Apostila 09

A CRIATURA
Com a apostila 08 concluímos o relato que descreveu a hierarquia criadora e administradora de nosso sistema solar. Sem que jamais houvéssemos imaginado, deparamos com enorme quantidade, e variedade, de criaturas desempenhando as mais diversas tarefas. odas igualmente importantes. Com um s! o"jetivo# e$pandir no cosmo mais um campo de vida. %esta feita, o campo de nossas vidas. &ma ve' isso feito, compreendido como todo o sistema se estrutura, j( podemos avan)ar um pouco mais so"re essa longa esteira de nosso passado. *( podemos voltar a falar da criatura, esta que é a filha deste conjunto planet(rio. +nterrompemos sua descri),o na apostila 0e, para rememorar, reprodu'imos a"ai$o a figura 0.A, e$traída da apostila 0..
P la n o s Adi M o n á d ic o A tm ic o B u d h ic o M e n ta l A s tra l F s ic o ! a " ! a " ! a " ! a " ! a " A
< ig . 0 . A

descendente, até atingir o ponto médio central : A;, no plano <ísico. /ssa etapa descendente do arco evolutivo é percorrida de forma inconsciente. 8elhor di'endo, sem o poder pr!prio de escolha. /= que até ultrapassar o ponto : A; as 89nadas de consci5ncia ainda n,o atingiram a posi),o que as apro$ima da maioridade, isto é, que as lan)a na categoria de individualidades, como veremos mais 7 frente, apostilas >0 7 >9. %esta forma, a 89nada, ainda sem poderes de escolha vai sendo impulsionada, su"3plano a su"3plano pelo flu$o irresistível de vida. <a' contato com as su"st?ncias de cada um deles, sente3lhes a malea"ilidade de uso, e deles, como que :guarda;, em si, uma síntese de cada plano. Sempre, como dissemos, tudo feito sem sa"er o por qu5, mas, evidentemente, so" os delicados cuidados dos %evas e seus au$iliares operadores. /sse período pode ser comparado com o seguinte e$emplo# A crian)a nasce e, num viver que a nível humano podemos classific(3lo de inconsciente, ela se dei$a levar por dois seres que a guiam e a orientam, os seus pais. %e início, toda indefesa vai, contudo, aos poucos, aprendendo a viver nesse :estranho mundo;. 3 @or que estou aqui A @or que esses dois me levam a lugares que 7s ve'es n,o quero ir A @or que tenho de ir 7 escola A Bue coisas chatas CCC Declama a crian)a, mas os pais, cuidadosos, n,o se intimidam frente 7s recusas dela. Se ela n,o sa"e, ainda, porque tudo isso é preciso, eles, os pais, sa"em muito "em que para ela "em vivenciar esse :estranho mundo; precisar( de tudo que eles possam ensin(3la. / assim prosseguem com seus 'elos. 8as, num dia qualquer, aquela crian)a atinge a maioridade. Come)a o tempo em que ela mesma

SubP la n o s

F lu x o D e s c e n d e n te

F lu x o A s c e n d e n te

/la nos conta que so" a dire),o do 01 2ogos formaram3se os planos 0 ao 4, com seus respectivos sete su"3planos. /sses planos v5m a ser a diferencia),o vi"rat!ria das correspondentes matérias que os comp6em, com o fim precípuo de oferecer 7s 89nadas campos gradualmente variados onde elas possam adestrar3se. ocorre &ma ve' os planos devidamente formados, a impuls,o irresistível num flu$o

