a#or. No 'cu!o YY9 a!gun cienti ta indiano c"egara# a ugerir +ue o R&in"oR9 no te>to &'dico 9 re5ere. 4Qa#i Xogananda ta#F'# 5a!ou de ecreçSe neuro5i io!1gica +ue c"a#ou de a!egre a#rita9 o n'ctar pa!pitante de i#orta!idade +ue gera #o#ento de con ci3ncia e!e&ada e no per#ite perceFer direta#ente a grande id'ia +ue urde# o #undo #ateria!. *ada deu p!anetArio porta a pedra 9 #etai precio o e í#Fo!o a!+uí#ico ade+uado . . &iage# ao uFterrEneo ' u#a &iage# para dentro do corpo. "i t1ria de ida ao uFterrEneo e#pre no a!erta# para u#a re5er3ncia J 5i io!ogia ocu!ta. E# u#a 5i io!ogia ocu!ta orienta!9 o &in"o ' u ado co#o í#Fo!o da ecreçSe no interior do c'reFro +ue 5!ue# para a con ci3ncia no e tado de 3>ta e.Fdu!!a" . Na parte centra! e #ai 5unda do te#p!o "A u#a 5onte agrada de &ida. R.ai re&e!ador9 .e ao +ue "o<e c"a#a#o de di#eti!tripta#ina9 a en:i#a +ue ' ecretada da regiSe uperiore do cereFe!o9 a +ue <A a!udi#o e# no a di cu ão do >a#ani #o. R)eFer ' o carAter +ue di tingue a "u#anidade9R e cre&e RaFe!ai 9 R+uero di:er por i to FeFer o &in"o 5rio e de!icio o9 poi de&e# aFer9 #eu a#ado 9 +ue pe!o &in"o torna#o-no di&ino 9 poi e tA e# eu poder enc"er o e pírito de &erdade9 aprendi:ado e 5i!o o5iaR. % +ue <orra de ta 5onte ou o +ue FeFe# no o peregrino V +ue ' co#o de&e#o pen ar ne!e 9 agora perceFe#o V ' &in"o.E!e ão !e&ado a u#a cE#ara de iniciação e# u# te#p!o uFterrEneo. Mu!cane!!i oF er&ou +ue RaFe!ai per#itiu +ue eu intere e e ot'rico e a!+uí#ico &ie e# J tona ne ta de crição da 5onte9 co# ua ete co!una dedicada ao ete p!aneta ."9 4en"orR9 e cre&eu o #e tre u5i e >e+ue . (#a 5igura de 4aturno pende oFre u#a co!una co# u#a 5oice e u# grou a eu p' .

a a rea!idade ' +ue o *a&a!eiro de *ri to não procura&a# o #e #o contato independente co# o #undo e pirituai +ue !e&ara# o papado a adotar #edida tão de e perada no ca o do te#p!Ario . I aFe! e eu #arido9 Mernando9 "a&ia# con eguido recon+ui tar 2ranada recente#ente9 entregando a E pan"a de &o!ta J Igre<a. E!e era ca ado co# a 5i!"a de u# e>-grão-#e tre do *a&a!eiro de *ri to9 orde# portugue a criada depoi +ue o te#p!Ario e tornara# c!ande tino .undo !iga&a. *o!o#Fo não aFia +ue o ouro eria . %F er&oue +ue *o!o#Fo na&egou Farco cu<a &e!a tra:ia# a cru: &er#e!"a caracterí tica do te#p!Ario . e perança de de coFrir u# No&o .e ine>trinca&e!#ente J e>pectati&a de u#a no&a Era de %uro9 #a o ouro encontrado #o trou. /a#ai 5oi tão 5orte o a o#Fro co# o #undo #ateria!. E!e e cre&eu para eu paí : RCA 5orte indicaçSe ugerindo a pro>i#idade do Paraí o terre tre9 poi não 1 e# po ição #ate#Atica e!e corre ponde J opiniSe do te1!ogo agrado e erudito co#o todo o outro AFio concorda# co# e a proFaFi!idade.2H O Hom'm /'r ' &or Trá( o( Mun o( ColomGo Dom Pui@ot' * Qilliam Shak'(&'ar'< Nranci( Bacon ' o Hom'm /'r ' E# 16929 +uando c"egou Z 5o: do %rinoco *ri t1&ão *o!o#Fo acredita&a ter encontrado o 2i"on9 u# do cinco rio +ue corre# no 0den. *o!o#Fo e cre&eu J rain"a I aFe! e>pre ando ua e perança de +ue teria encontrado u# Rtone! de ouroR +ue 5inanciaria a recon+ui ta de /eru a!'#.e er do tipo terreno.uito e di e da !igaçSe de *o!o#Fo co# o ca&a!eiro te#p!Ario . . .R % i#pu! o de de coFrir tudo oFre o #undo9 +ue in piraria a re&o!ução cientí5ica9 ta#F'# e ta&a in pirando o "o#e# a e#preender &iagen de e>p!oração.a!ta9 Ro#a adota&a a #í tica podero a#ente g!a#oro a do ca&a!eiro te#p!Ario originai e a u a&a para eu pr1prio 5in . *o#o aconteceu co# outra orden criptote#p!Aria 9 co#o o *a&a!eiro de . .

onte ino . Do# Oui>ote aFre ca#in"o por a#oreira 9 ro eira -Fra&a e 5igueira 9 de a!o<ando cor&o e gra!"a .. CA u# re!ato de iniciação no cerne do ro#ance. 4anc"o Pança prendeu u#a corda de centena de Fraça de e>ten ão ao giFão de eu en"or9 depoi o aFai>ou pe!a Foca da ca&erna. Do# Oui>ote9 o ca&a!eiro <A e# idade a&ançada +ue co#Fate #oin"o de &ento acreditando +ue era# gigante e +ue &3 e# u#a ca#pone a acocorada co#endo a!"o a !inda don:e!a ari tocrata9 c"a#ada Du!cineia9 do conto de ca&a!aria9 pode e# princípio parecer per onage# de u#a co#'dia pa te!ão. 4eria u#a Fata!"a por todo o e pírito da "u#anidade. !in"a de Fata!"a para contro!ar o #undo 5ora# traçada 9 não 1 e# ter#o geopo!ítico #a no #undo e pirituai . . *er&ante e 4"aIe peare 5ora# pratica#ente conte#porEneo e>ato ..a 9 J #edida +ue a "i t1ria a&ança9 eu to# #uda e o !eitor ente certa #agia e# operação.er!in a acreditar +ue a Fe!a Du!cineia 5oi en5eitiçada9 de #odo +ue parece u#a ca#pone a acocorada. E# Fre&e &o!tare#o a e>a#inar a i#portEncia do n8#ero .. E&idente#ente9 a +ue tão ' +ue o i#aginArio ' #ai rea! na 5i!o o5ia e ot'rica. *o# Fa e e# u#a anA!i e te>tua! rigoro a9 a!gun e tudio o e pan"1i a5ir#ara# +ue Do# Oui>ote ' u# co#entArio a!eg1rico do Go"ar caFa!í tico ]ou o 7i&ro do e p!endor^.u ado para 5inanciar u#a guerra contra u# ini#igo #ai pr1>i#o9 cu<a 5orça au#enta&a co# rapide: .. Re5iro-#e ao e tran"o epi 1dio da de cida de Oui>ote J ca&erna de . .00 c"iFatada .arca o ponto e# +ue co#'dia i#p!i ta dA !ugar a a!go #ai perturFador e a#Fíguo. E# deter#inado no#ento da "i t1ria9 Do# Oui>ote e eu er&o rea!i ta 4anc"o Pança ão !udiFriado por . .'dia. . E# outro9 e tA entrando e# ua R egunda in5EnciaR9 &o!tando a u#a 'poca e# +ue o i#aginArio parecia #uito #ai rea!. . E# certo ní&e!9 Do# Oui>ote e tA tentando in i tir no antigo 9 e e# e>tinção9 ideai noFre da Idade ...parente#ente9 a 8nica #aneira de e!a recuperar a Fe!e:a ' 4anc"o Pança e uF#eter a .u# ini#igo co# direito a er c"a#ado de "erdeiro e piritua! do ca&a!eiro te#p!Ario .

. No 5ina! do ro#ance9 Oui>ote #udou uti!#ente eu a#Fiente. 7e&ou Oui>ote a u#a cE#ara e# u# andar in5erior e !"e #o trou u# ca&a!eiro deitado nu# epu!cro de #Ar#ore. Vi#o co#o no a genero idade a<uda a rea!çar e a +ua!idade e a torna# #ai 5orte . (#a e co!"a e#e!"ante no con5ronta +uando conte#p!a#o todo o co #o. % ro#ance todo ' u# <ogo oFre encanta#ento9 i!u ão9 de i!u ão e acerca de u# ní&e! #ai pro5undo de encanta#ento. *ontou +ue &iu o +ue &iu e tocou o +ue tocou. De&e er !ido co#o u#a 'rie de parAFo!a e# +ue o igni5icado nunca ' e>p!ícito e <a#ai 5ica c!aro.No 5undo da ca&erna9 Oui>ote não con egue dei>ar de cair e# ono pro5undo. i#p!icação ' +ue e puder#o !oca!i:ar a 5onte ecreta de no a i#aginação9 con egui#o contro!ar o 5!u>o da nature:a. . Do# Oui>ote &o!tou J uper5ície e perguntou a 4anc"o Pança +uanto te#po 5icou no interior da ca&erna.er!in9 di e-!"e . Do# Oui>ote não ' apena u# Futão. E tA di:endo a coi a #ai to!a po í&ei R9 di e 4anc"o Pança.onte ino . E!e e apro>i#ou de u# &a to pa!Acio de cri ta!9 onde 5oi receFido por u# &e!"o e tran"o co# u# capu: de ceti# &erde9 +ue e apre entou co#o ..er!in "a&ia pro5eti:ado +ue e!e9 Do# Oui>ote9 +ueFraria o 5eitiço e a i# re&i&eria o ca&a!eiro errante..o tra#-!"e +ue a rea!idade #ateria! ' apena u#a da #uita ca#ada de i!u ão e +ue e ta ão 5or#ada por no a i#aginaçSe #ai pro5unda . *er&ante e ta&a e cre&endo e# u# #o#ento deci i&o da "i t1ria9 e# +ue a . Vi#o ante +ue pre5eri#o &er a Foa +ua!idade do a#ado +uando e ta#o apai>onado ..+ue!e +(e de pre:a#o 9 torna#.o ou&ir +ue não 5ora por #ai de u#a "ora9 Do# Oui>ote di cordou e di e +ue pa ara tr3 dia no uFterrEneo. . E te ca&a!eiro tin"a ido en5eitiçado por . . ..!'# di o9 di e e!e9 . E a!gu'# +ue de e<a #uito ter ua pergunta #ai ínti#a re pondida . .onte ino . % contrArio ta#F'# ' &erdadeiro.a o ní&e! #ai pro5undo de igni5icado te# a &er co# o pape! da i#aginação na 5or#ação do #undo.a 9 ao contrArio de u# on"o9 e!e pode pen ar de 5or#a ra:oA&e!.e de pre:í&ei . . De perta e e &3 nu#a !inda ca#pina. E te "o#e#9 e&idente#ente o #ago do pa!Acio tran parente9 di e-!"e +ue e!e era e perado "A #uito te#po.

% +ue *er&ante e tA di:endo ' +ue e decidir#o de Fo# coração9 co#o Do# Oui>ote9 acreditar na Fondade e encia! do #undo9 ape ar do go!pe da orte9 ape ar da tend3ncia cL#ica da coi a +ue parece# contradi:er e a crença e pirituai e tornA-!a to!a e aF urda 9 e a deci ão de acreditar tran 5or#arA o #undo . (#a e tudio a a#ericana9 . .uita peça de uce o9 cu<a &er Se puF!icada tra:e# eu no#e9 5ora# apre entada pe!o grupo. de aFri! de 1?1?9 #e #a data do 5a!eci#ento de 4"aIe peare. 4aFe#o +ue na ceu no &i!are<o de 4trat5ordupon-.uito conte#porEneo de reno#e 5ora# ugerido co#o o &erdadeiro autor da peça de 4"aIe peare9 inc!u i&e eu patrono9 o conde de %>5ord9 *"ri top"er . Moi c"a#ado de o *ri to e pan"o! e o e5eito de ua <ornada na "i t1ria do #undo 5oi tão igni5icati&o +ue e!e parece ter de 5ato &i&ido. .&on e# 1=?69 +ue 5oi educado na e co!a do &i!are<o9 tornou.e aprendi: de açougueiro e 5oi pego 5urtando.e ta#F'# de u#a 5or#a oFrenatura!. E!e egue u# ca#in"o e>tre#o e do!oro o. % dra#aturgo )en /on on9 conte#porEneo de!e9 di e ironica#ente +ue 4"aIe peare aFia Rpouco !ati# e ainda #eno gregoR.ar!oQe ]co# Fa e na teoria de +ue e!e não 5oi rea!#ente a a inado e# 1=9. Do# Oui>ote ' incon e+Uente e# ua genero idade.orreu dei>ando e# te ta#ento eu egundo #e!"or !eito para ua e po a.9 +uando a peça de 4"aIe peare co#eçara# a aparecer^9 e po terior#ente o poeta /o"n Donne. 4aiu de 4trat5ord e 5oi para 7ondre 9 onde e tornou arti ta de #enor i#portEncia nu#a co#pan"ia de teatro patrocinada de Mranci )acon. *er&ante #orreu e# 2.pe oa não tin"a# #ai certe:a de +ue o #undo era u# !ugar e piritua!9 co# Fondade e igni5icado e# eu E#ago.argaret De#ore t9 oF er&ou a e tran"a !igaçSe entre Donne e 4"aIe peare9 a e#e!"ança de eu retrato 9 a i#i!aridade no ape!ido 9 R/o"anne Mactotu#R para 4"aIe peare e R/o"anne . *o#o u# "o#e# de e pode ter criado u#a oFra aturada de toda a erudição da 'pocaT . % e par o &e tígio dei>ado por Pi!!ia# 4"aIe peare no regi tro e crito rende# pouco dado de5initi&o .

)acon era #e#Fro de u#a ociedade ecreta c"a#ada a %rde# do E!#o. . E cre&eu !i&ro +ue do#inara# a &ida inte!ectua! da 'poca9 inc!u i&e % progre o do aFer9 o No&u# %rganon9 e# +ue e!e propL u#a aFordage# no&a e radica! para o pen a#ento cientí5ico9 e No&a . Moi educado e# %>5ord e9 ape ar do carin"o da rain"a por e!e no pa ado9 te&e ua a#FiçSe po!ítica repetida#ente oF truída .o 12 ano 9 a #a carada +ue e!e e cre&era9 % na ci#ento de .t!Entida9 e# +ue apre enta a &i ão de u#a no&a orde# #undia!. Na edição de 1?2. E# parte in pirado pe!a &i ão p!atLnica da .Mactu R para Donne9 e tran"a idio incra ia na ortogra5ia .d#itiu +ue e ta&a 5a cinado co# o c1digo ecreto e a ci5ra nu#ero!1gica . (#a da re pon aFi!idade de )acon era a di triFuição de terra no No&o .er!in9 5oi apre entada J rain"a E!i:aFet" I9 +ue o c"a#a&a a5etuo a#ente de eu pe+ueno 7orde Protetor.o doi u a# Rc"eruFinR para Rc"eruFi#R9 por e>e#p!o V e a coincid3ncia de a puF!icaçSe de Donne tere# co#eçado a aparecer +uando a de 4"aIe peare ce ara#. *riança prodígio9 )acon na ceu nu#a 5a#í!ia de corte ão e# 1=?1.t!Entida9 ta! concepção e re&e!aria #uito in5!uente e# grupo e ot'rico no #undo #oderno. E# % progre o do aFer9 e cre&eu oFre u#a tradição de tran #i ão de parAFo!a nu#a uce ão de geraçSe e co# e!a o igni5icado ocu!to do R egredo da ci3ncia R. Ouando /ai#e I c"egou ao trono9 )acon !ogo atingiu eu oF<eti&o "A #uito an iado e e tornou 7ord *"ance!!or9 o pre idente da *E#ara do Pare 9 o então egundo cargo #ai podero o do p!aneta. . E!e era u# candidato #e!"or para a autoria da peça de 4"aIe peare do +ue o pr1prio 4"aIe peare. de % progre o do con"eci#ento9 ap!icou o . 4eu Fri!"anti #o inte!ectua! era ta! +ue e!e pa ou a er con"ecido co#o o Rprodígio do te#po R. )acon era u#a criança pe+uena9 5raca e en5er#iça e eu co!ega de e co!a :o#Fa&a# de!e9 c"a#ando-o por u# trocadi!"o co# eu no#e9 Ca#!et9 ou Rpe+ueno cana trãoR. *onceFeu a a#Fição de 5a:er de i u# Ri#p'rio do aprendi:adoR9 ad+uirindo cada ra#o de erudição con"ecido do "o#e#. .undo. % Fri!"anti #o de )acon era tanto +ue parecia aFranger o #undo inteiro.a o candidato #ai popu!ar ' Mranci )acon.

<udara# a dar 5or#a a no a atitude na &ida.e#oria! na . Para entender a o!ução dada pe!a "i t1ria ecreta a e te #i t'rio ' nece Ario pri#eiro e>a#inar a oFra. E# RaFe!ai *er&ante e 4"aIe peare9 oFretudo no o!i!1+uio de Ca#!et9 &e#o a .+ue c"a#a de ci5ra Fi!atera! V +ue #ai tarde e tornaria a Fa e do c1digo .. Ca#!et e %5'!ia de cende# do tro&adore .or e. % grande e critore ão o ar+uiteto de no a con ci3ncia. .acFet" e ua 7ady9 Ro#eu e /u!ieta. 4e /e u *ri to p!antou a e#ente da &ida interior9 4"aIe peare au>i!iou no cre ci#ento9 propagou-a e no deu o en o +ue todo te#o "o<e de +ue cada u# de n1 cont'# e# i u# co #o interior tão &a to +uanto o co #o e>terior. % perga#in"o no 4"aIe peare . ( ando e ta #e #a ci5ra9 a e>pre ão RMra Ro i *ro eR pode er encontrada codi5icada no 5ronti pício9 na pAgina de dedicat1ria e e# outra pAgina i#portante de % progre o do con"eci#ento.co#o Me ta e# Noite de rei .&on. % per onagen 2argEntua9 Do# Oui>ote e 4anc"o Pança "aFita# a i#aginação co!eti&a. in&enção do "u#ano9 nen"u# e critor po&oou no a i#aginação co# ar+u'tipo co#o 4"aIe peare: Ma! ta559 Ca#!et9 %5'!ia9 7ear9 Pr1 pero9 *a!iFa9 )otto#9 %te!o9 !ago9 .a!&1!io9 .. peça de 4"aIe peare !ida# co# e tado a!terado 9 co# a !oucura do a#or. Na &erdade9 depoi de /e u *ri to9 nen"u# outro indi&íduo 5e: tanto para o de en&o!&i#ento e a e>pan ão do en o "u#ano de u#a &ida interior. No to!o de 7ear9 o Fu5ão parecido co# *ri to +ue di: a &erdade +uando ningu'# #ai e atre&e a i o9 o to!o do tro&adore c"ega J apoteo e.9 +ue acaFa#o de con tatar er o n8#ero de )acon. te#pe tade e no #onu#ento a 4"aIe peare e# 4trat5ord-upon-.Fadia de Pe t#in ter ta#F'# a apre enta9 <unto co# o n8#ero .a co#o #o trou Caro!d )!oo#9 pro5e or de ci3ncia "u#ana da (ni&er idade de Xa!e e autor do !i&ro 4"aIe peare: . E>i te# to!o AFio . . E9 u ando e ta ci5ra9 a #e #a e>pre ão ro a-cru: ta#F'# pode er encontrada na dedicat1ria do 51!io de 4"aIe peare9 na pri#eira pAgina de .. 0 intere ante oF er&ar +ue eu c1digo pre5erido era a antiga Rci5ra caFa !í ticaR9 egundo a +ua! o no#e R)aconR tin"a o &a!or nu#'rico . .

. .e#ente do en o +ue "o<e te#o de #o#ento indi&iduai deci i&o 9 deci Se &itai a ere# to#ada .nte do grande e critore da Rena cença9 +ua!+uer a!u ão a e ta coi a 1 poderia &ir do er#Se .

% no&o en o de de prendi#ento +ue per#ite +ue a!gu'# e a5a te do entido e &ague pe!o #undo interior te# doi gu#e 9 tra:endo con igo o perigo de entir.e a!ienado do #undo. 0 u# !ongo ca#in"o de de o ape!o de .CA u# !ado o#Frio ne ta no&a ri+ue:a interior +ue9 #ai u#a &e:9 &e#o co# #ai c!are:a no o!i!1+uio de Ca#!et. Ca#!et perde a 5orça ne te e tado de a!ienação9 +uando não te# certe:a e ' #e!"or R er ou não erR.+ui!e 9 +ue de e<a&a a todo cu to &i&er na !u: do 4o!. .

Pr1 pero9 e# .undo urgirão de te . No&a #aneira W Co#en e tran"o .acFet" cont'# 51r#u!a ocu!ta perigo a +ue9 +uando rea!i:ada 9 apre enta# a 5orça de u#a ceri#Lnia #Agica.a co#o aFe#o +ue 4"aIe peare era u# iniciadoT .o #eno no paí e ang!o.rie!9 *a!iFã9 PucI9 %Feron e TitEnia. .R *o#pare i o co#: R%"9 #ara&i!"ah Oue Fe!a ' a "u#anidade. )a ta pen ar#o e# . %"9 ad#irA&e! #undo no&o9 +ue tai pe oa ten hR . Dee.a>Se 9 4"aIe peare contriFuiu #ai do +ue +ua!+uer outro e critor na 5or#ação de no a ideia a re peito de ere do #undo e pirituai e do #odo co#o J &e:e e!e pode# aparecer no #undo #ateria!.9 di correndo oFre o ru#o 5uturo da nature:a e da ra:ão. te#pe tade9 ' o ar+u'tipo do #ago9 Fa eado no a tr1!ogo da corte de E!i:aFet"9 o Dr. (# e pírito 5a!ou co# Dee e# 26 de #arço de 1=D.uita pe oa !igada ao teatro ainda acredita# +ue . E!e di e: RNo&o . .*o#o iniciado9 4"aIe peare e ta&a a<udando a 5or<ar a no&a 5or#a de con ci3ncia.

% crítico e#pre co#entara# o u o da ro a co#o í#Fo!o ro a-cru: ocu!to e# . tra#a FA ica de .Ouando entra#o na M!ore ta Verde de 4on"o de u#a noite de &erão e e# outra co#'dia 9 e ta#o reentrando na 5!ore ta antiga +ue percorre#o no *apítu!o 2.ou de #aneira #ai ocu!ti ta . CA ete ro a no #e#oria! a 4"aIe peare na igre<a da 4antí i#a Trindade e# 4trat5ord-upon-. % u5i #o9 co#o &i#o 9 5oi a grande 5onte da ro a co#o í#Fo!o #í tico. Vi ta de te #odo9 a a5ir#ati&a Ro per onagen "i t1rico e crito por 4"aIe peare na peça +ue tra:e# eu no#eR na &erdade a5ir#a +ua e nada. 4egundo o po iti&i #o !1gico9 u#a a5ir#ação na &erdade não a5ir#a nada e nen"u#a e&id3ncia puder re5utA-!a. . Vo!ta#o a u#a 5or#a arcaica de con ci3ncia e# +ue a nature:a inteira ' ani#ada pe!o e pírito . 4aFe#o tão pouco oFre o "o#e# +ue i o não te# re!ação nen"u#a co# no a co#preen ão da peça . #i! e u#a noite . E te argu#ento J &e:e ' u ado para tentar re5utar a e>i t3ncia de Deu . 4e nen"u#a guinada de aconteci#ento contrariar a e>i t3ncia de Deu 9 a5ir#a#9 então9 ao a5ir#ar#o +ue Deu e>i te9 não e ta#o de 5ato a5ir#ando a!go. (#a da di tinçSe criada pe!a 5i!o o5ia po iti&i ta #oderna pode er 8ti! ne te ponto. #ãe do Regi tro . Para entender e te #i t'rio e co#preender #e!"or a Rena cença !iterAria +ue c"egou J Ing!aterra ne a 'poca9 de&e#o e>a#inar o conte8do u5i #uito uFe ti#ado na peça de 4"aIe peare. E# toda a arte 9 a &egetação retorcida e# gera! indica +ue entra#o no reino do e ot'rico9 na di#en ão etenca. *o#o /e u *ri to9 e!e re&o!ucionou a con ci3ncia "u#ana9 #a dei>ou &e tígio +ua e in&i í&ei no regi tro "i t1rico conte#porEneo. %i títu!o AraFe de . 0 u#a a!u ão J tradição +ue e e conde por Fai>o da pata da E 5inge ou9 e# u#a di#en ão para!e!a9 u#a FiF!ioteca ecreta ou . rain"a da 5ada 9 e crito por Ed#und 4pen er e# 1=D99 #a nen"u# e critor da !íngua ing!e a u ou o í#Fo!o da ro a co# #ai 5re+U3ncia . #egera do#ada &e# de .&on e9 co#o &ere#o e# Fre&e9 a ete ro a ão o í#Fo!o ro a-cru: do c"aIra . 4"aIe peare ' u# enig#a.do +ue 4"aIe peare. % e crito de 4"aIe peare ão rep!eto de i#agen 5!orai .!5 7ay!a Pa 7ay!a ' u#a e>pre ão codi5icada +ue igni5ica . #i! e u#a noite .

R4a!ão de Regi tro R9 u# dep1 ito de aFedoria antiga anterior ao Di!8&io. E ta9 então9 ' u#a "i t1ria de e tado a!terado de con ci3ncia . "i t1ria principa! de .e tanto a "i t1ria co#o a peça cont3# de criçSe de co#o pode er a!cançada u#a con ci3ncia #ai e!e&ada. % títu!o . #egera do#ada ' centrada e# *"ri top"er 4!y. No aFer u5i9 u# R !y #anR9 Ra tucio oR9 ' u# iniciado9 ou #e#Fro9 de . . . tra#a e>terior +ue conte>tua!i:a . #egera do#ada &e# de % dor#in"oco e a entine!a9 u#a "i t1ria e# +ue Caroun a! Ra "id co!oca u# <o&e# cr'du!o e# ono pro5undo9 &e te-o co# tra<e reai e di: a eu er&o para tratare#-no co#o e e!e rea!#ente 5o e o ca!i5a. #i! e u#a noite no di:9 portanto9 +ue o egredo da e&o!ução "u#ana e tão codi5icado a!i.

*atarina de&e aprender a pen ar J a&e a : A ela servirei E a corte/arei com engen!o uando ela vier9 Ela ue ral!e( pois l!e direi sem rodeios Ela canta com a doçura de um rouxinol. Depoi 4!y ' de pertado por u# !orde9 endo in truído por eu #e tre e piritua! a re peito de co#o de pertar para e tado #ai e!e&ado de con ci3ncia. #i! e u#a noite e . Ela ue fec!e a carranca( direi ue parece clara . *"ri top"er 4!y ' de crito no pri#eiro 51!io co#o u# R!adrãoR9 outra pa!a&ra-c1digo u5i9 endo o u5i Ru# !adrão J porta do a#orR. Petr8+uio tenta en inA-!a a aFandonar toda a id'ia preconceFida 9 todo o antigo "AFito de pen a#ento. E!a repre enta o +ue na ter#ino!ogia Fudi ta J &e:e ' deno#inado de R#ente de #acacoR9 a parte da #ente +ue nunca e a+uieta ou o ega9 e#pre tagare!a e +ue no di trai da rea!idade e pirituai . "i t1ria +ue e egue9 a do#e ticação da Friguenta *atarina por Petr8+uio9 '9 e# certo ní&e!9 u#a a!egoria da iniciação.R E ta ' u#a re5er3ncia J in5!u3ncia u5i +ue o cru:ado trou>era# da *ru:ada . .ao#'. % e pírito #í tico e i#paciente do Co#e# Verde per#eia . *o#o &i#o no *apítu!o 1B9 o u5i identi5ica# a orige# de ua 5raternidade e# . #egera do#ada. . *o#o oF er&a#o anterior#ente9 a e#Friague: ' u# í#Fo!o u5i co#u# para u# e tado &i ionArio de con ci3ncia.omo rosas da man!% ban!adas de orval!o.. 4!y ta#F'# aparece co#o u# F3Fado. De cende#o de Ricardo o *on+ui tador.u#a 5raternidade ecreta. Ve<a a *rLnica .!gun re#onta# e ta cadeia de tran #i ão ao pro5eta E!ia 9 ou Ro Co#e# VerdeR. Petr8+uio e#prega #'todo a tucio o para tran 5or#ar *atarina. palavra( -ouvarei sua volubilidade Ela ue se exprima com uma elo G4ncia penetrante. No início da peça9 4!y di:: R% 4!y não ão pati5e . Ela ue emudeça e n%o diga uma s. ..

4aindo de trA do arFu to9 o "o#e# +ue &ira tudo i o entiu. (# conte#porEneo #ai <o&e# de 4"aIe peare9 RoFert )urton9 e cre&eu o eguinte e# .e co#pe!ido a e atirar no c"ão diante de ta 5igura #i terio a.R Te&e #edo de tocar o #anto por+ue agora e ta&a perto o Fa tante para &er +ue era 5eito de u# 5ogo &erde. . De repente9 co#o e aí e do nada9 apareceu outro "o#e# co# u# !u#ino o #anto &erde e ta#F'# #ergu!"ou na Agua. RDe&ei er o Co#e# Verde9 . . . . . te te#un"a ergueu a caFeça9 #a o Co#e# Verde "a&ia de aparecido9 dei>ando apena o 5ar5a!"ar do &ento. E!e então &iu u# der&i>e correr para a<udar o "o#e# +ue e a5oga&a9 endo e!e #e #o arra tado. % doi aíra# da!i e# egurança. te te#un"a de a e tran"a 'rie de aconteci#ento e ta&a <unto J #argen do rio %>u +uando &iu a!gu'# cair. Ouando &o!tou J uper5ície9 o "o#e# de &erde 5ora #agica#ente tran 5or#ado e# u# tronco.a a te te#un"a e ta&a #ai intere ada no +ue acontecera ao tronco9 e o eguiu en+uanto e te 5!utua&a corrente:a aFai>o.Fençoai-#e9 poi eu con eguiria.R )urton depoi de cre&e-o co#o Ro reno&ador de toda a arte e ci3ncia 9 re5or#ador do #undo e agora &i&oR. %F er&ando de trA de u# arFu to9 a te te#un"a 5icou pa #a ao &er +ue e!e &o!tou J 5or#a do "o#e# de #anto &erde9 +ue ra te<ou9 poi e ta&a en!a#eado9 #a depoi . RDe&e entender +ue ou de outro #undo. Por 5i#9 parou na #arge# do rio.nu# Ati#o j e ta&a eco no&a#ente.rti5e>9 eu #e tre teo5ra tiano. Moi ne e #o#ento +ue a coi a co#eçara# a 5icar rea!#ente e tran"a . 4e# +ue aiFa#9 prote<o a+ue!e +ue t3# u# de&er a cu#prir. RVi te de#ai R9 re pondeu o Co#e# Verde.e tre do 4anto .nato#ia da #e!anco!ia: RE ta 5raternidade oni ciente e AFia do Ro a-*ru:e con5ere a eu !íder o no#e de E!ia ]E!i<a"^ . % outro doi con eguira# e agarrar a e te tronco e 5!utuar para a #arge# do rio.CA u#a "i t1ria oFre o Co#e# Verde +ue tran #ite parte de ta propriedade .

E9 co#o no conta a "i t1ria da 5i!o o5ia da ci3ncia9 5oi )acon +ue in pirou a grande re&o!ução cientí5ica +ue tanto 5e: para 5or#ar o #undo #oderno.e di triFuir a parte entre &Aria pe oa di5erente .rAFia te&e na in piração da !iteratura e da ci3ncia. En+uanto o co #o interior e aFria e e i!u#ina&a9 o #e #o acontecia ao co #o #ateria!. CA u#a pro5unda !igação #í tica entre o po&o AraFe e o ing!e e 9 5oi o grande e pírito AraFe de pe +ui a cientí5ica +ue &i&eu no&a#ente e# Mranci )acon9 o indi&íduo de a ociação #ai pr1>i#a co# 4"aIe peare na !iteratura ocu!ta.ntigo Te ta#ento não ão u#a de crição de dua pe oa di tinta .e +ue E!ia reencarnara co#o /oão )ati ta. . i# co#o 4"aIe peare re&e!a&a u# #undo não de per onagen 9 +ue <A 5ora 5eito ante 9 #a u#a #u!tidão co#pri#ida de indi&íduo p!ena#ente . Na corte de Caroun a! Ra "id e #ai tarde entre o po&o AraFe 9 a ci3ncia deu grande a!to 9 e# particu!ar na #ate#Atica9 na 5í ica e na a trono#ia. *"egou a "ora de con iderar +ue na "i t1ria ecreta e ta pa agen do . Z e preita na tre&a 9 por trA da uper5ície re!u:ente da Ing!aterra e!i aFetana9 5a!ando por inter#'dio do inte!ecto de .ou #anto ./A &i#o +ue na tradição e ot'rica acredita&a.9 &i#o "i t1ria perturFadora de E!ia e E!i eu9 eu uce or. Vere#o o oF<eti&o da #i ão de E!ia no 8!ti#o capítu!o9 #a por en+uanto ' Fo# !e#Frar o pape! +ue a . /oa+ui# di e +ue E!ia &iria para preparar o ca#in"o para a terceira era.ar!oQe9 4"aIe peare9 )acon9 Donne e *er&ante 9 de&e#o er capa:e de di tinguir o e#F!ante e&ero do Co#e# Verde9 #e tre e piritua! do u5i e ar+uiteto da era #oderna. 4erA +ue a ociedade ecreta do 'cu!o YVI e YVII acredita&a# +ue e!e "a&ia reencarnado na 'poca de!a e e ta&a protegendo e guiando a+ue!e co# u# de&er a cu#prirT No *apítu!o 1. Na &erdade9 E!ia ' u# er tão e&o!uído +ue ' capa: de encarnar9 de encarnar e reencarnar +uando de e<ar9 a!'# de con eguir di&idir eu e pírito .ntigo Te ta#ento9 #a pe!o pro5eta-iniciado /oa+ui#9 +ue in5!uenciou Fa tante co#preen ão ro a-cru: da "i t1ria. 4eu retorno 5oi pro5eti:ado não 1 na 8!ti#a pa!a&ra do . Da #e #a #aneira +ue a&e e# Fando e tran 5or#a# e# u#a 19 #o&ida pe!o #e #o pen a#ento9 pe oa di5erente ta#F'# pode# er #o&ida i#u!tanea#ente pe!o #e #o e pírito.

rea!i:ado 9 5er&endo de pai>ão e in5!a#ada por id'ia 9 )acon re&e!ou u# #undo rep!eto de uti!e:a 9 u# #undo cinti!ante de oF<eto in5inita#ente &ariado e nitida#ente de5inido . % #undo interior e e>terior9 ante o#Frio e indi tinta#ente #e c!ado 9 agora era# eparado de 5or#a e&idente. E e #undo para!e!o e e>pandira# e e tornara# i#agen e pecu!are u# do outro.a 9 a i# co#o eu conte#porEneo Dante pode er &i to co#o a 5onte da . . D'' Pouco e aFe oFre o . 2# A Era Ro(a4cru= A( 8rat'rni a '( )'rmFnica( * Chri(tian Ro('ncr'ut= * Hi'ronRmu( Bo(ch * A mi(("o ('cr'ta o Dr. % #undo de )acon ' u# #undo e# +ue o &a!ore "u#ano 5ora# de po<ado . % #undo de 4"aIe peare ' o #undo do &a!ore "u#ano 9 onde o +(e e tA e# <ogo ' a 5e!icidade "u#ana e a #aneira "u#ana de &i&er9 independente#ente do +ue aconteça. 0 por i o +ue na "i t1ria da 5i!o o5ia da ci3ncia e!e ' con"ecido co#o o Pai da Indução. E!e e!aForou no&a #aneira de pen ar a e 3ncia da e>peri3ncia. )acon en inou a "u#anidade a o!"ar o oF<eto 5í ico +ue ão a e 3ncia da e>peri3ncia e a oF er&ar a !ei pre&i í&ei a +ue oFedece#. . E# re u#o9 )acon perceFeu +ue9 e puder#o oF er&ar o oF<eto co# a #aior oF<eti&idade po í&e!9 urgirão #uito padrSe di5erente da+ue!e +ue dera# e trutura J e>peri3ncia uF<eti&a. E ta percepção #udaria no o #undo.e tre EcI"art9 o#Frio #í tico a!e#ão do 'cu!o YIII.con e!"ou a de cartar o #A>i#o de id'ia preconceFida po í&e!9 en+uanto reunia a #aior +uantidade de in5or#açSe +ue pude e9 tentando não !"e i#por padrSe #a e perando paciente#ente por padrSe #ai pro5undo e #ai rico . . e>peri3ncia "u#ana ' a coi a capcio a9 parado>a! e de5initi&a#ente i#pre&i í&e! +ue 4"aIe peare dra#ati:ou.

5e eu n%o existisse( Deus n%o seria Deus.5ir#a +ue9 +uando todo o podere e de !iga# de ua 5or#a e de ua 5unçSe . Atrav$s do nada eu me tornei o ue sou. a m%o ue apaga pode escrever a verdade. . N.s estamos fora. Pouco er#Se c"egara# a n1 9 a!gun tran crito por "aFitante de E tra Furgo. Ele $ Ele por ue Ele n%o $ Ele.+uino no en ino de teo!ogia e# Pari . E# EcI"art ta#F'# pode#o &er a orige# de u#a no&a 5or#a de con ci3ncia +ue !e&aria o Norte da Europa a do#inar o #undo. E pro&A&e! +ue &oc3 5ica e urpre o e# ou&ir e ta 5ra e aindo da Foca de eu pAroco "o<e e# dia.!e#an"a9 e# 12?09 ingre ou e# u# #o teiro do#inicano9 tornou.ro a Deus para me livrar de Deus. E!e nunca ou&ira# nada parecido co# e ta concepçSe : .s ol!os pelos uais ve/o Deus e os ol!os pelos uais Deus me v4 s%o os mesmos.s $ ue sa0mos para uma camin!ada. Deus está dentro( n. Ta#F'# en ina u# e ti!o orienta! de #editação +ue en&o!&e o de prendi#ento contínuo do #undo #ateria! e ao #e #o te#po o e &a:ia#ento da #ente.Rena cença9 EcI"art pode er con iderado a 5onte de u# #o&i#ento de re5or#a #ai a#p!o9 por'# #ai !ento. 5. E!e #orreu durante o <u!ga#ento de ua &ida9 acu ado de "ere ia. Descubra o &nico dese/o por trás de todos os dese/os. Deus está em casa. Dsto n%o pode ser compreendido pelo !omem exterior( apenas pelo !omem interior. 4ua grande %pu Tripartitu#9 de e copo tão a#Ficio o +uanto a 4u##a T"eo!ogica9 não 5oi conc!uída.e prior e por 5i# ucedeu To#A de . I o parece e>cepciona!#ente #oderno. . 5e eu n%o existisse( Deus tampouco existiria. Da #e #a #aneira +ue u# #e tre :en9 EcI"art tenta no !i&rar da 5or#a 5i>a de pen a#ento pe!o c"o+ue9 J &e:e co# o +ue e# princípio parece aF urdo. Na cido perto de 2ot"a9 na .

Na opinião de P!atão9 o #e!"ore e crito V e!e e tA e re5erindo J poe ia de Ce íodo .corporai 9 +uando o "o#e# 5oge do entido 9 e!e R e dei>a cair no e +ueci#ento da coi a e de iR. 8nica coi a +ue arde# e# n1 ão a parte +ue tu não dei>a ir9 tua !e#França 9 tua 5i>açSe . i# co#o o R&a:ioR Fudi ta9 ta! e +ueci#ento ' u# &Acuo +ue cont'# po iFi!idade in5inita e ine gotA&ei 9 e portanto u# !ugar de rena ci#ento e criati&idade.undo9 o *írcu!o Inti#o de Iniciado ou o No&e De con"ecido . . .R EcI"art J &e:e ' #encionado co#o u# do Rdo:e #e tre uF!i#e de Pari R9 u#a e>pre ão +ue no !e#Fra da tradiçSe antiga de #e tre e iniciado ocu!to 9 a grande Mraternidade )ranca9 o Trinta e 4ei /u to da tradição caFa!í tica9 a Mraternidade no Te!"ado do .!ança# u# encanta#ento "ipn1tico +ue tran #ite o con"eci#ento. (# iniciado +ue con"eci contou-#e +ue9 +uando era <o&e# e #ora&a e# No&a XorI9 eu #e tre o procurou9 traçou u# círcu!o e# u#a #e a e perguntou o +ue e!e &ia. Do #e #o #odo +ue . No %riente9 i o J &e:e e c"a#a at ong.!egoria da ca&ernaR9 P!atão e tA con&idando o di cípu!o a criar u#a i#age# #enta! +ue agirA e# ua #ente de u#a #aneira +ue opera a!'# do e trita#ente raciona!. Ta#F'# ' u# !ugar di5íci! e perigo o. Pode#o entender +ue P!atão e re5eria a a!go e#e!"ante +uando 5a!ou da #í#e i . Não ' apena u#a +ue tão de in5or#açSe tran #itida pe!a pa!a&ra9 #a u#a e p'cie de proce o #Agico de u#a #ente para outra. 4e e ti&erde e# pa:9 &erA +ue o de#Lnio ão na rea!idade an<o !iFertando-te da Terra. De acordo co# tradiçSe antiga 9 ' por u#a cadeia iniciAtica de tran #i ão de #e tre para di cípu!o +ue e aptende a ter e>peri3ncia do #undo e pirituai . EcI"art não e ta&a #o trando u#a #aneira de e con o!ar por u#a &ida e&era e repri#ida9 não era u# adia#ento da reco#pen a 9 #a u#a di#en ão e tran"a e c"eia de pro&açSe 9 e# +ue e entra por ri co pr1prio9 Ro de erto da Di&indade9 onde ningu'# e tA e# ca aR. Na R. % +ue e!e conta repetida &e:e não ' o +ue e e pera: ROuando ti&ere #edo de #orrer e re i tire 9 &erA de#Lnio arrancando tua &ida. .ao#' e Dante9 EcI"art tin"a e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai .

E!a rea!i:a# u#a 5or#a de &igi!Encia ocu!ta por'# Fene&o!ente. .% o!"o de u# <o&e# de&e# o!"ar para 5ora. Depoi de apareceu. De i#ediato o #undo de apareceu e e!e 5icou de !u#Frado co# u#a &i ão do +ue !"e parecia u#a deu a 5ria e Franca da 7ua9 portando u# crEnio e u# ro Ario.e e# egredo: o ir#ão do E pírito 7i&re9 o Ir#ão da Vida *o#u#9 . . deu a dançou e #eu a#igo perdeu a noção do te#po.#igo de Deu .eu a#igo aFia9 por'#9 +ue e!a ainda e ta&a &i&a e# a!gu# !ugar dentro de!e co#o u#a e#ente ardente e a i# 5icaria para e#pre. . 2rupo de !eigo +(e Fu ca&a# e>peri3ncia e pirituai 9 a Re tre!a errante R9 co#o J &e:e era# con"ecido 9 reunia#.re pondeu.e e tocou #eu a#igo na te ta9 entre o o!"o 9 co# o indicador e ticado. i#9 5oi e# u# c!i#a de in ati 5ação e in+uietude e pirituai +ue urgira# a ociaçSe 5rou>a e oF cura entre pe oa a5in . (#a da noçSe #ai intrigante a ociada J ociedade ecreta ' a de +ue <a#ai e pode !oca!i:A-!a .di e o #e tre.e tte EcI"art 5a!a&a co# tanta con&icção e# eu er#Se era u#a e p'cie de e>peri3ncia +ue a re!igião organi:ada não con eguia #ai pro&idenciar.I o ' Fo# . e>peri3ncia e piritua! direta da +ua! .(# ta#po de #e a . Ma#í!ia do . E# eguida9 a &i ão de Fotou e enco!"eu9 tornando.Voc3 a &iuT Mi+uei e#ocionado +uando ou&i e ta "i t1ria por+ue eu aFia +ue e ta&a #uito perto da cadeia de tran #i ão #í tica. Depoi 9 e# di:er #ai nada9 cur&ou. Tin"a ei 5ace 9 cada u#a de!a co# tr3 o!"o .e u# ponto. % #e tre di e: .#or e o . . *orria# "i t1ria entre todo o ní&ei da ociedade a!e#ã9 "o!ande a e uíça9 #e #o entre o pouco pri&i!egiado e a!ienado 9 oFre pe oa endo aFordada por e tran"o #i terio o +ue a !e&a&a# para reuniSe ecreta ou para <ornada a e tran"a di#en Se de outro #undo. Igre<a parecia pedante#ente atada J !etra #orta da !ei da teo!ogia e do rituai . . . Ouando c"egar a 'poca certa e &oc3 e ti&er pronto9 u# #e#Fro . ..

