You are on page 1of 180

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CARTORÁRIOS

Corregedoria Regional Eleitoral Palmas – Tocantins 2007

Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins

Corregedoria Regional Eleitoral Av. Teotônio Segurado, AANE 20, Conjunto 1, Lotes 1 e 2 77.010-050 – Palmas/Tocantins Telefone: (63) 3218 6419 Fac-simile: (63) 3218 6417 E-mail: cre@tre-to.gov.br

Tiragem: 150 exemplares

Comissão Técnica: Dorane Rodrigues Farias Irene Barros da Costa Luciano de Moraes Rodrigues Sirlene Freitas Lemos Pisoni Valeska de Araújo Almeida Sbroglia Wagna Cristiane Ribeiro Des. Marco Villas Boas

Cleber Macedo Barbosa CRE/DF Jacqueline Suzan Poulton CRE/RS Josialdo Aparecido Batista Ferreira CRE/AC Paulo Lucena Melo CRE/DF Sérgio Dias Cardoso CGE Juiz Wellington de Carvalho Coelho CRE/AC

Capa: Benedito Palheta dos Santos

Tocantins, Tribunal Regional Eleitoral Manual de procedimentos cartorários _ Palmas: Corregedoria Regional Eleitoral, 2007. 158 p. 1. Cartórios eleitorais. Procedimentos. I. Título CDU 342.8

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS

Desembargador LUIZ GADOTTI Presidente

Desembargador MARCO VILLAS BOAS Vice-Presidente/Corregedor Regional Eleitoral

Juiz MARCELO ALBERNAZ

Juiz GIL DE ARAÚJO CORRÊA

Juiz NELSON COELHO FILHO

Juiz MILSON RIBEIRO VILELA

Juiz JOSÉ ROBERTO AMENDOLA

Dr. ADRIAN ZIEMBA Procurador Regional Eleitoral

CORREGEDORIA REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS Desembargador MARCO VILLAS BOAS Corregedor Regional Eleitoral VALESKA DE ARAÚJO ALMEIDA SBROGLIA Coordenadora LUCIANO DE MORAES RODRIGUES Assessor Técnico NEUZÍLIA RODRIGUES SANTOS Oficial de Gabinete FELIPE DE LEON BELLEZIA SALES Assistente de Gabinete DORANE RODRIGUES FARIAS Chefe da Seção de Orientação. Inspeção e Correição IRENE BARROS DA COSTA Chefe da Seção de Processos Específicos WAGNA CRISTIANE RIBEIRO Chefe da Seção de Supervisão e Fiscalização do Cadastro ANDERSON MARTINS DE ASSUNÇÃO Assistente de Gabinete BENEDITO PALHETA DOS SANTOS Assistente de Chefia LARA ALVES ARAÚJO Supervisora de Gabinete TÂNIA COELHO DE SANTANA Estagiária .

...21 Incineração ou fragmentação Doação Tabela de Descarte de materiais TÍTULO II ATENDIMENTO AO PÚBLICO Introdução Seção I Seção II Capítulo I Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII ........................................Chefe de Cartório Eleitoral III ....................................28 Cartório Eleitoral Postos de atendimento Operações no Cadastro ................................................................ .....................................01 Relatórios de Atividades Cartorárias..................Descarte de materiais utilizados pelos cartórios eleitorais Capítulo VI Seção I Seção II Seção III Descarte de Materiais e Documentos .......................................................................................Atribuições...................................Sumário PARTE I TÍTULO I FUNÇÃO CORRECIONAL Capítulo I Capítulo II Capítulo III Capítulo IV Disposições Gerais Procedimentos das Correições Ordinárias Inspeções ..................................................................................10 Protocolo Remessa de documentos e feitos Remessa de feitos criminais Remessa de cartas precatória Disposições gerais Livros Obrigatórios .........06 Disposições iniciais II ....................................................Auxiliares do Cartório Ordem geral dos serviços Da ordem geral dos serviços ...........................................................14 Disposições gerais Nomenclatura dos livros Pastas obrigatórias/Classificadores Capítulo III Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Capítulo IV Seção I Seção II Seção III - Capítulo V Descarte de Materiais e Documentos ...................................01 PARTE II TÍTULO I CARTÓRIO ELEITORAL Capítulo I Capítulo II Seção I Subseção Subseção Seção II Horário de Funcionamento ................29 Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE Preenchimento do formulário RAE Alistamento Transferência Revisão Segunda via Conferência da digitação/Emissão e arquivo de relatórios - ...........................................................................................................................................06 ...21 Seção I Incineração ou fragmentação Seção II Doação Anexo I ...............

......................86 Acesso às Informações do Cadastro .............Códigos FASE utilizados para registro de situações especiais Subseção XI ..........Atualização da Situação do Eleitor – FASE .......................Grupos formados por pessoas distintas .................Códigos FASE utilizados no batimento Subseção III ..........53 Seção I Formulário de Atualização da Situação do Eleitor – FASE Seção II Preenchimento do FASE Seção III Utilização dos códigos FASE Subseção I .Códigos FASE utilizados para registro de ocorrências envolvendo direitos políticos Subseção VI ......Código FASE utilizado para restabelecimento de inscrição Subseção X ................Códigos FASE utilizados para registro de situações relacionadas ao exercício do voto Subseção IV .........................Críticas específicas Seção V Tabela de Códigos FASE Capítulo III Capítulo IV Capítulo V Capítulo VI Justificativa .....86 Capítulo VII - TÍTULO III CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO ELEITORAL Capítulo I Capítulo II Seção I Seção II Procedimento Genérico...............................................Códigos FASE utilizados para registro de ocorrências relativas a elegibilidade Subseção VII .....................................Códigos FASE utilizados para anotação relativa à prestação de contas Subseção XII ..Código FASE utilizado para registro de quitação de multa Subseção IX ...................... decisão judicial Seção IV Processamento dos Códigos FASE pelo sistema Subseção I ......................Códigos FASE utilizados para registro de situações relacionadas aos trabalhos eleitorais Subseção V .............92 Regularização – procedimentos iniciais ........................Seção Seção Seção Seção VIII IX X XI - Título eleitoral Final de alistamento Suspensão do alistamento Seções especiais e pessoas portadoras de necessidades especiais Capítulo II ...........................88 Cancelamento por Falecimento Cancelamento por falecimento Cancelamento do cruzamento do cadastro com banco de dados do INSS TÍTULO IV DUPLICIDADES / PLURALIDADES (COINCIDÊNCIAS) Seção I Seção II Subseção I Disposições gerais .................Código FASE utilizado para registro de falecimento Subseção VIII...Códigos FASE utilizados para cancelamento de inscrição por ......................................83 Restabelecimento de Inscrição Cancelada por equívoco ....................................Críticas genéricas Subseção II ..................................................86 Fiscalização dos Partidos Políticos...................................Códigos FASE utilizados somente para consulta Subseção II ..........................84 Banco de Erros – ERA .

................................120 Convocação Nomeação Trabalhos Mesários faltosos Disposições finais TÍTULO VIII PERDA E SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS Introdução Seção Seção I II - Perda ..........126 Suspensão .......................................Do recebimento de listas especiais Desfiliação Da reversão da desfiliação Transferência de eleitor filiado Disposições finais VI VII - TÍTULO VII MESÁRIOS Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III IV V VI Composição .................................................................................Subseção Subseção Subseção Subseção Seção III Subseção Seção IV Seção V Seção VI Seção VII II III IV V I - Grupos formados por inscrições eleitorais da mesma pessoa Grupos contendo inscrição suspensa Grupos contendo inscrição com perda de direitos políticos Considerações gerais Competência para revisão de situação eleitoral .............GRU Recolhimento de multas por terceiros Ausência de pagamento das multas eleitorais no prazo legal Atribuições dos Juízos Eleitorais Prescrição das multas eleitorais I II III Disposições preliminares...........................Da 2ª fase do processamento – Das filiações Sub Judice e do procedimento sumário .105 Do recebimento das listagens Da comprovação do processamento das listas de filiados Do processamento das listagens .................................115 Dispensa de recolhimento de multas Guia de recolhimento da União .....Da 1ª fase do processamento ........................Roteiro para atualização das coincidências Códigos FASE utilizados nas decisões Códigos do batimento Hipótese de ilícito penal Casos não apreciados - TÍTULO V FILIAÇÃO PARTIDÁRIA Seção I Seção II Seção III Seção IV Subseção Subseção Subseção Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII TÍTULO VI MULTAS Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III IV V Aplicação da penalidade de multa ...........................................

Dos Atos Processuais ................................................Sistemas das Urnas Eletrônicas .........Disposições gerais Seção II ..........................Feitos Criminais .....................143 I Termo Circunstanciado II Inquérito Policial III Processo-crime IV Prazos V Habeas corpus VI Prisão VII Sentença VIII Suspensão IX Execução Capítulo III – Antecedentes criminais..............................................156 Seção I ........Condições das Urnas Eletrônicas Seção III ..........Eleições não oficiais.......152 Seção I – Disposições gerais Seção II – Certidão de antecedentes criminais TÍTULO X ELEIÇÕES NÃO OFICIAIS Capítulo I ....................132 I Autuação II Formação dos autos III Termos de conclusão e vista IV Cargas V Juntada de documentos VI Desentranhamento de documentos VII Editais VIII Mandados IX Cartas precatórias e rogatórias X Audiências XI Intimações XII Certidões processuais XIII Arquivamento de processos em geral .................Da suspensão por condenação criminal transitada em julgado ...........Subseção Subseção Subseção Seção III motivo/forma 2 Seção IV TÍTULO IX PROCESSOS Capítulo I Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Capítulo II Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III - ...........................................................................Da suspensão em face da conscrição Regularização de inscrição suspensa ou cancelada pelo FASE 027 – Disposições Finais ................................Da suspensão por conscrição .....................

Já dissera anteriormente que as instituições que desejam alcançar resultados expressivos devem direcionar os seus esforços e investimentos no aprimoramento profissional dos seus servidores. visando à consolidação dos primeiros e uma abordagem direta sobre os segundos. chancelado. definitivamente. consolidando. Convicto de que este Manual constitui-se em uma dessas ferramentas. ao cabo desses dois anos. Sérgio Dias Cardoso. com as respectivas ações. a missão das corregedorias. Assessor-Chefe da Corregedoria Geral da Justiça Eleitoral pela sua dedicação aos assuntos das corregedorias eleitorais. pelo Colégio de Corregedores Eleitorais. tive o privilégio de participar de uma reunião em Brasília. posteriormente. os pontos fortes e fracos e definiram-se diversas estratégias. por conseguinte.APRESENTAÇÃO Ao assumir a função de Corregedor Regional Eleitoral em junho de 2005. melhorando. elaborou-se um plano de ação intitulado Direcionamento Institucional das Corregedorias Regionais Eleitorais. Palmas/TO. Foi criada uma comissão. e também ao Dr. assegurando a correta aplicação de princípios e normas” Por derradeiro. Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS. 30 de maio de 2007. integrada pelas Corregedorias Regionais Eleitorais do Acre. do Distrito Federal. Naquela ocasião. proporcionando aos eleitores um atendimento uniforme em todos os cartórios eleitorais. do Rio Grande do Sul e do Tocantins que preparou este Manual. Evidentemente que este trabalho não tem a pretensão de esgotar a matéria já que além de vasta é dinâmica. reafirmo o propósito de que a Corregedoria deve estar sempre próxima às zonas eleitorais. Todavia. qual seja: “Velar pela regularidade dos serviços eleitorais. procurava-se conhecer a verdadeira vocação e. acredito que a efetiva utilização desta ferramenta irá servir ao aprimoramento dos serviços eleitorais. vem trazendo incontáveis benefícios à atuação das corregedorias regionais eleitorais. Nesse compasso. Dentre essas ações. Mapearam-se. ao final. pelas próprias características da Justiça Eleitoral. prestando suporte nas questões que estejam ao seu alcance. do Rio de Janeiro. oferecendo-lhes capacitação profissional como também ferramentas adequadas para o bom desempenho das suas atribuições. contemplava-se a elaboração de um Manual de Rotinas e Práticas destinado aos servidores das zonas eleitorais com o objetivo de padronizar o atendimento nos cartórios eleitorais. cumpre registrar e agradecer a todos que participaram dessa jornada. convocada pelo então Corregedor Geral da Justiça Eleitoral. após um trabalho minucioso que contou com a efetiva participação de servidores das corregedorias e também das zonas eleitorais. Naquele evento discutiram-se diversos assuntos e iniciou-se um processo que. na tentativa neutralizá-los. o desempenho das nossas atividades e. estabelece rotinas e institui procedimentos com o objetivo de facilitar o trabalho dos servidores dos cartórios eleitorais como instrumento permanente de consulta. assentar com clareza o papel das corregedorias no seu relacionamento com as zonas eleitorais. também. em especial aos eminentes Ministros HUMBERTO GOMES DE BARROS e CESAR ASFOR ROCHA pelo apoio irrestrito recebido ao longo deste trabalho. que desde então vêm sendo postas em prática pelas corregedorias. principalmente. com os servidores das corregedorias regionais eleitorais. Desembargador MARCO VILLAS BOAS Corregedor Regional Eleitoral/TRE-TO . com os tribunais regionais e também com eleitores.

2 A correição extraordinária consiste na fiscalização excepcional. até o dia 19 de dezembro.PARTE I FUNÇÃO CORRECIONAL Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. no prazo de 30 dias da sua designação.3 Ao final dos trabalhos. uma correição ordinária anual. 2. pelo corregedor regional. abusos ou irregularidades que devam ser corrigidos. ou quando determinada pelo Corregedor Regional. sem prévia comunicação aos interessados.1 A correição ordinária consiste na fiscalização periódica. 3. 3. caso a designação ocorra nos dois meses que antecederem ou sucederem a correição ordinária. em todo o estado. ou ainda. desde que após expressa e prévia autorização do corregedor regional. evitados ou sanados. e. realizada pelo próprio Corregedor Regional. o Magistrado fará correição no cartório eleitoral respectivo. O exercício da função correcional se fará mediante correições ordinárias ou extraordinárias. prevista e efetivada segundo critérios estabelecidos pela Corregedoria Regional e pelas instruções específicas do Tribunal Superior Eleitoral. para arquivamento em cartório. O controle dos serviços eleitorais das zonas será realizado de forma direta. Ao assumir a zona eleitoral de que seja titular. 4. sendo exercida. de iniciativa do juiz eleitoral ou do corregedor regional. 4. por meio de sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema pela correspondente zona eleitoral. Havendo relevantes e declarados motivos de interesse público. 4. Tal correição será dispensada. para verificar a regularidade de seu funcionamento e tomar ciência dos serviços cartorários. nos limites de suas atribuições. 3. pelos juízes eleitorais. pelo menos. podendo estas ser gerais ou parciais. uma via do relatório será impressa e assinada pelo juiz eleitoral e demais presentes. Será ser deflagrada pelo Juiz Eleitoral. quando entender necessário. observadas as instruções expedidas pela corregedoria regional eleitoral respectiva. realizável a qualquer momento. de ofício. A função correcional consiste na fiscalização das serventias eleitorais e seus serviços auxiliares. pela análise de relatórios apresentados pelos cartórios eleitorais à Corregedoria Regional Eleitoral. Caberá aos juízes titulares de cada zona eleitoral a correição permanente dos respectivos cartórios. . ou quando a designação for por período inferior a 30 dias. 5.2 O relatório da correição será elaborado tão logo viabilizado. sempre que tomar conhecimento de erros. mediante correições ordinárias e extraordinárias e.1 A serventia deve ser submetida a. sem emendas ou rasuras. indiretamente. a correição extraordinária poderá ser designada em sigilo. a critério do juízo. 4. podendo ser geral ou parcial.

que deverá ser afixado em cartório e publicado na imprensa oficial. O juiz corregedor lançará o seu “VISTO EM CORREIÇÃO” na última folha utilizada dos autos e livros que examinar. no prazo de 5 dias. V– os feitos são registrados em livro próprio e se os registros seguem ordem cronológica renovada anualmente. nomeando servidor para as funções de secretário da correição. o juízo eleitoral expedirá portaria. e encaminhados os respectivos expedientes ao TRE. lavrar a respectiva ata. além de outras providências que julgar necessárias. noticiando a correição. 7. conforme modelo que segue. os horários de trabalho e de atendimento ao público são regularmente cumpridos. verificará se: I– II – os servidores estão regularmente investidos em suas funções. 3. bem como feitas as necessárias anotações no cadastro. o juiz eleitoral ou o corregedor regional poderá solicitar o acompanhamento de representante do Ministério Público Eleitoral.6. 4. são exigidas qualificação e assinatura no livro destinado à carga de autos. X– estão sendo devidamente aplicadas as multas previstas na legislação. a qual deverá ser arquivada em livro próprio. Ao designar data e hora para a realização da correição. com prazo mínimo de 5 dias. Ficarão à disposição do corregedor regional ou do juiz eleitoral os servidores designados para o serviço da correição e os serventuários do cartório. onde houver. 8. 2. 9. . Ao realizar a correição. IV – o cartório possui os livros obrigatórios e se estes são escriturados de forma regular. as decisões e editais são publicados na forma regulamentar. livros e papéis findos ou em andamento estão bem guardados. as multas decorrentes de decisão condenatória transitada em julgado e não pagas no prazo de 30 dias. III – a proibição relativa à filiação partidária de servidor da Justiça Eleitoral está sendo observada. VII – VIII – IX – os processos têm trâmite regular. O Chefe de Cartório Eleitoral ou outro servidor designado pelo juiz deverá atuar como secretário na correição e. A autoridade incumbida da correição. Haverá expediente normal no cartório no dia designado para a correição. estabelecido pela corregedoria regional eleitoral. em livro próprio. VI – os autos. O juízo eleitoral expedirá edital para conhecimento de todos os interessados. conservados e catalogados. ao final dos trabalhos. XI – estão sendo inscritas. Capítulo II PROCEDIMENTOS DAS CORREIÇÕES ORDINÁRIAS 1.

as anotações relativas à suspensão de direitos políticos. e feitas. XXV – a guarda e conservação dos bens patrimoniais da Justiça Eleitoral são devidamente observadas. as anotações relativas ao cancelamento das inscrições. abusos ou irregularidades a serem evitadas.XII – os documentos de uso exclusivo da Justiça Eleitoral estão resguardados do acesso de pessoas estranhas ao serviço eleitoral. XXIII – a guarda de formulários e títulos em branco segue critérios rigorosos de segurança. Findo os trabalhos será elaborado relatório a partir das informações coligidas. inclusive em relação ao campo “complemento obrigatório”. XVI – são obedecidos aos procedimentos relativos ao recebimento das listas de filiados a partidos políticos no sistema ELO e ao registro das desfiliações. no Protocolo de Entrega de Título Eleitoral – PETE. XXII – as duplicidades e pluralidades de inscrições de competência da zona eleitoral são tratadas com a devida celeridade. XV – as comunicações relativas a óbito ou à suspensão de direitos políticos referentes a eleitores não pertencentes à zona eleitoral são encaminhadas à autoridade judiciária competente. conscrição e recusa de cumprimento do serviço militar obrigatório. incapacidade civil absoluta. digitados e enviados para processamento na conformidade das instruções vigentes. com assinatura ou aposição de impressão digital. XIX – as ausências ao pleito e as justificativas eleitorais são devidamente registradas no cadastro. XVII – são adotados os procedimentos destinados à regularização de duplicidades de filiações partidárias. apontando as irregularidades encontradas. no cadastro. XXVII – são feitas as devidas anotações no histórico de FASE das inscrições de mesários faltosos. XXVI – as informações solicitadas são prestadas com a celeridade devida. XXXI – existem práticas viciosas. as medidas adotadas para sua correção e as sugestões quanto a medidas necessárias que ultrapassem sua . XXIV – a entrega de títulos é feita somente ao próprio eleitor. no cadastro. XIII – estão sendo comunicados mensalmente pelos oficiais do registro civil os óbitos dos cidadãos alistáveis no município e feitas. XVIII – os documentos de conservação obrigatória são arquivados pelo período mínimo estabelecido e de forma organizada. XXVIII – todos os servidores têm acesso às normas expedidas relacionadas às atividades do cartório. erros. que conterá as ocorrências da correição. XXX – o tratamento do banco de erros é realizado com a freqüência e a correção necessárias. coibidas ou sanadas. 5. XX – os Requerimentos de Alistamento Eleitoral – RAE são preenchidos. improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal. XIV – estão sendo devidamente comunicadas as situações de condenação criminal transitada em julgado. XXIX – a regularização de inscrições canceladas é feita em estrita observância ao que dispõem as regras pertinentes. XXI – os códigos FASE são digitados e enviados para processamento na conformidade das instruções vigentes.

colocado à disposição na intranet. o relatório será gerado a partir do sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. com a numeração das respectivas folhas. Deverá ser lavrada ata da correição.competência. a qual será inserida em livro próprio. 7. Desde que viabilizado. . passando a compor o referido livro. 6. A utilização do sistema eletrônico observará as instruções contidas no manual específico.

999/82 • Servidores sem requisição regular • Justificar as razões de tal fato Fax 2. Res.3º.consoante Lei nº 6.CRE/TO 1. TSE 21. A proibição relativa à filiação partidária de servidor da Justiça Eleitoral está sendo observada? Art. Lei. TSE 21. I. Res. § 1º. Os horários de trabalho e de atendimento ao público estão sendo regularmente cumpridos? . O número de servidores em relação ao número de eleitores. Res.Anexo I . II. 6. 2º. 3º.Provimento nº 04/2006 . 3º. TSE 21. III. Os servidores estão regularmente investidos em suas funções? Ocorrência/Procedimento Art. Identificação da Zona Eleitoral CARTÓRIO ELEITORAL Município-Sede Zona Eleitoral Municípios da Zona Endereço Telefones Horário de expediente Juiz(a) Eleitoral Promotor(a) Eleitoral Analista Judiciário Técnico Judiciário Chefe de Cartório • Servidores Requisitados .372/03 4.372/03 CRITÉRIO ANALISADO 1. está sendo observado? Art. Servidores DISPOSITIVO LEGAL Art.999/82 3.372/03 2.

DISPOSITIVO LEGAL

CRITÉRIO ANALISADO
5. Tem sido encaminhada, regularmente ao TRE, a Folha de Freqüência dos servidores do Cartório? Manter Controle de Freqüência e pontualidade. 6. As nomeações de oficial de justiça “ad doc” estão regularmente documentadas?

Ocorrência/Procedimento

Provimento 01/2002 – CRE/TO

Art. 3º, XXVIII, Res. TSE 21.372/03

7. Todos os servidores têm acesso às normas expedidas relacionadas à atividade dos cartórios? 8. Existe uma relação com os nomes dos servidores identificados pelo número do título eleitoral, habilitados para preencher ou digitar os RAE´s, no Sistema ELO? 9. Está sendo encaminhada, para o TRE, escala de férias dos servidores das ZE´s (efetivos e requisitados), após aprovação do Juiz? 10. O Chefe de Cartório está verificando a necessidade de Treinamentos/Capacitação dos servidores da ZE?

Art. 10, Res. TSE 21.538/03

Provimento 01/2002 – CRE/TO

Provimento 01/2002 – CRE/TO

3. Livros Obrigatórios
DISPOSITIVO LEGAL
Da ordem dos serviços

CRITÉRIO ANALISADO
1. Os Livros Obrigatórios encontra-se em ordem, sem rasuras injustificadas?

Ocorrência/Procedimento

Art. 3º, IX, Res. TSE 21.372/03

2. São exigidas qualificação completa e assinatura no Livro destinado à carga de processos, bem como observado a data de devolução dos feitos?

Art. 3º, XI, Res. TSE 21.372/03

3. Estão sendo inscritas em livro próprio (Livro de Multas Eleitorais) as multas decorrentes de decisão condenatória não pagas no prazo de 30 dias e encaminhadas os respectivos autos ao TRE no prazo de 5 dias, quando for o caso?

Livros obrigatórios

A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) Guarda
(Art. 3º, IV, Res. TSE 21.372/03) Termos de Rubrica nas abertura e páginas encerramento

Existência Escrituração

1) Registro de Atas 2) Registro de Carga de Autos e Mandados 3) Registro de Inscrição de Multas Eleitorais 4) Registro de Sentenças 5) Protocolo de Autos e documentos recebidos 6) Registro de Cartas Precatórias 7) Suspensão condicional do Processo

8) Registro Geral dos Feitos 9) Registro de Correição/Inspeção 10) Rol de Culpados

4. Serviços
DISPOSITIVO LEGAL
Da ordem dos serviços

CRITÉRIO ANALISADO
1. As decisões, editais, portarias e avisos estão sendo publicados, regularmente, mediante afixação no mural?

Ocorrência/Procedimento

Art. 17, Res. TSE 21.538/03, art. 45 §§ 6º e 7º do CE.

2. Tem sido afixada em cartório, quinzenalmente, a lista de eleitores, cujos pedidos de inscrição/ transferência foram deferidos, indeferidos e os convertidos em diligência?

Da ordem dos serviços

3. Existe controle na expedição de Editais e Portarias?

Art. 2º, § único, Res. TSE 22.166/06

4. Os Cartórios Eleitorais estão publicando a Relação de Inscrições canceladas automaticamente pelo Sistema ELO – Modalidade Óbitos – INSS?

Art. 3º, X, Res. TSE 21.372/03

5. Estão sendo devidamente aplicadas as multas previstas na legislação e feitos os necessários lançamentos no sistema ELO da quitação das multas apresentadas e devidamente recolhidas?

Art. 6º Res. TRE/TO 01/2001

6. Está sendo encaminhado para o TRE o Relatório de Prestação de Contas de títulos eleitorais?

Art. 3º, XIII, Res. TSE 21.372/03

7. Os documentos de uso exclusivo da Justiça Eleitoral estão resguardados do acesso de pessoas estranhas ao serviço eleitoral? 8. As comunicações relativas a óbito de eleitores estão sendo recebidas e o Juiz Eleitoral tem determinado o correspondente cancelamento das inscrições, bem como as diligências necessárias ao esclarecimento de divergências quanto à sua identidade? 9. Os documentos relativos a óbitos de eleitores estão arquivados em pastas próprias, com as respectivas consultas (antes e depois do lançamento no sistema)? 10. Estão sendo lançadas no cadastro as suspensões de direitos políticos (condenação criminal transitada em julgado, incapacidade civil absoluta, conscrição e recusa de cumprimento de serviço militar obrigatório, improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal)?

Art. 3º, XIV, Res. TSE 21.372/03

Da ordem dos serviços

Art. 3º, XV, Res. TSE 21.372/03

DISPOSITIVO LEGAL
Art. 3º, XX, Res. 21.372/03 Art. 5º, Res. TRE/TO 01/2001

CRITÉRIO ANALISADO
11. Os RAEs e os FASEs estão sendo preenchidos, digitados e transmitidos na conformidade das instruções, pertinentes, inclusive em relação ao campo do FASE ‘complemento obrigatório`? 12. Os RAEs estão sendo instruídos com cópia dos documentos obrigatório e devidamente despachados pelo juiz? 13. Os RAEs/PETEs estão sendo arquivados grampeados, separados por lotes e acondicionados em caixas identificadas?

Ocorrência/Procedimento

Art. 13, § único, Res. TSE 21.538/03

Provimento 02/2006 – CRE/TO Art. 3º,XXII, Res. TSE. 21372/03 14. A eventual utilização de chancela obedece às normas vigentes? 15. Os RAEs de outras localidades da Zona Eleitoral estão devidamente identificados e separados por município? 16. A entrega de títulos é feita somente ao próprio eleitor, com a assinatura ou aposição de impressão digital no PETE? 17. Os PETE´s estão devidamente assinados, deles constando a inscrição eleitoral do funcionário responsável pela entrega, bem como a data da entrega? 18. Os Relatórios de RAEs, atestado pelo juiz, estão arquivados e permanecem à disposição para eventuais consultas e rotinas de inspeção? 19. Existe uma relação dos locais de votação da ZE, atualizada, com os respectivos endereços, colocada à disposição dos eleitores para consulta? 20. As informações solicitadas são prestadas com a celeridade requerida? 21. O restabelecimento de inscrições canceladas é feito em estrita observância ao que dispõem as normas pertinentes? 22. O tratamento do banco de erros tem sido realizado com a freqüência e a correção necessária? 23. A guarda e conservação dos patrimoniais da Justiça Eleitoral devidamente observadas? bens estão

Da ordem dos serviços

Art. 3º, XXIV, Res. TSE 21.372/03 Art. 24, Res. TSE 21.538/03.

Art. 24, Res. TSE 21.538/03

Resolução TRE/TO 01/2001

Art. 9º, § 3º, Res. TSE 21.538/03

Art. 3º, XXVI, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXIX, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXX, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXV, Res. TSE 21.372/03

Provimento 01/2002 – CRE/TO

24. É feito o controle de patrimônio e atualização do relatório correspondente, em pasta específica (bens tombados à disposição do Cartório Eleitoral)? 25. O material de expediente é armazenado de maneira ordenada?

Da ordem dos serviços

O arquivo central do Cartório é organizado e o acondicionamento dos documentos feito em caixas adequadas e identificadas? 29. A guarda e utilização dos formulários e títulos em branco segue critérios rigorosos de segurança ? 31. 3º. Existem arquivos específicos para Ofícios Expedidos e Recebidos. 3º. É mantido arquivo de legislação e normas devidamente atualizado e organizado? 34. XVIII. sem perturbação dos serviços. e-mails. Res. Res. 3º. São obedecidos os procedimentos relativos à anotação no cadastro das filiações e desfiliações partidárias? 40.372/03 Da ordem dos serviços Art. São obedecidos os prazos para recepção das listagens de filiados no sistema e de entrega das críticas a respeito das irregularidades aos Partidos Políticos? 38. Os partidos políticos. TSE 21. Res.372/03 Art. Res. 2ª via e revisão de eleitorado? Ocorrência/Procedimento Art.538/03 . São colocadas Seções Eleitorais especiais à disposição dos eleitores portadores de necessidades especiais (PNE). Existem práticas viciosas. Existem arquivos de documentação recebida e enviada das demais unidades do TRE (Ofícios. após o prazo de guarda. de acordo com as normas vigentes? 36. erros. Portarias. Circulares. Os eleitores portadores de necessidades especiais (PNE) estão sendo regularmente identificados? 35. estão examinando. os documentos relativos a pedidos de alistamento. O material de expediente é utilizado com racionalidade? 27. Os documentos de conservação obrigatória estão sendo arquivados pelo período mínimo estabelecido e de forma organizada. assim como estão sendo efetuados os descartes dos mesmos. com observância aos procedimentos regulamentares? 30. coibidas ou sanadas? 28. XVII. O atendimento ao eleitor é pautado pela urbanidade necessária? 37.372/03 Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Provimento 01/2002 – CRE/TO Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da qualidade dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Art. resoluções)? 33. por seus delegados. Res.DISPOSITIVO LEGAL Da ordem dos serviços CRITÉRIO ANALISADO 26. TSE 21. revisão. transferência. XXIII. TSE 21. TSE 21. 27. XXXI. Provimentos da CRE? 32. Portarias. 3º. São arquivadas em pastas próprias as relações encaminhadas pelos Partidos Políticos? 39. abusos ou irregularidades a serem evitadas. 21372/03 Art.

51. Res. Estão sendo encaminhadas. Estão sendo feitas as devidas comunicações pelas unidades do Ministério da Defesa do cumprimento do serviço militar obrigatório e conseqüente lançamento no cadastro? 48. apreciadas pelo juiz e realizadas as diligências necessárias para viabilizar as correspondentes anotações no cadastro? 49. caso deferidos. XXVII. Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Provimento 01/2002 – CRE/TO Art. As Comunicações das decisões judiciais ensejadoras da suspensão dos direitos políticos (condenação criminal transitada em julgado. C. relativas a eleitores cancelados ou inexistentes no cadastro.DISPOSITIVO LEGAL Da ordem dos serviços CRITÉRIO ANALISADO 41. Estão sendo realizadas consultas ao sistema para evitar novos casos de duplicidades e pluralidades de inscrições? Da ordem dos serviços .E. TSE 21. para lançamento na Base de perda e suspensão de Direitos Políticos? 52. o Cartório está tomando alguma providência? 46. TSE 21. § 3º. Existe Relatório de Mesários Faltosos devidamente arquivando em pasta própria? 44. É feito o controle das ligações telefônicas? Ocorrência/Procedimento Art. incapacidade civil absoluta. Estão sendo encaminhadas. 71. as comunicações ensejadoras de suspensão de direitos políticos. Caso não esteja recebendo a lista de óbito acima referida. Os Requerimentos de Justificativa de ausência à votação e dispensa de multa estão sendo devidamente apreciados pelo Juiz e. Os oficias dos Cartórios de Registro Civil estão comunicando os óbitos dos cidadãos alistados nos municípios integrantes da Zona Eleitoral? 45. as comunicações relativas a óbito ou à suspensão de direitos políticos referentes a eleitores não pertencentes à circunscrição? 50. improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal) oriundas do Poder Judiciário.538/03 Portaria TRE/TO nº 229/2001 53. Res. para a CRE. O Relatório de Atividades (estatística dos feitos administrativos e judiciais) está sendo enviado mensalmente à CRE? 51. Marinha e Aeronáutica) e conseqüente lançamento no cadastro ? 47. São feitas as devidas anotações no histórico de inscrições de mesários faltosos. § 2º. Estão sendo feitas as comunicações de conscrição pelas unidades do Ministério da Defesa (Exército. 3º.372/03 Da ordem dos serviços Art. para a CRE. digitados os respectivos FASEs? 42. após decisão da autoridade judiciária competente – FASEs 183 (convocação p/ o trabalho eleitoral) e 442 (Ausência aos trabalhos eleitorais)? 43. estão sendo encaminhadas para Cartório Eleitoral.

Da ordem dos feitos CPC. 141. TSE 21.372/03 CRITÉRIO ANALISADO 1. 167 e 168 Art. “b” e “d” do art. CPC.372/03 Os andamentos processuais são anotados e mantidos atualizados (controle da tramitação dos feitos em geral. IV Os processos em geral permanecem arquivados no Cartório Eleitoral. somente permitindo que saia do Cartório nos casos dos incisos “a”. 3º.DISPOSITIVO LEGAL Provimento 01/06 – CRE/TO CRITÉRIO ANALISADO 54. TSE nº 21. Da ordem dos feitos Nos inquéritos policiais cujo arquivamento foi determinado. Da ordem dos feitos Nos processos em que deve atuar. art. 141. o MP é devidamente intimado? 5. As irregularidades apontadas na correição anterior foram devidamente sanadas/providenciadas? Ocorrência/Procedimento Da ordem dos serviços Sistema ELO 56. Art. CPC ou mediante autorização judicial As certidões de atos e termos dos processos são expedidas prontamente pelo Chefe de Cartório. Está sendo observada a obrigatoriedade de consulta diária ao Correio eletrônico (início e término do expediente. VI. TSE nº 21. mantendo-os o Chefe de Cartório sob sua guarda. VII. 3º. Ocorrência/Procedimento Art. O Sistema ELO está funcionando a contento? 5. Res.372/03 CPC. 3º. processos criminais. Os processos têm trâmite regular. O registro dos autos é feito: a) Em livro próprio b) Em ordem cronológica Os atos processuais estão de forma regular? a) Autuação b) Numeração e rubricas nas folhas c) Remessa/Certidão/Conclusão 3. não permanecendo paralisados sem justificativa? 2. V. Processos / Feitos DISPOSITIVO LEGAL Art. 141. V 8. inquéritos e cartas precatórias)? . Res. Res.372/03 4. 3º. independente de despacho? 7. X. Re. houve cientificação dos interessados e baixa no INI (Instituto Nacional de Identificação). art. no mínimo)? 55. arts. por meio de ofício? 6. TSE 21.

há instauração de processo e aplicação de multa. Foram constatados indícios de infração penal? Art. revisão/recarga.DISPOSITIVO LEGAL Art. C.. 3º. TSE 21. no âmbito desta Circunscrição Eleitoral. Res. portões.) k) Espaço interno l) Iluminação m) Ventilação n) Instalação elétrica o) Instalação hidráulica p) Instalação telefônica . estão sendo encaminhadas diretamente aos juízos deprecados ou deprecantes? 11. TSE 21.) e) Indicação do horário de atendimento f) Condições de atendimento a portadores de necessidades especiais g) Local abrigado para o atendimento de eleitores em fila h) Estado de conservação do prédio i) Sanitários p/ funcionários e p/ o público externo j) Extintores de incêndio (acesso. Em havendo mesários faltosos.. XII.. com despachos cumpridos com a devida celeridade? Ocorrência/Procedimento Provimento 03/2006 CRE/TO 10. As cartas precatórias expedidas ou devolvidas.372/03 Da ordem dos serviços As instalações do Cartório são mantidas dentro dos padrões satisfatórios de higiene e organização? ☺ A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) Itens exemplificativos a serem observados a) Prédio próprio b) Localização do ponto (proximidade do Foro local) c) Segurança do local (muro. grades. Os processos de coincidência (duplicidades e pluralidades de inscrições) encontram-se em tramitação regular. indicação. quando cabível? 12..) d) Sinalização externa (placa. 124.538/03 CRITÉRIO ANALISADO 9. Instalações Físicas DISPOSITIVO LEGAL CRITÉRIO ANALISADO As instalações do cartório são adequadas às necessidades do serviço? Ocorrência/Procedimento Art.E.. 35 e seguintes Res.. Da ordem dos serviços 6. alarme.

Urnas Eletrônicas URNAS ELETRÔNICAS a) Armazenamento das Urnas Eletrônicas b) Iluminação do depósito das Urnas Eletrônicas c) Espaço para carga das Urnas Eletrônicas d) Quantidade de tomadas para carga das UE´s e) Mesas adequadas aos trabalhos f) Eventos para divulgação/treinamento g) Empréstimos das Urnas Eletrônicas – eleições diversas ☺ A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) 8. Comentários/Sugestões: _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ Data ____/____/_____ ______________________ Secretário(a) da Inspeção ________________________ Auxiliar da Inspeção .DISPOSITIVO LEGAL q) Fechaduras r) Estado de conservação dos móveis s) Rede de instalação para computadores CRITÉRIO ANALISADO Ocorrência/Procedimento t) Prestação de serviços de limpeza e conservação u) Mural – conservação e visibilidade ao público v) Sala para arquivo/armazenamento de processos/documentos e urnas 7.

caso constatada alguma irregularidade. As inspeções serão realizadas quando o corregedor regional entender necessário. indicando dados estatísticos sobre os processos registrados e sentenciados. 3. deverão ser adotadas as medidas consignadas no relatório da inspeção e oficiado à corregedoria. Deverão ser fornecidas todas as informações e apresentada toda a documentação solicitada. Capítulo IV RELATÓRIO DE ATIVIDADES CARTORÁRIAS Seção I RELATÓRIO ANUAL 1.1 Ao final dos trabalhos de inspeção. As inspeções cartorárias serão realizadas com o fim de verificar a regularidade dos serviços cartorários. o corregedor regional expedirá ofício ao juízo eleitoral. títulos eleitorais e certidões expedidas. visando o registro da situação cartorária verificada e. por meio de sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. 5. 6. desde que viabilizado.2 Uma cópia do relatório de inspeção será encaminhada ao juiz eleitoral. 7. 2. com a indicação de cada uma das medidas adotadas pela zona eleitoral para a regularização das atividades cartorárias. 4. ficando o relatório de inspeção disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema pela correspondente zona eleitoral. com base nas informações fornecidas pela chefia de cartório. Após verificar a regularidade das atividades cartorárias. quando tomar conhecimento da ocorrência de indícios de irregularidades na prestação dos serviços eleitorais ou. mensalmente e anualmente. O Juiz Eleitoral. as atividades desenvolvidas no período. No prazo determinado. será determinado prazo para o seu saneamento.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo III INSPEÇÕES 1. mediante portaria. ainda. para o respectivo endereço eletrônico pessoal institucional. 4. comunicando o arquivamento dos autos do processo de inspeção. Quando a inspeção for realizada por comissão de servidores. 1 . informará à Corregedoria Regional Eleitoral. será feita. 4. As inspeções poderão ser realizadas pessoalmente pelo corregedor regional e/ou por comissão de servidores por ele designada. sempre que possível. orientar os servidores dos cartórios quanto ao procedimento correto e de sanar eventuais dúvidas e irregularidades detectadas. periodicamente obedecendo a cronograma anual de atividades da corregedoria. uma via do relatório será imediatamente impressa para ciência da chefia do cartório e demais servidores presentes. Pág.

ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema eletrônico. desde que viabilizado.Revisão :________ . 2 .__________ RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES CARTORÁRIAS Ofício nº ___/____ ________-___. por meio de sistema eletrônico.Ofícios expedido:________ V . Encaminho a Vossa Excelência o Relatório Anual dos Serviços executados por esta ____ª Zona Eleitoral/___. durante o ano de 200__. O relatório anual de atividades terá por base as ações desenvolvidas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro. 2. de Ordem e/ou Rogatória recebidas:_______ XI – Inquéritos Policias e/ou Peças de Informação:_______ Observações:_______________________________________________ ___ Pág.Mesários faltosos:_______ .Requerimento de restabelecimento de Direitos Políticos:______ IX – Processos Judiciais autuados na Zona Eleitoral:______ X – Cartas precatórias.Duplicidades e pluralidades de inscrições:______ . de ______de 200__.Certidões diversas expedidas:_________ IV .Segunda via :________ II .Duplicidade de Filiação Partidária:______ .Manual de Procedimentos Cartorários 2. devendo ser elaborado até o dia 31 de janeiro do ano subsequente ao ano de referência. Senhor(a) Corregedor(a). 2.Total de requerimentos de: .Certidões e declarações de quitação expedidas:_________ III . I .2 Uma via do relatório anual de atividades será impressa e devidamente assinada pelo juiz eleitoral.Transferência :________ . TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA___ ª ZONA ELEITORAL . para arquivamento em cartório.Diligências (mandados) realizadas:________ VIII – Processos Administrativos registrados na Zona Eleitoral acerca de: .Portarias:________ VII .Inscrição :________ .Editais :________ VI .1 O relatório anual de atividades será elaborado.

1 Processos autuados 1. 3. devendo ser inserido.__________ RELATÓRIO ESTATÍSTICO MENSAL ________-___. conclusos. mensalmente ao juiz eleitoral.2 Processos arquivados 1.Manual de Procedimentos Cartorários __________________________________________________________ ___ _____________________________ Juiz(a) Eleitoral Seção II RELATÓRIO MENSAL 3.1 O relatório estatístico mensal terá por base as atividades cartorárias desenvolvidas no período do primeiro ao último dia útil de cada mês. ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema eletrônico. Processos 1. O chefe de cartório eleitoral comunicará. I – ADMINISTRATIVOS 1. de ______de 200__. 3. Inscrição eleitoral :___________ :___________ :___________ Pág. em sistema eletrônico. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA___ ª ZONA ELEITORAL .3 Processos andamento 2. no mês de _______/200__. Relatório estatístico mensal dos Serviços executados por esta ____ª Zona Eleitoral/___. para remessa à Corregedoria Regional. para arquivamento em pasta própria no cartório.2 Uma via do relatório estatístico mensal de atividades será impressa e devidamente assinada pelo chefe de cartório. em andamento e arquivados no respectivo mês. 3 . relação dos feitos registrados. quando viabilizado.

Manual de Procedimentos Cartorários

2.1 Pedido de Inscrição :___________ 2.2 Pedido de transferência :___________ 2.3 Pedido de 2ª via :___________ 2.4 Pedido de Revisão :___________ 2.5 Pedido fixação de multa:___________ 2.6 Pedido isenção de multa:___________ 2.7 Inscrição de deficientes físicos:_______ 3. Despachos :___________ 4. Decisões :___________ 5. Audiências 5.1 Audiências designadas:____________ 5.2 Audiências realizadas :____________ 6. Editais :____________ 7. Multas 7.1 Multa por não inscrição:____________ 7.2 Multa por não votação :____________ 8. Mandados 8.1 Mandado de Intimação :____________ 8.2 Mandado de citação :____________ 8.3 Mandado de verificação in loco:______ II – JUDICIAIS 1. Processos 1.1 Processos autuados :___________ 1.2 Processos arquivados :___________ 1.3 Processos andamento :___________ 2. Despachos :___________ 3. Sentenças :___________ 4. Decisões :___________ 5. Audiências 5.1 Audiências designadas:____________ 5.2 Audiências realizadas :____________ 6. Cartas Precatórias 6.1 Precatória/ mês anterior:___________ 6.2 Precatórias autuadas :___________ 6.3 Precatórias devolvidas :___________ 6.4 Precatórias em andamento:________ 8. Mandado de prisão :__________ 9. Inquéritos :__________ 10. TCO´s :__________ 11. Réus presos :__________

Observações:_______________________________________________ ___ __________________________________________________________ ___

_____________________________

Pág. 4

Manual de Procedimentos Cartorários

Juiz(a) Eleitoral

4. Para fins deste item, consideram-se feitos todas as causas previstas nas leis processuais eleitorais.

Pág. 5

Manual de Procedimentos Cartorários

PARTE II
CARTÓRIO ELEITORAL Capítulo I
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
1. Aos juízos eleitorais serão atribuídos, de acordo com suas respectivas zonas, os serviços do foro eleitoral. 2. O cartório eleitoral funcionará vinculado a um juízo eleitoral, sob a responsabilidade de um chefe de cartório, nomeado na forma da legislação vigente. 3. O cartório eleitoral atenderá ao público, nos dias úteis, durante um período mínimo de 6 (seis) horas.

