Para a genealogia do pedagogicamente correto Ramiro Marques O comunismo acaba sempre da mesma forma: senhas de racionamento, inflação com

dois dígitos, prateleiras vazias, censura e morte. Sabemos isso há cerca de 100 anos. Por que razão, o comunismo continua a ter tantos seguidores? Inclusive entre os professores. Não podemos esquecer que 60% dos professores sindicalizados estão filiados num sindicato comunista, a Fenprof, e aceitam ser liderados por um indivíduo que tem um discurso e uma prática estalinista. Vou procurar esclarecer este paradoxo em futuro textos. Adianto apenas que a perenidade do comunismo e do marxismo se deve à permanente transmutação de ambos. A teoria da transmutação dos valores, formulada por Nietzsche, pode iluminar esta discussão e ajudar a esclarecer o paradoxo. A teoria da verdade de Nietzsche ajuda-nos a compreender o paradoxo da perenidade do marxismo e do comunismo e da popularidade de ambos entre os intelectuais e os professores. Nietzsche concebe uma teoria da verdade que o afasta quer da tradição aristotélico-tomista quer do racionalismo iluminista. Essa teoria gira em torno de duas teses: 1) a verdade é valorizada porque ela é boa para os grupos hegemónicos da soceidade e não porque corresponda ao conhecimento das coisas; 2) a linguagem como instrumento privilegiado do conhecimento é essencialmente uma estrutura de dissimulação/apropriação e não uma espécie de espelho da realidade. Este cepticismo relativista, baseado na ideia de que a verdade não é objectiva, mas interesseira, e construída por quem tem o poder, foi apropriado por alguns autores pós-nietzschianos, críticos, tanto da modernidade, como da tradição, e proponentes de um currículo fragmentado, em ruptura quer com a tradição quer com o cânone racionalista e iluminista. Boa parte dos argumentos da pedagogia pós-moderna da "new left" tem, em Nietzsche, uma fonte de inspiração. Mas a teoria da verdade de Nietzsche precisa de ser articulada com a teoria da transmutação dos valores para se perceber a natureza do paradoxo. Para compreender a teoria da transmutação dos valores de Nietzsche é preciso conhecer o significado da parábola do camelo, do leão e da criança. O camelo, com a sua resiliência, obediência e longevidade, representa os valores da tradição; o leão, com a sua força e vontade de poder, representa a rotura com a tradição e a intenção de criar novos valores; a criança representa o novo, a criatividade e a desobediência. Nietzsche [1844-1900] usa o conceito "transmutação" como um conceito operatório fundamental da sua ética, ao propor uma total transmutação dos valores da Cultura Ocidental do seu tempo [ilustrada pela célebre parábola do Camelo-Leão-Criança], não no sentido de se alcançar um estado de niilismo passivo, mas sim de um niilismo ativo que leve, não só à destruição [da inversão dos valores operada pela Moral Cristã e pela Metafísica], como também à criação de novos valores. Esta parábola exprime, de forma quase poética, o espírito revolucionário e o ideal comunista, tão atraentes para os intelectuais, da tábua rasa, do "começar tudo de novo", da "destruição criativa" e da criação do "homem novo", o Homem Socialista. Nietzsche, caso tivesse morrido trinta anos mais tarde, seria o primeiro a denunciar o comunismo mas a verdade é que os homens e mulheres que ajudaram a criar as várias versões do marxismo e do comunismo souberam utilizar o poder de atração que a teoria da transmutação dos valores tem entre os intelectuais de tal forma que uma das mais poderosas versões do comunismo é, na atualidade, representada pela ideologia do ódio ao "homem branco ocidental" e à Cultura que ele