!gun &i&e# na Europa9 outro na K5rica9 #a ão unido pe!a "ar#onia de ua a!#a e ão9 portanto9 u# 1. Tau!er e ta&a pregando e# 1. % #í tico /o"n Tau!er9 por e>e#p!o9 5oi di cípu!o de EcI"art. % #e #o iniciado a +ue #e re5eri #e 5a!ou de u#a reunião de acad3#ico i#portante +ue parti!"a&a# u# intere e pe!o e oteri #o .da e co!a ecreta aparecerA e e o5erecerA para er eu guia ou #e tre e piritua!. *o#preende#. . E te não parece ter ido #e tre e piritua! de Tau!er no entido e# +ue te#o &i to e ta e>pre ão.eera9 +ue pro#o&e# e>peri3ncia #í tica tran 5or#adora . Por outro !ado9 "o<e tende#o a er tí#ido ao atriFuir podere oFrenaturai a cri tão e>traordinArio . I o pode er &erdade9 #a não de&e i#pedir e recon"eça#o o tanto +ue "A e# co#u# entre o grande #í tico cri tão e o iniciado "indu .ãe . .a &oc3 não preci a o!"ar #uito !onge na &ida do grande #í tico cri tão para encontrar pro&a de podere p í+uico .. . 4ão unido 9 e#Fora po a# e tar a #i!"are de +ui!L#etro de di tEncia.9 +uando 5oi aFordado por u# !eigo #i terio o de %Fer!and +ue !"e di e +ue eu en ina#ento carecia# de e piritua!idade.e!e pr1prio era "i toriador de arte.R . 7endo Von EcIart "au en ' po í&e! de con5iar +ue e!e 5oi in5!uenciado por id'ia oFre o "o#en agrado "indu . E ta "i t1ria pode# ter u# ar ap1cri5o9 #a ta#F'# t3# re onEncia uni&er a!. pe oa "o<e de cre&e# aFerta#ente reuniSe co# #í tico indiano 9 co#o a . % #e tre e piritua! do #aior #e tre e ot'rico do 'cu!o YY9 Rudo!5 4teiner9 era !en"ador e co!etor de er&a #edicinai . Por 5i#9 o grande #e tre na pre ença de!e não era nen"u# do doutore ou pro5e ore 9 #a a :e!adora co# Fa!de e e 5regão no 5undo da a!a de con5er3ncia.e #utua#ente9 e#Fora 5a!e# di5erente !íngua 9 u#a &e: +ue a !inguage# do AFio ' a percepção e piritua!. % o5ício de!e ' 5a:er pe!a "u#anidade tanto Fe# +uanto e ti&er e# eu poder e FeFer a aFedoria da 5onte eterna da &erdade. Har! &on EcIart "au en9 o pri#eiro teo o5i ta9 e cre&eu: RE te AFio 9 cu<o n8#ero ' pe+ueno9 ão criança de !u:. Nen"u#a pe oa crue! pode &i&er entre e!e 9 poi a recon"eceria# de pronto.

Deu #e en&iou o "o#e# +ue eu "A #uito procura&a para #e en inar a aFedoria +ue o e co!A tico <a#ai ouFera#.artin"o 7utero diria de!e: RE# nen"u# !ugar9 e<a e# !ati# ou a!e#ão9 encontrei en ina#ento #ai podero o e a!uFre 9 ne# nada +ue concorda e #ai co# o E&ange!"o . Tau!er de apareceu por doi ano . .R 0 c!aro +ue ne# todo iniciado ' #í tico9 ta#pouco ão todo +ue t3# u#a co#unicação genuína co# o #undo e pirituai . % pr1prio Tau!er di e de ua e>peri3ncia de iniciação: R.rc9 "aFita# corpo +ue 5ora# preparado para er tão en iti&o 9 tão a!ta#ente intoni:ado 9 +ue o e pírito de u# ní&e! #uito e!e&ado pode# traFa!"ar por inter#'dio de!e 9 e#Fora não e<a#9 e# entido nen"u# encarnaçSe de te e pírito .e +ue .!gun grande indi&íduo 9 co#o . E# ua egunda tentati&a e!e 5oi in pirado e di:.credita&a.e +ue o E pírito 4anto o tocou co#o a u# a!a8de. Ouando retornou9 tentou &o!tar a pregar9 #a 1 con eguiu 5icar parado9 c"orando. % co #o prepara a pe oa de di5erente #aneira .o:art "a&ia pa ado por u#a 'rie de encarnaçSe curta co# o prop1 ito de interro#per apena Fre&e#ente ua e>peri3ncia do #undo e pirituai 9 de #odo +ue e# ua encarnação co#o .o:art e!e ainda pude e ou&ir a . % #'diun #oderno ão J &e:e pe oa +ue o5rera# u# trau#a na in5Encia +ue !"e pro&ocou u# ra go na #e#Frana entre o #undo #ateria! e e piritua!.R E# Tau!er9 pode#o recon"ecer a grande 5ran+ue:a e a integridade prAtica do po&o a!e#ão. %utro 9 co#o /oana dN. Ouando u# poFre perguntou e de&ia parar de traFa!"ar para ir J igre<a9 Tau!er re pondeu: R.e!+ui ede+ue9 5ora# a&atare 9 incorporaçSe de grande ere e pirituai capa:e de &i&er e# con tante co#unicação co# o #undo e pirituai .!gu'# pode 5iar9 outro 5a: apato 9 e e te ão o don do E pírito 4anto.Tau!er de i tiu de ua &ida e eguiu e te "o#e#9 +ue e upSe9 e# a!gu#a tradiçSe ro a-cru:e 9 ter ido u#a reencarnação de Goroa tro. .in"a oração 5oi atendida. %utro 9 co#o I aía 9 5ora# iniciado e# encarnaçSe anteriore 9 tra:endo o podere de u# iniciado e# ua no&a encarnação.R % #i tici #o de Tau!er ' o da &ida cotidiana. . .8 ica da E 5era .

Na ceu e# u#a 5a#í!ia de a!e#ãe poFre +ue &i&ia# na 5ronteira entre Ce e e Turíngia. .ou u#a 5anta ia. . E te 5oi o início da Mraternidade Ro a-cru:. *o tu#a. Via<ou ao Egito9 J 7íFia e a Me:.!e#an"a para &i&er rec!u o. Ne ta 'poca9 e!e tradu:iu % 7iFer . Ouando &o!tou J Europa9 e ta&a decidido a tran #itir o +ue aprendera. E# gera! não con egue# recon"ec3-!o . Ta#F'# 5oi a *"ipre9 onde #orreu u# a#igo +ue o aco#pan"a&a.+ua!+uer pe oa cu<a di po ição #enta! não e<a a de e tar decidido a não acreditar. Depoi 5oi a Da#a co e /eru a!'#9 c"egando 5ina!#ente a u# !ugar c"a#ado Da#car9 onde e tudou por tr3 ano e 5oi iniciado por u#a 5raternidade u5i con"ecida co#o o II"Qan a!-4a5a9 ou Mraternidade da Pure:a.e pen ar +ue a &ida de *"ri tian Ro encreut: ' u#a a!egoria .o contrArio do #'diun 9 o iniciado e preocupa# e# e co#unicar co# eu e tado a!terado de con ci3ncia9 e<a de #aneira direta9 co#o aconteceu co# #eu a#igo e# No&a XorI9 ou pe!o en ino de t'cnica para c"egar a e tado a!terado . Pri#eiro parou na E pan"a9 onde rira# de!e.Oua!+uer pe oa +ue ten"a pa ado a!gu# te#po co# #'diun ou paranor#ai ad#ite +ue e!e receFe# in5or#açSe por #eio oFrenaturai co# 5re+U3ncia9 at' rotineira#ente . Depoi de &Aria "u#i!"açSe 9 &o!tou J .BD. . Por'#9 ' igua!#ente 1F&io +ue a #aioria do #'diun não con egue contro!ar o e pírito co# +ue con&er a#.n ia&a por &i itar o 4anto 4epu!cro e# /eru a!'#. E te e pírito J &e:e ão pre<udiciai 9 dando-!"e #uita in5or#açSe con5iA&ei oFre a unto Fanai 9 #a enganando-o e# +ue tSe i#portante . .9 ou 7i&ro do .o 1? ano 9 partiu e# peregrinação. ir5ão ao cinco ano 9 5oi en&iado para &i&er e# u# #o teiro9 onde aprendeu grego e !ati#9 #a não #uito Fe#. *inco ano #ai tarde9 reuniu e# torno de i tr3 &e!"o a#igo de eu te#po de #o teiro.undo9 para o !ati#9 do +ua! e di:ia conter a "i t1ria pa ada e 5utura do #undo. Na tradição ecreta9 o grande er +ue encarnou Fre&e#ente no 'cu!o YIII co#o o #enino de pe!e !u#ino a9 encarnou de no&o e# 1.

utori:ada da )íF!ia. E ta#F'# podia# 5icar in&i í&ei . 4egundo conta#9 o padre da antigUidade era# capa:e de e&ocar deu e no antuArio interno do te#p!o9 #a 9 depoi +ue a Igre<a aFo!iu a di tinção entre a!#a e e pírito e# D?99 ao pouco e perdeu a co#preen ão de co#o c"egar ao #undo e pirituai . Mie e cre&era# u# !i&ro contendo Rtudo o +ue o "o#e# pode de e<ar9 pedir e e perarR.e a ei oFrigaçSe : curar o4 doente de graçaW adotar a roupa e o "AFito do paí e +ue &i ita e#9 co# o oF<eti&o de per#anecere# di creto W todo ano &o!taria# J ca a de *"ri tian Ro encreut:9 agora con"ecida co#o a *a a do E pírito 4anto9 ou #andaria# u#a carta e>p!icando a au 3nciaW ante da #orte9 cada ir#ão e co!"eria u# uce or +ue iniciaria.5ir#ou +ue o don oFrenaturai do ro a-cru:e era# o don do E pírito 4anto9 apre entado por 4ão Pau!o na Epí to!a ao *oríntio . *o#o con"ecia# o R egredo da nature:aR e podia# co#andar ere de encarnado 9 e>erceria# ua &ontade por #Agica9 o +ue 5a:ia# principa!#ente para rea!i:ar cura #i!agro a . M!udd aiu e# de5e a da 5raternidade na i#pren a9 repudiando acu açSe de #agia negra.Ro encreut: #orreu e# 16D=9 ao 10B ano . E# gera! con iderado u# ro a-cru:9 e!e era ao #eno u# &ia<ante Fe# in5or#ado e o!idArio.e atra&' de grande di tEncia . E 5Aci! entender o então cre cente 5a cínio da Europa co# o oF curo ro a-cru:e 9 u#a &e: +ue o acerdote paro+uia! !oca! não 5a:ia #ai e a coi a . *oncordara# +ue a 5raternidade de!e de&eria continuar ocu!ta por ce# ano . E!e tin"a# o do# da !onge&idade . % e>traordinArio don oFrenaturai atriFuído ao ro a-cru:e 5e: de!e u#a da grande !enda ro#Entica da "i t1ria europ'ia.pro5ecia9 rea!i:ação de #i!agre 9 do#ínio de !íngua 9 &i Se 9 cura 9 e>pu! ão de de#Lnio . De acordo co# a tradição e ot'rica9 o grande caFa!i ta RoFert M!udd 5oi u# do erudito e#pregado por /ai#e I para traFa!"ar na Ver ão .En inou ao a#igo a ci3ncia iniciAtica +ue aprendera e# ua &iagen . Podia# !er #ente 9 entender toda a !íngua 9 pro<etar i#agen &i&a de i e co#unicar.e a e!e 9 +ue era# oito9 ante +ue parti e# para o canto di tante da Terra para pro#o&er a re5or#a e a tran 5or#ação. %utro +uatro ir#ão unira#. . Ta#F'# concordara# e# uF#eter. No 'cu!o YI9 o padre não era# #ai capa:e de e&ocar .

ac"en.e +ue #erece# a!i 5icar por toda a eternidade.ne# #e #o &i Se do #undo e pirituai durante a #i a. % deta!"e a eguir9 de u# paine! de % <ardi# da de!ícia terrena 9 con&enciona!#ente rotu!ado de In5erno9 na &erdade #o tra u# e pírito pre te a de cer de u#a e 5era para outra. . .poca!ip e9 J &e:e ta!&e: de u#a #aneira Fa tante uper5icia!9 apena por+ue cont3# e tran"o e!e#ento &i ionArio +ue não 5a:e# parte da iconogra5ia e teo!ogia cri tã con&encionai .gora9 no 'cu!o YV9 o e pírito de te #undo co#eça&a# a re5!uir atra&' do porta! do ro acru:e .e por 5i# de ce no&a#ente para a encarnação eguinte.adri9 re&e!a# +ue e!e con"ecia u#a t'cnica para c"egar a e tado a!terado praticada e# di5erente e co!a e ot'rica do #undo. EcI"art e Tau!er 5a!ara# da tran 5or#ação #ateria! do corpo pe!a prAtica e piritua!. . . Por e>e#p!o9 não era de )o c" a &i ão de +ue o #a!5eitore i#penitente &ão para o In5erno . EcI"art dei>ou uge tSe intrigante na a!+ui#ia R% coFreR9 di e e!e9 R' intran+ui!o at' +ue e torna #erc8rio.a na rea!idade a pintura de )o c" ão pro5unda#ente e ot'rica . )o c" #orreu e# 1=1?9 então de&ia e tar pintando en+uanto *"ri tian Ro encreut: ainda era &i&o.a "A #ai u#a coi a.e contraria# o dog#a cri tão . 4egundo Mraenger9 a pintura de )o c"9 co#o a 5a#o a .a u# re!ato #ai i te#Atico 1 co#eça a urgir co# o ro a-cru:e . Mraenger 1 interpretou pintura +ue de u#a ou outra 5or#a parecia# perturFadora e e tran"a . . Pouco e aFe do #ago "o!and3 9 a não er +ue e!e era ca ado9 dono de u# ca&a!o e de +ue e di:ia ter 5eito retAFu!o e de en"o para o &itrai da catedra! de ua cidade nata!9 . Na d'cada de 19?09 o pro5e or Pi!!ia# Mraenger puF!icou u# e tudo #onu#enta! oFre )o c" e# ter#o do pen a#ento e ot'rico da 'poca e# +ue e!e &i&eu. E!e acredita&a +ue depoi da #orte o e pírito &ia<a pe!a e 5era da 7ua9 depoi a cende pe!a e 5era p!anetAria at' o #ai e!e&ado c'u . Nen"u# outro arti ta de pri#eira !in"a te&e id'ia a!+uí#ica tão <unto J uper5ície de ua oFra co#o Cierony#u )o c".R .u eu do Prado9 e# .uita pintura de )o c" 5ora# rotu!ada de Paraí o9 In5erno ou .e a da aFedoria9 "o<e no .

E tA e crito no (pani "ad 9 % Puru "a no e pe!"o9 ne!e eu #editoR. Ouando contro!ado de #aneira en ata9 o a#or ' o ca#in"o para a per5eição di&ina. I#agen +ue de início parece# onírica e ca1tica de repente co#eça# a e #o&er <unta de u#a 5or#a igni5icati&a.e!5 para a conte#p!ação do deu . E te i#pu! o9 acredita&a e!a9 cre ceria e criaria raí:e no Norte da Europa9 onde urgiu a!go #uito di5erente do a ceti #o de Ra#1n 7!u!!.4egundo o en ina#ento e ot'rico indiano 9 o en"or dourado do podere c1 #ico . % e>o9 co#o a5ir#a Mraenger9 ' o gu#e da 5aca. . 2rupo e ot'rico Fe# co#o o ir#ão do E pírito 7i&re9 in5!uente na 'poca de )o c"9 era# guiado por u#a &i ão de co#unidade +ue e unia# não pe!a !ei9 #a pe!o a#or. E te #'todo ta#F'# era praticado pe!o #í tico "o!and3 /an &an Ruy FroeI9 +ue de cre&eu co#o o e +ueci#ento de i e do #undo !e&a a en açSe de &acuidade e cao .e!59 co# o 4o! no coração de tudo. . Depoi o ca#po de &i ão ' carregado de u#a energia c1 #ica.ec"t"i!d de .o Puru "a j e tA operando tanto no 4o! co#o na pupi!a do o!"o . *o#o #í tica9 .e e>pandir ua con ci3ncia a partir da conte#p!ação do !i#itado ego.agdeFurg tin"a &i Se de u#a 'poca e# +ue a &ida da en ua!idade eria p!ena#ente integrada J orde# e piritua! da coi a .o 5itar o re5!e>o e pe!"ado no o!"o direito9 pode. E te #'todo de #editação o!"o no o!"o ta#F'# pode er praticado no conte>to e>ua!.

ai e peci5ica#ente9 na ceu e# u#a a!deia perto de Guri+ue e# 169. . E# 1=2B9 5i>ou.e co#o #'dico na )a i!'ia9 4uíça9 e !ogo 5icou 5a#o o por ua cura #i!agro a . Ta#F'# &ia<ou #uito9 da Ir!anda ao pEntano in5e tado de crocodi!o da K5rica9 aprendendo oFre re#'dio e cura popu!are .on ieur9 era de#oníaco9 #antendo o #e tre in5or#ado do +ue acontecia e# u# raio de 1=0 +ui!L#etro .e u# inte!ectua! errante9 cercado por Foato de #agia. (# per onage# e tran"o e agre i&o9 ao +ue parece e!e <a#ai dei>ou a FarFa cre cer e rete&e u#a apar3ncia <u&eni! at' a &e!"ice. Trit3#io con entiu e o i#perador pLde ter certe:a de +ue o 5anta #a9 de&ido ao ina! e# ua nuca9 era rea!#ente de!a.grippa9 tornou. % i#perador . E# u# . Parace! o e tudou co# Trit3#io9 então aFade de 4ão /orge9 e# PUr:Furg. Parace! o9 por'#9 não parece ter 5icado #uito i#pre ionado co# Trit3#io. R4ou u# "o#e# r8 ticoR9 di e Parace! o9 Rna cido e# u# paí r8 tico. No Apice de ta #udança9 e cre&eu o re!ato #ai i te#Atico +ue pLde de a coi a .Parace! o ' o autor #ai a ociado J 5raternidade ro a-cru:9 ainda +ue9 egundo di:e#9 parte de eu e crito ten"a# ido enterrado co# eu corpo.a>i#i!iano I pediu +ue e!e e&oca e o 5anta #a de ua e po a #orta. Parace! o aFia +ue a con ci3ncia e ta&a #udando e +ue9 co# o de en&o!&i#ento do inte!ecto9 a "u#anidade perderia o con"eci#ento in tinti&o da er&a #edicinai V u# con"eci#ento +ue at' então 5ora parti!"ado co# o ani#ai uperiore .. E!e :o#Fa&a da #edicina con&enciona! da 'poca.credita. Natura!#ente9 Parace! o 5e: ini#igo entre o #'dico +ue <A traFa!"a&a# na região. Trit3#io a5ir#a&a aFer en&iar eu pen a#ento na a a de an<o por centena de +ui!L#etro . Trit3#io era u# do #aiore iniciado da 'poca9 e ta#F'# era #e tre de *orne!iu . % di cípu!o e co#pan"eiro de Parace! o9 *orne!iu . Di:ia# +ue eu grande cão negro9 . Moi &i&er entre #ineradore para o:in"o aprender oFre o #inerai .e +ue e!e não +ueria e tudar e# u#a FiF!ioteca9 #a i# aprender co# a e>peri3ncia.R . De %ccu!ta P"i!o op"ia 5oi ua tentati&a de e cre&er u# re!ato encic!op'dico da *aFa!a prAtica cri tiani:ada9 inc!uindo u# i#en o #anua! de encanta#ento #Agico ainda u ado pe!o ocu!ti ta atuai .grippa. De certo #odo9 e!e pode er &i to co#o o precur or do Ir#ão 2ri##9 tendo co!etado o con"eci#ento antigo e e ot'rico ante +ue de aparece e.

E!e co tu#a&a andar co# u#a e pada9 e# cu<o pun"o di:ia# +ue guarda&a eu re#'dio a!+uí#ico #ai e5ica:. 5e!icidade ' #e!"or do +ue a ri+ue:a9 5e!i: ' a+ue!e +ue egue pe!o #undo e# nada +ue e>i<a eu cuidado . Pa ou ano pera#Fu!ando.e ta&a pre o no In5erno9 de onde en&iou carta a #i#9 5aria# o ina! da cru: e# i co# a cauda de u#a rapo a. Parace! o ta#F'# tin"a id'ia e tran"a e #ara&i!"o a oFre o ono e o on"o . Oue# de e<ar e tudar o !i&ro da nature:a de&e &agar co# o p' e# ua 5o!"a .angonaria9 u# poder #Agico de u pen ão por #eio do +ua! oF<eto pe ado pode# er erguido no ar.e>e#p!o tipica#ente Fo#FA tico9 e cre&eu oFre 2a!eno9 autor de te>to padrão da #edicina da 'poca: R4e ao #eno eu arti ta ouFe e# +ue o príncipe 2a!eno V di:e# não "a&er igua! . Di e aFer de a!gu#a !oca!idade onde #uito de#entai 9 adotando o &e tuArio e a #aneira "u#ana 9 &i&e#.on tra9 u# er in&i í&e! +ue pode urgir da putre5ação do e per#a. .e pen ar +ue e ta 5i!o o5ia e#inente#ente e+ui!iFrada9 co#Finada co# u#a #etodo!ogia prAtica9 pode conter a!go +ue e apro>i#e da #oderna ci3ncia #'dica. RNão de e<o &i&er con5orta&e!#ente9 ne# de e<o enri+uecer. E# eu 8!ti#o ano 9 pa ou a pro5eti:ar a &o!ta de E!ia 9 +ue &iria para Rre taurar toda a coi a R.a a!gun e crito de Parace! o ão de &airado e e tran"o . Pode uFir9 di e e!e9 J e 5era de eu ance trai e con&er ar co# a e tre!a . Parace! o curou u# cLnego rico +ue outro #'dico não "a&ia# con eguido curarW #a 9 +uando e te "o#e# e recu ou a pagar9 o #agi trado !ocai e co!ocara# a 5a&or do cLnego e o a#igo de Parace! o acon e!"ara#-no a 5ugir.o e pírito ani#a! . .!iFerta. Ta#F'# 5a!ou a re peito da .e de e#i Se noturna .R Pode. . .R 4ua capacidade aparente#ente #i!agro a de cura atraía# Foato de necro#ancia. nature:a9 di:ia e!e9 era ua #e tra.. E!e 5a!ou de íncuFo e 8cuFo a!i#entando. Parace! o ta#F'# era u# pro5eta.. Di e +ue durante o ono o corpo idera! .e e# eu #o&i#ento . E!e e cre&eu9 por e>e#p!o9 oFre o .5ir#ou +ue o e pírito +ue de e<a# u ar o "o#en co tu#a# agir ne!e durante o on"o 9 +ue u#a pe oa ador#ecida pode &i itar outra e# eu on"o . .

0 u# 5ato pouco con"ecido9 #a docu#entado9 +ue no auge de ua 5ortuna o Dr. Dee receFeu por carta regia a propriedade do &a to territ1rio c"a#ado *anadA9 e ua &i ão de u# i#p'rio . . . Dee 5oi #oti&ado por u# de e<o acac"apante de e>peri#entar direta#ente o #undo e pirituai . *aFa!a era centra! e# todo o eu e tudo . E!e acredita&a no 5unda#ento #ate#Atico de toda a coi a 9 e# u# con<unto de princípio uni5icado +ue acredita&a poder di cernir no en ina#ento do antigo . Z &e:e con iderado u# ro a-cru:9 e#Fora e!e pr1prio <a#ai ti&e e 5eito ta! a5ir#ação9 o grande #ago ing!3 Dr. Ne te parado>o e tA a c"a&e para entender o egredo de no a era. No 5ina! da d'cada de 1=B09 5or#ou u# círcu!o c"a#ado de Dioni ii . Dee ta!&e: ten"a ido o #aior ar+u'tipo do #ago de de Goroa tro.reopagite co# 4ir P"i!ip 4idney e Ed#und 4pen er9 cu<o poe#a . 7A e ta&a o #ago de #anto preto e capa9 co# u#a !onga FarFa Franca9 traFa!"ando e# u# !aForat1rio cercado de in tru#ento a!+uí#ico .. )ri!"ante e tudio o +uando <o&e#9 ao &inte ano en inou Euc!ide e# Pari e 5e: a#i:ade co# Tyc"o )ra"e.a a i# co#o e a prAtica #Agica 9 Parace! o eria re pon A&e! por de coFerta e a&anço +ue #ai tarde !e&ara# a!gun a c"a#are#-no de Ro pai da #edicina e>peri#enta! #odernaR. /o"n Dee na ceu e# u#a 5a#í!ia ga!e a +ue #ora&a e# 7ondre . i#age# de!e penetrou na cu!tura popu!ar do#inante.#'rica. (# en aio de 4idney 5a!a oFre RFu car o #i t'rio da +uí#ica !iderado por DeeR. Entre c!arSe de raio 9 e&oca e pírito de encarnado por #eio de pentagra#a e outro di po iti&o de en"ado co# gi: no c"ão. . rain"a da 5ada ' notoria#ente rep!eto de i#agen ro a-cru:e e e ot'rica . 5a#a de Dee era ta! +ue a <o&e# prince a o con&idou para e co!"er u#a data para ua coroação co#o E!i:aFet" I por #eio de eu cA!cu!o a tro!1gico .ona Cierog!yp"ica. Dee 5or#ou u#a FiF!ioteca #agní5ica9 +ue di:ia# perder apena para a do ce!eFrado "i toriador 5ranc3 De T"ou. Dee ta#F'# a<udou a orientar a po!ítica e>terna de E!i:aFet"9 tanto na Europa co#o e# re!ação J co!oni:ação da . Dee incorporou e te princípio e# eu g!i5o co#p!eto9 o .

u#a e>pre ão cun"ada por e!e . % on"o de Dee era# perturFado .a<udou a in pirar e nortear a &iagen de de coFri#ento da nação. He!!ey a5ir#a&a er capa: de &er o arcan<o (rie! no . E# 1=D09 an iando por u#a e>peri3ncia e piritua! #ai direta9 decidiu e !igar a u# #'diu#. E!e e#pregou u# #'diu# c"a#ado )arnaFu 4au!9 +ue di e +ue podia &er an<o e# eu cri ta! #Agico9 #a Dee o di pen ou depoi de ei #e e . Ca&ia Fatida e tran"a e# ua ca a. Então9 e# 1=D29 con"eceu EdQard He!!ey9 u# "o#e# e tran"o +ue aparente#ente u a&a u# Farrete para e conder o 5ato de +ue ua ore!"a "a&ia# ido decepada e# punição por cun"ar #oeda .)ritEnico .

E ta per#itira# +ue Dee aprende e a deci5rar a 5a!a do an<o 9 +ue e!e c"a#a&a de a !inguage# eno+uiana.cri ta! de Dee9 e a i# co#eçara# centena de e Se . Mora# oFrigado a 5ugir +uando não con eguira# o 5eito.uito de con5ia&a# +ue He!!ey era u#a 5raude9 +ue apena 5ingia receFer re po ta para e&ocaçSe eno+uiana . 4erA +ue He!!ey era e#pre tão e crupu!o oT Na #e #a &iage#9 a dup!a di e a Rodo!5o +ue podia tran 5or#ar #etai 5unda#entai e# ouro. Di e a Rodo!5o +ue para tanto e!e u ou u#a pedra e e#pre e a egura&a de +ue o e pírito co# +ue !ida&a era# Fon 9 e não de#oníaco . . . E!e então decidira ape!ar ao an<o para interceder por e!e <unto a Deu 9 a 5i# de perguntar oFre o egredo da criação. Pode#o identi5icar o dec!ínio do grande #ago e# ua a ociação co# He!!ey. He!!ey aFu a&a de Dee9 +ue era Fe# #ai &e!"o9 ne ta 'poca9 oFrigando-o a u#a troca de e po a "u#i!"ante. % "o#e# cu<o on"o de a#p!iar o i#p'rio a<udaria# a dar 5or#a ao #undo e ta&a co#eçando a e>p!orar de &io #ai inacreditA&ei de e pecu!ação e prAtica e ot'rica . E# u#a &iage# a Praga9 Dee di e a Rodo!5o II9 acroi#perador ro#ano9 +ue por +uarenta ano tentara encontrar o +ue +ueria e nen"u# !i&ro con eguira !"e di:er.

"#o!e9 upu era# +ue e!e "a&ia ido u# ro a-cru:.di: re peito J "i t1ria da re!açSe da "u#anidade co# o #undo e pirituai .uFrey e o i#portante #açLnico E!ia . Me!i: ' a+ue!e +ue #e aFraça: poi J noite ou doce ]. Purgai &o a rua 9 o"9 5i!"o do "o#en 9 e !a&ai ua ca a ]. pe oa e>igia# #ara&i!"a e 1 a ociedade ecreta aFia# co#o 5ornec3-!a .^ #eu !AFio ão #ai doce do +ue a a8de9 ou u#a ra#eira para o +ue #e arreFata# e u#a &irge# para o +ue não #e con"ece#.R Teria He!!ey &i to ni o a Pro tituta E car!ate do .p1 ua #orte9 urgiu u# cu!to ao Dr. E ta9 de +ua!+uer #odo9 ' a "i t1ria RpopR do Dr.poca!ip e e u#a &i ão do i#inente 5i# do #undoT Dee &o!tou J Ing!aterra na pen8ria9 incapa: de u tentar ua 5a#í!ia9 de!irante9 #uito paran1ico9 &endo e# toda parte con piração e contracon piração. No entanto9 para Dee9 a .. *o#o &i#o 9 o cri tão e ta&a# &i&endo u#a retirada do #undo e pirituai .^.. (# ní&e! #ai pro5undo de igni5icado . . % Dr.. *o#o &i#o 9 era i#po í&e! traçar u#a !in"a c!ara entre a prAtica c!ericai e a Fru>aria. Tradu:ida da !inguage# do an<o para no a !íngua9 di: o +ue e egue: R% 7eão de con"ece onde ando9 ne# #e co#preende# a 5era do ca#po. Dee e #uita pe oa 9 inc!u i&e o #e#oria!i ta /o"n . . Pode parecer u!tra<ante J ociedade #oderna9 #a ' i#portante &er e ta narrati&a no conte>to da prAtica da Igre<a na 'poca.E# 1=909 contudo9 He!!ey parece ter receFido u#a #en age# tão apa&orante na !inguage# eno+uiana +ue e!e parou de operar o i te#a e cortou re!açSe co# Dee. Dee. 4eria u# retorno ao 5er&or e piritua! da Igre<a no pri#eiro te#po 9 a Igre<a de *!e#ente e de %rígene 9 e# +ue o e!e#ento caFa!í tico e "er#'tico não era# e>c!uído . Dee di e ao acroi#perador ro#ano +ue toda igre<a na cri tandade podia de 5rutar de apariçSe e# cada dia da e#ana9 de de +ue 5o e# introdu:ida ua t'cnica ocu!ta de #agia ceri#onia!. Igre<a parecia incapa: de proporcionar e>peri3ncia e piritua! direta ou contato pe oa! co# a rea!idade e pirituai .. Dee. . Igre<a eria no&a#ente u#a Igre<a #Agica.e a &erdadeira #oti&ação de!e e# tudo i o . E ta era a grande &i ão e&ange!i:adora do Dr. . 4ou de5!orada9 e no entanto &irge#W anti5ico e não ou anti5icada.

E# Dee9 co#o e# )acon9 &e#o a pri#eira agui!"oada do e pírito cientí5ico. % de en&o!&i#ento da 5acu!dade #entai 9 nece Ario para de!inear a ci3ncia #oderna9 e&o!uiu e# parte nu# conte>to ocu!to. % i#pu! o neop!atLnico de pen ar i te#atica#ente na e>peri3ncia e piritua! e no #undo e pirituai e di5undiu a partir do 4u! da Europa9 in5!uenciando e tudio o co#o Trit3#io9 . .grippa e Dee. Pro&ou a di&indade de /e u *ri to u ando argu#ento caFa!i ta 9 #o trando +ue o no#e de /e u e ta&a codi5icado no Tetragra##aton9 ou no#e agrado de Deu . Dee e# d8&ida e ta&a intere ado e# toda e a teoria #a 9 co#o &i#o 9 an ia&a por e>peri3ncia. Dee propun"a a ap!icação ponderada de t'cnica para produ:ir 5enL#eno e pirituai de 5or#a contro!ada9 regu!ar e pre&i í&e!. .ic"ae! .aier9 e tudio o conte#porEneo +ue e cre&eu co# aparente con"eci#ento ínti#o do ro a-cru:e 9 di e +ue Ra ati&idad do ro acru:e ão deter#inada pe!o con"eci#ento da "i t1ria e pe!o con"eci#ento da !ei da e&o!ução da raça "u#anaR.prAtica #Agica de e&ocação de e pírito do pAroco parecia# #ai u# 5o!c!ore uper ticio o9 carecendo de rigor inte!ectua!9 o5i ticação e de u#a aFordage# i te#Atica. Tudo i o 5ora e taFe!ecido por e>peri#entação reprodu:í&e!9 tendo co#o precedente #i!"are de ano de prAtica9 o +ue !e&ou a re u!tado pre&i í&ei . % +ue Dee u urrou no ou&ido do acroi#perador ro#ano 5oi +ue e e!e <e<ua e por u# certo período de te#po9 rea!i:a e deter#inado e>ercício re pirat1rio por u# n8#ero pre crito de &e:e e a inter&a!o preci o 9 +ue e e!e e en&o!&e e ne ta prAtica e>ua! e pronuncia e e ta 51r#u!a ne ta 'poca a tro!1gica predeter#inada9 entraria e# u# e tado a!terado de con ci3ncia e# +ue podia e co#unicar de 5or#a !i&re e ponderada co# "aFitante do #undo e pirituai . . % a!e#ão /o"anne Reuc"!in 5or#u!ou u#a *aFa!a cri tiani:ada. #i ão de Dee9 então9 5oi introdu:ir a!go inteira#ente no&o no cur o da "i t1ria. 4e#pre ' oF<eti&o da 5raternidade de iniciado 9 co#o o ro a-cru:e 9 a<udar a di5undir 5or#a rec'#-e&o!uída de con ci3ncia9 apropriada para te#po +ue #uda#. 4ua aFordage# era e>peri#enta! e i te#Atica.

utoFiogra5ia de u# ionie de Para#a"an a Xogananda9 co#o R!ei #ai uti +ue rege# o p!ano e pirituai ocu!to e o reino interior da con ci3ncia9 ]. Pode#o encontrar 5or#u!açSe de ta !ei e pa!"ada pe!a !iteratura ro a-cru:: .er!i# re idente de!a9 não 1 tentou introdu:ir a #agia ceri#onia! na Igre<a oF a 'gide do acroi#perador ro#ano co#o 5icou tão con"ecido +ue o dra#aturgo podia# retratA-!o e e perar +ue o p8Fico o recon"ece e .e# % a!+ui#i ta9 de )en /on on9 e e# .E a R!ei da e&o!uçãoR agia# tanto na "i t1ria co#o na &ida "u#ana indi&idua!.. 4ão de crita na .. Ta!&e: o +ue "a<a de #ai e>traordinArio na carreira de Dee e<a o +uão perto c"ega da uper5ície da "i t1ria e>ot'rica. . E!e não 1 e ta&a aFerta#ente in ta!ado na corte de E!i:aFet" I co#o o . 8ara0so nunca está onde acreditamos ue este/a. te#pe tade9 de Pi!!ia# 4"aIe peare. A uilo ue causa a morte leva 1 ressurreiç%o.^ co#preen í&ei por inter#'dio da ci3ncia da iogaR. A uilo ue mata gera a vida. 4ão a !ei +ue de cre&e# a nature:a parado>a! da &ida9 +ue ante c"a#A&a#o de 7ei #ai pro5unda . 5e cessar de limitar uma coisa dentro de si( isto $( de dizer ue a uer( e se voc4 se afastar dela( ela virá a voc4. . *o#o &ere#o 9 Dee 5oi apena a pri#eira de &Aria per ona!idade e tran"a e trAgica +ue tentara# introdu:ir doutrina e ot'rica na &ida p8F!ica. concepçSe ro a-cru:e de a !ei !ogo &iria# J tona na Ci t1ria e tran 5or#aria# a cu!tura do %cidente.

Cer1i da 'poca9 7utero e capou de er +uei#ado na 5ogueira9 protegido por u# en"or de terra !oca!9 e9 J #edida +ue outro !ídere a!e#ãe co#eçara# a e unir e# eu prote to contra o e>ce o do Papado9 o prote tanti #o na ceu.+ui eu 5icoR9 proc!a#ou e!e. .artin"o 7utero9 pro5e or e# PittenFerg9 prendeu eu argu#ento contra e ta &enda de indu!g3ncia J porta da igre<a !oca!9 +ue 5unciona&a co#o u# +uadro de a&i o para a co#unidade. *erta &e: 7utero e re5eriu a i #e #o co#o R#e tre apro&adoR9 u#a e>pre ão +ue u# iniciado #açLnico de certo ní&e! pode u ar para e de cre&er.a eria e!e u# iniciado da ociedade ecreta T CA uge tSe intrigante .e!anc"t"on era u# de5en or da a tro!ogia9 tendo e crito u#a Fiogra5ia de Mau to. Ouando i o oca ionou u#a Fu!a papa! e>co#ungando 7utero9 e!e +uei#ou o docu#ento diante de u#a #u!tidão ad#irada. No Norte da Europa9 e# particu!ar na .!gun &ia# 7utero co#o a reencarnação de E!ia 9 +ue . % pr1prio 7utero e co#unica&a co# o #undo e pirituai e# ter#o 5a#i!iare 9 ou&ia &o:e +ue o guia&a# e e# u#a 5a#o a oca ião atirou u# tinteiro e# u# de#Lnio +ue :o#Fara de!e.22 O Catolici(mo Oculto JacoG Bo'hm' * O( con3ui(ta or'( ' a Contrarr'8orma * T'r'(a< Jo"o a Cru= ' Inácio ' :oiola * O Mani8'(to Ro(a4cru= * A Batalha a Montanha Branca E# 1=1B9 o papa decidiu re&i&er a &enda de indu!g3ncia para con truir u#a no&a Fa í!ica de 4ão Pedro e# Ro#a. .a!a+uia e depoi /oa+ui# pro5eti:ara# +ue &o!taria para anunciar a no&a era.!e#an"a9 urgia u#a onda de in+uietude9 u# re enti#ento co# a e>ig3ncia de oFedi3ncia i#pen ada9 u# an eio por !iFerdade e piritua!. . . R. Era para er a con trução #ai e p!3ndida e pr1diga do #undo.e!anc"t"on9 oFrin"o do ce!eFrado caFa!i ta Reuc"!in. E!e 5a!a&a . 4eu a#igo #ai pr1>i#o e co!aForador !iterArio era o ocu!ti ta P"i!ip . 7utero FeFia no pen a#ento #í tico9 no en ina#ento de EcI"art e Tau!er.

agnu# de )oe"#e9 u# co#entArio oFre o 23ne i 9 aFriu no&o panora#a de igni5icado caFa!í tico e ecreto.grippa e Parace! o. . % intere e de a!gun e tudio o ta#F'# 5oi incitado pe!o 5ato de 7utero ter adotado a ro a co#o eu í#Fo!o. .!'# di o9 Parace! o era u# paci5i ta9 e 7utero9 e#Fora não 5o e direta#ente re pon A&e! pe!o #a acre de cat1!ico +ue acontecera# depoi +ue e!e c"egou ao poder po!ítico9 podia t3!o i#pedido.1rFido e paran1ico9 não parecia e tar di po to a deter a per eguiçSe rea!i:ada e# eu no#e. % ro a-cru:e de&e# er &i to co#o a a!a e +uerda radica! da Re5or#a9 e o co#porta#ento da Igre<a !uterana pode er &eri5icado na "i t1ria de /acoF )oe"#e. I!u#inou a i#aginação popu!ar na grande era do prote tanti #o9 no #íni#o de&ido J ua in5!u3ncia oFre o Paraí o perdido de /o"n . Ne# "A +ua!+uer #oti&o para upor +ue 7utero entendia +ue ua ro a tin"a u# igni5icado re!acionado J 5i io!ogia ocu!ta. . % .pe ar de 7utero ter ido !e&ado ao poder e# u#a #ar' de entu ia #o e 5er&or #í tico9 u#a &e: !A e!e co#eçou a &er e a coi a co#o a#eaça J ua autoridade e a tudo o +ue e!e con eguira9 te#endo-a .co# apro&ação da a!+ui#ia9 e!ogiando-a por eu R igni5icado a!eg1rico e ecretoR e recon"ecendo ta#F'# +ue tin"a i#portEncia na re urreição da "u#anidade.y teriu# . 4ua de criçSe deta!"ada da 5i io!ogia ocu!ta do corpo "u#ano ão a e&id3ncia #ai c!ara de u#a tradição ocidenta! independente do c"aIra ante do in5!u>o de en ina#ento orientai no 'cu!o YVIII E!e ta#F'# 5e: u# re!ato aFrangente da corre pond3ncia entre o corpo ce!e te 9 #inerai e p!anta 9 ugerida ante 9 por'# de 5or#a #ai &aga9 por . . E#Fora a princípio Parace! o ten"a apoiado 7utero9 o #ago uíço e de i!udiu +uando e te pro#u!gou ua doutrina da prede tinação9 +ue a Parace! o parecia o antigo e!iti #o ro#ano oF u# no&o no#e.i!ton. Por'#9 a ro a Franca de cinco p'ta!a de 7utero9 contendo u#a pe+uena cru:9 não ' a ro a &er#e!"a #í tica +ue o ro a-cru:e prendera# J grande cru: de #at'ria a 5i# de tran 5or#A-!a.

ao#' e Dante ante de!e. E 5oi a i# +ue /acoF )oe"#e &ia<ou pe!a pri#eira &e: pe!a "ierar+uia e pirituai en+uanto ainda e ta&a &i&o9 co#o 4ão Pau!o9 . Por a!gu# te#po9 5icou tudo e curo.a 3 cora<o o e per e&ere 9 poi Deu te a#a. Depoi 9 ao pouco 9 a #e a9 ua #ão 9 a parede 9 tudo gan"ou tran par3ncia. Poi agora &ia +ue e!e e tornara &erdadeira#ente tran parente9 co#o u#a nu&e# e aFrindo9 e de repente &iu no&o #undo e pirituai e de cortinando diante de!e e# toda a direçSe . . . 73 a 4agrada E critura 9 onde encontrarA con5orto e in trução9 poi de&e uportar #ai in5e!icidade e poFre:a e o5rerA per eguiçSe .Tudo i o ' ainda #ai urpreendente por+ue )oe"#e era +ua e co#p!eta#ente i!etrado. )oe"#e e tornou #uito #ai taciturno9 de u#a 5or#a +ue a!gun ac"a&a# de concertante.R % e tran"o e &irou e de apareceu9 )oe"#e nunca #ai o &iu. De certo #odo9 e!e antecipou M!udd e# ua interpretação da )íF!ia9 +ue &3 a narrati&a da *riação co#o u#a 'rie de eparaçSe a!+uí#ica 9 #a não "A pro&a +ue ugira# +ue e!e !eu M!udd. E!e perceFeu +ue9 e#Fora e# gera! pen a e +ue o ar era tran parente9 na &erdade e!e ' ene&oado. Ouando eu patrão o e>pu! ou9 e!e e tornou autLno#o9 traFa!"ando ardua#ente9 e por 5i# #ontou ua pr1pria o5icina. )oe"#e não cau a&a i#pre ão e# ter#o 5í ico 9 era Fai>o e tin"a a te ta grande9 #a eu e>traordinArio o!"o a:ui agora co#eça&a# a Fri!"ar co# . Na cido e# 1=B= de pai ana!5aFeto 9 /acoF )oe"#e 5oi aprendi: de apateiro. (# dia e!e e ta&a entado na co:in"a +uando o o! Fri!"ou nu# prato de pe!tre e o o5u cou. /acoF 5icou urpre o co# o 5ato de o e tran"o aFer eu no#e9 por'# #ai ainda +uando e!e !"e 5i>ou u# o!"ar penetrante e di e: R/acoF9 tua arte ainda ' pe+uena9 #a &irA o te#po e# +ue erA grande e o #undo erA #o&ido por ti.e de eu corpo e podia e #o&i#entar !i&re#ente no #undo e pirituai . Notou +ue todo eu corpo era tran parente e perceFeu +ue e ta&a o!"ando para i #e #o9 +ue eu centro de con ci3ncia 5!utua&a9 de prendera. (# dia9 u# e tran"o entrou na o5icina9 co#prou u# par de Fota e depoi 9 en+uanto ia e#Fora9 c"a#ou /acoF pe!o no#e9 pedindo-!"e +ue o egui e at' a rua.a o encontro o i#pre ionou pro5unda#ente.

