TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CARTORÁRIOS

Corregedoria Regional Eleitoral Palmas – Tocantins 2007

Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins

Corregedoria Regional Eleitoral Av. Teotônio Segurado, AANE 20, Conjunto 1, Lotes 1 e 2 77.010-050 – Palmas/Tocantins Telefone: (63) 3218 6419 Fac-simile: (63) 3218 6417 E-mail: cre@tre-to.gov.br

Tiragem: 150 exemplares

Comissão Técnica: Dorane Rodrigues Farias Irene Barros da Costa Luciano de Moraes Rodrigues Sirlene Freitas Lemos Pisoni Valeska de Araújo Almeida Sbroglia Wagna Cristiane Ribeiro Des. Marco Villas Boas

Cleber Macedo Barbosa CRE/DF Jacqueline Suzan Poulton CRE/RS Josialdo Aparecido Batista Ferreira CRE/AC Paulo Lucena Melo CRE/DF Sérgio Dias Cardoso CGE Juiz Wellington de Carvalho Coelho CRE/AC

Capa: Benedito Palheta dos Santos

Tocantins, Tribunal Regional Eleitoral Manual de procedimentos cartorários _ Palmas: Corregedoria Regional Eleitoral, 2007. 158 p. 1. Cartórios eleitorais. Procedimentos. I. Título CDU 342.8

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS

Desembargador LUIZ GADOTTI Presidente

Desembargador MARCO VILLAS BOAS Vice-Presidente/Corregedor Regional Eleitoral

Juiz MARCELO ALBERNAZ

Juiz GIL DE ARAÚJO CORRÊA

Juiz NELSON COELHO FILHO

Juiz MILSON RIBEIRO VILELA

Juiz JOSÉ ROBERTO AMENDOLA

Dr. ADRIAN ZIEMBA Procurador Regional Eleitoral

Inspeção e Correição IRENE BARROS DA COSTA Chefe da Seção de Processos Específicos WAGNA CRISTIANE RIBEIRO Chefe da Seção de Supervisão e Fiscalização do Cadastro ANDERSON MARTINS DE ASSUNÇÃO Assistente de Gabinete BENEDITO PALHETA DOS SANTOS Assistente de Chefia LARA ALVES ARAÚJO Supervisora de Gabinete TÂNIA COELHO DE SANTANA Estagiária .CORREGEDORIA REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS Desembargador MARCO VILLAS BOAS Corregedor Regional Eleitoral VALESKA DE ARAÚJO ALMEIDA SBROGLIA Coordenadora LUCIANO DE MORAES RODRIGUES Assessor Técnico NEUZÍLIA RODRIGUES SANTOS Oficial de Gabinete FELIPE DE LEON BELLEZIA SALES Assistente de Gabinete DORANE RODRIGUES FARIAS Chefe da Seção de Orientação.

............................................................................................................................................................Atribuições............28 Cartório Eleitoral Postos de atendimento Operações no Cadastro .....................................................................................................................................01 PARTE II TÍTULO I CARTÓRIO ELEITORAL Capítulo I Capítulo II Seção I Subseção Subseção Seção II Horário de Funcionamento ....................................................................10 Protocolo Remessa de documentos e feitos Remessa de feitos criminais Remessa de cartas precatória Disposições gerais Livros Obrigatórios ...............................21 Incineração ou fragmentação Doação Tabela de Descarte de materiais TÍTULO II ATENDIMENTO AO PÚBLICO Introdução Seção I Seção II Capítulo I Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII ........01 Relatórios de Atividades Cartorárias..................................06 Disposições iniciais II .Descarte de materiais utilizados pelos cartórios eleitorais Capítulo VI Seção I Seção II Seção III Descarte de Materiais e Documentos ..............................29 Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE Preenchimento do formulário RAE Alistamento Transferência Revisão Segunda via Conferência da digitação/Emissão e arquivo de relatórios - ..14 Disposições gerais Nomenclatura dos livros Pastas obrigatórias/Classificadores Capítulo III Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Capítulo IV Seção I Seção II Seção III - Capítulo V Descarte de Materiais e Documentos ..............................Chefe de Cartório Eleitoral III ............................................................................Sumário PARTE I TÍTULO I FUNÇÃO CORRECIONAL Capítulo I Capítulo II Capítulo III Capítulo IV Disposições Gerais Procedimentos das Correições Ordinárias Inspeções ..................Auxiliares do Cartório Ordem geral dos serviços Da ordem geral dos serviços ............06 ........................................................................................ ..............................21 Seção I Incineração ou fragmentação Seção II Doação Anexo I .

.....................Atualização da Situação do Eleitor – FASE ..........84 Banco de Erros – ERA .......Códigos FASE utilizados para registro de situações relacionadas ao exercício do voto Subseção IV ..........86 Capítulo VII - TÍTULO III CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO ELEITORAL Capítulo I Capítulo II Seção I Seção II Procedimento Genérico..Códigos FASE utilizados para registro de situações relacionadas aos trabalhos eleitorais Subseção V ...............Críticas específicas Seção V Tabela de Códigos FASE Capítulo III Capítulo IV Capítulo V Capítulo VI Justificativa ....................Código FASE utilizado para registro de falecimento Subseção VIII........................................88 Cancelamento por Falecimento Cancelamento por falecimento Cancelamento do cruzamento do cadastro com banco de dados do INSS TÍTULO IV DUPLICIDADES / PLURALIDADES (COINCIDÊNCIAS) Seção I Seção II Subseção I Disposições gerais ................................Seção Seção Seção Seção VIII IX X XI - Título eleitoral Final de alistamento Suspensão do alistamento Seções especiais e pessoas portadoras de necessidades especiais Capítulo II ........................Códigos FASE utilizados somente para consulta Subseção II .....83 Restabelecimento de Inscrição Cancelada por equívoco .........Códigos FASE utilizados para registro de ocorrências envolvendo direitos políticos Subseção VI ........................... decisão judicial Seção IV Processamento dos Códigos FASE pelo sistema Subseção I .................53 Seção I Formulário de Atualização da Situação do Eleitor – FASE Seção II Preenchimento do FASE Seção III Utilização dos códigos FASE Subseção I ..............86 Fiscalização dos Partidos Políticos................................Códigos FASE utilizados no batimento Subseção III ...........................................92 Regularização – procedimentos iniciais .......Códigos FASE utilizados para registro de situações especiais Subseção XI ....Códigos FASE utilizados para anotação relativa à prestação de contas Subseção XII ....................Código FASE utilizado para registro de quitação de multa Subseção IX ...............................Código FASE utilizado para restabelecimento de inscrição Subseção X ...................86 Acesso às Informações do Cadastro ......................................Grupos formados por pessoas distintas .......Críticas genéricas Subseção II ...................................Códigos FASE utilizados para registro de ocorrências relativas a elegibilidade Subseção VII .................................Códigos FASE utilizados para cancelamento de inscrição por ..........................

....................................................................................................................115 Dispensa de recolhimento de multas Guia de recolhimento da União .Da 2ª fase do processamento – Das filiações Sub Judice e do procedimento sumário .......GRU Recolhimento de multas por terceiros Ausência de pagamento das multas eleitorais no prazo legal Atribuições dos Juízos Eleitorais Prescrição das multas eleitorais I II III Disposições preliminares.......................................................Roteiro para atualização das coincidências Códigos FASE utilizados nas decisões Códigos do batimento Hipótese de ilícito penal Casos não apreciados - TÍTULO V FILIAÇÃO PARTIDÁRIA Seção I Seção II Seção III Seção IV Subseção Subseção Subseção Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII TÍTULO VI MULTAS Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III IV V Aplicação da penalidade de multa ......................................Do recebimento de listas especiais Desfiliação Da reversão da desfiliação Transferência de eleitor filiado Disposições finais VI VII - TÍTULO VII MESÁRIOS Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III IV V VI Composição ...........Subseção Subseção Subseção Subseção Seção III Subseção Seção IV Seção V Seção VI Seção VII II III IV V I - Grupos formados por inscrições eleitorais da mesma pessoa Grupos contendo inscrição suspensa Grupos contendo inscrição com perda de direitos políticos Considerações gerais Competência para revisão de situação eleitoral ............120 Convocação Nomeação Trabalhos Mesários faltosos Disposições finais TÍTULO VIII PERDA E SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS Introdução Seção Seção I II - Perda ......105 Do recebimento das listagens Da comprovação do processamento das listas de filiados Do processamento das listagens .............Da 1ª fase do processamento ........................126 Suspensão .........................

........................................................................................152 Seção I – Disposições gerais Seção II – Certidão de antecedentes criminais TÍTULO X ELEIÇÕES NÃO OFICIAIS Capítulo I .............................143 I Termo Circunstanciado II Inquérito Policial III Processo-crime IV Prazos V Habeas corpus VI Prisão VII Sentença VIII Suspensão IX Execução Capítulo III – Antecedentes criminais...........Da suspensão por conscrição ........................................Sistemas das Urnas Eletrônicas .....................Dos Atos Processuais ................................................Da suspensão em face da conscrição Regularização de inscrição suspensa ou cancelada pelo FASE 027 – Disposições Finais ..........Eleições não oficiais.132 I Autuação II Formação dos autos III Termos de conclusão e vista IV Cargas V Juntada de documentos VI Desentranhamento de documentos VII Editais VIII Mandados IX Cartas precatórias e rogatórias X Audiências XI Intimações XII Certidões processuais XIII Arquivamento de processos em geral ...Da suspensão por condenação criminal transitada em julgado .....Feitos Criminais ...........................................................156 Seção I ..................Subseção Subseção Subseção Seção III motivo/forma 2 Seção IV TÍTULO IX PROCESSOS Capítulo I Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Capítulo II Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção Seção I II III - .Condições das Urnas Eletrônicas Seção III .............Disposições gerais Seção II ....

elaborou-se um plano de ação intitulado Direcionamento Institucional das Corregedorias Regionais Eleitorais. Convicto de que este Manual constitui-se em uma dessas ferramentas. cumpre registrar e agradecer a todos que participaram dessa jornada. Nesse compasso. a missão das corregedorias. ao cabo desses dois anos. pelo Colégio de Corregedores Eleitorais. Desembargador MARCO VILLAS BOAS Corregedor Regional Eleitoral/TRE-TO . os pontos fortes e fracos e definiram-se diversas estratégias. visando à consolidação dos primeiros e uma abordagem direta sobre os segundos. acredito que a efetiva utilização desta ferramenta irá servir ao aprimoramento dos serviços eleitorais. com os tribunais regionais e também com eleitores. posteriormente. do Rio Grande do Sul e do Tocantins que preparou este Manual. e também ao Dr. ao final. procurava-se conhecer a verdadeira vocação e. Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS. com os servidores das corregedorias regionais eleitorais. em especial aos eminentes Ministros HUMBERTO GOMES DE BARROS e CESAR ASFOR ROCHA pelo apoio irrestrito recebido ao longo deste trabalho. proporcionando aos eleitores um atendimento uniforme em todos os cartórios eleitorais. na tentativa neutralizá-los. reafirmo o propósito de que a Corregedoria deve estar sempre próxima às zonas eleitorais. chancelado. Já dissera anteriormente que as instituições que desejam alcançar resultados expressivos devem direcionar os seus esforços e investimentos no aprimoramento profissional dos seus servidores. tive o privilégio de participar de uma reunião em Brasília. por conseguinte. também. qual seja: “Velar pela regularidade dos serviços eleitorais. integrada pelas Corregedorias Regionais Eleitorais do Acre. definitivamente. estabelece rotinas e institui procedimentos com o objetivo de facilitar o trabalho dos servidores dos cartórios eleitorais como instrumento permanente de consulta. do Distrito Federal.APRESENTAÇÃO Ao assumir a função de Corregedor Regional Eleitoral em junho de 2005. do Rio de Janeiro. com as respectivas ações. oferecendo-lhes capacitação profissional como também ferramentas adequadas para o bom desempenho das suas atribuições. Evidentemente que este trabalho não tem a pretensão de esgotar a matéria já que além de vasta é dinâmica. melhorando. Palmas/TO. assentar com clareza o papel das corregedorias no seu relacionamento com as zonas eleitorais. Naquele evento discutiram-se diversos assuntos e iniciou-se um processo que. Dentre essas ações. consolidando. que desde então vêm sendo postas em prática pelas corregedorias. após um trabalho minucioso que contou com a efetiva participação de servidores das corregedorias e também das zonas eleitorais. Todavia. Assessor-Chefe da Corregedoria Geral da Justiça Eleitoral pela sua dedicação aos assuntos das corregedorias eleitorais. convocada pelo então Corregedor Geral da Justiça Eleitoral. o desempenho das nossas atividades e. Foi criada uma comissão. Sérgio Dias Cardoso. principalmente. prestando suporte nas questões que estejam ao seu alcance. assegurando a correta aplicação de princípios e normas” Por derradeiro. Naquela ocasião. Mapearam-se. vem trazendo incontáveis benefícios à atuação das corregedorias regionais eleitorais. 30 de maio de 2007. contemplava-se a elaboração de um Manual de Rotinas e Práticas destinado aos servidores das zonas eleitorais com o objetivo de padronizar o atendimento nos cartórios eleitorais. pelas próprias características da Justiça Eleitoral.

pelo menos. 4. ou quando a designação for por período inferior a 30 dias. para verificar a regularidade de seu funcionamento e tomar ciência dos serviços cartorários. Caberá aos juízes titulares de cada zona eleitoral a correição permanente dos respectivos cartórios. ou ainda. 4. evitados ou sanados. podendo ser geral ou parcial. realizável a qualquer momento. Havendo relevantes e declarados motivos de interesse público. por meio de sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. sem emendas ou rasuras. de ofício. a correição extraordinária poderá ser designada em sigilo. até o dia 19 de dezembro. uma correição ordinária anual. a critério do juízo. A função correcional consiste na fiscalização das serventias eleitorais e seus serviços auxiliares. observadas as instruções expedidas pela corregedoria regional eleitoral respectiva. indiretamente. . quando entender necessário. 4. O controle dos serviços eleitorais das zonas será realizado de forma direta.2 O relatório da correição será elaborado tão logo viabilizado. em todo o estado. abusos ou irregularidades que devam ser corrigidos. 5.1 A serventia deve ser submetida a. para arquivamento em cartório. Tal correição será dispensada. podendo estas ser gerais ou parciais. 3. prevista e efetivada segundo critérios estabelecidos pela Corregedoria Regional e pelas instruções específicas do Tribunal Superior Eleitoral. ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema pela correspondente zona eleitoral. Ao assumir a zona eleitoral de que seja titular.2 A correição extraordinária consiste na fiscalização excepcional. pelos juízes eleitorais.3 Ao final dos trabalhos.1 A correição ordinária consiste na fiscalização periódica. uma via do relatório será impressa e assinada pelo juiz eleitoral e demais presentes. O exercício da função correcional se fará mediante correições ordinárias ou extraordinárias. sempre que tomar conhecimento de erros. 4. desde que após expressa e prévia autorização do corregedor regional. realizada pelo próprio Corregedor Regional. mediante correições ordinárias e extraordinárias e. de iniciativa do juiz eleitoral ou do corregedor regional. 3. sem prévia comunicação aos interessados. pelo corregedor regional. e. ou quando determinada pelo Corregedor Regional. no prazo de 30 dias da sua designação. sendo exercida. 3.PARTE I FUNÇÃO CORRECIONAL Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Será ser deflagrada pelo Juiz Eleitoral. o Magistrado fará correição no cartório eleitoral respectivo. nos limites de suas atribuições. 2. caso a designação ocorra nos dois meses que antecederem ou sucederem a correição ordinária. pela análise de relatórios apresentados pelos cartórios eleitorais à Corregedoria Regional Eleitoral.

3. 2. O juiz corregedor lançará o seu “VISTO EM CORREIÇÃO” na última folha utilizada dos autos e livros que examinar. além de outras providências que julgar necessárias. Ficarão à disposição do corregedor regional ou do juiz eleitoral os servidores designados para o serviço da correição e os serventuários do cartório.6. verificará se: I– II – os servidores estão regularmente investidos em suas funções. VI – os autos. e encaminhados os respectivos expedientes ao TRE. Haverá expediente normal no cartório no dia designado para a correição. A autoridade incumbida da correição. estabelecido pela corregedoria regional eleitoral. . VII – VIII – IX – os processos têm trâmite regular. livros e papéis findos ou em andamento estão bem guardados. V– os feitos são registrados em livro próprio e se os registros seguem ordem cronológica renovada anualmente. os horários de trabalho e de atendimento ao público são regularmente cumpridos. XI – estão sendo inscritas. Ao designar data e hora para a realização da correição. O Chefe de Cartório Eleitoral ou outro servidor designado pelo juiz deverá atuar como secretário na correição e. as multas decorrentes de decisão condenatória transitada em julgado e não pagas no prazo de 30 dias. IV – o cartório possui os livros obrigatórios e se estes são escriturados de forma regular. X– estão sendo devidamente aplicadas as multas previstas na legislação. o juízo eleitoral expedirá portaria. lavrar a respectiva ata. 9. 8. onde houver. Capítulo II PROCEDIMENTOS DAS CORREIÇÕES ORDINÁRIAS 1. noticiando a correição. as decisões e editais são publicados na forma regulamentar. que deverá ser afixado em cartório e publicado na imprensa oficial. em livro próprio. com prazo mínimo de 5 dias. bem como feitas as necessárias anotações no cadastro. o juiz eleitoral ou o corregedor regional poderá solicitar o acompanhamento de representante do Ministério Público Eleitoral. conforme modelo que segue. O juízo eleitoral expedirá edital para conhecimento de todos os interessados. nomeando servidor para as funções de secretário da correição. no prazo de 5 dias. ao final dos trabalhos. 7. 4. são exigidas qualificação e assinatura no livro destinado à carga de autos. a qual deverá ser arquivada em livro próprio. III – a proibição relativa à filiação partidária de servidor da Justiça Eleitoral está sendo observada. conservados e catalogados. Ao realizar a correição.

abusos ou irregularidades a serem evitadas. 5. inclusive em relação ao campo “complemento obrigatório”.XII – os documentos de uso exclusivo da Justiça Eleitoral estão resguardados do acesso de pessoas estranhas ao serviço eleitoral. XXII – as duplicidades e pluralidades de inscrições de competência da zona eleitoral são tratadas com a devida celeridade. XXXI – existem práticas viciosas. digitados e enviados para processamento na conformidade das instruções vigentes. XVII – são adotados os procedimentos destinados à regularização de duplicidades de filiações partidárias. as anotações relativas ao cancelamento das inscrições. com assinatura ou aposição de impressão digital. XXX – o tratamento do banco de erros é realizado com a freqüência e a correção necessárias. no Protocolo de Entrega de Título Eleitoral – PETE. XX – os Requerimentos de Alistamento Eleitoral – RAE são preenchidos. apontando as irregularidades encontradas. no cadastro. XXIII – a guarda de formulários e títulos em branco segue critérios rigorosos de segurança. e feitas. as anotações relativas à suspensão de direitos políticos. erros. XVI – são obedecidos aos procedimentos relativos ao recebimento das listas de filiados a partidos políticos no sistema ELO e ao registro das desfiliações. XV – as comunicações relativas a óbito ou à suspensão de direitos políticos referentes a eleitores não pertencentes à zona eleitoral são encaminhadas à autoridade judiciária competente. XXVII – são feitas as devidas anotações no histórico de FASE das inscrições de mesários faltosos. incapacidade civil absoluta. XIII – estão sendo comunicados mensalmente pelos oficiais do registro civil os óbitos dos cidadãos alistáveis no município e feitas. que conterá as ocorrências da correição. XXVIII – todos os servidores têm acesso às normas expedidas relacionadas às atividades do cartório. XIV – estão sendo devidamente comunicadas as situações de condenação criminal transitada em julgado. coibidas ou sanadas. XIX – as ausências ao pleito e as justificativas eleitorais são devidamente registradas no cadastro. XXVI – as informações solicitadas são prestadas com a celeridade devida. improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal. XXIV – a entrega de títulos é feita somente ao próprio eleitor. XXIX – a regularização de inscrições canceladas é feita em estrita observância ao que dispõem as regras pertinentes. conscrição e recusa de cumprimento do serviço militar obrigatório. as medidas adotadas para sua correção e as sugestões quanto a medidas necessárias que ultrapassem sua . XXI – os códigos FASE são digitados e enviados para processamento na conformidade das instruções vigentes. Findo os trabalhos será elaborado relatório a partir das informações coligidas. no cadastro. XXV – a guarda e conservação dos bens patrimoniais da Justiça Eleitoral são devidamente observadas. XVIII – os documentos de conservação obrigatória são arquivados pelo período mínimo estabelecido e de forma organizada.

6. com a numeração das respectivas folhas. o relatório será gerado a partir do sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. 7.competência. Deverá ser lavrada ata da correição. . A utilização do sistema eletrônico observará as instruções contidas no manual específico. a qual será inserida em livro próprio. Desde que viabilizado. colocado à disposição na intranet. passando a compor o referido livro.

3º. Identificação da Zona Eleitoral CARTÓRIO ELEITORAL Município-Sede Zona Eleitoral Municípios da Zona Endereço Telefones Horário de expediente Juiz(a) Eleitoral Promotor(a) Eleitoral Analista Judiciário Técnico Judiciário Chefe de Cartório • Servidores Requisitados . III. O número de servidores em relação ao número de eleitores.CRE/TO 1. TSE 21. 3º. TSE 21.consoante Lei nº 6. A proibição relativa à filiação partidária de servidor da Justiça Eleitoral está sendo observada? Art. 2º. Lei.999/82 • Servidores sem requisição regular • Justificar as razões de tal fato Fax 2. II. TSE 21.Provimento nº 04/2006 .372/03 CRITÉRIO ANALISADO 1. Res.372/03 4. está sendo observado? Art. I.999/82 3. 6. Os servidores estão regularmente investidos em suas funções? Ocorrência/Procedimento Art.372/03 2. 3º. Res. Servidores DISPOSITIVO LEGAL Art.Anexo I . Os horários de trabalho e de atendimento ao público estão sendo regularmente cumpridos? . § 1º. Res.

DISPOSITIVO LEGAL

CRITÉRIO ANALISADO
5. Tem sido encaminhada, regularmente ao TRE, a Folha de Freqüência dos servidores do Cartório? Manter Controle de Freqüência e pontualidade. 6. As nomeações de oficial de justiça “ad doc” estão regularmente documentadas?

Ocorrência/Procedimento

Provimento 01/2002 – CRE/TO

Art. 3º, XXVIII, Res. TSE 21.372/03

7. Todos os servidores têm acesso às normas expedidas relacionadas à atividade dos cartórios? 8. Existe uma relação com os nomes dos servidores identificados pelo número do título eleitoral, habilitados para preencher ou digitar os RAE´s, no Sistema ELO? 9. Está sendo encaminhada, para o TRE, escala de férias dos servidores das ZE´s (efetivos e requisitados), após aprovação do Juiz? 10. O Chefe de Cartório está verificando a necessidade de Treinamentos/Capacitação dos servidores da ZE?

Art. 10, Res. TSE 21.538/03

Provimento 01/2002 – CRE/TO

Provimento 01/2002 – CRE/TO

3. Livros Obrigatórios
DISPOSITIVO LEGAL
Da ordem dos serviços

CRITÉRIO ANALISADO
1. Os Livros Obrigatórios encontra-se em ordem, sem rasuras injustificadas?

Ocorrência/Procedimento

Art. 3º, IX, Res. TSE 21.372/03

2. São exigidas qualificação completa e assinatura no Livro destinado à carga de processos, bem como observado a data de devolução dos feitos?

Art. 3º, XI, Res. TSE 21.372/03

3. Estão sendo inscritas em livro próprio (Livro de Multas Eleitorais) as multas decorrentes de decisão condenatória não pagas no prazo de 30 dias e encaminhadas os respectivos autos ao TRE no prazo de 5 dias, quando for o caso?

Livros obrigatórios

A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) Guarda
(Art. 3º, IV, Res. TSE 21.372/03) Termos de Rubrica nas abertura e páginas encerramento

Existência Escrituração

1) Registro de Atas 2) Registro de Carga de Autos e Mandados 3) Registro de Inscrição de Multas Eleitorais 4) Registro de Sentenças 5) Protocolo de Autos e documentos recebidos 6) Registro de Cartas Precatórias 7) Suspensão condicional do Processo

8) Registro Geral dos Feitos 9) Registro de Correição/Inspeção 10) Rol de Culpados

4. Serviços
DISPOSITIVO LEGAL
Da ordem dos serviços

CRITÉRIO ANALISADO
1. As decisões, editais, portarias e avisos estão sendo publicados, regularmente, mediante afixação no mural?

Ocorrência/Procedimento

Art. 17, Res. TSE 21.538/03, art. 45 §§ 6º e 7º do CE.

2. Tem sido afixada em cartório, quinzenalmente, a lista de eleitores, cujos pedidos de inscrição/ transferência foram deferidos, indeferidos e os convertidos em diligência?

Da ordem dos serviços

3. Existe controle na expedição de Editais e Portarias?

Art. 2º, § único, Res. TSE 22.166/06

4. Os Cartórios Eleitorais estão publicando a Relação de Inscrições canceladas automaticamente pelo Sistema ELO – Modalidade Óbitos – INSS?

Art. 3º, X, Res. TSE 21.372/03

5. Estão sendo devidamente aplicadas as multas previstas na legislação e feitos os necessários lançamentos no sistema ELO da quitação das multas apresentadas e devidamente recolhidas?

Art. 6º Res. TRE/TO 01/2001

6. Está sendo encaminhado para o TRE o Relatório de Prestação de Contas de títulos eleitorais?

Art. 3º, XIII, Res. TSE 21.372/03

7. Os documentos de uso exclusivo da Justiça Eleitoral estão resguardados do acesso de pessoas estranhas ao serviço eleitoral? 8. As comunicações relativas a óbito de eleitores estão sendo recebidas e o Juiz Eleitoral tem determinado o correspondente cancelamento das inscrições, bem como as diligências necessárias ao esclarecimento de divergências quanto à sua identidade? 9. Os documentos relativos a óbitos de eleitores estão arquivados em pastas próprias, com as respectivas consultas (antes e depois do lançamento no sistema)? 10. Estão sendo lançadas no cadastro as suspensões de direitos políticos (condenação criminal transitada em julgado, incapacidade civil absoluta, conscrição e recusa de cumprimento de serviço militar obrigatório, improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal)?

Art. 3º, XIV, Res. TSE 21.372/03

Da ordem dos serviços

Art. 3º, XV, Res. TSE 21.372/03

DISPOSITIVO LEGAL
Art. 3º, XX, Res. 21.372/03 Art. 5º, Res. TRE/TO 01/2001

CRITÉRIO ANALISADO
11. Os RAEs e os FASEs estão sendo preenchidos, digitados e transmitidos na conformidade das instruções, pertinentes, inclusive em relação ao campo do FASE ‘complemento obrigatório`? 12. Os RAEs estão sendo instruídos com cópia dos documentos obrigatório e devidamente despachados pelo juiz? 13. Os RAEs/PETEs estão sendo arquivados grampeados, separados por lotes e acondicionados em caixas identificadas?

Ocorrência/Procedimento

Art. 13, § único, Res. TSE 21.538/03

Provimento 02/2006 – CRE/TO Art. 3º,XXII, Res. TSE. 21372/03 14. A eventual utilização de chancela obedece às normas vigentes? 15. Os RAEs de outras localidades da Zona Eleitoral estão devidamente identificados e separados por município? 16. A entrega de títulos é feita somente ao próprio eleitor, com a assinatura ou aposição de impressão digital no PETE? 17. Os PETE´s estão devidamente assinados, deles constando a inscrição eleitoral do funcionário responsável pela entrega, bem como a data da entrega? 18. Os Relatórios de RAEs, atestado pelo juiz, estão arquivados e permanecem à disposição para eventuais consultas e rotinas de inspeção? 19. Existe uma relação dos locais de votação da ZE, atualizada, com os respectivos endereços, colocada à disposição dos eleitores para consulta? 20. As informações solicitadas são prestadas com a celeridade requerida? 21. O restabelecimento de inscrições canceladas é feito em estrita observância ao que dispõem as normas pertinentes? 22. O tratamento do banco de erros tem sido realizado com a freqüência e a correção necessária? 23. A guarda e conservação dos patrimoniais da Justiça Eleitoral devidamente observadas? bens estão

Da ordem dos serviços

Art. 3º, XXIV, Res. TSE 21.372/03 Art. 24, Res. TSE 21.538/03.

Art. 24, Res. TSE 21.538/03

Resolução TRE/TO 01/2001

Art. 9º, § 3º, Res. TSE 21.538/03

Art. 3º, XXVI, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXIX, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXX, Res. TSE 21.372/03

Art. 3º, XXV, Res. TSE 21.372/03

Provimento 01/2002 – CRE/TO

24. É feito o controle de patrimônio e atualização do relatório correspondente, em pasta específica (bens tombados à disposição do Cartório Eleitoral)? 25. O material de expediente é armazenado de maneira ordenada?

Da ordem dos serviços

DISPOSITIVO LEGAL Da ordem dos serviços CRITÉRIO ANALISADO 26. Portarias. abusos ou irregularidades a serem evitadas. Res.538/03 . Res. Res. 2ª via e revisão de eleitorado? Ocorrência/Procedimento Art. assim como estão sendo efetuados os descartes dos mesmos. São arquivadas em pastas próprias as relações encaminhadas pelos Partidos Políticos? 39. É mantido arquivo de legislação e normas devidamente atualizado e organizado? 34. erros. XXXI. 27. TSE 21. e-mails. Os eleitores portadores de necessidades especiais (PNE) estão sendo regularmente identificados? 35. de acordo com as normas vigentes? 36. Provimentos da CRE? 32. 3º.372/03 Art. 3º. Circulares. Os partidos políticos. os documentos relativos a pedidos de alistamento. Portarias. coibidas ou sanadas? 28. XVII. após o prazo de guarda. Existem arquivos específicos para Ofícios Expedidos e Recebidos. TSE 21. TSE 21. São obedecidos os prazos para recepção das listagens de filiados no sistema e de entrega das críticas a respeito das irregularidades aos Partidos Políticos? 38. Existem práticas viciosas. Os documentos de conservação obrigatória estão sendo arquivados pelo período mínimo estabelecido e de forma organizada. revisão. transferência. São obedecidos os procedimentos relativos à anotação no cadastro das filiações e desfiliações partidárias? 40. estão examinando. XXIII. 3º. Existem arquivos de documentação recebida e enviada das demais unidades do TRE (Ofícios. sem perturbação dos serviços. Res. XVIII. O arquivo central do Cartório é organizado e o acondicionamento dos documentos feito em caixas adequadas e identificadas? 29. por seus delegados.372/03 Da ordem dos serviços Art. resoluções)? 33. 3º. TSE 21. Res. São colocadas Seções Eleitorais especiais à disposição dos eleitores portadores de necessidades especiais (PNE). O atendimento ao eleitor é pautado pela urbanidade necessária? 37. com observância aos procedimentos regulamentares? 30. O material de expediente é utilizado com racionalidade? 27. A guarda e utilização dos formulários e títulos em branco segue critérios rigorosos de segurança ? 31.372/03 Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Provimento 01/2002 – CRE/TO Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da qualidade dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Art. 21372/03 Art.

Estão sendo feitas as devidas comunicações pelas unidades do Ministério da Defesa do cumprimento do serviço militar obrigatório e conseqüente lançamento no cadastro? 48. relativas a eleitores cancelados ou inexistentes no cadastro. Estão sendo realizadas consultas ao sistema para evitar novos casos de duplicidades e pluralidades de inscrições? Da ordem dos serviços . 71. São feitas as devidas anotações no histórico de inscrições de mesários faltosos. Estão sendo encaminhadas. digitados os respectivos FASEs? 42.538/03 Portaria TRE/TO nº 229/2001 53. as comunicações relativas a óbito ou à suspensão de direitos políticos referentes a eleitores não pertencentes à circunscrição? 50. apreciadas pelo juiz e realizadas as diligências necessárias para viabilizar as correspondentes anotações no cadastro? 49. Res. após decisão da autoridade judiciária competente – FASEs 183 (convocação p/ o trabalho eleitoral) e 442 (Ausência aos trabalhos eleitorais)? 43. 3º. as comunicações ensejadoras de suspensão de direitos políticos. para a CRE. caso deferidos. Existe Relatório de Mesários Faltosos devidamente arquivando em pasta própria? 44. § 3º. estão sendo encaminhadas para Cartório Eleitoral. improbidade administrativa e opção pelo gozo dos direitos políticos em Portugal) oriundas do Poder Judiciário. 51. o Cartório está tomando alguma providência? 46. Estão sendo feitas as comunicações de conscrição pelas unidades do Ministério da Defesa (Exército. TSE 21. Os oficias dos Cartórios de Registro Civil estão comunicando os óbitos dos cidadãos alistados nos municípios integrantes da Zona Eleitoral? 45. É feito o controle das ligações telefônicas? Ocorrência/Procedimento Art. Estão sendo encaminhadas. Os Requerimentos de Justificativa de ausência à votação e dispensa de multa estão sendo devidamente apreciados pelo Juiz e. para lançamento na Base de perda e suspensão de Direitos Políticos? 52. O Relatório de Atividades (estatística dos feitos administrativos e judiciais) está sendo enviado mensalmente à CRE? 51. TSE 21. Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Da ordem dos serviços Provimento 01/2002 – CRE/TO Art. C. Res.372/03 Da ordem dos serviços Art. para a CRE. § 2º.E.DISPOSITIVO LEGAL Da ordem dos serviços CRITÉRIO ANALISADO 41. As Comunicações das decisões judiciais ensejadoras da suspensão dos direitos políticos (condenação criminal transitada em julgado. XXVII. Caso não esteja recebendo a lista de óbito acima referida. incapacidade civil absoluta. Marinha e Aeronáutica) e conseqüente lançamento no cadastro ? 47.

3º. TSE 21. Ocorrência/Procedimento Art. não permanecendo paralisados sem justificativa? 2. 141. TSE nº 21. CPC. Da ordem dos feitos Nos processos em que deve atuar. 167 e 168 Art. Art. VI. X. Res. 3º. somente permitindo que saia do Cartório nos casos dos incisos “a”. TSE nº 21. 3º. O registro dos autos é feito: a) Em livro próprio b) Em ordem cronológica Os atos processuais estão de forma regular? a) Autuação b) Numeração e rubricas nas folhas c) Remessa/Certidão/Conclusão 3. Da ordem dos feitos Nos inquéritos policiais cujo arquivamento foi determinado. por meio de ofício? 6. independente de despacho? 7. CPC ou mediante autorização judicial As certidões de atos e termos dos processos são expedidas prontamente pelo Chefe de Cartório. Re. TSE 21. Res. VII. art. Res.DISPOSITIVO LEGAL Provimento 01/06 – CRE/TO CRITÉRIO ANALISADO 54. processos criminais. art. Da ordem dos feitos CPC. Está sendo observada a obrigatoriedade de consulta diária ao Correio eletrônico (início e término do expediente. O Sistema ELO está funcionando a contento? 5. V 8. inquéritos e cartas precatórias)? .372/03 CPC. mantendo-os o Chefe de Cartório sob sua guarda. 141. o MP é devidamente intimado? 5. no mínimo)? 55.372/03 Os andamentos processuais são anotados e mantidos atualizados (controle da tramitação dos feitos em geral. As irregularidades apontadas na correição anterior foram devidamente sanadas/providenciadas? Ocorrência/Procedimento Da ordem dos serviços Sistema ELO 56. 141. Os processos têm trâmite regular. IV Os processos em geral permanecem arquivados no Cartório Eleitoral. 3º. Processos / Feitos DISPOSITIVO LEGAL Art. “b” e “d” do art. V.372/03 4. houve cientificação dos interessados e baixa no INI (Instituto Nacional de Identificação).372/03 CRITÉRIO ANALISADO 1. arts.

Foram constatados indícios de infração penal? Art. grades. TSE 21. revisão/recarga. 124. 3º. alarme.. com despachos cumpridos com a devida celeridade? Ocorrência/Procedimento Provimento 03/2006 CRE/TO 10. 35 e seguintes Res.. quando cabível? 12. Em havendo mesários faltosos. portões. Instalações Físicas DISPOSITIVO LEGAL CRITÉRIO ANALISADO As instalações do cartório são adequadas às necessidades do serviço? Ocorrência/Procedimento Art.372/03 Da ordem dos serviços As instalações do Cartório são mantidas dentro dos padrões satisfatórios de higiene e organização? ☺ A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) Itens exemplificativos a serem observados a) Prédio próprio b) Localização do ponto (proximidade do Foro local) c) Segurança do local (muro.538/03 CRITÉRIO ANALISADO 9. estão sendo encaminhadas diretamente aos juízos deprecados ou deprecantes? 11.. indicação.. XII. C.) d) Sinalização externa (placa. Os processos de coincidência (duplicidades e pluralidades de inscrições) encontram-se em tramitação regular.DISPOSITIVO LEGAL Art. no âmbito desta Circunscrição Eleitoral. Da ordem dos serviços 6..E.) e) Indicação do horário de atendimento f) Condições de atendimento a portadores de necessidades especiais g) Local abrigado para o atendimento de eleitores em fila h) Estado de conservação do prédio i) Sanitários p/ funcionários e p/ o público externo j) Extintores de incêndio (acesso. As cartas precatórias expedidas ou devolvidas.) k) Espaço interno l) Iluminação m) Ventilação n) Instalação elétrica o) Instalação hidráulica p) Instalação telefônica . Res. há instauração de processo e aplicação de multa.. TSE 21.

Comentários/Sugestões: _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________ Data ____/____/_____ ______________________ Secretário(a) da Inspeção ________________________ Auxiliar da Inspeção . Urnas Eletrônicas URNAS ELETRÔNICAS a) Armazenamento das Urnas Eletrônicas b) Iluminação do depósito das Urnas Eletrônicas c) Espaço para carga das Urnas Eletrônicas d) Quantidade de tomadas para carga das UE´s e) Mesas adequadas aos trabalhos f) Eventos para divulgação/treinamento g) Empréstimos das Urnas Eletrônicas – eleições diversas ☺ A (adequado) R (requer melhorias) N (não adequado) 8.DISPOSITIVO LEGAL q) Fechaduras r) Estado de conservação dos móveis s) Rede de instalação para computadores CRITÉRIO ANALISADO Ocorrência/Procedimento t) Prestação de serviços de limpeza e conservação u) Mural – conservação e visibilidade ao público v) Sala para arquivo/armazenamento de processos/documentos e urnas 7.

5. Após verificar a regularidade das atividades cartorárias. informará à Corregedoria Regional Eleitoral. desde que viabilizado. Capítulo IV RELATÓRIO DE ATIVIDADES CARTORÁRIAS Seção I RELATÓRIO ANUAL 1. comunicando o arquivamento dos autos do processo de inspeção.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo III INSPEÇÕES 1. periodicamente obedecendo a cronograma anual de atividades da corregedoria. com base nas informações fornecidas pela chefia de cartório. As inspeções cartorárias serão realizadas com o fim de verificar a regularidade dos serviços cartorários. quando tomar conhecimento da ocorrência de indícios de irregularidades na prestação dos serviços eleitorais ou. para o respectivo endereço eletrônico pessoal institucional. orientar os servidores dos cartórios quanto ao procedimento correto e de sanar eventuais dúvidas e irregularidades detectadas. O Juiz Eleitoral. 7. visando o registro da situação cartorária verificada e. com a indicação de cada uma das medidas adotadas pela zona eleitoral para a regularização das atividades cartorárias. ainda. 3. títulos eleitorais e certidões expedidas. Pág. ficando o relatório de inspeção disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema pela correspondente zona eleitoral. por meio de sistema eletrônico de acompanhamento de inspeções e correições. mediante portaria. o corregedor regional expedirá ofício ao juízo eleitoral.1 Ao final dos trabalhos de inspeção. No prazo determinado. As inspeções poderão ser realizadas pessoalmente pelo corregedor regional e/ou por comissão de servidores por ele designada. 4. indicando dados estatísticos sobre os processos registrados e sentenciados. caso constatada alguma irregularidade. 2. 4. será determinado prazo para o seu saneamento. Deverão ser fornecidas todas as informações e apresentada toda a documentação solicitada. As inspeções serão realizadas quando o corregedor regional entender necessário. 4. 6.2 Uma cópia do relatório de inspeção será encaminhada ao juiz eleitoral. deverão ser adotadas as medidas consignadas no relatório da inspeção e oficiado à corregedoria. sempre que possível. mensalmente e anualmente. uma via do relatório será imediatamente impressa para ciência da chefia do cartório e demais servidores presentes. 1 . Quando a inspeção for realizada por comissão de servidores. as atividades desenvolvidas no período. será feita.

de ______de 200__. devendo ser elaborado até o dia 31 de janeiro do ano subsequente ao ano de referência.Ofícios expedido:________ V .Certidões diversas expedidas:_________ IV . durante o ano de 200__. O relatório anual de atividades terá por base as ações desenvolvidas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro.Requerimento de restabelecimento de Direitos Políticos:______ IX – Processos Judiciais autuados na Zona Eleitoral:______ X – Cartas precatórias. Senhor(a) Corregedor(a).Inscrição :________ .Editais :________ VI .Certidões e declarações de quitação expedidas:_________ III .Segunda via :________ II . de Ordem e/ou Rogatória recebidas:_______ XI – Inquéritos Policias e/ou Peças de Informação:_______ Observações:_______________________________________________ ___ Pág.1 O relatório anual de atividades será elaborado.Duplicidades e pluralidades de inscrições:______ . TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA___ ª ZONA ELEITORAL .2 Uma via do relatório anual de atividades será impressa e devidamente assinada pelo juiz eleitoral. desde que viabilizado. 2. para arquivamento em cartório.Duplicidade de Filiação Partidária:______ .Transferência :________ . I . Encaminho a Vossa Excelência o Relatório Anual dos Serviços executados por esta ____ª Zona Eleitoral/___. ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema eletrônico. por meio de sistema eletrônico.Diligências (mandados) realizadas:________ VIII – Processos Administrativos registrados na Zona Eleitoral acerca de: .Revisão :________ . 2 . 2.Portarias:________ VII .Manual de Procedimentos Cartorários 2.Mesários faltosos:_______ .Total de requerimentos de: .__________ RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES CARTORÁRIAS Ofício nº ___/____ ________-___.

quando viabilizado. para arquivamento em pasta própria no cartório.Manual de Procedimentos Cartorários __________________________________________________________ ___ _____________________________ Juiz(a) Eleitoral Seção II RELATÓRIO MENSAL 3. O chefe de cartório eleitoral comunicará. devendo ser inserido. para remessa à Corregedoria Regional.3 Processos andamento 2. 3. Relatório estatístico mensal dos Serviços executados por esta ____ª Zona Eleitoral/___. de ______de 200__. Inscrição eleitoral :___________ :___________ :___________ Pág. relação dos feitos registrados. 3. Processos 1. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA___ ª ZONA ELEITORAL .1 Processos autuados 1. conclusos.1 O relatório estatístico mensal terá por base as atividades cartorárias desenvolvidas no período do primeiro ao último dia útil de cada mês. em andamento e arquivados no respectivo mês. 3 . ficando o relatório disponível para consulta e impressão no ambiente próprio do sistema eletrônico. em sistema eletrônico. mensalmente ao juiz eleitoral. no mês de _______/200__.2 Processos arquivados 1. I – ADMINISTRATIVOS 1.2 Uma via do relatório estatístico mensal de atividades será impressa e devidamente assinada pelo chefe de cartório.__________ RELATÓRIO ESTATÍSTICO MENSAL ________-___.

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2.1 Pedido de Inscrição :___________ 2.2 Pedido de transferência :___________ 2.3 Pedido de 2ª via :___________ 2.4 Pedido de Revisão :___________ 2.5 Pedido fixação de multa:___________ 2.6 Pedido isenção de multa:___________ 2.7 Inscrição de deficientes físicos:_______ 3. Despachos :___________ 4. Decisões :___________ 5. Audiências 5.1 Audiências designadas:____________ 5.2 Audiências realizadas :____________ 6. Editais :____________ 7. Multas 7.1 Multa por não inscrição:____________ 7.2 Multa por não votação :____________ 8. Mandados 8.1 Mandado de Intimação :____________ 8.2 Mandado de citação :____________ 8.3 Mandado de verificação in loco:______ II – JUDICIAIS 1. Processos 1.1 Processos autuados :___________ 1.2 Processos arquivados :___________ 1.3 Processos andamento :___________ 2. Despachos :___________ 3. Sentenças :___________ 4. Decisões :___________ 5. Audiências 5.1 Audiências designadas:____________ 5.2 Audiências realizadas :____________ 6. Cartas Precatórias 6.1 Precatória/ mês anterior:___________ 6.2 Precatórias autuadas :___________ 6.3 Precatórias devolvidas :___________ 6.4 Precatórias em andamento:________ 8. Mandado de prisão :__________ 9. Inquéritos :__________ 10. TCO´s :__________ 11. Réus presos :__________

Observações:_______________________________________________ ___ __________________________________________________________ ___

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Juiz(a) Eleitoral

4. Para fins deste item, consideram-se feitos todas as causas previstas nas leis processuais eleitorais.

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PARTE II
CARTÓRIO ELEITORAL Capítulo I
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
1. Aos juízos eleitorais serão atribuídos, de acordo com suas respectivas zonas, os serviços do foro eleitoral. 2. O cartório eleitoral funcionará vinculado a um juízo eleitoral, sob a responsabilidade de um chefe de cartório, nomeado na forma da legislação vigente. 3. O cartório eleitoral atenderá ao público, nos dias úteis, durante um período mínimo de 6 (seis) horas.