Capítulo II
ATRIBUIÇÕES
1. Compete aos juízes eleitorais: I - cumprir e fazer cumprir as decisões e determinações do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral; II - processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior Eleitoral e a do Tribunal Regional Eleitoral; III - decidir habeas corpus e mandado de segurança em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente à instância superior; IV - fazer as diligências que julgarem necessárias à ordem e presteza do serviço eleitoral; V - tomar conhecimento das reclamações que lhes forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo e determinando as providências que cada caso exigir; VI - indicar, para designação do Tribunal, o servidor para exercer a função de Chefe de Cartório da Zona Eleitoral; VII - dirigir os processos eleitorais; VIII - determinar a exclusão e a suspensão de inscrições eleitorais, conforme a legislação em vigor; IX - decidir sobre os requerimentos de inscrição, transferência, revisão e segunda via dos títulos eleitorais; X - ordenar o registro e a cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais; XI - designar os locais de votação, nos termos da legislação em vigor;

Pág. 6

Pág.exercer quaisquer outras atribuições não especificadas neste provimento. providenciando para que se mantenham em ordem livros.manter em ordem livros. cartas de ordem e quaisquer outras diligências emanadas da Justiça Eleitoral. a transmissão e o arquivamento das guias de RAE e FASE. sob pena de responsabilidade.atender prontamente às solicitações contidas em cartas precatórias.despachar regularmente com o juiz eleitoral.providenciar. comunicando.proporcionar os meios necessários à realização de inspeções e correições. o extravio deverá comunicar. VI . processos. o inventário dos bens patrimoniados pertencentes ou não à Justiça Eleitoral. sob a presidência do juiz eleitoral.requisitar local de apuração. documentos e demais expedientes. XV . ou quando assumir suas funções. XVIII .indicar ao Tribunal Regional Eleitoral servidores de outras repartições a serem requisitados ou cedidos para auxiliar nos serviços do Cartório. pastas e documentos. se o entenderem conveniente e sem ônus para a Justiça Eleitoral.exercer fiscalização permanente nos Cartórios Eleitorais.nomear os membros das Mesas Receptoras e das Juntas Eleitorais bem como instruí-los sobre as suas funções. nos termos da legislação em vigor. XIX . VII . III . VIII . adotando para esse fim as medidas necessárias. a requisição de médico oficial para a concessão de dispensa a membro de Mesa Receptora. XVI . revisão e segundas vias de títulos eleitorais. por escrito. II . mas nele implícitas ou decorrentes de lei.providenciar para que se dê ampla divulgação dos prazos de encerramento do alistamento e da transferência na zona eleitoral.observar o cumprimento do horário de funcionamento do Cartório.dar imediato processamento aos requerimentos de inscrição.Manual de Procedimentos Cartorários XII . no prazo legal. XIII . segundo a ordem cronológica e nos termos da legislação em vigor.orientar os auxiliares do cartório quanto à forma de execução das rotinas cartorárias distribuindo os serviços segundo as habilidades funcionais de cada um. verificando se são cumpridas as instruções emanadas do Tribunal Regional Eleitoral e da Corregedoria Regional Eleitoral. bem como praticar os atos relativos à Correição Ordinária no prazo e forma determinados. V . Compete aos Chefes de Cartório: I . nos termos da legislação em vigor. ao juiz eleitoral e ao Tribunal Regional. IV . XIV . XVII . XXI .coordenar os trabalhos de apuração e transmissão/ encaminhamento dos dados ao Tribunal Regional Eleitoral. 2. transferência. IX .cumprir e fazer cumprir as determinações do juiz eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral. tão logo verificado.acompanhar o processamento.fazer anualmente. 7 . XX – despachar diariamente na sede do cartório eleitoral.

com a finalidade de aperfeiçoar os trabalhos cartorários.zelar pela economia do material de consumo e pela conservação do material permanente. XX . XVI . modificação ou extinção dos locais de votação.atender às solicitações dos diversos setores do Tribunal Regional Eleitoral.controlar o uso adequado das linhas telefônicas à disposição do cartório eleitoral. XIII . subscrevendoas (Certidão de Quitação/Certidão negativa de crimes eleitorais/ Certidão de filiação partidária e outras) para os fins de direito.vistoriar locais de votação e apuração.encaminhar ao Tribunal Regional freqüências do juiz e dos demais servidores do cartório eleitoral e. materiais e outros necessários para o cumprimento do calendário eleitoral. quando necessário. no mínimo. XIV . conferindo-os semanalmente. XXIX . XXIII .dar imediata ciência à Secretaria do Tribunal da criação. duas vezes ao dia. 8 . XXX .expedir certidões relativas aos assentamentos do cadastro eleitoral.controlar e verificar a correta consignação dos horários de entrada e saída dos servidores.acessar o e-mail da zona eleitoral. comunicar ao TRE e aos respectivos órgãos de origem. XXV . executando prontamente as determinações contidas nos expedientes ali disponibilizadas. as repartições de origem. XVII . nos termos do Calendário Eleitoral e das instruções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral e Tribunal Regional Eleitoral. no início e no final do expediente. processar e manter atualizados os registros e assentamentos individuais do juiz eleitoral. treinamento para os servidores da zona eleitoral. XXVII .submeter ao juiz eleitoral a escala de férias dos servidores efetivos e requisitados e.requisitar. XV .Manual de Procedimentos Cartorários X .elaborar relatório estatístico anual de atividades. ainda. sempre que as informações ali constantes sofrerem alterações. chefe de cartório eleitoral e servidores. XIX . Pág.conservar os documentos dentro dos prazos estabelecidos na legislação. ao juiz eleitoral. mediante determinação do juiz eleitoral. representando.adotar as medidas necessárias para a preparação e realização das eleições. XXII . XXVI .prestar assistência ao juiz eleitoral durante os trabalhos de apuração das eleições. por escrito. administrar a aplicação desses recursos. XXI . cabendo-lhe. a freqüência dos servidores requisitados.requisitar o material necessário ao bom andamento dos serviços. os recursos humanos. equipamentos e instalações. se for o caso.exercer ação disciplinar sobre os auxiliares subordinados. XII . nos prazos determinados.lavrar os termos de abertura e encerramento dos livros obrigatórios e numerar e rubricar suas folhas. quando solicitado.solicitar. XXVIII . XXIV . XVIII . até a sua finalização.organizar. XI .atualizar os dados do cadastro de zonas eleitorais. encaminhando tempestivamente os relatórios pertinentes à Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral.

X . c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. mediante ofício do juiz eleitoral. companheiro ou parente até o segundo grau civil. ressalvadas as protegidas por sigilo. Parágrafo único.manter atualizada a composição dos diretórios municipais e o credenciamento de delegados. óbitos. filiações partidárias. V . não previstas nestas normas ou que tenham sido determinadas pela autoridade judiciária. Art.preparar as urnas para a eleição. IX .manter sob sua chefia imediata.processar as listas de filiação partidária.promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. VI . interditos e conscritos). XXXV .manter conduta compatível com a moralidade administrativa.recusar fé a documentos públicos. em detrimento da dignidade da função pública.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. com os documentos necessários. VI . sem prévia anuência da autoridade competente. cônjuge. exceto na qualidade de acionista. 117. bem como todo o material a ela pertinente e após. Compete aos servidores lotados no cartório eleitoral: I . fazendo as anotações devidas.tratar com urbanidade as pessoas. XI . multas pagas. fora dos casos previstos em lei. XXXVI . sem prévia autorização do chefe imediato.ausentar-se do serviço durante o expediente.opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço.encaminhar para a Corregedoria. ou exercer o comércio.cometer a pessoa estranha à repartição. XXXII . omissão ou abuso de poder. VII . suspensões e outras. IX . prestando as informações requeridas. em documento próprio. XXXIV . VIII .guardar sigilo sobre assunto da repartição.participar de gerência ou administração de empresa privada.exercer com responsabilidade e prontamente as tarefas que lhe forem atribuídas. 1 Art.desempenhar outras atribuições pertinentes ao cargo. II .112/90. exceto quando manifestamente ilegais. Ao servidor é proibido: I . cancelamentos. São deveres do servidor: I . com 1 observância aos artigos 116 e 117 da Lei nº 8.representar contra ilegalidade.observar as normas legais e regulamentares.registrar o pagamento de multas eleitorais. 9 .ser assíduo e pontual ao serviço. tais como justificativa. programar a entrega e devolução dos mesmos.retirar. VII . II . XXXVIII . XXXVII . XII . em cargo ou função de confiança. 116. ministrando o devido treinamento. cotista ou comanditário.Manual de Procedimentos Cartorários XXXI . ou a partido político.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. as comunicações de óbitos. Pág. VIII . IV .atender com presteza: a) ao público em geral. as ocorrências relativas às inscrições eleitorais.coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical. III . o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. de sociedade civil. IV . XXXIII . 3.cumprir as ordens superiores.ser leal às instituições a que servir. III . nos termos da legislação em vigor. qualquer documento ou objeto da repartição. nos termos da lei. X .zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. escrutinadores e auxiliares da junta eleitoral. de restabelecimento e de suspensão de direitos políticos (condenados.comunicar mensalmente à Corregedoria Regional Eleitoral. fazendo as devidas anotações. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.selecionar mesários. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. V . assegurando-se ao representando ampla defesa. bem como as justificativas eleitorais relativas a inscrições de outra unidade Federativa.

O protocolo dos expedientes e processos é obrigatório mediante carimbo. protocolo mecânico ou outros. XVI . Capítulo III DA ORDEM GERAL DOS SERVIÇOS Seção I PROTOCOLO 1. 4. pessoas ou questões a atender. as petições deverão ser protocolizadas diretamente no Juízo a que se destinam. como procurador ou intermediário. situando-as na proximidade dos fatos.praticar usura sob qualquer de suas formas.exercer outras atribuições pertinentes ao cargo.proceder de forma desidiosa. com a finalidade de assegurar maior rapidez e objetividade às decisões.Manual de Procedimentos Cartorários II . comissão. exceto em situações de emergência e transitórias. que tenham sido determinadas pela autoridade superior. equipamentos e documentos existentes. 4. nos termos da legislação em vigor.exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. e de cônjuge ou companheiro. XI .2 O ato de delegação deverá indicar. 4. junto a repartições públicas. XVII . presente. V .ª via) e da cópia dos interessados os seguintes dados: a) identificação da Zona Eleitoral – nome e número da zona. ou vantagem de qualquer espécie. Pág.executar os serviços cartorários segundo as orientações dos superiores hierárquicos e em conformidade com estas normas de serviços.atuar. XIII . emprego ou pensão de estado estrangeiro. o delegante. zelando pelo bom nome da Justiça Eleitoral. XII .aceitar comissão. com precisão.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. XV .cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa.1 A delegação de competência será utilizada como instrumento de descentralização administrativa. e c) rubrica do servidor. XIV .atender ao público com presteza e cortesia.receber propina. Não havendo protocolo integrado na circunscrição eleitoral do Estado. 10 . salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. IV . III . relativamente aos móveis. o delegado e a competência objeto da delegação. A critério do juiz eleitoral e do chefe de cartório as competências relacionadas neste capítulo poderão ser delegadas. XVIII . constando do documento original (1.conservar todo o acervo do cartório eleitoral. 2. b) data e hora do protocolo. em razão de suas atribuições.

Manual de Procedimentos Cartorários

2.1 Nos municípios onde houver mais de uma zona eleitoral, caberá a cada uma receber os expedientes que lhes são dirigidos, salvo quando houver Central de Atendimento. 2.2 Apresentados para protocolo petições ou autos, inclusive cartas precatórias, sobre os quais haja dúvida se pertencem à zona eleitoral, esta prestará os devidos esclarecimentos ao interessado e, se insistir no protocolo, os protocolizará, cientificandoo, no entanto, por escrito, de que, se o expediente não pertencer àquela zona, será encaminhado à zona competente, após as diligências necessárias para sua identificação, correndo eventual prazo a partir do protocolo na zona correta. 2.3 Recebidos pelos Correios ou malote, petições, autos ou cartas precatórias não pertencentes à zona eleitoral, esta deverá protocolizá-los e, após identificada a zona competente, os expedientes deverão ser a ela encaminhados, correndo eventual prazo a partir do protocolo na zona correta. 3. O recebimento de expediente ou de autos será, de imediato, consignado no Livro de Protocolo de Autos e Documentos Recebidos. 4. Expedientes e documentos estranhos à rotina cartorária, recebidos por via postal, deverão conservar, anexo, o respectivo envelope. 5. Os recibos de correspondência deverão ser anexados à cópia do expediente arquivado em cartório, após os devidos lançamentos.

Seção II
REMESSA DE DOCUMENTOS E FEITOS
6. O expediente protocolizado que não pertencer à jurisdição da zona eleitoral será remetido à autoridade judiciária competente, mediante escrituração no Livro de Registro de Saída de Expediente. 7. O encaminhamento dos autos e documentos deverá ser feito mediante recibo.

8. Todos os expedientes e processos destinados a Zona Eleitoral pertencente a outro Estado da Federação ou à Corregedoria Geral Eleitoral serão encaminhados por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral; 9. As justificativas de ausências aos pleitos, as comunicações de óbitos, de suspensão e restabelecimento dos direitos políticos, petições e demais feitos recebidos no Cartório e destinadas a outra Zona Eleitoral do mesmo Estado serão remetidas diretamente ao cartório eleitoral da zona competente; se pertencente a outra Unidade da Federação o encaminhamento será via Corregedoria.

Pág. 11

Manual de Procedimentos Cartorários

Seção III
REMESSA DE FEITOS CRIMINAIS
10. A remessa será feita ao juízo eleitoral competente, observada as regras do Código de Processo Penal. 10.1. O remetente certificará nos autos se o material e o laudo pericial, se houver, foram enviados ou não pela autoridade policial juntamente com os autos. 11. Ao remeter comunicações sobre arquivamento de inquéritos policiais, absolvição, extinção da punibilidade e condenação, o remetente deverá fazer as anotações no Livro de Registro de Saída de Expediente. 12. Ao receber comunicações sobre inclusão nas denúncias, de pessoas não indiciadas nos inquéritos policiais e nos autos de prisão em flagrante delito, o remetente deverá proceder às anotações nos livros próprios. 13. Ao receber aditamento em denúncia de pessoas não indiciadas, proceder-se-ão às anotações nos livros próprios.

Seção IV
REMESSA DE CARTAS PRECATÓRIAS
14. As cartas precatórias serão encaminhadas diretamente ao juízo eleitoral deprecado. 14.1. No município onde houver mais de uma zona eleitoral, caberá ao Juízo que recebeu a carta precatória protocolizá-la e remetê-la à zona competente, sempre a do local dos fatos ou a do cumprimento do ato. 14.2. Cumprida a diligência, ou não sendo possível o seu cumprimento por motivo devidamente certificado nos autos, o Juízo Eleitoral deprecado procederá à devolução da carta precatória diretamente ao Juízo deprecante.

Seção V
DISPOSIÇÕES GERAIS Subseção I LEIAUTE DOS DOCUMENTOS
15. Os expedientes exarados no exercício da jurisdição eleitoral devem ser lavrados em papel com o timbre da Justiça Eleitoral, constando o número e o nome da respectiva zona, conforme modelo (leiaute) abaixo, devendo o juiz subscrevê-los como Juiz Eleitoral, a fim de que sejam pronta e corretamente identificados, distinguindo-se as funções de juiz eleitoral das de juiz estadual.

Pág. 12

Manual de Procedimentos Cartorários

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS (Fonte: Arial 12) JUÍZO DA __ª ZONA ELEITORAL – (Município)

R. ________, nº_____ - Centro - _______/___ CEP:_______-____ Fones: _________e_________(Fonte: Arial 8)

16. da folha.

Deverá constar também o endereço e o telefone da zona eleitoral, no rodapé

Subseção II CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES
17. Os interessados na obtenção de cópias reprográficas de peças de autos, livros, papéis e outros documentos, poderão retirá-los do cartório, previamente autorizadas pelo juiz eleitoral, devendo providenciar as cópias e arcar com os custos da operação. 17.1. O Juiz poderá determinar que os documentos a serem reproduzidos somente saiam do cartório quando acompanhados por servidor, visando garantir a sua integridade. 18. O chefe de cartório eleitoral poderá requerer a extração gratuita de cópias, na sede do Tribunal, mediante requisição, para atender a: a) requisições da Presidência, Corregedoria, Juízes, Secretários do Tribunal Regional e dos Juízes Eleitorais; b) serviços judiciários e de organização interna dos cartórios eleitorais; c) fins criminais. 19. As cópias de documentos de processos em andamento ou arquivados na respectiva zona eleitoral, judiciais ou administrativos, poderão ter o “ CONFERE COM O ORIGINAL” atestado por qualquer dos servidores do cartório. 19.1. Essas cópias ou reproduções autenticadas terão validade perante todas as repartições públicas. 20. Na impossibilidade momentânea de reprodução de cópias dos originais, poderá o cartório eleitoral fornecer cópia impressa pelo sistema informatizado; no entanto, referida cópia deverá conter o carimbo “CÓPIA”.

Pág. 13

1... por mim rubricadas e se destina ao registro de ... (.... Os termos de abertura e encerramento devem ser lavrados.......Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo IV LIVROS OBRIGATÓRIOS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1.. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Pág........ devidamente numeradas de um (01) a ... e por mim rubricadas............ procedo ao encerramento deste livro.... (... folhas... folhas.2. de acordo com os seguintes modelos: Livros encadernados Termo de Abertura Nesta data. devem possuir termos de abertura e encerramento lavrados pelo chefe de cartório eleitoral e folhas devidamente numeradas e por ele chanceladas ou rubricadas........ sendo que as folhas dos livros de folhas soltas poderão ser numeradas e chanceladas ou rubricadas na medida em que forem sendo inseridas no respectivo livro. 1.. devidamente numeradas de um (01) a .. inclusive os de folhas soltas.....)..... 1. Os livros devem conter os campos obrigatórios e serão vistos em correição e inspeção......... que contém ..)...... que contém ....... 14 .... procedo à abertura deste Livro .... Os livros obrigatórios........ (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Termo de Encerramento Nesta data.

.. sendo o caso. que se destina ao registro/lançamento de. devem ser bem conservados e... (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF 2.. Devem ser evitados e inutilizados os espaços em branco......... procedo ao encerramento deste livro de folhas soltas... encadernados e classificados.... 3...... as devidas ressalvas antes da subscrição do ato.... Na coluna “observações” dos livros obrigatórios deverão ser anotados o número da caixa de arquivamento dos respectivos processos... detergente ou raspagem... 4.. 5....... utilizando-se tinta azul ou preta......... borrões ou entrelinhas.... quando necessário. que se destinou ao registro/lançamento de .. procedo à abertura deste Livro de folhas soltas........ Pág.... numeradas e rubricadas... A escrituração dos livros e papéis deve ser feita em vernáculo.... rasuras.... (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Termo de Encerramento Nesta data. de forma legível e autenticada....1.. 15 .... emendas...... As anotações de “sem efeito” devem estar acompanhadas da assinatura de quem as fez.......... com ..... É vedado o uso de borracha..(por extenso) folhas....Manual de Procedimentos Cartorários Livros de Folhas Soltas Termo de Abertura Nesta data.. em andamento ou findos.. Os livros e papéis...... efetuando-se. omissões.2. 3. bem como as circunstâncias de devolução de precatórias ou de entrega ou remessa de autos que não importem em devolução... 3.... Na escrituração dos livros e autos devem ser evitados erros... por qualquer meio mecânico ou químico...

diplomação dos eleitos etc. b) número e ano do processo.Manual de Procedimentos Cartorários Seção II NOMENCLATURA DOS LIVROS 6. no mínimo. Registro de Cartas Precatórias. advogado ou autoridade policial e conterá: a) data da carga. O Livro de Atas conterá cópias das atas de todas as reuniões. não renovável anualmente. Os cartórios eleitorais devem manter devidamente escriturados. c) natureza do feito. 8. Registro de Sentenças. os seguintes livros: Atas. e Registro de Feitos Criminais. f) assinatura de quem recebeu os autos. livro aberto. endereço.). em Nº fls. de Ordem e Rogatórias. Suspensão Condicional do Processo. Carga de Autos. visitas e solenidades realizadas (instalação do cartório. Inscrição de Multas Eleitorais. d) partes. mencionar OAB. representante do Ministério Público. sorteio da ordem dos números dos candidatos na cédula. 9. Protocolo de Recebimento de Autos e Documentos. O Livro de Carga de Autos será utilizado para anotar a retirada de quaisquer autos do cartório pelo Juiz. Pág. 7. e h) observações (será anotado o prazo para devolução e o ato a ser praticado) i) Data Nº/Ano/Processo Natureza Feito Nome das partes Página da esquerda. Rol de Culpados. Registro Geral dos Feitos. seguida do ano do registro. e) retirado por (se advogado. telefone e e-mail). 16 . Os registros efetuados em todos os livros devem conter numeração seqüencial. Inspeções e Correições. g) data da devolução e assinatura do servidor.

Manual de Procedimentos Cartorários Nome Juiz/Promotor/ Of. em ordem seqüencial (v. Todas as cargas devem receber as correspondentes baixas. devendo o cartório proceder à verificação semanal do Livro de Carga de Autos.975 Pág. 9. c) nome. e o endereço do devedor. Justiça/ Advogado Assinatura Data devolução Recibo servidor Página da Observações direita 9.00 (um mil reais) a este Tribunal.2. Expirado o prazo sem a restituição dos autos. 367.1. o número da inscrição eleitoral. O termo de inscrição de multa eleitoral conterá as seguintes informações: a) número de registro da multa. data da remessa da Certidão de Dívida Ativa ao Tribunal Regional. TSE nº 21. incluídos o CPF ou CNPJ. Portaria nº 288 TSE e Res. sempre que possível ou por este exigido. caberá ao cartório providenciar sua cobrança. 9.E. das multas fixadas por decisão judicial transitada em julgado. até ulterior deliberação do Colendo Tribunal Superior Eleitoral. 10. visando identificar se há cargas com prazos de devolução vencidos. em algarismos e por extenso.4. 10. na presença do interessado.000. III. m) observações. Fontes: Art. qualificação. O Livro de Inscrição de Multas Eleitorais destina-se à inscrição. i) j) termo final do prazo para recolhimento da multa. d) dispositivo legal infringido. item 7). do C. 9. com a menção da data de recebimento. l) assinatura do Juiz Eleitoral ou seu preposto (chefe de cartório). Os autos retirados devem ser restituídos no prazo legal ou naquele fixado pelo Juiz Eleitoral. A restituição deverá ser certificada nos autos. assim que restituídos os autos. b) data da inscrição da dívida.3. k) data da comunicação da liquidação da dívida e respectivo expediente. se houver. expressos em reais (R$). 17 .1. para efeito de cobrança mediante execução fiscal. h) data do trânsito em julgado da decisão. e) valor da dívida. vedado o arredondamento de valores. Observação: Está suspenso o envio de Certidões de Débito de Multas Eleitorais com valores iguais ou inferiores a R$ 1. f) número e natureza do processo que deu origem à multa. g) data da publicação ou notificação da decisão. em procedimento próprio e não pagas no prazo de 30 (trinta dias). inclusive dos solidários.

circunstanciado registrado no g) artigo da lei violado. RG. número do título eleitoral. e) assunto. naturalidade. g) data da extinção da punibilidade. e) autor. b) data do registro.Manual de Procedimentos Cartorários 11. O Livro de Protocolo de Recebimento de Autos e Documentos será utilizado para o registro de toda a documentação que der entrada no cartório e conterá os seguintes dados: a) número do protocolo. Pág. e) data da condenação. processo. O Livro de Rol de Culpados destina-se ao registro dos condenados por crime eleitoral. com sentença transitada em julgado . e conterá os seguintes dados: a) número de ordem e ano. Conterá os seguintes dados: a) número de ordem seqüencial e cronológica. f) observações. se for o caso. i) observações (trânsito em julgado. etc. remessa a outro local). pelo cumprimento da penal ou outra causa legal. d) número do inquérito ou do termo departamento de polícia. c) número do expediente (ofício. se for o caso. d) tipificação legal da condenação. f) indiciado ou réu. data de nascimento. h) data do recebimento da denúncia. incluindo-se o hábeas corpus. f) pena a ser cumprida.. 18 . c) nome do réu e sua qualificação da forma mais completa possível. data do arquivamento. 12.). c) natureza do feito. d) origem. b) data. O Livro de Registro de Feitos Criminais destina-se à escrituração de todos os inquéritos policiais. profissão. indicando a filiação. b) número dos autos de processo criminal. estado civil. termos circunstanciados e ações penais. 13. etc.

b) nome do autor. i) j) circunstância da devolução (cumprida ou não cumprida) e motivo. e) nome das partes. de Ordem e Rogatórias será utilizado para registrar as cartas precatórias ou de ordem recebidas para cumprimento nos limites da competência do Juízo e conterá os seguintes dados: a) número de ordem. No Livro para Registro Geral dos Feitos serão registrados todos os feitos judiciais e administrativos. exceto aqueles registrados no Livro de Feitos Criminais e conterá os seguintes dados: Pág. porém. 17. 19 . ou à sua margem. bastará que contenha síntese da parte dispositiva (decisão). d) condições da suspensão. c) nome do réu. b) nome do autor. desde que assinadas pelo Juiz. c) nome do réu. e) data da concessão. d) número e ano do processo. f) finalidade. 89 da Lei 9. o nome do Livro de Termo de Audiências e o da respectiva folha em que registrado e conterá: a) número e ano do processo. observações. exceto as decisões relativas à suspensão ou restabelecimento de direitos políticos. Livro para Registro de Suspensão Condicional do Processo será utilizado sempre que o Juiz homologar a suspensão nos moldes do art. g) data do cumprimento. c) Juízo de origem. no corpo do registro. O Livro de Registro de Sentenças destina-se a registrar as sentenças prolatadas pelo Juiz Eleitoral. cópias reprográficas ou reproduzidas por computador.099/95. e poderá ser formado mediante traslados. 16. quando a sentença for proferida em audiência e o seu registro se fizer mediante traslado. b) data de recebimento. g) observações. h) data da devolução. anotando-se. art. 15.Manual de Procedimentos Cartorários 14. f) data do término. O Livro para Registro de Cartas Precatórias. 366 do Código de Processo Penal e conterá: a) número e ano do processo.

Captação de Sufrágio. Mesários Faltosos. Representação. separadamente. Impugnações.Manual de Procedimentos Cartorários a) número e ano do processo. Os livros. 20 . e) nome das partes ou interessado. Investigação Judicial. em andamento ou findos. V .para arquivamento dos originais e seus anexos. IV . 13. 19.Ofícios expedidos . f) data do arquivamento. Nos livros constantes dos itens 8.Partido Político – todo expediente relativo a cada partido político. 18. no mínimo. Suspensão/Restabelecimento de Direitos Políticos. c) natureza do feito. VII .Portarias e atos normativos do Juiz Eleitoral.: Propaganda Irregular. Correção de Dados.Documentos recebidos . 14 e 18 poderá ser utilizado o modelo de folhas soltas.Certidões e declarações expedidas . II .Editais . 20. Sindicância. Seção III PASTAS OBRIGATÓRIAS 21. Os cartórios eleitorais possuirão. III . pastas/classificadores destinadas a arquivo de: I . O Livro para Registro das Inspeções e Correições será utilizado para a transcrição dos relatórios de inspeções e termos de correições realizadas pelo Juiz Eleitoral ou pela Corregedoria Regional. contendo certidão quanto à data de sua publicação/afixação. Cancelamento/Restabelecimento de Inscrição.arquivamento de cópias das declarações expedidas pelo Cartório.Prontuário dos servidores (dossiês).arquivados em ordem numérica. bem como das certidões e respectivos requerimentos. b) data do registro.arquivados em ordem cronológica. VI . etc).Relatórios estatísticos de atividades cartorárias (mensal e anual) VIII . as seguintes Pág. Duplicidade e Pluralidade. d) assunto (Ex. quando houver. podendo ser utilizada cópia reprográfica ou reproduzida por computador. g) observações. serão mantidos devidamente ordenados e serão conservador em local adequado e seguro.

para conhecimento de todos. indicando o dia. Juiz (a) da ____ ª Zona Eleitoral . doação ou incineração. Eu.Suspensão de Direitos Políticos – arquivamento de todos os expedientes relativos ao assunto. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . serão arquivados documentos da vida funcional de cada um dos servidores do cartório (Ex.1. freqüência. Deverá ser expedido edital de incineração ou fragmentação. No Prontuário dos Servidores.Manual de Procedimentos Cartorários IX . em ______________(endereço onde será efetuada). requerimentos de abono de faltas. local e forma de concretização da medida. penalidades disciplinares aplicadas. dos documentos a seguir relacionados: (deve-se mencionar também o período a que se referem). licenças. expede o presente edital na forma da lei. na presença deste Juiz Eleitoral ou de servidor do Cartório Eleitoral por ele autorizado. E. ____ do processo nº ___/____. Pág. férias concedidas.) 21. dando vista ao Ministério Público.________ EDITAL DE INCINERAÇÃO/FRAGMENTAÇÃO DE DOCUMENTOS O doutor ______________. Capítulo V DESCARTE DE MATERIAIS E DOCUMENTOS 1. consoante decisão de fls. Estado do _______. MM._______________. requerimentos de dispensa de ponto etc. 21 . contendo relação dos documentos e indicação do período a que se referem. será realizada a incineração/fragmentação e posterior descarte. Seção I INCINERAÇÃO OU FRAGMENTAÇÃO 2.1 Para a realização de descarte de materiais deverá ser instruído expediente próprio. devendo ser mantidas em bom estado e à disposição dos servidores do Cartório. 1. O descarte será efetivado mediante fragmentação. torna público que. no dia ___/___/_____. 21.2 Os documentos serão arquivados na pasta correspondente em ordem cronológica decrescente.

Chefe de Cartório Eleitoral. Lavratura da Ata de incineração ou fragmentação e respectiva juntada aos autos. nos autos do procedimento. indicando o dia. _____________. 3. quando destinados a esse fim. Efetivação das medidas para incineração ou fragmentação na presença de servidor do cartório eleitoral. 6. ____ do processo nº ___/___. Afixação do original no local de costume (mural). ___de_________de_____. para constar. dias. _______________. convocando os interessados (entidades filantrópicas). Pág.UF. ______________________ Juiz (a) Eleitoral Seção II DOAÇÃO 8.servidor da ___ª Zona Eleitoral . conferi. 4. Deverá ser expedido edital de doação.________ ATA DE INCINERAÇÃO / FRAGMENTAÇÃO Aos __________dias do mês de ________de ______. preparei o presente termo e eu. Chefe de Cartório Eleitoral. _____________. E. pelo prazo de 15 (quinze) Juntada. 5. de cópia do edital. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL .Manual de Procedimentos Cartorários _______________. contendo relação dos documentos e indicação do período a que se referem.______________UF. certificando sua afixação. foi procedida à incineração/fragmentação e posterior descarte dos documentos relacionados no edital. preparei o presente edital e eu. servidor da ___ª Zona Eleitoral ______________. (Local). conferi. local e forma de concretização da medida. (cidade)/TO consoante decisão de fls. ____________________________ Juiz(a) Eleitoral. eu. 22 .

representado pelo MM.______________UF. 23 . Juiz (a) da ___ª Zona Eleitoral ______________. encontram-se à disposição de quaisquer entidades interessadas em firmar convênio de doação com este Juízo. 12. (Local). Remessa de cópia do edital a determinadas entidades filantrópicas que possam se interessar em receber a doação em tela._______ TERMO DE DOAÇÃO O Juízo da ___ª Zona Eleitoral ._________-UF. E. _________________________ Juiz(a) Eleitoral 9. Afixação do edital no local de costume (mural). certificando sua 11. doravante denominado DOADOR.(a) ____________________________________. _____________. correndo as despesas por conta exclusiva do DONATÁRIO.Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . os seguintes materiais: (relacionar os materiais mencionando data de recebimento e respectiva baixa ou fragmentação). aos autos do procedimento. 10. ___de_________de_____. ___ do processo nº ___/____. doravante denominado DONATÁRIO. Pág. que se encontra no Cartório da ___ª Zona Eleitoral . MM. Estado do __________ torna público que. Chefe de Cartório Eleitoral. para constar expede o presente edital na forma da lei. endereço e qualificação do representante). afixação. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . acordam que: 1. e (nome de instituição. de cópia do edital. conferi. Eu. Juntada. Juiz (a) Eleitoral. servidor da ___ª Zona Eleitoral . 2. A retirada do material supramencionado. _____. O DOADOR entregará ao DONATÁRIO os materiais relacionados no edital de fl. Lavratura do termo/ata de Doação e respectiva juntada aos autos. far-se-á até ___/___/_____. _______________._______________. Dr. situado na _________________(endereço).____. consoante a decisão de fls.________ EDITAL DE DOAÇÃO DE MATERIAIS O Doutor _________________. pelo prazo de 15 (quinze) dias. preparei o presente edital e eu.

b) Proclamação eleitos. art. Destruição da do pleito art. b) De eleição (Seção) c) De sorteio (cédula) Permanecer na ZE Não descartar em definitivo Não há Não descartar d) Res. assinam o presente com duas testemunhas. contados Res. § 2º f) Res. 24 . lacração e conferência da UE e seu comprovante de carga Atas: a) Mesa Receptora de Justificativas. (Local). Assim acertado.538/03. 31. Destruição do encerramento do art. IV período da revisão do Pág. V Após 4 anos.154/06. TSE nº 22. c) Zerésimas Cadernos de Revisão Após 4 anos. 26. 22. DOADOR:__________________________ DONATÁRIO:_______________________ Testemunhas: 1)_________________________________ 2)_________________________________ TABELA DE DESCARTE DE MATERIAIS Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório BASE (LEGAL) FORMA 1 Ata de Votação Permanecer na ZE em definitivo Não descartar Não há 2 3 Ata Final de Eleição Atas: a) Geral de Eleição. b) de justificativa. art.Manual de Procedimentos Cartorários 3. TSE nº 21. relativo ao mesmo cargo A qualquer tempo Não há Incineração ou doação 5 Base do Edital de Convocação Mesários (Edital Interno) Destruição 6 7 Boletins de Urna: a) emitido pela UE. art. contados Res. _____ de ___________ de ______. 55. c) Diplomação d) Geração de mídia e) Alteração de calendário/relógio da UE f) Carga. TSE nº 22. 55.154/06. O DONATÁRIO compromete-se a aplicar os recursos provenientes dessa doação à atividade fim de sua instituição. TSE nº 21. § 3º 4 a) aguardar processamento no CNE b) lançamento dos dados relativos aos eleitores e mesários c) até o pleito no CNE subsequente. § 3º e) Res.154/06.538/03. TSE nº 22.

pleito Único b) Res. art. de votação Contrafés (cópias das intimações de mesários) Recomenda-se o armazenamento por 5 anos.538/03. Destruição art.538/03. TSE nº 21. em julgado da diplomação de todos os candidatos eleitos após o pleito Não há Incineração ou doação 12 Circulares. brasões e dados pessoais Destruição ou doação não há 13 Após processados e Res. TSE nº 21. I FAEs ou RAEs dos eleitores envolvidos em coincidência. 55. TSE nº 21. TSE nº 21. TSE nº 21. 51. 1998 e 2000 não descartar os após 5 anos Res.538/03. Incineração armazenados em meio art. III ou doação magnético 14 Utilizar para instruir Com relação às Não há processos de contrafés de mesários mesários faltosos faltosos.538/03. I doação Incineração ou doação 10 11 Cédulas não utilizadas no processo de votação e impressos em desuso 60 dias após o trânsito art. TSE nº 21. a critério de cada Zona após concluídos os não há Eventual necessidade para processos de mesários instruir processo de faltosos mesário faltoso Eventuais anotações quando do descarte não há das cédulas Descartar a mais após 8 anos antiga somente após retornar das seções eleitorais a mais recente Incineração 15 Disquetes com dados de eleições Incineração 16 FAE´s ou RAE´s Incineração ou doação 17 FASE´s Destruição ou doação Destruição Destruição ou doação Destruição ou doação 18 19 Fichas de isenções Fichas de mesários 20 21 Folha de presença e atualização de endereços de mesários. 185 C. 25 . art.538/03. 55.538/03. Inutilizar assinaturas. II Pág. que permanecem anexados às fls. editais em geral. Portarias e demais documentos administrativos (certidões avulsas.Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS 8 a) b) Canhotos de títulos . TSE nº Incineração 21. após concluídos todos os processos Descartar apenas os Res. art. ligados aos canhotos não descartar (aguardar autorização do TRE) não descartar enquanto houver recursos pendentes de julgamento PRAZO de conservação obrigatório eleitorado a) após 5 anos b) até o subsequente após 5 anos BASE (LEGAL) FORMA 9 Canhotos de títulos retirados (PETEs) Cédulas apuradas A0 Res. 55. etc) Comprovantes de votação de eleitores que não votaram. 55. Destruição ou art.538. 55.PETEs e títulos não entregues ao eleitor. com inquérito ou processos-crime após processados e Res.E. VII e 84 Res.700/04 disquetes com dados de eleições de 1996. par. 55. TSE nº 21. quando não utilizado sistema próprio Folhas de Observações Destruição ou doação 22 Folhas de Votação Res. III magnético não há não há à vista do Sistema de não há Mesários. armazenados em meio art.

os utilizados e os inutilizados 24 Guias de multas 25 Justificação de mesários 26 Justificativas eleitorais (requerimentos e provas para justificação Deferidas De urna Conservar anexadas aos RAEs ou. brasões e dados pessoais Manter algumas de valor histórico não descartar a) após 12 anos b) não descartar a critério de cada Zona não há Eleitoral a)Incineração ou doação Destruição 30 Ofícios recebidos e expedidos.538/03. impressos com incorreções ou inutilizados devido a falhas técnicas ou operacionais Adotar controle diário. etc não há não há Incineração 31 Pastas . TSE nº 21. eleitores envolvidos A critério da CRE não há em coincidência. VII 27 28 29 Livros Obrigatórios Mapas de apuração Microfichas a) parcial b) final Contém dados históricos que podem não mais existir no cadastro Recomenda-se o armazenamento por 5 anos. 26 . TSE nº 22.160/06 Investigação Judicial Processos de Registros de Manter documentos A critério da CRE Incineração Candidatos de valor histórico ou doação Processos de transferência. de acordo com a quantidade de não há formulários enviados à zona. etc. sem Res. XXIII formalidades atinentes ao descarte de materiais Incineração não há ou doação após o subseqüente pleito não há Incineração ou doação após o subseqüente pleito Res. memorandos. Inutilizar assinaturas. em ordem alfabética. 55. Não descartar Res. 27. Impugnação da Res. Não descartar os Incineração regularização de dados e/ou processos dos inscrição. TSE nº 21. necessidade das 3º.372. TSE nº art. com Pág. por 5 anos Eventual necessidade para instruir processo de mesário faltoso Após o processamento serão arquivadas no cartório da zona responsável pela recepção das justificativas não há fragmentação . se avulsa.Plebiscito/93 não há Incineração ou doação 32 Pedidos de dispensa de mesários 33 34 35 36 37 após concluídos todos os processos de mesários faltosos ou não há Incineração após o pleito subseqüente àquele que motivou o requerimento Processos administrativos Manter documentos A critério da CRE Incineração de valor histórico ou doação Processos criminais e Inquéritos Devem permanecer Incineração Policiais nas ZEs em definitivo ou até futura autorização de descarte Processos de Prestação de Arquivar peças Contas dos Partidos Políticos. Votação e apuração. de arroladas no art.160/06. art. Destruição art. de Mandato Eletivo e 22.Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório BASE (LEGAL) FORMA 23 Formulários para impressão de títulos. 27.

154/06. VIII 41 42 Não há. os encaminhadas pelos Partidos disquetes deverão Após 2 anos Políticos e respectivos disquetes ser formatados Relações de transferências.538/03. 55. inscrição. brasões e dados pessoais Verificar existência após o encerramento Res. relações de FASEs processados e eleitores transferidos Relações de Eleitores Agrupados Res. 27 .538/03. 21 43 Relatório Geral de apuração (de urna) e respectivo Relatório ambiente de Totalização Pág. TSE nº 21. revisão.Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório ou após as eleições BASE (LEGAL) FORMA inquéritos processos-crime 38 Protocolo de emissão das Pastas de Folhas de Votação Recibo de urna não há Destruição 39 quando do das cédulas descarte não há Destruição Ou doação 40 Relações de filiados Não descartar. TSE nº 21. TSE nº 22. VI ou processo não atualização das julgado decisões nas duplicidades e pluralidades Não descartar Res. Recomenda-se Incineração o armazenamento por 5 ou doação anos. 55. Inutilizar Não há assinaturas. art. Destruição art. Incineração ou doação de Inquérito Policial do prazo para art.

a preferência conferida a idosos (a partir de 60 anos). O cartório eleitoral deverá manter rigoroso controle relativo às vagas de cada seção e local de votação. mulheres gestantes e com bebês de colo. a partir da utilização dos relatórios de eleitores aptos por seção. desde que atendidos os critérios de necessidade.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO II ATENDIMENTO AO PÚBLICO INTRODUÇÃO Seção I CARTÓRIO ELEITORAL 1. a não ser em situações excepcionais. A zona eleitoral deverá proceder à digitação direta dos RAEs no sistema ELO. 4. conveniência e viabilidade. O atendimento ao público não será paralisado em nenhuma hipótese. 5. com ampla e previa divulgação no município pelo juízo eleitoral.1 O atendimento deverá observar. O atendimento ao público deve ser feito no cartório eleitoral ou em postos de atendimento. 28 . com cortesia. em grande parte. 3. ou do Tribunal Superior Eleitoral. A veracidade dos dados constantes do cadastro depende. da atenção e cuidados tomados pelo servidor quando do atendimento ao eleitor. salvo por motivo de força maior ou mediante prévia autorização do Corregedor Regional Eleitoral. obedecendo-se preferencialmente à ordem de chegada. ainda. 1. 3. deficientes físicos e portadores de necessidades especiais. autorizadas pela Presidência do TRE. Seção II POSTOS DE ATENDIMENTO 6. o servidor do cartório poderá preencher manualmente o RAE. Em casos excepcionais em que o atendimento do eleitor não puder ser feito simultaneamente à digitação do RAE no sistema.1. Pág. É vedado o atendimento ao público em local diverso do cartório eleitoral. 2. na presença do requerente. 1.2 O Cartório eleitoral funcionará em regime de plantão sempre que determinado por lei ou pelo Tribunal Superior Eleitoral ou Tribunal Regional Eleitoral. do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral. com o atendimento simultâneo do eleitor.

ser promovido deslocamento periódico de servidores do cartório a localidades previamente definidas. 2. obrigatória e preliminarmente.1. O formulário RAE servirá como documento de entrada de dados e será processado eletronicamente no sistema ELO. Pág. 8.2. Poderá. separadamente.Manual de Procedimentos Cartorários 6. não sendo encontrada a inscrição eleitoral. será utilizado o RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral. o formulário RAE deverá. 29 . especialmente nas zonas eleitorais do interior. através dos menus Eleitor/Atendimento/Consulta Eleitor e Eleitor/Perda-suspensão/Consulta. mediante portaria do juiz eleitoral. ser preenchido.1. 2ª via e. “Nome da mãe” e “Data de nascimento”.1. deverá. em formulário pré-impresso ou gráfico. se houver. revisão e segunda via. transferência. 2. serão apresentados os dados do eleitor constantes do cadastro. Nas operações de alistamento. nas hipóteses de regularização de situação do eleitor deverá. Capítulo I OPERAÇÕES NO CADASTRO Seção I REQUERIMENTO DE ALISTAMENTO ELEITORAL . com a pronta entrega de título e de certidão ao eleitor. ser efetuada a consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores e à Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. 7.4. então. Não existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado. Existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado e tratando-se de operações de transferência ou revisão. sempre que possível.RAE 1. Para o alistamento eleitoral.3. 2. O servidor responsável pelo funcionamento do posto ficará hierarquicamente subordinado ao chefe do cartório eleitoral. revisão ou 2ª via. divulgando-se com a maior abrangência possível. ser feita consulta apenas com o nome da mãe ou com o número do título. bem como a expedição de certidão de quitação eleitoral. desde que autorizado pelo TRE. A consulta deverá ser feita preenchendo-se simultaneamente os campos “Nome do eleitor”. será preenchido RAE de alistamento. 2. com o apoio da prefeitura municipal ou de outro órgão público local. revisão. ainda. transferência. utilizando-se o menu Eleitor/Atendimento/RAE ou. complementando-se e/ou alterando-se aqueles dados com os dados constantes do documento apresentado pelo eleitor e com as informações pessoais por ele prestadas. para atendimento ao público. transferência. também.1. 1. ainda. As consultas referidas neste item poderão ser feitas simultaneamente. 7. 2. A instalação de um Posto de Atendimento será feita. O atendimento fora da sede abrangerá a realização de operações de alistamento.

3. Após o correto preenchimento do RAE.5. colocando à disposição dos partidos e demais interessados as respectivas relações. 3. 4. este deverá ser submetido à apreciação do Juiz Eleitoral. revisão e 2ª via. se o eleitor não souber assinar. deverá ser colhida a assinatura ou impressão digital do eleitor. 6. assinando o documento após indicar o número de sua inscrição eleitoral. dentre os disponíveis na zona eleitoral. que deverá atestar.5.6. o eleitor manifestará sua preferência sobre o local de votação. Para os fins previstos nestes itens será utilizado o “relatório de afixação” disponibilizado no sistema ELO. O cartório deverá tornar público o deferimento ou indeferimento dos pedidos de alistamento. será feita na presença do servidor da Justiça Eleitoral.1. 3.Manual de Procedimentos Cartorários 2. deverá ser afixada no cartório ou posto de alistamento relação de todos os locais de votação da zona e respectivos endereços. revisão ou 2ª via. no espaço reservado. A assinatura ou a aposição de impressão digital do polegar. no caso de alistamento. o servidor deverá consignar. 30 . transferência. serão apresentados os dados do eleitor constantes do cadastro. 3. a satisfação dessa exigência.1. caso a emissão do título não seja imediata. sempre nos dias 1º e 15 de cada mês ou no primeiro dia útil seguinte. salvo recomendação em sentido diverso da Corregedoria Regional Eleitoral. É vedada a utilização de chancela do juiz em substituição à sua assinatura. diariamente. Existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado e tratando-se de operação de 2ª via. 3. com o respectivo envio para processamento. também numerado de idêntica forma. o servidor destacará o Protocolo de Solicitação. ou identificado o RAE com o número de inscrição originário. 7. 4. Não é permitido que o RAE seja assinado por procurador. no RAE. sempre que possível. No momento do preenchimento do formulário RAE. devendo o servidor consignar o código correspondente. 2. no formulário RAE. As operações de alistamento. e o entregará ao requerente. o código do local de votação especial. 7. Caso o movimento não justifique o fechamento diário.4. 6. Se o eleitor optar por seção especial para deficientes físicos. Com essa finalidade. revisão e 2ª via poderão ser lançadas no mesmo lote. Os lotes de RAE deverão ser fechados.1. Preenchido o RAE com o número de inscrição. 3. Preenchido e impresso o formulário RAE. Pág. 5. transferência.1.3. este poderá ocorrer em prazo não superior a uma semana. O espaço reservado para a data do requerimento deverá ser preenchido com a data do preenchimento do formulário RAE.2. de imediato. no caso de transferência. que não poderão ser alterados.