E!e origina!#ente e cre&eu ua pri#eira oFra9 .u#a !u#ino idade e pecia!.cu ou-o de "ere ia9 inti#idando-o co# a pri ão e por 5i# e>pu! ando-o da cidade oF a a#eaça de er +uei#ado &i&o. Z &e:e e!e con eguia 5a!ar !íngua de &Aria parte do #undo e de di5erente 'poca . E# re po ta J pergunta RPara onde &ai o e pírito depoi da #orteTR9 )oe"#e certa &e: a re pondeu de u# #odo +ue te# a!go do :en teutLnico de EcI"art: RNão "A nece idade de ir a !ugar nen"u#. (#a de!a caiu na #ão do pa tor de 2oe!it:.e atra&' da &erde<ante a!deia co# u#a inco#preen ão #8tua. De repente e!e entiu +ue podia &i&er de #aneira direta o #i t'rio da criação. Perguntou e e!e con eguia ou&ir a !inda #8 ica e ta#F'# e e!e aFriria a <ane!a para +ue o doi pude e# ou&ir #e!"or. Ta!&e: in&e<o o de a!gu'# +ue oF&ia#ente con"ecia o #undo e pirituai #uito #ai do +ue e!e9 o pa tor co#eçou a per eguir o apateiro. % +ue di tingue o e crito de )oe"#e9 por'#9 ão a de criçSe de e en ina#ento e# ter#o de e>peri3ncia pe oai pre#ente . Era# dua 5or#a #uito di5erente de con ci3ncia. % e pírito te# o c'u e o in5erno dentro de i. pe oa +ue o con"ecia# 5ica&a# i#pre ionada co# ua capacidade de &er eu pa ado e eu 5uturo .R % +ue )oe"#e tin"a &i&ido não contradi:ia ua crença !uterana e FíF!ica W e# &e: di o9 e c!arecia-a e a i!u#ina&a9 aFrindo no&a di#en Se de igni5icado. Depoi de u# te#po9 di e: R. 4ua egunda i!u#inação aconteceu en+uanto e!e e ta&a andando pe!o ca#po . 7ogo depoi de ua e>pu! ão9 )oe"#e c"a#ou o 5i!"o9 ToFia 9 a eu !eito. Do outro !ado do #undo9 a repu! a e a into!erEncia +ue urge +uando e encontra# . . *'u e in5erno e tão dentro u# do outro e nada ão u# para o outro.R )oe"#e e o pa tor de 2oe!it: o!"ara#.urora9 co#o u# aide-#'#oire a u#a de ua e>peri3ncia #í tica W #a +uando &i ta por u# noFre da cidade9 e te #andou 5a:er &Aria c1pia .gora &ou da+ui ao paraí oR9 então o!tou u# u piro 5undo e #orreu. . Depoi di o9 e cre&eu: RE# u# +uarto de "ora eu &i e ouFe #ai do +ue e e ti&e e e# u#a uni&er idade por #uito ano .

.e diante do endeu ado *ort3 e o con&idou a entrar.e da Fa e tra:endo pre ente .onte:u#a9 apro>i#ou.a o eguidore de *ort3 nutria# id'ia #eno e!e&ada . E te 5oi o co#eço de u# do epi 1dio #ai angrento da "i t1ria. E!e e eu co#pan"eiro e pan"1i ou&ira# Foato da 5aFu!o a ri+ue:a do a teca 9 #a 5icara# pa #o +uando u# e#Fai>ador do go&ernante de te 9 . Ouando c"egara# J capita! a teca9 Tenoc"tit!an ]agora a *idade do .onte:u#a9 dado ao grande deu Ouet:a!coat!. E# 1=199 CernAn *ort3 na&ega&a pe!a co ta do go!5o de XucatAn +uando 5i>ou u#a Fa e +ue c"a#ou de Veracru:. Por coincid3ncia9 egundo perceFera#9 c"egara# e>ata#ente na 'poca e# +ue o a tr1!ogo a teca pro5eti:ara# o retorno de te deu .a . . % p!ano de *ort3 era e+Ue trar .!Frec"t DUrer o &iu. .e #uito co# a de criçSe pro5'tica de Ouet:a!coat!.onte:u#a e coFrar u# re gate9 #a eu "o#en 9 ao &ere# todo o ouro +ue e ta&a no pa!Acio9 #atara# i#paciente#ente o rei. % e#Fai>ador a teca e>p!icou +ue e te era# pre ente de eu en"or9 . % con+ui tadore então perceFera# +ue *ort3 9 FarFado9 co# capacete e pe!e c!ara9 a e#e!"a&a. Co#en #eno idea!i ta "a&ia# eguido o ra tro de *ri t1&ão *o!o#Fo.onte:u#a aiu para receF3-!o 9 cur&ou. 2raça a e a e tupide:9 1 con eguira# e capar depoi de u#a !onga Fata!"a.'>ico^9 de coFrira# +ue 5ica&a no #eio de u# grande !ago9 ace í&e! apena por ponte arti5iciai e treita +ue podia# er 5aci!#ente de5endida . E te deu 9 e>p!icou #ai tarde o e#Fai>ador9 "A #uito te#po "a&ia dei>ado a Terra para 5a:er da 7ua eu !ar.dua 5or#a #uito di tinta de con ci3ncia ad+uiriu u#a e ca!a #uito #aior e #ai trAgica. E!e di e +ue era# tão uti e engen"o o +ue 5i:era# eu coração cantar.!gun oF<eto a teca co#p!e>o e de!icado eria# en&iado de na&io para a Europa9 onde . Ta#F'# "a&ia u# capacete tran Fordando de grão de ouro e u# grande adereço de caFeça 5eito co# pena de +uet:a!. . % pre ente inc!uía# u#a i#age# do 4o! e# ouro9 do ta#an"o de u#a roda de carroça9 e u#a repre entação de prata ainda #aior da 7ua.

. Durante e#ana 9 u#a proci ão de nati&o trou>e prato cA!ice e outro arte5ato 5ina#ente traFa!"ado 9 #a 9 +uando a a!a e ta&a +ua e c"eia9 o e pan"1i a5ir#ara# +ue o acordo era enc"er a a!a de !ingote de ouro. . % ri&a! de *orte 9 Mranci co Pi:arro9 na&egou para o Peru9 pretendendo a+uear u# paí protegido por de:ena de #i!"are de pe oa co# u# e>'rcito de apena du:ento "o#en .% con+ui tadore ou&ira# Foato de u#a 5onte ecreta de ouro e de u# rei dourado9 E! Dorado9 +ue e Fan"a&a e# ouro !í+uido toda #an"ã. i# co#o *ort3 9 e!e e+Ue trou o rei depoi de e o5erecer para encontrA-!o de ar#ado. E!e co#eçara# a 5undir o arte5ato para aFrir #ai e paço a er preenc"ido. *o#o re gate9 e>igiu +ue enc"e e# u#a a!a co# ouro at' o teto. Pa!ter Ra!eig"9 +ue e uniria J Fu ca de ta cidade e de eu !endArio rei9 e cre&eu oFre o E! Dorado I#peria!9 coFerto de ouroR.

. Depoi de u# te#po9 aprendera# a adotar a #enta!idade Fe!ico a e traiçoeira do europeu 9 e a i# o con+ui tadore co#eçara# a en5rentar perda #ai pe ada .Por 5i#9 co#o aconteceu co# *ort3 9 o "o#en de Pi:arro 5icara# i#paciente e #atara# o rei. . % nati&o ne# e#pre eria# pre a 5Aci!. Ca&ia at' u# <ardi# arti5icia! e# +ue a Ar&ore 9 a 5!ore e o ani#ai era# 5eito de ouro9 e# +ue cada ta!o de #i!"o era de prata e eu grão de ouro. E pan"a 5oi reani#ada por u# #i tici #o igua!#ente o#Frio e perigo o9 #a +ue opera&a dentro da Igre<a. No Norte da Europa9 #uito 5a:ia# Fu ca e pirituai 5ora do cato!ici #o ro#ano.adri9 e# 1=1=9 pro&a&e!#ente e# u#a 5a#í!ia de <udeu con&ertido . *o#o o e tado &o!ta&a#9 e!a u ou o #anuai do #í tico #edie&ai .#'rica do 4u! 5oi u5iciente para 5inanciar a *ontrarre5or#a. re!igião de&e parecer capa: de !idar co# o poder o#Frio e &u!cEnico do e pírito 9 +ue J &e:e entra e# erupção no #undo #ateria!. (#a grande "o ti!idade irro#peu. % oci1!ogo atriFuíra# o poder da re!igião oFre o po&o J capacidade da #e #a para e>p!icar a nu#ero a di#en Se de con"ecida da &ida e a i# #anter o #edo J di tEncia. Ta#F'# e e ti#a +ue apro>i#ada#ente 2 #i!"Se de nati&o #orrera# no cur o da con+ui ta. Tere a na ceu e# K&i!a9 perto de . Igre<a <a#ai acreditou +ue a ci3ncia ocu!ta não 5unciona e#9 apena procurou ter contro!e e>c!u i&o oFre e!a . Ouando entrou J 5orça na capita!9 o pe+ueno e>'rcito de Pi:arro encontrou pa!Acio co# parede de ouro9 #1&ei de ouro9 e tAtua de deu e e ani#ai e ar#adura de ouro.e +ue cerca de 100 #i! a teca ten"a# ido #orto na Fata!"a de Tenoc"tit!an9 co# a perda de apena a!gun con+ui tadore . . . E!a 5ugiu de ca a para ingre ar e# u# con&ento. E ta#F'# "a&ia 5orça ocu!ta e 5raternidade iniciAtica a er&iço da *ontrarre5or#a. #aior FiF!ioteca de !iteratura ocu!ti ta do #undo 5ica no Vaticano. .!i9 ao cair doente9 diaria#ente perdia a con ci3ncia e adentra&a u# e tado #í tico. % con+ui tadore nunca encontrara# E! Dorado ne# a #ina 9 ta#pouco +ua!+uer 5onte do ouro +ue aFa tece e a capitai e# ta! aFundEncia9#a o ouro da . *o# ua u ina de 5orça na E pan"a e e>ecutada e# grande #edida pe!a In+ui ição e pan"o!a9 a *ontrarre5or#a tornou oFrigat1rio o co#pareci#ento J #i a. E ti#a.

E ta prAtica e tão entre o egredo #ai Fe# guardado do aFer e ot'rico9 a e>a#inare#o no *apítu!o 2=.R CA ni to u#a uge tão irrepri#í&e! de 3>ta e e>ua! +ue con&ida a u#a co#paração co# a prAtica de #agia e>ua! de ociedade #í tica do #e #o período. Não "A nen"u# e!e#ento de inautenticidade ou arti5ício !iterArio .o c"aIra 9 +ue e!a c"a#a de Ro o!"o da a!#aR. RE!e não era a!to9 e i# Fai>o9 #a #ara&i!"o a#ente Fe!o. 0 u# e+uí&oco pre upor +ue a e>peri3ncia de !e&itação corpora! e<a nece aria#ente u#a F3nção.. % 3>ta e #í tico de Tere a e# u# encontro co# u# era5i# 5oi c!ara#ente e cu!pido por )ernini9 o grande arti ta-iniciado da *ontrarre5or#a. ].. CA ni o certo en o de o!idão9 de aride: e piritua!9 +ue 5oi pre&i to por EcI"art e receFeria ua e>pre ão #ai re5inada e deter#inante co# o di cípu!o de Tere a9 4ão /oão da *ru:. 5reira !uta&a# para ret3-!a no c"ão.^ tão e>citante e doce ' e ta9 a #aior da dore .. . *o#o &i&e#o nu#a 'poca e# +ue ão rara a e>peri3ncia do #undo e pirituai 9 "A o perigo de &er#o e# 4anta Tere a ou e# eu di cípu!o u#a i#p!e a!egoria9 u# re!ato idea!i:ado de enti#ento #ai re5inado ou at' u#a de crição de a!teraçSe de "u#or re!ati&a#ente Fanai 9 e>po ta co#o a piração . E# ua #ão "a&ia u#a !onga !ança dourada9 cu<a ponta de 5erro parecia conter u# pe+ueno 5ogo ]. .e te>to de Ra#1n 7!u!! co#o guia para ter u# con"eci#ento operaciona! da e>peri3ncia #í tica.^ +ue e!e !ançou &Aria &e:e e# #eu coração9 ].. E ta 5ora# te te#un"ada co# 5re+U3ncia por #uita pe oa . E!a ta#F'# de cre&e e>peri3ncia 5ora do corpo e o 1rgão da a!#a re!ati&o J &i ão e piritua! .a e#Fora eu e crito po a# er 5unda#entado por u# con"eci#ento da *aFa!a9 o +ue c"a#a #ai atenção ' u# re!ato de u#a e>peri3ncia pe oa! direta9 u#a co#preen ão do #odo co#o opera# o #undo e pirituai +ue ' rara 5ora da índia. % e tado e pirituai e>tre#o de 4anta Tere a J &e:e indu:ia# a 5enL#eno oFrenaturai 9 inc!u i&e !e&itaçSe . % diArio e pirituai de Tere a ta#F'# de cre&e# u#a a cen ão da a!#a +ue &ai ao encontro de re!ato caFa!i ta da a cen ão da Ar&ore do ep"irot". Tere a 5a!a de er R u pen a entre o c'u e a terra e não receFer con5orto nen"u#R...^ e!e retira&a a !ança9 dei>ando-#e toda e# c"a#a co# o #ara&i!"o o a#or de Deu .

oFra de eu #í tico 9 e critore e arti ta #o tra +ue e!e tin"a# e# #ente a i#an3ncia da #orte9 não de 5or#a te1rica9 #a de u#a #aneira e>i tencia! pre#ente. . . % e pan"1i e atira&a# J #orte. E tão pronto para !utar co# e!a. E!e a &3e# a&ançando por e atra&' de!e .rri ca#.e J derrota para arrancar da garra de!a o +ue ' #ai &a!io o na &ida. noite e cura da a!#a.í tica9 a 5a e no proce o de iniciação pe!a +ua! de&e pa ar o candidato. E te e pírito e pan"o! encontra e>pre ão e# . .enciona#o ante a . .ou de e<o.orte . Depoi da .a o re!ato da noite e cura da a!#a de 4ão /oão da *ru:9 e crito depoi de u# período na pri ão e# con5ina#ento o!itArio não ' u#a narrati&a de "u#or a!terado9 #a de u# e tado a!terado de con ci3ncia u#a a!teração da 5acu!dade #entai tão radica! +uanto a a!cançada +uando e to#a# droga a!ucin1gena .

a ta!&e: a 5or#a #ai caracterí tica de ocu!ti #o +ue 5icaria con"ecida co#o *ontrarre5or#a ten"a ido a do <e uíta .pri#eira #ani5e taçSe recon5ortante e i!u#inadora do e pírito9 o candidato ' !ançado e# u# e tado de pro5unda in5e!icidade. E!e pa a a nada +uerer a!'# da e#ie>i t3ncia o#Fria +ue !"e ' apre entada. Ouando ua perna direita 5oi de pedaçada durante u# cerco a Pa#p!ona9 e!e 5icou in&A!ido para o E>'rcito . InAcio de 7oio!a era #i!itar de carreira. Na narrati&a de /oão9 "A ta#F'# u# ní&e! pro5'tico de igni5icado. /oão e tA de cre&endo a e>peri3ncia e# ter#o +ue "o<e pode#o recon"ecer e# parte9 poi e!e a<udou a 5or#u!ar a pr1pria !inguage# +ue u a#o para de cre&er o pri#1rdio da <ornada do e pírito pe!o Purgat1rio9 a e 5era da 7ua. E!e e ta&a ante&endo u#a era da "i t1ria e# +ue toda a "u#anidade encarnada teria de pa ar por ua pr1pria noite e cura da a!#a. . E!e não 1 não te# d8&ida de +ue e tA pre te a #orrer co#o não te# d8&ida de +ue Deu o aFandonou9 +ue todo o co #o o con idera de pre:í&e!.

e pan"o!. No decorrer de u# período de con&a!e cença9 e ta&a !endo u# !i&ro oFre a &ida do anto +uando perceFeu ua &ocação re!igio a E a i#9 e# 1=. E!e pa aria# a er o o!dado #uito di cip!inado da Igre<a.69 e tudando e# Pari 9 reuniu e# torno de i ete e tudante para 5or#ar u#a 5raternidade. % <e uíta e tornara# o educadore e #i ionArio do papa9 in tituindo u# rigoro o i te#a +ue orientaria o <o&en para Ro#a e in u!aria# oFedi3ncia. E# 1=609 o papa recon"eceu e ta orde# co#o a 4ociedade de /e u . %Fti&era# uce o e>traordinArio co#o #i ionArio na . % <e uíta de&ia# er a e!ite inte!ectua! da Igre<a9 ua inte!ig3ncia #i!itar9 per eguindo a "ere ia e a entrada i!ícita no #undo e pirituai .#'rica *entra! e do 4u! e na @ndia. .

.InAcio de 7oio!a e!aForou pro&açSe e t'cnica para c"egar a e tado a!terado +ue inc!uia# e>ercício re pirat1rio 9 pri&ação de ono9 #ac"ia de . !i&raria e ot'rica ocidentai ão do#inada por !iteratura "indu9 Fudi ta e outro e oteri #o orientai 9 #a o E>ercício e pirituai de InAcio de 7oio!a ainda ão a t'cnica e ot'rica #ai pronta#ente ace í&ei e a#p!a#ente puF!icada da tradição ocidenta!. RTo#ai9 4en"or9 e receFei toda #in"a #e#1ria9 #in"a co#preen ão e toda #in"a &ontade9 tudo o +ue ten"o. E#Fora a t'cnica ro a-cru:e pretende e# au>i!iar e# u#a troca e pontEnea e !i&re co# ere de "ierar+uia uperiore 9 o e>ercício e pirituai de InAcio de 7oio!a pretendia# a+uietar a &ontade e indu:ir a u# e tado de oFedi3ncia in+ue tionA&e!9 co#o o de u# o!dado. Por'#9 "A u#a caracterí tica uti!9 por'# i#portante9 no e>ercício de 7oio!a.R .!Ferti co#o &i#o 9 ta#F'# #editação co# crEnio 9 treina#ento co# on"o !8cido e i#aginação ati&a. E ta 8!ti#a en&o!&ia a con trução de u#a i#age# #enta! e!aForada e en ua! +ue u# e pírito de encarnado poderia "aFitar9 u# proce o con"ecido pe!o ro a-cru:e co#o Rcon trução de u#a c"oça <unto ao pa!Acio da aFedoriaR.

E# 19D=9 5oi puF!icado u# !i&ro de autoria anLni#a intitu!ado . E te !i&ro ' u# te ouro #ara&i!"o o de con"eci#ento e aFedoria e ot'rico . Re&e!ou. Oua! ' a pro&a da e>i t3ncia de u#a rede9 de a!go e#e!"ante J ociedade ecreta de ro a-cru:e T E>i tiria a!gu#a pro&a docu#enta! para apoiar o Foato oFre a 5raternidade ecreta T . *riou #uita agitação no círcu!o e ot'rico por+ue #o tra de u#a 5or#a e>tre#a#ente erudita +ue o i#Fo!i #o na carta do taro aponta# para u# con<unto uni5icado de crença uF<acente ao "er#eti #o9 J *aFa!a9 a 5i!o o5ia orientai e ao cri tiani #o cat1!ico. % prop1 ito uF<acente de .editation on t"e Tarot. Ca&eria a!gu#a de one tidade inte!ectua! ne ta puF!icaçãoT To#Ferg9 a i# co#o 7oio!a9 tenta&a garantir +ue a iniciati&a na +ue tSe e ot'rica não 5o e inteira#ente a5a tada de Ro#a. E>a#ina#o a &ida de a!gun indi&íduo +ue traFa!"ara# no Norte da Europa9 ao +ue parece #ai ou #eno i o!ada#ente j EcI"art9 Parace! o9 Dee9 )oe"#e.e por 5i# +ue o autor era Va!entine To#Ferg9 +ue "a&ia ido iniciado por Rudo!5 4teiner9 #a depoi aFandonou a antropo o5ia de 4teiner e e tornou u# cat1!ico con&ertido.editation on t"e Tarot tentar atrair o intere ado e# e oteri #o de &o!ta J Igre<a 5ica e&idente +uando to#a#o con"eci#ento di to.

4oFre e ta #e a e ta&a o corpo intacto de *R*9 cercado por !i&ro 9 inc!u i&e a )íF!ia e u# te>to de Parace! o. % egundo9 o *on5e io Mraternitati 9 conta&a a "i t1ria de *R* ]*"ri tian Ro encreut:^9 5undador da 5raternidade9 apre entando u# re!ato da regra +ue e!e in tituiu e re&e!ando +ue eu t8#u!o 5ora de coFerto e# 1?06. Dee9 o . Então9 #eno de trinta ano depoi 9 u#a 'rie de pan5!eto curto co#eçou a aparecer co# a intenção de contar a "i t1ria interna. E o corpo egura&a u# perga#in"o +ue tra:ia a eguinte pa!a&ra : RDe Deu na ce#o 9 #orre#o e# /e u 9 rena cere#o atra&' do E pírito 4anto. % terceiro pan5!eto9 % ca a#ento +uí#ico de *"ri tian Ro encreut: era u# re!ato a!eg1rico da iniciação9 u# ca a#ento +uí#ico de #agia e>ua! na tradição da Cypneroto#ac"ia. De coFriu.ona Cierog!yp"ica. . .Fai>o "a&ia u# #au o!'u de ete !ado 9 cada !ado tin"a 29= #etro de a!tura e u# o! arti5icia! u pen o no #eio9 aci#a de u#a #e a redonda.E# 1=9?9 u# "o#e# c"a#ado )eau#ont 5oi condenado por prAtica #Agica 9 tendo ido <u!gado por u# triFuna! e# . porta tra:ia u#a in crição: Depoi de cento e &inte ano 9 erei aFerta. .e u#a porta oF u# a!tar +ue !e&a&a a u#a cripta. *o#o regi trou o 5a#o o "i toriador 5ranc3 De T"ou9 )eau#ont con5e ou +ue R#antin"a contato co# o E pírito *e!e tiai e Et'reo j +ue a e co!a e #e tre de ta noFre arte 5ora# 5re+uente e# toda a parte do #undo e ainda o era# na E pan"a9 e# To!edo9 *1rdoFa9 2ranada e e# outro !ugare da .!e#an"a no +uai 5ora# ce!eFrado no pa ado9 #a +ue e# ua #aioria 5a!"ou de de +ue 7utero !ançou a e#ente de ua "ere ia e co#eçou a ter tanto eguidore : +ue na Mrança e na Ing!aterra ainda era# pre er&ada e# egredo na 5a#í!ia de a!gun *a&a!"eiro W #a +ue 1 o iniciado era# ad#itido no Rito 4agrado W para e>c!uir o pro5ano R.ngou!3#e9 na Mrança.!e#an"a9 entre 1?16 e 1?1?9 o pri#eiro era intitu!ado Ma#a Mraternitati ]ou R)oato da MraternidadeR^ e ape!a&a por u#a re&o!ução e piritua!.R (# deteti&e !iterArio pode ter perceFido +ue a pAgina de títu!o do pri#eiro 51!io de te egundo pan5!eto #o tra&a a 5or#a ingu!ar e incon5undí&e! do e#F!e#a ocu!to da con ci3ncia e&o!uída do Dr. PuF!icado anoni#a#ente e# He e!9 na .

E ta puF!icaçSe cau ara# en ação na Europa. Oue# era# o ro a-cru:e e +ue# era o autorT Depoi 9 ao pouco 9 re&e!ou- e +ue o autor era u# <o&e# pa tor !uterano c"a#ado /o"n Va!entine ,ndrae. 4eu #entor e piritua! 5ora u# #í tico 5a#o o9 /ean ,rndt9 di cípu!o de /o"n Tau!er9 +ue por ua &e: era di cípu!o de ;e tre EcI"art. Oua!+uer u# +ue con idere o argu#ento da "i t1ria e ot'rica 5ica 5ru trado co# a e ca e: de pro&a . Oua e por de5inição9 a açSe da ociedade ecreta dei>a# pouco &e tígio . 4e 5ore# Fe#- ucedida 9 dei>a# pouca pi ta a ere# eguida . No entanto9 o argu#ento ão podero o : e ta ociedade ão repre entati&a de u#a 5i!o o5ia antiga e uni&er a!9 u#a 5i!o o5ia coerente e con i tente +ue e>p!ica o uni&er o de 5or#a #ai ade+uada do +ue +ua!+uer outra9 e #uito 9 e nao a #aioria do grande "o#en e #u!"ere da "i t1ria9 ão guiado por e!a. Oua!+uer u# +ue con idere e ta dicoto#ia natura!#ente e perguntara: poderia# e ta ociedade con i tire# e# u#a coa!i:ão ecreta do #aiore g3nio - ou ' de 5ato apena 5anta ia de a!gu#a pouca pe oa i o!ada e #arginai 9 endo na &erdade u# tanto &aga T E ta ta!&e: e<a u#a Foa con<untura para con5rontar e ta +ue tão9 po!4 na 8!ti#a pAgina egui#o dua tradiçSe +ue corria# e# para!e!o9 a a#p!a#ente e>ot'rica tradição do grande #í tico 9 tran #itida de u#a geração para outra9 e u#a tradição e# grande parte e ot'rica9 u#a a ociação aparente#ente 5rou>a de #ago e ocu!ti ta 9 a 5orça #í tica por trA da Re5or#a9 u#a cadeia de iniciado +ue !iga EcI"art9 Tau!er e ,rndt co# a rede de #ago +ue inc!ui Ro encreut:9 Parace! o e Dee. ,caFa#o de &er +ue e# 1?16 e ta dua tradiçSe en5i# e tornara# en tre!açada de #aneira ine>trincA&e! na pe oa de Va!entine ,ndrae. , #ão ocu!ta da ociedade ecreta ne# e#pre e #o tra9 e9 co#o &i#o no ca o da de graça do Dr. Dee9 +uando e #o tra e!a e co!oca e# perigo. ;uda

ua pr1pria nature:a9 arri cando- e a perder eu poder a i# +ue urge J !u: do dia. No ano +ue e eguira# J puF!icação do Ma#a9 o ro a-cru:e airia# da o#Fra ao o# de can"Se e #o +uete . E!e tra&aria# u#a Fata!"a angrenta e de e perançada contra o <e uíta pe!o e pírito da Europa. Na "i t1ria con&encionai 9 c'tica do ;ani5e to Ro a-cru: e de con5iada de +ue era apena 5anta ia9 ua puF!icação #arcou o início do 5enL#eno ro acru:. Ne ta "i t1ria ecreta9 o #ani5e to #arcou o 5i# do &erdadeiro ro acru:e V ou pe!o #eno o co#eço do 5i#. , puF!icação de te #ani5e to no início do 'cu!o YVII ta#F'# #arcou a 5undação de outra ociedade ecreta +ue do#ina a +ue tSe #undiai at' "o<e. , in tituição do acroi#perador ro#ano9 criada por *ar!o ;agno e# D009 Fa eou- e no idea! de u# !íder #undia! co# a F3nção do papa9 unindo a cri tandade e de5endendo a 5'. E te idea! Fri!"a&a #eno no início do 'cu!o YVII. Nen"u# acro-i#perador ro#ano 5oi coroado entre 1=.0 e a coroação de Rodo!5o II e# 1=B?9 e #uito do pe+ueno reino e principado da ,!e#an"a tornara#- e prote tante 9 o +ue natura!#ente o!apou +ua!+uer id'ia de u#a Europa unida oF u# i#perador ro#ano. E# eguida J #orte de Rodo!5o9 o i#perador to!erante9 inte!ectua!#ente curio o e de #ente ocu!ti ta +ue o Dr. Dee não con eguiu i#pre ionar9 a di puta pe!a uce ão atraiu a 5raternidade Ro a-cru: para u#a tra#a. 4e pude e er co!ocado no trono da )o3#ia9 Mrederico V príncipe da RenEnia e co#pan"eiro &ia<ante ro a-cru:9 a Europa poderia er do#inada pe!o prote tanti #o. % ro a-cru:e e ti&era# cu!ti&ando /ai#e I da Ing!aterra. ;ic"ae! ;aier9 cu<o e crito a!+uí#ico e tão entre o #ai e>p!ícito <A puF!icado 9 #andou!"e u# cartão ro a-cru: de apre entação. E# 1?1B9 RoFert M!udd dedicou ua oFra oFre co #o!ogia e ot'rica9 (triu +ue co #i "i toria9 a /ai#e9 audando-o co# u# epíteto con agrado a Cer#e Tri #egi tu . E# 1?129 a 5i!"a de /ai#e9 E!i:aFet"9 ca ou- e co# Mrederico. , te#pe tade te&e u#a apre entação e pecia! para a corte e# co#e#oração ao dia do ca a#ento9 co# a cena da #a carada rec'#in erida. Pode#o di:er9 co# certo grau de arti5ício !iterArio9 +ue Dee e ta&a a!i e# e pírito.

% p!ano era o eguinte: +uando9 e# 1?199 Mrederico &ia<a e de Cei!de!Ferg para Praga para er coroado9 /ai#e agiria e# de5e a de eu ro#Entico genro ado!e cente e ua <o&e# noi&a contra o ata+ue cat1!ico. /ai#e nada 5e: +uando a 5orça de Mrederico 5ora# deci i&a#ente derrotada na )ata!"a da ;ontan"a )ranca. Mrederico e E!i:aFet" ti&era# de 5ugir para Praga e9 co#o reinara# por u# te#po ri i&e!#ente curto9 5ora# con"ecido para e#pre depoi di o co#o o Rei e a Rain"a do In&erno. , 2uerra do Trinta ,no 5oi pro#o&ida por Mernando9 da grande dina tia cat1!ica do CaF Furgo9 cu<o Fatedore inte!ectuai era# o <e uíta . % oF<eti&o do CaF Furgo era re taFe!ecer a upre#acia cat1!ica na Europa. Ne ta 'poca9 cinco de cada ei cidade a!e#ãe 5ora# de truída e a popu!ação 5oi redu:ida de cerca de 9 #i!"Se para 6 #i!"Se . % on"o ro a-cru: 5oi de truído e# u# carna&a! de into!erEncia9 tortura e a a inato e# #a a. , Europa centra! era u# de erto. *ontudo9 a &it1ria da Igre<a 5oi de Pirro. 4e a Igre<a de 5ato e &i e en&o!&ida e# u#a guerra co# a ociedade ecreta 9 co#Fatendo a #agia negra9 ta!&e: e ti&e e co#etendo o erro de acreditar e# ua pr1pria propaganda. % &erdadeiro ini#igo era o ini#igo #ai &e!"o de todo 9 #a co# u# no&o di 5arce.

25 A( Ori)'n( Oculta( a Ci7ncia
I(aac N'Ston * A mi(("o ('cr'ta a ma!onaria Elia( * A(hmol' ' a ca 'ia ' tran(mi(("o * O 3u' r'alm'nt' acont'c' na al3uimia E# 1=6.9 Nico!au *op'rnico puF!icou 4oFre a re&o!ução do corpo ce!e te . 4ua te e era de +ue a Terra gira e# torno do 4o!. E# 1=909 2a!i!eu 2a!i!ei rea!i:ou e>peri#ento para #o trar +ue a &e!ocidade de oF<eto e# +ueda ' proporciona! J den idade de!e 9 e não ao pe o. E# 1?099 /o"anne Hep!er9 u ando #apa e te!are de Tyc"o )ra"e9 ca!cu!ou a tr3 !ei do #o&i#ento do p!aneta .

Na d'cada de 1?B09 I aac NeQton e!aForou u#a teoria uni5icada +ue !iga&a toda e ta de coFerta e de cre&ia o co#porta#ento do uni&er o #ecEnico e# tr3 51r#u!a i#p!e . 0 c!aro +ue ' 5Aci! de#ai &er tudo i o co#o a in&e tida triun5ante da "u#anidade para o #undo #oderno9 aindo de #i!3nio de uper tição oF cura e ignorEncia e entrando na !u: da ra:ão. ;a o acerdote -iniciado do te#p!o egípcio +ue aFia# +ue 4iriu era u# i te#a de tr3 e tre!a e ta&a# ciente 9 #i!"are de ano ante 9 de +ue a Terra gira e# torno do 4o!. ,!'# di o9 co#o e ta#o pre te a &er9 "A pro&a de +ue o "er1i a ci3ncia #oderna - a pe oa de +ue# #eno e peraría#o i to V e ta&a# pro5unda#ente i#er o na aFedoria antiga.

*op'rnico recon"eceu +ue ua id'ia &in"a# da !eitura de te>to do #undo antigo9 e Hep!er9 +uando 5or#u!ou ua teoria 9 e ta&a con ciente da aFedoria antiga +ue agia por inter#'dio de!e. No pre5Acio do +uinto &o!u#e de Car#onice ;undi ]1?19^9 e!e e cre&eu: R4i#9 5urtei o &a o dourado do egípcio ara con truir u# antuArio para o #eu Deu ]...^.R Hep!er era u# a#igo de !onga data de Ric"ard )e "o!d9 +ue traFa!"ou e treita#ente co# Va!entine ,ndrae e co# 5re+U3ncia ' con iderado co!aForador de te no ;ani5e to Ro a-cru:. I aac NeQton9 na cido e# Poo!t"orpe9 e# 7inco!n "ire9 não tin"a #ai do +ue u# #etro e #eio de a!tura. Era e tran"o9 e>c3ntrico9 e>ua!#ente con5u o e o!itArio. E# eu dia de e tudante9 #orou co# u# 5ar#ac3utico +ue e re&e!ou u# iniciado na a!+ui#ia. Então o ca#in"o de NeQton e aFriu J 5rente de!e. NeQton9 não #eno do +ue *orne!iu ,grippa9 tentou de coFrir o i te#a co#p!eto do #undo. E!e pa ou a acreditar +ue o egredo da &ida e tão codi5icado de 5or#a nu#'rica no tecido da nature:a. Ta#F'# acredita&a +ue a pi ta para deci5rar e te c1digo e tão ocu!ta no c1digo nu#'rico e !ingUí tico de antigo !i&ro de aFedoria e na antiga con truçSe 9 co#o a 2rande PirE#ide e o Te#p!o de 4a!o#ão. Era co#o e Deu ti&e e ap!icado u# te te J "u#anidade. 41 +uando a "u#anidade de en&o!&e e inte!ig3ncia u5iciente e!a eria capa: de recon"ecer a pre ença de te c1digo e deci5rA-!o . E a 'poca9 pen a&a NeQton9 "a&ia c"egado. Na &i ão de NeQton9 cada parte do uni&er o ' inte!igente. ,t' u#a pedra9 e não 1 no entido de +ue #o tra e&id3ncia de pro<eto. 4egundo o antigo #odo de pen ar9 co# o +ua! NeQton e identi5ica&a9 não ' &erdade +ue ani#a!9 &egeta! e #inera! ão categoria inteira#ente di tinta . E!a e oFrepSe# natura!#ente9 #i tura#- e e9 oF circun tEncia e peciai 9 pode# e #eta#or5o ear u#a na outra. *o#o a5ir#ou a caFa!i ta 7ady *onQay9 conte#porEnea de NeQton: RE>i te# tran 5or#açSe de u#a e p'cie e# outra9 co#o de pedra a terra9 de terra a re!&a9 de re!&a a o&e!"a e de o&e!"a a carne "u#ana9 de carne "u#ana J e p'cie #ai in5eriore do "o#e# e de te ao e pírito #ai noFre .R Na

opinião de NeQton9 então9 tudo no uni&er o e e 5orça na direção da inte!ig3ncia. , #at'ria inani#ada e e 5orça na direção da &ida &egeta!9 +ue a pira J &ida ani#a! por #eio de u#a en iFi!idade rudi#entar. % ani#ai uperiore t3# u# in tinto +ue ' +ua e raciona!9 co#o a 5acu!dade do ere "u#ano 9 +ue por ua &e: e pera# e&o!uir para ere uperinte!igente . E e ta a piração uni&er a! J uperinte!ig3ncia o!"a o c'u do +uai o e toico era# ínti#o . I aac 7uria9 caFa!i ta do 'cu!o YVI9 co!oca de ta 5or#a: RNão "A nada no #undo9 ne# entre a coi a i!encio a co#o a poeira e a pedra 9 +ue não po ua certa &ida9 nature:a e piritua!9 u# p!aneta particu!ar e ten"a 5or#a per5eita no paraí o.R 7uria 5a!a&a da inte!ig3ncia e# u#a e#ente +ue reage J intenção inte!igente da !u: do 4o!. , tradição e ot'rica antiga não upSe +ue toda a in5or#açSe nece Aria para +ue a e#ente e de en&o!&a e# u#a p!anta e te<a# contida na e#ente. % de en&o!&i#ento ' u# proce o +ue re u!ta da interação da inte!ig3ncia na e#ente co# a inte!ig3ncia no co #o #aior +ue a cerca. 4aFe#o 9 pe!a pe +ui a de /o"n ;aynard Heyne 9 oFre a di#en Se ocu!ta da &i ão de #undo de NeQton e ta#F'# +ue a e co!a de pen a#ento o 5a cina&a#. NeQton e perguntou e eria po í&e! di cernir di5erente inte!ig3ncia 9 ta!&e: at' princípio di tinto co# centro &ariado de con ci3ncia por trA da uper5ície #ateria! da coi a . I o não +uer di:er +ue e!e &iu e e princípio co#o an<o aco#odado e# nu&en ou o i#aginou de u#a #aneira antropo#1r5ica ing3nua V ta#pouco e!e o en>erga&a co#o ere co#p!eta#ente i#pe oai 9 e #uito #eno co#o pura aF traçSe . E!e o c"a#a&a de RInte!!igencer R9 o +ue i#p!ica&a &o!ição. *o#o &i#o 9 todo o e ot'rico e intere a# pe!a inter5ace entre o ani#a! e o &egeta! e entre o &egeta! e o #inera!. Na &i ão e ot'rica9 e ta ' a c"a&e para co#preender o egredo da nature:a e #anipu!A-!o . % &egeta! ' o inter#ediArio entre o pen a#ento e a #at'ria. Pode er c"a#ado de o porta! entre o #undo . Para no a<udar a entender por +ue e pode acreditar ni o9 de&e#o ta!&e: no !e#Frar da narrati&a da criação #ente-ante -da-#at'ria 5eita no pri#eiro capítu!o de te !i&ro. 4e &oc3 acredita +ue o #undo ' 5or#ado pe!a inte!ig3ncia9

pe!a #ente9 de&e e>p!icar co#o o i#ateria! 5or#a o #ateria!. I o9 tradiciona!#ente - e# toda a cu!tura antiga do #undo -9 te# ido &i to e# ter#o de u#a 'rie de e#anaçSe da #ente9 de início et'rea de#ai para +ua!+uer 5or#a de percepção en oria! V #ai uti at' do +ue a !u:. Moi de a e#anaçSe et'rea +ue a #at'ria por 5i# e precipitou. , #ente não cria ne# ordena direta#ente a #at'ria - e ne# pode - apena por #eio da di#en ão &egetati&a. , di#en ão #inera! do co #o9 por a i# di:er9 de en&o!&e- e a partir da di#en ão &egetati&a. ,!go crucia! para o ocu!ti ta prAtico 5!ui de te a pecto. % +ue Parace! o c"a#ou de en &egeta!i ' #a!eA&e! pe!a #ente9 e co#o a di#en ão #inera! e de en&o!&e a partir da di#en ão &egetati&a9 'po í&e! e>ercer u# poder da #ente oFre a #at'ria por e te #eio. % no#e de NeQton para e te #eio uti!9 +ue pode er u ado pe!a #ente para reorgani:ar o co #o9 ' a! nitru#. Na de criçSe de eu e>peri#ento 9 e!e de cre&e co#o rea!i:ou te te para &er co#o o a! nitru# pode er u ado para 5a:er co# +ue #etai gan"e# &ida. E ta anotaçSe ão u# re!ato de traFa!"o de u# &erdadeiro a!+ui#i ta. NeQton &ia o a! nitru# circu!ando a partir da e tre!a at' a pro5unde:a da Terra9 in&e tindo-a de &ida9 co#u#ente co# &ida &egeta! #a 9 oF circun tEncia e peciai 9 dando &ida a #etai . E co# u#a e#po!gação cre cente +ue e!e de cre&e co#po to de #eta! gan"ando &ida e# o!uçSe de nitrato e cre cendo co#o p!anta . E ta R&egetação de #etai R con5ir#ou para e!e ua con&icção de +ue o uni&er o e tA &i&o. E e# eu docu#ento pe oai e!e u ou o conceito do a! nitru# para e>p!icar o e5eito da gra&idade. Ouando &e#o a &ida ocu!ta do "er1i da ci3ncia9 a pe oa +ue 5or<ara# a &i ão de #undo #ecEnica e dera# grande a!to tecno!1gico 9 tornando no a &ida #uito #ai egura9 5Aci! e agradA&e!9 e# gera! de coFri#o +ue e!e e tão pro5unda#ente i#er o no pen a#ento e ot'rico - e# particu!ar na a!+ui#ia. Ta#F'# pode#o con iderar o parado>o #enor de +ue #uito do #ai not1rio ocu!ti ta e &i ionArio e>1tico do #undo ta#F'# era#9 J pr1pria #aneira9 "o#en de #enta!idade prAtica9 e# gera! re pon A&ei por in&ençSe #enore #a não #eno igni5icati&a .

Vendo o doi grupo <unto 9 ' di5íci! perceFer u#a di tinção c!ara entre o cienti ta e o ocu!ti ta 9 #e #o +uando pa a#o ao te#po #oderno . E# &e: di o9 "A u# e pectro e# +ue o indi&íduo ' u# pouco de a#Fo 9 ape ar de e# &ariado grau . Parace! o9 ta!&e: o #ai &enerado do ocu!ti ta 9 re&o!ucionou a #edicina9 introdu:indo o #'todo e>peri#enta!. Ta#F'# 5oi o pri#eiro a i o!ar e Fati:ar o :inco9 5e: grande ino&açSe na i#portEncia da "igiene para a #edicina e ta#F'# 5oi o pri#eiro a 5or#u!ar o princípio +ue &iria# a 5unda#entar a "o#eopatia. 2iordano )runo ' u# grande "er1i da ci3ncia por+ue 5oi +uei#ado na 5ogueira e# 1?00 por in i tir +ue o i te#a o!ar ' "e!ioc3ntrico. ;a 9 co#o <A &i#o 9 i o ocorreu por+ue e!e acredita&a 5er&oro a#ente na aFedoria antiga do egípcio . ,credita&a +ue a Terra gira e# torno do 4o! por+ue9 e# pri#eiro !ugar9 a i# pen a&a# o acerdote iniciado do #undo antigo. RoFert M!udd9 e critor ocu!ti ta e de5en or do ro a-cru:e 9 ta#F'# in&entou o FarL#etro. /an )apti te &an Ce!#ont9 a!+ui#i ta de M!andre 9 5oi i#portante na ociedade ecreta por reintrodu:ir a id'ia de reencarnação - +ue e!e c"a#a&a de Ra re&o!ução da a!#a "u#ana R V no e oteri #o ocidenta!. Ta#F'# eparou ga e durante eu e>peri#ento a!+uí#ico 9 cun"ou o ter#o RgA R e9 e# eu e>peri#ento oFre o podere de cura do í#ã 9 cun"ou a pa!a&ra Re!etricidadeR. 2ott5ried Pi!"e!# 7eiFni:9 #ate#Atico a!e#ão9 era ri&a! de NeQton na e!aForação de cA!cu!o . No ca o de 7eiFni:9 ua de coFerta urgira# do 5a cínio co# o #i tici #o nu#'rico caFa!í tico +ue e!e co#parti!"a&a co# eu a#igo ínti#o9 o erudito <e uíta do ocu!to ,t"ana iu Hirc"er9 e tudante a!+uí#ico da propriedade da di#en ão &egeta!9 re u citou u#a ro a diante da rain"a da 4u'cia. % pr1prio 7eiFni: no deu o re!ato #ai deta!"ado e crí&e! da tran 5or#ação a!+uí#ica de #etai -Fae e# ouro. , Roya! 4ociety 5oi o #aior #otor inte!ectua! da ci3ncia #oderna e da in&ençSe tecno!1gica . Entre o conte#porEneo de NeQton9 4ir RoFert ;oray puF!icou o pri#eiro peri1dico cientí5ico do #undo9 P"i!o op"ica! Tran action - e 5oi u# 5er&oro o pe +ui ador de en ina#ento ro a-cru:e . , e tran"a 5igura

#onA tica de RoFert )oy!e9 cu<a !ei da ter#odinE#ica preparou o ca#in"o para o #otor de co#Fu tãointerna9 era u# praticante de a!+ui#ia. E# ua <u&entude9 e cre&eu oFre ua iniciação e# u# Rco!'gio in&i í&e!R. RoFert CooIe9 in&entor do #icro c1pio9 e Pi!!ia# Cer&ey9 de coFridor da circu!ação do angue9 ta#F'# 5ora# a!+ui#i ta praticante .

De carte 9 o pai do raciona!i #o e# #eado do 'cu!o YVII9 pa ou u# te#po con iderA&e! tentando identi5icar o ro a-cru:e e pe +ui ando a 5i!o o5ia de!e . Rede coFriu a id'ia antiga e e ot'rica da g!Endu!a pinea! co#o o porta! para a con ci3ncia9 o o!"o interior9 e ua ino&ação 5i!o 15ica !"e &eio en+uanto e ta&a e# u# e tado &i ionArio. 4eu #ai 5a#o o dito pode er &i to co#o u# re#ode!a#ento do en ina#ento ro a-cru:e +ue pretendia# a<udar a 5o#entar a e&o!ução de u#a 5acu!dade inte!ectua! independente: Pen o9 !ogo e>i to.