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transporta e representa. A perenidade do marxismo explica-se, portanto, pelo poder camaleónico que ele tem e pela capacidade de, qual Fénix, renascer das cinzas, livre de pecados, sempre pronto a apontar as culpas do fracasso para os inimigos ou até mesmo para uma putativa perversão do ideal comunista, que a Fénix renascida será capaz de purificar e resgatar. O comunismo foi responsável pela morte de mais de 100 milhões de seres humanos no século XX? É a mais cruel e mortífera máquina de matar que a Humanidade já conheceu? É, mas o efeito camaleónico permite que, assumindo novas formas e outros nomes, o comunismo se apresente como imaculado, conseguindo convencer as massas de que "agora é que é" e "os erros do passado não serão repetidos". Vou continuar a procurar responder à pergunta o que é que torna os professores atuais não os de épocas passadas - tão suscetíveis de aderir ao ideário marxista nas suas várias versões? Analisarei, de seguida, as implicações do acesso à profissão e ao desenvolvimento da carreira na adesão ao ideário marxista. A massificação do ensino abriu as portas da profissão docente a todo o tipo de candidatos: excelentes, bons, medíocres e maus. A inexistência de uma prova de acesso à profissão, que permitisse selecionar os melhores e impedir o acesso dos medíocres e maus, provocou uma abaixamento generalizado da qualidade dos professores e induziu uma pressão no sistema e nas práticas pedagógicas no sentido da mediocridade. Décadas de progressão automática criaram um ethos de irresponsabilidade, frouxidão e escassa exigência. Uma vez atravessada a porta que dá acesso ao quadro, nenhum professor, por mais incompetente que seja, é afastado da profissão. E mesmo quando o ministério da educação introduziu a avaliação de desempenho - na verdade, um simulacro inútil -, verificou-se que o número de professores avaliados com menos de Bom não excedia os dedos de uma só mão. Ficou a saber-se que a quase totalidade dos professores portugueses ou é excelente ou muito bom. Todos estes fatores contribuiram para o alastramento de um caldo de cultura que facilita a adesão ao ideário e às causas marxistas. Mais à frente, analisarei as implicações daquilo a que eu chamo de "esquizofrenia da profissão docente" e o modo como ela tem contribuído para a perda de autoridade dos professores e a degradação das condições laborais e, por sua vez, como é que estes fatores facilitam o alastramento do ideário e das causas neomarxistas. Vou continuar a procurar responder à pergunta o que é que torna os professores atuais não os de épocas passadas - tão suscetíveis de aderir ao ideário marxista nas suas várias versões?Neste post analiso as implicações daquilo a que eu chamo de "esquizofrenia da profissão docente" e o modo como ela tem contribuído para a perda de autoridade dos professores e a degradação das condições laborais e, por sua vez, como é que estes fatores facilitam o alastramento do ideário e das causas neomarxistas.Estou convicto de que uma das variáveis que mais contribui para a exaustão, a depressão e o "burn out" nos professores - veja-se a quantidade de docentes que mete baixa prolongada por motivos de caráter psicológico! - é aquilo a que eu chamo de "esquizofrenia da profissão docente". Em que consiste essa esquizofrenia? É, em primeiro lugar, um produto da cultura vigente na maior parte das escolas públicas, uma cultura que coloca o docente no meio de enormes contradições e paradoxos que é suposto ele ser capaz de ultrapassar mas que o "ethos" vigente não permite que tal suceda. Dessa forma, os professores são acusados de não serem capazes de manter e impor a disciplina na sala de aula ao mesmo tempo que quatro décadas de políticas educativas reforçadoras das pedagogias românticas e a defesa de um ensino centrado no aluno retiraram aos professores todos os instrumentos de exercício da autoridade. Por um lado, os professores viram ser-lhes retirada a autoridade, por outro, os professores consentiram

