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Disp. e Tradução: Rachael Revisora Inicial: Lu Avanço Revisora Final: Allë Santana Formatação: Dyllan Lo o!Arte: Dyllan

Mara está para casar-se com o homem errado e todo mundo sabe. No último momento, seus antigos companheiros de quarto, Daniel e Jacob, criam um plano para roubar à noiva e leva-la com eles… para sempre.

Revisoras Comentam...

Lu Avanço: Meninas o livro pequenino, mas hot, dois amantes que se apai!onam pela amiga de quarto que esta para se casar. " que #a$er com isso% &eiam se divirtam e cuidado com a temperatura ''''''. Allë Santana: ( princ)pio nunca havia lido um livrinho assim nesta categoria....mas

amei...picante,muito hot com direito a um #undo de hist*ria que a autora consegue al m do desenrolar hot uma sequ+ncia empolgante que te prende do come,o ao #im. -ostei do livro.

Capítulo Um
-otas de suor corriam pelos membros da Mara Nelson e se agruparam em seu torso enquanto estava deitada e nua sobre uma mesa de piquenique debai!o da cobertura de madeira da sala de re#ei,.o em seu acampamento. (pesar de estar #ora dos raios diretos do implacável sol de /ulho, a temperatura de
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01 graus e a umidade estavam #a$endo seu retiro do mundo quase insuportável. " que ela n.o daria por ar condicionado central e inclusive um ventilador neste momento. N.o havia nenhum. 2stava so$inha neste deserto com uma barraca de lona do e! rcito em uma plata#orma de cimento, um dossel de madeira sob a qual tinha criado algumas de suas artes, e um riacho pr*!imo. N.o havia nem uma alma em milhas. Mara estava completamente so$inha, sem eletricidade, sem água corrente e sem carro que lhe permitisse via/ar a cidade. 3eu primo, que tinha assistido a contra gosto ao plano de Mara, protestou que n.o era seguro, mas, ante a insist+ncia obstinada de Mara, tinha cedido e a tinha dei!ado /á #a$ia tr+s dias com a promessa de buscá-la em uma semana. 4om os olhos #echados, Mara se es#or,ou para permanecer im*vel e escutar a nature$a ao seu redor. Depois de anos na corrida de ratos da cidade de Nova 5orque, ela tornou-se desequilibrada e perdeu seu centro. 6acilmente aconteceu no pulsar do cora,.o constante da civili$a,.o que se negava a dormir. (qui, ela n.o podia ouvir o $umbido constante da humanidade, um conglomerado de pessoas, máquinas comunica,.o de massas, e a eletricidade. Mas n.o #icou em sil+ncio. 2ra di#erente. Mara descobriu os sons da nature$a calmantes. "s insetos e r.s compartilhavam uma sin#onia. (ves chamando-se entre si e sacudindo-se atrav s das árvores /unto com os esquilos, que brincavam de correr ao redor do acampamento. 7erto dali, escutava-se uma corrente de murmúrios, uma suave brisa ondeou nas árvores cantando, e uns passos rangentes soaram pelo caminho.
“8ue diabos%9

2la voou em posi,.o vertical, os bra,os cru$ados nos peitos enquanto escaneava a $ona. :inha estado segura de que este lugar no meio de terras de propriedade privada estaria deserto e encontraria completamente s* durante sua estadia. (ntes que pudesse correr para sua tenda, dois homens irromperam atrav s da linha de árvores que rodeavam o acampamento. " medo se estrelou atrav s dela. Dois homens e ela so$inha% (l m disso, estava nua, a roupa tinha sido um aborrecido inc;modo neste morma,o, assim que ela tinha #icado nua, sabendo de que aos esquilos n.o importaria. 2la apertou as pernas /untas e pensou que era melhor esconder-se, embora n.o havia dúvida de que estava nua. ( pesar do calor, lhe arrepiou a pele de seus bra,os. Nem sequer tinha uma arma perto. " primeiro homem empurrou para aba de seu bon de beisebol e sorriu, e se deu conta de que era uma coisa muito boa que n.o tivesse uma arma. " teria matado, tanto porque sabia sem olhar quem era o outro homem. <Meu nome &u'e 3'=>al'er, e estou aqui para te resgatar9 brincou Daniel.

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(pesar de passar horas on-line como um rep*rter blogueiro pro#issional e /ornalista de 5nternet. tamb m dei!ou cair a mochila.o como se voc+s acabassem de passar pelo bairro.o podiam saber do raio que atravessava seu centro.6ran$indo o cenho. especi#icamenteB Jacob. mas sim porque estava $angada.o..o podia evitar sua e!cita. e seus olhos a$ul claro.o para proteger sua nude$. Jacob era quase da mesma altura e constitui. 7er#eito para seu trabalho como ator na Froad>a=.o um pouco ga= para ser um stormtrooper@%9 respondeu. mais intenso.o às selvas de Michigan. 3eu cabelo loiro e!ibia mechas de sol quase brancas. um pouco pego na testa pelo calor. Deu-se a volta ao companheiro do Daniel e seu amante de cinco anos atrás.as a Deus n.o está contente de nos ver..9 <2 todo esse tipo de coisas9 adicionou Jacob que como ele. sempre com uma brincadeira ou uma resposta ágil. quem % " Aoda%9 Jacob voltou para o Daniel. nosso dever te manter a salvo. que eram o sonho de qualquer garota. "utro sonho. 3ua umidade atual poderia atribuir-se à transpira.o da lu$ intensa a manteve desequilibrada em sua presen. mas pelo resto. <Cm passarinho dei!ou sua agenda aberta na mesa da co$inha com todas as notas sobre seu DcruzeiroE ali para qualquer um ver9 disse. <2la n. Daniel encolheu seus ombros largos para permitir a queda da mochila no ch. 2la n. e seus olhos eram da mais escura cor ca# que poderia e!istir sem chegar a preto.9 2la disse a eles que estava indo em um cru$eiro.” “?oc+ n. Mais grave. mais ou menos. <4omo seus amigos. Daniel tinha uma personalidade mais leve. <3e ele o &ucas.o porque estes dois a haviam visto nua um mont.a.avam. Jacob parecia. #a$endo-os parecer o casal per#eito quando se abra.o de ve$es no ano em que tinha sido sua companheira. 4 . era a #oto-negativa do Daniel. &ástima que s* sonhava com os homens. e n.o havia maneira de que eles soubessem... 4om grosso cabelo negro e ondulado.o que Daniel.9 <" que voc+s est. 2ra sua maldi.. 2la olhou ao casal que se atrevia a invadir suas # rias e sua privacidade. Do aspecto de suas pesadas mochilas. sua #igura era magra.o #a$endo aqui% ( do$e horas de sua casa% N. ela desceu da mesa e cru$ou os bra. Jacob tinha um bron$eado permanente por sua pele do tom da a$eitona. n. Jacob.o ser atra)da por dois magn)#icos homosse!uais. soube que tinham plane/ado #icar com ela. logo se ergueu em toda sua estatura de pouco mais um metro e oitenta.. tanto em aspecto e personalidade. 1 Os Stormtroopers são a tropa de base do Império Galático no universo Star Wars.. ( combina. n. n. -ra. “Só no inferno.o.os sobre o peito. "nde o seu parceiro tinha a pele clara com cabelo escuro e olhos claros.o cada ve$ que estava a seu redor.

2la o olhou. <Marco um bom homem. <3e cale. De #ato. 2les certamente as viram. "brigado pela 4oca-4ola. 2u precisava para esclarecer meus pensamentos. "lhe... ( estendeu. ( um degrau superior.9 <4omo o muito que voc+ granola crocante9. sentia-se #rancamente gorda.o se deu conta delas. (l m disso. secamente.Junto a eles. entre a nova-iorquina esbelta. 2le pensa que estou visitando meu primo. amaldi. escavou no interior e tirou uma 4oca-4ola. (brindo a tampa superior. N. seu padrinho de casamento. .as. Daniel deu a volta e agarrou sua mochila a seguir. Dos tr+s. as perversas redes que tecemos…9. < ele interrompeu.o há nada errado com ele.9 <"H. os olhos marrons eram aborrecidos. e tinha uma grande quantidade de sardas no rosto e nos bra. 7ara #alar a verdade. e ap*s encima da mesa que tinha abandonado. Marco sabe que está aqui%9 <N.o de <gente bonita9. Mara suspirou. " escal. estava muito c. ela era a menos espirituosa quando se chegava para aquelas coisas.o. Cma coisa de solteiros. e ela pegou sem pensar.os.ada. riu Daniel.9 <?oc+ n. 2nquanto ela estava com um peso aceitável.o embora. gemendo com a #ria lata contra sua palma. 3em dar-se conta de que estava meditando. eu queria #icar so$inha.o estragando. 3eu cabelo castanho ca)a à metade das costas e o mantinha preso em um rabo de cavalo para domá-lo. e todos sabiam disso. 2stou tentando centrar-me mim mesma e conseguir um contato com a nature$a e toda essa merda. 3eus rasgos eram evidentes.a su/a para evitar que se pegue a seu corpo. muitas horas detrás de um escrit*rio como advogada internacional lhe impedia de ser particularmente toni#icada ou magra. 3eus companheiros conheciam seus v)cios. <7ensamos que era estranho #a$er um cru$eiro antes do casamento e sem seu prometido. ou poderia ter #eito mudan. está em &as ?egas com meu che#e. mas quando o #e$ e notou sua abundGncia.o o ama9adicionou Jacob. 2la era quem ela era. Na realidade. sentia-se como a menina desgra. mas quero que v. :irou uma para ele.moda com ela como ela era. 7ertenciam a um tipo di#erente às pessoas comum como ela.9 <(ntes de casar-se com o homem que tem o recorde do -uinness mundial de aborrecimento.oou os seus genes e sua #alta de protetor solar em sua /uventude. 3obre tudo que n. ele riu. <"lhe. e voc+s est. e seus companheiros eram melhores. agora estava em uma tran.