De coFriu- e depoi da #orte de )!ai e Pa ca!9 u# do #aiore #ate#Atico de ua 'poca e e#inente 5i!1 o5o9 +ue e!e co turou e# eu #anto u# pedaço de pape! e# +ue e ta&a e crito: R,no da graça de 1?=69 egunda-5eira9 2. de no&e#Fro9 dia de 4ão *!e#ente9 papa e #Artir. De cerca de de: e #eia da noite a apro>i#ada#ente #eia-noite e #eia9 M%2%.R Pa ca! c"egou J i!u#inação +ue procura&a# o #onge do #onte ,t"o . E# 1B2?9 /onat"an 4Qi5t9 e# , &iagen de 2u!i&er9 pre&iu a e>i t3ncia e o período orFitai de dua !ua de ;arte9 de coFerta pe!o a trLno#o 9 co# o u o de te!e c1pio 9 apena e# 1DBB. % a trLno#o9 +ue depoi &iu co#o 4Qi5t 5ora e>ato9 Fati:ou a !ua co#o MoFo e Dei#o - #edo e terror V9 de tão pa #o +ue 5icou co# o e&idente podere oFrenaturai de 4Qi5t. E##anue! 4QedenForg9 grande &i ionArio ueco do 'cu!o YVIII9 e cre&eu re!ato deta!"ado de ua &iagen ao #undo e pirituai . E!e conta +ue o ere de encarnado +ue con"eceu di era# ter in pirado a #açonaria e ot'rica no 5ina! do 'cu!o YVIII e do 'cu!o YIY. Ta#F'# 5oi o pri#eiro a de coFrir o c1rte> cereFra! e a g!Endu!a end1crina 9 a!'# de ter pro<etado o +ue ainda ' o #aior di+ue eco do #undo. *o#o <A &i#o 9 *"ar!e DicIen co#pareceu a e Se e pírita . Pode ter tido a oportunidade de aprender a doutrina e ot'rica da e&o!ução do pei>e ao an5íFio 9 daí ao ani#ai terre tre e ao "o#e# e# eu con&í&io co# ;a> ;U!!er9 tradutor de te>to agrado e# En crito. Nic"o!a Te !a9 recente#ente de crito por u# "i toriador da ci3ncia co#o Ro e>c3ntrico &i ionArio de5initi&oR9 era er&o-croata e e natura!i:ou a#ericano. E!e patenteou cerca de etecenta in&ençSe 9 inc!u i&e !E#pada 5!uore cente e a FoFina de Te !a9 +ue gera u#a corrente a!ternada. , i# co#o a #ai i#portante ino&açSe de NeQton9 e ta 8!ti#a urgiu de ua crença e# u#a di#en ão e!'trica entre o p!ano #enta! e 5í ico. No 5ina! do 'cu!o YIY e início do YY9 #uito cienti ta i#portante con iderara# &A!ido tentar u#a aFordage# cientí5ica ao 5enL#eno ocu!to acreditando +ue en5i# eria po í&e! #edir e pre&er 5orça ocu!ta 9 co#o a corrente e!'trica 9 +ue 1 parecia# u#a o#Fra #ai e +ui&a do +ue o e!etro#agneti #o9 a onda onora ou o raio Y. T"o#a Edi on9 in&entor do

5on1gra5o e portanto o pai de todo o# gra&ado9 e . . % "i toriadore atuai da ci3ncia tenta# apre entar )acon co#o u# re#atado #ateria!i ta9 #a i to ' o +ue e!e de e<a#. Na Fu ca por pi ta para co#preender #e!"or e ta e tran"a &i ão do ocu!to e do cientí5ico9 &o!tare#o ao grande g3nio por trA da re&o!ução cientí5ica9 Mranci )acon.e na #açonaria e ot'rica e na teo o5ia.!e>ander 2ra"a# )e!!9 in&entor do te!e5one9 upun"a# +ue o 5enL#eno p í+uico era# Area per5eita#ente re peitA&ei de pe +ui a na ci3ncia9 en&o!&endo. Por'#9 e o!"ar#o #ai a 5undo o re!ato de )acon oFre o proce o de de coFerta cientí5ica9 e!e parece #eno i#p!e e9 ao #eno a princípio9 Fa tante #i terio o. % "i toriadore da 5i!o o5ia da ci3ncia &3e# i o co#o o grande co#eço9 o #o#ento e# +ue o raciocínio induti&o tornou. Para oFter re po ta 9 e!e de&e# pri#eiro co!ocar a nature:a e# >e+ue. 4ua #aiore de coFerta cientí5ica urgira# de ta pe +ui a oFre o oFrenatura!. De te #o#ento 5!uíra# a re&o!ução cientí5ica e toda a tran 5or#ação indu tria! e tecno!1gica do p!aneta. Pode#o u ar e te no&o padrSe para pre&er e #anipu!ar e&ento . E#Fora acredita e +ue urgiria# .e parte da aFordage# de #undo da "u#anidade.R )acon e ta&a e cre&endo co#o e o cienti ta <oga e# >adre: co# a nature:a. *o#o e +ui e e er Fur!ada. .t' a te!e&i ão 5oi in&entada co#o re u!tado da tentati&a de capturar in5!u3ncia p í+uica no ga e +ue 5!utua&a# diante de u# tuFo de raio cat1dico . 0 co#o e a nature:a preci a e er !udiFriada para re&e!ar eu egredo 9 poi e!a engana inerente#ente a i #e #a. Edi on tentou 5a:er u# rAdio +ue e intoni:a e co# o #undo e pirituai . *o#o &i#o 9 a grande de coFerta de )acon 5oi: e &ir#o o oF<eto da e>peri3ncia en oria! co# a #aior oF<eti&idade po í&e!9 de pindo-o de toda a id'ia preconceFida e noçSe de eu igni5icado9 urgirão no&o padrSe a!'# da+ue!e traçado pe!o acerdote e outro !ídere e pirituai . nature:a ' u# !aFirintoR9 di e e!e9 Re# +ue a pre a de e #o&er o 5arA e perder.

R . 4aFe#o 9 por e>e#p!o9 +ue e!e acredita&a no +ue c"a#ou de ana a tro!1gica 9 i to '9 e# receFer in5!u3ncia ce!e te #Agica no e pírito9 co#o reco#endou o #ago rena centi ta Pico De!ia . TraFa!"ando no #e #o círcu!o de )acon e NeQton9 /an )apti te &an Ce!#ont e cre&eu: RE>i te u# !i&ro dentro de n1 9 e crito pe!o dedo de Deu 9 no +ua! pode#o !er toda a coi a . )acon ta#F'# acredita&a9 co#o NeQton9 no #e #o inter#ediArio et'reo entre e pírito e #at'ria e +ue e te inter#ediArio e>i tia no "o#en +ue era# Rencerrado nu# corpo #ai den o9 co#o ne&e ou e pu#aR .R .R E# toda e ta pa!a&ra 9 "A a i#p!icação c!ara de +ue a c"a&e para a de coFerta cientí5ica e tA e# a!gu# !ugar no ínti#o do de coFridor.irando!a. Vi#o +ue ao !ongo da "i t1ria pe+ueno grupo traFa!"ara# para a!cançar e tado a!terado .ic"ae! . 4eria uge tão de )acon e eu eguidore +ue o cienti ta preci a de a!gu# #odo intoni:ar a di#en ão et'rica ou &egeta!T Oue9 e puder#o de a!gu#a #aneira entrar na di#en ão da 5or#a co#Finante 9 e tare#o no ru#o certo para entender o egredo da nature:aT Vi#o +ue o grande g3nio da ci3ncia9 o 5undadore da era #oderna9 tendia# a e 5a cinar co# id'ia da aFedoria antiga e co# e tado a!terado . i#p!icação ' +ue o con"eci#ento uperior do #undo &e# de e tado a!terado de con ci3ncia.o +ue e!e c"a#ou de Rcorpo et'ricoR. )acon a5ir#ou: RNão ' #eno &erdade ne te reino "u#ano do con"eci#ento do +ue no reino do c'u de Deu +ue nen"u# "o#e# entrarA ne!e a não er +ue pri#eiro e torne u#a criança pe+uenaN. Parace! o di e a!go e#e!"ante ao e cre&er oFre o proce o de e>peri#entação9 ta#F'# u ando e>pre Se FíF!ica : R41 e!e9 +ue de e<a de todo coração9 encontrarA9 e apena para e!e9 +ue Fate co# &ee#3ncia9 a porta erA aFerta.no&o re u!tado intere ante e &í e#o dado en ato co#o e não 5o e# in5undido de igni5icado9 não era ni o +ue e!e acredita&a.+ue!e +ue de coFre o interior9 de coFre o +ue e tA no e paço. 4erA +ue o .aier9 +ue e cre&eu oFre o ro a-cru:e co#o +ue# ' integrante da orde# e +ue puF!icou a!gu#a da #ai Fe!a oFra de !iteratura a!+uí#ica9 di e: R)eFer a &ida interior e# u# !ongo go!e ' &er a &ida uperior.R I o parece di:er +ue ' preci o pri#eiro a!cançar u# e tado #enta! di5erente e in5anti! para e c"egar ao con"eci#ento uperior. .

#açonaria e#pre apre entou ao #undo u#a 5ace con&enciona!.Fi559 na repre ão do ca&a!eiro te#p!Ario e . . 4e o "er1i do ro a-cru:e . Pode parecer i#p!au í&e!9 at' para #uito #açon 9 a id'ia de +ue o #açon e# ní&ei de iniciação u5iciente#ente a!to aprende# a doutrina ecreta e a "i t1ria do #undo de!ineada ne te !i&ro. No aFer #açLnico9 pode#o ituar a origen da ociedade na con trução do Te#p!o de 4a!o#ão por Cira# .era# !ouco e e tran"o 9 o #ago da 'poca eguinte parecia# re peitA&ei "o#en de neg1cio . .g3nio não e tA tão perto da !oucura9 #a i# pr1>i#o do e tado a!terado criado pe!o treina#ento e ot'rico.Dee e Parace! o .a>Lnica 9 e# particu!ar9 era# #ode ta oFre ua origen e ot'rica . !o<a ang!o.

E!e co# certe:a 5oi u# do pri#eiro #açLnico ing!e e e 5oi #uito in5!uente. Por i o9 pe!o +ue aFe#o 9 )acI"ou e +ui di:er +ue pretendia adotA-!o co#o eu uce or e "erdeiro. "#o!ean .a a #açonaria Re pecu!ati&aR #oderna ' datada do 'cu!o YVII por eu "i toriadore o5iciai . Na cido e# 1?1B9 5i!"o de e!eiro9 E!ia . E!e po uía u#a ga!eria !onga e e>traordinAria9 u# rico dep1 ito de RIn&ençSe e Raridade R9 inc!u i&e #anu crito a!+uí#ico raro . "#o!e o egredo de5initi&o da a!+ui#ia9 a &erdadeira +ue tão da Pedra Mi!o o5a!9 para +ue . %rigina!#ente9 eu egredo pretendia garantir +ue a oFra de caridade continua e# anLni#a 9 #a deu orige# a Foato de #anto 9 rituai ecreto e iniciado .na gui!da ecreta de arte ão 9 co#o a *o#pagnon du De&oir9 a Mi!"o do Padre 4ouFi e e a Mi!"o do Padre /ac+ue . . % integrante Fu ca&a# a &ida e piritua! en+uanto ta#F'# traFa!"a&a# na co#unidade9 organi:ando açSe caritati&a 9 enco#endando arte e !iderando proci Se e# dia anto . )acI"ou e o con&idou para e tornar eu 5i!"o. . "#o!e 5or#ou. Era u# incan A&e! co!ecionador de curio idade .u eu#9 e# %>5ord9 con truído para aFrigar ua co!eção9 5oi o pri#eiro #u eu p8F!ico. No doi ano eguinte 9 o en ina#ento de )acI"ou e ao an io o .nte de #orrer9 pro#eteu +ue pa aria a .e e# direito e e tornou o!dado e 5uncionArio p8F!ico. E# 1?=19 con"eceu u# "o#e# #ai &e!"o9 Pi!!ia# )acI"ou e9 dono de u# o!ar c"a#ado 4Qa!!oQ5ie!d. "#o!e. /A 5oi a5ir#ado a!gu#a &e:e +ue o pri#eiro ca o regi trado de iniciação na #açonaria ocorreu e# 1?6?9 co# o ce!eFrado anti+uArio9 co!ecionador e #e#Fro 5undador da Roya! 4ociety9 E!ia . Mundada no 'cu!o YV9 e!a origina!#ente era# 5raternidade a5i!iada a #o teiro .a e# . % . Ta#F'# era u# "o#e# de curio idade inte!ectua! i!i#itada. Na Mrança no 'cu!o YV9 e ta co5raternidade 9 +ue &in"a# aF or&endo id'ia de /oa+ui# e do cAtaro 9 5ora# por 5i# e#purrada para a c!ande tinidade. "#o!e pude e !e&ar adiante u#a tradição ecreta +ue re#onta&a J 'poca de Cer#e Tri #egi tu . . (#a in5!u3ncia na 5or#ação de ociedade ecreta 9 e# e pecia! na #açonaria9 +ue co tu#a er de pre:ada ão a co5raternidade . "#o!e 5oi !ento e aparente#ente "e itante.

eu pai )acI"ou e caiu doente na M!eet 4treet <unto J igre<a de 4t.R % re!ato de . "#o!e ' inco#u#ente c!aro a re peito da tran #i ão de con"eci#ento ecreto9 #a "A ta#F'# outra uge tSe e a!u Se J ati&idade ocu!ti ta entre a e!ite inte!ectua!. % i#Fo!i #o da #açonaria 5or#u!ada ne te período ' carregado de #oti&o a!+uí#ico 9 da concepção centra! da %Fra J uFí+ua pedra 5unda#enta! e J Pedra Mi!o o5a! . En5i# c"egou a "ora de perguntar: .9 o #ai <o&e# regi trou: R.R -9 a i# co#o J F8 o!a e !Ne+uerre. Dun tan e9 e# aFer e e!e &i&eria ou #orreria9 por &o!ta da on:e "ora 9 contou-#e a!i&ando a &erdadeira .. % egundo grão-#e tre da 7o<a de 7ondre 5oi /o"n T"'op"i!e De agu!ier 9 eguidor de I aac NeQton9 +ue9 da #e #a #aneira +ue e te9 pa ou #uito ano deFruçado oFre #anu crito a!+uí#ico .4C7.#aio de 1?=.at'ria da Pedra Mi!o o5a!9 +ue tran #itiu a #i# co#o u# !egado.

. a!+ui#ia c"ine a parece #eno a Fu ca pe!o ouro e #ai u#a Fu ca pe!o e!i>ir da &ida9 da !onge&idade9 at' da i#orta!idade. .R No te>to AraFe pri#iti&o 9 a %Fra en&o!&e #anipu!açSe de te #e #o Ouatro E!e#ento 9 por'#9 na a!+ui#ia europ'ia9 co# origen na Idade . E# a!gun ca o 9 a %Fra en&o!&e en>o5re9 #erc8rio e a!9 e# outro 9 ro a 9 e tre!a 9 a Pedra Mi!o o5a!9 a!a#andra 9 apo 9 cor&o 9 rede 9 o !eito nupcia! e í#Fo!o a tro!1gico co#o o pei>e e o !eão. 4e co#eçar#o a procurar por princípio uni5icadore 9 pode#o &er de pronto +ue e>i te# período pre crito de te#po ou n8#ero de repetiçSe para a &Aria operaçSe ]a de ti!ação9 a ap!icação de ca!or ua&e e a i# por diante^.aparece na criação9 poi re gata e puri5ica a a!#a di&ina cana!i:ada no e!e#ento . . a!+ui#ia ta#F'# parece #udar co# o te#po . CA para!e!o e&idente 9 então9 co# a prAtica da #editação9 o +ue ugere de i#ediato +ue e te ter#o a!+uí#ico pode# er de criçSe de e tado uF<eti&o de con ci3ncia e não o tipo de operação +uí#ica +ue pode er rea!i:ada e# !aForat1rio. 4e "A u#a grande R%FraR #i terio a9 e ta ' aFordada por u#a &ariedade e>traordinAria de c1digo e í#Fo!o . (# rApido !e&anta#ento do te>to a!+uí#ico antigo e #oderno #o tra +ue a a!+ui#ia9 a i# co#o a *aFa!a9 ' u#a congregação #uito a#p!a. % antigo te>to egípcio 5a!a# de t'cnica de de ti!ação e #eta!urgia co#o proce o #í tico .% +ue e>ata#ente ' a a!+ui#iaT . M!udd9 )oe"#e e outro interpretara# o 23ne i no #e #o ter#o a!+uí#ico . Pode#o entender +ue o #ito grego 9 co#o a Fu ca pe!o Ve!ocino de %uro9 t3# u# ní&e! a!+uí#ico de igni5icado. No 'cu!o III9 o a!+ui#i ta G1:i#o e cre&eu +ue o í#Fo!o da arte +uí#ica . E>i te# &ariaçSe geogrA5ica e&idente . ociado a i to9 ta#F'# &i#o repetida uge tSe 9 e# particu!ar de 5onte ro a-cru:e 9 de +ue e ta operaçSe pretende# ter e5eito durante o ono e no !i#ite entre o ono e a &igí!ia.o ouro .'dia e 5!ore cendo no 'cu!o YVII9 u# #i terio o +uinto e!e#ento9 a Ouinte 3ncia9 a u#e a dianteira. a!+ui#ia ' #uito antiga. Poderia# e!a ter a &er co# on"o &i ionArio ou .

% *ode> Veritati 9 e# u# co#entArio ao *Entico de 4a!o#ão9 acon e!"a: R*o!o+ue o "o#e# &er#e!"o co# ua #u!"er Franca e# u#a cE#ara &er#e!"a9 a+uecida a u#a te#peratura con tante.co# on"ar acordadoT %u teria# re!ação co# o tran porte de e!e#ento da con ci3ncia e# on"o para a con ci3ncia e# &igí!iaT CA ta#F'# #uita pi ta de u# e!e#ento e>ua!9 da i#age# recorrente do *a a#ento Ouí#ico J re5er3ncia :o#Feteira de Parace! o ao a:ot". E>i te u#a e co!a de pen a#ento +ue interpreta o te>to a!+uí#ico co#o #anuai +ue cont3# t'cnica para 5a:er a erpente Iunda!ini uFir da Fa e da e pin"a9 pa ando pe!o c"aIra 9 para i!u#inar o Terceiro %!"o.R Da #e #a 5or#a9 o te>to tEntrico e+uipara# o #erc8rio a!+uí#ico ao e per#a. .

RI to igni5ica +ue eu coração9 duro co#o pedra9 #ateria! e indo!ente9 de&e e tornar uti! e &igi!ante.%utra e co!a9 in pirada e# /ung9 &3 a a!+ui#ia co#o u#a e p'cie de precur ora da p ico!ogia. /ung e cre&eu u# e tudo oFre o a!+ui#i ta 2era!d Dorn e Dorn co# certe:a pre tou. RPri#eiro tran #ute a terra de eu corpo e# AguaR9 di: e!e.e a e ta interpretação9 u#a &e: +ue e!e ' u# tipo de a!+ui#i ta 5ranca#ente p ico!1gico.R E# Dorn9 &e#o tanto a prAtica do traFa!"o na 5acu!dade "u#ana indi&iduai +ue oF er&a#o e# Ra#1n 7!u!! .

*o#o idea!i ta 9 e!e era# 5a cinado pe!o +ue !iga a #at'ria J #ente e9 do #e #o #odo +ue todo o e ot'rico 9 conceFera# e ta !igação uti! e# ter#o do +ue Parace! o c"a#ou o en &egeta!i 9 ou di#en ão &egeta!. . a!+ui#ia pura#ente p ico!1gica de /ung ' intere ante +uando encarada de ta #aneira9 #a inteira#ente de intere ante da per pecti&a e ot'rica9 poi não con idera noçSe de <ornada pe!o #undo e pirituai e a co#unicação co# ere de encarnado . . % re u!tado 5oi u#a ci3ncia da e>peri3ncia e piritua!9 e ' di to +ue rea!#ente trata a a!+ui#ia. Roger )acon9 Mranci )acon9 I aac NeQton e outro de en&o!&era# procedi#ento cientí5ico e e>peri#entai . 4erA +ue i o ta!&e: o ten"a 5eito pen ar +ue a di#en ão &egeta! parecia i#en urA&e!9 at' indetectA&e! por +ua!+uer in tru#ento cientí5icoT Ta!&e:9 #a ta#F'# ' po í&e! +ue e!e 5o e# incitado a e>p!orar #ai pe!a crença e# +ue e ta di#en ão &egeta! aparente#ente 5oi &i&ida e# todo o te#po e e# todo o !ugare 9 e ta#F'# por "a&er u#a aut3ntica tradição antiga de #anipu!ação co# a +ua! con entira# #uito do grande g3nio da "i t1ria. c"a&e para entender a a!+ui#ia co# certe:a e tA no 5enL#eno urpreendente +ue aco#pan"a#o ne te capítu!o. .gora e!e ap!ica&a# a #e #a #etodo!ogia J &ida &i ta co# a #aior uF<eti&idade po í&e!. prAtica e>uai a!+uí#ica certa#ente e>i te# V n1 a &ere#o no *apítu!o 2=. .co#o a co#Finação de treina#ento e ot'rico e de en&o!&i#ento #ora! +ue &i#o ante no Fudi #o e ot'rico e na *aFa!a. % ouro +ue e!e oFti&era# no 5ina! de eu e>peri#ento era u# ouro e piritua!9 u#a 5or#a e&o!uída de con ci3ncia9 i#p!icando +ue u# #ero #eta! +ue tra:ia ri+ue:a terrena não intere a&a #ai para e!e . )acon9 NeQton e outro iniciado ro a-cru:e e #açon e ta&a# intere ado na e>peri3ncia pe oa! direta e no e>peri#ento cientí5ico. . E pode "a&er ta#F'# te>to a!+uí#ico +ue !ida# co# a a cen ão da Iunda!ini9 #a e# #in"a opinião i o não ' e encia! J era de ouro da a!+ui#ia9 +ue c"egou a eu auge co# o ro a-cru:e e o #açon . Tentara# encontrar !ei uni&er ai +ue de e# entido ao #undo &i to co# a #aior oF<eti&idade po í&e!.

Ouando o!"a#o a!gu'# co# a#or9 &e#o coi a +ue outra pe oa não pode# &er. Na pri#eira etapa do proce o9 a di#en ão &egeta! de&e er traFa!"ada para +ue e c"egue J pri#eira 5a e da e>peri3ncia #í tica9 a entrada na . .Na grande era da a!+ui#ia9 o en>o5re repre enta a di#en ão ani#a!9 #erc8rio ' a di#en ão &egeta!9 e o a!9 a di#en ão #ateria!. Vontade e e>ua!idade ão con iderada pro5unda#ente entre!açada na 5i!o o5ia e ot'rica. Oua!+uer u# +ue ten"a con"ecido u# &erdadeiro anto terA entido o grande poder +ue irradia de u# coração tran 5or#ado. . E ta di#en Se ão centrada e# di5erente parte do corpo9 o ani#a!9 aFai>o do 1rgão e>uai 9 o &egeta!9 no p!e>o o!ar9 e o a!9 na caFeça.artin9 no o podere de percepção #e!"orarão.editando repetida &e:e e por !ongo período de te#po na i#agen +ue in pira# u# enti#ento de a#or . E!e aFia# +ue o coração ' u# 1rgão da percepção. E# todo o te>to a!+uí#ico 9 o #erc8rio ' o #ediador entre o en>o5re e o a!. E ta ' a parte u!5uro a. i#9 e per i ti#o e# no o e>ercício e pirituai a!+uí#ico 9 e con eguir#o puri5icar a Farreira #ateria! 5rag#entada entre n1 e o #undo e pirituai 9 co#o no in ta o #í tico 5ranc3 4t. . E# pri#eiro !ugar9 o #undo e pirituai co#eçarão a .erc8rio9 a parte &egeta!9 ' o reino do enti#ento. 4e no o coração e ti&er to#ado por e ta energia tran 5or#ada 9 e!e e tornarA u# centro de poder. 4e con eguir#o tran 5or#ar no o de e<o e>uai e# de e<o e pirituai &i&o 9 então a a&e da re urreição9 a M3ni>9 urgirA. % iniciado +ue uportou a tran 5or#ação a!+uí#ica to#ou u#a deci ão con ciente e deter#inada de &er o #undo de ta #aneira.atri:9 o #ar de !u: +ue ' o #undo entre o #undo . .' preci o u# período de 21 dia para +ua!+uer e>ercício produ:ir u#a a!teração #ateria! na 5i io!ogia "u#ana V o candidato pa a por u# proce o de #udança +ue uF#erge na &ontade. egunda etapa ' o +ue J &e:e e c"a#a *a a#ento Ouí#ico9 +uando o #erc8rio #acio e 5e#inino 5a: a#or co# o en>o5re rígido9 &er#e!"o e duro. (# iniciado &3 co#o o #undo rea!#ente 5unciona9 de u# #odo +ue ' negado ao re to de n1 . % a! ' o precipitado do pen a#ento. . % a#or 5a cinou o a!+ui#i ta da era de ouro.

in piraçSe do e pírito 9 pri#eiro na 5or#a de pre enti#ento ou intuição9 ta#F'# co#eçarão a in&adir no a &ida e# &igí!ia. . E# outra tradiçSe 9 e#Fora e ta identi5icação não po a er 5eita9 o #e #o proce o ' de crito. *o#eçare#o a detectar o 5!u>o e a operação de !ei #ai pro5unda oF a uper5ície cotidiana da coi a .R . . Na a!+ui#ia e peci5ica#ente cri tã de Ra#1n 7!u!! e 4t. % AFio indiano Ra#a!inga 4Qa#iga! e cre&eu o eguinte: R%"9 Deu h .o tra te #e o eterno a#or con5erindo-#e o corpo dourado. Mundindo-&o co# #eu coração9 a!+ui#i:a te #eu corpo.artin9 por e>e#p!o9 o e pírito-4o! +ue tran 5or#a o corpo "u#ano e# u# corpo radiante de !u: ' identi5icado co# o per onage# "i t1rico de /e u *ri to.Fri!"ar e# no o on"o 9 #eno caotica#ente do +ue co tu#a# 5a:er e de 5or#a #ai igni5icati&a.

(#a pa!a&ra co#u# e# te>to a!+uí#ico ' VITRI%7. % Ioga 4utra de Pantan<a!i a!ude# a &iagen ao c'u e a enco!"er at' atingir o ta#an"o da #enor partícu!a co#o podere +ue reco#pen a# o +ue pratica# ua t'cnica arcana W o iniciado indiano ainda di:e# poder &ia<ar ao canto #ai di tante do co #o. Ouando o te>to a!+uí#ico reco#enda# &i itar o interior da Terra9 ' u#a #aneira de 5a!ar da i#er ão no corpo da pe oa. a!+ui#ia9 então9 e tA preocupada co# a 5i io!ogia ocu!ta. Vi ite o interior da Terra para encontrar a pedra ecreta.o ad+uirir u# con"eci#ento operaciona! da 5i io!ogia de eu corpo9 o a!+ui#i ta era capa: de ad+uirir certo contro!e oFre o #e #o. . a!+ui#ia con5ere a eu praticante u#a inte!ig3ncia oFrenatura!. .e +ue o grande a!+ui#i ta 9 co#o 4t.a e# u# ní&e! #ai rea!i ta9 o a!+ui#i ta ta#F'# tin"a# a capacidade de 5a:er a ci3ncia a&ançar de #aneira prAtica . . 4eria de#a iado 5Aci! interpretar tudo i o co#o u#a e p'cie de #i tici #o oF curo. Todo con"eci#ento e tA9 portanto9 contido e# n1 9 de de +ue aprenda#o a !3-!o . Vi#o o 5eito de a!+ui#i ta +ue contriFuíra# para o de en&o!&i#ento da #edicina #oderna. Di:ia. . E# e tado a!terado de con ci3ncia9 "o#en co#o Parace! o e Van Ce!#ont podia# re o!&er proF!e#a #'dico e #ini trar trata#ento +ue e ta&a# a!'# da co#preen ão da pro5i ão #'dica da 'poca. 2er#ain9 era# capa:e de &i&er o te#po +ue de e<a e#. Para co!ocar i o e# ter#o caFa!í tico 9 o "o#e# ' a ínte e de todo o No#e 4agrado . .a a "i t1ria oFre cienti ta co#o PitAgora e NeQton ugere# +ue e!e 9 por #eio de te tipo pecu!iare de e tado a!terado 9 con eguira# de coFrir no&a coi a oFre o #undo9 &er ua operação interna e entender padrSe +ue ta!&e: e<a# co#p!e>o de#ai ou grande de#ai para a #ente "u#ana apreender co# eu atua! e tado de con ci3ncia criterio o. . Entrando e# i #e #o 9 e te iniciado &ia# o #undo e>terior co# u#a c!are:a oFrenatura!.E te 5enL#eno 9 de crito e# di5erente cu!tura 9 #o tra# +ue o Terceiro %!"o e tA co#eçando a e aFrir. E u# acrLni#o para Vi ita Interiora Terrae Recti5icando In&enie %ccu!tu# 7apide#.

i t'rio co#o t'cnica para atingir e tado #ai e!e&ado de . E ta ão grande idd"i 9 ou Re>ce!3ncia R. . *o# certe:a 5ora# e>ce!3ncia +ue per#itira# ao acerdote iniciado da antigUidade perceFer a terceira e tre!a no i te#a de 4iriu 9 a entender a e&o!ução da e p'cie "u#ana e a 5or#a e a 5unção da g!Endu!a pinea!.4eu podere de percepção ão tão concentrado +ue e!e &3e# direta#ente no ní&e! atL#ico. % +ue ' pertinente J "i t1ria ecreta ' +ue9 e#Fora at' onde eu aiFa *ricI não ten"a tido !igaçSe co# a ociedade ecreta 9 e!e c"egou a eu #o#ento de in piração e re&e!ou a e trutura do DN. .a 5oi Mranci *ricI9 Fri!"ante Fi1!ogo de *a#Fridge9 +ue deci5rou o c1digo9 de coFrindo a e trutura e# dup!a "'!ice +ue deu a e!e e a eu co!ega /a#e Pat on o pr3#io NoFe! e deu início J #edicina gen'tica #oderna.a eria po í&e! para n1 acreditar na e5icAcia de te e tado a!terado "o<e e# diaT Não ' #ai pro&A&e! +ue o &e<a#o co#o u#a redução da inte!ig3ncia9 dei>ando-no #ai con ciente 9 #ai u<eito J i!u ãoT Propon"o u# contra-e>e#p!o J &i ão de en o co#u#9 apre entado a #i# por 2ra"a# CancocI en+uanto traFa!"a&a e# eu !i&ro ino&ador oFre o >a#ani #o9 4upernatura!. E te caractere cont3# in truçSe "erdada 9 o +ue per#ite +ue a c'!u!a e organi:e# no padrSe +ue cria# cada er "u#ano. *o#o &i#o 9 o a!ucin1geno 5ora# u ado de de a e co!a de . *ada c'!u!a "u#ana te# enro cada e# eu interior u#a 5ita de doi 5i!a#ento co# apena de: #o!'cu!a de !argura9 #a +ua e 2 #etro de e>ten ão9 contendo toda a in5or#ação gen'tica nece Aria para a con trução de a pe oa. % cienti ta perceFera# +ue e te Fi!"Se de caractere parece# ter padrSe #uito co#p!e>o de re!aciona#ento9 u#a e trutura pro5unda +ue ugere u#a !inguage# "u#ana. E te pre enti#ento 5oi con5ir#ado por anA!i e e tatí tica. *ada c'!u!a &i&a do p!aneta te# u#a &er ão de ta 5ita9 #a a +ue e tão pre ente na c'!u!a "u#ana ão a #ai co#p!e>a 9 portando u#a #en age# codi5icada de cerca de . Fi!"Se de caractere . en+uanto e ta&a e# u# e tado a!terado pro&ocado pe!a inge tão de 74D.

. % +ue e tA 5ora do co!eti&o ' o reino do de#oníaco9 o reino de deu e e an<o V #a e te reino ta#F'# 3 o reino do ino&ador9 do e&o!uti&o e +ue e &o!ta para no a nece idade pro5unda e in aciA&e! do in5inito. Oua! ' a #ora! de ta "i t1riaT 0 o +ue a Du+ue a e# . Co<e9 #e #o +ue não anuncie ua e>i t3ncia9 e>i te# !o<a #açLnica de i#portEncia e# #uita grande . 2eraçSe po teriore ainda era# e +ui&a o Fa tante para ugerir +ue 1 "a&ia a!gun de!e . 29 A Era a Ma!onaria Chri(to&h'r Qr'n * John E+'lRn ' o al8aG'to o '('>o * O triun8o o mat'riali(mo * -'or)' Qa(hin)ton ' o &lano ('cr'to &ara a No+a AtlFnti a E#Fora a a!+ui#ia ten"a ido a prAtica e encia! +ue re!acionou o ro a-cru:e e o pri#eiro #açon 9 a 5or#a e>terna de ta ociedade era# #uito di5erente . não pode ter aparecido por aca o. #açonaria9 por ua &e:9 e pa!"ou.e pe!o #undo co# rapide:9 recrutando #i!"are 9 depoi centena de #i!"are de pe oa . % +ue ' ainda #ai intrigante ' +ue #ai tarde *ricI puF!icou u# !i&ro cu<o títu!o ' Vida: % #i t'rio de ua orige# e nature:a9 e# +ue a5ir#a&a +ue a e trutura co#p!e>a do DN. . i# co#o outro "o#e# de *a#Fridge9 I aac NeQton9 e!e acredita&a +ue o co #o po uía9 codi5icada e# eu interior9 #en agen oFre no a origen V e a de!e -9 +ue 5ora# co!ocada a!i para +ue pud' e#o decodi5icA-!a +uando e&o!uí e#o e ti&' e#o inte!ig3ncia u5iciente.!ice no Paí da .ara&i!"a e#pre pergunta. 41 "a&ia oito ir#ão ro a-cru:e na 5raternidade origina! e #uito upun"a# +ue ua R*a a do E pírito 4antoR e>i tia e# outro p!ano.con ci3ncia e apreender rea!idade uperiore . . "i t1ria #o tra +ue a pe oa +ue traFa!"ara# no !i#ite da inte!ig3ncia "u#ana c"egara# a e te !ugar e# e tado a!terado .

e&o!ução do . No ca o da #açonaria9 parte do oF<eti&o era a<udar a 5o#entar a condiçSe ociai +ue !e&aria# a pe oa a u#a 5a e de de en&o!&i#ento e# +ue e taria# pronta para a iniciação. . E# &e: de procurar i#por re5or#a de ci#a9 re&ertera# o oF<eti&o originai da ociedade ecreta 9 in5!uenciando de Fai>o. Oue# ' de 5ora aFe onde 5ica#9 #e #o +ue não aiFa o +ue acontece e# eu interior. % #açon tentara# criar u#a ociedade to!erante e pr1 pera co# certa !iFerdade econL#ica e ocia! +ue daria J pe oa a oportunidade de e>p!orar #e!"or o co #o e>terior e interior.cidade . De&ido J cata tr15ica tentati&a do ro a-cru:e de dirigir a açSe po!ítica 9 o +ue ter#inou na )ata!"a da .ontan"a )ranca9 o #açon operaria# no Fa tidore .

/o"n on9 autor do pri#eiro dicionArio de ing!3 9 co#o u#a 5igura de tran ição. . E e# a!gu#a d'cada e ta co#preen ão deu u# aFraço #etA!ico no #undo9 J #edida +ue a 5erro&ia e a #A+uina de 5aFricação e# #a a tran 5or#a&a# a pai age#. % +ue "a&ia de #e!"or na ci3ncia era +ue e!a 5unciona&a. .t!Entida de Mranci )acon9 ua &i ão do E tado ro a-cru: per5eito. Incitada por Mranci )acon9 a pe oa co#eçara# a &er u#a di tinção entre o co #o interior e o co #o e>terior. I o po iFi!itou a co#preen ão do #undo #ateria! e do #odo co#o o #e #o 5unciona&a9 a!go +ue ante não teria ido po í&e!. Igre<a não era #ai u#a 5onte con5iA&e! de e>peri3ncia e piritua!. *erta &e:9 andando por u#a rua de 7ondre 9 5oi de a5iado a re5utar o idea!i #o do 5i!1 o5o e Fi po )erIe!ey. *o#o ugeri#o 9 i o ta!&e: não e de&e e ao 5ato de a #aioria da pe oa ter ana!i ado argu#ento do doi !ado e decidido e# 5a&or do idea!i #o9 #a por+ue e>peri#enta&a# o #undo co# u#a 5or#a idea!i ta de con ci3ncia. Pode#o &er o Dr. % re u!tado de tudo i o 5oi +ue o oF<eto 5í ico e tornara# o parE#etro do +ue ' rea!. No entanto9 5oi u# do ap1 to!o da concepção co#u# da &ida +ue ' a 5i!o o5ia do#inante de "o<e.a então &eio u#a #udança deci i&a e# 5a&or do #ateria!i #o. E!e era u# cri tão +ue 5re+Uenta&a a igre<a e re<eita&a a e>i t3ncia de 5anta #a W e# deter#inada oca ião9 ou&iu a #ãe gritar por e!e a u#a di tEncia de #ai de 1=0 +ui!L#etro . 2era&a re u!tado +ue podia# er te tado e era# con5iA&ei e tangí&ei 9 pro#o&endo Fene5ício tran 5or#adore na &ida de todo . E!e c"utou u#a pedra de !ado na rua e di e: REu re5uto a i#hR . % #undo interior co#eçou a parecer apena u# re5!e>o oF curo ou a o#Fra do e>terior. % 5i!1 o5o e coc3 Da&id Cu#e perguntou9 de #aneira arcA tica9 por +ue o #i!agre e#pre acontecera# e# 'poca e !ugare re#oto . % contra te co# a re!igião não podia er #ai 5orte. No deFate centra! da 5i!o o5ia9 entre o idea!i #o e o #ateria!i #o9 o pri#eiro 5ora do#inante de de o pri#1rdio da 5i!o o5ia.!i&re-arFítrio re u!tou e# #uita da grande #udança pre&i ta e# No&a .

&ida9 co#o co!ocou T"o#a CoFFe 9 ' u#a guerra de todo contra todo . .no e tran 5or#ou na aride: e piritua! do #undo ocidenta!.E ta no&a #aneira de o!"ar a coi a era p' i#a para a re!igião. . 4e a nature:a oFedecia a deter#inada !ei uni&er ai +ue percorria# ca#in"o reto e pre&i í&ei 9 então e!a era indi5erente ao de tino do ere "u#ano . aride: da Europa centra! depoi da 2uerra do Trinta . 4e# a pre ença &i&a de ere de "ierar+uia uperiore de deu e e an<o para a<udA-!a 9 a pe oa 5icara# a 1 para en5rentar9 co#o di:e#o 9 eu pr1prio de#Lnio V e o de#Lnio . . 4e &oc3 e ti&er di po to a tanto9 pode &er o dec!ínio da re!igião co# u# pra:er ardLnico9 #a para a #aioria da pe oa o a5a ta#ento gradua! do #undo e pirituai 5oi &i&ido co# u#a a!ienação cre cente.

. 0 c!aro +ue a #açonaria e# gera! ' &i ta co#o ateí ta9 e# particu!ar por eu ini#igo da Igre<a9 #a por tradição u# #aço# 5e: o <ura#ento de Re tudar o egredo ocu!to da nature:a e a ci3ncia a 5i# de #e!"or co#preender eu *riadorR. De de o início9 o #açon +ueria# de cartar a re!igião irre5!etida9 a 5a! a piedade e o cre ci#ento de 'cu!o da prAtica e dog#a da Igre<a9 e# particu!ar a id'ia . % oF<eti&o e ot'rico da #açonaria eria a<udar a condu:ir a "u#anidade pe!a era do #ateria!i #o en+uanto #antin"a &i&a a c"a#a da &erdadeira e piritua!idade. Te#p!o neo a!o#Lnico urgia# e# todo o #undo. "u#anidade entra&a e# u#a no&a Idade da Tre&a .

E!e de5endeu a aFo!ição da e cra&atura e o 5inancia#ento e tata! da educação do poFre . . Para urpre a do de#ai 9 Pa "ington e MranI!in conde cendia# co# o pro5e or. Depoi +ue <ogara# o c"A FritEnico no porto de )o ton9 correra# para dentro da 7o<a . Parecia# recon"ec3-!o co#o uperior9 i#ediata#ente e e# re er&a 9 e toda a uge tSe de!e para o de en"o da Fandeira 5ora# pronta#ente . 4e o #açon e coce e apoiara# a #onar+uia con tituciona! traFa!"ando co# u# par!a#ento de#ocrAtico9 a ituação era #uito di5erente na co!Lnia a#ericana ..#'rica.gro eira de u#a 5igura paterna &ingati&a.a ac"u ett .dorador da pa!a&ra de I aía 9 Paine tornou.e a!gun at' participara# de ceri#Lnia #Agica . % oF<eti&o de!e era de en"ar u#a Fandeira a#ericana.e o grande pro5eta da Re&o!ução9 propondo u#a 5ederação de e tado e cun"ando a e>pre ão Ro E tado (nido da .a a orden uperiore e#pre procurara# a e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai .9 u# grupo de "o#en 9 ao +ue parece de índio 9 te&e grande i#portEncia na in piração da re&o!ução a#ericana. E# 1BB=9 #e#Fro do *ongre o *o!onia! e ta&a# "o pedado e# u#a ca a e# *a#Fridge9 . . . .#'ricaR.açLnica de 4t. E ta&a# &o!tando para tra&ar a #aior Fata!"a contra a 5orça do #a! de de a pri#eira 2uerra no Paraí o.. *o#o e ta#o pre te a &er9 #uito #açon 5a#o o do 'cu!o YVII9 +ue e# gera! era# con iderado c'tico 9 e não de todo ateu 9 era# a!+ui#i ta praticante . E# 1BB69 )en<a#in MranI!in con"eceu T"o#a Paine e# u#a !o<a #açLnica de 7ondre e o in tou a e#igrar para a . *o#o 5i!1 o5o 9 e#pre e intere ara# pe!a tentati&a de de5inir pode#o di:er raciona!#ente oFre a di#en ão e piritua! da &ida. 2eorge Pa "ington e )en<a#in MranI!in e ta&a# pre ente 9 a i# co#o u# pro5e or de idade a&ançada9 +ue parecia e tar a!i por coincid3ncia. E# 1? de de:e#Fro de 1BB. 2eorge Pa "ington 5oi iniciado e# 1B=2.ndreQ .!'# di o9 a!gun grande #açon de te período era# reencarnaçSe de grande per onagen do pa ado.

.R Na porta do *apit1!io9 e# Pa "ington9 "A u#a repre entação de u#a ceri#Lnia #açLnica +ue aconteceu e# 1B9. Depoi e!e de apareceu e nunca #ai e ouFe de!e. .e9 Ro ar+uiteto aparecerA. Ouando 2eorge Pa "ington pediu u#a pre&i ão a tro!1gica para a 5undação do *apit1!io9 agia de acordo co# u#a tradição #açLnica o!ene +ue regi tra&a a "i t1ria da "u#anidade egundo o #o&i#ento da e tre!a e do p!aneta . .e tre %cu!to +ue dirige# a "i t1ria do #undoT E# eu 5or#ato indi&idua! e no padrão de eu arran<o9 a e tre!a de cinco ponta da Fandeira 5a:e# eco ao í#Fo!o do teto de u#a cE#ara na pirE#ide egípcia de (na . No Egito9 e!a era# u# í#Fo!o do podere e pirituai irradiando ua in5!u3ncia con tante e norteadora na "i t1ria "u#ana. Ouando NeQton 5oi de a5iado oFre o te#a9 e!e di e: R4en"or9 e tudei o a unto.R E!ia . "#o!e "a&ia 5eito u#a anA!i e a tro!1gica para a 5undação da )o! a de Va!ore de 7ondre 9 +ue !ogo e tornou o centro 5inanceiro do #undo9 a i# co#o para a catedra! de 4t. 4e conte#p!ar#o o pro<eto de Pa "ington para a capita! +ue traria eu no#e9 co# e te pr'dio e# eu centro9 pode#o co#eçar a entender o p!ano ecreto da #açonaria para a 'poca. ar+uitetura da #açonaria e de en&o!&eu a partir de u#a tradição #Agica e ocu!ta9 +ue re#onta ao antigo Egito9 de in&ocar e pírito de encarnado .ta!&e: c"ocante para o +ue pre5ere# &er Pa "ington co#o u# #ode!o de de&oção cri tã V ' a a tro!ogia. % intere e da #açonaria na a tro!ogia te# raí:e na Roya! 4ociety. 4e in i tir#o 9 contra toda a e&id3ncia 9 e# &er a #açonaria co#o u#a organi:ação ateí ta9 e piritua! apena no entido &a:io de no o dia 9 não co#preendere#o co#o eu doi !ídere e entia# incitado por podere #i terio o 9 a!gun encarnado 9 co#o o &e!"o pro5e or9 outro por e pírito de encarnado da e tre!a . Pau!. 4eria e te e tran"o u# do .acatada . % en"or não. ROuando o #ateria! e tA todo preparadoR9 di:.9 +uando 2eorge Pa "ington deitou a pedra 5unda#enta! da con trução. c"a&e para e ta co#preen ão .

