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Termo de Referência

Consultoria cap 4 II PNPM - Programa Interagencial


para a Promoção da Igualdade de Gênero e Raça

Data limite para o envio de


06 de outubro de 2009
candidaturas :
Tipo de contrato : SSA – Produto
Idiomas: Fluência em português e habilidade redacional

Envio de CV, carta de apresentação e proposta de


trabalho para o e-mail selecao@unfpa.org até o dia 06 de
outubro às 18:00, horário de Brasília. Identificar a
Requisitos obrigatórios para a mesnagem com o assunto: Consultoria para apoiar a
apresentação de candidaturas: aplicação da metodologia de monitoramento da
implementação das ações do Capítulo 4 do II Plano
Nacional de Políticas para as Mulheres no estado do Rio
Grande do Sul

Data de início:
(data em que se espera que a pessoa 15 de outubro de 2009
selecionada comece a trabalhar)
5 meses
Duração do Contrato :

CONSULTORIA PARA APOIAR A APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA


IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DO CAPÍTULO 4 DO II PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS PARA
AS MULHERES NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

OBJETIVO A SER ALCANÇADO:


Consultoria para apoiar a aplicação da metodologia de monitoramento da implementação das ações do
Capítulo 4 do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, bem como para divulgar essas ações,
por meio de uma publicação que contemple os objetivos, eixos, diretrizes, metodologia, bases
conceituais e resultados do monitoramento e a avaliação dos resultados das ações de Enfrentamento
de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres no estado do Rio Grande do Sul.

DEMANDA/JUSTIFICATIVA

No cenário internacional, o Brasil é referência na institucionalização de organismos


governamentais de políticas para as mulheres e igualdade racial. Os processos de consolidação da
democracia e os avanços legislativos criam oportunidades para a materialização dos direitos humanos
das mulheres.
Para fortalecer as conquistas institucionais e a participação social, o Sistema ONU (Organização
das Nações Unidas) realiza, no Brasil, o Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero,
Raça e Etnia. Iniciativa pioneira no País com aporte do Fundo das Nações Unidas para o Alcance dos
ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), o Programa é resultado da cooperação internacional
entre o Governo Espanhol e o Governo Brasileiro, por meio da SPM - Secretaria Especial de Políticas
para as Mulheres e da SEPPIR- Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
Termo de Referência
Consultoria cap 4 II PNPM - Programa Interagencial
para a Promoção da Igualdade de Gênero e Raça

O Programa visa apoiar a implementação e avaliação dos Planos Nacionais de Políticas para as
Mulheres e de Promoção da Igualdade Racial. Destacam-se entre seus objetivos: (i) fortalecer a
estrutura de gestão da SPM e da SEPPIR; (ii) consolidar a transversalidade de gênero, raça e etnia nas
políticas públicas; (iii) estimular o controle social das políticas de gênero, raça e etnia pelas redes,
articulações e organizações feministas, de mulheres e do movimento de mulheres negras.
A supervisão e orientação estratégica do Programa são de responsabilidade do Comitê Diretivo
Nacional, formado por representantes do Governo Brasileiro, do Governo Espanhol e pela
Coordenação Residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil. A coordenação operacional está a
cargo do Comitê Gestor integrado por: SPM, SEPPIR, UNIFEM, UNICEF, UNFPA, UN-HABITAT,
PNUD e OIT.
É no contexto do II PNPM que se insere a ação contemplada por esta consultoria, mais
especificamente no âmbito de seu Capítulo 4, “Enfrentamento de Todas as Formas de Violência contra
as Mulheres”, que tem como prioridades:
* Ampliar e aperfeiçoar a Rede de Atendimento às mulheres em situação de violência;
* Garantir a implementação da Lei Maria da Penha e demais normas jurídicas nacionais e
internacionais;
* Promover ações de prevenção a todas as formas de violência contra as mulheres nos espaços público
e privado;
* Promover a atenção à saúde das mulheres em situação de violência com atendimento qualificado ou
específico;
* Garantir o enfrentamento da violência contra as mulheres, jovens e meninas vítimas do tráfico e da
exploração sexual e que exercem a atividade da prostituição;
* Promover os direitos humanos das mulheres encarceradas.

A Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres foi estruturada a partir do


Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), elaborado quando da I Conferência Nacional de
Políticas para as Mulheres, realizada em 2004 pela SPM/PR e pelo Conselho Nacional de Direitos da
Mulher. O PNPM possui como um de seus eixos o enfrentamento à violência contra a mulher que, por
sua vez, define como objetivo a criação de uma Política Nacional. Vale notar que a questão do
enfrentamento de todas as formas de violência contra a mulher foi mantida como um eixo temático no II
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.
A Política encontra-se em consonância também com a Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) e
com convenções e tratados internacionais, tais como: a Convenção de Belém do Pará – Convenção
Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (1994), a Convenção para a
Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, 1981), e a Convenção
Internacional contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do
Tráfico de Pessoas (Convenção de Palermo, 2000). O conceito de violência contra as mulheres
adotado na Política foi o estabelecido na Convenção de Belém do Pará (1994), como sendo “qualquer
ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou
psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado” (Art. 1 ). Tal definição é, portanto,
bastante ampla e abarca diferentes formas de violência, tais como:
1. A violência doméstica ou em qualquer outra relação interpessoal, em que o agressor conviva
ou haja convivido no mesmo domicílio que a mulher e que compreende, entre outras, as violências
físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais (Lei 11.340/2006);
2. A violência ocorrida na comunidade e que seja perpetrada por qualquer pessoa, compreendendo,
entre outros, violação, abuso sexual, tortura, tráfico de mulheres, prostituição forçada, seqüestro e
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assédio sexual no local de trabalho, bem como em instituições educacionais, estabelecimentos de


saúde ou quaisquer outros lugares públicos;
3. A violência perpetrada ou tolerada pelo Estado ou seus agentes, onde quer que ocorra (violência
institucional).
Fica claro, portanto, que a Política Nacional visa o enfrentamento de todas as formas de violência
contra as mulheres, seja no âmbito público ou privado, seja o agressor um companheiro ou um
estranho. O conceito de enfrentamento adotado diz respeito à implementação de políticas amplas,
articuladas que procuram dar conta desta complexidade. Exigem a ação conjunta dos diversos setores
direta ou indiretamente envolvidos com a questão (saúde, segurança pública, justiça, educação,
assistência social, entre outros). Esta intervenção pública de caráter multi-setorial objetiva,
simultaneamente, desenvolver ações tais como: 1) desconstruir as desigualdades e combater as
discriminações de gênero; 2) interferir nos padrões sexistas e masculinistas ainda presentes na
sociedade brasileira; 3) promover o empoderamento das mulheres; e 4) garantir um atendimento
qualificado e humanizado às mulheres em situação de violência. Logo, a noção de enfrentamento não
se restringe apenas à questão do combate, mas compreende também as dimensões da prevenção, da
assistência e da garantia de direitos das mulheres.
O principal desafio da SPM/PR é de ampliar seu nível de intervenção de modo a que se torne
compatível com a magnitude do problema que deseja enfrentar, qual seja, o de combater a violência e
prestar atendimento adequado e de qualidade àquelas mulheres que são diretamente atingidas.
Tradicionalmente, as ações nessa área têm recebido grande atenção por parte não apenas dos
organismos responsáveis pelas políticas para as mulheres, mas também por órgãos parceiros, como o
Ministério da Justiça e da Saúde, estes, parceiros de mais longa data, e outros ministérios como o da
Educação, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Agrário e outros que se somam à SPM no
enfrentamento da violência contra as mulheres.
Foi neste contexto que o governo federal lançou, em 17 de agosto de 2007, no âmbito das
atividades da II CNPM, o Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, como
parte da Agenda Social do governo federal. O Pacto reúne ações do Capítulo 4 do II PNPM a serem
executadas nos próximos quatro anos, por diferentes órgãos da administração pública, com o objetivo
de prevenir e enfrentar todas as formas de violência contra as mulheres a partir de uma visão integral
deste fenômeno.
Para atingir seus objetivos, as ações do pacto foram estruturadas em quatro grandes áreas:
1) Consolidação da Política Nacional de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e
Implementação da Lei Maria da Penha: que inclui, entre outros aspectos, o fortalecimento da rede de
atendimento; a capacitação de profissionais da Rede; a manutenção e ampliação da Central de
Atendimento à Mulher – Ligue 180; ações e campanhas educativas de prevenção; a implementação e
funcionamento do Observatório da Lei Maria da Penha; a consolidação do Sistema Nacional de Dados
e Estatísticas sobre a Violência contra as Mulheres
2) Proteção dos Direitos Sexuais e Reprodutivos e Implementação do Plano Integrado de
Enfrentamento à Feminização da epidemia de aids e outras DST: contemplando ações como a oferta
de métodos anticoncepcionais reversíveis, especialmente a pílula de anticoncepção de emergência, a
implementação da Notificação Compulsória nos serviços de saúde, a garantia do abortamento legal e a
implementação do Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e outras
DST
3) Combate à exploração sexual e ao tráfico de mulheres: incluindo ações para a implantação da
Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas; a construção de metodologias de
atendimento às mulheres vítimas de tráfico; e o apoio/realização de projetos inovadores de
enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes
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4) Promoção dos Direitos Humanos das Mulheres em Situação de Prisão: construção e a reforma nos
estabelecimentos penais femininos; garantia de serviços de saúde integral, sistema educacional, cultura
e lazer no sistema prisional e acesso à justiça e à assistência jurídica gratuita; proteção aos direitos
sexuais e reprodutivos e à maternidade; o apoio/realização de projetos de geração de renda para as
mulheres nos estabelecimentos penais