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nisso e alinharam conscientemente nesse processo, aderindo acriticamente a todas as modas pedagógicas e sociologismos que a esquerda, dominante na administração da educação, na formação de professores, nos sindicatos e nas associações pedagógicas, foi impondo. O exemplo mais vivo dessa colaboração consciente no processo de perda da autoridade profissional foi dado quando, no ano passado, os professores aderiram em massa às ordens do sindicato comunista, a Fenprof, para realizarem greves às avaliações, sabendo que estavam a prejudicar os alunos que a sociedade confiou ao seu cuidado. Outro exemplo, foram as cenas tristes de raiva e histeria no boicote realizado contra a prova de ingresso na profissão, com docentes a impediram outros de entrarem nas escolas. Essa esquizofrenia revela-se também na forma como muitos diretores, coordenadores de departamento e diretores de turma atiram o pó, leia-se as situações de indisciplina e de violência contra colegas, para debaixo do tapete, escondendo-as, negando-as ou atirando as culpas para cima dos colegas.Décadas de políticas socialistas na educação criaram as condições para que a "esquizofrenia na profissão docente" se espalhasse com a rapidez de uma doença viral e a cumplicidade de quase todos os intervenientes do sistema. Quarenta anos depois do início estava concluído o processo de degradação da profissão docente, proletarizando-a, colocando os docentes na condição de gente oprimida, carecida de ser resgatada pelo ideário marxista, um ideário tanto mais eficaz quanto melhor se esconde atrás de nomes falsos. E os professores engoliram, gostaram e agora só lhes resta pedir mais. Ficou assim concluído o processo que fez da docência uma profissão impossível. Se você quer vivenciar experiências e emoções radicais, salte de pára-quedas, faça surf ou snowboard. Não leve o seu desejo por emoções e experiências radicais para dentro da sala de aula. Na escola, o professor transmite a herança cultural, científica e artística, aquilo de melhor foi criado pela Humanidade, o que o passou o crivo do tempo, o saber que já está estabelecido e consolidado; não ensina o que ainda está em experiência, o que não passou o crivo do tempo, nem os temas fracturantes puxados para dentro da vida académica pelos radicais de esquerda e amantes do experimentalismo social e cultural. A escola não existe para criar marginais, inadaptados, revoltados e revolucionários; a sua missão é perpetuar o legado cultural, científico e artístico da Humanidade e ajudar cada um a atingir o seu máximo potencial. É nisso que a escola e os professores devem concentrar as energias, tempo e recursos, não é a procurar salvar o mundo com mezinhas cujo efeito ou é nulo ou prejudicial. Estou convicto que a animosidade violenta de algumas associações de professores, associações pedagógicas, grupos de interesse e individualidades do mundo da educação contra as políticas de Nuno Crato se deve ao facto de ele estar a criar condições para que as escolas e os professores se foquem no essencial e evitem o acessório. O essencial é a transmissão do legado cultural, científico e artístico aos alunos; o acessório são as mezinhas para "salvar o mundo", os temas fracturantes e todo o tipo de informações que ou são falsas ou desligadas da realidade. Ao fim de décadas de exposição ao politicamente correto, ao marxismo cultural e às pedagogias românticas e construtivistas, raro é o professor que não partilhe este tipo de lugares comuns: "A escola deve ensinar os alunos a pensar criticamente, a questionar, a construir o conhecimento e a ter espírito crítico". E quase todos justificam com a ladainha mil vezes

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repetida em tudo o que é ação de formação: "todos somos agentes e não apenas meros recetores". Esta construção ideológica, que tomou conta do discurso hegemónico entre os professores, é um enorme amontoado de lugares comuns completamente desligados da realidade e sem qualquer suporte de ordem científica. Quando o aluno aprende, ele ou ela é sempre simultaneamente agente e recetor. O conhecimento não nasce por geração espontânea na cabeça do aluno. O que lá está, antes da intervenção do professor, é ignorância. Para que a ignorância ceda o lugar ao conhecimento é preciso a intervenção direta do professor. Sem essa intervenção direta é impossível gerar conhecimento na cabeça do alunos e sem conhecimento não há qualquer hipótese de desenvolvimento do espírito crítico. E para que o aluno aprenda ele ou ela tem que respeitar um conjunto de critérios: 