&enue e atinge a pira#idion no a!to da torre do correio . . Depoi de ano de pe +ui a e tendo ace o ao ar+ui&o #açon 9 #eu &e!"o a#igo Da&id %&a on e cre&eu u# !i&ro #agi tra! e# +ue re&e!a9 co# ter#o i#p!e 9 p!ano e ot'rico +ue #oti&ara# o !ídere a#ericano .nnuit *oepti R9 +ue paira no a!to da pirE#ide da c'du!a de d1!ar ' adaptada de u#a 5ra e de a Eneida9 de Virgí!io . 0 igni5icati&o +ue no e>ato #o#ento e# +ue 2eorge Pa "ington deita&a a pedra de 5undação do *apit1!io9 /8piter e ti&e e urgindo no 7e te. Pa "ington9 então9 con truiu e ta cidade oF o igno de Virge#9 con&idando a Deu a .. e>pre ão RNo&u %rdo 4ec!oru#R9 ta#F'# encontrada na c'du!a de d1!ar e +ue preocupa tanto o te1rico de con piraçSe 9 '9 da #e #a #aneira9 adaptada de Virgí!io. E!e #o tra9 a!'# di o9 +ue e# u#a e>iFição e petacu!ar para ri&a!i:ar co# a #aiore rea!i:açSe do egípcio 9 a capita! do E tado (nido ' di po ta de ta! #odo +ue e# .para u# re!ato co#p!eto.Para #açon e ot'rico co#o Pren e Pa "ington9 o ato de con agrar u#a pedra 5unda#enta! e# u# #o#ento a tro!1gico propício igni5ica&a con&idar a "ierar+uia de ere ce!e tiai a participar da ceri#Lnia.e pe!o 5i# do do#ínio da Igre<a cat1!ica no #undo e pe!o início de u#a no&a era e piritua!. e>pre ão R. % +ue ' i#portante ne ta "i t1ria9 e +ue no a<uda a co#eçar a unir no o te#a 9 ' +ue a capita! Pa "ington 5oi p!ane<ada para receFer I i 9 a deu a a ociada a Virge#. Da&id %&a on #o tra +ue u# grande triEngu!o de rua 9 tendo a Penn y!&ania .&enue co#o "ipotenu a9 a i# 5oi de en"ado por Pa "ington e 7atroFe para e pe!"ar a con te!ação de Virge#.o !i&ro de Da&id .R . . Na c'du!a de d1!ar9 portanto9 an eia. de ago to de cada ano o 4o! Fan"a a Penn y!&ania .ãe a participar do de tino do E tado (nido . Rep!eta de i#Fo!i #o e ot'rico9 e!a 5oi de en"ada oF a 'gide do pre idente Roo e&e!t9 u# #aço# de . E preci o todo u# !i&ro . Na 0c!oga 9 e!e an eia por u#a no&a era9 +uando a pe oa &o!tarão a e tar reunida co# o deu e de 5or#a +ue não "a&erA nece idade de re!igião.R/8piter9 5a&oreça-no e# no o e#preendi#ento.n grau9 +ue e acon e!"ou oFre o i#Fo!i #o ocu!to co# eu &ice-pre idente9 Cenry Pa!!ace9 #aço# e di cípu!o do teo o5i ta e arti ta Nic"o!a Roeric".

% E tado (nido do#inaria# o #undo e a grande oraçSe e# pedra de Pa "ington 5o e# atendida e a antiga pro5ecia e rea!i:a e#. .. .igue!9 arcan<o do 4o!9 retornaria.no. .grippa e Parace! o9 pre&iu +ue a 'poca de 2aFrie!9 o arcan<o da 7ua9 eria ucedida pe!a 'poca de .de&eria !e&ar ao 5i# do Ha!i Xuga9 a idade da tre&a do "indu 9 +ue co#eçou e# .igue! oFre e a 5orça . % Xuga ão deter#inado a trono#ica#ente9 endo di&i Se do 2rande .Vi#o +ue a t'cnica ecreta para e c"egar a e tado a!terado ão en inada dentro da ociedade ecreta . % ní&ei #ai a!to pode# con5erir o do# da pro5ecia. co# o a a inato de Hri "na.igue! &iria para co#Fater a 5orça 9 5or#ada por an<o corro#pido e de#Lnio 9 +ue atacaria# a Terra no 5ina! do 'cu!o YIY e no início do YY9 de acordo co# a pre&i Se . % aFade Trit3#io9 in5!uenciado por /oa+ui# e +ue in5!uenciou *orne!iu . +ue 4ão .o con&idar a Deu a .igue!9 o arcan<o do 4o!.ãe a participar do de tino do E tado (nido 9 Pa "ington ta#F'# e ta&a an iando por u#a no&a era9 u#a no&a Pro&id3ncia. Vi#o no *apítu!o . Na &erdade9 o a tr1!ogo iniciado do #açon perceFera# +ue Trit3#io "a&ia co#etido u# pe+ueno erro e# eu cA!cu!o a tronL#ico ga tro!1gico e +ue a era de . % iniciado de di5erente tradiçSe e ot'rica de di&er a parte do #undo pre&ira# o a!&orecer de u#a no&a era.*. % grande iniciado t3# u# con"eci#ento tão aFrangente do e pírito uperiore e de eu p!ano para a "u#anidade +ue con egue# traFa!"ar con ciente#ente para a<udar no cu#pri#ento de te p!ano .102 a. 2rau di tinto de iniciação !e&a# a di5erente ní&ei de a!teração.igue! co#eçaria e# 1DB9. .co# a a<uda "u#ana . E# todo o #undo9 J #edida +ue e e ano e apro>i#a&a9 o #açon p!ane<a&a# erigir #onu#ento 9 oFretudo oFe!i co . &it1ria de . /oa+ui#9 Dee e Parace! o pro5eti:ara# a &o!ta de E!ia 9 +ue traFa!"a&a no Fa tidore da "i t1ria para a<udar a "u#anidade a e 5orta!ecer para en5rentar a pro&açSe +ue &iria#. E!e pre&iu +ue e te grande e&ento aconteceria e# 1DD1. % #açon do 'cu!o YVIII e YIY pre&ira# +ue 4ão .igue! tra&ou a !uta do Fe# contra a 5orça do #a!9 !iderando a "o te de an<o do Fe#.

t!Entico traFa!"a&a# no tran porte de e doi oFe!i co por #ar9 u# para 7ondre 9 onde 5oi erguido no Victoria E#FanI#ent9 de 5rente para o TE#i a . Moi co!ocado !A e# 1. Da #e #a #aneira +ue u# 5aro! gigante co9 e!e atrai a in5!u3ncia e piritua! do 4o!.gu!"a de *!e1patra.e popu!ar#ente con"ecido co#o .% egípcio &ia# o oFe!i co co#o u#a e trutura agrada e# +ue a M3ni> pou aria9 #arcando o 5i# de u#a ci&i!i:ação e o co#eço de outra. (# oFe!i co ' u# í#Fo!o do na ci#ento de u#a no&a era. E# 1DBB9 #açon do doi !ado do .!e>andria e# igre<a9 recon agrando ao arcan<o . .igue! o oFe!i co +ue 5ica&a# do !ado de 5ora9 ante con agrado a Tot ou Cer#e . 4eu oFe!i co g3#eo 5oi erguido no *entra! ParI9 e# No&a XorI9 organi:ado por u# grupo de #açon !iderado por #e#Fro da 5a#í!ia VanderFi!t. de ete#Fro de 1DBD9 +uando o 4o! e ta&a e# eu :3nite. *on tantino o 2rande con&erteu u# te#p!o de .

/A pode ter ocorrido a a!gun !eitore +ue o oFe!i co ão erigido co# proe#in3ncia e#e!"ante e# conte>to ec!e iA tico 9 co#o o oFe!i co erguido pe!o arti ta iniciado 2ian!oren:o )ernini na praça diante da Fa í!ica de 4ão Pedro9 e# Ro#a. E co#o o +ue acontece na Terra e#pre ' u# eco do +ue aconteceu ante no #undo e pirituai 9 u#a grande guerra eria tra&ada no c'u ante de er tra&ada a+ui9 no p!ano terreno. % e ca!Se uperiore da "ierar+uia da Igre<a +uere# i#pedir +ue eu reFan"o ten"a con"eci#ento da origen a trai de ua re!igião.o erguere# u# oFe!i co no *entra! ParI9 e# No&a XorI9 o #açon e ta&a# e&ocando 4ão . .igue! era o !íder da "o te ce!e tiai e a tran ição de u#a orde# para outra e#pre ' #arcada por guerra .*o#o &i#o 9 . .igue! e todo o eu an<o 9 pedindo a a<uda de!e en+uanto procura&a# e taFe!ecer a !iderança do E tado (nido na era a o!ada por guerra +ue !ogo na ceria.

er enne9 cu<o patrono era Ric"e!ieu9 De carte de en&o!&eu u#a 5i!o o5ia raciona!i ta9 u# i te#a 5ec"ado de raciocínio e# nece idade de re5er3ncia ao reino do entido .arin . . E!e podia# u ar roupa parecida 9 e#Fora #ai na #oda9 co# a+ue!a tra<ada por conte#porEneo na ..e a nação #ai podero a e in5!uente. -'rmain * SS' 'nGor)< Blak' ' a( ori)'n( ('@uai( o romanti(mo *ontudo9 e# #eado do 'cu!o YVIII9 a a cen ão J upre#acia do E tado (nido era apena u#a &i ão #í tica.ge# na pe oa e# ní&ei aFai>o do con ciente9 ní&ei e# +ue o grande ere de encarnado entra# e ae# de eu e paço #enta!. Per#itiu +ue u#a uce ão de dip!o#ata e po!ítico 5rance e oFrepu<a e eu &Ario oponente . . Víti#a de &i Se 9 e!e e&idente#ente não era iniciado co#o NeQton na t'cnica a!+uí#ica +ue podia# dar ace o con tante9 ta!&e: at' contro!ado9 ao #undo e pirituai . No 5ina! do 'cu!o YVII e no 'cu!o YVIII9 a Mrança tornou. E!e ta#F'# tra:e# pi ta u5iciente para a+ue!e cu<a intenção ' tão 5orte +ue pode# at' decodi5icA-!o . E# co!aForação co# o #ate#Atico e te1!ogo . Ta!&e: e<a igni5icati&o +ue De carte <a#ai ten"a tido uce o ao tentar !oca!i:ar o ro a-cru:e 9 e#Fora ten"a pe +ui ado por #uito ano 9 c"egando at' a &ia<ar J .er enne contriFuiu para a e&o!ução de u#a no&a 5or#a de cetici #o. 5i!o o5ia de De carte e . 2? A R'+olu!"o M%(tico4('@ual O car 'al Rich'li'u * Ca)lio(tro * A i 'nti a ' ('cr'ta o con ' ' St. .!e#an"a co# e te oF<eti&o.trae# o ere de encarnado da "ierar+uia e pirituai . % iniciado de dentro e de 5ora da Igre<a criara# grande oFra de arte e ar+uitetura para a<udar a condicionar a "u#anidade para ua e&o!ução 5utura.a e e #onu#ento 5unciona# e# ní&ei di5erente . E>tre#o de Fe# e #a!9 5!orete e !íngua a5iada decidira# o de tino do #undo no corredore do 7ou&re9 J 'poca Ver a!"e .

.. )e!a e in en í&e!9 entendia +ue toda a açSe "u#ana era# #oti&ada pe!a &aidade9 de acordo co# a .!e#an"a9 ItA!ia9 Co!anda9 E pan"a ou Ing!aterra9 #a a di5erença na con ci3ncia era tão drA tica +uanto a +ue "a&ia entre o con+ui tadore e o a teca . corte 5rance a 5oi a #ai #agní5ica da "i t1ria "u#ana9 não 1 e# ter#o #ateriai 9 #a na o5i ticação de ua cu!tura.

E#pregou u# caFa!i ta c"a#ado 2a55are! para en inar o egredo do ocu!to. .aria . *reFi!!on Mi! 9 autor do #e!"or do ro#ance !iFertino 9 7e egare#ent du coeur et de 1Ne prit9 *a ano&a e 4ade tornara#. . Parece +ue Ric"e!ieu 5icou de e perado para a!cançar a an iada 5enda para o outro !ado9 u#a .e "o#en repre entati&o 9 ad#irado pe!a co#p!e>idade e inte!ig3ncia de eu <ogo de poder.R No "iato dei>ado pe!o aFandono da inceridade9 urgiu u#a tirania do go to e do e ti!o. En+uanto a "aute cui ine era e!aForada para #anter o noFre ati 5eito na corte9 o ca#pone e #orria# de 5o#e co# o a!to i#po to e Ric"e!ieu #a acra&a di idente re!igio o . E# eguida J #a+uinaçSe ine crupu!o a do cardea! Ric"e!ieu para pro#o&er o intere e nacionai no reinado de 7uí YIII9 7uí YIV agregou para i o títu!o de Rei 4o! V #a ' c!aro +ue "a&ia u# !ado o#Frio. . . 4eu #entor9 Pore /o ep"9 a e#inence gri e origina!9 en inou!"e e>ercício e pirituai +ue de en&o!&era# eu podere p í+uico . ROuando in i ti#o na &irtude do outro e>pre a#o u#a e ti#a por no o pr1prio enti#ento #ai re5inado R9 5oi u#a de ua crítica irLnica e arra adora J nature:a "u#ana.e u# 5i# e# i. % cardea! Ric"e!ieu porta&a u# ca<ado de ouro e #ar5i# e o ini#igo te#ia# eu podere #Agico . Z #edida +ue a e piritua!idade 5oi eparada da e>ua!idade9 !iFertino co#o *"oder!o de 7ac!o 9 autor de 7e !iai on dangereu e 9 di e er u#a aran"a no #eio de u#a &a ta teia de intriga e>ua! e po!ítica.#A>i#a de 7a Roc"e5oucau!d. E# todo ato e>ua! "A u# e!e#ento de e 5orço. (# "o#e# c"a#ado Du-Foy9 ou DuFoy 9 +ue di:ia# er de cendente de Nic"o!a M!a#e!9 5oi &3-!o carregando u# #anua! de #agia de 5ra eado oF curo.ai tarde .ntonieta eria protegida da &i ão do doente 9 &e!"o e poFre 9 e 7uí YIV !ia e re!ia oF e i&a#ente u# re!ato da decapitação de *ar!o I9 atraindo para i o +ue #ai te#ia. Ecoa&a# pe!a corte Foato de egredo e ot'rico podero o .gora e te e 5orço tornou. RNão i#porta o +uanto 5a!e# Fe# de n1 R9 di e e!e9 Rnão no di:e# nada +ue <A não aiFa#o .e #o entre o #ai en í&ei e inte!igente 9 o e>o podia er redu:ido a u# e>ercício de poder.a Du-Foy 5oi incapa: de interpretA-!o para o cardea! e a i# 5oi en5orcado.

gora o iniciado co#eça&a# a e apre entar di 5arçado de trapaceiro e e#-&ergon"a. 4e#pre e concentrara# na nature:a engano a#ente parado>a! do co #o.&e: +ue e#pregou #'todo cada &e: #ai radicai . E!e co#eçou a to#ar a!gu#a gota toda #an"ã9 ao na cer do 4o!9 co# u#a taça de &in"o. Para o +ue e ta&a# na Fa e da ociedade e!e parecia u#a e p'cie de anto. (rFan 2randier9 u# upo to adorador do diaFo9 e ta&a endo torturado !enta#ente at' a #orte por orde# de Ric"e!ieu +uando9 di:. (# do #'dico de 7uí YIV9 c"a#ado 7e eFren9 5e: u# e tran"o re!ato do +ue aconteceu a u# a#igo +ue tin"a preparado o +ue acredita&a er u# e!i>ir da &ida. Então e!e co#eçou a #ini trar e te re#'dio a u#a ga!in"a en&e!"ecida9 #o!"ando o #i!"o ne!e. Ouando *ag!io tro 5oi de a5iado a u# deFate diante de eu pare inte!ectuai 9 eu oponente *ourt de 2'Fe!in9 a#igo de )en<a#in MranI!in e . (# rapa: poFre da rue!a da 4icí!ia e rein&entou co#o conde *ag!io tro.i a Negra.onte pan9 pro&ocou a #orte da <o&e# ri&a! por inter#'dio de u#a . Ouando *ag!io tro 5oi !iFertado da )a ti!"a depoi de u# curto período de pri ão9 cerca de D #i! pe oa 5ora# ap!audi-!o. .R .p1 ei dia 9 a pena co#eçara# a cair at' +ue a a&e 5icou co#p!eta#ente depenada. . Entre e>tre#o de cetici #o e credu!idade9 onde era# co#un c"ar!atSe e 5raude 9 o iniciado aut3ntico de en&o!&era# #aneira de e apre entar ao #undo e>terior. *o#eçou a dar a poção a u#a er&iça! ido a9 #a e!a ta#F'# 5icou co# #edo e e recu ou a continuar.i!agre de cura rea!i:ado entre o poFre de Pari 9 +ue não podia# pagar por u# #'dico9 5i:era# de!e u# "er1i popu!ar. % #e tre e ot'rico e#pre ouFera# +ue ua aFedoria parecia to!a ao não iniciado . a#ante de 7uí YIV9 . Depoi de dua e#ana 9 co#eçara# a cre cer no&a pena 9 #ai &i to a e de core #ai Fonita do +ue a +ue ti&era na <u&entude e e!a reco#eçou a pLr o&o . Por #eio de u#a #i tura de c"ar#e "ipn1tico9 eu "AFito de u ar co#o i ca 4erap"ita9 a !inda e <o&e# e po a9 e oFretudo ua po e9 egundo Foato 9 da pedra 5i!o o5a!9 e!e a cendeu ao topo da ociedade europ'ia.e9 e!e a&i ou: RVoc3 ' u# "o#e# capa:9 não de trua a i #e #o. .ada#e de . Depoi de 16 dia 9 eu caFe!o e a un"a co#eçara# a cair e e!e perdeu a corage#.

Depoi de u# <antar pri#oro o9 o er&o e retirara# e 4ai )aFa !e&ou o con&idado J FiF!ioteca. Oue# per i ti e e con egui e intoni:ar9 de coFria +ue a di cip!ina e pirituai de 2urd<ie55 5unciona&a#. .p1 ua #orte9 re&e!ou.I.e +ue c"egou a pre&er a data e>ata de te e&ento .e# u#a pic"ação encontrada na parede da ce!a de pri ão e# +ue e!e #orreu. Virou a pa!#a da #ão e re&e!ou u#a corrente de ouro co# u# cruci5i>o. . E cre&eu de u# 1rgão na Fa e da e pin"a +ue podia capacitar +ua!+uer u# a &er tudo de caFeça para Fai>o e J a&e a 9 c"a#ando-o de RHunderFu55erR.eu a#igo e ta&a &ia<ando co# a !inda na#orada. Da #e #a 5or#a9 e cre&eu oFre deu e e# na&e e paciai gigante e di e +ue a uper5ície do 4o! ' 5ria. .reno#ado e pecia!i ta e# 5i!o o5ia e ot'rica9 !ogo ad#itiu +ue e ta&a e opondo a u# "o#e# cu<a erudição upera&a de !onge a de!e. Di e J garota +ue era #agia de &erdade e e tendeu a pa!#a da #ão para e!a9 o5erecendo-!"e o oF<eto9 +ue a #eu a#igo pareceu Fri!"ar co# u#a aura o#Fria. E# u#a 5a#o a carta de 20 de <un"o de 1BD?9 pro5eti:ou +ue a )a ti!"a eria co#p!eta#ente de truída9 e di:ia. Ta!&e: o iniciado #ai cari #Atico e de concertante do 'cu!o YY ten"a ido 2. Oua!+uer u# +ue repudia e i o e #o tra&a indigno. De repente 4ai )aFa e tendeu u# ino de coFre gra&ado co# inai e ao #e #o te#po pareceu pegar a!gu#a coi a no ar. . (# a#igo #eu &ia<ou J índia para &i itar o reno#ado #e tre9 iniciado e #i!agreiro 4ai )aFa. PerceFeu +ue e!e e ta&a e tran"a#ente pr1>i#o de!a e 5icou an io o +uando 4ai )aFa &o!tou a con&er a para o te#a da di#en ão e>ua! do #ito "indu .16 de <u!"o . Oua!+uer u# co# poder oFrenatura! e tA u<eito a o5rer tentaçSe . 2urd<ie55.e +ue e!e J &e:e u a&a podere induFitA&ei de contro!e #enta! para a ediar #u!"ere <o&en e &u!nerA&ei . *ag!io tro ta#F'# parece ter tido podere e>traordinArio de pro5ecia.eu a#igo e ta&a 5o!"eando u# !i&ro en+uanto a na#orada con&er a&a co# 4ai )aFa. De ta #aneira9 propo ita!#ente deu u# no#e ri í&e! J erpente Iunda!ini9 a re er&a de energia +ue 5ica enro cada na Fa e da e pin"a9 e encia! J prAtica tEntrica. E!e apre entou ua id'ia de!iFerada#ente de 5or#a aF urda.

(# de!e inc!uía introdu:ir ecreta#ente angue #en trua! no a!i#ento co#o 5or#a de de pertar o de e<o e>uai de u# "o#e#. Te&e u#a &i ão perturFadora de !adrSe de t8#u!o e perceFeu +ue e te cruci5i>o e a corrente tin"a# ido e ca&ado da epu!tura de u# #i ionArio <e uíta. 4teiner reco#enda +ue u#a in5e tação de argana:e de&e er tratada co# a +uei#a9 no ca#po9 de cin:a de u# argana: preparado +uando V3nu e tA no igno de E corpião. *ontando-#e i o #uito ano depoi 9 #eu a#igo di e +ue depoi +ue Pr1 pero +ueFrou o Fa tão no 5ina! de . E!e con5rontou 4ai )aFa co# i o e a i#9 de#on trando eu pr1prio podere #Agico 9 con eguiu 5a:er co# +ue e!e recua e. 4e *ag!io tro ainda ' u# enig#a9 o "o#e# +ue e!e procurou era u# #i t'rio ainda #aior. E te #'todo9 e!aForado por Rudo!5 4teiner9 depende da corre pond3ncia entre p!anta e o e pírito da e tre!a 9 de crita por Parace! o e )oe"#e. I o podia er e tran"o9 #a e# 200? o go&erno FritEnico anunciou eu p!ano de de tinar u#a grande &erFa ao de en&o!&i#ento da agricu!tura RFiodinE#icaR. 2er#ain e# u# ca te!o na . E!e perguntou de onde &in"a a corrente.pareceu diante de eu pr1prio o!"o R9 di e 4ai )aFa. E>i tiria a!gu#a outra e&id3ncia ugerindo +ue a #agia ainda ' praticada "o<eT E# u# eFo de !i&ro e# TunFridge Pe!! 9 deparei-#e co# u# pe+ueno e conderi<o de carta e# +ue u# ocu!ti ta da&a con e!"o oFre co#o u ar 5eitiço #Agico para atingir eu oF<eti&o .eu a#igo pegou a corrente9 para e&itar +ue a na#orada a toca e.!e#an"a e# 1BD= regi tra +ue e!e e ua e po a c"egara# J dua . E>i te u#a !ei egundo a +ua! o poder ' di poniFi!i:ado e# igua! +uantidade a u# #ago negro e u# #ago Franco u a eu podere ocu!to . te#pe tade9 o iniciado 5ora# proiFido de e>ercer eu podere #Agico 9 a não er e# circun tEncia e>cepcionai co#o e ta. R.E!e ta#F'# perceFeu +ue o inai no ino era# tEntrico e entendeu +ue a intenção de&ia er en5eitiçar ua na#orada co# u#a &i ão para edu:i-!a. . % re!ato do pr1prio *ag!io tro oFre o encontro co# o conde de 4t. 4egurando-a na pa!#a da #ão9 u ou a arte da p ico#etria para deter#inar ua origen .

)ai>o e de pe!e #orena9 e#pre u a&a roupa preta e dia#ante e>traordinArio .R 0 e&idente +ue *ag!io tro pen ou ter recon"ecido 4t.re oou pe!o te#p!o. 2er#ain aFia e>ata#ente +ue# era *ag!io tro .credita&a. 2er#ain9 #a +ue# era e!eT Ca&ia u#a pi ta no 5ato de +ue 4t. % conde de 4t. ROue# ' &oc3T De onde &e#T % +ue +uerTR 0 c!aro +ue pe!o #eno e# u# entido 4t. 2er#ain e di e9 depoi de a!gu# te#po: RVi# e&ocar o Deu da M'9 o Mi!"o da Nature:a9 o Pai da Verdade. 4entando. 2er#ain9 doi ac1!ito erguia# tige!a de onde o incen o +uei#a&a e9 en+uanto *ag!io tro entra&a9 u#a &o: de encarnada +ue e!e <u!gou er a do conde V e#Fora eu !AFio não e #o&e e# . 4t. ( a&a #uito an'i de dia#ante 5aFu!o o e no peito pou a&a u#a <1ia +ue parecia re5!etir a !u: de toda a &e!a e cinti!a&a e# *ag!io tro e 4erap"ita.e do doi !ado de 4t. . De repente9 co#o nu# pa e de #Agica9 enor#e porta e aFrira# e re&e!ara# u# &a to te#p!o +ue de !u#Fra&a pe!a !u:e de #i!"are de &e!a . . . 2er#ain apareceu uFita#ente na ociedade europ'ia e# 1B109 ao +ue parece &indo da Cungria e aparente#ente co# cerca de cin+Uenta ano de idade. ponte !e&adiça Fai>ou e e!e a atra&e ara#9 c"egando a u# pe+ueno a#Fiente e curo.e ao c"ão diante de 4t.a5ina!9 a &i ita 5ora #arcada -9 #a e!e e ta&a perguntando oFre ua encarnaçSe anteriore 9 eu dae#on9 eu #oti&o #ai ínti#o . 4ua caracterí tica #ai intere ante era# o o!"o "ipn1tico . 2er#ain e ta&a entado no #eio do te#p!o. Vi# #e doar co#o eu e cra&o9 eu ap1 to!o9 eu #Artir.da #an"ã9 e>ata#ente na "ora #arcada. 2er#ain "a&ia iniciado *ag!io tro no #i t'rio te#p!Ario 9 !e&ando-o a u#a &iage# 5ora do corpo9 5a:endo-o oFre&oar u# #ar de Fron:e derretido para e>p!orar a "ierar+uia ce!e tiai . 4egundo conta#9 e!e !ogo do#inou a atenção da ociedade e# ra:ão de ua rea!i:açSe 9 e ta#F'# por 5a!ar #uita !íngua 9 tocar &io!ino e pintar.e +ue e!e pratica&a t'cnica de re piração ecreta en inada pe!o 5a+uire "indu e9 para #e!"or #editar9 adota&a po içSe de ioga então .!'# di o9 parecia ter u#a capacidade e>cepciona! para !er #ente . Vi# pedir u# do 60B egredo +ue e!e tra: e# eu eio. *ag!io tro atirou.

.inda +ue ningu'# ouFe e de onde &in"a eu din"eiro V a!gun di:ia# +ue era da a!+ui#ia V e!e era e&idente#ente rico e de 5or#a a!gu#a u# a&entureiro de e perado. 4eria tentador de pre:ar tudo i o co#o u# ro#ance ao e ti!o de . E#Fora co#parece e a Fan+uete 9 nunca 5oi &i to co#endo diante do outro e FeFia apena u# e tran"o c"A de er&a +ue e!e pr1prio prepara&a. Para pegar e#pre tada u#a 5ra e do e#inente e critor de 5icção cientí5ica e e ot'rico P"i!ip H. 2er#ain era ua !onge&idade. 2er#ain ' *"ri tian Ro encreut: reencarnado na era do i!u#ini #o9 da e>pan ão i#peria! e da dip!o#acia internaciona!. DicI9 e!e aprendeu a recon tituir eu corpo depoi da #orte. . 2er#ainT (#a c"a&e para ua identidade ecreta e tA na "i t1ria da #açonaria.!i9 e# 1B?19 negociou u# acordo c"a#ado Pacto Ma#i!iar9 +ue preparou o ca#in"o para o Tratado de Pari 9 dando 5i# J guerra co!oniai entre a Mrança e a 2rã-)retan"a.e +ue e!e cun"ou o #antra #aço# R7iFerdade9 Igua!dade9 MraternidadeR e9 +uer e<a &erdade ou não9 e!e pode er &i to co#o o e pírito &i&o da #açonaria e ot'rica. .!'# de Ra#eau9 entre e!a e ta&a# Vo!taire9 Corace Pa!po!e9 *!i&e da índia e *a ano&a. E#Fora co# 5re+U3ncia e<a con5undido co# *ag!io tro9 e!e nunca 5oi 5!agrado e# nen"u# ato de de one tidade.!e>andre Du#a 9 #a a te te#un"a +ue dei>ara# re!ato de encontro co# e!e por u# período tão !ongo era# de tatu #uito e!e&ado. Na "i t1ria ecreta9 4t. Oue#9 então9 5oi o conde de 4t. % e 5orço de 4t.ai particu!ar#ente9 4t. . . Tendo aparecido na &ida p8F!ica e# 1B109 ao +ue parece no 5ina! da #eia-idade9 +uando con"eceu o co#po itor Ra#eau e# Vene:a9 continuou na &ida p8F!ica pe!o #eno at' 1BD29 e# parecer en&e!"ecer. 2er#ain e#pre parecia# er e# pro! da pa:. E!e 5oi u#a 5igura proe#inente na corte de 7uí YV9 endo ínti#o de . Di:ia. 2er#ain de&e er identi5icado co# outra per ona!idade cercada de Foato 9 contra Foato e incerte:a +uanto a rea!#ente ter &i&ido.ada#e de Po#padour e do pr1prio rei.a o #aior #i t'rio e# torno do conde de 4t.de con"ecida no %cidente. *ontinuou a er &i to pe!o noFre at' 1D22. .

Parte da #i ão de 4t. .Fi559 o .Fi55 !e&ou J perda do VerFo. .I o de&e no a!ertar para u# #i t'rio ainda #ai pro5undo. E# certo ní&e!9 o VerFo perdido era u# poder de procriação oFrenatura! +ue a "u#anidade Frandira ante da Oueda na #at'ria. Eno+ue 5oi o pri#eiro pro5eta do deu 4o!9 u# "o#e# cu<a 5ace Fri!"a&a co# u#a radiEncia o!ar. E# u#a encarnação anterior9 Ro encreut:g2er#ain 5oi Cira# .e tre *on trutor do Te#p!o de 4a!o#ão.a o #i t'rio #ai pro5undo de a indi&idua!idade di: re peito a u#a encarnação ainda anterior9 da 'poca e# +ue o corpo "u#ano e ta&a# no !i#ite para e tornar carne 1!ida. % a a inato de Cira# . 2er#ain9 por inter#'dio da #açonaria e ot'rica9 5oi a reintrodução do con"eci#ento do VerFo no cur o da "i t1ria.

artine de Pa +ua!!y.artin9 en ina&a +ue Rcada "o#e# ' u# reiR.^ não 1 pe!o a#or pe!a Fe!a -arte 9 #a ainda #ai pe!o princípio e!e&ado da &irtude9 da ci3ncia e da re!igião9 e# +ue o intere e da 5raternidade e de toda a 5a#í!ia da "u#anidade pode# e encontrar ].R . E 5orça#o-no para a reunião de toda a pe oa e# u#a #ente i!u#inada9 ]. ..09 5e: u# di cur o para no&o iniciado e# Pari e# 1B.B: RTodo o #undo nada ' a!'# de u#a grande rep8F!ica. E# eguida ao e taFe!eci#ento da !o<a -#ãe na E c1cia9 e# 7ondre e e# Pari 9 o grande e&ento da #açonaria no 'cu!o YVIII aconteceu na d'cada de 1B?0. #açonaria proporcionou u# e paço protegido para a di cu ão to!erante de id'ia 9 para a !i&re pe +ui a cientí5ica e para a in&e tigação do #undo e pirituai .Ouando 4t. "i t1ria ecreta do #undo do 5ina! do 'cu!o YVI ao 'cu!o YIY ' do#inada pe!o traFa!"o9 no Fa tidore 9 do grande #e tre e!e&ado da tradição ocidenta!9 Eno+ue e E!ia 9 e por preparati&o para a de cida do c'u do arcan<o do 4o! V e9 a!'# di o9 da de cida de u# er ainda #ai e!e&ado. % rituai da E!u *oen 9 e!aForado por De Pa +ua!!y9 J &e:e dura&a# ei "ora e en&o!&ia# u# incen o +ue #e c!a&a a!ucin1geno e e poro de cogu#e!o agArico. No rituai 5inai de 4tani !a de 2uaita9 #uito in5!uenciado por De Pa +ua!!y9 u#a &enda era . Na e>pre ão R7iFerdade9 Igua!dade9 MraternidadeR9 4t.. E te "o#en prepara&a# o ca#in"o para o 4egundo .^ e a partir do +uai o 8dito de todo o reino po a# aprender a e a#ar. 2er#ain !e&ou *ag!io tro a u#a e>cur ão pe!o c'u 9 e!e 5i:era# a <ornada de crita no 7i&ro de Eno+ue. 2er#ain antecipa&a u#a 'poca e# +ue a "u#anidade c"egaria ao deu 4o! co# !iFerdade de pen a#ento e &ontade9 co#o tin"a# dei>ado de 5a:er na pri#eira &e: e# +ue E!e &eio.. Moi a 5undação da %rde# de E!u *oen ]ou R4acerdote E!eito R^ pe!o #ago portugu3 . *o# o a&ançar do 'cu!o YVIII9 a &i Se do conde #i terio o tornara#.e #ai rara 9 #a u# e pírito de oti#i #o e e>pectati&a enc"ia a !o<a da ociedade ecreta .d&ento. % ca&a!eiro Ra# ay9 en"or de terra e coc3 +ue 5undou a 2rande 7o<a e# Pari e# 1B.. Na Mrança9 Ro Mi!1 o5o De con"ecidoR9 4t. .

Ouando 5oi iniciado por )en<a#in MranI!in9 receFeu9 para Fei<ar9 u# a&enta! pertencente a Ce!&'tiu 9 u# 5a#o o cienti ta uíço cu<o re!ato da tran #utação a!+uí#ica continua endo a egunda narrati&a de #aior autenticidade depoi da+ue!a de 7eiFni:. Ma#o o por ua den8ncia geniai e &io!enta J re!igião9 e# gera! e con idera +ue Vo!taire odia&a Deu .açonaria de Puto Egípcio9 +ue eria #uito in5!uente na Mrança e na .retirada e o candidato podia e &er diante de "o#en +ue u a&a# #A cara egípcia e capu:e 9 apontando e pada e# i!3ncio para eu peito.#'rica. Vi&endo e# Pari na 'poca do Terror9 4t. Vere#o #ai c!ara#ente o +ue i o igni5ica no capítu!o eguinte9 #a no #o#ento Fa ta di:er +ue o iniciado da ociedade ecreta 5icara# pa #o co# e a no&a &i Se .+ue 5or<ara a c"a&e .+ue aFria# a porta para e ta rea!idade e de doFra&a &i Se #ara&i!"o a de po iFi!idade ]. . Dee tentou tra:er de &o!ta a &erdadeira e>peri3ncia e piritua! para a Igre<a pe!a prAtica da #agia ceri#onia!9 "o#en co#o De Pa +ua!!y e *ag!io tro 5i:era# o #e #o na #açonaria. .. E# 1BD29 *ag!io tro 5undou a .. % "i toriador da #açonaria e da e>peri3ncia #í tica .E.artin9 di cípu!o e uce or de De Pa +ua!!y9 deu #eno 3n5a e J ceri#Lnia e #ai J di cip!ina e ot'rica interna . . . E!e 5a!a&a de Vo!taire co#o o "o#e# R+ue tin"a a c"a&e . i# co#o o Dr. PrAtica condenada e arte proiFida podia# !e&ar9 atra&' de a!gu#a nu&en de #i t'rio9 J !u: do con"eci#entoR.artin per#itiu +ue "o#en e #u!"ere 5o e# a eu apo ento 9 iniciando-o por u#a di po ição #í tica da #ão . 4eu peito e ta&a# rep!eto de tanta 5' e oti#i #o +ue e!e e# d8&ida concordara# co# Pord Qort" +uando e!e di e +ue aFençoado era a+ue!e +ue a#an"ece para e tar &i&o.^. In5!uenciado por ua !eitura de )oe"#e9 ua &er ão da 5i!o o5ia #artini ta ' at' "o<e #uito in5!uente na #açonaria 5rance a.. 4t. Paite e cre&eu oFre o R on"o de ci3ncia antigaR da #açonaria9 Rproc!a#ando +ue a rea!idade por trA do on"o de&e er procurada no e pírito do on"o R. E!e corria# ta! perigo +ue continuara# a u ar a #A cara durante a reuniSe 9 a 5i# de e conder ua identidade at' u# do outro. Na rea!idade9 e!e e opun"a a u#a re!igião organi:ada.

% #undo e tornara toda e a coi a V a!'# de #ai in incero e 5rí&o!o. % idea!i #o no entido #ai co#u# e co!o+uia! . % ro#anti #o 5oi e# parte u#a tentati&a de entrar e# con5or#idade co# u# enti#ento arreFatador +ue &in"a de Fai>o e +ue "o<e c"a#aría#o de incon ciente.co# o igni5icado de &i&er de acordo co# ideai e!e&ado V 5oi u#a in&enção do 'cu!o YIY9 co#o oF er&ou 2eorge 4teiner.Entre o arti ta p!A tico 9 e critore e co#po itore da ociedade ecreta 9 e e i#en o entu ia #o e e a e>pectati&a do a!&orecer de u#a no&a era deu !ugar ao #o&i#ento ro#Entico. E ta 5oi u#a "i t1ria do #undo egundo o idea!i #o . Na terra de EcI"art9 &Ario e critore &ia# a Mrança co#o u# paí de Rcru'i #e tre:in"o da dança +ue não co#preendia# a &ida interior do "o#e#R. i#aginação pode er treinada a apreender rea!idade #ai e!e&ada do +ue o #ateria!i #o propagado pe!o ap1 to!o do en o co#u#. 4e#pre +ue "A u# grande 5!ore ci#ento de arte e !iteratura i#aginati&a 9 co#o na Rena cença e no ro#anti #o9 de&e#o de con5iar da pre ença9 e# a!gu# !ugar na o#Fra 9 do idea!i #o agrado co#o u#a 5i!o o5ia de &ida e da ociedade ecreta +ue cu!ti&a&a# e ta 5i!o o5ia. Daria !ugar a #8 ica e poe ia inten a . .e con iderar#o o idea!i #o e# eu entido 5i!o 15ico de propor +ue a id'ia ão #ai reai do +ue o oF<eto . Ca&ia in+uietação #e #o ante do Terror9 u#a ang8 tia de +ue9 e#Fora a ociedade pude e e tar correndo por !in"a reta 9 e te e#preendi#ento não era ade+uado para a nature:a "u#ana ne# para outra 5orça #ai o#Fria +ue opera&a# 5ora da !ei da nature:a. E te idea!i #o e>a!taria oFretudo a i#aginação9 u tentando a crença #í tica e e ot'rica de +ue a i#aginação ' u# #odo de percepção uperior ao o5erecido pe!o entido . . Não teria paci3ncia co# a con&ençSe e e ti#u!aria a e pontaneidade e a entrega. No 'cu!o anterior9 a !o<a #açLnica de Ing!aterra9 E tado (nido e Mrança tentara# criar ociedade +ue 5o e# #eno cru'i 9 uper ticio a e ignorante 9 #eno repre i&a e preconceituo a e #ai to!erante .e #ai u#a &e: u#a 5i!o o5ia de &ida. *o# 7e ing9 4c"!ege! e 4c"i!!er o idea!i #o 5i!o 15ico tornou.

Na "i t1ria con&enciona!9 o ro#anti #o 5oi u#a reação ao 'cu!o YVIII9 #ai cort3 e organi:ado.enciona#o a &Aria t'cnica para indu:ir e tado a!terado 9 inc!u i&e e>ercício re pirat1rio 9 dança e #editação. . De coFriu ta#F'# +ue e!e podia apro5undar o tran e ao incroni:ar ua re piração co# a pu! ação. 0 in truti&o9 então9 eguir co# .ar "a Heit" 4uc"ard re&e!a +ue 4QedenForg e ti&era e>peri#entando co# deter#inada t'cnica e>uai para c"egar a e tado a!terado de con ci3ncia e>tre#o +ue era# en inado na aparente#ente re peitA&e! cape!a . . . .ar "a Heit" 4uc"ard o di5erente e tAgio de de en&o!&i#ento da prAtica de 4QedenForg9 regi trado e# eu diArio e a!udido e# ua puF!icaçSe . E##anue! 4QedenForg9 engen"eiro ueco9 parecia u#a per ona!idade o egada e re peitA&e!9 co#parecendo J cape!a .orA&ia todo do#ingo.gora eu caFe!o era eriçado. Ouando não per#itira# ua entrada9 correu para u# 5o o de e goto pr1>i#o9 de piu.e #o +uando #enino9 4QedenForg e>peri#entara o contro!e da re piração. Na "i t1ria ecreta9 5ora# 5orça de#oníaca 9 e não apena uFcon ciente 9 +ue pro&ocara# ta! reação. . E!e perceFera +ue entra&a e# u#a e p'cie de tran e e prende e a re piração por !ongo período . . origen de ta reação era# e>uai .e ia .e co# o +ue podia "a&er de errado co# eu in+ui!ino. E# <u!"o de 1B669 /o"n Pau! )rocI#er9 u# re!o<oeiro !ondrino9 preocupa&a.a e a t'cnica e>uai ão pe ada 9 o egredo #ai Fe# guardado da ociedade ecreta .e e ro!ou no !odo9 <ogando din"eiro para a #u!tidão.ar "a Heit" 4uc"ard ta#F'# #o tra +ue Pi!!ia# )!aIe 5oi !e&ado a e ta igre<a e +ue e ta prAtica e>uai in pirara# ua poe ia.orA&ia. RZ &e:e eu era redu:ido a u# e tado de in en iFi!idade do corpo9 +ua e a u# e tado de #oriFundo9 retendo por'# #in"a . E!e e pu#a&a pe!a Foca e per eguiu )rocI#er pe!a rua9 tagare!ando e aparente#ente a5ir#ando er o . )rocI#er tentou con&enc3-!o a procurar u# #'dico9 #a e# &e: di o 4QedenForg 5oi J e#Fai>ada da 4u'cia. E# u# !i&ro recente e ino&ador9 5ruto de ano de pe +ui a #eticu!o a9 .

R]. .^ e ua c"a#a #ai inten a #eno pre:a# ].. En 4o59 a #ente c1 #ica inace í&e!9 e#ana e pírito #a cu!ino e 5e#inino 9 +ue e entre!aça# de u#a 5or#a e>ua!9 co#o o i#pu! o de e pirai de cendente de criação.. Da #e #a 5or#a +ue e a i#agen er1tica na #ente cria# o e per#a9 o ato de i#aginação a#oro a da En 4o5 gera# e5eito 5í ico ..R .e# particu!ar a i#aginação incitada pe!a e>ua!idade . #ente ].o 1= ano 9 4QedenForg 5oi en&iado para &i&er co# eu cun"ado9 +ue no ete ano eguinte eria eu #entor9 e 5oi ne te no&o !ar +ue a pe +ui a de 4QedenForg e tornara# acentuada#ente caFa!i ta .rca da 4agrada ...^ "A certa !u: e a!egria e ti#u!ante9 u#a !u#ino idade con5ir#at1ria +ue 5!erta co# a e 5era da #ente9 e u#a e p'cie de radiação #i terio a ].^ a a!#a ' con&ocada a u#a co#un"ão #ai ínti#a e &o!ta ne te #o#ento J era de ouro de ua per5eiçSe inte!ectuai . .. . Ne ta narrati&a caFa!i ta9 a Oueda acontece de&ido a u#a a#Fi&a!3ncia entre o ep"irot" #a cu!ino e 5e#inino. No aFer caFa!i ta9 o +ueruFi# ar+ueando ua a a aci#a da .4 e de #e!atonina9 ecreçSe produ:ida pe!a g!Endu!a pinea! e pituitAria +ue9 <unta 9 egundo o ocu!ti ta 9 cria# o Terceiro %!"o. Na *aFa!a9 co#o no #ito de grego e ro#ano 9 e ta e#anaçSe ão con iderada #a cu!ina e 5e#inina .... Vi#o +ue na *aFa!a9 da #e #a #aneira +ue e# toda a tradiçSe e ot'rica 9 a criação ' conceFida e# ter#o de u#a 'rie de e#anaçSe ] ep"irot"9 ou er&o ^ da #ente c1 #ica. *o#o oF er&ou ..^ +ue di para por a!gu# te#p!o no c'reFro9 ]. i#aginação .ar "a Heit"9 a pe +ui a #oderna da neuro!ogia con5ir#ara# +ue a #editação au#enta o ní&e! de DCE. .!iança no 4agrado do 4agrado no Te#p!o de /eru a!'# 5oi &i to co#o u#a i#age# do 5a:er a#or "ar#onio o do ep"irot" #a cu!ino e 5e#inino Depoi 9 . per i t3ncia e# praticar e ta t'cnica podia dar grande reco#pen a .o i#aginar 5a:er a#or de 5or#a e+ui!iFrada e "ar#onio a9 o iniciado a<uda a corrigir e te erro c1 #ico pri#ordia!.R 4QedenForg parece de cre&er di5erente 5a e de e tado a!terado +ue &i#o e tar en&o!&ido no proce o de iniciação. .'portanto con iderada o princípio de orige# da criati&idade.^ todo o pra:ere #era#ente corporai .&ida interior inc1!u#e9 au>i!iada pe!o poder de pen ar e co# re piração u5iciente para &i&er.