2. e do despacho que as deferir. 31 . os campos: 3 . a operação será rejeitada e incluída em banco de erros.Possui irmão gêmeo 4 . inclusive o de telefone para contato (campo 24). no prazo de 5 dias. Havendo necessidade de retificação de qualquer dado. Na operação 2ª via deverão ser preenchidos.Nome do Requerente 17 . deverão ser preenchidas as informações que serão alteradas e. caberá recurso interposto pelo alistando ou eleitor.Localizado junto ao cabeçalho do formulário RAE.Número de Inscrição 5 . Seção II PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO RAE 8.1. 9. 10.Unidade da Federação 6 . obrigatoriamente.1. Deverá ser anexado ao formulário RAE o espelho emitido previamente pelo sistema. obrigatoriamente. onde figura(m) o(s) dado(s) a ser(em) retificado(s).Código do Município 7 . por delegado de partido político. Se os dados consignados no formulário RAE não forem absolutamente iguais aos constantes do cadastro.Data de Nascimento 10.Unidade da Federação 6 . O preenchimento dos campos do formulário RAE deve obedecer às seguintes especificações: Campo 01 . Na operação revisão.Possui irmão gêmeo 4 . a operação a ser utilizada é Revisão (Operação 5). obrigatoriamente.Zona Eleitoral 8 – Código do local de votação 10 – Nome do Requerente 17 – Data de Nascimento 25 – Nome da Mãe 26 – Nome do Pai 9. Do despacho que indeferir operações de alistamento ou transferência. Pág. contados da colocação da respectiva listagem à disposição dos interessados. no prazo de 10 dias. os campos: 3 . é reservado ao uso do processamento.Zona Eleitoral 10 . caso disponível. 11.Número de Inscrição 5 . Nas operações alistamento e transferência deverão ser preenchidos.Código do Município 7 . todos os campos do formulário RAE.Manual de Procedimentos Cartorários 7.

Nas demais operações. 04 – NÚMERO DE INSCRIÇÃO COLE AQUI A ETIQUETA SOMENTE QUANDO SE TRATAR DE OPERAÇÃO DE ALISTAMENTO. deverá ser mantido o número de inscrição originário.Operação – Selecionar a operação a ser executada. 03-POSSUI IRMÃO GEMÊO? 1 3 SIM NÃO Campo 04 . conforme indicado pelo requerente. obrigatoriamente. ainda que seja a mesma. PARA OS DEMAIS CASOS. colada etiqueta com o número da inscrição. 02-OPERAÇÃO 1 3 ALISTAMENTO TRANSFERÊNCIA |__|__| UF ANTERIOR EX-OFFICIO 5 7 REVISÃO 2ª VIA Campo 03 . informar. Pág. PREENCHA COM O NÚMERO DE INSCRIÇÃO DO ELEITOR.Número de inscrição – Na operação 1 deverá ser digitado diretamente no sistema o número da inscrição. 32 . |___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___| Campo 05-UF – Indicar a Unidade da Federação onde tem sede o cartório eleitoral. a Unidade da Federação onde o eleitor se inscreveu anteriormente. militar ou autárquico. ou caso o preenchimento seja manual. No caso de transferência. ou de membro de sua família.Possui irmão gêmeo? – O cartorário deverá perguntar ao requerente sobre a existência de irmão gêmeo e orientá-lo sobre a possibilidade de ser detectada coincidência no momento do batimento.Manual de Procedimentos Cartorários PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA ELEITORAL REQUERIMENTO DE ALISTAMENTO ELEITORAL RAE 01 Campo 02 . se o irmão gêmeo tiver nome semelhante ao seu. Deve ser marcado o campo ex-officio no caso de remoção ou transferência de servidor público civil.

08-CÓD. 33 . Local de Votação – Informar o código do local de votação. 10-NOME DO REQUERENTE |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_ _| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__ Campo 11-Sexo – Marcar a opção correspondente ao sexo do requerente. Nomes que possuam mais de 70 (setenta) caracteres deverão ter os três primeiros e o último nome grafados na íntegra. sendo M para Masculino e F para Feminino. Somente deverão ser utilizadas as letras do alfabeto brasileiro e os sinais hífen e apóstrofo. o preenchimento será automático.LOCAL DE VOTAÇÃO |__|__|__|__| Campo 09-Local de Votação – Se utilizado o sistema informatizado. 06-CÓD. F.Nome do requerente – Informar o nome completo do requerente.MUNICÍPIO |__|__|__|__|__| Campo 07-Zona Eleitoral – Informar o número da zona eleitoral correspondente ao domicílio do requerente.Manual de Procedimentos Cartorários 05-UF |__|__| Campo 06-Cód. Município – Informar o código de identificação do município referente ao domicílio eleitoral do requerente. 09-LOCAL DE VOTAÇÃO Campo 10 . No caso de preenchimento manual. 11-SEXO 2 4 M. sem abreviaturas. Pág. conforme conste do documento de identificação. há necessidade de seu preenchimento com o nome do local de votação. 07-ZONA ELEITORAL |__|__|__|__| Campo 08-Cód.

7 SUP. 16-UF |__|__| Campo 17. 14-CÓD. Caso o requerente apresente documentação em que conste data de nascimento inválida (por exemplo: 30 de fevereiro. 15-MUNICÍPIO DE NASCIMENTO Campo 16-UF – Informar a Unidade da Federação onde nasceu o requerente. Pág. COMPL. MUNICÍPIO NASCIMENTO |__|__|__|__|__| Campo15 .Município de Nascimento – Se utilizado o sistema informatizado. INCOM. SUP. No caso de incorreção no cadastro e. No caso de preenchimento manual. As opções validação e alteração podem ser utilizadas ao mesmo tempo.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 12-Estado Civil – Marcar a opção correspondente ao estado civil declarado pelo requerente 12-ESTADO CIVIL 1 3 SOLTEIRO CASADO 5 7 VIÚVO 9 DIVORC. deve ser consignada a opção validação. Isto vale para qualquer operação. INCOM. SEPARADO JUDICIALM Campo 13-Grau de Instrução – Marcar a opção correspondente à escolaridade declarada pelo requerente. sendo necessária a correção da data após a comprovação pelo eleitor. conforme conste de seu documento de identificação. que só pode ser utilizada na transferência ou revisão. Município Nascimento – Informar o código do município onde nasceu o requerente. ou apenas conste mês e ano). 13 – GRAU DE INSTRUÇÃO 1 ANALFABETO 3 1º G. 34 . conforme conste de seu documento de identificação. conforme conste de seu documento de identificação. COMPL. INCOM. 2 LÊ E ESCREVE 4 1º G. 5 2º G. COMPL. 6 2º G. há necessidade de seu preenchimento com o nome do local de nascimento. utiliza-se a marcação alteração.Cód. o preenchimento será automático. 8 Campo 14 .Data de nascimento – Informar a data de nascimento do requerente.

Cód. segundo a tabela de atividades disponibilizada pela Justiça Eleitoral. caso em que deverá ser verificado o transcurso de pelo menos 1 (um) ano da data da inscrição anterior (alistamento) ou da última movimentação (transferência). Transferência: o tempo de residência deverá ser de. conforme documento de comprovação de residência. se for inferior a 30 (trinta) dias. o preenchimento será automático. que é automática quando da digitação direta no sistema. porém. Pág. deverá ser consignado neste campo 1 (um) mês. 21 – TEMPO DE RESIDÊNCIA |___|___| ANO(S) |___|___| MÊS(ES) Campo 22 . 19-OCUPAÇÃO PRINCIPAL Campo 20 .Tempo de residência – Informar o tempo de residência do requerente no endereço fornecido para preenchimento do campo 20. 3 (três) meses. 35 . há necessidade de seu preenchimento com a ocupação principal declarada pelo requerente. 20-ENDEREÇO COMPLETO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_ _|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|___|__|__| Campo 21 .OCUPAÇÃO |__|__|__| Campo 19 . que é o tempo mínimo admitido pelo sistema. Ocupação – Informar o código referente à ocupação principal do requerente.Manual de Procedimentos Cartorários 17 – DATA DE NASCIMENTO 1 |___|___|___|___|___|___|___|___| 3 ALTERAÇÃO VALIDAÇÃO Campo 18 . 18-CÓD.Endereço completo – Informar o endereço completo do requerente.Ocupação principal – Se utilizado o sistema informatizado. no mínimo. No caso de preenchimento manual. conforme as hipóteses seguintes: Alistamento: o tempo de residência é irrelevante.Município – Informar o nome do município de residência do requerente.

Nome da mãe – Informar o nome da mãe do requerente. 36 . deverá ser anotada a expressão “NÃO CONSTA”.DDD/Telefone para contato – Informar o número de telefone para contato fornecido pelo requerente. deverá ser anotada a expressão “NÃO CONSTA”.Manual de Procedimentos Cartorários 22-MUNICÍPIO Campo 23 . 26-NOME DO PAI |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__| Campos 27 e 28 . no campo 28. INSCRIÇÃO E ASSINATURA DO SERVIDOR DO CARTÓRIO ELEITORAL ATESTO O CORRETO PREENCHIMENTO DO REQUERIMENTO E QUE O REQUERENTE COMPROVOU SUA IDENTIDADE 27 – INSCRIÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__| 28 – ASSINATURA |____________________________________________________________| Pág. Não é obrigatório o preenchimento deste campo. Se o documento não indicar o nome da mãe.Nome do pai – Informar o nome do pai do requerente.CEP – Informar o Código de Endereçamento Postal relativo ao endereço de residência do requerente. conforme conste do seu documento de identificação. 24-DDD/TELEFONE PARA CONTATO |__|__|__|__| |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 25 . deverá ser aposta sua assinatura.Inscrição e assinatura do servidor do cartório eleitoral – Esses campos identificam o servidor que preencheu o RAE. Se o documento não indicar o nome do pai. conforme conste do seu documento de identificação. 25-NOME DA MÃE |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__|__|__|__|__| Campo 26 . 23-CEP |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 24. Deverá ser anotado no campo 27 o número da inscrição eleitoral do servidor e.

a data de preenchimento do formulário RAE e aposta a assinatura do requerente ou sua impressão digital. data do requerimento e assinatura ou impressão digital do requerente – Deverá ser anotado o local. SOB AS PENAS DA LEI.444/85. 33. assinatura do Juiz Eleitoral e motivos do indeferimento – Estes campos são reservados ao Juiz Eleitoral. 30 e 31-Local. quando a inscrição poderá ser restabelecida nos moldes do Capítulo IV. § 2º): a) carteira de identidade/ passaporte/ certidão de nascimento ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal controladores do exercício profissional (Ex. DECLARO. 34 e 35-Deferimento. salvo no caso de comando equivocado do FASE. etc). art. destas Normas. Para o alistamento. data da decisão. 13. 5º. hipóteses: Deve ser consignada OPERAÇÃO 1 – ALISTAMENTO nas seguintes a) quando o alistando requerer inscrição pela primeira vez. e b) quando a única inscrição localizada no cadastro estiver cancelada por determinação de autoridade judiciária (FASE 450). CREA. 29 – LOCAL 30 – DATA DO REQUERIMENTO |___|___|___|___|___|___|___|___| 31 – ASSINATURA OU IMPRESSÃO DIGITAL DO REQUERENTE POLEGAR DIREITO Campos 32. 37 . o requerente apresentará um dos seguintes documentos do qual se infira a nacionalidade brasileira (Lei nº 7. OAB. PARA USO DO JUIZ ELEITORAL 32-DEFERIMENTO 33 – DATA DA DECISÃO 3 INDEFIRO 34 – ASSINATURA DO JUIZ ELEITORAL 1 DEFIRO 35 – MOTIVOS DO INDEFERIMENTO Seção III ALISTAMENTO 12. SEREM VERDADEIRAS AS INFORMAÇÕES PRESTADAS NESTE REQUERIMENTO. para requerentes do sexo masculino que a ele estejam obrigados (18 a 45 anos).Manual de Procedimentos Cartorários Campos 29. CRM. Parte II. b) certificado de quitação do serviço militar. Pág. Título II.

38 . no ano em que se realizarem eleições. Aos estrangeiros em geral é vedado o alistamento eleitoral.3.1. inclusive.Manual de Procedimentos Cartorários c) certidão de nascimento ou casamento. no campo NATURALIDADE. ter o requerente a idade mínima de 16 (dezesseis) anos e do qual constem. e a Portaria Ministerial que lhe confere a nacionalidade brasileira). 14. da Constituição Federal. Os cidadãos estrangeiros que comparecerem ao cartório eleitoral manifestando interesse na aquisição da nacionalidade brasileira deverão ser orientados a requerêla perante a Justiça Federal. 14. 14. É facultado o alistamento. d) instrumento público do qual se infira. Certificado de Dispensa de Incorporação. Os documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa são: Certificado de Reservista. Se o interessado não possuir quaisquer dos documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa. o país onde nasceu. 16. extraída do Registro Civil. nos termos do § 2º do art.2. Os documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar ou prestação alternativa deverão ser exigidos observando-se. 16.1. os seguintes requisitos: a) o alistando ter completado 18 anos por ocasião da formalização do Requerimento de Alistamento Eleitoral. a fim de regularizar sua situação. desde que efetue sua inscrição dentro do prazo estabelecido para o alistamento eleitoral. Certificado de Alistamento Militar – CAM (válido por dois anos).2. 14. Não poderão ser aceitos os seguintes documentos: certificado de eximido e certificado de recusa de prestação do serviço alternativo. Certificado de Prestação Alternativa ao Serviço Militar Obrigatório. como prova da nacionalidade brasileira por até dois anos após atingida a maioridade (concedido a estrangeiros que venham a residir no Brasil até a idade de cinco anos e. Os brasileiros naturalizados poderão alistar-se. 14.3. Certificado de Isenção Militar e Certificado de Isenção do Serviço Alternativo. 15. por direito. Certificado de Dispensa de Prestação do Serviço Alternativo. 16. 16. o requeiram ao Ministério da Justiça). b) apenas a partir do dia 1º de julho do ano em que o alistando completar 18 anos. os demais elementos necessários à sua qualificação. do menor que completar 16 (dezesseis) anos até a data do pleito. e c) até 31 de dezembro do ano em que o alistando completar 45 anos.O certificado provisório de naturalização serve para todos os efeitos (inclusive alistamento eleitoral). antes de atingida a maioridade. desde que apresentem cédula de identidade de modelo idêntico à do brasileiro (contendo. deverá ser orientado a procurar a Junta Militar mais próxima de sua residência. também. Pág. cumulativamente. com a finalidade de se verificar a data de sua expedição.

3. Os portugueses que não obtiverem a igualdade de direitos e obrigações civis e gozo de direitos políticos. ou expressão semelhante. 20. ou Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. 19. em qualquer tempo. Divisão de Nacionalidade e Naturalização do Ministério da Justiça (veja sítio do Ministério da Justiça na Internet www. assinada por ele ou por procurador com poderes especiais. Não poderá alistar-se quem portar Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro.2. terão o mesmo tratamento que os estrangeiros em geral. inciso I. nesses casos. 20. o alistamento poderá ser feito com a apresentação da certidão de nascimento devidamente transcrita. 12. bastando apresentar. da Constituição Federal). certidão de nascimento devidamente transcrita. inciso I. poderão alistar-se como eleitores.1. ao requerer o alistamento eleitoral. do qual conste a homologação da opção pela nacionalidade brasileira por Juiz Federal. devendo ser orientado. se quiser optar pela nacionalidade brasileira. 20.Manual de Procedimentos Cartorários 17. pela nacionalidade brasileira (art. 20. desde que assistidos por seu representante legal. dispensada a apresentação de documento de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa. Comparecendo ao cartório cidadão português interessado em adquirir a igualdade de direitos e obrigações civis e gozo de direitos políticos no Brasil.br/estrangeiros ). de pai brasileiro ou de mãe brasileira. Pág. letra “c”. não necessitam fazer a opção de nacionalidade brasileira. anteriormente a 07 de junho de 1. nos termos do Decreto nº 3. que tenham sido registrados em repartição competente (Consulado). 109. Pessoas nascidas no estrangeiro. A outorga a brasileiros do gozo dos direitos políticos em Portugal.mj. ao Departamento de Estrangeiros. deverá ser orientado a dirigir petição. sendo que menores de 18 e maiores de 16 anos – relativamente incapazes. letra “b” da Constituição Federal). para requerer o alistamento eleitoral. da Constituição Federal). 12. Pessoas nascidas no estrangeiro. importará suspensão desses mesmos direitos no Brasil. ou Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. inciso X. a requerer a homologação da opção perante a Justiça Federal (art. sendo deles exigida a apresentação da Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. ou da cédula de identidade de modelo idêntico à do brasileiro.927/2001. 39 . Portaria Ministerial. (art.815/80 e 6. 18.1. de pai brasileiro ou de mãe brasileira a serviço da República Federativa do Brasil. (Leis 6. em decorrência do mesmo dispositivo constitucional. em que conste expressão “pendência de opção”. não necessitam fazer a opção pela nacionalidade brasileira. Os brasileiros natos. previstos no Estatuto da Igualdade. deverão apresentar. que regulamentou o Estatuto da Igualdade. podem requerer a opção. que venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. Certidão de Registro de Opção de Nacionalidade.964) 18. devidamente comunicada ao Tribunal Superior Eleitoral.gov. Os portugueses que obtiverem a igualdade de direitos e obrigações civis e o gozo de direitos políticos.994 (Emenda Constitucional de Revisão nº 03).

nos termos da Resolução TSE nº 21. O brasileiro que não se alistar até os 19 (dezenove) anos ou o naturalizado que não se alistar até 1 (um) ano depois de adquirir a nacionalidade brasileira incorrerão em multa imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada no ato da inscrição. São aplicáveis aos indígenas integrados. O eleitor que não possua moradia ou residência fixas. do Código Eleitoral. inclusive de comprovação de quitação do serviço militar ou de cumprimento de prestação alternativa.1. (Res. as exigências impostas para o alistamento eleitoral. a qualquer tempo. 8º do Código Eleitoral ao analfabeto que deixar tal condição.2. 22. sendo obrigatória para o Poder Judiciário a fiscalização do cumprimento das obrigações militares (Lei nº 4. Não se aplicará multa ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar 19 (dezenove) anos (art. integrados ou não. do Decreto nº 57. PERANTE A JUNTA DE SERVIÇO Pág. reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis. desde que observados o transcurso de. pelo menos. devendo ser orientado no sentido de que. parágrafo único. a deficiência referida. bem assim a declaração de residência. ► OS ALISTANDOS COM MAIS DE 45 ANOS. deverá fazer o alistamento no domicílio em que se encontrar. Observações: ► a obrigação para com o serviço militar tem início no dia 1º de janeiro do ano em que o brasileiro completar 18 anos. TSE nº 20. A declaração formal da condição de integrado ou não integrado. sendo observada a facultatividade quanto aos analfabetos. ► os brasileiros naturalizados e os que firmarem termo de opção pela nacionalidade brasileira são obrigados a prestar serviço militar a partir do trigésimo dia contado da data em que receberam o certificado de naturalização (art. mudando de residência. aos maiores de 70 anos e aos menores de 18 e maiores de 16 anos. 22.654/66). serão fornecidas pelo órgão de assistência aos indígenas.Manual de Procedimentos Cartorários 21. do sexo masculino.3 Não se aplicará multa prevista no art. DEVERÃO SOLICITAR. 21. 21.375/84 ). nos termos da legislação especial (Estatuto do Índio). desde que comprove. um ano do alistamento ou da última transferência e residência mínima de 3 meses no novo domicílio. Também não se aplicará a multa ao alistando portador de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento de suas obrigações eleitorais. 91 da Lei nº 9.920/2004. 41.2. estão obrigados ao alistamento eleitoral e ao voto. NÃO POSSUINDO COMPROVANTE DE QUITAÇÃO OU DISPENSA DO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO. Os indígenas.806) 22. deverá promover a transferência do domicílio eleitoral. 8º do Código Eleitoral c/c art.1. situada a nova moradia em outro município. encerrando-se em 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos. a teor do disposto no artigo 42. 40 . 21. §1º.504/97). 23.

26. 170. deverá ser preenchido. responsável pelo cadastro de eleitores residentes no exterior. Av. através dos telefones: (61) – 3348-9416 e 3348-9441. será fornecido exclusivamente pela Zona Eleitoral do Exterior/ZZ. DECRETO Nº 57. no verso do documento (ex. o formulário RAE de alistamento – operação 1. localizado à SEPN 510. Campo 04 do RAE. 26. 28. primeiramente. 27. residente no exterior e em trânsito no Brasil. O eleitor deverá ser informado que o processamento do título. Os dados constantes do formulário RAE. Para o alistamento eleitoral de eleitor brasileiro residente no exterior serão exigidos os mesmos documentos constantes do item 16 desta Seção. à exceção dos campos privativos do cartório e do local de votação. CEP 70750-522– Brasília/DF. sendo que para este último campo deverá ser anotado no verso. para eventual contato pela Zona Eleitoral do Exterior/ZZ. 25.1. Ao atender o brasileiro não alistado.4. que desejar regularizar a sua situação. para anexar posteriormente ao RAE. ATESTADO DE NÃO-OBRIGATORIEDADE DO SERVIÇO MILITAR (ART.Manual de Procedimentos Cartorários MILITAR. Pág. 41 . lote 07. o endereço eletrônico (e-mail) do eleitor. devem ser idênticos aos dos documentos apresentados e deverá ser encaminhado à Corregedoria Regional Eleitoral. O brasileiro.3 Deverá ainda ser anotado no verso do RAE. poderá levar mais de 90 dias. O servidor do cartório deverá. Não serão aceitos os antigos Formulários de Solicitação de Serviços Eleitorais.2. residente no exterior e em trânsito no Brasil. deverá fazê-lo em qualquer Cartório Eleitoral do país. que o enviará ao Cartório Eleitoral do Exterior/ZZ. conforme determinação do Juízo da Zona Eleitoral do Exterior. RESIDENTE NO EXTERIOR E EM TRÂNSITO NO BRASIL 24.654/66) SUBSEÇÃO I ATENDIMENTO DE ELEITOR BRASILEIRO. localizada no Distrito Federal. Consulado Brasileiro em Miami). com todas as informações necessárias. fazer as consultas no sistema ELO: Consulta eleitor e Consulta Perda/Suspensão dos Direitos Políticos. 29. conforme relação disponibilizada na Intranet /Cartórios /Instruções às ZE’s / “Locais de Votação no Exterior”. 26. dado ao trâmite da documentação: Cartório -> CRE -> CRE/DF -> CE/ZZ -> Embaixada/Consulado. Deverá ser aposto o local de votação que o requerente deseja votar no exterior.: Embaixada do Brasil em Pretória. 26. O número da inscrição eleitoral. 26. e ainda. W3 Norte. MANUALMENTE e sem rasuras. o nome/telefone/e-mail e endereço de parente ou de pessoa amiga residente e domiciliada no Brasil. Campo 09 do RAE.

É vedada a transferência de inscrição envolvida em coincidência.cancelamento automático pelo sistema . que deverá ser anotado no RAE e. 32. pelos telefones (61) 3348-9441. deverão ser orientados a consultar o site do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (www. possibilitar a expedição da certidão. Existindo mais de uma inscrição cancelada para o eleitor no cadastro. que funciona como órgão alistador e encaminhar a documentação à Diretoria de Serviço Militar através do Ministério das Relações Exteriores.br -> Serviços no exterior) ou solicitar o serviço através do e-mail exteriorbrasil@tre-df. 035 – cancelamento – ausência às urnas por 3 eleições consecutivas e 469 – cancelamento . O eleitor residente fora do país que desejar certidão de quitação eleitoral. 3348-9443. cancelada automaticamente pelo sistema quando envolver situação de perda e Pág. 31. 32. Seção IV TRANSFERÊNCIA 32. solicitando quaisquer outros serviços da Justiça Eleitoral. poderá declarar que permanecerá em definitivo no exterior e requerer o Certificado de Dispensa de Incorporação.br. 3348-9444. Deve ser consignada OPERAÇÃO 3 – TRANSFERÊNCIA sempre que o eleitor desejar alterar seu domicílio eleitoral (município) e for encontrado em seu nome número de inscrição em qualquer zona. ► o brasileiro residente no exterior que não tiver se alistado até os 30 anos. para que seja fornecido um número de inscrição.gov. a transferência daquela: I – II – que tenha sido utilizada para o exercício do voto no último pleito. 42 .2. 3348-9446 e 3348-9447. suspensa.Manual de Procedimentos Cartorários 29. Será admitida transferência de inscrição cancelada pelos códigos FASE 019 – cancelamento . o qual deve ser regularmente aceito pelo Justiça Eleitoral. não liberada.duplicidade ou pluralidade (motivo-forma 3). Os eleitores residentes no exterior que procurarem o cartório eleitoral. 3348-9445.3. 33489442. 30. assim. que seja a mais antiga. desde que comprovada a inexistência de outra inscrição liberada.1 No caso do eleitor ter alterado o nome em virtude de casamento ou outro motivo. deverá apresentar cópia de documento comprobatório da alteração.tre-df. deverá ser promovida. regular ou suspensa para o eleitor. unidade da Federação ou país. pessoalmente ou por intermédio de seus familiares. deverá ser contatada a Zona Eleitoral do Exterior/ ZZ. município. preferencialmente.gov. 32.revisão de eleitorado. 027 .1.falecimento. Observações: ► os brasileiros residentes no exterior devem dirigir-se ao Consulado ou outra repartição diplomática brasileira.

996. A multa pelo não exercício do voto e pelo não atendimento à convocação para os trabalhos eleitorais será arbitrada no valor máximo legal. salvo se o eleitor quiser aguardar informação relativa ao valor arbitrado pelo Juízo da inscrição. pelo próprio eleitor (Lei nº 6. ainda que dentro da mesma zona. Essa situação deve ser assinalada no campo ex-officio do formulário RAE. 36. da carência de recursos. autárquico. art. que poderá ser dispensado do recolhimento da multa. militar. declarada. A OPERAÇÃO 3 – TRANSFERÊNCIA poderá ser realizada em conjunto ou não com eventual retificação de dados.996/82. d) prova de quitação com a Justiça Eleitoral. 35. devendo. c) do exterior para o Brasil. Ao requerer a transferência ao Juiz do novo domicílio. o Juiz arbitrará a multa a ser paga. 36. dentro do mesmo Estado. art. 1 (um) ano do alistamento ou da última transferência. por motivo de remoção ou transferência (Lei nº 6. d) do Brasil para o exterior (sob responsabilidade da Zona Eleitoral do Exterior). sob as penas da lei. dentro do país.2 No arbitramento da multa será observado o disposto no artigo 367 do Código Eleitoral. c) residência mínima de 3 (três) meses no novo domicílio. ou membro de sua família. e) de uma zona do exterior para outra também do exterior (sob responsabilidade da Zona Eleitoral do Exterior). b) transcurso de. para tanto. pelo menos. Verificada a existência de débitos com a Justiça Eleitoral.4. o eleitor entregará o título ao cartório. 34. b) de um Estado para outro. 8º).1.1. diante da comprovação. ser analisada a capacidade econômica do eleitor. O disposto nas letras “b” e “c” não se aplica à transferência de título eleitoral de servidor público civil. 32. na forma da lei. 43 . A transferência do eleitor só será admitida se satisfeitas as seguintes exigências: a) recebimento do pedido no cartório eleitoral do novo domicílio no prazo estabelecido pela legislação vigente. Pág. cancelada por perda de direitos políticos (FASE 329) e por decisão de autoridade judiciária (FASE 450). e) apresentação de documento de identidade. 8º.Manual de Procedimentos Cartorários suspensão de direitos políticos (FASE 027. A transferência pode ocorrer nas seguintes hipóteses: a) de um município para outro. 33. 34. motivo/forma 1 ou 2). 36. parágrafo único).

Deve ser consignada OPERAÇÃO 5 – REVISÃO nas seguintes situações: I– quando o eleitor necessitar alterar local de votação no mesmo município.4. desde que comprovada a inexistência de outra inscrição liberada. não liberada.5. 39. é necessário apresentar os mesmos documentos de domicílio exigidos na revisão do eleitorado.7. 39. a data de emissão do novo título será a do preenchimento do formulário RAE.2. 38.3 Na hipótese de multa aplicada com base na Lei nº 9.504/97.falecimento. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. 39. o formulário RAE deverá ser preenchido e encaminhado ao Juízo da inscrição. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. 39. Caso o eleitor não esteja quite. 44 . situação de inscrição cancelada pelos códigos FASE 019 – cancelamento .1.Manual de Procedimentos Cartorários 36. Seção V REVISÃO 39. regular ou suspensa para o eleitor.3.revisão de eleitorado. Somente será deferida revisão ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral.duplicidade ou pluralidade (motivoforma 3). estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. 027 cancelamento automático pelo sistema . 39. deverá ser obrigatoriamente consultado o juízo de origem. por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral. Quando o eleitor cancelado estiver em trânsito em zona diversa da de sua inscrição e necessitar de certidão de quitação. 035 – cancelamento – ausência às urnas por 3 eleições consecutivas e 469 – cancelamento . sem alteração do município. 39. 39. deverá apresentar justificativa ou pagar multa. Na hipótese de revisão. ainda que haja mudança de zona eleitoral. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. 37. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. II – para retificar dados pessoais ou III – para regularizar. com a documentação pertinente ao exame da situação – comprovante de recolhimento Pág.6. Para a revisão (operação 5) com a regularização de inscrição cancelada pelo código FASE 469 cancelamento – revisão de eleitorado.

40. 45 . não processado.5. destas Normas. Na hipótese de 2ª via. Parte II. Título II. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. 40. se não for possível. Seção VII CONFERÊNCIA DA DIGITAÇÃO / EMISSÃO E ARQUIVO DE RELATÓRIOS 41. RAE. Deve ser consignada OPERAÇÃO 7 – 2ª VIA quando o eleitor estiver em situação regular e desejar apenas a 2ª via do seu título eleitoral. entre outros. 40.1. sem nenhuma alteração. 43. devendo o eleitor ser orientado a retirar o seu título na zona eleitoral de sua inscrição. deverá apresentar justificativa ou pagar multa. declaração de pobreza. Diariamente o cartório deverá acessar o menu Ajuste/Banco de Erros/Consulta. Seção VI SEGUNDA VIA 40. deverá comparecer na zona da inscrição para requerer transferência. caso tenha mudado do município.4. 39.7. uma vez que não se trata de campo obrigatório. o campo 20 poderá ser deixado em branco. cópia de documento pessoal do eleitor. deverão ser observadas as instruções técnicas fornecidas pela Secretaria de Tecnologia da Informação. para sua regularização nos termos do Capítulo V. 40. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. a data de emissão do título será a do preenchimento do 40. proceder-se-á à imediata conferência com os dados constantes do espelho da consulta ao cadastro e dos documentos apresentados pelo eleitor. Caso o eleitor não esteja quite. Para o fechamento e envio de lotes para processamento. Digitados os campos obrigatórios do RAE.Manual de Procedimentos Cartorários de multas.3. no campo 20 do formulário deverá ser informado o endereço do requerente no município relativo à inscrição cancelada. Somente será deferida 2ª via ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral. 42. Pág.8. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. No caso de preenchimento de RAE de revisão em conformidade com o subitem 21.2. portanto. para verificar se algum RAE encaminhado para processamento foi incluído em Banco de Erros e.

revisão dentro da zona ou 2ª via). repetindo a mesma operação no título. e informações e documentação apresentadas pelo eleitor ou alistando.3 No Protocolo de Entrega de Título Eleitoral – PETE. O título eleitoral deverá ser entregue ao eleitor. no espaço próprio constante do canhoto. (Proc. o servidor deverá consignar o número de sua inscrição eleitoral e sua assinatura. o RAE deverá ser preenchido manualmente ou no ambiente off line do sistema ELO. ser adotado um controle. em qualquer operação (alistamento. juntamente com o RAE. Nas proximidades do final de alistamento. no PETE e no título de eleitor (Ex. pessoalmente. vedada a interferência de pessoas estranhas à Justiça Eleitoral. nº 19.538/PA) 45.4 Efetuada a entrega do título. na sede do cartório ou no posto de alistamento. nos espaços destinados à assinatura dos aludidos documentos. examinará o servidor se. O descarte dos títulos eleitorais inutilizados deve ser efetuado com prévia autorização da Corregedoria Regional eleitoral. 45. colherá a assinatura ou a impressão digital do polegar do eleitor. Pág. a inclusão da expressão “IMPOSSIBILITADO DE ASSINAR”. 46 . se não souber assinar. 45.2 Para o alistando portador de necessidades especiais cuja deficiência impossibilite a aposição de sua assinatura no RAE. mediante dados constantes nos arquivos do cartório (exemplos: transferência dentro da zona com alteração de município. Seção IX FINAL DE ALISTAMENTO 48. em prazo a ser fixado pelo Juiz Eleitoral. 45. Adm. Em seguida. Comprovada sua identidade. transferência. A expedição de título eleitoral prova a quitação do eleitor com a Justiça Eleitoral até a data da sua emissão.: privação dos membros superiores e vítima de AVC) desejando exercer seu direito de voto. para tanto. 46. 46.1 Na entrega do título. revisão ou 2ª via).Manual de Procedimentos Cartorários Seção VIII TÍTULO ELEITORAL 44. no canhoto correspondente. existe algum dado pessoal a completar ou a corrigir. além da data da entrega do título. 47. A data da emissão do título eleitoral será sempre a do preenchimento do formulário RAE. 45. proceder-se-á ao arquivamento do canhoto (PETE). o servidor da Justiça Eleitoral verificará a identidade do eleitor. mantendo-se os registros competentes arquivados em cartório. que deverá ser orientado a retornar ao cartório. na impossibilidade de acessar o cadastro.1 O descarte deve ser procedido por meio de fragmentação devendo. deverá o Cartório Eleitoral providenciar. por servidor da Justiça Eleitoral. com a finalidade de confirmar a operação requerida e retirar o protocolo ou o título eleitoral nos casos de utilização do ambiente on line do sistema ELO. antes de efetuar a entrega do título.

certidão que comprove sua quitação com a Justiça Eleitoral.1. se houver o indeferimento do RAE.1. o cartório consultará o cadastro com a finalidade de verificar a regularidade da operação. Somente os RAEs indeferidos e cujo prazo para apresentação de recurso tiver transcorrido sem manifestação do interessado. 50. A multa do art. poderão deixar de ser digitados e enviados para processamento. nos casos em que incidir. § 5º. não poderá exercer o direito do voto. o RAE deverá ser indeferido e excluído do lote. 8º do Código Eleitoral será cobrada uma única vez. com o conseqüente comando do FASE 450 após a reabertura do cadastro e a oportuna anotação do cancelamento da inscrição nos cadernos de folhas de votação. caso já tenha sido digitado. os lotes de RAEs deverão ser fechados e enviados para processamento. nos dias em que não houver atendimento na rede bancária e casas lotéricas ou nos últimos dias do alistamento.2. Ao atender eleitores ou pessoas não alistadas em débito com a Justiça Eleitoral. 51.3. caso já tenha sido digitado. Nesse prazo. Nenhum RAE deverá ser transmitido para processamento sem a prévia consulta ao cadastro e rigorosa conferência da digitação. da Resolução TSE nº 21. o cartório preencherá o RAE e entregará a guia de recolhimento de multa ao eleitor ou alistando. Os RAEs recebidos nos últimos dias do final de alistamento. Após os procedimentos descritos no item anterior.1. Após a realização da diligência ou decurso do prazo para o eleitor comparecer ao cartório.1. em procedimento próprio. para comprovar o pagamento e retirar o protocolo ou o título. Nenhum requerimento de inscrição. que será orientado a retornar ao cartório. 50. 48. 48. 49. o Juízo deverá determinar. Seção X SUSPENSÃO DO ALISTAMENTO 51. não havendo interposição de recurso.1. cujo RAE foi indeferido.538/2003 e. desde que haja o pagamento da multa prevista no art.Manual de Procedimentos Cartorários 48. 51.2. o cancelamento da inscrição. o RAE deverá ser indeferido e excluído do lote. antes do término do prazo de envio para processamento. o cartório fornecerá às pessoas que não possuem inscrição eleitoral. caso a consulta aponte a impossibilidade do processamento da operação. nos termos do artigo 18. quando o movimento for intenso. 50. e que na proximidade do término do prazo de envio para processamento estiverem pendentes de diligências ou aguardando o comparecimento do eleitor em cartório para fornecimento de documentos. se o eleitor não retornar ao cartório para comprovação do recolhimento da multa no prazo fixado. Nesse período. transferência ou revisão será recebido dentro dos cento e cinqüenta dias anteriores à data do pleito. no prazo a ser fixado pelo Juiz Eleitoral. advertindo o senhor Presidente da respectiva seção eleitoral de que o referido eleitor. 47 . deverão ser digitados e encaminhados para processamento até o último dia do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral. deverá ser publicado o edital de indeferimento. 8º do Código Eleitoral (alistamento tardio). Pág.

observado o subitem 38. devem ser cobrados os débitos constantes do cadastro (FASEs 094. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento) fornecendo-se certidão circunstanciada (Anexo I). fornecendo-se certidão circunstanciada (Anexo I). 52. motivo/forma 2.5 acima. ou ser fornecida a dispensa do recolhimento das multas. ou cópia da certidão circunstanciada fornecida. se for o caso. deverá providenciar os meios destinados a facilitar-lhes a obtenção dos serviços prestados pela zona eleitoral. podendo ser fornecida a certidão de quitação de imediato. Os requerimentos de 2ª via poderão ser recebidos até 10 (dez) dias antes da data do pleito. 52.2. (exceto na hipótese do FASE 264. sendo que esta última poderá ser descartada após o retorno do eleitor ao cartório. deverão efetuar o pagamento dos débitos constantes do cadastro (FASEs 094. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento) e formalizar o requerimento de regularização de inscrição. se for o caso (exceto na hipótese do FASE 264. Seção XI SEÇÕES ESPECIAIS E PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS 55. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. 264 e 442 ATIVOS). 52. em ordem alfabética. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. Os eleitores com inscrição cancelada em virtude de comando CORRETO do código FASE 450. 52. mediante prévio recolhimento de multa. se houver. 264 e 442 ATIVOS). se for o caso (exceto na hipótese do FASE 264 motivo/forma 2. O cartório eleitoral que não dispuser de instalações adaptadas para o acesso de eleitores portadores de deficiência física. com valor de quitação eleitoral. Visando ao controle das multas recolhidas no período de suspensão do alistamento. que necessitem de prova de quitação. também em ordem alfabética.3. que procurarem o cartório no período de suspensão do alistamento.1. motivo/forma 2. relativas aos eleitores que obtiveram certidão circunstanciada. 52. que procurarem o cartório no período de suspensão do alistamento. Nesses casos.4. Parte II (FASE 361). deverá ser fornecida certidão de quitação eleitoral. nos moldes do Capítulo IV. se for o caso. 48 . ou a eles deverá ser concedida a isenção do pagamento da multa. 54. como requerimentos de Pág.Manual de Procedimentos Cartorários 52. devendo retornar ao cartório após a reabertura do cadastro para requerer nova inscrição. Título II. 53. 450 e 469. ou concessão de isenção do pagamento. deverão efetuar o pagamento dos débitos constantes do cadastro (FASEs 094. Aos eleitores com situação regular no cadastro. bem assim os débitos referentes aos turnos posteriores ao cancelamento. Os eleitores com inscrição cancelada em virtude de comando EQUIVOCADO dos códigos FASE 019. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento). o cartório arquivará sua via da guia de multa separadamente. com valor de quitação eleitoral. ou ser fornecida a dispensa do recolhimento das multas.5. 264 e 442 ATIVOS) e os turnos posteriores ao cancelamento. Os eleitores com inscrição cancelada deverão aguardar a reabertura do cadastro para solicitar transferência (operação 3) ou revisão (operação 5).

Pág. bem assim cada um dos municípios por ela abrangidos. 61. 57. 56. a seção especial deverá ser instalada com eleitores não portadores de deficiência física. operação 3 – Transferência ou operação 5 – Revisão com alteração do local de votação devem ser direcionados. Os portadores de deficiência que requererem operação 1 – Alistamento. salvo se inexistentes no local de votação escolhido ou se assim não o desejarem. aqueles que comparecerem ao cartório para solicitar outros serviços deverão ser informados da existência de seção especial e orientados a solicitar a alteração do local de votação.1. O cartório eleitoral.2. se inexistentes eleitores com deficiência física ou se em quantidade inferior a 50 (número mínimo para a instalação de seção). preferencialmente. caso alguma irregularidade seja detectada. Por ocasião da criação da seção especial. 56. sendo que estas campanhas deverão destinar-se ao atendimento ao público em geral. deverão possuir pelo menos uma seção formalmente instalada como seção especial para deficientes físicos. deslocando servidores até a entrada do prédio do cartório eleitoral ou promovendo campanhas de alistamento eleitoral em locais públicos que possuam as instalações adequadas.Manual de Procedimentos Cartorários alistamento eleitoral. o Juiz Eleitoral deverá designar uma das seções já existentes para também funcionar como seção especial. 59. Cada zona eleitoral. Nas zonas eleitorais ou nos municípios onde não for possível a criação de seção unicamente para esse fim. As zonas eleitorais deverão realizar estatística dos eleitores deficientes físicos. antes da escolha do local em que será instalada seção especial e quando da proximidade das eleições. visuais e outros. visando a coletar informações que possibilitem sejam providenciados locais adequados para o voto daqueles eleitores. As seções especiais para deficientes físicos devem estar instaladas em local de fácil acesso. com a indicação do nome e número da inscrição eleitoral e do tipo de deficiência de eleitores nessas condições por seção eleitoral. 57. inclusive sanitárias. 56. caso assim desejarem. certidões de quitação eleitoral e outros. deverá promover rigorosa vistoria. Os servidores designados para auxiliar os trabalhos da votação em prédios que tenham seção especial devem ser orientados a tomar as providências necessárias para possibilitar o exercício do voto pelos eleitores portadores de deficiência física. 62. verificando se o local permite o acesso dos eleitores portadores de deficiência física. tomando as medidas cabíveis para assegurar o acesso. 58. desde que contemple instalações adequadas ao atendimento dos eleitores portadores de deficiência física. reservando vagas para esses eleitores. A zona eleitoral deverá providenciar ampla divulgação da existência da seção eleitoral especial.1. 49 . com estacionamento próximo e instalações. adequadas àqueles eleitores. A facilidade de acesso refere-se tanto ao prédio destinado ao local de votação quanto à sala onde está instalada a seção especial. 60. ainda que todas as seções eleitorais da zona sejam de fácil acesso e mesmo que inexistam eleitores portadores de deficiência física. para seções especiais.

então.3.2. ser comandado o FASE 396. posteriormente ao seu processamento. acompanhado de documentação comprobatória daquela deficiência.1.1. Aos portadores de deficiência que torne impossível ou extremamente oneroso o alistamento e o exercício do voto.2. Se o interessado possuir inscrição cancelada. em ordem alfabética. Pertencendo ou não o eleitor portador de deficiência à seção especial. 63. não abrangendo as demais obrigações e respectivas sanções previstas no Código Eleitoral e em leis conexas.1. motivo/forma 1 e 2. 50 . 63. 62. exceto nos casos que envolvam situações de perda e suspensão de direitos políticos (Códigos FASE 329 e 027. Se a inscrição estiver cancelada pelos códigos FASE 329 ou 027/1. a inscrição ser regularizada por meio do comando do FASE 370. O disposto neste item alcança as obrigações relativas ao alistamento. da documentação que comprove haver cessado os motivos ensejadores da perda dos direitos políticos.3. conforme o caso. o alistamento eleitoral do seu beneficiário. 63. para viabilizar o comando do FASE 396/4. o que não impede. quando solicitadas formalmente. restabelecimento. no momento do preenchimento do RAE ou após o processamento da operação. e 540 em situação ATIVO. ao exercício do voto e aos trabalhos eleitorais. motivo/forma 1 e 2). devem ser arquivados em pasta classificadora. 337. a certidão de quitação somente poderá ser fornecida se comprovar a cessação dos motivos ensejadores da suspensão. consideradas para tanto. deverão ser anotados seu nome. mediante apresentação de requerimento do interessado ou de seu representante legal.1. a qualquer tempo. Se o interessado possuir inscrição suspensa ou cancelada pelo FASE 027/2. ainda.1. somente poderá ser concedida a certidão de quitação eleitoral por tempo indeterminado após apreciação. devendo. Pág. A certidão de quitação com prazo indeterminado somente poderá ser fornecida se não houver no histórico da inscrição registros de códigos FASE 230. Os eleitores portadores de deficiência que desejarem votar nas seções especiais deverão solicitar transferência para aquelas seções até 151 dias antes das eleições. 027. 63. que não estará sujeito à multa prevista no artigo 8º do Código Eleitoral (alistamento tardio). com prazo de validade indeterminado. após. As informações constantes da estatística devem ser mantidas atualizadas e deverão ser fornecidas. visando a facilitar consultas futuras. O requerimento e os documentos comprobatórios da deficiência devem ser submetidos à apreciação do Juiz Eleitoral e. a inscrição deverá ser regularizada por meio de operações de transferência ou revisão ou. 62. para os fins da estatística prevista no item 47. a certidão de quitação por tempo indeterminado poderá ser concedida. 63. e. 63. 63. no entanto.4 A certidão de quitação eleitoral com prazo de validade indeterminado poderá ser fornecida também para pessoas não inscritas como eleitoras. poderá ser expedida certidão de quitação eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários 62. pela Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral.5. 63.3. número da inscrição e da seção eleitoral. 329. 264. inclusive sua situação sócioeconômica e condição de acesso ao local de votação ou ao cartório eleitoral.

sendo que a inscrição será incluída no caderno de folhas de votação. O FASE 396. não obsta o exercício do voto. faz com que eventuais registros de FASE 094 e 442 permaneçam INATIVOS. a exemplo de inscrição que já possua um FASE 396. 2 – deficiência de locomoção. 2 e 3. 64. 51 . O comando do FASE 396.Manual de Procedimentos Cartorários 64.4.2. a inscrição deve estar regular ou liberada. com qualquer motivo/forma. devendo o eleitor votar normalmente e. 64. O comando do FASE 396. 2 ou 3 em seu histórico e necessite do comando do FASE 396. Poderá ser comandado mais de um FASE 396 para o mesmo eleitor. indicando o motivo/forma 1 – deficiência visual. para o comando do FASE 396. motivo/forma 1. 64. 3 – outros ou 4 – Dificuldade para o exercício do voto. deverá justificar a cada eleição. motivo/forma 1. comandando o cartório o FASE 167 para cada turno a que tiver faltado.1.3. em caso de não exercício do voto. NÃO inativa eventuais registros de códigos FASE 094 e 442 da inscrição. motivo/forma 4. O cartório deverá comandar o FASE 396 – Portador de deficiência para os eleitores portadores de necessidades especiais atendidos na zona eleitoral. motivo/forma 4. sendo que. 64. Pág.

digitei e conferi. que o(a) eleitor(a) __________________________________________________________. Estado de _________________. Certifico. na forma da lei etc. ___ de _______________ de ____. que referido eleitor está quite com a Justiça Eleitoral. 52 . tendo comparecido a esta zona eleitoral nesta data para regularizar sua situação. Eu. nascido(a) em ____/____/________. (município). teve sua inscrição eleitoral nº _________________. Este documento não contém emendas nem rasuras. da Seção nº ______.504/97. NADA MAIS.____. Chefe de Cartório Eleitoral da ______ª Zona Eleitoral do Estado do _________. ________. sendo esta certidão válida até o dia ___/___/ 200_(data provável da reabertura do cadastro).. CERTIFICA. na cidade de ________________. ainda. a regularização da situação somente poderá ser procedida a partir do mês de novembro de ____. em virtude do disposto no artigo 91 da Lei 9. nº_____ . cancelada. _______________________ (nome do Chefe do Cartório Eleitoral). O referido é verdade e dá fé. em face dos assentamentos existentes em Cartório e mediante consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores. da ______ª ZE ____________________ . subscrevo. Chefe de Cartório Eleitoral. até a conclusão dos trabalhos de apuração.Centro . R. sendo que. Eu. que suspende o alistamento eleitoral dentro dos 150 (cento e cinqüenta) dias anteriores ao pleito._______/___ CEP:_______-____ Fones: _________e_________(Fonte: Arial 8) Pág._______ CERTIDÃO CIRCUNSTANCIADA / QUITAÇÃO ELEITORAL / INSCRIÇÃO CANCELADA ____________________________________. __________________ (nome do servidor). filho(a) de _______________________________________ e de _________________________________________________________.Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL .

o Formulário de Atualização da Situação do Eleitor . é preferível aguardar o seu restabelecimento a utilizar o ambiente off line. diariamente. 1.FASE. somente para eleitores da própria zona. como documento de entrada de dados em computador.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo II ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR (FASE) Seção I FORMULÁRIO DE ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR . uma vez que os registros se refletem instantaneamente no Cadastro. consignando-se o código e a data da emissão. O cartório deverá realizar rigorosa conferência da digitação dos códigos FASE. Fica dispensado o preenchimento do formulário FASE. além de evitar qualquer ocorrência na crítica do FASE. Pág. sempre que possível. 5. 264.1. para as justificativas recebidas no dia do pleito e não processadas nas urnas eletrônicas). este poderá ocorrer em prazo não superior a uma semana. Os lotes de FASE deverão ser fechados. ser digitados no modo individual do ambiente on line.2. conforme o caso. 3. 5.1. preferencialmente. se for o caso. 4. Mesmo que haja problemas de conexão com o TSE. Caso o movimento não justifique o fechamento diário. Os FASEs deverão. com exceção dos códigos FASE 078. 5. mediante comprovação documental da situação que se deseja registrar. salvo recomendação em sentido diverso da Corregedoria Regional Eleitoral. Deverá ser certificado seu comando no processo respectivo. quando o registro de informações no histórico da inscrição for promovido diretamente no sistema ELO. 2. Para registro da situação do eleitor no cadastro. 53 . devendo o cartório arquivar em pasta própria os documentos que originaram o registro da informação. comparando os dados do eleitor com aqueles apresentados na tela de digitação ou no relatório de FASE digitado. utilizarse-á. em meio magnético.FASE 1. com o respectivo envio para processamento. O cartório comandará o FASE. 272 (zonas do mesmo município da inscrição) e 167 (somente no prazo de 90 dias contados do dia da eleição.