sua nude$ assumiu uma sensualidade que nunca tinha esperado sentir na presen. Daniel ro. mas ele a seguiu. 3uas m. e ela estava mais con#usa do que antes. 4om Marco se sentia c. trocando os bra. sim. enquanto seus batimentos card)acos quase lhe causavam surde$. 5sto n.ou seus lábios contra sua orelha. sabia.9 <2stamos interessados em voc+9Jacob sussurrou no outro. ele gostava dela. se casando com um homem que sabe que totalmente equivocado para voc+%9 Na realidade. 6oi uma idiota ao pensar que toda essa solid. mas n.. 2la deu um passo atrás e bateu em Daniel. 3acudiu a cabe.a de seu seus colegas de quarto.. <onde infernos estava sua roupa#” ! porque está .o pela que se sente #ora de prumo #icando louca.aram a bochecha.o iria admitir. <2u deveria ir me vestir <.. murmurou enquanto seus dedos descendiam para seu peito. e ela conteve o #. 2la correu para sua barraca e a #echou pelas lapelas enquanto desesperadamente tentava se esconder para que n. sabendo que tinha que #ugir. Mara. 2la deu um passo atrás.o. e a car)cia repercutia para sua buceta. " per#ume de homem limpo encheu seus sentidos. "s dedos do Jacob se arrastaram pelo ombro e a clav)cula riscando suaves linhas. De repente.os se estabeleceram nos quadris. 8uantas ve$es ela andou nua da ducha ao quarto% 8uantas ve$es. Mara tentou tragar saliva atrav s da rocha em que se converteu sua garganta. e gostavam de mu !eres tamb"m!”.o vissem mais pele da que /á tinham visto.a violentamente.o era poss)vel..lego quando seus dedos lhe ro.o a golpeou. Não.o se acelerou #ora de controle. 3eu corpo bulia de e!cita.o estavam em casa% 2ra um apartamento pequeno e nenhum deles era especialmente cuidadoso. <8uerida9 disse <?oc+ /á considerou que a ra$. 3ua buceta contraindo com a necessidade. enquanto que Jacob #icou ainda mais perto. <2stamos interessados tanto nos homens como nas mulheres.Jacob lhe arrumou uma mecha de seu cabelo úmido detrás da orelha. um grande engano. sem dar-se conta. 6a$endo-se de garota natural de bem com o universo tinha sido. não!” ( mescla de horror e compreens. Desesperadamente. topou-se com eles enquanto andava nua porque tinha pensado que n. “OH meu Deus. "s polegares do Daniel acariciavam seus lados. Mara saiu do meio deles...moda.o a a/udaria a esclarecer seus pensamentos. quem havia se colocado a suas costas enquanto Jacob a tinha distra)do. mantendo o n)vel com seu corpo duro.os para cobrir a totalidade de seus mamilos enrugados. " ventre do Jacob coberto com a camiseta se es#regou contra ela. 3eu cora. ela tentou pensar. “Não. OH Deus. obviamente. <(credito que há algo que voc+ deve saber a respeito de n*s9 disse.

<Me deter%<. eu respeito ao Marco. (lgum /ogo para acabar com meu noivado% .9 <Nenhuma uma única ve$ no ano em que #omos companheiros de quarto% N..o a rodeou para estabili$á-la. ela repetiu lentamente. uma gota de suor lhe correu pelo centro de suas costas. <2u.o.o parecia ser um bom momento para #a$+-lo. ela se perdeu no olhar a$ul-gelo do Daniel. 2 voc+ sabe aonde eu quero chegar. 3eu olhar chicoteou entre eles. e ele conhece minhas necessidades. ou pior ainda. <:)nhamos medo que se assustasse e #osse embora.o uma boa discuss.<Mara. 2la precisava de roupa intima e uma camisa. Jespeitamo-nos um ao outro. 2nquanto ela considerava vestir-se. 8ualquer roupa seria insuportável com este calor. 3uspirou enquanto tirava uma calcinha de renda cor de rosa. " isso. < 3abe o que quero di$er.9 “$oa !ipótese. se con#ormando.o sobre o tipo de cGmbio do iene pe'inese. 4om os olhos muito abertos. <7or que voc+ n... (#astou-se da entrada. <" que 4omo podem%9 <Diga-nos que o ama. voc+ está e!agerando9 disse-lhe Jacob. 2le gentilmente pressionou seus dedos sobre seus lábios.” <2nt. n. 3eu bra. <2u sei.o podia di$erB hei. <?oc+ precisa de amor e pai!. <Marco pKe às pessoas para dormir cada ve$ que #ala9.9 " sil+ncio os rodeou e ela imaginou que eles estavam olhando um para o outro tentando decidir sua pr*!ima /ogada. ela virou para #rente da barraca para gritar com os homens e em ve$ disso gritou com ela se chocando contra um s*lido peito masculino. olha…% N.9 <Japon+s. 2la reme!eu com ira na sua mochila e tirou um short de cor cáqui.o e a #orma em que a #e$ tremer com necessidade. 2la o olhou para a lona. ?oc+ esta enganando a si mesma. e #oi ate sua mochila que estava em um canto.o me venha com essas merdas. interrompeu Daniel.9 corrigiu ela.9 <N. ?erdadeiramente. Diga-nos.9 2!igiu ele.o voc+ iria se casar com o Marco antes que pud ssemos det+-la < disse Jacob a seu lado.9 Jacob se apro!imou dela.. 2n#urecida pela intrus. I com certe$a melhor que se/a para sair do acampamento.o me disse isso antes%9 <8ue voc+ está e!agerando% < perguntou Daniel.

9 (gilmente. Nos d+ at o #inal de seu retiro para te convencer de que Marco n.9 2le deu. N. de sua pequena cerim. 3eus olhos aumentaram em estado de choque.9 "s dedos do Jacob es#regaram na virilha da pe. <Meu con/unto #avorito. <4omo voc+ acha%9 3enhor. 2 agora. <3* escuta um segundo. mas ao mesmo tempo t. Nenhum detalhe de última hora seria atendido. 3eus dedos se arrastavam pelo seu bra. :anto ela como Marco voltariam para a cidade de suas viagens separado na mesma manh. seus companheiros de quarto estavam propondo que ela n.o haveria ensaio.o <D+-me isso.o9 disse ela automaticamente à medida que seu corpo inteiro estremecia com a antecipa. ela engoliu em seco.. :inha estado cega ou eles tinham ocultado% " que ela ia #a$er a respeito% # .o e um dese/o que nunca tinha visto quando a olhavam.o para es#regá-los s* para descobrir que ainda tinha a calcinha em seu punho. (mbos com uma determina.o estava… <4omo%9 2la sussurrou. 8ue nin#a da terra dos sonhos ne#asta estava #a$endo que suas #antasias secretas se #i$essem realidade% :alve$ n. e Daniel lhe deu um largo sorriso. tirou a calcinha de seus dedos.o tinha ganhado a batalha especialmente ante o brilho em seus olhares. <(credito que sim. <2u sempre gostei que voc+ usa-se este tipo de calcinha em lugar de tangas.o #osse mais que um del)rio por este calor horr)vel.a.. Daniel apertou os dedos na parte bai!a das suas costas.9 <N.9 6echou os olhos por um momento como se saboreasse a sensa.9 " #im de seu retiro seria /usto antes do casamento. isto n. 2le sorriu com uma conhecedora curva de presun. D+-nos uma oportunidade...o certa para voc+.. 2la #echou os olhos e estendeu a m.o nu. imaginando que era a ela que ele estava tocando.nia.o nos lábios..<:emos uma proposta para voc+.o a op. Juntou as pernas em um gesto de#ensivo.o do que ele diria. 7equenas.o #emininas.o estava acontecendo. 2la estendeu a m. (mbos estariam prontos. ?oltariam e iriam direto à capela. mas ela sabia que n..o de sua pele. logo as /ogou em Jacob que as apanhou.

o temos como voltar at que terminemos nossa viagem igual a voc+. e como o c u escureceu. < Daniel come.o gostaria. 2la estava #odida. 2la n.o era algo descartável na medida em que a ela concernia.o antes disso. Cma semana antes que ela o tivesse descoberto #ora da cidade. precisava ter a cabe. ( dor de sua nega..9 disse.ou a suplicar. (qui estava tudo o que tinha querido. 3e n. <N. 2la sabia. "s dois.o se sacudiu.nio n. a derrota pesava com calma em suas palavras. 3eu cora. sabendo que estaria encharcada se n. 6oi o melhor.ou o que con#irmou seu medo. #antástico. abrir seus bra.o havia resolvido nada. N. <N. 7rovavelmente bastante literalmente.<Dormir com voc+s seria uma má ideia9 murmurou. logo vou dar um passeio. 3eu passeio n.9 Cma longa caminhada.. 7or isso tinha #eito esta viagem. <8uero me vestir. 7ara cada argumento contra a proposta do Jacob e Daniel. abrir as pernas e di$erB < %e possua. 2la se apressou a voltar ao acampamento. malditamente grandioso% 4omo dem. LLLL " ar da tarde se voltou mais opressivo com cada minuto que passava.o #i$esse tanto condenado calor.. ele come. " matrim.nios ia mant+-los a#astados quando seu corpo queria gravitar para eles. seu corpo retornou com dois por que n. " ar parecia gote/ar com a umidade.o estava comprometida com Marco como deveria ser. o pGnico a pegou. em protesto por sua negativa. Mara estava convencida de que logo seriam atingidos por uma tempestade que rivali$aria com o caos turbulento dentro dela.o era /usto isso. <7or #avor.o% 2les estavam certos.os. #aria a p todo o caminho de volta à civili$a.o. :inha $ . saiam da minha barraca.a clara antes que caminhasse pelo corredor do altar.o se disparou sem cessar em seu centro.9 Fem.o embora... 2mbora /á #osse tarde e deveria estar segura de sua decis.o #ugisse da chuva.9 " medo se instalou em seu ventre.ando. 2le ia di$er algo que n. 8uanto tempo ela iria t+-los se ela dissesse que sim% Cm par de horas% Cns poucos dias% <Mara. e estava recha. <8uero que voc+s v.o será poss)vel9. mas ela o interrompeu.9 Jacob sorriu...

9 2stava preparada para uma vida de se!o programado para quarta-#eira de noite% Na verdade n. os tr+s estavam no interior.os.o ao Jacob e Daniel #oi prova de #ogo.o enviou ondas de terror atrav s dela. 8uando ela voltou a entrar no acampamento.o queria dar-se conta disso. quanto mais pensava em seu #uturo. "s homens abriram suas cadeiras a um lado. sentado escarranchado apenas olhava as páginas de um guia. " vento empurrou a chuva para os lados. ent.o% 7erguntou-se.o para os tr+s. " recinto era grande com muito espa. os homens estavam sentados sob a cobertura de madeira. com os p s descal.o ali mesmo. Ja/adas de vento da tempestade sacudiam as páginas que lia. o c u pareceu abrir-se e a chuva golpeou a terra. Marco representava isso e a estabilidade. e Daniel segurava as lapelas contra o vento. a seguir. Dois /ogos de m. n. De #ato. <M barracaN9. cada um. 8uatro muito musculosos bra.que estar segura antes do.o parecia dar-se conta. mais se assustava. entre as co!as estendidas de Jacob.o t..a e se dirigiram à barraca em busca de abrigo.o de segundos. enquanto que este. Jacob ligou sua lanterna de pilhas. depois de ter sido empapados na corrida à barraca. embora se/a temporariamente. tiraram a camisa. 3eus companheiros representavam estilos de vida de intermitente instabilidade. nus peitorais. -ritou Daniel. sua vo$ apenas aud)vel por cima da chuva. 4omparando sua rea. por isso tinha um pouco de tempo entre os dois para chegar ali e atormentá-la. Jacob a empurrou para dentro na #rente deles. mas n.o 1% . “&' como e es são muito traba !adores .9 seu corpo traidor apontou. Dois largos. <aceito.oitou o teto do re#úgio. 6oi muito conveniente para ele que o sho> tinha terminado na Froad>a= e tinha assegurado uma pr*!ima interpreta. 2la n. 2ra mais #ácil a#errar-se ao não quando os imaginava ao contrário do que queria.o. Molhava ao Jacob e Daniel e salpicava atrav s da mesa de piquenique onde tinha descansado antes. Daniel escrevia em seu noteboo'.os descansando no assento de lona.o constante como um banqueiro internacional como Marco. 2star com eles. "s homens saltaram de seus assentos.. 2le e Jacob. acomodaram seus pap is e noteboo'. De um lado. 2m quest.os indo ao cintur. 7or que o casamento a assustava% 7ela perman+ncia% 5sso #oi precisamente o que mais dese/ava. agarraram sua cadeira de praia dobradi. Honestamente como estável poderia ser um ator e um blogueiro de 5nternet% N. e o ensurdecedor som a. 7or que o guia. (ntes que ela pudesse perguntar em vo$ alta. cada um imerso no trabalho que havia tra$ido com eles e pareciam notavelmente #rescos apesar do terr)vel calor.

