You are on page 1of 19

8/23/13

1
Curso de lllosoña do ulrelLo
ÞlaLão
Þrofessora Marla Lllsa Soares 8osa
Aspectos gera|s
• nasceu em 428 a.C e morreu em 348 a.C.
• uescendenLe da anuga ar|stocrac|a aLenlense.
• Segundo Lduardo 8luar e a malor parLe da douLrlna, ÞlaLão fol
sem duvldas o d|sc|pu|o ma|s notáve| de Sócrates, Lendo
acompanhado o mesLre aLe a sua morLe e mesmo depols,
reglsLrando os seu enslnamenLos.
• lol mestre de Ar|stóte|es.
• lol fundador da prlmelra escola de ñlosoña que se Lem noucla,
a Academ|a, em 387 a.C. em ALenas
• ÞlaLão em grego slgnlñca em ampllLude, dlmensão, largura, e
pode ser ÞlaLão se[a o ape||do dado a esse ñlosofo que unha
essas caracLerlsucas.
8/23/13
2
Cbra
• Lle escreveu mals de tr|nta d|á|ogos (forma de Lransmlssão de sua
ñlosoña).
• Ccupou-se com Lemas como: L1ICA, ÞCLI1ICA e ML1AIISICA.
• C Lema cenLral da malorla de seus prlmelros dlálogos e o
enslnamenLo de seu mesLre, SCCkA1LS, que nada escreveu e por lsso
a preocupação de ÞlaLão em repassar o seu pensamenLo. nessa
epoca ÞlaLão compõe seus prlmelros dlálogos geralmenLe chamados
de dlálogos Socráucos pols Lem em SócraLes a personagem cenLral:
!"#$#%&' )* +,-.'/*01 2.3/#41 5'67*01 530&01 28.9&)*01 :7;<.#41
=3"&'0 >*4#.1 ?.#/8%#.'01 @,.%&'0 e A#4B Lm geral eles Lrazem
dlscussões sobre a euca, procurando deñnlr deLermlnada vlrLude
com cerLo upo de conheclmenLo.
• Cs escrlLos em que ÞlaLão LraLa da ÞCLI1ICA , são a C*"DE$&-', o
?#$3F-# e !0 5*&0.
• na fase hna| de sua vlda ÞlaLão escreve: G&9*7 e 2.3F-'0 com a
crescenLe lnßuôncla do maLemausmo plLagórlco, H&$*E#, que reLoma
o Lema da fellcldade humana e ao morrer ele delxa sem Lermlnar a
sua obra !0 5*&0.
kesumo da sua v|da
• uepols da morLe de SócraLes, dlsperso o nucleo que se
congregava em Lorno o mesLre, ÞlaLão vla[a. vlslLa
Megara onde Luc||des (dlsclpulo de SócraLes) fundara
uma escola.
• vla[a Lambem para o su| da Itá||a (Magna Gróc|a) onde
convlve e aprende com Arqu|tas de 1arento
(maLemáuco e polluco plLagórlco).
• Lm 388 a.C., 10 anos depols da morLe de SócraLes,
ÞlaLão vla[a para S|racusa na Slcllla, onde ele conqulsLa
a amlzade e lnLelra conñança de D|on, cunhado do
urano D|on|s|o.
• Çuando vo|ta para Atenas e|e |n|c|a uma h|osoha
própr|a, d|ferente da do mestre Sócrates.
• A Leorla das formas ou ldelas ocupa o lugar cenLral.
8/23/13
3
• Lm 387 a.C. Lle funda a Academ|a, local reservado para
lnsLrução de alunos e debaLes de ldelas enLre homens
culLos.
• Lm 367 a.C., D|on|s|o I morre e ÞlaLão reLorna a
S|racusa LenLando, com D|on|s|o II, lmplemenLar suas
ldelas pollucas na reglão. novamenLe em 361 a.C.,
chamado por D|on|s|o II ele volLa para Slracusa e
Lambem não obLem sucesso, quase não consegue mals
salr de lá.
• Lncerrada sua avenLura polluca em S|racusa, resLam a
ÞlaLão os debaLes na Academla e o seu ºmundo das
ldelas".
• Lm Atenas ÞlaLão coordena a Academ|a ató sua morte,
em 347 a.C. .
Academ|a
• nos [ardlns locallzados no suburblo de ALenas ÞlaLão fundou a
pr|me|ra esco|a de h|osoha que se tem nonc|a, a Academla,
aproxlmadamenLe em 387 a.C..
• 1raLa-se de uma esco|a de |nvesngação c|ennhca e h|osóhca,
|oca| fechado, recôndlLo e Lranqullo.
• ÞlaLão Lorna-se o pr|me|ro d|r|gente de uma |nsntu|ção
permanete, volLada para a pesqu|sa or|g|na| e conceblda
como con[ugação de esforços de um grupo que vô o
conhec|mento a|go v|vo e d|nâm|co e não um corpo de
douLrlnas a serem slmplesmenLe resguardadas e
Lransmludas.