54 . Seção II PREENCHIMENTO DO FASE 7.3. PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA ELEITORAL FORMULÁRIO DE ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR FASE 01 Campo 02-UF – (Preenchimento obrigatório) Indicar a Unidade da Federação onde se localiza o cartório eleitoral. 04 – NÚMERO DE INSCRIÇÃO |___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|__ Pág. ao processamento eletrônico do FASE. ou de acordo com o fluxo de remessa dos lotes de FASE (vide item anterior). o cartório deverá acessar o relatório de crítica de FASE. O preenchimento dos campos do FASE deve obedecer às seguintes determinações: Campo 01 . 03-ZONA ELEITORAL |__|__|__|__| Campo 04-Número de inscrição – (Preenchimento obrigatório) Este campo deve ser preenchido com o número da inscrição do eleitor. 02-UF |__|__| Campo 03-Zona Eleitoral – (Preenchimento obrigatório) Informar o número da Zona Eleitoral. exclusivamente.Não deve ser preenchido pois serve. 6. Após o fechamento do lote de FASE e quando o lote estiver na situação “Processado OK”.Manual de Procedimentos Cartorários 5. deverá ser acessado o relatório de FASE atualizado. confrontando os dados da ocorrência com aqueles constantes no Cadastro Nacional de Eleitores e no documento ensejador do comando do FASE. através do menu Relatório/Processamento/Crítica do FASE. adotando as providências pertinentes para a regularização da situação do eleitor. e proceder à análise de cada caso nele incluído. para conferência e controle. Diariamente.

07-MOTIVO/ FORMA |__| Campo 08-Data de Ocorrência da Situação – (Preenchimento Obrigatório) Indicar a data em que ocorreu a situação que está sendo informada. Deve ser preenchido com o nome completo do eleitor. em caso de rejeição do FASE pelo computador.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 05-Nome do Eleitor – Este campo serve para facilitar a localização do registro do eleitor no cadastro. 05-NOME DO ELEITOR Campo 06-Código Situação – (Preenchimento obrigatório) Após identificar a situação do eleitor. SITUAÇÃO |__|__|__| Campo 07-Motivo/Forma – O preenchimento deste campo somente é obrigatório nos casos em que há especificação de motivo ou forma. 09-COMPLEMENTO DA SITUAÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__| Campo 10-Quantidade de ocorrências – (Preenchimento obrigatório) Indicar a quantidade de ocorrências registradas no formulário. sem abreviaturas. 55 . conforme indicado na Tabela de FASEs. preencher o campo com o código correspondente. mediante os documentos que a comprovam. segundo a Tabela de FASEs. 08-DATA DE OCORRÊNCIA DA SITUAÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 09-Complemento da situação – O preenchimento deste campo somente é obrigatório nos casos em que a situação registrada no campo 06-Código Situação exigir um complemento. 10-QUANTIDADE DE OCORRÊNCIAS |__|__| Pág. conforme indicado na Tabela de FASEs. 06-CÓD.

transferência Era comandado automaticamente. de 19. Pág. Com a utilização do número único de inscrição.9. Aos eleitores portadores de deficiência que torne impossível ou extremamente oneroso o exercício do voto.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 11-Data do Preenchimento – (Preenchimento Obrigatório) Indicar a data em que foi preenchido o formulário.2004. fora admitido a votar. TSE nº 21.Inscrição e assinatura do servidor – (Preenchimento obrigatório) Informar a inscrição eleitoral do servidor. ou em outra hipótese prevista na legislação e.Cancelamento . que obstará a cobrança de multas que decorreriam do não-cumprimento das obrigações eleitorais. será atribuído.maior de 70 anos Era comandado quando o eleitor requeria ao Juiz o cancelamento de sua inscrição por não desejar mais exercer o direito de voto.Cancelamento . 11-DATA DO PREENCHIMENTO |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 12.920. 12-CÓDIGO E ASSINATURA DO SERVIDOR OU PREPARADOR ELEITORAL |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|___| |________________________________________________| Seção III UTILIZAÇÃO DOS CÓDIGOS FASE Subseção I CÓDIGOS FASE UTILIZADOS SOMENTE PARA CONSULTA ►051 . código FASE 396 (motivo 4).incapacidade física Excluído por não haver amparo legal para cancelamento de inscrição atribuída a eleitor fisicamente incapaz. ►108 . ►116 . o eleitor maior de 70 anos está quite com a Justiça Eleitoral e não lhe deverá ser cobrada multa por ter deixado de votar. ►060 . nos casos de transferência para outra Unidade da Federação. não há mais cancelamento do número anterior e a utilização do código ficou prejudicada. assinando o formulário. que deverá atestar o correto preenchimento. ainda que não vote.Votou em separado Era comandado pela zona eleitoral quando a identidade do eleitor era impugnada por fiscal de partido político. Não está mais sendo utilizado uma vez que. para a inscrição anterior. 56 . A utilização de urnas eletrônicas tornou impossível a ocorrência de voto em separado. mediante requerimento formulado com base na Res.Cancelamento . ainda assim.

Atualmente. a zona referente à seção onde o eleitor compareceu para votar comunicava o fato à sua zona de inscrição para comando do código 159. ►221 . entre outros) era admitido a votar fora de sua seção eleitoral.Revertida da Base Histórica Este código era utilizado pela Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral para resgatar inscrições da base histórica para o cadastro de eleitores.interdição Não é mais utilizado. Vedado pela Constituição o alistamento para estrangeiro. Mesários. que contém apenas registros das inscrições dos eleitores da seção. por pessoa menor de 15 anos que não completaria 16 anos até a data do pleito.538/2003 extinguiu a base histórica.Votou fora da seção Era comandado quando o eleitor com as prerrogativas do art. que é identificada por um código único – 337.Suspensão de direitos políticos (com motivo/forma 6 – outros) Não é mais utilizado pois não é admitida a suspensão de direitos políticos por motivo diverso daqueles previstos na Constituição. 57 .Filiado a partido político Era utilizado para registrar as filiações partidárias comunicadas pelos partidos políticos.Cancelamento . A Res. pois a interdição é causa de suspensão de direitos políticos. ►213 .Cancelamento .menor Era utilizado para cancelar o alistamento efetuado indevidamente por pessoa menor de 16 anos ou. em face da criação do Sistema de Filiação Partidária. todas as inscrições canceladas há mais de três anos. A legislação infraconstitucional identifica a situação como ensejadora de suspensão de direitos políticos. ►345 – Regularização . Suplentes e os Delegados e Fiscais de Partido.Inserida na Base Histórica Este código transferia. para a base histórica. ►191 . em anos eleitorais. 145 do Código Eleitoral (o Presidente da Mesa receptora de votos. Este prazo era contado a partir da data de processamento do código FASE que registrou o cancelamento da inscrição. TSE nº 21. ►132 . ►140 .Manual de Procedimentos Cartorários ►124 . Nessa hipótese.574/2003. Seu uso ficou prejudicado pela implantação do voto informatizado com a utilização da urna eletrônica. essa informação não consta do histórico da inscrição e pode ser obtida em sistemas próprios da Justiça Eleitoral. aprovado pela Res.Eleito para o cargo de Era utilizado para identificar eleitores que estavam exercendo mandato eletivo. TSE nº 21. ►159 .suspensão dos direitos políticos Pág. automaticamente pelo sistema. Na atualidade. ►329 . deixaram de ser registradas no cadastro.Cancelamento . Atualmente.538/03 extinguiu a base histórica. ►310 . TSE nº 21. A Res. ►337 .Perda de direitos políticos (com motivo/forma 1 – Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta) A Constituição de 1988 não elencou o não-cumprimento do serviço militar obrigatório como causa de perda de direitos políticos.estrangeiro Era utilizado para cancelar inscrições provisórias efetuadas por estrangeiros que estavam em processo de naturalização. Secretários. essa inscrição é automaticamente rejeitada pelo sistema. o código foi excluído.

Data de nascimento validada Era comandado para validar data de nascimento de eleitor que apresentava documento de identidade do qual constava data de nascimento inválida. Atualmente a anotação é feita no sistema de Filiação Partidária. gerado automaticamente no ato da digitação da decisão na base de coincidências. ►450 . Data de ocorrência: data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela STI/TSE.538/2003. por exemplo. é feito pelo código FASE 450.Inscrição irregular Era utilizado para identificar inscrições com algum dado inválido. na atualidade. TSE nº 21. Hoje a validação é feita no formulário RAE.Cancelamento por sentença de autoridade judiciária (com motivo/forma 1 – Revisão de eleitorado) Atualmente a hipótese é registrada por meio do código FASE 469. exceção feita ao comando equivocado. Subseção II CÓDIGOS FASE UTILIZADOS NO BATIMENTO ►027 . ou incompleta.duplicidade/pluralidade sem marca de direitos políticos.574/03. ►434 . O código FASE 450 não admite restabelecimento.Liberação de coincidência . ►574 . a regularização de inscrição é feita pelo código FASE 493.inscrição regular Atualmente. aprovado pela Res. quando digitada a decisão na base de coincidências. quando da digitação da decisão da coincidência.falha atribuída à Justiça Eleitoral A regularização.perda de direitos políticos.duplicidade/pluralidade Finalidade: cancelar inscrições envolvidas em duplicidade ou pluralidade com situação nãoliberada que não tenham sido decididas dentro do prazo estabelecido pela Res. nos casos de duplicidade ou pluralidade.Mantida liberada . 2. gerado automaticamente.Cancelamento .Cancelamento automático pelo sistema . ►582 . como. 58 .Manual de Procedimentos Cartorários ►400 .Cancelamento .suspensão de direitos políticos. Efeitos: altera a situação da inscrição de “não-liberada” para “cancelada” e torna inativo o código FASE 418.liberação por falha da Justiça Eleitoral O cancelamento. com apenas o mês e o ano. Pág. ►523 . 30 de fevereiro. e 3. Hoje o sistema as rejeita. por exemplo. ►477 . é feita automaticamente pelo sistema. gerando o código FASE 493. Observações: 1) possui motivo/forma que indica se o agrupamento envolveu situação de direitos políticos ou não: 1. Comando: automático pelo sistema. na atualidade.Desfiliado Era utilizado para anotar as desfiliações comunicadas pelos partidos ou declaradas pelo Juiz Eleitoral. TSE nº 21.

após comprovação de homonímia ou da cessação dos motivos da suspensão. a regularização poderá ser efetuada pelo comando do código FASE 370. mas com o 507 (Regularização – homônimo/cessação do impedimento).Manual de Procedimentos Cartorários 2) inscrição cancelada pelo código 027 pode ser regularizada. 3 . revisão ou 2ª via. Observações: 1) as inscrições agrupadas com códigos 81/82 não poderão ser regularizadas com o comando do código 493. Complemento: número da coincidência.duplicidade/pluralidade. 59 . Complemento: número do processo em que foi determinada a regularização da inscrição. Atualmente.duplicidade/pluralidade Finalidade: regularizar as inscrições que foram envolvidas em duplicidade ou pluralidade com situação liberada após a expiração do prazo para decisão. Comando: automático pelo sistema. pela CGE.perda. a cada pleito. ►086 . inativa o código FASE 566 e 418 e permite a conclusão da operação de alistamento eleitoral que gerou o agrupamento da coincidência. a regularização da inscrição só se dará por meio das operações de transferência ou revisão. Data de ocorrência: data da decisão. Comando: automático pelo sistema.Duplicidade/pluralidade . quando cessados os motivos geradores da perda ou quando verificado tratar-se de homonímia.suspensão. Comando: é gerado automaticamente pelo sistema após a atualização do cadastro com as decisões pela regularização exaradas pelo juízo competente para a apreciação do agrupamento. 2 . todos os agrupamentos de duplicidade ou pluralidade são atualizados antes da impressão das folhas de votação. Data de ocorrência: data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela STI/TSE.Regularização automática pelo sistema . Observações: 1) inscrição com o código FASE 418 em situação “ativo” não poderá constar da folha de votação. digitadas na base de coincidências. Efeitos: torna regular a inscrição. a inscrição só poderá ser regularizada pelo comando do código FASE 353. ►418 .sentença de autoridade judiciária Finalidade: regularizar a inscrição envolvida em coincidência. observados os prazos fixados. Pág. no formato “Proc nº/ano-órgão/UF”.inscrição não-liberada Finalidade: identificar inscrição envolvida em duplicidade ou pluralidade que permaneceu não-liberada no cadastro e aguarda decisão de autoridade judiciária.Regularização . Data de ocorrência: data do batimento. pelo Tribunal Superior Eleitoral no Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral. ►493 . Se o motivo for: 1 . quando verificado tratar-se de homonímia ou quando não houver outra inscrição passível de regularização. Efeitos: altera a situação da inscrição de “liberada” para “regular” e torna inativo o código FASE 566. Efeitos: torna não-liberada a situação da inscrição e impede as operações de transferência.

Duplicidade/pluralidade . Complemento: número do processo em que foi determinada a regularização da inscrição. Data de ocorrência: data da decisão.Regularização – homônimo políticos/cessação do impedimento de pessoa com perda de direitos Finalidade: regularizar a inscrição envolvida em coincidência com marca de perda de direitos políticos. todos os agrupamentos de duplicidade ou pluralidade são atualizados antes da impressão das folhas de votação. inativa o código FASE 418 e permite a conclusão da operação de alistamento eleitoral que gerou o agrupamento da coincidência. na hipótese de decisão relativa a duplicidade/pluralidade não agrupada pelo batimento. a cada pleito.Manual de Procedimentos Cartorários ►507 . revisão ou 2ª via. pode ser comandado pela zona eleitoral. Observações: 1) inscrição com o código FASE 566 ativo constará da folha de votação. nº/ano-órgão/UF”. no formato “Proc. além de ser gerado automaticamente pelo sistema. nº/ano-CGE”. Possui os seguintes motivos/formas: 2 .Cancelamento – sentença de autoridade judiciária Finalidade: cancelar a inscrição quando houver determinação de autoridade judiciária nesse sentido e não se tratar de revisão de eleitorado ou perda de direitos políticos.Estrangeiro 3 . A inscrição com código FASE 450 não constará na folha de votação. Atualmente.Outros 2) O motivo/forma 3. É admitido para inscrições já canceladas por outros motivos. Comando: automático pelo sistema. observados os prazos fixados. Data de ocorrência: data do batimento. 60 . Pág. Observação: 1) O motivo/forma identifica a razão do cancelamento. Complemento: número da coincidência. Efeitos: torna liberada a situação da inscrição e impede as operações de transferência.Duplicidade/pluralidade 4 . Efeitos: torna regular a inscrição. Efeitos: cancela a inscrição e torna inativos os códigos FASE 094 e 442 acaso existentes no histórico da inscrição com data de ocorrência posterior à data de ocorrência do FASE 450. quando da digitação de decisão na base de coincidência. ►450 . Observações: 1) a regularização de inscrição envolvida em coincidência com marca de perda de direitos políticos somente se dará com a comprovação da homonímia ou da cessação do impedimento. ►566 . Comando: automático pelo sistema. Complemento: número do processo em que foi determinado o cancelamento da inscrição. no formato “Proc. Data de ocorrência: data da decisão. ou pela zona eleitoral da inscrição nas demais hipóteses.inscrição liberada Finalidade: identificar inscrição envolvida em duplicidade ou pluralidade que permaneceu liberada no cadastro e aguarda decisão de autoridade judiciária. Comando: é gerado automaticamente pelo sistema após a atualização do cadastro com as decisões de regularizar na base de coincidências. pelo Tribunal Superior Eleitoral no Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral.

do código FASE 167 (cuja data de ocorrência coincida com a do código FASE 094) ou 078 (com data de ocorrência posterior à do código FASE 094) ►167 . Efeitos: torna inativo o código FASE 094 comandado para o mesmo pleito. Comando: automático pelo sistema. não-liberada ou cancelada (exceção-FASE 329) pela zona eleitoral responsável pelo recebimento. referente a pleitos consecutivos.Cancelamento – ausência às urnas por três eleições consecutivas Finalidade: cancelar inscrição não utilizada para o voto por três pleitos consecutivos. ►094 . Subseção III CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES RELACIONADAS AO EXERCÍCIO DO VOTO ►035 . Data de ocorrência: data prevista no cronograma aprovado pelo TSE para o procedimento de cancelamento por ausência a três pleitos consecutivos. pela zona eleitoral quando houver falha na geração dos arquivos da urna. Comando: automático pelo sistema para as inscrições com anotação de grau de instrução diferente de “analfabeto” e com três ou mais registros do código FASE 094. excepcionalmente. liberada. desde que quitados os débitos correspondentes ou comprovada a justificação da ausência às urnas. 61 . Comando: para inscrições em situação regular. em situação “ativo”. Observações: 1) o código FASE 094 será inativado automaticamente quando do comando dos códigos FASE 043. Data de ocorrência: data da eleição. Observação: Pág. inseridos em período em que o eleitor tenha menos de setenta ou mais de oitenta anos. com 2) o código FASE 094 será também inativado automaticamente com o processamento de operações de RAE. Observações: 1) inscrição cancelada pelo código FASE 035 poderá ser regularizada pelas operações de transferência ou revisão.Ausência às urnas Finalidade: registrar o não-comparecimento do eleitor às urnas no turno correspondente. 337 ou 450. 329. Efeitos: torna inativo o código FASE 167 comandado para o mesmo pleito e impede o fornecimento de quitação eleitoral. com o processamento dos arquivos de justificativas registrados na urna eletrônica. Efeitos: cancela a inscrição. descaracterizando o débito relativo à ausência às urnas. sem que tenha sido justificada a ausência às urnas ou ocorrido o pagamento das multas correspondentes. quando do processamento dos arquivos de faltosos oriundos da urna eletrônica ou. com o processamento dos comprovantes de votação que permaneceram na folha de votação.Justificativa de ausência às urnas Finalidade: registrar apresentação de justificativa de ausência às urnas para impedir a cobrança da multa correspondente.Manual de Procedimentos Cartorários 3) O motivo/forma 1 é utilizado somente para consulta. ou pela zona da inscrição no caso de justificativas recebidas fora do dia da eleição.

Auxiliar de serviços eleitorais 17 -Técnico em urna eletrônica 18 .Administrador de prédio 20 .Habilitação para os trabalhos eleitorais Finalidade: identificar o eleitor que foi apontado para auxiliar os trabalhos eleitorais. Data de ocorrência: data da eleição.Presidente de Junta Eleitoral 08 . quando por eles requerido.Convocação para os trabalhos eleitorais Finalidade: identificar os eleitores convocados para auxiliar os trabalhos no dia das eleições.Supervisor de urna eletrônica 19 . no caso de mesários.Auxiliar de Escrutínio 13 . ainda que após o prazo regular para justificativas. para impedir a cobrança de multa correspondente. principalmente os maiores de 80 anos. descaracterizando o débito relativo à ausência aos trabalhos eleitorais. Complemento: o complemento obrigatório identifica a função para a qual o eleitor foi convocado: 01 .1º Mesário 03 . Efeitos: gera débito para o eleitor que NÃO comparecer aos trabalhos eleitorais ou NÃO justificar a ausência. Efeitos: torna inativo o código FASE 442 comandado para o mesmo pleito. Subseção IV CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES RELACIONADAS AOS TRABALHOS ELEITORAIS ►175 . que deve estar regular ou liberada.Suplente 07 .Presidente de Mesa Receptora 02 . para inscrição regular ou liberada que tenha o código FASE 183 com a mesma data de ocorrência em seu histórico.2º Secretário 06 .Justificativa de ausência/dispensa dos trabalhos eleitorais Finalidade: registrar a apresentação de justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais ou a dispensa concedida pela autoridade judiciária.Supervisor de Informática 15 .Instrutor 22 . 62 . Efeitos: registra sugestão de convocação do eleitor para os trabalhos eleitorais ou sua disponibilidade como voluntário.Escrutinador 12 . Pág. Data de ocorrência: data da eleição.Técnico em Informática 16 .Auxiliar de transporte 21 . Não necessita do comando prévio do FASE 442. ►183 . Comando: pela zona eleitoral da inscrição. Comando: pela própria zona eleitoral.Membro de Junta Eleitoral 10 .Coletor de Justificativa 14 .Manual de Procedimentos Cartorários 1) O código FASE 167 também poderá ser utilizado para justificar ausência às urnas de eleitores maiores de 70 anos.2º Mesário 04 .Secretário Geral de Junta Eleitoral 09 .Secretário de Turma Apuradora 11 .1º Secretário 05 .Auxiliar de divulgação ►205 .

Complemento: documento que comunicou a conscrição no formato “Of. que deve estar regular ou liberada. que deve estar regular ou suspensa. 63 . pela zona eleitoral à qual estiver vinculada. Efeitos: inativa o código FASE 205. o desejo do eleitor de auxiliar nos trabalhos eleitorais. Efeitos: impede o fornecimento de certidão de quitação. Observação: 1) possui motivo/forma que especifica se houve ausência (motivo 1) ou abandono (motivo 2) dos trabalhos eleitorais. e torna inativo o código FASE 175 comandado para o mesmo pleito. Data de ocorrência: data da eleição. no preenchimento do RAE. na falta dessas informações. ►442 . nº /anoórgão/local/UF” Observações: 1) em tempos de paz. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. a data da comunicação pela autoridade militar.conscrito Finalidade: registrar a prestação do serviço militar obrigatório.Manual de Procedimentos Cartorários Comando: pela zona eleitoral da inscrição. Comando: pela zona eleitoral da inscrição.Ausência aos trabalhos eleitorais ou abandono da função Finalidade: registrar o não-comparecimento do eleitor convocado para os trabalhos eleitorais ou o abandono da função durante a eleição. Data de ocorrência: data da indicação. se o eleitor tiver sido convocado para compor a mesa receptora de votos ou de justificativas.Suspensão . em qualquer situação. Observação: 1) possui motivo/forma que especifica se a habilitação foi voluntária (motivo 1) ou indicada (motivo 2). ou automático pelo sistema. Efeitos: torna suspensa a inscrição. ou. Data de ocorrência: data da incorporação na organização militar da ativa ou da matrícula em órgão de formação da reserva. Pág. Subseção V CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE OCORRÊNCIAS ENVOLVENDO DIREITOS POLÍTICOS ►043 . apenas os eleitores do sexo masculino são compelidos a prestar o serviço militar obrigatório. Comando: para inscrição regular ou liberada. ►280 – Desativação da habilitação para os trabalhos eleitorais Finalidade: retirar a marca de voluntário ou de indicado para os trabalhos eleitorais. quando informado. inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 043 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. Data de ocorrência: data da comunicação pelo eleitor de seu desejo de não mais constar como voluntário para os trabalhos eleitorais ou da deliberação sobre a exclusão do eleitor do rol de indicados.

Complemento: identificação da portaria ou do decreto que declarou a perda. nas hipóteses decorrentes do sistema constitucional vigente. inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 337 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. ainda. ►329 . para inscrições regulares. Comando: pela Corregedoria-Geral.Manual de Procedimentos Cartorários 2) O código FASE 043 poderá ser inativado pelo comando do código FASE 370. MJ nº/ano” ou “Dec.Suspensão de direitos políticos Finalidade: registrar a suspensão de direitos políticos. quando comprovada a cessação do impedimento ou quando se tratar de eleitor diverso. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. 64 . ou documento que comunicou a suspensão dos direitos políticos nas hipóteses de opção pelo Estatuto da Igualdade ou do documento que declarou a suspensão. para inscrições regulares ou suspensas. ou. no caso de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta. suspensas ou canceladas.Cancelamento de naturalização 3 . a declaração da incapacidade civil ou da improbidade administrativa. data informada na comunicação feita pelo Ministério da Justiça (na hipótese de opção pelo Estatuto da Igualdade entre brasileiros e portugueses) ou data da decretação da suspensão dos direitos políticos (na hipótese de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou recusa da prestação alternativa). no formato “Proc. Complemento: número do processo em que houve a condenação criminal. de (data)”. ►337 . data da sentença (no caso de incapacidade civil absoluta). Data de ocorrência: data da publicação do decreto ou da portaria (nas hipóteses de perda da nacionalidade ou de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta anterior à Constituição de 1988) ou do trânsito em julgado da decisão (no caso de cancelamento de naturalização). Observações: 1) é possível incluir mais de um código FASE 337 para o mesmo eleitor. no formato “Proc.Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta Pág. Efeitos: cancela a inscrição. gera registro de perda de direitos políticos na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. Efeitos: torna suspensa a situação da inscrição. nas hipóteses decorrentes do sistema constitucional vigente. do processo no qual decretado o cancelamento da naturalização. no formato “Port. Data de ocorrência: data do trânsito em julgado da sentença (nas hipóteses de condenação criminal e improbidade administrativa).Perda de direitos políticos Finalidade: registrar o cancelamento de inscrição por perda de direitos políticos.Improbidade administrativa 4 . acompanhado do nº do processo no Ministério da Justiça.Perda da nacionalidade 2) o motivo/forma 1 do código FASE 329 permanece apenas para consulta.Incapacidade civil absoluta 2 . Observações: 1) possui motivo/forma que indica a situação que deu ensejo à perda de direitos políticos: 2 . nº/ano-órgão/local/UF”.Condenação criminal 3 . inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 329 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral.Estatuto da Igualdade 5 . 2) o motivo/forma identifica a situação ensejadora da suspensão: 1 . nº /anoórgão/local/UF”.

motivo 2. Complemento: número do processo em que foi declarada a extinção da punibilidade. 1º. número do processo da Corregedoria-Geral em que foi verificada a homonímia. no caso de suspensão de direitos políticos decorrente de condenação criminal. ou número do processo da zona em que foi verificada a homonímia. 3) O motivo/forma 6 do código FASE 337 permanece apenas para consulta. o fim da opção pelo exercício dos direitos políticos em Portugal ou a verificação de situação de homonímia no caso de inscrição cancelada pelo batimento em agrupamento que envolva suspensão de direitos políticos. desde que comprovada a cessação do impedimento correspondente ao registro da suspensão cuja seqüência tiver sido informada no comando do código FASE 370. Data de ocorrência: data da determinação de regularização da inscrição. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. I. o fim do cumprimento do serviço militar obrigatório ou a regularização da situação daqueles que se recusaram a cumpri-lo. Observações: 1) o código FASE 370 deverá ser comandado para cada uma das ocorrências indicadoras de suspensão de direitos políticos registradas no histórico do Pág. Efeitos: inativa o código FASE 043 respectivo ou o código FASE 337 com a sequência informada ou.nº/ano-órgão/local/UF”. ►353 . Comando: pela própria Corregedoria-Geral. o cumprimento da pena. e) 8 – Condenação criminal eleitoral. nº/anoCGE”. quando cessados os motivos geradores da perda ou quando verificado tratar-se de homonímia.Regularização – perda de direitos políticos Finalidade: registrar a regularização de inscrição cancelada por perda de direitos políticos. o código FASE 027. Efeitos: inativa o registro de perda de direitos políticos (FASE 329) ou de cancelamento pelo código FASE 027. Data de ocorrência: data do decreto. 65 .eleitor diverso.Condenação criminal (LC nº 64/90. o fim da incapacidade civil absoluta. que deverá estar em situação suspensa ou cancelada pelo código 027. no formato mínimo “port. da portaria ou da decisão.direitos políticos restabelecidos ou 2 . inativa o registro de perda correspondente na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos e torna regular a inscrição cancelada quando não houver registro de cancelamento por outro motivo. Complemento: portaria ou decreto que ensejou a reaquisição dos seus direitos políticos. ou. art. ainda. 4) O código FASE 337 poderá ser inativado pelo comando do código FASE 370. acompanhado do nº do processo do Ministério da Justiça. no formato mínimo “Proc. O complemento deverá seguir o formato mínimo “Proc. nº/ano-órgão/local/UF” ou “Of. MJ nº/ano” ou “Dec. De (data)”.Manual de Procedimentos Cartorários 7 . motivo/forma 2. número do processo de condenação por improbidade administrativa. número do documento que comunicou o fim da opção pelo exercício dos direitos políticos em Portugal ou do processo da zona em que foi apreciado o cumprimento dessa condição. na hipótese de improbidade administrativa. para inscrições canceladas pelos códigos FASE 329 ou 027 com motivo/forma 1. ►370 – Cessação do impedimento – suspensão de direitos políticos Finalidade: registrar a extinção da punibilidade. Observações: 1) possui motivo/forma 1 . número do documento que comunicou a regularização da situação militar do eleitor (no caso de recusa ou de conscrição). número do processo que declarou o fim da interdição. motivo/forma 1. na hipótese do motivo/forma 2.

nº/anoórgão/local/UF”. Efeitos: inativa o registro de inelegibilidade (código FASE 540). 66 . Comando: pela zona eleitoral para inscrição em qualquer situação. e.Inelegibilidade Finalidade: identificar inscrição de pessoa considerada inelegível. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. Subseção VI CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE OCORRÊNCIAS RELATIVAS A ELEGIBILIDADE ►540 . nº/ano-órgão/local/UF”. 2) o comando do código FASE 370 ensejará tão-somente a inativação do código FASE 337 ou 043 ou 027 correspondente. I. no formato “Proc. A regularização da inscrição só se dará quando for inativado o último registro de suspensão ou de cancelamento (no caso do 027.Restabelecimento da elegibilidade Finalidade: identificar a cessação dos motivos que ocasionaram a inelegibilidade. a serem identificados no cadastro com o registro do código FASE 370. ou número do processo criminal cuja condenação ensejou a inelegibilidade por três anos após o cumprimento da pena. art. Pág. por situação prevista na Lei Complementar nº 64/90. data do respectivo trânsito em julgado. nº/ano-órgão/local/UF”. Efeitos: impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. Complemento: número do processo em que foi determinada a anotação da inelegibilidade. ou indicação do documento que ensejou/comunicou a cessação dos motivos da inelegibilidade. no formato “Of. no formato “Of. 1º. Comando: pela zona eleitoral para inscrição em qualquer situação em cujo histórico exista código FASE 540 em situação ativa. tão logo extinta a causa de suspensão ou verificada a ocorrência de homonímia no agrupamento de inscrições atualizado automaticamente pelo sistema ao fim do prazo para exame. ou indicação do documento que comunicou a inelegibilidade.Manual de Procedimentos Cartorários eleitor. ►558 . 2) O Sistema ELO alertará sobre a existência de código FASE 540 em situação “ativo” quando do requerimento de operações de RAE. nº/ano-órgão/local/UF”. motivo 2) existente no histórico do eleitor e não existir registro de código FASE 019 ou 329 em situação “ativo” no histórico. data do respectivo trânsito em julgado. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. Observação: 1) o código FASE 540 também deve ser comandado após o cumprimento ou extinção da pena relativa à condenação criminal de que trata a Lei Complementar nº 64/90. 3) possui motivo/forma que indica se o caso trata de extinção da causa de restrição (motivo 1) ou de eleitor diverso (motivo 2). Data de ocorrência: data da decisão que ensejou o restabelecimento da elegibilidade ou. Data de ocorrência: data da decisão que ensejou a inelegibilidade e. no formato mínimo “Proc. Complemento: número do processo em que foi determinada a anotação da inelegibilidade.

a Justiça Eleitoral tomar conhecimento de óbito de eleitor. suspensa ou cancelada.Dispensa de recolhimento 2) o motivo 2 não poderá ser utilizado para multas decorrentes da aplicação da Lei nº 9. Comando: pela zona eleitoral para inscrições em situação regular.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção VII CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA REGISTRO DE FALECIMENTO ►019 . 264 e 442). Complemento: indicação do documento que comunicou o óbito ou do processo em que foi determinado o comando. nº/ano-ZE/UF”. pois inativa todos os débitos existentes no histórico da inscrição com data anterior à data de ocorrência consignado para o FASE 078.504/97. Pode. no caso de cancelamento pelo sistema. 67 .Recolhimento 2 .Cancelamento . por meio de convênio com o INSS. Subseção VIII CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA REGISTRO DE QUITAÇÃO DE MULTA ►078 . para inscrição em situação regular ou liberada. 3) Deve ser comandado uma única vez. no formato “Of. restabelecida pelo código FASE 361. ser comandado automaticamente pelo sistema quando. 264 e 442) em situação ativa e com data de ocorrencia anterior à da quitação. no formato fornecido pelo INSS. Data de ocorrência: data do óbito. Observação: 1) inscrição cancelada pelo código FASE 019 poderá ser regularizada pelas operações de revisão ou transferência. também.falecimento Finalidade: registrar a ocorrência de falecimento de eleitor. Complemento: o complemento é gerado automaticamente pelo sistema e informa a zona eleitoral responsável pelo registro. em cujo histórico conste código FASE que informe a existência de débito (094. Comando: pela zona eleitoral perante a qual foi quitado o débito. nº/ano-órgão/local/UF” ou “Proc.Quitação de multa Finalidade: registrar quitação de todos os débitos pecuniários existentes no histórico do eleitor. em se tratando de comando equivocado. Data de ocorrência: data da quitação (por recolhimento da multa ou dispensa de seu recolhimento). Pág. Observação: 1) possui motivo/forma que identifica se a quitação se deu mediante recolhimento de multa ou não: 1 . ou. Efeitos: torna cancelada a inscrição. Efeitos: inativa os códigos FASE que registram débito pecuniário para o eleitor (códigos FASE 094. ou ainda.

Homônimo Finalidade: identificar o eleitor que comprovou a existência de homônimo. Subseção X CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES ESPECIAIS ►248 . Comando: pela zona eleitoral da inscrição. Efeitos: no caso de envolvimento em duplicidade ou pluralidade. com o objetivo de verificar a existência de registro de suspensão (FASEs 043 e 337) em situação ATIVO. 035 e 329 não poderão ser restabelecidas pelo código FASE 361. 2) antes do comando do código FASE 361. ►256 . os códigos FASE 019. Data de ocorrência: data da determinação de anotação ou do preenchimento do RAE. Data de ocorrência: data da determinação do restabelecimento. a inscrição com o código FASE 256 permanece com a situação liberada até decisão do agrupamento. na hipótese de comando automático.Gêmeo Finalidade: identificar o eleitor que comprovou ser gêmeo. para que não seja impedido de votar caso se veja agrupado em coincidência. para que não seja impedido de votar caso se veja agrupado em coincidência. uma vez que o processamento do código FASE 361 torna a inscrição regular.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção IX CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA RESTABELECIMENTO DE INSCRIÇÃO ►361 .Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Finalidade: restabelecer inscrição para a qual tenham sido comandados. no formato “Proc. a inscrição com o código FASE 248 permanece com a situação liberada até decisão do agrupamento. nº/ano-ZE/UF”. assim como aquelas cujos cancelamentos não tenham sido decorrentes de comando equivocado. Comando: para inscrições regulares e suspensas. 469 ou 450. Efeitos: torna regular a inscrição e inativa o código FASE de cancelamento comandado equivocadamente. Data de ocorrência: data da determinação da anotação. por equívoco. Pág. pela zona eleitoral da inscrição ou automaticamente pelo sistema quando informada a condição de gêmeo no RAE. para inscrição regular ou suspensa. Observação: 1) inscrições canceladas pelos códigos FASE 027. Comando: pela própria zona eleitoral. Efeitos: no caso de envolvimento em duplicidade ou pluralidade. 68 . o histórico de FASE deve ser atentamente analisado. Complemento: indicação do processo em que foi determinado o restabelecimento da inscrição.

Efeitos: em caso de levantamento de irregularidades. Efeitos: passa a registrar como ativos os códigos FASE 094 e 442 comandados posteriormente. Observação: 1) tem motivo/forma que identifica o tipo de deficiência. para inscrição regular ou liberada. em caráter excepcional.Portador de deficiência Finalidade: identificar eleitor deficiente para que possa ser providenciado local adequado para o voto ou inibida a geração de débito por ausência às urnas. ►604 . Data de ocorrência: data da comunicação da deficiência. Comando: pela zona eleitoral do eleitor. e inativa o código FASE 396 existente com data de ocorrência anterior à do 299. 69 . para inscrição em situação regular ou liberada.Dificuldade para o exercício do voto 2) apenas o motivo/forma 4 inibe a geração de débito por ausência às urnas. no formato “Proc nº/ano-CGE” ou do documento CRE que encaminhou a listagem. inclusive os anteriores à data da comunicação da deficiência. Em razão disso. Data de ocorrência: data da comunicação da reabilitação ao cartório eleitoral.Outros 4 . 299 – Cessação de deficiência Finalidade: identificar eleitor reabilitado de deficiência registrada por meio de código FASE 396. caso o eleitor deixe de exercer o voto ou apresentar justificativa de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais. à exceção dos comandos ordinários dos códigos FASE 329 e 353. ►485 . sem o preenchimento de RAE.Retificação/comprovação de dados pessoais Finalidade: anotar a comprovação de dados pessoais considerados inválidos ou consignar a retificação desses dados diretamente pela Corregedoria-Geral no cadastro. 3) é permitido incluir mais de um código 396 para o eleitor. Data de ocorrência: data da determinação do comando ou do documento CRE que encaminhou listagem (Provimento nº 1/2003-CGE). com motivos diversos. Observação: 1) o código FASE 485 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente. Complemento: número do processo CGE em que foi determinada a alteração de dados.Deficiência visual 2 . Comando: pela Corregedoria-Geral. no formato “Of. o cartório eleitoral deverá analisar a necessidade de cobrança de débitos anteriores à deficiência que impediu o exercício do voto. Efeitos: faz com que eventual registro de FASE 094 e 442 permaneçam na situação INATIVO (somente quando o motivo/forma for 4). nº /ano-CRE/UF”. permite identificar situações já examinadas anteriormente.Deficiência de locomoção 3 .Manual de Procedimentos Cartorários ►396 . Pág. Comando: pela própria zona eleitoral.Procedimento CGE Finalidade: identificar inscrições em cujos históricos de RAE/FASE foram promovidas alterações. 1 . pela CGE.

caso a multa tenha sido aplicada no âmbito do TRE ou do TSE. ►264 . Observação: 1) o código FASE 485 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente. ►302 – Procedimento CRE Finalidade: identificar inscrições em cujos complementos de código FASE foram promovidas alterações. a comunicação deverá ser encaminhada à zona eleitoral da inscrição para comando do respectivo FASE.504/9 3) ao comandar o código FASE 264 deverá ser informado o valor da multa. Efeitos: permite a identificação do servidor que procedeu à alteração direta no sistema.Manual de Procedimentos Cartorários Efeitos: possibilita a averiguação de situações que demandaram providências excepcionais pela Corregedoria-Geral.504/97.Multa Eleitoral Finalidade: registrar a aplicação de multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral e da Lei nº 9. Comando: pela corregedoria regional correspondente à inscrição. tais como exclusão de códigos FASE e reversão de operações realizadas por equívoco. Complemento: a indicação do processo em que foi aplicada a sanção. Data de ocorrência: data da determinação. 2) possui motivo/forma que indica a norma violada: 1-Código Eleitoral 2-Lei nº 9. Comando: pela Corregedoria-Geral. que têm código FASE próprio (094 e 442). Pág. pela zona eleitoral que aplicou a multa para inscrições ou pela zona onde é cadastrado o eleitor. Complemento: a indicação do processo em que foi determinada a providência. à exceção daquelas de natureza criminal ou decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais. em caráter excepcional. no formato “Proc. no formato “Proc nº/ano-órgão/local/UF”. Efeitos: impede a obtenção de certidão de quitação eleitoral. no formato mínimo “Proc nº/ano-CRE/UF”. ou de alistamento intempestivo. Observação: 1) quando a multa eleitoral for aplicada por tribunal regional ou pelo Tribunal Superior Eleitoral. Data de ocorrência: data da determinação. Data de ocorrência: data do trânsito em julgado da decisão de aplicação de multa. pelas CREs. Observação: 1) o código FASE 302 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente. além de permitir a identificação do servidor que procedeu à alteração direta no sistema. Complemento: a indicação do processo em que foi determinada a providência. Comando: para inscrições em qualquer situação. 70 . nº/ano-CGE”. possibilitando a cobrança em qualquer zona eleitoral procurada pelo eleitor devedor.

Cancelamento .Omissão na prestação de contas Finalidade: identificar candidatos que deixaram de prestar contas de suas campanhas eleitorais. Efeitos: cancela a inscrição e torna exigível a comprovação do domicílio para a sua regularização (através de operação 3 ou 5. ou. Data de ocorrência: data da eleição.Regularização de prestação de contas Finalidade: registrar a prestação de contas de candidato que não o fez no prazo previsto na legislação. excepcionalmente. caso não haja outro débito no histórico do eleitor. 3) O Sistema ELO alertará sobre a existência de código FASE 230 em situação “ativo” quando do requerimento de operações de RAE. por qualquer zona eleitoral do município da inscrição. pela zona eleitoral. Subseção XII CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO POR DECISÃO JUDICIAL ►450 . caso não tenha sido comandado o código FASE 272 para o mesmo pleito. Efeitos: impede a obtenção de certidão de quitação eleitoral durante o período do mandato correspondente ao cargo a que concorria. Comando: para inscrições regulares. este apenas no caso de Pág. ►272 . o código FASE 230 será inativado automaticamente pelo sistema. 71 . Efeitos: inativa o código FASE 230. suspensas ou canceladas. Data de ocorrência: data da eleição.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção XI CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA ANOTAÇÃO RELATIVA A PRESTAÇÃO DE CONTAS ►230 .Cancelamento .sentença de autoridade judiciária (vide subseção II) ►469 .revisão de eleitorado Finalidade: registrar o cancelamento de inscrição por motivo de não-comprovação de domicílio no processo de revisão de eleitorado. autorizando a emissão de certidão de quitação. ou restabelecimento. Comando: automático pelo sistema com base nas informações do SPCE -Sistema de Prestação de Contas Eleitorais. Observação: 1) possui motivo/forma que indica a duração do mandato correspondente ao cargo ao qual era candidato: 1-mandato de 4 anos 2-mandato de 8 anos 2) ao final do prazo indicado no campo motivo/forma. para inscrições em qualquer situação.

d) Se não for comandado pela zona onde é inscrito o eleitor.” (vírgula). “-” (traço). 230. 337. 183. Complemento: indicação do processo em que foi determinado o cancelamento da inscrição no formato “Proc. Código de Erro: 102 . para inscrições regulares ou canceladas (à exceção de cancelamento pelo código FASE 450). Exceções: FASE 264. Exceção: FASE 183 (apenas em relação à data superior à do sistema). Pág. “ ” (espaço em branco). no último caso.FASE deve ser comandado pela zona do eleitor. “/” (barra). e 604. b) Se possuir data de ocorrência anterior à data de domicílio do eleitor no município. 396. Exceções: FASE 078. 337. o sistema exige a informação sobre o município cujo eleitorado foi revisado. 370. g) Se existirem no mesmo movimento dois códigos FASE iguais. 175. 302. nº/ano-órgão/UF”. a) Se o FASE exigir complemento (019. e) Se o eleitor estiver envolvido em coincidência. 094. 329. Exceções: FASE 019. 450. O novo FASE não é aceito nas hipóteses a seguir especificadas: a) Se já existir o mesmo código FASE cadastrado para o eleitor com a mesma data. 167. 264. 540 ou 558) e este estiver preenchido com caractere que não seja um dos seguintes: “A” a “Z”. “’” (apóstrofo). 167. “. Comando: pela zona eleitoral da inscrição.Data de ocorrência inválida.Eleitor em coincidência não pode receber este FASE. 337. 043. 370. 361. 353. Exceções: FASE 078. 469. após a homologação do processo revisional pelo tribunal regional. 264. 043. Código de Erro: 111 . 264 e 272. 264. desde que pertencente a um mesmo município. 2) O restabelecimento de inscrição cancelada pelo código FASE 469 só poderá ocorrer após comprovação de domicílio. Seção IV PROCESSAMENTO DOS CÓDIGOS FASE PELO SISTEMA Subseção I CRÍTICAS GENÉRICAS 9.Manual de Procedimentos Cartorários comando equivocado) e inativa os códigos FASE 094 e 442 existentes no histórico da inscrição com data de ocorrência posterior à do 469. 72 . c) Se estiver com data de ocorrência inválida (ex: se a data estiver vazia) ou com data de ocorrência superior à data do sistema. Código de Erro: 106 – Complemento deve ser preenchido corretamente. 540 e 558. “0” a “9”.” (ponto) ou “. Código de Erro: 119 . Código de Erro: 119 . para o mesmo eleitor e com a mesma data de ocorrência. Observação: 1) ao ser digitado o código FASE. 183. Código de Erro: 109 .FASE já cadastrado. 183. 396 e 442. 442.Data de ocorrência inválida. 205. Data de ocorrência: data da homologação do processo revisional pelo TRE.