e ela levantou a vista para encontrar aos dois homens olhando-a com #ogo em seus olhos.9 2la negou com a cabe. ela se a#astou de seus olhos sedutores. N.o. 4om um suspiro tremente. disse Daniel. Jevelada.o por que a estavam comendo com os olhos% <2u adoro suas curvas9... 3ua l)ngua se lan.o que saltava ali.o passou como uma #ogueira atrav s de suas veias queimou sua decis. tinha estado muito horrori$ada e consternada por sua apari. <Marco% ?ou matá-lo.o. toda salgada pelo calor.ou rapidamente ao longo de seu lábio in#erior. <8uem te vendeu esse mont. ao ver sua quase nua per#ei. acrescentou Jacob.os se congelaram.9 <8uero as sentir contra mim outra ve$9.. (s duas camas de armar #oram postas /untas #a$endo uma. <Maravilhosas.o anterior e a converteu em cin$as. disse #inalmente. t..o podia di$er gorda. 2le sorriu..os. e um colch..o entendo por que me querem.. <8uero te saborear. 2!igiu. N. (s m. ?oc+s poderiam ter a qualquer mulher.o de ar tinha sido colocado sobre a parte superior.mago e à sensa.9 <2 doce com pura Mara9.a.o rápido que Mara n. bem a tempo de ver o choque do Jacob que n. Daniel a olhou igualmente surpreso. 7ura inten..o para eles. 3eu quei!o tremeu.o apertou contra seu est. enquanto esteve ausente. 3ua m.o podia #ingir.o tentou esconder. 2ra humilhante #alar de seus de#eitos.. <8uero rastrear cada linda sarda.. (nteriormente.o acalmou seus nervos. a e!cita. 2la olhou para eles. Cma batalha travada dentro dela. disse Daniel. enviaram uma nova onda de tremor atrav s dela. mas n. (gora. 2nt.o para reconhecer suas inseguran. N. Devorando-a. (rrepios subiram seus bra. <N. :inham estado muito ocupados.9 2le dei!ou escapar um suspiro.o estava segura de que inclusive se deu conta que o #e$.o dos tr+s /untos a cegou. ela s* tinha que di$er sim. 4lara..a. disse Jacob. 3ou simples e. Mara estremeceu apesar do calor do dia. <D+-nos uma oportunidade9.o tinha nada que ver com a roupa úmida pegando a ela. ( vista que viu n.o de merda%9. 2les a queriam. suas palavras em um bai!o ronrono.as.o queria #alar do que sabia que era verdade. mas ela n.que segurava dois ventres duros. 2spontaneamente uma vis. Cm para)so #eito para tr+s. 2la negou com a cabe. <6inalmente senti-las contra mim mais cedo. 2la era uma garota comum para um homem comum. <4heia9.9 2la se calou.9 11 .

o queria nada mais que estar na cama com estes dois homens. (acob e Danie # Não %arco#” De repente. encontrando a si mesmo enquanto a tempestade dentro dela desaparecia. &á #ora a tormenta se #e$ mais e mais violenta. < OH Deus. encontrando consolo enquanto os trovKes se ouviam no e!terior. a calma que tinha estado procurando quando #oi em busca da sua vida para este retiro solitário. a calma dentro da Mara cresceu. olhando como a chuva golpeava no teto de lona e o vento sacudia as paredes da barraca. ela n. não podia ser.. Capítulo Dois 12 .2la mordeu o lábio in#erior.os. ela respirou #undo e lentamente levantou os bra. "lhando de um ao outro..

Mara se apoiou contra ele e se uniu em seu bei/o com uma selvageria que n.o debai!o da barra de tecido de seu suti. sobre sua pele suave. os.” Mas isso inclu)a conquistar Mara. 3eu pulso trove/ava debai!o de seus lábios. :irou sua outra m.Jacob soltou uma respira.o e a aceita.o.o Marco. <)in!a *ue so ucion+.ura. Jeclamou seus lábios outra ve$. #echou seus dedos em seu peito e ele se perdeu de novo. não podia perd'. sabia que o toque era intencional. 4omo ator. e ele sabia que gostava desse lento avan. N.o lhe perdoaria se escolhesse Marco em ve$ deles. Já que Mara era mais bai!a. 2le tinha aprendido a ler às pessoas. (ntes do #inal de seu retiro. agarrou o mamilo e o #e$ rodar quando ele se inclinou e a bei/ou-a no pesco. desli$ou os dedos de uma m. o. Mara queria ao Daniel e a ele. Não podia. sabendo que n. " dorso das m. ela teria a certe$a de que deveria #icar com eles. Mara gemeu quando cavou seu peito. mas o encontrou totalmente delicioso. (s quatro m.a caiu para trás sobre seus ombros.o nos olhos da Mara.os escorregaram por debai!o de sua camiseta. 2ra um come. N. 4om cuidado. 13 .os de o Daniel trabalhar no #echo dos shorts da Mara. 2la tinha reservas. 3eu sangue estava a #ogo lento enquanto imaginava ter o melhor de ambos os mundos. empurrando lentamente o ob/eto enquanto e!ploravam. tanto Daniel como Mara em sua cama.o.o tremente enquanto lutava contra a triste$a que crescia em seu interior..o havia maneira de que estivessem com ele quando lhes con#essasse sobre seu novo trabalho no outro lado do pa)s. 2le se separou da boca da Mara para dei!ar sair uma respira. Cm arrepio brotou ao longo de sua pele à medida que a tocavam..o dos dedos sobre ela.o. empurrou-se dentro e degustou sua do. <7er#eito9. tinha visto às pessoas treinar-se em seus maneirismos e entender suas mentes..o esperava. 2la soltou um gemido. (mbos amando-o. :anto ele como Daniel se apro!imaram dela. ele ouviu Daniel murmurar enquanto sentia a seu companheiro mover-se um pouco longe deles e #icar atrás da Mara.Kes e con#us.os do Daniel chocou repetidamente contra a virilha do Jacob enquanto se movia. 2les. Jodeando-a.o livre de sua camisa e embalou a cabe. Cm momento depois.a em sua palma.o contida ao ver a submiss. 2squecendo-se de tirar a camisa. Jacob sentiu as m. :odos os pensamentos dos prováveis resultados desapareceram e #icaram s* os tr+s corpos que se moviam /untos. ele capturou sua boca. 5mediatamente. 2le se amamentou dela enquanto sua cabe. 2mpurrou o pensamento a distGncia e se centrou em seus amantes. (mbos pertencendo a ele. Mas por quanto tempo% 3ua vo$ interior o provocou. mas ela estava ignorando suas preocupa..

os e caminhou ao redor da cama improvisada. uma mulher que amaria aos dois. 14 linda9 murmurou Daniel a Jacob enquanto ele mordiscava o ombro nu do Jacob com seu #.. pressionando seus lábios nos do Jacob. toda mulher.” ( e!cita.lego.o do Jacob. N. reclamando a boca como se dissesseB < Não importa como isto termine. sempre ser+ meu.9 " rubor rosa lhe desli$ou pelo pesco. Jacob deu um passo atrás e se #i!ou em seu suculento corpo. 2la era linda. e ele a pu!ou com #or. e seu sangue parecia palpitar por suas veias quando a emo. abrindo-os com os seus...o parecia importar.Kes. Daniel o olhou aos olhos com um olhar que parecia um redemoinho de emo.-rosseiramente. 2le empurrou a l)ngua em seu interior.o conhe. desde seus peitos os seus quadris e suas ardentes co!as e!uberantes. 2les tinham esperado tanto tempo pela mulher adequada. Jacob levantou Mara em seus bra. estabelecendo-a no meio.. inclusive quando Daniel soltou seu pau. 3em duvidar. 2la olhou a m. que ambos pudessem amar. <Na cama9. 3eu p+nis r)gido pulsava com a necessidade dos dois. "uviu Daniel mover-se de novo.os do Daniel lhe ro.o percorreu Jacob ainda mais #orte que antes. seu pau duro pressionava contra o traseiro do . Mara bai!ou o olhar. 3eus dedos envoltos na ere. <3* sei que ela está #icando muito quente. 4egamente. " corpo nu do Daniel pressionava na costa do Jacob.o de Jacob e o ombro. #e$-lhe gestos /á que um trov. <2u te amo9..a e ca)am ao redor de seu rosto. disse a seguir. Daniel agarrou seu bra. <2la Jacob. subiu-lhe a camisa.a para seu corpo. maltratada pelo vento e a chuva. 6inalmente desabotoou o suti. pareciam entender-se sem as palavras. <N. Jacob se estremeceu com o dese/o pela Mara misturado com o dese/o pelo Daniel. de repente. respondeu Jacob. -ordinha% Di#icilmente. sugeriu Daniel. Jacob lhe estendeu uma m. (s m. Mara se apro!imou. trabalhou em seu suti. da Mara. &evantou o quei!o do Jacob com um dedo.a do Jacob.o.o o a#ligiu. ele estava ali tirando a cal.o. um rubor subindo por suas bochechas. "s #ios de seu cabelo brilhante e escaparam de sua tran.o do pesco. s* o su#iciente para lhe tirar a roupa e atirá-la ao ch.o e no peito.aram as co!as quando tirou seus shorts. Jacob sentiu que se separava deles.o e pu!ou ele de novo antes que pudesse subir à cama a seu lado. pensando que seu rosto poderia ter sido um modelo para o tema da pintura. separando-se de sua boca de novo. <?enha aqui9.. No recinto surrealista da barraca.o a#ogou suas palavras. e que permitisse a ambos amar-se. <?+nus de Fotticelli9. mordiscando a uni.o de Daniel trabalhando o pau do Jacob.o esse9 respondeu Daniel.