*.credita&a. . 0 e&idente +ue a t'cnica ão perigo a V u# do #oti&o para +ue e<a# guardada co# tanto egredo. Pode# pro&ocar o tipo de co!ap o ner&o o te te#un"ado pe!o en"orio de 4QedenForg9 para não 5a!ar de !oucura e #orte. )oF Dy!an9 +ue de certo #odo ' "erdeiro da tradição po'tica de )!aIe9 e>p!orou a!gu#a de ta prAtica . E e&idente +ue9 en+uanto #ora&a co# o cun"ado de eu pai9 e!e co#eçou a praticar e te e>ercício de contro!e de re piração e# con<unção co# a i#aginação de corpo "u#ano nu contorcendo. % e!e#ento de contro!e ' e encia! a tai prAtica e i o te&e de ta+ue e# outra tradição e ot'rica de e piritua!idade e>ua!#ente carregada. I o9 por ua &e:9 era nece Ario para redirecionar a energia e>ua! para o c'reFro e portanto a!cançar u#a Frec"a no #undo e pirituai 9 u# 3>ta e &i ionArio9 e# &e: da+ui!o +ue ' e trita#ente e>ua!. 4QedenForg e>p!orou o tantra e>ua! de #aneira deta!"ada.+uando o egundo te#p!o 5oi a+ueado por .9 urgiu no coração da pe oa u#a grande nece idade de recon truí-!o. 4QedenForg ta#F'# e cre&eu oFre #'todo rit#ado de re piração re!acionado co# a pu! ação do 1rgão genitai .ntioco e# 1?D a. Ouando o te#p!o 5oi de truído e# B0 d. e>pan ão de i#p'rio europeu para o %riente incitou Foato de prAtica tEntrica e# outra direção.orA&ia na NeQ Metter 7ane9 era u#a &er ão . . T'cnica e#e!"ante de pegar a energia e>ua! e u A-!a co#o u#a 5orça para o Fe# e piritua! ão e#pregada por a!gun grupo "a ídico atuai .e +ue e ta !etra era# e#F!e#a ou inai podero o e #Agico . .e erotica#ente na 5or#a da !etra "eFraica a +ue <A a!udi#o . 4QedenForg do#ina&a o +ue todo di:e# er u#a t'cnica e>tre#a#ente di5íci! de contro!e #u cu!ar con"ecida do iniciado indiano 9 pe!a +ua! o e per#a9 no #o#ento da e<acu!ação9 ' de &iado para a Fe>iga e a i# não ' e>pe!ido. i#agen agrada do 5a:er a#or do ep"ira #a cu!ino e 5e#inino e tão no cerne de u# progra#a para corrigir u# erro "i t1rico. Era nece Ario ter di cip!ina p ico!1gica para c"egar J ereção pro!ongada. . e ta i#agen er1tica 5ora# e>iFida e# de 5i!e pe!a rua para ridicu!ari:ar o <udeu . #i tura pecu!iar a e ta pe +ui a 9 +ue 4QedenForg de coFriu en+uanto co#parecia J igre<a .*.

Na 'poca9 o #orA&io de 7ondre e ta&a# oF o do#ínio do cari #Atico conde Gi:endor5. Gi:endor5 e ti#u!a&a o e>o co#o u# ato de acra#ento e in ta&a eu eguidore a &er a e#anaçSe di&ina e e pirituai do outro no #o#ento do c!í#a>.e e at' 5a:er a#or e# ua 5or#a e pirituai de #e#Frada . Nu# tran e &i ionArio9 o parceiro era# capa:e de e encontrar9 co#unicar. *o#o a5ir#ou 4QedenForg9 Ro parceiro &3 a parceira na #ente9 ]. (#a oração #enta! con<unta ne te #o#ento tin"a u#a 5orça #Agica particu!ar. .. .. !ança de 7ongino de&eria er9 e# 3>ta e9 en5iada ne!a repetida &e:e .e peci5ica#ente cri tã do arcano do a#or.^ cada parceiro te# o outro e# iR de 5or#a +ue RcoaFita# eu ínti#oR. E ta 5erida era9 na opinião de Gi:endor59 u#a &agina doce e aForo a +ue &ertia u# uco #Agico. % #e#Fro da congregação era# e ti#u!ado por e!e a &i ua!i:ar9 c"eirar e tocar i#aginati&a#ente na 5erida !atera! do corpo de *ri to.

.. . )!aIe tin"a &i Se de de criança.e u# &a to co #o de &ariedade in5inita..e in5Lnico.ar "a Heit" 4uc"ard regi tra +ue o pai de )!aIe era# #e#Fro de ta congregação e +ue e!e aF or&eu e a id'ia e# ua #uita !eitura de 4QedenForg. i#portEncia "i t1rica di o ' +ue a #editaçSe ecreta e a prAtica de oração de a!gun iniciado criara# u#a onda popu!ar de enti#ento contra o #ateria!i #o. *o# o ro#anti #o9 o a#or pa a a u#a no&a 5or#a e torna. .R No ro#anti #o9 a &ida interior indi&idua! a5ina! e>pandiu. (#a no&a #aneira de 5a:er a#or9 de reencenar a criação do co #o9 5oi u#a 5or#a de di:er +ue a &ida não ' i#p!e #ente u#a +ue tão de poder9 +ue e>i te# ideai #ai e!e&ado do +ue a con&eni3ncia ou a ego!atria e c!arecida9 +ue e &oc3 e e 5orçar co# a di po ição de e pírito correta9 poderA &er igni5icado no #undo. E!a #o trou co#o o pudico &itoriano apagara# a i#agen e>p!icita#ente e>uai do de en"o de )!aIe V inc!u i&e de en"ando roupa ínti#a por ci#a de 1rgão genitai .u!"er aFai>a eu Fe!o TaFernAcu!o Oue o Co#e# penetra #agní5ico entre eu OueruFi# E e torna (# co# e!a ]. E# 7o 9 e!e e cre&eria: RE# )eu!a" a . E#Fora popu!ar#ente e entenda +ue )!aIe 5oi in5!uenciado pe!a 5i!o o5ia e ot'rica de 4QedenForg e outro 9 at' agora uFe ti#a#o e ta t'cnica #uito e pecí5ica de #agia e>ua! +ue e ta&a# na orige# de ua &i ão i#aginati&a. 4e a pe oa 5i:ere# a#or de #odo +ue e torne# i!u#inada 9 o #undo e tran 5or#arA e# u# #undo de o#Fra . .o +uatro ano 9 &iu Deu o!"ando pe!a <ane!a e ao cinco9 en+uanto anda&a pe!a :ona rura!9 te&e u#a &i ão de u#a Ar&ore c"eia de an<o Radornando cada ra#o co#o e 5o e# e tre!a R. . % a#or ' o a#or de u# co #o por outro.^ E>i te u# !ugar onde o %po to ão igua!#ente &erdadeiro 9 E te !ugar c"a#ae )eu!a". % pro5undo e>orta o pro5undo. Ouando &o!tare# a de pertar9 o igni5icado terA e depo itado no #undo co#o or&a!"o.e e tornou.a parece +ue a t'cnica ecreta de Gi:endor5 e 4QedenForg dera#-!"e u#a aFordage# i te#Atica e caFa!i ta a e te 5enL#eno .

!e>andre Du#a 9 De!acroi> e 2'rard de Ner&a!. Na Mrança9 o #artini ta *"ar!e Nodier "a&ia e crito oFre con piraçSe de ociedade ecreta no e>'rcito de Napo!eão para derruFar o genera!..Portanto9 a origen do ro#anti #o 5ora# e>uai e e ot'rica .^g Poi e!e e# or&a!"o de #e! 5oi a!i#entado9g E FeFeu o !eite do Paraí o. RTrace u# círcu!o e# torno de!e tr3 &e:e ]. E# outra pa!a&ra 9 e!e e ta&a ap!icando J poe ia a #e #a i#po ição de!iFerada de u# padrão e e perando pe!o urgi#ento de u# padrão #ai rico9 +ue Mranci )acon "a&ia de5endido na e 5era cientí5ica. . . E!e i#ergiu no pen a#ento de )oe"#e e 4QedenForg.ppa ionata era# eu e+ui&a!ente J Te#pe tade9 de 4"aIe peare9 a e>pre Se #ai e>p!ícita de ua id'ia ocu!ti ta .R 4a#ue! Tay!or *o!eridge carrega&a u#a aura oFrenatura!. Ouando Pord Qort" e cre&eu +ue R entiag . )eet"o&en e perceFeu ou&indo u#a no&a !inguage# #u ica!9 entindo e e>pre ando coi a +ue <a#ai 5ora# entida ou e>pre a .a 5oi eu a#igo Pi!!ia# Pord Qort" +ue# e cre&eu a e>pre ão #ai pura9 i#p!e e direta do enti#ento +ue e tA no cerne do idea!i #o co#o 5i!o o5ia de &ida. . pre ença +ue #e perturFa co# a a!egriag De pen a#ento e!e&ado W u#a en ação uF!i#eg De a!go #uito #ai pro5unda#ente in5undido9g De +ue# "aFita na !u: de poente 9g e o oceano inteiro9 e o ar &i&o9g e o c'u a:u!9 e na #ente do "o#e#9g (# #o&i#ento e u# e pírito9 +ue i#pe!e9g Toda a coi a pen ante 9 todo o oF<eto de todo . E ta #agia9 e te idea!i #o9 e te e pírito &u!cEnico9 con<urou a #8 ica de )eet"o&en e 4c"uFert. Heat c"a#ou a aptidão de 5a:er i o de R*apacidade Negati&aR9 +ue e!e di e urgir +uando u# "o#e# pode e>i tir Re# incerte:a 9 #i t'rio e d8&ida e# nen"u#a Fu ca ira cí&e! pe!o 5ato e pe!a ra:ãoR. % poeta a!e#ão No&a!i 5a!a&a oFre Ridea!i #o #AgicoR.ai tarde9 Nodier apre entou a 5i!o o5ia e ot'rica a <o&en ro#Entico 5rance e 9 inc!u i&e Victor Cugo9 Conor' de )a!:ac9 . i# co#o .. %Qen )ar5ie!d e cre&eu +ue e#pre "A u#a grande corrente de id'ia p!atLnica 9 u#a corrente de igni5icado &i&o9 +ue de &e: e# +uando inte!ecto re5inado co#o o de 4"aIe peare e Heat pode# di cernir. Para e!e9 ua 4onata e# r' #enor e a .!e>andre o 2rande9 tentou oFcecada#ente identi5icar e te in5!u>o di&ino9 a 5onte do g3nio irrepri#í&e!9 !endo e re!endo te>to e ot'rico egípcio e indiano .

. Na 'poca e# +ue Pord Qort" e cre&ia9 a pe oa não tin"a# +ue !utar para di cernir e te enti#ento .09 #a a #açonaria contro!a&a o !ídere po!ítico da Europa. . E# 1BB?9 u# pro5e or FA&aro de direito9 .^R9 e!e e tA e cre&endo oFre o +ue eria u# idea!i ta de u#a #aneira +ue ainda parece atua!.pen a#ento9g E ro!a por toda a coi a ]. Então9 por +ue tudo i o deu erradoT Por +ue e te i#pu! o pe!a !iFerdade ter#inou e# aFu o de poderT Para entender a origen de ta catA tro5e ' nece Ario ituar a in5i!tração do proponente do #ateria!i #o na ociedade ecreta . 2A O( Illuminati ' a A(c'n("o a Irracionali a ' O( Illuminati ' a Gatalha &'la alma a ma!onaria * A( ori)'n( oculta( a R'+olu!"o Nranc'(a * A '(tr'la ' Na&ol'"o * O oculti(mo ' a a(c'n("o o romanc' . Para +ua!+uer u# +ue +ui e e e>ercer in5!u3ncia po!ítica9 i o de&ia er u#a tentação. *o#o o <e uíta 9 a 5raternidade do I!!u#inati eguia a !in"a #i!itar.Fadia de Tinte#W a!go9 e# a!gu# !ugar no ínti#o de!e9 ape!a por eu recon"eci#ento9 ou então não teria igni5icado a!gu# para e!e .da# Pei "aupt9 5undou u#a organi:ação c"a#ada o I!!u#inati9 recrutando o pri#eiro integrante entre eu a!uno . 2oet"e9 )yron e )eet"o&en !iderara# u# grande #o&i#ento popu!ar. . "i t1ria do I!!u#inati ' u# do epi 1dio #ai oF curo na "i t1ria ecreta e de de então te# di5a#ado a reputação da ociedade ecreta .t' a+ue!e +ue e# u# ní&e! con ciente negaria# a e>i t3ncia da rea!idade uperior a +ue a!ude Pord Qort" recon"ece# a!go ne te poe#a9 . % ca&a!eiro Ra# ay proiFira e peci5ica#ente a di cu ão de po!ítica na !o<a #açLnica +ue 5undou e# 1B.. % #e#Fro era# o!icitado a aFrir #ão do crit'rio e da &ontade indi&iduai .

e piritua!idade era e carnecida9 ne!a cu pia#. (# a pirante progredia pe!o grau e de coFria +ue o e!e#ento e piritua! no en ina#ento não pa a&a de u#a cortina de 5u#aça. % e crito apreendido re&e!ara# +ue a antiga aFedoria ecreta e o podere oFrenaturai ecreto pro#u!gado dentro do I!!u#inati e#pre 5ora# u#a in&enção cínica9 u#a 5raude.e o !ugar onde te taria# ua teoria 9 conc!uíra# e!e 9 eria a Mrança. % oF<eti&o de Pei "aupt e eu co#pan"eiro de con piração era criar u#a ociedade 5unda#entada e# Fa e pura#ente #ateria!i ta 9 u#a no&a ociedade re&o!ucionAria . Pei "aupt ante&iu a!egre#ente a de truição da ci&i!i:ação9 não para !iFertar a pe oa 9 #a para o pra:er de i#por ua &ontade ao outro . % e crito de Pei "aupt re&e!a# at' +ue ponto ia eu cini #o: . cendera# co# rapide: a po içSe uperiore . De ta 5or#a e!e era indu:ido a u#a 5i!o o5ia nii!i ta e anar+ui ta +ue ape!a&a ao piore in tinto do candidato. Por 5i#9 u urra&a.e na !o<a .*o#o ociedade ecreta anteriore 9 o I!!u#inati de Pei "aupt garantia# re&e!ar u#a aFedoria antiga. .e no ou&ido do candidato +ue o egredo 8!ti#o era +ue não "a&ia egredo. % en ina#ento de /e u *ri to9 di:ia#9 era# na &erdade de conte8do apena po!ítico9 ape!ando para a aFo!ição de toda propriedade9 da in tituição do ca a#ento e de todo o !aço 5a#i!iare 9 de toda re!igião. % iniciado traFa!"a&a# e# pe+uena c'!u!a . % con"eci#ento era parti!"ado entre a c'!u!a 9 no +ue o er&iço de egurança de "o<e c"a#a# de Fa e de Rcon"eci#ento nece ArioR de tão perigo o +ue era o con"eci#ento rec'#-de coFerto. Ouando 5oi co!ocado e# u#a cape!a pr1>i#a9 a autoridade FA&ara encontrara# no corpo docu#ento +ue re&e!a&a# o p!ano ecreto do I!!u#inati. Por e te docu#ento 9 inc!u i&e #uito de pr1prio pun"o de Pei "aupt9 e <unto co# outro apreendido e# Fatida pe!o paí 9 5or#ou. Pei "aupt e uniu J #açonaria e# 1BBB e !ogo #uito I!!u#inati o eguira#9 in5i!trando.e u# +uadro co#p!eto. . 4egredo #ai e!e&ado e #ai podero o era# pro#etido ao +ue progredia# na e cada iniciAtica. E então9 e# 1BD=9 aconteceu de u# "o#e# c"a#ado /acoF 7an:9 +ue &ia<a&a para a 4i!' ia9 er atingido por u# raio.

E# 16 de <u!"o9 u#a turFa en5urecida in&adiu a )a ti!"a. Danton9 De #ou!in 9 . %ro a Deu para +ue o angue a+ui derra#ado <a#ai caia na Mrança ou e# &oc3 9 #eu po&o in5e!i: ].. % rei de#orou a concordar co# #ai re5or#a e De #ou!in ape!ou por u# !e&ante ar#ado. e#F!'ia e c"a#ou a tropa a Ver a!"e . 4egundo a!gun #açon 5rance e de "o<e9 "a&ia #ai de B0 #i! #açon na Mrança. !o<a +ue e tão oF a #açonaria ão o #anto #ai ade+uado para no o prop1 ito e!e&ado.. . Di:ia..^ o oF<eti&o 8!ti#o de no a ociedade nada #ai ' do +ue con+ui tar poder e ri+ue:a ]. E# 1BD99 "a&ia cerca de .arat9 RoFe pierre9 2ui!!otin e outro !ídere "a&ia# ido Ri!u#inado R.. 4eguira#.e na e cara#uça uF e+uente +ue u# "o#e# pu!ou para o patíFu!o e gritou: R/ac+ue de .R]. R%F er&e-a e9 e u#a de!a agradar9 deite-!"e a #ão .00 !o<a #açLnica na Mrança9 inc!uindo ?= e# Pari . Por e te #oti&o9 de&e#o no acoFertar no no#e de outra ociedade.. % p!ano origina! 5ora i#pregnar a pe oa de e perança e &ontade de #udar.R RPerceFe u5iciente#ente o +ue igni5ica go&ernar V go&ernar era u#a ociedade ecretaT Não 1 o popu!ac"o9 #a o #e!"ore "o#en 9 go&ernar "o#en de toda a raça 9 naçSe e re!igiSe 9 go&ernar e# 5orça e>terna 9 ]. Depoi 9 e# <un"o de 1BD9 7uí YVI tentou 5ec"ar a ..^ na ocu!tação re ide grande parte de no a 5orça.o!oy9 &oc3 5oi &ingadohR 4e i to 5or &erdade9 e te enti#ento 5or#a u# 5orte contra te co# a e!egEncia e a caridade do rei.^.e detençSe e# #a a. %u&ira#-no di:er: RPo&o da Mrança9 ou inocente9 perdLo a+ue!e +ue ão re pon A&ei por #in"a #orte. . in5i!tração na !o<a 5oi tanta +ue e di:ia +ue Ro progra#a co!ocado e# prAtica pe!a .por'#9 tarde de#ai . Ouando tentou 5a!ar co# a #u!tidão9 5oi interro#pido por u# ru5ar de ta#Fore ..^ e oFter o do#ínio do #undo... 7uí YVI 5oi para a gui!"otina e# <aneiro de 1B9.R RProcure ociedade de <o&en R9 acon e!"ou e!e a eu co#pan"eiro de con piração.R E# eguida J de coFerta de te e crito 9 a orde# 5oi repri#ida . .iraFeau9 . e#F!'ia *on tituciona! 5rance a e# 1BD9 5oi 5or#u!ado pe!o I!!u#inati a!e#ãe e# 1BB?R.R % 5ato de i o ter acontecido no coração da nação #ai ci&i!i:ada do #undo aFriu a porta para o i#pen A&e!.

. 7ogo #uito 5ora# acu ado de trair a Re&o!ução e a i# co#eçou o Terror. 5orça #otri: 5oi o #ai "onrado integrante da #açonaria9 o au tero e incorruptí&e! ad&ogado . CA di5erente e ti#ati&a do n8#ero de e>ecutado .B=0 e>ecuçSe .a>i#i!ian RoFe pierre. *o#o diretor do *o#it3 de 4egurança P8F!ica e na condição de "o#e# encarregado do departa#ento de po!ícia9 e!e #anda&a J gui!"otina centena de pe oa por dia9 o#ando cerca de 2. RoFe pierre c"egou a e>ecutar Danton.Na anar+uia +ue &eio a eguir9 a Mrança 5oi a#eaçada por dentro e por 5ora. % !ídere da !o<a #açLnica a u#ira# o contro!e. De te tota!9 apena ?=0 era# ari tocrata 9 o re tante era co#po to por traFa!"adore co#un . .

ãe Nature:a9 a deu a genti! e nutri: da di#en ão &egeta! do co #o. *o#o i o pLde acontecerT *o#o o #ai e c!arecido e raciona! do "o#en <u ti5ica e te Fan"o de angueT E# u#a 5i!o o5ia idea!i ta9 o 5in <u ti5ica# o #eio por+ue9 co#o &i#o 9 o #oti&o a5eta# o re u!tado 9 por #ai ocu!to +ue po a# er. % poeta 2'rard de Ner&a! #ai tarde a5ir#aria +ue 4o5ia repre enta&a @ i . E# eguida9 e!e uFiu a u#a e5ígie co# u# &'u e !ançou !u: no tecido9 re&e!ando a e tAtua de pedra de u#a deu a.ãe Nature:a de dente e garra &er#e!"a . *ontudo9 no ca o de RoFe pierre9 e te de e<o de er co#p!eta#ente raciona! parece t3-!o !e&ado J !oucura. % #e#Fro da *on&enção Naciona! entara#.e e# u# grande an5iteatro i#pro&i ado9 cada u# de!e portando u#a e piga de trigo co#o í#Fo!o da deu a @ i . Entretanto9 o e pírito +ue regia o te#po não era o de I i 9 cu<o erguer do &'u !e&a ao #undo e pirituai W ne# era a . .4aturno e ta&a de&orando eu pr1prio 5i!"o . !u: 5ora pro<etada pe!o #aço# I!!u#inato /ean-/ac+ue Da&ide para +ue a deu a9 4o5ia9 5o e &i ta urgindo da c"a#a co#o u#a M3ni>. RoFe pierre 5oi acu ado de tentar er dec!arado deu por u#a pro5eti:a ido a de no#e *at"erine T"'ot. . RoFe pierre 5oi por 5i# encurra!ado. E ta era a . RoFe pierre derra#ou angue para cu#prir u# de&er "orrendo9 para proteger o direito de cidadão e de ua propriedade .R % #e#Fro da *on&enção +ue tin"a# e perança de +ue e!e daria u# 5i# ao Fan"o de angue 5icara# decepcionado . reação J anguino!3ncia i#p!acA&e! c"egou ao auge e u#a #u!tidão itiou o Cote! de Vi!!e. . Diante de!e "a&ia u#a a!tar9 <unto do +ua! e ta&a RoFe pierre9 en&o!to nu# #anto a:u!-c!aro9 o caFe!o e#poado de Franco. Da per pecti&a raciona!9 5e: o +ue 5e: pe!o Fe# co#u#. E# D de <u!"o de 1B969 u#a curio a ceri#Lnia aconteceu diante do 7ou&re. E!e di e: RTodo o (ni&er o e tA reunido a+uihR Depoi 9 ape!ando ao 4er 4upre#o9 deu início a u# di cur o +ue durou &Aria "ora e ter#inou da eguinte #aneira: R.#an"ã9 +uando &o!tar#o ao traFa!"o9 !utare#o no&a#ente contra a i#ora!idade e o tirano .

.R . .Tentou dar u# tiro e# i #e #o9 #a 1 con eguiu e>p!odir #etade da #andíFu!a. No 8!ti#o ano 9 e ta i!u#inação parece t3!o aFandonado9 a i# co#o ua 5ortuna e ua Foa e tre!a..a o Fo# e pírito no aFandona e n1 tatea#o no e curo. Ouando 5oi para a gui!"otina9 ainda u ando o a:u!-c!aro de co tu#e9 tentou dec!a#ar J #u!tidão reunida9 #a 1 o +ue con eguiu pro5erir 5oi u# grito e trangu!ado. 4ua &ida 5oi o progredir de u# e#ideu 9 de Fata!"a e# Fata!"a9 de &it1ria e# &it1ria. 0 not1rio +ue Napo!eão eguia ua e tre!a. Pode#o di:er +ue e!e e ta&a e# u# e tado de i!u#inação contínua ]. 2oet"e di e a re peito de!e: R% dae#on de&e no condu:ir todo dia e no di:er o +ue de&e#o 5a:er e# cada oca ião. E ta te# ido con iderada u#a 5or#a po'tica de di:er +ue e!e e ta&a de tinado a grande 5eito . Napo!eão era o "o#e#h 4e#pre i!u#inado9 e#pre c!aro e decidido9 dotado e# todo #o#ento de energia u5iciente para rea!i:ar o +ue con idera e nece Ario.^.

Parece +ue Napo!eão e co!"eu o a tr1!ogo e e oteri ta MaFre dN%"&et co#o u# de eu con e!"eiro e +ue ta#F'# e organi:ou para pa ar u#a noite o:in"o na 2rande PirE#ide. . Não 5oi u#a ca#pan"a particu!ar#ente g!orio a V #a 5oi i#portante para Napo!eão do ponto de &i ta pe oa!. Nen"u# i#perador 5oi coroado pe!o papa de de *ar!o .!e>andre o 2rande do #undo #oderno9 unindo %riente e %cidente co# ua con+ui ta . 2er#ain.!e>andre o 2rande. Moi dedicado a RNapo!eon !e 2randR9 con&idando a u#a co#paração co# .!e#an"a9 a Ku tria e a E pan"a.rco do Triun5o9 /o ep"ine ' retratada a<oe!"ando. E!e 5oi retratado na 5rente do catA!ogo co#o 4o! In&ictu 9 o deu 4o!. 4erA +ue Napo!eão con"eceu 4t. Pode#o in5erir +ue Napo!eão não e identi5ica&a co# 4iriu 9 e!e o eguia9 co#o %rion egue 4iriu pe!o c'u.e ao p' de!e portando a coroa de !ouro de @ i . 2er#ain e# carne e o o9 ou e# e píritoT Napo!eão ordenou a preparação de u# catA!ogo de antigUidade egípcia 9 De cription de 1NEgypt. .agno e9 tendo oFrigado o papa Pio VII a co#parecer9 Napo!eão i#Fo!ica#ente retirou a coroa de ua #ão e coroou a i #e #o i#perador. 4egundo Mouc"'9 c"e5e da po!ícia ecreta 5rance a9 Napo!eão te&e u# encontro no interior da 2rande PirE#ide co# u# "o#e# +ue a!ega&a er 4t.*o#o poderia Napo!eão dei>ar de ter en o de de tinoT E!e te&e uce o e# tudo o +ue pretendeu 5a:er9 endo aparente#ente capa: de cur&ar o #undo todo J ua &ontade. 4eu i#p'rio e e>pandiria9 inc!uindo não 1 a ItA!ia e o Egito9 #a a .agno9 #a e# 1D06 Napo!eão 5e: co# +ue !"e !e&a e# a coroa e o cetro de *ar!o . Napo!eão e#pregou u#a e+uipe de e tudio o para c"egar J conc!u ão de +ue I i era a deu a antiga de Pari 9 depoi decretou +ue a deu a e ua e tre!a 5o e# inc!uída no Fra ão da cidade. Para i #e #o e para #uito conte#porEneo 9 e!e era o . % íri g%rion o *açador ' o i#pu! o #a cu!ino para o poder9 a ação e a 5ecundação9 per eguindo I i 9 a guardiã do #i t'rio da &ida. No . Na ceri#Lnia de iniciação #açLnica 9 o candidato rena ce# V co#o % íri rena ceu V o!"ando u#a e tre!a de cinco ponta +ue repre enta @ i . tropa 5rance a entrara# no Egito.

E!e a de e<a&a co#o Dante de e<ou )eatri:9 e o de e<o o 5a:ia ter a piraçSe #aiore .!e#an"a9 Po!Lnia9 R8 ia9 . % íri e @ i ta#F'# ão c!ara#ente a ociado ao 4o! e J 7ua9 e i o te# re!ação9 e# certo ní&e!9 co#o &i#o 9 co# o arran<o do co #o para po iFi!itar o pen a#ento "u#ano. E# a!gu#a tradiçSe e ot'rica 9 4iriu ' o 4o! centra! do uni&er o e# torno do +ua! gira o no o 4o!. Napo!eão pLde con+ui tar a Europa continenta!9 #a <a#ai con eguiu con+ui tar a Fe!a /o ep"ine. . . ociedade ecreta e prepara&a# para e te e&ento9 a<udando a "u#anidade a de en&o!&er o en o de e!5c outra +ua!idade +ue eria# nece Aria durante a pro&ação. Depoi o e pírito o dei>a de repente e e!e ão incapa:e de recapturA-!o9 por #ai +ue tente#. Na d'cada inter#ediAria do 'cu!o YVIII9 a #açonaria e di5undiu pe!o #undo .gora e tA na "ora de aFordar o conceito en inado na e co!a e ot'rica +ue di: +ue toda a "u#anidade e ta&a pre te a pa ar por a!go e#e!"ante a u#a iniciação.9 de 8Fito a 5orça norteadora +ue con5eria# poder a Napo!eão o dei>ara#9 co#o e#pre dei>a# a todo e9 co#o de cre&eu 2oet"e9 o podere de reação partira# de todo o !ado para de truí-!o. . No Egito antigo9 a a cen ão "e!íaca de 4iriu e# #eado de <un"o pre agia a c"eia do Ni!o.Ku tria9 E pan"a9 índia9 ItA!ia9 4u'cia9 . E te ne>o co#p!e>o de pen a#ento e ot'rico9 co#Finado co# eu a#or por /o ep"ine9 deu a Napo!eão eu en o de de tino. .Era o +ue Napo!eão pen a&a de /o ep"ine9 na cida de u#a 5a#í!ia pro5unda#ente i#er a na #açonaria e ot'rica e <A e!a #e #a u#a #aço# +uando e!e a con"eceu. E!e !uta# para encontrar ua &o:9 c"egar a u# período in pirado e# +ue não con egue# dar u#a pince!ada errada9 ta!&e: !e&ando a arte a u#a no&a era.a e# 1D1. Ve#o o #e #o proce o na &ida do arti ta .o !ongo de ta "i t1ria9 re5eri#o-no repetida &e:e J 'rie de e>peri3ncia pe!a +uai de&e pa ar u# candidato para c"egar J iniciação9 inc!u i&e a e>peri3ncia do Ia#a !oca9 ou purgat1rio9 e# +ue a a!#a e o e pírito9 ainda unido 9 ão atacado por de#Lnio .

Na Cungria9 7oui Ho ut"9 e na . % pr1prio 2ariFa!di era #aço# de grau . % grande ro#anci ta da 'poca . . /o"n *o#eniu 5oi criado na Praga de Rodo!5o II9 onde co#pareceu J coroação do Rei In&erno. #i! !o<a e e ti#ou. Ve#o a in5!u3ncia de *o#eniu 9 por e>e#p!o9 e# /ane Eyre ou e# Da&id *opper5ie!d V e de&e#o e tar atento para o 5ato de +ue e ta in5!u3ncia era #uito no&a na 'poca. No 'cu!o YVIII e e# particu!ar no 'cu!o YIY9 o grande ro#anci ta -íniciado 5or<ara# o en o +ue todo de 5ruta#o "o<e de +ue e te #undo interior te# ua pr1pria "i t1ria9 u#a narrati&a co# igni5icado9 a!to e Fai>o 9 re&er o de 5ortuna e di!e#a 9 #o#ento crítico e# +ue pode# er to#ada deci Se tran 5or#adora . Vi#o co#o /e u *ri to p!antou a e#ente da &ida interior9 e &i#o +ue e ta &ida interior 5oi e>pandida e po&oada por 4"aIe peare e *er&ante .9 e>i te# cerca de 1.e e# 2001 +ue "a&ia apro>i#ada#ente B #i!"Se de #açon e# todo o #undo.ndrae e# Ceide!Ferg e 5oi depoi con&idado pe!o a#igo ocu!ti ta 4a#ue! Cart!iF a e unir a e!e e# 7ondre Rpara a<udar a co#p!etar a %FraR.ada#e )!a&at Iy e cre&eu +ue entre o *arFonari V o precur ore re&o!ucionArio e pioneiro de 2ariFa!di ..#'rica do 4u! 4i#on )o!i&ar9 Mranci co de . *o# ua re5or#a educacionai 9 *o#eniu introdu:iria na "i t1ria a id'ia de +ue &i&e#o 9 na in5Encia9 u# e tado #enta! #uito di5erente da+ue!e de en&o!&ido na idade adu!ta.ta#F'# era# c"eio de u# en o de +ue a con ci3ncia "u#ana9 +ue o pen a#ento e ot'rico co#preende ter e&o!uído ao !ongo da "i t1ria9 ta#F'# e&o!uiu na &ida "u#ana indi&idua!. 4eguindo o pa o do ir#ão a#ericano e 5rance e 9 a #açonaria in pirou re&o!uçSe repuF!icana e# todo o #undo. Co<e9 no E(.Dina#arca9 Noruega e *"ina.pen a#o na )ronte9 e# DicIen .iranda9 Venu tiano *arran:a9 )enito /uare: e Mide! *a tro9 todo !uta&a# pe!a !iFerdade. e grão-#e tre da #açonaria ita!iana. *on"eceu /o"n Va!entine ."a&ia #ai de u# #aço# pro5unda#ente &er ado na ci3ncia ocu!ta e no ro acruciani #o. .

p ico!ogia9 então9 5e: &i ta gro a para u#a parte uni&er a! da e>peri3ncia "u#ana V a e>peri3ncia de igni5icado. . . % ro#ance proporcionou u#a arena para o ro#anci ta i#er o na 5i!o o5ia e ot'rica #o trare# o 5unciona#ento de a !ei na &ida "u#ana indi&idua!.a a p ico!ogia de5enderia o pre upo to #ateria!i ta de +ue a #at'ria in5!uencia a #ente9 <a#ai o contrArio. *"egou o #o#ento de atacar e te conceito e +ui&o +ue e tA no cerne da &i ão e ot'rica do co #o e de ua "i t1ria. Vi#o +ue E!ia 9 traFa!"ando no Fa tidore da "i t1ria9 a<udou a gerar u#a di&i ão na con ci3ncia9 entre a con ci3ncia Faconiana oF<eti&a e a con ci3ncia "aIe peariana uF<eti&a. ci3ncia da p ico!ogia urgiria co# o te#po. Vi#o ta#F'# +ue &er o #undo co# a #aior oF<eti&idade po í&e! co!ocou a !ei da 5í ica e# 5oco. /A #enciona#o co#o o ro a-cru:e co#eçara# a 5or#u!ar !ei a!in"ada co# o pen a#ento e ot'rico orienta! oFre o ca#in"o R e# no#eR9 !igado de #aneira .a e a e>peri3ncia uF<eti&aT E a pr1pria e trutura da e>peri3nciaT .. .a a Area de pen a#ento e ot'rico +ue teria o #aior e5eito no ro#ance eria a da !ei #ai pro5unda .

. E depoi 9 co#o &ere#o Fre&e#ente9 "ou&e Do toi'& Ii.!gun do grande ro#anci ta do 'cu!o YIY e cre&era# no&e!a e>p!icita#ente ocu!ti ta . . No %riente9 "A u#a tradição &enerA&e! de eguir a operação de yang e eu opo to yin9 #a no %cidente e te continua&a a er u# e!e#ento e +ui&o +ue e capa&a entre a ci3ncia e#ergente da 5í ica e da p ico!ogia. T"e 7i5ted Vei!9 de 2eorge E!iot9 5ruto de ua pe +ui a apai>onada do ocu!to9 5oi upri#ido por eu editor.ine>trincA&e! a concepçSe de Fe#-e tar "u#ano.a a i# co#o e te ocu!ti #o e>p!ícito9 u#a in5!u3ncia #ai di e#inada e tA i#p!ícita e# #uita outra oFra de 5icção. (#a grande &i ão do 5unciona#ento da !ei #ai pro5unda na &ida indi&idua!9 do padrSe co#p!e>o e irracionai +ue não poderia# ocorrer e a ci3ncia e>p!ica e tudo +ue "A no uni&er o9 pode er encontrada no #aiore ro#ance . E#Fora e<a di5íci! pen ar e# ter#o aF trato na !ei +ue rege# e te e!e#ento e +ui&o 9 ' #uito #ai 5Aci! &3-!a e# ação. . .!'# de (# conto de Nata!9 de DicIen 9 % #orro do &ento ui&ante 9 de E#i!y )ronte9 #o tra u# e pírito +ue Fu ca o a#ado at' o a!'#.

4e e ta !ei #ai pro5unda de 5ato e>i te# e ão uni&er ai 9 tão i#portante e podero a 9 e a "i t1ria rea!#ente depende de!a 9 não eria de urpreender +ue não e<a#o #ai con ciente de!a T Na rea!idade9 não ' e tran"o +ue ne# pareça#o ter u# no#e para e!a 9 e e ta#o no %cidenteT 0 no #íni#o de e ad#irar9 poi e e ta !ei entra# e# ação +uando a 5e!icidade "u#ana e tA e# ri co9 egue. E# certo ní&e!9 o ro#ance trata# da ego!atria. 4uF<acente a e ta noçSe de 5or#a e igni5icado e tão crença oFre co#o a &ida da pe oa ' 5or#ada por eu ere te tado V o !aFirinto +ue continua a e #eta#or5o ear. % +ue dA 5or#a J &ida no ro#ance ' a propriedade parado>a! da &ida9 o 5ato de e!a não andar e# !in"a reta e não er pre&i í&e!9 o 5ato de +ue a apar3ncia ão engano a e +ue a orte ' re&ertida.idd!e#arcI e 2uerra e pa: ergue# u# e pe!"o para no a &ida e aponta# o padrSe igni5icati&o de orde# e igni5icado +ue ão no a e>peri3ncia uni&er a!9 #e #o +uando a ci3ncia no di: para não acreditar na pro&a diante de no o o!"o 9 coraçSe e #ente . .7i&ro co#o /ane Eyre9 . . ca a oturna9 .e +ue e!a poderia# er #uito 8tei no +ue e re5ere a no a e perança de ter u#a &ida 5e!i:.+ui e une# a noçSe do igni5icado e da !ei #ai pro5unda da &ida. . (# ro#ance e#pre en&o!&e &er o #undo da per pecti&a do outro. . 7er u# ro#ance9 portanto9 atenua a ego!atria.oFy DicI9 . 0 c!aro +ue a regra #ai co#un para c"egar a u#a &ida 5e!i: ão a aFedoria prAtica contida no pro&'rFio e no con e!"o tradiciona!#ente dado J criança .a a #aior contriFuição do ro#ance para o en o "u#ano de e!59 co#o <A ugeri#o 9 ' a 5or#ação do en o de u#a narrati&a interior9 o en o de +ue u#a &ida indi&idua! &i ta de dentro te# u#a 5or#a e u#a "i t1ria igni5icati&a .!'# di o9 o 5raca o do per onagen no ro#ance e# gera! t3# #uito a &er co# a ego!atria9 ou co# intere e pe oai ou9 #ai particu!ar#ente9 co# a 5a!ta de e#patia.

In pirado pe!o en ina#ento da ociedade ecreta 9 o urrea!i ta +ueria# de truir a 5or#a arraigada de pen a#ento9 de troçar o #ateria!i #o cientí5ico. Eles voaram. % urrea!i ta era# inco#u#ente aFerto oFre a orige# de ua 5i!o o5a irraciona! e tar na ociedade ecreta 9 #a e ta #e #a 5i!o o5ia irraciona! ta#F'# e tA i#p!ícita na cu!tura do#inante.po!!inaire: Hen!am para a beira( disse ele( Eles disseram( 3emos medo. *on idere k . Eles vieram. *o#o &i#o 9 e!a no acon e!"a# a re peito da ati 5ação de no o an eio pe!o ní&ei #ai e!e&ado e #ai ine5A&ei de 5e!icidade9 no a nece idade #ai pro5unda de ati 5ação e igni5icado. 4e o +ue . No &er o +ue acaFa#o de &er9 . Hen!am para a beira( disse ele.po!!inaire e tA di:endo +ue e &oc3 agir irraciona!#ente9 era reco#pen ado pe!a 5orça irracionai do uni&er o. 5e!icidade não e co#pral9 u# antigo 5i!#e +ue uper5icia!#ente parece i#p!e e recon5ortante9 <unto co# eu precur or !iterArio9 (# conto de Nata!9 +ue *"ar!e DicIen i#Fuiu da 5i!o o5ia da ociedade ecreta da +ua! era u# iniciado. *o#pare o con e!"o pro&erFia! Ro!"e ante de pu!arR co# a reco#endação contida ne ta pe+uena parAFo!a de propo itada e crita pe!o proto urrea!i ta 2ui!!au#e . . (#a da #aneira +ue u ara# para tanto 5oi pro#o&er ato irracionai . Ele os empurrou.po!!inaire e tA di:endo 5or &erdade9 e ta ' u#a da !ei #ai pro5unda do uni&er o9 u#a !ei de cau a e e5eito +ue e tA a!'# da !ei da proFaFi!idade..a u#a di5erença ' +ue o pro&'rFio e con e!"o dado a criança 1 e &o!ta# para o FA ico V co#o e&itar dano 5í ico e oFter a nece idade V en+uanto a !ei #ai pro5unda !ida# co# grande conceito de de tino9 Fe# e #a!.

No 5ina! de te proce o de +ue tiona#ento9 o doi per onagen ão o!icitado a pa ar pe!a #e #a porta +ue u ara# no início da "i t1ria .4crooge ' con5rontado por 5anta #a +ue !"e apre enta# &i Se de co#o eu co#porta#ento cau ou u#a grande in5e!icidade9 <unto co# u#a &i ão do +ue re u!tarA e e!e continuar na #e #a tend3ncia. . 4crooge e redi#e9 indo e# au>í!io de )oF *ratc"it e ua 5a#í!ia.#a de ta &e: para 5a:er o +ue e de&e. 5e!icidade não e co#pra9 acredita +ue ua &ida 5oi u# co#p!eto 5raca o e e tA pre te a co#eter uicídio +uando u# an<o !"e #o tra co#o ua 5a#í!ia9 eu a#igo e toda a cidade eria# #uito #ai in5e!i:e e não 5o e por e!e e ua nature:a de acri5ício pe oa!. . 2eorge )ai!ey9 o per onage# interpretado por /a#e 4teQart e# . i#9 2eorge )ai!ey e 4crooge ão con&idado a e perguntare# co#o o #undo teria ido di5erente e e!e ti&e e# e co!"ido u#a &ida di5erente. 2eorge )ai!ey decide não co#eter uicídio e en5rentar eu credore .

I#agino +ue a #aioria de n1 inta +ue . 0 di5íci! &er co#o a!gu#a coi a na ci3ncia ou na nature:a po a er re pon A&e! pe!o 5ato de a &ida ter e e padrão de te te tão per i tente9 #a a #aioria de n1 pro&a&e!#ente ente +ue e a dua oFra #uito popu!are ão #ai do +ue i#p!e entreteni#ento9 e!a di:e# a!go pro5undo a re peito da &ida.gora9 a!gun #o#ento de con ideração pode# er u5iciente para no con&encer de +ue o #e #o tipo de padrSe #i terio o e irracionai ta#F'# 5unda#enta# a e trutura de a!gu#a da #aiore oFra da !iteratura canLnica do %cidente: 0dipo Rei9 Ca#!et9 Do# Oui>ote9 Doutor Mau to e 2uerra e pa:. . 4e#pre o#o atraído para o +ue #ai te#e#o . 5e!icidade não e co#pra e (# conto de Nata! retrata# u#a &ida +ue te# u#a e p'cie de atriFuto circu!ar e +ue ' u# te te.e co# a pr1pria #ãe.e do a a inato do pai -9 #a e te de a5io &o!ta para con5rontA-!o de 5or#a #ai terrí&ei . 0dipo de certo #odo atrai para i a coi a +ue e!e #ai te#e9 e ter#ina #atando o pai e ca ando. .&ingar. 5e!icidade não e co#pra e (# conto de Nata! ão de certa #aneira &erdadeiro .na &erdade9 toda a !iteratura .o tra# +ue a &ida no orienta para deci Se cruciai e +ue pode#o er !e&ado a dar #eia-&o!ta e en5rentar e ta deci Se cruciai no&a#ente e a entender#o de 5or#a errada. No 5undo9 Mau to aFe o +ue de&e 5a:er #a 9 co#o não o 5a:9 u#a orde# pro&idencia! no uni&er o o ca tiga. . I#agine e &oc3 co!oca e toda e ta grande oFra da !iteratura . % "er1i de To! t1i9 Pierre9 ' torturado pe!o a#or por Nata "a.. Do# Oui>ote te# u#a &i ão genero a do #undo co#o u# !ugar noFre9 e tão 5orte ' ua &i ão +ue no 5i# do ro#ance tran 5or#a eu a#Fiente #ateria! de 5or#a #i terio a.e# u# co#putador gigante co e 5i:e e a eguinte pergunta: Ouai ão a !ei +ue deter#ina# e u#a &ida ' ou não 5e!i: e rea!i:adaT 4ugiro +ue o re u!tado eria u# corpo de !ei +ue inc!ue# o +ue e egue: 4e &oc3 5oge de u# de a5io9 e te &o!tarA e# u#a 5or#a di5erente. i#9 de certo #odo9 . Ca#!et 5oge eguida &e:e do de a5io de ua &ida . E!e o a con+ui ta +uando aFre #ão de eu enti#ento por e!a.