400 .Votou fora da seção.sentença de autoridade judiciária competente.inscrição liberada.perda de direitos políticos .Cancelamento – estrangeiro.motivo/forma 1 – recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta.Liberação de coincidência . 124 .604 .FASE repetido no movimento.Votou em separado.Duplicidade/pluralidade . . 213 . 060 . 108 . 221 .menor. 310 .FASE não pode ser comandado pela zona.Regularização automática pelo sistema . 191 . 345 – Regularização – suspensão de direitos políticos. . 477 .liberação por falha da Justiça Eleitoral. 434 .Retificação/comprovação de dados pessoais.Regularização . 132 . . 450 (1) . k) Se o código informado não corresponder a um dos códigos FASE previstos.Cancelamento . como os elencados abaixo: . 582 .Regularização .Cancelamento . Código de Erro: 117 .inscrição irregular.Cancelamento .302 . j) Se ele for de comando exclusivo da CGE. Código de Erro: 103 . 140 .perda de direitos políticos.Procedimento CGE.cancelamento por sentença de autoridade judiciária . h) Se ele for apenas de consulta. 418 .Inserida na base histórica.Desfiliado.Cancelamento automático pelo sistema .FASE não pode ser comandado pela zona.Duplicidade/pluralidade . 337 (6) . 507 . 086 .interdição. 159 .ausência às urnas por três eleições consecutivas.Eleito para o cargo de. como os elencados abaixo: 027 .Cancelamento .Procedimento CRE.353 .duplicidade/pluralidade.Cancelamento . 329 (1) .motivo 1 revisão de eleitorado. Código de Erro: 103 .Cancelamento .FASE inválido.motivo/forma 6 .suspensão de direitos políticos .incapacidade física. 574 . 116 .maior de 70 anos.Data de nascimento validada.Cancelamento . 035 . .Perda de direitos políticos. 523 .outros.485 .329 .inscrição não liberada. 73 .Filiado a partido político. como os elencados abaixo: 051 .Regularização . i) Se ele for gerado automaticamente pelo sistema. Pág.falha atribuída à Justiça Eleitoral.transferência. Código de Erro: 103 .inscrição irregular.566 .homônimo/cessação do impedimento. .duplicidade/pluralidade. 493 .Manual de Procedimentos Cartorários Código de Erro: 121 .FASE não pode ser comandado pela zona.Cancelamento .Mantida liberada .Revertida da base histórica.

Erro 106 . Erro 136 – Data de ocorrência incompatível com a situação “Conscrito” – ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 17 anos. Erro 109 .Complemento deve ser preenchido corretamente .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 078 na data informada.Sexo incompatível com a situação “Conscrito” . Pág. Erro 127 . Erro 104 . para o mesmo eleitor.FASE repetido no movimento .data de ocorrência inferior à da última movimentação.Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE.se o FASE 264 existente no histórico da inscrição tiver motivo/forma 2 e o FASE 078 também tiver motivo/forma 2. independentemente da data de ocorrência.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. que deverão ser comandados anteriormente ao 078. Erro 135 . ►FASE 078 .Suspensão .FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . independentemente da situação.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. Erro 121 .Motivo do FASE não cadastrado .504/97 não pode ser dispensado . Em algumas situações a crítica gera erro específico para cada um dos códigos FASE utilizados atualmente: ►FASE 019 . Erro 109 . independentemente da situação.ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE já cadastrado . Erro 121 .falecimento Erro 109 . um código FASE 442 (ausência aos trabalhos eleitorais) ou um código264 (multa eleitoral). duas ou mais vezes no mesmo movimento. ►FASE 094 .se for informado um motivo diferente de 1 (Recolhimento) ou 2 (Dispensa de recolhimento).ocorre se o eleitor já possui um código FASE 019 ativo no seu histórico. Erro 110 . Erro 105 .Ausência às urnas Erro 122 .FASE já cadastrado .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção II CRÍTICAS ESPECÍFICAS 10.FASE já cadastrado ..Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. independentemente da data de ocorrência.ou seja. para que o eleitor possa receber um código FASE 078 é necessário que ele tenha um código FASE 094 (ausência às urnas).ocorre se o eleitor já possui um código FASE 094 na data informada.conscrito Erro 113 .ocorre quando o código FASE foi digitado.Quitação de multa Erro 122 .Cancelamento . Erro 131 .ocorre quando o código FASE foi digitado para pessoa do sexo feminino. 74 .. ►FASE 043 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Recolhimento de multa da Lei 9. para o mesmo eleitor.FASE repetido no movimento .Complemento deve ser preenchido corretamente – ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. Erro 137 – Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência coincide com a data da eleição e o motivo/forma do código FASE 078 é 2 – dispensa de recolhimento. Erro 106 .

ocorre quando o código FASE foi digitado. independentemente da situação. independentemente da situação. Erro 138 .1º Mesário 03 .Auxiliar de serviços eleitorais 17 .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. Erro 113 . Erro 105 . Erro 105 .Suplente 07 . ►FASE 248 . Erro 109 . Erro 110 .FASE dependente de um código FASE que não está cadastrado . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Secretário-Geral de Junta Eleitoral 09 .Eleitor suspenso não pode receber este FASE.Motivo do FASE não cadastrado .Omissão na prestação de contas Erro 104 . independentemente da data de ocorrência.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.Homônimo Erro 109 . para que o eleitor possa receber um FASE 175 é necessário que ele tenha um código FASE 183 (Convocação para os trabalhos eleitorais) com a mesma data de ocorrência.Secretário de Turma Apuradora 11 – Escrutinador 12 .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Indicação para os trabalhos eleitorais Erro 122 . Erro 105 .Coletor de Justificativa 14 . ►FASE 175 . ►FASE 230 .Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos.Membro de Junta Eleitoral 10 . As funções eleitorais e seus códigos são: 01 .2º Secretário 06 .Auxiliar de Escrutínio 13 .Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.ou seja.Administrador de prédio 20 .Convocação para auxiliar trabalhos eleitorais Erro 122 . cadastrado na data informada. Erro 129 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 248.1º Secretário 05 .Supervisor de Informática 15 . Erro 105 .Técnico em Informática 16 .Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE.Eleitor cancelado pelo FASE 329 não pode receber este FASE.ocorre se o eleitor já possui um código FASE 205. Erro 109 .Supervisor de urna eletrônica 19 .ocorre quando o complemento está com um valor que não corresponde a um código identificador de uma função eleitoral.Instrutor 22 . para o mesmo eleitor.ocorre se o eleitor já possui um código FASE 230. independentemente da data de ocorrência.Presidente de Junta Eleitoral 08 .Presidente de Mesa Receptora 02 .Auxiliar de transporte 21 . independente da data de ocorrência.2º Mesário 04 .FASE já cadastrado .FASE já cadastrado .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.FASE repetido no movimento . Erro 106 .Técnico em urna eletrônica 18 .Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.se informado motivo diferente de 1 (mandato de 4 anos) ou 2 (mandato de 8 anos). Pág.Manual de Procedimentos Cartorários ►FASE 167 .FASE já cadastrado . Erro 109 .Complemento deve ser preenchido corretamente .Auxiliar de divulgação ►FASE 205 .FASE já cadastrado .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 167 na data informada.Justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais Erro 122 . ►FASE 183 . Erro 121 . 75 .Justificativa de ausência às urnas Erro 132 .

Regularização de prestação de contas Erro 133 .Complemento deve ser preenchido corretamente . Erro 106 .FASE repetido no movimento .ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos. independentemente da data de ocorrência.Complemento deve ser preenchido corretamente . duas ou mais vezes no mesmo movimento. para o mesmo eleitor.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.se informado motivo diferente de 1 (Código Eleitoral) ou 2 (Lei nº 9.Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE.ocorre quando o código FASE foi digitado. ►FASE 337 . para o mesmo eleitor. para o mesmo eleitor. Erro 121 . ►FASE 272 .Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE. ►FASE 256 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.Complemento deve ser preenchido corretamente . Erro 110 . independentemente da data de ocorrência. para o mesmo eleitor.ocorre quando um código FASE 280 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 205.FASE deve ser comandado por zona do município.ocorre quando o código FASE foi digitado. Erro 139 – Data de ocorrência incompatível com a situação .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Multa Eleitoral Erro 104 .Suspensão de direitos políticos Erro 113 .FASE repetido no movimento . Erro 105 – Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.ocorre quando o código FASE foi digitado. Erro 110 – FASE depende de um código FASE que não está cadastrado.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. independentemente da data de ocorrência. 76 .504/97).ocorre se o eleitor já possui um código FASE 256.Motivo do FASE não cadastrado .FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . Erro 113 .FASE repetido no movimento . Erro 139 – Data de ocorrência incompatível com a situação . duas ou mais vezes no mesmo movimento.FASE já cadastrado . ►FASE 264 . ►FASE 299 . Erro 106 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Manual de Procedimentos Cartorários Erro 121 .FASE já cadastrado . ►FASE 280 – Desativação da habilitação para os trabalhos eleitorais Erro 121 .ocorre quando um código FASE 299 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 396. independentemente da situação ou da data de ocorrência. duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre se o eleitor já possui um código FASE 299 ativo no seu histórico.FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . independentemente da data de ocorrência. Pág. Erro 122 .ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos. Erro 106 .ocorre quando o código FASE foi digitado.Gêmeo Erro 109 . Erro 110 .Cessação da deficiência Erro 109 . Erro 121 .FASE repetido no movimento .

Erro 139 – data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos. Erro 121 . Erro 135 – Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência é inferior à da última movimentação.469 .Motivo do FASE não cadastrado . I.019 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. 4 (Estatuto da Igualdade). Erro 123 .450 . Erro 110 . 5 (Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta) ou 7 (Condenação criminal .Suspensão de direitos políticos. Erro 121 .ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos (para os motivos/formas 2 a 8) ou coincide com a data de digitação (para os motivos/formas 1 a 7). art. Erro 106 .Manual de Procedimentos Cartorários Erro 104 . ►FASE 396 . 3 (Outros) ou 4 (Dificuldade para o exercício do voto). .FASE repetido no movimento .Eleitor deve estar suspenso. ►FASE 361 .FASE repetido no movimento .Cessação da causa de impedimento . 2 (Condenação criminal).ocorre quando o código FASE foi digitado.se for informado um motivo diferente de 1 (Incapacidade civil absoluta).LC nº 64/90. Erro 108 . Erro 104 . ►FASE 370 . Erro 140 – Data de ocorrência incompatível com a situação .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com documento de origem.FASE dependente de um código FASE que não está cadastrado . Somente poderão ser restabelecidas pelo código FASE 361 as inscrições canceladas pelos códigos FASE: . .se for informado um motivo diferente de 1 (Deficiência Visual). independentemente da data de ocorrência.Eleitor deve possuir um FASE de cancelamento. 77 .revisão de eleitorado.Complemento deve ser preenchido corretamente .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Eleitor possui FASE de cancelamento que não pode ser restabelecido – ocorre quando se tenta restabelecer uma inscrição que foi cancelada por um código FASE que não admite restabelecimento. para o mesmo eleitor. Erro 107 .Eleitor deve estar cancelado para receber este FASE. independentemente da data de ocorrência.Cancelamento . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Suspensão – conscrito.Eleitor regular não pode receber este FASE.suspensão de direitos políticos Erro 128 .Motivo do FASE não cadastrado . Erro 106 . Erro 121 . Pág.Cancelamento – falecimento. 3 (Improbidade administrativa).FASE repetido no movimento .sentença de autoridade judiciária. para o mesmo eleitor.Complemento deve ser preenchido corretamente . duas ou mais vezes no mesmo movimento. 337 . independentemente da data de ocorrência.ocorre quando o eleitor recebe um código FASE 370 sem possuir um dos códigos FASE a seguir: 043 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre quando o código FASE foi digitado. 1º.Cancelamento .Portador de deficiência Erro 122 . 2 (Deficiência de Locomoção).ocorre quando o código FASE foi digitado. para o mesmo eleitor.Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Erro 130 . e).

Erro 109 . independentemente da data de ocorrência.ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE já cadastrado .ocorre quando um código FASE 442 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 183 na mesma data de eleição. ►FASE 469 .ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE repetido no movimento .Complemento deve ser preenchido corretamente .Município inexistente .Manual de Procedimentos Cartorários ►FASE 442 . Erro 005 .ocorre quando um código FASE 558 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 540. Erro 106 . duas ou mais vezes no mesmo movimento. Erro 121 .Cancelamento .Ocorre quando é digitado um código FASE 469 e é informado um município inexistente. Erro 110 .FASE repetido no movimento .Complemento deve ser preenchido corretamente .Complemento deve ser preenchido corretamente . para o mesmo eleitor. para o mesmo eleitor.FASE já cadastrado . Pág.eleitor suspenso não pode receber este FASE. 3 (Duplicidade ou pluralidade) ou 4 (outros). para o mesmo eleitor.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. Erro 121 .Inelegibilidade Erro 106 .Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. Erro 104 .Motivo do FASE não cadastrado . independentemente da data de ocorrência. Erro 105 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Complemento deve ser preenchido corretamente .ocorre quando o código FASE foi digitado.ocorre quando a data de ocorrência é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos. para o mesmo eleitor.Ocorre quando é digitado um código FASE 469 e é informado um município que não corresponde ao município do eleitor. Erro 125 .Ausência aos trabalhos eleitorais Erro 122 . ►FASE 558 – Restabelecimento da elegibilidade Erro 106 .data de ocorrência incompatível com a situação .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 450 ativo no seu histórico. Erro 121 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 469 ativo no seu histórico.Cancelamento .sentença de autoridade judiciária Erro 109 .FASE repetido no movimento . Erro 138 . 78 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.Revisão de eleitorado Erro 129 . Erro 106 .ocorre quando o código FASE foi digitado. Erro 121 .FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . duas ou mais vezes no mesmo movimento. ►FASE 540 .FASE repetido no movimento .FASE dependente de um FASE que não está cadastrado .se for informado um motivo diferente de 2 (Estrangeiro). Erro 110 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. ►FASE 450 . independentemente da data de ocorrência.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. independentemente da data de ocorrência.Eleitor não pertence ao município da revisão .

086 094 167 175 Regularização automática pelo sistema duplicidade/pluralid ade Ausência às urnas Justificativa de ausência às urnas Justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais Convocação para os trabalhos eleitorais Recolhimento Dispensa de recolhimento Inexistente Zona Eleitoral que determinou o comando Obrigatório Inexistente Data da incorporação na organização militar da ativa ou da matrícula em órgão de formação da reserva Data da quitação ZE ZE Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Data da finalização do Sistema processamento das decisões das coincidências pela SI/TSE Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a 183 Inexistente 01 – Presidente de Mesa Receptora 02 – 1º Mesário 03 – 2º Mesário 04 – 1º Secretário 05 – 2º Secretário 06 – Suplente 07 – Presidente da Junta Eleitoral 08 – Secretário Geral da Junta Eleitoral 09 – Membro da Junta Eleitoral 10 – Secretário de Turma Apuradora 11 – Escrutinador 12 – Auxiliar de Escrutínio 13 – Coletor de Justificativa 14 – Supervisor de Informática 15 – Técnico em Informática Pág. 035 043 Cancelamento ausência às urnas por três eleições consecutivas Suspensão Conscrito Perda de direitos políticos 2.-ZE/UF Nº/ano com. Duplicidade/Pluralid ade sem marca de direitos políticos Inexistente Inexistente Data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela SI/TSE Sistema Data prevista no cronograma específico Sistema Inexistente Documento de origem: Nº/ano da comun-órgão/local/UF Obrigatório 078 Quitação de multa 1. 2.órgão/local/UF Informação do INSS Obrigatório Inexistente DATA DE OCORRÊNCIA Data do óbito ORIGEM ZE/Sistem a 027 Cancelamento automático pelo sistema duplicidade/pluralid ade 1. Suspensão de direitos políticos 3.Manual de Procedimentos Cartorários Seção V TABELA DE CÓDIGOS FASE FASE 019 DESCRIÇÃO Cancelamento Falecimento MOTIVO / FORMA Inexistente COMPLEMENTO Documento de origem: Nº/ano do proc. 79 .

1º.Data informada na comunicação feita pelo Ministério da Justiça. Condenação criminal (LC 64/90. Cancelamento da naturalização 3.e) Condenação criminal eleitoral Documento de origem: Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano do documento que comunicou a opção (motivo 4) Nº/ano do documento que declarou a suspensão (motivo 5) Obrigatório ZE Pág. mandato de 8 anos Inexistente 16 – Auxiliar de serviços eleitorais 17 – Técnico em urna eletrônica 18 – Supervisor de urna eletrônica 19 – Administrador de prédio 20 – Auxiliar de transporte 21 – Instrutor 22 – Auxiliar de divulgação Obrigatório 1./anoórgão/local/UF Obrigatório CRE Sistema 337 Suspensão de direitos políticos 1. 2.504/97 Inexistente Documento de origem: Nº/ano do proc. Código Eleitoral 2. na hipótese de opção pelo Estatuto da Igualdade entre ZE ZE 302 329 Inexistente 1. art. nas hipóteses de incapacidade civil absoluta .. . 80 .. Lei nº 9..Voluntário 2.. 7. 4. 3.-órgão/UF Inexistente Data do RAE em que foi declarada essa condição ou da decisão Data do trânsito em julgado da sentença Data da eleição ZE ZE ZE 280 Inexistente Inexistente 299 Cessação da deficiência Procedimento da CRE Perda de direitos políticos Inexistente Inexistente Data da comunicação do eleitor ao cartório eleitoral ou da deliberação sobre a exclusão do eleitor do rol de indicados Data da comunicação da reabilitação ao cartório eleitoral Data da determinação Data da publicação do decreto ou da portaria (nas hipóteses de perda da nacionalidade ou de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta anterior à Constituição Federal de 1988) ou do trânsito em julgado da decisão (no caso de cancelamento de naturalização) Data do trânsito em julgado da sentença. Incapacidade civil absoluta Condenação criminal Improbidade administrativa Estatuto da Igualdade Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta .Manual de Procedimentos Cartorários 205 230 248 Habilitação para trabalhos eleitorais Omissão na prestação de contas Homônimo Inexistente 1. Data da sentença. 2. mandato de 4 anos 2.I. nas hipóteses de condenação criminal e improbidade administrativa. 8. 5.Indicado Inexistente Data da indicação Data da eleição ZE Sistema Inexistente Data da decisão ZE 256 Gêmeo Inexistente Inexistente 264 272 Multa eleitoral Regularização de prestação de contas Desativação da habilitação p/ os trabalhos eleitorais 1. Perda da nacionalidade Documento de origem: Nº/ano do proc CRE/UF Documento de origem: Nº da portaria ou decreto Nº do proc. 6.

Deficiência visual 2..nº/ano do proc. Eleitor diverso 1.Manual de Procedimentos Cartorários 353 Regularização perda de direitos políticos Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Cessação de impedimento – suspensão dos direitos políticos Portador de deficiência 1.Nº/ano do processo-ZE/UF Obrigatório Documento de origem: . na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. 81 ./órgão/local/UF . Eleitor diverso Inexistente 361 Documento de origem: Nº da portaria ou decreto Nº do processo/ano-CGE Obrigatório Documento de origem: . 2.Nº/ano processo-órgão/UF Obrigatório Documento de origem: . na hipótese de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou prestação alternativa.-órgao/local/UF Inexistente brasileiros e portugueses. Estrangeiro Duplicidade/pluralid ade 4.abandono Inexistente Data da eleição ZE/Sistem a 1.Data da decretação da suspensão dos direitos políticos. 469 . da portaria ou da decisão Sistema Data da decisão ZE 370 1. Extinção da causa de restrição 2. data do respectivo trânsito em julgado Data da decisão que ZE 558 Restabelecimento Inexistente Documento de origem: ZE Pág. Outros 4. Dificuldade para o exercício do voto Inexistente Data da determinação de regularização da inscrição Data da comunicação ZE 396 ZE 418 442 450 Duplicidade/ pluralidade inscrição nãoliberada Ausência aos trabalhos eleitorais ou abandono da função Cancelamento sentença de autoridade judiciária Cancelamento – revisão de eleitorado Retificação/ comprovação de dados pessoais . 3. Deficiência de locomoção 3.Nº/ano processo-órgão/UF Obrigatório Documento de origem: Nº/ano processo -CGE/UF Obrigatório Documento de origem: Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano da comunicaçãoórgão/local/UF Obrigatório Data da determinação Sistema ou do documento/CRE que encaminhou a listagem (Prov. Data do decreto. nº 1/03CGE) Data da decisão Sistema 507 540 Regularização Inexistente homônimo/cessaçã o do impedimento Inelegibilidade Inexistente Data da decisão Sistema Data da decisão que ensejou a inelegibilidade e. Outros Inexistente Documento de origem: .Número da coincidência Obrigatório Data do batimento Sistema 1 – ausência 2 .nº/ano da com. .Nº/ano processo-ZE/UF Obrigatório Data da decisão ZE/Sistem a Data da homologação do processo revisional pelo TRE ZE 485 Inexistente Documento de origem: -Nº/ano do processo-CGE -Nº/ano do documento-CRE/UF 493 Regularização sentença de autoridade judiciária Inexistente Documento de origem: . Direitos políticos readquiridos 2.

Data do batimento Sistema 566 604 Duplicidade/ Inexistente pluralidade inscrição liberada Procedimento CGE Inexistente Número da coincidência Obrigatório Data da decisão Sistema Pág. 82 . data do respectivo trânsito em julgado.Manual de Procedimentos Cartorários da elegibilidade Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano da comunicaçãoórgão/local/UF Obrigatório ensejou o restabelcimento da elegibilidade e. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial.

mesmo presente em seu domicílio eleitoral. O eleitor que necessitar de prova de quitação com a Justiça Eleitoral e não puder comparecer ao cartório eleitoral. não comparecer à eleição. poderá autorizar terceiros a requererem e/ou retirarem certidão de quitação eleitoral. ou por fac-símile. terá o prazo de 60 (sessenta) dias após a realização do pleito para formalizar o requerimento de justificativa. mediante a apresentação do título do eleitor ou de documento de identidade. a qual deverá providenciar o lançamento do código FASE 078/1. dispensada a apresentação de autorização ou procuração. que deverá receber o pedido. Passaporte. 6. bem assim da justificativa da ausência ao pleito. dispensado o Pág. 4. O pedido de justificação será sempre dirigido ao juiz eleitoral da zona de inscrição e deverá ser acompanhado de documentos que comprovem os motivos da ausência ao pleito. 4. acompanhado dos documentos comprobatórios (Ex. sempre que possível. 83 .1. Caso o eleitor não queira aguardar a decisão do juízo competente. a contar de sua volta ao país. desde que o fato seja comprovado por atestado médico.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo III JUSTIFICATIVA 1. bilhete de viagem. 8. 4. no valor máximo. cartão de embarque. a certidão de quitação somente poderá ser fornecida após o deferimento da justificativa pelo juízo da zona da inscrição. Neste caso. 5. A autorização deve ser escrita. O eleitor que se encontrava no exterior na data do pleito terá o prazo de 30 (trinta) dias. poderá optar pelo recolhimento da multa. O encaminhamento dos referidos requerimentos deverá ser feito por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral apenas quando se destinarem às zonas eleitorais de outras Unidades da Federação. O requerimento de justificativa recebido por intermédio dos Correios. por motivo de doença. poderá apresentar o requerimento de justificativa em qualquer cartório eleitoral. etc) – Lei nº 6. deverá ser submetido à apreciação do Juiz Eleitoral. juntando-se o envelope respectivo.091/74. bem assim aquele que. O eleitor que deixar de votar por estar fora de seu domicílio eleitoral e não formalizar a justificação nos postos ou balcões de justificativa no dia das eleições. 7. para formalizar o requerimento de justificativa. O eleitor que necessitar justificar sua ausência ao pleito e encontrar-se fora do município de sua inscrição. na zona eleitoral onde se encontrar. 3. outra pessoa poderá fazê-lo. 2. independentemente do tipo de correspondência utilizada. O requerimento de justificativa poderá ser entregue em cartório por terceiros. após a apresentação do comprovante de recolhimento pelo eleitor. Na impossibilidade de o eleitor subscrever o requerimento. conferir os documentos e providenciar seu encaminhamento ao juízo da inscrição.2.

11. no prazo máximo de 90 (noventa) dias. Parte II – Multas. 11. Capítulo IV RESTABELECIMENTO DE INSCRIÇÃO CANCELADA POR EQUÍVOCO 1. 9. 10. 450 e 469. A justificação será formalizada em impresso próprio fornecido pela Justiça Eleitoral ou. será arbitrada multa nos moldes estabelecidos no Título VII. e não processadas nas urnas eletrônicas. para processamento. mediante o comando do FASE 167.2. Os documentos de justificação entregues em missão diplomática ou repartição consular brasileira serão encaminhados ao Ministério das Relações Exteriores. 84 . 11. que valerá como prova de justificação.2. Após o processamento. 12.1. O encarregado do atendimento entregará ao eleitor o comprovante. em qualquer zona eleitoral do país ou exterior. destas Normas. na falta do impresso. a apresentação do título ou o documento de identidade daquele eleitor.Manual de Procedimentos Cartorários reconhecimento de firma. e comprovada a inexistência de outra inscrição liberada ou regular para o eleitor. É vedado novo alistamento ao eleitor que figure no Cadastro com inscrição cancelada por equívoco. as justificativas eleitorais serão arquivadas na zona eleitoral que as recebeu até o pleito subseqüente. Será admitido o restabelecimento. para todos os efeitos legais. 11. no entanto.1. 9. digitada ou manuscrita. Decorrido o prazo para a apresentação da justificativa ou sendo ela indeferida. Os pedidos de justificação protocolizados no cartório eleitoral deverão ser submetidos à apreciação do juiz que. 12. O documento de justificação formalizado perante a Justiça Eleitoral no dia da eleição prova a ausência do eleitor no seu domicílio eleitoral. As justificativas eleitorais recebidas nas seções eleitorais no dia das eleições. mediante comando do código FASE 361. deverão ser digitadas pela própria zona eleitoral que as recebeu. 1º e 2º turnos.1. 9. A data de ocorrência do FASE 167 será a data da eleição. sendo necessária. de inscrição cancelada em virtude de comando equivocado dos códigos FASE 019. Pág.3. no caso de deferimento.1. após o que serão descartadas. que deles fará entrega ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. passível de restabelecimento. determinará a emissão do FASE 167. A justificação da falta será registrada no cadastro por intermédio do FASE 167. 1.

em um caso de transferência. Se o erro cometido foi no preenchimento do RAE. se o erro for “data de nascimento difere do cadastro”. O eleitor deve ser convocado e informado da ocorrência. Pág. 3. mediante registro e autuação de processo. Cada caso deverá ser analisado. Verificado que o equívoco se deu por falha no comando do código FASE. desde que esteja quite com a Justiça Eleitoral. mesmo aqueles que não constem do campo “Erros”.3. devendo. preenchendo novo RAE. Diariamente o cartório deverá acessar o relatório de erros através menu Ajuste/Banco de Erros/Consulta. 3. para se detectar se ele não possui outra inscrição no cadastro. neste caso.1. 85 .Manual de Procedimentos Cartorários 1. 2. do RAE e demais documentos. o cartório deverá proceder à sua correção ou exclusão. este deve ser excluído do Banco de Erros. 1. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. não processado. 1. Capítulo V BANCO DE ERROS – RAE 1. para verificar se algum RAE encaminhado para processamento foi incluído em Banco de Erros e. a fim de verificar se o erro não foi de digitação do número da inscrição. com a finalidade de ser verificado se pertence ao eleitor que formulou o pedido (RAE). 2. 2. A correção do erro somente poderá ser procedida se o erro cometido tiver sido de digitação. Todos os dados da ocorrência devem ser analisados. portanto. e analisado juntamente com os dados constantes do espelho da consulta ao cadastro. dispensada a presença do eleitor.1. Na hipótese de requerimento de restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco formulado pelo eleitor. recolhendo-se o protocolo ou título de eleitor. confrontando-se os dados digitados no RAE com aqueles constantes dos documentos apresentados pelo eleitor no ato do requerimento e do espelho da consulta.4.2. dispensando o comando do FASE 078. o cartório poderá fornecer certidão de quitação eleitoral no momento da formalização do pedido de restabelecimento. ser cobrados apenas os débitos anteriores ao cancelamento. Considerando que o processamento do FASE 361 inativa os demais códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. O processamento do FASE 361 inativa os débitos existentes no histórico do eleitor. Exemplificando. o restabelecimento deverá ser procedido a ex officio pelo juízo. 3. se for o caso. deverá ser analisado não só se foi digitada data de nascimento errada como também se os outros dados digitados pertencem ao eleitor constante do RAE. conforme o caso. Identificado o erro cometido.2. e também pelo nome e dados do eleitor. A consulta ao cadastro deve ser feita pelo número da inscrição constante da ocorrência. 2. especialmente o número da inscrição.2.

2. por seus delegados.1. nos moldes do Título IV da Parte II. Qualquer irregularidade determinante de cancelamento de inscrição deverá ser comunicada por escrito ao Juiz Eleitoral. 4. transferência. No interesse do resguardo da privacidade do cidadão. Pág. Na zona eleitoral. 2. não sendo permitida a atuação simultânea de mais de um delegado de cada partido. deles podendo requerer.3. na circunscrição. sem o que os RAEs não serão processados. Para os fins do item anterior. de caráter personalizado. revisão. 1. sem ônus para a Justiça Eleitoral. 2. 2ª via e quaisquer outros. 86 . revisão. No caso de serem corrigidos RAEs na própria tela. os lotes referentes aos RAEs corrigidos deverão ser fechados. os delegados serão credenciados perante o Juiz Eleitoral. 1. de forma fundamentada.Manual de Procedimentos Cartorários 3. Os delegados credenciados junto ao Tribunal poderão representar o partido perante qualquer Juízo Eleitoral. poderão: a) acompanhar os pedidos de alistamento. Capítulo VII ACESSO ÀS INFORMAÇÕES DO CADASTRO 1. As informações constantes do Cadastro Nacional de Eleitores serão acessíveis às instituições públicas e privadas e às pessoas físicas. 2ª via e revisão do eleitorado. b) requerer a exclusão de qualquer eleitor inscrito ilegalmente e assumir a defesa do eleitor cuja exclusão esteja sendo promovida. c) examinar. As inscrições retidas em Banco de Erros por duplicidade/pluralidade devem ser objeto de decisão da autoridade judiciária. os partidos políticos poderão manter até dois delegados perante o Tribunal Regional Eleitoral e até três delegados em cada zona eleitoral. Capítulo VI FISCALIZAÇÃO PELOS PARTIDOS POLÍTICOS 1. destas Normas. os documentos relativos aos pedidos de alistamento. transferência. não serão fornecidas informações constantes do cadastro eleitoral. 2. que se revezarão. que observará o procedimento estabelecido nos artigos 77 a 80 do Código Eleitoral. até mesmo emissão e entrega de títulos eleitorais.1. sem perturbação dos serviços e na presença dos servidores designados.1. Os partidos políticos. cópia.

visando identificar eleitor inscrito com os parâmetros informados no pedido. c) por entidades autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.1 As solicitações subscritas por servidores dos juízos. Consideram-se informações personalizadas as relações de eleitores acompanhadas de dados pessoais (filiação. estado civil.1 os pedidos relativos a procedimento previsto na legislação eleitoral e os formulados: a) pelo próprio eleitor. data da ocorrência da respectiva causa. Caberá aos juízos eleitorais. escolaridade. quando for o caso. telefone e endereço). desde que exista reciprocidade de interesses.538/2003. autorizar o fornecimento a interessados. TSE nº 21. a consulta ao cadastro e ao atendimento. profissão. visando à complementação das informações. será oficiada a autoridade solicitante.1. tribunais ou do Ministério Público somente serão atendidas quando acompanhadas de cópia da decisão proferida pela autoridade para a requisição dos dados à Justiça Eleitoral ou do respectivo ato delegatório. o órgão da Justiça Eleitoral.2. 2.3 Localizada apenas inscrição que não guarde absoluta identidade com os parâmetros informados. Recebida solicitação proveniente de autoridade judiciária ou do Ministério Público. O disposto neste item não impede a ampla fiscalização pelos Partidos Políticos.1. dos dados de natureza estatística levantados com base no Pág.1. no âmbito de suas jurisdições. exclusivamente. vinculada a utilização das informações obtidas. 87 .1. nos termos disciplinados na legislação eleitoral.5 Os pedidos formulados por órgão ou autoridade que careça de legitimidade para a obtenção dos dados constantes do cadastro eleitoral não serão atendidos. às respectivas atividades funcionais.4 Quando os parâmetros fornecidos na solicitação não forem suficientes para a individualização do eleitor. serão fornecidos os dados correspondentes. 1. 2. providenciará a pesquisa ao cadastro eleitoral. 3.Manual de Procedimentos Cartorários 1. 4.4. 2. b) por autoridade judicial e pelo Ministério Público. na hipótese de suspensão ou cancelamento. o recebimento. (Provimento CGE nº 06/06) 2. 2. A obtenção de dados do cadastro eleitoral para a instrução de procedimento afeto à própria Justiça Eleitoral se fará sempre por intermédio das corregedorias eleitorais.1. serão fornecidos os dados pertinentes às inscrições localizadas no cadastro.1.2 Identificada mais de uma inscrição atribuída ao mesmo eleitor. 2. fazendo-se referência à situação da inscrição e. desde que sem ônus para a Justiça Eleitoral e disponíveis em meio magnético. quanto aos dados constantes do cadastro eleitoral.3. 29 da Res. O Tribunal Regional e Juízes Eleitorais poderão. sobre seus dados pessoais. Excluem-se da proibição de que cuida o subitem 1. com destaque às divergências verificadas. 1. data de nascimento. dos pedidos formulados com base no art. 2. a análise. no âmbito de sua circunscrição.

também por sentença transitada em julgado (FASE 329). b) não-exercício do voto em 3(três) eleições consecutivas. 2 . Pág. sem justificativa de ausência ou quitação da respectiva multa (FASE 035). 2. que pode se dar por: 1 cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado (FASE 329). relativos ao eleitorado ou ao resultado de pleito eleitoral. 88 . deverá comunicar diretamente à zona da inscrição. 4. encaminhando-lhe a documentação necessária. A autoridade judiciária que tomar conhecimento de fato ensejador do cancelamento de inscrição liberada ou regular ou da necessidade de regularização de inscrição não-liberada. salvo na hipótese de eleitor que necessite de prova de quitação com a Justiça Eleitoral ou outras hipóteses que venham a ser expressamente autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. 5.Manual de Procedimentos Cartorários cadastro eleitoral. Qualquer solicitação de órgão ou entidade destinada à formalização de ajuste voltado ao credenciamento para obtenção de dados do cadastro eleitoral deverá ser remetido à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciação.1. cancelada ou suspensa pertencente a outra zona eleitoral. Os Juízes Eleitorais e o Tribunal Regional não fornecerão dados de eleitores não pertencentes à sua jurisdição.perda da nacionalidade. e) sentença de autoridade judiciária – alistamento indevido de estrangeiro (FASE 450/2). g) decretação da perda dos direitos políticos. salvo quando lhes for atribuído caráter reservado. obriga a quem os tenha adquirido a citar a fonte e a assumir responsabilidades pela manipulação inadequada ou extrapolada das informações. c) duplicidade ou pluralidade de inscrições (FASE 027). O cancelamento da inscrição eleitoral pode ocorrer nas seguintes hipóteses: a) falecimento do eleitor (FASE 019). TÍTULO III CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO ELEITORAL Capítulo I PROCEDIMENTO GENÉRICO 1. dispensado o registro e a autuação de processo na zona remetente. de natureza estatística. O uso dos dados do eleitorado ou de pleito eleitoral. 6. d) sentença de autoridade judiciária – duplicidade ou pluralidade de inscrições (FASE 450/3). f) Pelo não comparecimento a revisão do eleitorado no município onde é inscrito.

decorrido o prazo para recurso. relatando os fatos ensejadores do cancelamento. por intermédio do relatório emitido pelo sistema ELO ou pela consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores. l) Comandar o código FASE de cancelamento.538/2003. imprimindo os espelhos das consultas. os seguintes procedimentos: a) a peça inicial do processo deverá ser o documento que enseja o cancelamento (Ex. providenciada sua juntada aos autos. com a finalidade de comprovar as informações prestadas ao juiz. Ofício/Comunicação do Cartório de Registro Civil. Tratando-se de inscrição pertencente a zona eleitoral de outra Unidade da Federação a remessa dos documentos será feita por intermédio das respectivas corregedorias. m) confirmar o processamento do FASE. certificado nos autos a medida (Código Eleitoral. b) consultar o cadastro. k) certificar. 77. 89 . sempre que possível.Manual de Procedimentos Cartorários 2. art. o) quando houver indícios de ilícito penal. dirigida ao juiz. O cancelamento deverá ser precedido de registro e autuação de processo específico. canhoto ou pasta de folhas de votação e certificar a providência nos autos. IV). certificando a providência nos autos. o processamento do cancelamento e expedição do edital para conhecimento dos interessados. e) fazer conclusão ao juiz eleitoral. que determinará. 77. etc). art. observados. juntando-os aos autos. se for o caso. na modalidade individual ou coletiva. certificando a medida nos autos. n) proceder às anotações nos controles internos: mesários. j) registrar a sentença no livro próprio. certificando o fato nos autos. f) expedir e afixar edital com prazo de 10 (dez) dias para ciência dos interessados. em hipótese contrária. Pág. Ofício da Corregedoria-Geral. h) o juiz eleitoral terá prazo de 5 (cinco) dias para proferir sentença (Código Eleitoral. II). o embasamento legal e o número da inscrição que se propõe seja cancelada. ou. g) o prazo para contestar começa a correr no primeiro dia útil seguinte ao término do prazo do edital. 3. o trânsito em julgado da sentença. os autos deverão ser encaminhados ao Ministério Público para ciência e fins dos artigos 48 e 49 da Resolução TSE nº 21. deverá ser certificado que não houve contestação. Declaração.1. do PETE . da respectiva página do caderno de folhas de votação. que terão prazo de 05 (cinco) dias para contestar. Decorrido esse prazo. i) tornar pública a sentença por 3 (três) dias (prazo para recursos de partido político e/ou eleitor). d) juntar informação do chefe de cartório.Protocolo de Entrega do Título Eleitoral (canhoto). certificando nos autos a afixação. documentos pessoais do eleitor. c) anexar cópia do RAE.

Manual de Procedimentos Cartorários p) retornando os autos com o pronunciamento do Ministério Público. 90 . Pág. q) certificar as providências adotadas e. sendo o caso. promover o arquivamento dos autos. fazer conclusão ao juiz.

1) NÃO Arquiva listagem Relação óbito (2.1. aguarda pleito para notificar eleitor (3.Manual de Procedimentos Cartorários ZE consulta arquivo (1): .Recebido (1.1.1.informa mês (2.1.3) ZE diligenciou e não localizou. em 60 dias. certifica o ocorrido nos autos (3.1.4) Eleitor vivo? SIM NÃO ZE lança FASE 450–4 para as inscrições excluídas (3.1) NÃO Não localizado.2) ZE consulta óbito solucionado (4 e subitens) ZE consulta óbito (2): .1) . 91 .2.1.consulta óbito pendente (3) Ação Decisão Processo alternativo ZE consulta quantitativo (5) Término ZE imprime e publica listagem: Relação óbito (2.1) (após publicação) Óbito comprovado? SIM ZE lança FASE 019 com complemento INSS mm/aaaa /Cartório Registro Civil e data de ocorrência a do óbito (3.1) Óbito pendente ou em coincidência? SIM ZE diligencia.2) Publica lista dos excluídos (3.1) Pág.1) .1. a real situação do eleitor (3.Processado (1.1.5) ZE registra a situação (2.

Em um mesmo grupo. em tese. excetuadas as inscrições atribuídas a gêmeos. que serão identificadas em situação liberada. sua inscrição não será incluída no cadastro.2. 1. requerem uma nova inscrição. com a emissão automática do título de eleitor. novos eleitores e pessoas com restrição de direitos políticos) que. ao se efetuar uma consulta ao cadastro de eleitores. 92 . Esses agrupamentos são identificados por código denominado de "número da coincidência". Inscrição agrupada em duplicidade ou pluralidade ficará sujeita à apreciação e decisão de autoridade judiciária. transferência e revisão somente serão incluídas no cadastro ou efetivadas após submetidas a batimento. 1. Batimento Nacional. 1.1. O Tribunal Superior Eleitoral realiza. constantemente. Se um eleitor entrar em coincidência por ocasião de seu alistamento (operação 1).1. Essas inscrições “inexistentes” também podem ser objeto de regularização no sistema ELO (Ajuste/Coincidência/RRI). serão incluídas no cadastro como regulares. Pág. serão sempre consideradas não liberadas as inscrições mais recentes. com a finalidade de detectar e eliminar possíveis duplicidades ou pluralidades de inscrições e identificar situações que exijam averiguação.3. A formação do número da coincidência é a seguinte: GRUPO 1 2 3 DECISÃO Juiz Eleitoral Corregedor Regional Corregedor-Geral IDENTIFICA O TIPO DA COINCIDÊNCIA: Identifica se o grupo é: 1 D DF 98 01212355 (D) Duplicidade – dois eleitores ou eleitor e pessoa com restrição de direitos políticos (P) Pluralidade – mais de dois eleitores ou pessoas com restrição de direitos políticos Identifica uma seqüência a nível nacional Identifica o ano em que foi formado o grupo Identifica a UF – Unidade da Federação das inscrições envolvidas no grupo BR – Pluralidade envolvendo eleitores de UF`s distintas.1. vedada a redigitação do RAE. constará apenas da Base de Coincidências. Dessa forma. se forem “regularizadas”. não serão incluídas no cadastro. As operações de alistamento.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO IV DUPLICIDADES / PLURALIDADES (COINCIDÊNCIAS) Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. mediante cruzamento de informações constantes do cadastro eleitoral. ou pessoas com restrição de direitos políticos. 1. ele constará como eleitor inexistente. se forem “canceladas”. Obs: Os grupos de coincidência são formados por pessoas (eleitores.

e b) COMUNICAÇÃO dirigida à autoridade judiciária incumbida da apreciação do caso. no Sistema ELO. consignando-se o número e o ano do processo. c-1) se não for possível detectar de pronto se o grupo é formado por pessoas distintas (gêmeos ou homônimos). comunicação recebida pelo eleitor) deverão ser autuadas. c) regularizar.4. deverão ser tomadas providências necessárias à elucidação do caso.Manual de Procedimentos Cartorários 1. com o registro de processo no Livro de Registro Geral de Feitos. após a realização de batimento. no prazo de 20 dias.1. com a finalidade de ter acesso às coincidências existentes na zona eleitoral. independentemente de requerimento do eleitor. para as providências estabelecidas neste Título. o cartório deverá proceder à consulta no sistema ELO. com dados necessários à sua individualização. no menu Ajuste / Coincidência / Pendências: a) RELAÇÃO DE ELEITORES AGRUPADOS (envolvidos em duplicidade ou pluralidade) emitida por ordem de número de grupo. Em caso de agrupamento de inscrição de gêmeo com inscrição para a qual não foi indicada aquela condição. b) efetuar consulta ao cadastro. se o desejar. juntamente com índice em ordem alfabética. 93 . requerer regularização de sua situação eleitoral. contendo todos os eleitores agrupados inscritos na zona. Seção II REGULARIZAÇÃO . inscrições referentes a grupos formados por pessoas distintas (gêmeos e homônimos). inclusive aguardando o comparecimento do eleitor ao cartório pelo prazo de 20 (vinte) dias. para juntada aos respectivos autos. Todo eleitor que tiver sua inscrição “não liberada” em decorrência de realização de batimento será notificado pelo TSE para. adotandose as seguintes providências: a) certificar o registro e a autuação nos autos. imprimindo os espelhos de cada grupo. 1. 5.PROCEDIMENTOS INICIAIS 4. após despacho do Juiz Eleitoral. contados da data do batimento. anexando os espelhos da consulta às comunicações. Serão colocadas à disposição de todas as zonas eleitorais pelo Sistema ELO. menu Ajuste/Coincidência/Pendências. noticiando o agrupamento de inscrição em duplicidade ou pluralidade. 2. As comunicações de duplicidade ou pluralidade ou qualquer outro documento pelo qual o cartório tome conhecimento da coincidência (espelho do agrupamento emitido pelo ELO. Pág. contados da data de realização do batimento. Diariamente. os números do livro e da respectiva folha e a data do registro.3. essa última será considerada não liberada.

b) comunicação de Duplicidade/Pluralidade ou espelho do agrupamento. se for o caso. 6. 7. revisão ou 2ª via. Os processos devem ser instruídos com os seguintes documentos: a) RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição. h) cópia autenticada de documento de identidade e i) cópia autenticada da certidão de nascimento e/ou casamento. fornecendo cópias de seus documentos pessoais. Subseção I GRUPOS FORMADOS POR PESSOAS DISTINTAS 8. com a aposição dos dizeres “Confere com o Original” e da identificação e assinatura do servidor que verificou a autenticidade. c) notificação ao eleitor. f) cópia autenticada do título de eleitor. A autenticação dos documentos poderá ser procedida pelo servidor do cartório.1. transferência. e) cópia do PETE (canhoto). 7. exceto quando não houver dúvida quanto à decisão a ser proferida. a regularização será feita mediante requerimento do eleitor. a preencher o RRI. ou a requerer. Comparecendo o eleitor ao cartório. Os casos de grupos formados por pessoas distintas (gêmeos e homônimos) devem ser regularizados independentemente do requerimento do eleitor. deverá ser orientado. Pág. d) cópia do RAE.Manual de Procedimentos Cartorários d) nos grupos formados por inscrições da mesma pessoa. oportunamente. g) cópias autenticadas das folhas de votação das três últimas eleições. 94 .

por serem gêmeos. ______________________ Chefe de Cartório Eleitoral Pág. Informo a Vossa Excelência que os eleitores constantes das anexas Comunicações de Duplicidade/Pluralidade estão envolvidos em coincidência por serem homônimos. Juiz Eleitoral. (Local __/__/__) ___________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos_____de_____________de ______. faço estes autos conclusos ao MM. À consideração de Vossa Excelência. razão pela qual proponho.___/___/___) ________________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos______de_______________de ______.j. que suas inscrições sejam regularizadas. faço estes autos conclusos ao MM. s.m. Dr. 95 . Dr.j...m. constatando-se no Cadastro de Eleitores que não possuem outra inscrição liberada ou regular. constatando-se no Cadastro de Eleitores que não possuem outra inscrição liberada ou regular.Manual de Procedimentos Cartorários a) Exemplo de homônimo: MM Juiz. razão pela qual proponho. À consideração de Vossa Excelência. Juiz. s. ___________________ Chefe de Cartório Eleitoral b) Exemplo de gêmeo: MM. que suas inscrições sejam regularizadas. Juiz Eleitoral. (Local._______________________._______________________. Informo a Vossa Excelência que os eleitores constantes das anexas Comunicações de Duplicidade/Pluralidade estão envolvidos em coincidência.