Capítulo II
ATRIBUIÇÕES
1. Compete aos juízes eleitorais: I - cumprir e fazer cumprir as decisões e determinações do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral; II - processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior Eleitoral e a do Tribunal Regional Eleitoral; III - decidir habeas corpus e mandado de segurança em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente à instância superior; IV - fazer as diligências que julgarem necessárias à ordem e presteza do serviço eleitoral; V - tomar conhecimento das reclamações que lhes forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo e determinando as providências que cada caso exigir; VI - indicar, para designação do Tribunal, o servidor para exercer a função de Chefe de Cartório da Zona Eleitoral; VII - dirigir os processos eleitorais; VIII - determinar a exclusão e a suspensão de inscrições eleitorais, conforme a legislação em vigor; IX - decidir sobre os requerimentos de inscrição, transferência, revisão e segunda via dos títulos eleitorais; X - ordenar o registro e a cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais; XI - designar os locais de votação, nos termos da legislação em vigor;

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IX . VIII .exercer fiscalização permanente nos Cartórios Eleitorais. sob a presidência do juiz eleitoral. pastas e documentos. VI . o extravio deverá comunicar. XVI .Manual de Procedimentos Cartorários XII . XVII . mas nele implícitas ou decorrentes de lei. se o entenderem conveniente e sem ônus para a Justiça Eleitoral.proporcionar os meios necessários à realização de inspeções e correições. Pág. adotando para esse fim as medidas necessárias. nos termos da legislação em vigor. IV . XIV . ao juiz eleitoral e ao Tribunal Regional. por escrito. 2.indicar ao Tribunal Regional Eleitoral servidores de outras repartições a serem requisitados ou cedidos para auxiliar nos serviços do Cartório. providenciando para que se mantenham em ordem livros. XV . tão logo verificado. documentos e demais expedientes.manter em ordem livros.atender prontamente às solicitações contidas em cartas precatórias. XIII . verificando se são cumpridas as instruções emanadas do Tribunal Regional Eleitoral e da Corregedoria Regional Eleitoral.nomear os membros das Mesas Receptoras e das Juntas Eleitorais bem como instruí-los sobre as suas funções.exercer quaisquer outras atribuições não especificadas neste provimento.observar o cumprimento do horário de funcionamento do Cartório. 7 . Compete aos Chefes de Cartório: I . segundo a ordem cronológica e nos termos da legislação em vigor.fazer anualmente. a transmissão e o arquivamento das guias de RAE e FASE.providenciar. VII . XIX . XX – despachar diariamente na sede do cartório eleitoral.cumprir e fazer cumprir as determinações do juiz eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral. a requisição de médico oficial para a concessão de dispensa a membro de Mesa Receptora. comunicando.requisitar local de apuração. revisão e segundas vias de títulos eleitorais.despachar regularmente com o juiz eleitoral.dar imediato processamento aos requerimentos de inscrição.orientar os auxiliares do cartório quanto à forma de execução das rotinas cartorárias distribuindo os serviços segundo as habilidades funcionais de cada um. sob pena de responsabilidade. cartas de ordem e quaisquer outras diligências emanadas da Justiça Eleitoral. transferência. nos termos da legislação em vigor. III . II .acompanhar o processamento. bem como praticar os atos relativos à Correição Ordinária no prazo e forma determinados.coordenar os trabalhos de apuração e transmissão/ encaminhamento dos dados ao Tribunal Regional Eleitoral. o inventário dos bens patrimoniados pertencentes ou não à Justiça Eleitoral. XXI . no prazo legal. XVIII . ou quando assumir suas funções. V .providenciar para que se dê ampla divulgação dos prazos de encerramento do alistamento e da transferência na zona eleitoral. processos.

a freqüência dos servidores requisitados. XVIII . XVII .atualizar os dados do cadastro de zonas eleitorais. com a finalidade de aperfeiçoar os trabalhos cartorários.requisitar o material necessário ao bom andamento dos serviços. XXVIII . XXI . no início e no final do expediente. nos termos do Calendário Eleitoral e das instruções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral e Tribunal Regional Eleitoral. conferindo-os semanalmente. mediante determinação do juiz eleitoral.dar imediata ciência à Secretaria do Tribunal da criação. XIII . XI . XVI . no mínimo. XIV . XXII . modificação ou extinção dos locais de votação.controlar e verificar a correta consignação dos horários de entrada e saída dos servidores. as repartições de origem.elaborar relatório estatístico anual de atividades. processar e manter atualizados os registros e assentamentos individuais do juiz eleitoral. XXIII .controlar o uso adequado das linhas telefônicas à disposição do cartório eleitoral.vistoriar locais de votação e apuração. encaminhando tempestivamente os relatórios pertinentes à Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral.organizar. XII . quando necessário. XXIV . XXVI .expedir certidões relativas aos assentamentos do cadastro eleitoral.adotar as medidas necessárias para a preparação e realização das eleições.encaminhar ao Tribunal Regional freqüências do juiz e dos demais servidores do cartório eleitoral e. se for o caso.Manual de Procedimentos Cartorários X . administrar a aplicação desses recursos. materiais e outros necessários para o cumprimento do calendário eleitoral. até a sua finalização. comunicar ao TRE e aos respectivos órgãos de origem. subscrevendoas (Certidão de Quitação/Certidão negativa de crimes eleitorais/ Certidão de filiação partidária e outras) para os fins de direito. chefe de cartório eleitoral e servidores. XXIX . os recursos humanos.acessar o e-mail da zona eleitoral. quando solicitado. equipamentos e instalações.zelar pela economia do material de consumo e pela conservação do material permanente.solicitar. sempre que as informações ali constantes sofrerem alterações. duas vezes ao dia. nos prazos determinados. XIX . XXX . executando prontamente as determinações contidas nos expedientes ali disponibilizadas.conservar os documentos dentro dos prazos estabelecidos na legislação. 8 .prestar assistência ao juiz eleitoral durante os trabalhos de apuração das eleições. XX . cabendo-lhe.requisitar.lavrar os termos de abertura e encerramento dos livros obrigatórios e numerar e rubricar suas folhas. XXVII . XV . ainda. representando.atender às solicitações dos diversos setores do Tribunal Regional Eleitoral. treinamento para os servidores da zona eleitoral. por escrito. ao juiz eleitoral. XXV .submeter ao juiz eleitoral a escala de férias dos servidores efetivos e requisitados e.exercer ação disciplinar sobre os auxiliares subordinados. Pág.

VIII . de restabelecimento e de suspensão de direitos políticos (condenados. suspensões e outras. fazendo as devidas anotações. Art. XXXII .opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. XXXIII . bem como todo o material a ela pertinente e após.observar as normas legais e regulamentares.registrar o pagamento de multas eleitorais. cotista ou comanditário. omissão ou abuso de poder.participar de gerência ou administração de empresa privada. IV . II .representar contra ilegalidade.Manual de Procedimentos Cartorários XXXI . IX . não previstas nestas normas ou que tenham sido determinadas pela autoridade judiciária.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. mediante ofício do juiz eleitoral. exceto na qualidade de acionista.retirar.tratar com urbanidade as pessoas. 3. IV . IX . Parágrafo único. XXXVIII .promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. as ocorrências relativas às inscrições eleitorais. 116. óbitos. nos termos da lei. qualquer documento ou objeto da repartição.manter atualizada a composição dos diretórios municipais e o credenciamento de delegados. Compete aos servidores lotados no cartório eleitoral: I . com os documentos necessários. VIII . de sociedade civil.exercer com responsabilidade e prontamente as tarefas que lhe forem atribuídas.atender com presteza: a) ao público em geral. cancelamentos. as comunicações de óbitos.112/90. XI . b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. cônjuge. XII . fazendo as anotações devidas. III . prestando as informações requeridas. XXXIV . V . ministrando o devido treinamento. Pág. V .cometer a pessoa estranha à repartição.cumprir as ordens superiores.ausentar-se do serviço durante o expediente.recusar fé a documentos públicos.ser assíduo e pontual ao serviço. em cargo ou função de confiança.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. sem prévia anuência da autoridade competente. em detrimento da dignidade da função pública. sem prévia autorização do chefe imediato. programar a entrega e devolução dos mesmos.ser leal às instituições a que servir. ou a partido político. com 1 observância aos artigos 116 e 117 da Lei nº 8. o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. X . assegurando-se ao representando ampla defesa. 117. XXXVII . escrutinadores e auxiliares da junta eleitoral.processar as listas de filiação partidária.manter sob sua chefia imediata.coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. bem como as justificativas eleitorais relativas a inscrições de outra unidade Federativa.selecionar mesários. São deveres do servidor: I . II . companheiro ou parente até o segundo grau civil. 9 .preparar as urnas para a eleição. VI . ressalvadas as protegidas por sigilo.comunicar mensalmente à Corregedoria Regional Eleitoral. fora dos casos previstos em lei. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada. tais como justificativa.encaminhar para a Corregedoria. X . XXXV . c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. VII .guardar sigilo sobre assunto da repartição. exceto quando manifestamente ilegais. XXXVI . 1 Art. VI .zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. Ao servidor é proibido: I . interditos e conscritos). multas pagas. filiações partidárias. em documento próprio. ou exercer o comércio. VII . nos termos da legislação em vigor. III .desempenhar outras atribuições pertinentes ao cargo.

e c) rubrica do servidor. em razão de suas atribuições.exercer outras atribuições pertinentes ao cargo. Capítulo III DA ORDEM GERAL DOS SERVIÇOS Seção I PROTOCOLO 1. como procurador ou intermediário.aceitar comissão.executar os serviços cartorários segundo as orientações dos superiores hierárquicos e em conformidade com estas normas de serviços. 2. equipamentos e documentos existentes. A critério do juiz eleitoral e do chefe de cartório as competências relacionadas neste capítulo poderão ser delegadas. XIII . 10 . emprego ou pensão de estado estrangeiro. XVIII . e de cônjuge ou companheiro. o delegado e a competência objeto da delegação. V . XI .Manual de Procedimentos Cartorários II .cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. junto a repartições públicas. situando-as na proximidade dos fatos. O protocolo dos expedientes e processos é obrigatório mediante carimbo. XVI . relativamente aos móveis. XV . XVII . com a finalidade de assegurar maior rapidez e objetividade às decisões. XIV . as petições deverão ser protocolizadas diretamente no Juízo a que se destinam. IV .utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. o delegante. constando do documento original (1. protocolo mecânico ou outros.conservar todo o acervo do cartório eleitoral. comissão. zelando pelo bom nome da Justiça Eleitoral. 4.proceder de forma desidiosa. exceto em situações de emergência e transitórias.receber propina. III . Não havendo protocolo integrado na circunscrição eleitoral do Estado.atender ao público com presteza e cortesia.atuar. Pág.1 A delegação de competência será utilizada como instrumento de descentralização administrativa.praticar usura sob qualquer de suas formas. presente. 4. pessoas ou questões a atender. b) data e hora do protocolo. XII .2 O ato de delegação deverá indicar. 4. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. com precisão. nos termos da legislação em vigor. que tenham sido determinadas pela autoridade superior. ou vantagem de qualquer espécie.ª via) e da cópia dos interessados os seguintes dados: a) identificação da Zona Eleitoral – nome e número da zona.exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.

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2.1 Nos municípios onde houver mais de uma zona eleitoral, caberá a cada uma receber os expedientes que lhes são dirigidos, salvo quando houver Central de Atendimento. 2.2 Apresentados para protocolo petições ou autos, inclusive cartas precatórias, sobre os quais haja dúvida se pertencem à zona eleitoral, esta prestará os devidos esclarecimentos ao interessado e, se insistir no protocolo, os protocolizará, cientificandoo, no entanto, por escrito, de que, se o expediente não pertencer àquela zona, será encaminhado à zona competente, após as diligências necessárias para sua identificação, correndo eventual prazo a partir do protocolo na zona correta. 2.3 Recebidos pelos Correios ou malote, petições, autos ou cartas precatórias não pertencentes à zona eleitoral, esta deverá protocolizá-los e, após identificada a zona competente, os expedientes deverão ser a ela encaminhados, correndo eventual prazo a partir do protocolo na zona correta. 3. O recebimento de expediente ou de autos será, de imediato, consignado no Livro de Protocolo de Autos e Documentos Recebidos. 4. Expedientes e documentos estranhos à rotina cartorária, recebidos por via postal, deverão conservar, anexo, o respectivo envelope. 5. Os recibos de correspondência deverão ser anexados à cópia do expediente arquivado em cartório, após os devidos lançamentos.

Seção II
REMESSA DE DOCUMENTOS E FEITOS
6. O expediente protocolizado que não pertencer à jurisdição da zona eleitoral será remetido à autoridade judiciária competente, mediante escrituração no Livro de Registro de Saída de Expediente. 7. O encaminhamento dos autos e documentos deverá ser feito mediante recibo.

8. Todos os expedientes e processos destinados a Zona Eleitoral pertencente a outro Estado da Federação ou à Corregedoria Geral Eleitoral serão encaminhados por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral; 9. As justificativas de ausências aos pleitos, as comunicações de óbitos, de suspensão e restabelecimento dos direitos políticos, petições e demais feitos recebidos no Cartório e destinadas a outra Zona Eleitoral do mesmo Estado serão remetidas diretamente ao cartório eleitoral da zona competente; se pertencente a outra Unidade da Federação o encaminhamento será via Corregedoria.

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Seção III
REMESSA DE FEITOS CRIMINAIS
10. A remessa será feita ao juízo eleitoral competente, observada as regras do Código de Processo Penal. 10.1. O remetente certificará nos autos se o material e o laudo pericial, se houver, foram enviados ou não pela autoridade policial juntamente com os autos. 11. Ao remeter comunicações sobre arquivamento de inquéritos policiais, absolvição, extinção da punibilidade e condenação, o remetente deverá fazer as anotações no Livro de Registro de Saída de Expediente. 12. Ao receber comunicações sobre inclusão nas denúncias, de pessoas não indiciadas nos inquéritos policiais e nos autos de prisão em flagrante delito, o remetente deverá proceder às anotações nos livros próprios. 13. Ao receber aditamento em denúncia de pessoas não indiciadas, proceder-se-ão às anotações nos livros próprios.

Seção IV
REMESSA DE CARTAS PRECATÓRIAS
14. As cartas precatórias serão encaminhadas diretamente ao juízo eleitoral deprecado. 14.1. No município onde houver mais de uma zona eleitoral, caberá ao Juízo que recebeu a carta precatória protocolizá-la e remetê-la à zona competente, sempre a do local dos fatos ou a do cumprimento do ato. 14.2. Cumprida a diligência, ou não sendo possível o seu cumprimento por motivo devidamente certificado nos autos, o Juízo Eleitoral deprecado procederá à devolução da carta precatória diretamente ao Juízo deprecante.

Seção V
DISPOSIÇÕES GERAIS Subseção I LEIAUTE DOS DOCUMENTOS
15. Os expedientes exarados no exercício da jurisdição eleitoral devem ser lavrados em papel com o timbre da Justiça Eleitoral, constando o número e o nome da respectiva zona, conforme modelo (leiaute) abaixo, devendo o juiz subscrevê-los como Juiz Eleitoral, a fim de que sejam pronta e corretamente identificados, distinguindo-se as funções de juiz eleitoral das de juiz estadual.

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Manual de Procedimentos Cartorários

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS (Fonte: Arial 12) JUÍZO DA __ª ZONA ELEITORAL – (Município)

R. ________, nº_____ - Centro - _______/___ CEP:_______-____ Fones: _________e_________(Fonte: Arial 8)

16. da folha.

Deverá constar também o endereço e o telefone da zona eleitoral, no rodapé

Subseção II CÓPIAS REPROGRÁFICAS E AUTENTICAÇÕES
17. Os interessados na obtenção de cópias reprográficas de peças de autos, livros, papéis e outros documentos, poderão retirá-los do cartório, previamente autorizadas pelo juiz eleitoral, devendo providenciar as cópias e arcar com os custos da operação. 17.1. O Juiz poderá determinar que os documentos a serem reproduzidos somente saiam do cartório quando acompanhados por servidor, visando garantir a sua integridade. 18. O chefe de cartório eleitoral poderá requerer a extração gratuita de cópias, na sede do Tribunal, mediante requisição, para atender a: a) requisições da Presidência, Corregedoria, Juízes, Secretários do Tribunal Regional e dos Juízes Eleitorais; b) serviços judiciários e de organização interna dos cartórios eleitorais; c) fins criminais. 19. As cópias de documentos de processos em andamento ou arquivados na respectiva zona eleitoral, judiciais ou administrativos, poderão ter o “ CONFERE COM O ORIGINAL” atestado por qualquer dos servidores do cartório. 19.1. Essas cópias ou reproduções autenticadas terão validade perante todas as repartições públicas. 20. Na impossibilidade momentânea de reprodução de cópias dos originais, poderá o cartório eleitoral fornecer cópia impressa pelo sistema informatizado; no entanto, referida cópia deverá conter o carimbo “CÓPIA”.

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1. 1.. (. e por mim rubricadas. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Termo de Encerramento Nesta data. 1.. Os livros obrigatórios. devidamente numeradas de um (01) a .. procedo ao encerramento deste livro.............)......... Os livros devem conter os campos obrigatórios e serão vistos em correição e inspeção......2....... folhas... devem possuir termos de abertura e encerramento lavrados pelo chefe de cartório eleitoral e folhas devidamente numeradas e por ele chanceladas ou rubricadas......... inclusive os de folhas soltas.... sendo que as folhas dos livros de folhas soltas poderão ser numeradas e chanceladas ou rubricadas na medida em que forem sendo inseridas no respectivo livro......... (.. que contém .. por mim rubricadas e se destina ao registro de .... Os termos de abertura e encerramento devem ser lavrados...Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo IV LIVROS OBRIGATÓRIOS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1... procedo à abertura deste Livro .. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Pág...... folhas..)... de acordo com os seguintes modelos: Livros encadernados Termo de Abertura Nesta data............ devidamente numeradas de um (01) a ... que contém .. 14 .....

Na coluna “observações” dos livros obrigatórios deverão ser anotados o número da caixa de arquivamento dos respectivos processos..... devem ser bem conservados e.. numeradas e rubricadas... 5.... que se destina ao registro/lançamento de... que se destinou ao registro/lançamento de . bem como as circunstâncias de devolução de precatórias ou de entrega ou remessa de autos que não importem em devolução.... sendo o caso............ Na escrituração dos livros e autos devem ser evitados erros... de forma legível e autenticada.. as devidas ressalvas antes da subscrição do ato... As anotações de “sem efeito” devem estar acompanhadas da assinatura de quem as fez.. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Termo de Encerramento Nesta data.. borrões ou entrelinhas. Devem ser evitados e inutilizados os espaços em branco..1............. rasuras......2. emendas. 4.. encadernados e classificados. 3.. omissões.... Os livros e papéis... A escrituração dos livros e papéis deve ser feita em vernáculo..... por qualquer meio mecânico ou químico.. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF 2...... 3............ 15 . 3. procedo à abertura deste Livro de folhas soltas. Pág.. quando necessário........ procedo ao encerramento deste livro de folhas soltas..... É vedado o uso de borracha.Manual de Procedimentos Cartorários Livros de Folhas Soltas Termo de Abertura Nesta data. efetuando-se...... detergente ou raspagem...(por extenso) folhas....... utilizando-se tinta azul ou preta...... em andamento ou findos.... com .

). g) data da devolução e assinatura do servidor. O Livro de Carga de Autos será utilizado para anotar a retirada de quaisquer autos do cartório pelo Juiz. Registro de Sentenças. 7. endereço. Os registros efetuados em todos os livros devem conter numeração seqüencial. advogado ou autoridade policial e conterá: a) data da carga. Suspensão Condicional do Processo. 9. Inspeções e Correições. Pág. f) assinatura de quem recebeu os autos. c) natureza do feito. Registro Geral dos Feitos. b) número e ano do processo. 8. não renovável anualmente. no mínimo. O Livro de Atas conterá cópias das atas de todas as reuniões. livro aberto. visitas e solenidades realizadas (instalação do cartório. diplomação dos eleitos etc. sorteio da ordem dos números dos candidatos na cédula. Registro de Cartas Precatórias. e h) observações (será anotado o prazo para devolução e o ato a ser praticado) i) Data Nº/Ano/Processo Natureza Feito Nome das partes Página da esquerda. de Ordem e Rogatórias. d) partes. Protocolo de Recebimento de Autos e Documentos. mencionar OAB. Inscrição de Multas Eleitorais. telefone e e-mail). os seguintes livros: Atas. representante do Ministério Público. e) retirado por (se advogado. Carga de Autos.Manual de Procedimentos Cartorários Seção II NOMENCLATURA DOS LIVROS 6. em Nº fls. e Registro de Feitos Criminais. seguida do ano do registro. 16 . Os cartórios eleitorais devem manter devidamente escriturados. Rol de Culpados.

i) j) termo final do prazo para recolhimento da multa.975 Pág. 17 .Manual de Procedimentos Cartorários Nome Juiz/Promotor/ Of.2. vedado o arredondamento de valores. Justiça/ Advogado Assinatura Data devolução Recibo servidor Página da Observações direita 9. 9. k) data da comunicação da liquidação da dívida e respectivo expediente. em algarismos e por extenso. até ulterior deliberação do Colendo Tribunal Superior Eleitoral. com a menção da data de recebimento. expressos em reais (R$).1. 367. Os autos retirados devem ser restituídos no prazo legal ou naquele fixado pelo Juiz Eleitoral. em procedimento próprio e não pagas no prazo de 30 (trinta dias). O termo de inscrição de multa eleitoral conterá as seguintes informações: a) número de registro da multa. data da remessa da Certidão de Dívida Ativa ao Tribunal Regional. 9.00 (um mil reais) a este Tribunal. g) data da publicação ou notificação da decisão. das multas fixadas por decisão judicial transitada em julgado. f) número e natureza do processo que deu origem à multa. caberá ao cartório providenciar sua cobrança. h) data do trânsito em julgado da decisão. o número da inscrição eleitoral. Todas as cargas devem receber as correspondentes baixas. devendo o cartório proceder à verificação semanal do Livro de Carga de Autos. para efeito de cobrança mediante execução fiscal. sempre que possível ou por este exigido. 9. 10. Fontes: Art. l) assinatura do Juiz Eleitoral ou seu preposto (chefe de cartório). III. b) data da inscrição da dívida. A restituição deverá ser certificada nos autos. Expirado o prazo sem a restituição dos autos. item 7). incluídos o CPF ou CNPJ. 10. na presença do interessado.000. visando identificar se há cargas com prazos de devolução vencidos.4. se houver.E. Portaria nº 288 TSE e Res.1. O Livro de Inscrição de Multas Eleitorais destina-se à inscrição. Observação: Está suspenso o envio de Certidões de Débito de Multas Eleitorais com valores iguais ou inferiores a R$ 1. do C. qualificação. em ordem seqüencial (v. e) valor da dívida. m) observações. c) nome. e o endereço do devedor. d) dispositivo legal infringido.3. TSE nº 21. inclusive dos solidários. assim que restituídos os autos.

termos circunstanciados e ações penais. d) origem. i) observações (trânsito em julgado. b) data do registro. com sentença transitada em julgado . estado civil. f) pena a ser cumprida. profissão. d) tipificação legal da condenação. 18 . b) data. RG. incluindo-se o hábeas corpus. etc. data do arquivamento. processo.. h) data do recebimento da denúncia. f) indiciado ou réu. Pág. 13. e conterá os seguintes dados: a) número de ordem e ano. d) número do inquérito ou do termo departamento de polícia. f) observações. O Livro de Registro de Feitos Criminais destina-se à escrituração de todos os inquéritos policiais. O Livro de Protocolo de Recebimento de Autos e Documentos será utilizado para o registro de toda a documentação que der entrada no cartório e conterá os seguintes dados: a) número do protocolo. pelo cumprimento da penal ou outra causa legal. naturalidade. 12.Manual de Procedimentos Cartorários 11. etc. e) data da condenação. b) número dos autos de processo criminal. remessa a outro local). se for o caso. Conterá os seguintes dados: a) número de ordem seqüencial e cronológica. circunstanciado registrado no g) artigo da lei violado. e) assunto. g) data da extinção da punibilidade.). c) natureza do feito. número do título eleitoral. c) nome do réu e sua qualificação da forma mais completa possível. data de nascimento. O Livro de Rol de Culpados destina-se ao registro dos condenados por crime eleitoral. indicando a filiação. e) autor. se for o caso. c) número do expediente (ofício.

no corpo do registro. observações.099/95. 17. c) nome do réu. porém.Manual de Procedimentos Cartorários 14. c) Juízo de origem. cópias reprográficas ou reproduzidas por computador. o nome do Livro de Termo de Audiências e o da respectiva folha em que registrado e conterá: a) número e ano do processo. 16. 89 da Lei 9. b) nome do autor. i) j) circunstância da devolução (cumprida ou não cumprida) e motivo. 19 . d) condições da suspensão. g) data do cumprimento. h) data da devolução. O Livro de Registro de Sentenças destina-se a registrar as sentenças prolatadas pelo Juiz Eleitoral. exceto aqueles registrados no Livro de Feitos Criminais e conterá os seguintes dados: Pág. ou à sua margem. Livro para Registro de Suspensão Condicional do Processo será utilizado sempre que o Juiz homologar a suspensão nos moldes do art. desde que assinadas pelo Juiz. d) número e ano do processo. g) observações. art. f) data do término. c) nome do réu. bastará que contenha síntese da parte dispositiva (decisão). exceto as decisões relativas à suspensão ou restabelecimento de direitos políticos. e poderá ser formado mediante traslados. de Ordem e Rogatórias será utilizado para registrar as cartas precatórias ou de ordem recebidas para cumprimento nos limites da competência do Juízo e conterá os seguintes dados: a) número de ordem. e) data da concessão. 366 do Código de Processo Penal e conterá: a) número e ano do processo. b) nome do autor. quando a sentença for proferida em audiência e o seu registro se fizer mediante traslado. b) data de recebimento. anotando-se. f) finalidade. e) nome das partes. 15. O Livro para Registro de Cartas Precatórias. No Livro para Registro Geral dos Feitos serão registrados todos os feitos judiciais e administrativos.

VII . d) assunto (Ex.arquivados em ordem cronológica. bem como das certidões e respectivos requerimentos.: Propaganda Irregular. 18.arquivados em ordem numérica. e) nome das partes ou interessado. 20. as seguintes Pág. Investigação Judicial. g) observações. Mesários Faltosos.Editais . serão mantidos devidamente ordenados e serão conservador em local adequado e seguro.Ofícios expedidos . 14 e 18 poderá ser utilizado o modelo de folhas soltas.Prontuário dos servidores (dossiês). Captação de Sufrágio. pastas/classificadores destinadas a arquivo de: I .Manual de Procedimentos Cartorários a) número e ano do processo. b) data do registro. etc). Correção de Dados. Cancelamento/Restabelecimento de Inscrição.Relatórios estatísticos de atividades cartorárias (mensal e anual) VIII . Impugnações. Sindicância. IV . quando houver. 13.para arquivamento dos originais e seus anexos. 20 . c) natureza do feito. podendo ser utilizada cópia reprográfica ou reproduzida por computador. Suspensão/Restabelecimento de Direitos Políticos. Seção III PASTAS OBRIGATÓRIAS 21. f) data do arquivamento. V .arquivamento de cópias das declarações expedidas pelo Cartório. II . O Livro para Registro das Inspeções e Correições será utilizado para a transcrição dos relatórios de inspeções e termos de correições realizadas pelo Juiz Eleitoral ou pela Corregedoria Regional. Os livros.Documentos recebidos .Certidões e declarações expedidas . Duplicidade e Pluralidade. Representação.Partido Político – todo expediente relativo a cada partido político. separadamente. no mínimo. VI . 19. contendo certidão quanto à data de sua publicação/afixação. III . em andamento ou findos. Nos livros constantes dos itens 8.Portarias e atos normativos do Juiz Eleitoral. Os cartórios eleitorais possuirão.

torna público que. serão arquivados documentos da vida funcional de cada um dos servidores do cartório (Ex. local e forma de concretização da medida. férias concedidas.2 Os documentos serão arquivados na pasta correspondente em ordem cronológica decrescente.1 Para a realização de descarte de materiais deverá ser instruído expediente próprio. devendo ser mantidas em bom estado e à disposição dos servidores do Cartório. expede o presente edital na forma da lei. 1. Juiz (a) da ____ ª Zona Eleitoral . 21 . na presença deste Juiz Eleitoral ou de servidor do Cartório Eleitoral por ele autorizado.Manual de Procedimentos Cartorários IX . TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . Capítulo V DESCARTE DE MATERIAIS E DOCUMENTOS 1. em ______________(endereço onde será efetuada). Seção I INCINERAÇÃO OU FRAGMENTAÇÃO 2. requerimentos de dispensa de ponto etc. Eu. dos documentos a seguir relacionados: (deve-se mencionar também o período a que se referem). dando vista ao Ministério Público. Deverá ser expedido edital de incineração ou fragmentação. E. licenças. MM.________ EDITAL DE INCINERAÇÃO/FRAGMENTAÇÃO DE DOCUMENTOS O doutor ______________. consoante decisão de fls. Estado do _______. será realizada a incineração/fragmentação e posterior descarte. doação ou incineração.) 21. O descarte será efetivado mediante fragmentação.1. contendo relação dos documentos e indicação do período a que se referem. 21. no dia ___/___/_____. indicando o dia. penalidades disciplinares aplicadas. Pág. requerimentos de abono de faltas. freqüência.Suspensão de Direitos Políticos – arquivamento de todos os expedientes relativos ao assunto. ____ do processo nº ___/____. para conhecimento de todos. No Prontuário dos Servidores._______________.

servidor da ___ª Zona Eleitoral . 22 .Manual de Procedimentos Cartorários _______________. Chefe de Cartório Eleitoral. Deverá ser expedido edital de doação. conferi. ______________________ Juiz (a) Eleitoral Seção II DOAÇÃO 8. conferi. _____________. 3. Pág. para constar. servidor da ___ª Zona Eleitoral ______________. 5. quando destinados a esse fim.______________UF. E. convocando os interessados (entidades filantrópicas). eu. 4.UF. indicando o dia. (Local). pelo prazo de 15 (quinze) Juntada. ____ do processo nº ___/___. (cidade)/TO consoante decisão de fls. Efetivação das medidas para incineração ou fragmentação na presença de servidor do cartório eleitoral. preparei o presente termo e eu. Lavratura da Ata de incineração ou fragmentação e respectiva juntada aos autos. Chefe de Cartório Eleitoral. certificando sua afixação. contendo relação dos documentos e indicação do período a que se referem. preparei o presente edital e eu. ___de_________de_____.________ ATA DE INCINERAÇÃO / FRAGMENTAÇÃO Aos __________dias do mês de ________de ______. dias. de cópia do edital. Afixação do original no local de costume (mural). ____________________________ Juiz(a) Eleitoral. foi procedida à incineração/fragmentação e posterior descarte dos documentos relacionados no edital. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . 6. _______________. local e forma de concretização da medida. nos autos do procedimento. _____________.

os seguintes materiais: (relacionar os materiais mencionando data de recebimento e respectiva baixa ou fragmentação). E. _____. Juiz (a) Eleitoral. A retirada do material supramencionado. Pág. de cópia do edital. certificando sua 11. que se encontra no Cartório da ___ª Zona Eleitoral . situado na _________________(endereço). Remessa de cópia do edital a determinadas entidades filantrópicas que possam se interessar em receber a doação em tela. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . consoante a decisão de fls._______________. Estado do __________ torna público que. aos autos do procedimento. preparei o presente edital e eu. servidor da ___ª Zona Eleitoral . para constar expede o presente edital na forma da lei. representado pelo MM.(a) ____________________________________. _____________. doravante denominado DOADOR. Dr. Juiz (a) da ___ª Zona Eleitoral ______________. 12.Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . correndo as despesas por conta exclusiva do DONATÁRIO. 23 . afixação. Chefe de Cartório Eleitoral. pelo prazo de 15 (quinze) dias.______________UF. Lavratura do termo/ata de Doação e respectiva juntada aos autos. Eu. doravante denominado DONATÁRIO. far-se-á até ___/___/_____. ___ do processo nº ___/____. ___de_________de_____. e (nome de instituição. encontram-se à disposição de quaisquer entidades interessadas em firmar convênio de doação com este Juízo.____._______ TERMO DE DOAÇÃO O Juízo da ___ª Zona Eleitoral . _______________. MM. 2.________ EDITAL DE DOAÇÃO DE MATERIAIS O Doutor _________________. Juntada. Afixação do edital no local de costume (mural). endereço e qualificação do representante). 10. O DOADOR entregará ao DONATÁRIO os materiais relacionados no edital de fl. (Local). conferi. acordam que: 1._________-UF. _________________________ Juiz(a) Eleitoral 9.

art. art. contados Res. 24 . TSE nº 22. 22. § 2º f) Res. IV período da revisão do Pág. 31. contados Res.154/06.154/06. Destruição do encerramento do art. (Local). b) Proclamação eleitos.538/03. _____ de ___________ de ______.538/03. § 3º 4 a) aguardar processamento no CNE b) lançamento dos dados relativos aos eleitores e mesários c) até o pleito no CNE subsequente. O DONATÁRIO compromete-se a aplicar os recursos provenientes dessa doação à atividade fim de sua instituição. b) de justificativa. assinam o presente com duas testemunhas. art.154/06. TSE nº 22. lacração e conferência da UE e seu comprovante de carga Atas: a) Mesa Receptora de Justificativas. 26. c) Diplomação d) Geração de mídia e) Alteração de calendário/relógio da UE f) Carga. DOADOR:__________________________ DONATÁRIO:_______________________ Testemunhas: 1)_________________________________ 2)_________________________________ TABELA DE DESCARTE DE MATERIAIS Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório BASE (LEGAL) FORMA 1 Ata de Votação Permanecer na ZE em definitivo Não descartar Não há 2 3 Ata Final de Eleição Atas: a) Geral de Eleição. Assim acertado.Manual de Procedimentos Cartorários 3. TSE nº 22. 55. b) De eleição (Seção) c) De sorteio (cédula) Permanecer na ZE Não descartar em definitivo Não há Não descartar d) Res. relativo ao mesmo cargo A qualquer tempo Não há Incineração ou doação 5 Base do Edital de Convocação Mesários (Edital Interno) Destruição 6 7 Boletins de Urna: a) emitido pela UE. V Após 4 anos. TSE nº 21. 55. TSE nº 21. Destruição da do pleito art. c) Zerésimas Cadernos de Revisão Após 4 anos. § 3º e) Res.

I FAEs ou RAEs dos eleitores envolvidos em coincidência.538/03. par. ligados aos canhotos não descartar (aguardar autorização do TRE) não descartar enquanto houver recursos pendentes de julgamento PRAZO de conservação obrigatório eleitorado a) após 5 anos b) até o subsequente após 5 anos BASE (LEGAL) FORMA 9 Canhotos de títulos retirados (PETEs) Cédulas apuradas A0 Res.Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS 8 a) b) Canhotos de títulos .538. art. I doação Incineração ou doação 10 11 Cédulas não utilizadas no processo de votação e impressos em desuso 60 dias após o trânsito art. a critério de cada Zona após concluídos os não há Eventual necessidade para processos de mesários instruir processo de faltosos mesário faltoso Eventuais anotações quando do descarte não há das cédulas Descartar a mais após 8 anos antiga somente após retornar das seções eleitorais a mais recente Incineração 15 Disquetes com dados de eleições Incineração 16 FAE´s ou RAE´s Incineração ou doação 17 FASE´s Destruição ou doação Destruição Destruição ou doação Destruição ou doação 18 19 Fichas de isenções Fichas de mesários 20 21 Folha de presença e atualização de endereços de mesários. III ou doação magnético 14 Utilizar para instruir Com relação às Não há processos de contrafés de mesários mesários faltosos faltosos. em julgado da diplomação de todos os candidatos eleitos após o pleito Não há Incineração ou doação 12 Circulares. 55.PETEs e títulos não entregues ao eleitor. art. TSE nº 21. brasões e dados pessoais Destruição ou doação não há 13 Após processados e Res. 55. TSE nº 21. TSE nº 21. 55.538/03. 25 . armazenados em meio art. após concluídos todos os processos Descartar apenas os Res. II Pág. 55. VII e 84 Res. TSE nº 21. TSE nº Incineração 21. de votação Contrafés (cópias das intimações de mesários) Recomenda-se o armazenamento por 5 anos. pleito Único b) Res.E. 51. III magnético não há não há à vista do Sistema de não há Mesários. TSE nº 21. 1998 e 2000 não descartar os após 5 anos Res.538/03. Incineração armazenados em meio art. Destruição art.538/03. TSE nº 21. Destruição ou art. Portarias e demais documentos administrativos (certidões avulsas. quando não utilizado sistema próprio Folhas de Observações Destruição ou doação 22 Folhas de Votação Res.538/03.538/03. art. Inutilizar assinaturas. 185 C. 55. com inquérito ou processos-crime após processados e Res. etc) Comprovantes de votação de eleitores que não votaram. editais em geral. que permanecem anexados às fls. 55. TSE nº 21.700/04 disquetes com dados de eleições de 1996.

de arroladas no art. etc não há não há Incineração 31 Pastas . VII 27 28 29 Livros Obrigatórios Mapas de apuração Microfichas a) parcial b) final Contém dados históricos que podem não mais existir no cadastro Recomenda-se o armazenamento por 5 anos. com Pág. sem Res. art. Destruição art. memorandos. TSE nº 21. 55. necessidade das 3º. de Mandato Eletivo e 22. Não descartar os Incineração regularização de dados e/ou processos dos inscrição. Impugnação da Res.538/03. Não descartar Res. em ordem alfabética. de acordo com a quantidade de não há formulários enviados à zona. brasões e dados pessoais Manter algumas de valor histórico não descartar a) após 12 anos b) não descartar a critério de cada Zona não há Eleitoral a)Incineração ou doação Destruição 30 Ofícios recebidos e expedidos. eleitores envolvidos A critério da CRE não há em coincidência. Votação e apuração.Plebiscito/93 não há Incineração ou doação 32 Pedidos de dispensa de mesários 33 34 35 36 37 após concluídos todos os processos de mesários faltosos ou não há Incineração após o pleito subseqüente àquele que motivou o requerimento Processos administrativos Manter documentos A critério da CRE Incineração de valor histórico ou doação Processos criminais e Inquéritos Devem permanecer Incineração Policiais nas ZEs em definitivo ou até futura autorização de descarte Processos de Prestação de Arquivar peças Contas dos Partidos Políticos. 27.160/06 Investigação Judicial Processos de Registros de Manter documentos A critério da CRE Incineração Candidatos de valor histórico ou doação Processos de transferência. TSE nº 21. etc. 26 .Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório BASE (LEGAL) FORMA 23 Formulários para impressão de títulos. Inutilizar assinaturas. XXIII formalidades atinentes ao descarte de materiais Incineração não há ou doação após o subseqüente pleito não há Incineração ou doação após o subseqüente pleito Res.160/06. TSE nº 22. impressos com incorreções ou inutilizados devido a falhas técnicas ou operacionais Adotar controle diário. TSE nº art. os utilizados e os inutilizados 24 Guias de multas 25 Justificação de mesários 26 Justificativas eleitorais (requerimentos e provas para justificação Deferidas De urna Conservar anexadas aos RAEs ou. por 5 anos Eventual necessidade para instruir processo de mesário faltoso Após o processamento serão arquivadas no cartório da zona responsável pela recepção das justificativas não há fragmentação . se avulsa.372. 27.

os encaminhadas pelos Partidos disquetes deverão Após 2 anos Políticos e respectivos disquetes ser formatados Relações de transferências. TSE nº 22.538/03. relações de FASEs processados e eleitores transferidos Relações de Eleitores Agrupados Res. Destruição art. 55.538/03. brasões e dados pessoais Verificar existência após o encerramento Res. 55. art. 27 . Recomenda-se Incineração o armazenamento por 5 ou doação anos.Manual de Procedimentos Cartorários Nº DOCUMENTO CUIDADOS PRAZO de conservação obrigatório ou após as eleições BASE (LEGAL) FORMA inquéritos processos-crime 38 Protocolo de emissão das Pastas de Folhas de Votação Recibo de urna não há Destruição 39 quando do das cédulas descarte não há Destruição Ou doação 40 Relações de filiados Não descartar. VIII 41 42 Não há. VI ou processo não atualização das julgado decisões nas duplicidades e pluralidades Não descartar Res.154/06. Inutilizar Não há assinaturas. 21 43 Relatório Geral de apuração (de urna) e respectivo Relatório ambiente de Totalização Pág. TSE nº 21. inscrição. Incineração ou doação de Inquérito Policial do prazo para art. revisão. TSE nº 21.

autorizadas pela Presidência do TRE.2 O Cartório eleitoral funcionará em regime de plantão sempre que determinado por lei ou pelo Tribunal Superior Eleitoral ou Tribunal Regional Eleitoral. O cartório eleitoral deverá manter rigoroso controle relativo às vagas de cada seção e local de votação. 1. 5. na presença do requerente. ainda. O atendimento ao público não será paralisado em nenhuma hipótese. O atendimento ao público deve ser feito no cartório eleitoral ou em postos de atendimento. Seção II POSTOS DE ATENDIMENTO 6. É vedado o atendimento ao público em local diverso do cartório eleitoral. a partir da utilização dos relatórios de eleitores aptos por seção. obedecendo-se preferencialmente à ordem de chegada. a não ser em situações excepcionais. da atenção e cuidados tomados pelo servidor quando do atendimento ao eleitor. do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral. deficientes físicos e portadores de necessidades especiais. ou do Tribunal Superior Eleitoral. Em casos excepcionais em que o atendimento do eleitor não puder ser feito simultaneamente à digitação do RAE no sistema. A veracidade dos dados constantes do cadastro depende. com cortesia. com o atendimento simultâneo do eleitor.1. 28 . com ampla e previa divulgação no município pelo juízo eleitoral. desde que atendidos os critérios de necessidade. conveniência e viabilidade. o servidor do cartório poderá preencher manualmente o RAE. 3. 1.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO II ATENDIMENTO AO PÚBLICO INTRODUÇÃO Seção I CARTÓRIO ELEITORAL 1.1 O atendimento deverá observar. salvo por motivo de força maior ou mediante prévia autorização do Corregedor Regional Eleitoral. em grande parte. 2. 3. 4. Pág. a preferência conferida a idosos (a partir de 60 anos). A zona eleitoral deverá proceder à digitação direta dos RAEs no sistema ELO. mulheres gestantes e com bebês de colo.

3. o formulário RAE deverá. 2. ser feita consulta apenas com o nome da mãe ou com o número do título. com a pronta entrega de título e de certidão ao eleitor. em formulário pré-impresso ou gráfico. 8. Pág.1. sempre que possível. transferência. 2. divulgando-se com a maior abrangência possível. “Nome da mãe” e “Data de nascimento”. complementando-se e/ou alterando-se aqueles dados com os dados constantes do documento apresentado pelo eleitor e com as informações pessoais por ele prestadas. transferência. O formulário RAE servirá como documento de entrada de dados e será processado eletronicamente no sistema ELO. serão apresentados os dados do eleitor constantes do cadastro. através dos menus Eleitor/Atendimento/Consulta Eleitor e Eleitor/Perda-suspensão/Consulta. para atendimento ao público. ainda. 7. Nas operações de alistamento.4. separadamente. A instalação de um Posto de Atendimento será feita. será preenchido RAE de alistamento. especialmente nas zonas eleitorais do interior. ser promovido deslocamento periódico de servidores do cartório a localidades previamente definidas. desde que autorizado pelo TRE. Poderá. se houver. será utilizado o RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral. obrigatória e preliminarmente. Não existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado. 2ª via e. O servidor responsável pelo funcionamento do posto ficará hierarquicamente subordinado ao chefe do cartório eleitoral. ainda. revisão e segunda via. As consultas referidas neste item poderão ser feitas simultaneamente. 7.Manual de Procedimentos Cartorários 6. Capítulo I OPERAÇÕES NO CADASTRO Seção I REQUERIMENTO DE ALISTAMENTO ELEITORAL .1. A consulta deverá ser feita preenchendo-se simultaneamente os campos “Nome do eleitor”.RAE 1. nas hipóteses de regularização de situação do eleitor deverá. deverá. 2. então.1. também. 1. 2. Para o alistamento eleitoral. bem como a expedição de certidão de quitação eleitoral.2. O atendimento fora da sede abrangerá a realização de operações de alistamento. ser preenchido. revisão. mediante portaria do juiz eleitoral. 2. não sendo encontrada a inscrição eleitoral. utilizando-se o menu Eleitor/Atendimento/RAE ou. ser efetuada a consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores e à Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. revisão ou 2ª via. Existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado e tratando-se de operações de transferência ou revisão. transferência. com o apoio da prefeitura municipal ou de outro órgão público local. 29 .1.

no caso de alistamento. 4. A assinatura ou a aposição de impressão digital do polegar. 3. no caso de transferência. 7. 7. que deverá atestar. Não é permitido que o RAE seja assinado por procurador. no formulário RAE. Se o eleitor optar por seção especial para deficientes físicos. O cartório deverá tornar público o deferimento ou indeferimento dos pedidos de alistamento. será feita na presença do servidor da Justiça Eleitoral.6. Para os fins previstos nestes itens será utilizado o “relatório de afixação” disponibilizado no sistema ELO.4.Manual de Procedimentos Cartorários 2. o servidor destacará o Protocolo de Solicitação. ou identificado o RAE com o número de inscrição originário. transferência. Com essa finalidade. sempre que possível. devendo o servidor consignar o código correspondente. diariamente. e o entregará ao requerente. revisão e 2ª via. no RAE. a satisfação dessa exigência. O espaço reservado para a data do requerimento deverá ser preenchido com a data do preenchimento do formulário RAE. Caso o movimento não justifique o fechamento diário. Pág. 30 . 5. colocando à disposição dos partidos e demais interessados as respectivas relações. 6.2. no espaço reservado. As operações de alistamento.1. 6. salvo recomendação em sentido diverso da Corregedoria Regional Eleitoral. o código do local de votação especial. 3. o servidor deverá consignar.3. revisão ou 2ª via. sempre nos dias 1º e 15 de cada mês ou no primeiro dia útil seguinte. também numerado de idêntica forma. serão apresentados os dados do eleitor constantes do cadastro. o eleitor manifestará sua preferência sobre o local de votação. Preenchido e impresso o formulário RAE. transferência. Os lotes de RAE deverão ser fechados. Existindo inscrição eleitoral para o eleitor consultado e tratando-se de operação de 2ª via. 3. 2. assinando o documento após indicar o número de sua inscrição eleitoral. este deverá ser submetido à apreciação do Juiz Eleitoral.1. dentre os disponíveis na zona eleitoral. este poderá ocorrer em prazo não superior a uma semana. se o eleitor não souber assinar. 3. deverá ser colhida a assinatura ou impressão digital do eleitor. Após o correto preenchimento do RAE. revisão e 2ª via poderão ser lançadas no mesmo lote. caso a emissão do título não seja imediata.1.5. 3.5. 4. deverá ser afixada no cartório ou posto de alistamento relação de todos os locais de votação da zona e respectivos endereços. No momento do preenchimento do formulário RAE. É vedada a utilização de chancela do juiz em substituição à sua assinatura. 3.1. Preenchido o RAE com o número de inscrição. com o respectivo envio para processamento. de imediato. que não poderão ser alterados.