. *o#o a5ir#ou . E#Fora a #e #a !ei a<a# no #undo do 5enL#eno e>teriore e e# no a &ida interior co# ua preocupação por igni5icado e rea!i:ação9 parece# #uito di5erente +uando a con idera#o e# eparado.Fra"a# I aac HooI9 u# do #aiore caFa!i ta do 'cu!o YY e o pri#eiro raFi da Pa!e tina9 N Deu e re&e!a no enti#ento pro5undo de a!#a en í&ei R.gora i#agine o +ue aconteceria e &oc3 a!i#enta e u# co#putador gigante co co# todo o dado cientí5ico do #undo e 5i:e e a #e #a pergunta. E te9 então9 ' o tipo de !ei +ue e trutura a grande !iteratura narrati&a9 e e !er#o 0dipo Rei9 Rei 7ear9 Doutor Mau to ou . 4eria a uF<eti&idade de ta !ei 9 o 5ato de +ue opera# tão perto do centro da con ci3ncia9 +ue torna di5íci! +ue a ten"a#o e# 5ocoT % poeta europeu Rainer .4e &oc3 e co!"er o ca#in"o i#ora!9 acaFarA pagando por i o. . . 4e tentar#o deter#inar a e trutura do #undo9 con eguire#o re u!tado #uito di5erente 9 doi con<unto di tinto de !ei 9 o +ue não acontecerA e tentar#o deter#inar a e trutura da e>peri3ncia.aria Ri!Ie parece c"egar perto ao e cre&er e>p!icita#ente oFre e a !ei e# u#a carta a u# <o&e# a pirante a poeta: R% . E a i# por diante. #e!"or #aneira de ter a!gu#a coi a ' e e 5orçar ao #A>i#o e <a#ai de i tir. E ta ' u#a di tinção +ue To! t1i e cre&e e# eu en aio %n 7i5e. Não e pode tran 5or#ar o #undo 1 pe!o de e<o . 4e puder#o e&itar +ue e<a#o de coFerto e punido por no o co#pan"eiro9 não "A #oti&o para upor +ue u#a orde# da Pro&id3ncia irA no punir. i#p!icação ' c!ara e con5ir#a o +ue <A ugeri#o .idd!e#arc" e ac"ar#o +ue e!a ão &erdadeira e# u# entido pro5undo e i#portante9 co# certe:a ' a i# por+ue a !ei +ue e!a retrata# re oa# co# no a e>peri3ncia. % re u!tado 9 ugiro9 eria# #uito di5erente : . Para ter o +ue &oc3 a#a9 &oc3 de&e aFrir #ão di o.de&e. (#a crença de Fo# coração u# dia e tran 5or#arA no +ue &oc3 acredita. De cre&e# e>ata#ente a 5or#a de no a &ida. !ei #ai pro5unda 1 pode# er di cernida e &ir#o o e&ento no #undo e>terior co# a #ai pro5unda uF<eti&idade9 co#o 5aria u# arti ta ou u# #í tico.e 5a:er a!gu#a coi a a re peito.

No 5ina! do 4'cu!o YIY9 antiga criatura co#eçara# a e agitar na pro5unde:a da Terra9 a andar recur&ada para o !ugar co#Finado. E!a a5ir#ou ter &i to no ca#po pr1>i#o J ua ca a o e pírito co!eti&o da a#a#Faia na 5or#a da a#a#Faia #a co# e!e#ento "u#ano . .o air para a #an"ã +ue aponta9 ao o!"ar para a noite c"eia de e&ento 9 e c"ega a entir tudo o +ue aí acontece9 todo o encargo e de prenderão de!e co#o de u# #orto9 e#Fora e encontre no #eio &iFrante da &ida. E te ' u# #'todo a!ternati&o de percepção e u#a di#en ão para!e!a +ue #o&e a coi a por conta pr1pria.R Ri!Ie e tA u ando a !inguage# po'tica e!e&ada9 #a parece con5ir#ar +ue e ta !ei #ai pro5unda 1 pode# er di cernida e no de !igar#o de todo o re to e no concentrar#o ne!a por Fa tante te#po9 co# no o podere #ai uti e inten o de di cerni#ento. . *on"eceu E!ia 9 +ue antiga#ente era u# "o#e# co# e pírito de an<o9 e o &iu andar oFre a Agua co#o o Co#e# Verde da tradição u5i. E!a não !eu nada da !iteratura +ue 5unda#enta e te !i&ro ne# con"eceu ningu'# +ue pude e tran #itir e a id'ia . E!a encontrou . 4eu con"eci#ento e>traordinArio do #undo e pirituai &e# da e>peri3ncia pe oa! direta.o!itArio ' co#o u#a coi a uF#etida J pro5unda !ei . Pre o de de a pri#eira 2uerra no Paraí o9 o de&oradore de con ci3ncia e ta&a# outra &e: e# ação.igue!9 o arcan<o do 4o!9 e o arcan<o 2aFrie! na 5or#a da 7ua9 di&idido pe!a #etade e no entanto unido e e# #o&i#ento9 co#o o &irar da pAgina de u# !i&ro9 egundo di e. Durante o proce o de e crita de te !i&ro9 con"eci a <o&e# #í tica ir!ande a 7orna )yrne Mit:gera!d.

Pro5eti:ou +ue a "u#anidade teria +ue e entender co# o +ue "A de de#oníaco no #undo e dentro de i. E# ua pr1pria 'poca9 por'#9 e!e era u#a 5igura perigo a. E# outra pa!a&ra 9 &3 u#a cri e cau ada pe!o e pírito V ou9 #ai particu!ar#ente9 pe!o de#Lnio .2C A Mort' M%(tica a Humani a ' SS' 'nGor) ' Do(toi. . Moi de 4QedenForg +ue )aude!aire e>traiu ua noção de corre pond3ncia e +ue )a!:ac . % grande e>poente de ta &i ão não 5oi a!gu'# &enerado no #eio acad3#ico9 co#o Cege! ou at' o #ai aFerta#ente ocu!ti ta 4c"open"auer9 #a u# "o#e# +ue ro!ou na !a#a. % #aior do 5i!1 o5o a!e#ãe do idea!i #o9 Cege!9 recon"eceu e ta 5orça na "i t1ria: R% e pírito trai9 o e pírito intriga9 o e pírito #ente9 o e pírito triun5a.+(ki * Qa)n'r * Nr'u Jun) ' a mat'riali=a!"o o &'n(am'nto '(ot. . c!ari&id3ncia e>cepciona!#ente deta!"ada e preci a de 4QedenForg o tornou 5a#o o e# todo o #undo.R *on iderada u# re!ato da &ida interior da "u#anidade9 a !iteratura da egunda #etade do 'cu!o YIY re&e!a u# e cureci#ento terrí&e!9 u#a cri e e piritua!. "i t1ria #ateria!i ta e>p!ica e ta cri e co#o Ra!ienaçãoR9 #a a "i t1ria e ot'rica &3 u#a cri e e piritua!. Moi de ua !eitura de *'u e in5erno9 de 4QedenForg9 +ue 2oet"e e>traiu ua id'ia de +ue a intru ão de 5orça cru'i e oFrenaturai a5!igia# Mau to. 4QedenForg o repudiou9 di:endo +ue eu don oFrenaturai era# 8nico e anunciou o a!&orecer de u#a no&a era. 4QedenForg &iu 5orça de#oníaca erguendo. Co<e a Igre<a de 4QedenForg ' o 8nico #o&i#ento e ot'rico ad#itido no *on e!"o Naciona! de Igre<a da 4u'cia9 e o en ina#ento de!e ainda ão in5!uente no e>poente da &ida co#unitAria9 e# particu!ar e# grupo a#ericano co#o o 4"aIer .rico * A( ori)'n( oculta( o mo 'rni(mo * O Golch'+i(mo oculto * -an hi % pra:er do início do Ro#anti #o na e>pre ão pe oa!9 na a!egria ani#a! de e tar &i&o no #undo natura!9 deu !ugar J in+uietação.e da pro5unde:a . % e piritua!i ta tentara# a!egar +ue e!e era u# de!e .

E# Do toi'& Ii encontra#o a id'ia parado>a! de +ue o +ue en5renta# a di#en ão oFrenatura! do #a!9 #e #o +ue e<a# !adrSe 9 pro tituta e a a ino 9 e tão #ai perto do paraí o do +ue a+ue!e cu<a &i ão con5ortA&e! de #undo de!iFerada#ente 5oge do #a! e nega ua e>i t3ncia.retirou ua concepçSe do oFrenatura! e# 4'rap"ite. % "er1i de Do toi'& Ii e tão e+ui!iFrado oFre u# aFi #o. <ornada de Do toi'& Ii ao In5erno9 co#o a de Dante9 ' e# parte u#a <ornada e piritua!9 #a ' ta#F'# u#a <ornada pe!o In5erno na Terra9 criado pe!a "u#anidade. E!e 5oge# de no a onto!ogia con&encionai 9 de no o pre upo to cotidiano do +ue ' e o +ue não ' rea!.a ta!&e: a in5!u3ncia #ai i#portante e de #aior a!cance de 4QedenForg ten"a ido oFre Do toi'& Ii9 u#a in5!u3ncia +ue enc"eria de o#Fra o e pírito de toda u#a era.e !i&re para e>p!orar o !i#ite da e>peri3ncia e piritua!9 de cre&er Fata!"a entre a 5orça da tre&a e a da !u: +ue acontecia# e# reino do +uai a #aioria da pe oa #a! tin"a con ci3ncia. 4e#pre "A u#a con ci3ncia e!e&ada do +uanto i#porta# a deci Se V e ta#F'# de +ue no a deci Se &3# a n1 co# di5erente di 5arce . CA e# Do toi'& Ii u# no&o i#pu! o +ue &iria a caracteri:ar a arte no 5ina! do 'cu!o YIY e início do 'cu!o YY .^ t3# u# e#F!ante "orrí&e!R. e co!a não . .o de e<o de aFer o pior +ue pode acontecer.. . *o# a #orte de Do toi'& Ii9 de coFriu. % cri tiani #o orienta! e ortodo>o te# ido #eno dog#Atico do +ue ua contraparte ocidenta! e &a!ori:a #ai a e>peri3ncia prAtica indi&idua!. Pode#o encontrar u# grupo de "o#en geniai e di&ertido 9 !iFertino +ue adora# de5!orar &irgen 9 #a e!e e &ira# para no receFer e &e#o +ue ão Rco#o í#io co# u#a cara 5ero:9 ]. % re!ato de 4QedenForg do in5erno +ue e!e &i itou não ão 5ictício . *riado ne ta Igre<a9 Do toi'& Ii entia. . E# princípio9 o in5erno pode não parecer di5erente do #undo e# +ue &i&e#o 9 #a depoi 9 ao pouco 9 a ano#a!ia e re&e!a#.e +ue ua FiF!ioteca tin"a &Ario !i&ro de 4QedenForg9 inc!u i&e eu re!ato do #uito in5erno di5erente +ue a pe oa cria# para i #e #a co# di5erente capacidade para o #a!..

*o#o 4QedenForg9 Do toi'& Ii an ia&a por u#a no&a era9 #a e te de e<o &in"a de u# en o pecu!iar#ente ru o da "i t1ria.5eria poss0vel voc4 imaginar algo mais /usto e mais reconfortante do ue issoJ . . Do toi'& Ii e tA di:endo a eu !eitore +ue o diaFo pode# pa ar para a di#en ão #ateria!. Esta resposta !orr0vel provocou um arrepio gelado em 6asIolniIov.+ue!e +ue tenta# eguir o ca#in"o do #eio não e tão e# parte a!gu#a.disse ele de repente. E podemos dizer o ue talvez se/a /usto e voc4 saberá o ue eu teria feito . Ele $ um louco( pensou 6asIolniIov. Ta#F'# "A o e>tre#i #o e piritua!9 a id'ia de +ue não e>i te #eio-ter#o9 de +ue e &oc3 não correr para aFraçar o #undo e pinrua!9 o de#oníaco preenc"erA o &Acuo. . !ouver aran!as por lá( ou algo desse g4neroJ . . Da #e #a 5or#a9 e# % ir#ão Hara#a:o&9 +uando I&an te# u# pe ade!o e# +ue ' &i itado pe!o DiaFo9 ne# I&an ne# o !eitor acredita# +ue e<a apena u#a i!u ão. .e ot'rica de crítica !iterAria não oF er&ara# +ue trec"o co#o o +ue e egue9 de *ri#e e ca tigo9 &3# direta#ente de 4QedenForg: .E se s. RTodo dia &ou J epu!turaR9 e cre&eu o poeta NiIo!ai H!iuer e# u#a carta a u#a a#iga9 Re 5ico entado perto de u#a cape!in"a e de u# pin"eiro en&e!"ecido.'ais /usto. . Nen"u# outro e critor tran #ite co# tanta 5orça a tend3ncia ocu!ta do #a! +ue Frotara# na egunda #etade do 'cu!o YIY. 5vidrigailov senta-se( perdido em pensamentos.5empre imaginamos a eternidade como algo ue está al$m de nossa concepç%o( algo vasto( vasto9 'as por ue seria vastoJ E se for apenas uma salin!a( como um ban!eiro rural( escuro e encardido( com aran!as em cada canto( e se a eternidade for apenas istoJ "s vezes fantasio assim. . 4ua oFra ' per#eada por u# en o de contato &ita! co# outro #undo #i terio o 9 a!gun in5ernai .ueixou-se 6asIolniIov( sentindo-se angustiado.respondeu 5vidrigailov( com um sorriso vago.N%o creio em uma vida futura .disse 6asIolniIov.

E ta ' a per pecti&a ru a.. 4ua co#unidade pro crita 5ora# i#pe!ida para a c!ande tinidade9 e# +ue oFre&i&era# co#o u#a tradição &i&a.. )ei<o eu o!"o e eu coração ]. Da tradição do Ve!"o *rente &iera# o 4tranniIi9 ou Peregrino 9 pe oa o!itAria +ue renunciara# ao din"eiro9 ao ca a#ento9 ao pa aporte e a todo o docu#ento o5iciai en+uanto anda&a# pe!o paí 9 pro#etendo &i Se e>tAtica 9 cura e pro5ecia .a no 'cu!o YVII9 o patriarca ortodo>o ru o NiIon re5or#ou e centra!i:ou a Igre<a. *ouFe ao Ve!"o *rente ]Ra Io!niIi^ #anter &i&a a crença e a di cip!ina e pirituai do pri#eiro cri tão ... .. % cri tiani #o ortodo>o 5oi por u# ca#in"o di5erente da+ue!e do cri tiani #o ro#ano.^ %"9 #ãe da o!idão9 paraí o do e pírito ].^ De&e#o contraFa!ançar o cri tiani #o ocidenta!9 entre a+ue!e don in en ato no #undo9 co# o raciona!i #o9 o #ateria!i #o9 u#a tecno!ogia +ue e cra&i:a9 u#a au 3ncia de e pírito e e# eu !ugar u# "u#ani #o enti#enta! e &ãoR. . E ta era u#a &i ão de Deu 9 o "e ica ta9 +ue podia er atingida por #eio de e>ercício de re piração rit#ada9 oraçSe repetiti&a e #editação co# ícone .A>i#o o *on5e or e cre&eu in tando a intro pecção di cip!inada e a &ida #onA tica ou errante. Na R8 ia9 a Igre<a deu de ta+ue ao podere oFrenaturai depoi de u#a e&era di cip!ina e piritua!. RPode. E# ca o e>tre#o 9 o corpo todo ta#F'# erA i!u#inadoR9 e cre&eu e!e.#'rica não u urpe o a#an"ecer e#p!u#ado de a:u!9 a caFana de conto de 5ada ]. . &i ão #í tica de Dioní io o . Do toi'& Ii #ante&e contato co# e!e durante toda ua &ida. % #e #o 5enL#eno 5oi contado pe!o #onge do #onte . No 'cu!o YVII9 o te1!ogo Fi:antino .Pen o e# &oc3..^ Ouão odio o e o#Frio parece todo o #undo dito ci&i!i:ado9 e o +ue eu não daria9 +ue 21!gota uportaria eu para +ue a . Ouando apan"ado 9 era# torturado 9 J &e:e decapitado .e Fu car a i!u#inação. ortodo>ia pre er&ou e nutriu a doutrina e ot'rica 9 parte de!a pr'cri tã9 +ue Ro#a de cartara ou dec!arara "er'tica. % #onge i#er o e# oraçSe de repente i!u#ina&a# a ca&erna ou a ce!a toda. .reopagita9 continuou a i!u#inar o cri tiani #o ortodo>o co# ua 3n5a e na e>peri3ncia pe oa! direta do #undo e pirituai .t"o .

E!e de #aia&a#9 5a!a&a# outra !íngua 9 cura&a# o doente e e>pu! a&a# de#Lnio . % oF<eti&o de ta ceri#Lnia era a !iFertação do #undo #ateria! e a a cen ão ao #undo e pirituai . 4ua pr1pria doutrina parece ter ido u# . % <o&e# Ra putin per#aneceu no #o teiro ortodo>o de VerI"oturye9 onde con"eceu #e#Fro do H"!y ty.%utro #o&i#ento +ue &eio da tradição do Ve!"o *rente 5oi o H"!y ty9 o Po&o de Deu 9 u#a ociedade c!ande tina e per eguida9 5a#o a por eu a ceti #o e>tre#o e re<eição ao #undo.e +ue e reunia J noite9 J &e:e e# c!areira na 5!ore ta9 i!u#inada co# #uita &e!a . Nu oF o #anto Franco 5!utuante 9 e!e dança&a# e# doi círcu!o 9 o "o#en no círcu!o interno9 no entido "orArio9 a #u!"ere no círcu!o e>terno9 #o&endo. Di:ia.e no entido opo to. Ca&ia Foato de orgia ne ta reuniSe no #eio da noite. *ontudo9 ' #ai pro&A&e! +ue e!e V co#o o cAtaro V 5o e# a ceta e>uai 9 praticando a uF!i#ação da energia e>uai para 5in e pirituai e #í tico .

R 4e o!"ar#o 9 J #edida +ue c"ega#o ao 5in de ioc!e9 não o círcu!o #ai e!e&ado da arte e# gera! e da !iteratura9 #a o círcu!o i#ediata#ente in5erior9 encontrare#o u#a !iteratura de te#a ocu!ti ta e>p!ícito +ue do#inaria a cu!tura popu!ar no 'cu!o YY. Vo!tou para ca a doi ano #ai tarde9 e#anando u# 5orte #agneti #o e e>iFindo podere #iracu!o o de cura.nticri to9 . . Ra putin eria di5a#ado e a a inado pe!o #açon 9 #a e# 191? eu conte#porEneo9 o grande iniciado Rudo!5 4teiner9 di e: R% e pírito do po&o ru o agora pode traFa!"ar apena atra&' de!e e de ningu'# #ai .. Di:ia.000 +ui!L#etro at' o #onte .. carne eria cruci5icada9 a pe+uena #orte do orga #o e tornaria a #orte #í tica da iniciação. /a#e 9 o !ente de *a#Fridge +ue a!gun a5ir#a# er o pai da "i t1ria de 5anta #a 9 tradu:iu #uito e&ange!"o ap1cri5o para o ing!3 9 deu u#a con5er3ncia oFre ci3ncia ocu!ta na 4ociedade 7iterAria de Eton e e cre&eu u# conto c"a#ado *onde . .aítre de P"i!ippe e Papu &i itara# a corte ru a e# 1901.R.t"o .e +ue e!e con<urou o e pírito do pai do c:ar9 . Papu 5e: de Nico!au II o c"e5e de u#a !o<a #artini ta e agiu co#o curandeiro e con e!"eiro e piritua! do c:ar. 4eu Retrato de Dorian 2ray9 a i# co#o o . Papu a!ertou o c:ar contra a in5!u3ncia #a!igna de Ra putin. .agnu 9 no +ua! o conde9 u# a!+ui#i ta9 ai e# peregrinação para o !oca! de na ci#ento do . % #artini #o <A era #uito deFatido na !o<a #açLnica ru a .de en&o!&i#ento radica!9 propondo o 3>ta e e piritua! por #eio da e>au tão e>ua!.R E!e apre entou Ra putin J corte9 <A 5a cinada co# a id'ia e ot'rica e an io a para ter e>peri3ncia . Depoi de u#a &i ão de .'dico e o #on tro de RoFert 7oui 4te&en on9 !e&ou para a con ci3ncia p8F!ica a concepção ocu!ti ta do dopp!egãnger.aria e# +ue e!a !"e di e para aFraçar a &ida de u# peregrino9 Ra putin andou . % car Pi!de e ta&a i#er o no aFer da %rde# da 2o!den DaQn.!e>andre III9 +ue pro5eti:ou a #orte de Nico!au II na #ão de re&o!ucionArio . 7A9 5icou oF a proteção do con5e or pe oa! da 5a#í!ia rea!9 +ue di e: RE a &o: do o!o ru o +ue 5a!a por inter#'dio de Ra putin.9 e!e c"egou a 4ão Peter Furgo. E# 190.

E# todo e te período9 o e pírito do #ateria!i #o traFa!"a&a pe!a &it1ria9 e!aForando &er Se #ateria!i ta da 5i!o o5ia e ot'rica.!ei ter *roQ!ey oF er&ou co# e&idente apro&ação +ue Cuy #an #orreu de cEncer na !íngua co#o con e+U3ncia di o. .u#a cidade c"a#ada *"ora:in. Vi#o ta#F'# co#o o #anipu!adore i#piedo o e cínico do #açon 9 o I!!u#inati9 5ornecera# u#a #etodo!ogia para o re&o!ucionArio no 5ina! do 'cu!o YVIII e início do 'cu!o YIY. % ocu!ti #o ta#F'# te&e i#portEncia no de en&o!&i#ento da id'ia de Mreud. 4eu #entor9 *"arcot9 por ua &e:9 5oi en inado por . Na arte p!A tica 9 te#a ocu!ti ta e>p!ícito pode# er &i to no i#Fo!i #o de 2u ta&e . No início do 'cu!o9 o #on tro de MranIen tein 5oi u# re!ato 5ictício do "o#8ncu!o de Parace! o.eyrinI e>p!oraria u# te#a e#e!"ante e# eu ro#ance % 2o!e#9 +ue por ua &e: in5!uenciou o cine#a e>pre ioni ta a!e#ão. . Di:ia. 2er#ain para u# p!ano pura#ente econL#ico. % 5ato de *"oro:on er o no#e de u# do de#Lnio +ue tra&a con&er a co# Dee e He!!ey ugere +ue /a#e aFia do +ue e ta&a 5a!ando.ary 4"e!!ey +uando e!a conceFeu o #on tro9 Po!idori9 o a#igo de )yron9 e cre&eu u#a pri#eira "i t1ria de &a#piro.e #er9 proe#inente . % pr1prio 4toIer era #e#Fro da %T% .e a !ei ecreta R. % teo o5i ta tc"eco 2u ta& .a> H!inger9 na e tran"a arte er1tica-ocu!ta de Me!icien Rop 9 +ue u# crítico da 'poca ape!idou de Ru# 4atã arcA ticoR.ar> tradu:ia o ideai e pirituai de 4t. /A #enciona#o co#o a id'ia e ot'rica da e&o!ução da e p'cie aparecera# na 5or#a #ateria!i ta da teoria de DarQin.oreau9 . .rno!d )[cI!in e Mran: &on 4tucI9 no on"o de perto de .nton .a %rdo Te#p!i %rienti 9 u#a ociedade ecreta +ue pratica&a a #agia ceri#onia!.a ' c!aro +ue a &er ão #ai 5a#o a ' a de )ra# 4toIer9 e# +ue o corpo pre er&ado na epu!tura ' u#a e p'cie de &er ão de#oníaca de *"ri tian Ro encreut:.e +ue no ro#ance 7J-)a Cuy #an 5a!ou e# pri#eira #ão do +ue rea!#ente aconteceu e# rituai de #agia negra9 ro#pendo eu <ura#ento de igi!o. Co pedado na #e #a ca a de .gora o #ateria!i #o dia!'tico de . %di!on Redon e cre&eu oFre Rrender.

pode er &i to co#o u#a &er ão #ateria!i:ada do #ode!o tripartite caFa!i ta. No e +ue#a de &ida de Mreud9 e a 5orça ocu!ta de&e# er interpretada co#o e>uai 9 e não e pirituai . E# u# ní&e! ainda #ai 5unda#enta!9 a pr1pria noção de +ue e>i te# i#pu! o independente de no o ponto de con ci3ncia9 +ue pode# &ir de 5ora9 ' u#a &er ão ecu!ari:ada e #ateria!i ta do re!ato e ot'rico da con ci3ncia. Mreud #ai tarde reagiu contra a origen e ot'rica de ua ideia e c!a i5icou co#o !oucura a antiga 5or#a de con ci3ncia da +ua! e!a 5ora# de en&o!&ida .a de +ue a con ci3ncia te# u#a e trutura. .ocu!ti ta e in&entor do #e #eri #o.de uperego9 ego e id . E!e introdu:iu no pen a#ento do#inante u#a id'ia +ue ' e encia!#ente caFa!i ta . % <o&e# Mreud e tudou a *aFa!a e e cre&eu co# apro&ação oFre a te!epatia9 e pecu!ando +ue e!a pode ter ido u#a 5or#a arcaica de co#unicação u ada por todo ante da in&enção da !inguage#. Por e>e#p!o: o #ode!o da #ente popu!ari:ado por Mreud .

e co# Ato#o .o pen ar no +ue #ai te#ia9 tenta&a i#pedir +ue i o acontece e. . . Po terior#ente9 a e>p!icaçSe #ateria!i ta +ue Mreud e ti&era tentando 5orçar para a e>peri3ncia e pirituai ta#F'# &o!tara# a !"e ocorrer e e!e 5oi to#ado por u# en o do +ue e!e c"a#ou de oFrenatura!.o interpretar o proce o a!+uí#ico co#o pura#ente p ico!1gico 9 e ta&a negando u# ní&e! de igni5icado pretendido pe!o e critore a!+uí#ico j o de +ue e te e>ercício #entai pode# in5!uenciar a #at'ria de 5or#a oFrenatura!. . Mreud e cre&eu eu en aio % oFrenatura! +uando tin"a ?2 ano . E#Fora /ung entende e +ue o ete ar+u'tipo agia# de 5or#a independente da #ente con ciente9 e!e !ogo dei>aria de &3-!o co#o centro de encarnado de con ci3ncia +ue agia# de 5or#a co#p!eta#ente independente da #ente "u#ana. . /A #enciona#o +ue e!e interpretou o proce o a!+uí#ico co#o de criçSe de cura p ico!1gica e +ue identi5icou o +ue &ia co#o o ete grande ar+u'tipo do incon ciente co!eti&o co#o o i#Fo!i #o do ete deu e p!anetArio .. % antrop1!ogo 5ranc3 Cenri *orFin9 conte#porEneo de /ung9 ne ta 'poca pe +ui a&a a prAtica e pirituai do u5i . *orFin c"egou J conc!u ão de +ue o iniciado u5i traFa!"a&a# e# "ar#onia e podia# e co#unicar co# o outro e# u# reino de Ri#aginação oF<eti&aR. . /ung e Pau!i pa ara# a acreditar +ue "a&ia outra rede de !igaçSe produ:ida pe!a #ente9 a!'# do #ecani #o pura#ente 5í ico de Ato#o c"ocando. in5!u3ncia e ot'rica oFre o di cípu!o de Mreud9 /ung9 era# ainda #ai c!ara . Parecia-!"e +ue o co #o tenta&a di:er a!gu#a coi a.!gun ano ante 9 o n8#ero ?2 !"e aparecia co# in i t3ncia V u# tí+uete de c"ap'u9 u# +uarto de "ote!9 u# a ento de tre#. Na &erdade9 +uando /ung con"eceu Rudo!5 4teiner9 e!e o de pre:ou9 con iderando-o e +ui:o5r3nico.ai tarde9 o traFa!"o de /ung co# o 5í ico e>peri#enta! Po!5gang Pau!i o e ti#u!ou a dar a!gun pa o para a!'# do !i#ite e taFe!ecido . Oue# aFe e!e #orreria ao ?2 ano T No #e #o en aio9 de cre&eu a e>peri3ncia de andar por u# !aFirinto 5or#ado por rua e# u#a antiga cidade ita!iana e de e &er e# u#a :ona de pro tituição. /ung cun"ou a #e #a e>pre ão de 5or#a independente.

E!e pegou o +ue pen ou er a rota #ai direta para air do Fairro #a !ogo e &iu de &o!ta ao centro do #e #o. % de #e#Fra#ento da Po!Lnia no 'cu!o YIY pro&ocou a di5u ão da tradiçSe a!+uí#ica de te paí para o re to da Europa. (# i#pu! o ro a-cru: genuíno oFre&i&eu na Europa centra! na 5or#a da antropo o5ia de Rudo!5 4teiner. e>peri3ncia no 5a: recordar de Mranci )acon. . %u +ue# aFe o co #o e ti&e e criando igni5icado de 5or#a independente de +ua!+uer inter&enção "u#ana e9 por a i# di:er9 irradiando-o para e!eT 4e Mreud 5o e oFrigado a ad#itir +ue u#a de a coi a era &erdade9 #e #o +ue 1 e# u# ca o9 toda ua &i ão de #undo #ateria!i ta de #oronaria. *o#o con e+U3ncia de ta e>peri3ncia 9 Mreud co#eçou a de con5iar de +ue podia "a&er a!gu#a cu#p!icidade entre ua p i+ue e o co #o. I o parecia acontecer co# e!e repetida &e:e 9 independente#ente da direção +ue to#a e. Da #e #a 5or#a9 a co!Lnia 5rance a do Norte da K5rica dera# u# 5orte #ati: u5i ao e oteri #o e# territ1rio 5ranc15ono . . Moi co#o e u# !aFirinto e ti&e e #udando de 5or#a para e&itar +ue o andari!"o encontra e a aída. Por con eguinte9 o e oteri #o orienta! ainda ' #e!"or repre entado e# !i&raria do %cidente do +ue e# ua contraparte orienta!.#'rica. . Mreud9 ' c!aro9 e ta&a an io o para F!o+uear e ta in piraçSe .e #uito in5!uente na Europa e na . Nu#a 'poca e# +ue para #uito ocidentai a re!igião organi:ada do E tado corria o ri co de er redu:ida a #ero 5or#a!i #o9 e +ue para #uito parecia e t'ri! e e>aurida9 ta!&e: não 5o e de ad#irar +ue toda a pe oa inte!igente . pre ença do I#p'rio )ritEnico na índia !e&ou J puF!icação de te>to "indu e ot'rico e# ing!3 . . Re&o!ução Ru a pro&ocou a 5uga do ocu!ti ta +ue e agrupara# na corte do c:are 9 a<udando a introdu:ir u# 5!u>o de e oteri #o ortodo>o no %cidente9 e a 5i!o o5ia de a cend3ncia u5i e ortodo>a de 2urd<ie55 e %u pen Iy tornou. co!oni:ação europ'ia de outra parte do #undo incitou u# 5!u>o de id'ia e ot'rica e# outro entido9 u#a co!oni:ação re&er a da Europa. Dei>a&a#-no #enta!#ente perturFado. Na d'cada de 19=09 a in&a ão do TiFet pe!a *"ina pro&ocou a di per ão do e oteri #o tiFetano pe!o #undo inteiro.

Ta#F'# ' &erdade +ue a!gun arti ta e>traíra# grande pra:er da era #ateria! e de ua uper5ície re!u:ente . Por'#9 no 5ina! do 'cu!o YIY9 a tirania de rei 9 a uper tiçSe c!ericai e a #ora!idade Furgue a en5adon"a 5ora# o a!&o 5Acei do iconoc!a ta . nAu ea9 a &ida 1 pode ter igni5icado e decidir#o criar #eta para n1 #e #o . Na rea!idade9 e &oc3 pre5erir &er o e oteri #o co#o o re58gio de uper tiçSe antiga 9 ' i o +ue o #oderni #o ta#F'# '. % #oderni #o e# d8&ida 5oi iconoc!a ta. .u# dia +ui e e# con iderar a grande +ue tSe da &ida e da #orte e e a &ida e o uni&er o t3# ou não igni5icadoW a i#9 ti&era# de e !ançar atrA de re po ta . Preci a#o e>a#inar u# pouco #e!"or a &ida de te arti ta para &er +ue todo e tão pro5unda#ente en&o!&ido no ocu!to e +ue o e oteri #o !"e 5orneceu a 5i!o o5ia e encia! de &ida e a e t'tica norteadora. .a!e&ic"9 2audí9 )euy 9 )orge e *a!&ino9 ' u# de e<o de o!apar e uF&erter o #ateria!i #o cientí5ico do#inante. Para a #aioria do grande arti ta da era #oderna9 o #ode!o #ecEnico do uni&er o era o ícone +ue e!e rea!#ente +ueria# e #agar. . % grande e pírito uni5icador do #oderni #o9 o e pírito +ue une Pica o9 /oyce9 . . E!e ' toda e ta coi a 9 #a não ' ateí ta9 co#o J &e:e pre5eri#o pen ar9 pe!o #eno não no entido #oderno e radica! do ateí #o. 5i!o o5ia e ot'rica9 con iderada de #aneira gera!9 repre enta o corpo #ai rico9 #ai pro5undo e #ai 5a cinante de pen a#ento oFre e ta +ue tSe . Pre5eri#o pen ar +ue o #oderni #o ' inte!igente9 a&ançado9 intoni:ado co# a era da #A+uina 9 i#paciente co# a autoridade e o dog#a de 'poca anteriore . grande arte no 5ina! do 'cu!o YIY e início do 'cu!o YY 5oi e# certo ní&e! o grito de u#a "u#anidade 5erida e con5u a.!gun arti ta e e critore 9 inc!u i&e a!gun do #aiore 9 o!"ara# 5i>a#ente na cara da e>i t3ncia e conc!uíra# +ue e!a não tin"a igni5icado9 +ue a &ida na Terra9 a &ida "u#ana9 ' u# acidente de co#FinaçSe +uí#ica e +ue9 co#o conc!uiu /ean-Pau! 4artre no 5ina! de . % #aiore arti ta encontrara# #aneira de e>pre ar o +ue igni5ica e tar &i&o e# deter#inado #o#ento da "i t1ria.

Handin Iy9 co#o Mran: .po!!inaire9 2eorge )atai!!e9 /ean *octeau e outro o iniciara# e# u#a tradição ocu!ta o5i ticada. . E pan"a ta!&e: e<a o paí da Europa onde o oFrenatura! e tA #ai perto da uper5ície da &ida diAria.4e pegar#o )aude!aire e Ri#Faud co#o ponto de partida repre entati&o do #oderni #o9 ta#F'# ' 5Aci! de#ai interpretar a de orde# do entido reco#endada por e!e co#o u# 5i# e# i #e #o.nnie )e ant e *. teo o5ia de . 7eadFetter. Pica o9 o grande #ago-arti ta do #oderni #o9 e#pre te&e u#a 5orte en ação de intru Se do #undo e pirituai . Na &erdade9 e!e acredita&a# +ue9 +uando o #undo #ateria! ' di o!&ido9 a 5eiçSe do #undo e pirituai e tarão pre ente . H!ee e retratou #editando oFre o Terceiro %!"o.ondrian era# teo o5i ta .R 2auguin9 . orige# e ot'rica da arte de .a> /acoF9 Eric 4atie9 . Ouando #enino9 a!gun a#igo acredita&a# +ue e!e po uía podere oFrenaturai 9 co#o !er a #ente e 5a:er pro5ecia . Ouando e!e &ia<ou para a Mrança9 . . ar+uitetura de in5!u3ncia AraFe de 2audí9 co# araFe co +ue ondu!a# co# 5!oreio 9 e# +ue 5or#a ani#ai e "u#ana e 5unde# e e #eta#or5o eia# u#a na outra 9 con&ida o &i itante a entrar e# u# e tado a!terado de con ci3ncia.a!e&ic" e tran 5or#ou e# er&o a %u pen Ii.arc9 5oi di cípu!o de Rudo!5 4teiner9 #a a grande in5!u3ncia 5or#ati&a na pintura de Handin Iy +ue aFrira# ca#in"o para o aF trato 5ora# a R5or#a pen a#entoR perceFida e# u# e tado de tran e e regi trada pe!o teo o5i ta . . R% poeta e 5a: c!ari&identeR9 di e Ri#Faud9 R&irando J a&e a todo igni5icado9 !onga e ponderada#ente. .ati e pode er #ai ocu!ta9 #a e!e di:ia +ue J &e:e o!"a&a u# oF<eto9 co#o u#a p!anta +ue pretendia pintar9 durante e#ana 9 ou #e #o #e e 9 at' +ue eu e pírito co#eça&a a in tA-!o a dar e>pre ão J+ui!o.P.unc"9 H!ee e . 2auguin e &ia co#o criador de e cu!tura +ue V a i# co#o 2o!e# .podia# er a&i&ada por e pírito de encarnado . .ondrian en inou-!"e er po í&e! di cernir u#a rea!idade e piritua! e truturando a apar3ncia do #undo #ateria!. .

arI Carri de taca o te#a de Par i5a!. 4eu en aio ' u# e>e#p!o in pirador de co#o o pen a#ento e ot'rico pode e c!arecer di#en Se &edada J crítica con&enciona!. E# ua <u&entude9 Pica o 5ora #e#Fro 5undador de u# grupo c"a#ado Va!"a!!a9 5or#ado para e tudar o a pecto #í tico da oFra de Pagner. E e de en"o ' u#a repre entação de u# do grande te#a de Pica o. No o #undo e tA endo de pedaçado9 5rag#entado por u#a erupção de 5orça uFterrEnea #a!igna . E!e reco#FinarA o de cartado9 o di!acerado9 o 5eio9 de #aneira no&a e Fe!a . % in5erno e tA do outro !ado do t8#u!o9 #a e ta &ida ' ta#F'# in5erna! V e in5erna! egundo o e pírito do te#po . i# co#o Dante e Do toi'& Ii9 e!e #o tra +ue o in5erno +ue o candidato de&e atra&e ar co#eça co# o in5erno de eu pr1prio de e<o . % de en"o de 19.r!e+ui#.r!e+ui# Tri #egi tu R. % arti ta iniciado9 co#o Pica o9 pode re5a:er o #undo9 pode er u# deu da 5erti!idade rena cido9 #a não o 5arA no ter#o do cEnone con&encionai da Fe!e:a. E# outra oca iSe 9 Pica o e retratou co#o u#a i#age# do Taro9 u pen o entre o #undo #ateria! e o #undo e pirituai .r!e+ui# oFre a #orte ' encenada todo o ano no carna&ai de rua.po!!inaire J &e:e e re5eria a e!e co#o R.6 de u# toureiro e pan"o!9 u#a oFra #uito neg!igenciada9 . % pintor aF trato e o conceitua! X&e H!ein de coFriu o pen a#ento e ot'rico +uando encontrou por aca o u# !i&ro do proponente #oderno da 5i!o o5ia ro acru: . De e<ando a tran 5iguração da #at'ria9 . 2eorge )atai!!e pe +ui ou o #itraí #o e e# 1901 Pica o 5e: u#a 'rie de pintura retratando #u!"ere u ando u# gorro #itraico9 í#Fo!o tradiciona! da iniciação. Z &e:e e pinta&a co#o o . 4eu a#igo .69 co#o #o tra Carri de 5or#a con&incente9 ' u# retrato de u#a iniciação no uFterrEneo.Pica o co tu#a&a u ar ter#o e ot'rico e# ua oFra. .a> Ceinde!9 +ue 5oi iniciado por Rudo!5 4teiner #a ro#peu co# e!e para criar eu pr1prio #o&i#ento ro a-cru:. E ta 5igura ' a ociada a Cer#e e ao In5erno9 e# particu!ar e# ua )arce!ona nata!9 onde a &it1ria do . E# u#a anA!i e de u# de en"o de 19. % de en"o retrata a cena na 1pera de Pagner e# +ue o #ago negro arre#e a a !ança de 7ongino e# Par i5a!9 #a 9 co#o Par i5a! 5oi iniciado9 e!a 1 paira oFre ua caFeça.

Ta!&e: o e critor #ai ocu!ti ta do 'cu!o YY9 e a+ue!e +ue #e!"or encarnou a #A>i#a de Ri#Faud oFre e tornar u# #'diu#9 ten"a ido Mernando Pe oa. . % grande e critore do 'cu!o YY ta#F'# e ta&a# pro5unda#ente i#er o no pen a#ento e ot'rico.a ta!&e: a in5!u3ncia 5or#ati&a e# ua en iFi!idade po'tica ten"a ido a 5i!o o5ia de in piração u5i de %u pen Iy9 a cu<a pa!e tra e!e ta#F'# a i tiu. E!e e cre&eu oFre o Ra#or +ue #o&e o 4o!R. . poe ia de T.000 pAgina de e crita auto#Atica de in piração e piritua! co#o Xeat continuou e>ua!#ente re<u&ene cido na &e!"ice e co#pL parte de ua poe ia #ai #agní5ica ne ta 'poca. E# ua no&a era9 o e pírito "u#ano e !iFerta da re triçSe da #at'ria e a 5or#a !e&ita e 5!utua. In pirado por Foato oFre Pi!!ia# )!aIe e ua re!igião e>ua!9 P. Xeat ta#F'# era #e#Fro da %rdo Te#p!i %rienti e da ociedade teo 15ica9 e tudou a Cer#'tica9 e cre&eu aFerta#ente oFre #agia e ta#F'# u#a introdução para u#a edição popu!ar do Ioga 4utra de Pantan<a!i. Xeat e ua <o&e# e po a9 2eorgie9 e>p!orara# pri#eiro a !igação direta entre união e>ua! e e piritua! encontrada no Go"ar9 depoi na ioga tEntrica. ). Xeat c"egou a 5a:er u#a &a ecto#ia na e perança de +ue re5rear o 5!u>o de 3#en pude e a<udar a co#por a energia nece Aria para u# tran e &i ionArio. 4eu e>peri#ento não apena gerara# #ai de 6. E!iot ta#F'# u a re5er3ncia ocu!ta de 5or#a ec!'tica.oFre o te#po pa ado e o te#po 5uturo contido no te#po pre ente -9 e<a u#a parA5ra e da 5i!o o5ia de %u pen Iy. E!e e cre&eu oFre ter dentro de i todo o on"o do #undo e +uerer . E!iot co#pareceu a reuniSe teo o5i ta 9 e o ino&ador grupo Oue t era 5re+Uentado por E:ra Pound9 Pynd"a# 7eQi e 2er "e# 4c"o!e#9 o grande e tudio o do #i tici #o <udaico. Na rea!idade9 o 5a#o o tr3 pri#eiro &er o da+ue!e +ue ta!&e: e<a o #ai in5!uente poe#a e# ing!3 do 'cu!o YY9 ROuatro +uarteto R . (!i e e Minnegan PaIe9 de /oyce9 #o tra# a 5a#i!iaridade do autor co# a doutrina "indu e "er#'tica9 inc!u i&e citaçSe direta de 4QedenForg9 .ada#e )!a&at Iy e E!ip"a 7e&i.H!ein pretendia +ue ua arte inaugura e u#a no&a Era do E paço9 retratada e# te!a de u# a:u! u!tra#arino +ue não era interro#pido por +ua!+uer !in"a ou 5or#a.4.

.e>peri#entar todo o uni&er o . .. De acordo co# o pen adore e ot'rico 9 a &ida e# u# a#Fiente . antropo o5ia de Rudo!5 4teiner 5oi e>tre#a#ente in5!uente9 não 1 oFre Handin Iy9 . En+uanto i o9 Pe oa e &a:iou. Na !iteratura do 5ina! do 'cu!o YY9 )orge 9 *a!&ino9 4a!inger e 4inger ta#F'# !ida# aFerta#ente co# te#a e ot'rico .R E ta pa age# &ai ao cerne da +ue tão +ue e tA entre a &i ão de #undo e>ot'rica e eu opo to. E co#o e e!e traFa!"a e# de acordo co# a a5ir#ação de Har!"ein: 4tocI"au en de +ue toda criação aut3ntica torna con ciente a!go do reino e ot'rico +ue não era con ciente ante .a ta!&e: a pa age# a eguir9 de Vi!!age 9 e<a #ai repre entati&a: R% e>o ' u# de!írio progra#ado +ue a5a ta a #orte co# a pr1pria uF tEncia da #orteW ' o e paço negro entre a e tre!a +ue con5eriu a uF tEncia doce e# no a &eia e 5i ura . Pe oa recon"ecia e e enti#ento .ua rea!idade . Parte da corre pond3ncia de )e!!oQ co# )ar5ie!d 5oi puF!icada.e co#o u# #'diu#9 per#itindo. 0 caracterí tico da e tran"a di5u ão da in5!u3ncia e ot'rica +ue e critore tão di5erente co#o *4. (pdiIe e cre&eu u# ro#ance aFerta#ente ocu!ti ta9 . Di:e#-no +ue Fri!"a#o ]. 4ão g!ori5icada a parte de n1 +ue a dec3ncia con&enciona! c"a#a de &ergon"o a .dentro de i. Fru>a de Ea tQicI. Preci a#o +ue o e pírito traFa!"e# por no o inter#'dio. 7eQi e 4au! )e!oQ ten"a# ido introdu:ido na 5i!o o5ia e ot'rica pe!o #e #o #e tre e piritua!9 o antropo o5i ta %Qen )ar5ie!d. R4ou a inte!ig3ncia no dado R9 di: u# antigo te>to taoí ta9 R ou o ati&o no 5eito R9 di: o Cino 2n1 tico da P'ro!a.arc e )euy 9 #a oFre Pi!!ia# 2o!ding e Dori 7e ing9 e a#Fo #orara# e# co#unidade antropo 15ica . Para #o&er a coi a no te#po e no e paço9 para tornar o #undo #e!"or9 não Fa ta no e 5orçar#o o #A>i#o +ue puder#o . 4erA &erdade +ue o #aiore e critore e tão intere ado e# id'ia e ot'rica T Pode#o &er a in5!u3ncia do e oteri #o e# )e!!oQ e /o"n (pdiIe9 doi i#portante ro#anci ta +ue e cre&era# e# ing!3 na &irada do 'cu!o.^. Preci a#o de u# pouco de e e pírito de inte!ig3ncia.. E!e e pera&a pe!a &o!ta do %cu!to9 +ue e ti&era aguardando de de o início do te#po .e er to#ado por u#a 'rie de per ona 9 oF cu<o no#e e cre&eu di5erente 'rie de poe#a co# &o:e #uito di tinta .

e trutura ce!u!ar re&o!ucionAria in tigada por 73nin e Tr1t Ii 5oi e treita#ente Fa eada no #'todo de traFa!"o de Pei "aupt. 73nin era u# #aço# de grau . .e #uito pouco oFre a in5!u3ncia ocu!ta por trA de eu ini#igo 9 o co#uni ta re&o!ucionArio .e interna!i:ado 9 re u!tando e# u# de erto e t'ri! +ue não e regenera. .ar>9 Enge! e Tr1t Ii era# #açon . .e Fe#. /A 5a!a#o e# 4t. .#ecani:ado9 digita!i:ado e indu tria!i:ado te# e5eito en urdecedor oFre no o proce o #entai .artin9 Papu e Ra putin.igue! ti&era# u#a &it1ria no c'u. E todo o in5erno e !iFertou. E# 1BD99 o e>'rcito de an<o !iderado por 4ão .a "A u# #i t'rio #ai pro5undo a+ui. E# 2D de <un"o de 19169 Ra putin 5oi urpreendido por u#a con piração para #atA-!o. Participante i#portante dera# te te#un"o +ue parece# aut3ntico 9 e#Fora o re u!tado ten"a# ido #uito !i#itado . 0 nece Aria u#a #udança intenciona! na con ci3ncia para no aFrir#o no&a#ente para a in5!u3ncia do #undo e pirituai 9 re&igorante e de !i&re 5!u>o. Para er deci i&a9 por'#9 e ta &it1ria teria de er tra&ada ta#F'# na Terra. *o#o u# "o#e# co#o 73nin con eguiu cur&ar #i!"Se de pe oa J ua &ontadeT I o parece ir a!'# da e trat'gia ini tra de u# Pei "aupt. *o#o <A ugeri#o 9 o #ar>i #o pode er &i to co#o u#a reconte>tua!i:ação #ateria!i ta do ideai 5raterno da #açonaria. 73nin e Tr1t Ii guerreara# co# Deu . . pe +ui a #i!itar a#ericana oFre a 5or#a ocu!ti ta de oFter &antage# oFre a (nião 4o&i'tica 5oi Fe# docu#entada. % concreto9 o p!A tico9 o #eta!9 o i#pu! o e!'trico e>pe!ido pe!a te!a torna#.uito 5oi e crito oFre a #a!igna in5!u3ncia ocu!ta oFre a . . .19 #e#Fro de &Aria !o<a 9 inc!u i&e a da No&e Ir#ã 9 a #ai i#portante a o5rer in5i!tração por parte do eguidore da 5i!o o5ia nii!i ta do I!!u#inati. .a aFe.!gun iniciado . 41 agora co#eça#o a aFer do u o #uito #ai e>tre#o .eno con"ecida ' a "i t1ria da in5!u3ncia ocu!ta oFre a R8 ia na 'poca da Re&o!ução *o#uni ta.ucedido V do ocu!to pe!o 1rgão go&erna#entai da antiga (nião 4o&i'tica. .!e#an"a no início do 'cu!o YY. No #e #o dia9 o ar+uidu+ue Merdinando da Ku tria 5oi a a inado.