" saco de dormir abai!o dela desli$ou-se sensualmente ao longo de suas pernas elevando sua e!cita. para lhes dar a #elicidade que lhe davam.o se agitou enquanto ela introdu$iu um dedo dentro para desli$ar-se sobre seu clit*ris palpitante.lego enquanto observava Daniel bei/ar Jacob.. ela o 1 . deu-se conta de que era um homem quem a tocava. a puramente er*tica uni. #echou os olhos e #le!ionou o dedo sobre seu n* r)gido. Deus eram magn)#icos /untos..o de ar enquanto procurava sua penetra. vis)vel quando se bei/aram. e as bocas dei!aram seus peitos. enquanto se amamentavam de seus peitos. esta quente cone!. es#regando ligeiramente de #rente para trás. 2les n. agradecida. nunca os tinha visto bei/ar-se.o rela!ou #ora de sua boceta. 7u!ando o quadril de Daniel.o o permitiram. mas nunca entrando nela.o se detiveram. M medida que os via bei/ar-se. 2les sempre mantiveram suas intimidades a porta #echada. 3uas pernas dobradas e os calcanhares empurrando no colch. <3im9suspirou ela. Daniel se inclinou para #rente e bei/ou apai!onadamente Jacob. 6inalmente. à medida que sugavam seus mamilos pro#undamente na boca e trabalhavam continuamente em sua #enda. Mordeu o lábio enquanto os dedos a estiravam e a enchiam com o maior pra$er. mas os golpes de Jacob em seu canal n. 2la se contorcia contra eles. Mara #icou sem #. :inha que tocá-los. :inha que ser preenchida. desli$ou sua m.o.o de torturar seu corpo em um orgasmo..s um dedo sobre seus clit*ris. ela viu as olhadas ardentes e os toques ocasionais. 2mbora parecesse estranho. 4ada homem apertou um de seus pulsos e os mantiveram longe de seu corpo.3orriu quando Daniel se a#astou. (tirando a cabe.o. independentemente do muito que pu!ou e lhes rogou e gritou. Necessitava mais. 3ua boceta se estremeceu enquanto os observava. 4omo em um sonho. 7areciam ter a inten. 3eus paus se atacavam por cima de seu corpo. 2ra o momento de reclamar a sua mulher. :inha que ser tocada. dois dedos se desli$aram no interior dela. 2la abriu os olhos para v+-los de /oelhos em cima dela.o por cima de seu ventre e desceu at os cachos que ocultavam suas dobras empapadas..a para trás no travesseiro na parte superior da cama.o..o de Daniel estava na boca de Jacob enquanto Jacob chupava a ess+ncia dos dedos de seu amante..o de almas. 7recisava tocar. " pra$er #lu)a desde suas bocas a seu ventre para provocar uma inunda. a m. 3ua respira. enviou eletricidade atrav s de seu ventre. /á que cada homem lhe p.. mas esta. 2la gritou. #inalmente. 2la gemeu quando o calor envolveu tanto seus mamilos e sua m. pu!ando inutilmente seus pulsos. 4laro.o que empapava suas dobras.

a semente quente salpicou sua garganta. 2la contemplou seu amigo. este homem lindo. 3eu corpo se arqueou por debai!o dos homens com sua pr*pria libera. cent)metro a cent)metro.. /ogaria-se sobre ele no colch. :rabalhou sua boca sobre ele.o bonita e toda nossa9. e se a#astou um pouco. 2la n. Jacob se desli$ou para #rente. Daniel se liberou de seu agarre. mais de Daniel. Jacob estendeu sua boceta e lhe sugou seus clit*ris entre os lábios. Daniel se sacudiu. grunhiu. preparado para sua iminente e!plos.o.o era de tudo certo. quei!ou-se. 4aiu sobre ela em quatro com um sorriso que se evaporou enquanto envolvia seus lábios ao redor de sua e!cita.o e o peito com o último de seu s+men. enquanto as ra/adas do vento maltratavam a barraca e o trov.o se arrastou sobre o suor de seu corpo e /ogou em seu ventre ondulante enquanto se movia com Jacob.o..pu!ou para ela. 2le gemeu.o acariciando suas bolas enquanto que a outra estreitou a base de seu p+nis. vagamente consciente de Jacob de quatro ao seu lado.. <:.o.. Jacob9. enviando um raio de pra$er atrav s de seus membros. enquanto que Jacob seguiu seu impulso nela com os dedos e a l)ngua.. com seu corpo chorando por mais dele. maravilhoso e se viu a#ligida pela pa$ mais completa que podia rodeá-la. 2la gritou em torno do pau de Daniel.o se estrelava ao redor deles. e Jacob passou entre suas pernas. :remores insistentes brotavam de seu ventre. e ela gritou quando os espasmos continuaram atrav s dela. 5nclinando-se sobre ela. lambeu o esperma de seu amante nela enquanto seu pau procurou sua entrada. Daniel alisou o cabelo da sua testa.o.o interna levantou a cabe. orvalhando seu pesco. e se esqueceu de tudo pela sensa. <3im9 sussurrou.. 7arecia n. (nsiosamente.o o tinha em seu interior logo.. 1! . <7or #avor.o e teria o que queria dele. sacudindo-se de novo em sua boca. <Mara oh DeusN 3im <.o ter pressa em entrar nela /á que brincou com sua e!cita. trabalhou acima e abai!o de Daniel. Daniel desabou a seu lado. 3e ela n. :alve$ devesse #a$+-lo de todos os modos. que golpeou atrav s dela mais poderosamente do que havia sentido na vida. 3ua libera. rogou-lhe.o e!plodiu nela. 4omo se sentisse sua agress.. como dando a entender que n. surpreendida pela sensa.o ia ter um orgasmo so$inha. 3ua m.o deliciosa que caiu sobre ela. per#eito.o sublime. empurrando as pernas mais separadas com os /oelhos. 2sta ve$.o por suas dobras mais necessitadas.a e sorriu para ela. 2la apertou Daniel com uma m. bei/ou seu rosto e pesco.

9 2la boce/ou esgotada e totalmente c. desabou para trás sobre o colch.ou.o e ali #icou sem #or.<2u gosto de v+-lo #ode-la9. múltiplos cores girando vertiginosamente al m de sua vis. (l m de seus bei/os. querida.o. " som rapidamente a adormeceu dentro dos quatro bra.9 (tingindo entre eles. cada movimento. e se ouviram os solu. amor. sussurrou-lhe mordiscando o l*bulo da orelha.as enquanto Jacob o#egava /unto a ela e Daniel sorria muito satis#eito com ele mesmo.o acredito que possa correr. 2sta coisa de centrar-se parecia estar trabalhando. eu te mato9. ent.moda a pesar do calor úmido que os envolvia. Jacob pediu. mas sabe que s* escrevo sobre pol)ticos. raspando seu polegar sobre seus clit*ris. <6ique aqui.os dilaceradores quando se retorceu em +!tase orgástico debai!o de seus dois amantes. 2la sorriu. LLLL 1" . aperta meu pau9. 3eus dedos apertavam o saco de dormir quando ela #echou os olhos e se entregou à sensa.o apertada. No centro deste trio. quatro m. <Fem9 disse enquanto tirava seu p+nis de seu corpo e Daniel a abra. (pro!imava-se mais e mais. golpeando contra a lona.os via/ando ao longo de seu corpo. <(i.o e o p+nis do Jacob golpeava sem cessar nela. <3e escrever no blog sobre isso. amea. eu realmente o #aria. caminhar ou inclusive me arrastar neste momento.. <:.9 Jacob mordeu seu ombro.o. <3im. embora no momento duvidasse que pudesse mover-se. <N. 2stá pensando em correr para se candidatar para um cargo%9 <2u n..ava estreitamente. <5sso #oi impressionante9 disse. a boca do Daniel se arrastava por cima do ombro e o pesco. e se lan. 3ua mente parecia sacudida ao longo de uma nuvem nebulosa que permitia nada mais que a mar de pra$er e!cepcional crescendo em seu interior.o muito rápido tudo terminou. Mara os sentiu em todas as partes.os mais per#eitos do mundo.ou a um miasma de libera.o se sente muito bem%9 <3im9 o#egou ela.. cada um de seus toques eram para ela.o de dois homens amando-a de uma ve$. Cma e outra ve$ parecia que o pulso de sua vida passava atrav s dela.. ( tormenta se redu$iu a uma garoa aborrecida. 3em energia. No centro da cama.

...o podia #a$+-lo. Japidamente. perguntou-se quanto tempo tinha dormido desta ve$..o e a degusta. 2ra suportável agora. mas cada ve$ que ela adormecia um deles ou ambos despertavam pouco depois. e a re#rescou instantaneamente apesar de que sentia a umidade construir-se ao redor.o bom como se sentia ao estar entre o Daniel e Jacob. Mas. Cma ve$ que se banhasse. " ar da tarde era muito mais #resco depois da tormenta. 2la pensaria melhor pela manh. rapidamente voltaria para outra rodada de seu con/unto amoroso.o acreditava ter #eito amor tantas ve$es em uma noite. "s meninos eram insaciáveis. Depois de estar com o Jacob e Daniel tudo parecia brilhar. ( lu$ da lua mostrou o caminho com tanta claridade como se #osse dia. ela desamarrou os la. e o arroio #uncionaria com per#ei. Mara n. n. 2sse #oi outro ponto de sensibilidade em seu #avor. ao #inal da cama improvisada. e em poucos minutos. “&oc' sabe o *ue isso significa# Não%9 Murmurou a vo$ com a que tinha estado lutando.o podia casar-se com Marco. 2les a #a$iam sentir t.o podia suportar #icar deita entre eles por mais tempo. Dei!ou cair sua toalha perto da borda. n. 4om cuidado. Distantemente. 2la n. 8ual seria o maior mal% 3obre tudo se ela sabia o que era melhor. logo se dirigiu ao riacho. mas pela manh.. v+-los tocar-se um ao outro. s* teriam que permanecer nus para uma maior comodidade. ( culpa cravou dentro dela. 2la passou a m.o pelo rosto.o e!citada.. em seu apartamento. desli$ou-se #ora. quanto pior seria se casavam e eram in#eli$es.o bem. mas os homens tinham assegurado ao parecer à maioria enquanto esteve caminhando. Depois da pai!. separou sua pele.o merecia que o abandonasse antes de seu casamento. ela estava na beirada do riacho. 2 n.. :+-los tocando-a. 2la queria mais. " vento tinha derrubado algumas coisas. 2la queria um banho de água #resca antes que despertassem de novo. nunca tinha estado t. #eli$. :. N. Depois de um momento desastrado. 1# .o.. 2la quase riu ante a ideia enquanto perambulava revisando seus #ornecimentos. " único inconveniente era o calor. com ar condicionado onde poderiam #icar entrela. 2la sabia. outra ve$ dese/ando estar em casa. encontrou seu sabonete e uma toalha em uma das bolsas. 2la n. mas terei que #a$+-lo.. 2 o calor a estava derretendo. ( água que corria parecia brilhar sob a lua cheia e as estrelas brilhantes.os da barraca e se desli$ou pela abertura.o poderia aceitá-lo. 2la nunca havia se sentido t.. Marco era um homem impressionante.3eus membros eram como de borracha.o lhe importava. Fom.ados por horas. 2la nunca se sentiu melhor. 3eria um sacri#)cio.o de #elicidade com o Daniel e Jacob.o.