Zona Eleitoral 8 – Código do local de votação 10 – Nome do Requerente 17 – Data de Nascimento 25 – Nome da Mãe 26 – Nome do Pai 9. os campos: 3 . inclusive o de telefone para contato (campo 24). caberá recurso interposto pelo alistando ou eleitor. a operação a ser utilizada é Revisão (Operação 5).Número de Inscrição 5 . no prazo de 5 dias.2. 11. caso disponível.Localizado junto ao cabeçalho do formulário RAE. a operação será rejeitada e incluída em banco de erros. obrigatoriamente.Possui irmão gêmeo 4 . os campos: 3 . 10. Seção II PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO RAE 8.Data de Nascimento 10.Código do Município 7 . Do despacho que indeferir operações de alistamento ou transferência.Zona Eleitoral 10 .Manual de Procedimentos Cartorários 7. Na operação revisão. Se os dados consignados no formulário RAE não forem absolutamente iguais aos constantes do cadastro. obrigatoriamente. O preenchimento dos campos do formulário RAE deve obedecer às seguintes especificações: Campo 01 .Código do Município 7 .Unidade da Federação 6 . 31 . no prazo de 10 dias. Pág. onde figura(m) o(s) dado(s) a ser(em) retificado(s). por delegado de partido político. todos os campos do formulário RAE.Número de Inscrição 5 . Na operação 2ª via deverão ser preenchidos.1. obrigatoriamente. Deverá ser anexado ao formulário RAE o espelho emitido previamente pelo sistema.Possui irmão gêmeo 4 .1.Nome do Requerente 17 . Havendo necessidade de retificação de qualquer dado. Nas operações alistamento e transferência deverão ser preenchidos. contados da colocação da respectiva listagem à disposição dos interessados. é reservado ao uso do processamento. deverão ser preenchidas as informações que serão alteradas e. 9.Unidade da Federação 6 . e do despacho que as deferir.

Manual de Procedimentos Cartorários PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA ELEITORAL REQUERIMENTO DE ALISTAMENTO ELEITORAL RAE 01 Campo 02 . colada etiqueta com o número da inscrição.Possui irmão gêmeo? – O cartorário deverá perguntar ao requerente sobre a existência de irmão gêmeo e orientá-lo sobre a possibilidade de ser detectada coincidência no momento do batimento. informar. PARA OS DEMAIS CASOS. PREENCHA COM O NÚMERO DE INSCRIÇÃO DO ELEITOR. deverá ser mantido o número de inscrição originário. Nas demais operações. conforme indicado pelo requerente. 03-POSSUI IRMÃO GEMÊO? 1 3 SIM NÃO Campo 04 . 02-OPERAÇÃO 1 3 ALISTAMENTO TRANSFERÊNCIA |__|__| UF ANTERIOR EX-OFFICIO 5 7 REVISÃO 2ª VIA Campo 03 . obrigatoriamente. ou caso o preenchimento seja manual. 04 – NÚMERO DE INSCRIÇÃO COLE AQUI A ETIQUETA SOMENTE QUANDO SE TRATAR DE OPERAÇÃO DE ALISTAMENTO. |___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___| Campo 05-UF – Indicar a Unidade da Federação onde tem sede o cartório eleitoral. 32 . ou de membro de sua família. ainda que seja a mesma. Pág. se o irmão gêmeo tiver nome semelhante ao seu. militar ou autárquico. No caso de transferência.Operação – Selecionar a operação a ser executada. Deve ser marcado o campo ex-officio no caso de remoção ou transferência de servidor público civil. a Unidade da Federação onde o eleitor se inscreveu anteriormente.Número de inscrição – Na operação 1 deverá ser digitado diretamente no sistema o número da inscrição.

Pág. Nomes que possuam mais de 70 (setenta) caracteres deverão ter os três primeiros e o último nome grafados na íntegra. Local de Votação – Informar o código do local de votação. 08-CÓD. Município – Informar o código de identificação do município referente ao domicílio eleitoral do requerente.Manual de Procedimentos Cartorários 05-UF |__|__| Campo 06-Cód. sendo M para Masculino e F para Feminino.Nome do requerente – Informar o nome completo do requerente. 10-NOME DO REQUERENTE |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_ _| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__ Campo 11-Sexo – Marcar a opção correspondente ao sexo do requerente. 09-LOCAL DE VOTAÇÃO Campo 10 . 06-CÓD. 33 . conforme conste do documento de identificação. há necessidade de seu preenchimento com o nome do local de votação. sem abreviaturas. Somente deverão ser utilizadas as letras do alfabeto brasileiro e os sinais hífen e apóstrofo. 11-SEXO 2 4 M. o preenchimento será automático.MUNICÍPIO |__|__|__|__|__| Campo 07-Zona Eleitoral – Informar o número da zona eleitoral correspondente ao domicílio do requerente.LOCAL DE VOTAÇÃO |__|__|__|__| Campo 09-Local de Votação – Se utilizado o sistema informatizado. No caso de preenchimento manual. F. 07-ZONA ELEITORAL |__|__|__|__| Campo 08-Cód.

16-UF |__|__| Campo 17. conforme conste de seu documento de identificação. No caso de incorreção no cadastro e. ou apenas conste mês e ano). INCOM. SEPARADO JUDICIALM Campo 13-Grau de Instrução – Marcar a opção correspondente à escolaridade declarada pelo requerente. 15-MUNICÍPIO DE NASCIMENTO Campo 16-UF – Informar a Unidade da Federação onde nasceu o requerente. 2 LÊ E ESCREVE 4 1º G. 13 – GRAU DE INSTRUÇÃO 1 ANALFABETO 3 1º G. 6 2º G.Data de nascimento – Informar a data de nascimento do requerente. deve ser consignada a opção validação. Caso o requerente apresente documentação em que conste data de nascimento inválida (por exemplo: 30 de fevereiro. há necessidade de seu preenchimento com o nome do local de nascimento. o preenchimento será automático. utiliza-se a marcação alteração. INCOM. conforme conste de seu documento de identificação. 14-CÓD. MUNICÍPIO NASCIMENTO |__|__|__|__|__| Campo15 .Cód. No caso de preenchimento manual. Pág. SUP. 5 2º G. 8 Campo 14 . Isto vale para qualquer operação. COMPL. sendo necessária a correção da data após a comprovação pelo eleitor. 34 . 7 SUP. COMPL.Município de Nascimento – Se utilizado o sistema informatizado.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 12-Estado Civil – Marcar a opção correspondente ao estado civil declarado pelo requerente 12-ESTADO CIVIL 1 3 SOLTEIRO CASADO 5 7 VIÚVO 9 DIVORC. As opções validação e alteração podem ser utilizadas ao mesmo tempo. COMPL. Município Nascimento – Informar o código do município onde nasceu o requerente. conforme conste de seu documento de identificação. INCOM. que só pode ser utilizada na transferência ou revisão.

porém.Tempo de residência – Informar o tempo de residência do requerente no endereço fornecido para preenchimento do campo 20. 19-OCUPAÇÃO PRINCIPAL Campo 20 . conforme as hipóteses seguintes: Alistamento: o tempo de residência é irrelevante.Endereço completo – Informar o endereço completo do requerente. caso em que deverá ser verificado o transcurso de pelo menos 1 (um) ano da data da inscrição anterior (alistamento) ou da última movimentação (transferência). Transferência: o tempo de residência deverá ser de.Cód. que é o tempo mínimo admitido pelo sistema. 18-CÓD.Manual de Procedimentos Cartorários 17 – DATA DE NASCIMENTO 1 |___|___|___|___|___|___|___|___| 3 ALTERAÇÃO VALIDAÇÃO Campo 18 .Município – Informar o nome do município de residência do requerente. 21 – TEMPO DE RESIDÊNCIA |___|___| ANO(S) |___|___| MÊS(ES) Campo 22 . Pág. há necessidade de seu preenchimento com a ocupação principal declarada pelo requerente. se for inferior a 30 (trinta) dias. conforme documento de comprovação de residência. 3 (três) meses. 20-ENDEREÇO COMPLETO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_ _|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|___|__|__| Campo 21 . No caso de preenchimento manual. segundo a tabela de atividades disponibilizada pela Justiça Eleitoral.OCUPAÇÃO |__|__|__| Campo 19 . deverá ser consignado neste campo 1 (um) mês.Ocupação principal – Se utilizado o sistema informatizado. que é automática quando da digitação direta no sistema. no mínimo. 35 . Ocupação – Informar o código referente à ocupação principal do requerente. o preenchimento será automático.

CEP – Informar o Código de Endereçamento Postal relativo ao endereço de residência do requerente. 23-CEP |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 24. Deverá ser anotado no campo 27 o número da inscrição eleitoral do servidor e.Nome da mãe – Informar o nome da mãe do requerente. Não é obrigatório o preenchimento deste campo. 36 . conforme conste do seu documento de identificação. conforme conste do seu documento de identificação.Nome do pai – Informar o nome do pai do requerente. INSCRIÇÃO E ASSINATURA DO SERVIDOR DO CARTÓRIO ELEITORAL ATESTO O CORRETO PREENCHIMENTO DO REQUERIMENTO E QUE O REQUERENTE COMPROVOU SUA IDENTIDADE 27 – INSCRIÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__| 28 – ASSINATURA |____________________________________________________________| Pág. Se o documento não indicar o nome da mãe. deverá ser aposta sua assinatura. 26-NOME DO PAI |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__| Campos 27 e 28 . no campo 28. 25-NOME DA MÃE |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__| |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__|__|__|__|__| Campo 26 .Manual de Procedimentos Cartorários 22-MUNICÍPIO Campo 23 .Inscrição e assinatura do servidor do cartório eleitoral – Esses campos identificam o servidor que preencheu o RAE. deverá ser anotada a expressão “NÃO CONSTA”. Se o documento não indicar o nome do pai.DDD/Telefone para contato – Informar o número de telefone para contato fornecido pelo requerente. deverá ser anotada a expressão “NÃO CONSTA”. 24-DDD/TELEFONE PARA CONTATO |__|__|__|__| |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 25 .

444/85. 34 e 35-Deferimento. Para o alistamento. DECLARO. § 2º): a) carteira de identidade/ passaporte/ certidão de nascimento ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal controladores do exercício profissional (Ex. b) certificado de quitação do serviço militar. assinatura do Juiz Eleitoral e motivos do indeferimento – Estes campos são reservados ao Juiz Eleitoral. 13. e b) quando a única inscrição localizada no cadastro estiver cancelada por determinação de autoridade judiciária (FASE 450). OAB. hipóteses: Deve ser consignada OPERAÇÃO 1 – ALISTAMENTO nas seguintes a) quando o alistando requerer inscrição pela primeira vez. Pág. destas Normas. 5º.Manual de Procedimentos Cartorários Campos 29. data da decisão. CRM. quando a inscrição poderá ser restabelecida nos moldes do Capítulo IV. Título II. etc). Parte II. para requerentes do sexo masculino que a ele estejam obrigados (18 a 45 anos). SOB AS PENAS DA LEI. salvo no caso de comando equivocado do FASE. data do requerimento e assinatura ou impressão digital do requerente – Deverá ser anotado o local. a data de preenchimento do formulário RAE e aposta a assinatura do requerente ou sua impressão digital. SEREM VERDADEIRAS AS INFORMAÇÕES PRESTADAS NESTE REQUERIMENTO. PARA USO DO JUIZ ELEITORAL 32-DEFERIMENTO 33 – DATA DA DECISÃO 3 INDEFIRO 34 – ASSINATURA DO JUIZ ELEITORAL 1 DEFIRO 35 – MOTIVOS DO INDEFERIMENTO Seção III ALISTAMENTO 12. o requerente apresentará um dos seguintes documentos do qual se infira a nacionalidade brasileira (Lei nº 7. 29 – LOCAL 30 – DATA DO REQUERIMENTO |___|___|___|___|___|___|___|___| 31 – ASSINATURA OU IMPRESSÃO DIGITAL DO REQUERENTE POLEGAR DIREITO Campos 32. 37 . CREA. 33. 30 e 31-Local. art.

extraída do Registro Civil.Manual de Procedimentos Cartorários c) certidão de nascimento ou casamento. Certificado de Alistamento Militar – CAM (válido por dois anos). do menor que completar 16 (dezesseis) anos até a data do pleito. Certificado de Dispensa de Prestação do Serviço Alternativo. 14. nos termos do § 2º do art. Se o interessado não possuir quaisquer dos documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa. 38 . b) apenas a partir do dia 1º de julho do ano em que o alistando completar 18 anos. 14. cumulativamente.1. 15. no ano em que se realizarem eleições. deverá ser orientado a procurar a Junta Militar mais próxima de sua residência.3. desde que efetue sua inscrição dentro do prazo estabelecido para o alistamento eleitoral. e a Portaria Ministerial que lhe confere a nacionalidade brasileira). 16. Os documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar ou prestação alternativa deverão ser exigidos observando-se. Não poderão ser aceitos os seguintes documentos: certificado de eximido e certificado de recusa de prestação do serviço alternativo.2. o país onde nasceu. antes de atingida a maioridade.O certificado provisório de naturalização serve para todos os efeitos (inclusive alistamento eleitoral). inclusive. Certificado de Isenção Militar e Certificado de Isenção do Serviço Alternativo. Os documentos comprobatórios de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa são: Certificado de Reservista. 16. os demais elementos necessários à sua qualificação. também. Os cidadãos estrangeiros que comparecerem ao cartório eleitoral manifestando interesse na aquisição da nacionalidade brasileira deverão ser orientados a requerêla perante a Justiça Federal.3. Aos estrangeiros em geral é vedado o alistamento eleitoral. como prova da nacionalidade brasileira por até dois anos após atingida a maioridade (concedido a estrangeiros que venham a residir no Brasil até a idade de cinco anos e. É facultado o alistamento. os seguintes requisitos: a) o alistando ter completado 18 anos por ocasião da formalização do Requerimento de Alistamento Eleitoral. Certificado de Prestação Alternativa ao Serviço Militar Obrigatório. 14. no campo NATURALIDADE. 16. d) instrumento público do qual se infira. por direito.1. Os brasileiros naturalizados poderão alistar-se. 16. ter o requerente a idade mínima de 16 (dezesseis) anos e do qual constem. com a finalidade de se verificar a data de sua expedição. Pág. da Constituição Federal. e c) até 31 de dezembro do ano em que o alistando completar 45 anos. o requeiram ao Ministério da Justiça). a fim de regularizar sua situação.2. 14. Certificado de Dispensa de Incorporação. 14. desde que apresentem cédula de identidade de modelo idêntico à do brasileiro (contendo.

mj. podem requerer a opção. Os brasileiros natos. letra “c”. a requerer a homologação da opção perante a Justiça Federal (art. da Constituição Federal). nos termos do Decreto nº 3. inciso I. de pai brasileiro ou de mãe brasileira a serviço da República Federativa do Brasil. em que conste expressão “pendência de opção”.994 (Emenda Constitucional de Revisão nº 03). para requerer o alistamento eleitoral. sendo deles exigida a apresentação da Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro.gov. Portaria Ministerial. desde que assistidos por seu representante legal. não necessitam fazer a opção de nacionalidade brasileira.1. Não poderá alistar-se quem portar Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. Os portugueses que obtiverem a igualdade de direitos e obrigações civis e o gozo de direitos políticos. anteriormente a 07 de junho de 1. Divisão de Nacionalidade e Naturalização do Ministério da Justiça (veja sítio do Ministério da Justiça na Internet www. sendo que menores de 18 e maiores de 16 anos – relativamente incapazes. de pai brasileiro ou de mãe brasileira. 12. do qual conste a homologação da opção pela nacionalidade brasileira por Juiz Federal. que regulamentou o Estatuto da Igualdade. não necessitam fazer a opção pela nacionalidade brasileira. 20. Os portugueses que não obtiverem a igualdade de direitos e obrigações civis e gozo de direitos políticos. ou da cédula de identidade de modelo idêntico à do brasileiro. 18. Certidão de Registro de Opção de Nacionalidade. ao Departamento de Estrangeiros. devidamente comunicada ao Tribunal Superior Eleitoral. Comparecendo ao cartório cidadão português interessado em adquirir a igualdade de direitos e obrigações civis e gozo de direitos políticos no Brasil. 109. ou Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. 20. previstos no Estatuto da Igualdade. dispensada a apresentação de documento de quitação com o serviço militar obrigatório ou prestação alternativa.964) 18. bastando apresentar. que venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. poderão alistar-se como eleitores. ou expressão semelhante. letra “b” da Constituição Federal). assinada por ele ou por procurador com poderes especiais. inciso X. nesses casos.1.3. da Constituição Federal).Manual de Procedimentos Cartorários 17. deverão apresentar.br/estrangeiros ). 20. ou Cédula de Identidade idêntica à do brasileiro. 12. Pessoas nascidas no estrangeiro. em qualquer tempo. 20. 19. A outorga a brasileiros do gozo dos direitos políticos em Portugal. inciso I. terão o mesmo tratamento que os estrangeiros em geral. ao requerer o alistamento eleitoral.815/80 e 6. certidão de nascimento devidamente transcrita. importará suspensão desses mesmos direitos no Brasil. devendo ser orientado. deverá ser orientado a dirigir petição. se quiser optar pela nacionalidade brasileira.927/2001. que tenham sido registrados em repartição competente (Consulado). o alistamento poderá ser feito com a apresentação da certidão de nascimento devidamente transcrita. Pessoas nascidas no estrangeiro. (Leis 6. pela nacionalidade brasileira (art.2. (art. Pág. 39 . em decorrência do mesmo dispositivo constitucional.

8º do Código Eleitoral c/c art. Também não se aplicará a multa ao alistando portador de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento de suas obrigações eleitorais. 8º do Código Eleitoral ao analfabeto que deixar tal condição. encerrando-se em 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos. estão obrigados ao alistamento eleitoral e ao voto. O eleitor que não possua moradia ou residência fixas. a teor do disposto no artigo 42. Os indígenas. pelo menos.920/2004. mudando de residência.654/66). 21.Manual de Procedimentos Cartorários 21. deverá promover a transferência do domicílio eleitoral. 23. São aplicáveis aos indígenas integrados. desde que observados o transcurso de. desde que comprove. DEVERÃO SOLICITAR.504/97). §1º. 21. do sexo masculino. 91 da Lei nº 9. PERANTE A JUNTA DE SERVIÇO Pág. a qualquer tempo. a deficiência referida. ► os brasileiros naturalizados e os que firmarem termo de opção pela nacionalidade brasileira são obrigados a prestar serviço militar a partir do trigésimo dia contado da data em que receberam o certificado de naturalização (art.2. integrados ou não. nos termos da Resolução TSE nº 21. nos termos da legislação especial (Estatuto do Índio). 21. serão fornecidas pelo órgão de assistência aos indígenas. sendo obrigatória para o Poder Judiciário a fiscalização do cumprimento das obrigações militares (Lei nº 4.3 Não se aplicará multa prevista no art. A declaração formal da condição de integrado ou não integrado. do Código Eleitoral. deverá fazer o alistamento no domicílio em que se encontrar. sendo observada a facultatividade quanto aos analfabetos. Não se aplicará multa ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar 19 (dezenove) anos (art.375/84 ). (Res.1. reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis. bem assim a declaração de residência. O brasileiro que não se alistar até os 19 (dezenove) anos ou o naturalizado que não se alistar até 1 (um) ano depois de adquirir a nacionalidade brasileira incorrerão em multa imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada no ato da inscrição. aos maiores de 70 anos e aos menores de 18 e maiores de 16 anos. Observações: ► a obrigação para com o serviço militar tem início no dia 1º de janeiro do ano em que o brasileiro completar 18 anos. 22. parágrafo único.1. 40 . inclusive de comprovação de quitação do serviço militar ou de cumprimento de prestação alternativa. um ano do alistamento ou da última transferência e residência mínima de 3 meses no novo domicílio. 41. TSE nº 20. ► OS ALISTANDOS COM MAIS DE 45 ANOS. as exigências impostas para o alistamento eleitoral.2. do Decreto nº 57. situada a nova moradia em outro município. 22.806) 22. devendo ser orientado no sentido de que. NÃO POSSUINDO COMPROVANTE DE QUITAÇÃO OU DISPENSA DO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO.

Av. O servidor do cartório deverá. lote 07. Pág. com todas as informações necessárias. que desejar regularizar a sua situação. conforme determinação do Juízo da Zona Eleitoral do Exterior. deverá ser preenchido. conforme relação disponibilizada na Intranet /Cartórios /Instruções às ZE’s / “Locais de Votação no Exterior”. 26. 26. 28. ATESTADO DE NÃO-OBRIGATORIEDADE DO SERVIÇO MILITAR (ART. fazer as consultas no sistema ELO: Consulta eleitor e Consulta Perda/Suspensão dos Direitos Políticos. para anexar posteriormente ao RAE. CEP 70750-522– Brasília/DF.654/66) SUBSEÇÃO I ATENDIMENTO DE ELEITOR BRASILEIRO.4. residente no exterior e em trânsito no Brasil. 25.2. 170.Manual de Procedimentos Cartorários MILITAR.3 Deverá ainda ser anotado no verso do RAE. que o enviará ao Cartório Eleitoral do Exterior/ZZ. e ainda. à exceção dos campos privativos do cartório e do local de votação. 26. residente no exterior e em trânsito no Brasil. deverá fazê-lo em qualquer Cartório Eleitoral do país. O brasileiro. primeiramente. 29. 26. Campo 04 do RAE. no verso do documento (ex. MANUALMENTE e sem rasuras. Campo 09 do RAE. responsável pelo cadastro de eleitores residentes no exterior. Para o alistamento eleitoral de eleitor brasileiro residente no exterior serão exigidos os mesmos documentos constantes do item 16 desta Seção. O eleitor deverá ser informado que o processamento do título. 27. RESIDENTE NO EXTERIOR E EM TRÂNSITO NO BRASIL 24. para eventual contato pela Zona Eleitoral do Exterior/ZZ. o nome/telefone/e-mail e endereço de parente ou de pessoa amiga residente e domiciliada no Brasil. dado ao trâmite da documentação: Cartório -> CRE -> CRE/DF -> CE/ZZ -> Embaixada/Consulado. localizada no Distrito Federal. o endereço eletrônico (e-mail) do eleitor. 26. Deverá ser aposto o local de votação que o requerente deseja votar no exterior. O número da inscrição eleitoral. poderá levar mais de 90 dias. através dos telefones: (61) – 3348-9416 e 3348-9441. o formulário RAE de alistamento – operação 1. 41 . será fornecido exclusivamente pela Zona Eleitoral do Exterior/ZZ. Consulado Brasileiro em Miami).: Embaixada do Brasil em Pretória. localizado à SEPN 510. Não serão aceitos os antigos Formulários de Solicitação de Serviços Eleitorais. Ao atender o brasileiro não alistado. Os dados constantes do formulário RAE. W3 Norte.1. sendo que para este último campo deverá ser anotado no verso. devem ser idênticos aos dos documentos apresentados e deverá ser encaminhado à Corregedoria Regional Eleitoral. DECRETO Nº 57.

não liberada. cancelada automaticamente pelo sistema quando envolver situação de perda e Pág.br -> Serviços no exterior) ou solicitar o serviço através do e-mail exteriorbrasil@tre-df. Seção IV TRANSFERÊNCIA 32. regular ou suspensa para o eleitor. assim. que funciona como órgão alistador e encaminhar a documentação à Diretoria de Serviço Militar através do Ministério das Relações Exteriores. 42 .br. Os eleitores residentes no exterior que procurarem o cartório eleitoral. Deve ser consignada OPERAÇÃO 3 – TRANSFERÊNCIA sempre que o eleitor desejar alterar seu domicílio eleitoral (município) e for encontrado em seu nome número de inscrição em qualquer zona. 027 .gov.gov.tre-df. 32. que seja a mais antiga. poderá declarar que permanecerá em definitivo no exterior e requerer o Certificado de Dispensa de Incorporação.duplicidade ou pluralidade (motivo-forma 3). deverá apresentar cópia de documento comprobatório da alteração. para que seja fornecido um número de inscrição. 32. É vedada a transferência de inscrição envolvida em coincidência. Existindo mais de uma inscrição cancelada para o eleitor no cadastro. 3348-9444. deverão ser orientados a consultar o site do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (www.1 No caso do eleitor ter alterado o nome em virtude de casamento ou outro motivo. deverá ser contatada a Zona Eleitoral do Exterior/ ZZ. 31. 035 – cancelamento – ausência às urnas por 3 eleições consecutivas e 469 – cancelamento . 3348-9446 e 3348-9447. 3348-9443.cancelamento automático pelo sistema . que deverá ser anotado no RAE e. solicitando quaisquer outros serviços da Justiça Eleitoral.3. deverá ser promovida. 30.falecimento.1. a transferência daquela: I – II – que tenha sido utilizada para o exercício do voto no último pleito. unidade da Federação ou país. pelos telefones (61) 3348-9441. suspensa. 3348-9445.revisão de eleitorado. 33489442. O eleitor residente fora do país que desejar certidão de quitação eleitoral. pessoalmente ou por intermédio de seus familiares. Observações: ► os brasileiros residentes no exterior devem dirigir-se ao Consulado ou outra repartição diplomática brasileira. desde que comprovada a inexistência de outra inscrição liberada. 32. município.2. Será admitida transferência de inscrição cancelada pelos códigos FASE 019 – cancelamento . possibilitar a expedição da certidão. o qual deve ser regularmente aceito pelo Justiça Eleitoral. ► o brasileiro residente no exterior que não tiver se alistado até os 30 anos. preferencialmente.Manual de Procedimentos Cartorários 29.

por motivo de remoção ou transferência (Lei nº 6. 1 (um) ano do alistamento ou da última transferência. ou membro de sua família. 33. 34. Pág.1. devendo. 35. militar. que poderá ser dispensado do recolhimento da multa. d) do Brasil para o exterior (sob responsabilidade da Zona Eleitoral do Exterior). art. A OPERAÇÃO 3 – TRANSFERÊNCIA poderá ser realizada em conjunto ou não com eventual retificação de dados. 43 . salvo se o eleitor quiser aguardar informação relativa ao valor arbitrado pelo Juízo da inscrição. Verificada a existência de débitos com a Justiça Eleitoral. 34. b) de um Estado para outro. declarada. autárquico. dentro do país.Manual de Procedimentos Cartorários suspensão de direitos políticos (FASE 027. 8º. A transferência pode ocorrer nas seguintes hipóteses: a) de um município para outro. ser analisada a capacidade econômica do eleitor. b) transcurso de. d) prova de quitação com a Justiça Eleitoral. 36.4. o Juiz arbitrará a multa a ser paga. e) apresentação de documento de identidade. Essa situação deve ser assinalada no campo ex-officio do formulário RAE. pelo menos. na forma da lei. art. 8º). o eleitor entregará o título ao cartório. O disposto nas letras “b” e “c” não se aplica à transferência de título eleitoral de servidor público civil. A transferência do eleitor só será admitida se satisfeitas as seguintes exigências: a) recebimento do pedido no cartório eleitoral do novo domicílio no prazo estabelecido pela legislação vigente. diante da comprovação. pelo próprio eleitor (Lei nº 6. 32. Ao requerer a transferência ao Juiz do novo domicílio. parágrafo único). dentro do mesmo Estado. 36. cancelada por perda de direitos políticos (FASE 329) e por decisão de autoridade judiciária (FASE 450).2 No arbitramento da multa será observado o disposto no artigo 367 do Código Eleitoral. sob as penas da lei. c) do exterior para o Brasil. da carência de recursos. motivo/forma 1 ou 2). ainda que dentro da mesma zona. e) de uma zona do exterior para outra também do exterior (sob responsabilidade da Zona Eleitoral do Exterior).996.996/82. para tanto. A multa pelo não exercício do voto e pelo não atendimento à convocação para os trabalhos eleitorais será arbitrada no valor máximo legal.1. c) residência mínima de 3 (três) meses no novo domicílio. 36.

é necessário apresentar os mesmos documentos de domicílio exigidos na revisão do eleitorado. Deve ser consignada OPERAÇÃO 5 – REVISÃO nas seguintes situações: I– quando o eleitor necessitar alterar local de votação no mesmo município.7. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. Quando o eleitor cancelado estiver em trânsito em zona diversa da de sua inscrição e necessitar de certidão de quitação. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. regular ou suspensa para o eleitor. 39.duplicidade ou pluralidade (motivoforma 3). Para a revisão (operação 5) com a regularização de inscrição cancelada pelo código FASE 469 cancelamento – revisão de eleitorado.1. 39. Caso o eleitor não esteja quite. sem alteração do município.504/97. 39. 37. 39. Somente será deferida revisão ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral. 39. 035 – cancelamento – ausência às urnas por 3 eleições consecutivas e 469 – cancelamento . 38.revisão de eleitorado.5.4. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. 027 cancelamento automático pelo sistema .6. não liberada. desde que comprovada a inexistência de outra inscrição liberada.2. deverá apresentar justificativa ou pagar multa. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. situação de inscrição cancelada pelos códigos FASE 019 – cancelamento . 44 . deverá ser obrigatoriamente consultado o juízo de origem.3 Na hipótese de multa aplicada com base na Lei nº 9.Manual de Procedimentos Cartorários 36. II – para retificar dados pessoais ou III – para regularizar. ainda que haja mudança de zona eleitoral. Seção V REVISÃO 39.falecimento.3. com a documentação pertinente ao exame da situação – comprovante de recolhimento Pág. 39. o formulário RAE deverá ser preenchido e encaminhado ao Juízo da inscrição. 39. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. a data de emissão do novo título será a do preenchimento do formulário RAE. Na hipótese de revisão.

Caso o eleitor não esteja quite. portanto. 42. Diariamente o cartório deverá acessar o menu Ajuste/Banco de Erros/Consulta. devendo o eleitor ser orientado a retirar o seu título na zona eleitoral de sua inscrição. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. 40. no campo 20 do formulário deverá ser informado o endereço do requerente no município relativo à inscrição cancelada. Para o fechamento e envio de lotes para processamento. Deve ser consignada OPERAÇÃO 7 – 2ª VIA quando o eleitor estiver em situação regular e desejar apenas a 2ª via do seu título eleitoral. cópia de documento pessoal do eleitor. o campo 20 poderá ser deixado em branco. 40. Título II. 45 . 39. para verificar se algum RAE encaminhado para processamento foi incluído em Banco de Erros e. Na hipótese de 2ª via.8. Somente será deferida 2ª via ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral. declaração de pobreza. se não for possível. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. Parte II.1. uma vez que não se trata de campo obrigatório. destas Normas. entre outros. deverão ser observadas as instruções técnicas fornecidas pela Secretaria de Tecnologia da Informação. não processado. 40. Digitados os campos obrigatórios do RAE. para sua regularização nos termos do Capítulo V. 40.3. deverá apresentar justificativa ou pagar multa. Seção VI SEGUNDA VIA 40. Seção VII CONFERÊNCIA DA DIGITAÇÃO / EMISSÃO E ARQUIVO DE RELATÓRIOS 41.Manual de Procedimentos Cartorários de multas.7. O espelho de consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores deverá ser obrigatoriamente anexado ao RAE. deverá comparecer na zona da inscrição para requerer transferência. RAE.2. No caso de preenchimento de RAE de revisão em conformidade com o subitem 21. Pág. sem nenhuma alteração. 43. caso tenha mudado do município.4.5. a data de emissão do título será a do preenchimento do 40. proceder-se-á à imediata conferência com os dados constantes do espelho da consulta ao cadastro e dos documentos apresentados pelo eleitor.

o servidor deverá consignar o número de sua inscrição eleitoral e sua assinatura. em prazo a ser fixado pelo Juiz Eleitoral. pessoalmente. além da data da entrega do título.: privação dos membros superiores e vítima de AVC) desejando exercer seu direito de voto. antes de efetuar a entrega do título. nos espaços destinados à assinatura dos aludidos documentos. o RAE deverá ser preenchido manualmente ou no ambiente off line do sistema ELO.1 O descarte deve ser procedido por meio de fragmentação devendo. Adm.Manual de Procedimentos Cartorários Seção VIII TÍTULO ELEITORAL 44. 46 . O descarte dos títulos eleitorais inutilizados deve ser efetuado com prévia autorização da Corregedoria Regional eleitoral. 45. mantendo-se os registros competentes arquivados em cartório. Pág. mediante dados constantes nos arquivos do cartório (exemplos: transferência dentro da zona com alteração de município. existe algum dado pessoal a completar ou a corrigir. que deverá ser orientado a retornar ao cartório. transferência. 45. A data da emissão do título eleitoral será sempre a do preenchimento do formulário RAE.4 Efetuada a entrega do título. a inclusão da expressão “IMPOSSIBILITADO DE ASSINAR”. proceder-se-á ao arquivamento do canhoto (PETE). 46. repetindo a mesma operação no título. por servidor da Justiça Eleitoral.3 No Protocolo de Entrega de Título Eleitoral – PETE. Seção IX FINAL DE ALISTAMENTO 48. nº 19. se não souber assinar. A expedição de título eleitoral prova a quitação do eleitor com a Justiça Eleitoral até a data da sua emissão. o servidor da Justiça Eleitoral verificará a identidade do eleitor.538/PA) 45. juntamente com o RAE. 45. deverá o Cartório Eleitoral providenciar.2 Para o alistando portador de necessidades especiais cuja deficiência impossibilite a aposição de sua assinatura no RAE. Nas proximidades do final de alistamento. em qualquer operação (alistamento. no espaço próprio constante do canhoto. no canhoto correspondente. examinará o servidor se. 46. O título eleitoral deverá ser entregue ao eleitor. na sede do cartório ou no posto de alistamento. na impossibilidade de acessar o cadastro. Comprovada sua identidade. ser adotado um controle. (Proc. revisão dentro da zona ou 2ª via). Em seguida. para tanto. com a finalidade de confirmar a operação requerida e retirar o protocolo ou o título eleitoral nos casos de utilização do ambiente on line do sistema ELO.1 Na entrega do título. e informações e documentação apresentadas pelo eleitor ou alistando. vedada a interferência de pessoas estranhas à Justiça Eleitoral. 45. 47. colherá a assinatura ou a impressão digital do polegar do eleitor. no PETE e no título de eleitor (Ex. revisão ou 2ª via).

não havendo interposição de recurso. antes do término do prazo de envio para processamento.1.1. que será orientado a retornar ao cartório. A multa do art. deverão ser digitados e encaminhados para processamento até o último dia do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral. 48. cujo RAE foi indeferido. 49. Nesse período. o RAE deverá ser indeferido e excluído do lote. no prazo a ser fixado pelo Juiz Eleitoral. e que na proximidade do término do prazo de envio para processamento estiverem pendentes de diligências ou aguardando o comparecimento do eleitor em cartório para fornecimento de documentos. 50.538/2003 e. poderão deixar de ser digitados e enviados para processamento. o RAE deverá ser indeferido e excluído do lote. Nesse prazo. nos casos em que incidir. em procedimento próprio.Manual de Procedimentos Cartorários 48.1. 8º do Código Eleitoral (alistamento tardio). com o conseqüente comando do FASE 450 após a reabertura do cadastro e a oportuna anotação do cancelamento da inscrição nos cadernos de folhas de votação. Ao atender eleitores ou pessoas não alistadas em débito com a Justiça Eleitoral.1. da Resolução TSE nº 21. o Juízo deverá determinar. 51. caso já tenha sido digitado. o cancelamento da inscrição. o cartório consultará o cadastro com a finalidade de verificar a regularidade da operação. caso já tenha sido digitado. 8º do Código Eleitoral será cobrada uma única vez. desde que haja o pagamento da multa prevista no art. Nenhum RAE deverá ser transmitido para processamento sem a prévia consulta ao cadastro e rigorosa conferência da digitação. se houver o indeferimento do RAE.1. deverá ser publicado o edital de indeferimento. se o eleitor não retornar ao cartório para comprovação do recolhimento da multa no prazo fixado. 50. 51. o cartório fornecerá às pessoas que não possuem inscrição eleitoral. nos termos do artigo 18. Após os procedimentos descritos no item anterior. quando o movimento for intenso. 50. Seção X SUSPENSÃO DO ALISTAMENTO 51. Nenhum requerimento de inscrição.2. 48.3. Somente os RAEs indeferidos e cujo prazo para apresentação de recurso tiver transcorrido sem manifestação do interessado. o cartório preencherá o RAE e entregará a guia de recolhimento de multa ao eleitor ou alistando. certidão que comprove sua quitação com a Justiça Eleitoral. Pág. Os RAEs recebidos nos últimos dias do final de alistamento. não poderá exercer o direito do voto. transferência ou revisão será recebido dentro dos cento e cinqüenta dias anteriores à data do pleito. § 5º. advertindo o senhor Presidente da respectiva seção eleitoral de que o referido eleitor. para comprovar o pagamento e retirar o protocolo ou o título. Após a realização da diligência ou decurso do prazo para o eleitor comparecer ao cartório.2. os lotes de RAEs deverão ser fechados e enviados para processamento. caso a consulta aponte a impossibilidade do processamento da operação. nos dias em que não houver atendimento na rede bancária e casas lotéricas ou nos últimos dias do alistamento. 47 .

se for o caso (exceto na hipótese do FASE 264. Aos eleitores com situação regular no cadastro. deverão efetuar o pagamento dos débitos constantes do cadastro (FASEs 094. 52. com valor de quitação eleitoral.5 acima. Os eleitores com inscrição cancelada em virtude de comando CORRETO do código FASE 450. devem ser cobrados os débitos constantes do cadastro (FASEs 094. podendo ser fornecida a certidão de quitação de imediato. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento). sendo que esta última poderá ser descartada após o retorno do eleitor ao cartório. ou cópia da certidão circunstanciada fornecida. Seção XI SEÇÕES ESPECIAIS E PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS 55. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento) fornecendo-se certidão circunstanciada (Anexo I). 264 e 442 ATIVOS). (exceto na hipótese do FASE 264. 52. que procurarem o cartório no período de suspensão do alistamento. 264 e 442 ATIVOS). ou concessão de isenção do pagamento. com valor de quitação eleitoral. se houver. 52. se for o caso (exceto na hipótese do FASE 264 motivo/forma 2. que necessitem de prova de quitação. 54. devendo retornar ao cartório após a reabertura do cadastro para requerer nova inscrição. ou ser fornecida a dispensa do recolhimento das multas. fornecendo-se certidão circunstanciada (Anexo I). se for o caso. que procurarem o cartório no período de suspensão do alistamento. 53. Os eleitores com inscrição cancelada em virtude de comando EQUIVOCADO dos códigos FASE 019. deverá ser fornecida certidão de quitação eleitoral. motivo/forma 2. relativas aos eleitores que obtiveram certidão circunstanciada. deverá providenciar os meios destinados a facilitar-lhes a obtenção dos serviços prestados pela zona eleitoral. como requerimentos de Pág. para o qual não pode ser concedida a dispensa do recolhimento) e formalizar o requerimento de regularização de inscrição. 52.5. observado o subitem 38. o cartório arquivará sua via da guia de multa separadamente. deverão efetuar o pagamento dos débitos constantes do cadastro (FASEs 094. Visando ao controle das multas recolhidas no período de suspensão do alistamento. ou ser fornecida a dispensa do recolhimento das multas. O cartório eleitoral que não dispuser de instalações adaptadas para o acesso de eleitores portadores de deficiência física. também em ordem alfabética. se for o caso. Parte II (FASE 361). ou a eles deverá ser concedida a isenção do pagamento da multa. 52. mediante prévio recolhimento de multa.2. Considerando que o processamento do RAE inativa os códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. nos moldes do Capítulo IV. 264 e 442 ATIVOS) e os turnos posteriores ao cancelamento. Os eleitores com inscrição cancelada deverão aguardar a reabertura do cadastro para solicitar transferência (operação 3) ou revisão (operação 5). Título II.4.3. 450 e 469. motivo/forma 2.Manual de Procedimentos Cartorários 52. 48 . Nesses casos. Os requerimentos de 2ª via poderão ser recebidos até 10 (dez) dias antes da data do pleito.1. em ordem alfabética. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. bem assim os débitos referentes aos turnos posteriores ao cancelamento.

ainda que todas as seções eleitorais da zona sejam de fácil acesso e mesmo que inexistam eleitores portadores de deficiência física. reservando vagas para esses eleitores. sendo que estas campanhas deverão destinar-se ao atendimento ao público em geral.Manual de Procedimentos Cartorários alistamento eleitoral. 61. verificando se o local permite o acesso dos eleitores portadores de deficiência física. antes da escolha do local em que será instalada seção especial e quando da proximidade das eleições. 56. deverão possuir pelo menos uma seção formalmente instalada como seção especial para deficientes físicos. As zonas eleitorais deverão realizar estatística dos eleitores deficientes físicos. 59. com estacionamento próximo e instalações. A zona eleitoral deverá providenciar ampla divulgação da existência da seção eleitoral especial. Pág.1. 49 . Os portadores de deficiência que requererem operação 1 – Alistamento.2. com a indicação do nome e número da inscrição eleitoral e do tipo de deficiência de eleitores nessas condições por seção eleitoral. Nas zonas eleitorais ou nos municípios onde não for possível a criação de seção unicamente para esse fim. caso assim desejarem. As seções especiais para deficientes físicos devem estar instaladas em local de fácil acesso. O cartório eleitoral. certidões de quitação eleitoral e outros. A facilidade de acesso refere-se tanto ao prédio destinado ao local de votação quanto à sala onde está instalada a seção especial. deslocando servidores até a entrada do prédio do cartório eleitoral ou promovendo campanhas de alistamento eleitoral em locais públicos que possuam as instalações adequadas. para seções especiais. 58. preferencialmente. visuais e outros. 57. operação 3 – Transferência ou operação 5 – Revisão com alteração do local de votação devem ser direcionados. visando a coletar informações que possibilitem sejam providenciados locais adequados para o voto daqueles eleitores. aqueles que comparecerem ao cartório para solicitar outros serviços deverão ser informados da existência de seção especial e orientados a solicitar a alteração do local de votação. o Juiz Eleitoral deverá designar uma das seções já existentes para também funcionar como seção especial. 60. 57. deverá promover rigorosa vistoria. inclusive sanitárias. 62. salvo se inexistentes no local de votação escolhido ou se assim não o desejarem. caso alguma irregularidade seja detectada. adequadas àqueles eleitores.1. tomando as medidas cabíveis para assegurar o acesso. Cada zona eleitoral. desde que contemple instalações adequadas ao atendimento dos eleitores portadores de deficiência física. 56. a seção especial deverá ser instalada com eleitores não portadores de deficiência física. se inexistentes eleitores com deficiência física ou se em quantidade inferior a 50 (número mínimo para a instalação de seção). Os servidores designados para auxiliar os trabalhos da votação em prédios que tenham seção especial devem ser orientados a tomar as providências necessárias para possibilitar o exercício do voto pelos eleitores portadores de deficiência física. Por ocasião da criação da seção especial. 56. bem assim cada um dos municípios por ela abrangidos.

63. somente poderá ser concedida a certidão de quitação eleitoral por tempo indeterminado após apreciação. quando solicitadas formalmente. ainda. Pertencendo ou não o eleitor portador de deficiência à seção especial. motivo/forma 1 e 2.1. A certidão de quitação com prazo indeterminado somente poderá ser fornecida se não houver no histórico da inscrição registros de códigos FASE 230. para viabilizar o comando do FASE 396/4. ser comandado o FASE 396. Os eleitores portadores de deficiência que desejarem votar nas seções especiais deverão solicitar transferência para aquelas seções até 151 dias antes das eleições.2.3. Se o interessado possuir inscrição suspensa ou cancelada pelo FASE 027/2.4 A certidão de quitação eleitoral com prazo de validade indeterminado poderá ser fornecida também para pessoas não inscritas como eleitoras. O requerimento e os documentos comprobatórios da deficiência devem ser submetidos à apreciação do Juiz Eleitoral e. a certidão de quitação somente poderá ser fornecida se comprovar a cessação dos motivos ensejadores da suspensão. a certidão de quitação por tempo indeterminado poderá ser concedida. 63. acompanhado de documentação comprobatória daquela deficiência. restabelecimento.3. Pág. conforme o caso. não abrangendo as demais obrigações e respectivas sanções previstas no Código Eleitoral e em leis conexas. 63. 63. Se o interessado possuir inscrição cancelada. a inscrição ser regularizada por meio do comando do FASE 370.1. 337. ao exercício do voto e aos trabalhos eleitorais. 329. no entanto. poderá ser expedida certidão de quitação eleitoral. 264. o alistamento eleitoral do seu beneficiário. 63. As informações constantes da estatística devem ser mantidas atualizadas e deverão ser fornecidas. 62. o que não impede.1. 62. inclusive sua situação sócioeconômica e condição de acesso ao local de votação ou ao cartório eleitoral. que não estará sujeito à multa prevista no artigo 8º do Código Eleitoral (alistamento tardio). e 540 em situação ATIVO.3. pela Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral.5. com prazo de validade indeterminado. 63. após. deverão ser anotados seu nome. 027.2. em ordem alfabética.Manual de Procedimentos Cartorários 62. devendo. a qualquer tempo. O disposto neste item alcança as obrigações relativas ao alistamento.1. mediante apresentação de requerimento do interessado ou de seu representante legal. Se a inscrição estiver cancelada pelos códigos FASE 329 ou 027/1. 63. posteriormente ao seu processamento. para os fins da estatística prevista no item 47. motivo/forma 1 e 2). então. Aos portadores de deficiência que torne impossível ou extremamente oneroso o alistamento e o exercício do voto.1. no momento do preenchimento do RAE ou após o processamento da operação. visando a facilitar consultas futuras. número da inscrição e da seção eleitoral. e. a inscrição deverá ser regularizada por meio de operações de transferência ou revisão ou. exceto nos casos que envolvam situações de perda e suspensão de direitos políticos (Códigos FASE 329 e 027. consideradas para tanto. 63. 50 . devem ser arquivados em pasta classificadora. da documentação que comprove haver cessado os motivos ensejadores da perda dos direitos políticos.

51 . com qualquer motivo/forma. 3 – outros ou 4 – Dificuldade para o exercício do voto. comandando o cartório o FASE 167 para cada turno a que tiver faltado. 2 e 3.4. 64. não obsta o exercício do voto. motivo/forma 4. motivo/forma 1. em caso de não exercício do voto.3. faz com que eventuais registros de FASE 094 e 442 permaneçam INATIVOS. 2 ou 3 em seu histórico e necessite do comando do FASE 396. motivo/forma 1. 64. sendo que. sendo que a inscrição será incluída no caderno de folhas de votação.Manual de Procedimentos Cartorários 64.1. 64. indicando o motivo/forma 1 – deficiência visual. a exemplo de inscrição que já possua um FASE 396. Poderá ser comandado mais de um FASE 396 para o mesmo eleitor. O comando do FASE 396. O cartório deverá comandar o FASE 396 – Portador de deficiência para os eleitores portadores de necessidades especiais atendidos na zona eleitoral.2. Pág. deverá justificar a cada eleição. a inscrição deve estar regular ou liberada. motivo/forma 4. 64. 2 – deficiência de locomoção. O comando do FASE 396. O FASE 396. NÃO inativa eventuais registros de códigos FASE 094 e 442 da inscrição. devendo o eleitor votar normalmente e. para o comando do FASE 396.