a acompanhar.o valiosíssimos os e$emplos e cuidados que rece"eu dos pais e. ao falar de uma escada devemos informar que os planos n. Ho gr(fico a seguir demonstramos essa interpenetra).o desta jornada evolutiva de que estamos tratando. a consci5ncia do percurso empreendido.. %e agora em diante as decis6es lhe competem. J *ac! "í"lico sonhou que estava vendo uma escada cujos pés estavam na erra e seu topo perdia3se nos céus.o com a felicidade ou a infelicidade. os planos se interpenetram esferoidalmente.o e$ternos. +sto é.o. udo depender( de qual escolha fi'er.o espacial dos mesmos. Nejam que o sim"olismo do sonho de *ac! é a perfeita descri). adquirindo. . ou. que corresponde ao reino mineral do plano <ísico. os caminhos seguintes lhe ser.o. nos planos :internos..A Criatura # A$ostila %& <olha 3 E poder( e dever( tomar as decis6es de sua vida. gradualmente vai3se3lhe acordando a consci5ncia. a grande escada de *ac! que a elevar( aos céus. coluna esquerda. que vem a ser o m($imo de :descida. fa'endo3a se apro$imar do momento da individuali'a). nos descreve que cada plano. criemos um termo de compara). /nt.o. < ig .o das matérias dos planos :e$ternos. futuras. @or seus degraus desciam e su"iam os anjos. @orém.o resta dIvida de que ser( uma longérrima viagem. J que os delimita é o grau vi"rat!rio da matéria de que cada um é composto.o. Jutros %evas. n. o mergulho mais profundo na matéria desde que iniciou o grande salto no su"3plano > do plano FtmicoG ponto :A. +sso pode melhor ser visto na figura a"ai$o.o menos penosos. além da matéria que lhe é pr!pria. @ara falar desses planos. ser3lhe3. omando consci5ncia do que est( a fa'er. as matérias dos planos que lhe s. KL5nesis E8#>EM. com especiali'a)6es diferentes daqueles primeiros que a au$iliaram na :descida. As atitudes tomadas lhe responder. odavia. ao final da folha. Atingindo o ponto :A. P 4 3 3 3 3 3 3 odo 8 o n ( d ic o F tm a Ouddhi 8 e n ta l A s tra l < ís ic o %a @ la n o s d e N id a e rra a o L ra n d e odo A figura ao lado. 0 9 / Q R S H o s s o / s p a ) o e o s @ la n o s + n t e r d im e n s io n a is Como dissemos.o se acham separados uns dos outros como se fossem as t("uas de uma prateleira. H. 0 9 A > 3 J E 0 . 8as voltemos 7 nossa 89nada. pouco3a3pouco. se sou"er utili'(3 los. dos mais interiores. ou os andares de um edifício de v(rios níveis.. Js planos se interpenetram esfericamente. %esta feita. contém em si. :Su"indo.o. H. e nos parece que a figura acima ilustra "em a distri"ui).o a far( so'inha. %ecis6es que até aquele momento pertenciam e estavam so" a tutela dos pais. < ig .o.. degraus evolutivos que s. inicia3se a percorrer o arco ascendente.