• A auvldade lnLelecLual na Academla buscava anLes de Ludo a
lnquleLação, a reformulação permanenLe e a mulupllcação
das vlas de abordagem dos problemas, era um esforço para
pensar mals profundo e claramenLe.
• ArlsLóLeles lngressou na Academla com 17 anos de ldade.
8/23/13
4
• A Academla e Lambem chamada de Academ|a Þ|atðn|ca,
Academ|a de Atenas ou Academ|a Annga.
• Mu|heres eram admludas na Academla, e nessa epoca
exlsuam duas, LasLenla Manuneense e AxloLea lllasla, mas
ambas unham de lr vesudas como homens.
• C enslnamenLo era dlaleuco - busca lndlvldual, aLraves dos
consLanLes quesuonamenLos.
• ÞlaLão coordena a Academ|a ató sua morte, em 347 a.C.. A
Academ|a manteve-se func|onando a|nda por centenas de
anos, fechando apenas em S29 d.C. por lmposlção do
|mperador de koma, Iusnn|ano.
• Þara ÞlaLão a po||nca não se ||m|tava a pránca lnsegura e
clrcunsLanclal, como enLendla o seu rlval, lsócraLes. ÞlaLão
enLendla que a po||nca deve pressupor a |nvesngação
s|stemánca dos fundamentos da conduta humana, o que
pressupõe uma exp||cação g|oba| da rea||dade na qua|
aque|a conduta se desenro|a.
Lsco|a de Isócrates
• A Academla rlvallzava com sua conLemporânea,
ouLro esLabeleclmenLo de educação superlor, esse
porem, fundado e dlrlgldo por Isócrates.
• Segu|ndo a ||nha dos sohstas, preLendla educar o
asp|rante à v|da púb||ca dotando-o de recursos
retór|cos.
• Sua educação era mals reallsLa [á que a democracla
aLenlense era dlrlglda de faLo por oradores, e por
lsso a escola de lsócraLes aLendla as necessldades
do momenLo.
8/23/13
3
Inßuônc|a de Sócrates
• ÞlaLão segula os debaLes de SócraLes e o
conslderava, como escreverá em ledon: "o ma|s
sáb|o e o ma|s [usto dos homens".
• Com SócraLes o [ovem ÞlaLão pudera senur a
necessldade de fundamenLar qualquer auvldade em
concelLos claros e seguros.
• Þor lnLermedlo de SócraLes e de sua lncessanLe ação
como perqulrldor de consclônclas e crluco de ldelas
vagas ou preconcebldas, o prlmado da polluca
Lorna-se, para ÞlaLão, o prlmado da verdade, da
clôncla.
A Þo||nca para Þ|atão
• A vlda de ÞlaLão Lranscorreu enLre a fase áurea da democrac|a aten|ense e
o hna| do per|odo he|ôn|co [á que ele nasceu em 428 a.C, um ano depols da
morte de Þór|c|es e faleceu em 348 a.C., dez anos anLes da bata|ha de
Çueronó|a, que assegurou a Ie||pe da Macedðn|a a conqu|sta do mundo
grego.
• C lnLeresse de ÞlaLão pela polluca e compreenslvel no mundo grego de seu
Lempo: Loda a vlda da Crecla anuga desenvolve-se esLrelLamenLe vlnculada
aos aconLeclmenLos da cldade LsLado, a "#$%&.
• A cr|nca à democrac|a aten|ense e a procura de so|uções po||ncas do
mundo grego foram as preocupações pollucas mals marcanLes em ÞlaLão.
• nele h|osoha e ação po||nca esnveram permanentemente |nter||gadas
pols porque ele acredlLava que:
– '(& )*$+& ,-( .+&&*/-( 0*/* (& 12)*,(& *,3+& 42+ * /*5* 6(& 02/(& +
*237,8.(& 9$#&(:(& .1+;2+ *( 0(6+/< (2 *,3+& 42+ (& .1+:+& 6*& .%6*6+&< 0(/
2)* 6%=%,* ;/*5*< 0(,1*)>&+ * 9$(&(:*/ =+/6*6+%/*)+,3+?@
• ual a paruclpação de ÞlaLão na polluca na lnLenção de levar as ñlosoñas aos
governanLes, como LenLou fazer em Slracusa.
• Suas crlucas a democracla aLenlense pressupunham um conhec|mento
d|reto das manobras po||ncas e de seus verdade|ros monvos.
8/23/13
6
• uesse modo, se ÞlaLão em geral manlfesLa desapreço pelos
pollucos de seu Lempo, ele o faz como alguem que vlveu nos
basudores das encenações pollucas desde a lnfâncla [á que ÞlaLão
era ñlho de Ar|ston e de Þer|cnone, lrmã de Cárm|des e prlma de
Cr|nas, do|s dos 1r|nta 1|ranos que dom|naram a c|dade durante
a|gum tempo.