Estado de _________________.____. subscrevo. Chefe de Cartório Eleitoral.504/97. (município). na forma da lei etc. _______________________ (nome do Chefe do Cartório Eleitoral). digitei e conferi. em face dos assentamentos existentes em Cartório e mediante consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores. teve sua inscrição eleitoral nº _________________.Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . Este documento não contém emendas nem rasuras. nº_____ ._______/___ CEP:_______-____ Fones: _________e_________(Fonte: Arial 8) Pág. Eu. Chefe de Cartório Eleitoral da ______ª Zona Eleitoral do Estado do _________. R. da Seção nº ______. em virtude do disposto no artigo 91 da Lei 9. ainda. sendo que. na cidade de ________________. que o(a) eleitor(a) __________________________________________________________. que referido eleitor está quite com a Justiça Eleitoral. O referido é verdade e dá fé. CERTIFICA. que suspende o alistamento eleitoral dentro dos 150 (cento e cinqüenta) dias anteriores ao pleito. nascido(a) em ____/____/________. a regularização da situação somente poderá ser procedida a partir do mês de novembro de ____. até a conclusão dos trabalhos de apuração. sendo esta certidão válida até o dia ___/___/ 200_(data provável da reabertura do cadastro). filho(a) de _______________________________________ e de _________________________________________________________. Certifico.. cancelada. NADA MAIS. tendo comparecido a esta zona eleitoral nesta data para regularizar sua situação. 52 . Eu. ___ de _______________ de ____. __________________ (nome do servidor).Centro ._______ CERTIDÃO CIRCUNSTANCIADA / QUITAÇÃO ELEITORAL / INSCRIÇÃO CANCELADA ____________________________________. ________. da ______ª ZE ____________________ .

o Formulário de Atualização da Situação do Eleitor . O cartório deverá realizar rigorosa conferência da digitação dos códigos FASE. devendo o cartório arquivar em pasta própria os documentos que originaram o registro da informação.1. 5. Deverá ser certificado seu comando no processo respectivo. sempre que possível. além de evitar qualquer ocorrência na crítica do FASE. mediante comprovação documental da situação que se deseja registrar. Fica dispensado o preenchimento do formulário FASE. se for o caso. uma vez que os registros se refletem instantaneamente no Cadastro. somente para eleitores da própria zona. utilizarse-á. preferencialmente. salvo recomendação em sentido diverso da Corregedoria Regional Eleitoral. quando o registro de informações no histórico da inscrição for promovido diretamente no sistema ELO. 53 . O cartório comandará o FASE. 272 (zonas do mesmo município da inscrição) e 167 (somente no prazo de 90 dias contados do dia da eleição. Os FASEs deverão. Pág. Para registro da situação do eleitor no cadastro. Caso o movimento não justifique o fechamento diário. 4. consignando-se o código e a data da emissão.1. 5. conforme o caso. para as justificativas recebidas no dia do pleito e não processadas nas urnas eletrônicas).FASE 1. 2. é preferível aguardar o seu restabelecimento a utilizar o ambiente off line. 264. com o respectivo envio para processamento. 5. Mesmo que haja problemas de conexão com o TSE.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo II ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR (FASE) Seção I FORMULÁRIO DE ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR . em meio magnético. Os lotes de FASE deverão ser fechados. ser digitados no modo individual do ambiente on line. 1. com exceção dos códigos FASE 078. diariamente. comparando os dados do eleitor com aqueles apresentados na tela de digitação ou no relatório de FASE digitado. como documento de entrada de dados em computador.FASE.2. 3. este poderá ocorrer em prazo não superior a uma semana.

deverá ser acessado o relatório de FASE atualizado. 02-UF |__|__| Campo 03-Zona Eleitoral – (Preenchimento obrigatório) Informar o número da Zona Eleitoral. e proceder à análise de cada caso nele incluído. 04 – NÚMERO DE INSCRIÇÃO |___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|__ Pág. ao processamento eletrônico do FASE. para conferência e controle. 6.Não deve ser preenchido pois serve. ou de acordo com o fluxo de remessa dos lotes de FASE (vide item anterior). confrontando os dados da ocorrência com aqueles constantes no Cadastro Nacional de Eleitores e no documento ensejador do comando do FASE. Após o fechamento do lote de FASE e quando o lote estiver na situação “Processado OK”. 03-ZONA ELEITORAL |__|__|__|__| Campo 04-Número de inscrição – (Preenchimento obrigatório) Este campo deve ser preenchido com o número da inscrição do eleitor. adotando as providências pertinentes para a regularização da situação do eleitor. 54 . Seção II PREENCHIMENTO DO FASE 7. PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA ELEITORAL FORMULÁRIO DE ATUALIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DO ELEITOR FASE 01 Campo 02-UF – (Preenchimento obrigatório) Indicar a Unidade da Federação onde se localiza o cartório eleitoral. através do menu Relatório/Processamento/Crítica do FASE.Manual de Procedimentos Cartorários 5. o cartório deverá acessar o relatório de crítica de FASE. Diariamente.3. exclusivamente. O preenchimento dos campos do FASE deve obedecer às seguintes determinações: Campo 01 .

mediante os documentos que a comprovam. em caso de rejeição do FASE pelo computador.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 05-Nome do Eleitor – Este campo serve para facilitar a localização do registro do eleitor no cadastro. 10-QUANTIDADE DE OCORRÊNCIAS |__|__| Pág. SITUAÇÃO |__|__|__| Campo 07-Motivo/Forma – O preenchimento deste campo somente é obrigatório nos casos em que há especificação de motivo ou forma. 09-COMPLEMENTO DA SITUAÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|_|__|__|__| Campo 10-Quantidade de ocorrências – (Preenchimento obrigatório) Indicar a quantidade de ocorrências registradas no formulário. sem abreviaturas. 55 . 05-NOME DO ELEITOR Campo 06-Código Situação – (Preenchimento obrigatório) Após identificar a situação do eleitor. preencher o campo com o código correspondente. conforme indicado na Tabela de FASEs. 08-DATA DE OCORRÊNCIA DA SITUAÇÃO |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 09-Complemento da situação – O preenchimento deste campo somente é obrigatório nos casos em que a situação registrada no campo 06-Código Situação exigir um complemento. Deve ser preenchido com o nome completo do eleitor. conforme indicado na Tabela de FASEs. segundo a Tabela de FASEs. 07-MOTIVO/ FORMA |__| Campo 08-Data de Ocorrência da Situação – (Preenchimento Obrigatório) Indicar a data em que ocorreu a situação que está sendo informada. 06-CÓD.

nos casos de transferência para outra Unidade da Federação.Manual de Procedimentos Cartorários Campo 11-Data do Preenchimento – (Preenchimento Obrigatório) Indicar a data em que foi preenchido o formulário. Aos eleitores portadores de deficiência que torne impossível ou extremamente oneroso o exercício do voto. mediante requerimento formulado com base na Res. 11-DATA DO PREENCHIMENTO |__|__|__|__|__|__|__|__| Campo 12. será atribuído. Pág. o eleitor maior de 70 anos está quite com a Justiça Eleitoral e não lhe deverá ser cobrada multa por ter deixado de votar. ►108 .9.Votou em separado Era comandado pela zona eleitoral quando a identidade do eleitor era impugnada por fiscal de partido político.Cancelamento . ►060 .Inscrição e assinatura do servidor – (Preenchimento obrigatório) Informar a inscrição eleitoral do servidor. ainda que não vote. que obstará a cobrança de multas que decorreriam do não-cumprimento das obrigações eleitorais. fora admitido a votar. não há mais cancelamento do número anterior e a utilização do código ficou prejudicada. ►116 . TSE nº 21.incapacidade física Excluído por não haver amparo legal para cancelamento de inscrição atribuída a eleitor fisicamente incapaz. Não está mais sendo utilizado uma vez que. de 19. A utilização de urnas eletrônicas tornou impossível a ocorrência de voto em separado. ainda assim. assinando o formulário. que deverá atestar o correto preenchimento. Com a utilização do número único de inscrição.2004. 12-CÓDIGO E ASSINATURA DO SERVIDOR OU PREPARADOR ELEITORAL |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|___| |________________________________________________| Seção III UTILIZAÇÃO DOS CÓDIGOS FASE Subseção I CÓDIGOS FASE UTILIZADOS SOMENTE PARA CONSULTA ►051 .transferência Era comandado automaticamente. 56 . código FASE 396 (motivo 4).920.Cancelamento .Cancelamento .maior de 70 anos Era comandado quando o eleitor requeria ao Juiz o cancelamento de sua inscrição por não desejar mais exercer o direito de voto. para a inscrição anterior. ou em outra hipótese prevista na legislação e.

para a base histórica. ►159 . Nessa hipótese. ►329 . por pessoa menor de 15 anos que não completaria 16 anos até a data do pleito.menor Era utilizado para cancelar o alistamento efetuado indevidamente por pessoa menor de 16 anos ou.Eleito para o cargo de Era utilizado para identificar eleitores que estavam exercendo mandato eletivo. A Res. Secretários. ►191 .estrangeiro Era utilizado para cancelar inscrições provisórias efetuadas por estrangeiros que estavam em processo de naturalização.Manual de Procedimentos Cartorários ►124 . A legislação infraconstitucional identifica a situação como ensejadora de suspensão de direitos políticos.538/03 extinguiu a base histórica. essa inscrição é automaticamente rejeitada pelo sistema. ►221 . Este prazo era contado a partir da data de processamento do código FASE que registrou o cancelamento da inscrição. TSE nº 21. ►310 . em face da criação do Sistema de Filiação Partidária. TSE nº 21.Cancelamento . que contém apenas registros das inscrições dos eleitores da seção. aprovado pela Res.Filiado a partido político Era utilizado para registrar as filiações partidárias comunicadas pelos partidos políticos.574/2003. ►337 . 57 .Inserida na Base Histórica Este código transferia.interdição Não é mais utilizado. pois a interdição é causa de suspensão de direitos políticos.Perda de direitos políticos (com motivo/forma 1 – Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta) A Constituição de 1988 não elencou o não-cumprimento do serviço militar obrigatório como causa de perda de direitos políticos. a zona referente à seção onde o eleitor compareceu para votar comunicava o fato à sua zona de inscrição para comando do código 159. essa informação não consta do histórico da inscrição e pode ser obtida em sistemas próprios da Justiça Eleitoral. o código foi excluído. Suplentes e os Delegados e Fiscais de Partido. todas as inscrições canceladas há mais de três anos.suspensão dos direitos políticos Pág.Votou fora da seção Era comandado quando o eleitor com as prerrogativas do art. ►140 . Atualmente.538/2003 extinguiu a base histórica.Cancelamento . ►345 – Regularização . ►132 . deixaram de ser registradas no cadastro. ►213 . Seu uso ficou prejudicado pela implantação do voto informatizado com a utilização da urna eletrônica. Mesários. Atualmente. em anos eleitorais.Cancelamento . Vedado pela Constituição o alistamento para estrangeiro.Suspensão de direitos políticos (com motivo/forma 6 – outros) Não é mais utilizado pois não é admitida a suspensão de direitos políticos por motivo diverso daqueles previstos na Constituição. automaticamente pelo sistema. entre outros) era admitido a votar fora de sua seção eleitoral. 145 do Código Eleitoral (o Presidente da Mesa receptora de votos. A Res. TSE nº 21. que é identificada por um código único – 337. Na atualidade.Revertida da Base Histórica Este código era utilizado pela Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral para resgatar inscrições da base histórica para o cadastro de eleitores.

Comando: automático pelo sistema. por exemplo. TSE nº 21. é feita automaticamente pelo sistema. quando da digitação da decisão da coincidência. na atualidade. ►450 . com apenas o mês e o ano. quando digitada a decisão na base de coincidências. 30 de fevereiro. é feito pelo código FASE 450. Hoje a validação é feita no formulário RAE. Observações: 1) possui motivo/forma que indica se o agrupamento envolveu situação de direitos políticos ou não: 1. nos casos de duplicidade ou pluralidade. aprovado pela Res.Cancelamento .liberação por falha da Justiça Eleitoral O cancelamento. exceção feita ao comando equivocado.Liberação de coincidência . ►434 . ou incompleta.inscrição regular Atualmente. 2.duplicidade/pluralidade Finalidade: cancelar inscrições envolvidas em duplicidade ou pluralidade com situação nãoliberada que não tenham sido decididas dentro do prazo estabelecido pela Res. gerado automaticamente. gerando o código FASE 493.Cancelamento . Pág.Cancelamento por sentença de autoridade judiciária (com motivo/forma 1 – Revisão de eleitorado) Atualmente a hipótese é registrada por meio do código FASE 469. gerado automaticamente no ato da digitação da decisão na base de coincidências.Data de nascimento validada Era comandado para validar data de nascimento de eleitor que apresentava documento de identidade do qual constava data de nascimento inválida.538/2003.suspensão de direitos políticos.Mantida liberada . TSE nº 21. Hoje o sistema as rejeita. ►477 .Cancelamento automático pelo sistema . como. Subseção II CÓDIGOS FASE UTILIZADOS NO BATIMENTO ►027 .perda de direitos políticos. ►574 .574/03. Atualmente a anotação é feita no sistema de Filiação Partidária. e 3.Inscrição irregular Era utilizado para identificar inscrições com algum dado inválido.Manual de Procedimentos Cartorários ►400 .duplicidade/pluralidade sem marca de direitos políticos. Data de ocorrência: data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela STI/TSE.falha atribuída à Justiça Eleitoral A regularização. na atualidade. Efeitos: altera a situação da inscrição de “não-liberada” para “cancelada” e torna inativo o código FASE 418. por exemplo.Desfiliado Era utilizado para anotar as desfiliações comunicadas pelos partidos ou declaradas pelo Juiz Eleitoral. a regularização de inscrição é feita pelo código FASE 493. ►523 . O código FASE 450 não admite restabelecimento. 58 . ►582 .

Regularização . Comando: é gerado automaticamente pelo sistema após a atualização do cadastro com as decisões pela regularização exaradas pelo juízo competente para a apreciação do agrupamento. Se o motivo for: 1 . digitadas na base de coincidências. Comando: automático pelo sistema. 59 . inativa o código FASE 566 e 418 e permite a conclusão da operação de alistamento eleitoral que gerou o agrupamento da coincidência. observados os prazos fixados.Duplicidade/pluralidade . Efeitos: torna não-liberada a situação da inscrição e impede as operações de transferência. ►086 . Complemento: número do processo em que foi determinada a regularização da inscrição. Efeitos: altera a situação da inscrição de “liberada” para “regular” e torna inativo o código FASE 566. Data de ocorrência: data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela STI/TSE.duplicidade/pluralidade. revisão ou 2ª via.Manual de Procedimentos Cartorários 2) inscrição cancelada pelo código 027 pode ser regularizada. a cada pleito. Observações: 1) inscrição com o código FASE 418 em situação “ativo” não poderá constar da folha de votação. 3 . ►418 . quando cessados os motivos geradores da perda ou quando verificado tratar-se de homonímia.inscrição não-liberada Finalidade: identificar inscrição envolvida em duplicidade ou pluralidade que permaneceu não-liberada no cadastro e aguarda decisão de autoridade judiciária. após comprovação de homonímia ou da cessação dos motivos da suspensão. pelo Tribunal Superior Eleitoral no Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral.duplicidade/pluralidade Finalidade: regularizar as inscrições que foram envolvidas em duplicidade ou pluralidade com situação liberada após a expiração do prazo para decisão.perda. a regularização poderá ser efetuada pelo comando do código FASE 370. ►493 . Efeitos: torna regular a inscrição.suspensão. Atualmente. Observações: 1) as inscrições agrupadas com códigos 81/82 não poderão ser regularizadas com o comando do código 493. Pág. pela CGE. a regularização da inscrição só se dará por meio das operações de transferência ou revisão. a inscrição só poderá ser regularizada pelo comando do código FASE 353. Data de ocorrência: data da decisão. quando verificado tratar-se de homonímia ou quando não houver outra inscrição passível de regularização.sentença de autoridade judiciária Finalidade: regularizar a inscrição envolvida em coincidência. Complemento: número da coincidência. Comando: automático pelo sistema. Data de ocorrência: data do batimento. todos os agrupamentos de duplicidade ou pluralidade são atualizados antes da impressão das folhas de votação. mas com o 507 (Regularização – homônimo/cessação do impedimento).Regularização automática pelo sistema . no formato “Proc nº/ano-órgão/UF”. 2 .

60 . Complemento: número do processo em que foi determinada a regularização da inscrição. A inscrição com código FASE 450 não constará na folha de votação. Observações: 1) inscrição com o código FASE 566 ativo constará da folha de votação. Data de ocorrência: data do batimento. Data de ocorrência: data da decisão. Observação: 1) O motivo/forma identifica a razão do cancelamento. ►450 . no formato “Proc. na hipótese de decisão relativa a duplicidade/pluralidade não agrupada pelo batimento. Comando: é gerado automaticamente pelo sistema após a atualização do cadastro com as decisões de regularizar na base de coincidências. no formato “Proc. inativa o código FASE 418 e permite a conclusão da operação de alistamento eleitoral que gerou o agrupamento da coincidência.Estrangeiro 3 . todos os agrupamentos de duplicidade ou pluralidade são atualizados antes da impressão das folhas de votação. Pág. Observações: 1) a regularização de inscrição envolvida em coincidência com marca de perda de direitos políticos somente se dará com a comprovação da homonímia ou da cessação do impedimento. Complemento: número do processo em que foi determinado o cancelamento da inscrição. a cada pleito. observados os prazos fixados.inscrição liberada Finalidade: identificar inscrição envolvida em duplicidade ou pluralidade que permaneceu liberada no cadastro e aguarda decisão de autoridade judiciária. pode ser comandado pela zona eleitoral. Efeitos: torna liberada a situação da inscrição e impede as operações de transferência. Complemento: número da coincidência. ou pela zona eleitoral da inscrição nas demais hipóteses.Cancelamento – sentença de autoridade judiciária Finalidade: cancelar a inscrição quando houver determinação de autoridade judiciária nesse sentido e não se tratar de revisão de eleitorado ou perda de direitos políticos. nº/ano-órgão/UF”. revisão ou 2ª via. Efeitos: cancela a inscrição e torna inativos os códigos FASE 094 e 442 acaso existentes no histórico da inscrição com data de ocorrência posterior à data de ocorrência do FASE 450. além de ser gerado automaticamente pelo sistema.Duplicidade/pluralidade 4 . nº/ano-CGE”. Comando: automático pelo sistema.Regularização – homônimo políticos/cessação do impedimento de pessoa com perda de direitos Finalidade: regularizar a inscrição envolvida em coincidência com marca de perda de direitos políticos. Efeitos: torna regular a inscrição. quando da digitação de decisão na base de coincidência.Duplicidade/pluralidade .Outros 2) O motivo/forma 3. É admitido para inscrições já canceladas por outros motivos.Manual de Procedimentos Cartorários ►507 . Possui os seguintes motivos/formas: 2 . Comando: automático pelo sistema. Data de ocorrência: data da decisão. pelo Tribunal Superior Eleitoral no Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral. Atualmente. ►566 .

Observação: Pág. excepcionalmente. Efeitos: torna inativo o código FASE 094 comandado para o mesmo pleito.Justificativa de ausência às urnas Finalidade: registrar apresentação de justificativa de ausência às urnas para impedir a cobrança da multa correspondente. com o processamento dos arquivos de justificativas registrados na urna eletrônica. 329.Manual de Procedimentos Cartorários 3) O motivo/forma 1 é utilizado somente para consulta. liberada. em situação “ativo”. pela zona eleitoral quando houver falha na geração dos arquivos da urna. Observações: 1) inscrição cancelada pelo código FASE 035 poderá ser regularizada pelas operações de transferência ou revisão.Cancelamento – ausência às urnas por três eleições consecutivas Finalidade: cancelar inscrição não utilizada para o voto por três pleitos consecutivos. 337 ou 450. Comando: automático pelo sistema para as inscrições com anotação de grau de instrução diferente de “analfabeto” e com três ou mais registros do código FASE 094. desde que quitados os débitos correspondentes ou comprovada a justificação da ausência às urnas. Efeitos: torna inativo o código FASE 167 comandado para o mesmo pleito e impede o fornecimento de quitação eleitoral. ►094 . Data de ocorrência: data prevista no cronograma aprovado pelo TSE para o procedimento de cancelamento por ausência a três pleitos consecutivos. ou pela zona da inscrição no caso de justificativas recebidas fora do dia da eleição. Observações: 1) o código FASE 094 será inativado automaticamente quando do comando dos códigos FASE 043. não-liberada ou cancelada (exceção-FASE 329) pela zona eleitoral responsável pelo recebimento. quando do processamento dos arquivos de faltosos oriundos da urna eletrônica ou. Comando: automático pelo sistema.Ausência às urnas Finalidade: registrar o não-comparecimento do eleitor às urnas no turno correspondente. com 2) o código FASE 094 será também inativado automaticamente com o processamento de operações de RAE. Efeitos: cancela a inscrição. Data de ocorrência: data da eleição. inseridos em período em que o eleitor tenha menos de setenta ou mais de oitenta anos. do código FASE 167 (cuja data de ocorrência coincida com a do código FASE 094) ou 078 (com data de ocorrência posterior à do código FASE 094) ►167 . 61 . descaracterizando o débito relativo à ausência às urnas. Comando: para inscrições em situação regular. sem que tenha sido justificada a ausência às urnas ou ocorrido o pagamento das multas correspondentes. referente a pleitos consecutivos. Subseção III CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES RELACIONADAS AO EXERCÍCIO DO VOTO ►035 . com o processamento dos comprovantes de votação que permaneceram na folha de votação.

1º Mesário 03 .Auxiliar de transporte 21 . Comando: pela zona eleitoral da inscrição.Coletor de Justificativa 14 . ainda que após o prazo regular para justificativas.Suplente 07 . Não necessita do comando prévio do FASE 442.Auxiliar de Escrutínio 13 . Efeitos: torna inativo o código FASE 442 comandado para o mesmo pleito. quando por eles requerido.Manual de Procedimentos Cartorários 1) O código FASE 167 também poderá ser utilizado para justificar ausência às urnas de eleitores maiores de 70 anos.Auxiliar de serviços eleitorais 17 -Técnico em urna eletrônica 18 . para impedir a cobrança de multa correspondente. no caso de mesários. principalmente os maiores de 80 anos. Complemento: o complemento obrigatório identifica a função para a qual o eleitor foi convocado: 01 .Instrutor 22 . 62 . Pág.Escrutinador 12 .Habilitação para os trabalhos eleitorais Finalidade: identificar o eleitor que foi apontado para auxiliar os trabalhos eleitorais. Data de ocorrência: data da eleição. descaracterizando o débito relativo à ausência aos trabalhos eleitorais.1º Secretário 05 . para inscrição regular ou liberada que tenha o código FASE 183 com a mesma data de ocorrência em seu histórico.Presidente de Junta Eleitoral 08 . Efeitos: registra sugestão de convocação do eleitor para os trabalhos eleitorais ou sua disponibilidade como voluntário. Comando: pela própria zona eleitoral.2º Mesário 04 .Justificativa de ausência/dispensa dos trabalhos eleitorais Finalidade: registrar a apresentação de justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais ou a dispensa concedida pela autoridade judiciária.Supervisor de urna eletrônica 19 .Presidente de Mesa Receptora 02 . Efeitos: gera débito para o eleitor que NÃO comparecer aos trabalhos eleitorais ou NÃO justificar a ausência. ►183 .2º Secretário 06 .Supervisor de Informática 15 .Técnico em Informática 16 .Convocação para os trabalhos eleitorais Finalidade: identificar os eleitores convocados para auxiliar os trabalhos no dia das eleições. Subseção IV CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES RELACIONADAS AOS TRABALHOS ELEITORAIS ►175 .Secretário de Turma Apuradora 11 . que deve estar regular ou liberada.Membro de Junta Eleitoral 10 .Secretário Geral de Junta Eleitoral 09 .Auxiliar de divulgação ►205 .Administrador de prédio 20 . Data de ocorrência: data da eleição.

a data da comunicação pela autoridade militar. pela zona eleitoral à qual estiver vinculada. Efeitos: torna suspensa a inscrição.Manual de Procedimentos Cartorários Comando: pela zona eleitoral da inscrição.Suspensão . inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 043 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. ou automático pelo sistema. 63 . Comando: pela zona eleitoral da inscrição. ou. Observação: 1) possui motivo/forma que especifica se houve ausência (motivo 1) ou abandono (motivo 2) dos trabalhos eleitorais. Subseção V CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE OCORRÊNCIAS ENVOLVENDO DIREITOS POLÍTICOS ►043 . Comando: para inscrição regular ou liberada. que deve estar regular ou liberada. no preenchimento do RAE. Pág. ►280 – Desativação da habilitação para os trabalhos eleitorais Finalidade: retirar a marca de voluntário ou de indicado para os trabalhos eleitorais. Efeitos: inativa o código FASE 205. Data de ocorrência: data da incorporação na organização militar da ativa ou da matrícula em órgão de formação da reserva.conscrito Finalidade: registrar a prestação do serviço militar obrigatório. Efeitos: impede o fornecimento de certidão de quitação. nº /anoórgão/local/UF” Observações: 1) em tempos de paz. se o eleitor tiver sido convocado para compor a mesa receptora de votos ou de justificativas. Data de ocorrência: data da eleição. o desejo do eleitor de auxiliar nos trabalhos eleitorais. e torna inativo o código FASE 175 comandado para o mesmo pleito. quando informado. apenas os eleitores do sexo masculino são compelidos a prestar o serviço militar obrigatório. ►442 . na falta dessas informações. Complemento: documento que comunicou a conscrição no formato “Of. em qualquer situação. que deve estar regular ou suspensa.Ausência aos trabalhos eleitorais ou abandono da função Finalidade: registrar o não-comparecimento do eleitor convocado para os trabalhos eleitorais ou o abandono da função durante a eleição. Data de ocorrência: data da comunicação pelo eleitor de seu desejo de não mais constar como voluntário para os trabalhos eleitorais ou da deliberação sobre a exclusão do eleitor do rol de indicados. Data de ocorrência: data da indicação. Observação: 1) possui motivo/forma que especifica se a habilitação foi voluntária (motivo 1) ou indicada (motivo 2).

Suspensão de direitos políticos Finalidade: registrar a suspensão de direitos políticos. nº/ano-órgão/local/UF”. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. Data de ocorrência: data do trânsito em julgado da sentença (nas hipóteses de condenação criminal e improbidade administrativa).Perda da nacionalidade 2) o motivo/forma 1 do código FASE 329 permanece apenas para consulta. Observações: 1) é possível incluir mais de um código FASE 337 para o mesmo eleitor. no formato “Proc. Efeitos: torna suspensa a situação da inscrição.Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta Pág. data informada na comunicação feita pelo Ministério da Justiça (na hipótese de opção pelo Estatuto da Igualdade entre brasileiros e portugueses) ou data da decretação da suspensão dos direitos políticos (na hipótese de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou recusa da prestação alternativa). nas hipóteses decorrentes do sistema constitucional vigente. ou documento que comunicou a suspensão dos direitos políticos nas hipóteses de opção pelo Estatuto da Igualdade ou do documento que declarou a suspensão. Complemento: número do processo em que houve a condenação criminal. nas hipóteses decorrentes do sistema constitucional vigente. no formato “Port.Incapacidade civil absoluta 2 . Efeitos: cancela a inscrição.Condenação criminal 3 . a declaração da incapacidade civil ou da improbidade administrativa. data da sentença (no caso de incapacidade civil absoluta). acompanhado do nº do processo no Ministério da Justiça. Data de ocorrência: data da publicação do decreto ou da portaria (nas hipóteses de perda da nacionalidade ou de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta anterior à Constituição de 1988) ou do trânsito em julgado da decisão (no caso de cancelamento de naturalização). gera registro de perda de direitos políticos na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. para inscrições regulares. nº /anoórgão/local/UF”. ainda. 64 . no formato “Proc. de (data)”. suspensas ou canceladas. ou. ►329 .Improbidade administrativa 4 .Perda de direitos políticos Finalidade: registrar o cancelamento de inscrição por perda de direitos políticos.Manual de Procedimentos Cartorários 2) O código FASE 043 poderá ser inativado pelo comando do código FASE 370. 2) o motivo/forma identifica a situação ensejadora da suspensão: 1 .Estatuto da Igualdade 5 . Observações: 1) possui motivo/forma que indica a situação que deu ensejo à perda de direitos políticos: 2 . inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 337 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. ►337 . no caso de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta. do processo no qual decretado o cancelamento da naturalização. MJ nº/ano” ou “Dec.Cancelamento de naturalização 3 . Comando: pela Corregedoria-Geral. quando comprovada a cessação do impedimento ou quando se tratar de eleitor diverso. Complemento: identificação da portaria ou do decreto que declarou a perda. inativa os códigos FASE 094 e 442 com data de ocorrência posterior à do código 329 existentes no histórico da inscrição e impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral. para inscrições regulares ou suspensas.

no caso de suspensão de direitos políticos decorrente de condenação criminal. ou número do processo da zona em que foi verificada a homonímia. desde que comprovada a cessação do impedimento correspondente ao registro da suspensão cuja seqüência tiver sido informada no comando do código FASE 370. número do processo de condenação por improbidade administrativa. 65 . número do processo que declarou o fim da interdição. ainda. o fim da opção pelo exercício dos direitos políticos em Portugal ou a verificação de situação de homonímia no caso de inscrição cancelada pelo batimento em agrupamento que envolva suspensão de direitos políticos. De (data)”. Data de ocorrência: data da determinação de regularização da inscrição. quando cessados os motivos geradores da perda ou quando verificado tratar-se de homonímia. O complemento deverá seguir o formato mínimo “Proc.direitos políticos restabelecidos ou 2 . Complemento: portaria ou decreto que ensejou a reaquisição dos seus direitos políticos. 3) O motivo/forma 6 do código FASE 337 permanece apenas para consulta. número do processo da Corregedoria-Geral em que foi verificada a homonímia. na hipótese do motivo/forma 2. Comando: pela própria Corregedoria-Geral. Complemento: número do processo em que foi declarada a extinção da punibilidade. o fim da incapacidade civil absoluta. na hipótese de improbidade administrativa. no formato mínimo “Proc.Regularização – perda de direitos políticos Finalidade: registrar a regularização de inscrição cancelada por perda de direitos políticos. número do documento que comunicou o fim da opção pelo exercício dos direitos políticos em Portugal ou do processo da zona em que foi apreciado o cumprimento dessa condição.eleitor diverso. o código FASE 027. 4) O código FASE 337 poderá ser inativado pelo comando do código FASE 370. ►370 – Cessação do impedimento – suspensão de direitos políticos Finalidade: registrar a extinção da punibilidade. Observações: 1) possui motivo/forma 1 . inativa o registro de perda correspondente na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos e torna regular a inscrição cancelada quando não houver registro de cancelamento por outro motivo. motivo 2. ►353 . art. I. Efeitos: inativa o código FASE 043 respectivo ou o código FASE 337 com a sequência informada ou.Manual de Procedimentos Cartorários 7 . nº/ano-órgão/local/UF” ou “Of. nº/anoCGE”. MJ nº/ano” ou “Dec. motivo/forma 2.Condenação criminal (LC nº 64/90. 1º. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. número do documento que comunicou a regularização da situação militar do eleitor (no caso de recusa ou de conscrição). acompanhado do nº do processo do Ministério da Justiça. Observações: 1) o código FASE 370 deverá ser comandado para cada uma das ocorrências indicadoras de suspensão de direitos políticos registradas no histórico do Pág. ou. da portaria ou da decisão. que deverá estar em situação suspensa ou cancelada pelo código 027. para inscrições canceladas pelos códigos FASE 329 ou 027 com motivo/forma 1.nº/ano-órgão/local/UF”. Data de ocorrência: data do decreto. Efeitos: inativa o registro de perda de direitos políticos (FASE 329) ou de cancelamento pelo código FASE 027. motivo/forma 1. o cumprimento da pena. e) 8 – Condenação criminal eleitoral. o fim do cumprimento do serviço militar obrigatório ou a regularização da situação daqueles que se recusaram a cumpri-lo. no formato mínimo “port.

nº/ano-órgão/local/UF”. ou indicação do documento que comunicou a inelegibilidade. Efeitos: impede o fornecimento de certidão de quitação eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários eleitor. Observação: 1) o código FASE 540 também deve ser comandado após o cumprimento ou extinção da pena relativa à condenação criminal de que trata a Lei Complementar nº 64/90. 1º. no formato “Proc. no formato “Of. nº/ano-órgão/local/UF”. data do respectivo trânsito em julgado. no formato “Of. e. 3) possui motivo/forma que indica se o caso trata de extinção da causa de restrição (motivo 1) ou de eleitor diverso (motivo 2). ou número do processo criminal cuja condenação ensejou a inelegibilidade por três anos após o cumprimento da pena. data do respectivo trânsito em julgado. Comando: pela zona eleitoral para inscrição em qualquer situação em cujo histórico exista código FASE 540 em situação ativa. A regularização da inscrição só se dará quando for inativado o último registro de suspensão ou de cancelamento (no caso do 027. Pág. por situação prevista na Lei Complementar nº 64/90. art. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. I. Efeitos: inativa o registro de inelegibilidade (código FASE 540). Data de ocorrência: data da decisão que ensejou o restabelecimento da elegibilidade ou.Restabelecimento da elegibilidade Finalidade: identificar a cessação dos motivos que ocasionaram a inelegibilidade. ►558 . motivo 2) existente no histórico do eleitor e não existir registro de código FASE 019 ou 329 em situação “ativo” no histórico. Data de ocorrência: data da decisão que ensejou a inelegibilidade e. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. ou indicação do documento que ensejou/comunicou a cessação dos motivos da inelegibilidade. 2) O Sistema ELO alertará sobre a existência de código FASE 540 em situação “ativo” quando do requerimento de operações de RAE. Subseção VI CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE OCORRÊNCIAS RELATIVAS A ELEGIBILIDADE ►540 . tão logo extinta a causa de suspensão ou verificada a ocorrência de homonímia no agrupamento de inscrições atualizado automaticamente pelo sistema ao fim do prazo para exame.Inelegibilidade Finalidade: identificar inscrição de pessoa considerada inelegível. nº/anoórgão/local/UF”. Complemento: número do processo em que foi determinada a anotação da inelegibilidade. 2) o comando do código FASE 370 ensejará tão-somente a inativação do código FASE 337 ou 043 ou 027 correspondente. a serem identificados no cadastro com o registro do código FASE 370. no formato mínimo “Proc. 66 . Comando: pela zona eleitoral para inscrição em qualquer situação. Complemento: número do processo em que foi determinada a anotação da inelegibilidade. nº/ano-órgão/local/UF”.

Comando: pela zona eleitoral para inscrições em situação regular. em se tratando de comando equivocado. Observação: 1) possui motivo/forma que identifica se a quitação se deu mediante recolhimento de multa ou não: 1 . a Justiça Eleitoral tomar conhecimento de óbito de eleitor. Complemento: indicação do documento que comunicou o óbito ou do processo em que foi determinado o comando. no formato “Of. Pode. 3) Deve ser comandado uma única vez. Complemento: o complemento é gerado automaticamente pelo sistema e informa a zona eleitoral responsável pelo registro. para inscrição em situação regular ou liberada. 67 .Recolhimento 2 .Cancelamento . restabelecida pelo código FASE 361. nº/ano-ZE/UF”. 264 e 442). Efeitos: torna cancelada a inscrição.Quitação de multa Finalidade: registrar quitação de todos os débitos pecuniários existentes no histórico do eleitor. ou ainda. Comando: pela zona eleitoral perante a qual foi quitado o débito.falecimento Finalidade: registrar a ocorrência de falecimento de eleitor. em cujo histórico conste código FASE que informe a existência de débito (094. Data de ocorrência: data do óbito. nº/ano-órgão/local/UF” ou “Proc. por meio de convênio com o INSS.504/97. Subseção VIII CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA REGISTRO DE QUITAÇÃO DE MULTA ►078 . pois inativa todos os débitos existentes no histórico da inscrição com data anterior à data de ocorrência consignado para o FASE 078. suspensa ou cancelada. no formato fornecido pelo INSS. também.Dispensa de recolhimento 2) o motivo 2 não poderá ser utilizado para multas decorrentes da aplicação da Lei nº 9. Observação: 1) inscrição cancelada pelo código FASE 019 poderá ser regularizada pelas operações de revisão ou transferência. no caso de cancelamento pelo sistema. Pág. Data de ocorrência: data da quitação (por recolhimento da multa ou dispensa de seu recolhimento). Efeitos: inativa os códigos FASE que registram débito pecuniário para o eleitor (códigos FASE 094. ou. 264 e 442) em situação ativa e com data de ocorrencia anterior à da quitação. ser comandado automaticamente pelo sistema quando.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção VII CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA REGISTRO DE FALECIMENTO ►019 .

para inscrição regular ou suspensa. Comando: pela zona eleitoral da inscrição.Gêmeo Finalidade: identificar o eleitor que comprovou ser gêmeo. o histórico de FASE deve ser atentamente analisado. 68 . Comando: pela própria zona eleitoral. Complemento: indicação do processo em que foi determinado o restabelecimento da inscrição. ►256 . com o objetivo de verificar a existência de registro de suspensão (FASEs 043 e 337) em situação ATIVO. Data de ocorrência: data da determinação do restabelecimento. na hipótese de comando automático. Subseção X CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA REGISTRO DE SITUAÇÕES ESPECIAIS ►248 . Pág.Homônimo Finalidade: identificar o eleitor que comprovou a existência de homônimo. os códigos FASE 019.Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Finalidade: restabelecer inscrição para a qual tenham sido comandados.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção IX CÓDIGO FASE UTILIZADO PARA RESTABELECIMENTO DE INSCRIÇÃO ►361 . Data de ocorrência: data da determinação da anotação. 469 ou 450. nº/ano-ZE/UF”. a inscrição com o código FASE 248 permanece com a situação liberada até decisão do agrupamento. 035 e 329 não poderão ser restabelecidas pelo código FASE 361. pela zona eleitoral da inscrição ou automaticamente pelo sistema quando informada a condição de gêmeo no RAE. no formato “Proc. Data de ocorrência: data da determinação de anotação ou do preenchimento do RAE. para que não seja impedido de votar caso se veja agrupado em coincidência. Efeitos: no caso de envolvimento em duplicidade ou pluralidade. Comando: para inscrições regulares e suspensas. Efeitos: torna regular a inscrição e inativa o código FASE de cancelamento comandado equivocadamente. assim como aquelas cujos cancelamentos não tenham sido decorrentes de comando equivocado. 2) antes do comando do código FASE 361. uma vez que o processamento do código FASE 361 torna a inscrição regular. por equívoco. Efeitos: no caso de envolvimento em duplicidade ou pluralidade. a inscrição com o código FASE 256 permanece com a situação liberada até decisão do agrupamento. Observação: 1) inscrições canceladas pelos códigos FASE 027. para que não seja impedido de votar caso se veja agrupado em coincidência.

Manual de Procedimentos Cartorários ►396 . Observação: 1) o código FASE 485 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente.Outros 4 . Efeitos: passa a registrar como ativos os códigos FASE 094 e 442 comandados posteriormente. sem o preenchimento de RAE. Comando: pela Corregedoria-Geral. pela CGE. inclusive os anteriores à data da comunicação da deficiência. Efeitos: em caso de levantamento de irregularidades.Procedimento CGE Finalidade: identificar inscrições em cujos históricos de RAE/FASE foram promovidas alterações. Pág. para inscrição regular ou liberada. 1 .Retificação/comprovação de dados pessoais Finalidade: anotar a comprovação de dados pessoais considerados inválidos ou consignar a retificação desses dados diretamente pela Corregedoria-Geral no cadastro. 69 . ►604 . Data de ocorrência: data da determinação do comando ou do documento CRE que encaminhou listagem (Provimento nº 1/2003-CGE). e inativa o código FASE 396 existente com data de ocorrência anterior à do 299. Observação: 1) tem motivo/forma que identifica o tipo de deficiência. em caráter excepcional. o cartório eleitoral deverá analisar a necessidade de cobrança de débitos anteriores à deficiência que impediu o exercício do voto. ►485 . Efeitos: faz com que eventual registro de FASE 094 e 442 permaneçam na situação INATIVO (somente quando o motivo/forma for 4).Deficiência de locomoção 3 . para inscrição em situação regular ou liberada. 3) é permitido incluir mais de um código 396 para o eleitor. permite identificar situações já examinadas anteriormente. Data de ocorrência: data da comunicação da reabilitação ao cartório eleitoral.Deficiência visual 2 . Em razão disso. 299 – Cessação de deficiência Finalidade: identificar eleitor reabilitado de deficiência registrada por meio de código FASE 396. Complemento: número do processo CGE em que foi determinada a alteração de dados. no formato “Of.Dificuldade para o exercício do voto 2) apenas o motivo/forma 4 inibe a geração de débito por ausência às urnas. nº /ano-CRE/UF”. à exceção dos comandos ordinários dos códigos FASE 329 e 353. caso o eleitor deixe de exercer o voto ou apresentar justificativa de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais. Data de ocorrência: data da comunicação da deficiência. no formato “Proc nº/ano-CGE” ou do documento CRE que encaminhou a listagem. Comando: pela zona eleitoral do eleitor. com motivos diversos. Comando: pela própria zona eleitoral.Portador de deficiência Finalidade: identificar eleitor deficiente para que possa ser providenciado local adequado para o voto ou inibida a geração de débito por ausência às urnas.

Data de ocorrência: data da determinação. Data de ocorrência: data do trânsito em julgado da decisão de aplicação de multa.Multa Eleitoral Finalidade: registrar a aplicação de multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral e da Lei nº 9. Complemento: a indicação do processo em que foi aplicada a sanção. Complemento: a indicação do processo em que foi determinada a providência. em caráter excepcional. Comando: pela Corregedoria-Geral. a comunicação deverá ser encaminhada à zona eleitoral da inscrição para comando do respectivo FASE. pelas CREs.504/97. no formato “Proc. Pág. ou de alistamento intempestivo. Observação: 1) o código FASE 302 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente. pela zona eleitoral que aplicou a multa para inscrições ou pela zona onde é cadastrado o eleitor. à exceção daquelas de natureza criminal ou decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais. tais como exclusão de códigos FASE e reversão de operações realizadas por equívoco. no formato mínimo “Proc nº/ano-CRE/UF”. 70 .504/9 3) ao comandar o código FASE 264 deverá ser informado o valor da multa. ►264 . 2) possui motivo/forma que indica a norma violada: 1-Código Eleitoral 2-Lei nº 9. nº/ano-CGE”. Efeitos: impede a obtenção de certidão de quitação eleitoral. possibilitando a cobrança em qualquer zona eleitoral procurada pelo eleitor devedor. além de permitir a identificação do servidor que procedeu à alteração direta no sistema. Data de ocorrência: data da determinação. no formato “Proc nº/ano-órgão/local/UF”. Comando: para inscrições em qualquer situação. Observação: 1) o código FASE 485 deverá ser comandado mais de uma vez quando o processo em que foi determinada a nova alteração for diferente. Complemento: a indicação do processo em que foi determinada a providência. caso a multa tenha sido aplicada no âmbito do TRE ou do TSE.Manual de Procedimentos Cartorários Efeitos: possibilita a averiguação de situações que demandaram providências excepcionais pela Corregedoria-Geral. ►302 – Procedimento CRE Finalidade: identificar inscrições em cujos complementos de código FASE foram promovidas alterações. Observação: 1) quando a multa eleitoral for aplicada por tribunal regional ou pelo Tribunal Superior Eleitoral. que têm código FASE próprio (094 e 442). Comando: pela corregedoria regional correspondente à inscrição. Efeitos: permite a identificação do servidor que procedeu à alteração direta no sistema.

o código FASE 230 será inativado automaticamente pelo sistema. Data de ocorrência: data da eleição. Comando: para inscrições regulares. para inscrições em qualquer situação.Cancelamento . Comando: automático pelo sistema com base nas informações do SPCE -Sistema de Prestação de Contas Eleitorais. ou restabelecimento. pela zona eleitoral. Data de ocorrência: data da eleição.sentença de autoridade judiciária (vide subseção II) ►469 .Cancelamento .Manual de Procedimentos Cartorários Subseção XI CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA ANOTAÇÃO RELATIVA A PRESTAÇÃO DE CONTAS ►230 . ou. caso não tenha sido comandado o código FASE 272 para o mesmo pleito. excepcionalmente. autorizando a emissão de certidão de quitação. por qualquer zona eleitoral do município da inscrição. ►272 . 71 . Efeitos: cancela a inscrição e torna exigível a comprovação do domicílio para a sua regularização (através de operação 3 ou 5. caso não haja outro débito no histórico do eleitor. Subseção XII CÓDIGOS FASE UTILIZADOS PARA CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO POR DECISÃO JUDICIAL ►450 . este apenas no caso de Pág. Observação: 1) possui motivo/forma que indica a duração do mandato correspondente ao cargo ao qual era candidato: 1-mandato de 4 anos 2-mandato de 8 anos 2) ao final do prazo indicado no campo motivo/forma. Efeitos: impede a obtenção de certidão de quitação eleitoral durante o período do mandato correspondente ao cargo a que concorria. 3) O Sistema ELO alertará sobre a existência de código FASE 230 em situação “ativo” quando do requerimento de operações de RAE.Omissão na prestação de contas Finalidade: identificar candidatos que deixaram de prestar contas de suas campanhas eleitorais.revisão de eleitorado Finalidade: registrar o cancelamento de inscrição por motivo de não-comprovação de domicílio no processo de revisão de eleitorado. Efeitos: inativa o código FASE 230.Regularização de prestação de contas Finalidade: registrar a prestação de contas de candidato que não o fez no prazo previsto na legislação. suspensas ou canceladas.