2la n. Jacob estava em p na beirada do riacho. 2la se apro!imou com a m. (rmando-se de coragem contra o #rio. " sabonete era t.o de ser uma hedonista. &evantou uma sobrancelha para ele. " #rio via/ou rapidamente a seus membros.o era t. (manh.. <N. 3eu primo o tinha posto em sua m. (s palavras que tinha #alado..o tinha nada que ver com a água #ria.o era bom para o meio ambiente.o vai casar com o Marco9 espetou-lhe Jacob.. Cma sereia. 7or sorte. olhe isto Jacob. aprovado pelos amantes do meio ambiente e que seu primo havia dito quando o tinha dado para ela tra$er.o lhe tinha ocorrido. entrou na água gelada. des#rutando da sensa. 4om cuidado. <Deveria e!perimentar.o consciente de si mesmo ao redor deles como ela teria sido antes de ter rela.o s ria a #e$ tremer com uma sensa. Mara supostamente podia usá-lo para chamar Marco.Kes se!uais. que a #e$ se sentir como a mulher mais sensual. a maneira como eles adoravam o seu corpo. es#riando sua carne aquecida.o bom quanto às m.os por si mesmo outra ve$. 2stirou-se ent. ( água esta *tima.. as ere. porque tal coisa n. pois era uma garota da cidade. olhando para ela.o que se preocupe. < suspirou com um pra$er que a envolveu como o algod. passando seu dedo polegar sobre a parte interior da perna. com água #ria correndo sobre ela. 1$ . (pesar de que n. a/oelhou-se e /ogou água sobre suas costas. < suspirou ela.o que n. <Fom.(pesar de que tinha tratado de esquecer que o tinha com ela. estendeu-se diante deles e se recostou sobre os bra. 2u tinha que me limpar e me re#rescar.. (gora.o era minha inten. sua e!press.Kes dos homens cresciam at que a saudaram como um mastro erguido. Desli$ando as pernas por debai!o dela.os correndo por seu corpo.9 "lhando-os atrav s dos olhos entreabertos.o me casar com Marco…9 <N.o e insistiu que o levasse. ( emo..o era biodegradável. ela precisava tomar banho.9 Mara olhou para cima para encontrar a seus dois amantes de p a uns metros dela. debai!o da super#)cie deste encontro do que tinha suspeitado. passou o sabonete sobre seu corpo e pouco a pouco es#regava a espuma.o molhada e #ria e o agarrou pelo torno$elo. M medida que observava. seu primo conhecia o tema.. 93e eu n. tinha um tele#one via sat lite no #undo de sua bolsa. <2u estava preocupado9 murmurou.o turbulenta em seus olhos #alava de algo mais. <(ssim. sabia que o sab.o suave.o e passou as m.os.

Daniel estendeu a toalha que tinha dei!ado no riacho. <7ermanentemente.o bonita9. chocava-me com o conceito do matrim. diretamente para seu centro.9 3em mais preGmbulo. 2la estava grata pelo tecido enquanto seus mamilos encai!avam em uma das ranhuras largas entre as pranchas. " pra$er se elevou atrav s dela.o.ou para sua boca. 2 a verdade. Jacob a desceu de seus bra.o era e!atamente o #eli$ para sempre conto de #adas que ela tinha sonhado quando era menina. (garrou suas nádegas. tamb m%9 <3im. Na mesa de picnic. 3eus mamilos raspavam contra a ranhura da madeira quando a #or. muito mais9.9 2la mordeu o lábio.9 insistiu.o e envolveu seus dedos ao redor de sua carne ardente. <7ronta para uma #oda dura.. <Mais9..a de sua entrada a sacudia. como uma #am)lia. 2le gemeu e se inclinou para bei/á-la.o.. Jacob #oi para seu lado. "lhou para o Jacob enquanto seguia acariciando Daniel.9 <Me solte. 2% .os a ambos os lados dela.o me casar com o Marco9 continuou. <8ueremos que #ique conosco9 disse ao tempo que se lan.9 <Mas. " que Daniel propunha soava como um m nage permanente.. <(onde eu #ico% 8uero di$er.os e a guiou para a/oelhar-se no banco e inclinar-se sobre a mesa. o e#eito os dei!ava parecidos com dois picos inchados. Cm trio. passando o polegar por cima de suas dobras. <3im. :inha a sensa. empurrando seu pau pro#undamente dentro dela enquanto gritava pela repentina invas. <2stou muito pesada para voc+. 2la apoiou a bochecha sobre a mesa coberta com a toalha enquanto Daniel lhe estendeu os bra.9 Jodeando Daniel. <5sto o que quer.o de que ia ser um caminho di#)cil. 3em dúvida. o que voc+s querem%9 Daniel se a/oelhou /unto a ela. murmurou. carinho%9 <Depressa.. insistiu. inundou-se dentro e #ora de sua boceta quando ele #ero$mente a reclamou. DeusN 3entia-se t.. <:. (doraria isso. n. e ela estendeu a gelada e ensaboada m. "s tr+s.o bem apesar da #orma em que suas malhas tenras lutavam para adaptar-se a sua circun#er+ncia.o estava segura se era algo que podia #a$er. respondeu.nio da sociedade. Mara sorriu. N. <(credito que está limpa agora. #icou em posi.9 ela gritou quando ele a levou de volta ao acampamento. Jacob a elevou #ora da água. indo a sua mochila enquanto Daniel #icou entre suas pernas.<3e n. <5sso o que eu gosto de escutar.9 Jacob deu um suspiro de ar contido e continuou indo para o re#úgio com o Daniel caminhando muito perto /unto deles.

tinha morrido e estava no c u.. querida%9 21 . disse. ( tens. :ome com #or. Jeclamando-a.o de intenso pra$er-dor torceu seus rasgos quando ele #echou os olhos e /ogou a cabe. à mulher suave debai!o dele. alagando-a com seu s+men. 4om ansiedade. o corpo de Daniel empurrou contra ela com cada movimento. <" que..o passaria atrav s dele e o +!tase terminaria muito rápido. parecia que tudo o que. o movimento empurrava Daniel pro#undo dentro dela. <3im. e viu o sorriso em seu rosto. mas tamb m todo o pacoteB Jacob. 2la olhou sobre seu ombro enquanto ele gemia..o era entrecortada enquanto tentava aguentar. o pau de Jacob golpeava em sua pr*stata e a boceta da Mara apertava sua ere.o disto todos os dias para o resto de sua vida. apoiando-se nos cotovelos a cada lado de seu corpo. 3eus olhos se #echaram quando rela!ou embai!o deles. moveu-se debai!o dele.o estalava detrás de Daniel. caiu de bru.os sobre ela. Jacob #icou r)gido detrás dele. <3abe o que eu gostaria%9.o s* uma parte de seus dese/os.o se apro!imava.o plantada na metade das costas de Daniel.a. 3eu corpo parecia #a$er implos. s* desta ve$. 3eus gritos se mesclaram com os seus enquanto sua libera. Jacob tinha uma m. suas bolas davam bo#etadas em seus clit*ris. 3eu corpo se estremeceu em bai!o dele.9 Jacob cumpriu. Jacob9.De repente. e seu canal de repente se #echou ao seu redor como um punho. 3ua respira. Daniel pensou que talve$.a para trás. Dei!ou cair seu testa na mesa enquanto ela estremecia com sua libera. mas ele sabia que era uma batalha perdida. enquanto que Daniel a agarrava. " pra$er o rodeava como uma cálida brisa lambendo seu corpo. <Duro. (trás dele. sua libera. pensou que talve$. N. ela gemeu. Cm momento depois. sempre tinha querido estava a seu alcance..a. e o amante duro sobre ele. Mara impulsionou para trás. 3eus olhos aumentaram. enquanto que seus quadris se moviam para o traseiro de Daniel. Marcando-a. ele #aria isto ou uma vers.o ao #inal de seu pau e logo e!plodir nela. mas n. 7ela primeira ve$ em sua vida. quando apertou o rosto em seu pesco.o.. Cma e!press. trabalhando de cima abai!o seu pau.o se moveu. 2la #odia seu pau enquanto que o outro #odia seu cú. Mara e um #eli$es para sempre. Mara virou a cabe. 3e ele tinha uma oportunidade. e ele era incapa$ de #a$er outra coisa que sustentar-se por medo de esmagar Mara contra a mesa. Jacob estava #odendo Daniel. sua vo$ sonolenta. Mara lhes pertencia.o e seus dedos como garras contra a madeira.o. e esta ve$. surgindo dentro e #ora de seu amante. Muito rápido. ele poderia realmente consegui-lo. e Daniel sentiu seu calor enchendo-o.

escorreu a água da chuva e o inundou na água que tinha esquentado. N.os. <N. sabendo que tinha sido bem amado.9 Daniel suspirou. <Daniel9 chamou Jacob.9 Jacob #icou em silencio por um momento.9 apro#undou seu sorriso. Jacob saiu dele e #oi para o riacho se lavar. isso #oi muito bomN Mas eu gostaria de ver. 2la se enroscou nele com um gemido silencioso enquanto ela adormecia. <" que temos signi#ica mais para mim que isso.o se #osse morro abai!o. Japidamente. <Foa ideia.o vai desaparecer.ou-a. 4ada ve$ que algo parecia genial. quando voltava.9 pensou.o vou desaparecer9 prometeu Jacob. querido9.o duradoura que /á teve.o do acampamento. Dores agradáveis corriam atrav s de seu corpo. ela veria muito. 7or #avor. olhando ao amante que tinha sido o centro de sua vida.9 22 .os. <N. ( contra gosto. de repente parecia desli$ar-se atrav s de seus dedos. <6ique aqui. &evantou o corpo rela!ado da Mara em seus bra. 3ua m. ?+-los /untos #a$ com que #ique muito quente. (bra. 3eu trabalho no blog era #antástico. Jacob #oi à primeira rela. :enho medo que tudo se evapore e vou #icar so$inho. um momento que ao Daniel aterrori$ou a morte.. 5sso seria /usto o que aconteceria. <2 os senti. 3eus pais o tinham abandonado quando tinha seis anos. 7or que n. Daniel se levantou. <(credito que podemos arrumar isso.o poderia ele. homem.o era /usto para o Jacob que ele tivesse estas dúvidas. <" que está pensando% ?e/o problemas gritando atrav s das marcas de sua testa.o para #ora da barraca. eu gostaria de v+-los /untos. amor. disse-lhe Jacob. /á que os dois estavam enterrados #ortemente nas drogas.9 disse. <5sso muito bom para ser verdade. levou-a a barraca e a p. :ampouco era como se sua vida tivesse sido boa antes. apesar de que era a última coisa no mundo que ele queria. Daniel pegou um pano da corda pr*!ima.s brandamente na cama. Daniel se voltou. e Daniel sabia que se re#eria à in#Gncia do Daniel. mas constantemente vigiava para que tudo n. esquentou um pouco de água no #og.<Cm destes dias.9 Daniel imaginou que se #icavam /untos. 2u ouvi voc+s. 2le engoliu a b)lis que lhe provocou o pensamento das coisas caindo aos peda. 2le veio por trás do Daniel e lhe deu um bei/o no ombro. diga sim. (mote.o como antes9 Jacob lhe assegurou. < -or favor. e sua rela..9 Jacob se inclinou a seu redor e a bei/ou.o com o Jacob era mais do que imaginou que poderia ser.o se desli$ou sobre o traseiro do Daniel. Daniel. Dirigiu-se para a barraca. ( ternura se apoderou dele. ser mais seguro sobre sua vida /untos% N. dirigindo-se ent.