De maneira inovadora, as ações dos mais diferentes órgãos setoriais serão desenvolvidas de
modo articulado, sob a coordenação da SPM/PR, com o intuito de somar esforços e recursos para
reduzir os índices de violência contra as mulheres; promover mudanças culturais com a disseminação
de novos comportamentos e valores direcionados a valorização da paz; e garantir e proteger os
direitos das mulheres em situação de violência considerando as questões raciais, étnicas, geracionais,
de orientação sexual, de deficiência e de inserção social, econômica e regional.
No primeiro ano de implementação do Pacto, em 2008, foi priorizada a atuação em 13 Unidades da
Federação (Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Amazonas, Ceará, Bahia,
Pernambuco, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre e Rio Grande do Sul), eleitas segundo
critérios que dizem respeito ao tamanho da população feminina no estado e ao número de serviços da
Rede de Atendimento existentes nestas UFs. Em 2009, a SPM tem por objetivo garantir a adesão dos
demais estados e do Distrito Federal ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as
mulheres; o repasse de recursos para implementação das ações do Pacto e o monitoramento da
implementação do Pacto e a divulgação de suas ações nos estados pactuados em 2008.
Dessa forma, a contratação desta consultoria justifica-se pela necessidade da aplicação de uma
metodologia de monitoramento das ações do Pacto Nacional que já estão sendo implementadas e de
viabilizar a divulgação dessas ações, por meio de uma publicação que contemple os objetivos, eixos,
diretrizes, metodologia, bases conceituais e resultados do monitoramento e a avaliação dos resultados
dessa política de enfrentamento à violência contra as mulheres no estado do Rio Grande do Sul .

ATIVIDADES A SEREM DESEMPENHADAS (Detalhar itens):


1. Capacitação das gestoras estaduais de políticas para as mulheres e das equipes locais para a
aplicação da metodologia de monitoramento do Pacto Nacional no estado do Rio Grande do Sul;
2. Suporte à aplicação da metodologia de monitoramento junto ao Comitê Gestor/Câmara Técnica
Estadual;
3. Elaboração de um relatório sobre o processo de implementação das ações do Pacto Nacional e
aplicação da metodologia de monitoramento no estado do Rio Grande do Sul.

RESULTADOS ESPERADOS
1. Processo de implementação das ações do Capítulo 4 - Enfrentamento de Todas as Formas de
Violência contra as Mulheres do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, monitorado no estado
do Rio Grande do Sul, com garantia de incorporação de uma perspectiva de equidade de gênero e
raça.
2. Publicização dos resultados do processo de implementação das ações no no estado do Rio Grande
do Sul por meio de uma publicação que contemple os objetivos, eixos, diretrizes, metodologia, bases
conceituais e resultados do monitoramento e a avaliação dos resultados dessa política de
enfrentamento à violência contra as mulheres.
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PRODUTOS E PRAZOS DE ENTREGA


Produto 1. Relatório descritivo sobre o processo de discussão e construção dos planos de capacitação
das gestoras estaduais de políticas para as mulheres e das equipes locais.

Produto 2. Relatório sobre o processo de capacitação das gestoras estaduais de políticas para as
mulheres e das equipes locais.

Produto 3. Relatório final sobre o processo de implementação das ações do Pacto Nacional e
aplicação da metodologia de monitoramento no estado do Rio Grande do Sul.

Prazo para entrega do produto 1 - 30 de novembro de 2009


Prazo para entrega do produto 2 – 31 de janeiro de 2009
Prazo para entrega do produto 3 – 28 de fevereiro de 2009

PERÍODO DO CONTRATO DE SERVIÇO: 15 de outubro a 25 de março

REMUNERAÇÃO: R$ 12.600,00 (doze mil e seiscentos reais).

CONDIÇÕES DE PAGAMENTO:

O pagamento será feito em 3 parcelas. A primeira parcela será no valor de R$ 3150,00 (tres mil
cento e cinquenta reais), mediante a entrega e aprovação do produto 1. A segunda parcela será
no valor de R$ 6300,00 (seis mil e trezentos reais), mediante a entrega e aprovação do produto 2
e a terceira parcela de R$ 3150,00 (tres mil cento e cinquenta reais), mediante a apresentação e
aprovação do produto 3.

A aprovação dos produtos é da responsabilidade da Secretaria Especial de Política para Mulheres da


Presidência da República (SPM/PR) e da representação do UNFPA.