264. após a homologação do processo revisional pelo tribunal regional.” (ponto) ou “. 167. “’” (apóstrofo). 337. Complemento: indicação do processo em que foi determinado o cancelamento da inscrição no formato “Proc.” (vírgula).Manual de Procedimentos Cartorários comando equivocado) e inativa os códigos FASE 094 e 442 existentes no histórico da inscrição com data de ocorrência posterior à do 469. 337. Código de Erro: 111 . o sistema exige a informação sobre o município cujo eleitorado foi revisado. 183. 337. 442. e) Se o eleitor estiver envolvido em coincidência. 361. 264. a) Se o FASE exigir complemento (019. c) Se estiver com data de ocorrência inválida (ex: se a data estiver vazia) ou com data de ocorrência superior à data do sistema. 540 e 558. 183.Data de ocorrência inválida. 540 ou 558) e este estiver preenchido com caractere que não seja um dos seguintes: “A” a “Z”. “. 043. Pág. 264. e 604. Exceções: FASE 264. 205. 353. g) Se existirem no mesmo movimento dois códigos FASE iguais. 469. 396. Código de Erro: 119 . 396 e 442. nº/ano-órgão/UF”. “0” a “9”. Exceções: FASE 078. 043. 230. 167. 450. 72 . O novo FASE não é aceito nas hipóteses a seguir especificadas: a) Se já existir o mesmo código FASE cadastrado para o eleitor com a mesma data. 2) O restabelecimento de inscrição cancelada pelo código FASE 469 só poderá ocorrer após comprovação de domicílio.Eleitor em coincidência não pode receber este FASE. b) Se possuir data de ocorrência anterior à data de domicílio do eleitor no município. Observação: 1) ao ser digitado o código FASE. Código de Erro: 119 . Data de ocorrência: data da homologação do processo revisional pelo TRE. “/” (barra). Exceções: FASE 078. 183.FASE já cadastrado. Comando: pela zona eleitoral da inscrição. 302. Código de Erro: 109 . Seção IV PROCESSAMENTO DOS CÓDIGOS FASE PELO SISTEMA Subseção I CRÍTICAS GENÉRICAS 9. desde que pertencente a um mesmo município. 329. 370. Exceção: FASE 183 (apenas em relação à data superior à do sistema). para o mesmo eleitor e com a mesma data de ocorrência. no último caso. para inscrições regulares ou canceladas (à exceção de cancelamento pelo código FASE 450).FASE deve ser comandado pela zona do eleitor.Data de ocorrência inválida. 094. d) Se não for comandado pela zona onde é inscrito o eleitor. “-” (traço). Código de Erro: 102 . 175. Código de Erro: 106 – Complemento deve ser preenchido corretamente. “ ” (espaço em branco). 264 e 272. Exceções: FASE 019. 370.

como os elencados abaixo: 051 .Mantida liberada .566 . Código de Erro: 117 . como os elencados abaixo: .FASE repetido no movimento.maior de 70 anos. 132 . 329 (1) . 434 .Cancelamento .inscrição irregular. 159 .menor. 337 (6) .485 .Manual de Procedimentos Cartorários Código de Erro: 121 .Duplicidade/pluralidade . 086 .Desfiliado.Votou em separado.Eleito para o cargo de. 221 . Código de Erro: 103 .Cancelamento .Regularização .Cancelamento .Duplicidade/pluralidade . 124 .duplicidade/pluralidade.Data de nascimento validada.outros. 140 .353 . 345 – Regularização – suspensão de direitos políticos.motivo 1 revisão de eleitorado. . 213 . . .329 .duplicidade/pluralidade. 582 . 116 .Cancelamento . j) Se ele for de comando exclusivo da CGE.FASE inválido.Inserida na base histórica.motivo/forma 1 – recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta. . 310 .Votou fora da seção.Liberação de coincidência .FASE não pode ser comandado pela zona.transferência. . 507 . Código de Erro: 103 . 418 .FASE não pode ser comandado pela zona.Cancelamento automático pelo sistema . Código de Erro: 103 . 574 .Revertida da base histórica.Filiado a partido político.Cancelamento .Regularização . 477 .inscrição irregular.interdição.302 . i) Se ele for gerado automaticamente pelo sistema.perda de direitos políticos . 450 (1) .perda de direitos políticos.Retificação/comprovação de dados pessoais.Regularização . h) Se ele for apenas de consulta.cancelamento por sentença de autoridade judiciária .falha atribuída à Justiça Eleitoral. 060 . como os elencados abaixo: 027 .Cancelamento .Cancelamento . 73 . Pág. 493 .Procedimento CRE.incapacidade física.liberação por falha da Justiça Eleitoral. 035 .604 .FASE não pode ser comandado pela zona.sentença de autoridade judiciária competente.Cancelamento – estrangeiro.Perda de direitos políticos.inscrição liberada. k) Se o código informado não corresponder a um dos códigos FASE previstos.Procedimento CGE. 108 .Regularização automática pelo sistema . 191 .inscrição não liberada. 523 .motivo/forma 6 .suspensão de direitos políticos . 400 .Cancelamento .ausência às urnas por três eleições consecutivas.homônimo/cessação do impedimento.

Motivo do FASE não cadastrado .se o FASE 264 existente no histórico da inscrição tiver motivo/forma 2 e o FASE 078 também tiver motivo/forma 2. Erro 121 . Pág.Manual de Procedimentos Cartorários Subseção II CRÍTICAS ESPECÍFICAS 10. um código FASE 442 (ausência aos trabalhos eleitorais) ou um código264 (multa eleitoral).ocorre se o eleitor já possui um código FASE 078 na data informada. Erro 127 .FASE repetido no movimento . duas ou mais vezes no mesmo movimento. Erro 136 – Data de ocorrência incompatível com a situação “Conscrito” – ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 17 anos.se for informado um motivo diferente de 1 (Recolhimento) ou 2 (Dispensa de recolhimento).Complemento deve ser preenchido corretamente . para que o eleitor possa receber um código FASE 078 é necessário que ele tenha um código FASE 094 (ausência às urnas).Sexo incompatível com a situação “Conscrito” ..FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . independentemente da situação. independentemente da data de ocorrência. Erro 106 . independentemente da data de ocorrência..ou seja.FASE repetido no movimento . 74 .FASE já cadastrado .ocorre quando o código FASE foi digitado. Erro 110 .ocorre quando o código FASE foi digitado para pessoa do sexo feminino.FASE já cadastrado . que deverão ser comandados anteriormente ao 078. Erro 135 .conscrito Erro 113 . ►FASE 094 . Erro 137 – Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência coincide com a data da eleição e o motivo/forma do código FASE 078 é 2 – dispensa de recolhimento. Erro 121 . ►FASE 078 .falecimento Erro 109 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Recolhimento de multa da Lei 9.Ausência às urnas Erro 122 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 094 na data informada. independentemente da situação.FASE já cadastrado . ►FASE 043 . Erro 131 .Suspensão . Erro 104 .data de ocorrência inferior à da última movimentação. para o mesmo eleitor.Complemento deve ser preenchido corretamente – ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. Erro 105 .504/97 não pode ser dispensado .Cancelamento . Erro 109 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 019 ativo no seu histórico. Erro 106 . Erro 109 .Quitação de multa Erro 122 . Em algumas situações a crítica gera erro específico para cada um dos códigos FASE utilizados atualmente: ►FASE 019 .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre quando o código FASE foi digitado. para o mesmo eleitor.

Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. Erro 109 .Membro de Junta Eleitoral 10 .ocorre quando o código FASE foi digitado.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.ocorre se o eleitor já possui um código FASE 205. Erro 109 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 167 na data informada. para o mesmo eleitor.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. Erro 138 .se informado motivo diferente de 1 (mandato de 4 anos) ou 2 (mandato de 8 anos).1º Secretário 05 . para que o eleitor possa receber um FASE 175 é necessário que ele tenha um código FASE 183 (Convocação para os trabalhos eleitorais) com a mesma data de ocorrência.Omissão na prestação de contas Erro 104 . Erro 105 .Presidente de Mesa Receptora 02 . Erro 121 .Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. ►FASE 248 .FASE dependente de um código FASE que não está cadastrado .Justificativa de ausência às urnas Erro 132 . Erro 110 .Justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais Erro 122 .Eleitor cancelado pelo FASE 329 não pode receber este FASE.Técnico em urna eletrônica 18 . independentemente da situação. Erro 105 .Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos. cadastrado na data informada.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.FASE já cadastrado .Coletor de Justificativa 14 .Secretário de Turma Apuradora 11 – Escrutinador 12 . Pág.Auxiliar de Escrutínio 13 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 230. Erro 129 .Supervisor de Informática 15 .ocorre quando o complemento está com um valor que não corresponde a um código identificador de uma função eleitoral.Auxiliar de divulgação ►FASE 205 .Presidente de Junta Eleitoral 08 .Administrador de prédio 20 .Auxiliar de serviços eleitorais 17 .Secretário-Geral de Junta Eleitoral 09 . independentemente da data de ocorrência.Instrutor 22 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 248.Supervisor de urna eletrônica 19 . ►FASE 230 .Eleitor suspenso não pode receber este FASE.ou seja. independentemente da situação.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. As funções eleitorais e seus códigos são: 01 .Complemento deve ser preenchido corretamente . duas ou mais vezes no mesmo movimento.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Manual de Procedimentos Cartorários ►FASE 167 .Auxiliar de transporte 21 .2º Mesário 04 .FASE já cadastrado . independente da data de ocorrência.Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE. 75 . Erro 105 .Suplente 07 . Erro 113 .Convocação para auxiliar trabalhos eleitorais Erro 122 .FASE já cadastrado . ►FASE 183 .FASE repetido no movimento .FASE já cadastrado .1º Mesário 03 .Homônimo Erro 109 . Erro 109 .Motivo do FASE não cadastrado .2º Secretário 06 .Técnico em Informática 16 . independentemente da data de ocorrência. Erro 105 . ►FASE 175 .Indicação para os trabalhos eleitorais Erro 122 . Erro 106 .

independentemente da data de ocorrência. ►FASE 299 . Erro 106 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.ocorre quando um código FASE 299 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 396. duas ou mais vezes no mesmo movimento. Erro 121 . Erro 106 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 299 ativo no seu histórico. Erro 110 .FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . Erro 139 – Data de ocorrência incompatível com a situação . independentemente da situação ou da data de ocorrência.Complemento deve ser preenchido corretamente .FASE já cadastrado . independentemente da data de ocorrência. independentemente da data de ocorrência.ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos.FASE repetido no movimento . ►FASE 256 . Erro 139 – Data de ocorrência incompatível com a situação .Cessação da deficiência Erro 109 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 256.Complemento deve ser preenchido corretamente . Erro 105 – Data de ocorrência deve ser uma data de eleição.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. ►FASE 272 .Motivo do FASE não cadastrado .se informado motivo diferente de 1 (Código Eleitoral) ou 2 (Lei nº 9.504/97). independentemente da data de ocorrência.ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos.ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE dependente de um FASE que não está cadastrado .FASE repetido no movimento . duas ou mais vezes no mesmo movimento. Erro 122 .ocorre quando o código FASE foi digitado. para o mesmo eleitor.Regularização de prestação de contas Erro 133 . Erro 106 .Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE.Eleitor deve estar regular ou suspenso para receber este FASE. duas ou mais vezes no mesmo movimento.FASE repetido no movimento .Multa Eleitoral Erro 104 . para o mesmo eleitor.Suspensão de direitos políticos Erro 113 . ►FASE 280 – Desativação da habilitação para os trabalhos eleitorais Erro 121 . para o mesmo eleitor. Pág. Erro 121 .FASE deve ser comandado por zona do município. Erro 110 – FASE depende de um código FASE que não está cadastrado.ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre quando o código FASE foi digitado. Erro 113 . para o mesmo eleitor. Erro 110 .FASE repetido no movimento . ►FASE 337 .ocorre quando um código FASE 280 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 205. 76 . ►FASE 264 .Manual de Procedimentos Cartorários Erro 121 .Gêmeo Erro 109 .Complemento deve ser preenchido corretamente .ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE já cadastrado .

suspensão de direitos políticos Erro 128 .ocorre quando a data de ocorrência informada é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos (para os motivos/formas 2 a 8) ou coincide com a data de digitação (para os motivos/formas 1 a 7).Cessação da causa de impedimento .ocorre quando o código FASE foi digitado. 337 .Eleitor deve estar cancelado para receber este FASE.Complemento deve ser preenchido corretamente . Erro 110 . I. 4 (Estatuto da Igualdade). 2 (Deficiência de Locomoção).Eleitor deve possuir um FASE de cancelamento. Erro 104 . Erro 107 . Pág.se for informado um motivo diferente de 1 (Incapacidade civil absoluta). Erro 108 .FASE repetido no movimento . art.Suspensão – conscrito. Erro 140 – Data de ocorrência incompatível com a situação .019 . independentemente da data de ocorrência.469 .FASE repetido no movimento . .Motivo do FASE não cadastrado .Eleitor regular não pode receber este FASE. Erro 123 . ►FASE 361 . ►FASE 396 . 3 (Improbidade administrativa).ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. 3 (Outros) ou 4 (Dificuldade para o exercício do voto).FASE dependente de um código FASE que não está cadastrado . duas ou mais vezes no mesmo movimento. 5 (Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta) ou 7 (Condenação criminal .450 . duas ou mais vezes no mesmo movimento.ocorre quando o eleitor recebe um código FASE 370 sem possuir um dos códigos FASE a seguir: 043 . 1º.Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE. para o mesmo eleitor. Erro 135 – Data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência é inferior à da última movimentação.se for informado um motivo diferente de 1 (Deficiência Visual).revisão de eleitorado.ocorre quando o código FASE foi digitado.ocorre quando o código FASE foi digitado. duas ou mais vezes no mesmo movimento.FASE repetido no movimento .Motivo do FASE não cadastrado .LC nº 64/90. Erro 121 .Cancelamento .Cancelamento – falecimento. 2 (Condenação criminal). Erro 106 . Erro 139 – data de ocorrência incompatível com a situação – ocorre quando a data de ocorrência é inferior àquela em que o eleitor completa 15 anos. 77 . e).Eleitor possui FASE de cancelamento que não pode ser restabelecido – ocorre quando se tenta restabelecer uma inscrição que foi cancelada por um código FASE que não admite restabelecimento. para o mesmo eleitor. ►FASE 370 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com documento de origem.Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Erro 130 . independentemente da data de ocorrência.sentença de autoridade judiciária. independentemente da data de ocorrência.Cancelamento . Erro 121 . Erro 121 . para o mesmo eleitor.Suspensão de direitos políticos. Somente poderão ser restabelecidas pelo código FASE 361 as inscrições canceladas pelos códigos FASE: .Portador de deficiência Erro 122 . Erro 106 .Eleitor deve estar suspenso.Manual de Procedimentos Cartorários Erro 104 .Complemento deve ser preenchido corretamente . .

►FASE 558 – Restabelecimento da elegibilidade Erro 106 . Erro 125 .Município inexistente . Erro 109 .Ocorre quando é digitado um código FASE 469 e é informado um município que não corresponde ao município do eleitor. ►FASE 450 .Complemento deve ser preenchido corretamente .Ausência aos trabalhos eleitorais Erro 122 .Eleitor deve estar regular ou liberado para receber este FASE.Complemento deve ser preenchido corretamente . 3 (Duplicidade ou pluralidade) ou 4 (outros).FASE repetido no movimento . Erro 121 . duas ou mais vezes no mesmo movimento. para o mesmo eleitor.Ocorre quando é digitado um código FASE 469 e é informado um município inexistente. duas ou mais vezes no mesmo movimento.Data de ocorrência deve ser uma data de eleição. Erro 110 .FASE já cadastrado .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.FASE dependente de um FASE que não está cadastrado . Erro 121 . Erro 121 .Cancelamento . Erro 121 .Eleitor não pertence ao município da revisão . ►FASE 540 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem. ►FASE 469 . independentemente da data de ocorrência.ocorre quando o código FASE foi digitado. independentemente da data de ocorrência. Pág. para o mesmo eleitor.FASE já cadastrado .Cancelamento .ocorre quando o código FASE foi digitado. para o mesmo eleitor. Erro 104 .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.ocorre se o eleitor já possui um código FASE 469 ativo no seu histórico.Inelegibilidade Erro 106 . para o mesmo eleitor.ocorre quando o código FASE foi digitado.FASE dependente de um FASE que não está cadastrado .FASE repetido no movimento .ocorre quando um código FASE 558 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 540. Erro 106 .data de ocorrência incompatível com a situação .Complemento deve ser preenchido corretamente . Erro 106 .ocorre se o eleitor já possui um código FASE 450 ativo no seu histórico.ocorre quando a data de ocorrência é inferior àquela em que o eleitor completa 18 anos.Manual de Procedimentos Cartorários ►FASE 442 . 78 .ocorre quando um código FASE 442 está sendo comandado para o eleitor sem que ele tenha um código FASE 183 na mesma data de eleição.sentença de autoridade judiciária Erro 109 .se for informado um motivo diferente de 2 (Estrangeiro). duas ou mais vezes no mesmo movimento.Revisão de eleitorado Erro 129 . Erro 110 .ocorre quando o código FASE foi digitado. independentemente da data de ocorrência. duas ou mais vezes no mesmo movimento.Complemento deve ser preenchido corretamente .ocorre sempre que o complemento está em branco quando deveria estar preenchido com o documento de origem.FASE repetido no movimento . Erro 105 . independentemente da data de ocorrência. Erro 138 .FASE repetido no movimento .eleitor suspenso não pode receber este FASE. Erro 005 .Motivo do FASE não cadastrado .

Suspensão de direitos políticos 3. 2. Duplicidade/Pluralid ade sem marca de direitos políticos Inexistente Inexistente Data da finalização do processamento das decisões das coincidências pela SI/TSE Sistema Data prevista no cronograma específico Sistema Inexistente Documento de origem: Nº/ano da comun-órgão/local/UF Obrigatório 078 Quitação de multa 1. 035 043 Cancelamento ausência às urnas por três eleições consecutivas Suspensão Conscrito Perda de direitos políticos 2. 086 094 167 175 Regularização automática pelo sistema duplicidade/pluralid ade Ausência às urnas Justificativa de ausência às urnas Justificativa de ausência aos trabalhos eleitorais Convocação para os trabalhos eleitorais Recolhimento Dispensa de recolhimento Inexistente Zona Eleitoral que determinou o comando Obrigatório Inexistente Data da incorporação na organização militar da ativa ou da matrícula em órgão de formação da reserva Data da quitação ZE ZE Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Data da finalização do Sistema processamento das decisões das coincidências pela SI/TSE Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a Data da eleição ZE/Sistem a 183 Inexistente 01 – Presidente de Mesa Receptora 02 – 1º Mesário 03 – 2º Mesário 04 – 1º Secretário 05 – 2º Secretário 06 – Suplente 07 – Presidente da Junta Eleitoral 08 – Secretário Geral da Junta Eleitoral 09 – Membro da Junta Eleitoral 10 – Secretário de Turma Apuradora 11 – Escrutinador 12 – Auxiliar de Escrutínio 13 – Coletor de Justificativa 14 – Supervisor de Informática 15 – Técnico em Informática Pág.Manual de Procedimentos Cartorários Seção V TABELA DE CÓDIGOS FASE FASE 019 DESCRIÇÃO Cancelamento Falecimento MOTIVO / FORMA Inexistente COMPLEMENTO Documento de origem: Nº/ano do proc.-ZE/UF Nº/ano com.órgão/local/UF Informação do INSS Obrigatório Inexistente DATA DE OCORRÊNCIA Data do óbito ORIGEM ZE/Sistem a 027 Cancelamento automático pelo sistema duplicidade/pluralid ade 1. 79 .

art.. 2. mandato de 4 anos 2. Código Eleitoral 2.Voluntário 2. Perda da nacionalidade Documento de origem: Nº/ano do proc CRE/UF Documento de origem: Nº da portaria ou decreto Nº do proc. na hipótese de opção pelo Estatuto da Igualdade entre ZE ZE 302 329 Inexistente 1.Indicado Inexistente Data da indicação Data da eleição ZE Sistema Inexistente Data da decisão ZE 256 Gêmeo Inexistente Inexistente 264 272 Multa eleitoral Regularização de prestação de contas Desativação da habilitação p/ os trabalhos eleitorais 1.I. . Condenação criminal (LC 64/90.-órgão/UF Inexistente Data do RAE em que foi declarada essa condição ou da decisão Data do trânsito em julgado da sentença Data da eleição ZE ZE ZE 280 Inexistente Inexistente 299 Cessação da deficiência Procedimento da CRE Perda de direitos políticos Inexistente Inexistente Data da comunicação do eleitor ao cartório eleitoral ou da deliberação sobre a exclusão do eleitor do rol de indicados Data da comunicação da reabilitação ao cartório eleitoral Data da determinação Data da publicação do decreto ou da portaria (nas hipóteses de perda da nacionalidade ou de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta anterior à Constituição Federal de 1988) ou do trânsito em julgado da decisão (no caso de cancelamento de naturalização) Data do trânsito em julgado da sentença.504/97 Inexistente Documento de origem: Nº/ano do proc. 2. Lei nº 9. 5./anoórgão/local/UF Obrigatório CRE Sistema 337 Suspensão de direitos políticos 1. 8.e) Condenação criminal eleitoral Documento de origem: Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano do documento que comunicou a opção (motivo 4) Nº/ano do documento que declarou a suspensão (motivo 5) Obrigatório ZE Pág. 6.. 7. Data da sentença. mandato de 8 anos Inexistente 16 – Auxiliar de serviços eleitorais 17 – Técnico em urna eletrônica 18 – Supervisor de urna eletrônica 19 – Administrador de prédio 20 – Auxiliar de transporte 21 – Instrutor 22 – Auxiliar de divulgação Obrigatório 1.Manual de Procedimentos Cartorários 205 230 248 Habilitação para trabalhos eleitorais Omissão na prestação de contas Homônimo Inexistente 1. Incapacidade civil absoluta Condenação criminal Improbidade administrativa Estatuto da Igualdade Recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta .Data informada na comunicação feita pelo Ministério da Justiça. 80 . 3. nas hipóteses de incapacidade civil absoluta . 1º. 4. Cancelamento da naturalização 3.. nas hipóteses de condenação criminal e improbidade administrativa..

na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. Eleitor diverso 1.nº/ano da com.Nº/ano processo-órgão/UF Obrigatório Documento de origem: Nº/ano processo -CGE/UF Obrigatório Documento de origem: Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano da comunicaçãoórgão/local/UF Obrigatório Data da determinação Sistema ou do documento/CRE que encaminhou a listagem (Prov. Deficiência visual 2. . Dificuldade para o exercício do voto Inexistente Data da determinação de regularização da inscrição Data da comunicação ZE 396 ZE 418 442 450 Duplicidade/ pluralidade inscrição nãoliberada Ausência aos trabalhos eleitorais ou abandono da função Cancelamento sentença de autoridade judiciária Cancelamento – revisão de eleitorado Retificação/ comprovação de dados pessoais . nº 1/03CGE) Data da decisão Sistema 507 540 Regularização Inexistente homônimo/cessaçã o do impedimento Inelegibilidade Inexistente Data da decisão Sistema Data da decisão que ensejou a inelegibilidade e.. 469 . Estrangeiro Duplicidade/pluralid ade 4.Manual de Procedimentos Cartorários 353 Regularização perda de direitos políticos Restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco Cessação de impedimento – suspensão dos direitos políticos Portador de deficiência 1. 3. data do respectivo trânsito em julgado Data da decisão que ZE 558 Restabelecimento Inexistente Documento de origem: ZE Pág. Data do decreto. Direitos políticos readquiridos 2.Nº/ano processo-ZE/UF Obrigatório Data da decisão ZE/Sistem a Data da homologação do processo revisional pelo TRE ZE 485 Inexistente Documento de origem: -Nº/ano do processo-CGE -Nº/ano do documento-CRE/UF 493 Regularização sentença de autoridade judiciária Inexistente Documento de origem: . na hipótese de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou prestação alternativa.abandono Inexistente Data da eleição ZE/Sistem a 1.Número da coincidência Obrigatório Data do batimento Sistema 1 – ausência 2 .Nº/ano processo-órgão/UF Obrigatório Documento de origem: . Outros Inexistente Documento de origem: . Deficiência de locomoção 3. Eleitor diverso Inexistente 361 Documento de origem: Nº da portaria ou decreto Nº do processo/ano-CGE Obrigatório Documento de origem: . Outros 4.Nº/ano do processo-ZE/UF Obrigatório Documento de origem: . da portaria ou da decisão Sistema Data da decisão ZE 370 1.nº/ano do proc. 81 ./órgão/local/UF .Data da decretação da suspensão dos direitos políticos.-órgao/local/UF Inexistente brasileiros e portugueses. 2. Extinção da causa de restrição 2.

Manual de Procedimentos Cartorários da elegibilidade Nº/ano do processoórgão/local/UF Nº/ano da comunicaçãoórgão/local/UF Obrigatório ensejou o restabelcimento da elegibilidade e. Data do batimento Sistema 566 604 Duplicidade/ Inexistente pluralidade inscrição liberada Procedimento CGE Inexistente Número da coincidência Obrigatório Data da decisão Sistema Pág. data do respectivo trânsito em julgado. na hipótese de ter sido decorrente de sentença judicial. 82 .

O pedido de justificação será sempre dirigido ao juiz eleitoral da zona de inscrição e deverá ser acompanhado de documentos que comprovem os motivos da ausência ao pleito. não comparecer à eleição. A autorização deve ser escrita. Caso o eleitor não queira aguardar a decisão do juízo competente. juntando-se o envelope respectivo. dispensada a apresentação de autorização ou procuração. terá o prazo de 60 (sessenta) dias após a realização do pleito para formalizar o requerimento de justificativa. 6. para formalizar o requerimento de justificativa. mesmo presente em seu domicílio eleitoral. 3. mediante a apresentação do título do eleitor ou de documento de identidade. 83 . poderá apresentar o requerimento de justificativa em qualquer cartório eleitoral. ou por fac-símile. 5. Passaporte. por motivo de doença. O eleitor que necessitar de prova de quitação com a Justiça Eleitoral e não puder comparecer ao cartório eleitoral. após a apresentação do comprovante de recolhimento pelo eleitor. 4. dispensado o Pág. conferir os documentos e providenciar seu encaminhamento ao juízo da inscrição. a certidão de quitação somente poderá ser fornecida após o deferimento da justificativa pelo juízo da zona da inscrição.091/74. outra pessoa poderá fazê-lo. O encaminhamento dos referidos requerimentos deverá ser feito por intermédio da Corregedoria Regional Eleitoral apenas quando se destinarem às zonas eleitorais de outras Unidades da Federação. na zona eleitoral onde se encontrar. Na impossibilidade de o eleitor subscrever o requerimento. 7. O eleitor que necessitar justificar sua ausência ao pleito e encontrar-se fora do município de sua inscrição.1. poderá optar pelo recolhimento da multa. bilhete de viagem. cartão de embarque. deverá ser submetido à apreciação do Juiz Eleitoral. 4. 2. bem assim da justificativa da ausência ao pleito. 8.2. no valor máximo. O eleitor que deixar de votar por estar fora de seu domicílio eleitoral e não formalizar a justificação nos postos ou balcões de justificativa no dia das eleições. O requerimento de justificativa poderá ser entregue em cartório por terceiros. independentemente do tipo de correspondência utilizada. O eleitor que se encontrava no exterior na data do pleito terá o prazo de 30 (trinta) dias. desde que o fato seja comprovado por atestado médico. acompanhado dos documentos comprobatórios (Ex. poderá autorizar terceiros a requererem e/ou retirarem certidão de quitação eleitoral. Neste caso. O requerimento de justificativa recebido por intermédio dos Correios. 4. a contar de sua volta ao país. etc) – Lei nº 6. bem assim aquele que. que deverá receber o pedido.Manual de Procedimentos Cartorários Capítulo III JUSTIFICATIVA 1. a qual deverá providenciar o lançamento do código FASE 078/1. sempre que possível.

Os pedidos de justificação protocolizados no cartório eleitoral deverão ser submetidos à apreciação do juiz que.1. As justificativas eleitorais recebidas nas seções eleitorais no dia das eleições. sendo necessária. 1. Capítulo IV RESTABELECIMENTO DE INSCRIÇÃO CANCELADA POR EQUÍVOCO 1.2. 9. deverão ser digitadas pela própria zona eleitoral que as recebeu. passível de restabelecimento. Será admitido o restabelecimento. para processamento. 9. 84 .1. será arbitrada multa nos moldes estabelecidos no Título VII. 450 e 469. digitada ou manuscrita. 11. A justificação será formalizada em impresso próprio fornecido pela Justiça Eleitoral ou. que valerá como prova de justificação. determinará a emissão do FASE 167. O encarregado do atendimento entregará ao eleitor o comprovante. O documento de justificação formalizado perante a Justiça Eleitoral no dia da eleição prova a ausência do eleitor no seu domicílio eleitoral. Os documentos de justificação entregues em missão diplomática ou repartição consular brasileira serão encaminhados ao Ministério das Relações Exteriores. no prazo máximo de 90 (noventa) dias. no caso de deferimento. as justificativas eleitorais serão arquivadas na zona eleitoral que as recebeu até o pleito subseqüente. que deles fará entrega ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. 11.3. mediante comando do código FASE 361. A data de ocorrência do FASE 167 será a data da eleição. 1º e 2º turnos. Após o processamento. Pág. e comprovada a inexistência de outra inscrição liberada ou regular para o eleitor. É vedado novo alistamento ao eleitor que figure no Cadastro com inscrição cancelada por equívoco. e não processadas nas urnas eletrônicas. 12.1.Manual de Procedimentos Cartorários reconhecimento de firma. a apresentação do título ou o documento de identidade daquele eleitor. destas Normas. na falta do impresso. Parte II – Multas. A justificação da falta será registrada no cadastro por intermédio do FASE 167. para todos os efeitos legais. mediante o comando do FASE 167. de inscrição cancelada em virtude de comando equivocado dos códigos FASE 019. 11. 12. 10.1. após o que serão descartadas. Decorrido o prazo para a apresentação da justificativa ou sendo ela indeferida. em qualquer zona eleitoral do país ou exterior. no entanto. 9.2. 11.

dispensada a presença do eleitor. em um caso de transferência. Exemplificando. estas deverão ser previamente verificadas e solucionadas. 2. do RAE e demais documentos. para verificar se algum RAE encaminhado para processamento foi incluído em Banco de Erros e. o restabelecimento deverá ser procedido a ex officio pelo juízo.4.2. para se detectar se ele não possui outra inscrição no cadastro. conforme o caso. mesmo aqueles que não constem do campo “Erros”. 2. Verificado que o equívoco se deu por falha no comando do código FASE. 3. o cartório deverá proceder à sua correção ou exclusão. Considerando que o processamento do FASE 361 inativa os demais códigos FASE pertinentes ao registro de causas de restrição à quitação eleitoral. e analisado juntamente com os dados constantes do espelho da consulta ao cadastro. 2. ser cobrados apenas os débitos anteriores ao cancelamento.2. Cada caso deverá ser analisado. a fim de verificar se o erro não foi de digitação do número da inscrição. A consulta ao cadastro deve ser feita pelo número da inscrição constante da ocorrência. 3. com a finalidade de ser verificado se pertence ao eleitor que formulou o pedido (RAE). 2. portanto. se o erro for “data de nascimento difere do cadastro”. 85 . O processamento do FASE 361 inativa os débitos existentes no histórico do eleitor.1. 1. recolhendo-se o protocolo ou título de eleitor. e também pelo nome e dados do eleitor. neste caso. Na hipótese de requerimento de restabelecimento de inscrição cancelada por equívoco formulado pelo eleitor.1. Identificado o erro cometido. 3. mediante registro e autuação de processo. O eleitor deve ser convocado e informado da ocorrência. A correção do erro somente poderá ser procedida se o erro cometido tiver sido de digitação. Todos os dados da ocorrência devem ser analisados. Pág.3. desde que esteja quite com a Justiça Eleitoral. confrontando-se os dados digitados no RAE com aqueles constantes dos documentos apresentados pelo eleitor no ato do requerimento e do espelho da consulta. dispensando o comando do FASE 078.Manual de Procedimentos Cartorários 1. Capítulo V BANCO DE ERROS – RAE 1.2. 1. se for o caso. preenchendo novo RAE. este deve ser excluído do Banco de Erros. deverá ser analisado não só se foi digitada data de nascimento errada como também se os outros dados digitados pertencem ao eleitor constante do RAE. Diariamente o cartório deverá acessar o relatório de erros através menu Ajuste/Banco de Erros/Consulta. devendo. especialmente o número da inscrição. Se o erro cometido foi no preenchimento do RAE. o cartório poderá fornecer certidão de quitação eleitoral no momento da formalização do pedido de restabelecimento. não processado.

os partidos políticos poderão manter até dois delegados perante o Tribunal Regional Eleitoral e até três delegados em cada zona eleitoral. 4. 2ª via e revisão do eleitorado. 2. nos moldes do Título IV da Parte II. sem o que os RAEs não serão processados. os lotes referentes aos RAEs corrigidos deverão ser fechados. Os delegados credenciados junto ao Tribunal poderão representar o partido perante qualquer Juízo Eleitoral. destas Normas. 1. que observará o procedimento estabelecido nos artigos 77 a 80 do Código Eleitoral. revisão. Qualquer irregularidade determinante de cancelamento de inscrição deverá ser comunicada por escrito ao Juiz Eleitoral.1. sem ônus para a Justiça Eleitoral. No caso de serem corrigidos RAEs na própria tela. Capítulo VI FISCALIZAÇÃO PELOS PARTIDOS POLÍTICOS 1.Manual de Procedimentos Cartorários 3. cópia. Pág. Os partidos políticos. As inscrições retidas em Banco de Erros por duplicidade/pluralidade devem ser objeto de decisão da autoridade judiciária. os documentos relativos aos pedidos de alistamento. As informações constantes do Cadastro Nacional de Eleitores serão acessíveis às instituições públicas e privadas e às pessoas físicas. não serão fornecidas informações constantes do cadastro eleitoral. de forma fundamentada. revisão. No interesse do resguardo da privacidade do cidadão. 2ª via e quaisquer outros. 2.3. deles podendo requerer.1. sem perturbação dos serviços e na presença dos servidores designados. Na zona eleitoral. 1. transferência. que se revezarão.1. até mesmo emissão e entrega de títulos eleitorais. b) requerer a exclusão de qualquer eleitor inscrito ilegalmente e assumir a defesa do eleitor cuja exclusão esteja sendo promovida. os delegados serão credenciados perante o Juiz Eleitoral. 86 .2. poderão: a) acompanhar os pedidos de alistamento. de caráter personalizado. na circunscrição. Capítulo VII ACESSO ÀS INFORMAÇÕES DO CADASTRO 1. c) examinar. transferência. por seus delegados. não sendo permitida a atuação simultânea de mais de um delegado de cada partido. Para os fins do item anterior. 2.

providenciará a pesquisa ao cadastro eleitoral. exclusivamente. 29 da Res. visando identificar eleitor inscrito com os parâmetros informados no pedido. 2. sobre seus dados pessoais.3 Localizada apenas inscrição que não guarde absoluta identidade com os parâmetros informados. Caberá aos juízos eleitorais. Recebida solicitação proveniente de autoridade judiciária ou do Ministério Público.4 Quando os parâmetros fornecidos na solicitação não forem suficientes para a individualização do eleitor.4.2. no âmbito de sua circunscrição. no âmbito de suas jurisdições. (Provimento CGE nº 06/06) 2. às respectivas atividades funcionais. dos pedidos formulados com base no art. escolaridade. quando for o caso. nos termos disciplinados na legislação eleitoral. data de nascimento. autorizar o fornecimento a interessados. TSE nº 21. Excluem-se da proibição de que cuida o subitem 1. na hipótese de suspensão ou cancelamento.2 Identificada mais de uma inscrição atribuída ao mesmo eleitor. 1. o órgão da Justiça Eleitoral. profissão. 2. 1. data da ocorrência da respectiva causa.1. 3. O Tribunal Regional e Juízes Eleitorais poderão. 87 . 2. o recebimento. estado civil. 4. serão fornecidos os dados correspondentes.1 As solicitações subscritas por servidores dos juízos.1. telefone e endereço). a consulta ao cadastro e ao atendimento.1. Consideram-se informações personalizadas as relações de eleitores acompanhadas de dados pessoais (filiação. 2. A obtenção de dados do cadastro eleitoral para a instrução de procedimento afeto à própria Justiça Eleitoral se fará sempre por intermédio das corregedorias eleitorais. b) por autoridade judicial e pelo Ministério Público. O disposto neste item não impede a ampla fiscalização pelos Partidos Políticos.3. será oficiada a autoridade solicitante. a análise. tribunais ou do Ministério Público somente serão atendidas quando acompanhadas de cópia da decisão proferida pela autoridade para a requisição dos dados à Justiça Eleitoral ou do respectivo ato delegatório.5 Os pedidos formulados por órgão ou autoridade que careça de legitimidade para a obtenção dos dados constantes do cadastro eleitoral não serão atendidos. c) por entidades autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. dos dados de natureza estatística levantados com base no Pág. vinculada a utilização das informações obtidas. 2.Manual de Procedimentos Cartorários 1.1.538/2003. 2. quanto aos dados constantes do cadastro eleitoral. com destaque às divergências verificadas. fazendo-se referência à situação da inscrição e. serão fornecidos os dados pertinentes às inscrições localizadas no cadastro.1. desde que sem ônus para a Justiça Eleitoral e disponíveis em meio magnético. visando à complementação das informações.1. desde que exista reciprocidade de interesses.1 os pedidos relativos a procedimento previsto na legislação eleitoral e os formulados: a) pelo próprio eleitor.

g) decretação da perda dos direitos políticos. A autoridade judiciária que tomar conhecimento de fato ensejador do cancelamento de inscrição liberada ou regular ou da necessidade de regularização de inscrição não-liberada. f) Pelo não comparecimento a revisão do eleitorado no município onde é inscrito. deverá comunicar diretamente à zona da inscrição.1. dispensado o registro e a autuação de processo na zona remetente. O uso dos dados do eleitorado ou de pleito eleitoral. relativos ao eleitorado ou ao resultado de pleito eleitoral. Pág.perda da nacionalidade. salvo quando lhes for atribuído caráter reservado. encaminhando-lhe a documentação necessária. b) não-exercício do voto em 3(três) eleições consecutivas. TÍTULO III CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO ELEITORAL Capítulo I PROCEDIMENTO GENÉRICO 1. que pode se dar por: 1 cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado (FASE 329). também por sentença transitada em julgado (FASE 329). 4. e) sentença de autoridade judiciária – alistamento indevido de estrangeiro (FASE 450/2). 5. Qualquer solicitação de órgão ou entidade destinada à formalização de ajuste voltado ao credenciamento para obtenção de dados do cadastro eleitoral deverá ser remetido à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciação. sem justificativa de ausência ou quitação da respectiva multa (FASE 035). 2. 88 .Manual de Procedimentos Cartorários cadastro eleitoral. 6. c) duplicidade ou pluralidade de inscrições (FASE 027). 2 . cancelada ou suspensa pertencente a outra zona eleitoral. Os Juízes Eleitorais e o Tribunal Regional não fornecerão dados de eleitores não pertencentes à sua jurisdição. d) sentença de autoridade judiciária – duplicidade ou pluralidade de inscrições (FASE 450/3). obriga a quem os tenha adquirido a citar a fonte e a assumir responsabilidades pela manipulação inadequada ou extrapolada das informações. salvo na hipótese de eleitor que necessite de prova de quitação com a Justiça Eleitoral ou outras hipóteses que venham a ser expressamente autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. de natureza estatística. O cancelamento da inscrição eleitoral pode ocorrer nas seguintes hipóteses: a) falecimento do eleitor (FASE 019).

n) proceder às anotações nos controles internos: mesários. art. imprimindo os espelhos das consultas. com a finalidade de comprovar as informações prestadas ao juiz. e) fazer conclusão ao juiz eleitoral. deverá ser certificado que não houve contestação. b) consultar o cadastro. canhoto ou pasta de folhas de votação e certificar a providência nos autos. o) quando houver indícios de ilícito penal. na modalidade individual ou coletiva. da respectiva página do caderno de folhas de votação. Ofício da Corregedoria-Geral. Tratando-se de inscrição pertencente a zona eleitoral de outra Unidade da Federação a remessa dos documentos será feita por intermédio das respectivas corregedorias. os seguintes procedimentos: a) a peça inicial do processo deverá ser o documento que enseja o cancelamento (Ex. relatando os fatos ensejadores do cancelamento. em hipótese contrária. Ofício/Comunicação do Cartório de Registro Civil. II). do PETE . sempre que possível. certificado nos autos a medida (Código Eleitoral. juntando-os aos autos. o trânsito em julgado da sentença. 77. art.538/2003. providenciada sua juntada aos autos. certificando a providência nos autos. c) anexar cópia do RAE. etc). certificando a medida nos autos. g) o prazo para contestar começa a correr no primeiro dia útil seguinte ao término do prazo do edital. f) expedir e afixar edital com prazo de 10 (dez) dias para ciência dos interessados. observados. os autos deverão ser encaminhados ao Ministério Público para ciência e fins dos artigos 48 e 49 da Resolução TSE nº 21. j) registrar a sentença no livro próprio. Declaração. decorrido o prazo para recurso. certificando o fato nos autos. ou. l) Comandar o código FASE de cancelamento. Decorrido esse prazo.Protocolo de Entrega do Título Eleitoral (canhoto). i) tornar pública a sentença por 3 (três) dias (prazo para recursos de partido político e/ou eleitor). dirigida ao juiz. o embasamento legal e o número da inscrição que se propõe seja cancelada. IV). 89 . m) confirmar o processamento do FASE. por intermédio do relatório emitido pelo sistema ELO ou pela consulta ao Cadastro Nacional de Eleitores. 3. h) o juiz eleitoral terá prazo de 5 (cinco) dias para proferir sentença (Código Eleitoral. que determinará. k) certificar. 77. que terão prazo de 05 (cinco) dias para contestar. o processamento do cancelamento e expedição do edital para conhecimento dos interessados.1. O cancelamento deverá ser precedido de registro e autuação de processo específico. documentos pessoais do eleitor. certificando nos autos a afixação.Manual de Procedimentos Cartorários 2. Pág. d) juntar informação do chefe de cartório. se for o caso.

sendo o caso. Pág. fazer conclusão ao juiz.Manual de Procedimentos Cartorários p) retornando os autos com o pronunciamento do Ministério Público. 90 . promover o arquivamento dos autos. q) certificar as providências adotadas e.

1.1) Pág.informa mês (2.1) Óbito pendente ou em coincidência? SIM ZE diligencia.1.1) (após publicação) Óbito comprovado? SIM ZE lança FASE 019 com complemento INSS mm/aaaa /Cartório Registro Civil e data de ocorrência a do óbito (3.3) ZE diligenciou e não localizou.1.1.1.1) . a real situação do eleitor (3.4) Eleitor vivo? SIM NÃO ZE lança FASE 450–4 para as inscrições excluídas (3. em 60 dias.consulta óbito pendente (3) Ação Decisão Processo alternativo ZE consulta quantitativo (5) Término ZE imprime e publica listagem: Relação óbito (2.2. certifica o ocorrido nos autos (3.2) ZE consulta óbito solucionado (4 e subitens) ZE consulta óbito (2): .1.Recebido (1. 91 .5) ZE registra a situação (2. aguarda pleito para notificar eleitor (3.2) Publica lista dos excluídos (3.1) .1.Manual de Procedimentos Cartorários ZE consulta arquivo (1): .1) NÃO Não localizado.Processado (1.1.1) NÃO Arquiva listagem Relação óbito (2.

Inscrição agrupada em duplicidade ou pluralidade ficará sujeita à apreciação e decisão de autoridade judiciária. 92 . ou pessoas com restrição de direitos políticos. que serão identificadas em situação liberada. transferência e revisão somente serão incluídas no cadastro ou efetivadas após submetidas a batimento. 1. ele constará como eleitor inexistente.1. constantemente. não serão incluídas no cadastro. sua inscrição não será incluída no cadastro. Se um eleitor entrar em coincidência por ocasião de seu alistamento (operação 1). com a emissão automática do título de eleitor. vedada a redigitação do RAE.1. As operações de alistamento.2. mediante cruzamento de informações constantes do cadastro eleitoral. com a finalidade de detectar e eliminar possíveis duplicidades ou pluralidades de inscrições e identificar situações que exijam averiguação.1. Obs: Os grupos de coincidência são formados por pessoas (eleitores. novos eleitores e pessoas com restrição de direitos políticos) que. 1. ao se efetuar uma consulta ao cadastro de eleitores. Dessa forma. Batimento Nacional. Em um mesmo grupo. se forem “regularizadas”.3. Pág. constará apenas da Base de Coincidências. Essas inscrições “inexistentes” também podem ser objeto de regularização no sistema ELO (Ajuste/Coincidência/RRI). A formação do número da coincidência é a seguinte: GRUPO 1 2 3 DECISÃO Juiz Eleitoral Corregedor Regional Corregedor-Geral IDENTIFICA O TIPO DA COINCIDÊNCIA: Identifica se o grupo é: 1 D DF 98 01212355 (D) Duplicidade – dois eleitores ou eleitor e pessoa com restrição de direitos políticos (P) Pluralidade – mais de dois eleitores ou pessoas com restrição de direitos políticos Identifica uma seqüência a nível nacional Identifica o ano em que foi formado o grupo Identifica a UF – Unidade da Federação das inscrições envolvidas no grupo BR – Pluralidade envolvendo eleitores de UF`s distintas. 1. serão sempre consideradas não liberadas as inscrições mais recentes. se forem “canceladas”. O Tribunal Superior Eleitoral realiza. requerem uma nova inscrição. 1. em tese. excetuadas as inscrições atribuídas a gêmeos.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO IV DUPLICIDADES / PLURALIDADES (COINCIDÊNCIAS) Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esses agrupamentos são identificados por código denominado de "número da coincidência". serão incluídas no cadastro como regulares.

para as providências estabelecidas neste Título. adotandose as seguintes providências: a) certificar o registro e a autuação nos autos. requerer regularização de sua situação eleitoral. o cartório deverá proceder à consulta no sistema ELO.Manual de Procedimentos Cartorários 1. consignando-se o número e o ano do processo. os números do livro e da respectiva folha e a data do registro.PROCEDIMENTOS INICIAIS 4. independentemente de requerimento do eleitor. Pág. no Sistema ELO. inclusive aguardando o comparecimento do eleitor ao cartório pelo prazo de 20 (vinte) dias. anexando os espelhos da consulta às comunicações.4. e b) COMUNICAÇÃO dirigida à autoridade judiciária incumbida da apreciação do caso. comunicação recebida pelo eleitor) deverão ser autuadas. contendo todos os eleitores agrupados inscritos na zona. Em caso de agrupamento de inscrição de gêmeo com inscrição para a qual não foi indicada aquela condição. inscrições referentes a grupos formados por pessoas distintas (gêmeos e homônimos). menu Ajuste/Coincidência/Pendências. As comunicações de duplicidade ou pluralidade ou qualquer outro documento pelo qual o cartório tome conhecimento da coincidência (espelho do agrupamento emitido pelo ELO. noticiando o agrupamento de inscrição em duplicidade ou pluralidade. Seção II REGULARIZAÇÃO . contados da data do batimento. 2. com o registro de processo no Livro de Registro Geral de Feitos. Todo eleitor que tiver sua inscrição “não liberada” em decorrência de realização de batimento será notificado pelo TSE para. c-1) se não for possível detectar de pronto se o grupo é formado por pessoas distintas (gêmeos ou homônimos). essa última será considerada não liberada. com a finalidade de ter acesso às coincidências existentes na zona eleitoral. se o desejar. com dados necessários à sua individualização. imprimindo os espelhos de cada grupo. no menu Ajuste / Coincidência / Pendências: a) RELAÇÃO DE ELEITORES AGRUPADOS (envolvidos em duplicidade ou pluralidade) emitida por ordem de número de grupo. 1.3. deverão ser tomadas providências necessárias à elucidação do caso. 5. 93 . juntamente com índice em ordem alfabética. no prazo de 20 dias. Diariamente. b) efetuar consulta ao cadastro. c) regularizar. Serão colocadas à disposição de todas as zonas eleitorais pelo Sistema ELO. após a realização de batimento. contados da data de realização do batimento. para juntada aos respectivos autos. após despacho do Juiz Eleitoral.1.