2star com eles se!ualmente s* os levava a outro n)vel. enquanto ela entreabriu os olhos contra o sol brilhante e se dirigiu ao #og. vestiu seus shorts e uma camiseta e se #oi em busca do Jacob.9 5nc.o sem ossos como tinha pensado. sumido em seus pensamentos.a. e ela o sentia em seus músculos que n.. 3eus mamilos se estremeceram e suspeitava que endureceram contra sua camisa. <O muito bom #inalmente ser capa$ de te dar um bei/o9.o tinha muito que procurar.o teria que romper as coisas com Marco.. disse contra seus lábios. 2la o encontrou sentado em uma cadeira do acampamento. Daniel se dirigiu à barraca para lavar a Mara e lhe sussurrou que a amava tamb m. <Deveria ter me dito antes. bandeiras evidentes de e!cita. 2ra algo ao que #acilmente poderia acostumar-se. 7oderiam ter tido meses /untos /á. " calor em espiral passou atrav s dela com seu bei/o e despertou os centros de pra$er que acabava de #echar um par de horas antes. 4ome. N. seguinte.o de debilidade a meia-noite. :eria que ligar para ele. Marco. e ela n. mas os bra. N.o do acampamento para pegar uma !)cara.o era /usto abandoná-lo assim. bei/ou-a. 2la a#ogou um gemido quando saiu da cama e se deu conta que n. "s velhos hábitos s.. 2les tinham sido muito vigorosos a noite anterior. 2stirou-se e virou a cabe.modo com sua con#iss.ou a levantar-se. 6icou olhando às cegas na distGncia. porque ela nunca teria se comprometido com ele. tamb m.os do Jacob se esticaram a seu redor. abrindo seus lábios e enchendo-a com a l)ngua. quando Mara despertou à manh.o estava t. LLLL 3em ossos.<:e (mo. o p apoiado no banco da mesa de piquenique enquanto ele tomava ca# . Japidamente.o com o Jacob e Daniel que n. inclusive Marco. mas Jacob se levantou ao parecer.o tinha sentido com nenhuma outra pessoa. :enho que te di$er algo. <6ique aqui.o di#)ceis de romper. < 4omo o primeiro dia. 3empre tinha sido um madrugador. ao amanhecer.o estavam acostumados a esse tipo de atividade. porque pre#eriria di$er-lhe cara a cara.9 23 ..o. <Fom dia9.o.o havia outra maneira de descrever como se sentia. Maldita se/a. N. Jacob dei!ou sua !)cara e a atraiu a seu colo a seu passo. Daniel estava dormido a seu lado. levantando cedo para #a$er sua rotina de ioga antes que seu companheiro se levantasse pela manh. :omando sua bochecha. e!plorou sua boca. murmurou. 2la sempre havia sentido uma cone!. 7erguntou-se se esse era o caso ho/e. ( lu$ do sol se #iltrada pelas abas da barraca e desenhava linhas no ch. &anguidamente.

" temor a golpeou com #or. contaminados com a realidade de que o temor do Jacob tinha base s*lida. 2la tinha que ligar a seu noivo.o. sugou-lhe os lábios. disse. come.ou. obviamente. 2la estava aborrecida. 8uerem-me na 4ali#*rnia no pr*!imo m+s para come.o e seu al)vio mesclados.o ia perder a sua #am)lia.o do Jacob e detendo-o antes que #osse atrás da Mara. dirigiu-se para o acampamento antes que qualquer dos homens a detivesse. <Jecebi uma o#erta de trabalho9.o termine. agarrando o bra.9 <" que%9 (mbos saltaram pelo grito de Daniel. <3ei como se preocupa..<Fom.de lhe dar um bei/o.. enviando dor atrav s de seu corpo. <:enho que dar uma volta e ligar para o Marco9.o quero que 24 . ela teria ligado para o Marco e talve$ tivesse tempo para acalmar-se um pouco. N. caindo de /oelhos #rente a seu amante.9 <"H.9 disse ela. minha inten. Japidamente. mas ele e Jacob tinham que #a$er #rente a isto antes de #alar com a Mara.o me disse isso%9 2!igiu Daniel.o parecia cheio de cimento /á que golpeou #ortemente em seu peito. onde a dei!ava isso% No lado oposto do pa)s. 2le ia di$er lhe que isto era s* uma coisa de uma noite. agarrou o tele#one. <Cma com dia. n. (t lá ent. e eu tinha medo de que #osse aos e!tremos e me tirasse #ora de sua vida antes que pudesse #a$+-lo. Mara saiu de seu colo e se levantou. 3eu cora. Daniel pu!ou ao Jacob para ele at que p. querido9. Jacob se encolheu de ombros.. 3e Jacob ia para a 4ali#*rnia.ue dem/nios diria a e e#” LLLL <7or que n. 2 eles iriam #alar. o que n. Já que estavam isolados do mundo para todos os e#eitos.a por seu tom s rio. Meigamente. Daniel n. apesar do olhar em seu rosto #erido. “. 3eu perd..o.o. Daniel #e$ uma trilha ate a orelha do Jacob.ar a #ilmar. 5sso seria tudo. disse Daniel. :omando vantagem da surpresa do Jacob. 3o$inha.o era como se pudesse ir embora sem conversar com eles. acariciando e soltando at que Jacob gemeu e o esmagou contra seu peito. 2stendeu à m. 2!-noivo. 3eu Marco.

2le revestiu seus dedos.. vou go$ar9.9 " dese/o se levantou no ventre do Daniel. 8uero-a conosco. <Dei!e-me a mim9.o. <7or #avor. 5mediatamente. pu!ando ate abri-lo e liberando seu pau. eu vou contigo.o da carne dura do Jacob contra sua l)ngua. 3eus quadris se empurravam para cima enquanto insistiu ao Daniel a tomar mais dele.a para o caminho que tinha tomado.o pode ainda9. 3eu pau empurrou contra o $)per. Jacob se sentou e estendeu a m. Jacob colocou os dedos no cabelo de Daniel e tratou de guiá-lo.o /unto à cama onde tinha #icado /ogado em algum momento da noite anterior. tirando a roupa enquanto Jacob permaneceu estendido na cama. <2 agora mesmo..o.o vou dei!ar voc+ escapar9. Daniel passou a l)ngua pela carne r)gida.9 <8uero-te comigo9.o de sua boca cheia do pau do Jacob. 2 .<2u n. quei!ou-se Jacob.o para ele.. 2le assentiu com a cabe. Daniel o recolheu e abriu a tampa... o dese/o que ele estava seguro de que Jacob sentia tamb m. degustando as gotas de sal que tinham aparecido e e!plorou a ranhura. tomando a seu amante at que seus lábios alcan.as lhe tenham #eito preocupar-se. (dorava a sensa. < Jacob se levantou e levou Daniel /unto com ele à barraca.o orgulhoso de voc+.aram os cachos que embalavam a e!cita. "lhando para ele. 2stou t. lhe mostrando seu amor de uma maneira que nunca tinha tido para outro. amava o aroma de seu homem e a sensa. 2mpurrou Jacob na cama. Daniel continuou e!plorando a ere. e!igindo a seu amante. (spirou o aroma almiscarado. <3into muito que minhas inseguran.. enquanto Daniel se a/oelhava sobre a cama e se inclinou para #rente. 3ua submiss..o quis saber nada disso. "s olhos de seu amante se #echaram apertados e os dedos se cravaram no saco de dormir.. Daniel se inclinou e tomou em sua boca.o ao seu amor. Daniel riu. sussurrou-lhe a seguir. Jacob gemeu.a. <N. Moveu a cabe. e!igindo a liberdade. <7ossivelmente dever)amos…9 <2la necessita de tempo. 6icou de p . recordando a terceira parte de sua rela. grunhiu Jacob e o levou a sua boca de novo. estalando a l)ngua e rastelando-o com os dentes at que Jacob se retorcia debai!o dele. Jacob se desli$ou para trás. lhe chupando o l*bulo. " lubri#icante estava no ch. -ostava de trabalhar ao Jacob.o de Jacob. preciso de voc+. Mara vai #icar bem uma ve$ que me e!plique. 2spero. Daniel se arrastou sobre suas pernas e agarrou o $)per de Jacob. 2le se moveu para cima e abai!o do ei!o. Daniel n. <2 Mara%9 Murmurou Daniel.o do Jacob. disse ele. sua devo. 2 se voc+ me quer.

o em seu Gnus. sugando uma respira. <Monte-me. 2la tinha a sensa. (gradando-o. essa merda de estar /untos. empurrou o dedo mais pro#undo. 7ouco a pouco. a#undando-se em Jacob.o estava acontecendo. disse Daniel. 2le lubri#icou o pau do Jacob e se transladou para ele escarranchado.o. LLLL Mara se deteve ante os gemidos masculinos que enchiam o acampamento quando voltou de ligar para o Marco. N. “0inda podia casar com o %arco.o bem9. suas di#eren. <Deus.o de que Daniel seria capa$ de mudar seu neg*cio de blog atrav s do pa)s. vaqueiro9. Daniel #e$ uma pausa.. 2la teve que romper com Marco. 2 ontem à noite.o equivocado Marco era para ela. :inham conseguido seu ob/etivo principal que era lhe mostrar qu. #oi s* bate-papo de travesseiro.Daniel se estremeceu com a e!cita.as. Jacob ronronou.o per#eita. Jacob trabalhou com a ponta de um dedo. agarrando a garra#a de lubri#icante.o era t.. <2stou pronto9. trabalhou abrindo Daniel. ela n. insistiu Jacob.. "s gemidos dos homens ecoaram em seu centro enquanto revolvia suas emo.o queria estar.o. Daniel se levantou at que Jacob #icou na entrada e logo se desli$ou para bai!o. 2la sabia disso.. " casamento nunca duraria.o de minutos. 2ra mais de uma o#egante demanda de mais. estabelecendo um ritmo constante que os enviou à #elicidade orgástica em quest. sentouse.< uma pequena vo$ insistiu. estava por terminar com seus companheiros de quarto. " #inal estava à vista. 5sto simplesmente n. 2les estavam certos. girando o anel apertado dos músculos.. enquanto que ele se retorcia. Depois de conseguir mais lubri#ica.o que tinha estado t. tratando com humor sua necessidade pro#unda. sente-se t. obviamente. 2la estava a caminho de ser dei!ada de lado enquanto eles iniciavam sua nova e maravilhosa vida /untos na 4ali#*rnia. 2!atamente aonde ela n. (brindo e girando-os.o #ácil para ela. 6e$ várias estocadas a seguir.o podia. 2! . 6e$ uma pausa ante a press.o quando os dedos de Jacob se desli$aram ao longo da #enda de seu traseiro para encontrar sua abertura. Nunca superaria essa sensa.o quando Jacob estava completamente dentro e esticando de largura. 3uspirou quando seu amante lhe encheu cent)metro por cent)metro. N. e onde isso a dei!ava% 3o$inha. obviamente lutando por estender a libera.Kes turbulentas..o perto quando Daniel o tinha tido na boca. Jacob e Daniel tinham arrumado. adicionou outro dedo.