• Sua mãe Þer|cnone casou em segunda nupclas com Þ|r||ampo,
personagem de destaque na ópoca de Þór|c|es.
• ÞlaLão vlveu com SócraLes na epoca da C||garqu|a dos 1r|nta
governanLes e presenclou quando os governantes hav|am tentado
fazer de Sócrates cúmp||ce na execução de Leon de Sa|am|na,
cu[os bens dese[avam conñscar. SócraLes recusou-se a paruclpar
da Lrama e evldenLemenLe delxou de ser vlsLo com slmpaua pelos
uranos. Mals Larde, quando [á havla sldo restaurada a
Democrac|a, que ma|s parec|a uma C||garqu|a agora com ma|s de
tr|nta, SócraLes fol acusado de corromper a [uvenLude, por
dlfundlr ldelas conLrárlas a rellglão Lradlclonal e condenado a
morrer bebendo clcuLa, o que aumentou a|nda ma|s o repud|o de
Þ|atão pe|a po||nca de seu tempo.
Lstado Idea| de Þ|atão
• Cs escrlLos em que ÞlaLão LraLa da 0($A8.*, são a B+0CD$%.*, o "($A8.( e as E+%&.
• na B+0CD$%.*, ele crla o seu LS1ADC IDLAL, que devla ser llderado não por
mulLos, como na democracla aLenlense mas slm pelos Sáblos, os ñlósofos que
buscavam a verdade e a [usuça das colsas.
• C esLado ldeal de ÞlaLão serla governado pe|a razão dos h|ósofos conLrasLando
com a polluca conheclda na sua epoca, onde denLro da I*9#-.'-&' '/*4&*40*1
o ºpovo" exercla dlreLamenLe o governo na Assemblela e decldla dlreLamenLe
os desunos da "#$%&.
• A cr|nca que Þ|atão faz|a era [usLamenLe que só pod|am parnc|par dos debates
da Assemb|ó|a apenas os que possu|ssem d|re|tos de c|dadan|a, ou se[a, os
"c|dadãos". Ccorre que só eram "c|dadãos" homens llvres, naclonals e malores,
somenLe eles usufrulam dos prlvlleglos da lgualdade peranLe as lels e o dlrelLo
de falar nas Assemblelas. Lssa dlscrlmlnação exc|u|a das reso|uções po||ncas a
ma|or parte dos hab|tantes da ?,$&0: as mulheres, os esLrangelros e os escravos
ñcavam Lodos de fora.
• Asslm, o "povo" ()*9#0) que assum|a o poder na Democrac|a de Atenas era,
na verdade, uma m|nor|a, uma forma atenuada de C||garqu|a (governo de
poucos).
8/23/13
7
• na próprla Assemblela nem todos os "c|dadãos" nnham os mesmo
recursos de atuação, apenas os que possulam dons de oraLórla
assoclado ao conheclmenLo dos negóclos publlcos, os hábels no
racloclnar e no usar a voz e o gesLo, esLes e que deunham
ascendôncla sobre o audlLórlo, lmpunham seus ponLos de vlsLa
aLraves da persuasão reLórlca e llderavam as declsões. 8elnava a força
da palavras dos oradores.
• L esses poucos "c|dadãos" fazlam as mals varladas manobras
po||ncas para dec|d|r na devesa de seus |nteresses e não na defesa
dos |nteresses da Þó||s e alnda eram mulLo bons em esconder os
seus verdade|ros monvos.
• Þara ÞlaLão a próprla natureza humana dlferenLe [usuñcarla a
necess|dade do Lstado para regu|amentar, mas no LS1ADC IDLAL de
ÞlaLão o governo serla felLo pe|a razão dos h|ósofos
• Þara ele o LsLado ALenlense não era uma socledade de lndlvlduos
semelhanLes e lguals, mas dessemelhanLes e deslguals.
• A escrav|dão para ÞlaLão era necessárla porque os Lrabalhos
maLerlals, servls, são lncompauvels com a condlção de um homem
llvre em geral.
C|asses soc|a|s dentro do Lstado
Idea| de Þ|atão
• Asslm, o esLado ldeal deverla ser dlvldldo em classes soclals,
as quals, corresponderlam respecuvamenLe as almas loglsuca
ou raclonal, lrasclvel e apeuuva ou concuplsclvel no ser
humano.
– Aos J$,0#<#0 cabe dlrlglr a republlca e a auvldade polluca.
– Cs %7*..*&.#0 e -'K'$*&.#0 eram a força a servlço do
dlrelLo, ou se[a, dos ñlósofos cabendo a eles a defesa
lnLerna e exLerna do esLado, de conformldade com a
ordem esLabeleclda pelos ñlósofos.