+sto é. nos referindo 7 composi).o passa por varia)6es.o de que um :mundo $aralelo. 2ogo. @rossigamos. em"ora que para os astralinos seja. passando a usar a vestimenta adequada ao outro plano que imediatamente nele se encontrar(. por seus dispositivos eletr9nicos. ou o sétimo. Somente em estados alterados de consci5ncia se tem a percep). por que n. ou quando da morte física em que o indivíduo passa ao plano Astral e. necessitamos de um aparelho selecionador de ondas. no plano 8ental n. a matéria de que é composto o plano Astral é mais sutil que a matéria do plano <ísico. n. A esse aparelho chamamos de receptor de r(dio. n!s as registramos. O O D e c e p to r d e D ( d io Namos comparar os planos de e$ist5ncia com as ondas hert'ianas de r(dio. Js indivíduos que ocupam o plano Astral n. 3 8 e n ta l P 3 A s tr a l 4 3 < í s ic o < ig . Ftmico e 8on(dico. mas n.o de que a matéria do plano 8ental. e :C. ou corpo. Como o gr(fico demonstra.. :B. interpenetrando3o s! se acham os planos OIdhico. a vi"ra). numa escala que escapa 7 percep). usando o corpo 8ental..o as vemosA 3 Despondendo# estamos usando a palavra :matéria. de contato com nosso mundo. a matéria do plano Astral. por todo nosso am"iente.o das mesmas. mesmo. consciencialmente. Ha figura vemos as ondas : A.o se misturam e nem interferem umas com as outras. /ste. aponta para a onda : B. em"ora a matéria deste esteja interpenetrando o plano Astral. sucessivamente. temos a representa). @ela mesma ra'. 8as aqui s.. é pura energia se comparada 7 matéria do plano <ísico. em ra'. /m"ora elas n.o dos astralinos. eles n. dentre os milhares de ondas que se cru'am e se propaga na atmosfera da erra.o. 0 9 C 8 A V D +A S / Q +S / H /S /8 C A%A @2AHJ /$emplifiquemos.o se misturam.o no nível de consci5ncia. porque inconscientemente. nossos cinco sentidos. est. aquela que nos interessa. As ondas se propagam no mesmo espa)o. odavia.o ao plano 8ental. é pura energia. 8as figuremos um outro e$emplo para que se possa melhor compreender essa quest.. ondas :A. E U A seguinte pergunta pode estar sendo formulada silenciosamente por voc5s# Se o plano <ísico é interpenetrado por matérias de todos os demais planos.o todos os demaisT ao passo que com rela). +sto se d( quando ocorre altera). Consciencialmente. para o Astral. ha"ita o mesmo espa)o que o nosso.o aos planos 8ental e Astral. :B.o de um aparelho de r(dio.o registram tal presen)a.o se encontram matérias dos planos Astral e <ísico. ir( distinguir.A Criatura # A$ostila %& <olha 3 0 @ la n o s E 3 8 o n ( d ic o 0 3 F tm ic o . 0 9 O C o n té m 8 o n ( d ic o F tm ic o 8 a t é r ia d o 8 e n ta l A s t r a l < í s ic o O u d h ic o %a mesma forma podemos di'er com rela).o se misturando. mas n.o necess(rios dois esclarecimentos# > U Apesar dos planos e$teriores interpenetrarem os planos interiores. J ponteiro indicador de sele).o registra. Ap!s o desenlace deste o passo seguinte ser( transferir3se ao plano 8ental.3 O u d h ic o . 8as isso é outro assunto. o quinto. usando o gr(fico# +nterpenetrando o plano físico da erra. As energias dessas ondas est.o so"e ou desceT simplesmente muda de roupa. As . cuja percep). como acontece aos médiuns. +sto significa que quando o indivíduo muda de plano ele n. coluna esquerda desta folha. matéria tangível.o de energias se interpenetrando.o de cada plano.o das diferen)as de densidades de suas respectivas matérias. J alto3falante reprodu' o conteIdo da onda :B. e de fato assim o é.. < ig . Ha figura a"ai$o. / assim.o perce"em a matéria do plano 8ental. a usar o seu corpo Astral. quando desejamos ouvir uma determinada emissora. por conseguinte.o as perce"emos porque nossa sensi"ilidade psíquica n. igualmente tocando a antena do r(dio. J que individuali'a cada onda é a diferen)a da quantidade de oscila)6es por segundo de tempo.o aqui. e :C.

