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Estudo de Casos = Ética Profissional e Empresarial Caso ( C ) A administração da indústria química CLAIRT costuma delegar a compra de matéria prima

ao Sr. Roque, contador da empresa, com ! anos de ser"iços prestados. Além de ser #uncion$rio antigo, o Sr. Roque tem li"re tr%nsito entre os #ornecedores do &rasil e de "$rios países, e 'amais dei(a o insumo &)TA #altar a produção. * comportamento do mercado corresponde +s e(pectati"as da conta,ilidade gerencial, sendo que os resultados "-m sendo considerados ,ons, relati"amente aos períodos anteriores. .o m-s de setem,ro do ano em curso, apresentou/se o Sr. Ca"alcante, no"o gerente de auditoria interna da empresa que, cumprindo as rotinas de todos os anos, que era e#etuada pelo Sr Santana, que se aposentou recentemente, ira #a0er um relat1rio so,re as pr$ticas e os procedimentos a CLAIRT. .o relat1rio #inal do Sr. Ca"alcante, podia/se ler2 * respons$"el pela compra do insumo &)TA, Sr. Roque, #a0 a conta,ilidade da empresa, procedimento contr$rio aos princípios da ,oa condução dos neg1cios, pois pode ense'ar a manipulação de resultados . Antes de tomar qualquer decisão, os administradores da empresa leram a seguinte noticia pela imprensa2 33 A Autolatina demitiu, em 4554, 67 #uncion$rios de uma s1 "e0. A partir da denúncia de um #ornecedor, a montadora desco,riu que alguns produtos por ela comprados tin8am seus preços #raudulentamente aumentados. 9esco,riu tam,ém, que compra"a outros produtos em e(cesso. Ap1s :S; mil8<es de pre'uí0o nos estoques = "olume ele"ado >, desco,riu/se que os #uncion$rios ligados ao esquema de corrupção rece,iam comiss<es dos #ornecedores.

Caso ( C 1 ) ?osé Ro,erto era au(iliar #inanceiro da #a,rica de Carrocerias &ertolla Ltda , e sempre ia ao &anco do Comercio e#etuar dep1sitos, saques,pagamentos, en#im toda mo"imentação da conta da empresa, pois a mesma era cliente deste &anco $ mais de 47 anos. Indo ao cai(a da ag-ncia do 'o"em @auricio,que era muito atencioso e educado com os clientes em geral, e#etuou di"ersos pagamentos e saque, pois teria que tra0er para a empresa as contas pagas e mais r; 4.477,77 em numer$rio. Ap1s #eita todas as transaç<es, c8egando a empresa o,ser"ou o seguinte2 Ao in"és de possuir r; 4.477,77 como era pre"isto, notou que possuía r; 4.677,77. Discussão dos Casos:

e sim para sanar dí"idas com o tratamento de seu irmão ?osimar de"eria ter recorrido a que2 Caso = c > * relat1rio do gerente de auditoria da empresa aponta.77 . 477. A situação apresentada coloca uma personagem contrariando uma norma legal que proí. no caso da so.em coleti"o não é pre0ado e as pessoas não são encora'adas a a'udar ao pr1(imo. ou se'a. A resposta as situaç<es aponta no sentido de que Samuel de"a #a0er o que na 4D. 6D e D situação. Aode ser e(plicado como comportamento típico de am. 9i#erente da situação anterior onde não 8$ norma legal a coi. * argumento de que os recursos não #oram usados para . > @uitas regras morais estão inclusas na lei. cada parte de"e 0elar pelo seu pr1prio interesse. para uma situação de risco para a empresa.e a apropriação de "alores que não l8e pertencem.ir o procedimento de Samuel.erto . Samuel agiria em seu pr1prio interesse nas situaç<es.Caso = a > Aro"a"elmente não constam em Leis algumas. Caso = . acertadamente.ientes onde o "alor do . A pro"id-ncia a ser tomada pelos administradores da CLAIRT de"e ser2 * que "oc-s ac8am do ser"iço do auditor antigo = que se aposentou > e do atual2 Caso = c 4 > Como de"e proceder o ?osé Ro. )sse comportamento. no entanto.idosE por e(emplo2 o ato de iludir = a #raude inclui/se entre os atos de ilusão > . pois trata/se de caso isolado. constitui/se numa categoria peculiar de moralidade. sem se preocupar com o outroB Se assim #osse. )les nos remetem a "$rias indagaç<es2 a moral do relacionamento com empresas de"e ser di#erente do relacionamento com pessoasB 9e"e as tr-s situaç<es ser enquadradas dentro do que se pode c8amar 3 moralidade nos neg1ciosCC .ra de R.analidades pessoais. que lida com comportamentos permitidos e proi.