– Cs ".#)7/#.*0, '%.&-7$/#.*01 -#9*.-&'4/*0 e './*0L#0
conservavam a econômlca do esLado aLraves do Lrabalho.a
• A escrav|dão para ÞlaLão era necessárla porque os
Lrabalhos maLerlals, servls, são lncompauvels com a
condlção de um homem llvre em geral.
8/23/13
8
Inßuônc|a de Þ|tágoras
• ÞlaLão frequenLou cenLros plLagórlcos de pesqulsa
clenuñca e por lsso ele vla na maLemáuca a promessa
de um camlnho que ulLrapassarla as aporlas socráucas,
as pergunLas que SócraLes fazla mas añnal delxava sem
resposLa.
• A educação deverla, em uluma lnsLâncla, basear-se na
c|ônc|a (+0%&3+)+) e ulLrapassar o plano lnsLável da
op|n|ão (6(F*).
• A po||nca poderla delxar de ser o [ogo forLulLo de ações
mouvadas por lnLeresses nem sempre claros e
frequenLemenLe pouco dlgnos, para se Lransformar em
uma ação ||um|nada pe|a verdade e um gesto cr|ador
de harmon|a, [usnça e be|eza.
Mótodo
• C DIÁLCGC, a DISCUSSÂC DIALL1ICA e o MI1C foram as
prlnclpals formas de Lransmlssão da ñlosoña de ÞlaLão.
• C |oca| dever|a ser fechado, recðnd|to, tranqü||o, na
Academ|a.
• C saber era enconLrado medlanLe um processo |nd|v|dua| de
quesnonamentos, ou se[a, asslm como SócraLes, ele
acredlLava que o saber estava dentro de cada um.
• uessa forma, na Academla, o saber não era apenas ens|nado,
mas Lambem produz|do.
• 1odos eram ||vres para expressar suas |de|as sobre Lodos os
Lemas do saber aLe enLão conhecldos como: po||nca,
matemánca, hs|ca, geometr|a, h|stór|a, astro|og|a, mus|ca e
h|osoha.
8/23/13
9
D|á|ogo, D|a|ónca e M|to
• ALraves do DIÁLCGC o ñlósofo consegulrla aunglr o verdadelro
conheclmenLo, parundo do Mundo Senslvel (concreLo)e chegando ao
Mundo lnLellglvel (das ldelas, realldade absoluLa, concreLa e
permanenLe).
• A DIALL1ICA e o camlnho percorrldo pela alma que volLa ao mundo das
ldelas. Lra o meLodo de dlálogo aLraves da argumenLação ou esLudo de
um Lema por oposlção ou conLradlções de ldelas que levavam a
formação de novas e verdadelras ldelas. A Lradução llLeral de dlaleuca e
o camlnho enLre ldelas, mótodo ma|s ehcaz de aprox|mação entre as
|de|as e as sombras dos Mundos lnLellglvel e senslvel. Aos poucos, a
dlaleuca passou a ser a arLe de, no dlálogo, demonsLrar uma Lese por
melo de uma argumenLação capaz de deñnlr e dlsungulr claramenLe os
concelLos envolvldos na dlscussão.
• C MI1C e o ulumo recurso para exprlmlr ldelas de dlncll acesso porque
ele e forma Lradlclonal de enslnamenLo e embeleza a exposlção
repousando o esplrlLo com sua beleza poeuca e com sua expressão suul
do provável ou posslvel sem os Lraumas da lmposlção abrupLa e dlreLa.
V|são tr|parnda da a|ma
• Þara ÞlaLão as poLônclas da alma humana vlnculam-se aos modos de vlda
de cada um, e para ele a alma serla asslm, dlvldlda da segulnLe manelra:
– A|ma rac|ona| ou |og|snca: parLe superlor, cabeça, a qual se llga a ñgura do
h|ósofo que vlve uma vlda Leórlca que para ÞlaLão, serla a melhor forma de
vlda. Lssa alma e a que dlferencla os homens dos ouLros seres e e Lambem a
que aproxlma dos ueuses [á que ela posslblllLa a razão
– A|ma |rasc|ve|: parLe do melo, pelLo, caracLerlzada pela coragem que dlrlge a
vlda de um cava|e|ro e de um guerre|ro.
– A|ma apennva ou concup|sc|ve|: parLe lnferlor, venLre balxo, que se llga aos
artesãos, agr|cu|tores, produtores, comerc|antes e ao povo de uma manelra
geral.
• Cada parLe da alma exerce uma função sendo que Lodas elas s|ncron|zadas
são a causa da ordem aLraves do domlnlo das Lendônclas lrasclvels e
apeuuvas pela lóglca da razão presenLe na alma loglsuca raclonal. lsso se dá
aLraves da VIk1UDL que slgnlñca esse conLrole, ordem ou equlllbrlo. Surge
a nAkMCNIA e só asslm e posslvel a alma frulr da bem-avenLurança dos
prazeres esplrlLuals e lnLelecLuals.