o se dariam conta de seus movimentos procurando suas coisas. por #avor. Jápido.o estava respondendo.. Desligou o tele#one e chamou seu primo.o #oi imediatamente ao correio de vo$. 3ua mensagem saltou uma ve$ mais depois de quatro toques. agora mesmo. Cns minutos mais tarde. em uma repeti. <8uer vir me buscar%9 3im. ela estava a caminho da estrada para encontrar-se com seu transporte. di$ia a seus amantesB ?ou para casa. 3implesmente n. 3eu primo.o queria uma cena com o Daniel e Jacob. 2stava evitando-a% Marco sempre respondia.o do anterior. o que signi#icava que seu tele#one estava ligado. sabia que os homens n.Discou o número de Marco outra ve$. presa com uma pedra. Capítulo Três 2" . 2la s* iria embora. 2la n. 3ua mochila estava perto do canto traseiro da barraca. n. Deus o ben$aN "cupar-se-ia de suas coisas mais tarde. 2la #ran$iu o testa quando. Cma nota dei!ada sobre a mesa. 4omo os gritos no interior cresceram em volume.

de seu suposto casamento amanheceu asquerosamente brilhante e linda. Cma noite solitária tinha decidido precipitadamente casar-se com Marco. 2la seguiu tentando chamar Marco. mas ningu m tinha chegado ainda. 3eria lhe #a$er a vida mais #ácil. 2la pensava que deveria estar chovendo. 2la podia ir despedindo-se de seu trabalho tamb m. 3uas decisKes imprudentes n. %ara.o tamb m.o. 8uando lhe tinham sido o#erecido se!o quente com seus bonitos companheiros de quarto. possivelmente..o tinha outra op. :rope. nem sequer a chamou. teria que ir a ele. tinha que haver uma maneira de levar isto a cabo e manter sua dignidade e. e chegou ali em quest. <Sem traba !o.o poderiam ser arrumadas com uma a. (o menos.. dei!ando que seus olhos se acostumassem. Cma coisa que n. mas ele nunca respondeu. 2la espiou a m.” ( manh.. podia contar com que lá #ora estava malditamente quente. Marco era o melhor amigo de seu che#e.ue forma de foder tudo.o de minutos s* ligeiramente empapada em suor da caminhada atrav s da umidade pantanosa. ( igre/a n.o podia en#rentar ningu m.(s decisKes apressadas n. 2 havia outro problema.o podia dei!ar de aparecer. De algum /eito. e quando parecia que ia terminar.o tivesse respondido nem suas chamadas ou suas mensagens. 5ncomodava lhe que Marco n. 2la colocou seus *culos de sol e se dirigiu à igre/a. 2# .a signi#icasse que seu #ilho estava no local. Jomper minutos antes do casamento lhe dei!ava um mau gosto na boca. 4alho Mara. . tinha aceitado com precipita. tinha #ugido precipitadamente.ou na ducha. Sem ar. 6e$ um desastre monumental de sua vida e n. Cma garoa morna parecia mais apropriada que a lu$ do sol brilhante. 7or isso tinha ido re#ugiar se em um hotel para re#letir e ironicamente centrar at que se armasse de coragem para en#rentar seus enganos. por isso corresponderia com a mis ria que sentia em seu interior. que maneira de destruir sua vida em tr+s simples passos. 3e tivesse tido dúvidas tamb m% 7oderia inclusive estar na igre/a% 2stava realmente evitando suas chamadas ou estava sendo paranoica ou pro/etando sua culpa nele% Cma parte dela dese/ava que ele a estivesse evitando.o servem.o respondia as suas chamadas. seu trabalho. "lhou à mulher esperando que sua presen.o precipitada. N. " casamento iminente.o podia evitar conscientemente.o estava longe do hotel. " escuro interior do edi#)cio estava #eli$mente #resco e o arrepio se levantou em sua pele reaquecida quando se deteve por um momento. mas ela n. 3e Marco n.a palpitante.e de Marco na parte dianteira da igre/a #alando com o pastor. vestiu-se e rapidamente tomou uma aspirina para sua cabe.

<"H. vestido com seu smo'ing e estreitado em um abra. uma m. Marco estava ali.. e os dois homens saltaram a distGncia. (gora ou nunca..o guiou seus passos.Kes e se derrubasse em um atoleiro de baba. repetia atrav s de seus pensamentos. "s olhos do Marco se abriram. 4omo disse.a parecia estar #raque/ando com cada minuto que passava para a hora do casamento. e!clamou ele. Daniel e Jacob por ela. (aron.aneta da porta e entrou na sala com sua mente muito cheia para recordar da boa educa. e Marco por outro homem% <7recisava #alar contigo.o.o se altere9. que era ao parecer seu melhor homem em mais de um sentido. disse #inalmente.... 2la n.o entre o Daniel e Jacob. <2u vim di$er isso antes de ver que voc+s dois estavam /untos. 4olocou suas m. parecia-se muito a um abra. Diga-lhe. murmurou ele enquanto dava um passo para ela.o com seu che#e.o se sentia aborrecida por este novo desenvolvimento lhe disse muito.o podia casar-se quando seus sentimentos para ele eram t.mago se sacudiu no pensamento de seus amantes. o que con#irmava sua decis..o de separarse do Marco. " que acontecia aos homens em sua vida ocultavam seus verdadeiros interesses.o #ortes para os outros dois. <N. pediu ele. < 8uanto mais #ácil seria lhe /ogar a culpa disto e sair dali com a responsabilidade sobre ele pela rela. Marco. Fei/avam-se com mais pai!. De #ato..o ante ela.a istoN <. Meu Deus.lego na garganta.. 2la era mais #orte que isso.. <N..os nos bolsos de sua cal.o suplicante estendida. <7or qu+%9 2$ . (ssim que isto era assim. 5sto s* #a$ que se/a mais #ácil.o posso me casar contigo9.( determina.o que ela e Marco se bei/aram na vida. logo #e$ um gesto entre o (aron e ele mesmo. um. virou a ma. 4orrer parecia uma boa op.o pelo cabelo. mas em troca. 3entiu mariposas cair sobre seu ventre.o. <N. Marco estaria na sala perto do escrit*rio do pastor que tinha sido designada para o noivo se preparar. suponho. t. " #ato de que n. estava no meio da sala. entretanto. #icou im*vel e olhou #i!amente à vis. diga-lhe.a. Desculpar-se ou correr. 3eu est.. Mara se dirigiu para o outro lado do edi#)cio antes que ela se entregasse a suas emo. sua surpresa desaparecendo...9 <2stá tudo bem9. seu #. diga-lhe. 2u. seu noivo.a. mas sua #or. <7odemos resolver isto9 "lhou ao (aron e passou uma m. <"H Jesus9.o #a.o podia..o des#eitaN 2la n.9 Marco a olhou con#uso. assegurou-lhe. deteve-se diante da porta. 2la negou com a cabe. mais #ácil agora.. 3eu suspiro tinha pintado o ar com uma descarga.o leves.. " olho muito aberto.

9 :alve$ o retiro para encontrar a si mesmo tinha #uncionado.o era que ela poderia estar com eles. se ia aprovar que se casasse comigo para salvar as apar+ncias ante a sua #am)lia.o.ou a dissolver. Mara se sacudiu no colch. 2la teria que solucionar isto e acabar de uma ve$ tudo entre ela e Marco.<2stou apai!onada pelo Jacob e Daniel. 2vitando a sua m. <2stá-me sequestrando%9 perguntou com incredulidade. 2la levantou a vista bem a tempo de ver a m.9 <7ervertidoN (/uda. de Dodge antes que sua m.e. um entendimento tamb m. 2le um purista. n % 2les #icar. voc+ será mais #eli$. 2la despre$ou a angústia. <?oc+ gosta da caminhonete%9 perguntou Daniel enquanto se arrastava para ela. 2le a levantou de seus p s e se lan. &ogo ir embora. :inha-os perdido.o do ve)culo. eu em seu lugar deveria estar $angada por isso. 7orra. <N. o que vou di$er aos meus pais%9 <( verdade% 3im. ?oc+ realmente n. ( tormenta em seu interior come.. ela liberou sua cabe. <" queN9 <"H.ada a uma caco#onia de bu$inas estridentes. " centro de sua calma ainda conservava uma tormenta que n. <3im. vamos lá.a se derramou atrav s dela.as em sua vida pareciam encai!ar em seu lugar. Jacob saltou no banco do motorista e arrancou da cal.ou pelas portas.o de Daniel cobrir sua boca. quando todas as pe.. 8uando eles chegaram à cal.e atirasse essa merda contra ela por cancelar o casamento. 7ol)cia9 ela disse sem e!press. (ntes que ela se quebrasse e cedesse às lágrimas que tinha estado guardando por dias. :odas menos dois. 2la n. ela correu para as portas. batendo a porta.ada. ela dei!ou ao Marco para que considerasse o que lhe havia dito. e o al)vio por sua presen. 2le a empurrou para dentro e subiu a seu lado. mas tem um grande tipo ao seu lado e aparentemente. Daniel e Jacob.o que cobria o ch. mas.o grite ou Jacob vai insistir com a #ita adesiva. 3% .o. ela ouviu. <8ue coisas%9 #oi à resposta.. eu vou agarrar suas coisas9. onde tem um policial quando se necessita%9 2les chegaram a uma caminhonete de estilo antigo com a porta lateral aberta. N.o podia acreditar na calma que se assentou sobre ela.9 N. Marco suspirou.o vai embora agora.o podia ser aliviada.o #icar chateados. <4aralho.a. <?oc+ agarra a Mara. <3 rio%9 Jepetiu ela com incredulidade. estou segura de que v.9 2la olhou (aron de volta.o chateados. pu!a..