em sua forma ainda indefinida para n!s. e :C. >>8 7 >-0 da >9X edi). Qavier /rich von %ani]en /.o de percep). &ma centelha que se tornar( uma estrela. que na figura aponta para a roupagem : B. 0 e . A C o n s c i5 n c ia .o em que se encontra permite somente perce"er a onda :B. que se interpenetram. porém. e$emplificadas acima. /stas s.o /spírita Orasileira 2ivraria Allan Wardec /ditora <edera). ele :so"e. Sa"e que todos eles ali est.o >94. E. o s @ la n o s e o s C o r p o s 'u A O C A O C C o r p o s d e m a n ife s ta ) . 2ead"eater Charles \.olu-. / correspondendo ao receptor de r(dio temos o 'U. ou corpos. @oZell Arthur /.A Criatura # A$ostila %& <olha 3 - demais ondas. @ortanto.o em Dois mundos *breiros da /ida 'terna U p(ginas .o * +i. o Ser total. 8udando de corpos.o do Autor /ditora @ensamento /ditora @ensamento . degrau a degrau a imensa escada evolutiva. que s. >>4. mas este as ignora.o /spírita Orasileira /ditora @ensamento /ditora @ensamento /ditora @ensamento /ditora Alian)a /nciclopaedia Oritt?nica 2ivraria Allan Wardec /ditora <edera). caps.o Oarsa /l'a Oa]er /mmanuelY<rancisco C. Cartas de Um Morto /i. s! nos falta conhecer o personagem nascente que ocupar( esses limites. Qavier André 2ui'Y<rancisco C. J dispositivo de escolha..o e Rea-.P e >90 'ditora <edera). /m cada fase de sua evolu). ele ha"itar( este ou aquele plano.o. e dentro dos ciclos que envolvem a humanidade a que perten)a. neste e$emplo.o U p(gina 84 '.erso e /ida # p(gina >>0 A Clari.o.o as moradas do espírito. o @ la n o s d e N iv 5 n c ia Similarmente 7s ondas de r(dio. 2ead"eater Charles \. no plano :B.ro dos 's$ ritos U >1 2ivro. como veremos na pr!$ima apostila. Santana Charles \.U E1 2ivro cap. isto é. que j( temos o sistema devidamente compreendido em todos os seus planos e su"3planos. Oi"liografia# Autor Allan Wardec Allan Wardec André 2ui'Y<rancisco C. que somos n!s mesmos. tam"ém alcan)am o aparelho. estuantes de vida. Qavier André 2ui'Y<rancisco C. ou sintonia. desde os primeiros passos... Sigamos com esse aventureiro. 2ead"eater /dgar Armond /di). @oZell FureoY[ernani . que significa mudar de planos. 0 9 % &ma ve' assim definido.> A M1nada Com$)ndio de Teoso2ia # p(ginas >0 e >9 *s 'xilados da Ca$ela Dicionário da B blia Cat3lica # /di). ou vivenci(3los. Horman @earson [elena @etrovna Olavats]^ [elena @etrovna Olavats]^ T tulo A ()nese U p(ginas >>>...> * Sistema Solar * Cor$o Causal e o '0o Uni. n. os demais planos ficam imperceptíveis aos seus sentidos. Agora que j( conhecemos a hierarquia diretora da vida em nosso sistema.o /spírita Orasileira /ditora 8elhoramentos /di). e permeiam o mesmo am"iente.o /spírita Orasileira <edera). em sua fascinante viagem. <eita a sele).o os pontos de refer5ncia para a escolha do plano desejado. > A-.3>-P3>443 EP03EPP3EP8300P3008 A Doutrina Secreta U volume ++ U p(ginas . sonhada por *ac!. A figura a seguir nos ajudar( a compreender essa quest.o..o /spírita Orasileira /ditora @ensamento /ditora @ensamento <edera).o consegue senti3los.o am"iental relativa aos estados alterados de consci5ncia.3>>83>-. nesta figura temos os planos vivenciais :A. A"ai$o do /u vemos tr5s vestimentas. :B. este ou aquele mundo. Qavier Arthur /. na posi).id)ncia U p(gina . como visto. < ig ..o # p(ginas >EP e >E8 A Caminho da +u4 * dia em 5ue os Deuses Che0aram * 's$a-o6 o Tem$o e o 'u A Doutrina Secreta U Nolume + p(gs# >0. o /u passa imediatamente a sentir o plano correspondente. o 'u estar( se manifestando através do corpo :B.o /spírita Orasileira <edera).0 e . o plano :B.

3>0P3>4E3>4.ro C3smico A (rande S ntese Mensa0ens do Astral De.A Criatura # A$ostila %& <olha 3 ."r *unho de E00. %istri"ui).com.o /spírita Orasileira Apostila escrita por 2&+S AH JH+J ODAS+2 /3mail  [R@/D2+HW _mailto#l"rasil`rantac. ->3>003>0.el /ditora @ensamento /ditora @ensamento /ditora @ensamento /ditora Cultri$Y@ensamento /ditora Cultri$ 2ivraria Allan Wardec /ditora 2ivraria <reitas Oastos <edera).com.o Lratuita de toda a série Copiar e citar fonte . [elena @etrovna Olavats]^ [elena @etrovna Olavats]^ [elena @etrovna Olavats]^ +t'ha] Oentov +t'ha] Oentov e 8irtala @ietro &"aldi DamatisY[ercílio 8."r_ lui'an"rasil`^ahoo.assando o In. @ereira A Doutrina Secreta U Nolume +N U p(gina >P0 A Doutrina Secreta U Nolume N U p(ginas P9 e 90 Isis sem /7u U Nolume +++ U p(gs.es Rvonne A.is .3 >4P3>88 's$reita do P)ndulo C3smico Um +i.