8/23/13
10
• 8uscar a VIk1UDL e afasLar-se do que e
uplcamenLe va|or|zado pe|os homens que e o que
mals os manLem llgado ao corpo e ao mundo
terreno e buscar o que e va|or|zado pe|os Deuses.
• C apr|moramento da a|ma se dá pela parLe que
mals faz os homens semelhanLes aos deuses: a
razão.
LL8 páglna 81 Lduardo 8luar.

• AdoLado o )(62& =%=+,6% vlrLuoso, o homem Lem os
ueuses a seu favor no [ulgamenLo ñnal pelos ueuses
que vão reparar as lmpunldades da [usuça e da euca
humana.
M|to de Lr
• no ºM|to de Lr" ÞlaLão conLa o relaLo Lransmludo oralmenLe pelo
guerre|ro da Ás|a Menor, Lr, que morre em baLalha e e levado
para sua páLrla para ser velado.
• Doze 12 d|as depo|s de sua morte e|e ressusc|ta da sua p|ra
funerár|a, para contar o que v|rá depo|s da morte.
• Lle volLa do purgaLórlo como mensage|ro esco|h|do pe|os [u|zes
para LesLemunhar sobre aquele lugar, o ÞUkGA1CkIC.
• Segundo Lr, LraLa-se de um |ogos cósm|co mora| onde as ln[usuças
serlam pagas pols o poder da VIk1UDL nnha conseqüônc|as para
a|óm da v|da.
• uepols que a alma sal do corpo ela val para um lugar maravllhoso
onde se aglomeram lnumeras almas.
• Lsse lugar dlvlno unha duas aberLuras na esquerda, para a Lerra e
duas aberLuras para a dlrelLa, para o ceu. Iu|zes ce|esna|s
dec|d|am o desnno das a|mas com base na [usnça ou |n[usnça
dos atos humanos. As [usLas lam para o ceus e as ln[usLas para a
Lerra.
8/23/13
11
• ue uma das aberLuras da Lerra Lr Lerla vlsLo almas
lmpuras e lmundas, enquanLo as do ceu eram puras,
llmpas e canLavam alegremenLe.
• Cada alma deverla pagar Lodas as ln[usuças
comeudas por 10 dez vezes e os aLos [usLos serlam
Lambem recompensados desLe modo. Cada pena
era paga por 100 cem anos de vlda humana,
resulLando 1.000 mll anos para a compleLa explação
quando o ceu enLão se abrlrla.
• Lr observou enLão que os que [á unham pago os
seus pecados nesse SIS1LMA DL ÞUNIÇÂC L
kLCCMÞLNSA, regressavam a vlda.
• Lles regressavam a vlda passando por um lugar onde
enconLravam 5'-MN0&0 (passado) 2$#/M# (presente) e
!/.#"#0 (futuro), Lodas ñlhas da necessldade e lá, não
por lnLervenção dlvlna mas com llberdade de escolha,
cada a|ma esco|h|a com base em exper|ônc|as e
háb|tos de v|das anter|ores o seu futuro próx|mo.
• A escolha deverla ser dlrlglda pela procura da v|rtude,
hum||dade e [usnça pols a responsab|||dade pesar|a
apenas sobre aque|e que esco|heu.
• As almas eram enLão levadas ao trono da Necess|dade
e de lá passavam pela grande p|an|c|e do 5N/M*0 onde
beber|am as águas do esquec|mento no r|o !9*$*/* e
de lá cada alma e reconduzlda ao local onde renascerá.
8/23/13
12
Idea||smo ónco de Þ|atão
• Þelo MlLo de Lr podemos enLender o |dea||smo ónco de
Þ|atão no qual !uS1lÇA, L1lCA e ÞCLl1lCA movlmenLavam-se
no slsLema plaLônlco em um só rlLmo, o das |de|as
metahs|cas que der|vam da |de|a pr|mord|a| do 8LM.
• A metahs|ca busca as quesLões ulumas da ñlosoña na
LenLauva de descrever os fundamenLos ou prlnclplos
prlmelros, o senudo e a ñnalldade da realldade.
• Asslm, a L1ICA para ÞlaLão não esLá apenas na d|snnção
enLre ação vlrLuosa e ação vlclosa e na opção pe|a v|rtude,
mas slm na or|entação da a|ma de acordo com as condutas
d|tadas pe|a noção do 8LM.
• A LDUCAÇÂC das almas deve ser publlca e dlrlglda pelo
LsLado sendo que esse será dlrlgldo pelos ñlósofos.
• I||osoha e poder se unem no |dea||smo ónco p|atðn|co.
D|scussão:
• !usuça humana x [usuça dlvlna
• !usuça a camlnhos mals largos que aqueles
LradlclonalmenLe Lrllhados no senudo de se
deLermlnar o seu concelLo.