Comparecendo o eleitor ao cartório. Subseção I GRUPOS FORMADOS POR PESSOAS DISTINTAS 8. d) cópia do RAE. Os casos de grupos formados por pessoas distintas (gêmeos e homônimos) devem ser regularizados independentemente do requerimento do eleitor. b) comunicação de Duplicidade/Pluralidade ou espelho do agrupamento. c) notificação ao eleitor.Manual de Procedimentos Cartorários d) nos grupos formados por inscrições da mesma pessoa.1. f) cópia autenticada do título de eleitor. oportunamente. revisão ou 2ª via. e) cópia do PETE (canhoto). h) cópia autenticada de documento de identidade e i) cópia autenticada da certidão de nascimento e/ou casamento. g) cópias autenticadas das folhas de votação das três últimas eleições. Os processos devem ser instruídos com os seguintes documentos: a) RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição. 7. A autenticação dos documentos poderá ser procedida pelo servidor do cartório. a regularização será feita mediante requerimento do eleitor. fornecendo cópias de seus documentos pessoais. transferência. ou a requerer. exceto quando não houver dúvida quanto à decisão a ser proferida. deverá ser orientado. a preencher o RRI. 94 . se for o caso. Pág. 7. com a aposição dos dizeres “Confere com o Original” e da identificação e assinatura do servidor que verificou a autenticidade. 6.

razão pela qual proponho. razão pela qual proponho.Manual de Procedimentos Cartorários a) Exemplo de homônimo: MM Juiz. ______________________ Chefe de Cartório Eleitoral Pág._______________________. (Local. por serem gêmeos. ___________________ Chefe de Cartório Eleitoral b) Exemplo de gêmeo: MM._______________________. faço estes autos conclusos ao MM. Juiz Eleitoral. constatando-se no Cadastro de Eleitores que não possuem outra inscrição liberada ou regular.. Informo a Vossa Excelência que os eleitores constantes das anexas Comunicações de Duplicidade/Pluralidade estão envolvidos em coincidência..m. Dr.___/___/___) ________________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos______de_______________de ______. Juiz Eleitoral. que suas inscrições sejam regularizadas. Dr. (Local __/__/__) ___________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos_____de_____________de ______.m. 95 . Juiz. À consideração de Vossa Excelência. À consideração de Vossa Excelência. s. que suas inscrições sejam regularizadas. Informo a Vossa Excelência que os eleitores constantes das anexas Comunicações de Duplicidade/Pluralidade estão envolvidos em coincidência por serem homônimos.j. s. faço estes autos conclusos ao MM. constatando-se no Cadastro de Eleitores que não possuem outra inscrição liberada ou regular.j.

3 Caso o eleitor já tenha utilizado a inscrição mais recente para a confecção de outro documento ou. a critério do Juiz. Deverá ser regularizada a inscrição mais antiga do eleitor. no botão “Gravar” e imprimindo o espelho da coincidência para juntada aos autos. via de regra. o eleitor deverá preencher o RRI. a autoridade judiciária determinará o cancelamento da inscrição mais recente. Se necessário. 96 . envolvida (a da inscrição mais antiga). encaminhar cópia dos autos à outra Zona Eleitoral. haja qualquer outra razão para que não seja cancelada. 8.Manual de Procedimentos Cartorários 8. após atualizada a Base de Coincidências e o Cadastro Nacional de Eleitores. o cartório eleitoral deverá: a) proceder à atualização da coincidência no sistema ELO. imprimir espelho da consulta e juntá-la aos autos. Em seguida. Pág. com a “regularização” das inscrições.1. No caso de grupo formado por inscrições de uma mesma pessoa. 9. aguardando-se a atualização do Cadastro para. 9. Após a decisão refletir no Cadastro. ambas deverão ser REGULARIZADAS. o que será feito automaticamente. clicando-se. para o cancelamento da respectiva inscrição por FASE 450. Subseção II GRUPOS FORMADOS POR INSCRIÇÕES ELEITORAIS DA MESMA PESSOA 9.1. não pertencendo esta à zona procurada. ao final. regularizadas mediante sentença do Juiz Eleitoral. oficiar à zona eleitoral competente para a comando do FASE 248 ou 256 e d) arquivar os autos.2. o eleitor deverá requerer transferência ou revisão. Todas as inscrições agrupadas devem ser analisadas e. 9. c) se a inscrição pertencer a outra zona. através da Corregedoria. inexistindo outra inscrição em nome do eleitor. conforme o caso. através do menu Ajuste/Coincidência/RRI. b) comandar FASE 248 ou 256 (conforme o caso – homônimo ou gêmeo).2.

que a inscrição “não-liberada” seja cancelada e a “liberada” seja regularizada OU que ambas as inscrições sejam regularizadas.1. através da opção “cancelar”. Dr. primeiro deve-se atualizar a coincidência e. Se ambas as inscrições pertencerem à mesma pessoa.1. A regularização de inscrição de eleitor envolvido em duplicidade ou pluralidade com outro eleitor que está com seus direitos políticos suspensos. faço estes autos conclusos ao MM. a inscrição de código 31 (situação “não liberada”) poderá ser regularizada no sistema ELO (Ajuste/Coincidência/RRI) e a de código 32 (“eleitor suspenso”) deverá permanecer suspensa. após a atualização do cadastro (situação suspensa).j. providenciar o restabelecimento da inscrição. A decisão de coincidências envolvendo registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos será da competência do Corregedor Regional Eleitoral. Juiz: Informo a Vossa Excelência que o eleitor constante da anexa Comunicação de Duplicidade/Pluralidade está envolvido em coincidência. 11. proponho. se o eleitor com inscrição suspensa comprovar haver cessado os motivos ensejadores da suspensão. 11.. À consideração de Vossa Excelência. após comparecimento do eleitor ao cartório. (Local___/___/___) _______________________ Chefe de Cartório Eleitoral CONCLUSÃO Aos____de_______________de ______. Neste caso. s. 10.m. 97 ._______________________. para posterior cancelamento da mais antiga.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de Informação: MM. Assim. ambas através da opção “cancelar”. 11.. ______________________ Chefe de Cartório Eleitoral Subseção III GRUPOS CONTENDO INSCRIÇÃO SUSPENSA 10.2. Juiz Eleitoral. somente será possível se for comprovado tratar-se de eleitor diverso (gêmeo ou homônimo). a mais antiga deverá ser mantida suspensa e a mais recente ser cancelada. mantendo-a em situação “suspensa”. por possuir duas inscrições no Cadastro de Eleitores. Pág. Nos casos dos itens 10 e 11. 12. em autos próprios. a escolha da opção “cancelar” não cancela a inscrição (de código 32) no cadastro. Ainda nos casos dos itens 10 e 11.

1. Subseção IV GRUPOS CONTENDO INSCRIÇÃO COM PERDA DE DIREITOS POLÍTICOS 14. d) PETE . Todos os documentos deverão ser encaminhados à Corregedoria Regional Eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários 13. deverá preencher o RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição e o formulário Declaração de Situação de Direitos Políticos. anexando os seguintes documentos: a) notificação apresentada pelo eleitor ou devolvida pela Empresa de Correios e Telégrafos à zona eleitoral onde é inscrito o eleitor.Requerimento de Regularização de Inscrição para regularização de inscrição preenchido e assinado pelo eleitor. b) RRI . e) cópias autenticadas do título eleitoral e documentos pessoais do eleitor e f) documento que comprove a cessação dos motivos ensejadores do registro da suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. e/ou b) RRI . 13.Requerimento de Regularização de Inscrição preenchido e assinado pelo eleitor. 14. d) PETE . anexando os seguintes documentos: a) notificação apresentada pelo eleitor. 15. Esses grupos constam da Base de Coincidências com códigos 82 (pessoa registrada na Base de Perdas de Direitos Políticos) e 81 (par de pessoa com ocorrência 82). c) FAE – Formulário de Alistamento Eleitoral ou RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral referente à inscrição que será examinada.1. 98 .Protocolo de Entrega de Título Eleitoral (em original). Comparecendo ao cartório eleitor em coincidência que envolva registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. A decisão de coincidências envolvendo eleitores que perderam seus direitos políticos é atribuição do Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral. c) FAE – Formulário de Alistamento Eleitoral ou RAE – Requerimento de Alistamento Eleitoral referente à inscrição que será examinada. e) cópia autenticada do título eleitoral e documentos pessoais do eleitor e Pág.Protocolo de Entrega de Título Eleitoral (em original). Comparecendo o eleitor ao cartório. deverá preencher o RRI – Requerimento de Regularização de Inscrição e o formulário Declaração de Situação de Direitos Políticos.

não existindo decisão de autoridade judiciária. 19. revisão ou 2ª via antes de decisão de autoridade judiciária competente atualizada no sistema. mesmo se a inscrição de seu interesse estiver “liberada”. No prazo de 10 dias após o encerramento do prazo para exame e decisão dos casos de duplicidade ou pluralidade. 17.naquela cujo título não haja sido utilizado para o exercício do voto na última eleição e Vna mais antiga. na inscrição que não corresponda ao domicílio eleitoral do eleitor. quanto às situações de duplicidade e pluralidade detectadas pelo Batimento. na esfera administrativa. A autoridade judiciária competente deverá se pronunciar.1. o mais breve possível e em até 40 (quarenta) dias contados da data de realização do respectivo Batimento.1. 18. Seção III COMPETÊNCIA PARA REVISÃO DE SITUAÇÃO ELEITORAL 20. Subseção V CONSIDERAÇÕES GERAIS 16. 99 . A decisão das duplicidades e pluralidades de inscrições. agrupadas ou não pelo batimento. 16. naquela cujo título não haja sido entregue ao eleitor. a coincidência será automaticamente atualizada pelo sistema. nesta ordem. sendo que a inscrição liberada passará a figurar como regular e a não-liberada como cancelada. caberá: Pág. Eleitor agrupado em duplicidade ou pluralidade de inscrições não poderá requerer transferência. IV . Ao apreciar Requerimento de Regularização de Inscrição . caso exista no cadastro. 15. Todos os documentos deverão ser encaminhados à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral por intermédio da Corregedoria Regional. Identificada situação onde um mesmo eleitor possua duas ou mais inscrições liberadas ou regulares.Manual de Procedimentos Cartorários f) decreto ou comunicação do Ministério da Justiça. recair: III III na mais recente. a autoridade judiciária competente pronunciar-se-á a respeito de todas as inscrições envolvidas na duplicidade ou pluralidade de forma que somente uma inscrição de cada eleitor permaneça regular. o cancelamento de uma ou mais delas deverá. preferencialmente. inclusive quanto às inscrições de pessoas que estão com seus direitos políticos suspensos.RRI. agrupadas ou não pelo Batimento.

A competência para decidir a respeito das duplicidades e pluralidades. III – ao Corregedor-Geral. caberá: Iao Corregedor Regional a apreciação de situações que motivaram decisão de Juiz de sua circunscrição.pelo Corregedor-Geral quando se tratar de decisões proferidas por Juízes Eleitorais de circunscrições diversas ou por Corregedores Regionais. requeridas em circunscrições distintas. II . nos casos envolvendo inscrição e registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipo 2 D). nos casos envolvendo pessoa que perdeu seus direitos políticos (tipo 3 D).ao Corregedor-Geral a apreciação de situações que ensejaram decisão do Corregedor Regional. com um ou mais registros de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipos 2 P). 21. com inscrição “não liberada” no grupo. quando envolver inscrições efetuadas em zonas eleitorais de circunscrições diversas e nas pluralidades decorrentes do agrupamento de uma ou mais inscrições. com um ou mais registros de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos (tipos 3 P). quando envolver inscrições efetuadas entre zonas eleitorais de uma mesma circunscrição e nas pluralidades decorrentes do agrupamento de uma ou mais inscrições. no prazo de 03 (três) dias. Havendo decisões conflitantes em processo de regularização de situação do eleitor proferidas por autoridades judiciárias distintas. e II . 20. Em grau de recurso. Pág.4. envolvendo inscrições atribuídas a uma mesma pessoa.Manual de Procedimentos Cartorários 20. requeridas na mesma circunscrição. IV – ao Corregedor-Geral. III – ao Corregedor Regional.2. nos casos envolvendo gêmeos ou homônimos comprovados. II – ao Juiz da zona da inscrição “não liberada”. quando envolver inscrições efetuadas em uma mesma zona (tipo 1 P). será do Juiz Eleitoral da zona onde foi efetuada a inscrição mais recente. 22. No tocante às duplicidades: I– ao Juiz da zona eleitoral onde foi efetuada a inscrição mais recente (tipo 1 DUF).3. mesmo que seja a mais antiga. 20. quando se tratar de decisões proferidas por Juízes de zonas eleitorais de uma mesma circunscrição. na esfera penal. No tocante às pluralidades: I – ao Juiz da zona eleitoral. 20. o conflito será resolvido: Ipelo Corregedor Regional. II – ao Corregedor Regional. o cancelamento ou a suspensão de inscrição que pertença à sua jurisdição. O Juiz Eleitoral só poderá determinar a regularização.1. 100 .

deverá comunicá-lo à autoridade judiciária competente. 23.1. contados do recebimento da requisição.2. o Juiz Eleitoral deverá convocar o eleitor para prestar as declarações. elas deverão ser prestadas no prazo de 10 (dez) dias. instruído com os documentos disponíveis pelo cartório e enviado à autoridade judiciária competente para proferir a decisão. que será utilizada como peça inicial do processo.1. dispensado o registro e a autuação de processo na zona de origem. não é possível “cancelar” inscrição não pertencente à zona eleitoral. com dez dígitos. para ter acesso à coincidência desejada. B – Na tela apresentada. de zona eleitoral diversa daquela em que tem jurisdição. 24. o ofício “INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA AUTORIDADE JUDICIÁRIA” deverá ser preenchido. bem assim o andamento necessário. 24. 23. visando ao cancelamento ou regularização de inscrição eleitoral. ou da necessidade de regularização de inscrição não liberada. para as medidas cabíveis. D – A seguir será exibida a tela para a decisão da coincidência. o Corregedor-Geral ou o Corregedor Regional poderão se pronunciar quanto a qualquer inscrição agrupada. com as letras “CO” iniciais e sem o caracter “barra” (/) entre o número e o ano do processo (Exemplo: CO00052004). Subseção I ROTEIRO PARA ATUALIZAÇÃO DAS COINCIDÊNCIAS A – Acessar o menu Ajuste/Coincidência/RRI do sistema ELO. onde deverão ser preenchidos os seguintes campos: Processo: digitar o número e o ano do processo de coincidência registrado na zona eleitoral. ainda que o eleitor não seja encontrado ou não compareça à zona eleitoral. cancelada ou suspensa. 101 . diretamente ao Juízo da inscrição se pertencente ao Estado ou por intermédio da Corregedoria Regional nos demais casos. assinado. conforme o caso. deve ser clicado no botão “Gravar”. Todos os dados devem ser conferidos e. a decisão deve ser assinalada para todas as inscrições agrupadas. Pág.Manual de Procedimentos Cartorários 23. porém. A autoridade judiciária que tomar conhecimento de fato ensejador do cancelamento de inscrição liberada ou regular. deverá ser providenciado o seu registro e autuação. Quando a Corregedoria Regional ou a Corregedoria-Geral solicitar informações necessárias ao exame e decisão de duplicidades ou pluralidades. Nas duplicidades e pluralidades de sua competência. Recebido expediente ou autos de outra zona eleitoral. digitar o número da coincidência ou o número da inscrição. através do ofício “INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA AUTORIDADE JUDICIÁRIA”. C – Será exibida uma tela contendo o resultado da pesquisa. Decisão: assinalar a opção “regularizar” ou “cancelar”. clique sobre o número da coincidência. Para tanto. Data Despacho: digitar a data da sentença do Juiz Eleitoral. estando corretos. elaborando-se informação ao Juiz Eleitoral.

por ocasião da decisão automática. Comandado automaticamente pelo sistema. para tanto. Seção IV CÓDIGOS FASE UTILIZADOS NAS DECISÕES Código 418 566 027 086 493 Descrição Envolvido em duplicidade / pluralidade Envolvido em duplicidade / pluralidade Decisão automática pelo sistema Decisão automática pelo sistema Decisão da autoridade judiciária competente Sentença de autoridade judiciária competente – homônimo de pessoa com perda de direitos políticos Comprovada homônimo a condição de Situação no Cadastro Origem “Não Liberado” Comandado pelo sistema. após digitação na base. Comandado pelo sistema. para as inscrições canceladas. Comandado pela zona eleitoral. 507 “Regular” 248 “Regular” “Homônimo” 256 Comprovada gêmeo a condição de “Regular” “Gêmeo” 450 Cancelamento . Comandado pelo sistema. após decisão da autoridade judiciária competente. Comandado pela zona eleitoral. Comandado pelo sistema. após decisão da autoridade judiciária competente. da decisão da autoridade judiciária competente. “Liberado” “Cancelado” “Regular” “Regular” Comandado pelo sistema. ela poderá ser corrigida. deverá ser procedido nos moldes das letras “A” a “D”. em grupos de coincidência formados por pessoas distintas. ao incluir o eleitor na coincidência. se for constatado erro antes de a decisão refletir no cadastro. 102 . após a digitação da decisão no programa de coincidências.sentença de autoridade judiciária competente “Cancelada” Seção V CÓDIGOS DO BATIMENTO Código 20 21 Descrição Eleitor com indicação de gêmeo Em coincidência com eleitor gêmeo Pág. após a digitação da decisão no programa de coincidências. por ocasião da decisão automática.Manual de Procedimentos Cartorários E – Após gravada a decisão. Comandado pelo sistema. em grupos de coincidência formados por gêmeos. ao incluir o eleitor na coincidência.

4. Inexistindo unidade regional do Departamento de Polícia Federal na localidade onde tiver jurisdição o Juiz Eleitoral. deve ser encaminhado ao Juízo Eleitoral.1. Decidida a duplicidade ou pluralidade e tomadas as providências de praxe. Manifestando-se o Ministério Público pela existência de indício de ilícito penal eleitoral a ser apurado. Pág. com requerimento de dilação do prazo.3. se duas ou mais inscrições em cada grupo forem atribuídas a um mesmo eleitor. pela autoridade judiciária competente. os autos deverão ser remetidos ao Ministério Público Eleitoral. os autos retornam ao Departamento de Polícia Federal. excetuados os casos de evidente falha dos serviços eleitorais. 25. 25. ao Departamento de Polícia Federal para instauração de inquérito policial. o processo deverá ser remetido. 103 . O inquérito policial somente poderá permanecer no Departamento de Polícia pelo prazo de 30 (trinta) dias. sendo este deferido. a remessa das peças informativas poderá ser feita por intermédio da Corregedoria Regional. findo o qual. ele deverá ser encaminhado ao Juiz Eleitoral competente para decidir na esfera penal.Manual de Procedimentos Cartorários 31 32 33 50 51 70 71 81 Em coincidência com eleitor suspenso ou com pessoa com registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor suspenso ou pessoa com registro de suspensão na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor liberado de agrupamento anterior de coincidência – par de eleitor com ocorrência 32 Eleitor cuja inscrição já foi objeto de decisão anterior Em coincidência com eleitor cuja inscrição já foi objeto de decisão anterior Inscrição mais antiga com par em coincidência Inscrição mais recente em coincidência – par de eleitor com ocorrência 70 Em coincidência com eleitor que perdeu seus direitos políticos ou com pessoa com registro de perda na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Pessoa com registro de perda na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos Eleitor liberado de agrupamento anterior – par de eleitor com ocorrência 82 82 83 Seção VI HIPÓTESE DE ILÍCITO PENAL 25. 25. 25.2. Concluído o inquérito policial.

104 . deverá requerer a regularização de sua inscrição. A espécie. o Juiz Eleitoral comunicará a decisão proferida à autoridade judiciária que determinou a instauração do apuratório. desde que cumprido o necessário interstício e comprovado o domicílio. Seção VII CASOS NÃO APRECIADOS 28. as inscrições canceladas serão excluídas do cadastro. no âmbito de suas respectivas competências. no que lhe for aplicável. nos termos do artigo 71. relatando fatos e indicando provas para pedir abertura de investigação com o fim de apurar irregularidade no alistamento eleitoral.1. Qualquer eleitor. Não sendo cogitada a hipótese de ocorrência de ilícito penal eleitoral a ser apurado. deverá ser verificada a necessidade de realizar operação de revisão ou 2ª via ou comando de FASE (gêmeo ou homônimo). 25. mantendo-se cópia dos autos em cartório.Manual de Procedimentos Cartorários 25. V – se possuir mais de uma inscrição liberada ou regular. Pág. cancelada pelo FASE 027 motivo/forma 3. para regularizar inscrição envolvida em coincidência. após a prolação de sentença pela autoridade judiciária competente ou após a atualização automática pelo sistema. pela normas do Código de Processo Penal. ou revisão para alteração do local de votação. Arquivado o Inquérito ou julgada a Ação Penal.7. no caso de sua remessa para outra zona eleitoral. seja do eleitor. III – se possuir apenas uma inscrição em qualquer zona eleitoral do país ou do exterior. II – se possuir apenas uma inscrição e esta figurar no cadastro como regular em outra zona eleitoral. por inscrição fraudulenta ou irregular. inciso III. 28. cancelada pelo FASE 450. deverá requerer nova inscrição. 26. partido político ou Ministério Público poderá se dirigir formalmente ao Juiz Eleitoral.6. uma delas deverá ser cancelada.1. conforme o caso. do servidor da Justiça Eleitoral ou de terceiros. os autos deverão ser arquivados na zona eleitoral onde o eleitor possuir inscrição.5. Os procedimentos a que se referem estas normas serão adotados sem prejuízo da apuração de responsabilidade de qualquer ordem. IV – se possuir apenas uma inscrição em qualquer zona eleitoral do país ou do exterior. 26. Após o transcurso de seis anos. para adoção das medidas cabíveis na esfera administrativa. observandose a competência para a decisão e a prioridade no cancelamento. 25. do Código Eleitoral. contados do processamento do código FASE próprio. deverá se indagar ao eleitor se pretende requerer transferência. O eleitor que comparecer ao cartório eleitoral. subsidiariamente. deverá ser orientado a: I – se possuir apenas uma inscrição e esta figurar no cadastro como regular na zona eleitoral por ele procurada. Corregedor Regional ou Geral. é regida pelas disposições do Código Eleitoral e. através das operações 3 ou 5.

por seus órgãos de direção municipais. com o atendimento das regras estatutárias do partido. (Res. o eleitor deverá estar filiado ao respectivo partido pelo menos um ano antes da data fixada para as eleições majoritárias ou proporcionais.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO V FILIAÇÃO PARTIDÁRIA Seção I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. 3. durante o expediente normal dos cartórios. o número dos títulos eleitorais e das seções em que são inscritos e a data do deferimento das respectivas filiações. O recibo deve ser impresso em duas vias. para todos os efeitos. regionais ou nacional. imprimindo relação contendo o número das inscrições cujas filiações foram informadas.1. TSE nº 19. A via impressa da relação de filiados entregue pelo partido deverá ser publicada na sede do cartório eleitoral. Seção II DO RECEBIMENTO DAS LISTAGENS 4. TSE nº 22. No período de 8 a 14 dos meses de abril e outubro de cada ano. Considera-se deferida a filiação partidária. com base nas informações prestadas pelo partido político.406) 4.(Res.3. Para concorrer a cargo eletivo. acompanhada de relação impressa. Caberá ao Juízo Eleitoral a inserção das filiações no sistema ELO. Pág.4. As listagens deverão ser elaboradas pelo partido no “Módulo Partido”. O chefe de cartório eleitoral procederá ao recebimento do disquete no sistema. 2. o partido. com autenticação eletrônica do conteúdo do arquivo.086/05) 4. 4. através de link a ser disponibilizado após o recebimento da lista no sistema ou através do menu Controle / Filiação / Consulta lista. uma via deve ser entregue ao partido e outra arquivada em cartório. que é o responsável pela manutenção das respectivas listas de filiados. 105 . que deverá ser idêntica à constante da via impressa entregue pelo partido. com autenticação eletrônica emitida pelo sistema. que emitirá recibo. 4. e entregues ao Juiz Eleitoral OBRIGATORIAMENTE em meio magnético. sob pena de rejeição. também. a relação atualizada dos nomes de TODOS os seus filiados na respectiva zona eleitoral. da qual constarão. 2.1. Somente poderá filiar-se a partido o eleitor que estiver no pleno gozo de seus direitos políticos. encaminhará ao Juiz Eleitoral da respectiva zona.2. para arquivamento e publicação na sede do cartório.

deverão ser comunicadas aos diretórios municipais correspondentes à zona da inscrição do eleitor. quando admitidas pelo estatuto do partido.1. A entrega da listagem deverá ser centralizada por um único órgão de direção do mesmo partido. inclusive para o diretório regional ou nacional informar. não se inserindo a segunda listagem no sistema ELO. permanecerão. que poderá estabelecer que a entrega seja feita por determinado órgão de direção. devendo os representantes dos diretórios envolvidos ser notificados para. compareça em cartório com a finalidade de retirar eventuais arquivos de erros e restrições decorrentes da 1ª fase do processamento das listagens apresentadas. 7.3. preferencialmente o municipal. No ato da entrega das listagens. DE IMEDIATO.2. Em caso de apresentação de segunda listagem relativa ao mesmo partido. Deverão ser apresentadas listas separadas para cada município pertencente à mesma zona eleitoral e para cada zona eleitoral pertencente ao mesmo município. 106 . As filiações efetuadas perante órgãos de direção nacional ou estadual. 7. o cartório eleitoral deverá encaminhar NOTIFICAÇÃO ao representante do partido político. na data indicada no cronograma de processamento das listagens. 7. O cartório eleitoral receberá imediatamente as relações no Sistema de Filiação 6. com a finalidade de serem comunicadas ao Juiz Eleitoral nos períodos previstos em lei.Manual de Procedimentos Cartorários 5. sobretudo quando não existir diretório municipal em determinado município ou quando lhe restar inviabilizada a entrega. Partidária. 7. O disposto no subitem anterior não impede ajuste interno entre os órgãos de direção de agremiação partidária. as informações contidas na primeira listagem recebida. 7. se faz a entrega em nome do partido e se a listagem contém TODOS os seus filiados no município.4. substituindo informações anteriormente arquivadas caso haja processamento de nova lista. nas épocas oportunas. deverá ser confeccionado recibo manualmente. no sistema. Segue modelo da notificação: Pág. uma vez que o sistema ELO armazena apenas uma única listagem. por meio do portador que proceder à entrega da lista. sanarem a divergência. a ser divulgado pela Corregedoria Regional. por escrito. Na ausência de manifestação ou de concordância dos diretórios. para que.

1. deverão ser regularizados mediante a entrega de nova relação de todos os seus filiados. após as correções devidas. _____. até o dia __/__/___ (data a ser indicada no cronograma de processamento das listagens).__ . 107 . do contrário. para a efetiva comprovação do recebimento no sistema ELO. Pág. o TSE procederá a uma verificação. 9._______ Senhor Representante do Partido _____________. relativa ao respectivo município. apresentada lista de filiados desse partido em ___/___/____. Após o recebimento de cada lista. o cartório deverá proceder ao seu imediato recebimento no sistema. Se não for disponibilizado o link. __ de _______ de _______. que. clicando sobre a sigla do partido. fornecendo um disquete formatado. Juiz Eleitoral desta ___ª ZE . Pelo presente. no dia ___/___/____. tendente a detectar eventuais irregularidades nas filiações.1. significa que a operação de recebimento de lista não foi concluída. com a finalidade de retirar eventual arquivo contendo erros e restrições relativos à lista ora entregue por esse partido. se ao clicar sobre a sigla do partido.UF. 9. a tela apresentar a respectiva relação de filiados. fica Vossa Senhoria NOTIFICADA de que. o cartório deverá proceder à rigorosa verificação no sistema ELO. compareça a esta zona eleitoral. com autenticação eletrônica do conteúdo do arquivo. Constatado que determinada lista não foi inserida no ELO. fica Vossa Senhoria NOTIFICADA para que. repetindo a verificação citada no item anterior. fica comprovado que a lista foi recebida no sistema. com a impressão de relação contendo o número das inscrições cujas filiações foram informadas.Manual de Procedimentos Cartorários TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ___ª ZONA ELEITORAL . devendo o cartório iniciar novamente o seu recebimento. na hipótese. será disponibilizado um link para a emissão de recibo. de ordem do MM. Se a tela apresentar a mensagem “Registro não encontrado” é porque a lista não foi inserida no sistema. o que poderá gerar arquivos contendo erros e restrições. _______________ Chefe de Cartório Eleitoral Seção III DA COMPROVAÇÃO DO PROCESSAMENTO DAS LISTAS DE FILIADOS 8. Assim sendo. por meio do menu Controle/Filiação/Consulta lista. 8. Ao receber listas de filiados no sistema ELO. para comprovação do efetivo recebimento da lista no sistema.

Manual de Procedimentos Cartorários Seção IV DO PROCESSAMENTO DAS LISTAGENS Subseção I DA 1ª FASE DO PROCESSAMENTO 10. Para tanto. ERROS: Município Inexistente O partido deverá ser notificado para corrigir a informação e entregar novo disquete completo. contados da mencionada data inicial e NÃO da data de retirada do arquivo de erros e restrições (Vide modelo de Notificação – item 7. para entrega aos partidos políticos.4) 11. mediante entrega da nova listagem COMPLETA de seus filiados. entregando novo disquete completo.1. No prazo destinado à entrega de listas contendo correção de erros e restrições: a) NÃO PODERÃO ser incluídas novas filiações. visando à sua regularização.2. 12. a data inicial em que os erros e restrições estarão disponíveis em cartório (1º dia subseqüente ao término do prazo de 7 dias para a verificação pelo TSE). pois serão rejeitadas pelo sistema. se sobreporão às listas completas anteriormente recebidas. visando identificar irregularidades. 108 . via sistema ELO. apagando as demais filiações. à disposição dos cartórios eleitorais. 10. pois. Encerrado o prazo para o recebimento das listagens em cartório e no sistema ELO (8 a 14 de abril e outubro de cada ano). no prazo de 7 dias. notificando-os para a retirada dos respectivos arquivos e devolução com as devidas correções no prazo de 10 dias. 10. Os erros e restrições poderão ser sanados conforme tabela que segue. c) NÃO PODERÃO ser recebidas listas não entregues pelos partidos no prazo legal. Ao término desse prazo os relatórios de erros e restrições detectados serão colocados.1. Os partidos políticos deverão sanar as irregularidades. b) NÃO PODERÃO ser recebidas listas contendo apenas as filiações relativas aos erros e restrições. Pág. o Tribunal Superior Eleitoral. incluir o filiado com o número correto de inscrição. Inscrição Inexistente O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem e. se for o caso. procederá a uma verificação das filiações informadas. 11. uma vez recebidas no sistema ELO. consistentes em erros e restrições ao processamento das filiações. os cartórios eleitorais deverão comunicar aos partidos políticos. Inscrição não pertence à O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. com antecedência. zona informada entregando novo disquete completo. Inscrição não pertence ao O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem.

digitar a decisão do Juiz Eleitoral na Base de Coincidências. após o segundo processamento deverá ser instaurado o procedimento sumário. de imediato. entregando novo disquete completo. entregando novos disquetes completos. O partido deve ser notificado para corrigir a data da filiação ou excluir o filiado da listagem. O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. Data da filiação inválida Eleitor desfiliou-se Filiação cancelada sentença Desfiliação solicitada pelo O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. deverá entregar novo disquete completo. Pág. em ambas as hipóteses. para excluir. Eleitor consta em mais de Na 1ª fase do processamento. Se o partido entender pela exclusão do filiado da listagem. sendo o caso. deverá ser mantida na relação de filiados.Manual de Procedimentos Cartorários município informado entregando novo disquete completo. bem assim quanto à eventual existência de FASE 370 pendente de processamento para a inscrição suspensa. deverá entregar novo disquete completo. partido entregando novo disquete completo. se o partido entender pela exclusão do filiado. entregando novo disquete completo. por O partido deve ser notificado para excluir o filiado da listagem. informando-se o partido. entregando novo disquete completo. Inscrição envolvida coincidência em O cartório deverá. Nome do eleitor difere do O partido deve ser notificado a corrigir o nome do filiado na cadastro listagem. Se a inscrição for regularizada. entregando novo disquete completo. 109 . Inscrição suspensa O cartório deverá informar o partido quanto à suspensão da inscrição. todos os partidos envolvidos na uma lista de filiados ocorrência devem ser notificados da situação. deverá entregar novo disquete completo. conforme o caso. RESTRIÇÕES: Inscrição não pertence à O partido deve ser notificado para corrigir a informação e entregar seção informada novo disquete completo. se for cancelada. o filiado de suas listagens. o partido deverá ser informado do cancelamento. bem assim quanto à eventual existência de FASE 361 ou operações 3 ou 5 pendentes de processamento para a inscrição cancelada. Se o partido entender pela exclusão do filiado da listagem. Inscrição cancelada O cartório deverá informar o partido quanto ao cancelamento da inscrição e respectivo motivo. Se as filiações permanecerem nas duas listagens.

1. dos disquetes contendo as listas corrigidas. que deverão adotar as providências constantes do roteiro que segue. se o prazo para defesa decorrer sem manifestação das partes. No mesmo prazo de 10 dias concedido aos partidos para a devolução das listas corrigidas. poderá designar audiência com os envolvidos. via sistema ELO. os filiados e os representantes dos partidos deverão ser citados por edital afixado em cartório e publicado na imprensa oficial onde houver possibilidade de fazê-lo. o acesso ao sistema ELO deverá ser feito com o perfil Administrador. 15. VI – Expedir mandado ou carta de citação ao eleitor filiado e aos representantes dos partidos envolvidos. o fato deve ser certificado nos autos. 110 . ainda. no prazo de 7 dias. o cartório eleitoral deverá proceder ao recebimento. comunicações de desfiliação encaminhadas pelos filiados aos partidos e respectivas cópias enviadas ao Juízo Eleitoral. para sua regularização: I – Solicitar o Relatório de Filiados Sub Judice do sistema ELO (Relatório/Filiação/Filiados Sub Judice). esta deverá ser juntada aos autos. VIII – Se for apresentada defesa. V – O Juiz determinará a citação do eleitor e dos representantes dos partidos envolvidos. submetendo-a à sua apreciação. momento em que a defesa poderá ser produzida. VII – Caso as citações não sejam concretizadas. o Tribunal Superior Eleitoral procederá. As listas decorrentes da correção de erros e restrições deverão ser recebidas no sistema ELO. a um cruzamento das informações apresentadas pelos partidos.Manual de Procedimentos Cartorários 13. juntamente com cópias das folhas das listas de filiados em que constem as filiações sub judice e o relatório de filiados sub judice emitido pelo sistema ELO. as duplas filiações detectadas serão colocadas. através do menu Controle/Filiação/Recebe Lista. para tanto. em Pág. concedendo prazo para apresentação de defesa acompanhada de documentos que comprovem a regularidade da filiação (fichas de filiação. à disposição dos cartórios eleitorais. 13. e outros meios idôneos de prova) ou. visando identificar duplicidades de filiação. II – Elaborar informação dirigida ao Juiz Eleitoral. Ao término dessa verificação. Subseção II DA 2ª FASE DO PROCESSAMENTO – DAS FILIAÇÕES SUB JUDICE E DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO 14. Recomenda-se o prazo de 48 horas para defesa ou. III – O Juiz Eleitoral determinará o registro e a autuação individual do procedimento sumário. Encerrado o prazo de 10 dias para o recebimento das listas corrigidas no sistema ELO. se for designada audiência. que a data seja próxima. IV – Registrar o procedimento sumário no Livro de Registro Geral de Feitos e proceder à sua autuação. no sistema ELO.

pois o fato de o filiado constar em duas listas não significa que está filiado em ambos os partidos. a critério do juiz. ou seja. ou o partido anterior. destina-se a comprovar se houve a dupla filiação. poderá. encaminhe a relação que contenha o nome do eleitor como filiado. § 2º. que intime o partido para que. por falha. assinalando o campo “decisão judicial”. podendo ter ocorrido a inclusão proposital do eleitor em uma lista para configurar a dupla filiação e anular a filiação anterior. o procedimento sumário não tem essa finalidade. Não sendo encontrados para a intimação pessoal ou postal. com a finalidade de assegurar o recebimento de lista contendo filiação cuja inclusão tenha sido determinada pelo Juiz Eleitoral (artigo 19. não superior a 10 dias. recorrerem no prazo de 3 dias. Nos casos dos subitens anteriores.Manual de Procedimentos Cartorários qualquer hipótese. pessoalmente ou por via postal. denominadas listas especiais. não tê-lo excluído de sua lista. Subseção III DO RECEBIMENTO DE LISTAS ESPECIAIS 17. XI – Após sentença do Juiz Eleitoral. O prejudicado por desídia ou má-fé do partido poderá requerer diretamente ao Juiz Eleitoral da Zona. para as providências cabíveis. onde houver. no qual deverá aparecer a mensagem “Registro não encontrado”. sob pena de desobediência. querendo. se comprovarem que o nome do filiado constou em duas listas por erro ou má-fé. os autos poderão ser encaminhados ao Ministério Público Eleitoral.096/95). deverão ser intimados da sentença por edital afixado em cartório. 111 . ambas as filiações deverão ser anuladas. O eleitor que se filiou a dois ou mais partidos não poderá optar por um partido. o eleitor e os partidos políticos deverão ser intimados da decisão. O sistema ELO rejeitará o recebimento de listas especiais enquanto a zona eleitoral permanecer com filiações sub judice para o mesmo partido e mesmo município. IX – Se na defesa apresentada. com exceção dos períodos destinados ao recebimento e processamento das listagens recebidas de 8 a 14 dos meses de abril e outubro de cada ano. no prazo que fixar. 18. XII – A filiação ou as filiações anuladas pelo Juízo deverão ser canceladas no sistema ELO. os autos devem ser conclusos ao Juiz Eleitoral. o filiado ou os partidos comprovarem que o eleitor não estava filiado em dois ou mais partidos. o recebimento da lista especial somente poderá ocorrer após decisão judicial proferida em processo devidamente registrado e Pág. XIII – Após registrar a desfiliação. comprovando. X – Se o Juiz detectar que o eleitor filiou-se a dois ou mais partidos. para. 19. assim. XIV – Findo o processo. imprimir novo relatório de filiados sub judice. da Lei 9. 16. através do registro da “desfiliação”. do qual o filiado teria se desfiliado. poderão ser recebidas listas não encaminhadas pelos partidos naquelas épocas. a outra filiação deverá ser considerada válida. Em qualquer época. com o prazo de 3 dias ou publicado na imprensa oficial. para prolação de sentença. a inexistência de duplicidades na zona eleitoral.

22. devendo ser datado e assinado pelo Juiz Eleitoral. Pág. devendo-se clicar no botão “Desfiliar”. onde deverá ser informado o motivo da desfiliação. Se o motivo da desfiliação for a filiação a novo partido. e iniciará novo ciclo de processamento. for posterior ao dia imediato ao da nova filiação. o filiado deverá fazer comunicação escrita ao respectivo órgão de direção do partido. excetuados os de abril e outubro. 22. solicitando o cancelamento de sua filiação. serão exibidos todos os dados do eleitor consultado. III – pedido do partido. Nas hipóteses do artigo item o cartório deverá registrar a desfiliação no sistema ELO.1. As desfiliações poderão decorrer de: I– decisão de autoridade judiciária. uma vez que. 22. 22. que será realizado no último dia útil dos meses pares. 20. II – pedido do eleitor. Em seguida. se o eleitor filiado tiver se transferido de zona eleitoral. preenchendo-se o campo “Inscrição” da tela apresentada. através do menu Relatório/Filiação/Formulário Listas Especiais.Manual de Procedimentos Cartorários autuado. deverá também enviar cópia da comunicação ao Juiz Eleitoral da zona em que a lista foi entregue. até o dia imediato ao da nova filiação.1. conforme cronograma fixado pela CGE. que deverão ser devidamente preenchidos. Se a data da comunicação mencionada no item 23. de eleitor já filiado a partido anteriormente. conforme item 21. Deverá ser encaminhado. para desligar-se do partido. Seção V DESFILIAÇÃO 21. IV – filiação. após o fechamento da janela. 22. após o recebimento da lista especial. a novo partido. ficará configurada a dupla filiação. Tal formulário será disponibilizado no Sistema ELO. via fax. para análise e autorização de processamento. devendo ser consignados no sistema ELO o número do processo em que foi autorizada a medida e a inscrição eleitoral do servidor responsável pelo processamento. quando será apresentada uma nova janela.1. inciso IV. por meio do menu Controle/Filiação/Consulta Filiado. ficará indisponível para impressão. O recebimento dessas listas se dará através do menu Controle/Filiação/Recebe Lista Especial. 112 . sem a qual as listas especiais não serão processadas pelo TSE. sob pena de configuração de dupla filiação partidária.2. para o registro da desfiliação no sistema ELO. neste caso.2. serão habilitados novos campos. enviando cópia ao Juiz Eleitoral da zona em que for inscrito. à Corregedoria Regional o Formulário de Acompanhamento de Listas Especiais. que deverá ser impresso prontamente. neste caso. o filiado deverá fazer comunicação ao órgão de direção do partido anterior e ao Juiz de sua respectiva zona eleitoral. sendo que o sistema emitirá um documento denominado “Comunicado de Duplicidade de Filiação”.

adotando-se as providências referidas no roteiro de procedimentos constante da Subseção II. nessa situação. devendo ser consignado no sistema ELO o número do processo em que foi determinada a reversão. clicar no link da inscrição que contenha a anotação de “desfiliado”. a regularização da situação NÃO deverá ser procedida através da reversão da desfiliação. em caso de interposição de recurso. preenchendo-se o campo “nº da inscrição” e clicando no botão “Consultar”. quando a desfiliação for registrada no sistema ELO antes do trânsito em julgado da sentença.Manual de Procedimentos Cartorários 22. solicitando a exclusão de seu nome da relação de filiados da zona ou município de origem. 24.1. será apresentada lista das filiações relativas à inscrição. 25. encaminhando a documentação pertinente e solicitando a correção do motivo da desfiliação. Cabe ao órgão de direção do partido político comunicar essa transferência ao diretório do partido no novo município. deste Título. 23. Após. 26. Seção VI DA REVERSÃO DA DESFILIAÇÃO 23. II – reforma da decisão do Juiz Eleitoral. Pág.2. preencher o campo “Processo” e clicar no botão “Reverter”. deverá ser oficiado à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. O “Comunicado de Duplicidade de Filiação” deverá ser registrado e autuado. 22.1.3. 113 . A desfiliação poderá ser revertida nos seguintes casos: I– registro indevido de desfiliação. será apresentada uma tela com os dados da filiação. Seção IV.2. O filiado que se transferir para outro município ou para outra zona eleitoral deverá comunicar ao órgão de direção municipal do partido político (do município ou zona anterior). para a inclusão do filiado transferido em sua relação de filiados. Após o preenchimento de todos os campos. No caso de registro de desfiliação com o motivo incorreto. Seção VII TRANSFERÊNCIA DE ELEITOR FILIADO 26. deverá ser clicado no botão “Gravar”. A reversão da desfiliação deverá ser procedida no sistema ELO por meio do menu Controle/Filiação/Consulta Filiado. A reversão da desfiliação somente poderá ser procedida após despacho do Juiz Eleitoral. por intermédio da Corregedoria Regional.

cabendo ao cartório emiti-las com base na documentação arquivada em cartório. pelo sistema._____ (NOME DO PARTIDO – SIGLA). TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO DA ____ª ZONA ELEITORAL .2. inscrição nº ______________________ . consta da relação de filiados encaminhada em ___/___/______ à Justiça Eleitoral pelo __________________ . de certidões de filiação. Se a zona eleitoral do destino pertencer ao mesmo município. nos termos do artigo 4º e §§ 1º e 2º da Resolução TSE nº 21. com data de filiação de ____/____/_______. 114 . deverá constar ressalva relativa à pendência de realização de batimento pelo Colendo Tribunal Superior Eleitoral.574/2003.______________ CERTIDÃO CERTIFICO que (NOME DO FILIADO).Manual de Procedimentos Cartorários 26. Seção VIII DISPOSIÇÕES FINAIS 27. (A certidão deverá ser renovada se destinada a instruir processo de registro de candidato) Local.1. conforme modelo que se segue. Pág. Durante o período compreendido entre o início do prazo para encaminhamento das relações pelos partidos e a análise e identificação de irregularidades pelo Tribunal Superior Eleitoral. caberá ao órgão de direção do partido político incluir o filiado na relação de filiados da zona eleitoral para onde o eleitor se transferiu. ___ de ________ de ______. Da certidão emitida neste período. inclusive relativo à eventual duplicidade de filiações. inclusive relativa à duplicidade de filiações. não será possível a emissão. 27. ressalvada a pendência de realização de batimento pelo Colendo Tribunal Superior Eleitoral.

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27.1.1. O interessado deverá ser alertado de que essa certidão deverá ser renovada, especialmente se for destinada a instruir requerimento de registro de candidatura. 28. O cartório deverá manter arquivadas as vias impressas das listas recebidas, com os respectivos recibos emitidos pelo sistema, em pastas separadas por partido, facultado o registro e a autuação das listas. 29. Lista de filiados recebida no sistema ELO sobrepõe lista anteriormente recebida, substituindo as filiações já processadas. 30. Se a relação de filiados não for remetida no prazo legal, permanecerão inalteradas as filiações de todos os filiados constantes da relação remetida anteriormente, excetuando-se as desfiliações registradas no sistema. 31. Para fins de prova de filiação partidária, inclusive com vistas à candidatura a cargo eletivo, o chefe do cartório eleitoral expedirá certidão com base na última relação de filiados recebida e armazenada no sistema ELO. 31.1. A ausência do registro da filiação no sistema ELO não impede a expedição da certidão de filiação, que deverá ser emitida com base na última relação recebida na zona eleitoral ou outros documentos arquivados em cartório. 32. Os servidores de qualquer órgão da Justiça Eleitoral não poderão se filiar a partido político ou exercer atividade partidária, sob pena de demissão, nos termos do artigo 366 do Código Eleitoral. 33. As informações relativas aos diretórios regionais e municipais dos partidos políticos poderão ser obtidas na Intranet. 34. Poderão ser fornecidas aos representantes de partidos ou a qualquer interessado, relações de filiados de qualquer partido político, desde que os interessados manifestem especificamente as razões e os fins do pedido, sem ônus para a Justiça Eleitoral, não podendo constar das relações dados de caráter personalizado.

TÍTULO VI MULTAS Seção I
APLICAÇÃO DA PENALIDADE DE MULTA
1. Será aplicada multa: a) ao brasileiro nato que não se alistar até os 19 (dezenove) anos e ao naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira; Obs. Não se aplicará a pena ao não alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar dezenove anos.

