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Redação: A Estética De Uma Redação Adilson Torquato No nosso primeiro contato com a redação, podemos achar que é muito

fácil mas, na realidade, surge algo que torna importante o nosso ato de escrever que se mantém na forma de passar a mensagem ao nosso leitor e a estética do trabalho redacional, que mostra o quanto estamos interessados em que nosso pensamento seja bem compreensível com l gica e clare!a" #urge então a busca por um trabalho mais limpo e com estética para a estrutura" $bservando os e%emplos de redaç&es da dica passada, podemos notar que a estética não é tão ordenada, por isso a sequ'ncia l gica se perde no meio do caminho e fica sem sentido no que di! respeito ao desenvolvimento de seus argumentos centrais e finais para uma conclusão mais segura e estruturada" (embre)se sempre que, ao formar um *lano de Trabalho para escrever sua redação, voc' deve visuali!ar também a sua +#T,T-.A/ • Nunca comece uma redação com períodos longos" 0asta fa!er uma frase)n1cleo que será a sua idéia geral a ser desenvolvida nos parágrafos que se seguirão2 • Nunca coloque uma e%pressão que desconheça, pois o erro de ortografia e acentuação é o que mais tira pontos em uma redação2 • Nunca coloque hífen onde não é necessário como em penta)campeão ou separação de sílabas erroneamente como ca)rro 3isto s acontece em espanhol e estamos escrevendo na língua portuguesa42 • Nunca use gírias na redação pois a dissertação é a e%plicação racional do que vai ser desenvolvido e uma gíria pode cortar totalmente a sequ'ncia do que vai ser desenvolvido além de ofender a norma culta da (íngua *ortuguesa2 • Nunca esqueça dos pingos nos 5is5 pois bolinha não vale2 • Nunca coloque vírgulas onde não são necessárias 3o que tem de erro de pontuação 642 • Nunca entregue uma redação sem verificar a separação silabica das palavras2 • Nunca comece a escrever sem estruturar o que vai passar para o papel2 • Tenha calma na hora de dissertar e sempre volte 7 frase)n1cleo para orientar seus argumentos2 • 8erifique sempre a +#T,T-.A/ *arágrafo, acentuação, vocabulário, separação silábica e principalmente a *$NT9A:;$ que é a maior dificuldade de quem escreve e a maioria acha que é tão fácil pontuar 6 • <espeite as margens do papel e procure sempre fa!er uma letra constante sem diminuir a letra no final da redação para ganhar mais espaço ou aumentar para preencher espaço2 • A letra tem que ser visível e compreensível para quem l'2 • *repare sempre um esquema l gico em cima da estrutura intrínseca e e%trínseca2 • Não inicie nem termine uma redação com e%press&es do tipo/ 5""" +u acho""" *arece ser""" Acredito mesmo""" =uem sabe"""5 mostra d1vidas em seus argumentos anteriores2 • .uidado com 5superlativos criativos5 do tipo/ 5""" mesmamente""" apenasmente"5 " + de 5neologismos incultos5 do tipo/ 5"""ime%ível""" inconstitucionali!ável"""5" #e voc' prestou atenção nas redaç&es da dica anterior, percebeu que elas estavam seguindo a estrutura redacional intrínseca 3interior4 quanto a -NT<$>9:;$, >+#+N8$(8-?+NT$ + .$N.(9#;$, mas não obedeciam a parte e%trínseca 3e%terior4 que é a apresentação da <edação, ou melhor, a apar'ncia da escrita mostrando um conte1do limpo e claro" $ que notamos é que nas redaç&es faltaram parágrafos e respeito 7s margens 3estética do trabalho4 e a >-##+<TA:;$ do estudante que colocou várias idéias na introdução sem definir uma geral e tornou odesenvolvimento confuso, pois faltou dissertar sobre as tais conveni'ncias comerciais do ovo de páscoa da introdução e centrou muito na @ist ria da Aigura do .ordeiro sem e%plicar o que a ver a malhação de Budas e o >omingo de *áscoa" A conclusão começa a ficar em apuros e o fechamento das idéias da introdução e do desenvolvimento terminam prejudicadas" Nosso desafio é escrever esta dissertação usando todas as dicas para uma redação boa" .omo disse meu colega, o *rofessor <ogério/ 5A melhor dica para <edação/ é *ensar" *enso logo escrevo5 $ segredo é simples/ +9 +#.<-T$< TA?0,? #$9 (+-T$< " 3 Tudo que estou escrevendo vem do que penso e preciso montar um bom plano para entender o que escrevo e dei%ar minha leitura mais compreensível para os demais leitores 4 A (CD-.A +#T<9T9<A(/ A<A#+)NE.(+$