1) o aluno tem de aceitar a autoridade do professor e este tem de afirmar e ganhar, entre os alunos, a sua autoridade; 2) o aluno tem de ser capaz de estar sentado, atento e em silêncio durante períodos longos de tempo, obviamente cada vez mais longos quanto mais idade o aluno tiver; 3) o aluno tem de seguir as instruções do professor e ser capaz de focar a sua atenção, energia e tempo a percorrer as tarefas e fases previamente estabelecidas pelo professor em função do processo de planificação e avaliação que ele ou ela desenhou. Quanto mais o aluno aprende mais preparado fica para se questionar e maior é o desejo de aprender cada vez mais. Quanto menos o aluno aprende menos desejo tem de aprender e mais alarve, rude e ignorante fica. Ensinar na base de que um ignorante, um alarve, um indivíduo sem qualquer desejo pelo conhecimento é capaz de exercer o pensamento crítico é uma falácia e é essa falácia que entrou no discurso e na prática de muitos professores, graças a décadas de lavagem ao cérebro, e está a provocar enormes danos ao ensino. Essa falácia é um instrumento eficaz de produção de ignorantes. E ignorantes que se julgam geniais é coisa que não falta nas nossas escolas. Ao fim de décadas de exposição ao politicamente correto, ao marxismo cultural e às pedagogias românticas e construtivistas, raro é o professor que não partilhe este tipo de lugares comuns: "A escola deve ensinar os alunos a pensar criticamente, a questionar, a construir o conhecimento e a ter espírito crítico". E quase todos justificam com a ladainha mil vezes repetida em tudo o que é ação de formação: "todos somos agentes e não apenas meros recetores". Esta construção ideológica, que tomou conta do discurso hegemónico entre os professores, é um enorme amontoado de lugares comuns completamente desligados da realidade e sem qualquer suporte de ordem científica. Quando o aluno aprende, ele ou ela é sempre simultaneamente agente e recetor. O conhecimento não nasce por geração espontânea na cabeça do aluno. O que lá está, antes da intervenção do professor, é ignorância. Para que a ignorância ceda o lugar ao conhecimento é preciso a intervenção direta do professor. Sem essa intervenção direta é impossível gerar conhecimento na cabeça do alunos e sem conhecimento não há qualquer hipótese de desenvolvimento do espírito crítico. E para que o aluno aprenda ele ou ela tem que respeitar um conjunto de critérios: 1) o aluno tem de aceitar a autoridade do professor e este tem de afirmar e ganhar, entre os alunos, a sua autoridade; 2) o aluno tem de ser capaz de estar sentado, atento e em silêncio durante períodos longos de tempo, obviamente cada vez mais

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longos quanto mais idade o aluno tiver; 3) o aluno tem de seguir as instruções do professor e ser capaz de focar a sua atenção, energia e tempo a percorrer as tarefas e fases previamente estabelecidas pelo professor em função do processo de planificação e avaliação que ele ou ela desenhou. Quanto mais o aluno aprende mais preparado fica para se questionar e maior é o desejo de aprender cada vez mais. Quanto menos o aluno aprende menos desejo tem de aprender e mais alarve, rude e ignorante fica. Ensinar na base de que um ignorante, um alarve, um indivíduo sem qualquer desejo pelo conhecimento é capaz de exercer o pensamento crítico é uma falácia e é essa falácia que entrou no discurso e na prática de muitos professores, graças a décadas de lavagem ao cérebro, e está a provocar enormes danos ao ensino. Essa falácia é um instrumento eficaz de produção de alarves. E alarves que se julgam geniais é coisa que não falta nas nossas escolas. Está por fazer a genealogia do politicamente correto em Portugal. Importa saber como é que se processou a "lavagem ao cérebro" dos professores, uma lavagem que dura há mais de 40 anos, e que fez com que pessoas cultas e inteligentes dessem como boas teorias e metodologias de ensino que não resultam e a prova de que não resultam é o facto de o número de alunos que aprendem pouco continuar muito elevado pese embora os avultados