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b) ao eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o Juiz Eleitoral até 60 (sessenta) dias após a realização da eleição; Obs. Não deverão ser cobradas multas de eleitor com os direitos políticos suspensos, relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar, uma vez que, na hipótese, o não exercício do voto decorre de impedimento legal. c) ao eleitor que se encontrar no exterior na data do pleito e não justificar a ausência até 30 (trinta) dias, contados da data de seu retorno ao Brasil; d) ao membro de mesa receptora que não comparecer no local, em dia e hora determinados para a realização da eleição, sem que a causa seja apreciada e acolhida pelo Juiz Eleitoral; e) à pessoa com decisão judicial transitada em julgado, por infração a dispositivo do Código Eleitoral ou à Lei 9.504/97, em que haja previsão de aplicação de multa de natureza administrativa. 2. A base de cálculo do valor das multas eleitorais será 33,02 UFIR, utilizando-se o último valor atribuído àquela unidade fiscal, ou seja, R$ 1,0641, resultando em R$ 35,14. 3. A multa pelo não exercício do voto e pelo não alistamento dentro do prazo legal, terá por base de cálculo o valor de R$ 35,14, arbitrada entre o mínimo de 3% e o máximo de 10% desse valor. 4. A multa ao mesário faltoso terá por base de cálculo o valor de R$ 35,14, arbitrada entre o mínimo de 50% e o máximo de 100% desse valor. 4.1. A multa será aplicada em dobro se a mesa receptora deixar de funcionar por culpa dos mesários faltosos, ou ocorrer o abandono dos trabalhos no decurso da votação sem justa causa. 5. Para efeito de aplicação de multa, cada um dos turnos de um pleito será considerado uma eleição. 6. A multa poderá ser aumentada até 10 (dez) vezes, se o Juiz considerar que, em virtude da situação econômica do infrator, é ineficaz, embora aplicada no máximo (art. 367, § 2º, CE). 7. O eleitor que não votar e não pagar a multa, caso se encontre fora de sua zona e necessite prova de quitação com a Justiça Eleitoral, poderá efetuar o pagamento perante o Juízo da zona em que estiver. 7.1. Neste caso a multa deverá ser cobrada no máximo previsto, salvo se o eleitor quiser aguardar que o Juiz da zona em que se encontrar solicite informações sobre o arbitramento ao Juízo da inscrição. 7.2. Efetuado o pagamento, o juízo que recolheu a multa fornecerá certidão de quitação e determinará o registro da informação no cadastro, mediante o comando do FASE 078, motivo-forma 1.

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8. Sendo a multa arbitrada em procedimento próprio, o infrator deve ser regularmente intimado para satisfazer o débito, após o trânsito em julgado da decisão. 8.1. Tratando de multa arbitrada por infração a dispositivos do Código Eleitoral e da Lei nº 9.504/97 (à exceção daquelas de natureza criminal ou decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais), deverá ser comandado o FASE 264 – Multa Eleitoral, após o trânsito em julgado da decisão.

Seção II
DISPENSA DE RECOLHIMENTO DE MULTAS
9. O alistando ou o eleitor que comprovar, na forma da lei, seu estado de pobreza, perante qualquer Juízo Eleitoral, ficará isento do pagamento da multa. 9.1. Não poderá haver dispensa de recolhimento de multa aplicada em decorrência de violação a dispositivos da Lei nº 9.504/97. 9.2. Poderá ser expedida certidão de quitação no momento da formalização do requerimento de dispensa do pagamento da multa. 10. Deferida a dispensa, o cartório comandará o FASE 078, motivo/forma 2.

Seção III
GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO - GRU
11. Para o recolhimento das multas eleitorais será utilizada a Guia de Recolhimento da União (GRU). 11.1. Os débitos relativos a valores inferiores a R$ 30,00 (trinta reais) podem ser recolhidos através da GRU-Simples ou da GRU-Cobrança; os superiores a R$ 30,00 (trinta reais) devem ser recolhidos apenas através da GRU-Cobrança. 11.2. A GRU-Cobrança é aceita em qualquer agência bancária e em casas lotéricas; a GRU-Simples é aceita apenas nas agências do Banco do Brasil. 11.2.1. O pagamento poderá ser feito, ainda, em terminais de autoatendimento e na internet, devendo o eleitor, neste caso, apresentar “comprovante de pagamento”, não podendo ser aceito o “comprovante de agendamento”. 12. A GRU será preenchida diretamente no sistema ELO; para utilização nos postos de atendimento que não dispõem do sistema ELO e nos períodos em que o sistema ficar inoperante ou com as linhas de acesso congestionadas, o cartório eleitoral deverá manter estoque de formulários pré-impressos, obtidos por meio do menu Relatório / Multa Eleitoral. 13. Deve ser preenchida uma guia de recolhimento para cada espécie de multa eleitoral, observando-se os respectivos códigos, constantes da tabela a seguir:

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dispensada a apresentação de autorização. A outra via será juntada à cópia dos autos. Uma via do será encaminhada. Inscrita a multa. o terceiro deverá apresentar autorização escrita do eleitor. O recolhimento de multas poderá ser feito por terceiros.1.2. o chefe de cartório eleitoral certificará essa circunstância nos autos e formalizará a inscrição da dívida no Livro de Inscrição de Multas Eleitorais. em 5 (cinco) dias. por sua vez. Sendo a multa fixada por decisão judicial em procedimento próprio. que aguardarão. O registro da multa será numerado seqüencialmente. a Secretaria Judiciária. 118 . 17. a comunicação de liquidação do débito. os encaminhará à Procuradoria da Fazenda Nacional. em ordem cronológica. conforme consta da Parte II. Seção II. 17. no arquivo do cartório. se o pagamento não for efetuado no prazo de 30 (trinta) dias do trânsito em julgado da decisão.Manual de Procedimentos Cartorários CÓDIGOS DAS ESPÉCIES DE MULTAS ELEITORAIS 01 – Multas aplicadas a eleitores 02 – Multas aplicadas a órgãos partidários 03 – Multas aplicadas a candidatos 04 – Multas aplicadas a entidades privadas 05 – Multas aplicadas a agentes públicos 06 – Multas aplicadas a doadores (pessoa física) 07 – Multas aplicadas a doadores (pessoa jurídica) 08 – Multas aplicadas a mesário 09 – Multas aplicadas decorrentes de condenação criminal 10 – Outras espécies de multas eleitorais Seção IV RECOLHIMENTO DE MULTAS POR TERCEIROS 14. item 9 deste Manual. Seção V AUSÊNCIA DE PAGAMENTO DAS MULTAS ELEITORAIS NO PRAZO LEGAL 15. para fins de cobrança mediante executivo fiscal (Lei nº 6. Título I. Pág. conforme modelo a seguir: 17. 16. à Secretaria Judiciária do respectivo Tribunal Regional. mediante apresentação do título do eleitor ou documento de identidade. Capítulo 4. em duas vias. o Juiz Eleitoral mandará expedir o Termo de Inscrição de Multa Eleitoral (Portaria TSE nº 288/2005). Se houver necessidade de fornecimento de certidão de quitação eleitoral.830. de 2209-1980). dispensado o reconhecimento de firma. juntamente com os autos e respectivo termo de inscrição da dívida.

197.br . disponível no sítio www. após o recebimento da guia em cartório. através de um dos seguintes menus: Eleitor / Atendimento / Registra pagamento de multa eleitoral ou Controle / Multa / Registra Pagamento. Seção VI ATRIBUIÇÕES DOS JUÍZOS ELEITORAIS 20.406/2002 (novo Código Civil). esta deverá ser incluída no sistema ELO. o servidor do cartório certificará nos autos e registrará no Livro de Inscrição de Multas Eleitorais. Resolução TSE nº 21. sendo que a Lei nº 10. por meio de um dos seguintes menus: Eleitor / Atendimento / Inclui Formulário de Multa ou Controle / Multa / Inclui Formulário de Multa. nos termos da legislação civil.3. rel. Seção VII PRESCRIÇÃO DAS MULTAS ELEITORAIS 21. Portaria TSE nº 288/2005.pgfn. até ulterior deliberação do Tribunal Superior Eleitoral. No caso de pagamento de multa com a utilização de formulário pré-impresso.1. ser registrado no sistema o pagamento da multa. Deverá. deverá quitar a dívida perante aquele órgão.TSE no 21.gov. Pág. 18. de 3. 119 .fazenda.Manual de Procedimentos Cartorários 17. tanto no caso de utilização de formulário préimpresso quanto no caso de preenchimento do formulário diretamente pelo sistema ELO.9. A multa eleitoral constitui dívida ativa não tributária e está sujeita à prescrição ordinária das ações pessoais. Sálvio de Figueiredo.) 2 2 Fontes: Código Eleitoral. ou dirigir-se à Procuradoria Estadual da Fazenda Nacional (na Capital) ou à Procuradoria Seccional da Fazenda Nacional (no Interior). estabelece em seu artigo 205: “A prescrição ocorre em dez anos. informando o número e a data do documento recebido. Resolução TSE nº 21. Está suspenso o envio de Certidões de Débito de Multas Eleitorais com valores iguais ou inferiores a R$ 1.000. ainda. Comunicada pela Secretaria Judiciária ou comprovada pelo próprio eleitor a liqüidação da dívida.538/2003. 20.2002.00 (um mil reais) ao respectivo Tribunal Regional. quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. 19.” (Res.975/2004. em vigor desde de 11 de janeiro de 2003. O devedor com débito em fase de cobrança pela Procuradoria da Fazenda Nacional. Min. mediante recolhimento em guia própria (DARF).

1.1. devendo o cartório priorizar a indicação de servidores públicos. canhotos do título de eleitor. em que haja absoluta necessidade e mediante prévia autorização do Juízo Eleitoral da zona da inscrição. diz respeito somente à manifestação do interesse pelo eleitor. 4. o seu comparecimento torna-se obrigatório. bem como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo. Mesário Voluntário é o eleitor que. d) os que pertencerem ao serviço eleitoral. Pág. c) as autoridades e agentes policiais.1. 4. b) os membros de diretórios de partidos. devendo a inscrição estar regular ou liberada. através de edital. Os mesários serão nomeados. uma vez convocado. por intermédio dos RAEs. desde que exerçam a função executiva. com mesários nomeados pelo Juiz Eleitoral. A voluntariedade. 3. Somente poderá ser convocado eleitor para compor mesa receptora de votos em zona diversa da que se encontra inscrito. quando do comparecimento do eleitor. Não podem ser nomeados presidentes e mesários: a) os candidatos e seus parentes. 4. inclusive. ainda que por afinidade. podendo ser convocado quando houver necessidade. de sistema próprio quando o Tribunal dispuser ou pessoalmente. no período de até sessenta dias antes da eleição. O Juiz Eleitoral nomeará mesário dentre os eleitores da zona sob sua jurisdição.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO VII MESÁRIOS Seção I COMPOSIÇÃO 1. de preferência. em casos excepcionais. A escolha dos membros das mesas receptoras de votos será realizada pelo cartório eleitoral. portanto. 5. sendo que. voluntariamente. e) os menores de dezoito anos. até o segundo grau. Cada seção eleitoral terá uma mesa receptora de votos. entre os eleitores da própria seção. para possibilitar o comando dos FASEs 183 e 442. se inscreve como mesário. ainda que se trate de mesário voluntário. e bem assim o cônjuge. 2. 120 . e f) os que tenham entre si parentesco em qualquer grau e os servidores da mesma repartição pública ou empresa privada para compor a mesma mesa receptora.

intimando os mesários para constituírem as mesas na data. O cartório dividirá os membros a serem convocados em grupos. três membros de cada mesa receptora de Seção III NOMEAÇÃO 12. deverá ser providenciada a sua substituição. afixado em cartório. Para a escolha dos membros da mesa deve ser observada a escolaridade mínima do ensino médio.1. votos.1. agendando datas de comparecimento. entre outros.1. 7. 10. 13. A convocação dos membros será procedida mediante expedição de correspondência. no mínimo. 8. 6. Seção II CONVOCAÇÃO 6. em reuniões para esse fim. onde houver. 9. idade. e. 8. contados da nomeação. para alegarem motivo justo para recusa à nomeação. Pág. É facultado aos nomeados o prazo de até 5 (cinco) dias. após decisão a respeito. Acolhido o impedimento de membro da mesa receptora. que assinará o comprovante de recebimento e informará o número do documento de identidade. 11. a convocação poderá ser entregue a parente. deverá ser promovida sua notificação pessoal por oficial de justiça ad hoc. Deverão ser instruídos. para que compareçam ao cartório. para evitar o comparecimento de número elevado de pessoas na mesma ocasião. com a finalidade de tomarem ciência da nomeação. salvo se sobrevindo depois desse prazo. profissão. O perfil do mesário deve ser definido em função da disponibilidade de eleitores de um mesmo local de votação. 121 . Regularmente nomeado.2. será convocado substituto. o mesário deverá ser instruído acerca dos procedimentos da eleição. o Juiz Eleitoral dará ciência ao interessado. na impossibilidade. designadas com a necessária antecedência.1. 7.Manual de Procedimentos Cartorários 5. estado civil. Não sendo localizado o eleitor indicado. hora e local designados. 5. Na impossibilidade de notificação pessoal. Acolhido o impedimento ou não localizado o eleitor. Comparecendo o mesário e alegando impedimento. atendendo à média do respectivo eleitorado com base na escolaridade. O edital de nomeação de membros da Mesa Receptora será publicado na imprensa oficial.

1.Manual de Procedimentos Cartorários 14. 21.504/97. contados da data da eleição. sucessivamente. § 1º. salvo força maior. no prazo de 5 (cinco) dias. Publicada a nomeação da mesa receptora qualquer partido poderá dela reclamar. 122 . Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. para se justificar perante o Juiz Eleitoral. se o impedimento ocorrer dentro desse prazo ou no curso da eleição. no prazo de 3 (três) dias. ou em virtude de fato superveniente. Deverá ser comandado o FASE 183 logo após a composição da mesa receptora de votos. ou imediatamente. do Código Eleitoral. 17. inc. O membro da mesa receptora que não comparecer no local. 16. Poderá o presidente. 63. § 1º. III e IV. o prazo para reclamação será contado da publicação dos nomes dos candidatos registrados. o segundo mesário. Se resultar de qualquer das proibições do art. ou art. nomear ad hoc. e todos deverão assinar a ata da eleição. 22. 120. comunicando eventual impedimento aos mesários ou secretários e ao Juiz Eleitoral. e o registro do candidato for posterior à nomeação do mesário. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes da abertura dos trabalhos. Pág. de modo que haja sempre quem responda pessoalmente pela ordem e regularidade do processo eleitoral. sob esse fundamento. providenciado-se o seu processamento logo após a reabertura do cadastro. art. dia e hora determinados para a realização da eleição terá o prazo de 30 (trinta) dias. devendo a decisão ser proferida em 48 (quarenta e oito) horas. 15. 15. I. assumirá a presidência o primeiro mesário e. Os mesários substituirão o presidente. para todos os mesários nomeados. 18. Se o vício da constituição da mesa resultar da incompatibilidade prevista no art. O presidente deve estar presente ao ato de abertura e de encerramento da eleição. 20. um dos secretários ou o suplente. § 2º. do Código Eleitoral. incisos II. ou membro da mesa receptora que assumir a presidência. na sua falta ou impedimento. a nulidade da respectiva seção. Seção IV TRABALHOS 19. 64 da Lei nº 9. os que forem necessários para completar a mesa. dentre os eleitores presentes e observados os impedimentos legais. Seção V MESÁRIOS FALTOSOS 23. O partido que não houver reclamado contra a composição da mesa não poderá argüir. Não comparecendo o presidente até às sete horas e trinta minutos. 120. o prazo será contado do ato da nomeação ou eleição.

1. Acolhida a justificativa. Deixando de comparecer à eleição e não apresentando justificativa no prazo legal. na forma da lei. A multa poderá ser aumentada até 10 (dez) vezes se o Juiz considerar que.4. por meio de telefone ou carta. em virtude da situação econômica do infrator. o Juiz Eleitoral determinará sua comunicação ao respectivo órgão público ao qual pertença o mesário faltoso.02 UFIRs (R$35.5. 123 .3. solicitar o pagamento da multa. o mesário faltoso que comprovar. após o processamento do FASE 183. para que compareçam ao cartório eleitoral nos 30 (trinta) dias subseqüentes ao da eleição. motivo/forma 1. após o processamento dos FASEs 183 e 442. 28. 24. 2. de suspensão por até 15 (quinze) dias. motivo/forma 2. para apresentar justificativa pela ausência ou querendo.14). O Juiz Eleitoral poderá dispensar do recolhimento da multa. Deverá ser comandado o FASE 442. após o processamento dos FASEs 183 e 442. neste caso. No mesmo prazo indicado nos itens 23 e 23. arbitrada entre o mínimo de 50% e o máximo de 100% desse valor. será determinada a regularização da situação do eleitor. Não sendo acolhida a justificativa. Se o mesário faltoso for servidor público ou autárquico e não apresentar justificativa no prazo legal deverá ser autuado e registrado Processo de Mesário Faltoso.1. 25. Deferido o requerimento de dispensa do recolhimento da multa. 26. 23. contados da data da ocorrência. e arbitrada a multa a situação do eleitor deverá ser regularizada mediante o recolhimento da multa e o comando do FASE 078. 23. no prazo de 30 dias.Manual de Procedimentos Cartorários 23. para todos os membros de mesa receptora que NÃO comparecerem aos trabalhos. mediante o comando do FASE 078. ainda. O mesário faltoso que não apresentar a justificativa no prazo legal incorrerá em multa que terá por base de cálculo o valor de 33. imediatamente após a reabertura do cadastro e processamento do FASE 183. proceder-se-á à instauração de Processo contra o Mesário Faltoso. apresente a defesa que entender cabível. 23. 120 § 4º CE) 23. O requerimento de justificativa ou de dispensa de recolhimento de multa será submetido à apreciação do Juiz Eleitoral. O cartório eleitoral poderá entrar em contato com os mesários faltosos. Instaurado o procedimento. embora aplicada no valor máximo. 27.8. Pág. solicite o pagamento espontâneo da multa. sendo a pena. mediante o comando do FASE 175. será determinada a regularização da situação do eleitor. será intimado para que. 23. A fim de dar eficácia à pena cominada. justificativa pela ausência ou. seja ineficaz. o mesário faltoso poderá solicitar espontaneamente o arbitramento e o pagamento de multa. 25.7. O prazo para apresentação de justificativa do membro de mesa receptora de votos que abandonar os trabalhos no decurso da votação sem justa causa será de 3 dias.1. seu estado de pobreza.6. (art. ou sendo esta indeferida pelo Juiz Eleitoral. 23. 23.

28. Da decisão do Juiz Eleitoral sairão intimados o representante do Ministério Público Eleitoral e o mesário faltoso. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 175 e o arquivamento dos autos. motivo-forma 1. das Normas de Serviço desta Corregedoria. proceder-se-á à sua execução. Se o prazo de 30 dias transcorrer sem qualquer manifestação do mesário. 124 . dispensado o encaminhamento do relatório à Corregedoria. Não sendo cumprida a sentença. Multas. o Juiz Eleitoral proferirá decisão em audiência. em seguida o Juiz Eleitoral proferirá decisão. arquivando-o em pasta própria denominada “Relatório de Mesários Faltosos”. Acolhida a defesa ou a justificativa apresentada. para.1. Recolhida a multa pelo mesário faltoso ou. 28. Pág. devendo ser observadas as instruções da Seção V do Título VI. para tentativa de intimação na seção onde vota.4. o feito deverá ser sobrestado até as próximas eleições. havendo dispensa de seu recolhimento. motivo/forma 1 (recolhimento) ou 2 (dispensa) e o arquivamento dos autos.5.3. Se o mesário faltoso não comparecer à audiência. Não acolhida a defesa apresentada. poderá designar audiência. 28. arbitrando a multa. 33. será aberta vista ao Ministério Público para manifestação e. apresentarem recurso no prazo de 3 dias. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 078. A cada eleição. Apresentando o mesário faltoso defesa ou justificativa. que poderá solicitá-lo a qualquer tempo. querendo. que se manifestará na própria audiência. deverá ser intimado da decisão do Juiz Eleitoral. se o Juiz Eleitoral entender necessário outros esclarecimentos. Transitada em julgado a sentença. o cartório eleitoral deverá elaborar relatório contendo as informações a seguir elencadas. 31. Não sendo localizado o eleitor e após realizadas todas as diligências para sua notificação na seção eleitoral onde vota. para a qual deverão ser intimados o representante do Ministério Público Eleitoral e o mesário.1. 28. I – Total de mesários faltosos em cada turno das eleições. II – Total de mesários faltosos que apresentaram justificativa no prazo legal e tiveram a justificativa deferida. 31. Parte II. 30. 34. Não sendo localizado o mesário faltoso. após eventuais esclarecimentos. Comparecendo ou não o mesário faltoso à audiência.2. 32. Recolhida a multa arbitrada. o Juiz Eleitoral determinará o comando do FASE 078. o mesário faltoso será intimado para efetuar o pagamento da multa no prazo de trinta dias.Manual de Procedimentos Cartorários 28. e o arquivamento dos autos.3. 29. 31. será dada a palavra ao representante do Ministério Público Eleitoral.2. 31.

VII – Total de mesários faltosos que tiveram a justificativa deferida após o registro e a autuação do processo.1. que poderá ser dispensado do recolhimento da multa. 125 . sem prejuízo do salário. para tentativa de citação do mesário faltoso na seção eleitoral onde vota. Na realização de qualquer operação eleitoral. Total de mesários faltosos que tiveram a multa inscrita em dívida Seção VI DISPOSIÇÕES FINAIS 35. Recolhida ou dispensada a multa. VIII – Total de mesários faltosos que efetuaram o pagamento da multa após o registro e a autuação do processo. 37. 37. X Total de processos sobrestados até a eleição subseqüente. O mesário faltoso que necessitar de certidão de quitação eleitoral ou realizar qualquer outra operação eleitoral poderá recolher a multa devida na zona por ele procurada. na forma da lei. vencimento ou qualquer outra vantagem. IX – Total de mesários faltosos que foram dispensados do recolhimento da multa após o registro e autuação do processo. observados. VI – Total de processos de mesários faltosos registrados e autuados. sempre que possível. para tanto. Pág.2. motivo/forma 1 ou 2. ainda. o disposto no artigo 367 do Código Eleitoral.504/97). os valores mínimo e máximo previstos e. Os eleitores nomeados para compor as Mesas Receptoras e os requisitados para auxiliar seus trabalhos serão dispensados do serviço. IV – Total de mesários faltosos que pagaram multa antes do registro e autuação do processo. diante da comprovação da carência de recursos. e a dispensa desta incumbência após terem servido por três ou mais pleitos.Manual de Procedimentos Cartorários III – Total de mesários faltosos que apresentaram justificativa no prazo legal e a tiveram indeferida. 36. 37. uma vez que o processamento das operações inativa os débitos do histórico do eleitor. a promoção dos cargos dos mesários a cada eleição. com a finalidade de instruir os autos da cobrança da multa. recolhida ou dispensada a multa. Recomenda-se. poderá ser fornecida certidão de quitação eleitoral. 98. devendo. mediante declaração expedida pela Justiça Eleitoral. pelo dobro dos dias de convocação (art. pelo Juízo Eleitoral que apreciar o pedido. V – Total de mesários faltosos que foram dispensados do pagamento da multa antes do registro e autuação do processo. 38. mediante prévia consulta ao mesário. o Juiz determinará o comando do FASE 078. XI – ativa. não sendo necessário o comando do FASE 078. O recolhimento ou a dispensa da multa deverá ser comunicado à zona que comandou o FASE 442. da Lei nº 9. ser analisada a capacidade econômica do eleitor.

art.10. 126 . V– Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses (Dec. de 4.B. III – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa (CF. 15. III). 1. conseqüentemente de suspensão da inscrição. art. Não se trata. que regulamentou a prestação de serviço alternativo ao serviço militar). 2.927/2001 e Resolução TSE nº 21. nº 3. e será registrada no cadastro mediante o comando do FASE 329. V e 37. em processo de cancelamento de naturalização ou de perda da nacionalidade brasileira. por força do disposto no art. A perda de direitos políticos decorrerá de sentença transitada em julgado.239. § 4º). da Constituição. II). art. VIII e 15. IV – improbidade administrativa (CF. arts.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO VIII PERDA E SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS INTRODUÇÃO 1. de suspensão de direitos políticos.1. O FASE 329 — motivo/forma 1 era anteriormente comandado para registrar situação de descumprimento de obrigação a todos imposta. porém. 15. A perda de direitos políticos só se dará nos casos de: I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado (CF.91. IV). arts. 15. II – condenação criminal transitada em julgado. § 2º. art. enquanto durarem seus efeitos (CF. Pág. 5° . § 4º). art. esta em virtude de aquisição voluntária de outra nacionalidade. 15.538/2003. Na atualidade permanece no cadastro apenas para consulta. A suspensão de direitos políticos se dará nos casos de: I – incapacidade civil absoluta (CF. 1. 12. § 4º. 51. II). Seção I PERDA 2. em virtude de aquisição voluntária de outra nacionalidade (CF. 14. a conscrição. quando houver a manifestação do eleitor pelo exercício do direito de voto em Portugal. uma vez que a referida situação passou a ser consignada mediante FASE 337 — motivo /forma 5 (nas situações em que a data de ocorrência é posterior à edição da Lei nº 8. Constitui causa de impedimento ao exercício do voto e. I) ou II – perda da nacionalidade brasileira.A.

gov. ou cuja inscrição esteja cancelada. condenação criminal e improbidade administrativa.2. 4.2. A suspensão de direitos políticos será registrada no cadastro mediante o comando do FASE 337.mj. Subseção I DA SUSPENSÃO POR CONDENAÇÃO CRIMINAL TRANSITADA EM JULGADO 6. b) comunicação do Ministério da Defesa.3. se a zona pertencer a outra unidade da Federação.1. A competência para o comando do código FASE 337 é da zona eleitoral a que pertencer a inscrição. 2. de posse de documento de quitação com o serviço militar. Readquiridos os direitos políticos o processo deverá ser encaminhado à Corregedoria-Geral. multa ou restritiva de direitos (Código Penal.3. diretamente ao juízo eleitoral se a zona pertencer ao Estado. Pág. A suspensão dos direitos políticos por condenação criminal decorrerá de qualquer condenação criminal transitada em julgado. com o espelho da consulta ao cadastro anexo. Recebida comunicação de suspensão de direitos políticos relativa a eleitor de outra zona. requerer a revogação do decreto de perda de direitos políticos perante a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Ministério da Justiça (www. detenção. para o comando do FASE 353. o cartório eleitoral deverá remetê-lo à Corregedoria Regional Eleitoral. 3. 127 .Manual de Procedimentos Cartorários 2. 2. As pessoas com perda de direitos políticos decorrente de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta deverão providenciar a regularização de sua situação militar e. art. seja a pena de reclusão. via Corregedorias. 43). para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. no caso de recusa de cumprimento de obrigação a todos imposta ou prestação alternativa e conscrição. 5. c) comunicação feita pelo Ministério da Justiça. ou por intermédio da corregedoria regional. O comando do FASE 329 é de competência da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral.1. Ao receber documento hábil à suspensão de direitos políticos de pessoa não inscrita como eleitor. Seção II SUSPENSÃO 3. não importando ser o crime doloso ou culposo.br ). 3. no caso de opção pelo Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses. A suspensão de direitos políticos decorrerá de: a) sentença transitada em julgado nos casos de incapacidade civil absoluta. o cartório encaminhará o documento à zona eleitoral a que pertencer a inscrição.

que terá como complemento o número e ano do processo em que foi proferida a decisão condenatória. 7. 6. município e unidade da Federação. comandará o FASE 337.3. Recebida comunicação de condenação criminal no período de fechamento do cadastro. Recebida comunicação do fato ensejador de suspensão dos direitos políticos. se a data de ocorrência for anterior à data daquele pleito. o documento deverá conter. relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar. Após a reabertura do cadastro.2. A suspensão dos direitos políticos por interdição decorrerá da sentença que a decretar. independentemente do trânsito em julgado (Processo nº 9679/2004-CGE). Para a suspensão dos direitos políticos por condenação criminal. 6. A concessão do benefício do sursis ou da liberdade condicional não afasta a suspensão dos direitos políticos.5.Manual de Procedimentos Cartorários 6.5. o patrimônio público. o mercado financeiro. 6. relativa ao mesmo eleitor. 7. Não deverão ser cobradas multas por ausência às urnas de eleitor com os direitos políticos suspensos. inclusive àquelas inferiores a 1 (um) ano. o não exercício do voto decorre de restrição legal. e. a administração pública. conforme o caso. como exemplo a seguir: FASE 337/2 PROC001/02 1 VCRIM (local)-UF 7. a data do trânsito em julgado da sentença condenatória. visando impedir o eleitor de votar.2.1. uma vez que. motivo/forma 7.1. Tratando-se de suspensão por condenação criminal decorrente da prática de crimes previstos no art. O FASE 337 deve ser comandado para cada comunicação de condenação criminal recebida pelo cartório. I. O cartório. deverá ser comandado o FASE 337. 6. com a finalidade de verificar se o eleitor Pág. da Lei Complementar nº 64/90 (crimes contra a economia popular. seguido do número da vara criminal. o cartório procederá à rigorosa consulta ao cadastro.4. deverá o cartório eleitoral promover a anotação nos cadernos de folhas de votação. após decisão do juiz.2. tráfico de entorpecentes e crimes eleitorais). 1º. deve ser comandado o FASE 337/2 ou 337/7. A data de ocorrência será a data do trânsito em julgado da condenação Subseção II DA SUSPENSÃO POR INTERDIÇÃO 8. 6. O FASE 337 processado após determinada eleição INATIVA automaticamente eventuais códigos FASE 094 e 442 relativos àquela eleição.5. na hipótese. motivo/forma 2 – à exceção dos casos indicados no subitem seguinte –. O FASE 337 deve ser comandado para qualquer quantidade de pena. a fé pública. criminal.1. expressamente. 9. 6. 128 .

para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. 11. 129 . 14. independentemente de requerimento do interessado. 12.4. A data de ocorrência será a da sentença de interdição. e. deverá ser remetida à Corregedoria Regional Eleitoral. visando impedir o eleitor de votar. deverá o interessado solicitar o restabelecimento de sua inscrição ao juiz eleitoral. 14. 14. se a zona pertencer a outra unidade da Federação. a data da comunicação pela autoridade militar. que deverá ser juntado aos autos do processo de suspensão. após a reabertura do cadastro. deverá ser promovida a anotação no caderno de folhas de votação. Ao receber comunicado das comarcas. A suspensão da inscrição por conscrição decorrerá de comunicação da prestação do serviço militar obrigatório e deverá ser registrada no cadastro mediante o comando do FASE 043. juntamente com cópia da sentença de interdição.Manual de Procedimentos Cartorários pertence à zona. Recebida a comunicação. por intermédio dos órgãos do serviço militar. se a data de ocorrência for anterior à data daquele pleito.2. imprimindo o espelho da consulta. 10. 14. por motivo de incapacidade civil absoluta. inviabilizando o comando do FASE 043. Seção III DA SUSPENSÃO DE INSCRIÇÃO EM FACE DA CONSCRIÇÃO 14. encaminhará aos cartórios eleitorais a relação dos cidadãos que concluíram o serviço militar obrigatório. 14. anexando cópia do documento que comprove haver concluído o serviço militar obrigatório. relativa a eleitor de outra zona. ou por intermédio da Corregedoria Regional.4. o cartório eleitoral deverá remetê-lo à Corregedoria Regional Eleitoral. a fim de que seja providenciada a regularização da situação eleitoral dos conscritos. ou cuja inscrição esteja cancelada. consignando-se como data de ocorrência a data da incorporação na organização militar ou.1. que determinará a suspensão da inscrição.1 Na ausência da relação mencionada no subitem 14.4. Caso a comunicação da prestação do serviço militar seja feita ao cartório em período de fechamento do cadastro. O Ministério da Defesa. deverá ser comandado o FASE 043. a situação da inscrição e conferir os dados. A competência para o comando do código FASE 337 é da zona eleitoral a que pertencer a inscrição. o cartório encaminhará o documento à zona eleitoral a que pertencer a inscrição.2. deverá ser submetida à apreciação do juiz eleitoral. na falta dessa informação. para a suspensão dos direitos políticos de pessoa não inscrita como eleitor. para registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos.3. 14. 13. Pág. diretamente ao juízo eleitoral se a zona pertencer ao Estado. mediante o comando do FASE 043. O FASE 043 processado após determinada eleição INATIVA automaticamente eventuais códigos FASE 094 e 442 relativos àquela eleição. Recebida comunicação de suspensão de direitos políticos. Recebida comunicação de prestação do serviço militar obrigatório relativa a pessoa não inscrita como eleitor ou com inscrição cancelada.1. com o espelho da consulta ao cadastro anexo.

15. 15.Manual de Procedimentos Cartorários 14. Certificado de Dispensa de Incorporação.3. na hipótese. restritivas de direitos ou multa. Certidão Positiva da Vara das Execuções Criminais e outros.2. aplicadas isolada ou cumulativamente. O restabelecimento de inscrição suspensa pelo FASE 043 será promovido mediante o comando do FASE 370 – cessação do impedimento. 14. uma vez que. motivo/forma 2. 130 . quando comprovado pertencer a eleitor homônimo de outro eleitor com suspensão de direitos políticos. Certificado de Conclusão de Curso em Órgão de Formação da Reserva ou similares. relativas ao período durante o qual estiver impedido de votar. após comprovação de haver cessado o impedimento. Certificado do Cumprimento de Prestação Alternativa ao Serviço Militar Obrigatório. Certificado de Isenção. Se o eleitor tiver sido condenado a vários tipos de penas no mesmo processo. a respeito da cessação do gozo de direitos políticos em Portugal. Não deverão ser cobradas multas de eleitor com inscrição suspensa. motivo/forma 2.6. c) inscrição cancelada pelo código FASE 027. Decorrendo a suspensão de condenação criminal e havendo mais de uma condenação para o mesmo eleitor. A regularização de inscrição se dará pelo comando do FASE 370 nas seguintes hipóteses: a) inscrição suspensa pelos códigos FASE 043 e 337. quando cessados os motivos ensejadores da suspensão de direitos políticos. Pág. na forma da lei. a inscrição somente poderá ser regularizada se a Certidão da Vara das Execuções noticiar a extinção da punibilidade referente a todos os processos criminais. São considerados documentos comprobatórios de restabelecimento de direitos políticos: a) para interditos ou condenados: Sentença Judicial. o não exercício do voto decorre de restrição legal. Seção IV REGULARIZAÇÃO DE INSCRIÇÃO SUSPENSA OU CANCELADA PELO FASE 027 – MOTIVO/FORMA 2 15. b) para conscritos ou pessoas que se recusaram à prestação do serviço militar obrigatório: Certificado de Reservista.1.5. 15. sejam elas privativas de liberdade. Certificado de Conclusão do Curso de Formação de Sargentos. c) para beneficiários do Estatuto da Igualdade: comunicação do Ministério da Justiça ou de repartição consular ou missão diplomática competente. a inscrição somente será restabelecida após o cumprimento de todas as penas a ele impostas. b) inscrição cancelada pelo código FASE 027.

após o processamento do FASE 370. bastando ser comandado uma única vez. alínea “e”). motivo/forma 2. O FASE 370 tem como complemento obrigatório a indicação do documento que ensejou o restabelecimento dos direitos políticos. Não pertencendo a inscrição à zona eleitoral procurada pelo eleitor. motivo/forma 7 – Condenação criminal (Lei Complementar 64/90. comprobatórios da situação eleitoral. Se a suspensão decorrer do comando do FASE 337. Para o restabelecimento de inscrição cancelada automaticamente pelo sistema e que envolver situação de suspensão de direitos políticos (FASE 027. Comparecendo ao cartório pessoa com direitos políticos suspensos ou com inscrição cancelada pelo FASE 027. poderão ser fornecidos documentos 18. 18. 18.4. motivo/forma 2) será utilizado o FASE 370. seguido do número e nome da zona eleitoral e unidade da Federação. motivo/forma 1 para o eleitor com suspensão de direitos políticos e motivo/forma 2 para o eleitor homônimo do eleitor com suspensão de direitos políticos. naquele caso subsiste. deverá ser orientada a comprovar a cessação dos motivos que ensejaram a suspensão ou comprovar a condição de homônimo de pessoa com suspensão de direitos políticos.6. 18. a inelegibilidade pelo prazo de 3 anos. Se a suspensão decorrer de condenação criminal. 18. uma vez que. desde que nesta seja verificado o integral cumprimento de todas as condenações a ele impostas. o requerimento de restabelecimento e a Declaração de Situação de Direitos Políticos.1. inciso I.1.2.3. A data de ocorrência será a da decisão do juiz eleitoral. 17. Pág. o cartório deverá receber a documentação por ele apresentada. 131 . Enquanto durar a suspensão. após o cumprimento da pena. inclusive multa. Para a regularização de inscrição suspensa pelos códigos FASE 043 e 337 será utilizado o FASE 370. art. deverá ser comandado o FASE 540 para a inscrição. ainda que existam registros de vários códigos FASE 337 no histórico da inscrição. A regularização da inscrição é efetuado mediante comando do FASE 370. 18. o complemento será o número do documento que comunicou o cumprimento das condições para restabelecimento de direitos políticos ou o número do processo da zona em que foi apreciado o cumprimento dessas condições e determinado o comando do código FASE 370. 1º. devidamente preenchidos e assinados. como exemplo a seguir: FASE 370 PROC 05/04 – 1ª ZE – (município/UF) 18. 17.5. 19. A regularização será efetuada de ofício pelo juiz eleitoral quando o cartório receber Certidão da Vara das Execuções Criminais ou decisão judicial noticiando a extinção da punibilidade (cumprimento da pena e outros). encaminhando-os à zona eleitoral competente para que proceda ao restabelecimento da inscrição.Manual de Procedimentos Cartorários 16.

dispensado o comando dos códigos FASE 337 e 370. Em seguida será registrado no livro próprio. TÍTULO IX DOS PROCESSOS Capítulo I DOS ATOS PROCESSUAIS 1. etc) recebido no cartório deverá receber número de protocolo.1. interrogatório ou tomada de declarações. 22. 2. o resumo do teor do documento. Recebida certidão de condenação criminal relativa a eleitor que já tenha cumprido a pena correspondente. além dos prazos legais ou fixados. verificada previamente a regularidade das intimações e demais atos processuais pertinentes. Os prazos serão agendados e verificados diariamente. no aguardo de diligências (informações. além dos dados acima. ainda. 23. Os feitos autuados deverão ser registrados em livro próprio. com inscrição suspensa. em ordem alfabética. 132 . deverá o juízo eleitoral arquivá-la em pasta própria. para as providências cabíveis. discriminando-se.Manual de Procedimentos Cartorários 20. anotando-se a data designada para audiência. Expirado o prazo. e exibindo-se os autos ao juiz com a necessária antecedência. deverá ser efetuado o lançamento do FASE 019. para a qual não havia sido comandado o FASE 337. 3. Qualquer operação.). revisão ou 2ª via. Recebida certidão de óbito de eleitor com inscrição suspensa. observando-se a numeração seqüencial. providências das partes etc. É vedada qualquer operação de RAE para pessoa que perdeu ou está com os direitos políticos suspensos ou. Todo documento (petição. deverá ser feita conclusão ao juiz. anotando na capa o número e ano do Pág. só poderá ser efetuada após o processamento do FASE 370. anotando-se a data e assinatura do servidor que o recebeu. respostas a ofícios ou requisições. Seção V DISPOSIÇÕES FINAIS 21. não renovável anualmente. Seção I AUTUAÇÃO 3.1. tampouco deverão ficar sem andamento por mais de 30 (trinta) dias. Todos os atos e termos devem ser certificados nos autos. ofício. 1. seja transferência. Nenhum processo deverá permanecer paralisado em cartório.

formar-se um só volume para encerrar uma única peça processual que contenha mais de 200 (duzentas) folhas. sem prejuízo dos demais itens previstos no art. Processo suspenso por força do disposto nos arts. mencionando o juízo. inclusive com indicação de prazos e termos. 366 do CPP ou 89 da Lei 9. Art. devidamente numeradas e rubricadas.2. Encerrada respectiva fase.5. o volume ser encerrado com mais ou menos folhas. Nas instruções do processo criminal já consta orientação de que tais ocorrências sejam anotadas na capa dos autos. 4. o número de seu registro. os nomes das partes e data do seu início. 166-CPC: ”Ao receber a petição inicial de qualquer processo. nesta data. Pág.3. igualmente. Em nenhuma hipótese será seccionada peça processual com seus documentos anexos. e procederá ao mesmo modo aos volumes que se forem formando”. chefe do cartório ou analista judiciário.1. 5. 14. excetuados os casos especiais. Guardar cuidados especiais para abrir vistas (observar se há procuração ou se são as partes que vão consultá-lo). neste caso.Manual de Procedimentos Cartorários processo. art. no Livro ________________. 4. Processo que corre em segredo de justiça deve ficar na posse do juiz. Modelo de certidão de registro e autuação Certifico que. 166 do CPC. a data. retira-se a indicação. registrei e autuei os presentes autos sob o nº ____. A identificação visual de situações processuais nos autos ficará a cargo de cada Tribunal Regional Eleitoral. Processos que tenham prioridade de tramitação deverão conter. indicação na capa. 4. Os autos de processos não deverão exceder 200 (duzentas) folhas em cada volume. página ____. Ordinariamente tramita em sigilo na Justiça Eleitoral a ação de impugnação de mandato eletivo (CF. assim decididos pelo juiz eleitoral. podendo. Poderá. a folha e o nome e/ou número do livro em que se acha o registro. com expressa menção ao fundamento legal. 4. Processos relativos a réu preso que corram em segredo de justiça conterão indicação ostensiva na capa. a natureza do feito.2. 133 . 4. fazendo as anotações pertinentes. mesmo a pretexto de ter o volume atingido 200 (duzentas) folhas.1. entretanto. 5.099/95 (ocorre somente no processo criminal). o escrivão a autuará. § 11). (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção II FORMAÇÃO DOS AUTOS 5.

dou por encerrado este volume. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção III TERMOS DE CONCLUSÃO E VISTA 7. eleitoral. Não será permitido o lançamento nos autos de cotas marginais ou interlineares.1. 6. O encerramento e a abertura de novos volumes serão efetuados mediante a lavratura das respectivas certidões/termos em folhas regularmente numeradas. O Termo de Vista presta-se à retirada dos autos pelo órgão do Ministério Público. Pág. ____. mediante autorização do juiz eleitoral. nesta data. Os termos serão datados e preenchidos com os nomes por extenso daqueles a quem se destinam. a fl. advogado e demais interessados. ou o uso de sublinhar palavras ou expressões. devendo o chefe do cartório eleitoral. 134 . 9. O Termo de Conclusão presta-se ao encaminhamento dos autos ao juiz 8. ____. O chefe do cartório eleitoral entregará os autos no dia em que assinar o termo de conclusão ou de vista. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório Eleitoral da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de encerramento de autos Certifico e dou fé que.3. 9. nesta data. procedi à abertura do ____volume destes autos que se inicia a fl. tendo os presentes autos alcançado_____folhas. Modelo de termo de abertura de autos Certifico e dou fé que. ao constatar irregularidade tal. comunicá-la imediatamente ao juiz eleitoral. prosseguindo a numeração no volume subseqüente. à tinta ou a lápis.Manual de Procedimentos Cartorários 5. procedendo à abertura do ____ volume.

O cartório. Será dada vista dos autos em cartório quando houver dois ou mais réus com procuradores diversos e prazo comum. partes. na presença do interessado. Na falta de previsão. faço conclusos estes autos ao Exmo. sobretudo quando de seu exame em cartório. advogados). 15. 10. ao receber os autos de advogados dará baixa imediata no Livro de Carga de Autos. Pág. abro vista destes autos ao senhor (a) ________________________ (MP. os autos não poderão sair do cartório. a promotor de justiça ou advogado. em cartório ou fora. 12. A retirada de autos do cartório é reservada unicamente a advogados ou estagiários regularmente inscritos na OAB. Nenhum processo será entregue com termo de vista. Juiz da ____ª Zona Eleitoral/UF. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ___ª Zona Eleitoral/ UF Modelo de termo de vista VISTA Nesta data. constituídos procuradores de alguma das partes. O chefe do cartório eleitoral deverá exercer rigorosa vigilância sobre os processos. _____________. salvo nas hipóteses expressamente previstas na legislação vigente. a saída estará sempre condicionada a prévia autorização judicial. Dr. Na fluência de prazo. por qualquer pessoa. 11. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ___ª Zona Eleitoral/UF Seção IV CARGAS 10. 13. mediante autorização do juiz.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de termo de conclusão CONCLUSÃO Nesta data. 14. Os processos que correrem em segredo de justiça terão o seu exame restrito às partes e a seus procuradores. 135 .1. sem prévia assinatura no Livro de Carga de Autos.

na dúvida. art. retirou os presentes autos de Cartório. facultado ao servidor. Será sempre registrada a data do recebimento dos autos. advogado. remeto os presentes _____________________________(qualificação). 15. recebi os presentes autos do (a)_________________________ (órgão ou setor). o Doutor _____________________________(qualificação).Manual de Procedimentos Cartorários 15. autos ao Doutor (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de recebimento RECEBIMENTO Nesta data. 7º. pelo representante do Ministério Público. 17. Em se tratando de advogado não constituído. XVI). solicitar sua exibição.2. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Pág. oficial de justiça ou interessado devidamente autorizado. a entrega de autos estará sempre condicionada à prévia autorização judicial. Modelo de termo de carga CARGA Nesta data. 136 . documentos ou mandados em cartório. por advogado.906/94. mediante carga. mesmo sem procuração. No Livro de Carga de Autos será sempre anotado o número da carteira profissional expedida pela OAB e respectiva seção. quando devolvidos pelo juiz eleitoral.1. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de termo de remessa REMESSA Nesta data. 16. dar-seá com prazo não superior a dez (10) dias (Lei nº 8. A retirada de processos findos.