• 8edução dos efelLos raclonals sobre o Lema e
maxlmlzação dos aspecLos meLanslcos.
• 8eLrlbulção e o meLodo de [usuça meLanslca que
Ludo sabe e Ludo conhece, e lnfallvel.
• lnßuôncla dos plLagórlcos.
8/23/13
13
1eor|a das |de|as
• A 1eorla das ldelas conslsLe em dlferenclar a VLkDADL A8SCLU1A L
ÞLkILI1A da VLkDADL kLLA1IVA L IMÞLkILI1A.
• C homem conhece dols upos de realldade ou se[a Þ|atão conceb|a DCIS
MUNDCS LkIS1LN1LS:
– 1- o MUNDC DAS IDLIAS ou MUNDC IN1LLIGIVLL : acesslvel
somenLe pelo lnLelecLo, kLALIDADL IN1LLIGIVLL, A8SCLU1A,
CCNCkL1A, ÞLkMANLN1L, ÞLkILI1C, IMU1ÁVLL e lndependenLe do
Lempo e do espaço maLerlal.
– 2- o MUNDC CCNCkL1C ou MUNDC SLNSIVLL: e aquele que e
apreendldo por nossos senudos e esLá em consLanLe muLação,
kLALIDADL SLNSIVLL, IMÞLkILI1A, DLÞLNDLN1L, meras lmagens ou
lembranças das realldades lnLellglvels e, porLanLo, MU1ÁVLIS.
• C MUNDC CCNCkL1C ou MUNDC SLNSIVLL percebldo pelos senudos ó
uma pá||da reprodução do MUNDC DAS IDLIAS ou MUNDC
IN1LLIGIVLL.
• Cada ob[eLo concreLo do MUNDC CCNCkL1C ou MUNDC
SLNSIVLL paruclpa de uma ldela perfelLa, de uma
lembrança de algo do MUNDC DAS IDLIAS ou MUNDC
IN1LLIGIVLL. Þor exemplo, deLermlnada roupa Lerá
deLermlnados aLrlbuLos (cor, formaLo, Lamanho, eLc),
ouLra roupa Lerá ouLros aLrlbuLos, sendo ela Lambem
uma roupa . Aqullo que faz com que as duas se[am
roupas e, para ÞlaLão, a ldela de roupa, perfelLa, ou
se[a, a|go ó aqu||o na med|da em que parnc|pa da
|de|a da |embrança desse ob[eto.
• C que caracLerlza a causa da realldade no Mundo
ConcreLo ou Senslvel e a IDLIA que e lndependenLe ao
Mundo Senslvel porque e a verdade absoluLa presenLe
no Mundo lnLellglvel.
8/23/13
14
• Aclma do Mundo concreLo ou Mundo Senslvel, há o
Mundo das ldelas ou Mundo lnLellglvel, mundo das
essônc|as |mutáve|s, que o homem aunge aLraves da
percepção de que esLava enganado em Lodos os
senudos. Cs homens só alcançam a sabedorla suprema
quando conLemplam o Mundo das ldelas, conhecer ó
|embrar e a base da doutr|na das |de|as ó a ALMA,
|morta| e |ndestrunve|. Cuando o corpo morre, a alma
se beneñcla, pols se manLem lnLellgenLe.
• C Mundo das ldelas Lambem chamado de Mundo
lnLellglvel guarda a verdade absoluLa e exlsLe
lndependenLe do Mundo Senslvel. 1udo o que exlsLe no
Mundo Senslvel, Lambem exlsLe no Mundo lnLellglvel,
mas o que dlferencla um do ouLro e a IDLIA que no
Mundo Inte||g|ve| permanece sempre a mesma, e
unlca, e a verdadelra realldade, pols o Mundo
lnLellglvel represenLa Lodo o conheclmenLo posslvel.
1eor|a gnoseo|og|a ou 1eor|a do
Conhec|mento, de ÞlaLão
• Ao vermos um ob[eLo rependas vezes, uma pessoa |embra-se, aos
poucos, da |de|a daque|e ob[eto.
• MlLo: anLes de nascer, a a|ma de cada pessoa v|v|a em uma Lstre|a, no
Mundo Inte||g|ve| e contemp|ava a verdade abso|uta das co|sas, onde
locallzam-se as ldelas. Çuando uma pessoa nasce, e|a ó condenada a
v|ver no Mundo Sens|ve| e sua a|ma va| para a 1erra v|ver à sombra do
Mundo Inte|eg|ve|. C |mpacto na chegada faz com que a pessoa
esqueça o que v|u na Lstre|a. Mas ao ver um ob[eto, a a|ma recorda da
|de|a daque|e ob[eto que fol vlsLo na LsLrela.