Pág. o cartório eleitoral deverá: a) proceder à atualização da coincidência no sistema ELO. o eleitor deverá requerer transferência ou revisão. via de regra. a autoridade judiciária determinará o cancelamento da inscrição mais recente. Subseção II GRUPOS FORMADOS POR INSCRIÇÕES ELEITORAIS DA MESMA PESSOA 9. Após a decisão refletir no Cadastro. 9. ao final. 9. através do menu Ajuste/Coincidência/RRI. envolvida (a da inscrição mais antiga). oficiar à zona eleitoral competente para a comando do FASE 248 ou 256 e d) arquivar os autos. c) se a inscrição pertencer a outra zona. o que será feito automaticamente. clicando-se. aguardando-se a atualização do Cadastro para. ambas deverão ser REGULARIZADAS. regularizadas mediante sentença do Juiz Eleitoral. 8. o eleitor deverá preencher o RRI. para o cancelamento da respectiva inscrição por FASE 450. conforme o caso. Se necessário. com a “regularização” das inscrições. a critério do Juiz. b) comandar FASE 248 ou 256 (conforme o caso – homônimo ou gêmeo). No caso de grupo formado por inscrições de uma mesma pessoa. imprimir espelho da consulta e juntá-la aos autos. após atualizada a Base de Coincidências e o Cadastro Nacional de Eleitores.2. através da Corregedoria.3 Caso o eleitor já tenha utilizado a inscrição mais recente para a confecção de outro documento ou. no botão “Gravar” e imprimindo o espelho da coincidência para juntada aos autos. 9. Deverá ser regularizada a inscrição mais antiga do eleitor. Em seguida. não pertencendo esta à zona procurada.1. Todas as inscrições agrupadas devem ser analisadas e.Manual de Procedimentos Cartorários 8. encaminhar cópia dos autos à outra Zona Eleitoral.2. haja qualquer outra razão para que não seja cancelada. 96 .1. inexistindo outra inscrição em nome do eleitor.

j. ambas através da opção “cancelar”. A decisão de coincidências envolvendo registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos será da competência do Corregedor Regional Eleitoral. para posterior cancelamento da mais antiga..1._______________________. após a atualização do cadastro (situação suspensa).m. faço estes autos conclusos ao MM. em autos próprios. Juiz: Informo a Vossa Excelência que o eleitor constante da anexa Comunicação de Duplicidade/Pluralidade está envolvido em coincidência. Neste caso.1. a inscrição de código 31 (situação “não liberada”) poderá ser regularizada no sistema ELO (Ajuste/Coincidência/RRI) e a de código 32 (“eleitor suspenso”) deverá permanecer suspensa. Juiz Eleitoral. após comparecimento do eleitor ao cartório. mantendo-a em situação “suspensa”. por possuir duas inscrições no Cadastro de Eleitores. primeiro deve-se atualizar a coincidência e. Pág.. Dr.2. somente será possível se for comprovado tratar-se de eleitor diverso (gêmeo ou homônimo). 11. ______________________ Chefe de Cartório Eleitoral Subseção III GRUPOS CONTENDO INSCRIÇÃO SUSPENSA 10. (Local___/___/___) _______________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos____de_______________de ______. Se ambas as inscrições pertencerem à mesma pessoa. proponho. 11. s. Ainda nos casos dos itens 10 e 11. providenciar o restabelecimento da inscrição. 11. A regularização de inscrição de eleitor envolvido em duplicidade ou pluralidade com outro eleitor que está com seus direitos políticos suspensos. que a inscrição “não-liberada” seja cancelada e a “liberada” seja regularizada OU que ambas as inscrições sejam regularizadas. a mais antiga deverá ser mantida suspensa e a mais recente ser cancelada. 10. 97 . se o eleitor com inscrição suspensa comprovar haver cessado os motivos ensejadores da suspensão. a escolha da opção “cancelar” não cancela a inscrição (de código 32) no cadastro. Nos casos dos itens 10 e 11. 12.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de Informação: MM. através da opção “cancelar”. Assim. À consideração de Vossa Excelência.

Comparecendo ao cartório eleitor em coincidência que envolva registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos.Requerimento de Regularização de Inscrição para regularização de inscrição preenchido e assinado pelo eleitor. Esses grupos constam da Base de Coincidências com códigos 82 (pessoa registrada na Base de Perdas de Direitos Políticos) e 81 (par de pessoa com ocorrência 82). anexando os seguintes documentos: a) notificação apresentada pelo eleitor. d) PETE . e) cópias autenticadas do título eleitoral e documentos pessoais do eleitor e f) documento que comprove a cessação dos motivos ensejadores do registro da suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. deverá preencher o RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição e o formulário Declaração de Situação de Direitos Políticos. deverá preencher o RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição e o formulário Declaração de Situação de Direitos Políticos. 98 . Subseção IV GRUPOS CONTENDO INSCRIÇÃO COM PERDA DE DIREITOS POLÍTICOS 14. e) cópia autenticada do título eleitoral e documentos pessoais do eleitor e Pág. c) FAE – Formulário de Alistamento Eleitoral ou RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral referente à inscrição que será examinada. d) PETE . 14.Protocolo de Entrega de Título Eleitoral (em original).Requerimento de Regularização de Inscrição preenchido e assinado pelo eleitor. 13.Manual de Procedimentos Cartorários 13.1. e/ou b) RRI . Todos os documentos deverão ser encaminhados à Corregedoria Regional Eleitoral. c) FAE – Formulário de Alistamento Eleitoral ou RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral referente à inscrição que será examinada. b) RRI . 15. Comparecendo o eleitor ao cartório. anexando os seguintes documentos: a) notificação apresentada pelo eleitor ou devolvida pela Empresa de Correios e Telégrafos à zona eleitoral onde é inscrito o eleitor.1. A decisão de coincidências envolvendo eleitores que perderam seus direitos políticos é atribuição do Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral.Protocolo de Entrega de Título Eleitoral (em original).

18. caso exista no cadastro. Seção III COMPETÊNCIA PARA REVISÃO DE SITUAÇÃO ELEITORAL 20. sendo que a inscrição liberada passará a figurar como regular e a não-liberada como cancelada. Todos os documentos deverão ser encaminhados à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral por intermédio da Corregedoria Regional. A decisão das duplicidades e pluralidades de inscrições. revisão ou 2ª via antes de decisão de autoridade judiciária competente atualizada no sistema.1. a coincidência será automaticamente atualizada pelo sistema. Eleitor agrupado em duplicidade ou pluralidade de inscrições não poderá requerer transferência. 99 . a autoridade judiciária competente pronunciar-se-á a respeito de todas as inscrições envolvidas na duplicidade ou pluralidade de forma que somente uma inscrição de cada eleitor permaneça regular. 19. inclusive quanto às inscrições de pessoas que estão com seus direitos políticos suspensos. agrupadas ou não pelo batimento. não existindo decisão de autoridade judiciária. IV . preferencialmente. 17.naquela cujo título não haja sido utilizado para o exercício do voto na última eleição e Vna mais antiga. Identificada situação onde um mesmo eleitor possua duas ou mais inscrições liberadas ou regulares.1. quanto às situações de duplicidade e pluralidade detectadas pelo Batimento. 15. caberá: Pág. No prazo de 10 dias após o encerramento do prazo para exame e decisão dos casos de duplicidade ou pluralidade. Ao apreciar Requerimento de Regularização de Inscrição . na inscrição que não corresponda ao domicílio eleitoral do eleitor. o mais breve possível e em até 40 (quarenta) dias contados da data de realização do respectivo Batimento. 16. mesmo se a inscrição de seu interesse estiver “liberada”. Subseção V CONSIDERAÇÕES GERAIS 16. naquela cujo título não haja sido entregue ao eleitor. na esfera administrativa. nesta ordem. recair: III III na mais recente. A autoridade judiciária competente deverá se pronunciar. agrupadas ou não pelo Batimento.RRI. o cancelamento de uma ou mais delas deverá.Manual de Procedimentos Cartorários f) decreto ou comunicação do Ministério da Justiça.

III – ao Corregedor-Geral.3.pelo Corregedor-Geral quando se tratar de decisões proferidas por Juízes Eleitorais de circunscrições diversas ou por Corregedores Regionais. mesmo que seja a mais antiga.4.1. 100 . será do Juiz Eleitoral da zona onde foi efetuada a inscrição mais recente. na esfera penal. requeridas em circunscrições distintas. o cancelamento ou a suspensão de inscrição que pertença à sua jurisdição. II . com um ou mais registros de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipos 2 P). nos casos envolvendo pessoa que perdeu seus direitos políticos (tipo 3 D). e II . quando envolver inscrições efetuadas entre zonas eleitorais de uma mesma circunscrição e nas pluralidades decorrentes do agrupamento de uma ou mais inscrições. caberá: Iao Corregedor Regional a apreciação de situações que motivaram decisão de Juiz de sua circunscrição. 22. IV – ao Corregedor-Geral. Havendo decisões conflitantes em processo de regularização de situação do eleitor proferidas por autoridades judiciárias distintas. A competência para decidir a respeito das duplicidades e pluralidades. O Juiz Eleitoral só poderá determinar a regularização. III – ao Corregedor Regional. quando se tratar de decisões proferidas por Juízes de zonas eleitorais de uma mesma circunscrição. Em grau de recurso. requeridas na mesma circunscrição. o conflito será resolvido: Ipelo Corregedor Regional. II – ao Juiz da zona da inscrição “não liberada”.Manual de Procedimentos Cartorários 20. no prazo de 03 (três) dias. 20. Pág. nos casos envolvendo gêmeos ou homônimos comprovados. quando envolver inscrições efetuadas em zonas eleitorais de circunscrições diversas e nas pluralidades decorrentes do agrupamento de uma ou mais inscrições. II – ao Corregedor Regional. No tocante às duplicidades: I– ao Juiz da zona eleitoral onde foi efetuada a inscrição mais recente (tipo 1 DUF). quando envolver inscrições efetuadas em uma mesma zona (tipo 1 P). nos casos envolvendo inscrição e registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipo 2 D).2. envolvendo inscrições atribuídas a uma mesma pessoa. com um ou mais registros de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipos 3 P). 20. com inscrição “não liberada” no grupo.ao Corregedor-Geral a apreciação de situações que ensejaram decisão do Corregedor Regional. 21. No tocante às pluralidades: I – ao Juiz da zona eleitoral. 20.

assinado. Data Despacho: digitar a data da sentença do Juiz Eleitoral. Pág. através do ofício “INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA AUTORIDADE JUDICIÁRIA”. C – Será exibida uma tela contendo o resultado da pesquisa. D – A seguir será exibida a tela para a decisão da coincidência. elas deverão ser prestadas no prazo de 10 (dez) dias. para as medidas cabíveis. onde deverão ser preenchidos os seguintes campos: Processo: digitar o número e o ano do processo de coincidência registrado na zona eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários 23. Todos os dados devem ser conferidos e. com dez dígitos. clique sobre o número da coincidência.1. elaborando-se informação ao Juiz Eleitoral. 24. digitar o número da coincidência ou o número da inscrição. não é possível “cancelar” inscrição não pertencente à zona eleitoral. A autoridade judiciária que tomar conhecimento de fato ensejador do cancelamento de inscrição liberada ou regular. bem assim o andamento necessário. a decisão deve ser assinalada para todas as inscrições agrupadas. 23.1. Nas duplicidades e pluralidades de sua competência. contados do recebimento da requisição. 24. instruído com os documentos disponíveis pelo cartório e enviado à autoridade judiciária competente para proferir a decisão. que será utilizada como peça inicial do processo. diretamente ao Juízo da inscrição se pertencente ao Estado ou por intermédio da Corregedoria Regional nos demais casos. estando corretos. ou da necessidade de regularização de inscrição não liberada. ainda que o eleitor não seja encontrado ou não compareça à zona eleitoral. 23. 101 . o ofício “INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA AUTORIDADE JUDICIÁRIA” deverá ser preenchido.2. cancelada ou suspensa. Para tanto. deve ser clicado no botão “Gravar”. com as letras “CO” iniciais e sem o caracter “barra” (/) entre o número e o ano do processo (Exemplo: CO00052004). deverá ser providenciado o seu registro e autuação. o Corregedor-Geral ou o Corregedor Regional poderão se pronunciar quanto a qualquer inscrição agrupada. B – Na tela apresentada. Recebido expediente ou autos de outra zona eleitoral. Subseção I ROTEIRO PARA ATUALIZAÇÃO DAS COINCIDÊNCIAS A – Acessar o menu Ajuste/Coincidência/RRI do sistema ELO. Decisão: assinalar a opção “regularizar” ou “cancelar”. dispensado o registro e a autuação de processo na zona de origem. Quando a Corregedoria Regional ou a Corregedoria-Geral solicitar informações necessárias ao exame e decisão de duplicidades ou pluralidades. o Juiz Eleitoral deverá convocar o eleitor para prestar as declarações. porém. visando ao cancelamento ou regularização de inscrição eleitoral. conforme o caso. de zona eleitoral diversa daquela em que tem jurisdição. para ter acesso à coincidência desejada. deverá comunicá-lo à autoridade judiciária competente.

507 “Regular” 248 “Regular” “Homônimo” 256 Comprovada gêmeo a condição de “Regular” “Gêmeo” 450 Cancelamento . da decisão da autoridade judiciária competente. após a digitação da decisão no programa de coincidências. após a digitação da decisão no programa de coincidências. Comandado pelo sistema. “Liberado” “Cancelado” “Regular” “Regular” Comandado pelo sistema. por ocasião da decisão automática. após decisão da autoridade judiciária competente. Comandado pelo sistema. para tanto. 102 . após digitação na base. por ocasião da decisão automática. em grupos de coincidência formados por pessoas distintas. ao incluir o eleitor na coincidência. para as inscrições canceladas. Comandado pela zona eleitoral. deverá ser procedido nos moldes das letras “A” a “D”. Seção IV CÓDIGOS FASE UTILIZADOS NAS DECISÕES Código 418 566 027 086 493 Descrição Envolvido em duplicidade / pluralidade Envolvido em duplicidade / pluralidade Decisão automática pelo sistema Decisão automática pelo sistema Decisão da autoridade judiciária competente Sentença de autoridade judiciária competente – homônimo de pessoa com perda de direitos políticos Comprovada homônimo a condição de Situação no Cadastro Origem “Não Liberado” Comandado pelo sistema. Comandado pelo sistema. em grupos de coincidência formados por gêmeos. Comandado pelo sistema. ela poderá ser corrigida.Manual de Procedimentos Cartorários E – Após gravada a decisão. se for constatado erro antes de a decisão refletir no cadastro. Comandado pela zona eleitoral. ao incluir o eleitor na coincidência. Comandado automaticamente pelo sistema.sentença de autoridade judiciária competente “Cancelada” Seção V CÓDIGOS DO BATIMENTO Código 20 21 Descrição Eleitor com indicação de gêmeo Em coincidência com eleitor gêmeo Pág. após decisão da autoridade judiciária competente.

pela autoridade judiciária competente. 25. excetuados os casos de evidente falha dos serviços eleitorais. 25. Decidida a duplicidade ou pluralidade e tomadas as providências de praxe. 103 . O inquérito policial somente poderá permanecer no Departamento de Polícia pelo prazo de 30 (trinta) dias. deve ser encaminhado ao Juízo Eleitoral. Pág.Manual de Procedimentos Cartorários 31 32 33 50 51 70 71 81 Em coincidência com eleitor suspenso ou com pessoa com registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor suspenso ou pessoa com registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor liberado de agrupamento anterior de coincidência – par de eleitor com ocorrência 32 Eleitor cuja inscrição já foi objeto de decisão anterior Em coincidência com eleitor cuja inscrição já foi objeto de decisão anterior Inscrição mais antiga com par em coincidência Inscrição mais recente em coincidência – par de eleitor com ocorrência 70 Em coincidência com eleitor que perdeu seus direitos políticos ou com pessoa com registro de perda na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Pessoa com registro de perda na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor liberado de agrupamento anterior – par de eleitor com ocorrência 82 82 83 Seção VI HIPÓTESE DE ILÍCITO PENAL 25. Inexistindo unidade regional do Departamento de Polícia Federal na localidade onde tiver jurisdição o Juiz Eleitoral.4. se duas ou mais inscrições em cada grupo forem atribuídas a um mesmo eleitor. os autos deverão ser remetidos ao Ministério Público Eleitoral. a remessa das peças informativas poderá ser feita por intermédio da Corregedoria Regional. com requerimento de dilação do prazo. Concluído o inquérito policial.3. os autos retornam ao Departamento de Polícia Federal. ao Departamento de Polícia Federal para instauração de inquérito policial.2. o processo deverá ser remetido. 25. sendo este deferido. findo o qual.1. ele deverá ser encaminhado ao Juiz Eleitoral competente para decidir na esfera penal. Manifestando-se o Ministério Público pela existência de indício de ilícito penal eleitoral a ser apurado. 25.

26. Após o transcurso de seis anos. nos termos do artigo 71. ou revisão para alteração do local de votação. por inscrição fraudulenta ou irregular. Corregedor Regional ou Geral. Seção VII CASOS NÃO APRECIADOS 28.1. cancelada pelo FASE 027 motivo/forma 3. o Juiz Eleitoral comunicará a decisão proferida à autoridade judiciária que determinou a instauração do apuratório. III – se possuir apenas uma inscrição em qualquer zona eleitoral do país ou do exterior. conforme o caso. é regida pelas disposições do Código Eleitoral e. relatando fatos e indicando provas para pedir abertura de investigação com o fim de apurar irregularidade no alistamento eleitoral. observandose a competência para a decisão e a prioridade no cancelamento.1.Manual de Procedimentos Cartorários 25. no caso de sua remessa para outra zona eleitoral. Não sendo cogitada a hipótese de ocorrência de ilícito penal eleitoral a ser apurado. A espécie. os autos deverão ser arquivados na zona eleitoral onde o eleitor possuir inscrição.5. Pág. através das operações 3 ou 5. 26. contados do processamento do código FASE próprio. 25. do servidor da Justiça Eleitoral ou de terceiros. Qualquer eleitor. deverá requerer nova inscrição.6. uma delas deverá ser cancelada. Arquivado o Inquérito ou julgada a Ação Penal. deverá requerer a regularização de sua inscrição. subsidiariamente. pela normas do Código de Processo Penal. cancelada pelo FASE 450. deverá ser orientado a: I – se possuir apenas uma inscrição e esta figurar no cadastro como regular na zona eleitoral por ele procurada. deverá se indagar ao eleitor se pretende requerer transferência. do Código Eleitoral. após a prolação de sentença pela autoridade judiciária competente ou após a atualização automática pelo sistema. inciso III. V – se possuir mais de uma inscrição liberada ou regular.7. 28. seja do eleitor. mantendo-se cópia dos autos em cartório. II – se possuir apenas uma inscrição e esta figurar no cadastro como regular em outra zona eleitoral. para regularizar inscrição envolvida em coincidência. as inscrições canceladas serão excluídas do cadastro. partido político ou Ministério Público poderá se dirigir formalmente ao Juiz Eleitoral. deverá ser verificada a necessidade de realizar operação de revisão ou 2ª via ou comando de FASE (gêmeo ou homônimo). no que lhe for aplicável. 25. Os procedimentos a que se referem estas normas serão adotados sem prejuízo da apuração de responsabilidade de qualquer ordem. para adoção das medidas cabíveis na esfera administrativa. O eleitor que comparecer ao cartório eleitoral. IV – se possuir apenas uma inscrição em qualquer zona eleitoral do país ou do exterior. no âmbito de suas respectivas competências. 104 . desde que cumprido o necessário interstício e comprovado o domicílio.

086/05) 4. 4. o eleitor deverá estar filiado ao respectivo partido pelo menos um ano antes da data fixada para as eleições majoritárias ou proporcionais. Seção II DO RECEBIMENTO DAS LISTAGENS 4. uma via deve ser entregue ao partido e outra arquivada em cartório. o partido. (Res.1. que emitirá recibo.(Res. O chefe de cartório eleitoral procederá ao recebimento do disquete no sistema.1. As listagens deverão ser elaboradas pelo partido no “Módulo Partido”. 105 . para arquivamento e publicação na sede do cartório. através de link a ser disponibilizado após o recebimento da lista no sistema ou através do menu Controle / Filiação / Consulta lista. 3. A via impressa da relação de filiados entregue pelo partido deverá ser publicada na sede do cartório eleitoral. o número dos títulos eleitorais e das seções em que são inscritos e a data do deferimento das respectivas filiações. e entregues ao Juiz Eleitoral OBRIGATORIAMENTE em meio magnético. também. durante o expediente normal dos cartórios.406) 4. O recibo deve ser impresso em duas vias. 2. Somente poderá filiar-se a partido o eleitor que estiver no pleno gozo de seus direitos políticos. imprimindo relação contendo o número das inscrições cujas filiações foram informadas. TSE nº 19. por seus órgãos de direção municipais. com o atendimento das regras estatutárias do partido. Caberá ao Juízo Eleitoral a inserção das filiações no sistema ELO. 2. acompanhada de relação impressa. com autenticação eletrônica emitida pelo sistema. com base nas informações prestadas pelo partido político.4. Para concorrer a cargo eletivo. para todos os efeitos. TSE nº 22. regionais ou nacional. Pág.2. que é o responsável pela manutenção das respectivas listas de filiados. que deverá ser idêntica à constante da via impressa entregue pelo partido. encaminhará ao Juiz Eleitoral da respectiva zona. 4. da qual constarão. a relação atualizada dos nomes de TODOS os seus filiados na respectiva zona eleitoral. sob pena de rejeição.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO V FILIAÇÃO PARTIDÁRIA Seção I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. com autenticação eletrônica do conteúdo do arquivo. No período de 8 a 14 dos meses de abril e outubro de cada ano.3. Considera-se deferida a filiação partidária.

No ato da entrega das listagens. na data indicada no cronograma de processamento das listagens. Partidária. devendo os representantes dos diretórios envolvidos ser notificados para. 7. uma vez que o sistema ELO armazena apenas uma única listagem. inclusive para o diretório regional ou nacional informar. O cartório eleitoral receberá imediatamente as relações no Sistema de Filiação 6. 7. Em caso de apresentação de segunda listagem relativa ao mesmo partido. as informações contidas na primeira listagem recebida. permanecerão. não se inserindo a segunda listagem no sistema ELO. deverá ser confeccionado recibo manualmente. no sistema. quando admitidas pelo estatuto do partido. com a finalidade de serem comunicadas ao Juiz Eleitoral nos períodos previstos em lei.Manual de Procedimentos Cartorários 5. o cartório eleitoral deverá encaminhar NOTIFICAÇÃO ao representante do partido político. sobretudo quando não existir diretório municipal em determinado município ou quando lhe restar inviabilizada a entrega.2. 7. A entrega da listagem deverá ser centralizada por um único órgão de direção do mesmo partido. compareça em cartório com a finalidade de retirar eventuais arquivos de erros e restrições decorrentes da 1ª fase do processamento das listagens apresentadas. Na ausência de manifestação ou de concordância dos diretórios. sanarem a divergência.1. 7. para que. As filiações efetuadas perante órgãos de direção nacional ou estadual. se faz a entrega em nome do partido e se a listagem contém TODOS os seus filiados no município. por meio do portador que proceder à entrega da lista. 106 . que poderá estabelecer que a entrega seja feita por determinado órgão de direção.3.4. nas épocas oportunas. DE IMEDIATO. O disposto no subitem anterior não impede ajuste interno entre os órgãos de direção de agremiação partidária. Deverão ser apresentadas listas separadas para cada município pertencente à mesma zona eleitoral e para cada zona eleitoral pertencente ao mesmo município. 7. deverão ser comunicadas aos diretórios municipais correspondentes à zona da inscrição do eleitor. por escrito. Segue modelo da notificação: Pág. substituindo informações anteriormente arquivadas caso haja processamento de nova lista. preferencialmente o municipal. a ser divulgado pela Corregedoria Regional.

UF. após as correções devidas. de ordem do MM. significa que a operação de recebimento de lista não foi concluída. Ao receber listas de filiados no sistema ELO. na hipótese. o TSE procederá a uma verificação. relativa ao respectivo município. Se não for disponibilizado o link. repetindo a verificação citada no item anterior. será disponibilizado um link para a emissão de recibo. fica Vossa Senhoria NOTIFICADA para que. Constatado que determinada lista não foi inserida no ELO. para comprovação do efetivo recebimento da lista no sistema. se ao clicar sobre a sigla do partido. com a finalidade de retirar eventual arquivo contendo erros e restrições relativos à lista ora entregue por esse partido. 9. Se a tela apresentar a mensagem “Registro não encontrado” é porque a lista não foi inserida no sistema. 107 .Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . tendente a detectar eventuais irregularidades nas filiações.1. por meio do menu Controle/Filiação/Consulta lista._______ Senhor Representante do Partido _____________. 9. Juiz Eleitoral desta ___ª ZE . até o dia __/__/___ (data a ser indicada no cronograma de processamento das listagens). fornecendo um disquete formatado. deverão ser regularizados mediante a entrega de nova relação de todos os seus filiados. com a impressão de relação contendo o número das inscrições cujas filiações foram informadas. compareça a esta zona eleitoral. do contrário. para a efetiva comprovação do recebimento no sistema ELO. Pelo presente. o cartório deverá proceder à rigorosa verificação no sistema ELO. Assim sendo. fica comprovado que a lista foi recebida no sistema. o cartório deverá proceder ao seu imediato recebimento no sistema. devendo o cartório iniciar novamente o seu recebimento. fica Vossa Senhoria NOTIFICADA de que. a tela apresentar a respectiva relação de filiados. no dia ___/___/____. __ de _______ de _______. Após o recebimento de cada lista. 8. _____.1. com autenticação eletrônica do conteúdo do arquivo. clicando sobre a sigla do partido.__ . _______________ Chefe de Cartório Eleitoral Seção III DA COMPROVAÇÃO DO PROCESSAMENTO DAS LISTAS DE FILIADOS 8. Pág. que. apresentada lista de filiados desse partido em ___/___/____. o que poderá gerar arquivos contendo erros e restrições.

uma vez recebidas no sistema ELO. 108 . à disposição dos cartórios eleitorais. 11. 10. Inscrição Inexistente O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem e. Para tanto. entregando novo disquete completo. incluir o filiado com o número correto de inscrição. com antecedência. pois serão rejeitadas pelo sistema. a data inicial em que os erros e restrições estarão disponíveis em cartório (1º dia subseqüente ao término do prazo de 7 dias para a verificação pelo TSE). no prazo de 7 dias. Ao término desse prazo os relatórios de erros e restrições detectados serão colocados. mediante entrega da nova listagem COMPLETA de seus filiados. o Tribunal Superior Eleitoral.1. os cartórios eleitorais deverão comunicar aos partidos políticos. No prazo destinado à entrega de listas contendo correção de erros e restrições: a) NÃO PODERÃO ser incluídas novas filiações. pois.1. contados da mencionada data inicial e NÃO da data de retirada do arquivo de erros e restrições (Vide modelo de Notificação – item 7.4) 11. apagando as demais filiações.Manual de Procedimentos Cartorários Seção IV DO PROCESSAMENTO DAS LISTAGENS Subseção I DA 1ª FASE DO PROCESSAMENTO 10. Inscrição não pertence à O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. c) NÃO PODERÃO ser recebidas listas não entregues pelos partidos no prazo legal. consistentes em erros e restrições ao processamento das filiações. ERROS: Município Inexistente O partido deverá ser notificado para corrigir a informação e entregar novo disquete completo. via sistema ELO. Inscrição não pertence ao O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. se for o caso. Encerrado o prazo para o recebimento das listagens em cartório e no sistema ELO (8 a 14 de abril e outubro de cada ano). procederá a uma verificação das filiações informadas. Pág. se sobreporão às listas completas anteriormente recebidas.2. b) NÃO PODERÃO ser recebidas listas contendo apenas as filiações relativas aos erros e restrições. visando identificar irregularidades. notificando-os para a retirada dos respectivos arquivos e devolução com as devidas correções no prazo de 10 dias. 12. Os partidos políticos deverão sanar as irregularidades. para entrega aos partidos políticos. Os erros e restrições poderão ser sanados conforme tabela que segue. visando à sua regularização. zona informada entregando novo disquete completo. 10.

O partido deve ser notificado para corrigir a data da filiação ou excluir o filiado da listagem. Se o partido entender pela exclusão do filiado da listagem. entregando novo disquete completo. se o partido entender pela exclusão do filiado. informando-se o partido. Eleitor consta em mais de Na 1ª fase do processamento. O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. bem assim quanto à eventual existência de FASE 361 ou operações 3 ou 5 pendentes de processamento para a inscrição cancelada. em ambas as hipóteses. por O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. RESTRIÇÕES: Inscrição não pertence à O partido deve ser notificado para corrigir a informação e entregar seção informada novo disquete completo. o partido deverá ser informado do cancelamento. o filiado de suas listagens. deverá entregar novo disquete completo. Se a inscrição for regularizada. se for cancelada. Data da filiação inválida Eleitor desfiliou-se Filiação cancelada sentença Desfiliação solicitada pelo O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. de imediato. para excluir. Se as filiações permanecerem nas duas listagens. Inscrição cancelada O cartório deverá informar o partido quanto ao cancelamento da inscrição e respectivo motivo. Nome do eleitor difere do O partido deve ser notificado a corrigir o nome do filiado na cadastro listagem. bem assim quanto à eventual existência de FASE 370 pendente de processamento para a inscrição suspensa. Pág. partido entregando novo disquete completo. Inscrição envolvida coincidência em O cartório deverá. deverá entregar novo disquete completo. entregando novo disquete completo. todos os partidos envolvidos na uma lista de filiados ocorrência devem ser notificados da situação. Se o partido entender pela exclusão do filiado da listagem. conforme o caso. após o segundo processamento deverá ser instaurado o procedimento sumário. deverá ser mantida na relação de filiados. 109 .Manual de Procedimentos Cartorários município informado entregando novo disquete completo. entregando novos disquetes completos. entregando novo disquete completo. Inscrição suspensa O cartório deverá informar o partido quanto à suspensão da inscrição. deverá entregar novo disquete completo. sendo o caso. entregando novo disquete completo. digitar a decisão do Juiz Eleitoral na Base de Coincidências.

se o prazo para defesa decorrer sem manifestação das partes. no prazo de 7 dias. Recomenda-se o prazo de 48 horas para defesa ou. 13. visando identificar duplicidades de filiação. o acesso ao sistema ELO deverá ser feito com o perfil Administrador. 110 . o cartório eleitoral deverá proceder ao recebimento. no sistema ELO. à disposição dos cartórios eleitorais. o Tribunal Superior Eleitoral procederá.1. através do menu Controle/Filiação/Recebe Lista. momento em que a defesa poderá ser produzida. VI – Expedir mandado ou carta de citação ao eleitor filiado e aos representantes dos partidos envolvidos. VII – Caso as citações não sejam concretizadas. se for designada audiência. III – O Juiz Eleitoral determinará o registro e a autuação individual do procedimento sumário. via sistema ELO. VIII – Se for apresentada defesa. concedendo prazo para apresentação de defesa acompanhada de documentos que comprovem a regularidade da filiação (fichas de filiação. IV – Registrar o procedimento sumário no Livro de Registro Geral de Feitos e proceder à sua autuação. submetendo-a à sua apreciação. e outros meios idôneos de prova) ou.Manual de Procedimentos Cartorários 13. comunicações de desfiliação encaminhadas pelos filiados aos partidos e respectivas cópias enviadas ao Juízo Eleitoral. a um cruzamento das informações apresentadas pelos partidos. em Pág. as duplas filiações detectadas serão colocadas. para tanto. juntamente com cópias das folhas das listas de filiados em que constem as filiações sub judice e o relatório de filiados sub judice emitido pelo sistema ELO. Encerrado o prazo de 10 dias para o recebimento das listas corrigidas no sistema ELO. esta deverá ser juntada aos autos. poderá designar audiência com os envolvidos. V – O Juiz determinará a citação do eleitor e dos representantes dos partidos envolvidos. No mesmo prazo de 10 dias concedido aos partidos para a devolução das listas corrigidas. II – Elaborar informação dirigida ao Juiz Eleitoral. os filiados e os representantes dos partidos deverão ser citados por edital afixado em cartório e publicado na imprensa oficial onde houver possibilidade de fazê-lo. dos disquetes contendo as listas corrigidas. ainda. para sua regularização: I – Solicitar o Relatório de Filiados Sub Judice do sistema ELO (Relatório/Filiação/Filiados Sub Judice). que deverão adotar as providências constantes do roteiro que segue. que a data seja próxima. Ao término dessa verificação. As listas decorrentes da correção de erros e restrições deverão ser recebidas no sistema ELO. o fato deve ser certificado nos autos. Subseção II DA 2ª FASE DO PROCESSAMENTO – DAS FILIAÇÕES SUB JUDICE E DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO 14. 15.

imprimir novo relatório de filiados sub judice. Subseção III DO RECEBIMENTO DE LISTAS ESPECIAIS 17. XII – A filiação ou as filiações anuladas pelo Juízo deverão ser canceladas no sistema ELO. os autos poderão ser encaminhados ao Ministério Público Eleitoral. § 2º. 111 . pois o fato de o filiado constar em duas listas não significa que está filiado em ambos os partidos. querendo. a critério do juiz. destina-se a comprovar se houve a dupla filiação. comprovando. não tê-lo excluído de sua lista. para prolação de sentença. poderá. do qual o filiado teria se desfiliado. Não sendo encontrados para a intimação pessoal ou postal. no qual deverá aparecer a mensagem “Registro não encontrado”. XI – Após sentença do Juiz Eleitoral. XIII – Após registrar a desfiliação. através do registro da “desfiliação”. com o prazo de 3 dias ou publicado na imprensa oficial. para. poderão ser recebidas listas não encaminhadas pelos partidos naquelas épocas. O prejudicado por desídia ou má-fé do partido poderá requerer diretamente ao Juiz Eleitoral da Zona. Em qualquer época. assinalando o campo “decisão judicial”. IX – Se na defesa apresentada. assim. 18. onde houver. X – Se o Juiz detectar que o eleitor filiou-se a dois ou mais partidos. O sistema ELO rejeitará o recebimento de listas especiais enquanto a zona eleitoral permanecer com filiações sub judice para o mesmo partido e mesmo município.096/95). a outra filiação deverá ser considerada válida. recorrerem no prazo de 3 dias.Manual de Procedimentos Cartorários qualquer hipótese. se comprovarem que o nome do filiado constou em duas listas por erro ou má-fé. pessoalmente ou por via postal. ou o partido anterior. deverão ser intimados da sentença por edital afixado em cartório. o procedimento sumário não tem essa finalidade. Nos casos dos subitens anteriores. ambas as filiações deverão ser anuladas. com exceção dos períodos destinados ao recebimento e processamento das listagens recebidas de 8 a 14 dos meses de abril e outubro de cada ano. o recebimento da lista especial somente poderá ocorrer após decisão judicial proferida em processo devidamente registrado e Pág. por falha. sob pena de desobediência. a inexistência de duplicidades na zona eleitoral. denominadas listas especiais. não superior a 10 dias. 19. o eleitor e os partidos políticos deverão ser intimados da decisão. podendo ter ocorrido a inclusão proposital do eleitor em uma lista para configurar a dupla filiação e anular a filiação anterior. o filiado ou os partidos comprovarem que o eleitor não estava filiado em dois ou mais partidos. para as providências cabíveis. XIV – Findo o processo. que intime o partido para que. encaminhe a relação que contenha o nome do eleitor como filiado. no prazo que fixar. ou seja. 16. da Lei 9. os autos devem ser conclusos ao Juiz Eleitoral. com a finalidade de assegurar o recebimento de lista contendo filiação cuja inclusão tenha sido determinada pelo Juiz Eleitoral (artigo 19. O eleitor que se filiou a dois ou mais partidos não poderá optar por um partido.

devendo-se clicar no botão “Desfiliar”. após o fechamento da janela. conforme item 21. até o dia imediato ao da nova filiação. neste caso. serão habilitados novos campos. para o registro da desfiliação no sistema ELO. 20. à Corregedoria Regional o Formulário de Acompanhamento de Listas Especiais. a novo partido. Se o motivo da desfiliação for a filiação a novo partido.1. 22. onde deverá ser informado o motivo da desfiliação. neste caso. o filiado deverá fazer comunicação escrita ao respectivo órgão de direção do partido. II – pedido do eleitor. o filiado deverá fazer comunicação ao órgão de direção do partido anterior e ao Juiz de sua respectiva zona eleitoral.2. Pág. Se a data da comunicação mencionada no item 23. 22. para desligar-se do partido. As desfiliações poderão decorrer de: I– decisão de autoridade judiciária. uma vez que.1. quando será apresentada uma nova janela. preenchendo-se o campo “Inscrição” da tela apresentada. que deverão ser devidamente preenchidos. ficará indisponível para impressão.2. sob pena de configuração de dupla filiação partidária. se o eleitor filiado tiver se transferido de zona eleitoral. IV – filiação.1. via fax. devendo ser consignados no sistema ELO o número do processo em que foi autorizada a medida e a inscrição eleitoral do servidor responsável pelo processamento. sem a qual as listas especiais não serão processadas pelo TSE. inciso IV. 112 . sendo que o sistema emitirá um documento denominado “Comunicado de Duplicidade de Filiação”. 22. 22. serão exibidos todos os dados do eleitor consultado. Seção V DESFILIAÇÃO 21. conforme cronograma fixado pela CGE. devendo ser datado e assinado pelo Juiz Eleitoral. Deverá ser encaminhado. for posterior ao dia imediato ao da nova filiação. enviando cópia ao Juiz Eleitoral da zona em que for inscrito. Em seguida.Manual de Procedimentos Cartorários autuado. O recebimento dessas listas se dará através do menu Controle/Filiação/Recebe Lista Especial. solicitando o cancelamento de sua filiação. por meio do menu Controle/Filiação/Consulta Filiado. que deverá ser impresso prontamente. de eleitor já filiado a partido anteriormente. deverá também enviar cópia da comunicação ao Juiz Eleitoral da zona em que a lista foi entregue. 22. III – pedido do partido. ficará configurada a dupla filiação. através do menu Relatório/Filiação/Formulário Listas Especiais. Tal formulário será disponibilizado no Sistema ELO. que será realizado no último dia útil dos meses pares. para análise e autorização de processamento. Nas hipóteses do artigo item o cartório deverá registrar a desfiliação no sistema ELO. excetuados os de abril e outubro. e iniciará novo ciclo de processamento. após o recebimento da lista especial.

Seção IV.1.2. para a inclusão do filiado transferido em sua relação de filiados. 25. solicitando a exclusão de seu nome da relação de filiados da zona ou município de origem. preencher o campo “Processo” e clicar no botão “Reverter”. preenchendo-se o campo “nº da inscrição” e clicando no botão “Consultar”. Pág. Após. em caso de interposição de recurso. 24. II – reforma da decisão do Juiz Eleitoral. O “Comunicado de Duplicidade de Filiação” deverá ser registrado e autuado. nessa situação. 26. A reversão da desfiliação deverá ser procedida no sistema ELO por meio do menu Controle/Filiação/Consulta Filiado. deverá ser oficiado à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. A desfiliação poderá ser revertida nos seguintes casos: I– registro indevido de desfiliação. A reversão da desfiliação somente poderá ser procedida após despacho do Juiz Eleitoral. 113 . será apresentada lista das filiações relativas à inscrição. No caso de registro de desfiliação com o motivo incorreto. adotando-se as providências referidas no roteiro de procedimentos constante da Subseção II. deste Título. Seção VII TRANSFERÊNCIA DE ELEITOR FILIADO 26. encaminhando a documentação pertinente e solicitando a correção do motivo da desfiliação. quando a desfiliação for registrada no sistema ELO antes do trânsito em julgado da sentença. por intermédio da Corregedoria Regional. a regularização da situação NÃO deverá ser procedida através da reversão da desfiliação.1.3. deverá ser clicado no botão “Gravar”. Após o preenchimento de todos os campos. Cabe ao órgão de direção do partido político comunicar essa transferência ao diretório do partido no novo município. 22.Manual de Procedimentos Cartorários 22. O filiado que se transferir para outro município ou para outra zona eleitoral deverá comunicar ao órgão de direção municipal do partido político (do município ou zona anterior). 23. Seção VI DA REVERSÃO DA DESFILIAÇÃO 23. será apresentada uma tela com os dados da filiação. devendo ser consignado no sistema ELO o número do processo em que foi determinada a reversão. clicar no link da inscrição que contenha a anotação de “desfiliado”.2.

inclusive relativo à eventual duplicidade de filiações. ressalvada a pendência de realização de batimento pelo Colendo Tribunal Superior Eleitoral. nos termos do artigo 4º e §§ 1º e 2º da Resolução TSE nº 21. inscrição nº ______________________ . ___ de ________ de ______. consta da relação de filiados encaminhada em ___/___/______ à Justiça Eleitoral pelo __________________ . Durante o período compreendido entre o início do prazo para encaminhamento das relações pelos partidos e a análise e identificação de irregularidades pelo Tribunal Superior Eleitoral. inclusive relativa à duplicidade de filiações. conforme modelo que se segue. Seção VIII DISPOSIÇÕES FINAIS 27. com data de filiação de ____/____/_______.______________ CERTIDÃO CERTIFICO que (NOME DO FILIADO). Pág.1. 27.2. Da certidão emitida neste período. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ____ª ZONA ELEITORAL . pelo sistema.574/2003. (A certidão deverá ser renovada se destinada a instruir processo de registro de candidato) Local. cabendo ao cartório emiti-las com base na documentação arquivada em cartório. não será possível a emissão._____ (NOME DO PARTIDO – SIGLA). Se a zona eleitoral do destino pertencer ao mesmo município. 114 . deverá constar ressalva relativa à pendência de realização de batimento pelo Colendo Tribunal Superior Eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários 26. de certidões de filiação. caberá ao órgão de direção do partido político incluir o filiado na relação de filiados da zona eleitoral para onde o eleitor se transferiu.

Manual de Procedimentos Cartorários

27.1.1. O interessado deverá ser alertado de que essa certidão deverá ser renovada, especialmente se for destinada a instruir requerimento de registro de candidatura. 28. O cartório deverá manter arquivadas as vias impressas das listas recebidas, com os respectivos recibos emitidos pelo sistema, em pastas separadas por partido, facultado o registro e a autuação das listas. 29. Lista de filiados recebida no sistema ELO sobrepõe lista anteriormente recebida, substituindo as filiações já processadas. 30. Se a relação de filiados não for remetida no prazo legal, permanecerão inalteradas as filiações de todos os filiados constantes da relação remetida anteriormente, excetuando-se as desfiliações registradas no sistema. 31. Para fins de prova de filiação partidária, inclusive com vistas à candidatura a cargo eletivo, o chefe do cartório eleitoral expedirá certidão com base na última relação de filiados recebida e armazenada no sistema ELO. 31.1. A ausência do registro da filiação no sistema ELO não impede a expedição da certidão de filiação, que deverá ser emitida com base na última relação recebida na zona eleitoral ou outros documentos arquivados em cartório. 32. Os servidores de qualquer órgão da Justiça Eleitoral não poderão se filiar a partido político ou exercer atividade partidária, sob pena de demissão, nos termos do artigo 366 do Código Eleitoral. 33. As informações relativas aos diretórios regionais e municipais dos partidos políticos poderão ser obtidas na Intranet. 34. Poderão ser fornecidas aos representantes de partidos ou a qualquer interessado, relações de filiados de qualquer partido político, desde que os interessados manifestem especificamente as razões e os fins do pedido, sem ônus para a Justiça Eleitoral, não podendo constar das relações dados de caráter personalizado.

TÍTULO VI MULTAS Seção I
APLICAÇÃO DA PENALIDADE DE MULTA
1. Será aplicada multa: a) ao brasileiro nato que não se alistar até os 19 (dezenove) anos e ao naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira; Obs. Não se aplicará a pena ao não alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar dezenove anos.