Na "i t1ria ecreta9 73nin ' u#a reencarnação de u# u#o acerdote9 rena cido para e opor ao egundo ad&ento do deu 4o!9 e +uando Tr1t Ii 5ugiu de eu antigo ca#arada e e e condeu na *idade do .o +ue parece9 era# t'cnica ocu!ta e#pregada para 5orta!ecer a &ontade at' u# grau oFrenatura! por #eio da e>p!oração da energia p í+uica de &íti#a de tortura e ta#F'# de &íti#a acri5icai .'>ico9 e ta&a &o!tando para ca a. .na cu!tura da pirE#ide da . 0 c!aro +ue <A &i#o e ta 5or#a de #agia negra . 41 a!gu'# +ue #atou pe!a cau a podia e tornar u# iniciado &er#e!"o.#'rica.re!utante oFre&i&era# e 5a!ara# da Riniciação &er#e!"aR9 do treina#ento para e tornar agente ecreto rea!i:ado e# antigo #o teiro . .

o no apro>i#ar#o do 5ina! de ta "i t1ria9 e ta#o e# Foa ituação para &er at' +ue ponto a "u#anidade e&o!uiu a partir da criatura de #ente co#unitAria do pri#eiro te#po 9 +ue tin"a pouca con ci3ncia do #undo ao redor e pouco en o de u#a &ida interior. Ouanto e!a ' 8ti! na guerra contra o #ateria!i #o . i#age# de 73nin9 a encarnação #u#i5icada de u# iniciado da pirE#ide 9 ' re oante e u# tanto aF urda para o pen a#ento #oderno. 2and"i repre enta u#a grande incorporação da no&a 5or#a de con ci3ncia e# cu<a e&o!ução a ociedade ecreta e ti&era# traFa!"ando de de +ue e>i te#. . . Por Fai>o da #uito &ang!oriada i#parcia!idade9 por e>e#p!o9 &iu a in<u tiça da carga triFutAria do e>terior e oFretudo a 5a!ta de !iFerdade da @ndia para deter#inar eu pr1prio de tino.!gu'# +ue e>pandiu tanto eu en o de 5in+ue 5oi capa: de tran 5or#ar #o#ento deci i&o de ua pr1pria "i t1ria pe oa!9 de ua pr1pria narrati&a interior9 e# #o#ento deci i&o da "i t1ria do #undo. . E# 2and"i9 &e#o o !i&re pen a#ento indi&idua!9 o !i&re-arFítrio e o a#or !i&re.a 9 J #edida +ue a#adureceu9 co#eçou a &er a rea!idade #ai pro5unda. Ironica#ente9 e ta i#age# parece re u#ir o e pírito do #oderni #o9 #e c!ando o icLnico co# o e>c3ntrico9 o ordinArio9 Fana! e at' to!a#ente atua! co# a aFedoria antiga e ocu!ta.t!Entida. Ouando <o&e#9 2and"i e de cre&ia co#o u# Rapai>onadoR pe!o I#p'rio )ritEnico..ada#e )!a&at Iy. 4endo natura!#ente genero o9 e!e en>erga&a apena o #e!"or +ue "a&ia no "onrado e i#parciai FritEnico +ue ad#ini tra&a# eu paí nata! co#o u#a co!Lnia. .e +uanto ' perigo aT Vo!te#o J @ndia9 onde co#eçou a "i t1ria p1 -. Te# "a&ido a!gu# deFate no círcu!o ocu!to oFre at' +ue ponto a aFedoria e ot'rica de&e e tornar p8F!ica. Ta!&e: e<a u#a pe+uena ironia9 a i# co#o u# #arco do a!cance g!oFa! da ociedade ecreta +ue9 &indo da terra do ri "i 9 2and"i ten"a tido contato co# id'ia e ot'rica por #eio de u#a teo o5ia "íFrida ru aging!e agegípciag a#ericana en inada por .

E# #arço de 19. 4e pude e do#inar eu corpo e# ua di5erente di#en Se 9 poderia de en&o!&er o +ue c"a#a&a de 5orça da a!#a. No pen a#ento J a&e a típico da ociedade ecreta 9 2and"i cu!pa&a o indiano e não o FritEnico pe!a ocupação da @ndia9 re a!tando +ue 100 #i! FritEnico não eria# capa:e de contro!ar . 4ua di cip!ina e piritua! en&o!&ia o traFa!"o diArio e# u#a roda de 5iar #o&ida J #ão9 e# parte para e ti#u!ar u# #'todo de tecer +ue daria e#prego ao poFre 9 #a ta#F'# por acreditar +ue e ta&a traFa!"ando e# eu pr1prio corpo &egeta! en+uanto traFa!"a&a no tecido. Ta#F'# decidiu de a5iar o #onop1!io do go&erno FritEnico oFre a produção de a!9 egundo o +ua! o indiano preci a&a# pagar ao ing!e e pe!o a!9 e#Fora e te e>i ti e e# aFundEncia e# toda a co ta da índia. % a!godão indiano era e>portado para a 2rã-)retan"a9 para co#pan"ia t3>tei de 7anca "ire9 depoi &endido de &o!ta J índia9 o +ue gera&a !ucro para a 2rã-)retan"a e pre<uí:o para a índia. E!e acredita&a +ue o co #o ' go&ernado pe!a &erdade e pe!a !ei da &erdade9 e +ue9 ao agir e# concordEncia co# e ta !ei 9 u# indi&íduo podia con+ui tar o 4atyagra"a9 a 5orça da &erdade e do a#or.00 #i!"Se de indiano 9 a não er +ue e!e per#iti e#. Da #e #a 5or#a9 e atacado9 &oc3 de&e tentar e !iFertar de todo o pen a#ento de rai&a e 1dio contra eu atacante. 4entado e# ua roda de 5iar9 2and"i a5ir#ou: RE tou aF o!uta#ente con&icto de +ue9 co# cada 5io +ue pu>o9 e tou girando o de tino da @ndia. Di cur ou a 5a&or de u# Foicote ao triFunai 9 J e!eiçSe e J e co!a .? ano 9 2and"i renunciou ao e>o co# ua e po a. 4iga e ta 5i!o o5ia9 en inou 2and"i9 e R&oc3 erA !i&re do #edo co# re!ação a rei 9 pe oa 9 !adrSe 9 tigre e at' da #orteR.In5!uenciado e# parte pe!a 5i!o o5ia de de oFedi3ncia ci&i! do tran cendenta!i ta a#ericano Cenry T"oreau e pe!a arte e crítica ocia! de /o"n Ru Iin9 2and"i co#eçou a &irar o #undo de caFeça para Fai>o e J a&e a .por #eio de u#a in5!u3ncia p ico!1gica #a ta#F'#9 e encia!#ente9 por #eio de u#a in5!u3ncia oFrenatura!.R E# 2? de <aneiro de 19299 e!e pediu J pe oa +ue oF er&a e# o Dia da Independ3ncia e# cidade e a!deia de toda a @ndia. E# 190?9 ao .09 u# 2and"i de e enta . Por e>e#p!o: e &oc3 con5ia incondiciona!#ente e# eu ad&er Ario9 acaFa in5!uenciando-o a agir de 5or#a "one ta .

pri ão de 2and"i e ua gre&e de 5o#e o!apara# a &ontade #ora! do go&erno FritEnico9 !e&ando J independ3ncia da índia e# 196B. E!a teria# ac"ado +ua e i#po í&e! i#aginar +ue a!gu'# acredita e no +ue n1 cre#o .ano partiu9 de ca<ado na #ão9 e# u#a ca#in"ada de 26 dia e# direção ao #ar. De certo #odo9 2and"i 5oi #aior do +ue +ua!+uer u# de!e . .!e>andre o 2rande e Napo!eão. 2and"i era u# "indu de&oto9 #a &i&ia de acordo co# a !ei #ai pro5unda e>po ta no 4er#ão da . #u!tidão o ac!a#ou: R7iFertadorhR % poder da a!#a de 2and"i era tanto +ue o!dado ar#ado 9 ao e encontrare# co# e!e9 Fai>a&a# a ar#a . *o#o 4ão Mranci co9 e!e a#a&a o #undo. Ne ta "i t1ria9 egui#o a &ida de grande !ídere co#o . Cindu e #uçu!#ano perdoa&a#.ontan"a. Ma!ando a 5acçSe "indu e #uçu!#ana "o ti 9 argu#entou +ue a!gu'# cu<o e pírito de acri5ício pe oa! não &ai a!'# de ua pr1pria &ida u# dia e tornarA egoí ta e 5arA ua co#unidade egoí ta. % e pírito de acri5ício pe oa!9 di e e!e9 de&e aFraçar o #undo todo. Vi#o o #aior i#p'rio do #undo derreter e# "a&er derra#a#ento de angue. . . 5orça da a!#a9 e!e acredita&a9 pode cur&ar u#a pot3ncia #i!itar9 poi a intenção por trA da ação pode ter e5eito #aiore e #ai propagado do +ue a ação e# i. E# outro !ugare 9 e# toda a outra 'poca 9 a pe oa acredita&a# no contrArio. .1 ne ta 'poca e !ugar a pe oa t3# u tentado crença de #at'ria-ante -da-#ente.i!"are e unira# a e!e. Por 5i#9 entrou no #ar para a puri5icação ritua!9 depoi cur&ou.e e apan"ou u# pun"ado de a!. .m 0 1 ne te oF curo uF8rFio da Ci t1ria9 onde nada de #i!agro o parece acontecer e nen"u# g3nio &i&e9 e ta era e# +ue o padrSe de educação da c!a e in truída e tA e# dec!ínio acentuado .e e# ua pre ença. 2D Puarta< Puinta< S'@ta4N'ira O Anticri(to * Entran o no+am'nt' no Go(3u' anti)o * O Bu a Maitr'Ra * A aG'rtura o( ('t' ('lo( * A No+a J'ru(al.

E#Fora a cu!tura popu!ar 5a!e #uito do a#or ro#Entico9 ' pro&A&e! +ue &oc39 co#o a #aioria da pe oa 9 não acredite #ai ni o de todo coração. E pro&A&e! +ue &oc3 e<a #eno repri#ido9 #eno te#ero o da autoridade9 #ai +ue tionador e co# !aço 5a#i!iare #ai 5raco . *on idere9 por 5i#9 co#o ua con ci3ncia ' di5erente da con ci3ncia de eu pai . %u da #oti&açSe co#erciai graça a . E pero +ue e te !i&ro ten"a #o trado de a!gu# #odo +ue a pe oa acredita&a# e# u#a 5i!o o5ia de #ente-ante -da-#at'ria "A a!gu#a geraçSe não por+ue pe ara# o argu#ento do doi !ado e decidira# pe!o idea!i #o9 #a por+ue &i&era# o #undo de #aneira idea!i ta. Pouco . *o#o a id'ia de Mreud e in5i!trara# por co#p!eto9 ' #eno pro&A&e! +ue &oc3 continue incon ciente da #oti&açSe e>uai uF<acente a eu i#pu! o . . Voc3 de&e contar #entira co# #ai 5aci!idade9 a!'# de ter u#a capacidade #enor de concentração e #eno deter#inação para e prender a tare5a tedio a pe!o Fe# de u#a #eta de !ongo pra:o.ar>. Na narrati&a e ot'rica9 a con ci3ncia #uda co# #uito #ai rapide: e de 5or#a #uito #ai radica! do +ue na narrati&a con&enciona!. ua pro&a&e!#ente ' #ai !iFera!9 o!idAria9 #ai capa: de con iderar a per pecti&a de outra raça 9 c!a e 9 pre5er3ncia e>uai e a i# por diante.4egundo a "i t1ria ecreta9 e ta #udança 5oi cau ada por u#a a!teração na con ci3ncia. De certo #odo9 &oc3 de&e er #ai con ciente de i.

9 andando entre o arran"a-c'u ido!atra de (ruI. . Por e>e#p!o: e# 20009 no a &ida e pe!"a a &ida de . . % arran"a-c'u de "o<e pode# er con iderado u#a repre entação do 5unda#enta!i #o.iria# +uerer ou e perar 5icar co# o #e #o parceiro e>ua! pe!a &ida toda. I o ' in5!u3ncia de 4atã9 +ue +uer ir a!'#9 e>tor+uir no o e pírito por co#p!eto e no tornar #era #at'ria.Fraão e# 2. Pro<ete e ta ta>a de #udança na "i t1ria e erA 5Aci! entender +ue 1 "A a!gu#a geraçSe a con ci3ncia cotidiana pode ter ido a 5or#a de con ci3ncia +ue &i&e#o no on"o . 4eu oF<eti&o erA de truir a e piritua!idade Re>p!icando-aR. #A+uina e tão no tornando e#e!"ante a e!a . E!e terA a . i#9 e ta#o &i&endo o grande e&ento do te#po pr'-cri tão e# orde# in&er a e no o de en&o!&i#ento 5uturo no !e&arA a 5a e anteriore e# orde# in&er a.*. Então9 o +ue i o di: oFre a #aneira co#o no a con ci3ncia #udarAT De acordo co# o cri tiani #o e ot'rico9 /e u *ri to &i&eu na Terra no #eio da "i t1ria do co #o. 4ua &ida repre enta o #o#ento deci i&o da "i t1ria.#Fa +uere# repri#ir o !i&re-arFítrio e a inte!ig3ncia "u#ana9 atrair-no e# u# 3>ta e ignorante. Por u# !ado9 e>i te# cri tão de direita +ue e+Ui&a!e# J 5or#a #ai rude do i !ã. E ta ' a in5!u3ncia de 78ci5er. Tudo depoi di o e pe!"a o +ue aconteceu ante .a!te 7aurid )rigge9 parte de &oc3 +uer 5ugir da re pon aFi!idade +ue i#p!ica er a#ado. Por outro9 "A o #ateria!i #o cientí5ico #i!itante +ue de e<a apagar o e pírito "u#ano. E a i# co#o 78ci5er encarnou9 4atã ta#F'# encarnarA.000 a. No a con ci3ncia9 então9 ' di5erente da con ci3ncia de no o pai 9 e ta#F'# ' pro&A&e! +ue e<a #uito di5erente da con ci3ncia de no o a&1 . . E!e o 5arA co#o e critor. I o u cita u#a +ue tão: co#o no a con ci3ncia #udarA no 5uturo pr1>i#oT Na &i ão de #ente-ante -da-#at'ria9 a #ente criou o uni&er o 5í ico co# o oF<eti&o de nutrir a con ci3ncia "u#ana e a<udA-!a a e&o!uir. Na rea!idade9 co#o ugeriu Ri!Ie e# % caderno de .

capacidade de criar e&ento oFrenaturai 9 #a aFendo dar-!"e u#a e>p!icação reducioni ta e cientí5ica. E te !i&ro reuniu e&id3ncia para #o trar +ue ao !ongo de toda a "i t1ria pe oa #uito inte!igente i#ergira# na 5i!o o5ia e ot'rica. Ca&erA9 por'#9 u# #o#ento de orgu!"o9 +uando e!e perceFer +ue e tA a!cançando coi a +ue /e u *ri to aparente#ente 5oi incapa: de a!cançar.nticri to9 acreditando +ue 1 age por a#or J "u#anidade.gora a Farreira entre n1 e o #undo e pirituai e tA enco!"endo de no&o. % pen a#ento e ot'rico te# tido u#a in5!u3ncia grande e deter#inante no de en&o!&i#ento "u#ano9 e#Fora "o<e e<a +ua e inteira#ente uFe ti#ada. e&id3ncia #o tra# +ue o grupo en&o!&ido ne ta ociedade e preocupa&a# e# 5or<ar no&a 5or#a de con ci3ncia #ai inte!igente .o a#or inte!igente9 dado !i&re#ente. .e oF curecido e di#inuiu J #edida +ue a #at'ria endurecia. Depoi e te ace o tornou. . E!e então 5icarA ciente de ua identidade e de ua #i ão.Fo!irA #uita uper tiçSe perigo a e traFa!"arA para uni5icar a re!igiSe do #undo. . % #undo #ateria! e tA de 5iando9 5icando puído. % &erdadeiro en ina#ento e pirituai t3# e# eu cerne o a#or pe!o outro e o a#or pe!a "u#anidade . ( ara# t'cnica ecreta para entrar e# e tado a!terado e# +ue podia# ter ace o a u# ní&e! anor#a!#ente a!to de inte!ig3ncia. *uidado ta#F'# co# o en ina#ento +ue não con&ida# ao +ue tiona#ento ne# to!era# a :o#Faria. No início e!e parecerA u# grande Fen5eitor da "u#anidade9 u# g3nio. *o#o recon"ecer 4atãT %u u# 5a! o pro5etaT %u +ua!+uer #e tre e piritua! de!iFerada#ente 5a! oT % 5a! o en ina#ento e# gera! t3# pouca ou nen"u#a di#en ão #ora!W por e>e#p!o: o Fene5ício do rede pertar do c"aIra ão reco#endado e# ter#o egoí ta de Rcre ci#ento pe oa!R. De acordo co# e ta #aneira de pen ar9 o "o#e# antiga#ente tin"a ace o irre trito ao #undo e pirituai . . E!e !"e di:e# +ue Deu +uer +ue &oc3 e<a idiota. Para co#eçar9 e!e #e #o pode não perceFer +ue ' o .

Ouando e trata de conte#p!ar e&ento tão e>ten o co#o o início do uni&er o9 ' ine&itA&e! +ue u#a +uantidade i#en a de e pecu!açSe e<a Fa eada na #enore partícu!a conceFí&ei de e&id3ncia . . . i# co#o no torna#o con ciente de +ue pode#o er in pirado por inte!ig3ncia de encarnada 9 ' po í&e! perceFer9 ta#F'#9 +ue e ta#o direta#ente !igado ao outro #ai por inter#'dio do pen a#ento do +ue da 5a!a e da oF er&ação 5í ica. Pode#o co#eçar a &er ni o o e Foço de !ei #ai pro5unda . 0 po í&e! +ue pa e#o a en>ergar +ue o re!aciona#ento e# encarnaçSe anteriore pode# er re pon A&ei pe!o enti#ento R uFcon ciente R de i#patia e antipatia +ue urge# +uando con"ece#o e tran"o . % #undo ' co#o a pintura Rper p'ticaR9 +ue pode tanto er &i ta co#o u#a Fru>a ou co#o u#a <o&e# Fonita. +ue tão ' +ue9 +uando e trata de +ue tSe #aiore 9 a pe oa não decide# nece aria#ente de acordo co# o e+ui!íFrio da proFaFi!idade 9 +ue pode er pe+ueno de#ai para er #edido.Pode#o co#eçar a no tornar #ai con ciente do padrSe ugerido por Rcoincid3ncia R e pe!a incronia +ue &i&e#o . Te#o a capacidade de de en&o!&er u# en o e!e&ado de +ue no a interação co# o outro ' u# proce o #uito #ai #i terio o do +ue co tu#a#o upor. No 5uturo9 pode#o aprender ta#F'# a &er o re!aciona#ento e# ter#o de reencarnação. . Natura!#ente9 tudo i o parece !oucura a partir da per pecti&a do en o co#u#. E# u# uni&er o #ateria!i ta cientí5ico9 não "A e paço para e te tipo de re5!e>ão.+uino oFre an<o e# u#a caFeça de a!5inete. E pecu!açSe capitai de 5í ico 9 co #1!ogo e 5i!1 o5o oFre di#en Se in5inita +ue e tão inter!igada 9 uni&er o para!e!o e Runi&er o Fo!"a R en&o!&e# tanta i#aginação +uanto a e pecu!açSe de To#A de . .a a &i ão #ateria!i ta cientí5ica te# ua !i#itaçSe 9 co#o procurei e>e#p!i5icar. pe oa e# . Pode#o pa ar a pre u#ir de #odo #eno c'!ere +ue no a intuiçSe 9 no a Fri!"ante id'ia 9 ão no a .e 5icar #ai aFerto J uge tão de +ue e!a pode# er in piraçSe de outro #undo.

t'cnica en inada no te#po antigo na e co!a de . .. . . 4e puder#o intoni:ar con ciente#ente no o rit#o indi&iduai co# o rit#o do co #o9 #edido por /aIi# e )oa:9 pode er +ue por 5i# una#o no a e&o!ução indi&idua! co# a e&o!ução do co #o..i t'rio e no te#po #oderno por grupo co#o o ro a-cru:e pretende# contriFuir para +ue no torne#o con ciente do rit#o de no a re piração9 de no o coração9 de no o rit#o e>uai 9 do rit#o do de pertar9 do on"ar e do on"o e# on"o . I to eria encontrar o igni5icado da &ida no entido #ai e!e&ado.gera! e co!"e# u#a &i ão de #undo e# detri#ento de outra por+ue e# a!gu# !ugar9 no 5undo de eu er9 ' ni o +ue e!a +uere# acreditar. M. 5i!o o5ia e ot'rica Fu ca u#a rede coFerta da "ierar+uia e pirituai a!in"ada aci#a de n1 e9 inti#a#ente !igada a i to9 u#a de coFerta da capacidade di&ina a!in"ada dentro de n1 .. 4e aprender#o a ter con ci3ncia de ta predi po ição9 pode#o to#ar u#a deci ão +ue '9 at' certo ponto9 !i&re9 poi ' Fa eada no con"eci#ento. E te 5ora# o egredo pre er&ado e a!i#entado por g3nio tão di&er o co#o P!atão9 4ão Pau!o9 7eonardo da Vinci9 4"aIe peare e NeQton: K. L. parte de n1 9 e# a!gu# !ugar no 5undo9 +ue de e<a acreditar e# u# uni&er o #ateria!i ta e #ecEnico pode9 por re5!e>o9 não er a parte de n1 +ue Fu ca deter#inar no o de tino. 5e voc4 puder pensar t%o profundamente a ponto de redescobrir a origem espiritual do pensamento( se puder recon!ecer os pensamentos como seres espirituais e vivos. 5e voc4 puder recriar o antigo senso de assombro e usá-lo como uma a/uda para despertar a força de vonrade ue dorme em seus recessos mais profundos e escuros... 5e voc4 puder desenvolver um senso forte o bastante de sua individualidade ue ven!a a ter consci4ncia de sua interaç%o com os 5eres-pensamento ue se entrelaçam em voc4( e no entanto n%o ser sobrepu/ado por esta realidade. R*on"eça-te a ti #e #oR9 ordenou o deu 4o!. ..

Pau!o c"a#a i to de caridade9 ou a#or.^.N. E o 5ina! de te proce o +uAdrup!o ' +ue o 7eão a!ado opera no Co#e#9 de 5or#a +ue e!e ' tran 5or#ado e# u# an<o...gora9 poi 9 per#anece# a 5'9 a e perança e a caridade9 e a tr3 9 por'# a #aior de ta ' a caridade ]. E te ' o grande #i t'rio en inado no centro de ..: RPor+ue agora &e#o por e pe!"o e# enig#a9 #a então &ere#o 5ace a 5aceW agora con"eço e# parte9 #a con"ecerei co#o ta#F'# ou con"ecido. .o ap!icar 5' J e perança e ap!icando 5' e e perança ao a#or9 u# er "u#ano pode então er tran 5or#ado e# an<o. Voc3 co#eçou o proce o de tran 5or#ação.R . . . Pau!o c"a#a i to de e perança. . .. i# o E corpião ' tran 5or#ado e# u#a Kguia.i t'rio do #undo antigo9 +ue e tornou o grande #i t'rio do cri tiani #o e ot'rico. 4e u# indi&íduo &erte !Agri#a de co#pai>ão9 ua nature:a ani#a! ' tran 5or#ada at' certo ponto9 #a o +ueruFi# +ue ocupa e e #i tura e# todo o co #o ta#F'# ' . então &oc3 e te&e traFa!"ando no Ouatro E!e#ento . % a o#Fro ' u# enti#ento tran 5or#ado9 +ue e tornou con ciente do 5unciona#ento e piritua! do co #o #a não ' oFrepu<ado por e!e. con ci3ncia ' a &ontade tran 5or#ada9 +uando9 pe!o e>ercício do pen a#ento e da i#aginação9 da 5' e da e perança9 co#eça#o a tran 5or#ar e a parte de n1 9 inc!u i&e a 5orça de &ontade +ue &i&e por trA do !i#ite da con ci3ncia. intuição ' o inte!ecto tran 5or#ado +ue perceFe o ere e pirituai co#o reai . 5e o fogo do amor por seus compan!eiros !umanos subir de seu coraç%o e o levar a lágrimas de compaix%o... . Kguia opera no Touro e e te cria a a . % Ouatro E!e#ento t3# u# pape! centra! na 5or#ação do uni&er o 5í ico9 e traFa!"a#o ne!e 9 J #edida +ue e entre!aça# e# n1 9 para tran 5or#ar não a n1 #e #o 9 #a todo o uni&er o9 at' eu !i#ite #ai e>terno . Pau!o c"a#a i to de 5'. % Touro a!ado opera no 7eão de #odo +ue e!e ta#F'# cria a a . E ta ' a #i terio a RoFraR +uAdrup!a ta#F'# a!udida por 4ão Pau!o na Pri#eira Epí to!a ao *oríntio 9 1.

Vi#o +ue9 egundo a "i t1ria ecreta9 a "u#anidade e tA "A pouco te#po i#er a na #at'ria e +ue o endureci#ento da terra e de no o crEnio no per#itiu de en&o!&er u# en o ade+uado de e!59 e a i# o potencia! de pen ar9 de e<ar e . No pri#eiro capítu!o de ta "i t1ria9 &i#o +ue o #undo e a "u#anidade 5ora# criado na eguinte orde#: pri#eiro a parte #inera!9 depoi a &egeta!9 eguida pe!a ani#a!9 e por 5i#9 para coroar a criação9 o e!e#ento di tinta#ente "u#ano. #udança na 5i io!ogia "u#ana e tran 5or#a# e# e#ente da tran 5iguração de todo o uni&er o #ateria!. parre con tituinte ão nutrida u#a ap1 a outra9 cada u#a de!a criando a condiçSe para o de en&o!&i#ento da 5a e eguinte.tran 5or#ado. . No 5ina! do te#po 9 at' o Ato#o de no a nature:a #ateria! erão tran 5or#ado 9 co#o o corpo 5í ico de /e u *ri to na Tran 5iguração. % caFa!i ta I aac 7uria e cre&eu +ue9 u# dia9 não "a&erA u# 1 Ato#o +ue não ten"a ido traFa!"ado pe!o "o#e#. Na 8!ti#a 5a e do progre o da "i t1ria9 e ta parte erão tran 5or#ada de #aneira in&er a: "u#ana9 ani#a!9 &egeta! e9 por 5i#9 #inera!. .

e ne ta região do #undo por e te #oti&o.poca!ip e c"a#a de Mi!ad'!5ia. Terça-5eira 5oi a era +ue co#eçou co# a 5i>ação do #undo #ateria! e# 11.e tre do E 3nio 9 encarnarA no&a#ente co#o Ro +uinto ca&a!eiro +ue #onta u# ca&a!o c"a#ado M' e VerdadeR9 co#o a5ir#a o . No 5uturo9 per ona!idade +ue !e#Fra#o da "i t1ria9 a grande per ona!idade +ue #udara# a direção da "u#anidade9 a5a tando-a do #undo e pirituai 9 rena cerão para no !e&ar de &o!ta ao #undo e pirituai . .16= a. 4AFado 5oi regido por 4aturno9 do#ingo 5oi a era e# +ue a Terra 5oi unida ao 4o!. % oF<eto de no a i#aginação9 +ue egundo no a concepção &e# de e pírito 9 an<o e deu e 9 ão reai para n1 . E!e trarA grande don e pirituai 9 aFrindo o +ue 4anta Tere a de K&i!a c"a#ou de Ro!"o da a!#aR9 o c"aIra .. Perto do 5i# da era da Mi!ad'!5ia9 /e u Pandira9 o .a ante de ta Fre&e e tada entre o oF<eto 5í ico 9 no a e>peri3ncia era co#po ta por id'ia . egunda-5eira 5oi a era ante da di&i ão da 7ua.#'rica e na 2rã-)retan"a en&o!&era#. !ição da "i t1ria #oderna ' +ue a #at'ria e tA endo tran 5or#ada9 di per a9 de 5or#a +ue entrare#o no reino da i#aginação e# u# 5uturo não #uito di tante. Poi na #aior parte da "i t1ria "u#ana9 #e #o #uito depoi de a #at'ria ter ido 5or#ada9 o +ue &i#o no o!"o da #ente ainda no era #ai rea! do +ue o oF<eto #ateriai .oi ' 9 u# no&o Goroa tro9 u# no&o C'rcu!e . Ouando i to acontecerAT % +ue &irA depoi da encarnação de 4atãT No *apítu!o 69 &i#o +ue a "i t1ria ' di&idida e# ete Rdia R9 egundo a co#preen ão da #ente-ante -da-#at'ria. .a#ar !i&re#ente. Na tradição orienta!9 e ta 5igura ' c"a#ada o )uda . . /A ' po í&e! &er e>tre#o e#anando de ta região9 e>tre#o de e piritua!idade e e>tre#o de crue!dade9 co#o na R#A5iaR ru a. #orte de /e u *ri to #arcou o ponto inter#ediArio entre a terça-5eira e a 2rande 4e#ana. . % +ue acontecera no re to da e#anaT E# .aitreya. 2o&erno in5!uenciado pe!a #açonaria na .poca!ip e.=B69 entrare#o na era +ue o . .*. 4e o grande i#pu! o e&o!uti&o de era anteriore &iera# da @ndia9 da P'r ia9 o i#pu! o eguinte &irA da Europa orienta! e da R8 ia. Ca&erA u# no&o 4"aIe peare9 u# no&o .

Recuperare#o parte da capacidade de contro!ar o ani#ai e a p!anta pe!o poder de no o pen a#ento 9 da +ua! de 5ruta&a .dão. No a con ci3ncia na &igí!ia e de en&o!&erA de #odo +ue terA a #e #a re!ação co# no a con ci3ncia de perta do pre ente +ue e ta te# co# no a con ci3ncia no on"o . *on5or#e o e pírito do Fe# e do #a! e 5i:ere# entir9 J #edida +ue todo e co#unicare# #ai !i&re#ente co# o #undo e pirituai 9 a re!igião organi:ada não erA #ai nece Aria. E tare#o ciente do e pírito 9 depoi do an<o e deu e 9 &i&o e# tudo e# torno de n1 9 #a não ere#o #ai contro!ado por e!e . Vo!tare#o a e tar ciente do ere e pirituai a!in"ado ao no o !ado e#pre +ue to#a#o u#a deci ão. *o#eçare#o a no !e#Frar de &ida pa ada e a pre&er o 5uturo. I#agine u# #undo e# re!igião.Reentrare#o então na 5!ore ta agrada de crita no *apítu!o 2. .

No o pen a#ento terão &ida pr1pria9 traFa!"ando por n1 9 #a de 5or#a independente. Por 5i#9 não apena o 4o! erA di5erente9 co#o pre&iu 4ão /oão *ri 1 to#o9 #a urgirA u# o! dentro de cada u# de n1 . Z #edida +ue a #at'ria e tornar #eno den a9 no o corpo reagirão cada &e: #ai ao i#pu! o e pirituai . E te de en&o!&i#ento erão de di5íci! con+ui ta. 4e o #undo #ateria! ' Fre&e9 a #orte ta#F'#. . No e +ue#a da 2rande 4e#ana9 tere#o pa ado para R+uinta-5eiraR9 #a ' c!aro +ue o te#po9 egundo a concepção atua!9 não e>i tirA #ai . #edida +ue entrar#o e# outra era de #eta#or5o e9 a geração Fio!1gica ta#F'# e tornarA de nece Aria. Tudo i o terA ido rea!i:ado pe!o poder do pen a#entoh .#'rica9 onde a c"a#a da e piritua!idade e #anterA &i&a.poca!ip e9 +ue !iderarA a 5orça do #a! na )ata!"a Mina!. No 5ina! da era da Mi!ad'!5ia9 "a&erA u#a guerra #undia! cata tr15ica9 ao 5i# da +ua! a uper5ície da Terra e tornarA u# de erto e piritua!9 a não er pe!a . (# dia não #orrere#o #ai 9 #a dor#ire#o #uito pro5unda#ente9 e depoi de #aneira cada &e: #eno pro5unda.poca!ip e. . . ' c"a#ado 7aodiceia no .B. genero idade do Fon irradiarA9 en+uanto a 5ace e o corpo do #au erão #o!dado pe!a pai>Se ani#ai +ue o do#ina#. % Fon terão cada &e: #ai di5icu!dade para ere# 5e!i:e e e ti&ere# cercado de pe oa +ue ão in5e!i:e .D96 d. Z #edida +ue a "i t1ria e apro>i#ar de eu 5i#9 a 5orça do #a! e a5ir#arão #ai u#a &e:9 en+uanto o terceiro er na trindade do #a!9 4orat"9 o de#Lnio 4o!9 irA e opor J intençSe de Deu . E ta erA a i#age# e pecu!ar do período do pri#eiro Goroa tro. E ta ' a Fe ta co# doi c"i5re de cordeiro9 de crita no .*. Por 5i#9 ningu'# erA 5e!i: at' +ue todo e<a# 5e!i:e . % período de =.PerceFere#o +ue9 e#Fora ten"a#o acreditado +ue e tA&a#o acordado 9 na &erdade e ti&e#o dor#indo. De coFrire#o Ro VerFo +ue e perdeuR do #açon 9 i to '9 ere#o capa:e de criar pe!o poder da &o:. #orte9 co#o a5ir#a 4ão Pau!o9 erA tragada.6-B.

.dora# e prender ao +ue aFe#. 0 u# #ito co#o +ua!+uer outro9 repre entando o +ue a pe oa na parte #ai pro5unda de i +uere# acreditar. Propor +ue não &i&e#o e# u# uni&er o recíproco ' de nece aria#ente crue!.ceite#o o con e!"o de Mranci )acon e repri#a#o a pre a de i#por u# padrão ao #undo. Ta#F'# e tare#o . . ci3ncia #oderna e tA #atando o a o#Fro9 di:endo-no +ue aFe#o tudo. 4e aceitar#o e ta per pecti&a 9 per#itire#o +ue o dito e pecia!i ta e# eu ca#po ten"a# preced3ncia oFre no a e>peri3ncia pe oa!. (# indi&íduo entado o:in"o e# u#a a!a9 dando J !u: u#a id'ia9 pode 5a:er #ai para #udar o ru#o da "i t1ria do +ue u# genera! +ue co#anda #i!"are de o!dado no ca#po de Fata!"a ou u# !íder po!ítico +ue co#anda a !ea!dade de #i!"Se . . P!atão di e +ue toda 5i!o o5ia co#eça co# o a o#Fro. 7ance#o a e#ente da d8&ida. Nu# uni&er o de #ente-ante -da#at'ria9 "A #ai do +ue ro#ance e e#oção e# todo pen a#ento V "A ta#F'# #agia. ci3ncia não ' in5a!í&e!. RE ta R9 di:e# e!e 9 Rnão t3# igni5icado9 ' #e!"or dei>ar tudo co#o e tA. E pere#o 9 co# Heat e# no o o#Fro9 pe!o urgi#ento de u# padrão #ai pro5undo. % "o#en e #u!"ere +ue de cre&e#o 5a:endo "i t1ria ne te !i&ro pre5erira# e deter na+ui!o +ue não aFia#. Ta#F'# e tA #atando a 5i!o o5ia9 e ti#u!ando-no a não 5a:er a grande pergunta .De #odo gera!9 a pe oa +ue #ai #udara# a "i t1ria não 5ora# o grande generai ou po!ítico 9 #a o arti ta e pen adore . E te ' o ro#ance e a e#oção da 5i!o o5ia. Não ' 1 o +ue 5a:e#o ou di:e#o 9 #a o +ue pen a#o +ue a5eta #eu co#pan"eiro e todo o cur o da "i t1ria. Rudo!5 4teiner certa &e: di e +ue a pe oa +ue não te# corage# de er crue! co tu#a de en&o!&er crença cru'i . . Na opinião de!e 9 o aFer ' co#o u# &a to continente +ue ocupa +ua e tudo +ue e>i te. Na &i ão de!e 9 o aFer ' u#a i!"a #in8 cu!a 5!utuando e# u# #ar &a to e #uito e tran"o.R % cienti ta de "o<e in i te# +ue a #aneira de!e de interpretar a condiçSe 5unda#entai da e>i t3ncia "u#ana ' a 8nica.

% oF<eti&o de te !i&ro9 portanto9 5oi ugerir +ue9 e ti&er#o u# o!"ar reno&ado oFre a condiçSe FA ica de no a e>i t3ncia9 e!a ta!&e: po a# er &i ta de u#a 5or#a radica!#ente no&a. ci3ncia pre upSe +ue o #ateria!i #o continuarA endo a 5i!o o5ia do#inante at' o 5i# do te#po . E ta 5oi u#a "i t1ria &i ionAria9 a "i t1ria retida na p i+ue "u#ana9 u#a "i t1ria noturna pre er&ada por iniciado capa:e de pa ar de u#a di#en ão #ateria! para outra. Na per pecti&a da ociedade ecreta 9 o #ateria!i #o erA &i to co#o u# i#p!e e Fre&e de &io.R . 4e não pode#o &er e ta aFedoria antiga9 ' por+ue no condiciona#o a não 5a:3-!o. Para a ci3ncia9 o idea!i #o do#inou a "i t1ria at' o 'cu!o YVII9 +uando co#eçou o proce o de de cr'dito. % 5í ico Nei! )o"r di e certa &e:: R% contrArio de u#a dec!aração correta ' u#a dec!aração 5a! a9 #a o contrArio de u#a &erdade pro5unda pode er outra &erdade pro5unda. . Na &erdade9 pode# er &i ta de u#a #aneira +ue ' +ua e co#p!eta#ente contraria ao +ue 5o#o !e&ado a acreditar.negando coi a +ue 4"aIe peare9 *er&ante e Do toi'& Ii no di era# er &erdade. % re to de u#a antiga aFedoria e tão ao redor de n1 9 no no#e do dia da e#ana e no #e e do ano9 no arran<o da e#ente de u#a #açã e na e tran"e:a do &i go9 na #8 ica9 na "i t1ria +ue conta#o a no o 5i!"o e no pro<eto de #uita con truçSe p8F!ica e e tAtua 9 a i# co#o e# no a #e!"or arte. Ne te !i&ro9 o en ina#ento da ociedade ecreta 5ora# tra:ido J !u: do dia pe!a pri#eira &e:. %utro !eitore pode# entir a!go ne!e 9 e#Fora pareça# de todo inco#patí&ei co# a grande certe:a cientí5ica de no a 'poca. Pode parecer inco#patí&e! co# a "i t1ria +ue &oc3 5oi !e&ado a acreditar9 #a +ue# aFe não ' &erdadeira e# outra di#en Se T Ta!&e: de&a#o ter#inar con iderando a re5!e>Se de u# grande cienti ta. % !eitore pode# con iderA-!o ri í&ei V #a pe!o #eno e tão Fa eado no con"eci#ento do +ue e!e rea!#ente ão. Mo#o en5eitiçado pe!o #ateria!i #o. 0 i to +ue a 5i!o o5ia 5a:9 e#Fora não #uito Fe#.

0 c!aro +ue o #ateria!i ta tende# a de con5iar da i#aginação9 a ociando-a J 5anta ia e J i!u ão.a a ociedade ecreta t3# u#a &i ão entu iA tica da i#aginação. . E e# d8&ida o #e #o ' &erdade e tentar#o o!"ar o 5uturo9 para a!'# de 11. A)ra 'cim'nto( .*.6=1 a. i#aginação ' a c"a&e.9 "a&erA #uito pouca e&id3ncia +ue a ci3ncia poderA con iderar 1!ida . Ouando &ia<a#o +ua!+uer di tEncia e# +ua!+uer direção9 +uando dei>a#o e ta pe+uena i!"a de #at'ria9 pode#o entrar apena no reino da i#aginação. *ada #ente indi&idua! ' u#a protru ão de u#a &a ta #ente c1 #ica no #undo #ateria!9 e de&e#o u ar a i#aginação para a!cançA-!a e no en&o!&er#o co# e!a.Vi#o +ue9 e tentar#o e>a#inar o pa ado9 para a!'# de 11.*.6=1 d. . .o:art e# deu e . *on truçSe &a ta e et'rea de interpretação ão precaria#ente e+ui!iFrada no dado #ai ín5i#o . &erdade ' +ue de&e#o u ar no a i#aginação. Moi o u o da i#aginação +ue tran 5or#ou Da Vinci9 4"aIe peare e .

i# +ue ouFe +ue e!e e ta&a criando u#a no&a editora9 entendi +ue de e<a&a er puF!icado por e!a. 2o taria de agradecer a 4ue Mree tone9 #in"a editora de te>to e editora na Ouercu 9 e ta#F'# J e>cepciona!#ente capa: *"ar!otte *!erI. . . .ayer co#o #eu editor no E tado (nido .in"a 5i!"a TaFit"a ta#F'# a<udou a de en"ar a!gu#a i!u traçSe Fri!"ante no ca o e# +ue não ti&e ace o J per#i Se e #eu 5i!"o )arnaFy e#pre e ta&a pronto para dei>ar o c!i#a #ai !e&e co# ua piada uF&er i&a .aron.gradeço ta#F'# a PatricI *arpenter9 Nico!a *"eet"a#9 *aro!ine Proud9 7ucy Ra# ey9 E##a Pard9 . Mui au>i!iado na e!aForação e na redação por Canna" )!acI9 /ane )radi " E!!a#e 9 /a#ie )u>ton9 He&in /acI on9 Hate ParIin e Pau! 4idney.o +ue agora go taria de retriFuir.in"a 5a#í!ia te&e de aFrir #ão de #uita coi a no 8!ti#o 1D #e e . .2o taria de agradecer a 4ar#aurin9 H :i! e . Ten"o o #e!"or agente e o #e!"or editor. /onny 2e!!er ' todo ação9 co#o u# ar+ueiro :en e . . %Frigado9 )et y RoFFin e E##a Parry pe!a #ara&i!"o a &enda de direito ao e>terior9 e 5ico #uito 5e!i: por ter o !endArio Peter .gradeço J #in"a e po a9 Miona9 por todo a#or e dedicação +ue de#on trou e# toda a redação de te !i&ro .in"a #ãe9 *ynt"ia9 e Terry proporcionara# u# paraí o de pa: +uando 5oi nece Ario.nt"ony *"eet"a# ' u#a co#Finação 8nica de inte!ig3ncia certeira e tino co#ercia!. .ndreQ 4yden"a#9 Doug Hean9 Pau! . 4ou aFençoado por ter e te e pírito ir#ão . .Fe! e a E!aine Pi!!i pe!a pe +ui a de a!gu#a i#agen rea!#ente oF cura . 4ei +ue Mred 2etting e 7orna )yrne Mit:gera!d procura&a# por #i# de !onge.