Os documentos de produto devem ser encaminhados em 2 vias, uma para a SPM/PR e outra para o
escritório do UNFPA no Brasil, seguindo os prazos descritos no item 7 deste Termo.

ENDEREÇO PARA ENVIO DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS E PRODUTOS


UNFPA - Fundo de População das Nações Unidas
Endereço: EQSW 103/104, Bloco C, Lote 1, 2º andar - Setor Sudoeste
CEP 70670-350 Brasília, DF
Aos cuidados de Jennifer Gonçalves

Observações importantes:
1.Os pagamentos poderão ser realizados em até 10 (dez) dias úteis após a aprovação dos produtos, e
os valores serão creditados diretamente na conta corrente informada na ficha de cadastro do(a)
consultor(a).

2. O UNFPA se resguarda o direito de autorizar ou não a continuidade/conclusão do serviço em caso


de qualquer alteração na qualidade e/ou quantidade do serviço, o que deve ser previamente
notificado por escrito.
Termo de Referência
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HABILIDADES E COMPETÊNCIAS

Competências Corporativas:
Habilidade para atuar seguindo os valores do UNFPA, suas regras adminsitrativas, de conduta, ética e
integridade.
Habilidade para defender e promover a visão, a missão e os temas relacionados ao mandato do
UNFPA e ao Plano Nacional de Política para as Mulheres, bem como seus objetivos estratégicos.
Sensibilidade cultural e habilidade para atuar em ambientes diversos, considerando aspectos
relacionados a regionalidade, raça, etnia, idade, orientação sexual, ou outras condições.
Capacidade para tratar todas as pessoas de forma igualitária.
Habilidade para contribuir na criação e manutenção de um ambiente de trabalho harmonioso, livre de
intimidação, hostilidade, ofensa ou qualquer forma de assédio, abuso de poder, autoridade ou
retaliação.

Competências Funcionais:
Gestão de conhecimento e aprendizagem
Disponibilidade para aprender, produzir, socializar informações, conhecimentos, experiências e liçoes
aprendidas.
Habilidade para aplicar e desenvolver conhecimento prático, sobretudo em temas relacionados ao
capítulo 4 Capítulo 4 do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, relacionado à Política
Nacional de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Implementação da Lei Maria da Penha; à
Proteção dos Direitos Sexuais e Reprodutivos e Implementação do Plano Integrado de Enfrentamento à
Feminização da epidemia de aids e outras DST; Combate à exploração sexual e ao tráfico de mulheres
e à Promoção dos Direitos Humanos das Mulheres em Situação de Prisão.

Desenvolvimento e Efetividade Operacional


Capacidade de organização e síntese.
Habilidade para elaborar relatórios periódicos de atividades se necessário.
Habilidade para conduzir e facilitar processos coletivos de trabalho.
Habilidade para implementar processos de comunicação, considerando e respeitando a diversidade dos
sujeitos envolvidos.
Habilidade para analisar dados e contextos, identificar prioridades, elaborar e implementar estratégias,
monitorar e avaliar atividades.

Gestão e Liderança:
Habilidade para analisar contextos integrais e situações específicas, identificar prioridades e definir
responsabilidades.
Habilidade para negociar, estabelecer uma boa comunicação interpessoal, trabalhar sob pressão e em
equipe.
Habilidade para trabalhar em equipe e reconhecer as diferenças entre os membros que a compõem,
de modo a lidar adequadamente com elas.
Habilidade para lidar com a complexidade, gerenciar riscos e mediar conflitos.
Capacidade e abertura para responder positivamente a diferentes pontos de vista e críticas em relação
a sua atuação e realizar as adequações necessárias.

Habilidades, Conhecimentos e Experiência


Educação:
Graduação na área de ciências humanas e/ou da saúde, com conhecimentos no campo do
feminismo/mulheres/gênero, preferencialmente com enfoque na violência. Experiência profissional
comprovada na área. Evidenciar conhecimento em relação às atividades desenvolvidas pela SPM/PR.
Candidata/o do Estado ou da Região.
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para a Promoção da Igualdade de Gênero e Raça

É desejavel que o(a) candidato(a) esteja atualizado em relação às políticas e planos estaduais para a
promoção dos direitos das mulheres, incluindo as ações e metas intersetoriais como as descritas no
plano nacional de promoção da igualdade racial, nas políticas nacionais de saúde integral da mulher,
direitos sexuais e direitos reprodutivos, saúde integral da população negra, saude no sistema prisional e
enfrentamento ao trafico de pessoas, plano integrado de enfrentamento à feminização da epidemia de
aids e outras DST e plano nacional de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Idiomas:
Fluência em português e habilidade redacional.