Pág. 115

Manual de Procedimentos Cartorários

b) ao eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o Juiz Eleitoral até 60 (sessenta) dias após a realização da eleição; Obs. Não deverão ser cobradas multas de eleitor com os direitos políticos suspensos, relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar, uma vez que, na hipótese, o não exercício do voto decorre de impedimento legal. c) ao eleitor que se encontrar no exterior na data do pleito e não justificar a ausência até 30 (trinta) dias, contados da data de seu retorno ao Brasil; d) ao membro de mesa receptora que não comparecer no local, em dia e hora determinados para a realização da eleição, sem que a causa seja apreciada e acolhida pelo Juiz Eleitoral; e) à pessoa com decisão judicial transitada em julgado, por infração a dispositivo do Código Eleitoral ou à Lei 9.504/97, em que haja previsão de aplicação de multa de natureza administrativa. 2. A base de cálculo do valor das multas eleitorais será 33,02 UFIR, utilizando-se o último valor atribuído àquela unidade fiscal, ou seja, R$ 1,0641, resultando em R$ 35,14. 3. A multa pelo não exercício do voto e pelo não alistamento dentro do prazo legal, terá por base de cálculo o valor de R$ 35,14, arbitrada entre o mínimo de 3% e o máximo de 10% desse valor. 4. A multa ao mesário faltoso terá por base de cálculo o valor de R$ 35,14, arbitrada entre o mínimo de 50% e o máximo de 100% desse valor. 4.1. A multa será aplicada em dobro se a mesa receptora deixar de funcionar por culpa dos mesários faltosos, ou ocorrer o abandono dos trabalhos no decurso da votação sem justa causa. 5. Para efeito de aplicação de multa, cada um dos turnos de um pleito será considerado uma eleição. 6. A multa poderá ser aumentada até 10 (dez) vezes, se o Juiz considerar que, em virtude da situação econômica do infrator, é ineficaz, embora aplicada no máximo (art. 367, § 2º, CE). 7. O eleitor que não votar e não pagar a multa, caso se encontre fora de sua zona e necessite prova de quitação com a Justiça Eleitoral, poderá efetuar o pagamento perante o Juízo da zona em que estiver. 7.1. Neste caso a multa deverá ser cobrada no máximo previsto, salvo se o eleitor quiser aguardar que o Juiz da zona em que se encontrar solicite informações sobre o arbitramento ao Juízo da inscrição. 7.2. Efetuado o pagamento, o juízo que recolheu a multa fornecerá certidão de quitação e determinará o registro da informação no cadastro, mediante o comando do FASE 078, motivo-forma 1.

Pág. 116

Manual de Procedimentos Cartorários

8. Sendo a multa arbitrada em procedimento próprio, o infrator deve ser regularmente intimado para satisfazer o débito, após o trânsito em julgado da decisão. 8.1. Tratando de multa arbitrada por infração a dispositivos do Código Eleitoral e da Lei nº 9.504/97 (à exceção daquelas de natureza criminal ou decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais), deverá ser comandado o FASE 264 – Multa Eleitoral, após o trânsito em julgado da decisão.

Seção II
DISPENSA DE RECOLHIMENTO DE MULTAS
9. O alistando ou o eleitor que comprovar, na forma da lei, seu estado de pobreza, perante qualquer Juízo Eleitoral, ficará isento do pagamento da multa. 9.1. Não poderá haver dispensa de recolhimento de multa aplicada em decorrência de violação a dispositivos da Lei nº 9.504/97. 9.2. Poderá ser expedida certidão de quitação no momento da formalização do requerimento de dispensa do pagamento da multa. 10. Deferida a dispensa, o cartório comandará o FASE 078, motivo/forma 2.

Seção III
GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO - GRU
11. Para o recolhimento das multas eleitorais será utilizada a Guia de Recolhimento da União (GRU). 11.1. Os débitos relativos a valores inferiores a R$ 30,00 (trinta reais) podem ser recolhidos através da GRU-Simples ou da GRU-Cobrança; os superiores a R$ 30,00 (trinta reais) devem ser recolhidos apenas através da GRU-Cobrança. 11.2. A GRU-Cobrança é aceita em qualquer agência bancária e em casas lotéricas; a GRU-Simples é aceita apenas nas agências do Banco do Brasil. 11.2.1. O pagamento poderá ser feito, ainda, em terminais de autoatendimento e na internet, devendo o eleitor, neste caso, apresentar “comprovante de pagamento”, não podendo ser aceito o “comprovante de agendamento”. 12. A GRU será preenchida diretamente no sistema ELO; para utilização nos postos de atendimento que não dispõem do sistema ELO e nos períodos em que o sistema ficar inoperante ou com as linhas de acesso congestionadas, o cartório eleitoral deverá manter estoque de formulários pré-impressos, obtidos por meio do menu Relatório / Multa Eleitoral. 13. Deve ser preenchida uma guia de recolhimento para cada espécie de multa eleitoral, observando-se os respectivos códigos, constantes da tabela a seguir:

Pág. 117

Pág. 16. Uma via do será encaminhada. juntamente com os autos e respectivo termo de inscrição da dívida. Capítulo 4.2. Sendo a multa fixada por decisão judicial em procedimento próprio. O recolhimento de multas poderá ser feito por terceiros. de 2209-1980). Seção V AUSÊNCIA DE PAGAMENTO DAS MULTAS ELEITORAIS NO PRAZO LEGAL 15. item 9 deste Manual. para fins de cobrança mediante executivo fiscal (Lei nº 6. em ordem cronológica. se o pagamento não for efetuado no prazo de 30 (trinta) dias do trânsito em julgado da decisão. 17. em duas vias. Se houver necessidade de fornecimento de certidão de quitação eleitoral. mediante apresentação do título do eleitor ou documento de identidade. A outra via será juntada à cópia dos autos.Manual de Procedimentos Cartorários CÓDIGOS DAS ESPÉCIES DE MULTAS ELEITORAIS 01 – Multas aplicadas a eleitores 02 – Multas aplicadas a órgãos partidários 03 – Multas aplicadas a candidatos 04 – Multas aplicadas a entidades privadas 05 – Multas aplicadas a agentes públicos 06 – Multas aplicadas a doadores (pessoa física) 07 – Multas aplicadas a doadores (pessoa jurídica) 08 – Multas aplicadas a mesário 09 – Multas aplicadas decorrentes de condenação criminal 10 – Outras espécies de multas eleitorais Seção IV RECOLHIMENTO DE MULTAS POR TERCEIROS 14. Título I. 118 . os encaminhará à Procuradoria da Fazenda Nacional. em 5 (cinco) dias. O registro da multa será numerado seqüencialmente. a comunicação de liquidação do débito. o chefe de cartório eleitoral certificará essa circunstância nos autos e formalizará a inscrição da dívida no Livro de Inscrição de Multas Eleitorais. à Secretaria Judiciária do respectivo Tribunal Regional. por sua vez. conforme consta da Parte II. dispensada a apresentação de autorização. a Secretaria Judiciária. 17. que aguardarão. Inscrita a multa. o Juiz Eleitoral mandará expedir o Termo de Inscrição de Multa Eleitoral (Portaria TSE nº 288/2005). Seção II. o terceiro deverá apresentar autorização escrita do eleitor. dispensado o reconhecimento de firma. no arquivo do cartório.1.830. conforme modelo a seguir: 17.

18. em vigor desde de 11 de janeiro de 2003. o servidor do cartório certificará nos autos e registrará no Livro de Inscrição de Multas Eleitorais.538/2003. mediante recolhimento em guia própria (DARF). Pág. nos termos da legislação civil.9.) 2 2 Fontes: Código Eleitoral. disponível no sítio www.197. sendo que a Lei nº 10. esta deverá ser incluída no sistema ELO. quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. No caso de pagamento de multa com a utilização de formulário pré-impresso. ainda. Está suspenso o envio de Certidões de Débito de Multas Eleitorais com valores iguais ou inferiores a R$ 1. Deverá.fazenda. rel. Seção VI ATRIBUIÇÕES DOS JUÍZOS ELEITORAIS 20. tanto no caso de utilização de formulário préimpresso quanto no caso de preenchimento do formulário diretamente pelo sistema ELO. ser registrado no sistema o pagamento da multa.00 (um mil reais) ao respectivo Tribunal Regional. informando o número e a data do documento recebido. deverá quitar a dívida perante aquele órgão.Manual de Procedimentos Cartorários 17. ou dirigir-se à Procuradoria Estadual da Fazenda Nacional (na Capital) ou à Procuradoria Seccional da Fazenda Nacional (no Interior). através de um dos seguintes menus: Eleitor / Atendimento / Registra pagamento de multa eleitoral ou Controle / Multa / Registra Pagamento. O devedor com débito em fase de cobrança pela Procuradoria da Fazenda Nacional.3.pgfn. Min. 119 .br .406/2002 (novo Código Civil). 20.” (Res. Sálvio de Figueiredo. Portaria TSE nº 288/2005. 19.975/2004. Resolução TSE nº 21. Seção VII PRESCRIÇÃO DAS MULTAS ELEITORAIS 21. estabelece em seu artigo 205: “A prescrição ocorre em dez anos.1. de 3. até ulterior deliberação do Tribunal Superior Eleitoral. por meio de um dos seguintes menus: Eleitor / Atendimento / Inclui Formulário de Multa ou Controle / Multa / Inclui Formulário de Multa.2002. Resolução TSE nº 21. Comunicada pela Secretaria Judiciária ou comprovada pelo próprio eleitor a liqüidação da dívida.TSE no 21. A multa eleitoral constitui dívida ativa não tributária e está sujeita à prescrição ordinária das ações pessoais.gov.000. após o recebimento da guia em cartório.

canhotos do título de eleitor.1. através de edital. Pág. diz respeito somente à manifestação do interesse pelo eleitor. podendo ser convocado quando houver necessidade. 120 . d) os que pertencerem ao serviço eleitoral. c) as autoridades e agentes policiais. bem como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo. Somente poderá ser convocado eleitor para compor mesa receptora de votos em zona diversa da que se encontra inscrito. e) os menores de dezoito anos. Não podem ser nomeados presidentes e mesários: a) os candidatos e seus parentes. uma vez convocado. em casos excepcionais. e bem assim o cônjuge.1. Os mesários serão nomeados. até o segundo grau. A voluntariedade. de sistema próprio quando o Tribunal dispuser ou pessoalmente. entre os eleitores da própria seção. 4. O Juiz Eleitoral nomeará mesário dentre os eleitores da zona sob sua jurisdição. em que haja absoluta necessidade e mediante prévia autorização do Juízo Eleitoral da zona da inscrição. 5. 3. de preferência. sendo que. devendo a inscrição estar regular ou liberada. Mesário Voluntário é o eleitor que. desde que exerçam a função executiva. o seu comparecimento torna-se obrigatório. quando do comparecimento do eleitor. ainda que por afinidade. inclusive. por intermédio dos RAEs. portanto. 4. 2. 4. devendo o cartório priorizar a indicação de servidores públicos.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO VII MESÁRIOS Seção I COMPOSIÇÃO 1. com mesários nomeados pelo Juiz Eleitoral. no período de até sessenta dias antes da eleição.1. ainda que se trate de mesário voluntário. Cada seção eleitoral terá uma mesa receptora de votos. b) os membros de diretórios de partidos. e f) os que tenham entre si parentesco em qualquer grau e os servidores da mesma repartição pública ou empresa privada para compor a mesma mesa receptora. para possibilitar o comando dos FASEs 183 e 442. voluntariamente. A escolha dos membros das mesas receptoras de votos será realizada pelo cartório eleitoral. se inscreve como mesário.

A convocação dos membros será procedida mediante expedição de correspondência. É facultado aos nomeados o prazo de até 5 (cinco) dias. deverá ser providenciada a sua substituição.1. a convocação poderá ser entregue a parente. 6.2. contados da nomeação. intimando os mesários para constituírem as mesas na data. Seção II CONVOCAÇÃO 6.1. Para a escolha dos membros da mesa deve ser observada a escolaridade mínima do ensino médio. entre outros. na impossibilidade. 10. no mínimo. com a finalidade de tomarem ciência da nomeação. O cartório dividirá os membros a serem convocados em grupos. 121 . o Juiz Eleitoral dará ciência ao interessado. atendendo à média do respectivo eleitorado com base na escolaridade. estado civil. Regularmente nomeado. Comparecendo o mesário e alegando impedimento. o mesário deverá ser instruído acerca dos procedimentos da eleição. 9. 13. agendando datas de comparecimento. Na impossibilidade de notificação pessoal.1. para que compareçam ao cartório.1. hora e local designados. será convocado substituto. 8. e. onde houver. afixado em cartório. O edital de nomeação de membros da Mesa Receptora será publicado na imprensa oficial.Manual de Procedimentos Cartorários 5. para evitar o comparecimento de número elevado de pessoas na mesma ocasião. Deverão ser instruídos. Não sendo localizado o eleitor indicado. salvo se sobrevindo depois desse prazo. 7. após decisão a respeito. que assinará o comprovante de recebimento e informará o número do documento de identidade. Acolhido o impedimento ou não localizado o eleitor. 8. profissão. 5. 11. para alegarem motivo justo para recusa à nomeação. três membros de cada mesa receptora de Seção III NOMEAÇÃO 12. O perfil do mesário deve ser definido em função da disponibilidade de eleitores de um mesmo local de votação. em reuniões para esse fim. idade. designadas com a necessária antecedência. votos. Pág. deverá ser promovida sua notificação pessoal por oficial de justiça ad hoc. 7. Acolhido o impedimento de membro da mesa receptora.

e o registro do candidato for posterior à nomeação do mesário. ou membro da mesa receptora que assumir a presidência. dentre os eleitores presentes e observados os impedimentos legais. para se justificar perante o Juiz Eleitoral. no prazo de 5 (cinco) dias. Seção IV TRABALHOS 19. § 1º. 16. dia e hora determinados para a realização da eleição terá o prazo de 30 (trinta) dias. 64 da Lei nº 9. os que forem necessários para completar a mesa. na sua falta ou impedimento. 63. inc. um dos secretários ou o suplente.504/97. incisos II. Deverá ser comandado o FASE 183 logo após a composição da mesa receptora de votos. Não comparecendo o presidente até às sete horas e trinta minutos. ou em virtude de fato superveniente. art. 122 . ou imediatamente. a nulidade da respectiva seção. Seção V MESÁRIOS FALTOSOS 23. no prazo de 3 (três) dias. do Código Eleitoral. contados da data da eleição. Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. § 2º. nomear ad hoc. Pág. O membro da mesa receptora que não comparecer no local. o prazo para reclamação será contado da publicação dos nomes dos candidatos registrados. O partido que não houver reclamado contra a composição da mesa não poderá argüir. sucessivamente. sob esse fundamento. 120. Poderá o presidente. se o impedimento ocorrer dentro desse prazo ou no curso da eleição. comunicando eventual impedimento aos mesários ou secretários e ao Juiz Eleitoral. o segundo mesário. 15. 15. 120. de modo que haja sempre quem responda pessoalmente pela ordem e regularidade do processo eleitoral.1. § 1º. do Código Eleitoral. 17. ou art. devendo a decisão ser proferida em 48 (quarenta e oito) horas. 18. I. III e IV. 22. Se resultar de qualquer das proibições do art. para todos os mesários nomeados. Publicada a nomeação da mesa receptora qualquer partido poderá dela reclamar. Os mesários substituirão o presidente. O presidente deve estar presente ao ato de abertura e de encerramento da eleição. Se o vício da constituição da mesa resultar da incompatibilidade prevista no art. salvo força maior. assumirá a presidência o primeiro mesário e.Manual de Procedimentos Cartorários 14. 20. providenciado-se o seu processamento logo após a reabertura do cadastro. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes da abertura dos trabalhos. e todos deverão assinar a ata da eleição. o prazo será contado do ato da nomeação ou eleição. 21.

será intimado para que. 25. e arbitrada a multa a situação do eleitor deverá ser regularizada mediante o recolhimento da multa e o comando do FASE 078. O requerimento de justificativa ou de dispensa de recolhimento de multa será submetido à apreciação do Juiz Eleitoral. será determinada a regularização da situação do eleitor. Se o mesário faltoso for servidor público ou autárquico e não apresentar justificativa no prazo legal deverá ser autuado e registrado Processo de Mesário Faltoso. o mesário faltoso que comprovar. 26. O cartório eleitoral poderá entrar em contato com os mesários faltosos. neste caso. 120 § 4º CE) 23.4. para que compareçam ao cartório eleitoral nos 30 (trinta) dias subseqüentes ao da eleição. O prazo para apresentação de justificativa do membro de mesa receptora de votos que abandonar os trabalhos no decurso da votação sem justa causa será de 3 dias.02 UFIRs (R$35. 23.8. seu estado de pobreza. 23. para apresentar justificativa pela ausência ou querendo.3. mediante o comando do FASE 175.7. 25. 24.Manual de Procedimentos Cartorários 23. após o processamento do FASE 183. o mesário faltoso poderá solicitar espontaneamente o arbitramento e o pagamento de multa. Deverá ser comandado o FASE 442. na forma da lei.14). 28. ou sendo esta indeferida pelo Juiz Eleitoral. solicite o pagamento espontâneo da multa. solicitar o pagamento da multa. 2. 23. A fim de dar eficácia à pena cominada. embora aplicada no valor máximo. motivo/forma 1.5. Instaurado o procedimento. mediante o comando do FASE 078. proceder-se-á à instauração de Processo contra o Mesário Faltoso. Deferido o requerimento de dispensa do recolhimento da multa. ainda. A multa poderá ser aumentada até 10 (dez) vezes se o Juiz considerar que. O mesário faltoso que não apresentar a justificativa no prazo legal incorrerá em multa que terá por base de cálculo o valor de 33. após o processamento dos FASEs 183 e 442. sendo a pena. justificativa pela ausência ou. apresente a defesa que entender cabível.1. o Juiz Eleitoral determinará sua comunicação ao respectivo órgão público ao qual pertença o mesário faltoso. após o processamento dos FASEs 183 e 442.1. No mesmo prazo indicado nos itens 23 e 23. para todos os membros de mesa receptora que NÃO comparecerem aos trabalhos. arbitrada entre o mínimo de 50% e o máximo de 100% desse valor. Pág. em virtude da situação econômica do infrator. 23. 123 . motivo/forma 2. O Juiz Eleitoral poderá dispensar do recolhimento da multa. 23. Acolhida a justificativa. seja ineficaz. imediatamente após a reabertura do cadastro e processamento do FASE 183. por meio de telefone ou carta. contados da data da ocorrência.1. (art. 27. Deixando de comparecer à eleição e não apresentando justificativa no prazo legal. no prazo de 30 dias. será determinada a regularização da situação do eleitor. Não sendo acolhida a justificativa. de suspensão por até 15 (quinze) dias. 23.6.

proceder-se-á à sua execução. deverá ser intimado da decisão do Juiz Eleitoral. o cartório eleitoral deverá elaborar relatório contendo as informações a seguir elencadas. o mesário faltoso será intimado para efetuar o pagamento da multa no prazo de trinta dias.2.3. 31. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 175 e o arquivamento dos autos. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 078. arbitrando a multa.2. motivo-forma 1. Recolhida a multa arbitrada. será dada a palavra ao representante do Ministério Público Eleitoral. Parte II. Recolhida a multa pelo mesário faltoso ou. das Normas de Serviço desta Corregedoria. 124 . II – Total de mesários faltosos que apresentaram justificativa no prazo legal e tiveram a justificativa deferida.Manual de Procedimentos Cartorários 28. Se o prazo de 30 dias transcorrer sem qualquer manifestação do mesário. A cada eleição. Transitada em julgado a sentença. 28. 34. Se o mesário faltoso não comparecer à audiência. e o arquivamento dos autos. 28. Pág. querendo. apresentarem recurso no prazo de 3 dias. I – Total de mesários faltosos em cada turno das eleições. 30. o feito deverá ser sobrestado até as próximas eleições. motivo/forma 1 (recolhimento) ou 2 (dispensa) e o arquivamento dos autos. devendo ser observadas as instruções da Seção V do Título VI. 31.1. para. após eventuais esclarecimentos.5. Não sendo localizado o mesário faltoso. havendo dispensa de seu recolhimento. 32. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 078. em seguida o Juiz Eleitoral proferirá decisão. para tentativa de intimação na seção onde vota. 31. Acolhida a defesa ou a justificativa apresentada. Não sendo cumprida a sentença. que se manifestará na própria audiência. se o Juiz Eleitoral entender necessário outros esclarecimentos. 33. para a qual deverão ser intimados o representante do Ministério Público Eleitoral e o mesário. 31. 29. Apresentando o mesário faltoso defesa ou justificativa. dispensado o encaminhamento do relatório à Corregedoria. arquivando-o em pasta própria denominada “Relatório de Mesários Faltosos”.1. Não sendo localizado o eleitor e após realizadas todas as diligências para sua notificação na seção eleitoral onde vota. que poderá solicitá-lo a qualquer tempo. 28. 28.3.4. Não acolhida a defesa apresentada. Comparecendo ou não o mesário faltoso à audiência. o Juiz Eleitoral proferirá decisão em audiência. Da decisão do Juiz Eleitoral sairão intimados o representante do Ministério Público Eleitoral e o mesário faltoso. Multas. será aberta vista ao Ministério Público para manifestação e. poderá designar audiência.

que poderá ser dispensado do recolhimento da multa. observados. VII – Total de mesários faltosos que tiveram a justificativa deferida após o registro e a autuação do processo.Manual de Procedimentos Cartorários III – Total de mesários faltosos que apresentaram justificativa no prazo legal e a tiveram indeferida. O mesário faltoso que necessitar de certidão de quitação eleitoral ou realizar qualquer outra operação eleitoral poderá recolher a multa devida na zona por ele procurada.1. VI – Total de processos de mesários faltosos registrados e autuados.2. 37. 37. pelo dobro dos dias de convocação (art. vencimento ou qualquer outra vantagem. os valores mínimo e máximo previstos e. da Lei nº 9. sempre que possível. para tentativa de citação do mesário faltoso na seção eleitoral onde vota. Recolhida ou dispensada a multa. a promoção dos cargos dos mesários a cada eleição. pelo Juízo Eleitoral que apreciar o pedido. na forma da lei. o Juiz determinará o comando do FASE 078. ser analisada a capacidade econômica do eleitor. IV – Total de mesários faltosos que pagaram multa antes do registro e autuação do processo. motivo/forma 1 ou 2. X Total de processos sobrestados até a eleição subseqüente. o disposto no artigo 367 do Código Eleitoral. uma vez que o processamento das operações inativa os débitos do histórico do eleitor. Na realização de qualquer operação eleitoral. e a dispensa desta incumbência após terem servido por três ou mais pleitos. ainda. mediante prévia consulta ao mesário. Recomenda-se. O recolhimento ou a dispensa da multa deverá ser comunicado à zona que comandou o FASE 442. IX – Total de mesários faltosos que foram dispensados do recolhimento da multa após o registro e autuação do processo. VIII – Total de mesários faltosos que efetuaram o pagamento da multa após o registro e a autuação do processo. XI – ativa. 36. recolhida ou dispensada a multa. poderá ser fornecida certidão de quitação eleitoral. Pág.504/97). mediante declaração expedida pela Justiça Eleitoral. com a finalidade de instruir os autos da cobrança da multa. para tanto. 98. 38. devendo. não sendo necessário o comando do FASE 078. Total de mesários faltosos que tiveram a multa inscrita em dívida Seção VI DISPOSIÇÕES FINAIS 35. V – Total de mesários faltosos que foram dispensados do pagamento da multa antes do registro e autuação do processo. 125 . 37. Os eleitores nomeados para compor as Mesas Receptoras e os requisitados para auxiliar seus trabalhos serão dispensados do serviço. diante da comprovação da carência de recursos. sem prejuízo do salário.

51. 12. Pág. 15. V– Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses (Dec. art. § 4º. 2. da Constituição. A suspensão de direitos políticos se dará nos casos de: I – incapacidade civil absoluta (CF. II). que regulamentou a prestação de serviço alternativo ao serviço militar). art. 5° .1.B. VIII e 15.239. A perda de direitos políticos decorrerá de sentença transitada em julgado. § 4º). uma vez que a referida situação passou a ser consignada mediante FASE 337 — motivo /forma 5 (nas situações em que a data de ocorrência é posterior à edição da Lei nº 8.538/2003. enquanto durarem seus efeitos (CF. A perda de direitos políticos só se dará nos casos de: I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado (CF. e será registrada no cadastro mediante o comando do FASE 329. III – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa (CF. 1. porém. 15. 15. arts. esta em virtude de aquisição voluntária de outra nacionalidade. III). 1. arts.91. art. art. Não se trata. 14. 126 . IV – improbidade administrativa (CF. a conscrição.10. conseqüentemente de suspensão da inscrição. § 4º). de suspensão de direitos políticos.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO VIII PERDA E SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS INTRODUÇÃO 1. O FASE 329 — motivo/forma 1 era anteriormente comandado para registrar situação de descumprimento de obrigação a todos imposta.927/2001 e Resolução TSE nº 21. I) ou II – perda da nacionalidade brasileira.A. Constitui causa de impedimento ao exercício do voto e. em virtude de aquisição voluntária de outra nacionalidade (CF. de 4. nº 3. II). IV). V e 37. art. em processo de cancelamento de naturalização ou de perda da nacionalidade brasileira. por força do disposto no art. quando houver a manifestação do eleitor pelo exercício do direito de voto em Portugal. Seção I PERDA 2. Na atualidade permanece no cadastro apenas para consulta. 15. § 2º. II – condenação criminal transitada em julgado.

Ao receber documento hábil à suspensão de direitos políticos de pessoa não inscrita como eleitor.mj.1. A suspensão dos direitos políticos por condenação criminal decorrerá de qualquer condenação criminal transitada em julgado. A suspensão de direitos políticos decorrerá de: a) sentença transitada em julgado nos casos de incapacidade civil absoluta. 5. 2. art. 43).1. 3. detenção. não importando ser o crime doloso ou culposo. 3.3.2. multa ou restritiva de direitos (Código Penal. diretamente ao juízo eleitoral se a zona pertencer ao Estado.2. para o comando do FASE 353. Recebida comunicação de suspensão de direitos políticos relativa a eleitor de outra zona. c) comunicação feita pelo Ministério da Justiça. via Corregedorias. se a zona pertencer a outra unidade da Federação. no caso de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou prestação alternativa e conscrição.Manual de Procedimentos Cartorários 2. o cartório eleitoral deverá remetê-lo à Corregedoria Regional Eleitoral. 127 . condenação criminal e improbidade administrativa.gov. A suspensão de direitos políticos será registrada no cadastro mediante o comando do FASE 337. Subseção I DA SUSPENSÃO POR CONDENAÇÃO CRIMINAL TRANSITADA EM JULGADO 6. As pessoas com perda de direitos políticos decorrente de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta deverão providenciar a regularização de sua situação militar e. seja a pena de reclusão.3.br ). ou cuja inscrição esteja cancelada. O comando do FASE 329 é de competência da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. 4. Seção II SUSPENSÃO 3. para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. Readquiridos os direitos políticos o processo deverá ser encaminhado à Corregedoria-Geral. com o espelho da consulta ao cadastro anexo. 2. o cartório encaminhará o documento à zona eleitoral a que pertencer a inscrição. A competência para o comando do código FASE 337 é da zona eleitoral a que pertencer a inscrição. de posse de documento de quitação com o serviço militar. requerer a revogação do decreto de perda de direitos políticos perante a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Ministério da Justiça (www. b) comunicação do Ministério da Defesa. no caso de opção pelo Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses. Pág. ou por intermédio da corregedoria regional.

9. seguido do número da vara criminal. O FASE 337 processado após determinada eleição INATIVA automaticamente eventuais códigos FASE 094 e 442 relativos àquela eleição. o não exercício do voto decorre de restrição legal. 6. deve ser comandado o FASE 337/2 ou 337/7.5. deverá o cartório eleitoral promover a anotação nos cadernos de folhas de votação. deverá ser comandado o FASE 337. 6. 1º.2. Após a reabertura do cadastro. 128 .1. com a finalidade de verificar se o eleitor Pág. 6. a fé pública. o mercado financeiro. na hipótese. a data do trânsito em julgado da sentença condenatória. a administração pública. da Lei Complementar nº 64/90 (crimes contra a economia popular. o documento deverá conter. A concessão do benefício do sursis ou da liberdade condicional não afasta a suspensão dos direitos políticos. Recebida comunicação de condenação criminal no período de fechamento do cadastro. O FASE 337 deve ser comandado para cada comunicação de condenação criminal recebida pelo cartório. O FASE 337 deve ser comandado para qualquer quantidade de pena.2. se a data de ocorrência for anterior à data daquele pleito. 6.3. inclusive àquelas inferiores a 1 (um) ano. 6. I. Tratando-se de suspensão por condenação criminal decorrente da prática de crimes previstos no art. conforme o caso. criminal. 7. comandará o FASE 337. e. relativa ao mesmo eleitor. Recebida comunicação do fato ensejador de suspensão dos direitos políticos. A suspensão dos direitos políticos por interdição decorrerá da sentença que a decretar.Manual de Procedimentos Cartorários 6. O cartório. Para a suspensão dos direitos políticos por condenação criminal. após decisão do juiz.5. 6. o cartório procederá à rigorosa consulta ao cadastro. como exemplo a seguir: FASE 337/2 PROC001/02 1 VCRIM (local)-UF 7. relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar. tráfico de entorpecentes e crimes eleitorais). município e unidade da Federação. motivo/forma 7. independentemente do trânsito em julgado (Processo nº 9679/2004-CGE).5. Não deverão ser cobradas multas por ausência às urnas de eleitor com os direitos políticos suspensos. uma vez que. 7.2.1. o patrimônio público. motivo/forma 2 – à exceção dos casos indicados no subitem seguinte –. A data de ocorrência será a data do trânsito em julgado da condenação Subseção II DA SUSPENSÃO POR INTERDIÇÃO 8. expressamente.1. que terá como complemento o número e ano do processo em que foi proferida a decisão condenatória. visando impedir o eleitor de votar.4.

10. A suspensão da inscrição por conscrição decorrerá de comunicação da prestação do serviço militar obrigatório e deverá ser registrada no cadastro mediante o comando do FASE 043. o cartório encaminhará o documento à zona eleitoral a que pertencer a inscrição.2.4. Ao receber comunicado das comarcas.3.1.4. 129 . O FASE 043 processado após determinada eleição INATIVA automaticamente eventuais códigos FASE 094 e 442 relativos àquela eleição. para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. juntamente com cópia da sentença de interdição. independentemente de requerimento do interessado. A data de ocorrência será a da sentença de interdição. se a zona pertencer a outra unidade da Federação. deverá ser remetida à Corregedoria Regional Eleitoral. a data da comunicação pela autoridade militar. 14. 14. 12. deverá ser comandado o FASE 043. inviabilizando o comando do FASE 043.1. deverá o interessado solicitar o restabelecimento de sua inscrição ao juiz eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários pertence à zona. 14. Recebida a comunicação. visando impedir o eleitor de votar. Seção III DA SUSPENSÃO DE INSCRIÇÃO EM FACE DA CONSCRIÇÃO 14. para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. para a suspensão dos direitos políticos de pessoa não inscrita como eleitor. Pág. 14. ou por intermédio da Corregedoria Regional. mediante o comando do FASE 043. anexando cópia do documento que comprove haver concluído o serviço militar obrigatório. após a reabertura do cadastro. se a data de ocorrência for anterior à data daquele pleito.4. relativa a eleitor de outra zona. Recebida comunicação de suspensão de direitos políticos. A competência para o comando do código FASE 337 é da zona eleitoral a que pertencer a inscrição. encaminhará aos cartórios eleitorais a relação dos cidadãos que concluíram o serviço militar obrigatório. imprimindo o espelho da consulta. diretamente ao juízo eleitoral se a zona pertencer ao Estado.1 Na ausência da relação mencionada no subitem 14. a fim de que seja providenciada a regularização da situação eleitoral dos conscritos. Recebida comunicação de prestação do serviço militar obrigatório relativa a pessoa não inscrita como eleitor ou com inscrição cancelada. na falta dessa informação. ou cuja inscrição esteja cancelada. a situação da inscrição e conferir os dados. 13. com o espelho da consulta ao cadastro anexo. que deverá ser juntado aos autos do processo de suspensão. Caso a comunicação da prestação do serviço militar seja feita ao cartório em período de fechamento do cadastro. 14. que determinará a suspensão da inscrição. O Ministério da Defesa. 14. o cartório eleitoral deverá remetê-lo à Corregedoria Regional Eleitoral. por intermédio dos órgãos do serviço militar.2. deverá ser submetida à apreciação do juiz eleitoral. consignando-se como data de ocorrência a data da incorporação na organização militar ou. por motivo de incapacidade civil absoluta. e. deverá ser promovida a anotação no caderno de folhas de votação. 11.

O restabelecimento de inscrição suspensa pelo FASE 043 será promovido mediante o comando do FASE 370 – cessação do impedimento. quando comprovado pertencer a eleitor homônimo de outro eleitor com suspensão de direitos políticos.6. Se o eleitor tiver sido condenado a vários tipos de penas no mesmo processo. Certificado de Isenção. motivo/forma 2. Certificado de Conclusão do Curso de Formação de Sargentos. Decorrendo a suspensão de condenação criminal e havendo mais de uma condenação para o mesmo eleitor. quando cessados os motivos ensejadores da suspensão de direitos políticos. Não deverão ser cobradas multas de eleitor com inscrição suspensa. na forma da lei. b) inscrição cancelada pelo código FASE 027. Seção IV REGULARIZAÇÃO DE INSCRIÇÃO SUSPENSA OU CANCELADA PELO FASE 027 – MOTIVO/FORMA 2 15. a inscrição somente será restabelecida após o cumprimento de todas as penas a ele impostas. Certificado de Dispensa de Incorporação.1. 130 . após comprovação de haver cessado o impedimento. a respeito da cessação do gozo de direitos políticos em Portugal. uma vez que.3. c) inscrição cancelada pelo código FASE 027. São considerados documentos comprobatórios de restabelecimento de direitos políticos: a) para interditos ou condenados: Sentença Judicial. 15. 15. A regularização de inscrição se dará pelo comando do FASE 370 nas seguintes hipóteses: a) inscrição suspensa pelos códigos FASE 043 e 337. o não exercício do voto decorre de restrição legal. Certidão Positiva da Vara das Execuções Criminais e outros. Certificado do Cumprimento de Prestação Alternativa ao Serviço Militar Obrigatório. b) para conscritos ou pessoas que se recusaram à prestação do serviço militar obrigatório: Certificado de Reservista.2. aplicadas isolada ou cumulativamente. 15. Pág. relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar. sejam elas privativas de liberdade. 14. Certificado de Conclusão de Curso em Órgão de Formação da Reserva ou similares. a inscrição somente poderá ser regularizada se a Certidão da Vara das Execuções noticiar a extinção da punibilidade referente a todos os processos criminais. c) para beneficiários do Estatuto da Igualdade: comunicação do Ministério da Justiça ou de repartição consular ou missão diplomática competente.Manual de Procedimentos Cartorários 14. na hipótese. restritivas de direitos ou multa. motivo/forma 2.5.

desde que nesta seja verificado o integral cumprimento de todas as condenações a ele impostas. como exemplo a seguir: FASE 370 PROC 05/04 – 1ª ZE – (município/UF) 18.2.4.3. 19. 18. Para a regularização de inscrição suspensa pelos códigos FASE 043 e 337 será utilizado o FASE 370. o cartório deverá receber a documentação por ele apresentada. devidamente preenchidos e assinados. Não pertencendo a inscrição à zona eleitoral procurada pelo eleitor. 18. A regularização será efetuada de ofício pelo juiz eleitoral quando o cartório receber Certidão da Vara das Execuções Criminais ou decisão judicial noticiando a extinção da punibilidade (cumprimento da pena e outros). 18. Se a suspensão decorrer do comando do FASE 337. 17. bastando ser comandado uma única vez.5. motivo/forma 1 para o eleitor com suspensão de direitos políticos e motivo/forma 2 para o eleitor homônimo do eleitor com suspensão de direitos políticos. 18. uma vez que. O FASE 370 tem como complemento obrigatório a indicação do documento que ensejou o restabelecimento dos direitos políticos. 131 . o complemento será o número do documento que comunicou o cumprimento das condições para restabelecimento de direitos políticos ou o número do processo da zona em que foi apreciado o cumprimento dessas condições e determinado o comando do código FASE 370. 1º. art. alínea “e”). inciso I. ainda que existam registros de vários códigos FASE 337 no histórico da inscrição.1. o requerimento de restabelecimento e a Declaração de Situação de Direitos Políticos. motivo/forma 7 – Condenação criminal (Lei Complementar 64/90. Comparecendo ao cartório pessoa com direitos políticos suspensos ou com inscrição cancelada pelo FASE 027. Pág. 18. após o processamento do FASE 370. Se a suspensão decorrer de condenação criminal. inclusive multa. a inelegibilidade pelo prazo de 3 anos. A data de ocorrência será a da decisão do juiz eleitoral.1. Enquanto durar a suspensão. encaminhando-os à zona eleitoral competente para que proceda ao restabelecimento da inscrição. seguido do número e nome da zona eleitoral e unidade da Federação. poderão ser fornecidos documentos 18. 17.Manual de Procedimentos Cartorários 16. motivo/forma 2) será utilizado o FASE 370. comprobatórios da situação eleitoral. após o cumprimento da pena. Para o restabelecimento de inscrição cancelada automaticamente pelo sistema e que envolver situação de suspensão de direitos políticos (FASE 027. deverá ser orientada a comprovar a cessação dos motivos que ensejaram a suspensão ou comprovar a condição de homônimo de pessoa com suspensão de direitos políticos.6. naquele caso subsiste. deverá ser comandado o FASE 540 para a inscrição. motivo/forma 2. A regularização da inscrição é efetuado mediante comando do FASE 370.

o resumo do teor do documento. Seção I AUTUAÇÃO 3. não renovável anualmente. anotando-se a data e assinatura do servidor que o recebeu. 1. Os feitos autuados deverão ser registrados em livro próprio. além dos dados acima. Os prazos serão agendados e verificados diariamente. Qualquer operação. ofício. 22. e exibindo-se os autos ao juiz com a necessária antecedência. interrogatório ou tomada de declarações. 23. Todo documento (petição. deverá o juízo eleitoral arquivá-la em pasta própria. 132 . tampouco deverão ficar sem andamento por mais de 30 (trinta) dias. para as providências cabíveis. anotando na capa o número e ano do Pág. Seção V DISPOSIÇÕES FINAIS 21.). observando-se a numeração seqüencial. verificada previamente a regularidade das intimações e demais atos processuais pertinentes. respostas a ofícios ou requisições. só poderá ser efetuada após o processamento do FASE 370.1. Recebida certidão de condenação criminal relativa a eleitor que já tenha cumprido a pena correspondente. ainda. anotando-se a data designada para audiência. seja transferência. É vedada qualquer operação de RAE para pessoa que perdeu ou está com os direitos políticos suspensos ou. deverá ser feita conclusão ao juiz. para a qual não havia sido comandado o FASE 337. além dos prazos legais ou fixados. discriminando-se.Manual de Procedimentos Cartorários 20. TÍTULO IX DOS PROCESSOS Capítulo I DOS ATOS PROCESSUAIS 1. no aguardo de diligências (informações. em ordem alfabética. dispensado o comando dos códigos FASE 337 e 370.1. Todos os atos e termos devem ser certificados nos autos. providências das partes etc. 3. Nenhum processo deverá permanecer paralisado em cartório. com inscrição suspensa. etc) recebido no cartório deverá receber número de protocolo. Expirado o prazo. Recebida certidão de óbito de eleitor com inscrição suspensa. deverá ser efetuado o lançamento do FASE 019. Em seguida será registrado no livro próprio. 2. revisão ou 2ª via.

podendo. Processo suspenso por força do disposto nos arts. Processos que tenham prioridade de tramitação deverão conter. 166 do CPC. 4. registrei e autuei os presentes autos sob o nº ____. Nas instruções do processo criminal já consta orientação de que tais ocorrências sejam anotadas na capa dos autos. § 11). Modelo de certidão de registro e autuação Certifico que. 4. o volume ser encerrado com mais ou menos folhas. os nomes das partes e data do seu início. 5. 4. Processos relativos a réu preso que corram em segredo de justiça conterão indicação ostensiva na capa. nesta data. igualmente. Poderá. 4.099/95 (ocorre somente no processo criminal). Os autos de processos não deverão exceder 200 (duzentas) folhas em cada volume. 166-CPC: ”Ao receber a petição inicial de qualquer processo. a data.1. mencionando o juízo. sem prejuízo dos demais itens previstos no art. o escrivão a autuará. art. chefe do cartório ou analista judiciário. página ____. excetuados os casos especiais. mesmo a pretexto de ter o volume atingido 200 (duzentas) folhas. retira-se a indicação.1. com expressa menção ao fundamento legal. 14. Em nenhuma hipótese será seccionada peça processual com seus documentos anexos. no Livro ________________. Ordinariamente tramita em sigilo na Justiça Eleitoral a ação de impugnação de mandato eletivo (CF. inclusive com indicação de prazos e termos. a folha e o nome e/ou número do livro em que se acha o registro. 5. e procederá ao mesmo modo aos volumes que se forem formando”. neste caso. formar-se um só volume para encerrar uma única peça processual que contenha mais de 200 (duzentas) folhas. 366 do CPP ou 89 da Lei 9. o número de seu registro. assim decididos pelo juiz eleitoral. indicação na capa. a natureza do feito. Guardar cuidados especiais para abrir vistas (observar se há procuração ou se são as partes que vão consultá-lo). Processo que corre em segredo de justiça deve ficar na posse do juiz.2. Art. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção II FORMAÇÃO DOS AUTOS 5.Manual de Procedimentos Cartorários processo. fazendo as anotações pertinentes. 4.2. Encerrada respectiva fase.3. A identificação visual de situações processuais nos autos ficará a cargo de cada Tribunal Regional Eleitoral.5. Pág. devidamente numeradas e rubricadas. entretanto. 133 .

tendo os presentes autos alcançado_____folhas.1. comunicá-la imediatamente ao juiz eleitoral. advogado e demais interessados. à tinta ou a lápis. procedi à abertura do ____volume destes autos que se inicia a fl. 134 . Não será permitido o lançamento nos autos de cotas marginais ou interlineares. O Termo de Conclusão presta-se ao encaminhamento dos autos ao juiz 8. O chefe do cartório eleitoral entregará os autos no dia em que assinar o termo de conclusão ou de vista. O Termo de Vista presta-se à retirada dos autos pelo órgão do Ministério Público.Manual de Procedimentos Cartorários 5. procedendo à abertura do ____ volume. 6. Modelo de termo de abertura de autos Certifico e dou fé que. nesta data. ou o uso de sublinhar palavras ou expressões. devendo o chefe do cartório eleitoral. mediante autorização do juiz eleitoral.3. O encerramento e a abertura de novos volumes serão efetuados mediante a lavratura das respectivas certidões/termos em folhas regularmente numeradas. Os termos serão datados e preenchidos com os nomes por extenso daqueles a quem se destinam. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção III TERMOS DE CONCLUSÃO E VISTA 7. 9. Pág. nesta data. a fl. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de encerramento de autos Certifico e dou fé que. ____. 9. ao constatar irregularidade tal. eleitoral. ____. prosseguindo a numeração no volume subseqüente. dou por encerrado este volume.

135 . Pág. 15. por qualquer pessoa. constituídos procuradores de alguma das partes. abro vista destes autos ao senhor (a) ________________________ (MP. Será dada vista dos autos em cartório quando houver dois ou mais réus com procuradores diversos e prazo comum. na presença do interessado. em cartório ou fora. mediante autorização do juiz. os autos não poderão sair do cartório. 11. 13. 10. _____________.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de termo de conclusão CONCLUSÃO Nesta data. partes. sem prévia assinatura no Livro de Carga de Autos. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ___ª Zona Eleitoral/ UF Modelo de termo de vista VISTA Nesta data. Os processos que correrem em segredo de justiça terão o seu exame restrito às partes e a seus procuradores. Na fluência de prazo. Dr. 14. O cartório. a promotor de justiça ou advogado. faço conclusos estes autos ao Exmo. salvo nas hipóteses expressamente previstas na legislação vigente. Juiz da ____ª Zona Eleitoral/UF.1. ao receber os autos de advogados dará baixa imediata no Livro de Carga de Autos. Nenhum processo será entregue com termo de vista. O chefe do cartório eleitoral deverá exercer rigorosa vigilância sobre os processos. Na falta de previsão. a saída estará sempre condicionada a prévia autorização judicial. advogados). (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ___ª Zona Eleitoral/UF Seção IV CARGAS 10. sobretudo quando de seu exame em cartório. A retirada de autos do cartório é reservada unicamente a advogados ou estagiários regularmente inscritos na OAB. 12.

16. Modelo de termo de carga CARGA Nesta data. 7º. mediante carga. recebi os presentes autos do (a)_________________________ (órgão ou setor). (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Pág. retirou os presentes autos de Cartório. quando devolvidos pelo juiz eleitoral. por advogado. o Doutor _____________________________(qualificação).Manual de Procedimentos Cartorários 15. facultado ao servidor.1. A retirada de processos findos. 136 . a entrega de autos estará sempre condicionada à prévia autorização judicial. remeto os presentes _____________________________(qualificação). oficial de justiça ou interessado devidamente autorizado.906/94. autos ao Doutor (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de recebimento RECEBIMENTO Nesta data. mesmo sem procuração. dar-seá com prazo não superior a dez (10) dias (Lei nº 8. na dúvida. documentos ou mandados em cartório. advogado. Será sempre registrada a data do recebimento dos autos. 15. XVI). (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de remessa REMESSA Nesta data. Em se tratando de advogado não constituído. art.2. 17. solicitar sua exibição. pelo representante do Ministério Público. No Livro de Carga de Autos será sempre anotado o número da carteira profissional expedida pela OAB e respectiva seção.

deverá ser precedido do respectivo termo de juntada. lavrando-se certidão de desentranhamento nos autos. em que constem o número. 18.2. observando-se o prazo máximo de 48(quarenta e oito) horas para efetivação da providência.. especificando-se o número da petição/documento. ou o nome de quem o recebeu em devolução mediante recibo.1. o breve resumo do seu teor.1. os quais serão acautelados na secretaria. com inutilização dos espaços em branco. 19. nas peças e documentos desentranhados. O desentranhamento de documento deverá ser efetuado por determinação do juiz eleitoral. 18. e a folha em que é juntada. preferencialmente substituindo-o por cópias.3. quando necessária. a parte que o apresenta. ano e natureza do processo em que será juntado o documento. 19. Pág. Todo documento ou petição a ser juntado aos autos. nesses deverá ser aposta etiqueta que identifique o número do protocolo da petição e os autos a que se referem. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção VI DESENTRANHAMENTO DE DOCUMENTOS 19. guias etc. Modelo de termo de juntada JUNTADA Nesta data. outra folha. documentos. 19. as folhas dos autos não serão renumeradas.Manual de Procedimentos Cartorários Seção V JUNTADA DE DOCUMENTOS 18. além de breve resumo indicando sua natureza. petições. ano e natureza do processo em que se achavam juntados. bem assim o número e UF da zona eleitoral. Havendo objeto ou material acompanhando a petição ou o documento. É vedado o lançamento de termos no verso de sentenças. e caso não seja possível a substituição dos documentos por cópias. 137 . Havendo o desentranhamento. anotando-se nela a numeração das folhas desentranhadas e o número da folha em que for lavrada a certidão de desentranhamento. Deverá ser certificado. devendo ser usada. faço juntada a estes autos do (a) _________________________ (especificações do documento) que se segue. origem ou conteúdo. Deverá ser colocada uma folha em branco no lugar das folhas desentranhadas. o número.2.