• C CCNnLCIMLN1C se dá pela kLCCkDAÇÂC ou LLM8kAÇA =
ANAMNLSIS.
• 1emos em nossa alma o conheclmenLo ou lembrança de nosso conLaLo
com as ldelas anLes do nosso nasclmenLo e nos recordamos dessas
ldelas por vô-las reproduzldas nas colsas.
• 1oda a c|ônc|a p|atðn|ca ó uma kLMINISCLNCIA.
8/23/13
13
1eor|a da kem|n|scônc|a no dlálogo Mônon
• SócraLes añrma nesLe dlálogo que a a|ma ó |morta|,
ela conLemplou Lodas as colsas exlsLenLes no
decorrer da vlda e val se lembrando aos poucos das
colsas que anLes vla no mundo lnLellglvel, ou se[a,
aprender ó na verdade |embrar.
• Þara comprovar lsso, Sócrates chama um escravo e
o lndaga sobre a CeomeLrla e conforme ele val
lembrando Sócrates o a[uda a extra|r a c|ônc|a de s|
mesmo.
• Lssa e a kLMINISCLNCIA.
1eor|a da kem|n|scônc|a no dlálogo ledro e o
surglmenLo do homem e da mulher
• AnugamenLe exlsua na LsLrela (MunuC uAS luLlAS ou
MunuC ln1LLlClvLL ) o ser ANDkCGINC que possula quaLro
braços, quaLro pernas, uma cabeça com duas faces, quaLro
orelhas e dols órgãos sexuals, um mascullno e ouLro femlnlno.
• Lles resolveram esca|ar o cóu e atacar os deuses.
• Lm punlção, os Deuses separaram os andróg|nos em do|s
seres: o homem e a mu|her exungulndo asslm, os seres
andrógenos e |ançando-se o homem e a mu|her para fora da
Lstre|a, ou se[a, para o nosso planeLa 1erra o MunuC
CCnC8L1C ou MunuC SLnSlvLL.
• C MunuC CCNCkL1C ou MUNDC SLNSIVLL ó mutáve|
porque ó uma sombra, uma vaga |embrança
(kLMINISCLNCIA ) do MUNDC DAS |de|aS ou MUNDC
IN1LLIGIVLL, onde está a rea||dade perfe|ta, acabada e
|mutáve|.
8/23/13
16
1eor|a da kem|n|scônc|a alnda no no dlálogo ledro,
M|to da Þare|ha A|ada
• no dlálogo ledro, ÞlaLão escreve o M|to da Þare|ha A|ada onde compara
nossa ALMA a um carro com asas: Ludo o que nós fazemos de bom, dá
forças as nossas asas e o errado ura suas forças.
• Ao longo do Lempo, ñzemos LanLas colsas erradas que nossas asas
perderam as forças e ca|mos no Mundo Sens|ve| esquecendo toda a
verdade do Mundo Inte||g|ve|.
• uepols de desperLar no Mundo Senslvel, a alma consegue apenas uma
pequena lembrança do Mundo lnLellglvel, e essa |embrança va|
aumentando conforme cada um exerc|ta a busca das verdades dentro
de s| atravós da recordação do passado que se manteve na memór|a
(na a|ma), ou se[a, atravós da kLMINISCLNCIA (lembrança =
conheclmenLo).
• A recordação de uma verdade observada pela ALMA no momenLo da
desencarnação e , quando retomada pe|a consc|ônc|a, pode ser a
emlnôncla da base de toda sabedor|a ou de todo o conhec|mento
humano.
M|to da Caverna
• M|to da Cavernae conLado para expllcar a DIALL1ICA (conLraposlção e
conLradlções de ldelas que levam a ouLras ldelas mals profundas - Lese,
anuLese e slnLese).
• no M|to da Caverna, ÞlaLão lmaglna uma caverna, com uma pequena enLrada
aberLa para a luz onde os homens hcam acorrentados desde o nasc|mento,
consegulndo olhar apenas para frenLe, sem qualquer percepção do Lodo que os
cerca.
• Com a llumlnação de um fogo d|stante, eles apenas consegulam ver sombras.
• Se um desses homens consegulsse se so|tar e salr da caverna, conLemplando a
luz do dla e a verdadelra realldade, se ele vo|tasse para a caverna e conLasse
para os ouLros, eles não acredlLarlam e mesmo que ele LenLasse solLar um
companhelro e levá-lo para fora, esses reslsurlam LenLando lncluslve maLar o
amlgo, se preclso fosse.
• Çuem v|ve nas sombras acred|ta nessas sombras e o cam|nho para a |uz ó
árduo, e mesmo d|hc|| acred|tar em outra rea||dade d|versa daque|a que
estamos hab|tuados (ex. allenlgena).
8/23/13
17
Verdade essenc|a| das co|sas
• A verdade deve ser buscada em a|go super|or, a|óm
do hs|co (ML1AllSlCC), no lnLerlor do próprlo homem,
não no corpo, mas na alma que era perfelLa porque
vlnha do mundo perfelLo das ldelas.