mas no Novo Testamento a <essurreição abre uma idéia de salvação. A *áscoa é uma festa cristã" Nela celebramos a (ibertação dos @ebreus por ? ises e Bavé 3Beová )verbo hebraico para #er4 como também a <essurreição de .colada&eb.com. o escritor pre!ou pela l gica de sua redação e não s pelo segmento da introdução.<-#T.onversão das idéias proclamadas na redação4 5""" todo mundo cristão"""5 5""" festividade significativa"""53pu%a a idéia central da introdução4 5"""dois momentos bíblicos"""5 5""" Nova Berusalem"""5 3pu%a o argumento do desenvolvimento4 $ que ocorreu na dissertação anterior a esta foi a confusão de idéias e isto complicou a estrutura então podemos di!er que dentro da introdução surge a primeira idéia a ser construída na redação e a conclusão termina a montagem de nosso pensamento escrito" + como fica o desenvolvimento H -sto vamos mostrar em suas formas de ordenaç&es que é o mais simples de se fa!er dentro de um t pico frasal bem estruturado e vamos mostrar todas as formas de ordenaç&es do desenvolvimento" Não percam6 ?ontamos em nossa tela mental o que vamos fa!er no papel/ T+?A/ $s brasis do 0rasil Arase)n1cleo/ $ 0rasil por suas variadas diversidades possui vários brasis que se moldam no territ rio nacional e determinam algo que vai além de suas fronteiras regionais" >esenvolvimento/ A divisão territorial2 A formação regional2 $s diferentes brasis" . de vida nova. regionais. desenvolvimento e conclusão mas nota)se uma definição muito clara de uma idéia geral 3central4 na introdução que fortaleceu o encadeamento das idéias e protegeu o sentido argumentativo do conte%to e fechou a conclusão tra!endo ao leitor a visão do que o tema pediu a *áscoa . desenvolvimento e conclusão/ A *F#.risto" A 0íblia relata no 8elho Testamento a saída do povo hebreu perseguido pelo Aara e libertos pelo #enhor na passagem do ?ar 8ermelho. culturais e políticas" =uase preparamos a redação s na esquemati!ação da l gica inicial da introdução" Te%to gentilmente cedido por Kazuto Adate (kazuto@sti. geográfica e muito mais política fortalecendo o 0rasil como Nação e Doverno" Temos um 0rasil que se forma de diversas maneiras em cada região e possui uma forma diferente de observar o *aís como meio de sobreviv'ncia de um povo ou de fortalecimento político das massas emergentes em suas áreas de atuaç&es territoriais.onclusão/ .br) Cola da eb ! "rabal#os Escolares $ro%tos &&&. de libertação do corpo pela vida eterna ap s a morte e eleva o sonho de um mundo novo/ A Nova Berusalem" *or estes eventos comemoramos a *áscoa" +m todo mundo cristão comemora)se a *áscoa como a festividade mais significativa de libertação e ressurreição por dois momentos bíblicos que marcam a mesma esperança de encontrar a Nova Berusalém" Nota)se claramente que além da estética e%terior e da simples idéia de seguir a estrutura interna.$A .onclusão 3.ristã e que foi mencionada no n1cleo frasal/ 5""" A *áscoa é uma festa cristã"""5" 8eja o esquema l gico montado em cima da estrutura redacional/ T+?A/ A *áscoa .ristã2 N1cleo ou T pico)frasal/ A *áscoa é uma festa cristã 3idéia geral4 >esenvolvimento 3idéias encadeadas ou periféricas que sustentam a idéia central4 #aída do povo hebreu 3+G$>9#4 <essurreição de .com .risto 3*<$?+##A >+ >+9#4 *romessa de 8ida +terna 3N$8A B+<9#A(+?4 .$bserve o te%to dissertativo e analise a sua parte l gica na introdução.ada região territorial é um 0rasil diferente não s por sua divisão fronteiriça mas por sua diversidade cultural.

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