É vedado o lançamento de termos no verso de sentenças.Manual de Procedimentos Cartorários Seção V JUNTADA DE DOCUMENTOS 18. nas peças e documentos desentranhados. e caso não seja possível a substituição dos documentos por cópias. as folhas dos autos não serão renumeradas. o número. com inutilização dos espaços em branco. especificando-se o número da petição/documento. guias etc.. Todo documento ou petição a ser juntado aos autos.1. lavrando-se certidão de desentranhamento nos autos. 18. 137 . ano e natureza do processo em que será juntado o documento. Havendo objeto ou material acompanhando a petição ou o documento. outra folha. o breve resumo do seu teor. documentos. devendo ser usada. anotando-se nela a numeração das folhas desentranhadas e o número da folha em que for lavrada a certidão de desentranhamento.1. bem assim o número e UF da zona eleitoral. faço juntada a estes autos do (a) _________________________ (especificações do documento) que se segue. quando necessária. petições. Deverá ser colocada uma folha em branco no lugar das folhas desentranhadas. Deverá ser certificado. origem ou conteúdo. 19. deverá ser precedido do respectivo termo de juntada. nesses deverá ser aposta etiqueta que identifique o número do protocolo da petição e os autos a que se referem. e a folha em que é juntada. O desentranhamento de documento deverá ser efetuado por determinação do juiz eleitoral. ano e natureza do processo em que se achavam juntados.3. Modelo de termo de juntada JUNTADA Nesta data. a parte que o apresenta. ou o nome de quem o recebeu em devolução mediante recibo.2. 18. os quais serão acautelados na secretaria. em que constem o número. preferencialmente substituindo-o por cópias. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção VI DESENTRANHAMENTO DE DOCUMENTOS 19. 19. Havendo o desentranhamento.2. além de breve resumo indicando sua natureza. Pág. observando-se o prazo máximo de 48(quarenta e oito) horas para efetivação da providência. 19.

e em cumprimento ao despacho de fls. ____. nesta data. mediante recibo. ___-____foram desentranhadas destes autos. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de certidão lançada na peça desentranhada CERTIDÃO Certifico que. a presente peça foi desentranhada dos referidos autos. e que posteriormente foram ________________(entregues à parte interessada. as peças de fls. ____/____. após conferência pelo chefe do cartório eleitoral. nesta data. etc). desentranhadas destes autos. ____. e em cumprimento ao despacho de fls. em cumprimento ao despacho de fls. ____. que deverá autenticar e rubricar as suas folhas. Pág. autuadas como_____. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Seção VII EDITAIS 20. (local e data) ___________________________________ Chefe de Cartório da ____ª Zona Eleitoral/UF Modelo de certidão lançada após o despacho CERTIDÃO Certifico que. Os editais devem ser assinados pelo juiz eleitoral.Manual de Procedimentos Cartorários Modelo de certidão lançada em folha que substituirá as peças desentranhadas CERTIDÃO Certifico que a presente substitui as peças de fls. proferido nos autos do Processo nº ____. 138 .

226). que a integrará. o nome da pessoa que a recebeu. 28. 25. A expedição e a carga de mandado devem ser certificadas nos respectivos autos.2. Seção VIII MANDADOS 22. (CPC. servindo. 21. dispensada a juntada de cópia. Os mandados deverão ser entregues pessoalmente aos encarregados das diligências.1. integral ou parcialmente. Quando o ato deprecado for a citação. a cópia do mandado poderá ser descartada. quando não estiver devidamente instruída. 28. Afixado edital na sede da zona eleitoral. e todos os incidentes relacionados ao cumprimento do ato. o chefe do cartório eleitoral deverá certificar no próprio edital a data e hora de sua afixação. mediante recibo. 26. Todos os mandados serão devolvidos com certidão que indique a data e hora da realização da citação/intimação. O chefe do cartório eleitoral fará nova carga do mandado passado de um oficial de justiça a outro e certificará a ocorrência nos autos.Manual de Procedimentos Cartorários 21. de contrafé. 22. 24. Serão também certificados nos autos. inclusive o seu local de trabalho. 21. que será mantida em cartório até a devolução do original com a certidão relativa ao cumprimento da diligência. hora e local da afixação do edital. Juntado o original aos autos.3. Nas certidões de expedição e de entrega dos mandados deverão constar o nome do oficial de justiça a quem for confiado o mandado e a data da respectiva carga. 212 do CPC). será instruída com tantas cópias da inicial quantas forem as pessoas a citar e mais uma. art.1. 23. no prazo de 10 (dez) dias (Art.1. Seção IX CARTAS PRECATÓRIAS E ROGATÓRIA 28. Publicado edital. 28. deverá ser juntado aos autos recorte da respectiva publicação e certificados a data. Após o seu cumprimento a carta precatória será devolvida ao juízo de origem. declinado ou existente nos autos. o ano do processo e o endereço do réu. data. mediante ordem do juiz eleitoral. A carta precatória é o instrumento que permite a realização de ato judicial em zona distinta daquela onde tramitam os autos e será confeccionada em 3 (três) vias. No mandado deverá constar o número. Devolvido o mandado cumprido. O juízo deprecado poderá devolver a carta precatória independentemente de cumprimento. uma delas. será dada baixa da carga no livro próprio. o nome do jornal e o número da folha em que foi publicado. 139 . com as cópias necessárias ao seu cumprimento. 27. Pág. juntando-o aos autos.2.

Quadra 01. Formada a carta rogatória.90. Pág.mj.U. 29. a parte será imediatamente intimada para providenciar a tradução do ato rogado para o vernáculo.gov. 29. eleitoral.8. Expirado o prazo assinalado para cumprimento.Na elaboração da carta rogatória.4.br/drci/default. Para permitir a retirada da carta no juízo deprecado. páginas 15523/15524. 28.Manual de Procedimentos Cartorários 28. telex. A designação de audiências é atribuição exclusiva e indelegável do juiz 31. com ciência imediata aos comparecentes.7. art. ou nova designação para continuação.6. de 16. do Departamento Consular e Jurídico do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria de Justiça do Ministério da Justiça D. Os termos de audiência.gov. 206 e 207 do Código de Processo Civil e nos arts. Bloco A.asp . a nova data será marcada no próprio termo. havendo omissão. devidamente traduzida. o chefe do cartório eleitoral a juntará aos autos principais. deverá o processo prosseguir nos termos dos §§ 1º e 2º do art. conterão em resumo. de 14. CARTA ROGATÓRIA . 28. os despachos e a sentença. Seção X AUDIÊNCIAS 30.8.3. Quando houver adiamento. o cartório eleitoral atentará para as condições que possibilitem seu cumprimento. todo o ocorrido durante a audiência. em prazo a ser fixado pelo juízo eleitoral ou. 28. 29.90.br 29. Da expedição de cartas precatórias para oitiva de testemunhas serão sempre intimadas as partes (CPP. Assinarão o termo o Juiz. telegrama. Sala 101. Havendo urgência. 222). internet. mencionadas na Portaria nº 26. Retornando a carta cumprida. inclusive. quando proferida no ato. 354 e 356 do Código de Processo Penal. lavrados sob ditado do juiz. os advogados. esta conterá os nomes dos advogados de quem tiver interesse no cumprimento do ato. Seção I.5. observando-se as cautelas previstas nos arts. 32. Ou www. 33. Retornando cumprida a precatória. no prazo de trinta (30) dias. será enviada por intermédio do Ministério da Justiça para o seguinte endereço: Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional SCN.1. telefone ou radiograma. 140 . por extenso.2. a carta precatória será transmitida via fac-símile (fax). aplicável analogicamente à espécie. o representante do Ministério Público e o servidor que o estiver digitando. conforme o caso. 222 do Código de Processo Penal.O. Edifício Number One Cep:70711-900 – Brasília/DF Telefones: (61) 429-8901/429-8900/429-8919 E-mail para informações sobre Cartas Rogatórias: drci-cgci@mj.

como despachos. visando a emissão da GRU. imediatamente após restituídos. e em 3 (três) dias nos casos de réu solto e demais processos. por mandado. para fins de estatísticas. dentro do prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas quando se tratar de réu preso. para exame do juiz e interessados. sempre com Aviso de Recebimento (AR). O chefe do cartório eleitoral deverá examinar os autos 10 (dez) dias antes da data designada para a audiência. O chefe do cartório eleitoral juntará nos autos o termo/ata de audiência. recomendando-se. arquivando-se uma delas em pasta própria. profissão. a contar da devolução dos autos em cartório. mandado ou pelo correio. 38.1. 36. 38. 36.1. providenciando para que sejam juntados aos autos. 37. número do respectivo RG ou de outro documento hábil de identificação. 39. e devem consumar-se de maneira objetiva por meio de publicação. conferindo diariamente as minutas para remessa à imprensa e as cartas a serem enviadas. Serão realizadas pela imprensa oficial. endereço de residência e do local onde exerce a profissão.2. O chefe do cartório eleitoral deverá acompanhar com regularidade. Os despachos e sentenças devem ser encaminhados à publicação no cartório ou na imprensa oficial. providenciará o que for necessário. pelo correio. depoimentos ou declarações. deverão ser qualificados com os seguintes dados: nome. filiação. data e local de nascimento. Aqueles que prestarem. 39. Todas as assinaturas colhidas nos termos de audiência deverão ser identificadas com os nomes ou cargos das pessoas a quem pertencem. Seção XI INTIMAÇÕES 38. Pág. quando as partes estiverem representadas por advogado. a devolução dos avisos de recebimento das cartas postadas pelo correio. aduzindo ser necessário o CPF em caso de aplicação de multa eleitoral. mediante oficial de justiça e. nacionalidade.Manual de Procedimentos Cartorários 34. Caberá ao chefe de cartório eleitoral velar pelo adequado cumprimento das normas atinentes às publicações ou às intimações. comunicando ao juiz eleitoral. Observação: é importante o CPF e o número do título eleitoral. colocando-se nos autos o recorte do despacho incorretamente publicado. em juízo. 40. 141 . As intimações prestam-se a dar conhecimento às partes ou interessados dos atos do processo. Quando ocorrer erro na publicação. Caberá ao chefe de cartório eleitoral certificar pessoalmente as publicações das sentenças e despachos saneadores. sem prejuízo da fiscalização ordinária do juiz eleitoral. estado civil. a sua extração em duas vias. havendo irregularidade ou omissão. decisões e sentenças.1. 40. verificando se todas as providências de intimação ou requisição de partes e testemunhas foram tomadas.1. eis que se houver erro de uma letra dificulta-se a localização no cadastro eleitoral. 35. proceder-se-á imediatamente à nova publicação.

providenciar etc. c) o chefe do cartório eleitoral deverá elaborar a certidão com a máxima atenção. Nas intimações pela imprensa. em destaque. quando qualquer das partes estiver representada nos autos por mais de 1 (um) advogado. Pág. Seção XII CERTIDÕES PROCESSUAIS 44. opoentes ou embargantes. conforme segue: a) a certidão será elaborada em uma única via e constituirá a última peça dos autos. além das suas peças essenciais. A certidão de intimação deverá conter os nomes das pessoas intimadas ou de seus representantes legais. ficando esclarecido que deverão constar os nomes dos advogados necessários para publicação e intimação. a fim de evitar lançamento de dados incorretos. observar para que suba à segunda instância com cópia da petição inicial do processo principal. data e hora da intimação. a explicitação do conteúdo da ordem judicial (quem e sobre o que se deve manifestar. b) a certidão será elaborada. verificando a numeração e suprindo as omissões. quando da remessa à segunda instância ou quando do arquivamento dos autos. d) quando houver outras partes. os incidentes.). 142 . o nome da pessoa intimada e a forma pela qual se deu. com menção dessa condição em seu texto. abaixo da assinatura.Manual de Procedimentos Cartorários 41. relacionar na forma indicada. devidamente numerada. por exemplo: agravo de instrumento. objeto e destinatário da intimação. tais como assistentes. nome das partes e de seus advogados com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. As decisões serão publicadas pelo resumo da parte dispositiva. de tudo lavrando certidão nos autos. ter ciência. o cartório fará constar o nome do subscritor da petição inicial ou da contestação com o número da respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. e) quando se tratar de recurso desacompanhado do processo que lhe deu origem. como. notadamente com relação aos nomes dos recorrentes. agravo retido. g) deverá certificar nos autos eventuais suspensões de expediente havidas no período entre a data da intimação das partes sobre a sentença ou o despacho que provocou o inconformismo e a data em que foi protocolizada a petição que contenha o recurso. 2 (dois) nomes.. f) anotar na autuação ou na capa. os despachos ordinatórios e de mero expediente serão transcritos ou resumidos com os elementos necessários a seu completo entendimento: número e espécie de processo. no máximo. com as especificações e motivações respectivas. 43. O chefe do cartório fará a revisão das folhas dos autos que devam ser remetidos ao Tribunal Regional. recorridos e seus respectivos advogados. pelo substituto. Serão certificados nos autos a data e horário da intimação. a fim de aferir a tempestividade do ato que devam cumprir. 42. a não ser que a parte indique outro ou. etc. datada e assinada pelo chefe do cartório eleitoral ou no caso de afastamento. após as partes principais.

independentemente do número do feito. 50. de forma legível e destacada. dias. desde que regularmente autenticadas. Poderão ser fornecidas cópias reprográficas das peças dos autos. estes serão imediatamente devolvidos à origem para a devida regularização. 143 . Ac. o cartório certificará o decurso do prazo recursal e o trânsito em julgado da decisão. Os pedidos de certidão deverão ser atendidos no prazo máximo de 10 (dez) 46. Caso haja apensamento ou aumento de volumes que impossibilitem a acomodação na mesma caixa. TSE 60/2003). As caixas de arquivo serão numeradas. Capítulo II FEITOS CRIMINAIS 1.1. 51. As infrações penais definidas no Código Eleitoral e leis conexas serão processadas segundo o disposto no art. com as devidas anotações e atos necessários. obrigatoriamente e de forma legível. Na tampa/face da caixa de arquivo deverá constar a identificação do cartório eleitoral correspondente e os números dos processos. 47. 2. Intimadas as partes da sentença e não havendo interposição de recurso. em substituição à certidão. o número correspondente da caixa.1. Na capa dos autos deverá constar. 45. nos processos relativos à apuração das infrações penais eleitorais. Seção XIII ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS EM GERAL 48. em ordem crescente. os institutos da transação penal e da suspensão condicional do processo. Pág.294/2002. observando-se a seqüência numérica do arquivo e procedendo-se às anotações devidas. O chefe do cartório. 355 e seguintes daquele diploma legal. deverão os autos ser arquivados em novas caixas. pelo critério definido pelo respectivo juízo ou corregedoria eleitorais.-TSE nº 21. Os processos só poderão ser arquivados quando houver despacho judicial nesse sentido.Manual de Procedimentos Cartorários h) no caso de remessa de autos à segunda instância sem observância dos requisitos acima. deverá subscrever o Termo de Remessa. anteriormente à remessa dos autos ao Tribunal Regional Eleitoral. Serão adotados. na forma da lei (Res. 44. 50. 49.

o processo seguirá em seus ulteriores termos nos moldes previstos no art. sua aceitação não importa em reconhecimento de responsabilidade e não constará de certidão de antecedentes criminais. nos termos do artigo 76 e 89. quando requisitada por autoridade judiciária ou Ministério Público (Lei nº 9. d) Instituto de Identificação do Estado. desde logo. poderão consistir em prestação pecuniária ou de outra natureza (medicamentos. ou sendo revogado o benefício. não gerará efeitos civis. 8. art. alimentos. 5. o cartório eleitoral. Recebido o termo circunstanciado de ocorrência (TCO) da autoridade policial. 89) para um deles. Tais medidas. nos próprios autos. As cartas precatórias ou equivalentes eventualmente expedidas para os fins do art. providenciará seu registro no Livro de Feitos Criminais. deverá ser providenciado seu desmembramento.099/95. até ulterior cumprimento. A autoridade policial. 76 e 89 da Lei nº 9. 9. Não sendo aceita ou homologada a transação ou suspensão condicional do processo. procedendo-se aos devidos registros. Cumpridas as condições acordadas. A transação penal não acarreta reincidência. 10.099/95.099/95. pelo Ofício Distribuidor. c) Justiça Estadual. da Lei nº 9. 6. autuando-o como Termo Circunstanciado de Ocorrência. em substituição a auto de prisão em flagrante. os autos serão conclusos ao juiz eleitoral para a declaração da extinção da punibilidade e arquivamento do feito. quando determinada a suspensão (CPP. pela Corregedoria dos Presídios e Varas de Execuções Penais. Havendo homologação da proposta de transação penal ou de suspensão condicional do processo.099/95. que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado. 4. art. b) Justiça Federal. o cartório eleitoral acompanhará a sua execução. etc) e prestação de serviços voluntários à comunidade. desde que aceitas. podendo o juízo deprecante autorizar ao deprecado a modificação das condições impostas. 355 e seguintes. art. do Código Eleitoral. 76. Caberá a aplicação de medidas alternativas nas hipóteses de transação penal e de suspensão condicional do processo. §§ 4º e 6º).Manual de Procedimentos Cartorários Seção I TERMO CIRCUNSTANCIADO DE OCORRÊNCIA 3. salvo se para efeitos criminais. Pág. 366 ou Lei nº 9. nos últimos cinco (5) anos. civil ou militar. Em processo com mais de um acusado. ouvido o representante do Ministério Público. e certificará os antecedentes criminais pela forma mais célere. 144 . 7. As informações sobre antecedentes criminais serão obtidas na(o): a) Justiça Eleitoral. deverão conter as respectivas propostas formuladas pelo Ministério Público. pelo Ofício do Distribuidor Criminal.

ou a comarca de outro Estado da Federação. para as devidas anotações. ou de ofício. os autos serão encaminhados ao Ministério Público. conclusos ao juiz para os fins do art. O chefe de cartório eleitoral deverá acompanhar o andamento dos inquéritos. e anotando tal fato no campo “observações”. o prazo do artigo 46 do Código de Processo Penal. de cunho informativo. independentemente de despacho e. ouvido sempre o Ministério Público. pelo juiz. 14. seja a pedido. O pedido de remessa ou de apensamento deverá ser formulado no relatório do inquérito policial. remeterá o IP ao Procurador Regional Eleitoral. mas não o autuará. 21. autuando a denúncia seguida das peças que a fundamentam como Processo Criminal. formulado pelo Ministério Público. do CPP. ao representante do Ministério Público e. Os inquéritos policiais serão encaminhados. 17. caso entenda necessária a remessa de autos de inquérito a outra comarca do Estado. 10 e seus parágrafos. conclusos ao juiz. ou deixar exaurir. Não é processo. após manifestação. ele próprio oferecer a denúncia. Caso positivo. devidamente identificados com o número do IP e os nomes das partes. Oferecida a denúncia pelo Ministério Público e recebida pelo juízo eleitoral. por exemplo: “HÁ ARMA APREENDIDA”. 13. para os fins do artigo 16 do Código de Processo Penal. independentemente de prévio despacho. A autoridade policial. os autos de inquérito policial deverão ser imediatamente conclusos. os autos serão conclusos ao juiz. o cartório eleitoral registrará o feito no Livro de Feitos Criminais. Os bens apreendidos durante a instrução deverão ser mantidos em local seguro. fará anotação na capa ou autuação. 20. que poderá. Deferido o pedido. 18. em caso de réu preso. 22. Recebido o inquérito policial. o cartório providenciará seu registro. 145 . de remessa ou apensamento. preparatória.1. Pág. Em todos os pedidos de dilação de prazo. 20. mediante relatório fundamentado. Se o juiz discordar das razões expostas pelo MP para o arquivamento. sem nenhuma cota. ou “HÁ MATERIAL APREENDIDO”. Se o Ministério Público requerer diligência. Seção II INQUÉRITO POLICIAL 12. destinada a fornecer à acusação elementos que possibilitem a propositura da ação penal. É procedimento policial que tem o objetivo de reunir elementos necessários à elucidação de fato considerado ilícito e de sua autoria. após manifestação. deverá requerer a providência ao juízo. 19. é peça instrutória. Quando da determinação. apenas fazendo constar da sua capa o número do registro e número e nome da zona eleitoral. deverá ser feita imediata comunicação da providência à autoridade policial do inquérito e à zona por onde tramita.Manual de Procedimentos Cartorários 11. Quando do recebimento de inquérito o chefe do cartório eleitoral verificará se existem objetos ou materiais apreendidos. o juiz determinará o prazo para o cumprimento das diligências. que se inicia com o recebimento da denúncia pela autoridade judiciária. 16. Sempre que houver requerimento de diligências. 15.

A citação deve ser feita diretamente ao acusado. contado do seu depoimento pessoal. submetendo todo o expediente à apreciação do juiz eleitoral. para oferecer alegações escritas e arrolar testemunhas (art. quando houver. o recurso em sentido estrito e o habeas corpus. nos termos do art. o juiz designará dia e hora para o depoimento pessoal do acusado. o cartório deverá grampear a denúncia na capa do inquérito policial ou do termo circunstanciado. Pág. 27. Seção III PROCESSO-CRIME 24. 25. § 3º. Também serão anotados. com anotação das folhas em que foi prestada a informação. não se admitindo seja feita ao seu representante legal. devendo a) anotar no Livro de Registro de Feitos Criminais a data do recebimento da denúncia.1. da qual constará nome e qualificação completa do indiciado. b) autuar a denúncia e o inquérito policial ou termo circunstanciado.2. ordenando a citação deste e a notificação do Ministério Público. terá início a ação penal. bem como cópia da decisão que determinou o arquivamento. O réu ou seu defensor terá o prazo de 10 dias.099/95). d) anotar na capa do processo o artigo de lei em que está incurso o réu. na capa do processo. de modo que a denúncia seja a primeira peça do processo. inutilizando a numeração do inquérito policial ou termo circunstanciado. o cartório deverá providenciar: a) anotação no livro próprio. caso em que deverá ser arquivado. 366 do CPP ou 89 da Lei 9. c) numerar e rubricar as folhas a partir da autuação.Manual de Procedimentos Cartorários designar outro promotor para fazê-lo ou manter o arquivamento. se deliberado.As citações e intimações seguirão o disposto no Código de Processo Penal. e c) os procedimentos relativos ao arquivamento. a data em que se verificará a prescrição em abstrato. 359. 809. 27. b) comunicação ao Instituto de Identificação do estado. a data da suspensão do processo (art. 146 . 26. número do IP e indicação da autoridade policial que o presidiu. Recebida a denúncia. do CE). bem como de seu início e do lapso prescricional. inclusive RG. o(s) artigo(s) de lei violado(s) e o(s) réu(s) denunciado(s). 27. o cartório: Se a denúncia for recebida pelo juiz eleitoral. do CPP. 23. Transitada em julgado a decisão que determina arquivamento do inquérito. Oferecida a denúncia pelo Ministério Público.

11 A informação contida no Inquérito Policial de que o acusado se encontra em lugar incerto e não sabido não exclui a necessidade de nova tentativa de citação pessoal do acusado após o recebimento da denúncia. 27. 31. As certidões e os boletins de antecedentes deverão ser juntados ao processo antes do início da fase prevista no artigo 499 do Código de Processo Penal nos processos de rito ordinário. intimando-as (art.4. 352 do CPP. 27.792/2003). Pág. art. o prazo para defesa será concedido a um defensor nomeado pelo juiz (art. e de 3 (três) dias para réus presos. 27. zelando pelo cumprimento do prazo.9 O réu preso será citado por mandado cumprido pelo oficial de justiça(alteração introduzida pela Lei nº 10. as folhas de antecedentes e as precatórias devolvidas. abrirá vista às partes para alegações finais em 5 (cinco) dias. a citação deve ser realizada novamente. se outros não forem fixados para cumprimento dessas diligências. e aguardados os prazos de 5 (cinco) dias para réus soltos. parágrafo único. 30. 27. caberá ao chefe de cartório abrir vista. com a expedição de novo ofício. a ele sendo anexada cópia da denúncia. como acusado. só será feita após esgotados os meios para a localização pessoal do acusado. no prazo do artigo 499 do Código de Processo Penal. 396.Manual de Procedimentos Cartorários 27. cabendo o juiz deprecado expedir o ofício. do CPP). independentemente de despacho judicial. deverá ser expedida carta precatória. 27. 352 do CPP. as certidões. 147 . 27. 27. sem necessidade de despacho judicial.3. 358).12 Se o réu não comparecer sem justificativa. que dará ciência ao subordinado de todos os termos da citação. 28. 360 do Código Eleitoral). sem necessidade de despacho judicial. competindo a execução ao chefe do serviço. Nos casos em que a decisão a respeito de qualquer dessas medidas estiver na dependência de manifestação do Ministério Público. deverão ser juntadas pelo chefe de cartório.Do mandado de citação deverão constar os requisitos do art. dos autos ao seu representante. que conterá os requisitos do art. Deferidas as diligências. será notificado a ele e ao chefe de sua repartição.8 O dia designado para o servidor público em atividade comparecer em Juízo.A citação do militar por edital só é possível se for informado pelo superior que o acusado tomou rumo ignorado. tudo devidamente certificado nos autos.Se o militar acusado estiver fora da comarca. ao dia e hora designados.6. 27. os autos do processo serão conclusos ao juiz. As petições entregues em cartório ou recebidas no protocolo.7 Se não houver autorização do superior. 29.10 A citação por edital. ou antes da audiência de julgamento nos processos de rito sumário. o chefe de cartório eleitoral. Com a apresentação de eventual cota.5. 27. inclusive requisitandose informações à Receita Federal e Estabelecimentos Prisionais.A citação e intimação pessoal do militar em atividade não dispensa sua requisição por intermédio do chefe do respectivo serviço (CPP.

38. parágrafo único). bem como aquelas de cobrança de autos retirados anteriormente e que se encontrem em poder das partes. condenatória ou absolutória. 240. sendo que os prazos legal e judicial não podem ser prorrogados por vontade das partes. 33. 37. 789. 148 .1. Da sentença. Serão submetidas a despacho as petições de interposição de recurso. contados da intimação pessoal. 37. Seção IV PRAZOS 35. 37. §3º) 37. art. ou particular.(CPP. art. este terá seu término no primeiro dia subseqüente (direito processual). consideram-se realizadas no primeiro dia útil seguinte (CPC. 36.3. As intimações. Considera-se ano o período de 12 (doze) meses contados do dia do início ao dia correspondente do ano seguinte.4. horas. art. letras a. contam-se os prazos da data da intimação. incluindo-se o do vencimento (CPP. e mês. por prazo superior ao fixado. e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou rogatória. dias. A recente Pág. do advogado de defesa. sendo este último a regra. anos. Quando no ano ou mês do vencimento não houver o dia correspondente ao início do prazo.Manual de Procedimentos Cartorários 32. (Em processo penal está em vigor a Súmula 710 do STF que diz: No processo penal. Quando a intimação se der em uma sexta-feira. o prazo começará a correr na segunda-feira imediata. são fixados em minutos. § 1º). art. b e c): a) da intimação. as de desentranhamento de qualquer documento e as petições com requerimento de vista dos autos fora de cartório. § 5º.E) 34. A determinação de prazo diverso para cumprimento de diligências dependerá sempre de despacho judicial.2. Os prazos correrão (CPP. meses e 37. salvo se não houver expediente. não existe o prazo convencional. no processo penal. No processo penal. cabe recurso para o TRE. 798.5. 798. caso em que o termo inicial de contagem do prazo se dará no primeiro dia útil subseqüente (Súmula STF nº 310). no prazo de 10 dias. quando corre conjuntamente para as partes. o período de tempo contado do dia do início ao dia correspondente do mês seguinte (direito material). ou pela imprensa oficial. não é computado o dia do começo. O prazo é comum. quando realizadas em dia em que não tenha havido expediente. Os prazos. Subseção I CONTAGEM DOS PRAZOS NO PROCESSO PENAL 37. Na contagem do prazo processual penal. se corre apenas para uma das partes. do Ministério Público. 362 do C. (art.

será. à apreciação do juiz eleitoral e. se feita a prova do dia em que começou a correr. b) se o prazo se inicia ou termina quando o expediente forense é encerrado antes do horário normal. de imediato. Os pedidos de habeas corpus deverão ser submetidos. com ou sem resposta.(CPP. § 4º) 40.2 A terminação dos prazos será certificada nos autos pelo chefe de cartório. ainda que omitida aquela formalidade.Manual de Procedimentos Cartorários jurisprudência do STJ e do TRF 1ª Região acompanham exatamente a mesma inteligência) b) da audiência ou sessão em que for proferida a decisão. porém. Incumbe aos chefes de cartório eleitoral. Não correrão os prazos se houver impedimento do juiz. 40. considerado findo o prazo.1. desde que presente a parte e c) do dia em que a parte manifestar sua ciência nos autos da sentença ou despacho. 149 . conforme a hipótese. 39. inexistindo férias forenses para a Justiça Eleitoral de 1º grau (juízos eleitorais). ou obstáculo judicial oposto pela parte contrária. os prazos correm durante o período de recesso da Justiça Federal (20 de dezembro a 6 de janeiro). força maior. determinada a requisição de informações à autoridade policial. 42. Pág. Considera-se prorrogado o prazo para o primeiro dia útil seguinte: a) se o prazo termina em dia não útil. a providência deverá ser prontamente cumprida. art 798. Nas zonas eleitorais. Seção V HABEAS CORPUS 41.1. para a necessária deliberação. no mesmo dia. Seção VI PRISÃO 43. 41. logo após a prolação de sentença que decreta prisão: a) expedir os mandados de prisão. para que as preste no prazo legal. 40. acompanhado do processo. Ultrapassado o prazo de 48 (quarenta e oito) horas os autos serão remetidos ao juiz. O pedido de informações para a instrução de habeas corpus impetrado em segunda instância deverá ser apresentado incontinenti ao juiz eleitoral.

certificar nos autos a referida providência. no cadastro eleitoral. d) publicar a sentença. 299 do Código de Processo Penal. do Código Eleitoral). absolutórias ou de extinção de punibilidade e subsistindo habeas corpus ou recurso em Pág. o cartório eleitoral deverá: a) lançar o nome do réu no livro Rol de Culpados e b) registrar no cadastro de eleitores o FASE código 337. quando for o caso. Transitadas em julgado as sentenças criminais de mérito. 809. Transitados em julgado a sentença ou o acórdão que julgar a ação penal. 43. do Código Eleitoral). (Suspensão de Direitos Políticos – condenação criminal – LC nº 64/90. e por meio do FASE 540 . por meio do FASE 370 – Cessação do Impedimento. ou comunicar a zona eleitoral competente para tanto. juntar aos autos traslado ou admonitória. o cartório fará comunicação ao Instituto de Identificação do Estado. onde houver. e) intimar as partes da sentença. condenatórias. Após o trânsito em julgado da sentença criminal condenatória.3. A extinção da punibilidade.Manual de Procedimentos Cartorários b) diligenciar com vista ao cumprimento do art. e cópia da sentença ou acórdão e certidão de trânsito em julgado. 43. I. f) após a afixação dos editais e a publicação na imprensa. 361. III. nos termos do art. inclusive RG. art.Inelegibilidade. 1º. 46. Seção VII SENTENÇA 44. pelo cumprimento da pena ou outra causa legal. 15.2. do CPP. 362.1. quando for o caso. b) no histórico do eleitor. 43. da Constituição Federal. na forma disposta no capítulo próprio. antes de dar conhecimento às partes ou a terceiros do seu inteiro teor. c) certificar. da qual constará nome e qualificação completa do denunciado. § 3º. deverá ser registrada: a) no livro Rol de Culpados. As sentenças deverão ser proferidas no prazo de 10 (dez) dias (art. e). e g) em caso de suspensão condicional da pena ou de ingresso no regime aberto de prisão. 150 . certificar o trânsito em julgado da sentença. na mesma data. para os fins do art. Caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias da intimação da sentença (art. o cumprimento de tais diligências. 45.

49. e Pág. art.1. a execução do acórdão será feita no prazo de 5 (cinco) dias. fará conclusão dos autos com informação ao juiz. 363. contados da data da vista ao Ministério Público (art. do Código Eleitoral) e correrá nos autos principais.099/95. 89) para um deles. quando determinada a suspensão (CPP. Seção VIII SUSPENSÃO 47. Das decisões finais de condenação ou absolvição cabe recurso para o Tribunal Regional. 151 . o chefe de cartório eleitoral. Atendendo aos requisitos constantes do art. c) o inteiro teor da denúncia e respectivos aditamentos. Recebidos os autos em cartório. de imediato. 50. e) a informação sobre os antecedentes e o grau de instrução. se houver. a ser interposto no prazo de 10 (dez) dias. 366 ou Lei nº 9. pendentes de julgamento em segunda instância. b) a sua qualificação civil e o número do registro geral no órgão de identificação. g) outras peças do processo reputadas indispensáveis ao adequado tratamento penitenciário. Seção IX EXECUÇÃO 48. A guia de recolhimento para execução será expedida pelo juiz eleitoral competente depois de transitar em julgado a sentença condenatória. ou acórdão.Manual de Procedimentos Cartorários sentido estrito.1. comunicando a seguir ao Tribunal Regional. f) a data da terminação da pena. com certidão de trânsito em julgado. art. 106 da Lei de Execuções Penais. deverá ser providenciado seu desmembramento. Em processo com mais de um réu. 50. A execução da sentença condenatória ou acórdão proferido pelo Tribunal Regional será levado a efeito pelo Juiz Eleitoral. as guias serão instruídas com cópia autêntica ou reprográfica autenticada das seguintes peças dos processos: a) o nome do condenado. com as datas de recebimento. instruído o ofício com cópia da sentença e certidão de trânsito em julgado. d) o inteiro teor da sentença e acórdão. se houver. 49.

1. e servirá para: a) fins criminais: na instrução de feitos criminais em geral. 50.1. enquanto não estiver extinta a punibilidade pelo cumprimento da pena ou outra causa legal. Os antecedentes criminais são apurados com fundamento nos livros e registros de processos criminais em geral. ou acórdão.099/95 e inquéritos policiais. motivo 2 ou motivo 7. Seção II CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS 2. A certidão de antecedentes criminais tem por finalidade comprovar a existência de inquérito policial. b) fins civis: na nomeação em cargos públicos. CAPÍTULO III ANTECEDENTES CRIMINAIS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. se o sentenciado residir na comarca da capital. a certidão será negativa nos casos de inquéritos arquivados. ou havendo registro na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. 3. Pág. não deve constar de certidão positiva criminal. quando for o caso. transação penal.1. sobre eventuais condenações criminais eleitorais existentes no país. excluindo-se as situações relacionadas abaixo. para fins civis.Manual de Procedimentos Cartorários h) termo de audiência de advertência (sursis e regime aberto). Para fins civis. todos os processos criminais a que esteja respondendo a pessoa. que tramitaram ou tramitam no cartório eleitoral. de forma circunstanciada. se houver. transação ou suspensão condicional do processo pela Lei nº 9. obtenção e renovação de porte de arma. suspensão condicional do processo ou processo judicial criminal envolvendo pessoa física. também da certidão de sua intimação para comparecer no setor próprio do Juízo das Execuções Criminais e entrega do ofício de apresentação. em nome de quem será expedida a certidão.2. bem como com fundamento no cadastro de eleitores e na Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. A guia de recolhimento para execução será expedida pelo juiz eleitoral depois de transitar em julgado a sentença condenatória. declaração de extinção da punibilidade. ou seja. Constando no cadastro eleitoral o registro de FASE 337.099/95. 152 . Serão objeto de certidão positiva. Neste caso. o nome do: a) indiciado em inquérito arquivado. 3. incluindo os relativos ao da Lei nº 9. a ZE deverá investigar se o registro se refere a crime eleitoral e certificar a respeito. absolvição. entre outros fins. e os processos com decisão condenatória transitada em julgado. prestação de concurso público. processos em que houve cumprimento ou extinção da pena.

réu denunciado com sentença absolutória. com denúncia não recebida por decisão transitada em julgado. no prazo de vinte e quatro (24) horas. para fins estatísticos. Ao entregar a certidão.4. réu condenado com suspensão condicional da pena (sursis). com sentença de extinção da punibilidade por prescrição da pretensão punitiva transitada em julgado.826/2003. sendo que em cada cópia deverão ser anotados o nome do requerente e o tipo e número do documento que Pág. art. durante o período da prova (CPP. devendo constar do pedido o nome do requerente e sua qualificação. ao cadastro de eleitores e à Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos. I). indiciado em inquérito trancado por ordem judicial. no próprio requerimento. o nome do recebedor. Não possuindo inscrição eleitoral. por meio do arquivo de cópia das certidões. em nome de quem é expedida a certidão. indiciado ou réu denunciado. com o fornecimento.Manual de Procedimentos Cartorários b) c) d) e) f) g) h) i) j) l) m) n) indiciado em inquérito sem denúncia. A certidão será emitida. para fins civis. beneficiado pela transação criminal (Lei nº 9. 89 da Lei nº 9. réu denunciado e condenado. com a punibilidade extinta pelo cumprimento da pena ou por cumprimento do sursis. após o que o arquivará na pasta destinada especialmente a esse fim.1. salvo motivo de força maior. o servidor do cartório anotará. réu condenado. a qual se reportará aos registros dos livros e processos. art. indiciada em inquérito policial ou respondendo a processo criminal (Lei nº 10. 76).099/95. réu denunciado. As requisições de autoridade judiciária e do Ministério Público. gratuitamente. 3. 5. réu denunciado com processo suspenso nos termos do art. 5. A certidão destinada à obtenção de porte de arma atestará estar a pessoa. dispensado o registro no livro próprio. para fins criminais. O cartório eleitoral poderá optar por manter controle e estatística sobre a emissão de certidões. 5. com punibilidade extinta antes da denúncia. 153 . com sentença de extinção de punibilidade por prescrição da pretensão executória transitada em julgado.099/95. colhendo sua assinatura. art. A certidão de antecedentes criminais.2.3.2. sua identificação e a data da entrega. 5. 4. serão atendidas sem restrições (folha corrida). réu denunciado em ação penal trancada por ordem judicial. de todas as informações que constarem. 5. a finalidade do pedido e a data da solicitação. mediante requerimento ao cartório da ZE na qual a pessoa em nome de quem será expedida a certidão possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. será requerida por interesse próprio ou de terceiro. 709 § 2º). 4º. o interessado requererá a certidão de antecedentes à zona eleitoral na qual resida ou tenha residido a pessoa em nome de quem será expedida a certidão. réu denunciado e condenado. por ofício.

será atestada no âmbito da zona eleitoral da inscrição do eleitor ou. nascido em __/__/__. mesmo que o interessado nunca tenha possuído domicílio eleitoral na zona. Deverá. 154 . filho de [nome do pai] e [nome da mãe]. revendo os livros e registros de feitos criminais já findos e os que tramitam por esta zona eleitoral. em nome de [NOME DO REQUERENTE].Manual de Procedimentos Cartorários o identifica. e os registros constantes do Cadastro de Eleitores e da Base de Perda e Suspensão dos Direitos Políticos. 7. _________________________________________ Chefe de Cartório ASPECTOS JURÍDICOS: . nos termos destas normas de serviço. [dia] de [mês] de [ano]. conforme o seguinte modelo: MODELO CERTIDÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO ELEITORAL DA ___ª ZONA/_________ CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS A ___ª Zona Eleitoral do município de ______. do Estado _____________. domiciliado na __ª Zona Eleitoral. desde ___/__/___ . deles NADA CONSTA quanto a ANTECEDENTES CRIMINAIS ELEITORAIS. fazer constar da certidão tal fato e adicionar que os antecedentes criminais são atestados pelo cartório da zona eleitoral onde o interessado possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. no âmbito da zona eleitoral de sua residência. com aposição do carimbo da ZE. sua assinatura e data de recebimento.1.Certidão fornecida GRATUITAMENTE. CERTIFICA que. portador do Título Eleitoral nº 000000000000. natural de _______. não havendo inscrição. .Processos criminais em trâmite são atestados no âmbito da zona eleitoral na qual possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. quanto a processos criminais aos quais esteja respondendo o interessado. A certidão. 6. [município/UF]. ___ª seção. A certidão de antecedentes criminais será firmada pela chefia do cartório eleitoral. Pág. . não prevalecendo sobre certidões emitidas posteriormente. O cartório eleitoral não pode se negar a emitir certidão de antecedentes criminais. no entanto.Condenação criminal eleitoral atestada em âmbito nacional. município. até a presente data. bem como o nome do recebedor e tipo e número documento que o identifica. 6.

filho de [nome do pai] e [nome da mãe]. do Código Eleitoral. deles verificou-se constar. [município/UF]. sentença transitada em julgado em [data].Manual de Procedimentos Cartorários (MODELO CERTIDÃO) TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO TOCANTINS JUÍZO ELEITORAL DA ___ª ZONA CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS A ___ª Zona Eleitoral do município de _____. com o(s) réu(s) incurso(s) nas sanções do art. [descrição do andamento do feito e da situação atual. CERTIFICA que. conforme comunicação recebida da __ª ZE/município/UF. portador do Título Eleitoral nº 000000000000. os registros constantes do Cadastro de Eleitores e da Base de Perda e Suspensão dos Direitos Políticos. em que é autor [nome do autor] e réu(s) [nome do(s) réu(s)]. deles verificou-se constar em nome de [NOME DO REQUERENTE].Condenação criminal eleitoral atestada em âmbito nacional. até a presente data. . ___ª seção. em que é autor [nome do autor] e réu(s) [nome do(s) réu(s)]. o(s) seguinte(s) feito(s): 1. . com as correspondentes datas]. com o(s) réu(s) incurso(s) nas sanções do art. nascido em __/__/__.Certidão fornecida GRATUITAMENTE. autos de ____ nº ______. ainda. [Processo-Crime ou Inquérito Policial] nº ___/__. Revendo. de ___/___/____ até a presente data. ___. ___. [Processo-Crime ou Inquérito Policial] nº ___/__. [descrição do andamento do feito e da situação atual. até a presente data. com as correspondentes datas]. no Estado ___________. em nome do requerente. como incurso no art. do Código Eleitoral. por motivo de CONDENAÇÃO POR CRIME ELEITORAL. ___. revendo os livros e registros de feitos criminais já findos e os que tramitam por esta zona eleitoral. 155 . 2. natural de _______. Pág. do Código Eleitoral. Município.Processos criminais em trâmite são atestados no âmbito da zona eleitoral na qual possua ou tenha possuído domicílio eleitoral. não prevalecendo sobre certidões emitidas posteriormente. ________________________________________ Chefe de Cartório ASPECTOS JURÍDICOS: . [dia] de [mês] de [ano]. registro de suspensão dos direitos políticos. e domiciliado na __ª Zona Eleitoral.

reparos e reposição de componentes. A cessão dos equipamentos deverá ser precedida de “relatório de levantamento da situação do local onde eles serão instalados. Caberá aos Tribunais Regionais Eleitorais. que prestem serviços à comunidade. sem prejuízo da propositura das cabíveis ações cível e penal. em Sessão Administrativa. encaminharão as suas solicitações através do juízo eleitoral da respectiva zona. poderão solicitar diretamente aos Tribunais Regionais Eleitorais. manutenção. operação e segurança da Urna Eletrônica para acompanhar os trabalhos. hospitais. durante todo o processo eleitoral. e ainda outras condições consideradas necessárias ao bom funcionamento do sistema e à preservação da integridade dos equipamentos. pessoa responsável pela assinatura do contrato de cessão e recebimento. Os Tribunais Regionais Eleitorais indicarão servidores com conhecimento técnico sobre instalação. 6. nas capitais. Os Tribunais Regionais Eleitorais poderão ceder. etc). recursos técnicos e acessórios necessários à realização da eleição informatizada. a cessão dos equipamentos. responsabilizando-se pela sua utilização exclusivamente para o fim solicitado. federações. 5. propiciando a divulgação do voto informatizado. junto aos Tribunais Regionais Eleitorais. o Sistema Eletrônico de Votação (Urna Eletrônica e programas). no prazo mínimo de sessenta dias de antecedência. umidade e poeira). conselhos tutelares. condições da rede elétrica e as ambientais (temperatura. sindicatos. levando em consideração os benefícios que poderão advir da utilização do sistema eletrônico de Votação e o parecer prévio do juízo eleitoral. conselhos de classe. Pág. que emitirá parecer prévio sobre a conveniência e oportunidade do pedido. A entidade requerente credenciará. 2. As entidade sediadas no interior. 1. 1. universidades.2. analisar as solicitações e decidir sobre a cessão. Seção II CONDIÇÕES PARA A CESSÃO DAS URNAS ELETRÔNICAS 4. observado o mesmo prazo. cooperativas. 3. bem assim o extravio dos equipamentos cedidos. escolas. 156 . a título de empréstimo. na forma estipulada no contrato. As entidades organizadas (associações. Caberá à entidade requerente arcar com os custos relativos a suprimentos.1.Manual de Procedimentos Cartorários TÍTULO X ELEIÇÕES NÃO OFICIAIS Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. para utilização em eleições não oficiais. guarda e devolução dos equipamentos.

e o controle do software fica restrito à Justiça Eleitoral. assim como quaisquer alterações. permitindo sua adequação ao processo eleitoral para o qual foi requerido. É proibida a posse da Urna Eletrônica por pessoas que não sejam credenciadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. É expressamente proibida a utilização de qualquer programa na Urna Eletrônica que não seja o seu sistema operacional original. que dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual sobre programas de computador e sua comercialização.Manual de Procedimentos Cartorários Seção III SISTEMAS DA URNA ELETRÔNICA 7. mediante a assinatura de termo de responsabilidade Os disquetes somente permanecerão na Urna Eletrônica durante o período de operação. 10.646. Os disquetes contendo os programas ficarão sob a guarda e a responsabilidade de servidor designado pelos Tribunais Regionais Eleitorais para esse fim. Em hipótese alguma será permitida a realização de auditoria dos programas e do conteúdo dos disquetes por entidade alheia ao funcionamento da Justiça Eleitoral. 7.1 7. 157 . É proibida a cópia total ou parcial do software da Urna Eletrônica. que somente poderá repassá-los a outro servidor devidamente designado. Seção V DO EQUIPAMENTO 13. garantindo a segurança e a integridade dos resultados eleitorais. seja qual for a finalidade. O Tribunal Superior Eleitoral colocará à disposição dos Tribunais Regionais a versão do software com características de parametrização.2. O sistema de totalização poderá ser elaborado pelos Tribunais Regionais Eleitorais ou pela entidade requerente. nos termos da Lei nº 7. contratado pelo Tribunal Superior Eleitoral com a empresa fornecedora do equipamento. 12. A abertura da Urna Eletrônica. 8. além daqueles fornecidos pelos Tribunais Regionais Eleitorais.2 7. ou qualquer programa aplicativo. de 18 de dezembro de 1987.3 A adequação do software e geração das mídias serão realizadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Seção IV DA TOTALIZAÇÃO DOS RESULTADOS 11. 9. 13.1. Pág. 13. assenta-se no sigilo de seu funcionamento. somente será efetuada por servidores credenciados pelos Tribunais Regionais Eleitorais. O Tribunal Superior Eleitoral fornecerá aos Tribunais Regionais os lay-out dos arquivos de entrada e de resultados da votação. O projeto da Urna Eletrônica é de propriedade da Justiça Eleitoral.

sendo providenciado o seu reparo e a reposição de componentes. 15. Os demais arquivos em meio magnético permanecerão em poder dos Tribunais Regionais Eleitorais pelo prazo de 30 (trinta) dias. findo o qual serão apagados. 158 . 20. Pág.Manual de Procedimentos Cartorários 14. A configuração e carga dos Sistemas da Urna Eletrônica serão de responsabilidade dos Tribunais Regionais Eleitorais. 18. deverão ser inspecionadas por técnicos dos Tribunais Regionais Eleitorais. Ao final do processo eleitoral a entidade requerente receberá uma cópia dos arquivos em meio magnético (disquete) contendo somente os votos registrados. ao término dos processos eleitorais não oficiais e antes de serem armazenadas. 19. A decisão que deferir a cessão da Urna Eletrônica indicará a unidade do Tribunal Regional responsável pelo credenciamento. 17. Nenhum pedido de cessão dos equipamentos de que trata esta Instrução poderá ser deferido dentro dos 120 (cento e vinte) dias que antecederem à realização de eleições. As Urnas Eletrônicas. Seção VI DISPOSIÇÕES FINAIS 16. Os casos omissos serão resolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral. se necessário.