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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC DEPARTAMENTO DE HISTRIA DISCIPLINA HISTRIA E ESTUDO DE HISTRIA PROFESSORA ISABEL ALUNA GIRLIAN

IAN SILVA DE SOUSA

Fichamento FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido

A desumanizao, que no se verifica apenas, nos que tm a sua humanidade roubada, mas tambm, ainda que de forma diferente, nos que a roubam, distoro da vocao do ser mais. (p. 16). Na verdade, se admitssemos que a desumanizao vocao histrica dos homens, nada mais teramos que fazer, a no ser adotar uma atitude cnica ou de total desespero. (p. 16). A luta pela humanizao (....) somente possvel porque a desumanizao, mesmo que um fato concreto na histria, no porm, destino dado, mas resultado de uma ordem injusta que gera a violncia dos opressores e esta, o ser menos. (p. 16). Um dos elementos bsicos na mediao opressor-oprimido a prescrio.Toda prescrio a imposio da opo de uma conscincia a outra. (p. 18). O comportamento dos oprimidos um comportamento prescrito. Faz-se a base de pautas estranhas a eles as pautas dos opressores. (p. 18). Vale dizer pois, que reconhecer-se limitados pela prpria situao concreta de opresso, de que o falso sujeito, o falso ser para si, o opressor, no significa ainda a libertao. (p.19).

Somente superam a contradio em que se acham, quando o reconhecer -se oprimidos os engaja na luta por se libertar-se. (p. 19). A prxis, porm, a reflexo e ao dos homens sobre o mundo para transform-lo, sem ela, impossvel a superao da contradio opressor-oprimidos. (p. 21). Desta forma, esta superao exige a insero crtica dos oprimidos na realidade opressora, com que, objetivando-a, simultaneamente atuam sobre ela. (p. 21). Na medida em que, para dominar, se esforam para deter a nsia de busca, a inquietao, o poder de criar, que caracterizam a vida, os opressores matam a vida. (p. 26) Da que vo se apropriando, cada vez mais, da cincia tambm, como instrumento para suas finalidades. Da tecnologia, que usam como fora indiscutvel de manuteno da ordem opressora, com a qual manipulam e esmagam. (p. 26). A CONCEPO BANCRIA DA EDUCAO COMO INSTRUMENTO DE OPRESSO