investimentos públicos na construção de escolas, no recrutamento de professores, psicólogos e outros técnicos e no reforço das políticas de subsidiação dos alunos. É uma empresa que não está ao meu alcance embora possa tentar, aqui e ali, dar alguns contributos. Por que razão o pedagogicamente correto, apesar do seu evidente fracasso, continua tão presente na consciência, no discurso e na prática dos professores portugueses? Estou convicto que uma das razões da perenidade do pedagogicamente correto está no facto de os seus mentores e cultivadores terem feito seu o velho lema marxista: "se o que tu defendes não funciona, atribui as culpas disso aos teus inimigos e, de seguida, apresenta-te à opinião pública como alguém capaz de consertar aquilo que tu próprio fizeste e correu mal". Dito de outra forma: "acusa os teus inimigos do mal que tu fizeste e, de seguida, diz que só tu tens a solução para o mal que tu causaste". É assim com as políticas económicas - veja-se o caso da Venezuela chavista, onde o Governo comunista acusa os inimigos de sabotagem económica, embora todos saibam que é o Estado que controla todos os circuitos de distribuição de bens e o único culpado das prateleiras vazias - e é também assim como as políticas educativas. Se a pedagogia construtivista e a peregrina ideia de que é o aluno que constrói o conhecimento, numa mimése do que os cientistas fazem, não funciona, acusa os teus inimigos de boicotarem a generalização da pedagogia construtivista e acusa os restantes por não aplicarem suficientemente bem a pedagogia construtivista. Ou seja, a pedagogia construtivista não funciona não porque ela não preste mas porque não é aplicada ou usada em toda a sua profundidade e dimensão. Uma teoria didática muito popular, associada ao pedagogicamente correto, é a teoria das conceções alternativas em Ciência. É uma teoria didática extremamente popular entre os professores de ciências. Quase todos a seguem sem a questionar. Essa teoria didática olha para o processo de ensino de uma perspetiva construtivista: a criança é que constrói o conhecimento e pode fazê-lo imitando o cientista, usando, nesse processo, o método investigativo. O professor não ensina diretamente; antes, coloca-se na posição de facilitador e dinamizador de situações problemáticas. O ensino dos factos e noções

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básicas é substituído pela interação da criança com outras crianças em ordem à criação de dissonâncias cognitivas, inter e intra subjetivas em torno de ideias diferentes para explicar os problemas. O professor investiga os conhecimentos prévios da criança com o objetivo de identificar conceções alternativas sobre a ciência. Reparem: não se diz que as concepções das crianças são falsas ou erradas; diz-se que elas são alternativas. Numa primeira fase, as conceções alternativas são tão "verdadeiras" como as conceções científicas verdadeiras. Numa segunda fase, o professor desenha tarefas para a criança que lhe permitam constatar a inadequação das suas conceções e construir ideias cientificamente corretas. Esse processo é, de preferência, feito em grupo. E é no grupo que são superadas as divergências através de um processo de confronto interpessoal e intrapessoal de ideias diferentes. O objetivo do processo é que as crianças cheguem a um acordo sobre as conceções científicas corretas. A teoria didática das conceções alternativas divide as perguntas do professor em "produtivas" e "improdutivas"; as primeiras são as que induzem a criança a envolver-se no processo de descoberta do conhecimento; as "improdutivas" são as que requerem respostas puramente verbais, transmitindo uma ideia de ciência como um conjunto de informações sobre factos, termos e conceitos. Esta teoria didática é nefasta. Não apenas porque despreza os elementos mais importantes do conhecimento científico, os factos, os termos, as noções, os conceitos, mas porque faz a criança perder tempo, centrando-se nos processos, nos procedimentos, nas competências, em vez de se centrar nos conteúdos.

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