o o plano. sabia que tudo #icaria bem..o.9 <(credito que podemos dirigir isso9 ela respondeu asperamente. ela segurou seus peitos e beliscou seus mamilos enquanto observava Daniel.9 2la recostou-se sobre o colch. <N. 2la sorriu.9 <3 rio% 8ue legalN9 2la se sentou.o chore querida9 declarou Daniel. um pouco mais contundente debai!o dela.9 <2u amo a ambos por que deveria me preocupar%9 <:emos coisas más previstas para seu corpo. e lhe ocorreu que deveria ter perguntado de onde a tinham tirado.o parece muito preocupada.os detrás da cabe.o #ossem.o pensava que alguma ve$ poderia ser plenamente satis#eita.o.oN9 e!clamou Jacob quando Daniel a empurrou pelos ombros para trás sobre o colch. ?iviam em Nova 5orque. cheio de lu!úria que a sacudiu.a. n.o. e eu quero privacidade9 respondeu Jacob.o ruim.oN "H. Cma imensa alegria a enchia e momentaneamente roubava sua capacidade de #alar al m da emo. <2ste beb+. 3em rodeios.ou Daniel. n. <Nunca #ui sequestrada antes. despertando uma ondula.o pod)amos dei!ar que se casasse com ele. 3eria qualquer um dos combust)veis alimentaria ou a destruiria.o. <2sse n.o e acomodou suas m. imaginando o que ia vir. Meu Deus.. <4ontinua com isso e eu vou-te #oder aqui e agora9 amea. 2les tinham que #a$er isso dessa #orma. 3eus dois homens s* teriam que seguir alimentando-a. :alve$ n.o.. <(qui%9 2la tirou a blusa e desabotoou e atirou a um lado seu suti. 2les tinham vindo por ela. :ivemos que prometer ser amáveis com seu . 6a$iam-na sentir dese/ável e segura. Mara sorriu por sua agita.o podia deter as lágrimas que corriam por suas bochechas. <(ltoN 5sto Nova 5orque e seu trá#ico do in#erno. (pesar de que os tinha dei!ado. um amor #ero$.9 insistiu Daniel. ( tormenta em seu centro se acalmou.. 3abia que nunca poderia #a$er isto com ningu m mais que com ele ou Jacob.9 <N. <3implesmente n. promessas. 3eus dedos #oram aos seus botKes. e ela n. 2u /á estou tendo muitos problemas. 3eria bom. 5ntuitivamente.o e se a#errou a um de seus mamilos.a. (pesar de que iriam embora.2la assentiu com a cabe. somos homens desesperados.9 <2spero que n. N.9 <2ncoste e se /unte a nos. <7romessas. <?oc+ n. Nenhum deles tinha ve)culos. 31 o ninho de amor sobre rodas de meu irm. dispostos a tomar medidas desesperadas9 Daniel #e$ uma pausa e suas sobrancelhas se /untaram.

levando-a a um corredor tranquilo do edi#)cio ane!o à garagem. " ve)culo se deteve e se bai!ou. pu!ando-a entre suas pernas.9 <N*s podemos te manter.9 Mara se p. Mara #ran$iu o cenho e se apressou a #echar os botKes de sua blusa.o e a a/udou a descer da caminhonete. 2les voaram para cima enquanto que os homens se alternavam para bei/á-la e mant+-la distra)da. Daniel saltou a seu lado e #echou a porta do ve)culo.o há uma noiva. Jacob abriu uma porta.o podia en#rentar nosso apartamento.o os rodeou.a contra seu peito.o a escurid. 3entada de novo. 8uil. 4hampanhe. <2le tinha acabado.metros de renda. colocou de novo sua blusa e pu!ou seus /oelhos ao peito. <O linda. 8ue pena que n. <N. Marco amante de (aron. Daniel estava detrás dela e come.9 32 . 2ra uma garagem de estacionamento% Jacob estendeu uma m. Havia velas por toda parte. (ntes que pudesse determinar onde estavam. ent. a coisa como 9 disse <8ueremos que se/a nossa noiva.o de que estavam em um hotel. Momentos depois ouviu Jacob murmurar a algu m. <6a$er amor com voc+ na caminhonete tem certo atrativo. e Daniel assentiu com a cabe.9 Jacob olhou para o Daniel. Muita lu$ encheu sua vis. <( su)te nupcial para a noiva9 disse Daniel ao seu ouvido antes que ele bei/asse a pele sens)vel detrás dele.o podia me casar com ele.9 2la #icou s ria. <Cm hotel9 e!plicou.s a rir de repente. mas temos outra coisa em mente9.o. ela #oi arrastada para um elevador. e a pu!ou para dentro.ou a soltar os botKes de sua blusa. Jacob lhe disse.a. saiu do elevador.<"nde voc+ esteve a#inal%9 2!igiu.os e lhe embalou a cabe. ( porta lateral se abriu. <2 para ser nossa #am)lia. Daniel a pu!ou em seus bra. 2u n. 2la teve a impress. <?erá. (mbos estavam indo para a 4ali#*rnia. :inha que di$er ao Marco que n.9 <7ara ter os nossos #ilhos9 adicionou Jacob.9 <Nen m…9 murmurou Jacob.o acredito que tenha um trabalho que dei!ar de todos os modos. mas antes que pudesse absorver algo. <2stivemos passando por um in#erno. ( levou para o quarto e Jacob se sentou na cama. Dei!e seu trabalho e venha para a 4ali#*rnia conosco. lhes di$endo o nome.

7oderia #a$er algo mais% ( #ric. <:em aos dois9 insistiu Jacob. ent.o #ariaN <3im%9 lhe perguntou enquanto seu dedo massageava a abertura e se desli$ava dentro dela. e ela se a#undou no Jacob. 5mprevis)vel e divertida. <3im.o porque estava vestido ainda. 2stava t. :udo isso de uma ve$.Kes rápidas e pouco pro#undas. :.o de #rescor do lubri#icante contra seu Gnus. <Jela!e. sente-se t. 33 . 3eus quadris inclinados para cima.aram um ritmo de entrar e sair que lhe roubou seus pensamentos. querida. #a$endo eco de seu pensamento.os e lhe arrastou a l)ngua pelo mamilo e!citado. 2la n. 3ua vida ia ser imprevis)vel daqui em diante.o de um segundo pau lentamente entrando nela.o sentiu a sensa. &ogo que seu pau estava livre.o bem9. Jacob a tomou em seus bra. ( sensa.o contra sua boceta. quem me sequestrou%9 replicou ela.o per#eito.o bom. amor.o somos seu segundo plano%9 brincou Daniel. separando-a. 3eus /oelhos cambalearam com a necessidade que a enchia. que empurrou sua cintura e tratou de liberar o $)per. 2la se esticou por um momento quando o pau do Daniel pressionou nela.o se moveu enquanto tomava respira. grunhiu Jacob. 2la sorriu e tirou dos ombros a blusa que se desabotoou. lhe cavando o traseiro e es#regando sua ere.o entre eles.os do Daniel em sua bunda. Fei/ou-a. embora n. "s olhos da Mara se #echaram enquanto se a#undava na sensa. 7ouco a pouco.. a velocidade de Daniel tamb m tinha aumentado..a /eans e calcinha.. embora realmente n.9 murmurou. 2le n.o deles tocando-a.o houvesse nada que pudesse tirar sua aten.de evitar que seus músculos tremessem ao redor do p+nis de Jacob. 2la estava conectada com os dois.. <He=. 2la gemeu com #rustra. Jela!ou-se quando a#rou!ou o passo.o p. a#undou-se nele. <Deus. 8ueria tudo o que tinham que dar. <7er#eito9 murmurou ela. 2nquanto come.9 respondeu ela. 2le a colocou de volta pu!ando-a para ele.o doce de seus paus es#regando entre si atrav s da magra membrana entre sua boceta e o reto provocou gemidos estremecidos. para tranquili$ar a si mesmo e a eles de que estavam /untos e que #icariam assim. ela o montou dese/osa de reunir-se com seus dois amantes.o de lar trou!e lágrimas a seus olhos de novo. movendo-se mais rápido. empurrando para bai!o sua cal. ( sua ve$.<4harlatona9 disse Daniel. <2nt.. Mara se entregou a eles. 2ste era t..o cheia. 2la se surpreendeu com as m. :rabalhou uma m. cheia de amor.. Jacob a distraiu chupando seus peitos e pu!ando seus mamilos.

4om um belisc. sua consci+ncia voltou de novo.. ainda quando seu corpo tinha espasmos ao redor de seus paus.o enviou uma inunda. 6lechadas luminosas pareciam atravessar seus membros enquanto seus músculos se estremeciam de pra$er chispando atrav s deles 5sto era per#eito. 8uanto tempo #icou ali% 2la n.o da manh.Kes em todas as partes.o.o em sua boceta sobre o pau do Jacob. 2s#regando seus clit*ris..os e suas bocas estavam por toda parte. Jacob #reneticamente se cravou nela.o sabia. <7ergunte-me outra ve$9murmurou. ?agamente.aram a pele sens)vel dali.o brilhante como a manh.o.ou. mas de repente.. cada termina. e ela sorriu plenamente consciente de que estava entre as duas pessoas mais importantes que alguma ve$ estariam em sua vida. 3eu corpo se balan. desabou-se sobre o peito do Jacob enquanto a estreitava. Daniel #icou r)gido.o mais abai!o e encontrou com seus clit*ris. 3eus homens a abra. <:. e seus dentes ro.o. a possessividade da a.o cheio at a boca como se sentia neste momento.Desli$ando-se ao longo de suas costas. 3eu amor correu atrav s dela como uma avalanche imparável. 4hupando seus peitos. ela era sens)vel em todas as partes. seu corpo ecoando no dela em um rapto de pai!. 3ua vis.9 <7or #avor.o a enviou ao orgasmo. 4om um grito.9 murmurou Jacob. Fei/ando a parte de trás de seu pesco.o. 2la tinha sensa. <:. seus dedos sobre o ventre. sim a tudoN9 34 . Desli$ando sua m.9 Daniel procurou entre os corpos de seus amantes. 8uando lhe mordeu o ombro.o nervosa tremeu com a #elicidade de sua posse. "s dedos de Daniel se cravaram em seu quadril.o se voltou imprecisa quando Jacob chegou ao topo e gritou sua conclus..o. (#ligida. seu pau grande estirando seu canal estreito que se #echou em torno dele em sua pai!.aram no meio da cama enquanto #lutuava no abismo da lassid. 5n#ernos. 7arecia que suas m.a caiu para trás. 3e havia algo que di$er. os sentiu pu!arem seu corpo e ouviu um gemido que s* podia provir dela.o apertada. 3uas costas se arquearam e sua cabe. Mas ela estava muito longe para dar-se conta. (garrando seus quadris. <3im.o per#eita e nossa para sempre.. e t. entretanto muito.ava como uma madeira que uma tormenta /ogou no mar à medida que continuaram #odendo-a atrav s das ondas que mantinham apertados seus músculos. desapareceu. ele a abra. 8ueria isto pelo resto de sua vida. amor. ela gritou. e seu #uturo se elevava t. <3imN9 -ritou. <4asa conosco9 disseram os homens /untos. era que sempre estariam ambos ao seu lado para completar as partes va$ias de sua alma.. ( desola. Fei/ou-a na orelha. 4ada contato era sublime e.

2la era deles.4omo podia di$er algo mais% 2stes eram seus homens. 3eus maravilhosos amantes e compassivos companheiros de alma.. :inham roubado seu cora. e era seu para sempre. :inham roubado muito mais que a noiva.o. 3 .