(local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de certidão lançada após o despacho CERTIDÃO Certifico que. etc). ____/____. nesta data. ____.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de certidão lançada em folha que substituirá as peças desentranhadas CERTIDÃO Certifico que a presente substitui as peças de fls. Os editais devem ser assinados pelo juiz eleitoral. 138 . proferido nos autos do Processo nº ____. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção VII EDITAIS 20. após conferência pelo chefe do cartório eleitoral. autuadas como_____. desentranhadas destes autos. que deverá autenticar e rubricar as suas folhas. nesta data. as peças de fls. e em cumprimento ao despacho de fls. ____. em cumprimento ao despacho de fls. a presente peça foi desentranhada dos referidos autos. Pág. ____. mediante recibo. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de certidão lançada na peça desentranhada CERTIDÃO Certifico que. ___-____foram desentranhadas destes autos. e em cumprimento ao despacho de fls. e que posteriormente foram ________________(entregues à parte interessada.

o nome da pessoa que a recebeu. com as cópias necessárias ao seu cumprimento. Pág. o nome do jornal e o número da folha em que foi publicado. Publicado edital. A carta precatória é o instrumento que permite a realização de ato judicial em zona distinta daquela onde tramitam os autos e será confeccionada em 3 (três) vias. 28. 27. uma delas. integral ou parcialmente. a cópia do mandado poderá ser descartada. hora e local da afixação do edital. data.2. Quando o ato deprecado for a citação. 26. juntando-o aos autos. 226). Nas certidões de expedição e de entrega dos mandados deverão constar o nome do oficial de justiça a quem for confiado o mandado e a data da respectiva carga. quando não estiver devidamente instruída. Após o seu cumprimento a carta precatória será devolvida ao juízo de origem.1. de contrafé. declinado ou existente nos autos. O juízo deprecado poderá devolver a carta precatória independentemente de cumprimento. será dada baixa da carga no livro próprio. será instruída com tantas cópias da inicial quantas forem as pessoas a citar e mais uma. (CPC. 21. 139 . O chefe do cartório eleitoral fará nova carga do mandado passado de um oficial de justiça a outro e certificará a ocorrência nos autos. A expedição e a carga de mandado devem ser certificadas nos respectivos autos. no prazo de 10 (dez) dias (Art. e todos os incidentes relacionados ao cumprimento do ato. que a integrará.1. 25. 22. No mandado deverá constar o número. que será mantida em cartório até a devolução do original com a certidão relativa ao cumprimento da diligência. 28. Todos os mandados serão devolvidos com certidão que indique a data e hora da realização da citação/intimação. 24. Os mandados deverão ser entregues pessoalmente aos encarregados das diligências. 28. Seção IX CARTAS PRECATÓRIAS E ROGATÓRIA 28. art. dispensada a juntada de cópia. deverá ser juntado aos autos recorte da respectiva publicação e certificados a data. o ano do processo e o endereço do réu. mediante ordem do juiz eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários 21. Juntado o original aos autos. Seção VIII MANDADOS 22.3. 212 do CPC). 21. 23. Afixado edital na sede da zona eleitoral. o chefe do cartório eleitoral deverá certificar no próprio edital a data e hora de sua afixação. servindo. Devolvido o mandado cumprido. Serão também certificados nos autos. inclusive o seu local de trabalho.2.1. mediante recibo.

2. Os termos de audiência. Quadra 01. no prazo de trinta (30) dias. de 16. conforme o caso. do Departamento Consular e Jurídico do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria de Justiça do Ministério da Justiça D. Ou www.br 29. telex. aplicável analogicamente à espécie.mj.asp . a nova data será marcada no próprio termo. Para permitir a retirada da carta no juízo deprecado. será enviada por intermédio do Ministério da Justiça para o seguinte endereço: Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional SCN. 222). esta conterá os nomes dos advogados de quem tiver interesse no cumprimento do ato. conterão em resumo. 28. Quando houver adiamento. inclusive. lavrados sob ditado do juiz. em prazo a ser fixado pelo juízo eleitoral ou. art.90. 33. 28. 32. Sala 101.br/drci/default. todo o ocorrido durante a audiência. 29. Havendo urgência. A designação de audiências é atribuição exclusiva e indelegável do juiz 31. a carta precatória será transmitida via fac-símile (fax).6. eleitoral.8. ou nova designação para continuação.8. os despachos e a sentença. internet. havendo omissão. telefone ou radiograma. o chefe do cartório eleitoral a juntará aos autos principais. com ciência imediata aos comparecentes.3. Edifício Number One Cep:70711-900 – Brasília/DF Telefones: (61) 429-8901/429-8900/429-8919 E-mail para informações sobre Cartas Rogatórias: drci-cgci@mj. mencionadas na Portaria nº 26. devidamente traduzida. telegrama. deverá o processo prosseguir nos termos dos §§ 1º e 2º do art. Seção X AUDIÊNCIAS 30.7.Na elaboração da carta rogatória. por extenso. de 14. 29. 354 e 356 do Código de Processo Penal. quando proferida no ato.5. Bloco A. Retornando a carta cumprida. 29. os advogados.4. Expirado o prazo assinalado para cumprimento. 222 do Código de Processo Penal.Manual de Procedimentos Cartorários 28. observando-se as cautelas previstas nos arts. o representante do Ministério Público e o servidor que o estiver digitando.U. Formada a carta rogatória. CARTA ROGATÓRIA . 206 e 207 do Código de Processo Civil e nos arts. Seção I. páginas 15523/15524.1. Assinarão o termo o Juiz.gov. o cartório eleitoral atentará para as condições que possibilitem seu cumprimento.gov.O. Retornando cumprida a precatória. Pág. 140 .90. Da expedição de cartas precatórias para oitiva de testemunhas serão sempre intimadas as partes (CPP. 28. a parte será imediatamente intimada para providenciar a tradução do ato rogado para o vernáculo.

profissão. 38. por mandado.Manual de Procedimentos Cartorários 34. dentro do prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas quando se tratar de réu preso. Os despachos e sentenças devem ser encaminhados à publicação no cartório ou na imprensa oficial. imediatamente após restituídos. deverão ser qualificados com os seguintes dados: nome. Serão realizadas pela imprensa oficial. nacionalidade. O chefe do cartório eleitoral deverá acompanhar com regularidade. comunicando ao juiz eleitoral. depoimentos ou declarações. 40. 141 . Quando ocorrer erro na publicação. data e local de nascimento. filiação. providenciará o que for necessário. Aqueles que prestarem.2. endereço de residência e do local onde exerce a profissão. visando a emissão da GRU. 38. mediante oficial de justiça e. 35. 39. para fins de estatísticas. O chefe do cartório eleitoral deverá examinar os autos 10 (dez) dias antes da data designada para a audiência. a contar da devolução dos autos em cartório. e devem consumar-se de maneira objetiva por meio de publicação.1. Observação: é importante o CPF e o número do título eleitoral. sempre com Aviso de Recebimento (AR). As intimações prestam-se a dar conhecimento às partes ou interessados dos atos do processo. mandado ou pelo correio. quando as partes estiverem representadas por advogado. 36. a sua extração em duas vias. aduzindo ser necessário o CPF em caso de aplicação de multa eleitoral. O chefe do cartório eleitoral juntará nos autos o termo/ata de audiência. 39.1. Todas as assinaturas colhidas nos termos de audiência deverão ser identificadas com os nomes ou cargos das pessoas a quem pertencem. a devolução dos avisos de recebimento das cartas postadas pelo correio. havendo irregularidade ou omissão. sem prejuízo da fiscalização ordinária do juiz eleitoral. 37. recomendando-se. eis que se houver erro de uma letra dificulta-se a localização no cadastro eleitoral. conferindo diariamente as minutas para remessa à imprensa e as cartas a serem enviadas. arquivando-se uma delas em pasta própria.1. e em 3 (três) dias nos casos de réu solto e demais processos. pelo correio. em juízo. número do respectivo RG ou de outro documento hábil de identificação. como despachos. decisões e sentenças. Pág. estado civil. Seção XI INTIMAÇÕES 38. proceder-se-á imediatamente à nova publicação.1. Caberá ao chefe de cartório eleitoral certificar pessoalmente as publicações das sentenças e despachos saneadores. verificando se todas as providências de intimação ou requisição de partes e testemunhas foram tomadas. 36. colocando-se nos autos o recorte do despacho incorretamente publicado. providenciando para que sejam juntados aos autos. Caberá ao chefe de cartório eleitoral velar pelo adequado cumprimento das normas atinentes às publicações ou às intimações. 40. para exame do juiz e interessados.

os incidentes. notadamente com relação aos nomes dos recorrentes. a fim de aferir a tempestividade do ato que devam cumprir. Nas intimações pela imprensa. por exemplo: agravo de instrumento. os despachos ordinatórios e de mero expediente serão transcritos ou resumidos com os elementos necessários a seu completo entendimento: número e espécie de processo. d) quando houver outras partes. 43. ter ciência. 142 . abaixo da assinatura. de tudo lavrando certidão nos autos. recorridos e seus respectivos advogados. etc. e) quando se tratar de recurso desacompanhado do processo que lhe deu origem. conforme segue: a) a certidão será elaborada em uma única via e constituirá a última peça dos autos. As decisões serão publicadas pelo resumo da parte dispositiva. a fim de evitar lançamento de dados incorretos. nome das partes e de seus advogados com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. quando da remessa à segunda instância ou quando do arquivamento dos autos. objeto e destinatário da intimação. ficando esclarecido que deverão constar os nomes dos advogados necessários para publicação e intimação. providenciar etc. quando qualquer das partes estiver representada nos autos por mais de 1 (um) advogado. verificando a numeração e suprindo as omissões. além das suas peças essenciais. no máximo. observar para que suba à segunda instância com cópia da petição inicial do processo principal. após as partes principais. Serão certificados nos autos a data e horário da intimação. agravo retido. 42. com menção dessa condição em seu texto. 2 (dois) nomes. a não ser que a parte indique outro ou.Manual de Procedimentos Cartorários 41. A certidão de intimação deverá conter os nomes das pessoas intimadas ou de seus representantes legais. O chefe do cartório fará a revisão das folhas dos autos que devam ser remetidos ao Tribunal Regional. Seção XII CERTIDÕES PROCESSUAIS 44.). g) deverá certificar nos autos eventuais suspensões de expediente havidas no período entre a data da intimação das partes sobre a sentença ou o despacho que provocou o inconformismo e a data em que foi protocolizada a petição que contenha o recurso. datada e assinada pelo chefe do cartório eleitoral ou no caso de afastamento. data e hora da intimação. b) a certidão será elaborada. c) o chefe do cartório eleitoral deverá elaborar a certidão com a máxima atenção. a explicitação do conteúdo da ordem judicial (quem e sobre o que se deve manifestar. f) anotar na autuação ou na capa.. devidamente numerada. pelo substituto. o cartório fará constar o nome do subscritor da petição inicial ou da contestação com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. com as especificações e motivações respectivas. tais como assistentes. opoentes ou embargantes. em destaque. como. relacionar na forma indicada. Pág. o nome da pessoa intimada e a forma pela qual se deu.

deverá subscrever o Termo de Remessa. 50. de forma legível e destacada. 45. em ordem crescente. Seção XIII ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS EM GERAL 48. o cartório certificará o decurso do prazo recursal e o trânsito em julgado da decisão. desde que regularmente autenticadas. 355 e seguintes daquele diploma legal. pelo critério definido pelo respectivo juízo ou corregedoria eleitorais. 143 . Ac. As caixas de arquivo serão numeradas. 2.Manual de Procedimentos Cartorários h) no caso de remessa de autos à segunda instância sem observância dos requisitos acima. anteriormente à remessa dos autos ao Tribunal Regional Eleitoral. nos processos relativos à apuração das infrações penais eleitorais.1. Pág. os institutos da transação penal e da suspensão condicional do processo. deverão os autos ser arquivados em novas caixas. em substituição à certidão.-TSE nº 21. As infrações penais definidas no Código Eleitoral e leis conexas serão processadas segundo o disposto no art. independentemente do número do feito. observando-se a seqüência numérica do arquivo e procedendo-se às anotações devidas. Poderão ser fornecidas cópias reprográficas das peças dos autos. Na tampa/face da caixa de arquivo deverá constar a identificação do cartório eleitoral correspondente e os números dos processos. Intimadas as partes da sentença e não havendo interposição de recurso. Capítulo II FEITOS CRIMINAIS 1.1. com as devidas anotações e atos necessários. 44. Serão adotados. Na capa dos autos deverá constar. Os processos só poderão ser arquivados quando houver despacho judicial nesse sentido. 51. na forma da lei (Res. Os pedidos de certidão deverão ser atendidos no prazo máximo de 10 (dez) 46. Caso haja apensamento ou aumento de volumes que impossibilitem a acomodação na mesma caixa. o número correspondente da caixa. obrigatoriamente e de forma legível. estes serão imediatamente devolvidos à origem para a devida regularização. 50. 47. dias. O chefe do cartório. 49.294/2002. TSE 60/2003).

Cumpridas as condições acordadas. os autos serão conclusos ao juiz eleitoral para a declaração da extinção da punibilidade e arquivamento do feito. Recebido o termo circunstanciado de ocorrência (TCO) da autoridade policial. 7. o cartório eleitoral. podendo o juízo deprecante autorizar ao deprecado a modificação das condições impostas. 76. 8. pelo Ofício Distribuidor. quando requisitada por autoridade judiciária ou Ministério Público (Lei nº 9. As informações sobre antecedentes criminais serão obtidas na(o): a) Justiça Eleitoral. 144 .099/95. poderão consistir em prestação pecuniária ou de outra natureza (medicamentos. pela Corregedoria dos Presídios e Varas de Execuções Penais. desde que aceitas. deverão conter as respectivas propostas formuladas pelo Ministério Público. providenciará seu registro no Livro de Feitos Criminais. nos próprios autos. deverá ser providenciado seu desmembramento. §§ 4º e 6º). nos últimos cinco (5) anos. em substituição a auto de prisão em flagrante. autuando-o como Termo Circunstanciado de Ocorrência. 10. art. 89) para um deles. ou sendo revogado o benefício. 355 e seguintes. ouvido o representante do Ministério Público. e certificará os antecedentes criminais pela forma mais célere. b) Justiça Federal. d) Instituto de Identificação do Estado. 5. não gerará efeitos civis. Não sendo aceita ou homologada a transação ou suspensão condicional do processo. Em processo com mais de um acusado. Caberá a aplicação de medidas alternativas nas hipóteses de transação penal e de suspensão condicional do processo. 76 e 89 da Lei nº 9.099/95. A autoridade policial. etc) e prestação de serviços voluntários à comunidade. pelo Ofício do Distribuidor Criminal. art. até ulterior cumprimento. desde logo.099/95. salvo se para efeitos criminais. sua aceitação não importa em reconhecimento de responsabilidade e não constará de certidão de antecedentes criminais.099/95. civil ou militar. 4. c) Justiça Estadual. que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado. quando determinada a suspensão (CPP. o processo seguirá em seus ulteriores termos nos moldes previstos no art. 366 ou Lei nº 9. 9. o cartório eleitoral acompanhará a sua execução. Havendo homologação da proposta de transação penal ou de suspensão condicional do processo. do Código Eleitoral. Tais medidas. alimentos. As cartas precatórias ou equivalentes eventualmente expedidas para os fins do art. da Lei nº 9.Manual de Procedimentos Cartorários Seção I TERMO CIRCUNSTANCIADO DE OCORRÊNCIA 3. art. A transação penal não acarreta reincidência. Pág. procedendo-se aos devidos registros. nos termos do artigo 76 e 89. 6.

21. formulado pelo Ministério Público. apenas fazendo constar da sua capa o número do registro e número e nome da zona eleitoral. os autos serão conclusos ao juiz. Sempre que houver requerimento de diligências. 17. pelo juiz. deverá ser feita imediata comunicação da providência à autoridade policial do inquérito e à zona por onde tramita. seja a pedido. ele próprio oferecer a denúncia. Pág. conclusos ao juiz para os fins do art. ou a comarca de outro Estado da Federação. por exemplo: “HÁ ARMA APREENDIDA”. Se o Ministério Público requerer diligência. Seção II INQUÉRITO POLICIAL 12. mas não o autuará. os autos serão encaminhados ao Ministério Público. conclusos ao juiz. mediante relatório fundamentado. Os inquéritos policiais serão encaminhados. O pedido de remessa ou de apensamento deverá ser formulado no relatório do inquérito policial. sem nenhuma cota. 22. remeterá o IP ao Procurador Regional Eleitoral. deverá requerer a providência ao juízo. 14. Não é processo. após manifestação. o prazo do artigo 46 do Código de Processo Penal. de cunho informativo. o juiz determinará o prazo para o cumprimento das diligências. após manifestação. ou de ofício. é peça instrutória. autuando a denúncia seguida das peças que a fundamentam como Processo Criminal. ouvido sempre o Ministério Público.Manual de Procedimentos Cartorários 11. Recebido o inquérito policial. o cartório eleitoral registrará o feito no Livro de Feitos Criminais. os autos de inquérito policial deverão ser imediatamente conclusos. 20. ao representante do Ministério Público e. 145 . destinada a fornecer à acusação elementos que possibilitem a propositura da ação penal.1. de remessa ou apensamento. preparatória. Deferido o pedido. O chefe de cartório eleitoral deverá acompanhar o andamento dos inquéritos. independentemente de prévio despacho. que se inicia com o recebimento da denúncia pela autoridade judiciária. Quando da determinação. 16. do CPP. e anotando tal fato no campo “observações”. Os bens apreendidos durante a instrução deverão ser mantidos em local seguro. independentemente de despacho e. fará anotação na capa ou autuação. ou “HÁ MATERIAL APREENDIDO”. Quando do recebimento de inquérito o chefe do cartório eleitoral verificará se existem objetos ou materiais apreendidos. que poderá. ou deixar exaurir. devidamente identificados com o número do IP e os nomes das partes. A autoridade policial. Oferecida a denúncia pelo Ministério Público e recebida pelo juízo eleitoral. 20. para as devidas anotações. 19. em caso de réu preso. caso entenda necessária a remessa de autos de inquérito a outra comarca do Estado. 13. Em todos os pedidos de dilação de prazo. 15. É procedimento policial que tem o objetivo de reunir elementos necessários à elucidação de fato considerado ilícito e de sua autoria. o cartório providenciará seu registro. Se o juiz discordar das razões expostas pelo MP para o arquivamento. 10 e seus parágrafos. 18. Caso positivo. para os fins do artigo 16 do Código de Processo Penal.

caso em que deverá ser arquivado. se deliberado.1. a data em que se verificará a prescrição em abstrato. quando houver. da qual constará nome e qualificação completa do indiciado. Oferecida a denúncia pelo Ministério Público. na capa do processo. bem como de seu início e do lapso prescricional. nos termos do art.Manual de Procedimentos Cartorários designar outro promotor para fazê-lo ou manter o arquivamento. Pág. bem como cópia da decisão que determinou o arquivamento. o(s) artigo(s) de lei violado(s) e o(s) réu(s) denunciado(s). d) anotar na capa do processo o artigo de lei em que está incurso o réu. Também serão anotados. 26. 23. o juiz designará dia e hora para o depoimento pessoal do acusado. 366 do CPP ou 89 da Lei 9. terá início a ação penal. o cartório: Se a denúncia for recebida pelo juiz eleitoral. 25. c) numerar e rubricar as folhas a partir da autuação. 27. contado do seu depoimento pessoal. do CE). a data da suspensão do processo (art. número do IP e indicação da autoridade policial que o presidiu. não se admitindo seja feita ao seu representante legal. para oferecer alegações escritas e arrolar testemunhas (art. o cartório deverá providenciar: a) anotação no livro próprio. § 3º. devendo a) anotar no Livro de Registro de Feitos Criminais a data do recebimento da denúncia.A citação deve ser feita diretamente ao acusado. 27. ordenando a citação deste e a notificação do Ministério Público. o recurso em sentido estrito e o habeas corpus. 146 .As citações e intimações seguirão o disposto no Código de Processo Penal. com anotação das folhas em que foi prestada a informação. Seção III PROCESSO-CRIME 24. inutilizando a numeração do inquérito policial ou termo circunstanciado. inclusive RG. O réu ou seu defensor terá o prazo de 10 dias. Transitada em julgado a decisão que determina arquivamento do inquérito. Recebida a denúncia.099/95). 27. 359. b) comunicação ao Instituto de Identificação do estado. e c) os procedimentos relativos ao arquivamento. b) autuar a denúncia e o inquérito policial ou termo circunstanciado. submetendo todo o expediente à apreciação do juiz eleitoral.2. 809. o cartório deverá grampear a denúncia na capa do inquérito policial ou do termo circunstanciado. do CPP. de modo que a denúncia seja a primeira peça do processo.

Nos casos em que a decisão a respeito de qualquer dessas medidas estiver na dependência de manifestação do Ministério Público.A citação do militar por edital só é possível se for informado pelo superior que o acusado tomou rumo ignorado. zelando pelo cumprimento do prazo. dos autos ao seu representante. no prazo do artigo 499 do Código de Processo Penal.Do mandado de citação deverão constar os requisitos do art. tudo devidamente certificado nos autos. intimando-as (art. cabendo o juiz deprecado expedir o ofício. inclusive requisitandose informações à Receita Federal e Estabelecimentos Prisionais. independentemente de despacho judicial. 31. 27. 358).11 A informação contida no Inquérito Policial de que o acusado se encontra em lugar incerto e não sabido não exclui a necessidade de nova tentativa de citação pessoal do acusado após o recebimento da denúncia. ou antes da audiência de julgamento nos processos de rito sumário. Pág. 30. deverão ser juntadas pelo chefe de cartório. só será feita após esgotados os meios para a localização pessoal do acusado. 29. ao dia e hora designados. parágrafo único. sem necessidade de despacho judicial. 27. Com a apresentação de eventual cota.A citação e intimação pessoal do militar em atividade não dispensa sua requisição por intermédio do chefe do respectivo serviço (CPP. que dará ciência ao subordinado de todos os termos da citação. 27. sem necessidade de despacho judicial. do CPP).6.Manual de Procedimentos Cartorários 27. com a expedição de novo ofício. deverá ser expedida carta precatória.792/2003). caberá ao chefe de cartório abrir vista.12 Se o réu não comparecer sem justificativa. 352 do CPP. se outros não forem fixados para cumprimento dessas diligências. 28. 27. o chefe de cartório eleitoral. a citação deve ser realizada novamente. 27. como acusado. 352 do CPP.3.5. abrirá vista às partes para alegações finais em 5 (cinco) dias. as folhas de antecedentes e as precatórias devolvidas. será notificado a ele e ao chefe de sua repartição.10 A citação por edital. art. 27. 147 . 396.7 Se não houver autorização do superior. a ele sendo anexada cópia da denúncia. As petições entregues em cartório ou recebidas no protocolo.8 O dia designado para o servidor público em atividade comparecer em Juízo. as certidões. os autos do processo serão conclusos ao juiz.9 O réu preso será citado por mandado cumprido pelo oficial de justiça(alteração introduzida pela Lei nº 10.Se o militar acusado estiver fora da comarca. e de 3 (três) dias para réus presos. Deferidas as diligências. 27. 360 do Código Eleitoral). 27. o prazo para defesa será concedido a um defensor nomeado pelo juiz (art. 27.4. que conterá os requisitos do art. competindo a execução ao chefe do serviço. e aguardados os prazos de 5 (cinco) dias para réus soltos. As certidões e os boletins de antecedentes deverão ser juntados ao processo antes do início da fase prevista no artigo 499 do Código de Processo Penal nos processos de rito ordinário.

este terá seu término no primeiro dia subseqüente (direito processual). art. o período de tempo contado do dia do início ao dia correspondente do mês seguinte (direito material). ou particular.2.4.E) 34. b e c): a) da intimação. sendo que os prazos legal e judicial não podem ser prorrogados por vontade das partes. incluindo-se o do vencimento (CPP. quando realizadas em dia em que não tenha havido expediente. consideram-se realizadas no primeiro dia útil seguinte (CPC. contados da intimação pessoal. Na contagem do prazo processual penal. 148 . e mês. art. bem como aquelas de cobrança de autos retirados anteriormente e que se encontrem em poder das partes. §3º) 37. A recente Pág. Quando no ano ou mês do vencimento não houver o dia correspondente ao início do prazo. 362 do C. são fixados em minutos. art.5. 37. no prazo de 10 dias. A determinação de prazo diverso para cumprimento de diligências dependerá sempre de despacho judicial. parágrafo único). ou pela imprensa oficial. 37. anos. Da sentença. Subseção I CONTAGEM DOS PRAZOS NO PROCESSO PENAL 37. 240. não é computado o dia do começo. salvo se não houver expediente. art. no processo penal. quando corre conjuntamente para as partes. O prazo é comum. do advogado de defesa. letras a.3. 38. o prazo começará a correr na segunda-feira imediata. se corre apenas para uma das partes. (art. por prazo superior ao fixado.(CPP.Manual de Procedimentos Cartorários 32. Seção IV PRAZOS 35. § 5º. Serão submetidas a despacho as petições de interposição de recurso. No processo penal. as de desentranhamento de qualquer documento e as petições com requerimento de vista dos autos fora de cartório. dias. 798. não existe o prazo convencional. horas. § 1º). Os prazos. Considera-se ano o período de 12 (doze) meses contados do dia do início ao dia correspondente do ano seguinte. Quando a intimação se der em uma sexta-feira. caso em que o termo inicial de contagem do prazo se dará no primeiro dia útil subseqüente (Súmula STF nº 310). e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou rogatória. 37. 33. condenatória ou absolutória. sendo este último a regra. do Ministério Público. contam-se os prazos da data da intimação. cabe recurso para o TRE. As intimações. Os prazos correrão (CPP. (Em processo penal está em vigor a Súmula 710 do STF que diz: No processo penal.1. 789. meses e 37. 36. 798.

a providência deverá ser prontamente cumprida. conforme a hipótese. Os pedidos de habeas corpus deverão ser submetidos. porém. os prazos correm durante o período de recesso da Justiça Federal (20 de dezembro a 6 de janeiro). determinada a requisição de informações à autoridade policial. 40. considerado findo o prazo. 39. força maior. ou obstáculo judicial oposto pela parte contrária.1. Incumbe aos chefes de cartório eleitoral. ainda que omitida aquela formalidade.Manual de Procedimentos Cartorários jurisprudência do STJ e do TRF 1ª Região acompanham exatamente a mesma inteligência) b) da audiência ou sessão em que for proferida a decisão. inexistindo férias forenses para a Justiça Eleitoral de 1º grau (juízos eleitorais). desde que presente a parte e c) do dia em que a parte manifestar sua ciência nos autos da sentença ou despacho. 41. Pág. para a necessária deliberação.1. de imediato. Seção V HABEAS CORPUS 41. acompanhado do processo. Ultrapassado o prazo de 48 (quarenta e oito) horas os autos serão remetidos ao juiz. para que as preste no prazo legal. no mesmo dia. com ou sem resposta. art 798. será. Seção VI PRISÃO 43. 149 . Considera-se prorrogado o prazo para o primeiro dia útil seguinte: a) se o prazo termina em dia não útil. 40.(CPP. logo após a prolação de sentença que decreta prisão: a) expedir os mandados de prisão. Não correrão os prazos se houver impedimento do juiz. Nas zonas eleitorais. § 4º) 40. à apreciação do juiz eleitoral e. 42. O pedido de informações para a instrução de habeas corpus impetrado em segunda instância deverá ser apresentado incontinenti ao juiz eleitoral. b) se o prazo se inicia ou termina quando o expediente forense é encerrado antes do horário normal. se feita a prova do dia em que começou a correr.2 A terminação dos prazos será certificada nos autos pelo chefe de cartório.

Inelegibilidade. ou comunicar a zona eleitoral competente para tanto. na forma disposta no capítulo próprio. I. para os fins do art. art. 361. 1º. no cadastro eleitoral. do Código Eleitoral). § 3º. 43. o cumprimento de tais diligências. absolutórias ou de extinção de punibilidade e subsistindo habeas corpus ou recurso em Pág. do Código Eleitoral). 150 . nos termos do art. f) após a afixação dos editais e a publicação na imprensa. por meio do FASE 370 – Cessação do Impedimento. Caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias da intimação da sentença (art. 299 do Código de Processo Penal. 43.2. As sentenças deverão ser proferidas no prazo de 10 (dez) dias (art. 809. na mesma data. Após o trânsito em julgado da sentença criminal condenatória. onde houver. c) certificar. condenatórias. da qual constará nome e qualificação completa do denunciado. e) intimar as partes da sentença. Transitados em julgado a sentença ou o acórdão que julgar a ação penal. deverá ser registrada: a) no livro Rol de Culpados. 43. 46. III. certificar o trânsito em julgado da sentença. quando for o caso. antes de dar conhecimento às partes ou a terceiros do seu inteiro teor. juntar aos autos traslado ou admonitória. certificar nos autos a referida providência. e). e g) em caso de suspensão condicional da pena ou de ingresso no regime aberto de prisão. o cartório eleitoral deverá: a) lançar o nome do réu no livro Rol de Culpados e b) registrar no cadastro de eleitores o FASE código 337. o cartório fará comunicação ao Instituto de Identificação do Estado. Seção VII SENTENÇA 44. quando for o caso. b) no histórico do eleitor. inclusive RG.Manual de Procedimentos Cartorários b) diligenciar com vista ao cumprimento do art. A extinção da punibilidade. e por meio do FASE 540 .1. (Suspensão de Direitos Políticos – condenação criminal – LC nº 64/90. 362. 45. pelo cumprimento da pena ou outra causa legal.3. da Constituição Federal. do CPP. Transitadas em julgado as sentenças criminais de mérito. 15. d) publicar a sentença. e cópia da sentença ou acórdão e certidão de trânsito em julgado.

com as datas de recebimento. f) a data da terminação da pena. 106 da Lei de Execuções Penais. A guia de recolhimento para execução será expedida pelo juiz eleitoral competente depois de transitar em julgado a sentença condenatória.Manual de Procedimentos Cartorários sentido estrito. com certidão de trânsito em julgado. A execução da sentença condenatória ou acórdão proferido pelo Tribunal Regional será levado a efeito pelo Juiz Eleitoral. Recebidos os autos em cartório. as guias serão instruídas com cópia autêntica ou reprográfica autenticada das seguintes peças dos processos: a) o nome do condenado. Seção IX EXECUÇÃO 48. instruído o ofício com cópia da sentença e certidão de trânsito em julgado. Em processo com mais de um réu. pendentes de julgamento em segunda instância. 363. 151 . 50. a execução do acórdão será feita no prazo de 5 (cinco) dias. b) a sua qualificação civil e o número do registro geral no órgão de identificação. quando determinada a suspensão (CPP.1.099/95. c) o inteiro teor da denúncia e respectivos aditamentos. se houver. 89) para um deles. fará conclusão dos autos com informação ao juiz. ou acórdão. d) o inteiro teor da sentença e acórdão. Seção VIII SUSPENSÃO 47. art. de imediato. o chefe de cartório eleitoral. g) outras peças do processo reputadas indispensáveis ao adequado tratamento penitenciário. 49. e) a informação sobre os antecedentes e o grau de instrução. do Código Eleitoral) e correrá nos autos principais. contados da data da vista ao Ministério Público (art. a ser interposto no prazo de 10 (dez) dias. Das decisões finais de condenação ou absolvição cabe recurso para o Tribunal Regional. comunicando a seguir ao Tribunal Regional. se houver. 366 ou Lei nº 9.1. 50. deverá ser providenciado seu desmembramento. art. 49. Atendendo aos requisitos constantes do art. e Pág.

b) fins civis: na nomeação em cargos públicos. se o sentenciado residir na comarca da capital. para fins civis. Seção II CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS 2.1. também da certidão de sua intimação para comparecer no setor próprio do Juízo das Execuções Criminais e entrega do ofício de apresentação. ou acórdão. Os antecedentes criminais são apurados com fundamento nos livros e registros de processos criminais em geral. e servirá para: a) fins criminais: na instrução de feitos criminais em geral. transação ou suspensão condicional do processo pela Lei nº 9.Manual de Procedimentos Cartorários h) termo de audiência de advertência (sursis e regime aberto). não deve constar de certidão positiva criminal. Constando no cadastro eleitoral o registro de FASE 337. motivo 2 ou motivo 7. ou havendo registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. que tramitaram ou tramitam no cartório eleitoral. se houver. quando for o caso. todos os processos criminais a que esteja respondendo a pessoa. de forma circunstanciada.099/95 e inquéritos policiais. Neste caso.2. bem como com fundamento no cadastro de eleitores e na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. e os processos com decisão condenatória transitada em julgado. 50. entre outros fins. ou seja. a certidão será negativa nos casos de inquéritos arquivados. em nome de quem será expedida a certidão. 3. a ZE deverá investigar se o registro se refere a crime eleitoral e certificar a respeito. 3. suspensão condicional do processo ou processo judicial criminal envolvendo pessoa física. absolvição. Para fins civis. obtenção e renovação de porte de arma. transação penal. excluindo-se as situações relacionadas abaixo. A certidão de antecedentes criminais tem por finalidade comprovar a existência de inquérito policial. CAPÍTULO III ANTECEDENTES CRIMINAIS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. processos em que houve cumprimento ou extinção da pena. o nome do: a) indiciado em inquérito arquivado.099/95. incluindo os relativos ao da Lei nº 9. 1. A guia de recolhimento para execução será expedida pelo juiz eleitoral depois de transitar em julgado a sentença condenatória. prestação de concurso público. declaração de extinção da punibilidade. enquanto não estiver extinta a punibilidade pelo cumprimento da pena ou outra causa legal. 152 .1. sobre eventuais condenações criminais eleitorais existentes no país. Pág. Serão objeto de certidão positiva.

para fins estatísticos. com sentença de extinção da punibilidade por prescrição da pretensão punitiva transitada em julgado. sendo que em cada cópia deverão ser anotados o nome do requerente e o tipo e número do documento que Pág. 709 § 2º). indiciado ou réu denunciado. com sentença de extinção de punibilidade por prescrição da pretensão executória transitada em julgado. réu denunciado em ação penal trancada por ordem judicial. A certidão de antecedentes criminais. 4. art. dispensado o registro no livro próprio. com o fornecimento. o servidor do cartório anotará. no prazo de vinte e quatro (24) horas. 76). com a punibilidade extinta pelo cumprimento da pena ou por cumprimento do sursis. réu denunciado e condenado. a finalidade do pedido e a data da solicitação. 5. réu denunciado e condenado. por meio do arquivo de cópia das certidões. indiciada em inquérito policial ou respondendo a processo criminal (Lei nº 10. em nome de quem é expedida a certidão. serão atendidas sem restrições (folha corrida).3. mediante requerimento ao cartório da ZE na qual a pessoa em nome de quem será expedida a certidão possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. 5. 4º. após o que o arquivará na pasta destinada especialmente a esse fim. será requerida por interesse próprio ou de terceiro. gratuitamente. 153 . com denúncia não recebida por decisão transitada em julgado. 5.Manual de Procedimentos Cartorários b) c) d) e) f) g) h) i) j) l) m) n) indiciado em inquérito sem denúncia. a qual se reportará aos registros dos livros e processos. indiciado em inquérito trancado por ordem judicial. o interessado requererá a certidão de antecedentes à zona eleitoral na qual resida ou tenha residido a pessoa em nome de quem será expedida a certidão. no próprio requerimento. 89 da Lei nº 9. réu denunciado com processo suspenso nos termos do art. A certidão destinada à obtenção de porte de arma atestará estar a pessoa. beneficiado pela transação criminal (Lei nº 9. sua identificação e a data da entrega. 5. de todas as informações que constarem. réu denunciado com sentença absolutória. As requisições de autoridade judiciária e do Ministério Público. Ao entregar a certidão. salvo motivo de força maior. 5.826/2003. colhendo sua assinatura. réu denunciado. o nome do recebedor. réu condenado com suspensão condicional da pena (sursis). para fins criminais. por ofício. com punibilidade extinta antes da denúncia.2. A certidão será emitida. ao cadastro de eleitores e à Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos.099/95. O cartório eleitoral poderá optar por manter controle e estatística sobre a emissão de certidões. durante o período da prova (CPP.4. art. devendo constar do pedido o nome do requerente e sua qualificação. Não possuindo inscrição eleitoral.1.2. 3. para fins civis.099/95. réu condenado. art. I).

mesmo que o interessado nunca tenha possuído domicílio eleitoral na zona. município. A certidão de antecedentes criminais será firmada pela chefia do cartório eleitoral. conforme o seguinte modelo: MODELO CERTIDÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO ELEITORAL DA ___ª ZONA/_________ CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS A ___ª Zona Eleitoral do município de ______.Certidão fornecida GRATUITAMENTE. será atestada no âmbito da zona eleitoral da inscrição do eleitor ou. Deverá. natural de _______. portador do Título Eleitoral nº 000000000000. no entanto.Condenação criminal eleitoral atestada em âmbito nacional. 7.1. fazer constar da certidão tal fato e adicionar que os antecedentes criminais são atestados pelo cartório da zona eleitoral onde o interessado possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. nascido em __/__/__. com aposição do carimbo da ZE. [município/UF]. 6. bem como o nome do recebedor e tipo e número documento que o identifica. do Estado _____________. em nome de [NOME DO REQUERENTE]. CERTIFICA que. não havendo inscrição. A certidão. e os registros constantes do Cadastro de Eleitores e da Base de Perda e Suspensão dos Direitos Políticos.Processos criminais em trâmite são atestados no âmbito da zona eleitoral na qual possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. 6. [dia] de [mês] de [ano]. nos termos destas normas de serviço. O cartório eleitoral não pode se negar a emitir certidão de antecedentes criminais. . 154 . até a presente data. no âmbito da zona eleitoral de sua residência. . desde ___/__/___ . _________________________________________ Chefe de Cartório ASPECTOS JURÍDICOS: . domiciliado na __ª Zona Eleitoral. Pág. deles NADA CONSTA quanto a ANTECEDENTES CRIMINAIS ELEITORAIS.Manual de Procedimentos Cartorários o identifica. não prevalecendo sobre certidões emitidas posteriormente. filho de [nome do pai] e [nome da mãe]. revendo os livros e registros de feitos criminais já findos e os que tramitam por esta zona eleitoral. sua assinatura e data de recebimento. ___ª seção. quanto a processos criminais aos quais esteja respondendo o interessado.

e domiciliado na __ª Zona Eleitoral. até a presente data. autos de ____ nº ______. ___ª seção. no Estado ___________. ___. natural de _______. filho de [nome do pai] e [nome da mãe]. Município. CERTIFICA que. até a presente data. em que é autor [nome do autor] e réu(s) [nome do(s) réu(s)]. de ___/___/____ até a presente data. do Código Eleitoral. ___. [descrição do andamento do feito e da situação atual. com o(s) réu(s) incurso(s) nas sanções do art. portador do Título Eleitoral nº 000000000000. não prevalecendo sobre certidões emitidas posteriormente. com o(s) réu(s) incurso(s) nas sanções do art. com as correspondentes datas].Processos criminais em trâmite são atestados no âmbito da zona eleitoral na qual possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. nascido em __/__/__. os registros constantes do Cadastro de Eleitores e da Base de Perda e Suspensão dos Direitos Políticos. deles verificou-se constar. 2. deles verificou-se constar em nome de [NOME DO REQUERENTE]. em que é autor [nome do autor] e réu(s) [nome do(s) réu(s)]. [Processo-Crime ou Inquérito Policial] nº ___/__. o(s) seguinte(s) feito(s): 1. sentença transitada em julgado em [data]. registro de suspensão dos direitos políticos. com as correspondentes datas]. Revendo.Condenação criminal eleitoral atestada em âmbito nacional. conforme comunicação recebida da __ª ZE/município/UF. como incurso no art. ainda. 155 . [município/UF]. em nome do requerente. do Código Eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários (MODELO CERTIDÃO) TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO ELEITORAL DA ___ª ZONA CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS A ___ª Zona Eleitoral do município de _____. [Processo-Crime ou Inquérito Policial] nº ___/__. revendo os livros e registros de feitos criminais já findos e os que tramitam por esta zona eleitoral. .Certidão fornecida GRATUITAMENTE. [descrição do andamento do feito e da situação atual. ___. . do Código Eleitoral. [dia] de [mês] de [ano]. Pág. ________________________________________ Chefe de Cartório ASPECTOS JURÍDICOS: . por motivo de CONDENAÇÃO POR CRIME ELEITORAL.

em Sessão Administrativa. As entidades organizadas (associações. 2. Pág. nas capitais. Os Tribunais Regionais Eleitorais indicarão servidores com conhecimento técnico sobre instalação. cooperativas. propiciando a divulgação do voto informatizado. operação e segurança da Urna Eletrônica para acompanhar os trabalhos. bem assim o extravio dos equipamentos cedidos. pessoa responsável pela assinatura do contrato de cessão e recebimento. 3. etc). umidade e poeira). manutenção. para utilização em eleições não oficiais.1. que emitirá parecer prévio sobre a conveniência e oportunidade do pedido.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO X ELEIÇÕES NÃO OFICIAIS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. durante todo o processo eleitoral.2. e ainda outras condições consideradas necessárias ao bom funcionamento do sistema e à preservação da integridade dos equipamentos. poderão solicitar diretamente aos Tribunais Regionais Eleitorais. A cessão dos equipamentos deverá ser precedida de “relatório de levantamento da situação do local onde eles serão instalados. recursos técnicos e acessórios necessários à realização da eleição informatizada. sindicatos. analisar as solicitações e decidir sobre a cessão. 156 . que prestem serviços à comunidade. hospitais. universidades. escolas. federações. Seção II CONDIÇÕES PARA A CESSÃO DAS URNAS ELETRÔNICAS 4. a título de empréstimo. o Sistema Eletrônico de Votação (Urna Eletrônica e programas). no prazo mínimo de sessenta dias de antecedência. As entidade sediadas no interior. conselhos tutelares. guarda e devolução dos equipamentos. Os Tribunais Regionais Eleitorais poderão ceder. levando em consideração os benefícios que poderão advir da utilização do sistema eletrônico de Votação e o parecer prévio do juízo eleitoral. 6. junto aos Tribunais Regionais Eleitorais. 1. conselhos de classe. sem prejuízo da propositura das cabíveis ações cível e penal. responsabilizando-se pela sua utilização exclusivamente para o fim solicitado. a cessão dos equipamentos. Caberá aos Tribunais Regionais Eleitorais. A entidade requerente credenciará. encaminharão as suas solicitações através do juízo eleitoral da respectiva zona. Caberá à entidade requerente arcar com os custos relativos a suprimentos. na forma estipulada no contrato. reparos e reposição de componentes. condições da rede elétrica e as ambientais (temperatura. 1. observado o mesmo prazo. 5.

12. que somente poderá repassá-los a outro servidor devidamente designado. 13. Seção V DO EQUIPAMENTO 13.Manual de Procedimentos Cartorários Seção III SISTEMAS DA URNA ELETRÔNICA 7. nos termos da Lei nº 7. Em hipótese alguma será permitida a realização de auditoria dos programas e do conteúdo dos disquetes por entidade alheia ao funcionamento da Justiça Eleitoral. O projeto da Urna Eletrônica é de propriedade da Justiça Eleitoral. 9. Seção IV DA TOTALIZAÇÃO DOS RESULTADOS 11. contratado pelo Tribunal Superior Eleitoral com a empresa fornecedora do equipamento. A abertura da Urna Eletrônica. e o controle do software fica restrito à Justiça Eleitoral. 157 . 10. garantindo a segurança e a integridade dos resultados eleitorais. O Tribunal Superior Eleitoral colocará à disposição dos Tribunais Regionais a versão do software com características de parametrização. que dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual sobre programas de computador e sua comercialização.3 A adequação do software e geração das mídias serão realizadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. além daqueles fornecidos pelos Tribunais Regionais Eleitorais.646. assim como quaisquer alterações. Pág. O sistema de totalização poderá ser elaborado pelos Tribunais Regionais Eleitorais ou pela entidade requerente. 7. ou qualquer programa aplicativo. É proibida a cópia total ou parcial do software da Urna Eletrônica. O Tribunal Superior Eleitoral fornecerá aos Tribunais Regionais os lay-out dos arquivos de entrada e de resultados da votação. seja qual for a finalidade.2. mediante a assinatura de termo de responsabilidade Os disquetes somente permanecerão na Urna Eletrônica durante o período de operação. 8. somente será efetuada por servidores credenciados pelos Tribunais Regionais Eleitorais. É proibida a posse da Urna Eletrônica por pessoas que não sejam credenciadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Os disquetes contendo os programas ficarão sob a guarda e a responsabilidade de servidor designado pelos Tribunais Regionais Eleitorais para esse fim. 13. de 18 de dezembro de 1987.1 7.1. permitindo sua adequação ao processo eleitoral para o qual foi requerido.2 7. É expressamente proibida a utilização de qualquer programa na Urna Eletrônica que não seja o seu sistema operacional original. assenta-se no sigilo de seu funcionamento.

se necessário. sendo providenciado o seu reparo e a reposição de componentes. 19. ao término dos processos eleitorais não oficiais e antes de serem armazenadas. 15. Nenhum pedido de cessão dos equipamentos de que trata esta Instrução poderá ser deferido dentro dos 120 (cento e vinte) dias que antecederem à realização de eleições.Manual de Procedimentos Cartorários 14. A configuração e carga dos Sistemas da Urna Eletrônica serão de responsabilidade dos Tribunais Regionais Eleitorais. deverão ser inspecionadas por técnicos dos Tribunais Regionais Eleitorais. Ao final do processo eleitoral a entidade requerente receberá uma cópia dos arquivos em meio magnético (disquete) contendo somente os votos registrados. A decisão que deferir a cessão da Urna Eletrônica indicará a unidade do Tribunal Regional responsável pelo credenciamento. findo o qual serão apagados. Os casos omissos serão resolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral. As Urnas Eletrônicas. 18. 17. Os demais arquivos em meio magnético permanecerão em poder dos Tribunais Regionais Eleitorais pelo prazo de 30 (trinta) dias. 20. Seção VI DISPOSIÇÕES FINAIS 16. Pág. 158 .