• A forma de conheclmenLo era um reconheclmenLo,
que farla o homem dar-se conLa das verdades que [á
possula e que o levavam a dlscernlr melhor denLre as
aparônclas de verdades e as verdades.
• C auLoconheclmenLo era um camlnho árduo e apesar
de todos terem a a|ma perfe|ta, nem todos
consegu|r|am chegar à essa verdade |nter|or, razão
real e verdadelra, nem Lodos chegavam a conLemplação
absoluLa do MUNDC DAS |de|aS ou MUNDC
IN1LLIGIVLL..
Amor Þ|atðn|co
• C Amor para ÞlaLão era algo puro e verdadelro, llgado ao
caráLer e verdade lnLerlor de uma pessoa enquanLo a Þa|xão
e falsa, cega e maLerlal, normalmenLe llgada ao sexo ou
aLrlbuLos nslcos.
• Culdado pols LanLo o amor quanLo a palxão são duradouros,
nosso Códlgo Þenal no seu Arugo 28 dlz: 'G-( +F.$2+) *
%)023*D%$%6*6+ 0+,*$H I > * +)(5-( (2 * 0*%F-(?@ Sendo asslm,
a Lmoção algo sublLo, passagelro e a Þa|xão duradoura,
permanenLe.
• Cuando ÞlaLão fala do amor em seus dlálogos menclona o
laço especlal de afeLo enLre homens, SócraLes e seus
dlsclpulos homens, em parucular enLre SócraLes e Alclbádes.
Ccorre que ÞlaLão dlzla que o verdadelro amor nunca deverla
ser concreuzado, o amado deverla ser culLuado porque
quando o amor e concreuzado, aparecem os defelLos.
8/23/13
18
1ensão entre nerác||to e Þarmôn|des
• 1- PL8ÁCLl1C vlveu em LlLSC, Crecla asláuca, e dlzla que o
mundo expllca-se não apesar das mudanças e contrad|ções mas
por causa delas. 1odas as colsas opõem-se umas às outras e dessa
tensão resu|ta a un|dade do mundo. A harmon|a nasce da própr|a
opos|ção. C mundo e um eLerno ßulr, Ludo esLá em consLanLe
movlmenLo como um rlo sendo lmposslvel banhar-se novamenLe
na mesma água que esLá sempre em mudança. A esLaucldade ou a
permanôncla de qualquer colsa e uma llusão.
• 2- ÞA8MLnluLS vlveu na LLLlA, sul da lLálla, e para ele o
mov|mento ó uma ||usão. Algo que e não pode delxar de ser e
algo que não e, não pode ser, asslm, não há mudança. Se uma
colsa exlsLe ela e essa colsa e não pode ser ouLra, mulLo menos o
seu conLrárlo. Cs contrár|os não coex|stem, o SL8 e unlco,
lmuLável e eLerno. Þrocura ellmlnar Ludo que se[a varlável e
conLradlLórlo. Asslm, ele lnaugura a ML1AllSlCA, por não se
conLenLar com a aparôncla das colsas e busca-lhes a essôncla, e a
LCClCA que Lraz o prlnclplo da não conLradlção exlsLenLe no ser -
que e - e no não ser - que não e.
Sobre essa tensão d|scorre Þ|atão:
• C que faz com que deLermlnada árvore se[a ela mesma desde o
esLáglo de semenLe aLe morrer (mudança da árvore em relação a sl
mesma ), e o que faz com que ela se[a Lão árvore quanLo ouLra de
ouLra especle (mudança em relação a ouLra), com caracLerlsucas
Lão dlferenLes?
• Þara PerácllLo, a árvore esLá sempre mudando e nunca e a mesma.
• Þara Þarmônldes, ela nunca muda, e sempre a mesma e e uma
llusão sua mudança.
• Þara Þ|atão o que há de permanente em um ob[eto ó a |de|a, a
parnc|pação desse ob[eto na sua |de|a correspondente. L a
mudança ocorre porque esse ob[eto ó uma |ncomp|eta
representação da |de|a desse ob[eto. A árvore ó uma árvora
porque e|a parnc|pa da |de|a de árvore e sua mudança deve-se
ao fato de ser uma pá||da representação da |de|a de árvore.
8/23/13
19
Lns|namentos
• Asslm como SócraLes enLendla que a vlrLude e
conheclmenLo e o vlclo a lgnorâncla.
• 1oda a preocupação ñlosóñca plaLônlca decorre não
de uma vlvôncla dlreLa e efeuva com as colsas mas
com pressuposLos LranscendenLes, a alma e a
remlnlscôncla das ldelas.
• AcredlLava que o conheclmenLo esLá denLro de cada
uma, na alma e na lembrança do que se vlu no
mundo das ldelas.